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Domingo, 20 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    11-11-2008 | 11:11
    A desaceleração na atividade econômica nacional - em decorrência da crise financeira internacional - não deve refletir no orçamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para 2009. A afirmação é do secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste (SCO), Totó Parente. Na avaliação dele, mesmo que haja uma retração na economia brasileira, o governo federal já sinalizou que não haverá impacto nos fundos constitucionais e que caso seja necessário, haverá suplementação por meio de alocação de recursos de outros programas.

     

    O secretário explica que o FCO, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) são constituídos com recursos repassados pelo Tesouro Nacional decorrentes da arrecadação do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Do total arrecadado em todo o país, são repassados 3% tanto do IRPF quanto do IPI. Deste percentual, o Centro-Oeste fica com 0,6%, o Norte com 0,6% e o Nordeste com 1,8%.

     

    "A crise internacional pode afetar, mas se diminuir a arrecadação dos impostos, o governo lançará mão de outras fontes para a composição do fundo", diz Totó Parente ao acrescentar que o orçamento para 2009 será aprovado no dia 10 de dezembro em Brasília durante reunião entre ministérios (Fazenda, Planejamento, Integração Nacional, Indústria e Comércio, Desenvolvimento Agrário entre outros) e representantes dos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.

     

    Apesar da crise, o secretário considera que as perspectivas são positivas e que caso haja algum prejuízo ao orçamento em função da redução na arrecadação dos tributos, o governo poderá fazer como ocorreu em 2004, na crise no agronegócio, quando utilizou os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) no valor de R$ 1 bilhão, para ajudar o FCO. "Naquela época, Mato Grosso ficou com R$ 260 milhões, o equivalente a 26% do bolo, percentual de participação do Estado no fundo".

     

    O consultor econômico da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Carlos Vitor Timo, afirma que o setor poderá passar por dificuldades por causa da crise internacional e que com a redução na atividade das empresas, consequentemente há um reflexo na arrecadação de impostos, o que poderia refletir no orçamento do FCO. "O governo já declarou que se a expectativa é um crescimento de 5% este ano, o percentual não será negativo, mas inferior ao previsto anteriormente, podendo chegar a 3%", informa Timo ao dizer que, redução na atividade industrial haverá, no entanto, não é possível saber em qual proporção.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-11-2008 | 11:11
    O orçamento do FCO para Mato Grosso este ano é de R$ 846,208 milhões. Deste total 65,6% já foram liberados, o que corresponde a R$ 555,592 milhões. Estratificando os dados, 50% do bolo orçamentário, o equivalente a R$ 423,104 milhões são destinados ao FCO Empresarial e o restante (também R$ 423,104 milhões) são para financiamentos do setor rural. O percentual já atinge a estimativa traçada em setembro, e gera boas perspectivas para o balanço de liberações realizadas em 2008.

     

    Segundo balanço do Banco do Brasil, no Estado foram liberados, até setembro, R$ 256,938 milhões para FCO Empresarial, o que corresponde a 60,7% do total. Para o setor de comércio e serviços foram financiados R$ 147,420 milhões, para o setor industrial foram R$ 68,741 milhões, para o turismo os financiamentos totalizaram R$ 32,777 milhões e para projetos de infra-estrutural as liberações somaram R$ 8 milhões. Na comparação com os 12 meses de 2007, quando as contratações somaram R$ 170,316 milhões, os números dos nove primeiros meses deste ano são 50,8% maiores.

     

    Para o FCO Rural foram emprestados R$ 298,654 milhões, sendo R$ 102,875 para projetos de custeio e R$ 195,779 milhões para investimento. O secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste (SCO), Totó Parente diz que com o cumprimento da meta definida anteriormente, a expectativa é ultrapassar a aplicação dos recursos, porém ele não arrisca números. "Temos pelo menos dois grandes projetos que juntos somam mais de R$ 150 milhões e que acrescentarão uma cifra considerável no total geral".

     

    FCO- O fundo tem a finalidade de contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região Centro-Oeste, com financiamentos direcionados às atividades produtivas, dos segmentos industrial, agroindustrial, agropecuário, mineral, turístico, comercial e de serviços. O FCO é administrado pelo Ministério da Integração Nacional, pelo Banco do Brasil - como agente financeiro - e pelo Conselho Deliberativo do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (Condel/FCO).(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-11-2008 | 11:11
    A crise de liquidez de crédito provocou, nas últimas semanas, uma liquidação quase generalizada em vários setores da economia. Do tradicional comércio de eletroeletrônicos, de materiais de construção e de veículos, a onda de promoções chegou até às construtoras e aos cruzeiros marítimos. A ordem do departamento comercial das empresas é dar desconto, esticar prazos de pagamento e fixar valor de dólar abaixo da cotação real do mercado para manter o ritmo de vendas.

     

    Embora as companhias não admitam que o objetivo das liquidações seja transformar os estoques de produtos e serviços em dinheiro e ganhar fôlego para enfrentar os tempos bicudos de capital de giro caro e escasso nos bancos, as evidências desse movimento não são poucas. Além disso, o dinheiro em caixa acaba sendo uma moeda de troca valiosa na mão do comércio para frear os aumentos de preços da indústria, que já começaram a se desenhar por causa da disparada do câmbio.

     

    "Diante da desaceleração nas vendas e do crédito limitado, as empresas precisam se mexer, colocar o estoque para fora, especialmente de produtos de maior valor, como eletrodomésticos, veículos e imóveis", afirma o professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), Nelson Barrizzelli.

     

    Ele explica que a estratégia da liquidação para impulsionar as vendas faz sentido neste momento porque o movimento de freada nas compras não foi desencadeado pelo consumidor, que continua empregado. A desaceleração das vendas no varejo é resultado da abrupta redução na oferta de crédito. O que chama a atenção é que as liquidações ou promoções ocorrem também em setores inusitados.

     

    A construtora Agra e a incorporadora Abyara, por exemplo, criaram um site na internet para liquidar imóveis, batizado de Supertudo. Inicialmente a campanha promocional estava prevista para terminar em outubro, mas, segundo o diretor Comercial da Agra, Eduardo Telles, foi prorrogada para este mês em razão do bom desempenho. A campanha envolve cerca 170 apartamentos de alto e médio padrão, a maioria em fase de construção.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-11-2008 | 11:11
    Acompanhando o crescimento da produção industrial, especialmente nos setores de meios de transporte e de bens de capital, o nível de emprego demonstra forte expansão até setembro, com alta de 0,1% em relação a agosto e crescimento de 2,2% em relação a setembro do ano passado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os efeitos da crise mundial, que marcou o mês de setembro como o ápice da pior crise econômica desde a Segunda Guerra Mundial, por enquanto não se refletiram nesses indicadores. Com os resultados de setembro, o emprego industrial acumula alta de 2,7% no ano e, em 12 meses, 2,9%.

