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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    11-11-2008 | 11:11
    Parques, praças, shoppings e supermercados de Cuiabá serão alvos, nos próximos dias, da campanha pelo reconhecimento da maior área alagada do mundo como uma das sete maravilhas naturais no planeta. Lançada ontem, a candidatura oficial do Parque Nacional do Pantanal pretende que, com o recebimento do título, sejam garantidos mais incentivos à conservação e à exploração turística deste que, junto à Floresta Amazônica e ao Cerrado, é um dos três biomas presentes em Mato Grosso.

    Para se sagrar como maravilha natural do mundo, o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense precisa de mais votos, que tem sido feitos desde setembro pela internet. Para isso, além do incentivo nos meios de comunicação, a campanha “Vote Pantanal” distribuirá aproximadamente 50 mil formulários nas ruas para os mato-grossenses não terem trabalho algum para votar, a não ser o preenchimento das fichas com suas informações pessoais e, posteriormente, a confirmação do voto por meio de um e-mail enviado pelo site New 7 Wonders, organizador do concurso.

    Para quem possui acesso à internet e quiser votar por conta própria, é só acessar o site www.votepantanal.com.br e alavancar a colocação do Parque no ranking mundial, de 103º lugar para um dos 77 primeiros, meta necessária para que, até 2009, sua candidatura seja revista pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e seja encaminhado entre os 21 finalistas para uma nova votação a partir de julho.

    O comitê da campanha, coordenado por José Augusto Ferraz, chefe do Parque, orienta as ações de mobilização e sensibilização no Estado. Em Cuiabá, a campanha estará presente principalmente nos parques Massairo Okamura e Mãe Bonifácia, além da praça Alencastro, do Centro de Eventos do Pantanal e do Shopping Pantanal. Fazem parte do comitê de campanha entidades não-governamentais, órgãos públicos, a prefeitura de Cuiabá, secretarias do governo do Estado, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomercio), o Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP) e veículos de comunicação.

    José Augusto Ferraz, porém, diz que “esta campanha não é nossa”, destacando o interesse público que existe no reconhecimento da importância do Pantanal. O papel do comitê de campanha, instalado no Centro de Eventos do Pantanal, é somente orientativo, além de realizar a distribuição de material de campanha.

    RANKING – Até o momento, o Pantanal supera sítios naturais bem mais visitados por turistas, como o Pão de Açúcar (localizado no Rio de Janeiro e na 125ª posição). Porém, há fortes candidatos pela frente. A Floresta Amazônica é o melhor colocado do país na lista mundial – está na 19ª colocação. Entre os 77, as Cataratas do Iguaçu estão na 25º. (RD)

    Fonte: Diário de Cuiabá
    11-11-2008 | 11:11
    Surgida há 5 mil anos com a civilização, a cidade constitui a maior, mais complexa e mais bem sucedida das invenções humanas,transformando o mundo e acelerando os passos da evolução humana. De lá para cá a população foi se urbanizando, e neste ano de 2008, pela primeira vez na história, a população urbana global superará a população rural, com países desenvolvidos ou emergentes alcançando percentuais superiores a 80%, como é o caso do Brasil.

    Nessa trajetória o grande ponto de inflexão foi a Revolução Industrial, no século XVIII, que inicia um novo sistema produtivo baseado no capital e na indústria recém nascida, transformando novamente o mundo em todas as suas dimensões. Até então a cidade tinha sido uma experiência inquestionada, ainda que tenha enfrentado importantes crises, como na Roma imperial, que entrou em colapso e foi destruída. Com a industrialização, a urbanização se acelera vertiginosamente e a vida nas cidades se desequilibra gravemente, exigindo controle e intervenções no desenvolvimento urbano. Começa então a surgir a ciência do urbanismo, que evolui e supera o urbanismo modernista da Carta de Atenas – implodido com o conjunto de Pruitt-Igoe em 1972, passa pelas experiências pós-modernistas do Novo Urbanismo, e chega hoje diante de uma nova Revolução, a da informática e da globalização.

    De grande complexidade, a cidade é comparável a um organismo vivo, só que em dimensões grandes ou gigantescas, que vão das pequenas vilas até as metrópoles e megalópoles, ultrapassando as centenas e até milhares de quilômetros quadrados e chegando a abrigar dezenas de milhões de habitantes. Trata-se de um enorme recipiente, articulado regionalmente, onde se desenvolvem as relações urbanas em toda sua múltipla diversidade. Sua função, primordialmente, é permitir que tais relações aconteçam da melhor forma possível com sustentabilidade, conforto, segurança e, sobretudo, justiça. Infelizmente no Brasil - Mato Groso e Cuiabá incluídos, o Urbanismo ainda não recebe a consideração necessária.

    O Urbanismo, em construção constante, reflete a complexidade de seu objeto de trabalho e necessariamente aborda os diversos campos de conhecimento que a cidade envolve. Assim, o urbanista também evolui e não é mais um especialista no sentido estrito do termo, mas um generalista destinado a enxergar o organismo urbano com um todo, em toda sua transdiciplinaridade holística. Não se pode tratar os problemas da cidade sem antes tratar da cidade com problemas. Como na medicina, não se deve tratar a doença mas o doente, assim também não se pode tratar as doenças da cidade, mas a cidade doente. Catalisador dos especialistas exigidos pela complexidade urbana, o urbanista precisa saber um pouco de tudo para enxergar o todo, e, em especial, deve saber que o que sabe é quase nada para dispensar a companhia das especialidades nas múltiplas facetas técnicas e políticas da cidade.

    No dia 8 de novembro comemoramos o Dia Mundial do Urbanismo, criado em 1949 visando uma reflexão global sobre o assunto. As cidades de novo se aproximam de uma Revolução com as perspectivas da tecnologia e do ciberespaço (os enigmas dos novos espaços urbanos virtuais, por exemplo), e a eminência do colapso em problemas como água, lixo, transportes, poluição, aquecimento, energia, emprego, uso do solo e segurança. Crise, risco e oportunidade, quando o homem se transforma no atual bicho urbano, o Urbanismo se apresenta como o desafio do novo século.



    * JOSÉ ANTONIO LEMOS DOS SANTOS, arquiteto e urbanista, é professor universitário

    joseantoniols2@gmail.com

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    11-11-2008 | 11:11
    O presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, afirmou hoje (10) que a queda da inflação resultante da baixa do preço das commodities e também da demanda mundial deve permitir uma queda global de taxas de juros. 

     

     

    “Em vários países houve um recuo na expectativa de inflação, o que deve permitir uma flexibilização nas políticas monetárias”, disse Trichet, que participa, junto com presidentes de bancos centrais de 40 países, da reunião do Banco Internacional de Compensações (BIS, sigla em inglês) realizada em São Paulo. 

     

     

    Em entrevista coletiva, Trichet evitou falar da situação de econômica de países específicos, mas fez um balanço das discussões do evento. Segundo ele, todos os participantes do encontro concordam que a economia global passa por um processo de alívio da inflação. Porém, ele afirmou que o risco de deflação ainda é pequeno.

     

     

    Trichet afirmou também que, em alguns países, principalmente emergentes, esse alívio não é tão sensível e, por isso, é necessário fazer uma análise caso a caso para se determinar se é possível reduzir juros ou tomar outras medidas na área monetária.

     

     

    Ele recomendou que países com boa situação fiscal lancem pacotes de incentivo ao setor produtivo interno, a exemplo do anunciado pela China no último fim de semana.“Em caso de países com boa situação fiscal, baixo déficit e baixo nível de endividamento, é apropriado que eles usem a margem de manobra que têm para amenizar o risco de recessão”, afirmou. “A China está na direção certa.”

