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Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    21-10-2008 | 11:10
    O mercado financeiro começou a reavaliar o cenário para os juros básicos nos próximos meses. Em meio à crise financeira internacional e a expectativa de desaquecimento mais forte da economia, analistas reduziram a aposta para o ritmo de alta dos juros até o fim do ano. Na pesquisa Focus divulgada ontem pelo Banco Central, a expectativa para o patamar da taxa Selic no final de 2008 caiu de 14,75% para 14,5% ao ano.

     

    Isso quer dizer que o mercado acredita que o Comitê de Política Monetária (Copom) deve aumentar o juro duas vezes até dezembro: em 0,50 ponto percentual nos dias 28 e 29 de outubro e em 0,25 ponto em 9 e 10 de dezembro. A previsão difere da vista até a semana passada, quando o mercado apostava em duas altas de 0,50 ponto percentual.

     

    Para o fim de 2009, analistas mantiveram a projeção que aponta para juros em 13,5% ao ano, o que continua indicando o início de um desaperto monetário a partir de meados do próximo ano. Câmbio - Pela terceira semana consecutiva, as projeções de mercado para o câmbio em 2009 e 2008 subiram. Na pesquisa Focus, a previsão para o patamar do dólar no fim de 2009 saltou cinco centavos, de R$ 1,85 para R$ 1,90. Há quatro semanas, a previsão estava em R$ 1,77.

     

    Da mesma forma, a mediana para o dólar no fim de 2008 subiu de R$ 1,85 da semana passada para R$ 1,90 na pesquisa atual, contra R$ 1,70 de um mês atrás. No mesmo levantamento, a projeção para o câmbio médio no decorrer de 2009 aumentou de R$ 1,84 para R$ 1,87, contra R$ 1,74 de quatro semanas antes.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-10-2008 | 11:10
    Durante a apresentação do Relatório de Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do 2º Quadrimestre de 2008, a tônica acabou não sendo o bom desempenho dos números apresentados pela Fazenda Pública Estadual, mas sim a crise econômica que se abateu em todo o mundo e que na certeza do secretário Éder Moraes, terá repercussão em Mato Grosso e no Brasil.

     

    "Peço os presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo e aos demais representantes de Poderes Constituídos aqui presentes que em 2009 adotem medidas de contingenciamento, ou seja, reduzam seus orçamentos e os mantenham enxutos para que possamos vencer os obstáculos que a crise financeira nos obrigará a passar", disse Éder Moraes.

     

    Mesmo demonstrando uma saúde financeira incomparável em relação aos últimos anos que atingiu a uma receita total de R$ 5,016 bilhões em oito meses deste ano, com uma despesa total de R$ 4,501 bilhões, Éder Moraes apontou que o indicador de equilíbrio entre receita e despesa ficou em 0,90, ou seja "para cada 0,90 (noventa centavos) de dívidas, temos R$ 1,00 (um real) de receita, pagamentos a conta e ainda temos saldo".

     

    O superávit primário nestes primeiros meses do ano atingiu a R$ 910,8 milhões para uma meta de R$ 582,4 milhões, o que quer dizer que a saúde das contas públicas ultrapassaram as estimativas dos próprios técnicos.

     

    "É bom ver que estamos no caminho certo, e muito melhor ainda ver que o governo Blairo Maggi tem no secretário de Fazenda, Éder Moraes, uma pessoa consciente de que é preciso planejamento e principalmente respeito a coisa pública, portanto, se existe uma crise que se avizinha tudo será feito para debelá-la a qualquer custo", disse o presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo.

     

    O secretário de Fazenda lembrou que os compromissos de Mato Grosso serão todos honrados e que não existe risco para nenhum dos setores públicos. "Pagamento de salário é prioridade número um, investimentos também são prioridades e as áreas essenciais (saúde, educação, segurança pública e social) continuarão a receber atenção especial", disse Éder. Ele citou que se preciso for, o governo vai contingenciar.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-10-2008 | 11:10
    Mais de 50 empresários do Shopping Pantanal estiveram reunidos ontem, em Cuiabá, com a equipe técnica do governo do Estado, coordenada pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf. O objetivo do encontro foi o de sanar dúvidas sobre a aplicabilidade do Decreto nº 1.617, de 7 de outubro de 2008, que começou a vigorar ontem, trazendo alterações na legislação tributária, relativas à cobrança do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

    A primeira reunião foi realizada na última quarta-feira e a expectativa é realizar várias delas na Grande Cuiabá e também no interior do Estado, para esclarecer dúvidas e orientar o segmento. Nadaf ressaltou a necessidade da eficiência tributária e fez questão de enfatizar que a equipe de governo está trabalhando em busca de soluções para minimizar as dificuldades causadas para alguns empresários. “Estamos buscando todas as alternativas para viabilizar o processo econômico do Estado e não prejudicar nenhum dos lados”, disse. “O objetivo é ouvir os comerciantes”, complementa.

    Ainda, ontem, no final da tarde, foi realizado outro encontro, só que desta vez do secretário Nadaf na Associação Comercial de Cuiabá. Foi a oportunidade dos lojistas da região central da Capital trocarem informações e sugestões. “Em novembro vamos fazer as reuniões no interior do Estado”, avisa.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    21-10-2008 | 11:10
    A Caixa Econômica Federal não vai alterar as condições de financiamento imobiliário diante da crise econômica mundial. A posição é válida tanto para contratos de pessoas físicas quanto jurídicas. A informação é da superintendente nacional de Habitação da Caixa, Bernadete Maria Pinheiro Coury.

