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Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    06-11-2008 | 11:11
    Responsável por parte do filé mignon das obras do PAC, o Ministério das Cidades ganhará espaço especial na vitrine do governo Lula no próximo ano.

    A proposta de Lei Orçamentária de 2009 prevê um aumento significativo de recursos aos programas de saneamento e habitação, dois carros-chefe da pasta do ministro Márcio Fortes.

    Somadas, as duas áreas contarão com R$ 7,2 bilhões: R$ 2,2 bilhões a mais que o previsto no Orçamento deste ano.

     

     ***

     

     Na contramão, o Ministério dos Transportes terá participação reduzida nos recursos totais do PAC.

    As dotações para construção, manutenção e recuperação de rodovias foram mantidas no patamar de R$ 6 bilhões.

    No entanto, a pasta terá R$ 200 milhões a menos para investir em novas obras.

    O PP de Márcio Fortes agradece, enquanto o PR do ministro Alfredo Nascimento vai suar a camisa este mês para ampliar as suas verbas.

      

     No cafezinho...

     

     Dia de fé I  

    Em plena solenidade de assinatura do convênio para reforma da Catedral de Brasília, projetada por Oscar Niemeyer, o secretário de Cultura do Distrito Federal, Silvestre Gorgulho, lembrava as demais igrejas construídas pelo comunista.

    São, pelo menos, sete espalhadas pelo Brasil e uma mesquita na Argélia.

    Pelo visto, Niemeyer, que é ateu, terá portas abertas no céu.

     

     Dia de fé II

     

     Na visita dos deputados ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, Jô Moraes, do PCdoB de Minas Gerais, levou um cordão da Nossa Senhora Desatadora dos Nós. "Bati com ele na mesa do ministro, mas não consegui desatar todos durante a reunião.

    Ali, ele está precisando mesmo de uma ajuda divina", disse a deputada.

     

    Fonte: CBIC
    06-11-2008 | 11:11
    O custo da construção civil, calculado pelo Sinduscon-Rio, subiu 0,61% em outubro, contra 0,76% em setembro. No ano, a variação atingiu 10,7%. Cimento (6,25%) e bloco de concreto (11,74%) lideram os reajustes, entre os 25 insumos pesquisados. Antônio Carlos Mendes Gomes, diretor da entidade, prevê que os custos do setor fecharão 2008 com alta de 12%.

     

     Freio à vista

     

     Dias úteis a mais empurraram indústria em setembro, mas setor deve desacelerar no fim do ano Os três dias úteis a mais em setembro deste ano ajudaram no bom resultado da indústria nacional no mês. Não fossem eles, em vez de 9,8%, a produção teria crescido 7,3% sobre setembro de 2007. No setor de bens de capital o recuo chegaria a cinco pontos percentuais; em duráveis, a variação cairia à metade, segundo as contas do IBGE.

     

    Ainda assim, a indústria foi muito bem no 3otrimestre, salienta Isabella Nunes, responsável pela pesquisa. O período julho-setembro teve a maior variação sobre o trimestre anterior desde 2004. O último trimestre de 2007, continua a técnica, também fora o melhor em três anos. Significa que, sem crise financeira, a produção industrial deste fim de ano já teria dificuldades para crescer, em razão da base inflada.

     

     A turbulência torna a missão ainda mais difícil. Nos últimos 30 dias, setores que representam cerca de um quarto da (23%) da indústria anunciaram suspensão temporária ou redução de produção. A cadeia automobilística, que tem peso de 9,8% na pesquisa, deu férias coletivas em outubro.

     

    Fabricantes de celulose (4%), minério (5,6%), junto com petróleo, gás e minerais não metálicos (3,6%), ligados à construção civil, também fizeram cortes. O resultado está por vir.

     

    Fonte: CBIC
    06-11-2008 | 11:11
    BC diz que ainda há riscos para comportamento 'benigno' da inflação.
    Acrescenta que o ajuste nos juros pode não acontecer de 'forma contínua'.

     

    O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que se reuniu na última semana e manteve a taxa de juros estável em 13,75% ao ano, divulgou nesta quinta-feira (6) a ata do encontro e avaliou que, diante dos sinais de aquecimento da economia, ainda continuam a ser "relevantes" os riscos de concretização de um "cenário benigno" (no qual as metas são cumpridas) para a inflação.

     

     

    O Copom informa que manteve os juros na semana passada por conta do cenário de crise financeira, que gera "maior incerteza". Mas acrescenta, porém, que o ajuste (neste caso, subida) na taxa de juros, que objetiva conter a subida da inflação, pode não acontecer de forma "contínua".

    "De fato, um cenário prospectivo desfavorável ainda se manifesta nas projeções de inflação consideradas pelo Comitê. O Copom considera, também, que a persistência de descompasso importante entre o ritmo de expansão da demanda e da oferta agregadas continua representando risco para a dinâmica inflacionária, mas avalia que a trajetória esperada dos gastos domésticos em consumo e investimento tornou-se mais incerta", diz a ata.

     

     

    "Nessas circunstâncias, a política monetária deve atuar, na medida em que o balanço dos riscos para a dinâmica inflacionária assim o requerer, por meio do ajuste da taxa básica de juros, ainda que não necessariamente de forma contínua, visando, por um lado, reduzir tal descompasso e, por outro, evitar que pressões originalmente isoladas sobre os índices de preços levem à deterioração persistente das expectativas e do cenário prospectivo para a inflação", avaliou o Copom, por meio da ata. 

     

    Metas de inflação

     

    No Brasil, vigora o sistema de metas de inflação, pelo qual o Copom tem de calibrar a taxa de juros para atingir uma meta pré-determinada para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Para este ano, e para 2009, a meta central é de 4,50%. Entretanto, há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Com isso, o IPCA pode ficar entre 2,50% e 6,50% sem que a meta seja formalmente descumprida.

