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Domingo, 25 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    14-10-2008 | 12:10
    O curto espaço do programa de governo do prefeito Iris Rezende destinado ao problema do lixo se concentra em um dos maiores desafios para a administração municipal: o que fazer com o entulho gerado pela construção civil.

    No primeiro mandato de Iris nenhuma medida foi tomada para diminuir a produção de entulho pela iniciativa privada e para incentivar a reciclagem de pelo menos parte desses resíduos. Dentre as promessas para o segundo mandato, citadas no plano de governo lançado durante a campanha pela reeleição, está a reciclagem do entulho.

    Três dos quatro tópicos da abordagem sobre o lixo se referem aos resíduos da construção civil. É um problema com dimensões quase imensuráveis e que, mesmo assim, passou despercebido durante diversas gestões municipais.

    O poder público ignorou o êxito econômico das empresas de construção e a própria melhoria de renda da população, fatores que provocaram um conseqüente aumento da produção de entulho.

    São até 1,5 mil toneladas de lixo por dia, gerados por grandes construtoras ou por moradores que decidem ampliar ou reformar suas casas.

    A quantidade é superior à de lixo doméstico. Empresas proprietárias de caçambas recolhem esses resíduos, que, por lei, não podem ser levados para o aterro sanitário. Sem um aterro específico, a solução encontrada é levar o entulho para a margem de córregos, áreas verdes, estradas vicinais, lotes baldios e até para cidades vizinhas.

    Goiânia está exportando lixo da construção civil para Aparecida de Goiânia, Senador Canedo e Trindade.

     

    Obrigações legais  A seriedade do problema motivou a elaboração de um projeto de lei que busca regularizar a destinação do entulho, cobrando responsabilidades de quem o produz.

    O texto já está pronto e deve ser encaminhado pelo prefeito Iris Rezende à Câmara de Goiânia no início de sua próxima gestão. A aprovação, porém, pode esbarrar nos interesses do setor de construção civil e nas dificuldades do Município de administrar tanto entulho. Conforme o texto do projeto de lei existente hoje (pode haver mudanças até a apresentação do projeto na Câmara), fica proibida a destinação de entulho para áreas de encostas, lotes vagos, córregos e áreas não-licenciadas.

    Para o aterro sanitário só podem ser levados resíduos em quantidade suficiente para forrar as células que contêm lixo comum, como ocorre hoje.

    O projeto prevê uma área para a reciclagem de resíduos da construção civil, onde seria construída uma usina.

    A área já foi definida pela Prefeitura, mas a usina é apenas um projeto.

    O texto especifica ainda a criação de pontos de entrega de pequenas quantidades de entulho.


    O Município só receberia até 2 metros cúbicos de resíduos por pessoa.
     Os grandes geradores precisariam de uma licença ambiental. Com a licença em mãos, passariam executar um projeto de gerenciamento de resíduos da construção.

    Primeiro, a construtora deve caracterizar o entulho que está produzindo.

    Depois, deve controlar o entulho transportado.

    Hoje, as construtoras lavam as mãos e atribuem a responsabilidade do depósito de entulho em áreas verdes, por exemplo, às empresas proprietárias de caçambas.

     

    Improviso  

    Seja por falta de vontade política ou pelos interesses econômicos por trás, a concretização de uma usina de reciclagem de entulho e até mesmo da área específica para receber os resíduos é um projeto distante.

    É a mesma dificuldade enfrentada pelo Município para dar um destino ao lixo tecnológico. Diante da grande quantidade de computadores e peças velhas, descartados clandestinamente muitas vezes, a Prefeitura improvisou uma área chamada de aterro 2 para receber o lixo, enquanto tenta achar uma solução.

    Um levantamento da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) mostra que 70% dos resíduos tecnológicos produzidos em Goiânia são acondicionados de forma incorreta.

    Compõem esse lixo pelo menos 2 toneladas de placas de computadores, 650 quilos de monitores e teclados e 1 tonelada de baterias automotivas descartados por mês.

     

    Fonte: CBIC
    14-10-2008 | 12:10
    Estar em dia com a agenda sustentável é a meta de boa parte das indústrias de materiais de construção. A cada semana, produtos com bandeira verde surgem nas prateleiras, mas discernir o marketing de soluções reais não é tarefa simples para o consumidor.

    O princípio na escolha deve considerar o ciclo de vida do produto, desde o modo e o local de produção até o transporte para o ponto de uso. Entram na equação a capacidade de reaproveitamento do material e a deposição de seus resíduos ao fim da vida útil.

