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Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    07-11-2008 | 11:11
     São Paulo - O setor da construção civil, que hoje emprega cerca de 2,2 milhões de trabalhadores no país, começou a demonstrar desaquecimento no mês de outubro, diante da crise internacional. Dados dos sindicatos patronais e de empregados mostram aumento nas demissões e contenção nos lançamentos de projetos novos.

    O Sindicato da Construção Civil de Grandes Estruturas no Estado de São Paulo reduziu sua expectativa de crescimento do setor, que era de 25% a 30% em 2008, para cerca de 15%. O sindicato patronal detectou ainda um decréscimo de cerca de 15% no número de interessados em comprar imóveis novos nos plantões de lançamentos. Para 2009, a estimativa é de pequeno crescimento do setor.

    “O que impactou é que alguns bancos acabaram elevando a taxa de juros do crédito imobiliário. Isso evidentemente atrapalha. Entendo que isso pode ser um fator mais pernicioso do que os efeitos da crise em si”, disse, em entrevista a Agência Brasil, o vice-presidente do Sindicato da Construção Civil de Grandes Estruturas no Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Flávio Prando.

    O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo já registra efeitos negativos da crise internacional e da diminuição de crédito no setor. Pesquisa monitorada pela Fundação Getulio Vargas indica que cerca de cem mil postos de trabalho da construção civil serão fechados até o final do ano. Em 2009, o setor deve deixar de contratar cerca de 175 mil empregados diante do quadro de crise.

    “Para se ter idéia, a quantidade de homologações [de demissões] era de 40 por dia no sindicato. Hoje, está em 150. Isso começou no final de outubro para cá. Havia 15 mil vagas abertas em setembro e não havia gente para colocar. Tanto é que em setembro nós empregamos 4.700 pessoas por aqui. Já em outubro e novembro há apenas 460 pedidos de contratação e para setores muito especializados”, afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), Antonio de Sousa Ramalho. De acordo com ele, os cortes no setor, até o momento, atingiram os profissionais mais qualificadas, como engenheiros, projetistas e mestres de obra.

    Para o consumidor final, o momento turbulento pode ser apropriado para a compra de um imóvel novo.  “O preço deve cair, já está caindo. Acho que quem está interessado em comprar imóvel deve fazer uma reflexão, dar uma seguradinha. E ver se não tem nenhum ajuste nos financiamentos,  principalmente nos juros”, diz  Ramalho.

    Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Simão, é muito difícil, na atual conjuntura, fazer um prognóstico sobre os preços. "Seguramente não haverá aumento, porque já vai haver uma queda da produção e é bem provável que haja uma estabilização de preços. Eu não acredito em queda de preços no momento. No futuro, dependendo da evolução dessa crise, vai depender muito da oferta e da procura”, pondera.

    O vice-presidente do SindusCon-SP discorda que o preços dos imóveis possa diminuir. Para ele, até um acréscimo é esperado. “Acho que os preços se mantêm ou, a rigor, podem até subir um pouco mais adiante, porque houve um acréscimo de custos durante este ano, que ainda não tinha sido repassado suficientemente para os preços finais”, disse. 

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    07-11-2008 | 11:11
    Tema foi destaque da reunião da Comat/CBIC durante o Enic. Limitador de carga em elevador em sistema de cremalheira sem células de carga foi o tema de destaque da reunião da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (Comat) da CBIC do dia 23 de outubro, por ocasião do 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic). O painel foi coordenado pelo presidente da Comat/CBIC, Sarkis Nabi Curi, e contou com a participação do engenheiro Antônio Bernardes de Oliveira Filho, da Titã - Indústria de Elevadores Ltda. O elevador de cremalheira Colosso 1000P é um equipamento destinado ao transporte vertical temporário de pessoas e cargas nas obras verticais de grande altura. Seu projeto foi fundamentado nos requisitos da norma regulamentadora NR-18 da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho e Emprego. Construído de acordo com o mais alto padrão de qualidade e segurança, pode ser utilizado na construção tradicional; na remodelagem de fachadas; restauração geral de prédios; em edifícios de estrutura metálica de grande altura, oferecendo aos seus usuários um transporte seguro, eficiente e econômico de pessoas e materiais. A facilidade de montagem e desmontagem por apenas duas pessoas, aliado à sua robustez e eficiência, torna o Colosso 1000P um equipamento insuperável na otimização e racionalização do trabalho nos edifícios de até 150m de altura, com capacidade de deslocamento de uma tonelada a 35 m/min.

     

     

    Fonte: CBIC
    07-11-2008 | 11:11
    As empresas terão mais R$ 15 bilhões em crédito para capital de giro e para as modalidades de pré-embarque nas vendas externas e de empréstimo-ponte, anunciou ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Desse total, R$ 10 bilhões sairão do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e serão destinados às médias e grandes companhias e R$ 5 bilhões do Banco do Brasil, para as pequenas e médias.

     

    No caso do BNDES, Mantega esclareceu que os recursos virão, em parte, da emissão de títulos pelo Tesouro Nacional, que os repassará ao banco. A outra parte virá da emissão de Certificados de Depósitos Interbancários (CDI) pelo BNDES. O ministro informou que o governo vai direcionar a redução do depósito compulsório dos bancos (dinheiro que eles são obrigados a recolher ao Banco Central) para que as instituições financeiras comprem esses papéis.

     

    Com os R$ 10 bilhões anunciados ontem, os recursos injetados no BNDES este ano já somam R$ 44,5 bilhões, segundo cálculo do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. No início do ano, o Tesouro foi autorizado a emprestar R$ 12,5 bilhões para o BNDES ampliar sua capacidade de financiamento; depois a instituição recebeu mais R$ 7 bilhões do Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS) para financiamentos de infra-estrutura. Em setembro, no início da crise, o Tesouro emitiu R$ 15 bilhões em títulos para o banco. Agora, foram mais R$ 10 bilhões.

     

    O presidente do Banco do Brasil, José Antonio Lima Neto, disse que a instituição ainda está "desenhando" a linha de crédito de R$ 5 bilhões para dar capital de giro às pequenas e médias empresas. Mas, segundo ele, esse dinheiro reforçará o caixa das empresas no fim do ano e no primeiro trimestre de 2009.

    PREVISÃO OTIMISTA

     

    O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse ontem que o crescimento do País deve ficar mais perto de 4% do que de 3,5% em 2009. "Não vamos deixar que o crescimento caia abaixo de um piso que comprometa a criação de emprego", disse Coutinho, em evento do Sinaprocim e do Sinprocim, sindicatos da indústria de produtos de cimento, em São Paulo.