    Para 2008, a estimativa do mercado é de que o IPCA some cerca de 6,3%. Para 2009, a projeção está em torno de 5% - acima da meta central de 4,5%. O BC já avisou que quer trazer a inflação para o centro da meta já no próximo ano. Por isso, vinha subindo os juros até este mês. Antes de interromper o processo de elevação da Selic em novembro, o Copom havia elevado os juros ininterruptamente desde abril. 

     

    Crescimento econômico

     

    Mesmo avaliando que ainda há descompasso entre a oferta e a demanda, e que há riscos para a obtenção de um cenário "benigno" para a inflação, no qual os preços convirjam para as metas do governo, o Banco Central admite que as perspectivas para a evolução da atividade econômica tornaram-se "mais incertas" desde a última reunião do Copom, ocorrida em setembro, com a piora da crise financeira internacional.

    "Em particular, os efeitos da crise internacional sobre as condições financeiras internas indicam que a contribuição do crédito para a sustentação da demanda doméstica pode arrefecer de forma mais intensa do que o que seria determinado exclusivamente pelos efeitos da política monetária. Adicionalmente, a intensificação da crise internacional parece ter tido efeito negativo sobre a confiança dos consumidores e empresários. Caso persista tal situação, o dinamismo da atividade passaria a depender crescentemente da expansão da massa salarial real e dos efeitos das transferências governamentais esperadas para este e para os próximos trimestres", diz o Copom, na ata de sua última reunião.

     

    Fonte: G1
    05-11-2008 | 17:11
    Um grande mutirão centrado na solidariedade teve início ontem em Mato Grosso, com o lançamento da campanha “Natal das Crianças”. O presidente do Sinduscon-MT, Luiz Carlos Richter Fernandes participou do lançamento da campanha, que é encabeçada pelo próprio  governador Blairo Maggi, tendo ao lado a secretária de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, Terezinha Maggi.

     

    A solenidade de lançamento contou também com a presença de vários secretários de Estado, empresários mato-grossenses e de outros estados do país, dos representantes do Lions, Rotary, da Maçonaria, igrejas católica e evangélica e lideranças comunitárias. Esta é a 6ª edição da maior campanha de solidariedade de Mato Grosso, o “Natal das Crianças”.

     

    Centenas de pessoas lotaram o Salão Nobre do Palácio Paiaguás, sede do governo estadual, para a apresentação oficial da campanha, que todos os anos reúne voluntários em todo o Estado, com o objetivo de arrecadar alimentos não perecíveis para garantir um natal com mais dignidade e solidariedade para milhares de famílias carentes.

     

    E o lançamento da campanha já serviu para confirmar doações: 759 toneladas de alimentos estão garantidas. Essas primeiras doações vêm da parte de empresários, secretários de estado, deputados e vereadores entre tantos outros parceiros, que além de prestigiar o evento também deram sua parcela de contribuição.

     

    O presidente do Sinduscon, Richter Fernandes, garantiu a participação do Sindicato e conclamou os empresários que atuam na construção civil, especialmente aqueles associados ao Sindicato, a contribuírem com a iniciativa realizando doações que vão beneficiar milhares de pessoas em todo Estado. Em cinco edições, a Campanha Natal das Crianças já arrecadou aproximadamente sete mil toneladas de alimentos, beneficiando milhares de pessoas em todo o Estado.

     

    Lorenzo Falcão

     

    Da Assessoria
    05-11-2008 | 17:11
    A 6ª edição do "Natal das Crianças", a maior campanha de solidariedade de Mato Grosso, foi lançada ontem pelo governador Blairo Maggi e pela secretária de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, Terezinha Maggi. A campanha reúne voluntários em todo o Estado, em prol de uma causa única: arrecadar alimentos não perecíveis para garantir um natal com mais dignidade e solidariedade para milhares de famílias carentes.

     

    No lançamento da campanha já foram anunciadas as doações de 759 toneladas de alimentos, feitas por empresários, secretários de estado, deputados, vereadores entre outros parceiros.

     

    Além da doação de alimentos, outras importantes doações para a operacionalização e bom andamento da campanha foram oficializadas durante a solenidade, tal como o galpão onde os alimentos são estocados, que foi cedido pela Açofer. O transporte das cestas até os municípios do interior foi doado pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Carga no Estado de Mato Grosso (Sindimat). "Tudo na campanha Natal das Crianças é feito em parceria. Sozinho o Governo do Estado não consegue atender a demanda das famílias carentes, que cresce a cada dia. Somos grato a estas pessoas que foram tocadas pelo sentimento de solidariedade e ouviram o nosso chamado, unindo forças nesta corrente em prol dos mais necessitados", destacou Terezinha Maggi.

     

    De 04 a 22 de novembro, os cidadãos mato-grossenses poderão realizar as doações para a campanha Natal das Crianças nos postos de arrecadação, instalados em todas as redes de supermercados de Cuiabá e Várzea Grande. Em cinco edições, a Campanha Natal das Crianças já arrecadou aproximadamente 7 mil toneladas de alimentos. (Com Assessoria)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 17:11
    Cuiabá ampliou o prazo de vacinação contra rubéola até 15 de dezembro. Todas os 65 Programas Saúde da Família (PSFs) e as 25 unidades básicas continuam com o mutirão de imunização para a homens e mulheres na faixa etária de 12 a 39 anos. Também serão intensificados ações nas principais maternidades, shoppings, supermercados e praças do município. De uma meta de 283,877 mil pessoas que precisam ser imunizadas, 17% ainda não foram vacinadas, o que representa cerca de 50 mil habitantes.

     

    A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de que 95% da população seja vacinada. Para chegar ao objetivo, já foram feitos até "arrastões" para aplicar vacinas de casa em casa, na região do CPA e do Tijucal. O mesmo ocorreu em Várzea Grande, onde a campanha continua também até dezembro, pois a cobertura vacinal atingiu só 83%, com 113 mil homens e mulheres imunizados, num universo de 135 mil pessoas.