    “Com relação especificamente a esse momento de crise, a orientação que nós temos e que seguimos é que a Caixa manterá as condições de financiamento. Não pretendemos aumentar os juros ou mudar prazos e nem alterar a cota de financiamento. Os prazos [continuam] de até trinta anos e as cotas de até 100%”, afirmou ontem (20) em São Paulo, durante a quarta edição do Fórum Nacional de Sustentabilidade da Construção.

    De acordo com Coury, a instituição financeira não verificou até o momento diminuição no ritmo de fechamento de contratos de financiamento imobiliário praticados pelo banco. “Até a semana passada, o ritmo de contratação não foi alterado. Mas, a gente acredita que se não houver um recrudescimento da greve [dos bancários], isso pode ficar um pouquinho comprometido”, considerou.

    A superintendente admitiu, porém, que as construtoras podem eventualmente, no atual momento de crise, diminuir a quantidade de imóveis lançados no mercado. “Os empresários estão dizendo que, eventualmente, vão reavaliar lançamentos. A Caixa vai agir sempre visando ao atendimento do mercado. Se houver uma redução de oferta de unidades habitacionais, a gente vai contribuir para que essa redução não exista, mantendo a oferta de crédito”, disse.

    Questionada se recomendaria às pessoas fechar contratos de financiamento diante da atual conjuntura econômica, Coury afirmou que “a qualquer momento” a decisão de assumir um compromisso em longo prazo tem de ser avaliada pela própria pessoa, de acordo com a condição dela.

    “No momento atual, se ela vier na Caixa buscar um crédito, qual a certeza que ela vai ter? Que ela está assumindo um crédito com uma taxa de juros que nós garantimos que, com certeza, está entre as mais baixas do mercado. Se ela tiver condição, pode assumir sem medo”, disse.

    De acordo com a Empresa Brasileira de Estudos sobre Patrimônio (Embraesp), os lançamentos residenciais na cidade de São Paulo totalizaram 23.112 unidades no período de janeiro a agosto deste ano, um crescimento de 37,7% em relação ao mesmo período de 2007.

    Empresários do setor também ressaltaram que, por ora, não notaram diminuição dos negócios e tampouco a fragilização das corporações do setor, apesar da desvalorização das empresas de construção na bolsa de valores.

    “Em janeiro deste ano, as ações da Cyrela valiam R$ 29. Na última sexta-feira, fecharam em R$ 11. E eu posso assegurar que a empresa hoje é muito melhor do que era em janeiro. A empresa só melhorou, só cresceu, só ganhou dinheiro, só está mais sólida. [A desvalorização] não afeta fluxo de caixa, é uma relação acionista. Afetaria em uma busca de capitalização futura da empresa, mas nós não vamos fazer [capitalização] agora por uma razão óbvia, nós não vamos vender ações da empresa por R$ 11”, disse Ubirajara Spessotto, diretor-geral da Cyrela Brazil Realty.

    Fonte: Olhar Direto
    20-10-2008 | 11:10

     O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso, Luiz Carlos Ritcher Fernandes, viaja nesta terça-feira para participar de evento em São Luiz, no Maranhão. Ele vai acompanhar o 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), que começa na quarta-feira e prossegue até a sexta-feira.

     

    O evento é considerado o maior evento do setor na América Latina e deve reunir cerca de 1.200 empresários, profissionais e estudantes do setor.

     

    As obras de infra-estrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, que começaram neste ano e terão seqüência nos próximos anos, estão aquecendo o mercado da construção civil e, a partir de 2010, devem começar as obras da Copa do Mundo de 2014.
    Essa situação, apesar da crise econômica mundial, contribui de maneira decisiva, para o desenvolvimento econômico e social do país, tendo no setor da Construção a sua principal alavanca.

     

    O cenário é favorável para empresários, engenheiros, arquitetos e profissionais da Indústria da Construção de todo o país. Os participantes do ENIC vão debater, ao longo dos três dias do evento as grandes questões nacionais e os desafios que se colocam para o setor no enfrentamento deste amplo programa de desenvolvimento que se vislumbra para os próximos anos.

     

    “Estaremos discutindo assuntos relativos à legislação tributária, relações trabalhistas, produção... Também pretendo investigar em torno de projetos e expriências positivas que possam ser desenvolvidas aqui em Mato Grosso”, disse Fernandes. Painéis, reuniões, fóruns e outras atividades que constam da programação vão tratar de temas como inovação tecnológica, responsabilidade social, as reformas estruturantes e o futuro do país, entre outros. O presidente retorna à Cuiabá no sábado (25/10)

     

    Da Assessoria
    20-10-2008 | 11:10
         Representantes da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) e do Sindicato das Indústrias de Construção do Estado (Sinduscon) discutiram, no dia 16 de outubro, a legislação pertinente ao Fundo Partilhado de Investimento Social (Fupis).
         
         Na ocasião, representantes do Sinduscon formalizaram sugestões de modificações na referida legislação, para que o secretário de Fazenda, Eder Moraes, e a equipe técnica da Sefaz avaliem a possibilidade de acatá-las.
         
         Destinado a auferir recursos financeiros para a implementação das ações sociais do Governo do Estado, o Fupis foi instituído em 2003. O contribuinte mato-grossense do ICMS que explore a atividade de indústria ou incorporação na construção civil pode optar por contribuir para o Fupis, a cada operação interestadual de aquisição de mercadorias, com o valor correspondente ao diferencial de alíquota do ICMS.
         
         Independentemente da unidade federada remetente do bem ou da mercadoria, a contribuição ao fundo será o valor resultante da aplicação do percentual de 3%, sobre a base de cálculo utilizada para o destaque do ICMS devido ao Estado de origem.
         