     

     

    Sobre as projeções de crescimento, Trichet afirmou que as mais recentes, por piores que sejam, são menos pessimistas do que as divulgadas meses atrás. Mesmo assim, ele disse que é preciso ficar alerta quanto ao movimento dos mercados, já que o sistema financeiro mundial passará por um importante processo de correção. 

     

    Fonte: Mídia News
    11-11-2008 | 11:11
    A taxa de vacância (espaço vago) em escritórios comerciais de alto padrão deve sofrer oscilações nos próximos trimestres em decorrência da entrega de imóveis da classe A.

     

     Em meio à crise financeira global, a avaliação da consultoria Cushman & Wakefield (C&W) é de que a vacância no segmento suba dos atuais 5,2%, em São Paulo, e fique entre 8% e 12% no ano que vem.  Mesmo assim, os valores de locação não devem sofrer alterações drásticas.  "A vacância hoje está baixa e vai chegar a no máximo 12% em momentos específicos, conforme a entrada do estoque grande de prédios, que depois será absorvido.

     

     A demanda de clientes corporativos por edifícios de classe A continua. Não ouvi nenhum dos meus clientes dizer que vai reduzir espaço, ou reduzir qualidade do espaço, mudando-se para um B. Não vi sinal de que isso vá acontecer. Se eles vão continuar a ocupar o espaço atual, o valor do aluguel não vai descer", avaliou Celina Antunes, executiva-chefe (CEO) da C&W para a América do Sul. Os valores de locação sobem a partir do momento em que a taxa de vacância é inferior a 15%.

     

     

     Segundo ela, os incorporadores que têm grande estoque de imóveis tendem a prorrogar os lançamentos. "Os prédios que cairiam no mercado em 2010 podem ser prorrogados para 2011 e 2012. Se forem empurrados para os dois anos seguintes, a taxa de vacância vai ficar controlada. Mas se os prédios forem lançados, isso pode gerar redução do valor de aluguel."

     

     Projetos de escritórios voltados a todas classes e com entrega prevista de 2008 a 2013 somavam mais de dois milhões de metros quadrados no mês de outubro, em São Paulo, o principal centro econômico do País.

     

    Presidente para o Brasil da Tishman Speyer, uma das maiores desenvolvedoras imobiliárias do mundo, Daniel Citron se diz cauteloso.

     

     "Quando as coisas melhoram um pouquinho, o mercado se aquece rapidamente. É um ciclo muito rápido, porque temos baixo volume de oferta. Estamos num momento de baixíssima taxa de vacância, com escritórios totalmente ocupados pelas grandes empresas.


     

     Vamos ter um período em que provavelmente não haverá aumento da demanda, mas isso deve durar um ou dois anos, sem aumento significativo da vacância de prédios", disse Citron, acrescentando que o ano de 2008 foi melhor que o de 2007 em termos de "absorção de imóveis corporativos, taxa de vacância e níveis de aluguel".  De acordo com Citron, o desempenho da empresa em novembro e dezembro não vai alterar o balanço positivo.

     

    No Brasil há 13 anos, a Tishman ingressou no segmento corporativo com a Torre Norte do Centro Empresarial Nações Unidas, na capital paulista, e atualmente está investindo R$ 3 bilhões em projetos comerciais, residenciais e industriais em São Paulo e no Rio de Janeiro. Captou, desde 1997, 13 fundos de investimentos focados no mercado imobiliário, com mais de US$ 8,4 bilhões e 130 investidores privados e institucionais. Em 2007, a incorporadora fez captação de R$ 1,2 bilhão, constituindo o Fundo Brasil, que conta com 27 investidores.

     

     

     "Estamos revendo as decisões a cada mês. Mas não adiamos nenhum projeto e não mudamos nenhum plano. Estamos capitalizados: ainda não investimos nem um terço dos recursos disponíveis. Sobre 2009, vamos falar em fevereiro", complementou. Segundo ele, o fechamento de negócios tem sido postergado apenas por conta da crise. Em entrevista ao DCI, Citron observou que os imóveis corporativos "sempre" demandaram mais capital próprio dos incorporadores. Ele ressaltou que as empresas que recorrem a fundos de investimentos estão em melhor situação, uma vez que não dependem de linhas de crédito e não estão sujeitas às oscilações da Bolsa.

     

     "Os fundos têm de fazer planejamento de utilização de capital de forma mais conservadora do que a empresa listada na Bolsa que espera fazer uma nova captação. De maneira geral, os gestores de fundos têm visão mais conservadora do mercado, até porque o cliente e o investidor deles são mais conservadores. Empresas de capital aberto sempre imaginam que vão poder voltar para o mercado e pegar mais dinheiro", declarou Citron.

     

     Preços

     

     No terceiro trimestre deste ano, o preço médio da locação de imóveis corporativos de alto padrão na capital paulista ficou em R$ 78 por metro quadrado, contra R$ 65 no mesmo período do ano passado, segundo levantamento da consultoria C&W.

     

     A média geral, incluindo imóveis para as classes B e C, ficou em R$ 53 por metro quadrado, contra R$ 42 no ano passado - aumento justificado pelo crescimento da demanda e pouco espaço disponível. A taxa de vacância caiu de 7,6% no terceiro trimestre de 2007, para 7% em 2008. Na mesma comparação, a queda também foi registrada nos espaços para a classe A: 5,2% contra 6,9%. No Rio de Janeiro, o metro quadrado para a classe A custou R$ 92 entre julho e setembro. No geral, a taxa de vacância aumentou de 6,8% para 7,8% no período em questão, mas deve permanecer abaixo de 7% em 2009 devido à demanda reprimida.

     

     Estoque

     

     Dos 8,6 milhões de metros quadrados em São Paulo, o maior mercado da América Latina, 93% estão ocupados. A classe A ocupa 1,7 milhão de metros quadrados, enquanto a B fica com 2,6 milhões, e a C, com 1,4 milhão. O estoque está concentrado nas regiões das Avenidas Paulista e Berrini e na área central. O maior aumento proporcional em metros quadrados foi de edifícios de classe A: cerca de 70%.

     

     

     Os edifícios considerados de classe A, com único ocupante, aumentaram 71,7%, enquanto os de classe B tiveram redução de 3,8%. Os primeiros abrigam os setores governamental, financeiro e de serviços.

    A preferência de ocupantes de prédios corporativos continua sendo por lajes maiores que mil metros quadrados, registrando aumento de 40% neste ano. 

     

    Fonte: CBIC
    10-11-2008 | 12:11
    A defasagem geral nos acordos gira em torno de 20% no Estado. Os altos preços do cimento e do ferro/aço no mercado estão tirando o sono dos empreiteiros mato-grossenses. Motivo: eles assinaram contratos de obras – públicas e privadas – baseados em um determinado orçamento, quando os preços desses insumos estavam bem abaixo dos valores atuais. No caso do ferro e do aço, a alta foi de 60%. E, no caso do cimento da marca Itaú – que está sendo comercializado atualmente por até R$ 25/bolsa -, os preços foram majorados em até 70% em um período de menos de um ano.

    “Tivemos de refazer toda a nossa programação e cálculos, pois os prejuízos já estão repercutindo nos resultados financeiros das empresas”, explica o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon/MT), Luiz Carlos Richter Fernandes.

    Ele informou que cimento e ferro/aço representam 15% dos custos das empresas de construção. “A defasagem geral nos contratos gira em torno de 20%. Como a margem [de rentabilidade] é muito pequena, as empresas acabam ficando no vermelho. Por isso, estamos reivindicando uma revisão nos contratos”.

