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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    28-10-2008 | 11:10

    Representantes da construção civil em Mato Grosso e de órgãos estaduais e federais se reuniram ontem (27), na sede do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), para discutir temas em comum. O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção de Mato Grosso (Sinduscon), Luiz Carlos Richter Fernandes, pautou as reivindicações da categoria frente ao Departamento Nacional de Infra-Estrutura (Dnit), às Secretarias de Estado de Fazenda (Sefaz), Infra-Estrutura (Sinfra) e Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme).

     

    Além de Richter Fernandez, participaram da reunido vários outro empresarios que atuam no setor, alguns com assento na direção do Sinduscon-MT. Entre os itens pontuados, os reajustes dos preços do setor frente às licitações no Estado, a celeridade na emissão de documentos e a questão tributária foram os mais salientados.

    Presentes à reunião, também, o diretor geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot e os secretários de Estado Éder Moraes (Fazenda) e Pedro Nadaf (Turismo). A assessoria técnica do Sefaz detalhou os aspectos técnicos da pauta.

     

     “Não queremos medidas provisórias que nos beneficiem. Queremos apenas que se cumpram as leis”, disse. O presidente do sindicato citou algumas dificuldades do setor referentes às pautas reivindicadas e contou com o apoio do presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Pesada do Estado de Mato Grosso (Sincop), José Alexandre Schutze, que reiterou o fato de as dificuldades também atingirem a área de construção pesada.

     

    O diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot, julgou justas algumas solicitações, como o realinhamento de preços, afirmando que o governo federal é favorável ao fortalecimento do setor, mas alertou que os empreiteiros precisam reavaliar os métodos de trabalho, investindo em reciclagem de equipamentos e profissionais. “Todos devem estar integrados no processo de desenvolvimento do Estado”, disse. O secretário de Fazenda, Éder Moraes, ressaltou a iniciativa do Sinduscon em promover a aproximação entre o setor e o órgão. “Já havíamos recebido o pleito do sindicato e boa parte dos itens já foram atendidos”, confirmou.

     

     Juntamente com o secretário, o assessor da Sefaz, José Lombardi, esclareceu a questão da cobrança do Fundo Partilhado de Investimento Social (Fupis). Segundo ele, “o problema foi sanado”. A Secretaria deve suspender a cobrança da referida contribuição no caso de mercadorias obtidas com a alíquota cheia do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) em operações interestaduais.

     

     O presidente do Sinduscon avaliou de maneira positiva a ação da Sefaz, no intuito de regularizar a cobrança do Fupis, e destacou ainda a abertura ao diálogo por parte das Secretarias. Já no se refere à irregularidade no segmento - mencionada pelo secretário de Fazenda -, Richter ressaltou o apoio à fiscalização por parte dos órgãos responsáveis. “O setor não compactua com atividades irregulares. Estamos à disposição da Sefaz para promover o apoio necessário no fomento à legalidade”, afirmou.  

     

    Os representantes do sindicato, entretanto, querem mais, apesar de avaliar como proveitosa reunião.  “Essa discussão tem que ser levada em nível nacional, com instituições públicas e privadas que representem outros estados”, defende Neigmar Ferreira Diniz, do Conselho Fiscal do Sinduscon. Ele entende a necessidade de que as questões tributárias que envolvam relações comerciais entre os estados brasileiros sejam normatizadas. Precisamos ter reuniões mais amplas com a participação de sindicatos, secretarias e outras instituições representativas dos estados brasileiros.  “Foi uma reunião produtiva e houve bom senso de ambas as partes” , disse Luiz Carlos Alves de Melo, 2º vice-presidente do Sinduscon. Melo destacou a boa vontade do secretário Éder Moraes: “Abriu-se um diálogo importante e o secretário se posicionou de forma diferente. Não veio para anunciar nenhuma medida, mas sim para negociar”, registrou.  

     

    Da Assessoria
    28-10-2008 | 11:10
    O presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Mauro Mendes, que foi derrotado na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, e o vice-presidente daquela instituição, Jandir Milan, recomendaram "cautela" aos empresários do setor industrial por conta da crise financeira global que assola especialmente os Estados Unidos e os países europeus.

    "O momento é de cautela e de cautela", recomendaram, em unísssono, ambos os líderes da Fiemt, segundo os quais os "reflexos da crise serão inevitáveis em todos os setores da economia brasileira". "Não temos como evitar os reflexos, porque a crise é generalizada", pondera Milan, que entregou hoje o cargo "de volta" para Mendes.

    Em dois outros pontos ambos também concordam: a restrição do crédito será inevitável e medir a extensão da crise mundial em Mato Grosso ainda é muito difícil. "Temos que esperar um pouco mais para dimensionar os reflexos, porque a safra agrícola já foi contratada e só em 2009 poderemos ver se a quebra do setor financeiro vai atingir nossa produção", pondera Milan.

    Já Mendes adverte que o país e o mundo "estão em meio a um terremoto cujas vítimas ainda estão sendo contabilizadas". "E ainda estamos sentindos os tremores e as turbulências", salientam os líderes empresariais, em entrevista para o Olhar Direto.

    Apesar das recomendações de cautela, tanto Mendes quanto Milan avaliam que os reflexos da crise poderão ser "bastante minimizados" se o governo federal "assegurar a liquidez do crédito". 

    "O socorro anunciado pelos governos dos países mais atingidos pela crise e pelo próprio Brasil evitaram um colapso mundial, mas dependerá de quanto o governo brasileiro poderá suportar em termos de financiamento de crédito, especialmente para os setores vitais, para a gente poder dimensionar o quanto teremos que nos adequar", avalia Mendes.

