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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    24-11-2008 | 12:11

    Fortaleza – O Instituto Euvaldo Lodi do Ceará (IEL/CE), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) lança nesta terça-feira, 25 de novembro, às 14:00h, no Centro Vocacional Tecnológico, em Russas, o projeto Extensão Industrial Exportadora (PEIEx). A iniciativa beneficiará 252 empresas do Baixo Jaguaribe participantes de Arranjos Produtivos Locais (APLs) selecionados.

    21-11-2008 | 11:11
    Alvenaria estrutural chega com força ao interior do Mato Grosso
    21-11-2008 | 11:11
    Finep investe R$ 1 milhão em projeto da ABCP
    21-11-2008 | 11:11
    A enquete se encerra nesta sexta-feira e mostrará as perspectivas das construtoras sobre seu desempenho e a economia em 2009.
    21-11-2008 | 11:11
    No primeiro mês da crise financeira, o setor empregava 2,18 milhões de trabalhadores, um crescimento de 1,85% em relação a agosto.
    21-11-2008 | 10:11
    Brasília – Nove meses após ter chegado à Câmara dos Deputados, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Reforma Tributária, uma das prioridades da Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi aprovada na Comissão Especial em votação que se encerrou às 6:00h da manhã desta quinta-feira, 20/11.
    21-11-2008 | 10:11
     "Apenas vai ocorrer aqui uma desaceleração do crescimento da economia, com queda no crescimento do emprego formal, cuja geração vinha sendo expressiva nos últimos anos, na faixa de 7% ao ano."
    21-11-2008 | 10:11
    “Essa crise é uma oportunidade para o Brasil sair dela muito mais forte, muito mais rico e tendo mais possibilidades no futuro”.
    21-11-2008 | 10:11
    O Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso em 2002 era de R$ 20,94 bilhões. Em 2006 saltou para R$ 35,28 bilhões, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    21-11-2008 | 10:11
    O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, entrou na campanha para atrair inscrições para o 81º Encontro Nacional da Construção (Enic), que ocorrerá no Estado.
    18-11-2008 | 11:11

    Brasília – A desaceleração da economia mundial acirrará a concorrência  pelos mercados. Com isso, a tendência é que aumentem os processos antidumping contra os produtos chineses.

    18-11-2008 | 10:11
    O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, disse hoje que a medida provisória que amplia o prazo do pagamento de impostos federais em até dez dias já começa a produzir bons efeitos. A medida provisória foi publicada ontem (17) no Diário Oficial da União.
    18-11-2008 | 10:11
     O Natal das Crianças recebeu na última sexta-feira (14.11) a doação de mais 15 mil quilos de açúcar, alimento cedido pela Barralcool, usina localizada em Barra do Bugres, e que desde 2004 contribui com a ação. Com a recente doação a campanha já contabiliza mais de 851 mil quilos de alimentos arrecadados. A arrecadação vai até este sábado (22.11)
    13-11-2008 | 11:11
    Vencer o aquecimento global é um desafio de proporções dantescas, similares a apenas um evento na história da humanidade: a revolução industrial. A análise é de uma empresa de consultoria britânica que trabalha com vários governos e companhias numa tentativa de mapear o caminho árduo rumo a essa nova "revolução".

     

    A matemática do raciocínio envolvido na pesquisa é relativamente simples. Ela se baseia no conceito de "produtividade do carbono", ou seja, em quanto do PIB (Produto Interno Bruto) de um país pode ser produzido com uma tonelada de gás carbônico emitida na atmosfera.

     

    "Calculamos que esse aumento da produtividade tem de subir de 740 dólares por tonelada, hoje, para 7.300 dólares por tonelada em 2050, um aumento de dez vezes", afirma Ed Petter, gerente de relações externas para mudança climática da consultoria britânica McKinsey, responsável pelo estudo. "Parece muito, mas já fizemos isso uma vez. O valor é comparável em magnitude ao aumento da produtividade do trabalho com a revolução industrial."