    Trocando em miúdos, produtos ecologicamente corretos estão mais próximos do seu estado natural, usam menos componentes químicos e têm grande potencial de transformação.

    "Materiais de baixo impacto ambiental são fundamentalmente os produzidos na própria região e que não são tóxicos", aponta o professor Miguel Sattler, da UFRGS. Da fundação ao revestimento, há opções menos agressivas ao ambiente.

    Nas paredes, tijolos, por exemplo, são mais interessantes do que o cimento para o conforto térmico, por transmitirem menos calor e manterem a temperatura estável.

    Ao escolher o cimento, não há alternativas ecológicas, porém há materiais menos agressivos, como o CP 3, feito de resíduos da indústria cimenteira. Pisos de madeira de demolição, certificada ou de reflorestamento, em salas e quartos, também proporcionam temperatura agradável.

    Outra possibilidade é uma manta ecológica feita de pó de madeira, resina de pinheiro, óleo de linhaça, pó calcário, pigmentos minerais e juta, que faz as vezes de carpete.

    Na área molhada, uma solução pode ser o chão de cimento queimado. Para a pintura, tintas à base de cal e de terra possuem tonalidades que vão do amarelo ao marrom.

    O PVC da parte hidráulica pode ser completamente trocado pelo plástico PPR, que suporta água quente.

     

    Fonte: Olhar Direto
    14-10-2008 | 12:10
    A projeção de analistas de mercado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,14% para 6,20% neste ano. A estimativa consta do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central com base em pesquisa realizada com analistas sobre os principais indicadores da economia.

    Para 2009, os analistas mudaram a expectativa de 4,85% para 4,80%. A meta oficial de inflação para 2008 e o próximo ano é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, o limite superior da meta é de 6,5% e o inferior, de 2,5%.

    No mercado paulista, a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe) da Universidade de São Paulo (USP) permanece em 6,38% neste ano. Para 2009, no entanto, foi reajustada de 4,59% para 4,70%.

    Quanto aos preços administrados por contrato, a expectativa permanece em 3,70% em 2008 e em 5,10% no próximo ano. Esse indicador diz respeito aos valores cobrados por serviços monitorados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo e outros).

    Para o mercado atacadista, a projeção do Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu de 9,77% para 10,07%, neste ano, e de 5,33 % 5,42% em 2009. A estimativa para o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), passou de 10,10% para 10,37%, neste ano, e subiu de 5,40% para 5,50% em 2009.

     

    Fonte: Mídia News
    14-10-2008 | 12:10
    Os governos não conseguirão cumprir a meta de reduzir a perda de biodiversidade até 2010, afirmam especialistas ouvidos pela BBC News.

    O acordo da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CBD, na sigla em inglês) foi fechado durante a Eco-92, mas assinado apenas em 2002.

    Segundo o documento, firmado por cerca de 200 países, a meta é "atingir até 2010 uma redução significativa no atual índice de perda de biodiversidade a nível global, regional e nacional, como uma contribuição para a redução da pobreza e para o benefício de toda a vida na Terra".

    No entanto, dez especialistas presentes no Congresso Mundial de Preservação são unânimes em afirmar que a meta não será cumprida.

    Eles dizem que os indicadores de progresso globais não indicam melhorias e poucos governos adaptaram a meta às suas legislações nacionais.

    Nem todos os especialistas questionados pela BBC quiseram tornar públicas suas opiniões e alguns dizem que há certa relutância em "envergonhar" os governos sobre seus fracassos nessa questão.

    Outros sugerem ainda que a meta já não era "atingível" quando o documento foi assinado, há seis anos.

    Indícios
    Ahmed Djoghlaf, secretário-executivo da CBD, disse à BBC que a meta para 2010 só seria cumprida através de ações de urgência dos governos, o que "segundo todos os indicadores, seria pouco viável".

    Na semana passada foi divulgada a Lista Vermelha das Espécies em Extinção, que revela que cerca de 25% dos mamíferos no planeta estão ameaçados de extinção.

    Também na semana passada, uma revisão da ONU sobre a economia da perda de biodiversidade mostrou que a degradação das florestas ao redor do mundo custa mais à economia global todos os anos do que a atual crise no sistema bancário.

    Georgina Mace, diretora do Centro para Biologia da População do Imperial College, em Londres, acredita que não há chances de atingir a meta prevista em 2002.

    Ela cita algumas formas usadas para medir a biodiversidade e afirma que "virtualmente todas as tendências que causam a perda das espécies e ecossistemas continuam em nível global".

