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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    02-10-2008 | 12:10
    Evento ocorre simultaneamente em 26 Estados, além de Espanha, Paraguai e Portugal. Em Cuiabá acontece no Departamento Regional do SENAI, na sexta-feira

    As discussões sobre o software livre correm o mundo e estão longe de acabar. No Brasil, os adeptos do ‘código aberto’ crescem a cada dia. Nesse cenário, destaca-se o projeto OpenOffice.org - ou BrOffice, no Brasil -, pacote multiplataforma de aplicativos para escritório que reúne editor de textos e apresentações, além de planilha eletrônica, desenho vetorial, entre outros. Para trazer a Mato Grosso as inovações da ferramenta, além de cases de sucesso na utilização em empresas, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) e o BrOffice.org - Projeto Brasil promovem o ‘3º Encontro Nacional BrOffice.org’, na próxima sexta-feira (03), às 8h (horário de Brasília), no Departamento Regional do Senai, em Cuiabá.

    O evento ocorrerá simultaneamente em 26 Estados, além de Espanha, Paraguai e Portugal, por meio de videoconferência. Serão realizadas palestras com líderes do projeto OpenOffice.org na Dinamarca e Alemanha, com tradução simultânea. O objetivo é promover a integração entre os usuários da ferramenta, além de profissionais e estudantes de Tecnologia da Informação, além de representantes de instituições de ensino e empresas em geral. São esperados cerca de três mil participantes nos quatro países envolvidos. “O Senai-MT, instituição indutora de novas tecnologias, apóia a criação e utilização de programas de código aberto”, afirma o analista de sistemas do Senai-MT, Carlos Braguini.

    Para Braguini, a implantação de softwares livres representa um avanço no fomento à acessibilidade. “Os documentos gerados em programas de código aberto podem ser utilizados em quaisquer outras ferramentas com a mesma função, não limitando o acesso a um determinado software. Em outras palavras, se você escreve uma carta no editor de texto do BrOffice.org, a mesma poderá ser trabalhada em outros editores”, explica. Outro fator destacado pelo analista é a economia gerada pelas empresas com a utilização de licenças livres. Um exemplo disso é o Banco do Brasil, que somente neste ano já economizou mais de R$ 50 milhões com migração de softwares proprietários para soluções livres.

    OpenOffice.org - Desenvolvido inicialmente com o nome StarOffice - pela empresa alemã StarDivision, foi comprado em 1999 pela Sun Microsystems (EUA). Em agosto de 1999, foi disponibilizado gratuitamente. Já em 2000, a Sun anunciou que liberaria o código-fonte do programa para download, no intuito de construir uma comunidade aberta de desenvolvimento. O novo projeto foi chamado OpenOffice.org.

    No Brasil, o nome ‘OpenOffice.org’ gerou uma disputa judicial, já que a marca ‘OpenOffice’ havia sido registrado anteriormente por uma empresa. Dessa forma, em janeiro de 2006, nasceu a BrOffice.org e foi criada também uma Organização Não-Governamental (ONG) de apoio ao projeto. Outras informações sobre o BrOffice no site do projeto: http://www.broffice.org.

    O ‘3º Encontro Nacional BrOffice.org’ integra o programa ‘Indústria em Ação’, uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), em parceria com o governo do Estado. Para participar, os interessados devem inscrever-se e verificar os locais de realização nos Estados participantes por meio do site http://encontro.broffice.org/2008. O valor da inscrição é um quilo de alimento não perecível, que deverá ser entregue no dia do evento. A programação completa também poderá ser conferida no site. Outras informações: (65) 3611-1622.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    02-10-2008 | 12:10
    A Prefeitura de Cuiabá oferece o serviço de cadastramento imobiliário para a regularização do imóvel do contribuinte. Os interessados devem fazer o requerimento de inscrição no protocolo geral localizado no térreo do Palácio Alencastro (Prefeitura) acompanhado de seus documentos pessoas (cópia do RG, e CPF), dos documentos do imóvel e a cópia do “Habite-se”, comprovando que a casa foi construída no terreno. Em seguida, o contribuinte deve dirigir-se para a gerência de cadastro imobiliário no 3° andar, onde será concluído o cadastramento. Esse serviço é realizado pela Secretaria Municipal de Finanças (SMF).

     

    Fonte: Olhar Direto
    02-10-2008 | 12:10
    Cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) encerraram o mês de setembro deflação, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (2). A menor taxa do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) foi registrada em Salvador, de –0,59%. A taxa, no entanto, é superior à verificada na terceira prévia do mês,de –0,63%.

    No Recife, a taxa ficou negativa em 0,43%. Na pesquisa anterior, a capital pernambucana havia registrado taxa de –0,33%. O IPC-S também verificou aprofundamento da deflação em Brasília (de –0,13% para –0,15%) e Rio de Janeiro (de-0,14% para –0,22%).

    No caso carioca, a queda no indicador foi puxada pelos grupos educação e habitação, cujas taxas passaram de 0,68% para 0,19% e de 0,13% para –0,04%, respectivamente. Alimentos tiveram queda de 1,38%, acima da baixa registrada na semana anterior, de 1,47%.

    Em Porto Alegre, o IPC-S ficou negativo em 0,19%, depois de uma alta de 0,02% na pesquisa anterior.

    Em alta
    Fecharam setembro com taxas positivas – porém menores que as verificadas na terceira semana do mês – Belo Horizonte e São Paulo. Na capital mineira, a taxa passou de 0,32% para 0,20%.

    Em São Paulo, o recuo do IPC-S de 0,12% para 0,10% refletiu principalmente a queda na taxa do grupo saúde, que passou de 0,29% para 0,05%. Em sentido descendente também estão as taxas dos grupos alimentação (de -0,47% para -0,54%), transportes (de 0,12% para 0,10%) e despesas diversas (de 1,80% para 1,45%).

    Em contrapartida, os grupos habitação (de 0,51% para 0,56%), vestuário (de -0,17% para 0,17%) e educação, leitura e recreação (de -0,11% para 0,10%) registraram acréscimos em suas taxas de variação.

     

    Fonte: Olhar Direto
    02-10-2008 | 12:10
    O presidente da Comissão Mista de Orçamento, deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS), quer analisar, na reunião do colegiado da próxima terça-feira (7), às 14h30, relatório de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que apontou irregularidades graves em 48 obras públicas de todo o País, dos 153 empreendimentos analisados. Essas obras, que representam cerca de R$ 3 bilhões, poderão ter as verbas do Orçamento da União para o próximo ano bloqueadas pelo Congresso. O montante dos recursos fiscalizados foi da ordem de R$ 26,3 bilhões.
         
