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Terça-feira, 22 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    10-11-2008 | 12:11
    A reunião dos ministros de finanças e presidentes de bancos centrais do G-20, encerrada neste domingo em São Paulo, não conseguiu o apoio de todos os países participantes para que o grupo das 20 maiores economias seja a única instância para discussão de medidas para o enfrentamento da crise financeira global. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, "não é uma questão resolvida", mas o G-20 é "um forte candidato" para o debate de possíveis ações para reduzir o impacto da crise.

     

    Mantega comentou que os participantes do G-20 entendem que outras instâncias, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, também podem ajudar no enfrentamento da atual crise. Mas, na visão dos países emergentes, isso só aconteceria se houvesse maior poder para essas nações. "Não podemos atuar com inferioridade", disse o ministro, ao comentar a posição de países como o Brasil, Rússia, Índia e China.

     

    O representante brasileiro disse, em entrevista para comentar o resultado da reunião do G-20, que os participantes do encontro concordaram que os países devem adotar uma política fiscal e monetária anticíclica que seja adequada a cada país para combater a crise. "Quem tem mais solidez pode gastar mais", disse Mantega.

     

    Outra decisão é que os países de economia mais avançada devem ajudar no combate à saída de fluxos financeiros, que têm migrado das nações emergentes para os países ricos. Essa medida poderia interromper, ou até reduzir, a saída de dólares desses mercados. Sobre a política monetária, os representantes dos bancos centrais dos 20 países demonstraram preocupação com a inflação e chegaram ao consenso de que eventuais medidas de combate à crise não devem ameaçar o equilíbrio monetário. Especificamente sobre os preços, há a expectativa de queda dos índices de inflação nas nações ricas.

     

    Nos países emergentes, porém, a desvalorização cambial pode ter reflexos nos indicadores durante o ano de 2009. Durante a entrevista, Mantega reforçou a sugestão brasileira de que o G-20 deixe de ser uma instância de ministros e tenha a participação de chefes de Estado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
    Uma pesquisa feita pelo Ibope Inteligência, a pedido da Câmara Americana de Comércio (AmCham), mostra que empresários e executivos estão esperando um 2009 difícil, com retração dos negócios e conseqüente corte nas ações de marketing. "Mas o clima ainda é sereno", diz Laure Castelanu, diretora-executiva do Ibope Inteligência e coordenadora da pesquisa. "Os executivos vão reduzir a intensidade dos investimentos, porque esperam menor crescimento do PIB, mais inflação e juros mais altos. Mas não trabalham com perspectiva de recessão."

     

    A pesquisa, que tem por objetivo principalmente traçar tendências e indicadores de marketing para o próximo ano, mostra deterioração em vários dos itens avaliados. Os profissionais do meio projetam redução de lançamentos e novos produtos, o que é um claro indicador de cautela.

     

    Na mostra do ano passado, 67% dos pesquisados diziam apostar em novos produtos e lançamentos, número que caiu para 58% este ano. A situação se repete em relação ao aumento dos investimentos em marketing e comunicação, cuja perspectiva caiu de 71% para 53% no próximo ano.

     

    Laure, entretanto, ressalta que sempre existe defasagem entre a intenção declarada um ano antes e a sua realização no ano seguinte. Outro aspecto que chama a atenção entre as respostas é o uso das ferramentas de marketing que, na opinião dos entrevistados, deverão ser intensificadas no próximo ano. Cresce, no caso, a aposta na mídia online, em especial as iniciativas que estimulem visitas aos sites das empresas.

     

    O mesmo acontece com um recurso que parecia em decadência, que é o uso do e-mail marketing para divulgação de produtos e serviços. Já os recursos mais convencionais, como eventos, propaganda e promoções devem ter menos espaço na agenda dos profissionais, segundo a pesquisa.

     

    Comunicação - Em relação ao uso dos meios de comunicação, os que devem ser mais procurados pelas companhias em 2009 são, além da internet (56% dos entrevistados) e do e-mail marketing (39%), a mídia impressa (24%) e os anúncios em TV aberta (16%) e fechada (11%), além de ações em celulares (13%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-11-2008 | 12:11
    Presidente defendeu ainda mecanismos Ppra o acompanhamento dos mercados
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou ontem, durante discurso de abertura no encontro dos representantes do G 20, realizado na capital paulista, que os agentes financeiros privados internacionais observem regras internas de governança corporativa e de transparência de informações relevantes, ao mercado e a sociedade, sobretudo aquelas relacionadas aos riscos dos investimentos e os ativos financeiros.

    O presidente também ressaltou que as políticas nacionais e as instituições financeiras internacionais devem incorporar em suas práticas a prevenção de crises financeiras, além de empregar mecanismos de supervisão e de acompanhamento dos mercados.

    De acordo com ele, as instituições financeiras devem se adaptar à nova situação econômica e em meio aos crescentes riscos do mercado financeiro, o Estado deve buscar um equilíbrio e a promoção do desenvolvimento econômico. "Os setores que expuseram o mundo ao risco agora tem que oferecer mecanismos para a retomada da estabilidade", disse Lula, acrescentando que os agentes financeiros devem observar as regras de governança corporativa e atuar com transparência dando respostas à sociedade.

    "Neste contexto, o G 20 tem muito a contribuir, como um fórum de dialogo representativo, que congrega países emergentes. O G7 não consegue mais atender sozinho aos interesses do mundo. A solução da crise virá da união entre o G7 e o G 20. A superação da atual crise passará pela cooperação destes dois grupos, ouvindo o conjunto da comunidade mundial. Afinal a riqueza ainda se concentra nos chamados países desenvolvidos, mas o crescimento econômico (mundial) está sendo mais robusto nas economias emergentes e em desenvolvimento".

    O presidente citou, durante o discurso, levantamento do Fundo Monetário Internacional destacando que 75% do crescimento da economia mundial está localizado justamente nos emergentes e nos países em desenvolvimento. "E essa tendência se manterá em 2009", previu.

    De acordo com ele, a crise internacional fez com que os bancos nos EUA e Europa parassem de emprestar dinheiro. Lula salientou ainda que a falta de financiamento externo poderá levar a problemas no balanço de pagamentos de alguns países.

    Lula destacou a consistência dos fundamentos macroeconômicos e disse que nesse momento Brasil "está colhendo os resultados". "A inflação está em níveis baixos, a dívida pública está controlada e mantivemos o superávit primário em 4%", afirmou.