    Segundo ele, as empresas já estão com dificuldades para continuar trabalhando, pois a alta do ferro, aço e cimento está causando “desequilíbrio” nos contratos. “Na verdade, muitas empresas já estão pagando para trabalhar. Conheço empresários que estão tirando dinheiro do bolso para cobrir os prejuízos decorrentes dos aumentos dos insumos”.

    Em função desta situação, as construtoras estão tentando uma revisão nos preços contratados. “Não é justo que aqueles que contrataram os projetos passem a se beneficiar da situação, mantendo os preços e deixando as empreiteiras em dificuldades”.

    Fernandes lembrou que além da alta do cimento as construtoras estão sendo obrigadas a pagar uma diferença no frete do produto trazido de outras regiões, já que há escassez do produto. “Com isso, estamos pagando um preço totalmente fora da realidade”. Ele diz que a explicação da indústria é que há muito tempo o setor não tinha aumento e teve de fazer isso agora para cobrir os custos.

    “As empreiteiras entendem a situação, mas querem buscar um ajuste nos valores dos contratos para compensar parte das perdas”, frisou o presidente do Sinduscon.

    CORTE – O empresário Júlio Flávio Miranda, dono da Concremax, teme um corte no orçamento da União por conta da crise financeira mundial, podendo atingir o setor da construção civil.

    A empresa de Miranda executa obras nas áreas de saneamento, habitação e infra-estrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal.

    Ele também defende uma revisão nos contratos, pois já começa a sentir dificuldades. “Assinamos contratos de garantia de preços com alguns fornecedores, por isso estamos sofrendo menos”, disse ele.

    O empresário não acredita que a crise irá afetar as obras do PAC este ano. “A expectativa das empresas é de que o governo federal mantenha os recursos já alocados para este programa, pois as obras não podem sofrer solução de continuidade”.

    Segundo o empresário, a maior parte dos investimentos para as obras já está alocada. Admitiu, entretanto, que para 2009 é uma incógnita. “A crise pode ter reflexo, mas o governo federal deve manter as prioridades”.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    10-11-2008 | 12:11
    Imagine se você gastasse R$ 2,6 mil por dia durante dois mil anos. No final desse período o valor total gasto seria de US$ 1 bilhão. Isso não chega nem perto do US$ 1 trilhão que os Estados Unidos emprestaram nos últimos anos e que desencadeou agora essa crise financeira que deve afetar todo o mundo de uma forma ou de outra. Em Mato Grosso, seus reflexos podem chegar em 2010, caso as commodities tenham grande queda de preço e o custo de produção continue alto, descapitalizando o produtor. Segundo o secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, é possível sim que o Estado passe por momentos como os vividos em 2005 e 2006. Mas tudo vai depender do que acontecer a partir de agora.

     

    Nadaf explica que quando os economistas falam em redução do crédito, querem dizer grandes agentes econômicos, que são os geradores de emprego e renda. Ou seja, no caso de Mato Grosso, compromete o setor produtivo. O preço das commodities está caindo, há uma desaceleração do consumo no mercado internacional e menos dinheiro no mercado. Como o produtor busca recursos para financiar a safra com as tradings e essas, por sua vez, vão aos grandes bancos, que estão sem dinheiro para empresar, o produtor não planta, ou planta menos e com menos tecnologia. "Se não houver um equilíbrio ente custo de produção e de comercialização, o setor do agronegócio sofrerá uma nova crise".

     

    Mas Nadaf deixa claro que estamos pegando apenas "a poeira cósmica da bomba atômica que explodiu nos Estados Unidos, atingindo principalmente os mercados europeu e asiático". Conforme o secretário, o grande problema dos USA é que houve um derrame de "dinheiro falso" no mercado. Nesse caso, dinheiro falso, é dinheiro que não existia. Os bancos americanos para incentivar e manter o consumo financiavam casas e negociavam com outros bancos as promissórias desses imóveis, como se eles fosse papel moeda.

     

    Mas quando as pessoas começaram a não pagar, as promissórias perderam o valor, porque não havia garantias reais de recebimento. Aquele país emprestou US$ 1 trilhão desta forma. Uma quantia difícil de imaginar para muita gente. Era assim que a economia no país se movimentava. Agora, os governos federais precisam sustentar os bancos porque os papéis não valem nada.

     

    No Brasil, ao mesmo tempo que se fala em crise, alta de juros e redução dos créditos, os bancos oficiais, principalmente, estão oferecendo dinheiro como nunca aos seus clientes. Para Nadaf, isso também é uma forma do governo mostrar que a situação aqui está controlada, evitando o desespero da população. "O que quebra banco é boato. Se disserem que um banco vai quebrar, os correntistas correm para retirar seu dinheiro, aí quebra mesmo".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
     A Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) alerta que a economia brasileira dá os principais sinais reais de que está ameaçada e pode entrar em uma fase de desaceleração de seu crescimento. A advertência foi feita com base nos principais índices econômicos do país e apresentados na Europa. A entidade ainda aponta que haverá uma desaceleração ainda mais profunda das economias ricas do mundo.

     

    Segundo a OCDE, a avaliação sobre o Brasil é a "menos negativa" entre os países emergentes e entre as sete maiores economias do mundo. No caso da China, Índia e Rússia, os indicadores mostram uma desacelaração já confirmada. "A mensagem do Brasil é mista, mas os últimos dados mostram sinais de uma possível desacelaração", afirmou a OCDE em um comunicado oficial.

     

    Enquanto Europa, Estados Unidos e Japão são classificados como tendo sofrido uma "forte desaceleração", o Brasil é classificado apenas como "possível desaceleração". Mas mesmo assim, os dados sobre o país deixam de ser positivos. Em agosto, o Brasil havia sido praticamente o único país entre os 29 avaliado pela OCDE que mantinha uma expansão de sua economia. A economia brasileira apareceu nos dados de agosto como ainda sofrendo uma expansão. Já em setembro, o índice criado pela OCDE mostrou uma queda.

     

    O índice estabelecido pela OCDE serve como um instrumento analítico para que se possa identificar expansões e contrações futuras da economia dos principais mercados mundiais. Entre agosto e setembro, o Brasil teria sofrido uma queda de 1,6 ponto, chegando a 106,2 pontos. Em relação a setembro de 2007, o Brasil não sofreu alteração. A economia brasileira foi a única que não apresentou dados negativos entre setembro de 2007 e 2008. Mas também não demonstrou uma expansão.

     

    A queda entre agosto e setembro ainda interrompe uma expansão que vinha ocorrendo desde 2003. Nesta semana, o Fundo Monetário Internacional estimou que a economia brasileira sofreria uma queda e que sua taxa de crescimento seria de 3% em 2009. A OCDE, com os dados, enterra a tese que se promulgava em várias entidades de que, pela primeira vez, os países emergentes poderiam sair ilesos de uma turbulência internacional. "

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
    O Brasil está cumprindo com os compromissos firmados internacionalmente quanto à redução de emissões dos gases de efeito estufa, avaliou o coordenador da Comissão Interministerial do Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia, Newton Paciornik. Embora não exista nenhuma meta estabelecida para os países em desenvolvimento, os projetos do chamado Mecanismo do Desenvolvimento Limpo (MDL), implantados no país, vêm cumprindo o seu objetivo. "O que a gente entende é que tem que fazer e mostrar que a gente está fazendo, independente de ter ou não ter metas, porque isso é um objetivo global", destacou.

     

    Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU) o número de projetos registrados no Conselho Executivo do MDL totaliza 1.197 em todo o mundo, dos quais 146 estão no Brasil. Em setembro os projetos registrados no conselho alcançavam 1.112, sendo 142 brasileiros.

