Olá, seja bem-vindo (a)!
Sábado, 29 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    31-10-2008 | 11:10
    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao encerrar a apresentação do quinto balanço sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no Palácio do Planalto, voltou a afirmar que a crise financeira internacional não atingirá o cronograma das sobras previstas. "Não identificamos nenhuma obra que, por conta dos problemas de restrição de crédito internacional, sofra conseqüências", disse a ministra. Segundo relatório divulgado por ela ontem, de janeiro a 23 de outubro deste ano o governo empenhou R$ 10,4 bilhões para as obras do PAC, porcentual 34% maior que no mesmo período de 2007. Neste ano, foi pago um valor total de R$ 8,2 bilhões.

     

    Das 2.198 ações monitoradas pela equipe de Dilma, 83% estão em ritmo adequado e receberam o selo verde; 7% estão em situação que requer atenção, e receberam o selo amarelo; e 1% está com o selo vermelho, de preocupante. Os outros 9% se referem a obras concluídas. Entre as obras que estão com situação preocupante estão a construção do terminal de passageiros do aeroporto de Vitória, a melhoria de pista e pátio do aeroporto de Guarulhos, a construção da usina hidrelétrica de pedra branca, entre Pernambuco e Bahia.

     

    Dilma afirmou que, em novembro, as obras darão "um salto". "Não estamos esperando depressão ou recessão, mas desaceleração, e é sempre importante ressaltar que as obras do PAC combinam investimento privado com investimento público", afirmou. A uma pergunta sobre risco de redução na arrecadação federal de impostos e contribuições, a ministra respondeu que o governo não prevê esse problema para os próximos meses.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    31-10-2008 | 11:10
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem, em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que o impacto da crise internacional no Brasil pode reduzir a arrecadação de impostos do governo federal. O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, que participou da audiência disse que a instituição estuda outras medidas para ajudar bancos médios e pequenos.

     

    Mantega disse que o governo trabalha com um cenário de desaceleração da economia, que deve provocar uma redução no ritmo de crescimento das receitas. "Acredito que haverá desaceleração. Nós já desejávamos que houvesse uma desaceleração da economia, certamente isso vai acontecer, mas não há ponto de desequilibrar nossas finanças", afirmou.

     

    O ministro informou, porém, que até o momento a arrecadação não foi afetada pela crise. Mantega explicou que as eventuais perdas de receitas do governo federal impactam as contas de Estados e municípios. Ele recomendou aos prefeitos que monitorem suas contas com maior atenção neste momento, mas defendeu que mantenham os investimentos.

     

    O ministro ressaltou que o governo tem se preocupado em manter as contas públicas em ordem, fazendo com que os gastos de custeio cresçam menos do que do PIB nominal e também significativamente menos do que os investimentos. Ele ressaltou que o governo está fazendo um esforço extra de R$ 14,5 bilhões, que serão destinados ao Fundo Soberano do Brasil (FSB), que é "uma poupança para o futuro". "Nós já estamos tomando precauções e devemos fechar o ano com as contas fiscais prontas para enfrentar situação fiscal adversa", afirmou.

     

    Em relação à desaceleração econômica, Mantega destacou que o governo está trabalhando para evitar uma perda significativa no ritmo da atividade. Mas ressaltou que uma diminuição no ritmo de crescimento é desejável. Nesse sentido, afirmou que o crédito não precisa crescer a um ritmo de 30% como vem ocorrendo este ano. "Em vez de crescer 30%, uma expansão de 10%, 15% do crédito, já é suficiente para viabilizar um nível de atividade satisfatório", disse.

     

    Ele disse ainda que o governo mantém suas projeções para o desempenho da economia brasileira em 2009 e que é importante aguardar para revisar os números, mesmo porque a fase mais aguda da crise parece estar se dissipando. O ministro descartou a possibilidade de uma recessão no País. Ele também ressaltou que, até agora, a atividade econômica no Brasil não caiu.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    31-10-2008 | 11:10
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou a decisão do Banco Central (BC) de manter a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano, de acordo com informações de auxiliares que viajaram com ele para El Salvador e Cuba. "Foi uma decisão sensata, porque tudo ainda é uma incógnita", disse Lula, de acordo com relato de um desses auxiliares. "Agora, é esperar a ata do Copom (Comitê de Política Monetária, do BC), para saber se os indicadores são para que a taxa fique nesse porcentual", teria dito Lula.

     

    Lula elogiou a Câmara dos Deputados, que aprovou o projeto de criação do Fundo Soberano do Brasil (FSB). A expectativa é de que o fundo já tenha recursos, neste ano, de R$ 14 bilhões. O dinheiro sairia do excesso de arrecadação destinado ao superávit primário. Será, de acordo com Lula, um instrumento essencial para manter os investimentos.

