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Domingo, 21 de Janeiro de 2018
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11-08-2008 | 11:52
Números são vistos ainda com "cautela"
Os números de inflação medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) agradaram ao Ministério da Fazenda, mas ainda não deixaram eufórico o ministro Guido Mantega. Para eles, ainda não é possível baixar a guarda no esforço antiinflacionário. A avaliação é de que o IPCA de 0,53% em julho, que ficou abaixo das expectativas, e o IGP-M, com deflação de 0,01% na primeira prévia do mês, confirmam a análise de que a inflação dos últimos meses foi provocada pelo choque de commodities, especialmente alimentos.

 

Essa posição é diferente da que vem sendo manifestada pelo Banco Central (BC), que atribui maior peso ao aquecimento do nível de atividade do País na escalada dos preços. Mas Mantega e sua equipe também consideram que não se deve desprezar o fato de os demais itens do IPCA estarem se acelerando, refletindo os chamados efeitos secundários do choque externo (quando a inflação se espalha), que ainda estão sendo combatidos com a combinação das políticas monetária e fiscal.

 

Para os técnicos da Fazenda, o problema inflacionário ainda não está resolvido. Por isso, continuam trabalhando com um cenário de elevação do juro pelo BC, embora entendam que o ambiente que agora se desenha mais claramente mostra que não será necessário um ajuste muito profundo da Selic.

 

Fonte: Gazeta Digital


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