     

    Segundo Paciornik, a redução anual projetada de emissões de gases causadores do aquecimento global é de 229,909 milhões de toneladas no mundo. No Brasil, a redução de emissões prevista por ano, para o primeiro período de obtenção de créditos, que pode ser de, no máximo, dez anos para projetos de período fixo ou de sete anos para projetos de período renovável, é de 19,515 milhões de toneladas, segundo a ONU.

     

    Mecanismo de compensação incluído no Protocolo de Quioto a partir de uma proposta brasileira, o MDL prevê que parte da redução das metas dos países desenvolvidos pode ser feita através de atividades e projetos realizados em países emergentes. "A gente considera que essa é a forma correta dos países em desenvolvimento colaborarem com esse esforço global. E nós estamos realmente muito satisfeitos com os resultados desses projetos, inclusive porque eles têm uma contribuição forte para o desenvolvimento sustentável", comentou Paciornik.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
    A reunião dos ministros de finanças e presidentes de bancos centrais do G-20, encerrada neste domingo em São Paulo, não conseguiu o apoio de todos os países participantes para que o grupo das 20 maiores economias seja a única instância para discussão de medidas para o enfrentamento da crise financeira global. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, "não é uma questão resolvida", mas o G-20 é "um forte candidato" para o debate de possíveis ações para reduzir o impacto da crise.

     

    Mantega comentou que os participantes do G-20 entendem que outras instâncias, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, também podem ajudar no enfrentamento da atual crise. Mas, na visão dos países emergentes, isso só aconteceria se houvesse maior poder para essas nações. "Não podemos atuar com inferioridade", disse o ministro, ao comentar a posição de países como o Brasil, Rússia, Índia e China.

     

    O representante brasileiro disse, em entrevista para comentar o resultado da reunião do G-20, que os participantes do encontro concordaram que os países devem adotar uma política fiscal e monetária anticíclica que seja adequada a cada país para combater a crise. "Quem tem mais solidez pode gastar mais", disse Mantega.

     

    Outra decisão é que os países de economia mais avançada devem ajudar no combate à saída de fluxos financeiros, que têm migrado das nações emergentes para os países ricos. Essa medida poderia interromper, ou até reduzir, a saída de dólares desses mercados. Sobre a política monetária, os representantes dos bancos centrais dos 20 países demonstraram preocupação com a inflação e chegaram ao consenso de que eventuais medidas de combate à crise não devem ameaçar o equilíbrio monetário. Especificamente sobre os preços, há a expectativa de queda dos índices de inflação nas nações ricas.

     

    Nos países emergentes, porém, a desvalorização cambial pode ter reflexos nos indicadores durante o ano de 2009. Durante a entrevista, Mantega reforçou a sugestão brasileira de que o G-20 deixe de ser uma instância de ministros e tenha a participação de chefes de Estado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
    Uma pesquisa feita pelo Ibope Inteligência, a pedido da Câmara Americana de Comércio (AmCham), mostra que empresários e executivos estão esperando um 2009 difícil, com retração dos negócios e conseqüente corte nas ações de marketing. "Mas o clima ainda é sereno", diz Laure Castelanu, diretora-executiva do Ibope Inteligência e coordenadora da pesquisa. "Os executivos vão reduzir a intensidade dos investimentos, porque esperam menor crescimento do PIB, mais inflação e juros mais altos. Mas não trabalham com perspectiva de recessão."

     

    A pesquisa, que tem por objetivo principalmente traçar tendências e indicadores de marketing para o próximo ano, mostra deterioração em vários dos itens avaliados. Os profissionais do meio projetam redução de lançamentos e novos produtos, o que é um claro indicador de cautela.

     

    Na mostra do ano passado, 67% dos pesquisados diziam apostar em novos produtos e lançamentos, número que caiu para 58% este ano. A situação se repete em relação ao aumento dos investimentos em marketing e comunicação, cuja perspectiva caiu de 71% para 53% no próximo ano.

     

    Laure, entretanto, ressalta que sempre existe defasagem entre a intenção declarada um ano antes e a sua realização no ano seguinte. Outro aspecto que chama a atenção entre as respostas é o uso das ferramentas de marketing que, na opinião dos entrevistados, deverão ser intensificadas no próximo ano. Cresce, no caso, a aposta na mídia online, em especial as iniciativas que estimulem visitas aos sites das empresas.

     

    O mesmo acontece com um recurso que parecia em decadência, que é o uso do e-mail marketing para divulgação de produtos e serviços. Já os recursos mais convencionais, como eventos, propaganda e promoções devem ter menos espaço na agenda dos profissionais, segundo a pesquisa.

     

    Comunicação - Em relação ao uso dos meios de comunicação, os que devem ser mais procurados pelas companhias em 2009 são, além da internet (56% dos entrevistados) e do e-mail marketing (39%), a mídia impressa (24%) e os anúncios em TV aberta (16%) e fechada (11%), além de ações em celulares (13%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
    Presidente defendeu ainda mecanismos Ppra o acompanhamento dos mercados
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou ontem, durante discurso de abertura no encontro dos representantes do G 20, realizado na capital paulista, que os agentes financeiros privados internacionais observem regras internas de governança corporativa e de transparência de informações relevantes, ao mercado e a sociedade, sobretudo aquelas relacionadas aos riscos dos investimentos e os ativos financeiros.

    O presidente também ressaltou que as políticas nacionais e as instituições financeiras internacionais devem incorporar em suas práticas a prevenção de crises financeiras, além de empregar mecanismos de supervisão e de acompanhamento dos mercados.

    De acordo com ele, as instituições financeiras devem se adaptar à nova situação econômica e em meio aos crescentes riscos do mercado financeiro, o Estado deve buscar um equilíbrio e a promoção do desenvolvimento econômico. "Os setores que expuseram o mundo ao risco agora tem que oferecer mecanismos para a retomada da estabilidade", disse Lula, acrescentando que os agentes financeiros devem observar as regras de governança corporativa e atuar com transparência dando respostas à sociedade.

    "Neste contexto, o G 20 tem muito a contribuir, como um fórum de dialogo representativo, que congrega países emergentes. O G7 não consegue mais atender sozinho aos interesses do mundo. A solução da crise virá da união entre o G7 e o G 20. A superação da atual crise passará pela cooperação destes dois grupos, ouvindo o conjunto da comunidade mundial. Afinal a riqueza ainda se concentra nos chamados países desenvolvidos, mas o crescimento econômico (mundial) está sendo mais robusto nas economias emergentes e em desenvolvimento".

    O presidente citou, durante o discurso, levantamento do Fundo Monetário Internacional destacando que 75% do crescimento da economia mundial está localizado justamente nos emergentes e nos países em desenvolvimento. "E essa tendência se manterá em 2009", previu.

    De acordo com ele, a crise internacional fez com que os bancos nos EUA e Europa parassem de emprestar dinheiro. Lula salientou ainda que a falta de financiamento externo poderá levar a problemas no balanço de pagamentos de alguns países.

    Lula destacou a consistência dos fundamentos macroeconômicos e disse que nesse momento Brasil "está colhendo os resultados". "A inflação está em níveis baixos, a dívida pública está controlada e mantivemos o superávit primário em 4%", afirmou.