    O diretor de políticas globais Congresso Mundial de Preservação, Gordon Shepard, ressalta ainda que a convenção não trata de assuntos multilaterais como a construção de estradas, a mudança climática, a poluição e a expansão agrícola. 

    "Na realidade, as pessoas com poder de decisão nessas áreas, sejam os governos ou empresas, têm muito mais poder que os ministros de Meio Ambiente, que não possuem as ferramentas para combater o abuso dos recursos naturais ou do consumo", disse. 

    Progresso 
    Para Thomas Lovejoy, presidente do centro de estudos Heinz Center, em Washington DC, nos Estados Unidos, há sinais de progresso no cumprimento da meta em diferentes lugares do mundo, como Costa Rica e Butão.

    "Em 43 anos nós passamos de apenas uma floresta protegida, a Amazônia, para 40% de áreas que estão de alguma forma protegidas", afirmou.

    "Não é o suficiente para manter a integridade do ecossistema, mas é uma grande conquista", disse Lovejoy.

    A Europa foi o continente que demonstrou o maior progresso para atingir a meta. De acordo com um estudo recente, os países europeus estão trabalhando para conter a perda de biodiversidade - mas até 2050, e não 2010.

    Segundo Djoghlaf, a meta de 2010 serviu pelo menos para colocar a questão da diminuição da biodiversidade em destaque nos âmbitos público e político.

    "As pessoas estão mais alertas, prontas para se envolver na questão, o comportamento nas empresas está mudando e a biodiversidade está se tornando um assunto de negócios porque os empresários sabem que o mercado futuro é verde e eles têm que se adaptar", disse. 

    No entanto, Lovejoy afirma que, apesar das iniciativas, os ecossistemas e diversas espécies já foram irremediavelmente ameaçados.

    "Não é mais uma questão sobre a possibilidade de uma sexta grande extinção na história da Terra. Ela já está acontecendo e a questão é quão grande vamos deixar que ela se torne", disse.

     

    Fonte: Olhar Direto
    14-10-2008 | 12:10
         A América Latina não precisa mais da ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) para sair da atual crise financeira mundial, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Espanha, onde recebeu na segunda-feira o Prêmio Don Quixote de la Mancha.
         
         "Acabou isto de que o mercado pode tudo. Acabou o tempo em que nós, as economias emergentes, dependíamos do FMI, acabou uma América Latina sem voz própria", afirmou Lula em entrevista a quatro jornais espanhóis, entre eles El País e El Mundo.
         
         Para o presidente do Brasil, esta "é a primeira crise em muitas décadas que questiona as bases do modelo do novo capitalismo, onde o mercado tudo pode e o individualismo predomina sobre os interesses colectivos. Acredito que esta fase vai acabar a partir de agora".
         
         "Provavelmente houve pessoas que, depois da crise das hipotecas 'subprime', mudaram seu foco de investimento para especular com alimentos e petróleos. Porém, isto tem que parar".
         
         "Não podemos permitir que a economia virtual possa superar a economia real. Um prato de comida ou a compra de uma casa ou de um automóvel não podem estar subordinados a uma economia de troca de papel", disse.
         
         "A crise não é mais um problema apenas dos bancos, é dos poupadores. E quando é dos credores passa a ser uma questão de Estado".
         
         "O Tesouro público de cada país deve garantizar a liquidez para manter o acesso ao crédito e é necessário garantir as economias das pessoas", acrescentou Lula, que é partidário de uma regulamentação mundial dos bancos.
         
         Lula, que deixará a Espanha com destino à Índia para abordar com este governo a paralisia das negociações multilaterais para a liberalização comercial, reiterou que "a rodada de Doha não é um problema econômico, é político".
         
         A respeito do Brasil, garantiu que saberá superar a crise e mencionou o plano de investimentos apresentado pela Petrobras de 112 bilhões de dólares.
         
         "Em breve seremos um dos grandes produtores de petróleo do mundo", prometeu.
         
         Além disso, considerou que apesar do aumento dos gastos militares na região, não existe uma corrida armamentista na América do Sul.
         
         "Cada governo tem que ter o mínimo necessário para proteger sua soberania e a tranqüilidade de seus cidadãos".
          Fonte: 24 Horas News
    14-10-2008 | 12:10
    Nenhuma obra de infra-estrutura assumida pela governo vai parar por causa da instabilidade dos mercados internacionais, voltou a garantir hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, tanto as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) quanto as atividades da Petrobras vão continuar. Lula disse ter certeza de que os investimentos das grandes empresas também não irão cessar.