     

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou durante a 18ª Cúpula Ibero-americana, que a crise econômica global deve ser enfrentada com mais integração, mais comércio justo, menos distorções e menos subsídios. "Por isso continuamos a apostar na conclusão rápida e exitosa da Rodada de Doha", afirmou Lula numa reunião em que estavam os dirigentes dos 22 países da cúpula, cuja tema foi "Juventude e desenvolvimento", mas que foi totalmente dominada pela questão da crise.

     

    Lula conclamou todos a repensar os organismos financeiros internacionais, conferindo-lhes capacidade regulatória. "Afinal, todos somos vítimas do comportamento irresponsável daqueles que especulam com esperanças e vendem ilusões". Para Lula, todo o esforço que está sendo feito pelos países em desenvolvimento para superar a pobreza e a exclusão até agora está "comprometido pela ação irresponsável daqueles que fizeram da economia um cassino".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    31-10-2008 | 11:10
    Os acordes finais da 3ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea de Mato Grosso serão tocados hoje, às 20h. Quem encerra o evento é o concerto do grupo Cuiabá Ensemble. O idealizador do evento, maestro Roberto Victorio, tem a certeza de que a Bienal conseguiu seu objetivo que é o de levar a música de concerto da atualidade para os ouvidos e corações de quem ainda não a conhecia.

     

    O grupo de câmara é formado por instrumentistas do Departamento de Artes da UFMT e criado exclusivamente para a montagem do último concerto da 3ª Bienal. Eles apresentam seis obras em primeira audição mundial de compositores de Mato Grosso, além de obras de Alceo Bocchino (o homenageado), Caio Senna e do próprio Roberto Victorio.

     

    Antes do concerto, às 13h30, o público pode conhecer um pouco mais do trabalho da pianista Ingrid Barancoski. Ela ministra a palestra "Repertório moderno e contemporâneo no ensino do piano". Barancoski é Doutora em piano pela Universidade do Arizona, Mestre em Música pela Eastern Illinois University e graduada em Piano pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná.

     

    Ás 15h30 começa a palestra de Marcos Nogueira sobre "Como fazemos os sons se moverem". É professor-adjunto do Departamento de Composição e do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ. Doutor em Comunicação e Cultura, pela UFRJ, Mestre em Musicologia, pela Unirio, e Bacharel em Composição Musical, pela UFRJ.

     

    A 3ª Bienal acontece em Cuiabá com o patrocínio da Petrobras, Ministério da Cultura e Fundação de Amparo a Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat) e apoio do Instituto Pantanal Vivo, Capes, Instituto de Artes do Departamento de Linguagem da UFMT, 312 Studios, SindiMusi, Estudos de Cultura Contemporânea (Ecco), a Sociedade Brasileira de Música Contemporânea e CDMC -Brasil Unicamp.

     

    Serviço -Os concertos acontecem às 20h no auditório do CCBS da UFMT e as palestras das 13h30 às 17h30 no auditório do Instituto de Linguagens da UFMT. A entrada é gratuita

     

    Fonte: Gazeta Digital
    31-10-2008 | 11:10
    O balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) divulgado nesta quinta-feira mostra que 9% das obras previstas no programa foram concluídas. Isso corresponde a 193 obras que somam R$ 30,6 bilhões.

    O total de obras com sinal preocupante ou que exige atenção chega a 7%. Em relação ao montante previsto para o programa, esse percentual é de 6%.

    Os valores empenhados entre janeiro e outubro deste ano chegam a R$ 10,4 bilhões, 34,3% a mais do que o mesmo período do ano passado.

    Na comparação com os valores pagos, porém, o crescimento é menor. Em outubro deste ano, o pagamento acumulado é de R$ 8,22 bilhões, contra R$ 7,3 bilhões no ano passado. A dotação orçamentária para 2008 é de R$ 17,9 bilhões.

     

     

    Fonte: Olhar Direto
    31-10-2008 | 11:10
    O governo admitiu que houve um freio no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em outubro, mas tratou de desvincular a queda nos investimentos da crise financeira e usou as greves do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) e da Caixa Econômica Federal (CEF) como explicação.

    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, prometeu " um salto em novembro " e disse não acreditar " em uma desaceleração profunda do crescimento que leve à queda da arrecadação " . Em outubro, até o dia 23, os empenhos dos ministérios dos Transportes, das Cidades e da Integração Nacional alcançaram R$ 319 milhões, de acordo com o balanço do PAC divulgado ontem. Em setembro, haviam sido empenhados R$ 1,576 bilhão pelos mesmos ministérios.

