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Domingo, 25 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    23-10-2008 | 10:10
    Equilíbrio nos negócios, aquecimento de mercado e solidez empresarial. O quadro que se desenha para Mato Grosso no final do ano é positivo, apesar da crise econômica internacional. É certo que vivemos num mundo globalizado, no qual um problema que ocorre em países desenvolvidos, ou em desenvolvimento, pode sim trazer reflexos negativos ao Brasil. Nesta semana, entretanto, em nível de governo, e também da iniciativa privada, tivemos boas notícias sendo veiculadas na mídia, que mostram que há boa performance das exportações e ainda boas projeções de mercado, que revelam aquecimento no comércio local.

     

    No que tange às exportações, Mato Grosso acumulou, até setembro, um superávit na balança comercial na ordem de US$ 5,1 bilhões, valor 59% maior do que o registrado no mesmo período de 2007. Há registro que nos primeiros nove meses de 2008, o valor acumulado neste segmento é de US$ 6,13 bilhões. Isso refletiu num considerável aumento, de quase 64%. Vale destacar que no mesmo período do ano passado o registro foi de US$ 3,73 bilhões.

     

    Outro número muito interessante nesta esteira de crescimento refere-se às vendas externas registradas em setembro que atingiram US$ 712,6 milhões, sendo que no ano de 2007, no mesmo mês foi de US$ 475,7 milhões, ou seja 49,7% de elevação. Ainda é cedo, entretanto, para que a crise econômica mundial atinja a balança comercial de Mato Grosso, além do que, nosso principal produto de exportação é o alimento, que está com excelente performance registrando aquecimento.

     

    Pode ser que em 2009 tenhamos algum reflexo da crise, mas por enquanto, as projeções nos levam a crer que cresceremos, nos tornando cada vez mais competitivos. Hoje ocupamos o 10º lugar no ranking nacional, mas com a vinda de novas plantas industriais para o Estado no ano que vem, como Perdigão, Sadia e Cargil, a tendência é avançar e ultrapassar os outros Estados.

     

    Numa análise do mercado regional, falando especificamente de Mato Grosso, há números que merecem ser destacados. A começar pela injeção de recursos oriundos do 13% salário, na ordem de R$ 680,7 milhões, superior ao do ano passado em 12%. O comércio mato-grossense deverá crescer 13% este ano. Isso nos leva a um outro quadro positivo, o das vendas, que deverão crescer em torno de 8%. A partir do próximo mês, já prevendo o maior aquecimento serão gerados 7,5 mil empregos temporários, 1,5 mil a mais, em relação ao exercício anterior.

     

    Um número importante no desempenho da economia, cujo reflexo contribui para outros desempenhos positivos refere-se exatamente ao mercado de trabalho. Mato Grosso detém o primeiro lugar no país na geração de empregos formais. No ano passado foram gerados oito mil empregos formais, este ano já são quase 16 mil. Estes números estão atrelados a um outro fator importante, a solidez das empresas que estão se instalando em Mato Grosso, apoiadas por programas de incentivos do governo e por iniciativas próprias também, vislumbrando o potencial da região.

     

    Os empresários, juntamente com o governo, estão coesos no foco do desenvolvimento, e quando há união, dificilmente a crise atinge proporções imediatas, que afetam a estrutura do estado e dos negócios. Há confiança no mercado, e o otimismo ainda está sendo a mola propulsora para chegarmos ao final de mais um exercício no azul. É isso que esperamos, e é nisso que estamos apostando.

     

    Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/ Senac-MT

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-10-2008 | 10:10

    Com exceção da Caixa Econômica, os bancos privados e Banco do Brasil voltam a funcionar depois de 15 dias de greve dos bancários. A decisão foi tomada ontem pela categoria durante uma assembléia realizada na Praça Alencastro em Cuiabá. O funcionários do setor votaram a proposta da apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na terça-feira (21) a noite que garante o aumento de 8,15% para os bancários que ganham mais de R$ 2,5 mil e 10% para os que remuneração inferior. A proposta inicial dos bancos foi 7,5% aplicados de maneira linear, sendo aplicada a todos os cargos sem distinção de remuneração.

     

    O presidente do Sindicato dos Bancários, Arilson da Silva, disse que 60% dos 4,5 mil trabalhadores de Mato Grosso serão contemplados com a porcentagem maior.

     

    A proposta da Fenaban não agradou os trabalhadores da Caixa Econômica Federal porque os itens ligados a participação nos lucros e resultados (PLR) e a isonomia entre os servidores não foram resolvidos.

     

    Na instituição existe diferença entre os benefícios dos funcionários antigos e os recém-contratados e a categoria quer o tratamento igualitário. Até o final da edição, à 19h50, ainda não estava definido o tempo de greve dos funcionários da Caixa.

     

    Outro ponto favorável é a manutenção dos benefícios já conquistados pela categoria com o auxílio transporte, educação, bem como a estabilidade pré-aposentadoria, na qual as mulheres que trabalham há mais de 28 anos no setor, e os homens, com 32 anos de serviços prestados, não podem ser demitidos. A estabilidade serve para garantir a aposentadoria do funcionário.