     

    Fonte: Olhar Direto
    28-10-2008 | 11:10
    O impacto da crise econômica sobre o mercado de trabalho no Brasil será expressivo no ano que vem e pode prosseguir em 2010, com elevação na taxa de desemprego e desaceleração no aumento da renda real e da massa de salários, segundo avaliam economistas. O argumento é que haverá maior desconfiança dos investidores, com abertura de menos vagas. Além disso, o menor crescimento da demanda, por causa do pessimismo dos consumidores, afetará os índices de emprego.

     

    A Tendências Consultorias revisou para baixo, diante da crise, todos os indicadores de mercado de trabalho para 2009 e espera um aumento da ocupação de apenas 1,5% no ano que vem, menos da metade da expansão de 3,7% prevista para 2008, segundo adiantou a analista Marcela Prada. A renda real deverá passar de um crescimento de 2,5% este ano para 1,8% no ano que vem e a desaceleração só não será maior por causa da perspectiva de recuo da inflação para 4,8%, ante 6,5% em 2008, segundo projeção da empresa.

     

    Na MB Associados, de acordo com o economista-chefe Sérgio Vale, a expectativa é de expansão do rendimento real de 0,9% em 2009, também menos da metade da elevação de 2,1% prevista para este ano. No que diz respeito ao número de ocupados, a expectativa é de um aumento de 2,7% no ano que vem, ante 3,3% em 2008. Por fim, a massa de rendimento real, que rebate diretamente sobre o consumo, também vai desacelerar o crescimento, de acordo com a projeção das consultorias.

     

    Para a Tendências, a massa vai passar de uma expansão de 6,3% em 2008 para 3,3% no ano que vem. Para a MB, cai de 5,4% para 3,6%. Em 2008, o bom desempenho que vem sendo registrado no emprego e na renda nos últimos dois anos deve prosseguir até dezembro, já que, segundo Vale e Marcela, há uma defasagem natural no impacto de crises econômicas sobre o mercado de trabalho.

     

    Os dois analistas ressaltam, entretanto, que o cenário para o ano que vem não é dramaticamente ruim, mas significa apenas uma desaceleração.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-10-2008 | 11:10
    Em reunião realizada na manhã desta segunda-feira de manhã entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chegou-se à conclusão de que as últimas medidas anunciadas pelos governos norte-americanos e europeus para conter os efeitos da crise financeira mundial não estão surtindo o efeito desejado. Em entrevista coletiva, Mantega disse que continua a haver retenção de crédito pelos bancos ao setor produtivo e que o clima de desconfiança sobre as instituições que teriam ativos podres nos EUA permanece. "Não há uma melhoria substantiva do quadro, embora os governos tenham tomado várias medidas. Elas ainda não se traduziram em irrigação de crédito para o setor produtivo, continua a haver retenção de crédito", disse.

     

    O ministro disse que as ações anunciadas pelos governos demoram para surtir efeito. Ele disse, no entanto, que é normal que essas medidas levem tempo para dar resultado. "Os bancos que têm dinheiro não querem emprestar para outros porque ainda há desconfiança sobre quem tem ativos podres nos EUA", acrescentou.

     

    Mantega ressaltou ainda que essa retenção do crédito gera uma redução no valor dos imóveis nos EUA e Europa, o que diminui o poder aquisitivo da população. "Com isso, é quase certo que haverá retração na atividade econômica ou até mesmo uma recessão. Agora, o que está causando uma certa perturbação nos mercados é a certeza de que a retração econômica será forte. Algumas economias poderão dar sinais de recessão", explicou. Ele citou como exemplo o Reino Unido, que já registra crescimento negativo e poderá ser seguido por outros países.

     

    Mantega disse que a causa da desvalorização do real e de moedas dos países emergentes é a desalavancagem dos fundos de hedge, que estão procurando investimentos mais seguros por meio do dólar e do iene.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-10-2008 | 11:10
         O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Armando Monteiro Neto, afirmou hoje (28) que o governo precisará continuar tomando medidas com o objetivo de manter o crédito, “que já se revela escasso para o consumidor e para os segmentos produtivos”.
         
         Monteiro Neto calcula que, apesar do quadro atual de crise, o Banco Central poderá ter condições de promover a redução na taxa de juros, a médio prazo.
         
         Segundo Monteiro Neto, num momento como este, há perigo de que os produtos chineses invadam todos os mercados internacionais. Para o industrial, isso seria danoso, porque eles poderiam entrar com preço muito baixo, prejudicando todos os países exportadores. Ele disse, porém que não seria adequado cada país criar medidas protecionistas, pois isso causa ria desestabilização comercial mundial.
         
         Monteiro Neto participa do 3º Encontro Nacional da Indústria, que discute a situação do setor ante a necessidade da inovação empresarial.
          Fonte: 24 Horas News
    28-10-2008 | 11:10
    Tema foi pauta principal da primeira reunião da COMAT-CBIC no primeiro dia do 80º ENIC O amadurecimento das cooperativas de construção (Coopercons) no país foi o principal tema discutido nesta quarta-feira (22) na reunião da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (COMAT-CBIC), durante o 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (80º ENIC), que acaba de começar no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, em São Luis, no Maranhão. O evento, considerado o maior do setor na América Latina, termina na sexta-feira, dia 24, e pretende reunir cerca de 1.200 empresários.

     

    Na ocasião, representantes das Coopercons do Ceará, Goiás e Rio Grande do Sul apresentaram suas experiências isoladas e conjuntas na aquisição de materiais de construção, como elevadores, portas, fios e serviços - como transporte e alimentação de trabalhadores do setor -, com economias que vão de 20% a 40% em seus custos.