     

    Segundo Coutinho, o banco tem um mapeamento do investimento no País que aponta para essa expansão, apesar da crise. 'Na infra-estrutura, será praticamente zero o cancelamento de projetos, pois são projetos de interessa da União ou dos Estados. É possível alguma postergação de investimentos para o comércio exterior.'

     

    Coutinho afirmou que o setor de habitação enfrenta um "ligeiro soluço" na demanda da classe alta, que teve perdas na bolsa e foi atingida pela crise. "Na classe média e na classe baixa, a demanda vai continuar firme."

     

    Fonte: NTC e logística
    07-11-2008 | 11:11
    Os resultados regionais da indústria confirmaram o bom desempenho do setor em setembro, ainda distante dos efeitos da crise. Houve aumento na produção, em comparação a igual mês do ano passado, em todos os 14 locais pesquisados pelo IBGE. A indústria de São Paulo prosseguiu como principal impacto positivo, em todas as bases de comparação.

     

    O economista da coordenação de indústria do IBGE André Macedo disse que as regiões que registraram as maiores altas na produção em setembro são também aquelas com maior destaque em segmentos que têm liderado a expansão industrial, como bens de capital e bens de consumo duráveis, sobretudo automóveis.

     

    Em análise divulgada ontem, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), observa que os dados permitem antecipar que os principais centros industriais, como São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul, poderão enfrentar problemas sérios de crescimento nos próximos meses. "O dinamismo da produção está marcado pelo desempenho dos setores de bens de capital e bens duráveis, notadamente pelos segmentos de máquinas e equipamentos e veículos automotores", diz o documento do Iedi.

     

    Estes segmentos, prevêem os técnicos do instituto, devem sentir de forma mais intensa a desaceleração, "seja pelo problema do crédito ou pela queda dos investimentos decorrente das expectativas francamente negativas dos empresários".

     

    Os destaques de expansão em setembro, comparativamente a igual mês do ano passado, com resultados acima da média nacional (9,8%) foram o Espírito Santo (16,5%), Rio Grande do Sul (15,7%), Paraná (14,4%), Amazonas (13,7%) e Bahia (10,9%). A indústria paulista cresceu abaixo da média (8,1%) nesse confronto mas, segundo Macedo, há uma elevada base de comparação do ano passado na região e, além disso, pelo peso de São Paulo - cerca de 40% da produção nacional - o Estado permanece como principal impacto no resultado nacional.

     

    São Paulo - Em São Paulo, na comparação com setembro do ano passado, 16 dos 20 setores contribuíram positivamente na formação da taxa global. Os principais destaques foram: veículos automotores (18,5%), máquinas e equipamentos (16,8%), farmacêutica (21,5%) e outros equipamentos de transporte (50,8%). Em sentido contrário, as pressões negativas mais importantes vieram de outros produtos químicos (-10,2%) e alimentos (-4%).

     

    Ainda em setembro, na comparação com agosto, a pesquisa mostrou que sete das 14 regiões registraram aumento na produção. Segundo Macedo, os locais que mostraram expansão são também aqueles com maior peso na produção nacional e, por isso, garantiram o crescimento de 1,7% na indústria nessa base de comparação, segundo divulgou o IBGE na terça-feira.

     

    Fonte: NTC e logística
    07-11-2008 | 11:11
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quinta-feira (6/11) que o Banco do Brasil vai abrir uma linha de crédito de R$ 5 bilhões para capital de giro de pequenas e médias empresas. Essa linha deve se juntar a outras iniciativas do governo para irrigar a economia durante a crise internacional de crédito.

    Mantega lembrou que o BB também irá utilizar outros R$ 4 bilhões para financiar as vendas de veículos junto aos bancos das montadoras.

    Além disso, o ministro anunciou o repasse de mais R$ 10 bilhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar o capital de giro de empresas, para empréstimos-ponte e para a linha de exportação pré-embarque.

    Tributos

    Durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o ministro anunciou que irá acelerar a devolução de créditos tributários para as empresas e confirmou a ampliação no prazo do recolhimento de impostos em dez dias.

    Ele confirmou hoje que as empresas terão mais dez dias para recolher os impostos federais e, dessa forma, ficarão mais tempo com dinheiro em caixa. Ele também anunciou mais crédito a exportadores e ao setor automobilístico e que irá acelerar a devolução de créditos tributários para as empresas.

    O pagamento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) será adiado do dia 15 para o dia 25 de cada mês. O PIS/Cofins, do dia 20 para 25. O IR (Imposto de Renda) recolhido na fonte e a contribuição para a Previdência passam a ser pagos não mais no dia 10, mas no dia 20 do mês.

    "Nós vamos postergar as datas de pagamento de alguns tributos. Estamos fazendo algo que não é muito grande, porque senão impacta as contas públicas", afirmou Mantega. "É um alívio para as empresas que terão dez dias a mais de capital de giro para pagar as suas contas." Em relação ao crédito tributário, o ministro disse que vai montar um "mutirão" para agilizar a liberação. "Isso também vai gerar um bom capital de giro para as empresas."

     

    Fonte: Mídia News
    07-11-2008 | 11:11
    A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou ontem uma alteração no fuso horário válido para os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

     

    A mudança, prevista no Projeto de Lei 3403/08, deixa os dois estados no segundo fuso brasileiro, caracterizado pela hora de Greenwich "menos três horas", que compreende todo o litoral do País, o Distrito Federal e vários estados do interior. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul passarão a ter, portanto, a mesma hora de Brasília.

    A relatora da matéria na comissão, deputada Luiza Erundina (PSB-SP), observou que a diferença de uma hora em relação ao horário de Brasília, de acordo com a Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul, causa prejuízos à atividade industrial, que perde duas horas de trabalho por dia.

     

    Além disso, ressaltou Erundina, o deputado Wellington Fagundes (PR-MT), autor da proposta, alega que a diferença de fuso gera gastos às emissoras de televisão, que precisam ajustar a sua programação para transmitir os programas no horário recomendado pelo Ministério da Justiça. "As emissoras têm que gravar os programas impróprios para menores, para que sejam transmitidos exatamente no horário adequado para a região", disse.

    A proposta altera o Decreto 2.784/13. Atualmente, o terceiro fuso, caracterizado pela hora de Greenwich "menos quatro horas", compreende Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Rondônia, Roraima e Acre.