    Servidores do DNIT entraram em greve no fim de setembro e só voltaram na quarta-feira ao trabalho. A ministra estimou em R$ 1 bilhão os recursos parados na autarquia, à espera de ordens de desembolso. No caso da CEF, segundo o governo, a paralisação impediu o repasse de verbas federais a Estados e prefeituras.

    " Foi uma redução localizada, que será compensada e não causará atrasos nas obras " , afirmou Dilma. Dos investimentos previstos para 2008 com recursos do orçamento da União, no total de R$ 17,9 bilhões, menos da metade - R$ 8,2 bilhões - foi efetivamente desembolsado. Ela descartou qualquer relação com o agravamento da crise. " A comparação é forçada. O governo está bastante forte em relação às reservas (internacionais), estamos fazendo uma política de liberação do compulsório e temos uma visão clara de que o PAC é anticíclico " , avaliou.

    Além das greves, o atraso em algumas obras prioritárias também afeta o ritmo dos investimentos. O caso mais notável é o da Infraero. Nos aeroportos, irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) paralisaram obras em Guarulhos, Vitória, Goiânia e Macapá. Em Guarulhos, a reforma da pista principal está parada desde março e o TCU determinou à Infraero uma repactuação dos preços definidos em contratos com as construtoras. O Valor apurou que há impasse nas negociações com as empreiteiras, que se recusam a baixar seus preços, e a Infraero já cogita mobilizar o Batalhão de Engenharia do Exército para terminar a recuperação do terço final da pista, se não houver acordo entre as partes até o fim de novembro, para evitar eventuais restrições a pousos e decolagens em 2009.

    O mesmo drama é vivido pela Infraero na construção dos terminais de passageiros de Goiânia e de Vitória. Em Macapá, a situação é ainda pior: a empreiteira responsável pelas obras - que já era substituta da Gautama, do empresário Zuleido Veras, alvo principal da Operação Navalha da Polícia Federal - entrou em recuperação judicial e paralisou os trabalhos. A Infraero fará licitação para contratar outra construtora. Também precisará divulgar novo edital para a ampliação do aeroporto de Brasília e começar praticamente do zero o planejamento do terceiro terminal de Guarulhos, cujas obras, orçadas em pouco mais de R$ 1 bilhão, tiveram sobrepreço apontado pelo TCU. Nas próximas semanas, será feita a contratação dos novos projetos básico e executivo de engenharia. " Muitas vezes, a paralisação de uma obra pode implicar mais prejuízo do que a sua continuidade " , afirmou Dilma.

    Não é apenas a Infraero que tem tido dificuldade em seguir seus cronogramas. Atrasos afetam o lançamento de editais de todos os portos contemplados pelo programa nacional de dragagem. A concorrência para tocar as obras de aprofundamento dos portos de São Francisco do Sul e Itajaí (SC), por exemplo, era esperada para novembro de 2008. Agora só deve sair em janeiro. Em Santos, o atraso também é de cerca de dois meses.

    O ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, reconheceu a existência de problemas na montagem dos editais, ao introduzir o conceito de dragagem por resultados e de longo prazo, na qual o vencedor das licitações fica responsável pela manutenção por até cinco anos dos trabalhos realizados. Mas o ministro argumentou que, do ponto de vista de cronograma das obras e dos recursos, não há atrasos. " A licitação para o porto de Recife, embora seja uma dragagem relativamente pequena, recebeu oito propostas " , disse.

    Apesar da crise internacional, o governo planeja novas rodadas de concessões para projetos de infra-estrutura no fim deste ano e início do próximo. Para o dia 1º de dezembro, na Bovespa, está marcado o leilão de 680 quilômetros da BR-116 e da BR-324, na Bahia. Outras três estradas federais - a BR-040 entre Brasília e Juiz de Fora, além dos trechos mineiros da BR-116 e da BR-381 - devem ter seus leilões até março de 2009. Em janeiro, o governo pretende lançar o edital de subconcessão da ferrovia Norte-Sul, no trecho que vai de Palmas a Estrela D´Oeste (SP).

    " A maioria dos projetos de infra-estrutura é de alta lucratividade porque tem demanda certa " , afirmou Dilma. O BNDES terá recursos para financiar as obras e não houve reclamações até agora de que a falta de crédito tenha afetado empreendimentos do PAC, segundo ela.

    O presidente da Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC), Paulo Safadi Simão, disse que a crise tem contornos " impressionantes " para o setor, que chegou a temer por falta de capital de giro para atender às ordens de serviço do PAC. Segundo ele, no entanto, a abertura de linha de crédito de R$ 3 bilhões pela CEF " dá fôlego suficiente " para as construtoras em 2009, quando prevê uma diminuição da demanda. Dilma lembrou que, além da linha de financiamento, a Caixa-Par estará à disposição de construtoras que queiram associar-se à estatal.

