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Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    16-10-2008 | 13:10

    Encontrar trabalho está mais fácil em Mato Grosso. Mensalmente o Ministério do Trabalho e

    Emprego (MTE) anuncia recordes na geração de vagas no país e o Estado não fica atrás.

     

    Segundo dados divulgados ontem pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do MTE, o saldo de empregos em Mato Grosso fechou os nove primeiros meses com 46,490 mil vagas, diferença entre as 260,434 mil contratações e 213,944 mil demissões registradas de janeiro a setembro. O saldo é 20,5% maior que o do ano passado, quando somou 38,555 mil empregos formais. O acesso às empresas é ainda mais facilitado por haver encaminhamento, sendo o Sistema Nacional do Emprego (Sine) um dos que cadastram e encaminham as pessoas que estão à procura de emprego. Quem não teve de esperar muito para ser contratada foi a estudante Suener Santos Cruz, 20, que após se cadastrar no Sine foi chamada para uma entrevista 10 dias depois e que no dia seguinte começou a trabalhar como auxiliar-administrativa.

     

    Já Sebastiana Maria de Barros ficou afastada do mercado de trabalho por dois anos, devido à problema de saúde da filha. No caso dela, a efetivação em uma empresa demorou um pouco, cerca de cinco meses, mas não por falta de oportunidade. "Havia várias propostas, mas como moro no CPA e as vagas eram para bairros distantes como o Distrito Industrial, as empresas davam preferência para que morava mais perto".

     

    Sebastiana diz estar satisfeita. Desempenha a função de auxiliar de escritório, ajudando a controlar as finanças da empresa e não teve dificuldade em executar as tarefas, pois no emprego anterior também trabalhava no setor financeiro. "O Sine também ajuda bastante na hora de encontrar emprego e tenta diminuir as limitações, como a da distância, por exemplo, entre a residência e o trabalho da pessoa", diz Sebastiana.

     

    Suener destaca que teve uma vantagem na hora de conseguir o emprego. "Fiz vários cursos, de informática e de atendimento ao público, que me ajudaram na hora de ser selecionada".

     

    A assessora de Qualificação Profissional do Sine, Rosenei Calsavara, considera que a qualificação é uma ferramenta extra na hora de escolher um candidato, mas que não é tudo, pois como o mercado está aquecido ele sinaliza as maiores necessidades oferece oportunidades.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10
    Apesar do agravamento da crise financeira internacional, o Brasil deve encerrar o ano com 2,1 milhões de novos empregos com carteira assinada, segundo as projeções do Ministério do Trabalho. A previsão foi anunciada ontem, com entusiasmo, pelo ministro Carlos Lupi ao informar que de janeiro a setembro a economia acumula um saldo positivo de 2,086 milhões de novas ocupações formais.

     

    É a primeira vez que essa marca é alcançada em um único ano, pela série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) iniciada em 1992. Lupi demonstrou otimismo ao afirmar que só espera "algum" reflexo negativo da crise internacional no mercado de trabalho brasileiro a partir do segundo semestre de 2009. Isso porque, segundo ele, os investimentos e a produção das empresas brasileiras não vão parar, mesmo que os países desenvolvidos desacelerem o crescimento econômico no ano que vem.

     

    Perspectivas - Ao contrário do que prevê a maioria dos economistas, ele acredita que o mercado interno continuará aquecido garantindo o ritmo de crescimento brasileiro. "A crise deve afetar as nossas exportações e a agricultura porque impõe dificuldades para se conseguir recursos lá fora, mas isso está sendo compensado pela ação rápida e ágil do Banco Central de liberar depósitos compulsórios", afirmou ele.

     

    Ainda assim, o ministro Carlos Lupi disse esperar que sejam criados no país pelo menos 1,8 milhão de novos empregos no ano que vem.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10
    No próximo dia 19, no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, terá início mais o horário de verão. Apesar de adotado há mais de duas décadas, apenas em 2008 oficializou-se determinação para que vigore, todos os anos, sempre no mesmo período: do terceiro domingo de outubro ao terceiro domingo de fevereiro. Haverá exceção quando este coincidir com o Carnaval, sendo então a mudança adiada por uma semana. A padronização é importante para as empresas planejarem de modo mais preciso a adequação de seus fluxos produtivos e também para a população em geral, reforçando o significado da medida, já arraigada na cultura dos brasileiros daquelas regiões.

     

    O ganho de uma hora com luz solar é essencial para reduzir o consumo de eletricidade nos horários de pico. A claridade natural das 18 às 19 horas atenua, nesse intervalo de tempo, a demanda simultânea nas indústrias, escritórios e residências. Assim, não ocorrem sobrecargas e diminuem muito os riscos de blecautes na época mais quente no ano, quando cresce o uso de equipamentos de refrigeração, ar condicionado e ventilação, cujo funcionamento despende bastante energia. Segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema), a economia, que varia entre 4% e 5%, foi de dois mil megawatts no último horário de verão. Em dinheiro, isso representou R$ 10 bilhões.

     

    Tal resultado, embora aparentemente tímido, tem grande significado neste momento em que o atraso e a insuficiência dos investimentos em geração, transmissão e distribuição mantêm viva a possibilidade de apagões. Para suportar a expansão do PIB verificada na década e possibilitar evolução de 5% por exercício, é necessário crescimento anual de ao menos 7% na oferta de eletricidade. Entretanto, isso não ocorre. A energia que o Brasil dispõe hoje para seus 183,9 milhões de habitantes é a mesma de dez anos atrás.

     

    Segundo relatório de fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), há 23 usinas licitadas desde 2002, significando capacidade instalada total de 5.157 megawatts. Dessas, 12 ainda esperam a liberação ambiental prévia e cinco aguardam a licença de instalação. É lamentável constatar que, na prática, nada está acontecendo. Assim, respeitando-se os preceitos ecológicos e a sustentabilidade dos projetos, é necessário agilizar todo esse processo de licenciamento ambiental.

     

    As usinas que entrarão em funcionamento rapidamente são pequenas e não atendem à demanda. As maiores são a de Santo Antônio e Jirau, leiloadas nos últimos meses, que irão gerar mais de seis mil megawatts por ano, o equivalente a meia usina de Itaipu, mas só estarão prontas em cerca de dez anos. É muito tempo! Afinal, não podemos esquecer que a eletricidade é essencial para a economia, a sociedade, as empresas e a própria segurança nacional.

     

    Portanto, o crescimento sustentado e o desenvolvimento não podem continuar reféns de políticas públicas ineficazes no campo da eletricidade, item fundamental da matriz energética brasileira.