     

    A folha de pagamento real da indústria registrou resultados positivos em todas as bases de comparação em setembro. Houve alta de 2,7% em relação a agosto; de 7,9% na comparação com setembro do ano passado; e aumento acumulado de 6,8% no ano.

     

    O emprego industrial cresceu em 12 dos 14 locais investigados pelo IBGE em setembro na comparação com igual mês do ano passado. Os Estados de São Paulo (2,6%), Minas Gerais (5,2%) e Rio Grande do Sul (3,3%) exerceram as pressões mais significativas no resultado geral. Por outro lado, Santa Catarina (-1,9%) e Paraná (-0,3%) foram as influências negativas na ocupação do setor.

     

    Em nível nacional, as atividades que foram destaque no crescimento do emprego em setembro foram máquinas e equipamentos (10,2%), meios de transporte (8,2%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (10,2%), produtos de minerais não-metálicos (8,1%) e alimentos e bebidas (1,9%).

     

    As principais quedas foram apuradas em vestuário (-7,1%), madeira (-11,3%) e têxtil (-6,5%). Entre os 18 setores pesquisados, o valor da folha de pagamento real aumentou em 13, com os impactos positivos mais importantes vindos de meios de transporte (16%) e máquinas e equipamentos (12,4%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-11-2008 | 11:11
    Os deputados estaduais Sérgio Ricardo (presidente da Assembléia Legislativa/PR) e José Domingos Fraga (DEM) assinaram um projeto de lei propondo alterações na Lei nº 7.263, de 27 de março de 2000, que criou o Fundo de Transporte e Habitação (Fethab). Os parlamentares defendem mudanças na lei estadual para assegurar que 30% dos recursos arrecadados pelo Fethab sejam destinados às obras do sistema habitacional e 70% aplicados nos serviços do sistema rodoviário. Na contrapartida, o Estado fará convênios com a União.

     

    Sérgio Ricardo acredita que, o Estado tenha uma carência de 300 mil moradias. "Queremos que esses recursos sejam direcionados para as obras de casas populares", argumentou.

     

    De acordo com José Domingos o objetivo é atender a demanda de moradias no estado apesar de avanços no setor que vem sendo atendido pelo atual Governo. No entanto, o parlamentar observa o crescimento da população nos últimos tempos e com isso, a deficiência no setor da habitação. "Tivemos avanços, mas podemos avançar mais com aplicação dos recursos do fundo", disse Domingos.

     

    Dados do IBGE publicados em um dos jornais da capital revelam que há oito anos o déficit habitacional era de 97.650 e que em 2006, o número subiu para 127 mil. A pesquisa mostra ainda, que muitas famílias vivem em área de riscos.

     

    Sérgio Ricardo afirma que, os recursos do Fethab têm sido aplicados apenas na construção e reforma de rodovias e em menor escala na área de moradias. "É evidente a prioridade na área de transporte, mas o Fethab tem outros objetivos que inclui a construção de novas casas para a população de baixa renda", observou. (Com Assessoria)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-11-2008 | 11:11
    Parques, praças, shoppings e supermercados de Cuiabá serão alvos, nos próximos dias, da campanha pelo reconhecimento da maior área alagada do mundo como uma das sete maravilhas naturais no planeta. Lançada ontem, a candidatura oficial do Parque Nacional do Pantanal pretende que, com o recebimento do título, sejam garantidos mais incentivos à conservação e à exploração turística deste que, junto à Floresta Amazônica e ao Cerrado, é um dos três biomas presentes em Mato Grosso.

    Para se sagrar como maravilha natural do mundo, o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense precisa de mais votos, que tem sido feitos desde setembro pela internet. Para isso, além do incentivo nos meios de comunicação, a campanha “Vote Pantanal” distribuirá aproximadamente 50 mil formulários nas ruas para os mato-grossenses não terem trabalho algum para votar, a não ser o preenchimento das fichas com suas informações pessoais e, posteriormente, a confirmação do voto por meio de um e-mail enviado pelo site New 7 Wonders, organizador do concurso.

    Para quem possui acesso à internet e quiser votar por conta própria, é só acessar o site www.votepantanal.com.br e alavancar a colocação do Parque no ranking mundial, de 103º lugar para um dos 77 primeiros, meta necessária para que, até 2009, sua candidatura seja revista pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e seja encaminhado entre os 21 finalistas para uma nova votação a partir de julho.

    O comitê da campanha, coordenado por José Augusto Ferraz, chefe do Parque, orienta as ações de mobilização e sensibilização no Estado. Em Cuiabá, a campanha estará presente principalmente nos parques Massairo Okamura e Mãe Bonifácia, além da praça Alencastro, do Centro de Eventos do Pantanal e do Shopping Pantanal. Fazem parte do comitê de campanha entidades não-governamentais, órgãos públicos, a prefeitura de Cuiabá, secretarias do governo do Estado, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomercio), o Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP) e veículos de comunicação.

    José Augusto Ferraz, porém, diz que “esta campanha não é nossa”, destacando o interesse público que existe no reconhecimento da importância do Pantanal. O papel do comitê de campanha, instalado no Centro de Eventos do Pantanal, é somente orientativo, além de realizar a distribuição de material de campanha.

    RANKING – Até o momento, o Pantanal supera sítios naturais bem mais visitados por turistas, como o Pão de Açúcar (localizado no Rio de Janeiro e na 125ª posição). Porém, há fortes candidatos pela frente. A Floresta Amazônica é o melhor colocado do país na lista mundial – está na 19ª colocação. Entre os 77, as Cataratas do Iguaçu estão na 25º. (RD)

    Fonte: Diário de Cuiabá
    11-11-2008 | 11:11
    Surgida há 5 mil anos com a civilização, a cidade constitui a maior, mais complexa e mais bem sucedida das invenções humanas,transformando o mundo e acelerando os passos da evolução humana. De lá para cá a população foi se urbanizando, e neste ano de 2008, pela primeira vez na história, a população urbana global superará a população rural, com países desenvolvidos ou emergentes alcançando percentuais superiores a 80%, como é o caso do Brasil.

    Nessa trajetória o grande ponto de inflexão foi a Revolução Industrial, no século XVIII, que inicia um novo sistema produtivo baseado no capital e na indústria recém nascida, transformando novamente o mundo em todas as suas dimensões. Até então a cidade tinha sido uma experiência inquestionada, ainda que tenha enfrentado importantes crises, como na Roma imperial, que entrou em colapso e foi destruída. Com a industrialização, a urbanização se acelera vertiginosamente e a vida nas cidades se desequilibra gravemente, exigindo controle e intervenções no desenvolvimento urbano. Começa então a surgir a ciência do urbanismo, que evolui e supera o urbanismo modernista da Carta de Atenas – implodido com o conjunto de Pruitt-Igoe em 1972, passa pelas experiências pós-modernistas do Novo Urbanismo, e chega hoje diante de uma nova Revolução, a da informática e da globalização.