    Tramitação

     

    O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

     

    Fonte: Mídia News
    07-11-2008 | 11:11
    Os senadores e governadores do Centro-Oeste farão esforço concentrado, nos próximos 15 dias, junto ao Governo Federal, para garantir recursos na ordem de R$ 500 milhões, a fim de criar o Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste, que será administrado por uma instituição financeira não bancária (Agência de Fomento do Centro-Oeste), também a ser criada.
    A Agência de Fomento, que receberá o nome fantasia de Banco de Desenvolvimento do Centro-Oeste, também fará a gestão dos recursos do Fundo do Centro-Oeste (FCO). Tanto o FCO quanto a Agência de Fomento destinarão recursos ao desenvolvimento dos Estados, seguindo políticas públicas que serão implementadas com a instalação da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).

    Este foi um dos grandes temas discutidos nesta quinta-feira (06.11) na reunião de secretários de Fazenda do Centro-Oeste com a bancada de senadores da mesma região, ocorrida no gabinete do senador Valter Pereira (PMDB-MS), em Brasília (DF).

    A reunião foi conduzida pela senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado e relatora do Projeto de Lei Complementar (PLC) 119/2006, de recriação da Sudeco. O convite ao secretário de Fazenda de Mato Grosso, Eder Moraes, foi feito pelo senador Jayme Campos (DEM-MT).

    Para o senador Jayme Campos, a criação desses organismos promove o desenvolvimento regional e também valoriza “a nossa Agência de Fomento [MT Fomento], criada pelo governador Blairo Maggi. O momento é de união de forças pelo desenvolvimento de Mato Grosso”, disse.

    Segundo o secretário de Fazenda, Eder Moraes, a criação da Sudeco já está em andamento no Congresso Nacional, por meio do Projeto de Lei Complementar (PLC) 119/2006. “O Fundo de Desenvolvimento e a Agência de Fomento do Centro-Oeste dependem de ação política dos governadores junto ao Governo Federal, já que os senadores da região estão empenhados neste assunto”, disse.

    Aproveitando a ocasião, com a presença maciça dos senadores, o secretário Eder Moraes expôs o outro grande tema da reunião, sobre a dívida pública dos Estados do Centro-Oeste, especialmente de Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul. Ele sugeriu uma ação conjunta, reivindicando ações no sentido de substituição do indexador de IGP-DI para IPCA, e ainda avaliar a suspensão do pagamento dos juros e encargos da dívida para o ano de 2009 e 2010, mantendo o pagamento do principal.

    Somente este ano, exemplificou o secretário, Mato Grosso desembolsará R$ 270 milhões de principal e R$ 440 milhões de juros e encargos. Em 2009 e 2010 prevê-se aproximadamente R$ 530 milhões de principal e R$ 1 bilhão de juros e encargos. “Estaríamos promovendo o desenvolvimento regional por meio de injeção de recursos na economia do Estado e na geração de emprego e renda”, afirmou. Ainda na reunião, ficou acertado, por solicitação do secretário Eder Moraes, a reativação do Fórum de Secretários de Fazenda do Centro-Oeste.

    Participaram da reunião os senadores Jayme Campos (DEM-MT), Gilberto Goellner (DEM-MT), Adelmir Santana (DEM-DF) e Cristovam Buarque (PDT-DF), o deputado federal Eliene Lima (PP-MT), os secretários de Fazenda, Jorcelino Braga (GO) e Valdivino Oliveira (DF), o procurador-geral do Estado, João Virgílio do Nascimento Sobrinho, e o assessor especial da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, Vivaldo Lopes, entre outros.

     

     

    Fonte: Mídia News
    07-11-2008 | 11:11
    A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez hoje uma explanação dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que vêm sendo mantidos pelo governo, para mostrar que esse é o grande diferencial do Brasil nesse momento de enfrentamento da crise financeira internacional. Segundo ela, em outras crises financeiras, os governos entraram em situação de "extrema fragilidade", tendo que recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI).

    "O contágio daquelas crises se propagava rapidamente, a dívida externa era denominada em dólar, havia crise fiscal. Além disso, os acordos do Brasil com o FMI levavam à adoção de políticas que reduziam os investimentos. Com isso, o governo era parte do problema e não da solução", disse a ministra, durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o "Conselhão", no Palácio do Planalto.

    Agora, segundo a ministra, com as atuações do governo, do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, "passamos a ser parte da solução". "É um processo que não desmonta todo o crescimento alcançado".

    "Por isso, que somadas a todas as medidas macroeconômicas, a continuidade da execução do PAC representa grande diferencial na forma como enfrentamos a crise. O PAC mantém o patamar de investimentos e a questão do desafio do crescimento na ordem do dia", acrescentou a ministra.


    Círculo virtuoso


    A ministra da Casa Civil destacou que o PAC permitiu a retomada das condições de investimento no Brasil, com a retomada do crédito e da parceria público-privada. "O PAC criou um círculo virtuoso, que hoje é fundamental para as condições de posicionamento do Brasil na saída dessa crise", disse.


    Dilma disse que o PAC permite que "nós continuemos certos de que o Brasil entrou num ciclo de crescimento". Para a ministra, o programa constrói o ambiente para o País crescer e aumenta a confiança da sociedade no Brasil. "O PAC assegura a condição para manutenção da continuidade do ciclo de crescimento do País", enfatizou a ministra, destacando que o programa não tem sofrido cortes.


    Segundo Dilma, o PAC assegura o crédito de longo prazo e o "governo está atento a construir a ponte financeira necessária para atravessarmos esse momento" de crise internacional.

     

    Fonte: Olhar Direto
    07-11-2008 | 11:11
    A fusão Itaú-Unibanco, além de gerar o maior banco brasileiro, superando até o oficial Banco do Brasil, que luta internamente para se safar das ingerências político-governamentais, deflagrou o saudável processo de modernização no setor financeiro. Outras instituições já se preparam para reagir à meganegociação dos Setubal e Moreira Salles, para também continuarem competitivas. E fazem isso diante dos bancos internacionais que já chegaram ao mercado local.

     

    O processo - que deverá se estender também a outros setores da economia - segue a uma tendência mundial e demonstra a maturidade do empresariado nacional que, mesmo diante da crise mundial anunciada em prosa e verso e explicitada no comportamento do câmbio e das bolsas de valores, ousa empreender e modernizar seus negócios. Espera-se que o governo, cuja participação mais significativa na economia tem sido a cobrança de altos impostos e a prática de uma política de juros elevados, faça pelo menos a sua parte e conduza a política econômica oficial de forma a apoiar a iniciativa privada e a deixá-la trabalhar e cumprir sua vocação de alavancagem ao desenvolvimento nacional.