    Fonte: 24 Horas News
    20-10-2008 | 11:10
    Presidente do Sinduscon alerta que efeito da elevação de preços por atingir obras públicas Presidente do Sinduscon/MT alerta valores elevados põem em risco a realização de obras no Estado

     

    Se o custo da construção civil continuar subindo como está, pode haver paralisação de obras no Estado, inclusive as públicas. Quem alerta é o presidente do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon), Luiz Carlos Richter. De acordo com ele, se o governo não encontrar um meio de readequar os valores contratados, as construtoras poderão paralisar obras porque elas vão se tornar inviáveis. Os grandes responsáveis por isso são basicamente o aço e o cimento. O chamado Custo Unitário Básico (CUB) médio aumentou 13,39% este ano em Mato Grosso e 14,95% nos últimos 12 meses. O Estado tem o segundo maior índice de CUB no país, ficando atrás somente de Rondônia. O CUB é uma estimativa parcial para o valor do metro quadrado de obra e reflete a variação mensal dos custos de construção, incluindo materiais, equipamentos e mão-de-obra.

     

    Ele é calculado com base em uma cesta representativa de 40 insumos essenciais da construção, além do aluguel da betoneira e de cinco categorias profissionais. São considerados também vários itens adicionais considerados importantes, como elevadores, fundações especiais, instalações prediais (água, luz, esgoto, telefonia), serviços complementares de urbanização, recreação e ajardinamento, remuneração de engenharia, etc. Segundo os dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o CUB médio e Mato Grosso está em R$ 680,84 o metro quadrado. O mês de referência é agosto.

     

    Richter destaca que os insumos que mais têm subido são o aço, 50% do início do ano para cá, e o cimento, que teve uma ligeira redução de preço, após um período de crise no abastecimento, mas voltou a subir, mesmo com o abastecimento normal sendo restabelecido. Aumentou R$ 6 nas últimas semanas.

     

    A situação, segundo Richter causa um desequilíbrio no preço contratado para a obras e o valor que realmente as construtoras vão gastar na execução. "Traz um sério prejuízo para as empresas, acaba ficando inviável, porque a lei de licitação não permite que contratos sejam reajustados antes de um ano. Não há empresas que vão conseguir absorver esses custos".

     

    O presidente do Sinduscon explica que o problema é que as obras que estão sendo construídas agora tiveram os contratos fechados há aproximadamente seis meses, quando os preços praticados eram menores. "O governo precisa tomar providências".

     

    No caso de obras particulares a situação é diferente, conforme Richter, porque a empresa consegue negociar de forma mais simples.

     

    Em entrevista coletiva concedida na semana passada, o governador Blairo Maggi afirmou que, caso seja necessário, o Estado poderá vir a paralisar obras. A atitude só será tomada, explicou Maggi, a fim de evitar a ocorrência de qualquer desequilíbrio "na saúde financeira do Estado". Na ocasião ele falou sobre os possíveis impactos da crise financeira global na economia mato-grossense.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-10-2008 | 11:10
    O presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção de Mato Grosso (Acomac), Wenceslau Júnior, diz que o aumento no preço dos insumos da construção civil não está relacionado à recente crise econômica internacional, mas simplesmente à crescente demanda por conta do aquecimento do setor. Isso, no caso do aço. O cimento envolve também a questão de frete, porque parte do cimento vendido no Estado vem de fora, então o preço final acaba incluindo os gastos com transporte.

     

    "Esses aumentos aconteceram antes dessa crise financeira internacional e a indústria não está conseguindo conter". Wenceslau explica que o Brasil tem somente duas grandes indústrias de fabricação de aço, que também são exportadoras do produto. "Acabamos ficando refém dessas indústrias".

     

    No caso do cimento, a redução de preço que se esperava com a vinda do produto de Sergipe, trazido pela indústria da Votorantim, não aconteceu. Mato Grosso chegou a passar por uma crise de desabastecimento, por conta do grande aumento da demanda e a Votorantim, fabricante do cimento Itaú, que detém a maior parte do mercado mato-grossense, providenciou a vinda do produto de outra fábrica sua em Sergipe para regularizar o abastecimento até que a unidade de Nobres coloque em funcionamento o novo forno que está sendo construído.

     

    Quando isso aconteceu, todos os integrantes do setor da construção concordavam que essa solução resultaria em queda do preço do cimento, que chegou a ser vendido a R$ 26 a saca. No início houve um retorno do preço aos patamares de R$ 19. Mas hoje, com o mercado já reabastecido, o preço voltou à casa dos R$ 23, R$ 24. Isso há aproximadamente 30 dias.

    Wenceslau observa, no entanto, que independentemente disso, o setor está mudando. Nas últimas duas semanas, com a disparada do dólar, já se nota uma redução no ritmo das obras.

     

    "Quem ia começar a construir resolveu esperar mais um pouco e quem já estava construindo está pisando no freio. Houve uma queda nas vendas, mas não nas lojas de materiais de construção, isso está acontecendo em todos os setores". O presidente da Acomac lembra ainda que além do mais, a principal ajuda nas vendas é das financiadoras, que proporcionam o parcelamento em várias vezes. Mas com o nervosismo internacional, houve aumento dos juros. (VC)

     

    Fonte: Gazeta digital
    20-10-2008 | 11:10
    Em dezembro do ano passado o Senai MT inaugurou em Cuiabá a Escola da Construção. O objetivo era atender a demanda verificada de mão-de-obra qualificada no setor. Segundo o diretor regional do Senai MT, Gilberto Gomes de Figueiredo, os estudos de prospecção feitos pela entidade mostravam que nos próximos cinco anos haveria uma grande busca por esses profissionais. Os motivos, entre outros, eram as obras do PAC e o grande investimento do governo estadual em pavimentação de estradas e construção de núcleos habitacionais. Mas a situação pode mudar.