    De grande complexidade, a cidade é comparável a um organismo vivo, só que em dimensões grandes ou gigantescas, que vão das pequenas vilas até as metrópoles e megalópoles, ultrapassando as centenas e até milhares de quilômetros quadrados e chegando a abrigar dezenas de milhões de habitantes. Trata-se de um enorme recipiente, articulado regionalmente, onde se desenvolvem as relações urbanas em toda sua múltipla diversidade. Sua função, primordialmente, é permitir que tais relações aconteçam da melhor forma possível com sustentabilidade, conforto, segurança e, sobretudo, justiça. Infelizmente no Brasil - Mato Groso e Cuiabá incluídos, o Urbanismo ainda não recebe a consideração necessária.

    O Urbanismo, em construção constante, reflete a complexidade de seu objeto de trabalho e necessariamente aborda os diversos campos de conhecimento que a cidade envolve. Assim, o urbanista também evolui e não é mais um especialista no sentido estrito do termo, mas um generalista destinado a enxergar o organismo urbano com um todo, em toda sua transdiciplinaridade holística. Não se pode tratar os problemas da cidade sem antes tratar da cidade com problemas. Como na medicina, não se deve tratar a doença mas o doente, assim também não se pode tratar as doenças da cidade, mas a cidade doente. Catalisador dos especialistas exigidos pela complexidade urbana, o urbanista precisa saber um pouco de tudo para enxergar o todo, e, em especial, deve saber que o que sabe é quase nada para dispensar a companhia das especialidades nas múltiplas facetas técnicas e políticas da cidade.

    No dia 8 de novembro comemoramos o Dia Mundial do Urbanismo, criado em 1949 visando uma reflexão global sobre o assunto. As cidades de novo se aproximam de uma Revolução com as perspectivas da tecnologia e do ciberespaço (os enigmas dos novos espaços urbanos virtuais, por exemplo), e a eminência do colapso em problemas como água, lixo, transportes, poluição, aquecimento, energia, emprego, uso do solo e segurança. Crise, risco e oportunidade, quando o homem se transforma no atual bicho urbano, o Urbanismo se apresenta como o desafio do novo século.



    * JOSÉ ANTONIO LEMOS DOS SANTOS, arquiteto e urbanista, é professor universitário

    joseantoniols2@gmail.com

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    11-11-2008 | 11:11
    O presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, afirmou hoje (10) que a queda da inflação resultante da baixa do preço das commodities e também da demanda mundial deve permitir uma queda global de taxas de juros. 

     

     

    “Em vários países houve um recuo na expectativa de inflação, o que deve permitir uma flexibilização nas políticas monetárias”, disse Trichet, que participa, junto com presidentes de bancos centrais de 40 países, da reunião do Banco Internacional de Compensações (BIS, sigla em inglês) realizada em São Paulo. 

     

     

    Em entrevista coletiva, Trichet evitou falar da situação de econômica de países específicos, mas fez um balanço das discussões do evento. Segundo ele, todos os participantes do encontro concordam que a economia global passa por um processo de alívio da inflação. Porém, ele afirmou que o risco de deflação ainda é pequeno.

     

     

    Trichet afirmou também que, em alguns países, principalmente emergentes, esse alívio não é tão sensível e, por isso, é necessário fazer uma análise caso a caso para se determinar se é possível reduzir juros ou tomar outras medidas na área monetária.

     

     

    Ele recomendou que países com boa situação fiscal lancem pacotes de incentivo ao setor produtivo interno, a exemplo do anunciado pela China no último fim de semana.“Em caso de países com boa situação fiscal, baixo déficit e baixo nível de endividamento, é apropriado que eles usem a margem de manobra que têm para amenizar o risco de recessão”, afirmou. “A China está na direção certa.”

     

     

    Sobre as projeções de crescimento, Trichet afirmou que as mais recentes, por piores que sejam, são menos pessimistas do que as divulgadas meses atrás. Mesmo assim, ele disse que é preciso ficar alerta quanto ao movimento dos mercados, já que o sistema financeiro mundial passará por um importante processo de correção. 

     

    Fonte: Mídia News
    11-11-2008 | 11:11
    A taxa de vacância (espaço vago) em escritórios comerciais de alto padrão deve sofrer oscilações nos próximos trimestres em decorrência da entrega de imóveis da classe A.

     

     Em meio à crise financeira global, a avaliação da consultoria Cushman & Wakefield (C&W) é de que a vacância no segmento suba dos atuais 5,2%, em São Paulo, e fique entre 8% e 12% no ano que vem.  Mesmo assim, os valores de locação não devem sofrer alterações drásticas.  "A vacância hoje está baixa e vai chegar a no máximo 12% em momentos específicos, conforme a entrada do estoque grande de prédios, que depois será absorvido.

     

     A demanda de clientes corporativos por edifícios de classe A continua. Não ouvi nenhum dos meus clientes dizer que vai reduzir espaço, ou reduzir qualidade do espaço, mudando-se para um B. Não vi sinal de que isso vá acontecer. Se eles vão continuar a ocupar o espaço atual, o valor do aluguel não vai descer", avaliou Celina Antunes, executiva-chefe (CEO) da C&W para a América do Sul. Os valores de locação sobem a partir do momento em que a taxa de vacância é inferior a 15%.

     

     

     Segundo ela, os incorporadores que têm grande estoque de imóveis tendem a prorrogar os lançamentos. "Os prédios que cairiam no mercado em 2010 podem ser prorrogados para 2011 e 2012. Se forem empurrados para os dois anos seguintes, a taxa de vacância vai ficar controlada. Mas se os prédios forem lançados, isso pode gerar redução do valor de aluguel."

     

     Projetos de escritórios voltados a todas classes e com entrega prevista de 2008 a 2013 somavam mais de dois milhões de metros quadrados no mês de outubro, em São Paulo, o principal centro econômico do País.

     

    Presidente para o Brasil da Tishman Speyer, uma das maiores desenvolvedoras imobiliárias do mundo, Daniel Citron se diz cauteloso.

     

     "Quando as coisas melhoram um pouquinho, o mercado se aquece rapidamente. É um ciclo muito rápido, porque temos baixo volume de oferta. Estamos num momento de baixíssima taxa de vacância, com escritórios totalmente ocupados pelas grandes empresas.