     

    Também foram pauta do encontro os bons resultados obtidos por meio dos pacotes conjuntos de compras de insumo; dos serviços oferecidos através das cooperativas, como financiamentos, transporte, alimentação, banco de locações de equipamentos, corte e dobra de aço e centrais de concreto, além da participação das Coopercons e demais entidades em fábricas de cimento regionais e a importação do aço, que já venceu todas as barreiras e aguarda apenas o momento oportuno para se iniciar.

    Experiências

     

    O exemplo mais antigo e exitoso de cooperativa da construção é o do estado do Ceará, que está em funcionamento há cerca de 10 anos e que nos dois últimos anos conseguiu dobrar os seus resultados. Somente neste ano, a entidade deverá receber mais de R$ 1 milhão com a negociação de corte e dobra de aço. Como o objetivo das cooperativas não é auferir lucros, a Coopercon-CE vem destinando 40% dos seus resultados para a realização de treinamentos e cursos de atualização para engenheiros e profissionais do setor, além de produzir publicações técnicas. O restante é destinado para a manutenção da entidade, distribuído entre os cooperados e em ações que os beneficiam diretamente, como a associação que a cooperativa está desenvolvendo com uma fábrica de cimento local.

     

    A cooperativa de Goiás, ligada ao Sinduscon-GO, vem conseguindo realizar compras isoladas e, principalmente, com a parceria de outras, como a do Rio Grande do Sul. Neste caso, a negociação foi para a aquisição de elevadores.

     

    A entidade está negociando também a sua participação em uma fábrica de cimento regional e já é realidade um convênio firmado com uma empresa que fornece alimentação para trabalhadores. Até o final do ano, a parceria permitirá a entrega de quatro mil refeições a R$ 3,09/unidade e a cooperativa ficará com R$ 0,09 (nove centavos) por refeição.

     

    No Rio Grande do Sul, a Coopercon possui 27 cooperados e distribui os resultados entre eles na proporção de suas respectivas contribuições. Lá, a negociação começa a partir da tomada de preços dos materiais por parte das grandes empresas, que as repassam para a cooperativa e esta negocia com os fornecedores, conseguindo chegar a preços bastante competitivos. No estado, o Banrisul tem oferecido financiamento para a produção imobiliária para a cooperativa com taxa máxima de juros de 8,75%.

     

    A orientação das cooperativas que apresentam resultados positivos é de que as diretorias das entidades sejam formadas principalmente por representantes de empresas de grande porte, que têm maior poder de negociação com os fornecedores. Para isso, foi ressaltada também a importância da troca honesta de informações entre os compradores das empresas. E ainda, que as compras sejam feitas em grande escala para conseguir preços compensadores.

     

    Esta orientação vale também para as pequenas empresas, que devem se organizar e planejar seus empreendimentos de modo a aumentar o volume de compra, pois os valores conseguidos via cooperativas são, de fato, competitivos.

     

    Atualmente, segundo a COMAT/CBIC, existem no país 16 cooperativas, sendo que a maioria ainda está iniciando suas atividades, e outras duas estão sendo criadas.

     

     

    Fonte: CBIC
    28-10-2008 | 11:10
    A conscientização ambiental atingiu um dos setores que geram maior impacto ao meio ambiente, a construção civil. Durante encontro da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), que aconteceu no Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC) na última sexta-feira (24/10), empresários e estudantes debateram sobre a importância do uso de materiais sustentáveis para garantir qualidade e preço na produção, com o menor prejuízo à natureza. A principal solução: a busca de materiais sustentáveis.

    Dar preferência para madeira certificada, eletrodomésticos com baixo consumo de energia, tintas sem produtos tóxicos, computadores e aparelhos celulares com projetos de utilização de seus componentes pós-consumo, papel reciclado. "O primeiro passo para a sustentabilidade das construções é a escolha de materiais e fornecedores que também sigam a linha sustentável", destacou Lílian Sarrouf, Diretora Executiva do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS).

    De acordo com a diretora, não existe sustentabilidade sem formalidade, legalidade e qualidade. Ela explicou que a informalidade tem muitas facetas: sonegação de impostos; desrespeito a legislação ambiental; desrespeito a legislação trabalhista.

     

    Para ajudar, o Comitê de Materiais desenvolveu uma ferramenta para auxiliar os projetistas, empreendedores e usuários na seleção dos fornecedores e dos materiais que serão utilizados nas obras. "Esse sistema não esgota o assunto, mas é uma estratégia viável para abordar práticas acessíveis a todos os compradores e especificadores de materiais e fornecedores", explicou Sarrouf. "Queremos separar e dar destaque para as empresas que fazem bem o dever de casa", explicou Sarrouf.

    O fornecedor ideal deve seguir seis passos destacados pelo Conselho: formalidade, licenciamento ambiental, o respeito às normas técnicas, o perfil de responsabilidade social da empresa, a existência da tendência ecológica e a análise da durabilidade do produto. "A idéia da sustentabilidade nesses casos parte do engajamento dos participantes da cadeia produtiva, num processo de negociação permanente, que assegura ao consumidor final o atendimento de certos critérios básicos, que tendem a se tornar cada vez mais rigorosos", destacou a diretora.
    Dados do Conselho mostram que somente com a adoção de práticas sustentáveis de conservação e uso racional no setor da construção civil é possível reduzir entre 30% e 40% o consumo de energia e de água.