     

    "Há oito meses qualquer economista diria que seguramente poderíamos investir em ações da Petrobrás e da Vale que seria um grande investimento. Quem fez isso, tem hoje a metade do que tinha antes. Não estamos vacinados a ponto de não sermos atingidos pela crise que está aí, mas com os investimentos previstos a expectativa é que o setor da construção civil cresça, então, temos que correr contra o tempo, nos antecipar e continuar a qualificar. E esperamos que a demanda continue grande". Figueiredo lembra que o setor da construção civil empregou de janeiro a agosto deste ano 2,775 mil pessoas a mais que no ano mesmo período do ano passado.

     

    De janeiro pra cá a Escola da Construção do Senai já certificou 6,590 mil pessoas nos 40 cursos que oferece de forma gratuita. A capacidade total da unidade é de 700 alunos por mês. Além disso, o Senai ainda oferta em torno de 60% dos cursos da escola no programa itinerante Colher na Massa, que trabalha em parceria com o governo percorrendo o Estado. O Senai também tem parceria com o Sistema Nacional de Emprego (Sine), por meio do qual disponibiliza vagas na Escola da Construção para desempregados. Os cursos atendem o setor da construção civil, elétrica e construção pesada.

     

    De acordo com informações do Sine, todo mês sobram 100 vagas de emprego na construção civil em Mato Grosso por falta de pessoas qualificadas para preenchê-las. (VC)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-10-2008 | 11:10
    Pelo menos de uma forma direta o setor imobiliário não deverá sentir os efeitos imediatos da crise no mercado financeiro mundial, uma vez que o segmento não é financiado com recursos estrangeiros e as perspectivas para o mercado no Brasil são positivas, levando-se em conta o cenário interno da economia e uma demanda muito forte por imóveis.

    “A origem dos recursos que financiam a habitação é 100% nacional, tendo como fontes a caderneta de poupança e o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Portanto, esses recursos para financiar a habitação não devem ser afetados com a crise”, avalia o diretor-geral da Plaenge, Alexandre Fabian.

    Segundo ele, apenas as 23 empresas do segmento – de um total de cinco mil que abriram capital e lançaram ação em Bolsa – serão mais afetadas porque tinham recursos de fundos de investimentos estrangeiros.

    Fabian acredita que com a crise atingindo a economia – gerando menos exportações e queda na atividade produtiva – o setor imobiliário poderá sentir de uma forma indireta a diminuição da demanda.

    Mesmo assim, ele se posiciona de forma bem tranqüila neste momento de crise. "Trabalhamos também com a perspectiva de um cenário negativo, o que nos dá bastante tranqüilidade em momentos como este. Observamos também que nas fases de crise há uma migração das aplicações financeiras para imóveis. Tanto, que já sentimos um aumento na procura de apartamentos para investimento".

    Mas as condições para o financiamento imobiliário tendem a se restringir com a crise econômica. "Os prazos podem diminuir e as taxas de juros tendem a aumentar um pouco. De qualquer forma, a maioria dos recursos para financiamento da construção civil está no FGTS e na caderneta, fontes mais estáveis de recursos que não dependem do exterior", observa.

    Fabian lembra que os financiamentos com origem nestas fontes não terão acréscimos relevantes nas taxas de juros. Por lei, os juros da caderneta e do FGTS são limitados a 12% ao ano. Atualmente, a taxa em adoção pelo mercado varia de 10,5% a 11%. “Portanto, por pior que seja a crise, os juros não podem passar de 12%”, frisa o empresário.

    Segundo ele, as perspectivas para imóveis no Brasil são positivas, pois há forte demanda a ser suprida. “Há, por exemplo, uma quantidade enorme de jovens entrando no mercado de trabalho que precisarão de imóveis nos próximos anos". “Nosso planos estão mantidos”. Fabian lembra que 32 projetos para 2008, 25 já foram lançados e, até o final deste mês, ocorre o lançamento de mais três, sendo um em Cuiabá e outros dois em Curitiba e Maringá (PR), respectivamente. (MM)

    Fonte: Diário de Cuiabá
    20-10-2008 | 11:10
    Porém, secretário de Fazenda diz que redução tributária fica descartada
    Mesmo admitindo que Mato Grosso sentirá os efeitos da crise financeira mundial, “com retração de crédito para o agronegócio, menor volume dos investimentos, aumento dos custos de insumos agrícolas, queda dos preços das commodities agrícolas e redução das exportações”, o secretário de Estado de Fazenda, Éder de Moraes Dias, não perde a serenidade diante do atual cenário e garante: “Temos ferramentas e estamos preparados para enfrentar qualquer crise, venha de onde vier”.

    Mas, de antemão e diante de um cenário incerto, Éder de Moraes descartou a possibilidade de redução da alíquota do óleo diesel, principal fonte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do governo. “Seria uma insanidade. Não há qualquer previsão neste sentido, pois emplacaria uma enorme perda na receita”, sentencia.

    Segundo ele, o governo estadual está atento e vem acompanhando minuto a minuto a evolução da crise em todo o mundo. “A nossa equipe econômica está em alerta e procurando proteger a máquina pública, visando garantir o custeio do funcionalismo público e os investimentos prioritários do Estado”, assegura, acrescentando que a ordem no governo é uma só: “serenidade e otimismo”.

    Apesar dos diversos investimentos em andamento no Estado, Éder garante que por enquanto o cenário é de que, em 2009, Mato Grosso não sofra muitos problemas em decorrência do atual momento. “Vamos conseguir atravessar esta crise com controles rigorosos, fazer o dever de casa com mais severidade, controlar os gastos e priorizar os investimentos e a folha. Acho que estamos prontos para encarar qualquer crise”.