     

    Com todas as dificuldades e incertezas econômicas pré e pós-Real, o empresariado brasileiro nunca deixou de investir e fortalecer seus negócios. Desde a abolição da escravatura, há 130 anos, passando pela profissionalização da agricultura, instalação da indústria extrativista, de bens de consumo e de alta tecnologia, podemos identificar uma grande caminhada em que os brasileiros conseguiram inserir nosso país no mercado internacional. Hoje temos as mais importantes construtoras atuando mundo afora, a indústria automobilística que disputa mercado com os tradicionais centros do ramo, a grande e controversa indústria energética (petróleo, etanol e biodiesel) e os nossos empresários do setor financeiro preparam-se para a grande arrancada internacional, movidos pelas oportunidades da globalização.

     

    É comum dizer que o Brasil caminha para um grande futuro, independentemente de quem esteja no governo. A prática e o desencanto gerado por atitudes dos governantes e seus circundantes muitas vezes levam a esse raciocínio pessimista. A classe política precisa adotar medidas concretas para provar que essa "verdade popular" não chega a ser uma verdade.

     

    Se, de um lado, temos uma importante economia gerada e administrada pelo mundo dos negócios, é bem verdade que possuímos uma dívida social astronômica com a própria população. Um país com todo esse desempenho econômico não pode continuar assistindo passivamente a seus cidadãos morrerem sem atendimento nas portas dos hospitais, escolares diplomados sem saber ler e escrever, o desemprego em altos níveis e a segurança pública perdendo terreno para o crime organizado.

     

    Precisamos encontrar um meio de, também, fundir a competência e as virtudes do meio empresarial com a inoperância e a falta de ação do setor público para, dessa fusão, se possível, sacar a grande nação que sempre sonhamos.

     

    Dirceu Cardoso Gonçalves é tenente do e diretor da Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo. E-mail: aspomilpm@terra.com.br

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    07-11-2008 | 11:11
    A ExpoBrasil 2008 abre os seus trabalhos sob o signo da crise da globalização. Entre incredulidade de uns e pânico de outros, um sistema desmorona. Um ministro chinês comenta que "os professores têm alguns problemas". Em Wall St., populares ostentam um apelo significativo para os que lembram de 1929, quando executivos se suicidavam lançando-se do alto dos prédios: portam cartazes exortando-os a pular. Torna-se óbvio que estamos frente a um Bretton Woods II, ou seja, frente à reformulação geral do sistema planetário de regulação econômica e financeira.

     

    O epicentro da crise está sem dúvida nos Estados Unidos. O governo tem uma dívida de 10 trilhões de dólares, resultado previsível de uma direita que quis ao mesmo tempo reduzir os impostos e abrir frentes de guerra. O país importa quase um trilhão a mais do que exporta, ou seja, vive do consumo de bens produzidos em outros países, acumulando um gigantesco déficit de balança comercial. A população, que ostenta uma média de 8 cartões por pessoa, gasta 36% da sua renda com juros, e está atolada. Este é o pano de fundo sobre o qual as grandes instituições de intermediação financeira se permitem lançar movimentos especulativos com dinheiro que não possuem. Não é, como bem escreve Herman Daly, falta de liquidez, é excesso de liquidez podre, sem nenhuma base de economia real.

     

    Porque isso é importante para o desenvolvimento local? Simplesmente porque já não há ilhas no planeta (salvo, é claro, os paraísos fiscais), e todos iremos sofrer as consequências. Em rodadas de discussões que temos tido com os novos prefeitos eleitos, a preocupação com a situação financeira internacional apareceu regularmente. Há municípios profundamente dependentes de um só produto de exportação: é natural que se preocupem, pois a desorganização financeira mundial está desorganizando as próprias atividades produtivas, reduzindo a dinâmica das exportações. É o momento sem dúvida de buscar diversificar o perfil de produção.

     

    Mas a crise que ameaça os processos produtivos em muitos municípios também se dá no contexto dos quase seis anos de governo Lula, em que houve um amplo esforço de ampliação do mercado interno. As contas são simples: O aumento de empregos foi da ordem de 10 milhões, o poder de compra do salário mínimo subiu mais de 30%, o que atinge dezenas de milhões de pessoas com baixos salários, e cerca de 16 milhões de pequenas aposentadorias reajustadas pelo mínimo. Quase 95% dos reajustes salariais têm sido acima da inflação, representando ganhos reais. Somem-se 45 milhões de pessoas no programa Bolsa Família, e os recentes dados da Pnad sobre a migração de milhões de pessoas das classes D e E para a classe C ficam perfeitamente compreensíveis. Em outros termos, houve uma "interiorização" do processo de desenvolvimento, o que reduziu fortemente a vulnerabilidade externa.

     

    O desenvolvimento local tem de buscar assim transformar a crise em oportunidade, conforme me sugeria recentemente Ignacy Sachs. A forma mais evidente de se escapar das turbulências externas, é aproveitar a tendência de expansão do mercado interno. O Brasil, com a imensa concentração de renda herdada, apesar dos avanços recentes, tem um grande horizonte de consumo reprimido, e se trata de bens cuja tecnologia dominamos, e temos capacidade instalada (e ociosidade) suficientes para responder rapidamente a esta demanda. E com o volume do crédito no país em torno de 39% do PIB, temos muito espaço para expansão, tanto por volume como por redução dos juros médios ao tomador, hoje escandalosos.

     

    O que isto implica para o desenvolvimento local, portanto, é aproveitar a onda das políticas governamentais de um lado inclusive com o potencial que representa o recente programa Territórios da Cidadania e a ameaça da crise por outro, para buscar uma dinâmica de desenvolvimento cujo eixo é bastante evidente: expandir as políticas distributivas, aprofundar o mercado interno, permitindo que as pessoas da base da pirâmide tenham acesso a bens que lhes são necessários, e dinamizando ao mesmo tempo a conjuntura para ajudar as empresas. As soluções do global nem sempre estão lá em cima.

     

    Ladislau Dowbor é doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e

    Estatística de Varsóvia, professor titular da PUC de São Paulo e consultor de diversas agências das Nações Unidas

     

    Fonte: Gazeta Digital
    07-11-2008 | 11:11
    A ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de outubro, divulgada nesta quinta-feira, afirma que os diretores do Banco Central (BC) entendem que "a consolidação de condições financeiras mais restritivas poderia ampliar os efeitos da política monetária sobre a demanda e, ao longo do tempo, sobre a inflação."