     

    Fonte: Olhar Direto
    31-10-2008 | 11:10
    Um volume maior dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será disponibilizado para financiamento e investimento no setor habitacional a partir de 2009.

     

     

    De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, os recursos passarão dos atuais R$ 6 bilhões para R$ 11,5 bilhões e têm por objetivo impedir que a crise financeira internacional reduza o volume de crédito para um setor importante da economia.

     

     

    “Nós estamos aumentando o orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, só na área de investimento de habitação, em cerca de 70%, com linhas de créditos para a construção de habitações populares e habitações em geral. Para que essa área que é tão fundamental, é tão estratégica, gere emprego”.

     

     

    O ministro do Trabalho e Emprego informou ainda que os recursos serão destinados aos bancos públicos e privados que atuam na área de financiamento habitacional.Carlos Lupi deu entrevista a emissoras de rádio, no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), durante o programa Bom Dia Ministro.

     

     

    Fonte: Mídia News
    31-10-2008 | 11:10
    A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) disse nesta quinta-feira que, mesmo com a crise, os investimentos do governo e da iniciativa privada no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) sustentarão o crescimento do país nos próximo anos. A ministra admitiu que haverá uma desaceleração no crescimento, mas disse que o investimento é crucial e que o PAC mantém uma "agenda positiva" para o país.

     

     

    "O Brasil tem condições de manter o crescimento, pode ser em um nível um pouco menor, apesar da crise internacional. O PAC sustenta o investimento e o ritmo de crescimento", afirmou, durante o balanço do programa. 

     

     

    Dilma ressaltou que o investimento em infra-estrutura não deverá ser tão afetado pela crise por ser de médio e longo prazo. Ela negou que haja um problema de crédito para essas obras e disse que o governo está atento a essa questão. "Não há problema de financiamento, o BNDES continua financiando todas as obras como sempre fez", disse.

     

     

    Fonte: Mídia News
    31-10-2008 | 11:10
    Adiantar os relógios em uma hora por causa horário de verão aumenta o risco de enfartes, alerta um estudo divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Karolinska da Suécia.

     

    Segundo o estudo, publicado no New England Journal of Medicine, os casos de enfarte do miocárdio aumentam cerca de 5% na semana seguinte ao ajuste dos relógios - principalmente nos três primeiros dias.

     

    "A hora de sono perdida e os conseqüentes distúrbios de sono que isto provoca são as explicações mais prováveis", disse Imre Janszky, um dos pesquisadores envolvidos no estudo.

     

    Em entrevista à agência de notícias sueca TT, outro cientista ligado ao estudo chegou a sugerir o fim dos ajustes anuais dos relógios.

     

    "Talvez seja melhor adotar o horário de verão durante todo o ano, em vez de ajustar os relógios duas vezes por ano. Este é um debate que está ocorrendo atualmente", disse o Dr. Rickard Ljung.

     

    Com base no registro de enfartes na Suécia desde 1987, os cientistas do Instituto Karolinska chegaram às conclusões do estudo após examinar as variações na incidência de ataques cardíacos durante os períodos de ajuste dos relógios, no início e no fim do horário de verão.

     

    Sono a mais
    Os cientistas também observaram que o reajuste dos relógios no fim do horário de verão (que na Suécia ocorre sempre no último domingo do mês de outubro), que é sempre seguido por um dia de uma hora extra de sono, representa uma leve redução do risco de enfartes na segunda-feira seguinte.

     

    A redução no índice de ataques cardíacos durante toda a semana que se inicia, no entanto, é significativamente menor do que o aumento registrado no início do horário de verão.

     

    Estudos anteriores demonstram que a ocorrência de enfartes é mais comum às segundas-feiras. Segundo os cientistas do Instituto Karolinska, o ajuste dos relógios no horário de verão oferece outra explicação para este fato.

     

    "Sempre se pensou que a causa da maior incidência de enfartes às segundas-feiras fosse principalmente o estresse relacionado ao início de uma nova semana de trabalho. Mas, talvez outro fator seja a alteração dos padrões de sono ocorrida durante o fim de semana", observou o Dr. Janszky.

     

    Os cientistas explicam que os distúrbios do sono produzem efeitos negativos no organismo humano e alertam que níveis elevados de estresse podem desencadear um ataque cardíaco nas pessoas que se situam em grupos de risco.

     

    "Pessoas mais propensas a sofrer um enfarte devem viver de maneira saudável, e isto inclui ciclos regulares de sono durante toda a semana", diz Rickard Ljung. "Como um cuidado extra, podem talvez também relaxar mais nas manhãs de segunda-feira", acrescentou ele.