    Na avaliação do titular da Sefaz, a dimensão da crise ainda é uma incógnita e os reflexos na economia estadual só serão sentidos com maior intensidade em 2010. “Contudo, no próximo ano teremos de adotar medidas de controles internos na máquina pública ainda mais severos, bem como a iniciativa privada deverá planejar e criar ações estratégicas que diminuam os estragos iminentes”, adverte.

    Éder de Moraes lembrou que os efeitos [da crise] sobre a economia brasileira podem ocorrer com a fuga de capitais, redução de investimentos produtivos, retração do crédito, redução do consumo doméstico e redução do consumo das commodities brasileiras agrícolas pelo mundo.

    DOMINÓ - Na economia mato-grossense, ele acredita que haverá um ‘efeito dominó’. “Mas a situação estará sob controle”. Entre estes efeitos ele destaca a queda dos preços das commodities e a redução das exportações. “Mesmo os mais conservadores, que comercializaram suas safras com proteção de variação de moeda, estão tendo dificuldades, pois travaram o dólar num patamar entre R$ 1,80 e R$ 2,15, ou seja, quando a desvalorização do real atinge níveis fora dessas margens de trava, o exportador deve comparecer com mais garantias”.

    Para Éder de Moraes, se um desaquecimento da demanda mundial se confirmar, “teremos uma redução no consumo de alimentos”, com impacto direto no nível do emprego e nas exportações. “No entanto, se fizermos bem a lição de casa, com rigidez e pulso firme na condução da política monetária, tributária e de desenvolvimento, sairemos bem dessa crise e fortalecidos perante a economia mundial”, garantiu.

    SAFRA – Para Éder de Moraes, a redução prevista de 10% na safra 08/09 não terá forte impacto na arrecadação. “O impacto será assimilável, pois os produtos primários destinados à exportação – como algodão, soja e milho - são desonerados de impostos. O que ainda não temos é a dimensão do que poderá significar uma queda no consumo interno, como transportes e combustíveis, insumos deste segmento. Este, sim, poderá fazer a diferença e nos preocupa, uma vez que é o carro-chefe da nossa arrecadação”.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    20-10-2008 | 11:10
    Receosos com a crise, consumidores já deixam os planos da compra da casa própria para depois. Na outra ponta, pelo mesmo motivo, os bancos estão mais seletivos na concessão do crédito. O efeito dessa combinação de fatores aparece no último levantamento disponível do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), em que as vendas de imóveis usados no Estado de São Paulo caíram 8,55%, em agosto. Na capital, a queda foi de 19,18%.

     

    O presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, diz que a hesitação do consumidor ocorre porque eles não percebem as diferenças entre a crise nos Estados Unidos e no Brasil. "Há uma confusão na interpretação da crise, por parte de pessoas menos esclarecidas." Segundo ele, esse comportamento já é notado antes mesmo da quebra do Lehman Brothers. "No primeiro momento da crise, entre junho e julho, as pessoas menos informadas ficaram mais cautelosas para assumir a responsabilidade do financiamento."

     

    Mesmo quem está firme na decisão de comprar um imóvel deve encontrar obstáculos na obtenção do crédito. "Efetivamente, as condições já mudaram. Os prazos estão mais curtos, o custo mais caro e há restrição, porque as exigências dos bancos estão mais fortes", observa Miguel de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac).

     

    O executivo prevê piora nas condições do crédito no curto prazo e melhora no médio, com perspectiva de normalização no ano que vem. Por isso, a recomendação, segundo ele, é mesmo adiar os planos. "Quem puder esperar, deve esperar mais." No entanto, a quem está prestes a assinar o contrato, Oliveira aconselha fechar o negócio logo. "O melhor é se apressar porque pode ser que no mês que vem a situação esteja pior e ele não consiga o crédito." A mudança mais perceptível é na taxa de juros do financiamento. "Elas vinham em processo de queda. Esse processo já foi interrompido." E há casos de reversão da tendência para alta. No Bradesco, os juros para imóveis até R$ 120 mil, que eram em julho 9% mais Taxa Referencial (TR) ao ano, passaram para 10,5%, mais a TR ao ano. A taxa prefixada também ficou mais cara. Subiram de 13% ao ano para 14% ao ano.

     

    Segundo simulação da Anefac, após o aumento da taxa, a diferença para quem comprar um imóvel de R$ 100 mil, num prazo de 20 anos, financiando 80%, chega a 7,43% no valor total pago. O consumidor que assinou contrato antes da alta paga, até o fim do período, R$ 172.186,19. Já quem assinar contrato hoje pagará R$ 185.055,43. Com isso, menos gente terá acesso ao crédito. "Quando o banco toma a posição de ser mais criterioso, exclui o público. Os mais pobres é que sofrem mais num ambiente desses", afirma Miguel de Oliveira.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-10-2008 | 11:10
    Cuiabá sediará, entre os dias 12 e 14 de novembro, a VII Expo Brasil Desenvolvimento Local, palco do mais expressivo debate e da maior troca de experiências, no contexto nacional e internacional, sobre desenvolvimento local como estratégia de inclusão e transformação social.

     

    Cerca de sete mil pessoas de todo o Brasil e do exterior participarão da 7ª edição do evento, que este ano contará com a presença de outros 13 países (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Costa Rica, Cabo Verde, Estados Unidos, Nicarágua, Peru, Paraguai, Portugal e Uruguai).

     

    A Expo Brasil 2008 será aberta no dia 12 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal, com destaque especial para uma ampla feira com exposição de produtos sustentáveis, projetos inovadores, atividades culturais e ambientes de aprendizagem coletiva. Entre as autoridades e os especialistas com participação prevista está o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, com a conferência "Desenvolvimento Sustentável em Bases Territoriais" (12/11, às 17h).