     

    A categoria também conquistou o direito de que as denúncias de assédio moral nos bancos fossem apuradas em prazo de 60 dias. Arilson explica que o item está aquém do ideal, mas é um avanço porque antes os banqueiros nem sequer consideravam a existência do assédio dentro do ambiente de trabalho.

     

    Rondonópolis - Ontem pela manhã o Sindicato dos Bancários da região Sul fizeram um assembléia e decidiram retornar as atividades. Das 14 agência localizadas na cidade, 12 voltaram a funcionar. As 2 que continuam paradas são as da CEF.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-10-2008 | 10:10
    O Natal das Crianças 2008 será lançado no dia 4 de novembro, no Salão Nobre do Palácio Paiaguás. Como ocorre desde 2003, a Secretaria de Estado de Emprego, Trabalho, Cidadania e Assistência Social (Setecs) organiza a campanha para arrecadação de alimentos e comemorar a data em Mato Grosso. O Banco do Brasil (BB) mais uma vez é parceiro do governo .

     

    Representantes do Banco do Brasil se reuniram com a secretária da Setecs, Terezinha Maggi, para "selar essa parceria de sucesso. Estamos aqui para repetir a parceria na campanha, na arrecadação de donativos e na comemoração, que é uma excelente iniciativa, talvez a única no país. Com certeza, todos os funcionários se empenharão. Vamos realizar um trabalho interno ", disse o superintendente do BB, Tarcísio Hubner.

     

    A secretária-adjunta da Setecs, Vanessa Rosin, lembrou que, como nas anteriores, o governo realiza esta edição para "minimizar a situação de vulnerabilidade das famílias" com a expectativa de beneficiar mais de cem mil, com a doação de cestas compostas pelos alimentos arrecadados. A campanha prossegue até o dia 7 de dezembro. A entrega das cestasestá programada para ocorrer de 15 de novembro a 7 de dezembro.

     

    Fonte: Gazeta digital
    23-10-2008 | 10:10
    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em 0,30% em outubro, 0,04 ponto percentual acima do resultado de setembro (0,26%). Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, o índice acumula variação de 5,28%, acima do resultado do mesmo período de 2007 (3,40%).

    Nos acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 registra alta de 6,26%, pouco acima da variação referente aos 12 meses imediatamente anteriores (6,20%). Os alimentos foram os principais responsáveis pelo aumento no ritmo de crescimento do IPCA-15 deste mês. Merecem maiores destaques o arroz, que passou de -1,67%, em setembro, para 0,19%, em outubro, e o feijão carioca, que passou de -4,24% para 3,29%. As carnes (de 0,63% para 1,44%), o frango (de 1,96% para 1,91%) e o lanche consumido fora do domicílio (de 0,29% para 1,04%) continuaram em alta.

    Os produtos que mais apresentaram queda de preços de um mês para o outro foram cebola (de 6,11% para -22,63%), batata (de -8,84% para -11,23%), cenoura (de 0,08 para -9,27%) e óleo de soja (de -4,08% para -4,70%). Com o resultado de outubro, o grupo dos produtos alimentícios acumula variação de 10,57% no ano, bem acima do resultado de igual período do ano passado (7,95%).

    Quanto aos produtos não-alimentícios, a variação de 0,37% em outubro foi menor que a registrada em setembro (0,41%). O resultado foi influenciado pela alta de 1,11% no item salários dos empregados domésticos, responsável pela maior contribuição no índice do mês (0,03 ponto percentual).

    A pesquisa foi feita em 11 capitais. Fortaleza (0,56%) apresentou a maior variação devido ao resultado do grupo alimentação (0,80%), que foi o maior entre as áreas. O menor resultado foi registrado em Brasília (-0,29%).

    Os índices se referem a preços coletados no período de 13 de setembro a 13 de outubro, comparados com os coletados entre 14 de agosto e 12 de setembro.

    O IPCA-15 é considerado uma prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência para a meta de inflação do governo. A metodologia de cálculo é a mesma, apurando a variação de preços para famílias com renda de até 40 salários mínimos em 11 regiões metropolitanas do país.

    Fonte: Olhar Direto
    23-10-2008 | 10:10
         O Estado de Mato Grosso que conta com clima favorável, investe em tecnologia na produção de alimentos e de biocombustível, aposta na possibilidade de mais investimentos e na mudança de perfil econômico é a solução do Brasil para a crise que gera preocupação internacional. Pelo menos essa é a opinião do jornalista Onofre Ribeiro que falou sobre o desenvolvimento do Estado que se destaca na produção de grãos e plumas, durante evento organizado pelos alunos do 2º semestre do Curso de Direito da Unic Rondonópolis Floriano Peixoto.
         
         Onofre Ribeiro que vive em Cuiabá há 32 anos e presenciou momentos históricos de Mato Grosso, como a divisão do Estado que resultou num livro de autoria do comunicador, começa a palestra com a retrospectiva sócio-econômica mato-grossense.
         
