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Sábado, 29 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    13-11-2008 | 11:11

    Desenvolver empresas locais em vez de incentivar a entrada no mercado de empresas globais. Essa foi uma teoria apresentada nesta quarta-feira, na palestra de abertura da Expo Brasil Desenvolvimento Local, que acontece até sexta-feira no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. Essa nova filosofia de desenvolvimento econômico começou a ser utilizada nos Estados Unidos e já tem se espalhado por outros países, segundo o vice-presidente para empreendimento, treinamento e desenvolvimento corporativo naquele país, Michael Shuman.

     

    Segundo Shuman, um dos grandes problemas dos empreendimentos é que eles focam muito no mercado global, esquecendo o local. "É um erro, porque quando você foca no mercado local, naturalmente vai alcançar o global". Ele faz questão de deixar claro que não se trata de um movimento contra os empreendimentos globais, até porque, vai chegar um ponto em que o local vai concorrer com o global. No entanto, Shuman frisa que os negócios locais desenvolvem a economia de forma mais rápida.

     

    Entre as vantagens de incentivar e incrementar as empresas locais, Shuman cita o fato de que elas não mudam quando começam a crescer e ainda têm maiores multiplicadores econômicos. "Isso significa que o dinheiro gasto, por exemplo, em uma padaria da cidade vai servir depois para comprar comida de uma fazenda da região e essa, posteriormente, vai usá-lo para adquirir sementes para plantar. Ou seja, o dinheiro circula ali mesmo".

     

    Shuman cita também que as empresas locais, diferente das globais, geram três vezes mais empregos e três vezes mais arrecadação de impostos. Ele aponta que é comum os governos investirem para atrair empresas globais. Conforme ele, se houve uma pequena política pública de incentivo a empreendimentos locais a economia vai crescer mais.

     

    Para que tudo dê certo, Shuman diz ser preciso planejamento sobre que tipo de empresa se adapta mais à realidade regional, treinar pessoas para que elas estejam preparadas para ocupar os empregos, fazer redes de negócios e incentivar as pessoas a comprarem nas empresas locais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-11-2008 | 11:11
    Energia - Cuiabá é sede da 45ª Reunião Ordinária do Conselho de Consumidores de Energia Elétrica do Estado de Mato Grosso (Concel-MT). O evento será hoje, às 19h30, no auditório do Procon Mato Grosso, e reunirá representações de classes de consumo de energia, autoridades locais, empresários, líderes comunitários, sindicatos rurais e associação comercial. A finalidade é oferecer aos clientes a oportunidade de conhecer as ações adotadas pela concessionária de energia na região, sugerir o aperfeiçoamento do serviço prestado e contribuir com a definição da melhor forma de garantir a qualidade da energia

     

    Fonte: Gazeta Digital
    12-11-2008 | 12:11
    A Caixa Econômica Federal aumentou o limite de sua linha de crédito que financia, com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), a compra de material de construção.

     

     O valor máximo de cada empréstimo oferecido aos clientes passou de R$ 7.000 para R$ 25 mil. A operação pode ser realizada nas agências da Caixa Econômica Federal, mas é restrita a pessoas com renda de até R$ 1.900. A mudança foi antecipada ontem pelo jornal "O Globo" e confirmada pela Caixa. As taxas de juros do financiamento não foram alteradas e continuam variando de 6% a 8,16% ao ano, dependendo da faixa de renda do tomador do empréstimo, mais a variação da TR (Taxa Referencial). O prazo de pagamento foi mantido em 96 meses.

     

     O dinheiro só pode ser usado para reformar imóveis avaliados em até R$ 70 mil.

     

    A operação é feita pelo chamado Construcard FGTS, em que o valor da linha de crédito da Caixa é carregada em um cartão de débito que pode ser usado nas lojas de material de construção conveniadas ao banco estatal.

     

     Para quem tem renda superior a R$ 1.900, a Caixa continua a oferecer o Construcard SBPE, que usa recursos da caderneta de poupança para financiar a compra de materiais de construção. O dinheiro também é liberado por um cartão de débito, mas nesse caso os juros cobrados são de 1,69% ao ao mês, além da variação da TR. Além disso, o prazo de pagamento para essa outra modalidade do Construcard é de 42 meses, podendo chegar a 60 meses, caso o imóvel tenha sido adquirido com financiamento da Caixa.

     

     Crise

     

     Com o agravamento da crise global, o CMN (Conselho Monetário Nacional) autorizou, no final do mês passado, que bancos usem recursos captados por meio das cadernetas de poupança para financiar o capital de giro a empresas desse setor. A medida teve como objetivo socorrer companhias que estavam tendo dificuldade em financiar suas operações do dia-a-dia.

     

    Fonte: CBIC
    12-11-2008 | 12:11
    A ampliação do limite de empréstimos da Caixa Econômica Federal (CEF) direcionados para o financiamento de construção e reforma de imóveis - de R$ 7 mil para 25 mil - entrou em vigor na última segunda-feira.

     

    Somente ontem, porém, a novidade foi divulgada pela assessoria de imprensa da CEF, em Brasília.

    A nova regra para a linha de crédito, conhecida como Construcard/FGTS, utiliza recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). As taxas de juros variam de 6% a 8,16% ao ano.