     

    Fonte: CBIC
    28-10-2008 | 11:10
    Os empresários da construção civil farão ampla mobilização em todo o país para lançar a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho na Indústria da Construção, provisoriamente denominada Campatic, cujo slogan é: "Vida, sua maior obra". A data de lançamento será definida posteriormente. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (24), durante reunião da Comissão de Políticas e Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, quando foi discutida a prevenção de acidentes no setor, no último dia do 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), em São Luís (MA).

    Durante a reunião, os empresários deixaram claro que querem sair da incômoda situação de serem sempre apontados como integrantes de um setor recordista em acidentes de trabalho. É que, embora dados atualizados do Governo Federal apontem que o segmento atualmente está em 7º lugar no ranking das atividades econômicas com mais ocorrências, o senso comum continua a apontar a construção civil como a atividade mais perigosa para o trabalhador.

    O presidente da CPRT, Antonio Carlos Mendes Gomes, observou que a proposta de uma campanha chega em boa hora, num momento em que o setor está aquecido com a alta demanda de obras, o que pode elevar as estatísticas de acidentes. "É natural se deduzir que, se há mais obras, há mais pessoas trabalhando e, portanto, mais trabalhadores sujeitos a acidentes", observou.


    MOBILIZAÇÃO

    O objetivo geral da campanha é mobilizar todos os atores envolvidos direta e indiretamente na atividade para melhorar as condições de trabalho, garantir um ambiente seguro e reduzir o número de acidentes, principalmente com vítimas fatais. "Para isso, teremos que estimular todas as entidades patronais, laborais e do governo a participar", destacou o diretor do Seconci/SP, Yves Mifano.

    Durante a apresentação da proposta da campanha, foram repassados dados sobre o universo do setor da construção civil no Brasil, onde 92% das empresas são de micro e pequeno porte, com até 29 empregados. Os acidentes mais comuns são quedas de andaime, choque elétrico, soterramento e o trabalhador ser atingido por algum objeto.

    O presidente do Fórum dos Seconcis (Serviço Social da Indústria da Construção Civil), Francisco Virgílio Crestana, destacou que o empresário brasileiro tem desenvolvido várias campanhas, estimulado a adoção de práticas seguras e fornecido uso de equipamentos de segurança. "Não estamos saindo do zero. Há muito tempo os empresários vêm adotando e desenvolvendo programas de prevenção. Uma campanha serviria para potencializar, dar unidade a todo esse trabalho", opinou.

    A campanha deverá ser formatada nos próximos meses, com definição de data de lançamento, cronograma de implantação, metas e planos de ação.

     

    Fonte: CBIC
    27-10-2008 | 12:10
    Representantes do segmento em Mato Grosso afirmam que empreendimentos seguirão conforme planejado e esperam valorização dos preços

     

    O setor imobiliário de Mato Grosso não será abalado pela crise financeira internacional. Ao contrário, os empreendimentos em construção terão seus projetos executados normalmente e a previsão é que os preços até se elevem em função do aumento da demanda daqui a algum tempo, quando o "susto" passar. A avaliação é de representantes do segmento, que afirmam que em um primeiro momento, o mercado pode até ficar retraído, mas que a crise não influenciará negativamente no sistema habitacional.

     

    Para o diretor regional da Plaenge, Rogério Fabian Iwankiw, apesar de a crise ter se iniciado no setor imobiliário norte-americano, aqui no Brasil não haverá maiores reflexos devido a alguns fatores como linhas de crédito. Ele diz que aqui no Brasil o capital destinado é oriundo da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e que estas duas fontes registraram aumentos significativos de aplicação nos últimos quatro anos, o que não deve ter um freio tão brusco. "Não podemos fazer de conta que não está havendo crise lá fora. No momento nós "soltamos um pouco o pé o acelerador" e vamos focar nos empreendimentos que temos de entregar e que já foram lançados".

     

    Iwankiw explica que no segmento de incorporação de imóveis, ou seja, construção, é feito um planejamento que é executado ao longo de quatro anos. Ele abrange a compra do terreno, elaboração do projeto, lançamento, construção e entrega. Neste intervalo, imprevistos podem acontecer, mas deve-se fazer o possível para conseguir cumprir o cronograma. "Para se ter uma idéia, o volume de entregas feito em 2008 é decorrente do que aconteceu em 2005 e 2006, quando o Estado enfrentou uma crise no setor do agronegócio", relembra o diretor ao completar que este ano as vendas foram satisfatórias e as perspectivas continuam otimistas.

     

    Na opinião do presidente do Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi), Abdalla Derze, a crise pode afetar momentaneamente, mas não tende a gerar reflexos tão significativos. Ele pondera porém, que o setor imobiliário se torna sensível por causa das taxas de juros, que podem se elevar. Para os financiamentos de imóveis, a referência é a taxa básica de juros Selic, e como ela está sendo elevada a cada mês, pode haver um freio, mas nada que possa abalar demais o segmento.

     

    Derze afirma ainda que até setembro, as vendas foram 30% maiores que as registradas no mesmo período do ano passado. "A crise não vai ficar por um período muito longo. O momento é de cautela e as pessoas tendem a ficar preocupadas e preferem não arriscar", diz o presidente do Secovi ao acrescentar que assim como o setor imobiliário, outros como o automobilístico podem sentir uma retração nas vendas neste primeiro momento.