    Afirmou também que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não serão interrompidas e que o governo vai oferecer crédito ao sistema financeiro nacional e para o comércio exterior.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ainda que nenhum país está a salvo da crise internacional desencadeada por problemas financeiros nos países desenvolvidos. "O colapso da confiança nos mercados financeiros dos países desenvolvidos gerou escassez de crédito no resto do mundo. Isso levou os bancos dos Estados Unidos e Europa a pararem de emprestar", afirmou, durante discurso no G-20.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    10-11-2008 | 11:11
    O comitê para a eleição do Parque Nacional do Pantanal como uma das sete maravilhas da natureza lança, nesta segunda-feira (10.11), às 9 horas, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, a campanha Vote Pantanal. O comitê, que reúne representantes de órgãos públicos e da sociedade civil, será o responsável pela realização de uma serie de atividades de mobilização no sentido de sensibilizar para incentivar os cidadãos a participarem da votação pela internet, no site www.votepantanal.com.br. 

    O Pantanal, representado pelo Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, está concorrendo ao título de uma das novas 7 Maravilhas da Natureza e sua indicação é fruto do reconhecimento internacional pelos esforços de conservação e pela exuberância de sua biodiversidade. A candidatura do Parque Nacional do Pantanal como uma das sete maravilhas naturais mundiais compete com mais de 200 outras regiões em todo o planeta e está colocada pelo Brasil, a Bolívia e o Paraguai.

    Além do Pantanal, do Brasil também concorrem os Lençóis Maranhenses, a Floresta Amazônica, o arquipélago de Fernando de Noronha, o Monte Roraima, o Parque Nacional do Iguaçu e o morro do Pão de Açúcar. A votação se encerra no dia 31/12 deste ano. As 21 maravilhas da natureza mais votadas nessa primeira etapa concorrem, numa segunda etapa, para escolha das sete maravilhas naturais.

    PANTANAL – O Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, que na votação representa o Pantanal Mato-grossense, situa-se a montante da confluência dos rios Paraguai e Cuiabá, os dois principais formadores do Pantanal. Na planície fluviolacustre onde está situado, formada por lagoas de dimensões diversas, estão as de Uberaba e Gaíva, localizadas na faixa de fronteira Brasil/Bolívia e tem como um de seus limites o Rio Paraguai.

    Conectado a áreas protegidas fronteiriças, o Parque Nacional estabelece ligação com a Área Natural de Manejo Integrado San Matias localizada em território boliviano, através das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) Fazenda Acurizal e Penha, as quais se situam na fronteira brasileira, e que, juntamente com o Parque Nacional do Pantanal e o Parque Estadual do Guirá, formam um importante mosaico de áreas protegidas.

    Unidade de Conservação, de proteção integral, o Parque Nacional abriga uma amostra significativa do ecossistema pantaneiro, e devido a sua beleza cênica e alto grau de conservação, foi reconhecido como Patrimônio Natural Mundial – Patrimônio da Humanidade, representando o Brasil na Convenção Internacional de Áreas Úmidas.

    Com uma área de 135 mil hectares e perímetro de 260 km, o Parque Nacional engloba os municípios de Poconé e Cáceres, no Estado de Mato Grosso, e Corumbá, no Estado de Mato Grosso do Sul sendo uma das poucas Unidades de Conservação do Brasil que tem regulação fundiária, conselho gestor e plano de manejo, oficialmente aprovados.

    Criado por meio do Decreto nº 86.392, de 24 de setembro de 1981, tem como objetivo proteger e preservar amostras de ecossistemas pantaneiros, bem como sua biodiversidade, mantendo o equilíbrio dinâmico e a integridade ecológica dos ambientes contidos no Parque.

    Já a região do Pantanal – onde está localizado o Parque Nacional -, ocupa uma área de aproximadamente 200 mil quilômetros quadrados, formando a maior planície inundável do planeta, abrangendo os países Bolívia, Paraguai e Brasil, onde está situada 70% de toda a região pantaneira. No Brasil, o Pantanal ocupa uma área de 138.000 km², abrangendo grande parte dos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul.

    Entre os títulos que ostenta está o de Reserva da Biosfera Mundial, título concedido ao Pantanal Matogrossense pela Conferência da Organização das Nações Unidas para a Ciência e a Cultura (Unesco), em 9 de novembro de 2000; o de Patrimônio da Humanidade, reconhecimento dado ao Pantanal, também pela Unesco, em 29 de novembro de 2000, através do Parque Nacional do Pantanal, juntamente com as Reservas Particulares (RPPN) da Fundação Ecotrópica; e o de Sítio Ramsar, nome recebido pelo Parque Nacional em 24 de maio de 1993, pelo fato de conter uma das maiores concentrações de fauna do neotrópico, abrigando várias espécies de mamíferos, aves, répteis e peixes, ameaçados de extinção.


    PARTICIPANTES DO COMITÊ PARA ELEIÇÃO DO PANTANAL
    7 MARAVILHAS DA NATUREZA
    Seção Mato Grosso
    Comissão Organizadora

    1- Cely Queiroz Coelho – Centro de Eventos do Pantanal
    Telefone: 36265539
    2 – Ilma – Centro de Eventos do Pantanal
    Telefone: 36265539

    2- Jaime Okamura – Prefeitura de Cuiabá
    Telefone 96081460
    E- mail: joevento@terra.com.br

    3- Lilian Oliveira de Souza – Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP)
    Telefone: 36158005
    E-mail: cpp@cppantanal.org.br

    4- José Augusto Ferraz de Lima – (chefe do Parque Nacional do Pantanal e presidente do Comitê)
    Telefone: 99771313
    E-mail: jaferraz@terra.com.br

    5- Vanessa Spinelli – SEDTUR
    Telefone: 36139340 - 96684576
    E-mail: vaneesa@sedtur.mt.gov.br

    6- Caio Castro – Comunicação SEBRAE
    Telefone: 81225899 - 36481260
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    7- Marielza Tizzo – Comunicação SEBRAE
    Telefone: 36481262
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    8- Tharley de Barros Teixeira – SEBRAE
    Telefone: 3648-1260 e 9218-0678
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    9- Luciene Rodrigues – Fundação Ecotrópica
    Telefone:30526615
    E-mail: operacional@ecotropica.org.br

    10- Deyse Siqueira – SEMA
    Telefone: 9971-0059
    E-mail: deyse@sema.mt.gov.br

    11- Cristiane Lima Façanha – EcoPantanal – UNEMAT/ Cáceres
    Telefone:9213 3840
    E-mail: crisfacanha_9@hotmail.com

    12- Monycka Mariahl – TV Centro América
    Telefone: 3614 1742 - 99726806
    E-mail: monica@tvca.com.br

    13- Cristina – TV Centro América
    Telefone: 3614 1742
    E-mail: cristina@tvca.com.br

    14 – Gabriela Priante – SEMA
    Telefone: 3613 7251 - 99233717
    E-mail: gabrielapriante@sema.mt.gov.br

    15 – Maria Barbant – SEMA
    Telefone: 3613 7359 - 99894452
    E-mail: comunicacao@sema.mt.gov.br

    Colaboradores:

    Eliana Celestino da Paixão – UFMT/SINOP
    Telefone: 66 9909695 - 35318564
    E-mail: nanypaixao11@yahoo.com.br

    Catia Nunes da Cunha – UFMT/Cuiabá
    Telefone: 81119181
    E-mail: catianc@cpd.ufmt.br – catianc@terra.com.br

    Nilva Zeitoun – Correspondente, São Paulo
    Telefone:
    E-mail: nilvaeamigos@hotmail.com

    Manuela Baggetti Ferraz de Lima – Correspondente, Rio de Janeiro
    Telefone:
    E-mail: mbflima2@terra.com.br

    Adevair – Lan House – Cuiabá
    Telefone:
    E-mail: adevair@games.com – gladiocb@hotmail.com

    José Guilherme Ribeiro – Diretor do SEBRAE - MT
    Telefone:3648 1205
    E-mail: jose.ribeiro@mt.sebrae.com.br

    Tiago Leão Pereira – P N Pantanal
    Telefone:99593252
    E-mail: tlpereira@yahoo.com.br

    Nuno Rodrigues da Silva – PN Pantanal
    Telefone:99744751
    E-mail: nuno.rs@hotmail.com

    Zilma Silva – IBAMA/Cáceres
    Telefone: 99525880
    E-mail: zilmaibama@hotmail.com

    Joanice – IBAMA - MT
    Telefone: 3648 9100
    E-mail: joanicebarbosa@bol.com.br

    Carolina Joana da Silva – UNEMAT – Cáceres
    Telefone: 99891887
    E-mail: ecopanta@terra.com.br

     

    Fonte: Olhar Direto
    10-11-2008 | 11:11
    O Banco do Brasil conseguiu tirar o Bradesco das negociações e acertou a compra de 49% do Banco Votorantim, braço financeiro do grupo controlado pela família Ermírio de Moraes. A participação deverá sair por cerca de R$ 13 bilhões, valor pelo qual o Bradesco se viu desmotivado a desembolsar neste momento.