         Ele compara a produção agrícola da década de 1970 com a atual, a partir do volume transportado, tanto na importação de insumos como na exportação de grãos, plumas e carne, por exemplo.
         
         Nos acontecimentos mundiais recentes, Onofre Ribeiro destaca a importância da inserção da Índia e da China no mercado internacional. O que resulta no aumento do consumo global de alimentos e energia e remete à crise nesses setores. Ele cita ainda a crise imobiliária atual que deixa o mercado receoso, mesmo depois de o governo norte-americano disponibilizar US$ 700 bilhões.
         
         Diante da situação econômica atual, o jornalista Onofre Ribeiro avalia que “o mundo está quebrado” e aponta como solução o potencial produtor do Brasil. Ele destaca Mato Grosso como o principal Estado do país capaz de contribuir para amenizar a crise econômica internacional e ampliar os estoques de alimentos e energia no mundo. As vantagens mato-grossenses consideradas pelo palestrante é a crescente produção agroindustrial. Onofre Ribeiro reforça a tese com o exemplo de estrangeiros que migram para o país e o Estado, interessados em investir em terras para a produção alimentícia, energética e de reservas.
         
         Diante do interesse internacional em produzir no solo brasileiro e mato-grossense, Onofre Ribeiro alerta para a necessidade da população local de priorizar a formação tecnológica. Ele incentiva os jovens e os adultos a ingressarem em cursos tecnólogos e de formação profissional, como os oferecidos pela Unic Rondonópolis. “É preciso que a comunidade local se profissionalize para permanecer no mercado de trabalho. Essa é a geração do estudo e do corporativismo”, alerta.
         
         A coordenadora do Curso de Direito da Instituição do Grupo Educacional Iuni, professora Viviani Carrenho Bertoni, reforça que a palestra retrata o cenário de Mato Grosso como um mercado de oportunidades. Mas, reafirma que é preciso dedicação e interesse pelos estudos, para garantir o ingresso no mercado de trabalho. “A palestra do jornalista Onofre Ribeiro atende ao objetivo da Unic que é o de preparar profissionais com diferencial para atuar no mercado de trabalho”, compara.(Assessoria)

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    22-10-2008 | 12:10
    O presidente do Sinduscon-MT, Luiz Carlos Richter Fernandes, convida a todos associados a participarem do encontro que se realizará dia 27/10/2008, próxima segunda-feira, com início as 08:30 horas, na FIEMT, Auditório Nicolau Petroni. Na oportunidade estarão presentes os secretários de Estado Eder de Moraes (Fazenda), Vilceu Francisco Marchetti (Infra-Estrutura) e o diretor geral do DNIT – Departamento nacional de Infra-Estrutura de Transportes, Luiz Antonio Pagot. A reunião vai tratar de vários temas, tendo como assuntos principais O ICMS e Obras. 

     

    Luiz Carlos Richter Fernandes

    Presidente do Sinduscon-MT
    22-10-2008 | 12:10
    O reflexo da crise internacional é mínimo para o setor da construção civil no Brasil, segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro e vice-presidente da Câmara Brasileira da Construção Civil (Sinduscon-RJ), Roberto Kauffmann. Em entrevista ao programa Notícias da Manhã da EBC, Kauffmann falou da realidade do mercado e das expectativas para o próximo ano.

    De acordo com Kauffmann, somente 25 empresas da área da construção civil sentiram o reflexo da crise econômica internacional. São grupos grandes que se associaram e capitalizaram recursos na bolsa de valores. Ele explicou que essas empresas compraram uma quantidade grande de terrenos, mas estão imobilizadas para a produção dos empreendimentos, pois dependem de recursos do mercado financeiro.

    O presidente do Sinduscon-RJ disse que para auxiliar essas empresas foi definida, em reunião com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, a presidente da Caixa Econômica Federal Maria Fernanda Coelho, e representantes do Ministério da Fazenda e do BNDES, a criação de uma linha especial de financiamento, feita por bancos, com juros razoáveis, para suprir a falta de giro de capital. De acordo com Kauffmann a linha de crédito deve ser regulamentada nesta semana.

    Segundo Kauffmann, cem mil empresas de pequeno e médio porte não terão problemas, pois usam recursos da poupança e do Fundo de Garantia. Em 2008, cerca de R$ 30 bilhões foram aplicados na poupança e o FGTS investiu R$16 bilhões em habitação.

    De acordo com ele, para garantir as linhas de financiamento para 2009, o orçamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) será definido neste mês e o valor previsto, que é de R$ 16 bilhões, pode chegar a R$ 20 bilhões. Com as medidas tomadas, Kauffmann garante que o setor da construção civil na área habitacional não vai ter nenhum problemas neste ano e nem no próximo.“Se houver problemas de demanda,o Banco Central poderá reduzir o compulsório obrigatório da poupança e com isso não afetar o setor da construção civil”

    Sobre a área de infra-estrutura o presidente do Sinduscon–RJ acredita que as principais obras públicas devem continuar, pois contribuem para o desenvolvimento econômico do país. É “uma questão de analisar as prioridades do governo”.