     

    Fonte: CBIC
    12-11-2008 | 12:11
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem, em São Paulo, que, apesar de o Brasil registrar a partir de agora um crescimento menor do que apurava antes da piora da crise financeira internacional, não há necessidade de interrupção do crescimento, como deve ocorrer em outros países.

    De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), os Estados Unidos, a zona do euro e o Japão devem exibir taxas negativas de expansão em 2009 em função da queda do nível de atividade provocada pelo credit crunch. "Para que possamos garantir a continuidade [do crescimento sustentável], é preciso que os governos [federal e estaduais] tomem iniciativas no sentido de atender os vários setores que estão apresentando um estrangulamento momentâneo das linhas de crédito", afirmou em cerimônia realizada em São Paulo para anunciar outros R$ 4 bilhões as montadoras por meio da Nossa Caixa.

     

     Em seus comentários, Mantega frisou que há harmonia entre as medidas que os governos federal e de São Paulo adotam para estimular o nível de atividade e diminuir ao máximo os efeitos da crise sobre a economia brasileira.
     O ministro ressaltou que, na semana passada, o Banco do Brasil adotou uma ação semelhante com a liberação de R$ 4 bilhões para a indústria automobilística através dos bancos das montadoras de veículos.

    "Já estamos com o conjunto de medidas que deve dar à indústria automobilística brasileira condições para que continue com crescimento bastante razoável, de forma a [manter-se] como uma das maiores do mundo". Segundo ele, a indústria automobilística brasileira pode manter-se como o sexto maior mercado de produção veículos do mundo.

     

     De acordo com o ministro, como o Brasil deve continuar crescendo enquanto outros países registrarão taxas negativas de expansão em 2009, a indústria automobilística terá no País bons resultados. "No Brasil, podemos manter aquilo que conquistamos, que é pelo menos o patamar de venda de 3 milhões de veículos ao ano. E depois, vamos acelerar na medida que a situação se normalizar."

     

     O ministro ressaltou que, apesar da crise financeira internacional causar efeitos em todo o mundo, inclusive ao Brasil, especialmente com a redução de liquidez no sistema financeiro, o País tem condições econômicas e financeiras sólidas acumuladas nos últimos anos. "Isso nos dá condições de continuidade do processo de crescimento sustentável que estamos em curso. Vários setores produtivos estão em plena expansão há alguns anos e não há razão para que ocorra uma interrupção nesse crescimento."

     

     Ao ressaltar as ações conjuntas dos governos federal e do estado para estimular as vendas da indústria automobilística, que somam R$ 8 bilhões de recursos anunciados às financeiras pelo Banco do Brasil (BB) e Nossa Caixa, Mantega destacou que o poder Executivo federal também adotou medidas que estimulam a produção agrícola e o setor da construção civil, o que faz parte de uma estratégia oficial para que as empresas brasileiras continuem produzindo 

     

    Fonte: CBIC
    12-11-2008 | 12:11
    Empresas da área de construção civil devem estar atentas: termina em dezembro para elas a cumulatividade do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Segundo advogados especializados, a medida vai onerar as companhias. Por essa razão, é hora de rever o planejamento tributário para o próximo ano.

     

     A advogada Fernanda Possebon Barbosa, do escritório Braga & Marafon, explicou que, para as empresas, de uma forma geral, vale o sistema não-cumulativo de PIS e Cofins, pelo qual elas pagam uma alíquota maior (9,25%), mas em compensação têm direito a créditos que podem ser utilizados em diversas etapas da atividade que desenvolvem, como no aluguel de equipamentos, no pagamento de frete nas operações de venda ou na aquisição dos insumos necessários à prestação do serviço, energia elétrica ou de maquinário e outros bens incorporados ao ativo imobilizado. Esse sistema foi instituído pelas Leis 10.637/2002 e 10.833/2003, que tratam do PIS e da Cofins, respectivamente.

    As exceções foram listadas no artigo 10º e incisos da legislação que trata da Cofins. Pelo inciso 20, permanecem sujeitas as normas da legislação da Cofins, vigentes anteriormente a essa lei, as receitas decorrentes de execução por administração, empreitadas ou subempreitadas de obras de construção civil, até 31 de dezembro de 2008.

     

     A advogada explicou que empreitada, por definição, é a execução, contratualmente estabelecida, de tarefa, de obra ou de serviço, por preço ajustado, com ou sem fornecimento de material ou uso de equipamentos, que podem ou não ser utilizados, realizada nas dependências da empresa contratante, nas de terceiros ou nas da empresa contratada, tendo como objeto um resultado pretendido. O contrato de subempreitada é aquele celebrado entre a empreiteira ou qualquer empresa subcontratada e outra empresa, para executar obra ou serviço de construção civil, no todo ou em parte, com ou sem fornecimento de material; e o contrato por administração, aquele em que a empresa contratada somente administra a obra de construção civil e recebe como pagamento uma percentagem sobre todas as despesas realizadas na construção, denominada taxa de administração.

     

     Segundo Fernanda Possebon, para essas empresas, o sistema cumulativo é prejudicial porque elas não realizam muitas operações passíveis da utilização dos créditos de PIS e Cofins. Por esse sistema, a alíquota dessas duas contribuições é de 3,65% sobre a receita. Pelo sistema cumulativo, a alíquota é reduzida.