     

    A coordenadora de Vigilância de Doenças e Agravos da Capital, Ivanete Fortunato, explica que 84% da população masculina na faixa etária indicada já está imunizada, contra 81,5% das mulheres, justamente aquelas de 20 a 39 anos que estão na idade reprodutiva. Todos devem se vacinar, inclusive mulheres que fizeram laqueadura. "O risco maior é transmitir a doença para gestantes".

     

    No Estado - Dados parciais da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde indicam que até 4 de novembro o Estado atingiu a cobertura vacinal de 90.44%, o que corresponde a vacinação de 1.331.883 pessoas, de uma meta original de 1.472.681 que devem ser vacinados.

     

    Noventa municípios do Estado alcançaram a média de cobertura vacinal preconizada pelo Ministério da Saúde, de 95%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 17:11
    O governo deve enviar nos próximos dias ao Congresso Nacional os novos parâmetros do Orçamento Geral da União de 2009 prevendo uma redução de 4,5% para 4% na estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), o que implica em menos R$ 15 bilhões de receitas e gastos públicos para o ano que vem. Será mantida a previsão de superávit primário equivalente a 3,8% do PIB e de mais 0,5% do PIB para formação do Fundo Soberano.

     

    A estimativa de comportamento do câmbio e da taxa básica de juros para 2009 será informada mais adiante, quando a equipe econômica tiver uma avaliação mais segura sobre o que de fato vai ocorrer com esses dois indicadores.

     

    A Agência Brasil apurou na área econômica que o ajuste efetivo do comportamento dos tributos depende, ainda, de uma nova estimativa da Receita Federal, o que vai ocorrer mais para o final do ano. No momento, o governo quer sinalizar aos parlamentares que, com a queda do ritmo do crescimento da economia, haverá na mesma proporção uma perda de tributos e risco de aumento de gastos, especialmente subsídios, que estão sendo destinados ao setor agrícola, e despesas com pessoal.

     

    O volume de recursos desembolsados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), por outro lado, deve passar de R$ 14 bilhões, em 2008, para R$ 18 bilhões em 2009, devido a um maior número de obras concluídas. É uma despesa de investimento que terá prioridade no governo pelos efeitos que pode trazer para a atividade econômica.

     

    A economia deve crescer cerca de 4% em 2009, segundo uma qualificada fonte do governo, em parte pelo efeito do atual crescimento e do que vai ocorrer no ano que vem. Caso em 2008 o crescimento anual fique em 5,0 % do PIB, haveria um efeito de carregamento (carry over) de 2% para 2009. Ou seja: é o efeito de parte desse elevado crescimento que vai passar para 2009, sendo necessário um esforço adicional de algo como 2% ao longo do ano para dar os 4% do PIB esperados pelo governo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 16:11
    O economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, disse que os indicadores industriais de setembro, divulgados pela entidade, não foram ainda contaminados pela crise financeira internacional. A fase mais aguda da crise foi iniciada no dia 14 de setembro, com a concordata do Lehman Brothers.

     

    "A crise se instalou em setembro nos mercados financeiros, mas não chegou no mesmo mês mercado real em hipótese alguma", disse durante entrevista coletiva. Para o economista, os efeitos na economia real mensuráveis pela própria pesquisa da CNI só deverão ser sentidos a partir do primeiro trimestre de 2009.

     

    Desempenho - Os indicadores de setembro divulgados pela CNI são todos positivos, com destaque para o crescimento de 10,2% nas vendas reais da indústria em relação ao mesmo mês do ano passado.

     

    Além disso, as horas trabalhadas na produção subiram 9,6% na mesma comparação, segundo Castelo Branco, o maior avanço nas comparações anuais desde o início da série histórica da CNI, em 2003.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 16:11
    A produção de bens de capital impulsionou a alta da produção industrial em setembro, que cresceu 1,7% em relação a agosto e 9,8% na comparação com mesmo mês do ano passado. Apesar de ter sido o mês em que a crise econômica chegou ao seu ápice, com a falência do Lehman Brothers, o início da queda livre das bolsas e a crise na concessão de crédito, a produção de bens de capital, que refletem o investimento na produção, apresentou alta de 3,7% em relação a agosto e de 25,8% em relação a setembro do ano passado.

     

    Segundo economista da coordenação de indústria do IBGE, Isabella Nunes, o "efeito calendário" teve um reflexo importante nos resultados da produção em setembro. No entanto, o crescimento seria forte mesmo sem esse efeito, ancorado na produção de bens de capital e na demanda doméstica. Até setembro, a produção de máquinas e equipamentos acumula alta de 18,9% no ano e de 20,1% nos últimos 12 meses. Os reflexos do agravamento da crise, no entanto, devem aparecer nos dados de outubro.

     

    Segundo Isabella, os resultados do mês passado devem mostrar os efeitos negativos das férias coletivas determinadas por alguns setores por causa da crise. "A indústria não mostra em setembro nenhum efeito da crise", disse. Mesmo assim, o mês passado será beneficiado por ter um dia útil a mais que outubro do ano passado. De acordo com Isabella, os efeitos da menor oferta de crédito para o setor produtivo deverão ocorrer, sobretudo, na produção de bens duráveis e de bens de capital (máquinas e equipamentos).

     

    "Os setores que vinham liderando o crescimento são os que mostram maior associação com o crédito, é possível que sejam os segmentos mais sensíveis a essa redução de crédito que está ocorrendo", disse. "O resultado reflete pouco a realidade recente. Em setembro, ainda não estavam totalmente claros os sinais de desaquecimento das economias do globo", afirmou o gerente de Análise Econômica e Riscos de Mercado do Banco Cooperativo Sicredi, Alexandre Barbosa.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 16:11
    A maior área alagada do mundo pode vir a ser considerada uma das novas sete maravilhas naturais do planeta e os votos dos mato-grossenses podem decidir. Apesar de estar recebendo votos virtuais desde setembro, somente na próxima segunda-feira o Parque Nacional do Pantanal se lança oficialmente como candidato nacional ao posto por meio de um concurso na internet.

