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Domingo, 21 de Janeiro de 2018
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11-08-2008 | 11:38
Emprego industrial tem melhor 1º semestre da série do IBGE
Indicador acumula alta de 2,7% desde o início do ano. Folha de pagamento cresceu 0,2% em junho, segundo o IBGE.

 

O nível de emprego na indústria brasileira avançou 0,5% em junho na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o indicador acumula alta de 2,7% desde o início do ano, no melhor resultado para um primeiro semestre da série histórica do IBGE, iniciada em dezembro de 2000. 

 

 

A taxa de junho compensou o recuo acumulado de 0,4% nos dois meses anteriores. Em relação a junho de 2007, o emprego registrou acréscimo de 2,5%, completando dois anos de taxas positivas no confronto com igual mês do ano anterior. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 2,8%.

 

 

 Locais - Na comparação entre meses de junho, dez dos catorze locais pesquisados aumentaram o contingente de trabalhadores. Os destaques ficaram para São Paulo, com alta de 3,6%, Minas Gerais (5,3% e região Norte e Centro-Oeste (4,1%).

Na indústria paulista, as principais contribuições positivas vieram de máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (16,8%), produtos químicos (19,9%), meios de transporte (9,2%) e máquinas e equipamentos (7,0%). Na indústria mineira, as pressões positivas mais relevantes vieram de alimentos e bebidas (10,8%). Já n região Norte e Centro-Oeste, alimentos e bebidas (15,4%) foi o grupo com principal destaque.

 

 Folha de pagamento e horas pagas - O valor real da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria cresceu 0,2% em junho na comparação com o mês anterior, na segunda taxa positiva seguida, acumulando acréscimo de 1,0%. Frente a junho de 2007, a alta foi de 6,7%. No acumulado do ano, o resultado ficou positivo em 6,5%.

Na comparação entre meses de junho, a maior contribuição positiva veio de São Paulo (7,5%), sustentado pelos avanços na folha de pagamento real nos setores de meios de transporte (16,3%), produtos químicos (10,4%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (8,8%). Em seguida, vale citar Minas Gerais (9,0%), região Norte e Centro-oeste (9,6%), e Nordeste (5,5%).

O número de horas pagas pela indústria em junho registrou acréscimo de 0,7% em relação ao mês anterior, na série livre dos efeitos sazonais, após recuar 0,7% em maio. A comparação com igual mês do ano anterior assinalou expansão de 2,6%, vigésima quinta taxa positiva consecutiva.

Nos confrontos para períodos mais abrangentes, os índices trimestral e acumulado no ano também apontaram avanços: 2,3% e 2,7%, respectivamente. O índice acumulado nos últimos doze meses também mostrou estabilidade na passagem de maio (2,4%) para junho (2,5%).

 

Fonte: G1


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