    Temos feito projeções para as construtoras do que a não-cumulatividade representará para elas. Temos visto que elas serão oneradas. E a coisa tende a piorar muito, ainda mais com a crise econômica, afirmou. Na avaliação da advogada, o fim da cumulatividade não é positivo.

     

     Os cálculos que temos feito para as empresas que atuam na área, a partir de 1º de janeiro de 2009, mostram que elas passarão a pagar 9,25% sobre suas receitas. Em compensação, elas terão direito a crédito. No entanto, apesar desses créditos, elas serão oneradas.

    É que essas empresas têm poucas ações que dão direito a esse crédito, explicou a advogada. De acordo com Fernanda Possebon, exemplo de custo relevante para o setor, cujo aproveitamento do crédito pode gerar controvérsias, é a subcontratação de serviços - comum na atividade prestada por essas companhias.

     

     A contratação de mão-de-obra não dá direito ao crédito, disse a advogada, acrescentando que todos os setores que já passaram por essa transição e não se prepararam para a mudança experimentaram expressivo aumento da carga tributária. Segundo afirmou, a essa altura, a ampliação do prazo da cumulatividade para essas empresas somente seria possível por meio da edição de uma medida provisória.

    O problema, afirma, é que o governo ainda não se manifestou a respeito.

    Uma alternativa que as empresas têm é estudar os créditos aos quais teriam direito, fazendo uma análise detalhada da legislação, disse Fernanda Possebon, destacando a importância do planejamento tributário para o próximo ano. Poucas construtoras estão se atentando para isso, alertou.

     

    Fonte: CBIC
    12-11-2008 | 12:11
    O projeto de conversão apresentado ontem pelo relator da Medida Provisória 443, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), foi tão ou mais criticado pela oposição quanto o texto original - editado pelo governo, em 21 de outubro, para permitir que Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal constituam novas subsidiárias e adquiram participações societárias em outras instituições financeiras. O que mais incomodou os oposicionistas foi a inclusão, no texto, da criação de linha de crédito especial para empresas contratadas no âmbito do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC).

    Acatando emenda do líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), o relator concordou que o Tesouro Nacional repasse ao BNDES R$ 3 bilhões para empréstimos de capital de giro a essas construtoras.

     

     Desde que estejam no PAC, aquelas contratadas para obras tocadas por Estados e municípios também terão acesso a essa linha, cujas condições (prazo, juros, etc) serão definidas posteriormente, pelo Ministério da Fazenda.

    A oposição se sentiu traída, pois, segundo o líder do DEM, deputado ACM Neto (BA), a rejeição dessa emenda foi, desde o início, colocada como ponto obrigatório e inegociável durante as reuniões mantidas ontem por João Paulo com representantes do DEM, do PSDB e do PPS. Para ACM, aproveitar a 443 para beneficiar empresas do PAC " é inaceitável".

     

     O líder do PSDB, deputado José Aníbal (SP), lembrou que o próprio governo, por intermédio do Ministério da Fazenda, já tinha se posicionado contra a proposta do líder pemedebista.

    Conforme o parlamentar, o secretário executivo do ministério, Nelson Machado, considerou a linha desnecessária porque as empresas contratadas no âmbito do PAC estão recebendo normalmente pelas obras, até duas vezes por mês, na medida em que concluem as etapas contratualmente previstas.

     

     "Esse é um precedente que não podemos aceitar... É um rompimento com as normas de licitude", acrescentou o deputado Antônio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP).

    Para ele, as empresas vencedoras das licitações do PAC não podem receber o privilégio de uma linha especial de crédito, cuja fonte poderá ser, inclusive, a emissão de dívida pelo Tesouro. Causou estranheza, em alguns parlamentares, o fato de que a emenda do líder do PMDB ter sido incorporada ao texto de última hora, numa segunda versão, escrita, em parte, à mão, para distribuição ao plenário. A oposição também reclamou do prazo de validade da MP. Pelo projeto, a lei que dela resultar valerá até dezembro de 2011, podendo ser prorrogada por mais dois anos, por ato do governo, o que os oposicionistas acharam demais.

     

     O projeto de conversão de João Paulo também desagradou a oposição no que diz respeito a possíveis associações da Caixa Econômica Federal com empresas de construção imobiliária. Durante as reuniões da tarde, ficou acertado que essas operações seriam limitadas à empreendimentos específicos, podendo ser realizadas somente por intermédio da constituição de propósitos específicos.


     

    Na interpretação dos oposicionistas, porém, embora traga essa restrição, o texto de João Paulo ainda deixa brecha para que a Caixa participe diretamente do capital de construtoras, por intermédio do seu futuro banco de investimentos. João Paulo argumentou que uma coisa será a Caixa Participações (CaixaPar), outra será a o banco de investimentos da Caixa. Para DEM, PSDB e PPS, no entanto, sempre que se falou em CaixaPar entendia-se que se tratava do futuro banco de investimentos da Caixa.

    A votação do relatório ficou para amanhã.