     

    A mensagem principal do apanhado de dados é indicar que, apesar do tamanho do problema, a solução, aparentemente, existe. E é por aí que vai o foco do estudo: mostrar que há saídas já disponíveis -- e talvez até lucrativas -- para reduzir a emissão de gás carbônico na atmosfera.

     

    Veículos mais eficientes, controle de temperatura mais eficaz em construções, sistemas inteligentes de ar-condicionado e até o etanol da cana-de-açúcar, especialidades brasileiras, são listados como potenciais itens que, ao serem implementados, na verdade barateiam custos, em vez de encarecer. "Claro, será preciso fazer um investimento inicial, um gasto inicial, mas isso será amortizado com o que virá de economia depois e no fim sairá mais barato", explica Petter.

     

    Segundo o estudo, pouco menos de 30% do que precisa ser feito para evitar o aquecimento global dito perigoso (acima de 2 graus Celsius) pode sair dessas soluções já disponíveis e supostamente econômicas.

     

    E quanto aos outros 70%? Pois é. Uma fatia significativa do bolo -- o maior item individual -- é a redução do desmatamento amazônico. Aliás, parece ser este a única pedra no sapato do Brasil na questão da mudança climática. De resto, com biocombustíveis em alta e fontes hidrelétricas fortes, o país tem uma matriz energética muito mais limpa do que a dos outros grandes países do mundo.

     

    Mas não é de se subestimar o problema do desmatamento. Evitá-lo também aparece com uma das coisas mais caras na lista preparada pelos pesquisadores. Bem perto de coisas que ainda nem existem fora do papel, como sistemas de armazenamento de carbono para usinas movidas a carvão -- fonte mais suja de energia e uma das favoritas da China, país que cresce vertiginosamente e precisa cada vez mais aumentar seu parque energético.

     

    Política e economia

    Moral da história: não vai ser fácil desatar esse nó. Mas existe um senso de urgência, sobretudo na Europa -- não dá para adiar mais. E mais: pelo menos o governo britânico está convencido de que o mercado não agirá sozinho para se tornar mais verde.

     

    "Não há nenhuma abordagem não-intervencionista possível para a mudança climática e é preciso surgir uma nova economia política", afirma John Ashton, representante especial do Reino Unido para mudança climática, que já participou de inúmeras negociações de tratados de clima e parece convencido de que será preciso estabelecer leis para indicar o caminho a ser seguido pelos mercados, na direção de uma economia mais verde.

     

    E parece que o governo britânico está começando a colocar ações ao lado do discurso. O Parlamento está para acertar uma nova lei que tornará a redução das emissões de gás carbônico no Reino Unido uma obrigação inescapável -- muito diferente do Protocolo de Kyoto, que estabelece metas, mas não obriga ninguém a cumpri-las.

     

    Quando terminar de tramitar -- fontes ligadas ao Parlamento dizem que faltam pequenos detalhes, mas nada muito essencial, para a definição do texto final --, o Reino Unido será o primeiro país a ter uma legislação específica para o aquecimento global.

     

    E o governo britânico está tentando trazer a Europa inteira junto, negociando metas agressivas para a redução de emissões, que culminariam com cortes de 80% até 2050.

     

    Para que tudo dê certo e a nova revolução industrial, é preciso que todos os grandes países -- inclusive os que estão em desenvolvimento -- participem do processo de migração para formas mais limpas de energia. E, mais do que isso, o presidente eleito Barack Obama -- que prometeu investimentos de US$ 150 bilhões em novas tecnologias contra o aquecimento global -- terá de trazer os EUA de volta ao jogo, depois da saída politicamente desastrosa de George W. Bush, ao rejeitar o Protocolo de Kyoto, em 2001.

     

    Fonte: TVCA
    13-11-2008 | 11:11
    Secretários de Fazenda de 16 estados elaboraram documento pedindo mais tempo para a discussão e votação da reforma tributária. O documento foi entregue ao presidente da Comissão Especial que analisa a matéria, deputado Antônio Palocci (PT-SP), e ao relator, deputado Sandro Mabel (PR-GO), pelo líder do PSDB na Câmara, deputado José Anibal (SP). No texto, os secretários reafirmam o compromisso com a necessidade da implementação de uma reforma tributária no país.