    "É importante a gente ficar preocupado e atento com a crise, mas também saber que o governo não vai permitir que as obras que contratamos e iniciamos sejam paralisadas. Tudo vai continuar acontecendo neste país. E cada vez que acontecer um problema, vamos resolver sem criar o pânico que alguns querem que se crie."

    Em seu programa semanal Café com o Presidente, Lula lembrou a reunião entre líderes europeus e norte-americanos na semana passada para discutir estratégias que aliviem a crise. Ele considerou a iniciativa "uma novidade na economia mundial" já que, pela primeira vez, o mundo vive uma crise "que ataca o âmago dos países ricos e do capitalismo".

    "A crise ainda não chegou a muitos países periféricos porque todos os que resolveram fazer com que o sistema financeiro vivesse de especulação estão com problema. Graças a Deus, os bancos brasileiros não entraram nisso e, portanto, estão muito mais tranqüilos. O fato desta crise ter começado no coração do país mais importante do planeta, que é os Estados Unidos, está levando dirigentes mundiais a discutir coletivamente uma saída global".

    Para Lula, o atual cenário sinaliza a necessidade de regulamentação para o funcionamento do sistema financeiro mundial.

    Ao comentar a viagem que fará à Espanha, Índia e Moçambique nesta semana, o presidente adiantou que, além da crise econômica, temas como os biocombustíveis e a parceria Brasil-Espanha também entrarão em pauta. Para ele, esses encontros serão importantes, inclusive para a conclusão da Rodada Doha.

    "Sobretudo na Índia, um dos países que tem uma certa divergência com os Estados Unidos. Na semana passada, conversei com o presidente Bush e fui informado sobre a divergência entre eles. Vou conversar com o primeiro-ministro Singh [da Índia] para que ele compreenda que, neste momento, nós, dirigentes, temos que dar uma boa notícia à humanidade, concluindo a Rodada Doha."

    Lula se disse otimista com a possibilidade de conclusão das negociações. Segundo ele, o mundo nunca esteve tão perto de realizar o feito. " Vai depender muito, agora, da sensibilidade do governo da Índia", disse.

     

    Fonte: Olhar Direto
    14-10-2008 | 12:10
    A capacidade de prever resultados de fenômenos considerados imprevisíveis é fruto de décadas de árduo trabalho de matemáticos e físicos. Em 1997 dois americanos ganharam o prêmio Nobel da Economia ao criar a fórmula para prever aplicações financeiras. Hoje sabe-se que o bater das asas de uma borboleta na China é capaz de causar um furacão na América. O efeito borboleta, uma das leis básicas da Teoria do Caos, serve também para ilustrar essa interligação do mundo globalizado. Por isso não é de se espantar que a atual crise econômica seja assunto presente em dez entre dez veículos de comunicação.

     

    Mas assim como as batidas das asas da minúscula borboleta tomam proporções gigantescas ao atravessar o planeta, a crise financeira parece ganhar dimensões exageradas que andam tirando o sono de pessoas tão diferentes como dirigentes dos grandes times de futebol e lojistas comuns preocupados com as vendas de Natal.

     

    Não cair nos exageros e nas suposições alarmantes tem sido o principal desafio dos comunicadores. A overdose de notícias sobre o tema parece já cansar o cidadão comum. Um empresário britânico, dono de uma bem-sucedida cadeia de lojas de moda jovem, acusou recentemente a imprensa de exagerar os efeitos da crise financeira e, com isso, assustar a população e desestimulando o consumo. O empresário não negou a seriedade da crise mas disse que, apesar do momento difícil, suas lojas continuam com bom movimento. Ele afirmou que os exageros da mídia acabam dando contornos mais dramáticos do que deveriam às notícias sobre a crise.

     

    A rede britânica BBC abriu em seu site um espaço para que o leitor deixasse suas opiniões. É válido o esforço dos jornalistas em tentar traduzir a complexidade da crise em um vocabulário compreensível, mas mesmo assim a grande maioria critica um certo sensacionalismo dado à crise financeira. Para estas pessoas - cuja vida prática tem poucas modificações com o vaivém das ações - parece ser mais urgente usar o poder da informação de maneira mais palpável na busca de soluções para os problemas cotidianos enfrentados desde sempre pelo cidadão comum.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-10-2008 | 12:10
    O professor da PUC-RJ e economista da Opus Gestão de Recursos, José Márcio Camargo, afirmou à Agência Estado que as medidas anunciadas pelo Banco Central nesta segunda-feira, relativas a liberação de até R$ 100 bilhões de depósitos compulsórios aos bancos, visam mostrar ao mercado que há uma disposição total do BC de normalizar a liquidez no sistema financeiro. "A ação da autoridade monetária é claramente preventiva, o que é bastante correto. O BC não quer de jeito de nenhum que chegue aqui no país a crise de solvência de bancos que ocorreu lá fora", comentou.