     

    Fonte: CBIC
    12-11-2008 | 12:11
    A produção industrial no Estado de São Paulo deve apresentar em outubro um desempenho 0,4% menor (com ajuste sazonal) que o verificado em setembro, segundo o SPI (Sinalizador da Produção Industrial) divulgado nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

     

    Sem o ajuste sazonal, a produção da indústria deve apresentar um avanço de 1,7%, mesma variação que havia sido prevista para setembro --a produção registrada de fato naquele mês, no entanto, foi de 1,3%.

     

    No acumulado de 12 meses, o indicador também deve registrar desaceleração em outubro, com avanço de 8%, contra 8,8% em setembro.

     

    O SPI é elaborado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e pela AES Eletropaulo, e tem como objetivo buscar antecipar o desempenho da atividade industrial em São Paulo.

     

    Fonte: Folha on-line
    12-11-2008 | 12:11
    Levantamento feito pela Previdência Social entre 2006 e 2008 aponta um aumento nos casos de depressão decorrentes das condições de trabalho. O crescimento foi superior ao registrado de doenças na coluna e articulações. No mesmo período, caiu o número de acidentes de trabalho envolvendo lesões e traumatismos em geral.

     

    Os casos de depressão e demais transtornos mentais e de comportamento aumentaram de 0,4% para 3% sua participação no volume total de auxílios-doença pagos na categoria de "acidentes de trabalho". Esse aumento só não superou o registrado no grupo dos tumores.

     

    A classificação de uma doença como acidente de trabalho cabe ao médico perito e impõe ônus aos empregadores, como a garantia de estabilidade por 12 meses, depois de o trabalhador se recuperar. A Previdência paga aos afastados por mais de 15 dias benefício mensal entre um salário mínimo (R$ 415) e o teto de R$ 3.038,49.

     

    Remigio Todeschini, diretor do departamento de saúde e segurança ocupacional da Previdência, avalia que havia subnotificação dos casos de depressão classificados como acidentes de trabalho. Projeção feita em 2000 pela Organização Mundial da Saúde indica que casos de transtornos depressivos vão mais do que dobrar no período de 20 anos.

     

    Regras

     

    No início de 2007, um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mudou a metodologia adotada pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para classificar doenças do trabalho e instituiu o NTEP (Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário), que cruza a classificação internacional de doenças com a incidência delas.

     

    Os peritos usam a listagem para apontar relações entre a doença e a atividade. Desde a mudança, mais do que dobrou o número de casos classificados como acidentes de trabalho.

     

    Entre os fatores de risco de transtornos mentais, o decreto lista a exposição a substâncias tóxicas e situações como ameaça de perda de emprego e ritmo de trabalho penoso.

     

    O decreto permite às empresas contestar o vínculo entre a doença e o trabalho --por ora, não há recursos.

     

    O decreto também lista 78 atividades que imporiam mais risco. Segundo o professor da UnB e consultor do Ministério da Previdência, Wanderley Codo, os mais suscetíveis são bancários, professores e policiais.

     

    Fonte: Folha On-line
    12-11-2008 | 12:11
         Profissionais e empresas que atuam no ramo de comercialização e aluguel de imóveis em Mato Grosso não foram atingidos pela crise financeira internacional. A avaliação é dos diretores do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, da 19ª. Região (Creci/MT). Segundo o presidente da autarquia federal no Estado, Carlos Alberto Lúcio da Silva, o segmento não sofre os reflexos da crise por ser menos sensível às oscilações econômicas e devido às garantias dos bancos oficiais e privados de manutenção das linhas de financiamento e das taxas de juros para o setor imobiliário.
         
         “Boa parte da população busca no imóvel uma proteção em momentos de crise, uma preservação de patrimônio. Ninguém pode abrir mão de um imóvel para morar ou trabalhar mesmo em momentos de instabilidade econômica. Então, dificilmente um investidor vai ficar com um imóvel fechado por falta de demanda. Todo imóvel que chega às imobiliárias é alugado rapidamente”, assegura Carlos Alberto.
         
         O diretor de integração regional do Conselho Federal e do Creci, Ruy Pinheiro, ressalta que o receio dos mato-grossenses em confiar seu dinheiro às aplicações bancárias, bolsa de valores e transações com moedas estrangeiras, traduz-se diretamente em investimento em imóveis. “As pessoas voltam a perceber que o imóvel é um excelente investimento de médio e longo prazo devido à seguridade deste tipo de negócio”.
         
         Segundo ele, também não existe motivo para os compradores adiarem a aquisição de imóveis novos, especialmente quando a Caixa Econômica Federal e outros bancos mantêm as linhas de crédito e taxas de juros atraentes. “As empresas do setor de construção afetadas diretamente pela crise foram somente aquelas de capital aberto, com ações na Bolsa de Valores de São Paulo. São poucas. No mercado, temos grande oferta de empreendimentos de empresas sólidas, que não abriram seu capital e que, portanto, não estão sujeitas aos sobressaltos das oscilações da bolsa. Há ainda aquelas que investem em capital próprio e não dependem do investidor para tocar a obra”.
         
         Pinheiro sugere ao investidor que queira recuperar as perdas acumuladas no mercado de capitais, a aplicação em imóveis residenciais e comerciais, em bairros emergentes. Nesse caso, o comprador deve optar por um imóvel que ofereça a rentabilidade compatível com as expectativas. “Minha primeira recomendação a quem pretende investir em imóveis é buscar o auxílio de um corretor ou empresa, credenciado ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis, para identificar o melhor negócio. São cuidados que o cliente deve tomar, independentemente das situações de crise”, frisa.
         