    Afirmou também que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não serão interrompidas e que o governo vai oferecer crédito ao sistema financeiro nacional e para o comércio exterior.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ainda que nenhum país está a salvo da crise internacional desencadeada por problemas financeiros nos países desenvolvidos. "O colapso da confiança nos mercados financeiros dos países desenvolvidos gerou escassez de crédito no resto do mundo. Isso levou os bancos dos Estados Unidos e Europa a pararem de emprestar", afirmou, durante discurso no G-20.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    10-11-2008 | 11:11
    O comitê para a eleição do Parque Nacional do Pantanal como uma das sete maravilhas da natureza lança, nesta segunda-feira (10.11), às 9 horas, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, a campanha Vote Pantanal. O comitê, que reúne representantes de órgãos públicos e da sociedade civil, será o responsável pela realização de uma serie de atividades de mobilização no sentido de sensibilizar para incentivar os cidadãos a participarem da votação pela internet, no site www.votepantanal.com.br. 

    O Pantanal, representado pelo Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, está concorrendo ao título de uma das novas 7 Maravilhas da Natureza e sua indicação é fruto do reconhecimento internacional pelos esforços de conservação e pela exuberância de sua biodiversidade. A candidatura do Parque Nacional do Pantanal como uma das sete maravilhas naturais mundiais compete com mais de 200 outras regiões em todo o planeta e está colocada pelo Brasil, a Bolívia e o Paraguai.

    Além do Pantanal, do Brasil também concorrem os Lençóis Maranhenses, a Floresta Amazônica, o arquipélago de Fernando de Noronha, o Monte Roraima, o Parque Nacional do Iguaçu e o morro do Pão de Açúcar. A votação se encerra no dia 31/12 deste ano. As 21 maravilhas da natureza mais votadas nessa primeira etapa concorrem, numa segunda etapa, para escolha das sete maravilhas naturais.

    PANTANAL – O Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, que na votação representa o Pantanal Mato-grossense, situa-se a montante da confluência dos rios Paraguai e Cuiabá, os dois principais formadores do Pantanal. Na planície fluviolacustre onde está situado, formada por lagoas de dimensões diversas, estão as de Uberaba e Gaíva, localizadas na faixa de fronteira Brasil/Bolívia e tem como um de seus limites o Rio Paraguai.

    Conectado a áreas protegidas fronteiriças, o Parque Nacional estabelece ligação com a Área Natural de Manejo Integrado San Matias localizada em território boliviano, através das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) Fazenda Acurizal e Penha, as quais se situam na fronteira brasileira, e que, juntamente com o Parque Nacional do Pantanal e o Parque Estadual do Guirá, formam um importante mosaico de áreas protegidas.

    Unidade de Conservação, de proteção integral, o Parque Nacional abriga uma amostra significativa do ecossistema pantaneiro, e devido a sua beleza cênica e alto grau de conservação, foi reconhecido como Patrimônio Natural Mundial – Patrimônio da Humanidade, representando o Brasil na Convenção Internacional de Áreas Úmidas.

    Com uma área de 135 mil hectares e perímetro de 260 km, o Parque Nacional engloba os municípios de Poconé e Cáceres, no Estado de Mato Grosso, e Corumbá, no Estado de Mato Grosso do Sul sendo uma das poucas Unidades de Conservação do Brasil que tem regulação fundiária, conselho gestor e plano de manejo, oficialmente aprovados.

    Criado por meio do Decreto nº 86.392, de 24 de setembro de 1981, tem como objetivo proteger e preservar amostras de ecossistemas pantaneiros, bem como sua biodiversidade, mantendo o equilíbrio dinâmico e a integridade ecológica dos ambientes contidos no Parque.

    Já a região do Pantanal – onde está localizado o Parque Nacional -, ocupa uma área de aproximadamente 200 mil quilômetros quadrados, formando a maior planície inundável do planeta, abrangendo os países Bolívia, Paraguai e Brasil, onde está situada 70% de toda a região pantaneira. No Brasil, o Pantanal ocupa uma área de 138.000 km², abrangendo grande parte dos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul.

    Entre os títulos que ostenta está o de Reserva da Biosfera Mundial, título concedido ao Pantanal Matogrossense pela Conferência da Organização das Nações Unidas para a Ciência e a Cultura (Unesco), em 9 de novembro de 2000; o de Patrimônio da Humanidade, reconhecimento dado ao Pantanal, também pela Unesco, em 29 de novembro de 2000, através do Parque Nacional do Pantanal, juntamente com as Reservas Particulares (RPPN) da Fundação Ecotrópica; e o de Sítio Ramsar, nome recebido pelo Parque Nacional em 24 de maio de 1993, pelo fato de conter uma das maiores concentrações de fauna do neotrópico, abrigando várias espécies de mamíferos, aves, répteis e peixes, ameaçados de extinção.


    PARTICIPANTES DO COMITÊ PARA ELEIÇÃO DO PANTANAL
    7 MARAVILHAS DA NATUREZA
    Seção Mato Grosso
    Comissão Organizadora

    1- Cely Queiroz Coelho – Centro de Eventos do Pantanal
    Telefone: 36265539
    2 – Ilma – Centro de Eventos do Pantanal
    Telefone: 36265539

    2- Jaime Okamura – Prefeitura de Cuiabá
    Telefone 96081460
    E- mail: joevento@terra.com.br

    3- Lilian Oliveira de Souza – Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP)
    Telefone: 36158005
    E-mail: cpp@cppantanal.org.br

    4- José Augusto Ferraz de Lima – (chefe do Parque Nacional do Pantanal e presidente do Comitê)
    Telefone: 99771313
    E-mail: jaferraz@terra.com.br

    5- Vanessa Spinelli – SEDTUR
    Telefone: 36139340 - 96684576
    E-mail: vaneesa@sedtur.mt.gov.br

    6- Caio Castro – Comunicação SEBRAE
    Telefone: 81225899 - 36481260
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    7- Marielza Tizzo – Comunicação SEBRAE
    Telefone: 36481262
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    8- Tharley de Barros Teixeira – SEBRAE
    Telefone: 3648-1260 e 9218-0678
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    9- Luciene Rodrigues – Fundação Ecotrópica
    Telefone:30526615
    E-mail: operacional@ecotropica.org.br

    10- Deyse Siqueira – SEMA
    Telefone: 9971-0059
    E-mail: deyse@sema.mt.gov.br

    11- Cristiane Lima Façanha – EcoPantanal – UNEMAT/ Cáceres
    Telefone:9213 3840
    E-mail: crisfacanha_9@hotmail.com

    12- Monycka Mariahl – TV Centro América
    Telefone: 3614 1742 - 99726806
    E-mail: monica@tvca.com.br