     

    Parceria- Uma parceria entre o Consórcio Nacional Embracon e a Nipocred, oferece mais uma facilidade na hora de adquirir um imóvel por meio de consórcio. Com 14 lojas em Mato Grosso, a Nipocred é mais uma opção na compra do imóvel tão desejado. O gerente de Parcerias Embracon, José Alves, afirma que o consórcio é o meio mais seguro de se investir em imóvel, pois é como se fosse uma poupança coletiva. "A pessoa investe e não paga juros, apenas uma taxa de administração e no final do plano, que pode ser de 25 a 150 meses, ele recebe o bem".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-10-2008 | 11:10
    A insegurança em relação aos caminhos da economia internacional nos próximos meses já força empresas do País a apertar os cintos como medida de cautela. Férias coletivas, redução de gastos, corte de produção e revisão dos investimentos são alguns dos sintomas da ressaca da crise. A revisão dos planos de investimentos costuma ser o mais simples e primeiro passo a ser tomado pelas companhias. Nas últimas semanas, foram vários os anúncios de aquisições adiadas e de projetos que serão revistos.

     

    A gigante do papel e celulose VCP suspendeu a compra da Aracruz, acertada meses antes. No setor imobiliário, a Cyrela desistiu da Agra. A produtora de cosméticos Natura também adiou um de seus planos de expansão: a entrada nos Estados Unidos. Esta semana, o vice-presidente de Finanças e Informações da empresa, David Uba, informou que a decisão foi tomada com base na situação atual da economia americana e não há data para retomada de planos. O medo do que está por vir não escolhe setores. Na semana passada, cerca de 2 mil trabalhadores da General Motors de São José dos Campos entraram em férias coletivas.

     

    A folga de 15 dias seria uma forma de reduzir os reflexos da crise nas exportações de 10% da montadora. A situação não foi diferente na unidade de São Caetano do Sul. Ali, em maio, 1,5 mil metalúrgicos haviam sido contratados para aumentar a produção. A redução de custos também tem estado na pauta de reunião das empresas. Na sexta-feira, a Vale admitiu que pode rever os planos para 2010. Em busca de um ajuste à nova realidade da demanda mundial, a segunda maior mineradora do planeta já iniciou a redução de produção em unidades menos lucrativas.

     

    Em Campinas, empresas de produção de componentes de alta tecnologia podem aderir às férias coletivas antecipadas aos funcionários.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-10-2008 | 11:10
    O cenário positivo este ano para o setor imobiliário não foi apenas de imóveis na planta, como é o caso da Plaenge. Imóveis já construídos e locação também registraram bom desempenho nos nove primeiros meses deste ano em relação ao ano passado e ainda pode render bons números este ano, mesmo em um cenário de crise e preocupação por parte de outros segmentos econômicos. Quem confirma é o sócio-diretor da imobiliária Know Hows, Thalles Sanches Monteiro de Oliveira.

     

    Segundo ele a crise existe e não pode ser ignorada, mas as restrições de crédito enfrentadas nos países não vão ser fatais para o segmento mato-grossense. "Um primeiro momento é de turbulência, o que é natural, mas daqui a uns quatro meses isso passa e as pessoas voltarão a investir em imóveis", diz ao afirma que por ser um investimento tradicional e que não oferece riscos, este é o mais utilizado principalmente em um cenário de recessão econômica.

     

    Para o diretor, a crise refletirá até mesmo na elevação dos preços, que também são influenciados pelo dólar, já que alguns insumos da construção civil são cotados pela moeda americana. Ele explica que o que aconteceu com o setor imobiliário americano foi decorrente do sistema que eles usaram na liberação do crédito aos consumidores. "Lá eles não têm tantas exigências como no Brasil. Aqui os empréstimos não são feitos tão facilmente, pois são colocados alguns critérios que devem ser seguidos antes da concessão do crédito".

     

    Oliveira informa ainda que de janeiro a setembro as vendas foram 30% maiores que as verificadas no mesmo período do ano passado e que a perspectiva continua sendo positiva. Ele acrescenta ainda que, se alguém tem a intenção de comprar um imóvel, o momento é agora, já que depois da crise a procura por ele deve aumentar, o que deve provocar o aumento nos preços. "O imóvel ainda é o investimento mais recomendado. Mesmo que a rentabilidade demore, não se perde".

     

    Interior- Em Colíder, o proprietário da imobiliária Monte Alegre diz que as vendas estão estáveis este mês em função da crise internacional, mas que as vendas foram maiores que as do ano passado entre os meses de janeiro e setembro. Ele considera que os imóveis urbanos estão depois do crescimento estão estáveis, mas o mais crítico é no setor rural. "Desde o ano passado não vendemos nada de rural. Ninguém está comprando terra e a situação está difícil".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-10-2008 | 11:10
    O volume de recursos liberados nos primeiros oito meses deste ano superaram em 35,7% todo o montante registrado em 2007. De janeiro a agosto de 2007 foram emprestados R$ 117,206 milhões contra R$ 86,369 milhões contabilizados nos 12 meses do ano passado. Os valores são destinados à aquisição e reforma de imóveis. Já na comparação com os oito meses do ano anterior, o incremento é de 107,3%, pois naquela época foram liberados R$ 56,524 milhões.

     

    Os dados são do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) que inclui recursos do Sistema Brasileiros de Poupança e Empréstimo (SBPE) e são disponibilizados pelo Banco Central do Brasil. Estratificando os números, o volume destinado à compra de imóveis foi de R$ 63,086 milhões este ano, contra R$ 41,385 milhões no ano passado, uma variação de 52,4% de um ano para outro. Já para a construção, a cifra passou de R$ 15,139 milhões no ano passado para R$ 54,120 milhões em 2008, uma expansão de 257,4%.