    Os secretários de Fazenda dizem, no documento, que é preciso aprofundar a discussão sobre pontos essenciais à sustentabilidade da reforma, para que ela possa ter o efeito desejado pela sociedade. Para tanto, pedem que seja dado aos estados tempo adequado para discutir com a Comissão Especial o parecer do relator.

    No documento, os secretários afirmam que há a constitucionalização de regras que acarretam perdas aos erários estaduais, "sem que sejam garantidos no mesmo texto os ressarcimentos que confiram a necessária segurança diante da complexa modificação, os quais são encaminhados a uma discussão posterior ao nível de Leis Complementares".

    Eles citam como exemplos o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional ( FNDR) e o Fundo de Equalização de Receitas (FER) – mecanismos de compensação aos estados pelo fim da guerra fiscal e possíveis perdas de arrecadação com a reforma tributária.

    Outro argumento usado pelos secretários para o aprofundamento das discussões e o adiamento da votação da reforma tributária está relacionado às incertezas quanto aos efeitos da crise financeira internacional e seus impactos na economia brasileira. Para eles, isso pode levar à construção de um modelo tributário mais adequado.

    Eles afirmam ainda que os efeitos da crise já se refletem em projeções de crescimento e nos índices de de confiança do setor industrial. Isso, segundo os secretário, impõe um cuidado redobrado com alterações que atinjam as fontes de arrecadação pública.

    Os secretários encerram a manifestação afirmando que, durante o tempo pedido para o aprofundamento das discussões, os estados poderão apresentar propostas em relação a todos os pontos de preocupação constantes do relatório apresentado pelo deputado Sandro Mabel. Eles solicitam à comissão que a votação da reforma não ocorra sem que os problemas apontados por sejam equacionados.

    Amanhã(13), a partir de 9 horas, a comissão realiza audiência pública para debater o parecer de Mabel. Alguns dos secretários de Fazenda confirmaram presença no debate. Entre eles estão Mauro Ricardo Machado Costa (SP); Guilherme Gomes Dias (ES), Antonio Rodrigues de Souza Neto (PI) e Gilberto Cavalcante (MS). Também foi convidado para a audiência o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro.

    Após entregar o documento, o deputado José Anibal afirmou que o ideal é adiar para o ano que vem a votação da reforma tributária, após uma nova e ampla rodada de negociação e também depois que se tiver pelo menos mais noção dos efeitos da crise econômica mundial e seus reflexos na economia brasileira.

    "Vamos esperar ter um novo desenho do que será a economia brasileira e retomar a discussão da reforma. Não faz o menor sentido votar este ano, até porque o texto, além de confuso, precisa ser aprimorado", afirmou o líder do PSDB.

    O líder do PT, deputado Maurício Rands (PE), tem posição diferente do tucano. Segundo ele, o argumento da oposição para adiar a votação da reforma é frágil e não se sustenta. Ele disse que, mesmo votada agora, a reforma só vai ser implementada daqui a dois anos.

    "Votar a reforma agora é preparar o Brasil para o pós crise e adiar a votação é evitar a redução da carga tributária. Essa PEC reestrutura o sistema tributário. Portanto, com crise ou sem crise, o Brasil estará melhor se tiver o sistema tributário preconizado no relatório Mabel", disse o líder petista.

     

    Fonte: Olhar Direto
    13-11-2008 | 11:11
    Os três últimos meses de 2008 já mostram os reflexos de dois fatores de desaceleração para a economia brasileira - a crise internacional e os aumentos na taxa básica de juros, iniciados em abril. Para os economistas, o resultado do quarto trimestre será um termômetro para a economia no próximo ano. As projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para o período estão entre 3% e 4% na comparação com os últimos três meses de 2007, o que já representa uma perda de ânimo em relação aos três primeiros trimestres deste ano, que apresentaram expansão de 5,9%, 6,1% e 5% (esse último é a mediana das projeções, pois o PIB será divulgado em dezembro).