    A votação é organizada pela fundação New 7 Wonders, a mesma que promoveu a eleição, em 2007, das novas sete maravilhas monumentais. Na ocasião, o Cristo Redentor conquistou um dos títulos, que contribuem com a proteção de patrimônios naturais e construídos pelo homem.

    O Pantanal mato-grossense já é considerado Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Até ontem, no site da New 7 Wonders, estava na 102ª colocação entre mais de 300 sítios naturais de todo o mundo, superando, por exemplo, o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, mas atrás da Amazônia, o primeiro colocado brasileiro. Os 77 primeiros até o fim de 2008 serão submetidos a uma comissão da Unesco, que selecionará 21 finalistas, a serem anunciados em julho de 2009, para uma nova votação pela internet.

    “Essa campanha é de todo o Mato Grosso”, afirma José Augusto Ferraz, chefe do Parque Nacional do Pantanal. O título, ele diz, aumentaria a visibilidade do Parque, sensibilizaria o governo e o empresariado pela conservação da biodiversidade e pela criação de incentivos à exploração turística. Ele destaca que não foi iniciativa da gerência do Parque se lançar à candidatura. Esta foi uma decisão natural da própria entidade do concurso. “Os olhos do mundo estão voltados para o Pantanal e o Estado tem que abraçar essa campanha”, analisa Ferraz.

    No próximo dia 10, no Centro de Eventos do Pantanal, a partir das 9h, a comissão organizadora da campanha lançará oficialmente a candidatura do Parque numa apresentação para representantes do governo, empresários e imprensa. De 12 (Dia Mundial do Pantanal, segundo a comissão) a 14 (Dia do Rio Paraguai) de novembro, a campanha em Mato Grosso promoverá grandes ações em locais movimentados, como supermercados, praças e shoppings, estimulando as pessoas a votar. Quem quiser votar pode acessar o site www.votepantanal.com.br.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    05-11-2008 | 16:11
    O superintendente do Sebrae/MT, José Guilherme, em entrevista coletiva esta manhã, salientou a importância do desenvolvimento sustentável e local, tema central da expo Brasil, maior feira sobre desenvolvimento sustentável da América latina. “Só quando pararmos de criticar e mostrarmos que existem outros modelos exitosos a situação vai mudar”. 

    Para Guilherme, os painéis de experiência são a alma do evento, onde os “atores sociais” mostram as experiências que deram certo, trocam informações e ensinam uns aos outros. Para ele, essa é uma forma de inclusão social, onde você reaproveita experiências bem sucedidas com ações da sociedade civil. 

    O superintendente do Sebrae usou dados como o aumento do custo dos fertilizantes – de 74% nesse ano- para lembrar que o atual modelo de desenvolvimento afetará pesadamente o bolso dos consumidores até se tornar inviável. Ele fala da necessidade de reflexão e da busca por outras opções como a agricultura orgânica. 

    Já Caio Ribeiro, coordenador da expo Brasil, salientou a necessidade de mostrar para a sociedade que existe outra forma de desenvolvimento onde a sociedade local é protagonista. Para ele, as todas as experiências que já existem, como o Kanjinjin de Vila Bela, e irradiá-las. 

    “Crise também pode significar oportunidade e tornar algo que antes era isolado e alternativo em comum”, comentou Caio ao se referir à agricultura orgânica em meio à crise mundial. Ele salientou que esse método emprega mais pessoas, distribuindo mais renda e sendo uma solução para os pequenos produtores. 

    “A sociedade já pensa no consumo consciente, não é mais papo de ambientalista, é cotidiano” finalizou o coordenador da expo Brasil. 

    Expo Brasil – Realizada pela primeira vez em 2002, a expo Brasil surgiu a partir de fóruns de desenvolvimento local. Atualmente é a maior feira do tema na América Latina e conta com a participação de mais treze países – Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Costa Rica, Cabo Verde, Estados Unidos, Nicarágua, Peru, Paraguai, Portugal e Uruguai.
    Seu objetivo é mobilizar a sociedade para a troca de experiências e reconhecimento da potencialidade. A partir daí espera-se uma organização dos atores sociais locais para gerar mais oportunidades. 

    A expo Brasil ocorrerá de 12 à 14 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal.

     

    Fonte: Olhar Direto
    05-11-2008 | 16:11
    Os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão sendo analisados com maior rigor pelos investidores europeus diante da cautela imposta pela crise financeira.

    Existe interesse em participar dos empreendimentos apresentados pelo governo brasileiro, mas no curto prazo a dificuldade de obtenção de financiamentos é o principal obstáculo. A avaliação foi feita por especialistas que participaram ontem das apresentações sobre o PAC realizadas em Londres.

     

     Até mesmo os membros do governo reconhecem que o momento é de dificuldade para o levantamento de recursos.

    O programa prevê o aporte privado de US$ 280 bilhões até 2010, valor que complementará os desembolsos do Orçamento e das estatais federais. Para atrair os estrangeiros, o discurso recai sobre as oportunidades que o País reserva para o longo prazo.

    "Neste momento os investidores estão receosos", afirmou Alexandre Meira da Rosa, secretário do Ministério do Planejamento.

    "Mas oferecemos investimentos seguros, com boa taxa de retorno."

    Ele avalia que o País não precisa de financiadores, mas investidores.

    "Queremos que comprem participações acionárias e compartilhem o risco."

     

     Para Romero Brito, da Secretaria de Relações Comerciais da Embaixada do Brasil no Reino Unido, o motivo do elevado número de participantes no evento é explicado pelo fato de o PAC oferecer "projetos concretos, e não de papel".

    "Estamos em uma crise financeira, de papel, essa é uma oportunidade para o investidor fugir disso." O evento contou com o detalhamento dos projetos considerados com maior potencial de atração de capital externo: rodovias, portos, ferrovias e exploração de petróleo e gás.

    Entre as empresas que enviaram representantes estão a Balfour Beatty Rail Projects (ferrovias), Accenture (consultoria), BP (petróleo), Currie & Brown (com experiência de PPPs na América Latina), Hok International (arquitetura) e Sumitomo Mitsui Banking Corporation.