     

    Camargo destacou que o Banco Central não determinou nenhum prazo específico para a liberação dos depósitos compulsórios ao mercado, pois tem como intenção principal irrigar o sistema financeiro com recursos na medida em que for necessário. "O que o BC quer é conceder liquidez para quem precisar, pois as medidas não tem objetivo de atender instituições financeiras específicas", disse.

     

    Para Camargo, a decisão do BC visa coibir o surgimento de qualquer problema mais sério de liquidez a instituições financeiras no país, o que poderia provocar um nervosismo adicional no mercado sobre a solvência de algumas empresas que atuam no setor.

     

    Na avaliação do acadêmico, a ação do Banco Central deve ser eficiente para atacar o problema de "assimetria de liquidez", que foi detectado pela autoridade monetária há duas semanas, quando anunciou a liberação de parte dos compulsórios dos depósitos a prazo para que bancos, especialmente de maior porte, pudessem comprar a carteira de crédito de instituições financeiras menores que apresentavam problemas com o agravamento da crise internacional.

     

    Duração - Para Camargo, contudo, a fase mais aguda da crise de liquidez internacional não deve passar com rapidez, pois deve durar pelo menos mais três meses para que os canais de crédito iniciem um processo lento de recuperação.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-10-2008 | 12:10
    O Banco Central anunciou nesta segunda-feira mais três medidas relativas aos depósitos compulsórios para ampliar a liquidez no sistema financeiro. As medidas somadas vão injetar, no total, R$ 27,1 bilhões no sistema e fazem parte da programação de liberação de R$ 100 bilhões anunciada ontem pelo BC. Somente uma medida entrou em vigor ontem: a elevação de R$ 300 milhões para R$ 1 bilhão o valor de dedução do compulsório adicional sobre depósitos à vista, a prazo e poupança, que deve colocar R$ 8 bilhões no sistema financeiro.

     

    A medida que provoca a maior liberação de recursos ocorrerá por meio da elevação de R$ 700 milhões para R$ 2 bi o abatimento permitido para o recolhimento compulsório sobre a alíquota principal dos depósitos a prazo -atualmente em 15%. Essa medida, que entra em vigor dia 17, injetará R$ 13,1 bi no sistema.

     

    A terceira medida aumenta de R$ 2,5 bilhões para R$ 7 bilhões o patrimônio de referência máximo dos bancos que quiserem vender suas carteiras para outros bancos, que poderão abater do recolhimento sobre depósitos à prazo. O limite máximo de dedução sobe de 40% para 70% dos depósitos a serem recolhidos junto ao BC. O impacto estimado nessa medida é de R$ 6 bi. Ela entra em vigor em 17 de outubro.

     

    Segundo o BC, a partir do dia 17, haverá abatimento sobre o compulsório a prazo para bancos que adquirirem ativos de outras instituições, tais como: direitos creditórios oriundos de arrendamento mercantil (leasing), títulos de renda fixa emitidos por entidades privadas não financeiras integrantes de fundos de investimentos regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), direitos creditórios integrantes de carteiras de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) regulamentados pela CVM e cotas de fundo de investimento em cotas de investimento de fundo de investimento em direito creditório do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-10-2008 | 12:10
    As cooperativas de crédito e a tecnologia (leia-se internet) estão sendo a salvação para que o comércio não sofra tantos percalços com a greve dos bancos que começou no dia 8 em Mato Grosso e ainda não tem data para acabar. O maior problema está no pagamento de tributos federais, nos quais as cooperativas estão limitadas a valores, ou seja, só podem receber até R$ 300. Segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), José Alberto Aguiar, o pior foi que a greve dos bancários começou exatamente em período de pagamento de impostos e funcionários.

     

    Aguiar destaca que até a semana passada uma agência do banco Bradesco em Várzea Grande ainda estava trabalhando, então houve uma corrida para lá. Por enquanto, ele frisa que os empresários têm se virado utilizando os serviços das cooperativas de crédito, que não aderiram à greve por não fazerem parte do sistema bancário nacional, e às lotéricas e Correios, que também têm limitações nos serviços. "As greves são complicadas, principalmente em início de mês, mas a gente vai dando um jeito".