    13- Cristina – TV Centro América
    Telefone: 3614 1742
    E-mail: cristina@tvca.com.br

    14 – Gabriela Priante – SEMA
    Telefone: 3613 7251 - 99233717
    E-mail: gabrielapriante@sema.mt.gov.br

    15 – Maria Barbant – SEMA
    Telefone: 3613 7359 - 99894452
    E-mail: comunicacao@sema.mt.gov.br

    Colaboradores:

    Eliana Celestino da Paixão – UFMT/SINOP
    Telefone: 66 9909695 - 35318564
    E-mail: nanypaixao11@yahoo.com.br

    Catia Nunes da Cunha – UFMT/Cuiabá
    Telefone: 81119181
    E-mail: catianc@cpd.ufmt.br – catianc@terra.com.br

    Nilva Zeitoun – Correspondente, São Paulo
    Telefone:
    E-mail: nilvaeamigos@hotmail.com

    Manuela Baggetti Ferraz de Lima – Correspondente, Rio de Janeiro
    Telefone:
    E-mail: mbflima2@terra.com.br

    Adevair – Lan House – Cuiabá
    Telefone:
    E-mail: adevair@games.com – gladiocb@hotmail.com

    José Guilherme Ribeiro – Diretor do SEBRAE - MT
    Telefone:3648 1205
    E-mail: jose.ribeiro@mt.sebrae.com.br

    Tiago Leão Pereira – P N Pantanal
    Telefone:99593252
    E-mail: tlpereira@yahoo.com.br

    Nuno Rodrigues da Silva – PN Pantanal
    Telefone:99744751
    E-mail: nuno.rs@hotmail.com

    Zilma Silva – IBAMA/Cáceres
    Telefone: 99525880
    E-mail: zilmaibama@hotmail.com

    Joanice – IBAMA - MT
    Telefone: 3648 9100
    E-mail: joanicebarbosa@bol.com.br

    Carolina Joana da Silva – UNEMAT – Cáceres
    Telefone: 99891887
    E-mail: ecopanta@terra.com.br

     

    Fonte: Olhar Direto
    10-11-2008 | 11:11
    O Banco do Brasil conseguiu tirar o Bradesco das negociações e acertou a compra de 49% do Banco Votorantim, braço financeiro do grupo controlado pela família Ermírio de Moraes. A participação deverá sair por cerca de R$ 13 bilhões, valor pelo qual o Bradesco se viu desmotivado a desembolsar neste momento.

    Segundo a reportagem, os detalhes da transação estão em análise final nos comandos das duas instituições. O negócio poderá ser anunciado nos próximos dias.

    Amanhã, a cúpula do BB se reúne com o conselho de administração para avaliar o desempenho do banco nos últimos três meses. Não está descartado que prováveis aquisições ou novas compras de carteira entrem na pauta.

    Na semana passada, as ações ordinárias do banco estadual Nossa Caixa dispararam após os rumores de que o governador de São Paulo, José Serra, foi a Brasília negociar com o ministro Guido Mantega (Fazenda) o valor para a venda do banco ao BB --a informação não foi confirmada.

    Com a Nossa Caixa e o Banco Votorantim, o BB pode retomar a liderança do mercado no ranking por ativos. O Itaú Unibanco soma R$ 575 bilhões até setembro.

    Reação

    O Bradesco e Banco do Brasil precisam reagir à fusão do Itaú com o Unibanco, anunciada dia 3 de novembro, após 15 meses de negociações. A junção das operações financeiras forma o maior banco do país e o maior grupo financeiro do Hemisfério Sul, segundo comunicado divulgado pelos bancos.

    O presidente do Unibanco, Pedro Moreira Salles, e o presidente do Itaú, Roberto Setubal, confirmaram que o objetivo das instituições é o processo de internacionalização, que será iniciado pela América Latina, onde já possuem participação de mercado em alguns países.

     

    Fonte: Olhar Direto
    10-11-2008 | 11:11
    O nível de emprego na indústria subiu 0,1% na comparação com o mês anterior, informou nesta segunda-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em agosto, o número de empregos gerados no setor industrial havia registrado retração de 0,1% em relação a julho.

     

    De acordo com o IBGE, o resultado mostra tendência de estabilidade, a exemplo do constatado no mês anterior.

     

    Na comparação com agosto do ano passado, houve aumento de 2,2%. Foi o 27º mês consecutivo com resultado positivo na comparação com igual período no ano anterior.

     

    De janeiro a setembro, o IBGE verificou crescimento de 2,7% em relação a período correspondente no ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta chega a 2,9%.

     

    O IBGE indicou que, na comparação com setembro de 2007, houve crescimento dos postos de trabalho em 12 dos 18 setores pesquisados, com destaque para com máquinas e equipamentos (10,2%), meios de transporte (8,2%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (10,2%).

     

    Em sentido contrário, vestuário (-7,1%), madeira (-11,3%) e têxtil (-6,5%) exerceram as principais pressões negativas.

     

    Nas regiões avaliadas, constatou-se incremento no nível de emprego na indústria em 12 das 14 áreas pesquisadas, com crescimento significativo São Paulo (2,6%), Minas Gerais (5,5%) e Rio Grande do Sul (3,3%), na comparação com setembro de 2007.

     

    Se comparado o nível de emprego nos primeiros nove meses do ano, o IBGE observou crescimento em 11 dos 18 ramos, principalmente em máquinas e equipamentos (12,1%), meios de transporte (10,1%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,3%) e alimentos e bebidas (2,6%).

     

    Nas regiões avaliadas, 11 dos 12 locais registraram crescimento, e as principais influência no ano são notadas em Minas Gerais (3,8%) e São Paulo (4,6%).

     

    O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria se recuperou em setembro, com alta de 2,7%, após queda de 0,5% em agosto. Em relação a setembro do ano passado, o incremento foi de 7,9%. De janeiro a setembro, o acréscimo foi de 6,8%.

     

    Em relação a setembro de 2007, o ganho salarial na indústria foi constatado em todas as regiões pesquisadas com destaque para São Paulo, cujo aumento chegou a 9,1%, principal contribuição para o índice.

     

    A folha de pagamento real cresceu em 13 dos 18 ramos investigados, na comparação com setembro de 2007. Os maiores impactos positivos vieram de meios de transporte (16%), máquinas e equipamentos (12,4%), metalurgia básica (19,3%), produtos de minerais não-metálicos (20,7%) e produtos de metal (13,3%). Em sentido oposto, os principais recuos vieram de papel e gráfica (-2,3%) e têxtil (-2,7%).