     

    No encontro que aconteceu no dia 28 e 29 de outubro, o comitê decidiu, por unanimidade, interromper o ciclo de aperto monetário, mantendo os juros básicos em 13,75% ao ano.

     

    No mesmo trecho do documento, os membros do Copom sinalizam que a volta do aperto monetário não está descartada, ao defenderem que a política monetária deve atuar "na medida em que o balanço de riscos para a dinâmica inflacionária assim o requerer, por meio do ajuste da taxa básica de juros, ainda que não necessariamente de forma contínua."

     

    No texto, os diretores afirmam que a atuação da autoridade monetária ainda pode ser necessária para reduzir eventuais descompassos entre demanda e oferta e para evitar que pressões isoladas sobre os índices de preços levem à deterioração das expectativas para a inflação.

     

    Os diretores declaram que, diante dos sinais de aquecimento da economia, no que se refere ao mercado de trabalho, utilização da capacidade da indústria e expectativas de inflação, "continuam sendo relevantes os riscos para a concretização de um cenário inflacionário benigno, no qual o IPCA voltaria a evoluir de forma consistente com a trajetória das metas. Nesse trecho, os diretores admitem que o cenário desfavorável para a inflação ainda se manifesta nas projeções do mercado.

     

    Como nos documentos anteriores, o texto reafirma que "a persistência de descompasso importante entre o ritmo de expansão da demanda e da oferta agregada continua representando risco para a dinâmica inflacionária."

     

    O texto diz ainda que a trajetória esperada dos gastos domésticos em consumo e investimentos tornou-se mais incerta.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11

    O custo médio da construção civil em Mato Grosso registrou alta de 12,1% em outubro deste ano na comparação com a igual intervalo do ano passado. No mês passado, o valor cobrado pelo metro quadrado era de R$ 645,16 ante os R$ 575,39 do décimo mês de 2007. No Brasil, o reajuste foi de 11,5%. No ano passado foram cobrados R$ 598,27 (pelo metro quadrado) e este ano subiu para R$ 667,21. Os custos na construção vem registrando alta ao longo do ano, motivado pelo incremento no preço de alguns produtos, como cimento e aço.Em percentual, a elevação verificada no Estado foi maior que a praticada na região

     

    Centro-Oeste e superior até mesmo à variação valor nacional. Porém, em valor monetário, o maior preço cobrado no mês passado foi no Distrito Federal, onde o metro quadrado teve um custo de R$ 690,92 o que equivale a um aumento de 11% em relação aos R$ 622,42 do ano anterior. Os dados fazem parte Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) e foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

     

    O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon-MT), Luiz Carlos Richter Fernandes, afirma que ao longo deste ano os preços da construção civil foram majorados. Segundo ele, o principal fator para o incremento foi o boom da construção no país, que necessitou de mais produtos e a oferta que não era suficiente para atender a demanda. "Alguns produtos subiram mais que os outros, mas tudo foi em função do crescimento da construção, o que gerou impacto nos custos", diz o presidente ao considerar que até o final do ano é que os preços não sofram nova alta, já que não há indicativo para elevação.

     

    Já o presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção de Mato Grosso (Acomac-MT), Wenceslau Souza Júnior, afirma que vários produtos sofreram reajuste este ano, sendo que o aço teve o maior percentual de aumento, chegando a 58%. Além deste, outros como o cimento e a cerâmica (tijolos e telhas) tiveram o preço aumentado em 30% em relação ao ano passado. Na avaliação dele, todos estes fatores fizeram com que os custos da construção fossem elevados. "Os itens produzidos no Estado, como a cerâmica foram elevados por causa do aumento no frete, que foi acarretado pela alta no preço do diesel".

     

    Fernandes acrescenta ainda que os preços devem permanecer estáveis e até mesmo reduzir até o final de 2008 e explica que a possibilidade está pautada no período chuvoso, o que conforme ele naturalmente reduz o ritmo da construção civil. Outro motivo apontado por ele é a crise financeira internacional, que foi como "um balde de água fria no segmento" que estava com ritmo acelerado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11
    Considerado como um dos vilões da cesta básica da construção, o aço foi o produto que mais assustou os consumidores ao longo dos 10 primeiros meses deste ano. O presidente da Acomac, Wenceslau Souza Júnior, afirma que a expectativa é que em 2009 o preço se estabilize e até mesmo reduza em função da retração nas exportações, que ocasionada pela crise financeira mundial que se alastrou pelo mundo. "Esperamos uma estabilidade, mas ela só deve vir a partir de janeiro e o que era destinado ao mercado externo tende a ficar no país, provocando uma

    baixa nos preços".

     

    Contrário à previsão da associação, o presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Metal Mecânica de Mato Grosso (Sindimec-MT), Fernando Kuzai, afirma que a tendência não é que os preços registrem queda, já que a exploração e comercialização do produto no Brasil é controlado por duas grandes empresas. Com isso, segundo ele, não há competitividade nos preços e por isso os valores não sofrem alteração, independentemente da oferta e demanda pela mercadoria.

     

    "Vivemos em um país em que há um monopólio para produção e venda do aço E mesmo que a demanda seja reduzida não haverá baixa nos preços", diz o presidente ao afirmar que o percentual de elevação registrado este ano chegou a 60% em relação ao ano passado. A elevação não foi feita de uma só vez, mas de forma gradativa ao longo dos 10 meses de 2008.

     

    Souza Júnior considera ainda que não é somente a barra de aço propriamente dita que teve elevação nos preços. Ele diz que os derivados, como esquadrias metálicas (portas e janelas), ferramentas e outros subprodutos aumentaram, gerando incremento nos custos da construção, mas que isso não vai impedir as pessoas de concluírem os projetos já em andamento este ano. (FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11
    O aumento no custo da construção civil em Mato Grosso foi motivado também pela valorização da mão-de-obra. Apesar de não saber revelar a proporção em que ela ocorre no custo total, o presidente do Sinduscon-MT, Luiz Carlos Richter Fernandes, afirma que o valor cobrado pelo trabalhador também está embutido no preço do metro quadrado. Ele explica que a elevação na cifra cobrada chega a 30% este ano em relação ao ano passado, e diz que está relacionada à oferta de mão-de-obra no mercado.