         A Caixa Econômica Federal divulgou hoje (14) que a meta de R$ 20,4 bilhões de operações de crédito para a área habitacional, neste ano, pode ser ultrapassada. Somente no primeiro semestre deste ano, foram contratados financiamentos para o setor no valor de R$ 9,1 bilhões, ou 34% a mais que no primeiro semestre de 2007. O destaque foram os programas que utilizam recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), no total de R$ 5,237 bilhões, e ainda R$ 3,472 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).
         
         De 1º de julho até ontem (13), foram contratados mais R$ 3,075 bilhões em financiamentos de moradias. Isso eleva o total de financiamentos habitacionais no ano para R$ 12,190 bilhões e sinaliza que a meta de R$ 20,4 bilhões de operações de crédito no setor, neste ano, pode ser ultrapassada. Conforme a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, “não faltarão recursos para o financiamento de moradias”.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    12-11-2008 | 12:11
    As vendas no varejo devem sofrer desaceleração em 2009 devido às restrições e aos custos mais altos do crédito, afirmou hoje (11) o economista Alexandre Andrade, no 2º Seminário Perspectivas do Crédito no Brasil, realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

    Segundo ele, isso deve ocorrer porque os setores que impulsionam as vendas no varejo estão associados ao crédito. Entre os itens, estão incluídos eletrodomésticos, automóveis e eletroeletrônicos.

    "Nós prevemos não uma queda forte, mas uma redução do crescimento. Anteriormente, trabalhávamos com uma expansão de 6,5% de aumento das vendas no varejo e, atualmente, trabalhamos com uma perspectiva de expansão de 5,2%”, disse Andrade.

    O economista destacou que as vendas de alimentos nos supermercados devem registrar ligeira queda, porque, embora dependam menos de crédito, estão relacionadas com a renda das pessoas.

    Ele lembra que pode haver menos consumo, em função de possíveis aumentos com as prováveis altas do dólar. O setor, no entanto, não pára, já que alimento é produto essencial.

    “O setor de alimentos tende a sofrer menos os efeitos do canal de crédito. Mas há o fator do câmbio que além de encarecer um pouco os preços e as matérias primas de bens duráveis também encarece um pouco os alimentos”.

    Andrade estima que o dólar pare de subir, mas se acomode em um patamar mais alto do que o anterior, ficando em R$ 1,95 este ano e em R$ 1,90 em 2009.

    Com relação ao crédito imobiliário, a economista Amaryllis Romano, avaliou que, em 2009, o Brasil manterá o cenário de crescimento do financiamento, porém com índices menores do que os registrados nos últimos quatro anos. “O setor teve piora nas expectativas de crescimento, mas ainda é um setor promissor a médio e longo prazos, devido ao déficit habitacional do país.” 

    Segundo Amaryllis, a restrição ao crédito pode comprometer o lançamento de novos empreendimentos e até mesmo os empreendimentos já lançados. Como conseqüência, isso poderá gerar desconfiança e incerteza para pretensos mutuários, que terão receio de se comprometer com uma dívida, já que temem o risco de queda da renda ou do nível de emprego. “A pessoa que se lança na compra de um imóvel está adquirindo um compromisso de 18 a 20 anos. Ela tem que olhar para frente e analisar as expectativas de renda e emprego para os próximos anos”, lembrou a economista.

    Para o economista Nathan Blanche, a crise financeira é resultado da globalização e o crescimento da economia deve ser menor no ano que vem, com restrição de oferta de crédito mundial. “Não espere para 2009 o que aconteceu em 2007 e em 2008. E, com certeza, o preço do dinheiro vai ser mais alto.”

    Ele destacou que o Brasil vive um ajuste do momento de crise global e que a falta de capital de externo e da geração de crédito, internamente, depende do nível de confiança na atividade do país. “O momento é muito difícil de ser analisado, mas quando analisamos com cabeça fria vemos que nosso cenário não é tão pessimista."

    O economista considerou positiva a fusão entre Unibanco e Itaú e disse que a operação mostra a solidez do mercado financeiro brasileiro. Nos Estados Unidos, lembrou, as fusões e aquisições ocorrem quando os bancos estão em más condições e com problemas sérios de liquidez.

     

    Fonte: Olhar Direto
    12-11-2008 | 12:11
    Balanço parcial da campanha nacional de vacinação para a eliminação da rubéola mostra que mais de 1,3 milhão de pessoas já estão imunizadas contra a doença em Mato Grosso. Este número representa 90,77% da população alvo que deve tomar a vacina. Ainda faltam vacinar 180 mil, sendo que deste total, 48,1 mil em Cuiabá e 22,5 mil em Várzea Grande.

    A cobertura preconizada é de 95%, o que possibilitará ao país solicitar à Organização Mundial de Saúde (OMS) o certificado de erradicação da doença. “Mato Grosso é um dos estados que nos preocupada, porque, especialmente a Capital não conseguiu alcançar a meta”, disse a coordenadora nacional da campanha, Marlene Tavares, que esteve ontem em Cuiabá.