    Segundo a reportagem, os detalhes da transação estão em análise final nos comandos das duas instituições. O negócio poderá ser anunciado nos próximos dias.

    Amanhã, a cúpula do BB se reúne com o conselho de administração para avaliar o desempenho do banco nos últimos três meses. Não está descartado que prováveis aquisições ou novas compras de carteira entrem na pauta.

    Na semana passada, as ações ordinárias do banco estadual Nossa Caixa dispararam após os rumores de que o governador de São Paulo, José Serra, foi a Brasília negociar com o ministro Guido Mantega (Fazenda) o valor para a venda do banco ao BB --a informação não foi confirmada.

    Com a Nossa Caixa e o Banco Votorantim, o BB pode retomar a liderança do mercado no ranking por ativos. O Itaú Unibanco soma R$ 575 bilhões até setembro.

    Reação

    O Bradesco e Banco do Brasil precisam reagir à fusão do Itaú com o Unibanco, anunciada dia 3 de novembro, após 15 meses de negociações. A junção das operações financeiras forma o maior banco do país e o maior grupo financeiro do Hemisfério Sul, segundo comunicado divulgado pelos bancos.

    O presidente do Unibanco, Pedro Moreira Salles, e o presidente do Itaú, Roberto Setubal, confirmaram que o objetivo das instituições é o processo de internacionalização, que será iniciado pela América Latina, onde já possuem participação de mercado em alguns países.

     

    Fonte: Olhar Direto
    10-11-2008 | 11:11
    O nível de emprego na indústria subiu 0,1% na comparação com o mês anterior, informou nesta segunda-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em agosto, o número de empregos gerados no setor industrial havia registrado retração de 0,1% em relação a julho.

     

    De acordo com o IBGE, o resultado mostra tendência de estabilidade, a exemplo do constatado no mês anterior.

     

    Na comparação com agosto do ano passado, houve aumento de 2,2%. Foi o 27º mês consecutivo com resultado positivo na comparação com igual período no ano anterior.

     

    De janeiro a setembro, o IBGE verificou crescimento de 2,7% em relação a período correspondente no ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta chega a 2,9%.

     

    O IBGE indicou que, na comparação com setembro de 2007, houve crescimento dos postos de trabalho em 12 dos 18 setores pesquisados, com destaque para com máquinas e equipamentos (10,2%), meios de transporte (8,2%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (10,2%).

     

    Em sentido contrário, vestuário (-7,1%), madeira (-11,3%) e têxtil (-6,5%) exerceram as principais pressões negativas.

     

    Nas regiões avaliadas, constatou-se incremento no nível de emprego na indústria em 12 das 14 áreas pesquisadas, com crescimento significativo São Paulo (2,6%), Minas Gerais (5,5%) e Rio Grande do Sul (3,3%), na comparação com setembro de 2007.

     

    Se comparado o nível de emprego nos primeiros nove meses do ano, o IBGE observou crescimento em 11 dos 18 ramos, principalmente em máquinas e equipamentos (12,1%), meios de transporte (10,1%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,3%) e alimentos e bebidas (2,6%).

     

    Nas regiões avaliadas, 11 dos 12 locais registraram crescimento, e as principais influência no ano são notadas em Minas Gerais (3,8%) e São Paulo (4,6%).

     

    O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria se recuperou em setembro, com alta de 2,7%, após queda de 0,5% em agosto. Em relação a setembro do ano passado, o incremento foi de 7,9%. De janeiro a setembro, o acréscimo foi de 6,8%.

     

    Em relação a setembro de 2007, o ganho salarial na indústria foi constatado em todas as regiões pesquisadas com destaque para São Paulo, cujo aumento chegou a 9,1%, principal contribuição para o índice.

     

    A folha de pagamento real cresceu em 13 dos 18 ramos investigados, na comparação com setembro de 2007. Os maiores impactos positivos vieram de meios de transporte (16%), máquinas e equipamentos (12,4%), metalurgia básica (19,3%), produtos de minerais não-metálicos (20,7%) e produtos de metal (13,3%). Em sentido oposto, os principais recuos vieram de papel e gráfica (-2,3%) e têxtil (-2,7%).

     

    Fonte: Folha On-line
    10-11-2008 | 11:11
         As expectativas inflacionárias continuam apontando para um quadro de aceleração dos índices de preços no País, o que não é uma boa notícia para o Banco Central (BC).
         
         De acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, os analistas consultados pelo próprio Banco Central projetam uma alta de 6,40% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 e de 5,20% para 2009.
         
         Na pesquisa anterior, as projeções eram de ganhos de 6,31% e 5,06%, respectivamente.
         
         O aumento das estimativas é um fator complicador para o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, que sempre destacou em seus comunicados que repasses de aumentos pontuais e generalização de pressões inflacionárias dependem de "forma crítica" das expectativas dos agentes econômicos para a inflação.
         
    Fonte: 24 Horas News
    10-11-2008 | 11:11
    A última pesquisa divulgada ontem pelo Procon Estadual aponta variação de até 120% nos preços de materiais de construção. Segundo os pesquisadores, a maior variação percentual é referente ao preço do metro cúbico do item "barro", cujo menor preço é R$ 27, na loja Feirão da Construção, e o maior R$ 59,50, na New Center - uma diferença em espécie de R$ 32,50.

     

     O produto Rebocal (20kg) apresentou variação de 96%, sendo encontrado por R$ 7,83 no Feirão da Construção e por R$ 4, na Ridan. O metro quadrado de pedra (marca Cariri) custa R$ 12,50 no Depósito Shalon e no Feirão da Construção e R$ 22,10 no New Center - apresentando variação de 77% - ou R$ 9,60.

     

     A maior diferença em moeda chegou a R$ 130, no item tijolo de oito furos Ceramina (milheiro), que custa R$ 410 na loja New Center e R$ 280 na Construtores. Com relação ao item cimento, foi observada uma variação de preços entre R$ 19,50 e R$ 20,80. 

     

    Fonte: CBIC
    10-11-2008 | 11:11
    A preocupação com os efeitos da crise internacional sobre a atividade econômica no país levou empresas de diferentes setores a reverem a programação de férias e até a cortar pessoal. O setor de autopeças antecipou as férias coletivas ajustando-se ao calendário das montadoras.

    A situação mais dramática está nos segmentos da construção civil e de papel e celulose, nos quais empresas já iniciaram o processo de demissões. No setor varejista, a contratação de temporários para as vendas de fim de ano - que só em São Paulo gera 300 mil novos postos de trabalho nessa época - está em suspenso.