     

    Temas - Importantes temas em foco no cenário internacional também serão abordados na Expo Brasil, como a "Crise mundial dos alimentos: oportunidades e riscos", que terá como conferencista Milton Rondó, do Ministério das Relações Exteriores; "Desenvolvimento Sustentável em grandes metrópoles: é possível?", que reunirá o movimento Nossa São Paulo;

     

    "Biocombustíveis", "Evolução do Desmatamento da Amazônia" e "Impactos das Mudanças Climáticas na Agricultura" também são alguns dos assuntos da programação.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-10-2008 | 11:10
    Para o secretário de Fazenda, Éder de Moraes Dias, o que está acontecendo no momento é o fenômeno chamado “empoçamento de liquidez”, ou o “represamento do crédito” oriundo do compulsório de que o governo federal abriu mão para irrigar os bancos com recursos na tentativa de minimizar o impacto da crise.

    “Na verdade, os bancos estão de posse desse dinheiro, mas não estão deixando tudo no caixa, mas, sim, comprando títulos do próprio governo federal para tentar se resguardar da crise e fugir do risco de emprestar neste momento de crise”.

    Na avaliação do secretário, o governo federal deveria exigir que os bancos, por conta própria, emprestem para o setor produtivo. “Se não liberar financiamentos, a medida será inócua”, critica.

    A decisão de promover mudanças nos depósitos compulsórios das instituições financeiras foi tomada pelo Banco Central na tentativa de reduzir os efeitos da crise internacional sobre a economia brasileira e ajudar as empresas em dificuldade a obter recursos.

    Segundo Éder de Moraes, o depósito compulsório obriga que as instituições financeiras recolham junto ao Banco Central parte do dinheiro depositado pelos seus clientes. Com a isenção no recolhimento de parte do compulsório, os bancos passam a ter mais dinheiro para emprestar e fazer outras operações, evitando a crise de liquidez no mercado.

    Na opinião dos especialistas, o impacto para o Banco do Brasil e instituições grandes é residual e as medidas atingem principalmente as empresas de leasing e os bancos médios.

    "Com o objetivo de preservar o sistema financeiro nacional dos efeitos da restrição de liquidez que vem sendo observada no sistema financeiro internacional, o Banco Central do Brasil decidiu fazer as alterações em caráter pontual", afirma Éder Moraes.

    De acordo com ele, a primeira medida do BC foi adiar o cronograma de implantação do recolhimento compulsório sobre o leasing. Em janeiro, o governo decidiu que os bancos deveriam recolher compulsoriamente até 25% dos depósitos captados das empresas de leasing. À época, foi anunciado um cronograma para o aumento gradual dessa alíquota, hoje em 15%.

    Com o anúncio do governo federal, o recolhimento com base na alíquota de 20%, que seria feito a partir de 14 de novembro de 2008, passa a vigorar em 16 de janeiro de 2009. Já a adoção da alíquota de 25% foi adiada de 16 de janeiro de 2009 para 13 de março de 2009.

    A previsão do BC é que o adiamento do recolhimento compulsório sobre leasing deixe na economia R$ 8 bilhões.

    A segunda medida foi ampliar de R$ 100 milhões para R$ 300 milhões o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras do cálculo da "exigibilidade adicional" sobre depósitos a prazo, depósitos de poupança e recursos à vista. Segundo cálculos do Banco Central, esta medida injetará imediatamente R$ 5,2 bilhões na economia do país.

    “Mas o setor produtivo ainda não está tendo qualquer participação neste dinheiro que está sendo represado pelos bancos”, ressalta Éder Moraes. (MM)

    Fonte: Diário de Cuiabá
    20-10-2008 | 11:10
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (19) que a crise financeira internacional ainda não surtiu efeitos na economia nacional. “Duvido que alguém já tenha sentido essa crise na empresa que trabalha, pelo contrário”, afirmou Lula, em comício eleitoral em São Bernardo do Campo, na grande São Paulo.

    “Estamos com problemas no prazo de entrega de carros, com problema no prazo de entrega de caminhões”, disse em referência à atividade industrial.

    Ainda segundo o presidente, nem o governo nem as principais empresas brasileiras modificaram seus planos de investimento devido aos desdobramentos da turbulência da economia dos Estados Unidos e da Europa.

    “O presidente da Vale [Roger Agnelli] afirmou que não vai parar um investimento programado para o Brasil; o companheiro Gerdau [Jorge Gerdau Johannpeter], dono de grande siderúrgica, afirmou que não vai parar um projeto que tem; nós não vamos parar um único projeto do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]; e a Petrobras não vai parar um projeto dela”, afirmou.

    Para Lula, só o setor de importação preocupa. Ele disse, porém, que o governo tem tomado medidas para compensar possíveis perdas para o Brasil.

    “A redução das importações pode ter efeitos aqui. Por isso é que vamos continuar fomentando o crescimento do mercado interno”, disse.

     

    Fonte: Olhar Direto
    20-10-2008 | 11:10
         O horário de verão terá início amanhã em Mato Grosso do Sul e servirá como teste para uma possível mudança definitiva no fuso do Estado.
         
         Isso porque há um projeto tramitando no Congresso que prevê a mudança, equiparando o horário do Estado ao de grandes centros como Brasília e São Paulo.
         
         O projeto, de autoria dos senadores Delcídio do Amaral (PT-MS) e Júlio Campos (DEM-MT), muda o horário não só em Mato Grosso do Sul como também no estado vizinho.
         
         O senador Valter Pereira (PMDB-MS) propôs em seguida um plebiscito para saber dos moradores se desejam a mudança no fuso.
         