     

     Os participantes questionaram as perspectivas para as exportações brasileiras, uma análise relevante para os investimentos nos portos, por onde transitam hoje 95% do volume das vendas externas. "Se por um lado o cambio traz preocupação, por outro ajuda a mitigar as perdas dos exportadores com a queda do preço das commodities", respondeu Rosa.

     

     A advogada Grazielle Hugues, do escritório Dewey & LeBoeuf, constata atraso em projetos até no Oriente Médio devido à crise.

    Segundo ela, empreendedores tiveram de renegociar cláusulas dos financiamentos, provocando a postergação do fechamento dos negócios.

    "Hoje o problema é conseguir empréstimos, está difícil."

     

     

    Fonte: CBIC
    04-11-2008 | 12:11

    Caso a resposta à solicitação de desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) seja negativa, o consumidor vai sofrer com preços mais caros e desabastecimento de produtos da construção civil.

     

    É o que afirma o diretor titular do Deconcic (Departamento da Indústria da Construção) da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), José Carlos de Oliveira Lima.

     

     

    Ele explica que, com a desoneração, as empresas vão poder investir na tecnologia que fabrica o produto sem amianto, promovendo competitividade no setor. Com competição, haverá redução dos preços, podendo ficar semelhantes aos dos produtos com a substância.

     

     

    Dessa forma, o consumidor final - principalmente, o de baixa renda - não sofrerá aumento dos custos de telhas, caixas d'água, tubos, placas para paredes, entre outros, nem desabastecimento, que é o grande receio de Oliveira Lima, pois, se a resposta ao pedido for negativa, as empresas vão fechar as portas e haverá falta de produtos no mercado.

     

     

    Substituição complexa


     

    De acordo com a pesquisa da Fiesp "O Papel dos Produtos de Amianto na Cadeia da Construção Civil - Dimensão Econômica e Efeitos Concorrenciais", encomendada à FGV (Fundação Getulio Vargas), o amianto como fibra de reforço na produção de fibrocimento pode ser substituído por:

     

     

    * Resinas plásticas derivadas do petróleo: álcool polivinílico (PVA) ou polipropileno (PP), com uso concomitante de uma fibra de processo (celulose);


     

    * Fibras vegetais, como a celulose autoclavada.

     

     

    Essas últimas não representam uma solução tecnológica viável, pois são processos que precisam ser aprimorados e ainda são estudados por diversas instituições acadêmicas no país.

     

    Em relação ao PP, a Brasilit - única empresa que oferece produtos de fibrocimento sem amianto - é também o único fabricante no mundo que domina essa tecnologia, sendo que sua capacidade de produção é de cerca de 10 mil toneladas por ano.

     

     

    Dessa forma, a utilização do PP como substituto não é viável, já que exigiria um tempo longo de aprendizagem daqueles que não possuem domínio da tecnologia. A adesão também implicaria a aposta em uma solução em desenvolvimento por apenas uma empresa no mundo, o que representa um risco, diz o estudo.

     

     

    Solução em PVA


     

    Nesse contexto, a substituição mais adequada é pelo PVA. Porém, a tecnologia precisa de uma adaptação de processo para ser implementada, além de uma curva de aprendizado. Além disso, apenas dois países produzem fibras de PVA - China e Japão -, cuja capacidade produtiva é de 44 mil toneladas por ano.

     

    Assim, a oferta da solução que existe hoje não é suficiente para suprir o mercado brasileiro. Afinal, seriam necessárias 43 mil toneladas de PVA, equivalente a tudo que se produz, e é consumido, no mundo hoje.

     

    Além disso, as indústrias dos produtos de fibrocimento trabalham no limite de sua capacidade de produção. Com a substituição cautelosa, seria necessário reduzir a produção, pois pelo menos uma linha precisa ser paralisada para efetuar as adaptações. Ou seja, a proibição abrupta implicaria a paralisação de todas as linhas de produção.

     

    Além disso, a construção civil continuará em ritmo acelerado de crescimento nos próximos anos - projeções da FGV indicam que a demanda crescerá 25% até 2010 - e a indústria já tem dificuldade de suprir o abastecimento.

     

     

    Legislação


     

    Em julho de 2007 foi sancionada a Lei 12.684, que proibe o uso, em todo o estado de São Paulo, de produtos, materiais ou artefatos que contenham amianto ou asbesto, a partir de primeiro de janeiro de 2008.

     

    A Lei originou-se dos perigos que o amianto traz à saúde. Entre algumas doenças relacionadas, estão a asbestose (doença crônica pulmonar de origem ocupacional), cânceres de pulmão e do trato gastrointestinal e o mesotelioma (tumor maligno raro e de prognóstico sombrio, que tem um período de latência em torno de 30 anos).

     

     

    Debates


     

    Porém, a sanção gerou muitas discussões sobre a necessidade de substituir o amianto na produção do fibrocimento de forma cautelosa. Isso porque a proibição abrupta tiraria do mercado cerca de 69% (1,8 milhão de tonelada) dos produtos de fibrocimento - segundo dados da PIS (Pesquisa Industrial Anual), do IBGE, referentes a 2006.

     

     

    Afinal, essa é a participação do produto com amianto em um total de 2,7 milhões de toneladas de fibrocimento (com e sem amianto) do mercado de 2006.

     

     

    Para amenizar os efeitos desta medida, em fevereiro de 2007, o Sinaprocim (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento) solicitou a desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos materiais de fibrocimento sem o amianto.

     

    Fonte: FIEMT
    04-11-2008 | 12:11
    Apesar do receio de desaquecimento econômicono Brasil, o preço dos materiais de construçãodeve continuar alto nos próximos meses, segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). "Muitas pessoas estão no meio da reforma da casa e elas não vão deixar de comprar porque o produto está caro", diz Hiroshi Shimuta, diretor da Anamaco.  