         Mendes Ribeiro tem pressa em designar os relatores que vão analisar o caso e também quer marcar audiência pública para ouvir o governo sobre as denúncias. Ele vai solicitar a presença dos ministros dos Transportes, Alfredo do Nascimento, da Defesa, Nelson Jobim, e do presidente do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit), Paulo Sérgio Oliveira Passos.
         
         "Esperamos os esclarecimentos necessários que possam contribuir para que o relator indicado na obra apontada como irregular pelo TCU tenha elementos para fazer a sua avaliação e tomar uma decisão que seja a melhor para o Brasil", afirmou Mendes Ribeiro. "A melhor decisão será a que valorizar os recursos públicos, sendo aplicados ou não."
         
         Irregularidades
         Os tipos mais freqüentes de irregularidades identificadas pelo TCU foram sobrepreço, superfaturamento, projeto deficiente ou inexistente, irregularidades graves no processo licitatório e na administração do contrato, e alterações indevidas nos projetos e em suas especificações.
         
         O relatório do TCU é elaborado anualmente por determinação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), e suas recomendações devem ser aprovadas pela Comissão Mista de Orçamento. Neste ano, as obras de transportes e recursos hídricos apresentaram os maiores indícios de irregularidades graves. Os órgãos com mais empreendimentos nessa condição foram o Dnit, com 20 obras; e o Ministério da Integração Nacional, com oito.
         
         Também foram identificadas irregularidades nas obras da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero). Houve recomendação de paralisação nas obras de quatro aeroportos, o que pode ameaçar, por exemplo, o terceiro terminal do Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica, em Guarulhos), e a reforma das pistas, pátio e terminal do Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
         
         Custo de obras paradas
         Em relação às obras em aeroportos, o vice-líder do governo Ricardo Barros (PP-PR) observou que elas são normalmente mais caras porque devem ser feitas com os aeroportos em funcionamento. Na sua avaliação, apesar de o TCU ser criterioso nas auditorias, seguidas vezes o órgão recomenda a suspensão de uma obra para, meses depois, liberá-la sem que nada seja alterado do contrato ou da licitação.
         
         "É muito caro para os cofres públicos paralisar uma obra. Significa prejuízo para sociedade que está aguardando o atendimento naquela obra pública, a melhoria da infra-estrutura", destacou Ricardo Barros. "A Comissão Mista de Orçamento certamente será muito criteriosa em aceitar esses pedidos de suspensão ou, pelo contrário, liberar rapidamente a aplicação dos recursos."
         
         Mesmo depois de encaminhar a lista de obras irregulares ao Congresso Nacional, o TCU continuará a análise dos processos. Quando identificar que suas determinações foram cumpridas, o tribunal deve comunicar à Comissão de Orçamento que as irregularidades já foram sanadas e que não há mais impedimentos para a liberação de verbas.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    02-10-2008 | 12:10
    A produção da indústria brasileira caiu em agosto, como esperado, mas a atividade ficou acima do registrado no mesmo período do ano passado, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
         
         A produção das fábricas instaladas no país caiu 1,3 por cento em agosto frente a julho, mas subiu 2,0 por cento em relação ao apurado em agosto de 2007.
         
         Os dados ficaram em linha com as estimativas de economistas consultados pela Reuters, que esperavam uma queda de 1,1 por cento na comparação mensal, e alta de 2,0 por cento frente ao mesmo período de 2007.
         
         De janeiro a agosto, a produção teve crescimento de 6,0 por cento e nos últimos 12 meses até agosto, de 6,5 por cento, acrescentou o IBGE.
          Fonte: 24 Horas News
    02-10-2008 | 12:10
         "Todas as obras realizadas em Mato Grosso tem um caráter muito transparente, pois temos gestores de todas as superintendências aqui”. Assim começou a coletiva à imprensa no final da tarde de quarta-feira com o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Borges, na sede da Secretaria de Estado de Infra-Estrutura (Sinfra), na quarta-feira (01.10).
         
         “Além do mais, a superintendência de Mato Grosso é uma das mais importantes do país”, continuou Borges, “pois todos os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) por aqui foram zerados, isso aconteceu somente neste Estado no país todo”.
         
         O superintendente lembrou também do caráter de referência ocupado por Mato Grosso com relação ao Programa de Arrendamento Residencial (PAR). "Temos 7.760 casas sendo entregues aqui e investimos um total de R$ 336 milhões em unidades habitacionais no Brasil todo".
         
         “Isso só é possível de acontecer porque o Governo de Mato Grosso está se capacitando ano a ano para atender às necessidades da população no que tange à habitação, foram R$ 31 bilhões investidos e R$ 27 bilhões já gastos até aqui no Brasil todo, mas ninguém possui mais parcerias para construção habitacional do que Mato Grosso”, afirmou Borges.
         
         Ele seguiu contando à imprensa o salto dado pelo governo Lula em investimento em programas habitacionais. Segundo ele, de R$ 795 milhões em 2003 para R$ 2,2 bilhões em 2008.
         
         “Esses programas sociais também ajudam a combater a fome a miséria. O Brasil tem uma dívida social muito grande e precisamos gerar muito emprego”, disse.
         
         “Não queremos perder esse posto de campeão em parcerias com a CEF, viu, senhor Borges?”, avisou o secretário de Infra-Estrutura, Vilceu Marcheti, que encerrou sua fala convidando a imprensa a participar da vistoria nas obras do Residencial Wantuil de Freitas, em Cuibá.
         
    Fonte: 24 Horas News
    02-10-2008 | 12:10
         Em vez de ficar imóveis no sofá para assistir a um desenho animado na TV ou então em poltronas das salas de exibição, jovens e adultos poderão “dar vida” a histórias e personagens, dentro do projeto da Oficina de animação AnimaMundi que o Sesc oferece gratuitamente entre os dia 21 e 25 de outubro, às 20 horas, no CineSesc Arsenal. 
          
         Sob orientação de profissionais especializados, o curso de teoria e prática de cinema de animação vai oferecer cursos com duas turmas, uma no período matutino e outro vespertino. As vagas são limitadas, com 20 pessoas por turmas. A duração das aulas será de 20 horas para os cinco dias de oficina. 
          
         Na oficina, os participantes vão elaborar filme de animação em criação coletiva do grupo, que irá aprender a elaborar o roteiro e produzirá cenas com técnicas variadas, podendo utilizar desenho, recorte ou modelagem em massinha. Inicialmente, a oficina proporciona ainda uma rápida abordagem teórica, por meio da exibição de filmes didáticos do acervo do festival Anima Mundi. 
          