     

    Para o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial em Mato Grosso (Senai-MT), Gilberto Figueiredo, o valor cobrado aumentou porque os trabalhadores passaram a valorizar a qualificação profissional que estão recebendo. "É uma consequência do investimento feito em cursos, pois agrega-se valor à mão-de-obra", diz o diretor ao completar que a Escola Senai da Construção, por exemplo, já formou em todo o Estado cerca de 6,5 mil pessoas este ano nas mais diversas áreas.

     

    Entre os cursos oferecidos estão de pintor, armador de ferros, carpinteiro, aplicador de revestimento cerâmico, assentador de blocos, instalador hidráulico e pedreiro. Figueiredo afirma que muitas pessoas que fazem os cursos oferecidos pela instituição recebem a qualificação pela primeira vez para então ir para o mercado de trabalho buscar uma vaga. Mesmo assim, ele destaca que 80% dos trabalhadores formados começam a trabalhar como autônomos, oferecendo a nova profissão aos moradores do bairro onde mora e até mesmo como prestador de serviço a construtoras. "Antes de trabalhar formalmente, o trabalhador avalia quanto vai entrar no bolso dele e se neste cálculo ele considerar que ganhará mais como autônomo, por um período ele trabalhará por conta própria. O profissional qualificado é melhor remunerado". Até o final do ano, o Senai deve qualificar 9 mil pessoas pela Escola da Construção. Para 2009, a perspectiva é de manter o ritmo.(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11
    O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MT) espera reunir 7 mil pessoas na sétima edição da Expo Brasil Desenvolvimento Local, que será realizada em Cuiabá entre os dias 12 e 14 de novembro. Até ontem já haviam sido recebidas 2,068 mil inscrições via internet. Qualquer pessoa pode participar e a inscrição é gratuita.

     

    O evento acontece no Centro de Eventos do Pantanal e vai reunir representantes de 13 países. Serão 100 estandes, haverá mostra tecnológica social com soluções práticas de baixo custo, artesanato de Mato Grosso, de outros estados do Centro Oeste e ainda de cinco países da América Latina.

     

    Segundo a diretora do Sebrae-MT, Eneida Maria de Oliveira, o objetivo principal não é somente promover as mostras, mas sim possibilitar a troca de experiências. O evento inclui feira, conferência, palestras e oficinas. A intenção da Expo Brasil é apresentar projetos na área de desenvolvimento sustentável.

     

    Conforme o gerente da carteira de agronegócio do Sebrae nacional, Juarez de Paula, a Expo Brasil surgiu em 2002, a partir de uma experiência de moradores de território que se organizaram para reconhecer potencialidades e criar projetos para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A experiência se alastrou pelo país por meio da Expo Brasil.

     

    Paula cita como exemplo um caso que será apresentado no evento, da cooperativa Cooperagrepa, composta por pequenos agricultores, situada na região amazônica de Mato Grosso, que engloba 10 municípios. "A cooperativa, que produz alimentos orgânicos, vai mostrar que é possível a agricultura sem agressão ao meio ambiente. É isso que queremos passar, o desenvolvimento sustentável".

     

    Escolha - O gerente da carteira de agronegócio do Sebrae nacional frisa que, ao escolher Mato Grosso para esta edição da Expo Brasi,l a entidade quis dar destaque à sustentabilidade ambiental em um Estado que tem os três biomas, cerrado, Pantanal e Amazônia.

     

    O superintendente do Sebrae-MT, José Guilherme, aponta que Mato Grosso tem inúmeros exemplos de desenvolvimento sustentável, mas que ainda é preciso trabalhar na construção de novos modelos.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11
    O faturamento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos teve alta de 15,7% em setembro ante agosto, com saldo de R$ 7,94 bilhões, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). De janeiro a setembro, o setor faturou R$ 57,93 bilhões, um crescimento de 27,6% sobre os nove primeiros meses de 2007.

     

    Ao longo do ano, a indústria manteve uma média de 25% de alta em seu faturamento. Os segmentos que mais cresceram no período foram máquinas agrícolas (48,7%), bombas e motobombas (35,2%) e bens sob encomenda (27,6%). As maiores quedas foram verificadas no faturamento de máquinas têxteis (-25,2%) e de máquinas gráficas (-26,2%).

     

    As exportações de máquinas e equipamentos aumentaram 89,5% em setembro ante agosto, para US$ 1,863 bilhões. Esse resultado está fortemente relacionado à exportação de uma plataforma de exploração de petróleo FICTA no mês de setembro, para os Estados Unidos, no valor de US$ 862 milhões.

     

    Sem essa plataforma, a exportação teria crescido apenas 1,87% sobre agosto. De janeiro a setembro, as vendas externas da indústria aumentaram 17,9% para US$ 9,3 bilhões. Ao longo do ano, as exportações têm crescido numa média de 15%.

     

    Embora o faturamento e as exportações da indústria de bens de capital ainda não tenham sofrido qualquer impacto da crise do sistema financeiro internacional até setembro, as importações já mostraram um recuo de 9,3% ante agosto, para US$ 2 bilhões.

     

    De acordo com a Abimaq, o setor trabalhou com um dólar valendo, em média, R$ 1,97 em setembro, bem superior aos valores de agosto (R$ 1,61) e de julho (R$ 1,9). Ainda assim, de janeiro a setembro, as importações acumulam alta de 48,5% para US$ 16,5 bilhões.

     

    O consumo aparente (produção + importação - exportação) de máquinas e equipamentos teve diminuição de 7,3% em setembro ante agosto, para R$ 8,3 bilhões. De janeiro a setembro, o crescimento é de 34,9%, para R$ 69,9 bilhões.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11

    O Banco Central divulgou alerta ao público sobre envio de e-mails falsos, atribuídos à instituição, por meio dos quais clientes são induzidos a preencher cadastros, copiar arquivos ou executar outros procedimentos. Essas operações fraudulentas executadas por hackers objetivam colher dados do cidadão para movimentação de contas por falsários ou para o uso de dados para outras finalidades ilegais.
     

    Esclarecimento

    O BC esclarece que não envia mensagens de correio eletrônico diretamente a correntistas e usuários do sistema financeiro nacional, exceto em resposta a consultas específicas pedidas por clientes do sistema. As mensagens enviadas pela internet, segundo o comunicado do Banco Central, vêm com a logomarca da instituição e convida os clientes a atualizar um suposto sistema de segurança, por meio de um link inserido no texto.