     

    A demanda mais forte, segundo ele, vem dos materiais de base, como cimento, aço, areia e tijolo. O índice da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) confirma a tendência. Em setembro, as vendas de materiais de base cresceram 38,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a comercialização de materiais de acabamento cresceu 7,46% na mesma comparação. 

     

    Resultado deste cenário é que a demanda aquecida esgotou os estoques de cimento da indústria, no início de outubro, de acordo com Sindicato do Comércio Varejista de Materiais de Construção, Maquinismos, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros de São Paulo ((Sincomavi). "A dificuldade do mercado de material de construção começou a partir das grandes obras. Mas quando falo disso, falo de cimento", afirma Reinaldo Pedro Correa, presidente do Sincomavi. 

     

    A Abramat estima que o ritmo de crescimento atual siga até o segundo semestre de 2009. "Muitas obras estão no começo e ainda há muitos materiais de acabamento que necessariamente serão consumidos", diz Melvyn Fox, presidente da entidade. 

     

    Ele afirma, contudo, que não haverá falta de produtos de acabamento como ocorreu com o cimento. "As indústrias investiram muito em ampliação da capacidade produtiva e não há nesse momento falta de materiais de construção", afirma.  

     

    Preços 

     

    Para o consumidor, a demanda se reflete na alta dos preços. Os materiais de base foram os principais responsáveis na elevação nos preços em 2008, medidos pelo Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em outubro, o INCC apresentou inflação de 0,85% em relação a setembro, quando cresceu 0,94%.  

     

    Os preços de materiais elétricos e acabamentos em metais como aço e cobre também podem subir nos próximos meses, segundo Fox. "O dólar valorizado gera um custo maior em insumos que dependem de commodities", afirma. Segundo Shimuta, o risco de aumento será maior se a cotação do dólar permanecer alta por muito tempo e chegar aos combustíveis e afetar o preço dos transportes. "Metade dos nossos custos estão relacionados ao transporte, porque o nosso produto é muito pesado", diz. Segundo ele, alguns itens já estão sofrendo reajuste de 6% a 10%, por causa do dólar.  

     

    Medidas  

     

    Na semana passada, o governo anunciou a criação de uma nova linha de financiamento do capital de giro das empresas de construção civil. O objetivo da medida é conter o desaquecimento do setor, que é um grande empregador. 

     

    A linha será formada por meio da liberação de 5% dos depósitos da caderneta de poupança e poderá atingir R$ 11 bilhões. Hoje, os bancos têm de destinar 65% dos depósitos da poupança ao crédito imobiliário. A partir de agora, 5% entre os 65% poderão ser usados para financiar as construtoras. A decisão dependerá dos bancos. A Caixa Econômica Federal antecipou que oferecerá R$ 3 bilhões para cobrir custos de construção e compra de carteira de recebíveis das empresas. 

     

    A Abramat apóia as medidas anunciadas pelo governo para fortalecer o setor. Mas Fox diz que ainda seria necessário um auxílio para o cliente final. "Achamos importante dar prazo a esse consumidor com ampliação de prazo, mais recursos disponíveis e redução da taxa de juros", diz. Segundo Shimuta, a construção auto-gerida, em que o próprio cliente faz a reforma ou o "puxadinho", representa 60% das vendas do setor. 

     

    Fonte: Mídia News
    04-11-2008 | 12:11
    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) busca obter no Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) mais recursos para poder ampliar sua oferta de financiamentos, principalmente para pequenas e médias empresas. A informação é do presidente do Conselho Deliberativo do FAT (CodeFAT), Luiz Fernando Emediato - entidade ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego. "O BNDES expôs o desejo de ter mais acesso aos recursos do FAT", afirmou.

     

    Emediato esteve reunido ontem, na capital paulista, com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Emediato explicou a Miguel Jorge e Coutinho que os recursos para os financiamentos poderiam ter origem na rubrica face Fomentar - micro e pequenas empresas, que em 30 de setembro registrava um saldo de R$ 2,678 bilhões.

     

    "Até o momento, esse dinheiro chega aos pequenos empresários por meio do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e de bancos privados, considerados pelo conselho como a forma mais rápida de repasse. Se o BNDES garantir que o dinheiro chegará na ponta com rapidez, o conselho está disposto a aumentar essa fatia e redistribuir os recursos em meio à necessidade da crise internacional atual", disse o presidente do CodeFAT.

     

    O BNDES poderia distribuir esse montante por meio do seu cartão de crédito, que é usado para investimentos de micro e pequenas empresas por meio de compras via internet, e é considerado por Emediato um instrumento sem burocracia. Atualmente, esse cartão é utilizado por aproximadamente 250 mil clientes e gira cerca de R$ 80 milhões por mês. "É pouco (o giro), dá menos de R$ 1 bilhão por ano", calculou o presidente do CodeFAT.

     

    Os recursos do cartão são obtidos por meio de depósitos especiais autorizados pelo conselho. Em 30 de setembro, esses depósitos somavam R$ 24,599 bilhões. Nessa mesma data, um patrimônio do FAT era de R$ 150,142 bi. Desse total, R$ 111,357 bi foram destinados ao BNDES; R$ 33,607 bi ao Banco do Brasil; R$3,713 bi à Caixa Econômica; R$ 957 milhões à Finep; R$ 483 mi ao Banco do Nordeste e R$ 25 mi ao Basa.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-11-2008 | 12:11
    Na primeira pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central (BC) após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de interromper o aperto monetário, na reunião da semana passada, e manter a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75% ao ano, o mercado financeiro reduziu suas projeções para o nível do juro básico no país em 2008 e em 2009.

     

    De acordo com a pesquisa divulgada ontem, a estimativa para o nível do juro no fim deste ano caiu de 14,25% para 13,75% anuais, o que indica previsão de nova manutenção do juro na reunião que acontece nos dias 9 e 10 de dezembro, a última do ano. Há um mês, a previsão era de juro um ponto percentual mais elevado na virada do ano, em 14,75% ao ano.