     

     No setor da construção civil de São Paulo, a média de homologações, que era de 40 pessoas por dia, aumentou para 150 pessoas/dia desde a semana passada, informou o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP). E o aumento não é comum nesse período, afirma o presidente da entidade, Antonio de Sousa Ramalho.

    "As construtoras estão com dificuldades de obter crédito para dar início a alguns projetos e preferem dispensar parte dos funcionários, enquanto não têm uma definição sobre o que farão em 2009", afirma. A maior parte das demissões, diz, é de engenheiros e mestres de obras.

     

     O setor previa criar 700 mil vagas no país em quatro anos por conta de novos projetos. Diante da indefinição, Ramalho acredita que neste ano pelo menos 100 mil postos de trabalho deixarão de ser criados e outros 175 mil serão congelados em 2009.

    O Sintracon-SP representa 300 mil trabalhadores da construção. No país, o setor possui aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores. No setor de papel, como informou o Valor esta semana, houve demissões em empresas que têm atividades ligadas à Aracruz, que reviu seus projetos de investimento após prejuízo com derivativos.

    Em Belo Horizonte, o grupo Plantar (que produz eucaliptos) anunciou a demissão de 750 dos 1 mil trabalhadores. No segmento metalúrgico, a General Motors anunciou na quarta-feira a abertura do programa de demissões voluntárias na fábrica de São José dos Campos (SP), que possui 9,4 mil trabalhadores, mas sem meta de homologações. Em Campinas, além das férias coletivas, há um crescente número de demissões comunicadas ao Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região. Segundo o presidente da entidade, Jair dos Santos, o setor de autopeças efetuou desde a última quinzena de outubro entre 250 e 300 demissões.  O primeiro setor a reagir à crise foi o automotivo. No Paraná, a Volkswagen foi a primeira a antecipar as férias de 1,8 mil metalúrgicos. Outras 35 empresas avaliam fazer o mesmo.

    "Como elas, outras que não participaram da reunião também devem dar férias aos empregados, pois a demanda caiu", diz o presidente do Sindimetal, Roberto Karam.

    As decisões já tomadas devem atingir cerca de 15 mil trabalhadores do segmento. Ele contou que a Renault e Bosch também estudam uma paralisação temporária das unidades instaladas no Estado. Procurada, a Renault não confirmou a informação. A Bosch informou que decidirá sobre o tema na próxima semana.

     

     Em Santa Catarina, a Jofund, que faz acessórios para freios de carros, deu férias coletivas a partir do dia 20 de outubro. A Embraco, que fabrica motores para eletrodomésticos, vai dar férias coletivas no fim do ano, mas ainda não estipulou os dias, nem quando começam e nem quantos serão. Em Betim (MG), onde a Fiat concedeu férias coletivas a 2 mil dos dos seus 16 mil funcionários, os fornecedores também acompanharão o calendário. Entre as fornecedoras, já anunciaram férias coletivas entre novembro e dezembro (mesmo período da Fiat) a Nemak Brasil e a Magneti Marelli Cofap.

    Para o presidente do sindicato dos metalúrgicos de Betim (Sindbet), Marcelino Rocha, a medida compensa a ausência de férias coletivas dos últimos dois anos e ajuda a adequar estoques. Em Camaçari (BA), a Ford confirmou nessa semana a antecipação das férias coletivas em 15 dias, para 10 de dezembro.

    Com a montadora, outras 27 empresas que juntas congregam 8.800 trabalhadores devem antecipar as férias, segundo Marcos Vinicius Pereira dos Santos, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari.

     

     Em Gravataí (RS), 17 empresas de autopeças deram férias coletivas a 1,3 mil a 1,4 mil empregados, seguindo a paralisação da General Motors na região. Os empregados voltam a trabalhar entre 11 e 17 de novembro e retomam as férias, seguindo a montadora, afirma o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, Valcir Ascari. Entre as empresas, a Delphi concedeu férias a toda a equipe.

     

     Há indústrias de autopeças que não se sentiram obrigadas a tomar medidas drásticas. Em Caxias do Sul (RS), o grupo Randon, concederá férias no fim de dezembro, mantendo uma "tradição histórica" da companhia, informou o diretor corporativo de relações com investidores, Astor Schmitt. Em Canoas (RS), onde trabalham em torno de 11 mil metalúrgicos, as empresas ainda não comunicaram aviso de férias ao sindicato local.

     

     No Paraná, os fabricantes de louças e cerâmicas de Campo Largo, esperam parar na segunda quinzena de dezembro, como normalmente ocorre, diz o presidente do Sindilouça, José Canisso. "Não estamos vendendo 'pra burro', mas também não está uma catástrofe." Os fabricantes de móveis de Arapongas (PR) não pensam em reduzir a produção.

    "As empresas estão até contratando", disse o diretor-executivo do Sima, sindicato da indústria, Silvio Luiz Pinetti. O presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico (Simpep), Dirceu Galléas, comentou que "o setor está em dúvida do que vai acontecer", porque as encomendas tiveram queda de 20%, em função da redução dos estoques dos clientes.

     

     No setor químico, as empresas não informaram se anteciparão as férias, que normalmente ocorrem em dezembro, disse o secretário-geral da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar), Sérgio Luiz Leite.

    "Houve um problema localizado, que foi a demissão de 340 pessoas da Probel Colchões, por conta da crise. Mas não vejo um problema disseminado na categoria." No setor varejista, 31 grandes grupos ainda analisam se farão contratações, devido à crise, diz o diretor-executivo do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), Emerson Kapaz.

    O presidente da Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo (Fecomerciários), Luiz Carlos Motta, disse que as contratações se aquecem no fim de novembro. No ano passado, o setor contratou 300 mil temporários.

     

     

    Fonte: CBIC
    08-11-2008 | 11:11
    Até outubro, foram contratados R$ 8 bilhões com recursos da poupança.
    Segundo a instituição, essa é a maior contratação desta década.

     

    A Caixa Econômica Federal informou, nesta sexta-feira (7), que foram aplicados pela instituição R$ 8,03 bilhões em financiamentos habitacionais de janeiro a outubro deste ano, com recursos da caderneta de poupança, o que representa um crescimento de 69,3% sobre o mesmo período de 2007 (R$ 4,74 bilhões) e novo recorde histórico.

     

     

    Segundo a instituição, essa é a maior contratação habitacional desta década com recursos da poupança. Pelas regras, 65% dos recursos captados pelos bancos via caderneta de poupança (SBPE) devem ser destinados a empréstimos imobiliários.

     

     

    "Destaque-se ainda que o valor aplicado até o final de outubro de 2008 já é, inclusive, superior em 36,8% ao valor aplicado durante todo o exercício de 2007, que foi de R$ 5,87 bilhões", acrescentou a Caixa Econômica Federal.  

    Esse desempenho, segundo informou a instituição financeira, representa 148.111 moradias, ou mais de 601 mil pessoas contempladas, além de 766 mil empregos gerados. Significa também que já foram aplicados 87% dos recursos disponíveis para esse tipo de financiamento em 2008.

    No estado de São Paulo, até 31 de outubro deste ano, a Caixa informou que foram investidos R$ 2,2 bilhões com recursos da poupança, valor 76% maior do que o realizado no mesmo período de 2007 (R$ 1,3 bilhão) e também superior em 43% ao total aplicado em 2007, que foi de R$ 1,6 bilhão. 

     

    Regras

     

    Para aproveitar os 13% de recursos SBPE ainda disponíveis para contratações em 2008, a Caixa informou que o futuro comprador pode financiar 80% do valor de avaliação, parcelado em até 240 meses.