    Contato

     

    Quaisquer dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 0800 9792345 ou pela seção de atendimento ao cidadão disponível no site do Banco Central.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11

    Era para ser uma mostra de filmes andinos mas, por causa de problemas técnicos com algumas fitas, virou uma mostra de filmes latino-americanos. Com isso, a programação, preparada pelo Sesc Arsenal e que será apresentada de hoje até o dia 29 de novembro, não ficou menos interessante. Na verdade, ficou mais abrangente. Estavam previstas só produções bolivianas e peruanas e, agora, o público terá a oportunidade de ver também representantes da sétima arte argentina.

     

    Entre os trabalhos estão alguns clássicos da história do cinema sul-americano das últimas duas décadas, como Plata Quemada (Marcelo Piñeyro), O Filho da Noiva (Juan José Campanella) e Pantaleão e as Visitadoras (Francisco José Lombardi). Só por estes filmes, já se percebe que a mostra oferece uma visão plural sobre a produção fílmica do continente, em que estilos, temas e gêneros bem diferentes são colocados lado-a-lado. Unindo-os está uma forma bem própria de fazer cinema dos latinos.

     

    A técnica de Cinema do Sesc Arsenal Juliana Curvo explica que a mostra está sendo realizada em parceria com o Consulado da Bolívia. O objetivo é fazer um apanhado do cinema feito pelos nossos vizinhos, e que praticamente não conhecemos. Ela lembra que, à exceção da Argentina, todos eles têm como característica uma pequena produção de filmes, que se divide entre algumas poucas mais comerciais e outras custeadas pelo governo. A Argentina é, sem dúvida, a que tem os diretores mais afamados e a mostra contempla premiados internacionalmente, mas que ainda são pouco conhecidos fora das rodas de cinéfilos.

     

    A programação será aberta hoje com um representante boliviano, Os Andes não Crêem em Deus (2007), de Antonio Eguino - diretor que ajudou a fundar o Conselho Nacional de Cinema da Bolívia e a organizar o setor no país. Juliana ressalta que se trata de uma grande produção que mostra fatos históricos representativos de uma época.

     

    O filme é ambientado nos anos 1920 e mostra a chegada do trem internacional a Uyuni, povoado repleto de aventureiros em busca de metais preciosos. É um lugar de estranho magnetismo, carregado de euforia coletiva, para onde convergem cinco personagens, Alfonso, Adolfo, Clota, Genaro e Joaquin, que se envolvem em um jogo de paixões e frustrações. A produção integrou o 3º Festival de Cinema Latino-americano de São Paulo, realizado em junho deste ano, no Memorial da América Latina.

     

    Outro filme boliviano do evento é Meu Sócio (Mi Socio - 1982), considerado uma obra prima de Paolo Agazzi. É um filme bem menos pomposo, mas tocante. O cineasta, que na realidade é italiano, conta a história de Vito, um motorista de caminhão, e Kolla, um engraxate. Duas pessoas que, por obra do destino, se reúnem em uma longa viagem, indo de leste para oeste na Bolívia em um velho caminhão. Durante a viagem, o desacordo e a rivalidade entre os personagens vai se transformando em uma sólida amizade, fazendo com que o velho sonho de integração de diferentes culturas e costumes regionais bolivianos se torne real.

     

    Agazzi é responsável pela produção de filmes míticos na história do cinema boliviano. Mi Socio é um deles, responsável por vencer o Festival de Cinema de Cartagena, na Colômbia. Outro exemplo é El Dia que Morio el Silencio, de 1998, com o ator argentino Darío Grandinetti. O italiano, nasceu em Cremona, reside na Bolívia desde 1976 e tem trabalhado também como produtor.

     

    Outra atração da mostra, Plata Quemada (2000), de Marcelo Piñeyro, é um filme argentino que aborda uma temática ainda hoje considerada polêmica, o homossexualismo. A história se passa na Argentina de 1965, em que os namorados Nenê (Leonardo Sbaraglia) e Angel (Eduardo Noriega) vivem uma tumultuada relação depois que, junto de outro comparsa, Cuervo (Pablo Echarri ), executam um grande assalto a um banco. Angel é ferido no assalto e eles fogem para o Chile, onde vivem refugiados e com as emoções à flor da pele.

     

    Lá eles se escondem em um apartamento emprestado por Losardo (Héctor Alterio), um mafioso local, onde esperam a chegada de novos documentos fraudados que permitam que viajem para o Brasil. Mas quanto mais os documentos demoram a chegar mais a tensão entre os três cresce, chegando a níveis insuportáveis. A produção é baseada em uma história real que, por 35 anos, se manteve em segredo. Foi premiado em 2000, no Toronto International Film Festival.

     

    Outro argentino, O Filho da Noiva (El Hijo de la Novia), de 2001, conta uma história bem mais leve e é carregado de romantismo e humor. O filme de Juan José Campanella aborda as relações humanas por meio de três personagens principais. Em crise com seus pais, a ex-esposa e a atual namorada, e vítima de um ataque cardíaco, um homem reencontra um amigo de infância que o ajuda a reconstruir o passado e a ver o presente com outros olhos. A relação se torna mais complicada porque o pai deseja se casar oficialmente com a mãe, que tem o mal de Alzheimer.

     

    O tema homossexualidade volta com o peruano No se lo Digas Nadie (Não Diga a Ninguém), filme de 1998 assinado pelo elogiado Francisco Lombardi. Em Lima, Capital do Peru, tudo poderia ter sido mais fácil para Joaquin, afinal sua família tem uma situação confortável, nunca teve preocupação com os estudos e a namorada acha que ele é um cara na moda. Mas, às vezes, ter tudo não é suficiente. A produção é um inovador, honesto e duro conto sobre problemas que acompanham um peruano em busca de sua identidade sexual num lugar intolerante com a homossexualidade.

     

    Joaquin sabia que preferia homens, mas nunca ousou dizer isso a ninguém. Muito menos ao pai, Luis Felipe, um patriarca racista e chauvinista, ou à mãe, Marichuca, uma religiosa fervorosa. Só que Joaquin se apaixona por Gonzalo e se vê frente à frente com a iminência de revelar seu segredo publicamente. O filme é baseado no romance de controverso escritor peruano Jaime Bayly, um poderoso e único retrato do mundo da homossexualidade dicotômica que existe em muitas partes do Peru e da América Latina.