     

    Para 2009, a estimativa para o juro no fim do ano também caiu, passando de 13,50% para 13,38% anuais, ante 13,50% de um mês atrás. Pela terceira semana consecutiva o mercado financeiro elevou suas projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2009. Na pesquisa Focus, a mediana das estimativas para o índice no próximo ano subiu de 5% para 5,06%. Há quatro semanas, a expectativa era de 4,85%.

     

    Em igual trajetória, a projeção para o IPCA de 2008 registrou elevação de 6,29% para 6,31%, ante 6,14% registrado há quatro semanas. O IPCA para 2008 subiu pela quarta semana seguida. A previsão para o IPCA em outubro, que será anunciado pelo IBGE na sexta-feira (07), foi mantida em 0,38% e para novembro, em 0,50%. Há quatro semanas, a estimativa do mercado era de respectivamente, 0,36% e 0,45%.

     

    O centro da meta de inflação para 2008 e para 2009 foi estabelecido em 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-11-2008 | 12:11
    Os bancos Itaú e Unibanco assinaram um contrato para a união das duas instituições, criando o maior grupo financeiro do hemisfério sul. Segundo o Itaú, a união é fruto de negociação sigilosa de 15 meses. De acordo com cálculos da consultoria Economática, o banco formado pela combinação dos ativos dessas duas instituições será a quarta empresa em valor de mercado da América Latina, atrás apenas da Petrobras, da Vale e da mexicana América Móvil. Em 31 de outubro, o valor de mercado de Itaú e Unibanco juntos seria de US$ 41,323 bilhões. Segundo a consultoria, a empresa resultante da fusão tem ativos superiores aos do Banco do Brasil.

     

    O banco fica na nona posição do ranking dos maiores bancos de capital aberto por ativos dos Estados Unidos e América Latina, com US$ 324,041 bilhões. O Banco do Brasil fica em 10º lugar, com US$ 261,639 bilhões em ativos. Já o Bradesco figura em 12º, com US$ 220,815 bilhões, e Santander em 15º no ranking de ativos entre os maiores bancos de capital aberto dos EUA e América Latina, com US$ 171,410 bilhões.

     

    De acordo com comunicado enviado à imprensa, será criada uma nova controladora (holding) não financeira e o controle do novo banco será compartilhando entre Itaúsa (holding do Itaú) e Unibanco. Até o fim de setembro, Itaú Unibanco holding tinha lucro líquido de R$ 8,1 bilhões e patrimônio líquido de R$ 51,7 bilhões.

     

    A nova holding, denominada Itaú Unibanco Holding S.A (a atual é Itaú Holding Financeira), contará com 4,8 mil agências e 14,5 milhões de clientes, o equivalente a 18% do mercado e 19% do volume de crédito do sistema financeiro brasileiro. O total de depósitos, fundos e carteiras administradas chegará a 21% do mercado. A participação no mercado de seguros será de 17% e no de previdência privada, de 24%.

     

    Essa nova holding terá operações de corporate que somam R$ 65 bilhões, atendendo dois mil grupos econômicos, ativos sob gestão de R$ 90 bilhões na área de private bank e R$ 575 bilhões em ativos, o que representará a maior instituição financeira do Hemisfério Sul.

     

    As duas instituições afirmam que é importante o movimento de fortalecimento de grandes empresas com o objetivo de aumentar a capacidade competitiva, "a exemplo do que ocorre em outros setores da economia". "A instituição terá a agilidade necessária para aumentar a presença do Brasil no cenário internacional."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-11-2008 | 12:11
    Como a mãe de primeira viagem ainda se recuperava da cesariana, coube ao pai a tarefa de dar o primeiro banho de Natália. Durante cinco dias, o trabalho doméstico também foi todo dele. O motorista Fernando Alexandro Jurado, de 37 anos, teria feito mais não fosse a necessidade de voltar a trabalhar. Ele é um dos homens que defendem a ampliação da licença-paternidade, como pretende a campanha "Dá Licença, Eu Sou Pai!", que será lançada hoje em São Paulo.

     

    A iniciativa é da Rede de Homens Pela Eqüidade de Gênero -formada por organizações sociais de defesa dos direitos humanos - e tem o objetivo de provocar a discussão do assunto. Atualmente, pelo menos dois projetos de lei tramitam na Câmara e no Senado pedindo a ampliação dos atuais 5 dias de licença para pelo menos 15 dias. "Os homens querem se envolver mais com os cuidados dos filhos, independentemente da classe social", diz a socióloga e pesquisadora da Fundação Carlos Chagas Sandra Unbehaum.

     

    Jurado é um exemplo disso. Ele sabe que nem todo homem pensa como ele, mas conhece pelo menos um amigo que também se dedicou integralmente aos cuidados do filho recém-nascido. "Ele é como uma mãe para a Natália", garante sua mulher, Íria Machiniski, de 29 anos. O motorista não esconde a satisfação de assumir esse papel. "A Íria teve complicações após o parto e passou quatro dias internada para se recuperar. Ela parou, mas a casa continuou funcionando", diz. Mesmo assim, diz ter ficado agoniado por ter de voltar ao trabalho e não ficar em casa acompanhando a filha. "Seriam necessários pelo menos 15 dias", diz.

     

    Um levantamento realizado no Recife, entre maio e junho, pela Universidade Federal de Pernambuco e Instituto Papai, demonstra que os homens querem a ampliação do período de licença-paternidade. Para 78% dos entrevistados, os cinco dias são insuficientes para acompanhar os primeiros dias do filho e dar suporte às mães. "Essa pesquisa levanta a questão sobre o que o homem faria se tivesse esse período ampliado", diz Jorge Lyra, coordenador do Instituto Papai.