     

     Vamos ter um período em que provavelmente não haverá aumento da demanda, mas isso deve durar um ou dois anos, sem aumento significativo da vacância de prédios", disse Citron, acrescentando que o ano de 2008 foi melhor que o de 2007 em termos de "absorção de imóveis corporativos, taxa de vacância e níveis de aluguel".  De acordo com Citron, o desempenho da empresa em novembro e dezembro não vai alterar o balanço positivo.

     

    No Brasil há 13 anos, a Tishman ingressou no segmento corporativo com a Torre Norte do Centro Empresarial Nações Unidas, na capital paulista, e atualmente está investindo R$ 3 bilhões em projetos comerciais, residenciais e industriais em São Paulo e no Rio de Janeiro. Captou, desde 1997, 13 fundos de investimentos focados no mercado imobiliário, com mais de US$ 8,4 bilhões e 130 investidores privados e institucionais. Em 2007, a incorporadora fez captação de R$ 1,2 bilhão, constituindo o Fundo Brasil, que conta com 27 investidores.

     

     

     "Estamos revendo as decisões a cada mês. Mas não adiamos nenhum projeto e não mudamos nenhum plano. Estamos capitalizados: ainda não investimos nem um terço dos recursos disponíveis. Sobre 2009, vamos falar em fevereiro", complementou. Segundo ele, o fechamento de negócios tem sido postergado apenas por conta da crise. Em entrevista ao DCI, Citron observou que os imóveis corporativos "sempre" demandaram mais capital próprio dos incorporadores. Ele ressaltou que as empresas que recorrem a fundos de investimentos estão em melhor situação, uma vez que não dependem de linhas de crédito e não estão sujeitas às oscilações da Bolsa.

     

     "Os fundos têm de fazer planejamento de utilização de capital de forma mais conservadora do que a empresa listada na Bolsa que espera fazer uma nova captação. De maneira geral, os gestores de fundos têm visão mais conservadora do mercado, até porque o cliente e o investidor deles são mais conservadores. Empresas de capital aberto sempre imaginam que vão poder voltar para o mercado e pegar mais dinheiro", declarou Citron.

     

     Preços

     

     No terceiro trimestre deste ano, o preço médio da locação de imóveis corporativos de alto padrão na capital paulista ficou em R$ 78 por metro quadrado, contra R$ 65 no mesmo período do ano passado, segundo levantamento da consultoria C&W.

     

     A média geral, incluindo imóveis para as classes B e C, ficou em R$ 53 por metro quadrado, contra R$ 42 no ano passado - aumento justificado pelo crescimento da demanda e pouco espaço disponível. A taxa de vacância caiu de 7,6% no terceiro trimestre de 2007, para 7% em 2008. Na mesma comparação, a queda também foi registrada nos espaços para a classe A: 5,2% contra 6,9%. No Rio de Janeiro, o metro quadrado para a classe A custou R$ 92 entre julho e setembro. No geral, a taxa de vacância aumentou de 6,8% para 7,8% no período em questão, mas deve permanecer abaixo de 7% em 2009 devido à demanda reprimida.

     

     Estoque

     

     Dos 8,6 milhões de metros quadrados em São Paulo, o maior mercado da América Latina, 93% estão ocupados. A classe A ocupa 1,7 milhão de metros quadrados, enquanto a B fica com 2,6 milhões, e a C, com 1,4 milhão. O estoque está concentrado nas regiões das Avenidas Paulista e Berrini e na área central. O maior aumento proporcional em metros quadrados foi de edifícios de classe A: cerca de 70%.

     

     

     Os edifícios considerados de classe A, com único ocupante, aumentaram 71,7%, enquanto os de classe B tiveram redução de 3,8%. Os primeiros abrigam os setores governamental, financeiro e de serviços.

    A preferência de ocupantes de prédios corporativos continua sendo por lajes maiores que mil metros quadrados, registrando aumento de 40% neste ano. 

     

    Fonte: CBIC
    10-11-2008 | 12:11
    A defasagem geral nos acordos gira em torno de 20% no Estado. Os altos preços do cimento e do ferro/aço no mercado estão tirando o sono dos empreiteiros mato-grossenses. Motivo: eles assinaram contratos de obras – públicas e privadas – baseados em um determinado orçamento, quando os preços desses insumos estavam bem abaixo dos valores atuais. No caso do ferro e do aço, a alta foi de 60%. E, no caso do cimento da marca Itaú – que está sendo comercializado atualmente por até R$ 25/bolsa -, os preços foram majorados em até 70% em um período de menos de um ano.

    “Tivemos de refazer toda a nossa programação e cálculos, pois os prejuízos já estão repercutindo nos resultados financeiros das empresas”, explica o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon/MT), Luiz Carlos Richter Fernandes.

    Ele informou que cimento e ferro/aço representam 15% dos custos das empresas de construção. “A defasagem geral nos contratos gira em torno de 20%. Como a margem [de rentabilidade] é muito pequena, as empresas acabam ficando no vermelho. Por isso, estamos reivindicando uma revisão nos contratos”.

    Segundo ele, as empresas já estão com dificuldades para continuar trabalhando, pois a alta do ferro, aço e cimento está causando “desequilíbrio” nos contratos. “Na verdade, muitas empresas já estão pagando para trabalhar. Conheço empresários que estão tirando dinheiro do bolso para cobrir os prejuízos decorrentes dos aumentos dos insumos”.

    Em função desta situação, as construtoras estão tentando uma revisão nos preços contratados. “Não é justo que aqueles que contrataram os projetos passem a se beneficiar da situação, mantendo os preços e deixando as empreiteiras em dificuldades”.

    Fernandes lembrou que além da alta do cimento as construtoras estão sendo obrigadas a pagar uma diferença no frete do produto trazido de outras regiões, já que há escassez do produto. “Com isso, estamos pagando um preço totalmente fora da realidade”. Ele diz que a explicação da indústria é que há muito tempo o setor não tinha aumento e teve de fazer isso agora para cobrir os custos.

    “As empreiteiras entendem a situação, mas querem buscar um ajuste nos valores dos contratos para compensar parte das perdas”, frisou o presidente do Sinduscon.

    CORTE – O empresário Júlio Flávio Miranda, dono da Concremax, teme um corte no orçamento da União por conta da crise financeira mundial, podendo atingir o setor da construção civil.

    A empresa de Miranda executa obras nas áreas de saneamento, habitação e infra-estrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal.

    Ele também defende uma revisão nos contratos, pois já começa a sentir dificuldades. “Assinamos contratos de garantia de preços com alguns fornecedores, por isso estamos sofrendo menos”, disse ele.

    O empresário não acredita que a crise irá afetar as obras do PAC este ano. “A expectativa das empresas é de que o governo federal mantenha os recursos já alocados para este programa, pois as obras não podem sofrer solução de continuidade”.