    Na Capital, Marlene Tavares se reuniu com gestores do Estado e do município. A informação que recebeu é que a administração municipal está estabelecendo estratégias diferenciadas, como vacinação em locais de grande concentração de pessoas, para atingir a cobertura vacinal, que até ontem era de 83,05%, o que corresponde a 235,7 mil pessoas. A meta na cidade é 280 mil.

    “Tem que ser feito um esforço para alcançar a meta e evitar a circulação do vírus da rubéola”, reforçou Marlene Tavares lembrando que a doença, em gestantes, pode resultar em aborto, parto prematuro e a síndrome da rubéola congênita.

    Só neste ano, o Estado já registrou 81 casos de rubéola, sendo 56 em homens e 25 em mulheres. Do total de casos, 21 ocorreram em Cuiabá, 11 em Lucas do Rio Verde e oito em Várzea Grande. “Se não atingimos coberturas elevadas e homogêneas de vacinação, o vírus continua circulando”, alertou.

    Daí, conforme Marlene Tavares, o esforço para vacinar os que ainda faltam, pois pode ser o suficiente para se ter um surto de rubéola ou síndrome congênita da doença, o que pode causar malformação no feto, cegueira, surdez, retardo mental ou problemas cardíacos no bebê.

    Ainda ontem foi realizada uma reunião, na Secretaria de Estado de Saúde (SES), com os sete municípios que precisam avançar na cobertura vacinal, sendo eles Rondonópolis, Cáceres, Sinop, Primavera do Leste e Tangará da Serra, além da Capital e Várzea Grande.

    Em contrapartida, é em Mato Grosso que está localizado a primeira cidade da região Centro-Oeste certificada por alcançar a cobertura de 95%, que é Guarantã do Norte.

    No Brasil, a meta da campanha é atingir 66,8 milhões de pessoas. No Estado, são 1,4 milhão, sendo que 679,8 mil mulheres (93,05%) já se protegeram e 659,5 mil (88,50%) homens estão imunizados. A campanha teve início no dia 9 de agosto e foi prorrogada para até 15 de dezembro.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    12-11-2008 | 12:11
    Mato Grosso registrou neste dez meses de 2008 mais de R$ 1 bilhão de novos investimentos, superando o ano de 2007, quando foram investidos R$ 234 milhões. Os números foram apresentados ontem, pelo secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, durante visita do governador Blairo Maggi à Secretaria. Nadaf destacou ainda que a aceleração do processo de liberação do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Fundeic) trouxe garantias e maior fluxo para novos investimentos ao Estado.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    12-11-2008 | 12:11
    A ampliação do limite de empréstimos da Caixa Econômica Federal (CEF) direcionados para o financiamento de construção e reforma de imóveis - de R$ 7 mil para 25 mil - entrou em vigor na última segunda-feira. Somente ontem, porém, a novidade foi divulgada pela assessoria de imprensa da CEF, em Brasília.

    A nova regra para a linha de crédito, conhecida como Construcard/FGTS, utiliza recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com a assessoria de imprensa, o aumento do teto foi a única mudança na linha, que, por envolver recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), é destinada prioritariamente às famílias de menor renda, limitada a R$ 1,9 mil por mês. As taxas de juros que podem ser cobradas nesses empréstimos variam de 6% a 8,16% ao ano.

    Quem possui renda acima de R$ 1,9 mil conta, de acordo com a Assessoria da Caixa, com a opção da linha de crédito Construcard/Caixa/SBPE, que usa recursos próprios do banco público e das cadernetas de poupança. O valor mínimo de empréstimo é R$ 1 mil, e o valor máximo é calculado conforme a capacidade de pagamento do tomador do empréstimo.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    12-11-2008 | 12:11
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira, em São Paulo, que, apesar de o Brasil registrar a partir de agora um crescimento menor do que apurava antes da piora da crise financeira internacional, não há necessidade de interrupção do crescimento, como deve ocorrer em outros países.

     

    De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), os Estados Unidos, a zona do euro e o Japão devem exibir taxas negativas de expansão em 2009 em função da queda do nível de atividade provocada pelo credit crunch. "Para que possamos garantir a continuidade (do crescimento sustentável), é preciso que os governos (federal e estaduais) tomem iniciativas no sentido de atender os vários setores que estão apresentando um estrangulamento momentâneo das linhas de crédito", afirmou.

     

    O ministro fez os comentários no evento no qual o governador José Serra (PSDB) anunciou a liberação de R$ 4 bilhões pela Nossa Caixa às financeiras de montadoras para que essas instituições repassem o crédito aos consumidores.

     

    Mantega frisou que há harmonia entre as medidas que os governos federal e de São Paulo adotam para estimular o nível de atividade e diminuir ao máximo os efeitos da crise sobre a economia brasileira. Ele ressaltou que, na semana passada, o Banco do Brasil (BB) adotou uma ação semelhante com a liberação de R$ 4 bi para a indústria automobilística através dos bancos das montadoras de veículos.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-11-2008 | 11:11
    A Caixa Econômica Federal informou que foram aplicados pela instituição R$ 8,03 bilhões em financiamentos habitacionais de janeiro a outubro deste ano, com recursos da caderneta de poupança, o que representa um crescimento de 69,3% sobre o mesmo período de 2007 (R$ 4,74 bilhões) e novo recorde histórico.