     

     

    Para quem deseja pagar em 360 meses, a entrada deve ser de pelo menos 30% do valor de avaliação do imóvel. Para imóveis com valor de avaliação de até R$ 350 mil, em que o interessado possua saldo no FGTS e não tenha outro imóvel na região metropolitana, o dinheiro do Fundo poderá ser utilizado na entrada e, posteriormente, para abater do saldo devedor ou das prestações – desde que obedecidas as demais condições estabelecidas pelo Conselho Curador do FGTS.

     

    FGTS

     

    Somente com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a Caixa Econômica Federal informou ter aplicado nacionalmente R$ 9,33 bilhões em 2008, até o fim de outubro, contra R$ 5,76 bilhões no mesmo período do ano passado. Foram financiadas 228.833 unidades. Os recursos do FGTS investidos até o momento representam 18% a mais do que o valor investido em todo o ano de 2007, que foi de R$ 2,37 bilhões.

     

    Fonte: G1
    08-11-2008 | 11:11

    O comitê para a eleição do Parque Nacional do Pantanal como uma das sete maravilhas da natureza lança, nesta segunda-feira (10.11), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, a campanha Vote Pantanal. Segundo o secretário de Estado de Turismo, Yuri Bastos Jorge, a proposta do comitê, que reúne representantes de órgãos públicos e da sociedade civil, é realizar atividades de mobilização no sentido de sensibilizar todos os cidadãos para participarem da votação pela internet, no site www.votepantanal.com.br. Para Yuri, neste momento é importante ganhar adeptos de todos os setores. Nos órgãos públicos, nas empresas, no comércio, com mobilização para a votação.

    O secretário informou que é preciso todo o Governo se envolver nesta campanha para que ela tenha êxito. “O Pantanal, representado pelo Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, está concorrendo ao título de uma das novas 7 Maravilhas da Natureza e sua indicação é fruto do reconhecimento internacional pelos esforços de conservação e pela exuberância de sua biodiversidade, mas além disso, a campanha coloca em evidência esta região que também pertence ao nosso Estado”, enfatizou Yuri.

    Yuri explicou que a candidatura do Parque Nacional do Pantanal como uma das sete maravilhas naturais mundiais compete com mais de 200 outras regiões em todo o planeta e está colocada pelo Brasil, a Bolívia e o Paraguai.

    A campanha irá ajudar na sua divulgação, aumentando sua visibilidade internacional e será importante para a atração de visitantes, a criação de incentivos voltados à manutenção desta riqueza natural, entre outros benefícios.
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    PARTICIPANTES DO COMITÊ PARA ELEIÇÃO DO PANTANAL 7 MARAVILHAS DA NATUREZA
    Seção Mato Grosso
    Comissão Organizadora

    1- Cely Queiroz Coelho – Centro de Eventos do Pantanal
    Telefone: 36265539 

    2 – Ilma – Centro de Eventos do Pantanal
    Telefone: 36265539

    2- Jaime Okamura – Prefeitura de Cuiabá
    Telefone 96081460
    E- mail: joevento@terra.com.br

    3- Lilian Oliveira de Souza – Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP)
    Telefone: 36158005
    E-mail: cpp@cppantanal.org.br

    4- José Augusto Ferraz de Lima – (chefe do Parque Nacional do Pantanal e presidente do Comitê)
    Telefone: 99771313
    E-mail: jaferraz@terra.com.br

    5- Vanessa Spinelli – SEDTUR
    Telefone: 36139340 - 96684576
    E-mail: vaneesa@sedtur.mt.gov.br

    6- Caio Castro – Comunicação SEBRAE
    Telefone: 81225899 - 36481260
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    7- Marielza Tizzo – Comunicação SEBRAE
    Telefone: 36481262
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    8- Tharley de Barros Teixeira – SEBRAE
    Telefone: 3648-1260 e 9218-0678
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    9- Luciene Rodrigues – Fundação Ecotrópica
    Telefone:30526615
    E-mail: operacional@ecotropica.org.br

    10- Deyse Siqueira – SEMA
    Telefone: 9971-0059
    E-mail: deyse@sema.mt.gov.br

    11- Cristiane Lima Façanha – EcoPantanal – UNEMAT/ Cáceres
    Telefone:9213 3840
    E-mail: crisfacanha_9@hotmail.com

    12- Monycka Mariahl – TV Centro América
    Telefone: 3614 1742 - 99726806
    E-mail: monica@tvca.com.br

    13- Cristina – TV Centro América
    Telefone: 3614 1742
    E-mail: cristina@tvca.com.br

    14 – Gabriela Priante – SEMA
    Telefone: 3613 7251 - 99233717
    E-mail: gabrielapriante@sema.mt.gov.br

    15 – Maria Barbant – SEMA
    Telefone: 3613 7359 - 99894452
    E-mail: comunicacao@sema.mt.gov.br

    Colaboradores:

    Eliana Celestino da Paixão – UFMT/SINOP
    Telefone: 66 9909695 - 35318564
    E-mail: nanypaixao11@yahoo.com.br

    Catia Nunes da Cunha – UFMT/Cuiabá
    Telefone: 81119181
    E-mail: catianc@cpd.ufmt.br – catianc@terra.com.br

    Nilva Zeitoun – Correspondente, São Paulo
    Telefone:
    E-mail: nilvaeamigos@hotmail.com

    Manuela Baggetti Ferraz de Lima – Correspondente, Rio de Janeiro
    Telefone:
    E-mail: mbflima2@terra.com.br

    Adevair – Lan House – Cuiabá
    Telefone:
    E-mail: adevair@games.com – gladiocb@hotmail.com

    José Guilherme Ribeiro – Diretor do SEBRAE - MT
    Telefone:3648 1205
    E-mail: jose.ribeiro@mt.sebrae.com.br

    Tiago Leão Pereira – P N Pantanal
    Telefone:99593252
    E-mail: tlpereira@yahoo.com.br

    Nuno Rodrigues da Silva – PN Pantanal
    Telefone:99744751
    E-mail: nuno.rs@hotmail.com

    Zilma Silva – IBAMA/Cáceres
    Telefone: 99525880
    E-mail: zilmaibama@hotmail.com

    Joanice – IBAMA - MT
    Telefone: 3648 9100
    E-mail: joanicebarbosa@bol.com.br

    Carolina Joana da Silva – UNEMAT – Cáceres
    Telefone: 99891887
    E-mail: ecopanta@terra.com.br

     

    Fonte: Secom-MT
    08-11-2008 | 11:11
    A secretária de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), Terezinha Maggi, recebeu nesta sexta-feira (07.11), no gabinete da Secretaria, a visita de cortesia do diretor geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura (Dnit), Luiz Antonio Pagot. Na oportunidade, Pagot e Terezinha conversaram sobre a campanha Natal das Crianças, e os projetos sociais da Setecs.

    “Vim me inteirar dos projetos e ações sociais da pasta da Terezinha, em Brasília, estamos sempre em contato com os ministérios e desta forma podemos ajudar de alguma maneira, seja dando um encaminhamento, uma sugestão ou idéia para ajudar no desenvolvimento de ações sociais para o povo de Mato Grosso”, afirmou o diretor do Dnit.

    Terezinha Maggi pediu a Pagot que a ajude na arrecadação da campanha Natal das Crianças. “Ele pode intervir junto a alguns empresários e pessoas que eu ainda não pedi a colaboração. Temos que unir o máximo de esforços para alcançar a meta ou até mesmo superar a do ano passado, que foi de quase 3 mil toneladas, e dar de comer às mais de 100 mil famílias cadastradas no Estado”.

     

     

    Fonte: Secom-MT
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