     

    De acordo com o vice-presidente da Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio), Hermes Martins, em relação aos salários dos funcionários não há muitos problemas porque a grande maioria das empresas paga hoje por meio de crédito em conta. Isso porque não é seguro e nem prático fazer o pagamento em espécie. Como os trabalhadores têm o cartão do banco, conseguem sacar o salário.

     

    Martins destaca que o comércio vai conseguindo transpor as dificuldades utilizando os meios alternativos. Conforme ele, a internet tem facilitado muito a vida de todos nesse sentido. Pele rede mundial de computadores é possível fazer praticamente todo tipo de transação financeira. Mas o vice-presidente da Fecomércio também fala da questão dos correspondentes bancários estarem limitados a valores e operações na prestação de serviços. (VC)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 13:10
    Algumas das empresas de capital aberto que atuam no setor divulgaram nos últimos dias notícias que demonstram essa situação.

    Ontem, a Rossi Residencial - empresa paulista de capital aberto, que no Paraná atua em parceria com a incorporadora Thá - anunciou que deverá reduzir seus lançamentos em 14% este ano e em 25% em 2009.

    Thá e Rossi têm dois lançamentos previstos para este segundo semestre em Curitiba, os empreendimentos Universe Life Square (no Centro) e o Vida Bella Praças Residenciais (no bairro Atuba).

    Segundo as duas empresas, ambos os lançamentos devem ser mantidos. Na quarta-feira, a também paulista Agra Incorporadora revisou sua previsão de lançamentos, que somariam R$ 2,1 bilhões, para R$ 1,4 bilhão, valor equivalente ao do ano passado.

    Dois dias antes, a Cyrela havia anunciado que as negociações para compra da Agra estavam desfeitas.

    Tanto Agra quanto a Abyara (esta última que tem dois empreendimentos em Curitiba que ainda não estão em fase de construção e deve lançar outros dois até o fim do ano) anunciaram que reduziram seu estoque de terrenos - ou seja, se desfizeram de áreas que haviam comprado para construir condomínios. Executivos paranaenses com experiência na área estão otimistas com a retomada, embora admitam que o momento seja delicado.

    Se os problemas no setor levarem a atrasos na entrega ou - num caso extremo - ao cancelamento de empreendimentos já lançados, a credibilidade de todas as empresas pode ser afetada.

    "Se isso ocorrer, podemos ter uma crise tão dura quanto a da Encol", diz uma executiva do segmento imobiliário.

     

     

    Fonte: CBIC
    13-10-2008 | 13:10
    Cerca de 50 construtoras e incorporadoras estão ofertando 14 mil imóveis, residenciais e comerciais, durante a terceira edição do Salão de Negócios Imobiliários da Bahia, aberto ao público a partir de hoje.

    A abertura oficial do evento, promovido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (AdemiBA), aconteceu ontem à noite, no Pavilhão de Feiras do Centro de Convenções de Salvador, em cerimônia restrita a convidados. A faixa de preço dos imóveis disponibilizados varia de R$ 102 mil a R$ 2 milhões.

    O evento é gratuito e a expectativa dos organizadores é de que até o dia 19 de outubro sejam movimentados cerca de R$ 200 milhões no salão.

    Cláudio Cunha, coordenador do evento e vicepresidente da Ademi-BA, diz que o salão baiano deve receber este ano um público de 30 mil pessoas e que já está entre os maiores do setor no País. Ele destaca ainda o desempenho da edição no ano passado. Em 2007, o salão gerou R$ 390 milhões em negócios, e, em relação à primeira edição, em 2006, superou em 21% o número de visitantes e em 68% o número de vendas.

     

     CRÉDITO IMOBILIÁRIO - A novidade deste ano é a presença de três bancos disponibilizando aos visitantes no salão crédito imobiliário: Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco do Brasil. Com estandes próprios para o atendimento no evento, as instituições financeiras prometem simplificar o processo de atendimento.

     

     Em um dos estandes, quem tiver interesse em um dos imóveis poderá fazer análise e pré-aprovação de crédito na hora. Os bancos têm avaliado o perfil de crédito do consumidor e estabeleceram em 30% o limite médio de comprometimento do orçamento familiar para o financiamento habitacional.

     CUIDADOS Antes de concretizar a compra de um imóvel, o consumidor deve ficar atento a algumas questões, como a localização e infra-estrutura do local.

     

     Preço e formas de pagamento também devem ser avaliados numa relação de custo e benefício, para que o consumidor não seja surpreendido com aumento de despesas, ou mesmo, se arrependa da compra. Outro ponto fundamental é a leitura atenta a todos os documentos referentes ao imóvel. SERVIÇO | Quando: de 9 a 19/10 | Local: Pavilhão de Feiras do Centro de Convenções | Horários: de segunda a sexta das, 15 às 22h. Sábados e domingos, das 10 às 22h | Entrada: gratuita R$ 200 milhões é quanto o Salão de Negócios Imobiliários da Bahia movimentará este ano.