    No cenário pessimista, o crescimento sobre o terceiro trimestre seria nulo, o que, se confirmado, representaria o pior resultado desde o terceiro trimestre de 2005, quando houve recuo de 0,7%, como efeito da crise política da época. Os mais otimistas prevêem crescimento na margem de 0,8%, o que também representaria desaceleração em relação aos outros trimestres do ano, que apresentaram expansão de 0,8%, 1,6% e 1%, segundo a média das projeções.

    Otimistas ou pessimistas, as projeções apontam redução no ritmo de crescimento de todos os componentes do PIB do lado da demanda - formação bruta de capital fixo (investimentos), consumo do governo, consumo das famílias, importações e exportações. Ainda assim, o resultado do ano pode deixar de "herança estatística" ("carry over") para 2009 um crescimento de 1% a 2,4%.

    A LCA Consultores e a MB Associados projetam para o quarto trimestre um crescimento de 3%, na comparação com os mesmos três meses do ano passado. A LCA estima crescimento zero sobre o terceiro trimestre, feito o ajuste sazonal, enquanto a MB prevê incremento de 0,2%, "com risco de ficar no terreno negativo", segundo o economista-chefe Sérgio Vale. A diferença decorre das estimativas para o terceiro trimestre (de 6,4% pela LCA e 5,1% pela MB).

    "Ainda é cedo para qualquer previsão adequada sobre o quarto trimestre, mas certamente será mais fraco do que vinha sendo", afirma Vale. Para ele, a queda na produção e nas vendas de veículos em outubro, a restrição maior ao crédito e os indicadores de inadimplência sinalizam uma contenção na produção e no consumo. "Deve haver aumento no consumo em dezembro em relação ao ano passado, mas certamente não será como foi em 2007."

    Já o economista-chefe da LCA, Bráulio Borges, acredita que a redução no ritmo de expansão dos investimentos terá efeito mais efetivo sobre o PIB que a desaceleração do consumo. "O investimento deve dar uma boa travada, principalmente no que se refere à construção civil, que vinha puxando o PIB nos meses anteriores. No consumo o efeito deve ser mais forte no ano que vem", afirma. O desempenho da atividade econômica em outubro foi fraco, influenciado pela escassez de crédito e pela forte oscilação do câmbio, fatores que prejudicaram principalmente as exportações. Borges estima que os resultados de novembro e dezembro sejam melhores que os de outubro, o que permitiria um crescimento de 3% no último trimestre, após 5,3% no terceiro.

    O crescimento em menor escala da economia no fim do ano ainda proporcionará ao PIB de 2009 uma herança estatística de crescimento de 1%. O "carry over" de 2007 para 2008 foi de 2,6%. "Se o país crescer zero em todos os trimestres em comparação com este ano, o aumento do PIB ainda será de 1%", explica Borges, que prevê para 2009 expansão do PIB de 3,3%.

    Para Borges, a demanda interna (que engloba consumo das famílias e do governo e investimentos) sai de um crescimento de 7% em 2008 para 4,1% em 2009. O setor externo, que neste ano deve dar contribuição negativa de 2,2%, passará para um resultado positivo de 0,8%, com a redução no ritmo de alta das importações de 20% para 7,4%. A formação bruta de capital fixo, que neste ano deve crescer 15%, subiria 3,8% em 2009. "De todos os componentes do PIB é o que vai mais sofrer, mas principalmente no quarto trimestre de 2008 e no primeiro semestre de 2009", diz.