         São diversos os objetivos propostos a jovens e adultos pelas oficinas do Anima Mundi, que é o festival anual que desde 1993 traz ao público brasileiro uma seleção com os melhores filmes e vídeos nacionais e internacionais. Entre eles estão: demonstrar o potencial educacional da linguagem da animação e incentivar o seu uso como instrumento didático; inverter o papel, antes apenas passivo, das crianças diante dos filmes de animação; difundir a arte da Animação, descobrindo e estimulando novos talentos; proporcionar uma atividade extracurricular ao mesmo tempo divertida e educativa, envolvendo professores e alunos na criação artística; propiciar aos professores auto-suficiência na criação e produção de filmes de animação com seus alunos e gerar um material didático diferenciado que ficará à disposição das escolas para uso em sala.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    02-10-2008 | 12:10
    Um dos efeitos mais sensíveis da Constituição de 1988 ocorreu no bolso do contribuinte. A carga de impostos subiu de 24% do Produto Interno Bruto (PIB), em 1987, para cerca de 35% do PIB em 2007 - estimativa de analistas, já que a Receita Federal ainda não divulgou dados fechados do ano passado.

     

    O movimento de alta de impostos começou porque a União perdeu tributos para os Estados e municípios, que também ampliaram a participação na receita do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A descentralização de recursos não foi acompanhada por um repasse equivalente das atribuições para os governos estaduais e as prefeituras. Ao contrário, os constituintes elevaram consideravelmente os gastos da União com benefícios previdenciários e assistenciais - eles subiram de 3,6% do PIB em 1987 para 12% do PIB no ano passado.

     

    A elevação da carga mordeu recursos de empresas e cidadãos, mas não bastou para equilibrar as contas. O governo teve de fazer cortes dramáticos nos investimentos públicos. Em 1987, ele investia o equivalente a 2,6% do PIB. O gasto caiu para 0,6% do PIB em 2005 e só agora está sendo retomado, via Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

    Com a Constituição, a União perdeu os impostos únicos sobre minerais, energia elétrica, telecomunicações e combustíveis e lubrificantes. "Esses tributos passaram a fazer parte da base do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICM)", explica o ex-secretário da Receita Everardo Maciel. Ao incorporar a base tributária dos serviços, o ICM passou a ser ICMS, hoje o principal tributo estadual.

     

    Até 1987, a União transferia 17% da receita com o IPI e IR para o Fundo de Participação dos Municípios e 14% para o Fundo de Participação dos Estados. Os constituintes elevaram as transferências para 47% do IR e para 57% do IPI.

     

    A luta do governo federal para recompor sua receita começou logo depois que a Constituição foi promulgada. "Usaram-se as contribuições sociais, pois elas não são partilhadas com Estados e municípios", explica Everardo.

     

    Em 1989, o governo propôs, e o Congresso aprovou, a criação da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). Em 1991, surgiu a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), com alíquota de 2%, em substituição ao Finsocial, que tinha alíquota de 0,5%. A receita seria destinada a financiar benefícios previdenciários e assistenciais criados pelos constituintes. Na crise da Ásia, em 1997, a alíquota foi elevada, provisoriamente, para 3%. A crise passou e a alíquota não caiu.

     

    Em 1993, o governo Itamar Franco propôs a criação do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira, depois Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Conhecida como "Imposto do Cheque", ela só acabou em dezembro de 2007.

     

    O governo conseguiu aumentar a sua arrecadação, mas passou a enfrentar outro problema: a excessiva vinculação das receitas orçamentárias. Os constituintes obrigaram a União a destinar 18% de sua receita com impostos para a educação. Além disso, todas as receitas das contribuições eram vinculadas, pela Constituição, às finalidades para as quais foram criadas.

     

    Para equilibrar suas contas, o governo precisava de autorização do Congresso para remanejar receitas e cobrir gastos. Em 1994, propôs a desvinculação de 20% de todas as receitas da União via Fundo Social de Emergência (FSE). Base fiscal do Plano Real, ele se transformou na Desvinculação de Receitas da União (DRU).

     

    Em 2001, o governo propôs a criação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), cobrada sobre os combustíveis. "Ela substituiu um imposto secreto, a PPE (Parcela de Preço Específica)", diz Everardo. A PPE era paga pela Petrobrás nas suas operações comerciais com petróleo. Com o fim do monopólio da Petrobrás, o governo criou um tributo que alcançasse todas as empresas do setor.

     

    A arrecadação da União aumentou ainda com a mudança do sistema de cobrança da Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) e da Cofins, que passaram a incidir sobre importações.

     

    Este ano, para compensar o fim da CPMF, o governo elevou as alíquotas da CSLL paga pelos bancos e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Com isso, a carga tributária em 2008 baterá novo recorde - algo próximo a 36% do PIB, segundo especialistas.

     

     

    Fonte: CNT
    01-10-2008 | 12:10
    Matéria publicada dia 29 de setembro-Estado de São Paulo - Economia

     

            Governo testa porta de saída do programa com treinamento para empregados na construção civil

      

            Cinco anos depois do início do programa Bolsa Família - de transferência de renda a 11,1 milhões de famílias -, o governo federal começa a testar uma porta de saída para os beneficiários.

     

      Com a ajuda da iniciativa privada, 185 mil pessoas que recebem o auxílio serão treinadas para trabalhar em setores estratégicos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

     O primeiro será a construção civil.          A idéia é criar uma solução conjunta para dois problemas simultâneosa dependência financeira das famílias assistidas e o gargalo da falta de trabalhadores qualificados.

     

    Se der certo, o modelo deve ser aplicado também nas áreas têxtil e de turismo.

      

            "É a primeira ação, depois desses anos todos", afirma o diretor do Departamento de Qualificação do Ministério do Trabalho, Marcelo Aguiar.

     

    "A ação prevê, em curto espaço de tempo, que as famílias adquiram autonomia e não precisem mais da bolsa."

     

             Um dos critérios para ser beneficiário é o ganho familiar abaixo de R$ 120.

     

    A renovação do benefício é feita a cada dois anos.

     

            O plano consistirá no repasse de R$ 75 milhões de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) a entidades que submeterem projetos de capacitação de mão-de-obra no ramo da construção ao Ministério do Trabalho e forem aprovadas em licitação.

     

    Só para a Grande São Paulo, serão R$ 29,7 milhões.