    Segundo o empresário, a maior parte dos investimentos para as obras já está alocada. Admitiu, entretanto, que para 2009 é uma incógnita. “A crise pode ter reflexo, mas o governo federal deve manter as prioridades”.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    10-11-2008 | 12:11
    Imagine se você gastasse R$ 2,6 mil por dia durante dois mil anos. No final desse período o valor total gasto seria de US$ 1 bilhão. Isso não chega nem perto do US$ 1 trilhão que os Estados Unidos emprestaram nos últimos anos e que desencadeou agora essa crise financeira que deve afetar todo o mundo de uma forma ou de outra. Em Mato Grosso, seus reflexos podem chegar em 2010, caso as commodities tenham grande queda de preço e o custo de produção continue alto, descapitalizando o produtor. Segundo o secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, é possível sim que o Estado passe por momentos como os vividos em 2005 e 2006. Mas tudo vai depender do que acontecer a partir de agora.

     

    Nadaf explica que quando os economistas falam em redução do crédito, querem dizer grandes agentes econômicos, que são os geradores de emprego e renda. Ou seja, no caso de Mato Grosso, compromete o setor produtivo. O preço das commodities está caindo, há uma desaceleração do consumo no mercado internacional e menos dinheiro no mercado. Como o produtor busca recursos para financiar a safra com as tradings e essas, por sua vez, vão aos grandes bancos, que estão sem dinheiro para empresar, o produtor não planta, ou planta menos e com menos tecnologia. "Se não houver um equilíbrio ente custo de produção e de comercialização, o setor do agronegócio sofrerá uma nova crise".

     

    Mas Nadaf deixa claro que estamos pegando apenas "a poeira cósmica da bomba atômica que explodiu nos Estados Unidos, atingindo principalmente os mercados europeu e asiático". Conforme o secretário, o grande problema dos USA é que houve um derrame de "dinheiro falso" no mercado. Nesse caso, dinheiro falso, é dinheiro que não existia. Os bancos americanos para incentivar e manter o consumo financiavam casas e negociavam com outros bancos as promissórias desses imóveis, como se eles fosse papel moeda.

     

    Mas quando as pessoas começaram a não pagar, as promissórias perderam o valor, porque não havia garantias reais de recebimento. Aquele país emprestou US$ 1 trilhão desta forma. Uma quantia difícil de imaginar para muita gente. Era assim que a economia no país se movimentava. Agora, os governos federais precisam sustentar os bancos porque os papéis não valem nada.

     

    No Brasil, ao mesmo tempo que se fala em crise, alta de juros e redução dos créditos, os bancos oficiais, principalmente, estão oferecendo dinheiro como nunca aos seus clientes. Para Nadaf, isso também é uma forma do governo mostrar que a situação aqui está controlada, evitando o desespero da população. "O que quebra banco é boato. Se disserem que um banco vai quebrar, os correntistas correm para retirar seu dinheiro, aí quebra mesmo".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
     A Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) alerta que a economia brasileira dá os principais sinais reais de que está ameaçada e pode entrar em uma fase de desaceleração de seu crescimento. A advertência foi feita com base nos principais índices econômicos do país e apresentados na Europa. A entidade ainda aponta que haverá uma desaceleração ainda mais profunda das economias ricas do mundo.

     

    Segundo a OCDE, a avaliação sobre o Brasil é a "menos negativa" entre os países emergentes e entre as sete maiores economias do mundo. No caso da China, Índia e Rússia, os indicadores mostram uma desacelaração já confirmada. "A mensagem do Brasil é mista, mas os últimos dados mostram sinais de uma possível desacelaração", afirmou a OCDE em um comunicado oficial.

     

    Enquanto Europa, Estados Unidos e Japão são classificados como tendo sofrido uma "forte desaceleração", o Brasil é classificado apenas como "possível desaceleração". Mas mesmo assim, os dados sobre o país deixam de ser positivos. Em agosto, o Brasil havia sido praticamente o único país entre os 29 avaliado pela OCDE que mantinha uma expansão de sua economia. A economia brasileira apareceu nos dados de agosto como ainda sofrendo uma expansão. Já em setembro, o índice criado pela OCDE mostrou uma queda.

     

    O índice estabelecido pela OCDE serve como um instrumento analítico para que se possa identificar expansões e contrações futuras da economia dos principais mercados mundiais. Entre agosto e setembro, o Brasil teria sofrido uma queda de 1,6 ponto, chegando a 106,2 pontos. Em relação a setembro de 2007, o Brasil não sofreu alteração. A economia brasileira foi a única que não apresentou dados negativos entre setembro de 2007 e 2008. Mas também não demonstrou uma expansão.

     

    A queda entre agosto e setembro ainda interrompe uma expansão que vinha ocorrendo desde 2003. Nesta semana, o Fundo Monetário Internacional estimou que a economia brasileira sofreria uma queda e que sua taxa de crescimento seria de 3% em 2009. A OCDE, com os dados, enterra a tese que se promulgava em várias entidades de que, pela primeira vez, os países emergentes poderiam sair ilesos de uma turbulência internacional. "

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
    O Brasil está cumprindo com os compromissos firmados internacionalmente quanto à redução de emissões dos gases de efeito estufa, avaliou o coordenador da Comissão Interministerial do Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia, Newton Paciornik. Embora não exista nenhuma meta estabelecida para os países em desenvolvimento, os projetos do chamado Mecanismo do Desenvolvimento Limpo (MDL), implantados no país, vêm cumprindo o seu objetivo. "O que a gente entende é que tem que fazer e mostrar que a gente está fazendo, independente de ter ou não ter metas, porque isso é um objetivo global", destacou.

     

    Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU) o número de projetos registrados no Conselho Executivo do MDL totaliza 1.197 em todo o mundo, dos quais 146 estão no Brasil. Em setembro os projetos registrados no conselho alcançavam 1.112, sendo 142 brasileiros.

     

    Segundo Paciornik, a redução anual projetada de emissões de gases causadores do aquecimento global é de 229,909 milhões de toneladas no mundo. No Brasil, a redução de emissões prevista por ano, para o primeiro período de obtenção de créditos, que pode ser de, no máximo, dez anos para projetos de período fixo ou de sete anos para projetos de período renovável, é de 19,515 milhões de toneladas, segundo a ONU.

     

    Mecanismo de compensação incluído no Protocolo de Quioto a partir de uma proposta brasileira, o MDL prevê que parte da redução das metas dos países desenvolvidos pode ser feita através de atividades e projetos realizados em países emergentes. "A gente considera que essa é a forma correta dos países em desenvolvimento colaborarem com esse esforço global. E nós estamos realmente muito satisfeitos com os resultados desses projetos, inclusive porque eles têm uma contribuição forte para o desenvolvimento sustentável", comentou Paciornik.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
    A reunião dos ministros de finanças e presidentes de bancos centrais do G-20, encerrada neste domingo em São Paulo, não conseguiu o apoio de todos os países participantes para que o grupo das 20 maiores economias seja a única instância para discussão de medidas para o enfrentamento da crise financeira global. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, "não é uma questão resolvida", mas o G-20 é "um forte candidato" para o debate de possíveis ações para reduzir o impacto da crise.