     

    Em condições normais de oferta, o horário de verão já seria adequado e recomendável. Na presente conjuntura nacional, é imprescindível! Uma hora diária de luz solar extra faz muita diferença. Além disso, bem que poderia iluminar as mentes de todos os que ainda não perceberam a gravidade de um problema que pode parar o país...

     

    Carlos Alberto dos Reis é presidente do Sindicato dos Eletricitários do Estado de São Paulo

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10
     Tempo seco e pouca chuva. Essa é a previsão do Sistema de proteção da Amazônia (Sipam) para os próximos três meses em Mato Grosso. Segundo o órgão, a umidade relativa dor ar só deve elevar no mês de novembro e até lá as chuvas devem registrar um índice abaixo do normal.

    A região de Canarana e Paranatinga deve ser as mais afetadas pelo tempo seco no estado. “As chuvas nas demais áreas ficarão em níveis normais em outubro. Nestes próximos três meses começam a ocorrer chuvas mais frequentes e intensas. Teremos mais dias de chuva”, diz o metereologista Ranvere de Nóbrega. 

    Ainda segundo o Sipam, os estados do Acre e Rondônia também sofrerão com baixa umidade e pouca chuva, porém ainda em outubro a situação deve se normalizar nessas regiões. 

     

    Fonte: Olhar Direto
    16-10-2008 | 13:10
    Ofertar cursos gratuitos para qualificar mão-de-obra para as indústrias de panificação e de água mineral do Estado. Com esse objetivo, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) criou o projeto ‘Fortalecimento das Indústrias de Panificação e Água Mineral’. Na noite desta terça-feira (14.10), a instituição apresentou os benefícios do projeto aos empresários desses segmentos de Cuiabá e Várzea Grande com o apoio dos Sindicatos das Indústrias da Alimentação (SIA-MT), e das Indústrias de Panificação e Confeitaria (Sindipan).

    “Nós obtivemos recursos junto ao Departamento Nacional do Senai e isso vai proporcionar uma oferta significativa de cursos para a qualificação de profissionais desses setores”, ressalta o diretor regional do Senai-MT, Gilberto Figueiredo. Diversos cursos já estão sendo oferecidos, como Panificação, Confeitaria, Auxiliar Administrativo, Técnicas de Negociação e Vendas e Atendimento ao Cliente. Ao todo, são ofertadas 970 vagas. “Não vamos cobrar vínculo empregatício do trabalhador com a empresa. O empresário vai poder oferecer capacitação a qualquer pessoa da comunidade que tenha potencial para trabalhar na área e preencha os requisitos de acesso aos cursos”, explica Figueiredo.

    Para os setores de Panificação e Água, a notícia não poderia ser melhor. “Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Esse é um presente de Natal para o nosso setor, que é tão carente de qualificação. Hoje temos 500 a 600 empresas entre Cuiabá e Várzea Grande, que requerem mão-de-obra qualificada”, destaca o presidente do Sindipan, Luiz Garcia. “Agradecemos e parabenizamos o Senai-MT por essa iniciativa. São ações que contribuem para a melhoria dos nossos serviços, além do aumento da renda do trabalhador, que reflete em sua qualidade de vida”, avalia o presidente do Siamt, Marco Lorga. 

    Além da oferta de cursos gratuitos, o projeto prevê a realização da Assessoria na implantação de Boas Práticas de Fabricação, com elaboração de manual de boas práticas. Neste caso, serão oferecidos subsídios de até 94% sobre o custo total. A variação da contrapartida da empresa dependerá de alguns critérios, como ser indústria, estar adimplente com a contribuição sindical, confederativa e do Senai (ou optante do simples) e ser associada e adimplente com o SIA-MT, Siar-Sul/MT, SAI e Sindipan. A meta é atender 75 empresas em todo o Estado.

    O projeto faz parte do programa ‘Educação para a Nova Indústria’, é uma iniciativa da Confederação da Indústria (CNI) e tem como objetivo aprimorar a educação básica e continuada e a técnica e profissional dos trabalhadores da indústria para que acompanhem as mudanças e transformações do mercado. As empresas interessadas utilizarão a mesma metodologia do programa ‘Indústria em Ação 2008’ e deverão acessar o site da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (www.fiemt.com.br) para cadastrar-se no programa e solicitar os serviços.

    O diretor regional do Senai-MT lembra que as empresas precisam aderir ao programa para receberem os benefícios. “É necessário que as indústrias demandem. Somente dessa forma, poderemos atendê-las”, esclarece. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (65) 3611-1554 e 3611-1533.

     

    Fonte: Olhar Direto
    16-10-2008 | 12:10
    Em setembro foram criados, no país, 282.841 empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado hoje (15) pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

    De acordo com o ministério, houve crescimento de 12,6% em relação ao número de empregos gerados em setembro de 2007 (251.168 postos). Esse é maior resultado para o mês desde o início da série história do Caged, em 1992.

    O crescimento, com relação ao registrado em agosto, é de 0,92%.

    Entre janeiro e setembro deste ano foram criados 2.086.570 empregos, ultrapassando em 25,2% o recorde para o período registrado em 2004 quando, nos nove primeiros meses do ano, foram criados 1.666.188 postos de trabalho.

     

    Fonte: Mídia News
    16-10-2008 | 12:10
    O projeto de lei complementar que define regras para criação, incorporação, fusão, desmembramento e instalação de municípios (PLS 98/02 - Complementar) foi aprovado nesta quarta-feira (15) pelo Plenário do Senado. A proposição, relatada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), convalida os municípios criados, incorporados, fundidos, desmembrados e instalados entre 13 de setembro de 1996 - data da promulgação da Emenda Constitucional nº 15 - e 31 de dezembro do ano passado ( a decisão "garante que 15 municípios de Mato Grosso não voltem a ser distritos). A EC 15 determina que lei complementar federal deve definir o período para criação de novos municípios. O projeto de lei será ainda votado na Câmara dos Deputados.

    O parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), aprovado em 27 de agosto último, foi favorável à aprovação da matéria, de autoria do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), e pela rejeição dos PLS 503/03 e 96/08, de autoria do ex-senador Sibá Machado (PT-AC), e do PLS 60/08, do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). Todos são projetos de lei complementar. Na sessão desta quarta, no entanto, foi aprovado requerimento desmembrando o PLS 503/03, que, assim, volta a tramitar na CCJ.

     

    O texto aprovado exige que a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de novos municípios dependerão da realização de estudo de viabilidade e de plebiscito abrangendo as populações dos municípios envolvidos. As mudanças terão de ocorrer após a posse dos prefeitos e vereadores e antes do último dia do ano anterior às eleições municipais.