     

    Para o economista Vitor Galesso, a expansão considerável nas liberações para o setor habitacional é motivada pelo aquecimento da economia e da redução das taxas de juros e alongamentos dos prazos para os financiamentos habitacionais. Com a melhoria da renda das pessoas, elas buscam fazer investimentos mais longos e de valores maiores, como a compra ou reforma da casa própria. "Antigamente o dinheiro já existia, mas as condições dos financiamentos não era tão atraentes aos consumidores. Agora com grande volume de dinheiro nos bancos e condições para efetuar o pagamento por parte dos devedores, as instituições financeiras liberaram o montante".

     

    Uma demonstração do aquecimento do setor, conforme ele, é a falta do cimento que desde o ano passado vem se mostrando escasso em determinadas épocas do ano. Uma dica dada pelo economista é que com a crise internacional as pessoas analisem bem o cenários antes de fazer um investimentos como este, que é caracterizado por valores altos e longos prazos para pagamento. "Os reflexos da crise serão observados mais para o ano que vem, mas é necessário avaliar bem antes de entrar em um negócio como este. A não ser que sejam juros pré-fixados".(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-10-2008 | 11:10
    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai ajudar as empresas com problemas de liquidez por causa de operações com derivativos, segundo confirmou o presidente da instituição, Luciano Coutinho. Ele disse que algumas empresas já estão conversando sobre o assunto com o banco e o suporte será definido caso a caso.

     

    Sobre o pacote para a construção civil que vem sendo aguardado pelas empresas do setor, Coutinho disse que prossegue "em desenho" no Ministério da Fazenda. A alta do dólar gerou sérios problemas para empresas como Sadia e Aracruz, que chegaram a ser acusadas pelo presidente Lula de especulação contra a moeda brasileira.

     

    Coutinho se referiu a essas empresas como "um subconjunto" que apresenta "um problema pendente". E assegurou que essas dificuldades terão solução, com a ajuda de bancos privados e do próprio BNDES. "Posso assegurar que são problemas solucionáveis, que afetaram empresas exportadoras que podem equacionar isso junto ao setor bancário privado e terão, se necessário, o suporte do BNDES para que nenhum problema de liquidez inviabilize empresas de grande qualidade e potencial", afirmou.

     

    Ele acrescentou que esses problemas serão resolvidos via mercado e vão exigir um "trabalho intensivo" da empresas, que "terão a necessária cobertura" do BNDES. Em seguida ao pronunciamento, em entrevista, Coutinho preferiu não nomear quais empresas são parte desse "subconjunto". E adiantou que o suporte poderá se dar por meio de desembolsos do banco para financiamentos já aprovados ou com a alternativa de subscrição de debêntures. Além disso, segundo ele, o setor bancário privado também vai dar suporte a essas empresas. "Os bancos privados vão ajudar e o BNDES vai atuar de forma complementar", afirmou.

     

    No caso da ajuda esperada para a construção, ele admitiu que o BNDES deverá atuar na reestruturação das empresas e disse que, se optarem por fusões ou aquisições, poderão ter apoio da instituição. "Da nossa parte, podemos ajudar na reestruturação de empresas em consonância com o setor privado", afirmou. Indagado se haverá uma linha de crédito específica do banco para o setor, ele disse que ainda não é possível adiantar se haverá essa definição.

     

    Benção - Coutinho concentrou boa parte de sua palestra em argumentos visando mostrar que os fundamentos da economia brasileira levarão o País a atravessar a crise com alguma tranqüilidade, ainda que sejam inevitáveis os efeitos negativos sobre o crescimento econômico. Ele chegou a afirmar que alguns investimentos em infra-estrutura e industriais poderão vir a ser beneficiados com a crise, por causa da redução de custos de algumas matérias-primas. "Nesse ponto a recessão é uma bênção", afirmou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-10-2008 | 11:10
    A falta de crédito no cenário mundial tem levantado muitas dúvidas nos empresários brasileiros sobre o futuro da economia. Contudo, algumas medidas estão sendo tomadas para que a crise financeira não assole a economia do Brasil. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou, recentemente, uma das ações tomadas para fazer frente à escassez de crédito no mercado: a ampliação das linhas de financiamento à exportação.

     

    Esse e outros assuntos, como métodos de atuação, os programas e as formas de acesso ao crédito do BNDES serão apresentados na palestra "O BNDES Mais Perto de Você", dia 30 de outubro, em Cuiabá.

     

    O evento ocorrerá em parceria com a Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), que apóia a iniciativa de esclarecer aos empresários locais as formas de apoio financeiro, especialmente para micro, pequenas e médias empresas.

     

    "Em Mato Grosso, os financiamentos estão, basicamente, no setor agrícola, mas existem várias outras linhas que beneficiam as empresas, além de cartão de crédito para os clientes, que facilita as transações e oferece limites e taxas de juros atrativas", avalia o presidente em exercício do Sistema Fiemt, Jandir Milan.

     

    Nos primeiros oito meses deste ano, o agente financeiro liberou R$ 316,8 milhões via Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame) para o Estado, o que corresponde a 22,9% do total de R$ 1,378 bilhão emprestados no período. A série "O BNDES mais perto de você""realiza apresentações em todas as regiões do país, auxiliando empresários que planejam investir nos negócios. A palestra será ministrada pela equipe técnica do BNDES. Para participar, conhecer o programa e o cronograma das apresentações, acesse: http://www.bndes.gov.br/palestras/default.asp. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-10-2008 | 11:10
    O economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) Sérgio Mendonça previu que o ritmo de contratações e a abertura de novos postos de trabalho não se manterá no próximo ano por causa da crise econômica mundial. Segundo ele, a previsão "mais ou menos" segura é de que a economia brasileira vai crescer menos em 2009, "com diversos efeitos que devem culminar em um crescimento de 3,5%".