     

    Fonte: Folha On-line
    10-11-2008 | 11:11
         As expectativas inflacionárias continuam apontando para um quadro de aceleração dos índices de preços no País, o que não é uma boa notícia para o Banco Central (BC).
         
         De acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, os analistas consultados pelo próprio Banco Central projetam uma alta de 6,40% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 e de 5,20% para 2009.
         
         Na pesquisa anterior, as projeções eram de ganhos de 6,31% e 5,06%, respectivamente.
         
         O aumento das estimativas é um fator complicador para o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, que sempre destacou em seus comunicados que repasses de aumentos pontuais e generalização de pressões inflacionárias dependem de "forma crítica" das expectativas dos agentes econômicos para a inflação.
         
    Fonte: 24 Horas News
    10-11-2008 | 11:11
    A última pesquisa divulgada ontem pelo Procon Estadual aponta variação de até 120% nos preços de materiais de construção. Segundo os pesquisadores, a maior variação percentual é referente ao preço do metro cúbico do item "barro", cujo menor preço é R$ 27, na loja Feirão da Construção, e o maior R$ 59,50, na New Center - uma diferença em espécie de R$ 32,50.

     

     O produto Rebocal (20kg) apresentou variação de 96%, sendo encontrado por R$ 7,83 no Feirão da Construção e por R$ 4, na Ridan. O metro quadrado de pedra (marca Cariri) custa R$ 12,50 no Depósito Shalon e no Feirão da Construção e R$ 22,10 no New Center - apresentando variação de 77% - ou R$ 9,60.

     

     A maior diferença em moeda chegou a R$ 130, no item tijolo de oito furos Ceramina (milheiro), que custa R$ 410 na loja New Center e R$ 280 na Construtores. Com relação ao item cimento, foi observada uma variação de preços entre R$ 19,50 e R$ 20,80. 

     

    Fonte: CBIC
    10-11-2008 | 11:11
    A preocupação com os efeitos da crise internacional sobre a atividade econômica no país levou empresas de diferentes setores a reverem a programação de férias e até a cortar pessoal. O setor de autopeças antecipou as férias coletivas ajustando-se ao calendário das montadoras.

    A situação mais dramática está nos segmentos da construção civil e de papel e celulose, nos quais empresas já iniciaram o processo de demissões. No setor varejista, a contratação de temporários para as vendas de fim de ano - que só em São Paulo gera 300 mil novos postos de trabalho nessa época - está em suspenso.

     

     No setor da construção civil de São Paulo, a média de homologações, que era de 40 pessoas por dia, aumentou para 150 pessoas/dia desde a semana passada, informou o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP). E o aumento não é comum nesse período, afirma o presidente da entidade, Antonio de Sousa Ramalho.

    "As construtoras estão com dificuldades de obter crédito para dar início a alguns projetos e preferem dispensar parte dos funcionários, enquanto não têm uma definição sobre o que farão em 2009", afirma. A maior parte das demissões, diz, é de engenheiros e mestres de obras.

     

     O setor previa criar 700 mil vagas no país em quatro anos por conta de novos projetos. Diante da indefinição, Ramalho acredita que neste ano pelo menos 100 mil postos de trabalho deixarão de ser criados e outros 175 mil serão congelados em 2009.

    O Sintracon-SP representa 300 mil trabalhadores da construção. No país, o setor possui aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores. No setor de papel, como informou o Valor esta semana, houve demissões em empresas que têm atividades ligadas à Aracruz, que reviu seus projetos de investimento após prejuízo com derivativos.

    Em Belo Horizonte, o grupo Plantar (que produz eucaliptos) anunciou a demissão de 750 dos 1 mil trabalhadores. No segmento metalúrgico, a General Motors anunciou na quarta-feira a abertura do programa de demissões voluntárias na fábrica de São José dos Campos (SP), que possui 9,4 mil trabalhadores, mas sem meta de homologações. Em Campinas, além das férias coletivas, há um crescente número de demissões comunicadas ao Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região. Segundo o presidente da entidade, Jair dos Santos, o setor de autopeças efetuou desde a última quinzena de outubro entre 250 e 300 demissões.  O primeiro setor a reagir à crise foi o automotivo. No Paraná, a Volkswagen foi a primeira a antecipar as férias de 1,8 mil metalúrgicos. Outras 35 empresas avaliam fazer o mesmo.

    "Como elas, outras que não participaram da reunião também devem dar férias aos empregados, pois a demanda caiu", diz o presidente do Sindimetal, Roberto Karam.

    As decisões já tomadas devem atingir cerca de 15 mil trabalhadores do segmento. Ele contou que a Renault e Bosch também estudam uma paralisação temporária das unidades instaladas no Estado. Procurada, a Renault não confirmou a informação. A Bosch informou que decidirá sobre o tema na próxima semana.

     

     Em Santa Catarina, a Jofund, que faz acessórios para freios de carros, deu férias coletivas a partir do dia 20 de outubro. A Embraco, que fabrica motores para eletrodomésticos, vai dar férias coletivas no fim do ano, mas ainda não estipulou os dias, nem quando começam e nem quantos serão. Em Betim (MG), onde a Fiat concedeu férias coletivas a 2 mil dos dos seus 16 mil funcionários, os fornecedores também acompanharão o calendário. Entre as fornecedoras, já anunciaram férias coletivas entre novembro e dezembro (mesmo período da Fiat) a Nemak Brasil e a Magneti Marelli Cofap.

    Para o presidente do sindicato dos metalúrgicos de Betim (Sindbet), Marcelino Rocha, a medida compensa a ausência de férias coletivas dos últimos dois anos e ajuda a adequar estoques. Em Camaçari (BA), a Ford confirmou nessa semana a antecipação das férias coletivas em 15 dias, para 10 de dezembro.

    Com a montadora, outras 27 empresas que juntas congregam 8.800 trabalhadores devem antecipar as férias, segundo Marcos Vinicius Pereira dos Santos, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari.

     

     Em Gravataí (RS), 17 empresas de autopeças deram férias coletivas a 1,3 mil a 1,4 mil empregados, seguindo a paralisação da General Motors na região. Os empregados voltam a trabalhar entre 11 e 17 de novembro e retomam as férias, seguindo a montadora, afirma o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, Valcir Ascari. Entre as empresas, a Delphi concedeu férias a toda a equipe.