     

    Os cientistas suecos esperam que o estudo possa aumentar a compreensão sobre os impactos que as alterações dos ritmos diários do organismo podem ter sobre a saúde humana.

     

    "Cerca de 1,5 bilhão de pessoas em todo o mundo são expostas todos os anos aos ajustes dos relógios, mas é difícil generalizar a ocorrência de enfartes do miocárdio que isto pode provocar", observou Ljung.

     

    Fonte: mídia News
    30-10-2008 | 11:10
    Os recursos serão provenientes da caderneta de poupança.
    valor total, Caixa Econômica disponibilizará R$ 3 bilhões.

     

    O Ministério da Fazenda informou nesta quarta-feira (29) que as empresas que atuam na construção habitacional poderão contar com cerca de R$ 10 bilhões a mais em linhas de capital de giro.

     

     

     

    O governo informou que os recursos serão provenientes da caderneta de poupança. A medida foi adotada para facilitar o acesso ao crédito para estas empresas, diz o governo federal.


     

    Segundo o Ministério da Fazenda, para possibilitar a lilberação destes R$10 bilhões da poupança pelos bancos, passará a ser permitida a aplicação de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em capital de giro para construtoras, o que era vetado até o momento.

     

     

    Esta permissão se aplica a todas as instituições financeiras que operam com recursos do SBPE e estará limitada a até 5% do saldo da poupança (R$ 205 bilhões no fim de setembro). Os recursos serão aplicados nas condições atuais do SBPE.

     

     

     

    Linha de crédito da Caixa

     

    O Ministério da Fazenda informou que, do valor total, R$ 3 bilhões são da Caixa Econômica Federal e R$ 7 bilhões de outras instituições financeiras. A linha da Caixa contará com um mecanismo de garantias adicionais - com o objetivo de reduzir a percepção de risco.

    O governo permitirá que a Caixa mantenha em um fundo de reserva, parte dos dividendos que seriam distribuídos para a União. Com esses recursos, forma-se um lastro que garantirá até 35% do valor das operações realizadas pela Caixa, diz a Fazenda. O valor total dos dividendos que pode ser retido é, portanto, de R$ 1,05 bilhão. 

    O Ministério da Fazenda salientou que essa reserva só será utilizada em "última instância", pois serão exigidas as garantias habituais dos proponentes. Ela serve apenas, diz o governo, como "garantia adicional" para reduzir a percepção de risco das operações. Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) definirá as condições para os financiamentos.

     

    Fonte: G1
    30-10-2008 | 11:10
    Governo autoriza empréstimos para construtoras e fecha acordo de US$ 30 bilhões com os Estados Unidos para evitar que o dólar suba. Juros já subiram tanto que o Banco Central resolveu esperar. Manteve a taxa básica e vai avaliar os efeitos sobre a inflação. A decisão dividiu opiniões e veio acompanhada de novas medidas.

     

    O Banco Central agora tem mais munição contra a crise: tem agora à disposição uma linha de crédito de US$ 30 bilhões do Banco Central americano para enfrentar a crise.  

     

    O saque pode ser feito até abril de 2009 e não há juros. Se o governo usar o dinheiro, reais são depositados lá e a mesma quantidade em dólares será trazida para o Brasil. Para o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, a operação é um sinal de confiança.

    Diante da crise e do futuro incerto, o Banco Central resolveu não aumentar nem reduzir a taxa de juros. A decisão foi unânime. A taxa básica da economia permanece em 13,75%.

    “Acho que foi prudente. Seria precipitado com essa crise, com essa incerteza e com a tensão inflacionária dos produtos que dependem do dólar você mexer nessa taxa. A manutenção me parece que foi a medida mais equilibrada”, disse o líder do PT na Câmara, deputado Maurício Rands (PT-PE).

    “Eu acho que nesse momento, a situação ideal seria uma redução dos juros, porque isso poderia fazer com que o dinheiro fluísse para o setor produtivo e para as empresas que estão nesse momento se queixando profundamente da falta de liquidez no mercado”, avaliou o ex-diretor do Banco Central, Emílio Garófalo.

    O Banco Central também anunciou que fechou um acordo de troca de moeda com o Federal Reserve (Fed), Banco Central americano. Na prática, isso deixa à disposição do governo brasileiro US$ 30 bilhões. Se for necessário, esse dinheiro poderá ser sacado para enfrentar os efeitos da crise, como a alta na cotação do dólar.

    “Isso permite ao Banco Central ter uma nova fonte pra prover dólares no mercado sempre que necessário, dá mais tranqüilidade num momento de falta de liquidez no mercado e mostra grande confiança no nosso Banco Central”, afirmou o deputado Antonio Palocci (PT-SP).