     

    "Esse ano é possível que nós tenhamos dois milhões de novos empregos formais, pelos dados do Ministério do Trabalho, mas dificilmente nós vamos repetir isso. Como se tem anualmente um grupo grande de pessoas que entra no mercado de trabalho, pode ser que o desemprego se estabilize e não continue caindo ou tenha até um ligeiro crescimento na hipótese de um cenário de crescimento de 3,5%", disse ao participar da palestra Crise Econômica e as Perspectivas para os Trabalhadores, organizada pela Força Sindical.

     

    O economista destacou os setores automobilístico, da construção civil e de exportação como os principais afetados pelo desemprego em função da crise mundial. "São setores que dependem do crédito e não vai haver ritmo (de empréstimos), até porque uma parte da população já comprou e está endividada por um período longo", disse.

     

    O professor de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) Francisco Fonseca avaliou que em um primeiro momento da crise os trabalhadores sairão perdendo, porque há tendência de diminuição das contratações e aumento de demissões em todos os setores. "Toda vez em que há uma crise no capitalismo, o primeiro que paga essa conta é o trabalhador. Isso é histórico".

     

    O presidente da Força Sindical no estado, Danilo Pereira da Silva, considerou que o momento é de diagnosticar o processo e fazer um trabalho articulado entre as centrais sindicais e levantar propostas para enfrentar a crise. "Mas não no sentido de que o trabalhador venha pagar mais uma vez e sim para que possa melhorar para que o emprego seja garantido e o país continue desenvolvendo como era a meta desse governo", disse.

     

    2008 - Levantamentos feitos pelo Ministério do trabalho e Emprego (MTE) mostram que este ano o país atinge repetidamente recordes na geração de vagas formais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-10-2008 | 11:10
    Estão abertas até o dia 31 deste mês as inscrições para a Pauta de Exposições na Galeria de Artes do Sesc Arsenal relativas ao próximo ano. O espaço abriga exposições de artes plásticas, performances, instalações e outras experimentações no campo das Artes Visuais. Possui uma área de 140m2, medindo 20 x 7m, com espaço climatizado que conta com dois monitores em sistema de revezamento. Está aberta à visitação de terça à sexta-feira das 14h às 21h, sábados, domingos e feriados das 16h às 20h, com entrada franca.

     

    Os artistas interessados deverão enviar suas propostas para serem avaliadas pela Comissão Técnica de Programação Cultural do Sesc. Para isso devem apresentar portfolio com projeto da exposição pretendida (ilustrado com fotografias coloridas das obras); documentação sobre a obra (catálogos, textos críticos ou impressos) e currículo.

     

    O material deverá ser entregue na secretaria do Sesc Arsenal ou enviados pelo correio até o dia 31 de outubro. Vale lembrar que o artista que já utilizou o espaço da Galeria de Artes com mostra individual ou coletiva deverá aguardar por um intervalo mínimo de dois anos para nova exposição.

     

    A seleção será feita por uma comissão especialmente designada para este fim composta por três integrantes. Ela irá analisar as propostas, definir quais atendem as exigências do edital e elaborar o cronograma de exposições no período compreendido entre abril de 2009 a março de 2010.

     

    No caso da seleção os artistas residentes em Cuiabá e Várzea Grande, deverão entregar suas obras pessoalmente ou por meio de representantes legais, ficando o mesmo responsável pela retirada do material ao fim da exposição.

     

    Já os artistas residentes fora dos municípios de Cuiabá e Várzea Grande poderão remeter suas obras via correio ou transportadoras, com embalagens adequadas, endereço para devolução e recibo de depósito ou pagamento do mesmo valor do envio, para que o Sesc possa reenviar as obras ao remetente.

     

    No caso de instalação ou trabalho de montagem complexa é necessário especificar informações de manuseio e montagem. A comercialização das obras será de responsabilidade direta do artista ou por quem for por ele designado legalmente.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-10-2008 | 11:10
    A Sociedade Brasileira de Dermatologia realiza, no próximo dia 8, a 10ª edição da Campanha Nacional de Prevenção do Câncer de Pele que tem como propósito, a longo prazo, diminuir o número de casos da doença no Brasil. Em Mato Grosso, cerca de 50 dermatologistas farão o atendimento em postos distribuídos em seis municípios: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Cáceres, Sinop, Tangará da Serra e Primavera do Leste.

    Segundo o dermatologista e coordenador da campanha, Roque Rafael de Oliveira Neto, o número de atendimento deverá ser maior do que na campanha do último ano (cerca de 300). Em todo o Brasil, foram mais de 30 mil atendimentos.

    Segundo Neto, desses atendimentos feitos na campanha no Estado, 65% eram mulheres e 35% homens. “Por uma tradição cultural, a mulher ainda é a que mais procura por orientação médica”, avalia.

    No dia da campanha, o objetivo conforme o coordenador, será realizar um diagnóstico precoce da população. Serão oferecidos exames completos da pele e orientações sobre os cuidados com a exposição solar, prevenção e descoberta da doença serão repassadas a todos os participantes.

    De acordo com o coordenador da campanha, a alta incidência do câncer de pele vem se mantendo devido à falta de cuidados dos adultos de hoje, durante a infância e a juventude. “A expectativa é de que esse quadro mude em cerca de 30 anos, quando os jovens, que atualmente se protegem do sol, estiverem com idade mais avançada, já que os efeitos nocivos do sol ocorrem de forma acumulativa”, avalia. (DC)

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    27-10-2008 | 11:10
    As empresas brasileiras com ações em Bolsa deverão destinar cerca de 70% de seus ganhos para cobrir despesas financeiras com juros e variação cambial no terceiro trimestre de 2008, segundo estudo da consultoria Economática, informa o repórter Toni Sciarretta, em matéria publicada na Folha (a reportagem está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL).