     

     Há indústrias de autopeças que não se sentiram obrigadas a tomar medidas drásticas. Em Caxias do Sul (RS), o grupo Randon, concederá férias no fim de dezembro, mantendo uma "tradição histórica" da companhia, informou o diretor corporativo de relações com investidores, Astor Schmitt. Em Canoas (RS), onde trabalham em torno de 11 mil metalúrgicos, as empresas ainda não comunicaram aviso de férias ao sindicato local.

     

     No Paraná, os fabricantes de louças e cerâmicas de Campo Largo, esperam parar na segunda quinzena de dezembro, como normalmente ocorre, diz o presidente do Sindilouça, José Canisso. "Não estamos vendendo 'pra burro', mas também não está uma catástrofe." Os fabricantes de móveis de Arapongas (PR) não pensam em reduzir a produção.

    "As empresas estão até contratando", disse o diretor-executivo do Sima, sindicato da indústria, Silvio Luiz Pinetti. O presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico (Simpep), Dirceu Galléas, comentou que "o setor está em dúvida do que vai acontecer", porque as encomendas tiveram queda de 20%, em função da redução dos estoques dos clientes.

     

     No setor químico, as empresas não informaram se anteciparão as férias, que normalmente ocorrem em dezembro, disse o secretário-geral da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar), Sérgio Luiz Leite.

    "Houve um problema localizado, que foi a demissão de 340 pessoas da Probel Colchões, por conta da crise. Mas não vejo um problema disseminado na categoria." No setor varejista, 31 grandes grupos ainda analisam se farão contratações, devido à crise, diz o diretor-executivo do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), Emerson Kapaz.

    O presidente da Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo (Fecomerciários), Luiz Carlos Motta, disse que as contratações se aquecem no fim de novembro. No ano passado, o setor contratou 300 mil temporários.

     

     

    Fonte: CBIC
    08-11-2008 | 11:11
    Até outubro, foram contratados R$ 8 bilhões com recursos da poupança.
    Segundo a instituição, essa é a maior contratação desta década.

     

    A Caixa Econômica Federal informou, nesta sexta-feira (7), que foram aplicados pela instituição R$ 8,03 bilhões em financiamentos habitacionais de janeiro a outubro deste ano, com recursos da caderneta de poupança, o que representa um crescimento de 69,3% sobre o mesmo período de 2007 (R$ 4,74 bilhões) e novo recorde histórico.

     

     

    Segundo a instituição, essa é a maior contratação habitacional desta década com recursos da poupança. Pelas regras, 65% dos recursos captados pelos bancos via caderneta de poupança (SBPE) devem ser destinados a empréstimos imobiliários.

     

     

    "Destaque-se ainda que o valor aplicado até o final de outubro de 2008 já é, inclusive, superior em 36,8% ao valor aplicado durante todo o exercício de 2007, que foi de R$ 5,87 bilhões", acrescentou a Caixa Econômica Federal.  

    Esse desempenho, segundo informou a instituição financeira, representa 148.111 moradias, ou mais de 601 mil pessoas contempladas, além de 766 mil empregos gerados. Significa também que já foram aplicados 87% dos recursos disponíveis para esse tipo de financiamento em 2008.

    No estado de São Paulo, até 31 de outubro deste ano, a Caixa informou que foram investidos R$ 2,2 bilhões com recursos da poupança, valor 76% maior do que o realizado no mesmo período de 2007 (R$ 1,3 bilhão) e também superior em 43% ao total aplicado em 2007, que foi de R$ 1,6 bilhão. 

     

    Regras

     

    Para aproveitar os 13% de recursos SBPE ainda disponíveis para contratações em 2008, a Caixa informou que o futuro comprador pode financiar 80% do valor de avaliação, parcelado em até 240 meses.

     

     

    Para quem deseja pagar em 360 meses, a entrada deve ser de pelo menos 30% do valor de avaliação do imóvel. Para imóveis com valor de avaliação de até R$ 350 mil, em que o interessado possua saldo no FGTS e não tenha outro imóvel na região metropolitana, o dinheiro do Fundo poderá ser utilizado na entrada e, posteriormente, para abater do saldo devedor ou das prestações – desde que obedecidas as demais condições estabelecidas pelo Conselho Curador do FGTS.

     

    FGTS

     

    Somente com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a Caixa Econômica Federal informou ter aplicado nacionalmente R$ 9,33 bilhões em 2008, até o fim de outubro, contra R$ 5,76 bilhões no mesmo período do ano passado. Foram financiadas 228.833 unidades. Os recursos do FGTS investidos até o momento representam 18% a mais do que o valor investido em todo o ano de 2007, que foi de R$ 2,37 bilhões.

     

    Fonte: G1
    08-11-2008 | 11:11

    O comitê para a eleição do Parque Nacional do Pantanal como uma das sete maravilhas da natureza lança, nesta segunda-feira (10.11), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, a campanha Vote Pantanal. Segundo o secretário de Estado de Turismo, Yuri Bastos Jorge, a proposta do comitê, que reúne representantes de órgãos públicos e da sociedade civil, é realizar atividades de mobilização no sentido de sensibilizar todos os cidadãos para participarem da votação pela internet, no site www.votepantanal.com.br. Para Yuri, neste momento é importante ganhar adeptos de todos os setores. Nos órgãos públicos, nas empresas, no comércio, com mobilização para a votação.

    O secretário informou que é preciso todo o Governo se envolver nesta campanha para que ela tenha êxito. “O Pantanal, representado pelo Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, está concorrendo ao título de uma das novas 7 Maravilhas da Natureza e sua indicação é fruto do reconhecimento internacional pelos esforços de conservação e pela exuberância de sua biodiversidade, mas além disso, a campanha coloca em evidência esta região que também pertence ao nosso Estado”, enfatizou Yuri.

    Yuri explicou que a candidatura do Parque Nacional do Pantanal como uma das sete maravilhas naturais mundiais compete com mais de 200 outras regiões em todo o planeta e está colocada pelo Brasil, a Bolívia e o Paraguai.