    “Ele vai tomar dinheiro emprestado no exterior para resolver um problema interno. Então, significa que ele está achando que as reservas que nós temos são insuficientes”, criticou o deputado Mendes Thame (PSDB-SP).

    Em outra frente, o governo começa a ajudar o setor da construção civil. A Caixa Econômica Federal e outros bancos estão autorizados a emprestar parte do dinheiro das cadernetas de poupança para as construtoras com juros mais baixos. Ao todo, R$ 10 bilhões podem ser liberados.

    “Pode ficar mais barato para o mutuário final, além de ele ter a segurança de ter o seu imóvel no prazo que foi acordado com a construtora”, destacou a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Coelho.

    “Essa sinalização do governo, essa disponibilidade do governo e, mais do que isso, essa vontade do governo será extremamente importante para o setor”, comemorou Francisco Vasconcellos Neto, vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP).

    A Câmara dos Deputados aprovou na noite de quarta-feira (29) o texto-base do projeto que cria o Fundo Soberano do Brasil, uma espécie de poupança feita pelo governo brasileiro para investir em empresas no Brasil e no exterior em momento de crise. A votação foi cercada de muita polemica, e a oposição sugeriu várias mudanças ao texto que serão votadas na semana que vem.

     

    Fonte: G1
    30-10-2008 | 11:10
    O desemprego recuou de 14,5% para 14,1% nas seis regiões metropolitanas do país em que é realizada a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) pela Fundação Estadual de Análise de Dados (Seade) e Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). É a taxa mais baixa registrada em um mês de setembro desde 1998.

     

    O total de desempregados atingiu 2,8 milhões de pessoas com redução de 72 mil em comparação a agosto. A redução é 168 mil quando comparado com desempenho de setembro do ano passado. No período, ocorreram 205 novas admissões e o corte de 75 mil vagas, resultando na geração de 130 mil postos de trabalho,0,8% acima de agosto e superou em 58 mil o número de pessoas que entraram para o mercado.

     

    A maior parte das contratações ocorreu em serviços (171 mil), seguido da construção civil (18 mil) e indústria (16 mil). Nos segmentos do comércio, foram suprimidas 37 mil vagas e em outros setores (38 mil).

     

    Na comparação com agosto, a maior redução na taxa de desemprego foi constatada em Recife (-4,2%), embora essa região dentre as seis pesquisadas registre o maior percentual de desempregados proporcionalmente à população economicamente ativa : (20,4%) ante (21,3%) em agosto. A segunda maior taxa de desemprego é de Salvador (19,7%), 1% menos do que no mês anterior.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-10-2008 | 11:10
    O governo federal autorizou que os bancos de todo o país utilizem até 5% dos recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo para financiar a construção civil. “Essa é mais uma medida para garantir que o crédito chegue ao tomador final. Já adotamos medidas similares para os exportadores e para a agricultura”, justificou o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nélson Barbosa.

    A Caixa Econômica Federal já anunciou que destinará R$ 3 bilhões para o setor. “São linhas que vão possibilitar ao setor ter tranqüilidade para realizar suas obras”, justificou a presidente da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho.

    Até agora, os recursos da poupança podiam ser utilizados apenas para financiar compra de imóveis, até um limite de 65% do saldo da poupança. Com a medida, 5% poderá ser emprestado para as construtoras. Segundo a presidente da Caixa, este ano o banco está com uma captação recorde de poupança, o que permite uma margem de R$ 3 bi para a construção civil.

    Os recursos da Caixa serão oferecidos em duas linhas de capital de giro. Uma das linhas delas se destinará à antecipação de até 20% do custo da obra. Durante a construção, o empreendedor pagará apenas juros – entre 10% e 11% ao ano - e atualização monetária. Depois de concluída a obra, terá um prazo de 24 meses para pagar o empréstimo.

    “A grande vantagem para o mutuário é a segurança que ele tem. Ele está comprando um empreendimento com a segurança de que há recursos da Caixa financiando aquele empreendimento, ou seja, ele vai receber a casa dele no prazo que foi contratado com a construtora”, explicou Maria Fernanda.

    A medida também deve evitar aumentos para os compradores, por parte das construtoras, sob o argumento da escassez de crédito. Segundo a presidente da Caixa, a linha estará disponível em todas as agências dentro de 10 dias.

    Em uma segunda linha, a Caixa pretende trabalhar com antecipação de até 70% da carteira de recebíveis de empreendimentos já concluídos.