     

    Caberá à respectiva assembléia legislativa homologar o estudo de viabilidade e autorizar o plebiscito, que ocorrerá preferencialmente em conjunto com as eleições federais e estaduais. Rejeitado o plebiscito, outro não poderá ser realizado sobre o mesmo tema em um período de 10 anos.

     

    O requerimento para criação de municípios deverá ser dirigido à assembléia legislativa e subscrito por, no mínimo, 10% dos eleitores residentes na área geográfica que se pretenda emancipar para originar novo município. Caberá também à assembléia determinar a elaboração do estudo de viabilidade, que deverá comprovar, entre outras coisas, que a área do novo município tem uma população igual ou superior a cinco mil habitantes, nas regiões Norte e Centro-Oeste; sete mil habitantes, na região Nordeste; e dez mil habitantes nas regiões Sul e Sudeste.

     

    O estudo também deverá comprovar que o número de imóveis na sede do aglomerado urbano que sediará o novo município é superior à média de imóveis de 10% dos municípios do estado, considerados em ordem decrescente os de menor população; que a arrecadação estimada é superior à média de 10% dos municípios do estado, igualmente considerados em ordem decrescente os de menor população; e que a área urbana não fica situada em reserva indígena, área de preservação ambiental ou área pertencente à União, suas autarquias e fundações.

     

    O estudo também deverá demonstrar a viabilidade econômica e financeira do novo município, estimando sua arrecadação e despesas; viabilidade política e administrativa, comprovando a existência de funcionários e bens necessários ao funcionamento dos Poderes Executivo e Legislativo; e a viabilidade sócio-ambiental e urbana, relatando, entre outras coisas, as redes de abastecimento de água e cobertura sanitária e a identificação de áreas protegidas ou de destinação específica, como áreas indígenas, quilombolas ou militar.

     

    Aprovada a criação do município, a eleição de prefeito, vice-prefeito e vereadores será feita no pleito municipal subseqüente. A instalação do novo município se dará com a posse dos eleitos. As normas para incorporação, fusão e desmembramento de municípios seguem os mesmos critérios para a criação das novas cidades. O projeto ressalva, inclusive, que não será permitida a criação de município se a medida resultar, para o município pré-existente, na perda dos requisitos estabelecidos para o surgimento dos novos.

    Foram necessárias várias votações para a aprovação da proposta. Primeiramente, foi aprovada urgência para sua inclusão na pauta. Depois, por temor do presidente Garibaldi Alves Filho de que não haveria quórum para aprovação da matéria - eram necessários 41 votos favoráveis, por se tratar de lei complementar -, foi rejeitado requerimento que pedia o adiamento da votação. O projeto foi aprovado por 46 votos a favor e dois contrários, sem nenhuma abstenção. Foi também aprovada, em turno suplementar realizado imediatamente após a primeira votação da matéria e com a unanimidade de 45 votos, emenda apresentada pelos senadores Valter Pereira (PMDB-MS) e Marisa Serrano (PSDB-MS) que convalida os plebiscitos já aprovados para criação de municípios no prazo estabelecido para a convalidação dos novos municípios.

     

    Na discussão da matéria, o senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS) tentou diminuir o número mínimo de habitantes necessários para a criação de municípios na Região Sul, no estudo de viabilidade, de 10 mil para cinco mil ou, pelo menos, sete mil. Emenda sua propondo essa diminuição para cinco mil já havia sido rejeitada pelo relator. Zambiasi informou que 361 dos 496 municípios gaúchos têm menos de 10 mil habitantes.

    O senador Renato Casagrande (PSB-ES), primeiro a se manifestar na discussão, apresentou diversos questionamentos, esclarecidos pelo relator. Também participaram da discussão, além de todos os senadores citados acima, os senadores Tião Viana (PT-AC), Arthur Virgílio (PSDB-AM), Jayme Campos (DEM-MT), Lúcia Vânia (PSDB-GO), José Agripino (DEM-RN), Osmar Dias (PDT-PR), José Nery (PSOL-PA) e Alvaro Dias (PSDB-PR).

     

    Fonte: Só Notícias
    16-10-2008 | 12:10
    O cenário de incerteza ainda paira sobre a indústria siderúrgica brasileira.

    Nesse momento, a expectativa é que a demanda por aço no Brasil cresça pelo menos 7% no próximo ano.

    É um tranco para quem prevê fechar este ano em 12%, depois de crescer bem acima disso em 2007, mas não chega a ser um mau negócio.

    "Em 2009, mesmo em um quadro recessivo do PIB ainda poderemos ter expansão da demanda no país", disse ontem, em São Paulo, Flávio Roberto Silva de Azevedo, presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), para quem a economia brasileira poderá assegurar alta de 3,5%. O dirigente afirmou que os principais setores consumidores de aço, como automotivo, construção civil, máquinas e equipamentos e indústria petrolífera, ainda não deram sinais de arrefecimento.

    E negou que haja parada nas usinas ou cortes de produção no que se refere a aço destinado ao mercado interno.

    "O que há são algumas acomodações de produção, como antecipação de paradas para manutenção já previstas". José Armando de Figueiredo Campos, presidente da ArcelorMittal Brasil e membro da diretoria do IBS, confirmou o corte na produção de placas para exportação da ArcelorMittal Tubarão, ex-CST, mas não confirmou o índice de 20% publicado pelo Valor.

    "Não é esse percentual e ainda estamos avaliando de quanto será", afirmou o executivo, dizendo que o programa de expansão da usina continua em ritmo normal.

    "Vamos concluir a ampliação da unidade de laminados a quente em fevereiro ou março e a nova linha de aço galvanizado em Santa Catarina.

    São projetos estratégicos e com visão de longo prazo", observou. Azevedo lembrou que no Brasil há muitos projetos de infra-estrutura em curso, como os do PAC (programa do governo federal) e de exploração de petróleo nos campos do pré-sal, que vão demandar bastante aço.

    Segundo o dirigente, diante do atual cenário, é uma boa oportunidade para o Banco Central iniciar um movimento de queda na taxa básica de juros, a Selic, que está em 13, 75%.
     "Se houvesse uma redução de meio ponto na próxima reunião do Copom [marcada para o fim deste mês] seria um bom sinal para a economia do país", afirmou. O consumo de aço no país, neste ano, está previsto para quase 25 milhões de toneladas.

    Deve desacelerar.