     

    Para fechar a mostra de cinema latino-americano, outro filme de Francisco Lombardi, cineasta que nasceu em Tacna, Peru, e em 1968 estudou no Instituto de Cinematografia de Santa Fé, na Argentina. Trata-se do hilário Pantaleon y las Visitadoras (Pantaleão e as Visitadoras), adaptação de um romance de Mario Vargas Llosa. A produção, de 2000, narra a cativante história do Capitão Pantaleão Pantoja (Salvador Del Solar). Bom marido e excelente profissional, Pantoja é convocado para uma estranha missão: comandar um time de prostitutas que, a bordo de barcos, seguem pelos rios saciando os desejos dos soldados que ficam meses sem ver uma mulher.

     

    Durante a seleção das "visitadoras", ele conhece a estonteante Colombiana (Angie Cepeda), uma mulher envolvente que, com seu belo corpo, leva o militar à loucura. Agora seu casamento corre risco e a missão secreta pode cair na boca do povo, o que seria um verdadeiro desastre.

     

    Serviço- A Mostra de Cinema Latino-americano será apresentada a partir de hoje, sempre às 19 horas, no CineSesc, com entrada franca. Informações: 3616-6900.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11
    A petroquímica Braskem e a siderúrgica Gerdau informaram hoje que decidiram reduzir sua produção. A redução da demanda mundial e a necessidade de ajuste dos custos a um cenário de maior aperto financeiro global levará a Braskem a reduzir a capacidade de produção de suas linhas de insumos básicos, polipropileno e polietileno durante o quarto trimestre de 2008. 

    De acordo com o presidente da companhia, Bernardo Gradin, a companhia já reduziu em até 6% o volume de produção de algumas de suas linhas em outubro. "Em novembro devemos manter o nível de produção registrado no mês passado", afirmou o executivo, durante reunião com jornalistas realizada hoje, em São Paulo. 

    Gradin explicou que ainda não é possível definir qual será a dimensão da redução de capacidade no acumulado do quarto trimestre porque esse volume pode variar conforme as mudanças no cenário de demanda. O executivo lembrou que há uma tendência de redução de vendas para empresas que atendem ao setor automotivo, em contrapartida à manutenção da demanda aquecida em setores como o de fabricantes de embalagens para a indústria alimentícia.

    A princípio, explica Gradin, uma unidade de petroquímicos básicos deveria trabalhar com taxa de utilização acima de 90% para se manter competitiva. Atualmente, a Braskem opera com 87%, segundo o executivo. "Se esse número cair mais três pontos porcentuais, é mais vantajoso interromper uma linha", disse.

     

    Fonte: Olhar Direto
    06-11-2008 | 11:11
    O bom desempenho dos segmentos de bens de capital e bens duráveis impulsionou a produção industrial em setembro.

    Sem ainda dar sinais claros de reflexos da crise financeira internacional e da elevação da taxa básica de juros a partir de abril, a produção industrial apresentou expansão de 1,7% em setembro em relação ao mês anterior, compensando a queda de 1,2% em agosto.


     

    Na comparação com o mesmo período do ano passado, a expansão foi de 9,8%. Na avaliação de economistas, no entanto, o setor deve sentir os impactos da crise a partir de outubro.

    "Outubro foi um mês de choque, em que as expectativas tanto de industriais como de consumidores devem ter sentido o maior impacto da crise.

    Isso se reflete em decisões de investimentos no curto prazo e também consumo", diz o economista da LCA Consultores Francisco Pessoa. Com o resultado de setembro, a indústria acumula crescimento de 6,5% no ano e de 6,8% em 12 meses.

    No terceiro trimestre de 2008, houve expansão de 6,7% frente a igual período de 2007, na série ajustada sazonalmente.

    Na comparação com o trimestre anterior, o crescimento foi de 2,7%. "O último trimestre deve ser mais fraco", diz Pessoa.

    A projeção da consultoria é de uma queda 1% em relação à média de julho a setembro, o que daria um crescimento de 3% em relação ao quarto trimestre de 2007.

    Com isso, a indústria encerraria o ano com expansão de 5,5%.

     

    Para 2009, a LCA espera um incremento menor, de 3,8%, no cenário básico, a 1,5%, no cenário adverso da economia. Segundo o economista da coordenação de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) André Macedo, os indicadores de outubro referentes ao desempenho do setor automotivo e à confiança da indústria apontam para uma redução de ritmo de atividade no final do ano. "Em outubro, apesar de contar com um dia útil a mais que o mesmo mês de 2007, haverá o efeito da base de comparação mais elevada do ano passado e as das férias coletivas das montadoras. A expectativa é de redução da taxa de crescimento da indústria", acrescenta a economista da Rosenberg Consultores Associados, Thaís Marzola Zara. Ariadne Vitoriano, analista da Tendências Consultoria Integrada, ressalta que o resultado de setembro foi influenciado pelo efeito calendário.

    A indústria contou com três dias úteis a mais no mês passado em relação a setembro de 2007 e um dia extra no comparativo com agosto deste ano. "A partir de outubro, se espera uma desaceleração para os próximos por conta da crise e do aperto monetário", diz. A forte alta da produção industrial em setembro foi liderada pelos investimentos em bens de capital e o consumo aquecido, que devem sofrer com a menor oferta de crédito. Bens de capital obteve a taxa de crescimento mais elevada, 25,8% em relação a setembro do ano passado. O resultado, segundo a Rosenberg, se refletiu no consumo aparente de máquinas e equipamentos, que avançou 21,8%.

    Com a forte expansão da produção de insumos típicos da construção civil (14,2%), a formação bruta de capital fixo cresceu 17,5% em setembro. A categoria de bens de consumo duráveis, por sua vez, registrou alta de 14,9% na comparação anual, com destaque para o avanço da indústria automobilística (15,7%) e eletrodomésticos (13,1%). Segundo a analista da Tendências um dos componentes observados para avaliar o desempenho industrial é o comportamento das vendas de veículos automotores.

    Os dados referentes a janeiro a outubro mostram sinais de desaceleração.

    Até setembro de 2008 o setor automobilístico comercializou 2,2 milhões de unidades em todo o País, considerando todas as vendas e licenciamentos de veículos nacionais e importados. O resultado representa um crescimento de 27% em relação ao acumulado nos nove meses do ano. Em dez meses, foram comercializados 2,44 milhões em 2008 diante de 1,98 milhão em igual período no ano anterior.

    O crescimento de 23,42% nas vendas ainda é robusto mas mostra uma diminuição no ritmo de expansão.

     

     

    Fonte: CBIC
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