     

    Fonte: Olhar Direto
    22-10-2008 | 12:10
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, anteciparam ontem novas medidas para irrigar o mercado de crédito brasileiro. As ações, que envolvem cifras da ordem de R$ 6,5 bilhões, vão beneficiar especialmente os setores da agricultura e construção civil, mas também visam a garantir maior acesso de empresas e consumidores ao dinheiro.

    As medidas foram definidas em reunião convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ontem, no escritório da presidência da República, em São Paulo. Além de Mantega e Meirelles, participaram do encontro os presidentes da Caixa, Maria Fernanda Coelho; do Banco do Brasil, Antônio Francisco Lima Neto; do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho; e o vice-presidente do BNDES, Armando Mariante.

    Ao lado de Meirelles, Mantega explicou que o governo deverá ampliar o crédito para a agricultura em cerca de R$ 2,5 bilhões. Os recursos serão originados a partir do aumento da parcela da poupança rural que será direcionada à agricultura, de 65% para 75%. Segundo o ministro, a medida poderá ser anunciada hoje pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Ele observou, porém, que o CMN precisa primeiro criar uma resolução e depois aprová-la.

    O ministro lembrou que, nas duas últimas semanas, o Banco do Brasil já liberou cerca de R$ 10 bilhões ao setor de agronegócio. "Portanto, não me parece que haja razão para uma redução da safra 2008/2009. É claro que poderá haver algum fator climático ou alguma deficiência de crédito que ainda não identificamos."

    Outro setor que deve receber tratamento especial é a construção civil. Nos últimos anos, as empresas se capitalizaram por meio de lançamento de ações na bolsa de valores, estabeleceram planos de investimento de longo prazo e gastaram o dinheiro na compra de terrenos, disse Mantega. Agora, não conseguem capital de giro para tocar os projetos.

    "Estamos montando um sistema para dispor esse crédito, que deve somar entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões para completar as obras", disse Mantega. Ele destacou que esse crédito poderá ser feito via BNDES, que já apresentou proposta ao setor, ou Caixa, por meio de participação acionária nas empresas. "Uma das duas medidas será tomada nos próximos dias."

    Meirelles completou que, durante a reunião, foi feita uma revisão de todas as ações dos bancos estatais até o momento na compra de carteira de outros bancos e na concessão de crédito. As instituições foram chamadas a se preparar para aumentar sua participação nos empréstimos e financiamento no País, seja para pessoa física, capital de giro para empresas e investimentos.

     

    Fonte: Mídia News
    22-10-2008 | 12:10
    A importância da sustentabilidade ambiental bateu a porta da construção civil. De olho nos impactos ambientais gerados pelas obras, empresários da cadeia produtiva analisam no próximo dia 24, às 16h, durante o 80º Enic, o melhor modo de construir de forma sustentável e competitiva.

    A construção sustentável, como é chamada essa nova tendência, faz uso de materiais ecologicamente corretos e eficientes e de soluções tecnológicas inteligentes para promover o bom uso e a economia de recursos, como água e energia elétrica; a redução da emissão de gases de efeito estufa, tanto na produção de matéria-prima quanto na operação norma das edificações; a melhoria da qualidade do ar no ambiente interno e o conforto de seus moradores e usuários. Na ocasião, o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável lançará uma nova ferramenta para auxiliar projetistas, construtores e usuários na seleção de insumos e fornecedores, a partir de critérios de sustentabilidade.

    Trata-se de um canal aberto ao mercado, no site www.cbcs.org.br, que indicará os seis passos necessários para a identificação das melhores empresas fornecedoras.

    "Mais do que orientar para a seleção de produtos, a estratégica é focar a escolha nas empresas", explica o professor Vanderley John, membro do comitê.

     

    Fonte: CBIC
    22-10-2008 | 12:10
    O deputado federal Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG) estará em São Luís no próximo dia 24 para participar da reunião da Comissão de Obras Públicas (COP) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que ocorrerá durante o 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), a ser aberto amanhã. A reunião tratará sobre os impactos da mudança na Lei de Licitações (nº 8.666) e será realizada às 14h, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana.

    O parlamentar foi o relator da Comissão Especial que apresentou e aprovou um substitutivo ao projeto de alteração da lei, proposto pelo Executivo. Durante a reunião, os empresários da construção civil também proporão mudanças na lei, que "estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios".

     

     Assuntos Entre os assuntos a serem discutidos estão a obrigatoriedade da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) nos orçamentos públicos, atualização dos limites das modalidades licitatórias e dispensa da comprovação econômica e financeira mediante apresentação de garantia.

     

     De acordo com o presidente da COP, Arlindo Moura, um dos objetivos dos empresários com as propostas de mudanças na Lei de Licitações é evitar a formação de pacotes de obras em licitações, o que poderá ampliar a participação de pequenas e médias empresas nos processos licitatórios. "Vamos discutir também assuntos como a obrigatoriedade da aceitação de consórcios nas licitações, a fixação de critérios para compatibilizar preços unitários para efeito de julgamento das propostas e a fixação, de modo objetivo, das parcelas de maior relevância técnica e valor significativo do objeto da licitação", complementa Moura.