                     

            As entidades puderam se inscrever até o dia 18.

     

    Não há limite para o número de participantes, até que se esgote o valor total do recurso.

     

     "As entidades selecionadas serão convidadas a assinar um termo de parceria, para executar a participação", explica Aguiar.

     

    A previsão é que, até novembro, o processo esteja concluído e as primeiras instituições comecem a receber o repasse.

           

            Enquanto isso, famílias beneficiárias receberão cartas convidando integrantes a ingressarem como voluntários no Sine (Sistema Nacional de Emprego).

     

    "A carta vai explicar que, apesar de terem de escolher um dos membros da família, a participação não significa a perda do benefício."

      

            O critério de seleção das famílias inscritas será o Índice de Desenvolvimento Familiar (IDF), apurado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), cujo objetivo é diagnosticar problemas de infra-estrutura e pobreza nos núcleos familiares.

     

     "Quem tem menor IDF, terá prioridade."

     

    Entre os ofícios a serem ensinados estão o de pedreiro, azulejista, gesseiro, pintor, encanador, eletricista, carpinteiro, armador e operador de betoneira.

      

            A iniciativa atende a uma reivindicação antiga do setor.

      

     Com o boom imobiliário e a perspectiva de crescimento de 10,2 % este ano, segundo projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil, o setor enfrenta gargalos, como a falta de mão-de-obra.

     

    "No mercado está faltando tudo.

     

    Vamos tratar de uma parte", diz o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil, Paulo Simão.

      

            Não serão as construtoras as responsáveis diretas pelo treinamento e, sim, entidades sem fins lucrativos.

     

    Elas devem participar do processo oferecendo infra-estrutura necessária para aulas, que devem ocorrer nos canteiros de obras.

     

    Matéria publicada dia 29 de setembro-Estado de São Paulo - Economia         Governo testa porta de saída do programa com treinamento para empregados na construção civil

     

            Cinco anos depois do início do programa Bolsa Família - de transferência de renda a 11,1 milhões de famílias -, o governo federal começa a testar uma porta de saída para os beneficiários.

     

      Com a ajuda da iniciativa privada, 185 mil pessoas que recebem o auxílio serão treinadas para trabalhar em setores estratégicos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

     O primeiro será a construção civil.

     

            A idéia é criar uma solução conjunta para dois problemas simultâneosa dependência financeira das famílias assistidas e o gargalo da falta de trabalhadores qualificados.

     

    Se der certo, o modelo deve ser aplicado também nas áreas têxtil e de turismo.

      

            "É a primeira ação, depois desses anos todos", afirma o diretor do Departamento de Qualificação do Ministério do Trabalho, Marcelo Aguiar.

     

     "A ação prevê, em curto espaço de tempo, que as famílias adquiram autonomia e não precisem mais da bolsa."

     

         Um dos critérios para ser beneficiário é o ganho familiar abaixo de R$ 120.

     

    A renovação do benefício é feita a cada dois anos.

     

           O plano consistirá no repasse de R$ 75 milhões de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) a entidades que submeterem projetos de capacitação de mão-de-obra no ramo da construção ao Ministério do Trabalho e forem aprovadas em licitação.

     

    Só para a Grande São Paulo, serão R$ 29,7 milhões.

             

            As entidades puderam se inscrever até o dia 18.

      

    Não há limite para o número de participantes, até que se esgote o valor total do recurso.

     

     "As entidades selecionadas serão convidadas a assinar um termo de parceria, para executar a participação", explica Aguiar.

     

    A previsão é que, até novembro, o processo esteja concluído e as primeiras instituições comecem a receber o repasse.

                    

            Enquanto isso, famílias beneficiárias receberão cartas convidando integrantes a ingressarem como voluntários no Sine (Sistema Nacional de Emprego).

     

    "A carta vai explicar que, apesar de terem de escolher um dos membros da família, a participação não significa a perda do benefício."

     

             O critério de seleção das famílias inscritas será o Índice de Desenvolvimento Familiar (IDF), apurado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), cujo objetivo é diagnosticar problemas de infra-estrutura e pobreza nos núcleos familiares.

     

     "Quem tem menor IDF, terá prioridade."

     

    Entre os ofícios a serem ensinados estão o de pedreiro, azulejista, gesseiro, pintor, encanador, eletricista, carpinteiro, armador e operador de betoneira.

     

             A iniciativa atende a uma reivindicação antiga do setor.

     

     Com o boom imobiliário e a perspectiva de crescimento de 10,2 % este ano, segundo projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil, o setor enfrenta gargalos, como a falta de mão-de-obra.

     

    "No mercado está faltando tudo.

     

    Vamos tratar de uma parte", diz o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil, Paulo Simão.

     

             Não serão as construtoras as responsáveis diretas pelo treinamento e, sim, entidades sem fins lucrativos.

     

    Elas devem participar do processo oferecendo infra-estrutura necessária para aulas, que devem ocorrer nos canteiros de obras.

     

    Matéria publicada dia 29 de setembro-Estado de São Paulo - Economia

     

            Governo testa porta de saída do programa com treinamento para empregados na construção civil

     

    Cinco anos depois do início do programa Bolsa Família - de transferência de renda a 11,1 milhões de famílias -, o governo federal começa a testar uma porta de saída para os beneficiários.

     

      Com a ajuda da iniciativa privada, 185 mil pessoas que recebem o auxílio serão treinadas para trabalhar em setores estratégicos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O primeiro será a construção civil.

     

            A idéia é criar uma solução conjunta para dois problemas simultâneosa dependência financeira das famílias assistidas e o gargalo da falta de trabalhadores qualificados. Se der certo, o modelo deve ser aplicado também nas áreas têxtil e de turismo.

     

           "É a primeira ação, depois desses anos todos", afirma o diretor do Departamento de Qualificação do Ministério do Trabalho, Marcelo Aguiar.  "A ação prevê, em curto espaço de tempo, que as famílias adquiram autonomia e não precisem mais da bolsa." Um dos critérios para ser beneficiário é o ganho familiar abaixo de R$ 120. A renovação do benefício é feita a cada dois anos

                   

    O plano consistirá no repasse de R$ 75 milhões de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) a entidades que submeterem projetos de capacitação de mão-de-obra no ramo da construção ao Ministério do Trabalho e forem aprovadas em licitação.

     

    Só para a Grande São Paulo, serão R$ 29,7 milhões. As entidades puderam se inscrever até o dia 18. Não há limite para o número de participantes, até que se esgote o valor total do recurso.