     

      Segundo a instituição, essa é a maior contratação habitacional desta década com recursos da poupança. Pelas regras, 65% dos recursos captados pelos bancos via caderneta de poupança (SBPE) devem ser destinados a empréstimos imobiliários.  "Destaque-se ainda que o valor aplicado até o final de outubro de 2008 já é, inclusive, superior em 36,8% ao valor aplicado durante todo o exercício de 2007, que foi de R$ 5,87 bilhões", acrescentou a Caixa Econômica Federal.

     

     Esse desempenho, segundo informou a instituição financeira, representa 148.111 moradias, ou mais de 601 mil pessoas contempladas, além de 766 mil empregos gerados. Significa também que já foram aplicados 87% dos recursos disponíveis para esse tipo de financiamento em 2008.

     No estado de São Paulo, até 31 de outubro deste ano, a Caixa informou que foram investidos R$ 2,2 bilhões com recursos da poupança, valor 76% maior do que o realizado no mesmo período de 2007 (R$ 1,3 bilhão) e também superior em 43% ao total aplicado em 2007, que foi de R$ 1,6 bilhão.

     

     

     Regras

     

     Para aproveitar os 13% de recursos SBPE ainda disponíveis para contratações em 2008, a Caixa informou que o futuro comprador pode financiar 80% do valor de avaliação, parcelado em até 240 meses.  Para quem deseja pagar em 360 meses, a entrada deve ser de pelo menos 30% do valor de avaliação do imóvel. Para imóveis com valor de avaliação de até R$ 350 mil, em que o interessado possua saldo no FGTS e não tenha outro imóvel na região metropolitana, o dinheiro do Fundo poderá ser utilizado na entrada e, posteriormente, para abater do saldo devedor ou das prestações - desde que obedecidas as demais condições estabelecidas pelo Conselho Curador do FGTS.

      

     

     FGTS

     

     Somente com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a Caixa Econômica Federal informou ter aplicado nacionalmente R$ 9,33 bilhões em 2008, até o fim de outubro, contra R$ 5,76 bilhões no mesmo período do ano passado.

    Foram financiadas 228.833 unidades. Os recursos do FGTS investidos até o momento representam 18% a mais do que o valor investido em todo o ano de 2007, que foi de R$ 2,37 bilhões.

     

    Fonte: CBIC
    11-11-2008 | 11:11
    A desaceleração na atividade econômica nacional - em decorrência da crise financeira internacional - não deve refletir no orçamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para 2009. A afirmação é do secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste (SCO), Totó Parente. Na avaliação dele, mesmo que haja uma retração na economia brasileira, o governo federal já sinalizou que não haverá impacto nos fundos constitucionais e que caso seja necessário, haverá suplementação por meio de alocação de recursos de outros programas.

     

    O secretário explica que o FCO, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) são constituídos com recursos repassados pelo Tesouro Nacional decorrentes da arrecadação do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Do total arrecadado em todo o país, são repassados 3% tanto do IRPF quanto do IPI. Deste percentual, o Centro-Oeste fica com 0,6%, o Norte com 0,6% e o Nordeste com 1,8%.

     

    "A crise internacional pode afetar, mas se diminuir a arrecadação dos impostos, o governo lançará mão de outras fontes para a composição do fundo", diz Totó Parente ao acrescentar que o orçamento para 2009 será aprovado no dia 10 de dezembro em Brasília durante reunião entre ministérios (Fazenda, Planejamento, Integração Nacional, Indústria e Comércio, Desenvolvimento Agrário entre outros) e representantes dos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.

     

    Apesar da crise, o secretário considera que as perspectivas são positivas e que caso haja algum prejuízo ao orçamento em função da redução na arrecadação dos tributos, o governo poderá fazer como ocorreu em 2004, na crise no agronegócio, quando utilizou os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) no valor de R$ 1 bilhão, para ajudar o FCO. "Naquela época, Mato Grosso ficou com R$ 260 milhões, o equivalente a 26% do bolo, percentual de participação do Estado no fundo".

     

    O consultor econômico da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Carlos Vitor Timo, afirma que o setor poderá passar por dificuldades por causa da crise internacional e que com a redução na atividade das empresas, consequentemente há um reflexo na arrecadação de impostos, o que poderia refletir no orçamento do FCO. "O governo já declarou que se a expectativa é um crescimento de 5% este ano, o percentual não será negativo, mas inferior ao previsto anteriormente, podendo chegar a 3%", informa Timo ao dizer que, redução na atividade industrial haverá, no entanto, não é possível saber em qual proporção.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-11-2008 | 11:11
    O orçamento do FCO para Mato Grosso este ano é de R$ 846,208 milhões. Deste total 65,6% já foram liberados, o que corresponde a R$ 555,592 milhões. Estratificando os dados, 50% do bolo orçamentário, o equivalente a R$ 423,104 milhões são destinados ao FCO Empresarial e o restante (também R$ 423,104 milhões) são para financiamentos do setor rural. O percentual já atinge a estimativa traçada em setembro, e gera boas perspectivas para o balanço de liberações realizadas em 2008.

