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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2018
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04-04-2011 | 12:20
'Fator Egito' influencia conflitos
A onda de manifestações, que começou nos canteiros da usina de Jirau, é influenciada por um "fator Egito", de multiplicação de conflitos, segundo especialistas.

A onda de manifestações, que começou nos canteiros da usina de Jirau, é influenciada por um "fator Egito", de multiplicação de conflitos, segundo especialistas. "Quando se percebe que pessoas unidas podem derrubar um ditador, fica reforçada a ideia de que é possível abalar um poder instituído", diz Rafael Alcadipani, professor da FGV-SP, especialista em cultura organizacional.

"Não é uma relação que se prove cientificamente. Quando a pessoa vê que está submetida a um regime de dominação, ainda que não se possa comparar o regime de um ditador ao de um capataz de obra, há reação", afirma. "Há opressão em ambas as relações. E os operários não são tratados da maneira mais delicada." Para Carlos Zveibil Neto, da Apeop (que reúne empresas de obras públicas de SP), "as imagens de fogo divulgadas mostram que a reivindicação forte dá resultado." Zveibil Neto alerta para o risco de uma maior contaminação em outros Estados e setores como mineração.

Para Wilmar Santos, presidente da federação de trabalhadores da construção pesada, a inspiração não é tão longínqua e o movimento é mais uma reação em cadeia. "O momento é propício. Trabalhadores do Sudeste têm recebido 40% a mais do que no Nordeste", diz. "A tendência é que reivindicações se estendam para óleo e gás e mineração." Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Simão (FOTO), irregularidades devem ser investigadas, mas existe disputa entre sindicatos, "por trabalhadores, para mostrar quem oferece mais". "É inadmissível ocorrer também no Rio, no Porto [do Açu] do Eike Batista."

Funcionários da obra estão em greve pelo pagamento de horas extras e melhores condições de trabalho. "Já há acordos. Não há necessidade do acordo nacional, reivindicado pelas centrais. Empresas querem resolver distorções”. (Fonte: Folha de São Paulo)

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