     

     "As entidades selecionadas serão convidadas a assinar um termo de parceria, para executar a participação", explica Aguiar. A previsão é que, até novembro, o processo esteja concluído e as primeiras instituições comecem a receber o repasse.        Enquanto isso, famílias beneficiárias receberão cartas convidando integrantes a ingressarem como voluntários no Sine (Sistema Nacional de Emprego).

     

     

    "A carta vai explicar que, apesar de terem de escolher um dos membros da família, a participação não significa a perda do benefício."     O critério de seleção das famílias inscritas será o Índice de Desenvolvimento Familiar (IDF), apurado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), cujo objetivo é diagnosticar problemas de infra-estrutura e pobreza nos núcleos familiares. "Quem tem menor IDF, terá prioridade."

     

     

    Entre os ofícios a serem ensinados estão o de pedreiro, azulejista, gesseiro, pintor, encanador, eletricista, carpinteiro, armador e operador de betoneira.        A iniciativa atende a uma reivindicação antiga do setor. Com o boom imobiliário e a perspectiva de crescimento de 10,2 % este ano, segundo projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil, o setor enfrenta gargalos, como a falta de mão-de-obra.

     

     

    "No mercado está faltando tudo. Vamos tratar de uma parte", diz o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil, Paulo Simão. Não serão as construtoras as responsáveis diretas pelo treinamento e, sim, entidades sem fins lucrativos. Elas devem participar do processo oferecendo infra-estrutura necessária para aulas, que devem ocorrer nos canteiros de obras.

     

    Fonte: CBIC
    01-10-2008 | 11:10
    O vice-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Carlos Borges, e o secretário de Estado de Infra-Estrutura (Sinfra), Vilceu Marcheti, vão conceder uma entrevista coletiva à imprensa na sede da Secretaria nesta quarta-feira, às 16h30, para falar sobre as obras e os investimentos dos Governos Federal e Estadual em Cuiabá e Várzea Grande por meio do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
         
         Após a coletiva, o vice-presidente e o secretário vão juntos visitar algumas das obras já iniciadas pela Sinfra nos dois municípios e que contam com recursos oriundos do PAC e do PAR.
         
         Alguns dos conjuntos habitacionais que estão sendo construídos com recursos do PAR na Capital são o Residencial Wantuil de Freitas – 428 novas casas populares a um custo total de R$ 15.188.892,59, assim divididos: R$ 11.984.000,00 do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e R$ 3.204.892,59 em recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) –; Residencial Ilza Therezinha P. Pagot – 482 novas residências a um custo total de R$ 17.251.144,52, assim divididos: R$ 13.496.000,00 em recursos do FAR e R$ 3.755.144,52 em recursos do Fethab.
         
         Em Várzea Grande, o PAC, a Sinfra e a Prefeitura do município são responsáveis pelo Sistema 1 de abastecimento de água, que teve as despesas totais, de R$ 25 milhões, assim divididas: R$ 22,5 milhões do Governo Federal e outros R$ 2,5 milhões do próprio município.

     

    Fonte: 24 Horas News
    01-10-2008 | 11:10
       As mudanças estabelecidas pelo acordo ortográfico atingem em menor escala a grafia utilizada no Brasil: aproximadamente 0,5% das palavras, enquanto em Portugal chegam a 1,6%.
         
         "As alterações dizem respeito ao uso de sinais diacríticos (trema, acentos agudo e circunflexo) e hífen", explica José Carlos de Azeredo, doutor em letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador do livro "Escrevendo Pela Nova Ortografia", feito pelo Instituto Houaiss em parceria com a Publifolha.
         
         "O acordo procura eliminar particularidades sentidas como supérfluas nas duas normas, em nome da uniformidade ortográfica no mundo da lusofonia", afirma Azeredo. Ainda segundo o autor, "a ortografia do português, no Brasil como em Portugal, continua a ser predominantemente fonética, com razoável correspondência entre forma gráfica e pronúncia". E é este critério que rege a eliminação das "letras mudas", muito utilizadas em Portugal em palavras como direcção (que passa a direção) e adoptar (que passa a adotar), assim como a supressão do trema.
         
         Veja abaixo o que muda no Brasil com as novas regras do acordo:
         
         Alfabeto
         
         O alfabeto da língua portuguesa passa a ter 26 letras, com a inclusão oficial do k, w e y.
         
         Acentuação
         
         As paroxítonas com ditongos abertos tônicos éi e ói, como "idéia" e "paranóico" perdem o acento agudo. Palavras como crêem, dêem, lêem e vêem também perderão o acento, assim como as paroxítonas com acento circunflexo no penúltimo o do hiato oo(s) (vôo, enjôo).
         
         Palavras homógrafas (com a mesma grafia, mas com pronúncia diferente) como pára, pêlo, pélo e pólo também não serão mais acentuadas. Paroxítonas cujas vogais tônicas i e u são precedidas de ditongo decrescente, como "feiúra" e "baiúca", também não levarão acento.
         
         Trema
         
         O trema será totalmente eliminado das palavras portuguesas ou aportuguesadas, como "cinqüenta" e "tranqüilo". A única exceção fica por conta de nomes próprios estrangeiros, como "Müeller", por exemplo.
         
         Hífen
         
         As novas regras para o hífen são as que têm causado mais dúvidas. "Alguma dificuldade por advir de umas tantas mudanças no uso de hífen. Mas, se considerarmos que este sempre foi um domínio de zonas obscuras, os usuários podem até vir a sentir-se aliviados com a possibilidade de alguma simplificação", diz Azeredo.
         
         O hífen não será mais empregado em prefixos terminados em vogal seguidos de r ou s. Neste caso, dobra-se o r ou o s. Exemplos: antirreligioso, antissocial e minissaia.
         
         O hífen será utilizado com os prefixos hiper, inter, super seguidos de palavras iniciadas por r, como "hiper-resistente". O sinal também será utilizado em prefixos terminados em vogal como ante, contra e semi seguidos de vogal igual ou h no segundo termo. Exemplos: micro-ondas, anti-higiênico e pré-histórico.
         

     

    Fonte: 24 Horas news
    01-10-2008 | 11:10

    MT lidera equipe brasileira em evento que reunirá mais de 3 mil pessoas de quatro países

     

    As discussões sobre o software livre correm o mundo e estão longe de acabar. No Brasil, os adeptos do ‘código aberto’ crescem a cada dia. Nesse cenário, destaca-se o projeto OpenOffice.org - ou BrOffice, no Brasil -, pacote multiplataforma de aplicativos para escritório que reúne editor de textos e apresentações, além de planilha eletrônica, desenho vetorial, entre outros. Para trazer a Mato Grosso as inovações da ferramenta, além de cases de sucesso na utilização em empresas, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) e o BrOffice.org - Projeto Brasil promovem o ‘3º Encontro Nacional BrOffice.org’, na próxima sexta-feira (03), às 8h (horário de Brasília), no Departamento Regional do Senai, em Cuiabá.