     

    Mantega comentou que os participantes do G-20 entendem que outras instâncias, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, também podem ajudar no enfrentamento da atual crise. Mas, na visão dos países emergentes, isso só aconteceria se houvesse maior poder para essas nações. "Não podemos atuar com inferioridade", disse o ministro, ao comentar a posição de países como o Brasil, Rússia, Índia e China.

     

    O representante brasileiro disse, em entrevista para comentar o resultado da reunião do G-20, que os participantes do encontro concordaram que os países devem adotar uma política fiscal e monetária anticíclica que seja adequada a cada país para combater a crise. "Quem tem mais solidez pode gastar mais", disse Mantega.

     

    Outra decisão é que os países de economia mais avançada devem ajudar no combate à saída de fluxos financeiros, que têm migrado das nações emergentes para os países ricos. Essa medida poderia interromper, ou até reduzir, a saída de dólares desses mercados. Sobre a política monetária, os representantes dos bancos centrais dos 20 países demonstraram preocupação com a inflação e chegaram ao consenso de que eventuais medidas de combate à crise não devem ameaçar o equilíbrio monetário. Especificamente sobre os preços, há a expectativa de queda dos índices de inflação nas nações ricas.

     

    Nos países emergentes, porém, a desvalorização cambial pode ter reflexos nos indicadores durante o ano de 2009. Durante a entrevista, Mantega reforçou a sugestão brasileira de que o G-20 deixe de ser uma instância de ministros e tenha a participação de chefes de Estado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
    Uma pesquisa feita pelo Ibope Inteligência, a pedido da Câmara Americana de Comércio (AmCham), mostra que empresários e executivos estão esperando um 2009 difícil, com retração dos negócios e conseqüente corte nas ações de marketing. "Mas o clima ainda é sereno", diz Laure Castelanu, diretora-executiva do Ibope Inteligência e coordenadora da pesquisa. "Os executivos vão reduzir a intensidade dos investimentos, porque esperam menor crescimento do PIB, mais inflação e juros mais altos. Mas não trabalham com perspectiva de recessão."

     

    A pesquisa, que tem por objetivo principalmente traçar tendências e indicadores de marketing para o próximo ano, mostra deterioração em vários dos itens avaliados. Os profissionais do meio projetam redução de lançamentos e novos produtos, o que é um claro indicador de cautela.

     

    Na mostra do ano passado, 67% dos pesquisados diziam apostar em novos produtos e lançamentos, número que caiu para 58% este ano. A situação se repete em relação ao aumento dos investimentos em marketing e comunicação, cuja perspectiva caiu de 71% para 53% no próximo ano.

     

    Laure, entretanto, ressalta que sempre existe defasagem entre a intenção declarada um ano antes e a sua realização no ano seguinte. Outro aspecto que chama a atenção entre as respostas é o uso das ferramentas de marketing que, na opinião dos entrevistados, deverão ser intensificadas no próximo ano. Cresce, no caso, a aposta na mídia online, em especial as iniciativas que estimulem visitas aos sites das empresas.

     

    O mesmo acontece com um recurso que parecia em decadência, que é o uso do e-mail marketing para divulgação de produtos e serviços. Já os recursos mais convencionais, como eventos, propaganda e promoções devem ter menos espaço na agenda dos profissionais, segundo a pesquisa.

     

    Comunicação - Em relação ao uso dos meios de comunicação, os que devem ser mais procurados pelas companhias em 2009 são, além da internet (56% dos entrevistados) e do e-mail marketing (39%), a mídia impressa (24%) e os anúncios em TV aberta (16%) e fechada (11%), além de ações em celulares (13%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
    Presidente defendeu ainda mecanismos Ppra o acompanhamento dos mercados
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou ontem, durante discurso de abertura no encontro dos representantes do G 20, realizado na capital paulista, que os agentes financeiros privados internacionais observem regras internas de governança corporativa e de transparência de informações relevantes, ao mercado e a sociedade, sobretudo aquelas relacionadas aos riscos dos investimentos e os ativos financeiros.

    O presidente também ressaltou que as políticas nacionais e as instituições financeiras internacionais devem incorporar em suas práticas a prevenção de crises financeiras, além de empregar mecanismos de supervisão e de acompanhamento dos mercados.

    De acordo com ele, as instituições financeiras devem se adaptar à nova situação econômica e em meio aos crescentes riscos do mercado financeiro, o Estado deve buscar um equilíbrio e a promoção do desenvolvimento econômico. "Os setores que expuseram o mundo ao risco agora tem que oferecer mecanismos para a retomada da estabilidade", disse Lula, acrescentando que os agentes financeiros devem observar as regras de governança corporativa e atuar com transparência dando respostas à sociedade.

    "Neste contexto, o G 20 tem muito a contribuir, como um fórum de dialogo representativo, que congrega países emergentes. O G7 não consegue mais atender sozinho aos interesses do mundo. A solução da crise virá da união entre o G7 e o G 20. A superação da atual crise passará pela cooperação destes dois grupos, ouvindo o conjunto da comunidade mundial. Afinal a riqueza ainda se concentra nos chamados países desenvolvidos, mas o crescimento econômico (mundial) está sendo mais robusto nas economias emergentes e em desenvolvimento".

    O presidente citou, durante o discurso, levantamento do Fundo Monetário Internacional destacando que 75% do crescimento da economia mundial está localizado justamente nos emergentes e nos países em desenvolvimento. "E essa tendência se manterá em 2009", previu.

    De acordo com ele, a crise internacional fez com que os bancos nos EUA e Europa parassem de emprestar dinheiro. Lula salientou ainda que a falta de financiamento externo poderá levar a problemas no balanço de pagamentos de alguns países.

    Lula destacou a consistência dos fundamentos macroeconômicos e disse que nesse momento Brasil "está colhendo os resultados". "A inflação está em níveis baixos, a dívida pública está controlada e mantivemos o superávit primário em 4%", afirmou.

    Afirmou também que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não serão interrompidas e que o governo vai oferecer crédito ao sistema financeiro nacional e para o comércio exterior.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ainda que nenhum país está a salvo da crise internacional desencadeada por problemas financeiros nos países desenvolvidos. "O colapso da confiança nos mercados financeiros dos países desenvolvidos gerou escassez de crédito no resto do mundo. Isso levou os bancos dos Estados Unidos e Europa a pararem de emprestar", afirmou, durante discurso no G-20.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    10-11-2008 | 11:11
    O comitê para a eleição do Parque Nacional do Pantanal como uma das sete maravilhas da natureza lança, nesta segunda-feira (10.11), às 9 horas, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, a campanha Vote Pantanal. O comitê, que reúne representantes de órgãos públicos e da sociedade civil, será o responsável pela realização de uma serie de atividades de mobilização no sentido de sensibilizar para incentivar os cidadãos a participarem da votação pela internet, no site www.votepantanal.com.br. 