     

    Segundo balanço do Banco do Brasil, no Estado foram liberados, até setembro, R$ 256,938 milhões para FCO Empresarial, o que corresponde a 60,7% do total. Para o setor de comércio e serviços foram financiados R$ 147,420 milhões, para o setor industrial foram R$ 68,741 milhões, para o turismo os financiamentos totalizaram R$ 32,777 milhões e para projetos de infra-estrutural as liberações somaram R$ 8 milhões. Na comparação com os 12 meses de 2007, quando as contratações somaram R$ 170,316 milhões, os números dos nove primeiros meses deste ano são 50,8% maiores.

     

    Para o FCO Rural foram emprestados R$ 298,654 milhões, sendo R$ 102,875 para projetos de custeio e R$ 195,779 milhões para investimento. O secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste (SCO), Totó Parente diz que com o cumprimento da meta definida anteriormente, a expectativa é ultrapassar a aplicação dos recursos, porém ele não arrisca números. "Temos pelo menos dois grandes projetos que juntos somam mais de R$ 150 milhões e que acrescentarão uma cifra considerável no total geral".

     

    FCO- O fundo tem a finalidade de contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região Centro-Oeste, com financiamentos direcionados às atividades produtivas, dos segmentos industrial, agroindustrial, agropecuário, mineral, turístico, comercial e de serviços. O FCO é administrado pelo Ministério da Integração Nacional, pelo Banco do Brasil - como agente financeiro - e pelo Conselho Deliberativo do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (Condel/FCO).(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-11-2008 | 11:11
    A crise de liquidez de crédito provocou, nas últimas semanas, uma liquidação quase generalizada em vários setores da economia. Do tradicional comércio de eletroeletrônicos, de materiais de construção e de veículos, a onda de promoções chegou até às construtoras e aos cruzeiros marítimos. A ordem do departamento comercial das empresas é dar desconto, esticar prazos de pagamento e fixar valor de dólar abaixo da cotação real do mercado para manter o ritmo de vendas.

     

    Embora as companhias não admitam que o objetivo das liquidações seja transformar os estoques de produtos e serviços em dinheiro e ganhar fôlego para enfrentar os tempos bicudos de capital de giro caro e escasso nos bancos, as evidências desse movimento não são poucas. Além disso, o dinheiro em caixa acaba sendo uma moeda de troca valiosa na mão do comércio para frear os aumentos de preços da indústria, que já começaram a se desenhar por causa da disparada do câmbio.

     

    "Diante da desaceleração nas vendas e do crédito limitado, as empresas precisam se mexer, colocar o estoque para fora, especialmente de produtos de maior valor, como eletrodomésticos, veículos e imóveis", afirma o professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), Nelson Barrizzelli.

     

    Ele explica que a estratégia da liquidação para impulsionar as vendas faz sentido neste momento porque o movimento de freada nas compras não foi desencadeado pelo consumidor, que continua empregado. A desaceleração das vendas no varejo é resultado da abrupta redução na oferta de crédito. O que chama a atenção é que as liquidações ou promoções ocorrem também em setores inusitados.

     

    A construtora Agra e a incorporadora Abyara, por exemplo, criaram um site na internet para liquidar imóveis, batizado de Supertudo. Inicialmente a campanha promocional estava prevista para terminar em outubro, mas, segundo o diretor Comercial da Agra, Eduardo Telles, foi prorrogada para este mês em razão do bom desempenho. A campanha envolve cerca 170 apartamentos de alto e médio padrão, a maioria em fase de construção.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-11-2008 | 11:11
    Acompanhando o crescimento da produção industrial, especialmente nos setores de meios de transporte e de bens de capital, o nível de emprego demonstra forte expansão até setembro, com alta de 0,1% em relação a agosto e crescimento de 2,2% em relação a setembro do ano passado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os efeitos da crise mundial, que marcou o mês de setembro como o ápice da pior crise econômica desde a Segunda Guerra Mundial, por enquanto não se refletiram nesses indicadores. Com os resultados de setembro, o emprego industrial acumula alta de 2,7% no ano e, em 12 meses, 2,9%.

     

    A folha de pagamento real da indústria registrou resultados positivos em todas as bases de comparação em setembro. Houve alta de 2,7% em relação a agosto; de 7,9% na comparação com setembro do ano passado; e aumento acumulado de 6,8% no ano.

     

    O emprego industrial cresceu em 12 dos 14 locais investigados pelo IBGE em setembro na comparação com igual mês do ano passado. Os Estados de São Paulo (2,6%), Minas Gerais (5,2%) e Rio Grande do Sul (3,3%) exerceram as pressões mais significativas no resultado geral. Por outro lado, Santa Catarina (-1,9%) e Paraná (-0,3%) foram as influências negativas na ocupação do setor.

     

    Em nível nacional, as atividades que foram destaque no crescimento do emprego em setembro foram máquinas e equipamentos (10,2%), meios de transporte (8,2%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (10,2%), produtos de minerais não-metálicos (8,1%) e alimentos e bebidas (1,9%).

     

    As principais quedas foram apuradas em vestuário (-7,1%), madeira (-11,3%) e têxtil (-6,5%). Entre os 18 setores pesquisados, o valor da folha de pagamento real aumentou em 13, com os impactos positivos mais importantes vindos de meios de transporte (16%) e máquinas e equipamentos (12,4%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
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