    A produção de aço bruto fica ligeiramente abaixo da projeção de 36,8 milhões de toneladas. Até o momento, segundo Azevedo, nenhum dos projetos novos ou de expansão, em andamento ou previstos para o país, foi suspenso ou adiado.

    São vários planos, alguns na fase de terraplanagem e obras civis, outros em montagem adiantada e alguns na fase de engenharia e cotação de equipamentos. "Não há problemas de recursos, pois as empresas dispõem de caixa e há financiamento do BNDES", disse. A carteira de projetos informados ao IBS, para até 2013, está dividida em três tipos: das usinas existentes, que adicionariam 18,9 milhões de toneladas sobre a atual capacidade de 41 milhões de toneladas; novos entrantes, com mais 6,8 milhões; e projetos em estudos, com mais 16,5 milhões. Especialistas do setor põe dúvidas sobre viabilidade de alguns deles, tanto do primeiro quanto do último caso.

     

    Fonte: CBIC
    16-10-2008 | 12:10
    Tendência em expansão, as redes de imobiliárias têm se tornado uma das principais soluções para garantir a comercialização de imóveis e melhorar o atendimento aos clientes, afirmam empresários do setor. Em Curitiba, o conceito também está se difundindo. É o que garante Luiz Carlos Borges da Silva, presidente do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR).

    "Existem várias redes que atuam independentemente em todo o Paraná." Em comum, aponta o presidente, vantagens como ter o imóvel divulgado por várias empresas, no caso dos proprietários que querem locar ou vender, e a comodidade de ter acesso a um amplo estoque de imóveis, sem precisar visitar várias empresas.

    "O cliente não precisa correr de imobiliária em imobiliária, já que os imóveis de cada uma delas pode ser consultado e oferecido por outra participante.

    Isso é o que torna uma rede de imóveis tão interessante", diz Silva. Uma das que atuam na capital paranaense é a Rede Imóvel Fácil, que tem a participação de 14 empresas: A.

    Fortiori, Captare Negócios Imobiliários, Casaredo Imóveis, Ciro Imóveis, Costa Júnior Imóveis, Imobiliária Futura, Imobiliária Sérgio Luiz, Investbens Assessoria Imobiliária, J. Chaves Imóveis, Nodal Imóveis, Norvalpa Imóveis, Otimóveis imobiliária, Toyo Imóveis e TW Imóveis. Após três anos de funcionamento, a associação afirma que a união das empresas melhorou o atendimento ao consumidor.

    "Além de o cliente ter mais comodidade, temos uma análise de qualidade das participantes, que dá ainda mais eficiência ao nosso atendimento", diz Dagoberto Pusch Neto, presidente da associação e diretor da Imobiliária Futura.

    Segundo ele, a rede tem uma carteira de 1,5 mil imóveis (para locação e venda) e 14 pontos de atendimento.

    "Temos imóveis em todas as regiões de Curitiba", comenta Pusch Neto.

    A equipe possui 150 corretores. Com o mesmo número de empresas participantes, a Rede Imóveis Paraná é outra opção.
    Dela, fazem parte as imobiliárias AZ Imóveis, Amilton Peres Imóveis, Imobiliária Andrade, Imobiliária Ideal Curitiba, Imobiliária Mota, Imobiliária Roma, Imobiliária X, Invebras Imóveis, Jamaica Imóveis, Kondor Imóveis, MF França Assessoria Imobiliária, Muraski Imóveis, Nakayoshi Imóveis e Paulo Celles Imóveis. Para um dos membros da associação, Paulo Celles, a estrutura é uma tendência.

    "Nos Estados Unidos, que é o maior mercado imobiliário do mundo, muitas empresas (cerca de 40% a 50%) atuam em rede.

    O Brasil deve seguir um caminho parecido."

    O proprietário da Paulo Celles Imóveis explica que isso deve ocorrer pela dificuldade de uma imobiliária atuar sozinha com qualidade no atendimento e rapidez de venda e locação.

    "Para se atingir isso, é preciso ter uma estrutura e uma cartela de imóveis muito grande", avalia.

    A Rede Imóveis Paraná tem cerca de mil imóveis em estoque e 140 corretores.

     

    Franquias  - Na mesma linha das redes de negociações, a Apolar aposta em seu sistema de franquias.

    São diversas empresas que levam o nome Apolar, mas que pertencem a diferentes proprietários.

    Hoje, segundo o superintendente da empresa, Michel Galiano, já são 44 unidades, que atuam em diversas regiões de Curitiba e de outras cidades.

    A rede tem atuação também no litoral do Paraná e de Santa Catarina. Neste mês, a Apolar anunciou sua expansão para a cidade de Joinville. Galiano também acredita que as redes são tendência no mercado imobiliário.

    "Hoje é bem mais vantajosa a atuação em parceria. 39% das nossas negociações são feitas dentro dessa rede", conta. Para Galiano, as vantagens do sistema de franquias de sua empresa, que já existe há mais de 10 anos, também vão da comodidade ao amplo estoque de imóveis. É a segurança, no entanto, que ganha papel de destaque.

    "Quando se oferece o imóvel por uma rede, o proprietário tem o controle de quem vai visitá-lo.

    Quando coloca por várias imobiliárias não interligadas, esse controle se torna mais difícil.

    As redes também representam segurança ao consumidor."

     

    Fonte: CBIC
    16-10-2008 | 12:10
    Profissionais da área de Segurança Pública do Rio terão prioridade no financiamento da casa própria. Será assinado amanhã o convênio de adesão do estado ao Plano de Habitação para Policiais do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

    Participarão da cerimônia o ministro da Justiça, Tarso Genro, o governador Sérgio Cabral e a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho. De imediato, os policiais terão acesso a mil unidades que estão sendo construídas em vários bairros e municípios do estado pelo Programa de Arrendamento Residencial (PAR).

    A renda máxima exigida é de R$ 2.800. O valor do imóvel não pode ultrapassar R$ 48 mil. As principais vantagens são o financiamento de 100% do valor do imóvel, o desconto em folha (prestações debitadas automaticamente no contracheque) e a liberação do empréstimo sem análise cadastral pela Caixa, responsável pela administração do programa.

    Um dos requisitos é que os policiais façam parte do Bolsa Formação (curso de aperfeiçoamento que oferece ajuda de custo de R$ 400).

    Segundo o Ministério da Justiça, policial que estiver com nome na Serasa ou SPC (serviços de proteção ao crédito) terá acesso sem restrição ao financiamento.

    Quem vai responder pela adimplência da categoria será o estado. Também será oferecida a carta de crédito com dinheiro do FGTS.