    O Pantanal, representado pelo Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, está concorrendo ao título de uma das novas 7 Maravilhas da Natureza e sua indicação é fruto do reconhecimento internacional pelos esforços de conservação e pela exuberância de sua biodiversidade. A candidatura do Parque Nacional do Pantanal como uma das sete maravilhas naturais mundiais compete com mais de 200 outras regiões em todo o planeta e está colocada pelo Brasil, a Bolívia e o Paraguai.

    Além do Pantanal, do Brasil também concorrem os Lençóis Maranhenses, a Floresta Amazônica, o arquipélago de Fernando de Noronha, o Monte Roraima, o Parque Nacional do Iguaçu e o morro do Pão de Açúcar. A votação se encerra no dia 31/12 deste ano. As 21 maravilhas da natureza mais votadas nessa primeira etapa concorrem, numa segunda etapa, para escolha das sete maravilhas naturais.

    PANTANAL – O Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, que na votação representa o Pantanal Mato-grossense, situa-se a montante da confluência dos rios Paraguai e Cuiabá, os dois principais formadores do Pantanal. Na planície fluviolacustre onde está situado, formada por lagoas de dimensões diversas, estão as de Uberaba e Gaíva, localizadas na faixa de fronteira Brasil/Bolívia e tem como um de seus limites o Rio Paraguai.

    Conectado a áreas protegidas fronteiriças, o Parque Nacional estabelece ligação com a Área Natural de Manejo Integrado San Matias localizada em território boliviano, através das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) Fazenda Acurizal e Penha, as quais se situam na fronteira brasileira, e que, juntamente com o Parque Nacional do Pantanal e o Parque Estadual do Guirá, formam um importante mosaico de áreas protegidas.

    Unidade de Conservação, de proteção integral, o Parque Nacional abriga uma amostra significativa do ecossistema pantaneiro, e devido a sua beleza cênica e alto grau de conservação, foi reconhecido como Patrimônio Natural Mundial – Patrimônio da Humanidade, representando o Brasil na Convenção Internacional de Áreas Úmidas.

    Com uma área de 135 mil hectares e perímetro de 260 km, o Parque Nacional engloba os municípios de Poconé e Cáceres, no Estado de Mato Grosso, e Corumbá, no Estado de Mato Grosso do Sul sendo uma das poucas Unidades de Conservação do Brasil que tem regulação fundiária, conselho gestor e plano de manejo, oficialmente aprovados.

    Criado por meio do Decreto nº 86.392, de 24 de setembro de 1981, tem como objetivo proteger e preservar amostras de ecossistemas pantaneiros, bem como sua biodiversidade, mantendo o equilíbrio dinâmico e a integridade ecológica dos ambientes contidos no Parque.

    Já a região do Pantanal – onde está localizado o Parque Nacional -, ocupa uma área de aproximadamente 200 mil quilômetros quadrados, formando a maior planície inundável do planeta, abrangendo os países Bolívia, Paraguai e Brasil, onde está situada 70% de toda a região pantaneira. No Brasil, o Pantanal ocupa uma área de 138.000 km², abrangendo grande parte dos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul.

    Entre os títulos que ostenta está o de Reserva da Biosfera Mundial, título concedido ao Pantanal Matogrossense pela Conferência da Organização das Nações Unidas para a Ciência e a Cultura (Unesco), em 9 de novembro de 2000; o de Patrimônio da Humanidade, reconhecimento dado ao Pantanal, também pela Unesco, em 29 de novembro de 2000, através do Parque Nacional do Pantanal, juntamente com as Reservas Particulares (RPPN) da Fundação Ecotrópica; e o de Sítio Ramsar, nome recebido pelo Parque Nacional em 24 de maio de 1993, pelo fato de conter uma das maiores concentrações de fauna do neotrópico, abrigando várias espécies de mamíferos, aves, répteis e peixes, ameaçados de extinção.


    PARTICIPANTES DO COMITÊ PARA ELEIÇÃO DO PANTANAL
    7 MARAVILHAS DA NATUREZA
    Seção Mato Grosso
    Comissão Organizadora

    1- Cely Queiroz Coelho – Centro de Eventos do Pantanal
    Telefone: 36265539
    2 – Ilma – Centro de Eventos do Pantanal
    Telefone: 36265539

    2- Jaime Okamura – Prefeitura de Cuiabá
    Telefone 96081460
    E- mail: joevento@terra.com.br

    3- Lilian Oliveira de Souza – Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP)
    Telefone: 36158005
    E-mail: cpp@cppantanal.org.br

    4- José Augusto Ferraz de Lima – (chefe do Parque Nacional do Pantanal e presidente do Comitê)
    Telefone: 99771313
    E-mail: jaferraz@terra.com.br

    5- Vanessa Spinelli – SEDTUR
    Telefone: 36139340 - 96684576
    E-mail: vaneesa@sedtur.mt.gov.br

    6- Caio Castro – Comunicação SEBRAE
    Telefone: 81225899 - 36481260
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    7- Marielza Tizzo – Comunicação SEBRAE
    Telefone: 36481262
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    8- Tharley de Barros Teixeira – SEBRAE
    Telefone: 3648-1260 e 9218-0678
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    9- Luciene Rodrigues – Fundação Ecotrópica
    Telefone:30526615
    E-mail: operacional@ecotropica.org.br

    10- Deyse Siqueira – SEMA
    Telefone: 9971-0059
    E-mail: deyse@sema.mt.gov.br

    11- Cristiane Lima Façanha – EcoPantanal – UNEMAT/ Cáceres
    Telefone:9213 3840
    E-mail: crisfacanha_9@hotmail.com

    12- Monycka Mariahl – TV Centro América
    Telefone: 3614 1742 - 99726806
    E-mail: monica@tvca.com.br

    13- Cristina – TV Centro América
    Telefone: 3614 1742
    E-mail: cristina@tvca.com.br

    14 – Gabriela Priante – SEMA
    Telefone: 3613 7251 - 99233717
    E-mail: gabrielapriante@sema.mt.gov.br

    15 – Maria Barbant – SEMA
    Telefone: 3613 7359 - 99894452
    E-mail: comunicacao@sema.mt.gov.br

    Colaboradores:

    Eliana Celestino da Paixão – UFMT/SINOP
    Telefone: 66 9909695 - 35318564
    E-mail: nanypaixao11@yahoo.com.br