    A campanha irá ajudar na sua divulgação, aumentando sua visibilidade internacional e será importante para a atração de visitantes, a criação de incentivos voltados à manutenção desta riqueza natural, entre outros benefícios.
    .
    PARTICIPANTES DO COMITÊ PARA ELEIÇÃO DO PANTANAL 7 MARAVILHAS DA NATUREZA
    Seção Mato Grosso
    Comissão Organizadora

    1- Cely Queiroz Coelho – Centro de Eventos do Pantanal
    Telefone: 36265539 

    2 – Ilma – Centro de Eventos do Pantanal
    Telefone: 36265539

    2- Jaime Okamura – Prefeitura de Cuiabá
    Telefone 96081460
    E- mail: joevento@terra.com.br

    3- Lilian Oliveira de Souza – Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP)
    Telefone: 36158005
    E-mail: cpp@cppantanal.org.br

    4- José Augusto Ferraz de Lima – (chefe do Parque Nacional do Pantanal e presidente do Comitê)
    Telefone: 99771313
    E-mail: jaferraz@terra.com.br

    5- Vanessa Spinelli – SEDTUR
    Telefone: 36139340 - 96684576
    E-mail: vaneesa@sedtur.mt.gov.br

    6- Caio Castro – Comunicação SEBRAE
    Telefone: 81225899 - 36481260
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    7- Marielza Tizzo – Comunicação SEBRAE
    Telefone: 36481262
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    8- Tharley de Barros Teixeira – SEBRAE
    Telefone: 3648-1260 e 9218-0678
    E-mail: umc@mt.sebrae.com.br

    9- Luciene Rodrigues – Fundação Ecotrópica
    Telefone:30526615
    E-mail: operacional@ecotropica.org.br

    10- Deyse Siqueira – SEMA
    Telefone: 9971-0059
    E-mail: deyse@sema.mt.gov.br

    11- Cristiane Lima Façanha – EcoPantanal – UNEMAT/ Cáceres
    Telefone:9213 3840
    E-mail: crisfacanha_9@hotmail.com

    12- Monycka Mariahl – TV Centro América
    Telefone: 3614 1742 - 99726806
    E-mail: monica@tvca.com.br

    13- Cristina – TV Centro América
    Telefone: 3614 1742
    E-mail: cristina@tvca.com.br

    14 – Gabriela Priante – SEMA
    Telefone: 3613 7251 - 99233717
    E-mail: gabrielapriante@sema.mt.gov.br

    15 – Maria Barbant – SEMA
    Telefone: 3613 7359 - 99894452
    E-mail: comunicacao@sema.mt.gov.br

    Colaboradores:

    Eliana Celestino da Paixão – UFMT/SINOP
    Telefone: 66 9909695 - 35318564
    E-mail: nanypaixao11@yahoo.com.br

    Catia Nunes da Cunha – UFMT/Cuiabá
    Telefone: 81119181
    E-mail: catianc@cpd.ufmt.br – catianc@terra.com.br

    Nilva Zeitoun – Correspondente, São Paulo
    Telefone:
    E-mail: nilvaeamigos@hotmail.com

    Manuela Baggetti Ferraz de Lima – Correspondente, Rio de Janeiro
    Telefone:
    E-mail: mbflima2@terra.com.br

    Adevair – Lan House – Cuiabá
    Telefone:
    E-mail: adevair@games.com – gladiocb@hotmail.com

    José Guilherme Ribeiro – Diretor do SEBRAE - MT
    Telefone:3648 1205
    E-mail: jose.ribeiro@mt.sebrae.com.br

    Tiago Leão Pereira – P N Pantanal
    Telefone:99593252
    E-mail: tlpereira@yahoo.com.br

    Nuno Rodrigues da Silva – PN Pantanal
    Telefone:99744751
    E-mail: nuno.rs@hotmail.com

    Zilma Silva – IBAMA/Cáceres
    Telefone: 99525880
    E-mail: zilmaibama@hotmail.com

    Joanice – IBAMA - MT
    Telefone: 3648 9100
    E-mail: joanicebarbosa@bol.com.br

    Carolina Joana da Silva – UNEMAT – Cáceres
    Telefone: 99891887
    E-mail: ecopanta@terra.com.br

     

    Fonte: Secom-MT
    08-11-2008 | 11:11
    A secretária de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), Terezinha Maggi, recebeu nesta sexta-feira (07.11), no gabinete da Secretaria, a visita de cortesia do diretor geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura (Dnit), Luiz Antonio Pagot. Na oportunidade, Pagot e Terezinha conversaram sobre a campanha Natal das Crianças, e os projetos sociais da Setecs.

    “Vim me inteirar dos projetos e ações sociais da pasta da Terezinha, em Brasília, estamos sempre em contato com os ministérios e desta forma podemos ajudar de alguma maneira, seja dando um encaminhamento, uma sugestão ou idéia para ajudar no desenvolvimento de ações sociais para o povo de Mato Grosso”, afirmou o diretor do Dnit.

    Terezinha Maggi pediu a Pagot que a ajude na arrecadação da campanha Natal das Crianças. “Ele pode intervir junto a alguns empresários e pessoas que eu ainda não pedi a colaboração. Temos que unir o máximo de esforços para alcançar a meta ou até mesmo superar a do ano passado, que foi de quase 3 mil toneladas, e dar de comer às mais de 100 mil famílias cadastradas no Estado”.

     

     

    Fonte: Secom-MT
    08-11-2008 | 11:11
        Os indicadores compostos sobre perspectivas da conjuntura econômica na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) tiveram em setembro a maior queda mensal desde o início da década, perdendo 1,5 ponto, dado que no Brasil ainda mais desfavorável, com a queda de 1,6 ponto.
         
         Segundo os números apresentados nesta sexta-feira, o indicador sintético para o conjunto da OCDE ficou em 94,3 pontos em setembro, frente a uma média de longo prazo de 100, e também 1,5 inteiros abaixo do nível de agosto e 6,1 abaixo de um ano antes.
         
         No Brasil,o indicador permaneceu estável em relação a setembro de 2007, com 106,2 pontos, embora tenha caído 1,6 ponto comparado a agosto.
         
         Na zona do euro, a queda em setembro foi de 1,4 pontos em relação a agosto e de 7,3 na comparação com há um ano, ficando em 92,1 pontos.
         
         Para os países do G7 em seu conjunto, as quedas foram respectivamente de 1,6 pontos, desde agosto, e de 6,1 em relação a um ano atrás, ficando em 94,3.
         
         A maior queda no grupo dos sete países mais ricos nesse mês foi o da Alemanha (-2,3 pontos, chegando a 93,2), seguida do Canadá (-2 pontos, totalizando 93), Estados Unidos (-1,9 pontos, a 95,2) e Reino Unido (-1,4 pontos, ficando em 93,9).
         
         Menos pronunciadas foram as quedas da França (-0,9 ponto, a 92,5), Japão (-0,9 ponto, batendo 94,1) e Itália (-0,5 ponto ficando em 91,9).
         
         Em doze meses, as maiores quedas deste índice que marca por antecipado mudanças na evolução da conjuntura se constataram na Alemanha (-8,6 pontos), Reino Unido (-7,5), Estados Unidos (-6,6), França (-6,4), Canadá (-6,4) e Japão (-2,4).
         