     

    A resposta dada pelos homens contrapõe o senso comum de que a maioria desperdiçaria esse tempo com o descanso e deixaria a tarefa de cuidar dos filhos continuar a cargo da mulher. Para 29% dos entrevistados, a licença seria utilizada para ajudar a mãe; 19%, para cuidar do filho; 37%, para ajudar a mãe e cuidar do filho. Só 12% dos homens deram outras respostas e 3% não opinaram. O desconhecimento dos trabalhadores, porém, ainda é grande. A mesma pesquisa revela que 76% dos homens ouvidos conhecem a licença-maternidade, mas apenas 66% sabem sobre a paternidade.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-11-2008 | 12:11
    Amanhã comemora-se o Dia Nacional da Cultura, que foi instituído no dia 5 de novembro em homenagem ao nascimento de Rui Barbosa (1849). Em todo o país, centenas de cidades aproveitarão a data para promover atividades que enalteçam a brasilidade em todas as suas variadas matizes. Em Cuiabá, a Secretaria de Estado de Cultura (SEC) junta a data ao Dia Nacional do Livro (29 de outubro) para uma programação de cinco dias que contemplará literatura, música, dança, teatro, artes plásticas e audiovisual.

     

    Haverá atividades distribuídas nos períodos matutino, vespertino e noturno, de hoje até sábado e, o melhor, gratuitamente. E tudo isso em plena Praça da República, no Centro Histórico da Capital.

     

    Dessa forma, a iniciativa visa atingir estudantes, professores das escolas públicas e privadas, artistas, escritores e o grande público. O local é um dos que registra maior circulação diária de pessoas nos dias úteis. Além disso, se trata de de um dos pontos turísticos mais importantes da cidade, onde se encontram diversos prédios históricos.

     

    O grande destaque é a semana da ação cultural Leitura na Praça. A Secretaria, por meio da Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça (BPEEM), realizará eventos como a Feira Mato-grossense do Livro, apresentações teatrais, papo literário, tendas multiartes e apresentações culturais, com participação de atrações como o Grupo Tibanaré e a Cia. Volta Seca, que estarão ali durante todos os dias do evento.

     

    Conforme a coordenadora da biblioteca, Salime Marques, o evento busca oportunizar a população um espaço literário que permita estímulo à literatura, aquisição de livros a preços acessíveis e interação entre público leitor, escritores, editores e livreiros. Além da exposição literária, Salime conta que será realizadas diversas outras apresentações culturais durante os cinco dias do evento como cinema, dança e shows musicais. "Este evento é muito importante para a sociedade ter uma oportunidade e acesso a livros, através de um espaço público", frisa."Quem não tem tempo e trabalha o dia todo, poderá aproveitar o horário de almoço para acompanhar as mostras de audiovisual que acontecerão conforme a programação sempre às 12h, onde a censura é livre, e todos estão convidados", destacou a coordenadora de Ações Artístico-Culturais, Ana Moreira.

     

    A Semana da Cultura conta com o apoio dos parceiros Casa Civil, Unemat, Sesc-MT, Sebrae-MT, Rede Cemat, A Fabrika e Casa Brasil Cuiabá. As livrarias e editoras presentes são Editora da UFMT (EdUFMT), Editora Vozes, Editora Entrelinhas, Editora KCM, Livraria Adeptus, Livraria Paulus, Livraria Paulinas, Bazar do Livro

     

    Serviço- O evento ocorre de hoje até o dia 08 de novembro, na Praça da República, no Centro Histórico de Cuiabá, com entrada franca.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-11-2008 | 12:11
    O Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) quer que o governo revogue uma decisão tomada em 2005, que incluía 15 produtos derivados do aço em uma lista de exceção. Desses, dez continuam entrando no país com alíquota zero de imposto. Para o IBS, isso vem propiciando o avanço do aço chinês no mercado brasileiro.

    Em entrevista à Agência Brasil, o vice-presidente-executivo do IBS, Marco Polo de Mello Lopes, disse que a revogação da medida fortalecerá o mercado externo e evitará a entrada do aço chinês no país. Para ele, a decisão foi tomada equivocadamente, porque, na época, não havia especulação de preços, nem desabastecimento no mercado interno.

    Hoje, com a crise financeira internacional e algumas economias já em processo de recessão, seria “ingenuidade” do governo manter essa isenção tarifária no contexto atual, afirmou.

    Lopes explicou que não se trata de pedido de salvaguarda para os produtos nacionais, nem de aumento das tarifas de importação. O que se reivindica é a volta das tarifas cobradas antes de 2005 e que variavam de 12% a 14%, dependendo do produto. “É um direito do setor, que tem que ser restituído para garantir o mercado interno neste momento de crise. Todos os setores têm esse tipo de proteção. No caso dos automóveis, por exemplo, o tributo sobre os importados chega a 35% do valor do bem”, disse.


    Segundo ele, o que diferencia, hoje, a economia brasileira de outras é exatamente a força do seu mercado interno. “Apesar da crise internacional, ainda temos um mercado interno forte, que tem que ser preservado. Algumas economias já estão com crescimento zero ou em processo de recessão. Se temos este fator diferenciador, que é o mercado interno, ele tem que ser preservado.”

    De acordo com Lopes, o IBS apóia as medidas de incentivo a setores como a construção civil, o automotivo e o de bens de capital. Para ele, os programas de investimento da Petrobras na perfuração em águas profundas e as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) mostram que é possível manter o crescimento do mercado interno em boas condições. Para isso, ressaltou, é preciso estimular o consumo e não deixar desprotegidos setores estratégicos para o crescimento da economia nacional.

    O dirigente do IBS citou dados do setor siderúrgico que mostrou que as exportações chinesas para a América Latina cresceram 23%, e, no resto do mundo, a expansão foi de 9%. As exceções são o México, com queda de 42% nas importações chinesas, e a Venezuela, com queda de 76%. “Isso aconteceu porque são economias que tomaram medidas preventivas. No México, adotaram-se medidas antidumping contra os produtos chineses. Na Venezuela, há restrições impostas pelo câmbio e pela saída de divisas.”

    Lopes disse que, como outros segmentos, o setor siderúrgico enfrenta problemas decorrentes da restrição ao crédito e, por isso, reafirma a importância de se defender o mercado interno de práticas desleais de comércio, cuja tendência é se intensificar nesse momento de crise financeira.

     

    Fonte: Olhar Direto
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