    Serão empréstimos de até R$ 50 mil para compra de imóveis novos, usados e na planta, além de poder usar o recurso para construção ou reforma.

    Os juros variam de 6% a 8,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial).

    Os interessados poderão procurar a agência da Caixa mais próxima.

     

    Fonte: CBIC
    15-10-2008 | 13:10
    O mercado imobiliário está aquecido.

    Nos últimos dois anos, construtoras de outros Estados se instalaram em Goiânia, atraídas pelo potencial de consumo da região.
     Apesar de a crise econômica jogar água gelada nos ânimos dos investidores, a previsão ainda é otimista, com aposta no público das classes C e D.

    "Adquirir imóveis sempre foi a opção mais segura de investimento", garante o diretor da Ênfase Imobiliária, Alex Delano. A conturbada conjuntura não atingiu o mercado de Goiás, mas o setor está apreensivo. "Não temos como prever as conseqüências.

    Graças à solidez da economia brasileira, não houve alterações drásticas no planejamento de vendas", disse Alex.

    Mas sua empresa já sente o primeiro reflexo da instabilidade: diminuiu a procura de imóveis por quem mora no exterior. Para ele, o momento gera especulação e atrapalha.
     "Os consumidores não podem desistir do sonho da casa própria."

    Os prazos de financiamentos serão reduzidos.

    Mas não chegarão a atrapalhar o fechamento do negócio. Em 2008, inúmeros empreendimentos imobiliários foram lançados.

    "As construtoras oferecem boa oportunidade para pôr fim ao aluguel." Financiamentos de até 20 anos, parcelas com valores reduzidos, simplificação das formas de pagamento, são algumas das facilidades aos clientes de renda média e baixa, que por muito tempo foram ignorados pelo mercado. A aposta no momento são os apartamentos de até R$ 70 mil, segundo o diretor da Ênfase, empresa com sete anos de atuação, especializada em empreendimentos a preços populares.

    Atualmente, a maior procura é pelo imóvel na faixa de R$ 140 mil, na planta. Embora em alta, empreendimentos ecologicamente corretos não são atraentes para consumidores das classes populares, por tornar o custo do imóvel mais alto.

    "Este mercado ainda é tímido." Clientes das classes D e E necessitam de atendimento diferenciado. "São mais inseguros.

    Toda a família participa do processo de escolha e precisa existir relação de confiança entre cliente e construtora", destaca.

     

    Fonte: CBIC
    15-10-2008 | 13:10
    A alta da taxa básica de juros (Selic) em agosto e o aprofundamento da crise financeira internacional já estão dificultando o acesso ao crédito para pessoas físicas e empresas.

    Segundo uma pesquisa mensal feita pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), divulgada ontem, os juros voltaram a subir em setembro, pelo quinto mês consecutivo.

    Além disso, os prazos dos financiamentos encolheram e os bancos e financeiras aumentaram o grau de exigências na hora de conceder um empréstimo. Segundo a Anefac, a taxa média de juros das operações de crédito ao consumidor subiu de 7,39% ao mês, em agosto, para 7,46% no mês passado. Anualizado, o custo médio dessas linhas passou de 135,27% para 137,12% - o maior patamar desde novembro de 2006. Para as empresas, a taxa média subiu de 4,27% para 4,36% mensais - ou de 65,16% para 66,88% ao ano.

    A taxa é muito superior à Selic, que foi reajustada para 13,75% ao ano na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central . - O agravamento da crise provocou também elevação dos juros futuros - observa Miguel Ribeiro de Oliveira, vicepresidente da Anefac. Prazo para compra de automóvel encolheu De acordo com a pesquisa da Anefac, algumas linhas para financiamento de veículos, cujos prazos chegavam a 70 meses, já encolheram para 60, no máximo.

    Na média, contudo, os prazos dessas linhas hoje variam entre 36 e 48 meses. Além disso, as instituições financeiras começaram a exigir entrada de 10% a 20% nos novos financiamentos. No crédito para a compra de bens variados (que incluem eletrodomésticos móveis e computadores), o prazo máximo não passa de 24 meses, contra 36 meses em agosto.

     

    Fonte: CBIC
    15-10-2008 | 13:10
    A Comissão do Direito da Mulher, vinculada à Ordem dos Advogados do Brasil (Secção Mato Grosso) lança hoje, durante solenidade realizada no Congresso Internacional de Direito de Família "Afeto e Estruturas Familiares", no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, o Manual dos Direitos da Mulher.

     

    O manual foi elaborado pelas advogadas Ana Lúcia Ricarte, Acenate Banagouro de Carvalho, Evely Bocardi de Miranda, Marilza Moreira de Figueiredo e toda uma comissão, com o objetivo de orientar as mulheres, em particular as das áreas periféricas sobre seus direitos. Ele traz uma série de esclarecimentos sobre como elas devem proceder para garantir seus direitos, principalmente quando forem vítimas de violência nas ruas, no trabalho e em casa.

     

    A advogada Ana Lúcia Ricarte, presidente da comissão, diz que a divulgação do manual será importante para que as mulheres de todo o Estado e do país conheçam seus direitos. Segundo ela, o objetivo é fazer com que o manual chegue a todas as secretarias de assistência social do Estado.

     

    Para isso, é importante que surjam parceiros para a impressão de mais exemplares.

    No ano passado 14.714 mulheres foram vítimas de violência em todo o Estado, sendo que em Cuiabá o número foi de 6.812..

     

    Congresso - Renomados especialistas em direito de família, inclusive do Uruguai, Argentina, Portugal, Espanha e Peru participam nos próximos dias 16 e 17 do Congresso Internacional de Direito de Família "Afeto e Estruturas Familiares", promovido pelo Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFAM) em parceria com o núcleo regional do órgão em Mato Grosso.

     

    Serviço - O telefone para quem quiser ser parceiro na impressão de novos exemplares é (65) 3613-0900.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-10-2008 | 13:10
    O cenário de incerteza ainda paira sobre a indústria siderúrgica brasileira.

    Nesse momento, a expectativa é que a demanda por aço no Brasil cresça pelo menos 7% no próximo ano.

    É um tranco para quem prevê fechar este ano em 12%, depois de crescer bem acima disso em 2007, mas não chega a ser um mau negócio.

    "Em 2009, mesmo em um quadro recessivo do PIB ainda poderemos ter expansão da demanda no país", disse ontem, em São Paulo, Flávio Roberto Silva de Azevedo, presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), para quem a economia brasileira poderá assegurar alta de 3,5%.

     

     O dirigente afirmou que os principais setores consumidores de aço, como automotivo, construção civil, máquinas e equipamentos e indústria petrolífera, ainda não deram sinais de arrefecimento.