         À margem da situação nos países da OCDE, a organização precisou que os dados mais recentes sobre as grandes economias emergentes "parecem indicar uma inflexão na China e um arrefecimento das perspectivas na Rússia e na Índia", enquanto para o Brasil aparecem "sinais de uma possível inflexão".
         
         Assim, enquanto o Brasil caiu 1,6 ponto, na Rússia a queda foi ainda pior, se reduzindo em 2,7 pontos (2,2 em relação a setembro de 2007) e chegando a 97,9.
         
         Na China e Índia, para os quais os números mais recentes são os de agosto, o indicador caiu respectivamente 0,7 ponto -chegando a 101,4- e 1 ponto (a 96,3).
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    08-11-2008 | 11:11
    A Caixa Econômica Federal informou hoje ter registrado um crescimento de 63,3% no volume de concessões de financiamentos habitacionais com recursos das cadernetas de poupança, de janeiro a outubro, em relação ao mesmo período do ano passado. Nos dez meses deste ano, foram aplicados pouco mais de R$ 8 bilhões contra R$ 4,7 bilhões liberados nos mesmos meses de 2007.

    Segundo o banco público, esse é um novo recorde de financiamentos habitacionais com dinheiro captado em poupança. Em todo o ano de 2007, a Caixa aplicou R$ 5,8 bilhões das cadernetas em empréstimos habitacionais. O valor liberado até outubro representa 148,1 mil unidades para mais de 600 mil pessoas beneficiadas, de acordo com a assessoria da Caixa.

    "Nossos números foram possíveis devido às condições oferecidas pelo banco", afirmou o vice-presidente de Governo da instituição financeira, Jorge Hereda, por meio da assessoria da Caixa. Tendo como fonte de recursos o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a Caixa informou que liberou R$ 9,3 bilhões em empréstimos habitacionais este ano, até outubro, que financiaram 228,8 mil residências. No mesmo período de 2007, foram usados R$ 5,7 bilhões em recursos do FGTS.

     

    Fonte: Mídia News
    08-11-2008 | 11:11
    Parlamentares de MT tentam, com 2 projetos no Congresso, mudança do fuso local de acordo com o da maioria do país, com horário oficial de Brasília
    Mato Grosso tem dois projetos no Congresso Nacional que pleiteiam a mudança do fuso local para o mesmo horário oficial de Brasília. No Senado, apresentado, em parceria pelos senadores Jayme Campos (DEM-MT) e Delcídio Amaral (PT-MS). Já na Câmara, o deputado federal Wellington Fagundes (PR-MT) apresentou projeto de lei semelhante, com o mesmo objetivo.

    O deputado republicano saiu na frente e o seu projeto já foi aprovado na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara. Mesmo tendo sua idéia sido apresentada no dia 13 de maio deste ano, sete dias após a apresentação da proposta no Senado.

    A relatora, deputada Luiza Erundina (PSB-SP), entendeu que as reivindicações da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), de que o fuso atrapalha o comércio e a economia local, são procedentes.

    Além disso, a parlamentar paulista avalia que a diferença de fuso gera gastos às emissoras de televisão, que precisam ajustar a sua programação para transmitir os programas no horário recomendado pelo Ministério da Justiça. "As emissoras têm que gravar os programas impróprios para menores, para que sejam transmitidos exatamente no horário adequado para a região", disse no seu parecer.

    Enquanto isso, o projeto de lei no Senado ainda está emperrado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Em junho, o presidente da Comissão designou o senador Geovani Borges para a relatoria, que ocupava a suplência do senador Gilvam Borges. Com a volta do titular ao Senado, no fim do mês de agosto, Marcadante designou um novo relator, o senador Heráclito Fortes. O parlamentar ainda não se pronunciou sobre a matéria.

    O tema tem gerado polêmica não só em Mato Grosso, mas também no Mato Grosso do Sul, estado onde a proposta também valeria, de acordo com o projeto apresentado pelos senadores. Apesar de ter aprovação pelos setores do comércio e indústria, a idéia ainda não agrada a classe média, que avalia a mudança como capitalista e que irá beneficiar apenas grandes empresários.

    Em Cuiabá, um advogado chegou a anunciar que faria um movimento contra a mudança, caso ela ocorresse. “As pessoas mais velhas, mais idosas, que estão acostumadas a acordar cedo, vão sentir na pele essas mudanças. Esses políticos só pensam nos ricos”, disse.

    O senador Jayme Campos e o deputado federal Wellington Fagundes foram procurados pela reportagem na tarde de ontem, mas não foram localizados nos telefones celulares.

    TRAMITAÇÃO - O projeto do deputado republicano, que tem caráter conclusivo, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara. (Com assessoria)

    Fonte: Diário de Cuiabá
    08-11-2008 | 11:11
    Debates sobre a crise no sistema financeiro mundial foram iniciados ontem, pela comissão formada por técnicos da Sefaz, Sicme, Fiemt, Facmat, Fecomércio e Famato. A primeira reunião da comissão foi realizada na sede da Fiemt, em Cuiabá. O assessor especial da Sefaz, economista Vivaldo Lopes, fez uma contextualização sobre o assunto. Os demais integrantes da comissão apresentaram uma análise setorial sobre os possíveis efeitos da crise nas áreas que representam. Na próxima reunião, no dia 19, na Famato, a comissão vai elaborar relatório sobre o assunto.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    08-11-2008 | 11:11
    Em tramitação no Congresso Nacional, o projeto de reforma tributária poderá ser afetado pela crise internacional que obriga o Brasil a repensar suas estratégias de desenvolvimento, inclusive no que tange a políticas tributárias e de sustentabilidade da economia nacional. Apesar de o deputado federal Sandro Mabel (PR-GO) já ter entregue o relatório final à mesa da Câmara Federal, o referido projeto está se tornando um "monstrengo fora de hora". Não é prudente avançar em questões tão estruturais como a reforma tributária sem sabermos ainda os reais impactos, ou melhor, a profundidade que a retração econômica terá nas projeções de receitas públicas dos Estados brasileiros.

     

    A falta de crédito, retração de investimentos, fuga de capitais, redução de consumo, escassez de linhas de crédito para exportação, encarecimento de insumos utilizados na produção primária, crise de renda agrícola, entre outros fatores, tornam-se ingredientes na construção de um "coquetel explosivo" de nitroglicerina pura, cujos estilhaços detonarão os bolsos de milhares de brasileiros. Daí nossa insistente orientação para que as pessoas tenham cuidado ao consumir, de tal forma a gastar somente aquilo que tenham em seus orçamentos, sem extrapolar suas economias. Consumir sim, mas com moderação na sua capacidade de pagamento.