     

     

    Fonte: CBIC
    22-10-2008 | 12:10
    Responsável pela formação de 14% do Produto Interno Bruto do país e com perspectiva de fechar o ano com crescimento de 7%, o setor da construção civil navega em mar de almirante e voa em céu de brigadeiro, segundo alguns de seus líderes mais representativos.

    E já levou ao governo planos detalhados para acelerar a edificação de moradias e reduzir o déficit habitacional do país, hoje estimado em sete milhões de moradias. O clima é tão propício que esses líderes empresariais estiveram na semana em reunião com a ministra da casa Civil, Dilma Rousseff, apresentando plano de 15 pontos para dinamizar o setor da construção, com destaque para um projeto piloto de habitação popular no Rio de Janeiro, com ocupação de vazios urbanos e imóveis dos diversos níveis da administração e potencial para dar moradia decente para pelo menos mais 100 mil pessoas. A inspiração para isto veio de recente viagem dos empresários para estudo do sistema habitacional do México.

    Lá, neste ano, foram construídas 600 mil moradias populares e o plano para o ano que vem é de construir mais 800 mil.

    No Brasil, a construção de casas para a baixa renda não ultrapassa a cifra de 60 mil unidades por ano.

     

     Problema eventual

     

    Presidente do Sindicato da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon), vice-presidente da Câmara Brasileira da Construção Civil e representante do empresariado no conselho curador do FGTS, Roberto Kauffmann esclarece as razões do socorro anunciado pelo governo para empresas do setor: - É para atendimento de emergência eventual, para um grupo de 25 empresas de grande porte que, após abrirem seu capital, formaram um grande estoque de terrenos, fizeram muitos lançamentos usando recursos do mercado financeiro e que agora ficaram com dificuldades de capital de giro, em vista do encarecimento do crédito. Kauffmann esclarece que os recursos a serem destinados a essas empresas terão custo relativamente baixo, como no caso dos destinados a financiamentos de exportação, para evitar traumas maiores. - Há mais de 100 mil empresas de construção de pequeno e médio porte espalhadas pelo Brasil e que não são suscetíveis a esse tipo de problema.

    Logicamente, haverá uma redução nos lançamentos das grandes, mas não haverá qualquer retração no setor - afirma o presidente do Sinduscon Desta opinião partilham também Manoel Maia, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Locação de Imóveis do Rio de Janeiro (Secovi Rio), e Jonas Jonas Zylbersztajn, vice-presidente da construtora e incorporadora RJZ Cyrela. - Num momento de crise, mesmo distante, qualquer incentivo será muito bem aceito - diz Jonas Zylbersztajn. Ele destaca que a Cyrela está bem capitalizada, e que os problemas das empresas que, por estarem investidas, ficaram com dificuldades de caixa, está muito bem equacionado, pois o custo será baixo: Taxa Referencial de juros, mais 10. Kauffmann faz questão de destacar que o setor habitacional brasileiro vive momento positivo,contando com de R$ 16 bilhões do FGTS e R$ 30 bilhões da poupança, além de subsídios para moradias para a baixa renda.

    E que, já está prevista dotação idêntica para o ano que vem. - Em caso de eventual carência de recursos, basta o governo liberar parte dos depósitos da poupança compulsoriamente recolhidos ao Banco Central e estará resolvida a situação diz o presidente do Sinduscon.

     

    Fonte: CBIC
    22-10-2008 | 12:10
    A confiança dos empresários industriais caiu no terceiro trimestre deste ano ao pior nível desde julho de 2005. De acordo com a pesquisa Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o indicador ficou em 52,5 pontos no terceiro trimestre, ante os 58,1 pontos apurados no trimestre anterior, uma queda de 5,6 pontos. Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o ICEI estava em 60,4 pontos, a queda é ainda maior, de 7,9 pontos. Em julho de 2005, o pior nível de confiança registrado pelo ICEI, o índice ficou em 50,7 pontos.

    De acordo com a CNI, os motivos que levaram à queda da confiança do industrial foram "o agravamento da crise financeira internacional, o aumento das incertezas em relação ao cenário externo e os impactos no mercado interno". Segundo a pesquisa, a crise atingiu especialmente as grandes empresas, o que se explica em razão de que 80% das indústrias de grande porte são exportadoras.

    O índice de confiança entre as empresas de grande porte caiu de 59,9 pontos para 51,5 pontos no terceiro trimestre do ano. Segundo a CNI, é o pior indicador entre as grandes empresas desde julho de 2002, quando a confiança dos grandes empresários foi de 49,9 pontos. Houve também uma queda na confiança entre as empresas de pequeno e médios portes. O indicador para as pequenas empresas caiu de 56,6 pontos no segundo trimestre para 53,6 pontos no terceiro trimestre.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    22-10-2008 | 12:10
    O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado hoje (21), ficou em 52,5 pontos, 5,6 pontos abaixo do apurado em julho e 7,9 pontos menor que o de outubro do ano passado. Esse índice é resultado de pesquisa trimestral feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com 1.443 empresas.