    Esse cenário poderá acarretar corte de custos e menos investimentos, o que comprometerá o crescimento econômico. Estima-se que as dívidas das empresas em moeda estrangeira estejam hoje na casa dos US$ 60 bilhões.

    Com a alta de 20% da moeda americana no terceiro trimestre, a expectativa é que as despesas com juros e câmbio batam facilmente em R$ 17,067 bilhões, montante que deve consumir 71% do lucro operacional das empresas abertas.

    A Economática analisou dados de 241 empresas, excluindo Vale e Petrobras, nos últimos nove trimestres.

    BNDES

    Na última sexta-feira, durante uma palestra no Rio de Janeiro, o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse que a instituição pretende ajudar empresas exportadoras que tiveram perdas com derivativos cambiais. Ele explicou que o processo está em discussão e será feito em conjunto com outros bancos.

    "É uma parte de empresas exportadoras, que tinham gestão financeira mais sofisticada que entraram nesse tipo de derivativo. É um conjunto limitado e é um processo que está em curso. A grande maioria está renegociando com a própria rede bancária condições para solucionar isso", afirmou.

    Coutinho explicou que o BNDES vai avaliar caso a caso e acrescentou que o setor bancário privado está disposto a refinanciar as perdas dessas empresas e "diluir isso na frente". "Uma vez que isso seja solucionado vai desaparecer um elemento de incerteza que tem travado um pouco o processo de concessão de crédito dentro do sistema bancário", completou.

    Empresas como Sadia, Aracruz e Votorantim anunciaram perdas na casa dos R$ 5 bilhões com as chamadas operações de "hedge" (proteção) cambial. O governo, porém, já estimou em torno de 200 as empresas que podem estar expostas a este tipo de ativo.

    Açúcar e álcool

    Neste sábado, o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, João Sampaio, afirmou que metade das usinas de álcool e açúcar que estavam previstas para entrar em funcionamento nesta safra no centro-sul do país teve seus projetos adiados ou o ritmo das obras desacelerado em razão da crise de crédito que atinge a economia.

    O secretário acredita que a onda de fusões e aquisições entre usinas em São Paulo deve ser ampliada nos próximos anos, como forma de sobrevivência das empresas.

    "Há uma tendência de as usinas pequenas serem incorporadas. Era um processo de consolidação que iria ocorrer nos próximos anos. Isso vai ser acelerado. Provavelmente, se a crise continuar por um período mais longo, algumas usinas farão a safra de maneira diferente, vão se buscar, se juntar", disse.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-10-2008 | 11:10
    Analistas de mercado reduziram mais uma vez a projeção para o crescimento da economia no próximo ano. A informação consta do Boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central com base em consulta a instituições financeiras sobre os principais indicadores da economia.

     

    A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009 passou de 3,35% para 3,10%, com registro de redução pela segunda semana consecutiva. Há quatro semanas, a projeção era de 3,55%.

     

    Essa estimativa reflete a expectativa de mercado de que o agravamento da crise financeira internacional em meados de setembro gere maiores efeitos no crescimento econômico brasileiro em 2009. Para este ano, os analistas fizeram um leve aumento na projeção, de 5,22% para 5,23%. Há quatro semanas, a estimativa era de 5,18%.

    A expectativa para o crescimento da produção industrial passou de 4,45% para 5,50% em 2008. Para o próximo ano, é mantida a projeção de 4%, há quatro semanas.

     

    Para este ano, os analistas projetam a dívida líquida do setor público em 40% do PIB, ante a expectativa anterior de 40,45%. Para 2009, a estimativa passou de 38,90% para 39%. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior é a confiança do investidor na capacidade de o Brasil honrar seus compromissos.

     

    A estimativa para o para o déficit de US$ 29 bilhões no saldo das transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior) em 2008 é mantida há três semanas, mas foi alterado o resultado negativo de 2009 de US$ 33,23 bilhões para US$ 33,20 bilhões.

     

    Quanto ao superávit comercial (saldo positivo das exportações menos as importações), a expectativa para 2008 foi mantida em US$ 24 bilhões. Para 2009, caiu de US$ 12,70 bilhões para US$ 12,50 bilhões. A projeção para o investimento estrangeiro direto neste ano é mantida, há cinco semanas, em US$ 35 bilhões e a expectativa para 2009, em US$ 30 bilhões, há quatro semanas.

     

    Fonte: Mídia News
    27-10-2008 | 11:10
    O mercado brasileiro espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) eleve em 0,25% da taxa básica de juro do País nesta semana.

     

    De acordo com pesquisa feita pelo próprio BC, divulgada nesta segunda-feira, os analistas consultados projetam que a taxa Selic será elevada para 14% na próxima quarta-feira. Para dezembro, a projeção é de um novo aumento de 0,25%. No levantamento anterior, a estimativa do mercado era que a Selic encerraria o ano em 14,50%.

     

    Para 2009 os cálculos mantêm a indicação de que o juro básico brasileiro estará em 13,50% em dezembro.

     

    Em termos de inflação, os analistas consultados elevaram suas projeções para a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2008 e 2009.

     

    Para este ano, a estimativa é de uma inflação de 6,29%, ante 6,23% na pesquisa anterior. Para o próximo ano, a projeção é de uma alta de 5% do IPCA, ante 4,90% no levantamento passado.

     

    Fonte: Mídia News
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