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Terça-feira, 16 de Outubro de 2018
NOTÍCIAS
09-08-2018 | 09:09
Mato Grosso registra em julho menor custo do setor
O valor apurado no Estado foi de R$ 1.081,92. Essa média está abaixo do apurado no país, R$ 1.095,09 e na região, R$ 1.100,46.

Reprodução

O custo médio do metro quadrado da construção, em Mato Grosso, foi o menor entre os estados do Centro-Oeste, conforme o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE e divulgado ontem. Em julho o valor apurado no Estado foi de R$ 1.081,92. Essa média está abaixo do apurado no país, R$ 1.095,09 e na região, R$ 1.100,46. 

Tradicionalmente, o maior custo regional é de Mato Grosso do Sul, porém, o peso da inflação mensal de 1,66% – o maior entre os quatro estados – tirou o vizinho dessa posição, já que o custo médio ficou em R$ 1.082,28. Além do menor valor do Centro-Oeste, Mato Grosso fechou julho com a menor inflação da região ao contabilizar alta mensal (julho ante junho) de 0,18%. No ranking nacional, Mato Grosso apresenta o 13º maior valor entre todos os estados, conforme o IBGE. 

O Distrito Federal segue com o maior custo regional, R$ 1.159,54, seguido por Goiás, R$ 1.084,87. Nesses estados a inflação mensal foi de 0,48% e 0,42%, respectivamente. 

Em relação à inflação acumulada sobre o segmento da construção civil nos sete primeiros meses de 2018, Mato Grosso registra o menor índice do país com 0,26% contabilizados de janeiro a julho. No Centro-Oeste a inflação do metro quadrado foi de 1,60%. A maior do Brasil em sete meses foi calcula no Rio Grande do Norte em 5,41%. 

BRASIL

O custo nacional da construção por metro quadrado, que em junho estava em R$ 1.089,46, passou para R$ 1.095,09 em julho, sendo R$ 563,69 relativos aos materiais e R$ 531,40 à mão de obra. A parcela dos materiais apresentou a maior variação do ano, 0,88%, resultado acima do índice observado em junho (0,56%) e em julho de 2017 (0,28%). 

Já o valor da mão de obra apresentou variação de 0,13%, registrando queda tanto em relação ao mês anterior (0,61%), quanto frente à taxa de julho de 2017 (0,90%), 0,48 e 0,77 pontos percentuais, respectivamente. 

Os acumulados no ano ficaram em 2,79% (materiais) e 1,86% (mão de obra). Já nos últimos doze meses, os acumulados ficaram em 3,59% (materiais) e 3,19% (mão de obra). 

Com o acordo coletivo observado no Paraná, a região Sul ficou com a maior variação em julho, 0,92%. Nas demais regiões as taxas ficaram em 0,42% (Norte), 0,48% (Nordeste), 0,43% (Sudeste) e 0,53% (Centro-Oeste). 

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.079,35 (Norte), R$ 1.019,82 (Nordeste), R$ 1.145,63 (Sudeste), R$ 1.137,63 (Sul) e R$ 1.100,46 (Centro-Oeste). 

MAIOR ALTA

Sob impacto de reajuste previsto em convenção coletiva, o Paraná, com 1,94%, apresentou a maior variação mensal entre os estados. Seguido por Acre (1,80%) e Mato Grosso do Sul (1,66%), que tiveram acordos coletivos assinados. Nos estados do Maranhão e Sergipe também foram observados reajustes nas categorias profissionais. (MP) 

Mariana Peres, Diário de Cuiabá
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