     

    Compartilhamos com os Estados de SP, RJ, ES e MG, que na figura de seus governadores endossam a postura do governador Blairo Maggi de racionalidade e otimismo, porém, com serenidade. Essas unidades federadas pedem ao Congresso Nacional muita cautela em projetos que podem mexer com as receitas e as despesas dos Estados brasileiros, sob o risco de o "navio bater no iceberg" ou a "vaca ir pro brejo", no nosso bom e velho linguajar cuiabano. Portanto, fica o alerta aos parlamentares federais e senadores, para que possamos juntos, Executivo e Legislativo, proteger os interesses da sociedade brasileira e, por conseguinte, de Mato Grosso.

     

    Só para registrar, ouvi por aí que estão organizando um grupo composto por oposicionistas ao governo para alertar ao governador Blairo Maggi sobre a crise. Isso chega a ser ridículo, pois todos sabem dos cuidados e providências que nosso governador está tomando pelo interesse de Mato Grosso e do Brasil. Parecem mais "pára-quedistas da crise" que só agora acordaram.

     

    Enquanto preocupavam-se em definhar a estatura moral dos outros, nós estávamos trabalhando por Mato Grosso. Por isso convido todos os mato-grossenses e brasileiros que aqui vivem para juntos dizermos em alto e bom som: "Há, dá licença!".

     

    Eder de Moraes Dias é Secretário de Fazenda de Mato Grosso

     

    Fonte: Gazeta Digital
    08-11-2008 | 11:11
    De acordo com dados do Ministério da Saúde, são registrados anualmente 122.400 novos casos de câncer de pele no Brasil. Em Mato Grosso, estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) para 2008 aponta que os casos da doença no Estado teriam um crescimento de 35% em relação ao ano passado, com 5.270 mil novos diagnósticos. Por uma questão climática, o aumento maior seria justamente no câncer de pele não melanoma com 1.470 mil novos casos.

     

    Apesar de estatísticas tão alarmantes, segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, cerca de 70% da população brasileira não se protege do sol. E pior, há uma cultura do bronzeado, associando a cor queimada à pessoa saudável, bonita. Isso leva muita gente a exposições indevidas ao sol, correndo sérios riscos.

     

    Em Cuiabá, a intensidade da luz solar e o clima quase sempre quente favorecem ainda mais a incidência da doença, o que leva médicos e especialistas a estarem atentos e fazendo alertas para a população.

     

    Uma dessas ações é a participação ativa na Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, e que está em sua décima edição. Neste sábado, Dia Nacional de Combate ao Câncer, dezenas de dermatologistas estarão fazendo atendimento gratuito não só na capital, como também na vizinha Várzea Grande, em Tangará da Serra, Sinop, Primavera do Leste, Rondonópolis e Cáceres. Além de exames, serão dadas orientações sobre os cuidados a serem tomados, uso de protetores, bem como formas de detectar algum problema. Como ocorre em outros tipos de câncer, no de pele também o diagnóstico precoce é vital para o sucesso do tratamento e sobrevivência do paciente.

     

    É inadmissível que as pessoas ainda insistam em práticas pouco saudáveis e cometam verdadeiros absurdos em nome de um padrão de beleza que compromete a própria vida. O câncer de pele está entre os tipos da doença que mais atingem a população brasileira.

     

    A atuação dos médicos e o comprometimento deles em atender a população gratuitamente em campanhas como a de hoje não devem ser vistos como solução para o problema. É importante, mas jamais conseguirá uma abrangência total. Cabe a cada um tomar os devidos cuidados para não correr riscos desnecessários.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    08-11-2008 | 11:11
    O projeto de lei que iguala o fuso horário de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul ao de Brasília foi aprovado pela pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados. Antes de ser implantado, a proposta precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, mas já causa divergências nas ruas de Cuiabá.

     

    A digitadora Marinete Xavier de Souza, 40, disse que a mudança prejudicará principalmente quem depende do transporte coletivo. Ela explica que todos os dias precisa acordar as 4h30 para arrumar os filhos, que vão à escola. Quando saem de casa, ainda está escuro e Marinete os acompanha até ponto de ônibus, com medo da violência.

     

    Marinete diz que com os problemas de segurança, as pessoas passam a correr risco, saindo antes de amanhecer para trabalhar.

     

    Outro problema foi abordado pelo vendedor de picolé, Marcelo Aparecido dos Santos. Ele argumenta que o período em que as pessoas ficarão expostas ao sol será ampliado com a mudança. O trabalhador ambulante afirma que se por um lado ocorre uma redução do consumo de energia devido ao aumento do período diurno, as pessoas ficam mais tempo no calor, principalmente as que trabalham na rua como ele.

     

    A relatora do projeto, Luiza Erundina (PSB-SP), disse que a alteração vai favorecer o estado porque as indústrias e comércios reclamam da falta de sincronia com o horário dos fornecedores e compradores da região sudeste.

     

    Horário - O horário mundial é calculado conforme o Meridiano de Greenwich, uma linha imaginária que divide o globo terrestre ao meio. A partir do meridiano, a Terra é dividida em 24 partes ou fusos. A divisão está ligada à rotação da Terra e a incidência de luz solar no planeta.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    07-11-2008 | 12:11
    É com extremo pesar que o presidente do SINDUSCON-MT– Sindicado das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso, sr. Luiz Carlos Richter Fernandes, comunica o falecimento da Srª NEUZA MARIA ERTAL KERCHE, esposa do sr. Marcilio  Ferreira Kerche, Suplente do Vice-Presidente Institucional do Sinduscon-MT e diretor da empresa Ensercon Engenharia Ltda. Ela faleceu nesta manhã de sexta-feira (07/11/08).

     

    O velório do corpo da senhora Neuza etm início a partir das 12:00, na capela Jardins, localizada na Rua Manoel Ferreira de Mendonça, nº 364, Bairro Bandeirantes (fundos da Prosol), na sala Lírios. O enterro acontece hoje (07.11.08), às 20h, no cemitério do Parque Bom Jesus de Cuiabá.

     

    A direção do Sinduscon-MT lamenta o ocorrido e oferece aos familiares nossas condolências, bem como nossos mais estimados préstimos. 

     

    Atenciosamente, 

     

    Luiz Carlos Richter Fernandes

     

    Presidente do Sinduscon-MT
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
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