    O evento ocorrerá simultaneamente em 26 Estados, além de Espanha, Paraguai e Portugal, por meio de videconferência. Serão realizadas palestras com líderes do projeto OpenOffice.org na Dinamarca e Alemanha, com tradução simultânea. O objetivo é promover a integração entre os usuários da ferramenta, além de profissionais e estudantes de Tecnologia da Informação, além de representantes de instituições de ensino e empresas em geral. São esperados cerca de três mil participantes nos quatro países envolvidos. “O Senai-MT, instituição indutora de novas tecnologias, apóia a criação e utilização de programas de código aberto”, afirma o analista de sistemas do Senai-MT, Carlos Braguini.

    Para Braguini, a implantação de softwares livres representa um avanço no fomento à acessibilidade. “Os documentos gerados em programas de código aberto podem ser utilizados em quaisquer outras ferramentas com a mesma função, não limitando o acesso a um determinado software. Em outras palavras, se você escreve uma carta no editor de texto do BrOffice.org, a mesma poderá ser trabalhada em outros editores”, explica. Outro fator destacado pelo analista é a economia gerada pelas empresas com a utilização de licenças livres. Um exemplo disso é o Banco do Brasil, que somente neste ano já economizou mais de R$ 50 milhões com migração de softwares proprietários para soluções livres.

    OpenOffice.org - Desenvolvido inicialmente com o nome StarOffice - pela empresa alemã StarDivision, foi comprado em 1999 pela Sun Microsystems (EUA). Em agosto de 1999, foi disponibilizado gratuitamente. Já em 2000, a Sun anunciou que liberaria o código-fonte do programa para download, no intuito de construir uma comunidade aberta de desenvolvimento. O novo projeto foi chamado OpenOffice.org.

    No Brasil, o nome ‘OpenOffice.org’ gerou uma disputa judicial, já que a marca ‘OpenOffice’ havia sido registrado anteriormente por uma empresa. Dessa forma, em janeiro de 2006, nasceu a BrOffice.org, Foi criada também uma Organização Não-Governamental (ONG) de apoio ao projeto. Outras informações sobre o BrOffice no site do projeto: http://www.broffice.org.

    O ‘3º Encontro Nacional BrOffice.org’ integra o programa ‘Indústria em Ação’, uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), em parceria com o governo do Estado. Para participar, os interessados devem inscrever-se e verificar os locais de realização nos Estados participantes por meio do site http://encontro.broffice.org/2008. O valor da inscrição é um quilo de alimento não perecível, que deverá ser entregue no dia do evento. A programação completa também poderá ser conferida no site. Outras informações: (65) 3611-1622.

     

    Fonte: Olhar direto
    01-10-2008 | 11:10
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (30) em Manaus que o governo não permitirá que falte crédito para as empresas expandirem seus negócios ou para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

    Segundo ele, o governo está acompanhando também a possível falta de crédito para as exportações e tomará medidas caso haja necessidade. “Quem financia mais exportação no Brasil é o Banco do Brasil e não o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Estamos monitorando para ver se não falta financiamento e onde vai haver gargalos, mas até agora não há”, afirmou.

    Lula disse ainda que espera que os chefes de organismos multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, convençam as pessoas nos Estados Unidos que a economia não pode sofrer com os sobressaltos que estão acontecendo. Ele citou o sobe-e-desce das bolsas pelo mundo.

    Ele voltou a dizer que está tranqüilo, mas que o momento é de apreensão. “Nós poderemos ter um problema de crédito no mundo inteiro. Na conversa que tive em Nova York com outros líderes de países eu disse que precisávamos separar o que era crédito podre do que era investimento para o setor produtivo. No Brasil, vamos assegurar que o PAC e os investimentos continuarão a ser feitos”, afirmou.

     

    Fonte: Olhar direto
    01-10-2008 | 11:10
    Carnaval 2009 provocará atraso na implantação em cinco regiões

     

    A portabilidade numérica, que permite ao cliente mudar de operadora e continuar com o mesmo número de telefone, chegará com uma semana de atraso na cidade de São Paulo, por causa do Carnaval. A ABR Telecom, entidade que administra a implantação do novo sistema, explicou que o calendário foi mudado porque a data inicial de 23 de fevereiro coincide com a segunda-feira de Carnaval. Por isso, o novo sistema começará a funcionar no dia 2 de março de 2009. A mudança no calendário atinge também os DDDs 91 (Belém), 53 (RS), 64 (GO) e 66 (MT).

     

    Esta será a última fase da implantação da portabilidade e atingirá uma área com 33,5 milhões de clientes. A previsão da ABR é de que no dia 2 de março todo o Brasil disponha do novo sistema.

     

    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que não há problemas na mudança de data porque o prazo final é dia 11 de março de 2009. A portabilidade, que pode ser aplicada entre telefones fixos e entre celulares com mesmo DDD, começou a ser ofertada no dia 1º deste mês em cidades de sete Estados, nos DDDs 14 (região de Bauru), 17 (região de São José dos Campos), 27 (ES), 37 (MG), 43 (PR), 62 (GO), 67 (MS) e 86 (PI).

     

    Até domingo foram feitos 23.889 pedidos de portabilidade, sendo 9.825 efetivados. Goiás lidera com 7.433, seguido do Paraná com 4.884 e Mato Grosso com 3.747. São Paulo aparece em quarto lugar, com 3.110.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    O Índice de Confiança da Indústria (ICI), indicador-síntese da Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação, caiu 2,2% em setembro ante agosto, passando de 123 pontos no mês passado para 120,3 pontos este mês, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O ICI é um indicador que utiliza para cálculo uma escala que vai de 0 a 200 pontos, sendo que o resultado do índice é de queda ou de elevação, se a pontuação total das respostas fica abaixo ou acima de 100 pontos, respectivamente.

     

    Em comunicado, a FGV informou que "embora mantenha-se em patamar historicamente elevado, este é o menor índice dos últimos quatro meses, sinalizando uma diminuição do ritmo de atividade industrial em setembro".