    De acordo com a CNI, “a queda na confiança da indústria se intensificou com o agravamento da crise financeira internacional, o aumento das incertezas quanto ao cenário externo e suas conseqüências no mercado doméstico”.

    Entre os executivos das grandes empresas, a queda na confiança foi maior do que a de empresas de outros portes. A redução foi de 8,4 pontos na comparação com julho e o ICEI das grandes empresas situou-se, pela primeira vez desde o início da série em 1999, abaixo do índice das pequenas empresas. As grandes empresas têm índice de 51,5, as pequenas de 53,6 e as médias de 52,6 pontos.

    “Essa situação decorre, em parte, [do fato de a] crise estar afetando com maior intensidade as empresas exportadoras, que vêm enfrentando dificuldades na obtenção de financiamento”, informa o boletim da CNI. De acordo com a entidade, 80% das grandes empresas são exportadoras, percentual que cai para 23% entre as pequenas. Ontem, o Banco Central realizou o primeiro leilão com o objetivo de estimular o financiamento às exportações.

    O índice de expectativa para os próximos seis meses também recuou, de 61,6 para 53,4 pontos. O otimismo do empresário em relação à sua empresa, para esse mesmo período, foi reduzido de 64,6 para 56,9 pontos, enquanto que em relação à economia caiu de 55,4 para 46,7 pontos.

    Segundo a CNI, dos 27 setores considerados, apenas o setor Bebidas manteve o índice praticamente igual ao de julho (56,5 para 56,6 pontos). Seis setores registraram índices inferiores a 50 pontos em outubro: Álcool, Couros, Borracha, Calçados, Papel e Celulose e Madeira. Em julho, apenas dois setores registraram índices inferiores a 50 pontos.

    A pesquisa da CNI foi feita entre os dias 30 de setembro e 20 de outubro de 2008, com 798 pequenas empresas, 433 médias e 212 grandes.

     

    Fonte: Olhar Direto
    21-10-2008 | 12:10
    O governo do Estado já está analisando contratos de obras que podem ter ficado defasados por conta do aumento do custo da construção civil. A informação é do secretário ajunto de Obras Públicas da Secretaria de Estado de Infra-estrutura (Sinfra), Jean Martins. Segundo ele, quando há situações de desequilíbrio na economia, como no caso do aço e do concreto, que são insumos que pesam muito no orçamento e têm muito aumento de preço, o governo chama as empreiteiras e discute caso a caso para decidir a melhor saída.

     

    O Sindicato da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon) reclama que o custo do setor tem subido muito e que isso poderia inviabilizar algumas obras do governo que já estão em andamento, porque as empresas não conseguiriam absorver os reajustes dos insumos, principalmente aço e cimento.

     

    Mas o secretário adjunto alerta que uma eventual recomposição de preços tem que passar por uma análise criteriosa e caso a caso, como já começou a ser feito. Isso porque esses contratos, pela Lei de Licitações, só podem ser reajustados após um ano de vigência. E mesmo assim, o governo primeiro analisa porque a obra ainda não foi concluída e todas as questões envolvidas.

     

    "Se houve culpa da empresa pela não conclusão da obra antes de um ano, não haverá reajuste de preços", alerta Martins. Porém, é claro que dependendo da obra, o trabalho leva mais de um ano para ser concluído.

     

    O secretário adjunto informa que o último aumento geral de preços na tabela da Sinfra para licitações aconteceu há aproximadamente um ano, mas nesse meio tempo, a Secretaria corrigiu alguns itens de relevância, como aço e concreto, que sofreram maior reajuste de preço.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-10-2008 | 12:10
    Se o custo da construção civil continuar subindo como está, pode haver paralisação de obras no Estado, inclusive as públicas.

    Quem alerta é o presidente do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon), Luiz Carlos Richter.

    De acordo com ele, se o governo não encontrar um meio de readequar os valores contratados, as construtoras poderão paralisar obras porque elas vão se tornar inviáveis.

    Os grandes responsáveis por isso são basicamente o aço e o cimento.

    O chamado Custo Unitário Básico (CUB) médio aumentou 13,39% este ano em Mato Grosso e 14,95% nos últimos 12 meses.

    O Estado tem o segundo maior índice de CUB no país, ficando atrás somente de Rondônia.

    O CUB é uma estimativa parcial para o valor do metro quadrado de obra e reflete a variação mensal dos custos de construção, incluindo materiais, equipamentos e mão-de-obra. Ele é calculado com base em uma cesta representativa de 40 insumos essenciais da construção, além do aluguel da betoneira e de cinco categorias profissionais.

    São considerados também vários itens adicionais considerados importantes, como elevadores, fundações especiais, instalações prediais (água, luz, esgoto, telefonia), serviços complementares de urbanização, recreação e ajardinamento, remuneração de engenharia, etc.