         Para grande parte da população de Campo Grande, a mudança traria mais benefícios do que prejuízos ao Estado, principalmente pelo nivelamento do horário bancário.
         
         Na opinião do comerciante Benedito Rodrigues Corrêa, de 51 anos, o horário seria “ideal” para o Estado.
         
         “Acho que é muito bom para a gente igualar o horário ao de Brasília, principalmente pelas questões bancárias. Acho que não tem nenhum problema do aspecto biológico, porque o corpo da gente se acostuma”, afirmou.
         
         Para o aposentado Enéas Bello, de 70 anos, a mudança de horário também traria somente benefícios para Mato Grosso do Sul.
         
         “É uma boa pra gente por causa dos bancos, dos horários de avião e não entendo porque esse povo vive reclamando quando muda o horário. Não tem nada a ver, meu corpo funciona normalmente”, comentou.
         
         Na opinião da assistente administrativa Márcia Regina Brito, de 40 anos, o ponto mais positivo da mudança de horário é a parte da manhã, quando o clima está mais ameno para sair para o trabalho.
         
         “Acho que está menos quente para quem levanta mais cedo”, disse.
         
         Para o casal mineiro Adailton Alves e Babíola Batista, o horário de verão faz com que as pessoas aproveitem melhor o dia.
         
         “Acho melhor, sobra mais tempo à tarde para fazer as coisas, passear com as crianças, demora mais a escurecer”, disse Adailton.
         
         Por outro lado, a assistente de Telemarketing Edinéia Araújo, de 25 anos, não apóia a mudança de horário.
         
         “Não gosto, pego ônibus e detesto, fica tudo corrido, sinto muito mais sono e cansaço”, afirmou.
         
         Troca no relógio - À meia noite deste sábado para domingo, os relógios terão que ser adiantados em uma hora.
         
         De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a medida ficará em vigor até a meia-noite do dia 15 de fevereiro de 2009.
         
         A expectativa do governo é de que haja uma redução de 4% a 5% no horário de pico, o que equivale a uma economia de 2.000 MW, o suficiente para abastecer uma cidade com 6 milhões de habitantes.
         
         Na última edição do horário de verão, o País registrou uma economia de R$ 10 milhões, menor do que nos anos anteriores, quando a redução dos gastos com energia elétrica foi em média de R$ 40 milhões.
          Fonte: 24 Horas News
    18-10-2008 | 11:10
    A partir da meia-noite de hoje, os ponteiros dos relógios deverão ser adiantados em uma hora, devido ao início do horário de verão. Em Cuiabá, a mudança divide opiniões. Há quem prefira o horário normal e outros que se sentem beneficiados com alteração.

    A confeiteira Sisiani de Jesus Laurentino gosta do horário de verão e acredita que além dos benefícios econômicos, a mudança beneficia o meio ambiente. “A gente precisa cuidar mais do meio ambiente, e essa é uma das formas que contribui para a preservação da natureza”, avalia. O propósito do horário de verão é a economia de energia que, para o período (2008-2009), está prevista, segundo a Rede Cemat, ao total equivalente ao abastecimento de uma cidade como a de Chapada dos Guimarães por nove meses.

    Outra que se sente bem com a implantação do horário de verão é a comerciante Tuti Dantas Coimbra. Ela trabalha diariamente no centro de Cuiabá e, com o adiantamento dos relógios em uma hora todos os dias, faz com que o lucro das vendas de suco renda um pouco mais durante esse período. ”Não sei ao certo, mas que a gente vende muito mais a gente vende”, diz Tuti.

    No entanto, para outras pessoas, como a boleira Maria Elisabete da Silva, que trabalha na mesma área que Tuti, o horário de verão incomoda. Ela sente que o sono fica prejudicado. “Eu fico até 2h30 fazendo meus bolos e 5h30 já tenho que estar de pé”, explica.

    Segundo o site do Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos da Universidade de São Paulo (USP), as dificuldades para acordar mais cedo, comuns durante o período, podem ser diminuídas mantendo-se as janelas abertas durante o sono pelo menos nos primeiros dias de vigência do horário de verão. A claridade do sol ajuda na sincronização do relógio biológico com o novo horário. Conforme o site, o período de adaptação do organismo com o horário de verão leva pelo menos quatro dias.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    18-10-2008 | 11:10
    Com o propósito de despertar a atenção da sociedade, será realizada hoje, às 8h, a sexta edição da Caminhada da Paz, organizada pela Comunidade Franciscana de Cuiabá. A concentração será na praça Santos Dumont, com o término no mesmo lugar, depois de um percurso de três quilômetros.

    A caminhada deverá reunir fiéis católicos que fazem parte das paróquias Nossa Senhora da Boa Morte, na rua Cândido Mariano, e da Nossa Senhora de Guadalupe, no bairro Morada do Sol. “A nossa sociedade precisa se conscientizar de que para termos uma vida de qualidade precisamos de paz”, explica o Frei Aluísio Alves Pereira Júnior, organizador do evento.

    Além da participação das paróquias, escolas municipais e estaduais e entidades filantrópicas já confirmaram presença para aderir ao movimento. São esperados cinco mil participantes.

    Outra importante parceria firmada para a realização do evento é com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran). A coordenadoria de Educação para o Trânsito vai participar da caminhada com distribuição de camisetas, panfletos e materiais educativos.

    “Nosso objetivo é envolver a sociedade civil organizada em prol do alcance de um objetivo comum. A maior dificuldade nesses eventos é mobilizar as pessoas, mas, para este, estão mobilizadas”, afirma a coordenadora de Educação do Detran, Renata Neves Freitas.