    Catia Nunes da Cunha – UFMT/Cuiabá
    Telefone: 81119181
    E-mail: catianc@cpd.ufmt.br – catianc@terra.com.br

    Nilva Zeitoun – Correspondente, São Paulo
    Telefone:
    E-mail: nilvaeamigos@hotmail.com

    Manuela Baggetti Ferraz de Lima – Correspondente, Rio de Janeiro
    Telefone:
    E-mail: mbflima2@terra.com.br

    Adevair – Lan House – Cuiabá
    Telefone:
    E-mail: adevair@games.com – gladiocb@hotmail.com

    José Guilherme Ribeiro – Diretor do SEBRAE - MT
    Telefone:3648 1205
    E-mail: jose.ribeiro@mt.sebrae.com.br

    Tiago Leão Pereira – P N Pantanal
    Telefone:99593252
    E-mail: tlpereira@yahoo.com.br

    Nuno Rodrigues da Silva – PN Pantanal
    Telefone:99744751
    E-mail: nuno.rs@hotmail.com

    Zilma Silva – IBAMA/Cáceres
    Telefone: 99525880
    E-mail: zilmaibama@hotmail.com

    Joanice – IBAMA - MT
    Telefone: 3648 9100
    E-mail: joanicebarbosa@bol.com.br

    Carolina Joana da Silva – UNEMAT – Cáceres
    Telefone: 99891887
    E-mail: ecopanta@terra.com.br

     

    Fonte: Olhar Direto
    10-11-2008 | 11:11
    O Banco do Brasil conseguiu tirar o Bradesco das negociações e acertou a compra de 49% do Banco Votorantim, braço financeiro do grupo controlado pela família Ermírio de Moraes. A participação deverá sair por cerca de R$ 13 bilhões, valor pelo qual o Bradesco se viu desmotivado a desembolsar neste momento.

    Segundo a reportagem, os detalhes da transação estão em análise final nos comandos das duas instituições. O negócio poderá ser anunciado nos próximos dias.

    Amanhã, a cúpula do BB se reúne com o conselho de administração para avaliar o desempenho do banco nos últimos três meses. Não está descartado que prováveis aquisições ou novas compras de carteira entrem na pauta.

    Na semana passada, as ações ordinárias do banco estadual Nossa Caixa dispararam após os rumores de que o governador de São Paulo, José Serra, foi a Brasília negociar com o ministro Guido Mantega (Fazenda) o valor para a venda do banco ao BB --a informação não foi confirmada.

    Com a Nossa Caixa e o Banco Votorantim, o BB pode retomar a liderança do mercado no ranking por ativos. O Itaú Unibanco soma R$ 575 bilhões até setembro.

    Reação

    O Bradesco e Banco do Brasil precisam reagir à fusão do Itaú com o Unibanco, anunciada dia 3 de novembro, após 15 meses de negociações. A junção das operações financeiras forma o maior banco do país e o maior grupo financeiro do Hemisfério Sul, segundo comunicado divulgado pelos bancos.

    O presidente do Unibanco, Pedro Moreira Salles, e o presidente do Itaú, Roberto Setubal, confirmaram que o objetivo das instituições é o processo de internacionalização, que será iniciado pela América Latina, onde já possuem participação de mercado em alguns países.

     

    Fonte: Olhar Direto
    10-11-2008 | 11:11
    O nível de emprego na indústria subiu 0,1% na comparação com o mês anterior, informou nesta segunda-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em agosto, o número de empregos gerados no setor industrial havia registrado retração de 0,1% em relação a julho.

     

    De acordo com o IBGE, o resultado mostra tendência de estabilidade, a exemplo do constatado no mês anterior.

     

    Na comparação com agosto do ano passado, houve aumento de 2,2%. Foi o 27º mês consecutivo com resultado positivo na comparação com igual período no ano anterior.

     

    De janeiro a setembro, o IBGE verificou crescimento de 2,7% em relação a período correspondente no ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta chega a 2,9%.

     

    O IBGE indicou que, na comparação com setembro de 2007, houve crescimento dos postos de trabalho em 12 dos 18 setores pesquisados, com destaque para com máquinas e equipamentos (10,2%), meios de transporte (8,2%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (10,2%).

     

    Em sentido contrário, vestuário (-7,1%), madeira (-11,3%) e têxtil (-6,5%) exerceram as principais pressões negativas.

     

    Nas regiões avaliadas, constatou-se incremento no nível de emprego na indústria em 12 das 14 áreas pesquisadas, com crescimento significativo São Paulo (2,6%), Minas Gerais (5,5%) e Rio Grande do Sul (3,3%), na comparação com setembro de 2007.

     

    Se comparado o nível de emprego nos primeiros nove meses do ano, o IBGE observou crescimento em 11 dos 18 ramos, principalmente em máquinas e equipamentos (12,1%), meios de transporte (10,1%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,3%) e alimentos e bebidas (2,6%).

     

    Nas regiões avaliadas, 11 dos 12 locais registraram crescimento, e as principais influência no ano são notadas em Minas Gerais (3,8%) e São Paulo (4,6%).

     

    O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria se recuperou em setembro, com alta de 2,7%, após queda de 0,5% em agosto. Em relação a setembro do ano passado, o incremento foi de 7,9%. De janeiro a setembro, o acréscimo foi de 6,8%.

     

    Em relação a setembro de 2007, o ganho salarial na indústria foi constatado em todas as regiões pesquisadas com destaque para São Paulo, cujo aumento chegou a 9,1%, principal contribuição para o índice.

     

    A folha de pagamento real cresceu em 13 dos 18 ramos investigados, na comparação com setembro de 2007. Os maiores impactos positivos vieram de meios de transporte (16%), máquinas e equipamentos (12,4%), metalurgia básica (19,3%), produtos de minerais não-metálicos (20,7%) e produtos de metal (13,3%). Em sentido oposto, os principais recuos vieram de papel e gráfica (-2,3%) e têxtil (-2,7%).

     

    Fonte: Folha On-line
    10-11-2008 | 11:11
         As expectativas inflacionárias continuam apontando para um quadro de aceleração dos índices de preços no País, o que não é uma boa notícia para o Banco Central (BC).
         
         De acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, os analistas consultados pelo próprio Banco Central projetam uma alta de 6,40% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 e de 5,20% para 2009.
         
         Na pesquisa anterior, as projeções eram de ganhos de 6,31% e 5,06%, respectivamente.
         
         O aumento das estimativas é um fator complicador para o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, que sempre destacou em seus comunicados que repasses de aumentos pontuais e generalização de pressões inflacionárias dependem de "forma crítica" das expectativas dos agentes econômicos para a inflação.
         
    Fonte: 24 Horas News
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