     

    A fundação também revisou o ICI referente ao mês passado. Em agosto, a FGV anunciou alta de 1,1% para o índice - mas no comunicado anunciado ontem, a instituição informou que houve alta de 0,9% para o desempenho do mês passado. Na comparação com setembro do ano passado, o ICI registrou queda de 1,9%.

     

    O ICI é composto por dois indicadores. O primeiro é o Índice da Situação Atual (ISA), que caiu 0,9% em setembro, ante estabilidade (0%) em agosto. O segundo componente do ICI é o Índice de Expectativas, que apresentou queda de 3,5% em setembro, ante alta de 2,3% em agosto. Na comparação com setembro do ano passado, houve queda de 2,5% para o índice de Situação Atual e taxa negativa de 1,1% para o indicador de Expectativas.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que o número de postos de trabalho no país cresceu 2,1% entre 2006 e 2007, passando de 79,7 milhões para 81,4 milhões. O documento, preparado com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, apresentado na semana passada, afirma ainda que a renda média dos trabalhadores ocupados subiu 3,2% no mesmo período, chegando ao maior nível desde 1996.

     

    De acordo com o Ipea, o grau de informalidade caiu significativamente entre 2006 e 2007, passando de 55,1% das pessoas ocupadas para 54,1%. O aumento no grau de formalidade ajudou também a fazer crescer o número de contribuintes para a previdência, que chegou em 2007 a 51,2% da população brasileira.

     

    No entanto, mesmo com esse avanço, o número de contribuintes ainda não alcançou o mesmo nível de 1987, quando era de 51,8% da população.

     

    Nas metrópoles a diferença é ainda maior. Em 2007 alcançou 57,6%, mas em 1987 era de 69,7%. O estudo do Ipea ainda mostra uma alteração na formação dos trabalhadores brasileiros ocupados.

     

    Em 1992, a maioria deles, 35%, era analfabeta ou tinha até 3 anos de estudo e apenas 19% tinham mais do que 11 anos de estudo.

     

    Novo cenário - Hoje, o espectro mudou. Atualmente, 41% dos brasileiros ocupados têm 11 anos ou mais de estudo e apenas 16% tem até três anos de escolaridade.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    No setor industrial os desembolsos do BNDES foram tanto positivos quanto negativos. Na indústria de transformação o valor emprestado entre janeiro e agosto foi de R$ 296,5 milhões, elevação de 31,4% sobre os R$ 225,5 milhões registrados em 2007. Já a extrativa está com um déficit de 45,4%, pois o valor financiado baixou de R$ 1,1 milhão no ano passado para R$ 600 mil este ano. Os serviços industriais de utilidade pública (Siup) obteve aumento nos recursos liberados. No ano passado foram R$ 203,5 milhões e este ano saltou para R$ 257,7 milhões, alta de 26,6%.

     

    Para o superintendente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), José Carlos Dorte, a elevação é resultado do processo industrial que o Estado está vislumbrando, com várias unidades industriais (de diferentes segmentos) em processo de instalação e operação. Mesmo com os dados positivos, ele considera que os números estão aquém da capacidade do Estado.

     

    "De tudo que Mato Grosso produz, só industrializamos 15%, é muito pouco. Precisamos aumentar o processo de beneficiamento e movimentar ainda mais a economia", diz ao considerar que a indústria está crescendo e que com isso se cria uma cadeia de geração de empregos tanto nas unidades quanto em outros segmentos como confecções, calçados e alimentação, setores que são movimentados quando há geração de postos de trabalho e renda nas cidades.

     

    Outro setor que cresceu do ano passado para cá foi o da construção civil. Em 2007 foram emprestados R$ 13,4 milhões para financiar obras e este ano o montante subiu para R$ 16,3 milhões, variação positiva de 21,6%. "São obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que vem impulsionando obras por todo o Estado, além da compra de máquinas e outros equipamentos".(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    Mato Grosso registrou incremento de 41,4% no valor dos desembolsos liberados via Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos primeiros oito meses de 2008 na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Entre janeiro e agosto deste ano, o volume de recursos emprestados aos setores da indústria (extrativa e de transformação), comércio e serviços e agropecuária somou R$ 1,378 bilhão ante R$ 974,4 milhões verificados em igual intervalo de 2007. Durante os 12 meses do ano passado, o Estado emprestou R$ 1,524 bilhões, fazendo com que o montante dos oito meses deste ano represente 90,4% do bolo total.

     

    Os dados fazem parte de balanço divulgado pelo agente financeiro que apontam para uma evolução no aporte financeiro destinado ao Estado. Em percentual, o setor de comércio e serviços registra a maior alta, passando de R$ 201,6 milhões em 2007 para R$ 336 milhões este ano, expansão de 66,6%, o que, na avaliação do presidente da Federação do Comércio, Bens e Serviços de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Pedro Nadaf, comprova o ritmo acelerado que a economia local está passando. "Isso comprova o crescimento econômico do Estado. A previsão é que o o incremento deste ano seja 13% superior ao ano passado", diz o presidente ao explicar que o índice se refere aos setores agrícola, comercial e industrial.

     

    Já em termos financeiros, entre os segmentos que têm acesso aos recursos do BNDES, a agropecuária foi a que teve o maior volume liberado este ano. Nos primeiros oito meses foram financiados R$ 471,5 milhões contra R$ 329,3 milhões em igual época de 2007. Apesar da liderança entre os setores, o consultor econômico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Amado de Oliveira Filho, avalia que os números ainda são tímidos, diante do valor necessário para se investir em uma safra agrícola, que fica na casa do bilhão.

     

    "Está melhor que no ano passado, mas os recursos ainda são insuficientes. Mato Grosso tem de agregar valor à produção e transformar a matéria-prima que é produzida aqui em produtos industrializados, aumentado até o valor das exportações".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    Treze obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) têm irregularidades graves, precisam ser paralisadas e ficar sem receber recursos do Orçamento da União de 2009. A recomendação é do Tribunal de Contas da União (TCU) que aprovou ontem relatório do ministro Aroldo Cedraz sugerindo a inclusão de 54 obras - das quais 13 são do PAC - em uma "lista negra" na proposta orçamentária do ano que vem. Se a lista do TCU for aprovada pelo Congresso, as obras ficam sem receber recursos do governo federal. O PAC é gerenciado pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

    O Tribunal também recomendou a retenção cautelar de pagamento para 12 obras - deste total, nove são do PAC. São grandes obras como a Ferrovia Norte/Sul, no Estado de Tocantins, que apresentou problemas de sobrepreço; a reforma e ampliação do aeroporto de Guarulhos, que teve superfaturamento; a construção da refinaria Abreu e Lima, em Recife (PE); e a ampliação do Porto de Itaqui (MA).