    A expectativa é que o evento atraia cerca de de 30 mil visitantes ao Centro de Convenções.

     

    Fonte: CBIC
    13-10-2008 | 13:10
    As linhas de financiamentos oferecidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não são utilizadas da melhor forma possível pelos clientes mato-grossenses. O banco oferece uma série de modalidades de crédito para serem destinados a vários empreendimentos, com o objetivo de, como o próprio no diz, de promover o desenvolvimento econômico das regiões onde os beneficiados estão localizados.

     

    Apesar da bonita nomenclatura, em Mato Grosso, os financiamentos estão, basicamente, no setor agrícola, mas há outras várias linhas que beneficiam pequenas, micro, médias e grandes empresas, além de cartão de crédito para os clientes, que facilita as transações e oferece limite e taxa de juros atrativos. Para se ter uma idéia, nos primeiros oito meses deste ano, o agente financeiro liberou R$ 316,8 milhões via Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame) para Mato Grosso, o que corresponde a 22,9% do total de R$ 1,378 bilhão emprestados no período.

     

    Na comparação com o ano passado, houve incremento de 57,8%, já que no mesmo intervalo de 2007 o montante registrado pelo BNDES para esta linha de crédito foi de R$ 200,8 milhões. Na análise do superintendente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e representante do agente financeiro no Estado, José Carlos Dorte, o volume total de liberações aos empresários estaduais poderia ser superior ao registrado este ano. Segundo ele, o desempenho mato-grossense não é melhor porque as outras linhas de crédito, a exemplo do Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas (Propflora), Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop) e Programa de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (Progeren), são pouco demandadas no território estadual.

     

    "O BNDES tem vários bancos que servem de intermediários para a liberação dos recursos. Mas acontece que estas instituições financeiras, que são privadas, não querem ter os riscos aumentados quando aprovam a liberação de um empréstimo. Por isso ficam sempre com os mesmos programas, como Finame e Moderinfra, nos quais eles têm mais garantias", critica Dorte ao analisar que por ser um Estado agrícola, o fomento não deve ficar restrito somente a setor, já que outros segmentos também são desenvolvidos com o crescimento econômico, mesmo que ele tenha origem no setor primário.

     

    O superintendente acrescenta ainda que os recursos do BNDES não são destinados somente aos médios e grandes empresários. Ao contrário do que pensam os pequenos empresários, há dinheiro para todos, basta ter um projeto viável. "Infelizmente, em Mato Grosso há agravantes que emperram a aprovação do projeto, como a regularização fundiária das propriedades que solicitam o dinheiro".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    Apesar de toda a turbulência no sistema financeiro internacional o momento é de manter a calma. Esta é a orientação que o consultor financeiro Saulo Gouveia tem dado a seus clientes. Isso para quem tem ações da bolsa. Agora, para quem está querendo investir, essa é a hora de comprar. Exatamente. Não é nenhum engano, as ações estão em baixa, então nada melhor que comprar abaixo do preço.

     

    Gouveia destaca que nos últimos 30 anos ninguém perdeu por investir em ações. Pelo não quando o investimento foi em empresas sólidas, como Petrobras e Vale, por exemplo. O consultor explica que o preço dos papéis na Bolsa de Valores é uma coisa e os ativos da empresa são outra coisa. Ou seja, os ativos de uma empresa sólida não se desvalorizam como os papéis.

     

    Em momentos de crise, como esta que está acontecendo no mercado financeiro internacional, Gouveia pondera que é comum que as pessoas se desesperem, principalmente pequenos investidores que não têm muita experiência no assunto. Conforme o consultor, os pequenos investidores são aqueles que querem ter uma renda extra, mas não gostam de se arriscar muito, costumam aplicar dinheiro em planos de previdência privada, ou poupança, por exemplo, que seriam investimentos mais seguros.

     

    De algum tempo para cá essas pessoas começaram também a investir em ações, mas procuram sempre as empresas mais sólidas no mercado, que oferecem menos risco. Então, Gouveia ensina que o momento de "ficar parado". "Eu disse a uma pessoa que me perguntou o que deveria fazer agora: vamos brincar de paradinha? Você não faz nada enquanto eu não disser". O certo, segundo ele, é esperar a crise passar. Só deve fazer algo quem quer investir, porque aí sim, com o mercado em baixa é o momento de comprar, porque depois os papéis vão se valorizar. Lembrando sempre que essa compra deve ser de ações de empresas de economia sólida.