    Segundo os dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o CUB médio e Mato Grosso está em R$ 680,84 o metro quadrado.

    O mês de referência é agosto. Richter destaca que os insumos que mais têm subido são o aço, 50% do início do ano para cá, e o cimento, que teve uma ligeira redução de preço, após um período de crise no abastecimento, mas voltou a subir, mesmo com o abastecimento normal sendo restabelecido.

    Aumentou R$ 6 nas últimas semanas. A situação, segundo Richter causa um desequilíbrio no preço contratado para a obras e o valor que realmente as construtoras vão gastar na execução.

    "Traz um sério prejuízo para as empresas, acaba ficando inviável, porque a lei de licitação não permite que contratos sejam reajustados antes de um ano.

    Não há empresas que vão conseguir absorver esses custos". O presidente do Sinduscon explica que o problema é que as obras que estão sendo construídas agora tiveram os contratos fechados há aproximadamente seis meses, quando os preços praticados eram menores.

    "O governo precisa tomar providências". No caso de obras particulares a situação é diferente, conforme Richter, porque a empresa consegue negociar de forma mais simples. Em entrevista coletiva concedida na semana passada, o governador Blairo Maggi afirmou que, caso seja necessário, o Estado poderá vir a paralisar obras.

    A atitude só será tomada, explicou Maggi, a fim de evitar a ocorrência de qualquer desequilíbrio "na saúde financeira do Estado".

    Na ocasião ele falou sobre os possíveis impactos da crise financeira global na economia mato-grossense.

     

    Fonte: CBIC
    21-10-2008 | 12:10
    O governo brasileiro, que inicialmente chegou a insistir na possibilidade de o país ficar imune aos efeitos da crise global, começa a deixar claro como pretende reagir para enfrentar riscos inevitáveis.

    Primeiro, a equipe econômica se preocupou em atenuar um pouco o aperto no crédito, afrouxando o compulsório dos bancos com o objetivo de liberar recursos para áreas em situação mais crítica.

    Ao mesmo tempo, reforçou as verbas previstas para financiar o agronegócio.

    Nem uma nem outra medida ainda surtiu os efeitos esperados, mas a equipe econômica já anuncia a intenção de antecipar, provavelmente para esta semana, medidas destinadas a incentivar a construção civil.

    A pretensão está no rumo certo, pelo efeito multiplicador que a atividade costuma gerar, pois não se limita a reduzir o déficit habitacional: além de movimentar recursos, gera oportunidades de trabalho e impostos para os cofres públicos. É lamentável que o Brasil, depois de muito esforço para assegurar um período de crescimento continuado, se veja agora diante da possibilidade iminente de uma desaceleração no ritmo da atividade produtiva.

    As conseqüências só não serão mais preocupantes porque, depois de ver muitos dos ganhos na área econômica serem corroídos por crises internacionais que se sucedem a partir da última década, o país tomou providências rígidas, com ênfase no rigor fiscal.

    Ao mesmo tempo, a confirmação do crescimento neste ano já garante para o próximo uma expansão que o poder público tem condições de potencializar se colocar em práticas medidas adequadas. A anunciada recessão mundial já tem extensões evidentes em nosso país, especialmente sob a forma de congelamento, suspensão ou cancelamento de investimentos produtivos.

    Os prejuízos registrados por grandes empresas, particularmente as com forte atuação no mercado externo, tendem a aprofundar uma tendência de recessão em algumas áreas.

    A recessão cobra um preço econômico que, se não for devidamente aprofundado, pode se estender ao social.

    As autoridades precisam continuar alertas para evitar que o processo se aprofunde. De alguma forma, a anunciada decisão do governo federal de manter o ritmo das obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) acena com a perspectiva de que os efeitos da desaceleração mundial poderão ficar sob controle no país.

    Com recursos já assegurados para obras, particularmente em infra-estrutura, o PAC pode contribuir para atenuar a anunciada desaceleração do crescimento.

    O reconhecimento de que os efeitos já se fazem sentir e de que é preciso enfrentá-los é um primeiro passo para enfrentar o problema. Mas é preciso que o país demonstre competência para preservar sua atividade produtiva, com ênfase em áreas que, por suas características, costumam dar uma resposta mais rápida em períodos de crise, como é o caso da agricultura e da construção civil.

     

    Fonte: CBIC
    21-10-2008 | 12:10
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, anunciaram ontem novas medidas para irrigar o mercado de crédito brasileiro. As ações, que envolvem cifras da ordem de R$ 6,5 bilhões, vão beneficiar especialmente os setores da agricultura e construção civil, mas também visam a garantir maior acesso de empresas e consumidores ao dinheiro.

    As medidas foram alinhavadas em reunião convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no escritório da presidência da República, em São Paulo, ontem. Além de Mantega e Meirelles, participaram do encontro os presidentes da Caixa, Maria Fernanda Coelho, do Banco do Brasil, Antônio Francisco Lima Neto, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho e do vice-presidente do BNDES, Armando Mariante.

