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Terça-feira, 13 de Novembro de 2018
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01-08-2008 | 10:57
Boom causa alta de 79%
Até junho, o montante liberado pela CEF foi de R$ 81,35 mi, contra os R$ 45,45 milhões no primeiro semestre de 2007
. Confirmando o boom imobiliário no setor da construção civil, a procura por crédito habitacional em Mato Grosso, através da Caixa Econômica Federal (CEF), registrou crescimento de 78,98% no primeiro semestre do ano, em comparação com igual período de 2007. Este ano, até junho, o montante liberado alcançou a cifra de R$ 81,35 milhões, contra R$ 45,45 milhões no primeiro semestre do ano anterior. No total, foram financiados este ano 2,07 mil imóveis. Em 2007, este número foi de 1,57 mil unidades.

De acordo com a gerente regional de Negócios da Caixa, Fátima Regina Casteli e Pinheiro, a procura pelo crédito imobiliário em Mato Grosso tem sido cada vez maior. “As opções são várias e cada um pode optar pela modalidade que melhor se adequar ao seu orçamento”, explica ela.

Na Caixa Econômica, a modalidade preferida é o Programa de Arrendamento Residencial (PAR), que utiliza recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Visa atender famílias com renda de até R$ 1,8 mil e destina-se à aquisição de casa própria, com prazo de 15 anos para pagamento.

Outras modalidades, como a Carta de Crédito FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), Carta de Crédito SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e Imóvel na Planta, também são bastante procuradas na Caixa.

No caso da Carta de Crédito FGTS, o proponente não pode ter outro imóvel financiado. A faixa de renda atendida nesta modalidade vai de R$ 350 a R$ 4,9 mil, com prazo de até 20 anos para pagar. O limite do financiamento, com recursos do FGTS, varia de acordo com a renda do trabalhador e os juros variam de 6% a 8,66% ao ano.

A Carta de Crédito SBPE destina-se à construção e aquisição de imóveis com recursos da poupança, podendo ser pago em até 240 meses, com taxas de juros que variam de 9,56% a 12,90% ao ano.

Com recursos da própria CEF, o Construcard é utilizado para financiar a aquisição de material de construção, com prazo máximo de 36 meses e limite de crédito de até R$ 180 mil.

A Caixa oferece também uma terceira faixa de valor dos imóveis financiados pelas regras do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), permitindo que os financiamentos com recursos da poupança para a aquisição de imóveis entre R$ 130 mil e R$ 200 mil tenham taxas de juros menores.

O prazo de até 30 anos oferecidos pela Caixa Econômica Federal vale para todas as operações com dinheiro da poupança. No caso dos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo por Serviço (FGTS), a ampliação atinge os empréstimos para famílias com renda acima de cinco salários mínimos, que tinha prazo de até 20 anos. Para essa faixa, o prazo subirá para 25 anos.

ATRATIVOS - O aumento da procura pelo financiamento imobiliário é reflexo direto das baixas taxas de juro e prazos longos, principais atrativos para os mutuários que desejam reformar, ampliar ou construir um imóvel.

Para o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), Carlos Alberto Lúcio da Silva, o boom de investimentos é uma conseqüência das facilidades do crédito imobiliário. Segundo ele, a ampliação do prazo dos financiamentos de 20 para 30 anos está facilitando a aquisição da casa própria e permitindo o acesso de um maior número de pessoas ao crédito imobiliário. Com isso, o mercado tende a ficar cada vez mais aquecido. “Quanto maior o prazo de financiamento, mais fácil fica para o cliente pagar suas prestações e isso acaba estimulando o mercado”, lembra.

 

Fonte: Diário de Cuiabá


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