    E negou que haja parada nas usinas ou cortes de produção no que se refere a aço destinado ao mercado interno.

    "O que há são algumas acomodações de produção, como antecipação de paradas para manutenção já previstas".

     

    José Armando de Figueiredo Campos, presidente da ArcelorMittal Brasil e membro da diretoria do IBS, confirmou o corte na produção de placas para exportação da ArcelorMittal Tubarão, ex-CST, mas não confirmou o índice de 20% publicado pelo Valor.

    "Não é esse percentual e ainda estamos avaliando de quanto será", afirmou o executivo, dizendo que o programa de expansão da usina continua em ritmo normal.

    "Vamos concluir a ampliação da unidade de laminados a quente em fevereiro ou março e a nova linha de aço galvanizado em Santa Catarina.

    São projetos estratégicos e com visão de longo prazo", observou. Azevedo lembrou que no Brasil há muitos projetos de infra-estrutura em curso, como os do PAC (programa do governo federal) e de exploração de petróleo nos campos do pré-sal, que vão demandar bastante aço.

    Segundo o dirigente, diante do atual cenário, é uma boa oportunidade para o Banco Central iniciar um movimento de queda na taxa básica de juros, a Selic, que está em 13, 75%.
     "Se houvesse uma redução de meio ponto na próxima reunião do Copom [marcada para o fim deste mês] seria um bom sinal para a economia do país", afirmou. O consumo de aço no país, neste ano, está previsto para quase 25 milhões de toneladas.

    Deve desacelerar.

    A produção de aço bruto fica ligeiramente abaixo da projeção de 36,8 milhões de toneladas. Até o momento, segundo Azevedo, nenhum dos projetos novos ou de expansão, em andamento ou previstos para o país, foi suspenso ou adiado.

    São vários planos, alguns na fase de terraplanagem e obras civis, outros em montagem adiantada e alguns na fase de engenharia e cotação de equipamentos. "Não há problemas de recursos, pois as empresas dispõem de caixa e há financiamento do BNDES", disse.

     

     A carteira de projetos informados ao IBS, para até 2013, está dividida em três tipos: das usinas existentes, que adicionariam 18,9 milhões de toneladas sobre a atual capacidade de 41 milhões de toneladas; novos entrantes, com mais 6,8 milhões; e projetos em estudos, com mais 16,5 milhões. Especialistas do setor põe dúvidas sobre viabilidade de alguns deles, tanto do primeiro quanto do último caso.

     

    Fonte: CBIC
    15-10-2008 | 13:10
    CÂNCER DE PELE - Mato Grosso é um dos Estados com maior tendência ao câncer de pele do país. Por conta da localização geográfica, sofre durante quase todo ano grande incidência de raios solares utravioleta (UVA e UVB). Mesmo assim, a população não se cuida. Conforme uma estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) para 2008, os casos de doença no Estado teriam um crescimento de 35% em relação ao ano passado, com 5,270 mil novos diagnósticos. Por uma questão climática, o aumento maior seria justamente no câncer de pele não melanoma com 1,470 mil novos casos.

     

    A doença geralmente acomete pessoas brancas e com mais 40 anos. Por desconhecer ou não se importar com os perigos do sol, mais de 94% dos pacientes com câncer não utilizavam medidas de fotoproteção, que incluem filtro solar, óculos de sol, chapéus, boné e horários adequados de exposição. Para tentar reverter o quadro da doença, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realizará no dia 8 de novembro, das 9h às 15h, a 10ª edição da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele. Cerca de 50 dermatologistas mato-grossenses farão atendimentos em postos distribuídos em Cuiabá, Várzea Grande, Tangará da Serra, Sinop, Primavera do Leste, Rondonópolis e Cáceres.

     

    O dermatologista Roque Oliveira Neto explica que serão oferecidos exames completos da pele e orientações sobre os cuidados com a exposição solar, prevenção e descoberta precoce da doença. Os casos mais simples com diagnósticos positivos serão encaminhados imediatamente ou a partir de pré- agendamento para tratamento ou cirurgia. Já os pacientes com diagnóstico mais complexos serão encaminhados ao Centro Estadual de Referência de Média e Alta Complexidade (Cermac). "O câncer é um crescimento desordenado das células da pele, por efeito cumulativo da exposição da pele ao sol".

     

    O tumor mais frequente é basocelular, que acomete em média 65% dos pacientes. Os primeiros sintomas em geral aparecem no rosto, a partir de um caroço de difícil cicatrização. O espinocelular e queratoacantoma também são comuns, o primeiro gera lesões que nunca cicatrizam, o segundo é um caroço no dorso das mãos. Mais severo, o melanoma começa uma mancha escura na pele, as bordas são irregulares e o diâmetro assimétrico. Pode levar à morte.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-10-2008 | 13:10
    HORÁRIO DE VERÃO - À zero hora do próximo domingo (19) começa o horário de verão. Os relógios deverão ser adiantados em uma hora nos Estados das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste e permanecer assim até o terceiro domingo de fevereiro de 2009, com duração de 120 dias. O horário de verão é realizado há 38 anos e tem o objetivo de reduzir a demanda por energia já que a luz natural é característica do período, em que os dias são mais longos. A queda no consumo é verificada o dia todo, principalmente no horário de ponta.

     

    Para este ano, a Centrais Elétricas Mato-grossenses (Cemat) projeta uma redução na demanda de 5,9% no horário de maior consumo, entre as 17h30 e 20h30 (horário de Mato Grosso), e durante o dia a economia deve ficar em torno de 0,8%. No Sistema Interligado Nacional (SIN) a economia deve chegar a 16,402 mil megawatts hora (MWh), o suficiente para abastecera cidade de Chapada dos Guimarães por nove meses. Já Sistema Isolado, em que as usinas térmicas usam o óleo diesel para geração de energia, a economia pode chegar a 237 MWh, o que daria para atender a população de Rondolândia por dois meses e deixar de queimar 71,248 mil litros do combustível. No Estado estão em operação 14 usinas movidas a diesel.

     

    O diretor de Engenharia da Cemat, José Adriano Mendes Silva afirma que com o horário de verão a redução na demanda de energia é maior na classe residencial, já que as pessoas, ao sair do trabalho, vão aproveitar a claridade do dia e fazer outras atividades antes de ir para casa. Já na classe comercial e industrial o reflexo não é tão significativo. "As pessoas vão fazer uma caminhada, ou fazer outras coisas à luz do dia antes de ir para casa", diz ao acrescentar que no país, conforme o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a redução deve ficar entre 4% e 5%.