    As linhas serão garantidas por um fundo de reserva, com 35% do total de R$ 3 bilhões destinados a operações de crédito. “É uma garantia extra que a União está proporcionando à Caixa Econômica, na forma de retenção temporária dos dividendos que são devidos à União, para diminuir o risco das operações neste momento de grande turbulência internacional”, explicou o secretário de Política Econômica. Tal fundo deve ser criado entre hoje e amanhã, por meio de medida provisória ou portaria ministerial.

    No caso de outros bancos, Nélson Barbosa esclareceu que aqueles que têm captação ao custo de TR mais 6,17% ao ano poderão financiar capital de giro a taxas mais elevadas do que aquelas aplicadas pela Caixa. “É um incentivo importante, mas quero ressaltar que é uma opção da instituição. Achando isso lucrativo, ela o fará. Esperamos que esse incentivo seja suficiente para garantir que o crédito chegue à ponta”, ressaltou.

    De acordo com o secretário de Política Econômica, novos setores poderão ser beneficiados com medidas semelhantes, quando necessário.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-10-2008 | 11:10
    O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu ontem manter a taxa Selic estável em 13,75% ao ano. A justificativa para a decisão foi o ambiente de maior incerteza. "Avaliando o cenário prospectivo e o balanço de riscos para a inflação em ambiente de maior incerteza, o Copom decidiu por unanimidade neste momento manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, sem viés", afirma a nota à Imprensa do Banco Central.

     

    Entre os analistas, prevalecia a aposta de que a Selic permaneceria no atual patamar. Entre as instituições financeiras consultadas pelo AE Projeções, a expectativa majoritária é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) deveria manter a Selic nos atuais 13,75% ao ano.

     

    De um total de 63 casas consultadas, 39 esperavam a manutenção da taxa, 21 com uma elevação de 0,50 ponto porcentual e apenas três aguardam acréscimo de 0,25 ponto porcentual. A ata da reunião será divulgada em 6 de novembro, às 8h30.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-10-2008 | 11:10
    O governo anunciou ontem um conjunto de medidas para socorrer as empresas brasileiras que atuam no setor de construção habitacional e que estão tendo dificuldade de crédito com a crise financeira internacional. Foi criada uma linha de R$ 3 bilhões para financiamento de capital de giro das construtoras habitacionais por meio da Caixa Econômica Federal.

    Como controlador da Caixa, o governo autorizou que o banco estatal crie um fundo de reserva no valor de R$ 1,05 bilhão como garantia adicional a essas operações de empréstimos da Caixa. O fundo será formado com antecipação de dividendos que a Caixa tem que repassar à União nos próximos três anos (2008, 2009 e 2010).

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-10-2008 | 11:10
    Um volume maior dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será disponibilizado para financiamento e investimento no setor habitacional a partir de 2009.

    De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, os recursos passarão dos atuais R$ 6 bilhões para R$ 11,5 bilhões e têm por objetivo impedir que a crise financeira internacional reduza o volume de crédito para um setor importante da economia.

    “Nós estamos aumentando o orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, só na área de investimento de habitação, em cerca de 70%, com linhas de créditos para a construção de habitações populares e habitações em geral. Para que essa área que é tão fundamental, é tão estratégica, gere emprego”.

    O ministro do Trabalho e Emprego informou ainda que os recursos serão destinados aos bancos públicos e privados que atuam na área de financiamento habitacional.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-10-2008 | 11:10
    O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pela Fundação Getulio Vargas, caiu 11,7% entre setembro e outubro deste ano, demonstrando desaceleração da atividade econômica e pessimismo para os próximos meses. Este é o menor índice desde janeiro de 2006: há dois anos, o nível foi de 99,1 pontos. Em outubro, o nível é de 106,1 pontos, contra os 102,2 desde julho de 2008.

    Os dados coletados entre os dias 1º e 27 deste mês já mostram a preocupação dos empresários: das 1.101 empresas consultadas, 10,1% prevêm piora nos próximos seis meses, enquanto 40,4% acreditam numa situação melhor. Desde julho de 2003 que a pesquisa não aponta um resultado tão ruim neste quesito.

    O Índice de Situação Atual (ISA) e o Índice de Expectativas (IE) também caíram se comparados ao mês de julho: de 127,5 para 109,4 pontos para o ISA e de 114,1 para 101,5 pontos para o IE.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-10-2008 | 11:10
         O processo de industrialização no Centro-Oeste e a crise econômica internacional foram tratados pelo secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme-MT), Pedro Nadaf, na II Jornada de Produção Científica da Educação Profissional e Tecnológica da Região Centro-Oeste, que ocorre até sexta-feira (31.10), na sede do Cefet-MT. Nadaf afirmou que Mato Grosso não sofre reflexos da crise e prevê que talvez o ano que vem poderá sentir possíveis efeitos.
         