    O Banco Real, que segue as projeções do Santander, projeta para o quarto trimestre expansão de 3,7% do PIB, com crescimento na margem de 0,3%, após 5,4% no terceiro trimestre e de 1,1% na margem, com ajuste sazonal. "Os salários ainda estão crescendo com ganhos reais. Também há expansão das transferências governamentais e o crédito, que teve perdas de liquidez, aos poucos está se normalizando", avalia o economista-chefe do Real, Cristiano Souza. A desaceleração da economia no quarto trimestre proporcionará um crescimento do PIB de 5,3% neste ano e uma herança estatística de 1,7% para 2009, quando a economia deverá crescer 2,5%, na avaliação do economista.

    O economista-chefe da Convenção Corretora, Fernando Montero faz projeções semelhantes. Ele prevê para o terceiro trimestre crescimento de 6% do PIB e, no quarto trimestre, de 4,3%, em comparação com igual intervalo de 2007. O incremento na margem deve ser de 1,3% no terceiro trimestre e de 0,4% no último trimestre do ano. Alcançados esses resultados, o PIB encerraria 2008 com crescimento de 5,5% deixando um "arrasto estatístico" de 1,4%. "Se o PIB confirmasse nossa projeção de 6% até o terceiro trimestre, seria preciso despencar para 2% no quarto trimestre para fechar em 5%", calcula Montero.

    Montero prevê uma desaceleração significativa no ritmo de expansão dos grupos agropecuário, industrial e de serviços, e desaceleração da absorção interna mais forte que do PIB. "Um ajustamento forte de estoques, movido por temor e necessidade de capital de giro, poderia desacelerar mais intensamente a atividade no quarto trimestre, mas traria alivio na passagem para 2009", observa Montero.

     

    Fonte: Olhar Direto
    13-11-2008 | 11:11
    Sob protestos da oposição - PSDB, DEM e PPS -, os deputados governistas conseguiram manter no texto do relator da Medida Provisória (MP) 443, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), o benefício às empresas contratadas pelo governo para executar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O relator incluiu na MP um dispositivo que autoriza a União a conceder crédito especial a essas empresas por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 3 bilhões.

    Para esse financiamento, a União poderá emitir - sob a forma de colocação direta em favor do BNDES - títulos da dívida pública mobiliária federal. Por exigência da oposição, a votação desse ponto foi nominal. O placar registrou 259 votos a favor da manutenção do texto e 76 votos contrários.

    "Estão fazendo um contrabando improcedente. Está óbvio que isso está direcionado", disse o líder do PSDB, deputado José Aníbal (SP). "Não há sustentação aceitável para essa emenda. Ela envergonha o Parlamento." Ele afirmou que o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, se declarou contrário à proposta na reunião realizada ontem na Câmara com os líderes de todos os partidos e com o presidente da Casa, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

    Segundo Aníbal, o secretário-executivo afirmou aos líderes que as obras do PAC em execução recebem o pagamento pelo trabalho duas vezes por mês. "De onde vem essa necessidade de crédito especial?", questionou Aníbal. "As empreiteiras que executam obras do PAC e que eventualmente fizeram maus negócios com outros setores não podem ser premiadas com dinheiro do contribuinte brasileiro", disse o líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA).

     

    Fonte: Olhar Direto
    13-11-2008 | 11:11
    Os dados de 2007 da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) relativos a Mato Grosso, recém-divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), registram incremento de 10,32% na geração de empregos formais, com a criação, naquele ano, de 53,48 mil novas vagas. O volume posiciona o Estado em 4º lugar no ranking de crescimento nacional.

    O setor industrial, com 18.795 novas vagas criadas, foi o responsável por 35% do total de empregos gerados no Estado, com destaque para a construção civil e a indústria de transformação, com 9.571 e 8.523 vagas, respectivamente. A indústria também foi responsável pela maior taxa de crescimento anual de geração de oportunidades de empregos no Estado, com 19% em relação a 2006, influenciado pela construção civil com desempenho de 63%, pela indústria extrativa mineral e a indústria de transformação, com 36% e 11%, respectivamente.