     

    Geração x consumo - Silva afirma que o horário de verão não deve ser encarado de forma isolada, em benefício somente do Estado e sim para o país. Ele diz que o Mato Grosso continua na condição de exportador de energia tendo uma produção de 1,9 mil MWm quando a Termelétrica de Cuiabá opera em carga máxima (480 MW). Mesmo com a paralisação da unidade, o Estado continua exportando, já que o consumo máximo registrado este ano, que ocorreu em setembro, foi de 1,020 mil MW, e que cerca de 400 MW foram despachados no SIN.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-10-2008 | 13:10
    A Rede Cemat divulgou ontem boas previsões de economia energética para o período a partir do próximo domingo, quando os relógios devem ser adiantados em uma hora por causa do novo horário de verão. A economia prevista é equivalente ao abastecimento de uma cidade como Chapada dos Guimarães por nove meses. Para alguns, porém, este é um período de incômodos devido às mudanças na rotina, que podem ser amenizadas com algumas medidas simples.

    As dificuldades para acordar mais cedo, comuns durante o horário de verão, podem ser diminuídas simplesmente mantendo-se as janelas abertas durante o sono pelo menos nos primeiros dias de vigência do horário de verão. A claridade do sol ajuda na sincronização do relógio biológico com o novo horário.

    Segundo o site do Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos da Universidade de São Paulo (Usp), muitos tentam adiantar o relógio já no sábado, esperando se acostumarem um pouco antes ao novo horário de acordar durante a semana de trabalho. O site avisa que a medida pode até funcionar, mas que o período de adaptação do organismo leva pelo menos quatro dias.

    O volante também se torna perigoso durante esse período. Com sono “em falta”, a pessoa torna-se mais suscetível a irritações e à sonolência durante a direção. Uma pesquisa canadense, citada pelo site, constatou que os acidentes de trânsito aumentavam em 7% dias no dia após o início do horário de verão. Coincidência ou não, terminado o período, o número de acidentes caía 7%.

    Irritações à parte, a Cemat destaca que “o horário de verão representa um esforço conjunto das empresas e da população em prol de um resultado nacional”. De fato, a economia nas últimas edições do horário em Mato Grosso tem sido crescente. José Adriano Mendes, diretor de Engenharia da Cemat, observa que o Estado chega a exportar energia, apesar de ter aumentado o consumo.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    15-10-2008 | 13:10
    Compositor deixou 211 peças para piano, entre elas “Apanhei-te Cavaquinho” e “Odeon”. Pianista mato-grossense faz recital com suas canções

    No próximo sábado, no CineSESC, acontece uma homenagem ao genial Ernesto Nazaré. O pianista e compositor é um dos maiores músicos brasileiros tendo legado uma vasta obra ainda com grande parte inédita de choros e outros gêneros. A despeito da discussão e até da nomenclatura dada por ele de “tango brasileiro”, suas composições evocam as ruas e as salas de concerto. São como peças sutis que desfilam entre o erudito e o popular.

    Foram 211 peças completas para piano. E suas obras mais conhecidas são: "Apanhei-te, cavaquinho!...", "Ameno Resedá" (polcas), "Confidências", "Coração que sente", "Expansiva", "Turbilhão de beijos" (valsas), "Bambino", "Brejeiro", "Odeon" e "Duvidoso" (tangos brasileiros).

    Ernesto Nazareth nasceu no Rio de Janeiro, em 20.03.1863 e faleceu nessa mesma cidade, em 04.02.1934. Começou os estudos de piano com sua mãe, Carolina da Cunha Nazareth. Foi aluno de Eduardo Madeira e colega de Olavo Bilac. Teve ainda aulas de piano com Lucien Lambert e se tornou profissional. Compunha, lecionava e vivia do piano. Suas partituras eram vendidas aos milhares, mas não lhe garantiam a sobrevivência, pela falta de ordenamento dos direitos autorais. Em 14 de julho de 1886, casou-se com Teodora Amália de Meireles, e a ela dedicou a valsa “Dora”, inédita até então.

    Entre os fatos curiosos está o fato de ele ter uma mão muito grande o que dificulta a execução das suas peças, no final da vida, com o agravamento da surdez, tocava debruçado sobre o piano para conseguir ouvir sua própria música. Em 1933, apresentou graves perturbações mentais e foi internado no Instituto Neurosifilis da Praia Vermelha, sendo posteriormente transferido para a Colônia Juliano Moreira.

    Há uma lenda segundo a qual ele teria sido encontrado morto debaixo de uma cachoeira. “A sua postura era impressionante. Estava sentado, com a água lhe correndo por cima, com as mãos estendidas, como se estivesse tocando algum choro novo, que nunca mais poderemos ouvir...” (Juvenal Fernandes, in Ernesto Nazareth, Antologia, Ed. Arthur Napoleão Ltda. AN-2087/88).

    Dele, disse Villa-Lobos: "Suas tendências eram francamente para a composição romântica, pois Nazareth era um fervoroso entusiasta de Chopin." Querendo compor à maneira do mestre polonês e não possuindo a capacidade necessária para uma perfeita assimilação técnica, fez, sem o querer, coisa bem diferente e que nada mais é do que o incontestável padrão rítmico da música social brasileira. De qualquer maneira, Nazareth é uma das mais notáveis figuras da nossa música.

    Quem vai executar o admirável repertório é o pianista Luiz Renato Dias, natural de Guiratinga e um apaixonado pelo piano. Luiz Renato que fez este ano uma homenagem à Dunga Rodrigues e também fez trilha ao vivo para filme mudo retorna com o prato cheio para bons ouvintes. A entrada é gratuita. O concerto acontece no no CineSESC às 20 horas do dia 18/10, sábado.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    15-10-2008 | 13:10
    Aproximadamente 30 representantes sindicais do setor industrial de Mato Grosso, divididos por diversos segmentos e municípios participaram, ontem e hoje (13 e 14), do curso ‘O Líder Sindical e o Sistema de Representação da Indústria Brasileira’, na sede do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), em Cuiabá. Ministrado pelo administrador e consultor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Irani Carvagnoli, o curso integra o primeiro módulo do Programa de Desenvolvimento Associativo (Prodeia) da Fiemt, dividido em oito etapas. O objetivo é elevar a representatividade e a sustentabilidade dos sindicatos industriais, de acordo com as diretrizes do Mapa Estratégico da entidade.