         "O Estado está vivendo um momento impar. Nosso crescimento pode ser comparado apenas aos dos Tigres Asiáticos que crescem em média 8% ao ano", compara Pedro Nadaf. A fala do secretário se baseia nos resultados da análise realizada pela equipe técnica da Sicme-MT, que demonstrou que Mato Grosso cresce mais que o Brasil.
         
         Segundo dados da Sicme-MT, o setor agropecuário de Mato Grosso registrou um crescimento de 14% entre 2003 e 2007. Enquanto o Brasil e os outros estados do Centro-Oeste não alcançaram 7%. "Somos destaque em pelo menos sete atividades relacionadas à agropecuária. Temos o maior rebanho comercial do País com 26 milhões de cabeças e somos o maior produtor de soja", ressalta o secretário da Sicme, Pedro Nadaf.
         
         A Sicme revela que 100 mil novas empresas foram abertas em Mato Grosso nos últimos cinco anos nos setores do comércio, indústria e na área rural, além da abertura de pelo menos 300 mil empregos diretos e indiretos. No primeiro trimestre de 2008 houve um aumento de 66% no número de exportações comparado ao mesmo período do ano passado. "Estes números mostram que Mato Grosso é um dos estados que apresentam a melhor performance econômica do Brasil. Tudo isso conta pontos a nosso favor e faz a diferença para quem pretende investir aqui", explica Nadaf. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    30-10-2008 | 11:10
         O processo de industrialização de Mato Grosso foi tema de palestra nesta quarta-feira (29.10), durante a abertura da II Jornada da Produção Científica da Educação Profissional e Tecnológica da Região Centro-Oeste, na sede da Cefet, em Cuiabá.
         
         O secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, apresentou um quadro geral do Estado aos participantes. Nadaf enfatizou o crescimento de Mato Grosso nos últimos anos e a importância desse desenvolvimento no cenário nacional e mundial.
         
         De acordo com o secretário, a economia mato-grossense é a que mais cresce no país, sendo comparada ao índice de crescimento registrado nos Tigres Asiáticos, há dez anos. “A política de governo de atrair investimentos, com incentivos fiscais, é a maior responsável pela vinda de grandes empresas como Sadia e Perdigão para o nosso Estado”.
         
         O secretário também destacou os números da produção, exportação e do PIB de Mato Grosso. “Somos os maiores produtores de algodão, soja e bovino do país. Representamos 55% do total das vendas externas no Centro-Oeste e nosso PIB cresceu mais de 56% nos últimos cinco anos”.
         
         Com o potencial registrado no Estado, Nadaf reforçou a necessidade da qualificação de mão-de-obra em Mato Grosso. “Estamos conseguindo preparar os trabalhadores cientificamente a fim de atender esse crescimento na economia. A tendência é que aumente, na nossa região, o número de escolas técnicas para qualificar esse empregado”.
         
         A programação da II Jornada Científica do Centro-Oeste inclui três conferências, 13 mesas redondas, 11 painéis, duas sessões técnicas especiais e 22 oficinas. No total foram submetidos mais de 330 trabalhos, dos quais 117 foram aceitos para publicação como Trabalho Completo e 187 foram aceitos como Pôster. Os trabalhos foram distribuídos em doze áreas temáticas: Ambiente, Saúde e Segurança; Apoio Educacional; Controle e Processos Industriais; Gestão e Negócios; Hospitalidade e Lazer; Informação e Comunicação; Infra-Estrutura; Produção Alimentícia; Produção Cultural e Design; Produção Cultural; Recursos Naturais; Ciências Humanas e Sociais.
         
         O evento é realizado pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso (Cefet-MT), pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec). Além de contar com o apoio de várias instituições, entre elas, a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat).
          Fonte: 24 Horas News
    30-10-2008 | 11:10
    Brasília - Um volume maior dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será disponibilizado para financiamento e investimento no setor habitacional a partir de 2009.

     

    De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, os recursos passarão dos atuais R$ 6 bilhões para R$ 11,5 bilhões e têm por objetivo impedir que a crise financeira internacional reduza o volume de crédito para um setor importante da economia.

     

    “Nós estamos aumentando o orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, só na área de investimento de habitação, em cerca de 70%, com linhas de créditos para a construção de habitações populares e habitações em geral. Para que essa área que é tão fundamental, é tão estratégica, gere emprego”.

     

    O ministro do Trabalho e Emprego informou ainda que os recursos serão destinados aos bancos públicos e privados que atuam na área de financiamento habitacional.Carlos Lupi deu entrevista a emissoras de rádio, no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), durante o programa Bom Dia Ministro.

     

     

    Fonte: Agência Brasil
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
Anuncie - Política de Privacidade
2014 -Todos os Direitos Reservados
V3 Agência Web