    A administração pública continuou sendo, isoladamente, o setor de atividade que mais emprega em Mato Grosso, com um estoque de 143.905 funcionários naquele ano. Responde por um quarto do total de 571.605 pessoas formalmente ocupadas no Estado, seguido pelos setores de serviços, indústria e comércio, que empregam praticamente 20% cada, complementados pela agropecuária, com 13% do total.

    O presidente do Sistema Fiemt, Mauro Mendes, avalia a perspectiva para 2008. “Esperamos superar esses números no fechamento da RAIS 2008, em função dos novos investimentos industriais no Estado”.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    13-11-2008 | 11:11
    O Brasil é a "alternativa ideal" para quem quiser ganhar dinheiro diante da crise. Esse é o recado que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) passará hoje a investidores de toda a Europa que estarão em Milão para um encontro sobre as oportunidades de negócios com a Petrobras e no desenvolvimento de projetos do pré-sal.

     

    Nas últimas semanas, analistas vem alertando que a crise nos créditos podem afetar a capacidade da Petrobras de obter recursos para o pré-sal. Segundo o banco UBS, os projetos com as novas reservas vão exigir cerca de US$ 600 bilhões nos próximos anos. "Nosso recado aos investidores será claro", afirmou Armando Mariante, vice-presidente do BNDES. "Quem quiser ganhar dinheiro na crise, a hora é de se investir no Brasil e na economia real, e não em derivativos", afirmou.

     

    Ao lado da Petrobras, o BNDES vai indicar que apoiará investimentos de empresas estrangeiras no país. "O BNDES dará apoio e empréstimos para joint ventures ou qualquer outra modalidade de investimentos". "Queremos que os investidores apostem no Brasil", disse. Outro recado é de que a economia brasileira "não espera entrar em recessão, como ocorre em outros países".

     

    Ele admitiu, porém, que o país não crescerá em 2009 nas mesmas taxas de 2008. Mesmo assim, o BNDES vai aos investidores com um discurso afinado. "Oferecemos oportunidades de investimentos com baixo risco e alta rentabilidade".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-11-2008 | 11:11

    Desenvolver empresas locais em vez de incentivar a entrada no mercado de empresas globais. Essa foi uma teoria apresentada nesta quarta-feira, na palestra de abertura da Expo Brasil Desenvolvimento Local, que acontece até sexta-feira no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. Essa nova filosofia de desenvolvimento econômico começou a ser utilizada nos Estados Unidos e já tem se espalhado por outros países, segundo o vice-presidente para empreendimento, treinamento e desenvolvimento corporativo naquele país, Michael Shuman.

     

    Segundo Shuman, um dos grandes problemas dos empreendimentos é que eles focam muito no mercado global, esquecendo o local. "É um erro, porque quando você foca no mercado local, naturalmente vai alcançar o global". Ele faz questão de deixar claro que não se trata de um movimento contra os empreendimentos globais, até porque, vai chegar um ponto em que o local vai concorrer com o global. No entanto, Shuman frisa que os negócios locais desenvolvem a economia de forma mais rápida.

     

    Entre as vantagens de incentivar e incrementar as empresas locais, Shuman cita o fato de que elas não mudam quando começam a crescer e ainda têm maiores multiplicadores econômicos. "Isso significa que o dinheiro gasto, por exemplo, em uma padaria da cidade vai servir depois para comprar comida de uma fazenda da região e essa, posteriormente, vai usá-lo para adquirir sementes para plantar. Ou seja, o dinheiro circula ali mesmo".

     

    Shuman cita também que as empresas locais, diferente das globais, geram três vezes mais empregos e três vezes mais arrecadação de impostos. Ele aponta que é comum os governos investirem para atrair empresas globais. Conforme ele, se houve uma pequena política pública de incentivo a empreendimentos locais a economia vai crescer mais.

     

    Para que tudo dê certo, Shuman diz ser preciso planejamento sobre que tipo de empresa se adapta mais à realidade regional, treinar pessoas para que elas estejam preparadas para ocupar os empregos, fazer redes de negócios e incentivar as pessoas a comprarem nas empresas locais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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