    AUDITORIA

    Entre março e fim de agosto, o TCU auditou 153 obras, das quais 84 são do PAC. Do total, 48 foram consideradas com irregularidades graves - ou seja, 31% - com recomendação para serem paralisadas. As 153 obras representam R$ 26 bilhões de recursos alocados no Orçamento de 2009. Outras seis foram incluídas na lista que será enviada ao Congresso por terem sido alvo de denúncia, representação e/ou inspeção. Para 2009, a dotação orçamentária para obras do PAC é de R$ 21,2 bilhões - este ano foi de R$ 17,9 bilhões.

    As 48 obras com irregularidades graves têm uma dotação orçamentária para este ano de R$ 1,517 bilhão. As 13 obras do PAC respondem por dotação orçamentária, em 2008, de R$ 1,15 bilhão. Ou seja, apenas as 13 obras do PAC representam 75,8% do total de recursos previstos para as 48 obras. Destas, a mais antiga é a obra do Hospital Municipal de Cacoal, em Rondônia, que está paralisada desde 1996. A maioria das irregularidades foi detectada em obras rodoviárias: 20 apresentaram problemas graves. Os auditores do TCU apontaram também problemas em oito obras hídricas e em quatro aeroportos.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-09-2008 | 11:09
    Se está difícil saber quem sobreviverá ao cataclismo financeiro, é muita ousadia querer antecipar os seus reflexos no mercado de trabalho.

     

     

    Ainda assim, ouso fazer algumas especulações.

     

     

     

            Nos Estados Unidos, a crise já chegou à economia real.

     

    O crédito para as empresas secou. 

     

     Os consumidores estão assustados. O mercado imobiliário parou.

     

     

     Em Michigan uma casa foi vendida por US$ 1.

     

    O comércio de bens duráveis também despencou.

     

     

    O clima de negócios virou do avesso.

     

     

    Os projetos foram para o banho-maria. O desemprego bateu os 6,1%, no mês de agosto, e deve piorar em setembro.

     

     

            Bem diferente é o quadro do Brasil, onde ainda se ouvem os festejos dos 6% do PIB do primeiro semestre.

     

     

    Os grandes projetos prosseguem e o que falta é mão-de-obra.

     

     

     O desemprego caiu para 7,6%.

     

    A cada dia se descobrem novos tesouros no fundo do mar.

     

     

    Só para o petróleo, o País precisará de um exército de trabalhadores.

     

     

     O mesmo vale para os biocombustíveis, a siderurgia e a infra-estrutura em geral.

     

     

    O emprego vive céu de brigadeiro.

     

    O País está gerando cerca de 2 milhões de postos de trabalho por ano.

     

     

            O que dizer do futuro?

     

     

            A visão pessimista se concentra na falta de crédito para tocar a produção.

     

     

     De fato, os sinais atuais são preocupantes.

     

     

     Os financiamentos do exterior fecharam.

     

     

    O crédito interno vai pelo mesmo caminho.

     

     

    Os banqueiros sentaram no caixa à espera do desfecho da crise.

     

     

    O ministro da Agricultura não esconde a sua aflição. O setor depende muito de financiamento.

     

     

    Há outros na mesma situação. Os juros, que já eram altos, tornaram-se impraticáveis.

     

     

     Os varejistas já os repassam para os preços.

     

     

     Agravado pela taxa de câmbio, o perigo de inflação aumentou.

     

     

     

            As exportações em volume estão estagnadas.

     

     

     Está difícil obter uma Antecipação de Contrato de Câmbio (ACC).

     

     

     O quadro futuro é preocupante quando se pensa que 50% das nossas vendas externas se destinam a países que se debatem com a recessão - Estados Unidos, União Européia e Japão.

     

     

     A outra metade vai para a América Latina, a África e para os países do Oriente Médio, que também dependem do mundo desenvolvido.

     

     

    A China, sozinha, não tem condições de eletrificar a economia mundial.

     

     

     

            Não só o volume estagnou, mas os preços das commodities caíram, agravando o déficit comercial.

     

     

     O clima de negócios mudou.

     

     

    Até o leilão de rodovias foi adiado.

     

     

    O dinheiro, então abundante, desapareceu.

     

     

     A incerteza leva todos a agir com frieza. Se esse for o quadro para 2009, o mercado de trabalho será fortemente afetado com menos emprego e mais desemprego.

     

     

            A visão otimista, porém, vê saídas honrosas.

     

     

     As recentes injeções de recursos governamentais no mercado financeiro e no BNDES vão restaurar o crédito, fazendo o dinheiro voltar a circular em toda a rede de bancos privados.

     

     

     As exportações de alimentos continuarão fortes, pois os povos têm de comer.

     

     

     As descobertas de gigantescas reservas de petróleo seduzirão os investidores que, depois de tamanha refrega, devem estar mais interessados em investir na produção do que em papéis envenenados.

     

     

     Finalmente, a ascensão das classes D e E ao mercado de consumo, em decorrência da melhoria do emprego, da renda e dos programas sociais, garantirá um mercado doméstico aquecido, com muitos empregos.

     

     

    Ou seja, o Brasil tem uma bela margem de manobra, podendo sair - no médio prazo - como um dos ganhadores da grave crise.

     

            Estou mais do lado otimista.

     

     

     

    O quadro do emprego é preocupante, sem dúvida, mas não é um doente desenganado.

     

     

     O Brasil deve ter uma leve retração em 2009, mas ficará bem aquém do que vai acontecer nas economias recessivas do mundo rico.

     

     

            O meu otimismo, entretanto, supõe que o governo reverta a trajetória de contratar gigantescas despesas futuras, contando com o mesmo vigor de crescimento do PIB e da arrecadação - o que pode não acontecer em 2009.

     

     

    Nunca foi tão urgente tapar os grandes ralos de dispêndio como, por exemplo, a proposta que pretende eliminar o fator previdenciário.

     

     

    O mesmo pode ser dito em relação a outros ralos que exigem as benditas reformas tributária e trabalhista, que poderiam ser trabalhadas num ano não eleitoral, como 2009.

     

     

            Em resumo, o Brasil tem enormes oportunidades para aproveitar a boa conjugação dos astros que se aproxima.

     

    Mas, para ganhar na loteria, é preciso comprar o bilhete.

     

     

     José Pastore é professor de relações do trabalho da Universidade de São Paulo.

     

    Fonte: CBIC
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