    O primeiro módulo visa reconhecer o papel das lideranças sindicais no fortalecimento do Sistema de Representação da Indústria, compreendendo as habilidades e competências necessárias para uma atuação eficaz. O módulo busca, também, apontar os principais elementos do sistema sindical no Brasil e as transformações na categoria, além da estrutura do Sistema Indústria, identificando a missão e atuação de cada uma das instituições que a compõem. “Trata-se de proporcionar ao líder sindical uma visão integrada do Sistema, além de sensibilizá-lo quanto à sua importância no que se refere à representatividade”, avalia o presidente em exercício do Sistema Fiemt, Jandir José Milan.

    O superintendente da instituição, José Carlos Dorte, apresentou a estrutura e trabalho do Sistema Indústria em âmbito regional - Sistema Fiemt. Para o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínio do Estado de Mato Grosso (Sindilat), Eldor Sontag, a iniciativa ocorre em momento oportuno. “Fala-se em mudança, melhoria e competitividade e, neste sentido, ações como esta são de fundamental importância, já que aprimoram a atuação dos líderes sindicais”, pontua. O Prodeia integra, em âmbito nacional, o Programa de Desenvolvimento Associativa (PDA) da CNI. O curso será finalizado hoje (14). O próximo módulo está previsto para o mês de novembro. Informações: (65) 3611-1582.

     

    Fonte: Olhar Direto
    14-10-2008 | 12:10
    Boa parte das empresas que atuam na área de prestação de serviços - transportes, telecom, saúde e o mercado imobiliário -, acredita que, mesmo sendo afetadas pela crise financeira internacional ano que vem, 2009 ainda será melhor do que este ano, como previam antes de ser deflagrado o caos da queda de ações e da crise internacional, que completa um mês esta semana.

     

    Para a Trends Engenharia e Tecnologia, empresa especializada em infra-estrutura e projetos de transportes, mesmo com o cenário conturbado, o ano que vem será forte e a previsão é de dobrar o faturamento.

    "Acabamos de fechar vários contratos novos no setor de transporte e temos uma série de projetos. Este ano devemos faturar R$ 90 milhões.

    Como fechamos para o ano que vem contratos em parceria que englobam até R$ 700 milhões, a parte da Trends será cerca de R$ 200 milhões.
    Com isso, resolvemos até abrir uma nova sede", afirmou, Paulo Benites, presidente da Trends.
     O executivo diz que mesmo com a segurança dos negócios acertados para o ano que vem, a empresa está preocupada de os investimentos do governo sofrerem impacto, se o País não crescer o previsto.
     "Hoje é incerto fazer prognóstico, mas esperamos o mercado se acalmar.

     

    Temos vários contratos e não podemos parar", ressaltou Benites.

     

     Para não impactar em cheio o volume de contratos assinados com valores em moeda nacional, a empresa estuda procurar mais produtos no mercado nacional, e assim evitar as importações.

    "Os contratos financiados em dólar não trazem problema, mas os assinados exclusivamente em valores em reais, trazem impacto.

    A saída é importar menos e o mercado produzir mais no Brasil." Junto a consórcios com empresas asiáticas, a Trends garante o interesse em disputar licitações de grande porte no Brasil, como a do Trem de Alta Velocidade (TAV) - popularmente chamado de trem-bala -, cuja disputa deverá acontecer a partir de março do ano que vem, e envolverá investimentos estimados em US$ 15 bilhões, segundo fontes do setor

     

    Orçamento - Apesar da proximidade do final do ano, em que as empresas começam a fechar seus orçamentos para o ano seguinte, para a Trends Engenharia e Tecnologia esse é um momento até arriscado, mas Paulo Benites, presidente da Trends, acredita que, por enquanto, o Brasil terá um desempenho, em 2009, de crescimento em seu Produto Interno Bruto (PIB) de 4% a 4,5%.

    Porém, o executivo afirma que se o cenário externo não se acalmar, poderá haver retração da economia, e essa alta ser de 2% a 2,5% no PIB, mas isso no mínimo .

    "O dólar deve ficar ao patamar de R$ 2 a R$ 2,4.

    Não acredito no patamar de R$ 1,60 novamente.

    O Brasil está em uma situação melhor que o resto do mundo, a nossa economia está mais estável que Europa e a dos Estados Unidos. Vejo um crescimento consistente", declara. Entre os novos contratos fechados recentemente pela empresa, apenas para o Metrô de São Paulo, na linha 2, a Trends, em consórcio com a portuguesa Efacec, terá R$ 170 milhões para fornecer serviços em energia e sistemas auxiliares.

    Já na CPTM, o consórcio é também com a portuguesa Efacec, além da norte-americana Union Switch & Signal, cuja obra é na ordem de R$ 200 milhões para sinalização e energia nas linhas A e S.

    A empresa também fará obras nas cidades de Recife (PE) e Fortaleza (CE) - áreas que têm forte demanda em infra-estrutura e transportes.

     

    Saúde - Outra também mais esperançosa com os negócios no ano que vem é a maior operadora de planos de saúde do País, a Central Nacional Unimed, que estima fechar 2008 com um faturamento de R$ 800 milhões e mais de 770 mil clientes no Brasil.


    A empresa analisa que o próximo ano ainda sinaliza um período fértil, na opinião do presidente do Grupo, Mohamad Akl.



    Ele estima que o setor não sofra tanto impacto - ao menos por enquanto.


    "A crise americana, não somente na área de saúde, faz mais estrago com quem tem parceiros americanos, mas o Brasil está mais calmo", diagnostica.

     

     Para 2009, o presidente da companhia mantém certo otimismo.
    Ele projeta que o crescimento do PIB brasileiro fique abaixo de 4,5% e uma inflação dentro das metas que o governo prevê.
    "Com o dólar mais alto existe um favorecimento às exportações e isto beneficia o mercado interno. De forma indireta, beneficia a área de planos médicos, pois as empresas procuram fornecer mais planos de saúde.

     

     É uma forma de fidelizar e agradar o funcionário.

    Mesmo se a crise avançar, acredito que é o último benefício que a empresa corte é o plano de saúde do funcionário."

    A operadora garante que não vai rever suas projeções para baixo, e acredita crescer acima de 10%.

    "No ano passado prometamos 10% e já crescemos 14% este ano", ressalta Mohamad Akl.

     

     Já no mercado de construção, as empresas com obras voltadas ao segmento de alta renda, estão ainda otimistas, como a Stan e Tishman Speyer que não vai rever suas expectativas e metas para 2009.

    Procuradas pela reportagem sobre as projeções para 2009, as companhias Abyara, Camargo Corrêa e Tenda informaram que estão em fase de planejamento e reavaliando estratégias.

     

    Fonte: CBIC
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