    Depois da saída na praça Santos Dumont, em frente à Igreja Mãe dos Homens, a caminha segue pelas avenidas São Sebastião e Isaac Povoas, até a avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha). Pegando novamente à avenida Getúlio Vargas até avenida São Sebastião, retornando para o local de origem.

    No encerramento, haverá um show com músicos regionais, com trio elétrico, e soltura de mais de dois mil balões brancos. “Os balões simbolizam o desejo de todos pela instauração da paz e pela não violência”, comenta a coordenadora do Detran.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    18-10-2008 | 11:10
    Apesar da crise financeira internacional, representantes do mercado de seguros estão otimistas em relação ao seguro de crédito imobiliário brasileiro, no próximo ano. Segundo Murilo Chaim, diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o órgão já recebeu três empresas (seguradoras e resseguradoras) internacionais interessadas em introduzir novos produtos voltados a o esse nicho no país.

    "Vamos adotar uma regulação que atenda todos os players do mercado", afirma. Para Renato Russo, vice-presidente de Vida e Previdência da SulAmérica, o seguro de crédito imobiliário é prioridade no governo brasileiro. "Isso vai permitir uma explosão deste mercado nos próximos 15 anos", afirma.

    Segundo Russo, essa iniciativa, vai ajudar a classe C (maior parcela da população) a financiar quase 100% do imóvel.

    Para ele, o seguro de crédito imobiliário demanda diversificação de riscos.

    "Essa diluição de riscos ficará certamente por contas das resseguradoras." Segundo Javier Ismodes, diretor de Desenvolvimento de Negócios da seguradora Genworth Financial, a companhia está interessada em atuar no seguro de crédito para jovens e para a baixa renda no Brasil, e desde fevereiro deste ano, negocia a proposta com o governo. "Queremos incentivar os bancos a oferecerem crédito com menor medo de risco", afirma.

    Para ele, a Susep apresenta capacidade técnica para esse tipo de operação.
    "Apostamos no potencial brasileiro, que poderá atingir níveis maiores do que o México, onde já atuamos", projeta o executivo. De acordo como Alejandro Rivero Andreu, presidente e CEO da Genworth Financial no México, o mercado hipotecário mexicano movimenta US$ 23 bilhões, com os benefícios do seguro de crédito imobiliário. "Adaptamos experiências dos EUA e União Européia", afirma. Para José Pereira Gonçalves, superintendente técnico da Abecip, o mercado de capitais também é um fator importante para viabilizar securitização dos títulos imobiliários na segunda fase do crédito.

    "Criado há nove anos, apenas há quatro esse mercado vem se desenvolvendo no Brasil", diz.

     

    Fonte: CBIC

    18-10-2008 | 11:10
    A pressão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento para que o Banco Central (BC) cobre das instituições financeiras a reabertura do crédito começou a surtir efeito ontem.

    Após reunião entre o presidente do BC, Henrique Meirelles, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o Conselho Monetário Nacional (CMN) se reuniu extraordinariamente pela segunda vez esta semana e autorizou que o BC obrigue que os empréstimos em moeda estrangeira que conceder aos bancos sejam destinados aos exportadores. O BC poderá determinar que os recursos sejam, integralmente ou em parte, usados especificamente para operações de comércio exterior.

    Na quarta-feira, em viagem à Índia, Lula ameaçou retomar os compulsórios liberados caso os bancos não os alocassem para linhas de crédito.

    O BC tomou diversas medidas recentemente para liberar compulsórios que superam R$ 110 bilhões.

    Mas os bancos estão preferindo comprar títulos públicos, o que deixa o mercado com cada vez menos liquidez . Como o mercado internacional está fechado para captações, faltam recursos para o comércio exterior.

    "Nosso principal problema é a falta de liquidez , principalmente para financiar as exportações. As medidas anunciadas visam a facilitar o acesso ao crédito pelos exportadores e pelas empresas que possam estar tendo problemas de capital de giro", disse Mantega em nota. Fontes do governo afirmam que os grandes bancos estão sendo covardes ao segurar os empréstimos.

    Por isso, reforçou-se a orientação para que os bancos oficiais saiam na frente. A Caixa anunciou ontem a compra de quatro carteiras de crédito, no valor de R$ 1,1 bilhão. - Foi só o Banco do Brasil e a Caixa anunciarem compra de carteira de bancos menores que a concorrência foi atrás - disse um técnico.

     

     Reservas cambiais ainda não são usadas para financiar exportações

     

     O CMN também permitiu ontem que debêntures de empresas não-financeiras sejam dadas como garantia pelos bancos que buscarem a linha de redesconto do BC, em vez de apenas carteiras de crédito.

    Mas o BC só aceitará papéis cujos emissores tenham excelente classificação de risco. Pela manhã, o BC anunciara que as instituições de grande porte poderão descontar a compra de Certificados de Depósitos Interbancários (CDI), títulos e valores mobiliários de renda fixa, entre outros, que estejam nas carteiras de bancos pequenos e médios. Mas o volume permanece em R$ 6 bilhões. Mas, duas semanas depois de anunciar que usaria as reservas cambiais para financiar exportações, o BC ainda não implementou a medida, o que preocupa exportadores.

    Técnicos da área econômica admitem que, se a situação não for resolvida logo, os recursos para Adiantamento de Contratos de Câmbio (ACC) vão secar, paralisando o setor exportador.

    A demanda por ACC, até dezembro, é de US$ 2,5 bilhões.

    Segundo um integrante do governo, a participação do ACC nas exportações recuou de 30% em meados para 18% no último dia 10.

    O governo tem informações de que o BB é praticamente o único a oferecer esse tipo de empréstimo às empresas.

     

    Fonte: CBIC

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