    Ao lado de Meirelles, Mantega explicou que o governo deverá ampliar o crédito para a agricultura em cerca de R$ 2,5 bilhões. Os recursos serão originados a partir do aumento da parcela da poupança rural que será direcionada à agricultura, de 65% para 75%.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    21-10-2008 | 12:10
    A greve dos bancários pode terminar esta semana. É o que acreditava ontem o presidente do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso, Arilson da Silva, que aguarda o término das negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A reunião começou no fim do dia e se estendeu até tarde da noite. A única certeza, conforme Silva, é que o resultado da reunião traria uma nova proposta a ser discutida hoje pela categoria.

     

    Hoje a greve completa duas semanas. O presidente disse que as negociações não avançavam porque os banqueiros não mudavam a proposta. Até a última quinta-feira, a proposta do sindicato patronal, era de reajuste de 9% para quem ganha até R$ 1,5 mil, além de 7,5% de reajuste para as demais faixas salariais. Os bancários reivindicam 13,23%.

     

    O piso da categoria está em R$ 921,00 enquanto o ideal, por estudos feitos pelo sindicato, seria de R$ 2.074,00. Há ainda nas reivindicações a perspectiva de melhoria na participação nos lucros e resultados. "Já que os lucros aumentaram também é preciso aumentar a fatia do trabalhador.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-10-2008 | 12:10
    As fortes oscilações do mercado financeiro, nos últimos 30 dias, já refletem no comércio externo brasileiro, em virtude da redução de linhas de crédito para exportações e pelo represamento de importações nos portos, sem desembarque, por causa das altas na cotação do dólar. É o que mostra o movimento comercial da terceira semana de outubro, de 13 a 18, quando as vendas brasileiras para o exterior caíram 4,37% em relação às exportações da semana anterior, de 6 a 11 de outubro. As importações também foram 4,65% menores, na mesma base de comparação.

     

    De acordo com boletim do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, divulgado ontem, as vendas brasileiras de produtos básicos (minério, carnes, petróleo, soja em bruto e outros) aumentaram 24,2% entre as duas semanas. Ao contrário, as exportações de manufaturados (etanol, celulares, laminados de ferro e aço, veículos) caíram 10,4% e as vendas de bens semimanufaturados (óleo de soja, ferro-liga, açúcar e celulose) diminuíram 32,1%.

     

    Quanto às importações, o ministério registrou retração nos desembarques de equipamentos mecânicos, instrumentos de ótica e precisão, plásticos e obras, aeronaves e partes, além de queda significativa nas compras externas de adubos e fertilizantes, uma vez que grande parte das terras usadas para a safra agrícola 2008/2009 já foi corrigida.

     

    Nos 13 dias úteis de outubro, foram exportados US$ 10,941 bilhões em produtos nacionais, com média diária de US$ 841,6 milhões, o que equivale a desempenho 17,4% superior à média obtida em outubro do ano passado. Em contrapartida, o desempenho desses 13 dias é 7,5% menor que a média estabelecida nos 13 primeiros dias úteis do mês de setembro.

     

    As importações acumularam US$ 10,067 bilhões, com média diária de US$ 774,4 milhões. Isso representa crescimento de 38,1% sobre a média diária de outubro de 2007, mas a internalização de mercadorias estrangeiras, neste mês, está 1,3% menor que em setembro.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-10-2008 | 11:10
     O diretor de Pesquisa e Estudos Econômicos do Bradesco, Octávio de Barros, afirmou que o Brasil deve crescer 3,3% em 2009, fato que deve ser causado basicamente pela crise financeira que vai desaquecer o nível de atividade mundial. Para 2008, ele estima que o Produto Interno Bruto (PIB) no país deve registrar uma expansão de 5,4%.

     

    No próximo ano, ele pondera que o mundo deverá apresentar um incremento de 2,7%, sendo que 95% de tal resultado será obtido pelo avanço dos países emergentes, um patamar maior que os 80% de contribuição dos países em desenvolvimento à expansão economia global que deve ser apurado neste ano.

     

    Na avaliação de Barros, um dos principais fatores que devem determinar a desaceleração do nível de atividade no próximo ano no Brasil será a redução da velocidade dos investimentos das empresas. Segundo ele, a Formação Bruta de Capital Fixo deve apresentar incremento de 7% em 2009, metade da alta de 14% que deve ser apurada neste ano.

     

    No primeiro semestre de 2008, a FBCF apresentou uma alta de 15,7% em relação ao mesmo período de 2007 e foi um dos elementos mais importantes que determinaram o avanço do PIB de 6% na primeira metade de 2008 em comparação aos mesmos seis meses do ano passado.

     

    "Deve ocorrer uma redução do vigor dos investimentos, pois com as condições de crédito bem menos favoráveis, os juros dos financiamentos devem subir e isto deve levar os empresários a fazer novas estimativas sobre a taxa interna de retorno dos seus projetos", comentou.

     

    Segundo ele, uma fonte importante de investimentos que viria da abertura de capital de empresas em bolsas de valores, os IPOs, não deve ocorrer em 2009.

     

    Fonte: Gazeta digital
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