     

    Opções - O professor de finanças da Faculdade de Informática e Administração e Paulista (Fiap), Marcos Crivelaro, e o vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef), Keyler Carvalho Rocha, apontam que os fundos de renda fixa estão entre as melhores opções de investimento enquanto a bolsa de valores continua instável. "Os fundos DI e os títulos do Tesouro têm rendimento entre 8% e 10%", diz Rocha. "Quem tem algum dinheiro deve pesquisar a menor taxa de administração cobrada pelos bancos antes de fazer a aplicação."

     

    "A poupança também tem rendimento garantido, bem parecido com o dos fundosDI e CDBs", complementa Crivelaro. "Porém, quem não vai precisar do dinheiro no curto prazo pode pensar na bolsa. As ações estão baratas". Segundo Crivelaro, as ações de empresas de desempenho tradicionalmente muito bons, como a Vale do Rio Doce e Petrobras, caíram muito desde maio. Ele afirma que, depois das várias quedas, o potencial de alta é grande. Contudo, ele avisa que isso não garante que elas vão subir.

     

    Os economistas afirmaram ainda que outra opção para o investidor é diversificar seus investimentos: aplicar uma parte de seu dinheiro em poupança, outra parte em fundos de renda e o restante em ações. Outra dica é esperar o final da instabilidade do mercado e aplicar na bolsa de valores assim que ela der sinais de que a crise já acabou.

     

    Preocupado - Um exemplo de investidor preocupado com o momento é o funcionário da Receita Federal do Brasil, Nilton Lourenço. Ele começou a investir em ações há aproximadamente oito meses, agora se diz receoso com o momento da economia porque com todas essas oscilações não se sabe até onde as ações podem cair.

     

    "Eu investi em ações de boa qualidade, de empresas sólidas, mas mesmo assim estou preocupado. Não sei onde é final desse poço". Lourenço conta que optou pelo investimento na bolsa porque buscava uma rentabilidade maior para suas economias, maior do que poderia lhe dar a renda fixa. Ele fez tudo sozinho. Se preparou um pouco, lendo sobre o assunto e, constantemente, conversa com pessoas ligadas diretamente ao ramo para ter uma orientação sobre o que fazer.

     

    O funcionário público federal foi uma das pessoas que procuraram o consultor Saulo Gouveia para saber qual seria a melhor postura a adotar neste momento. Mas mesmo assim o investidor não consegue ficar muito calmo. "Há uns três dias nem quero ver o que está acontecendo", diz rindo.

     

    Porém, ele já se convenceu que o momento é de ficar parada mesmo. "Se vender eu vou perder". Lourenço lembra que investiu em empresas sólidas, com boa saúde financeira, que acabam sendo contaminadas um pouco por esta crise. Contudo, destaca que as empresas não sofrem tanto quanto suas ações. Ele frisa que não vai vender os papéis, mas também não pretende comprar por agora. (Com Agência Brasil)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    Mato Grosso vai ter a sua disposição recursos da ordem de R$ 49,27 milhões a serem aplicados em dois programas, um de financiamento internacional junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para adesão ao Programa de Modernização da Administração Tributária, Financeira e Patrimonial do Estado (Profisco) e outro do BNDES (Pmae) também na mesma linha de modernização e capacitação de servidores.

     

    A Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), coordenada pela Secretaria de Assuntos Internacional do Ministério do Planejamento, aprovou projeto em que Mato Grosso fica autorizado a contratação do referido financiamento.

     

    A proposta, defendida e implementada pela Secretaria de Fazenda em nome do governo do Estado, depende somente da validação da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) para que os recursos comecem a ser liberados no início de 2009. Este programa vai permitir a modernização da máquina arrecadadora, uma melhor implementação nos mecanismos de combate a sonegação fiscal e também um melhor atendimento ao contribuinte, ou seja, parte do princípio que contribuinte satisfeito tem muito mais chances de pagar seus compromissos com o Estado.

     

    O secretário de Fazenda, Éder Moraes aponta que uma série de ações conduzidas pela Secretaria de Fazenda que aperfeiçoarão a governança corporativa do Estado lideram as principais medidas do Profisco. "Vamos ofertar melhores serviços para a sociedade e a população, além é claro as empresas, comércios e indústrias mato-grossenses, dentro do princípio atender bem para apresentar resultados positivos", disse Moraes.

     

    Mato Grosso contratará junto ao BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, créditos para aderir ao Programa para Modernização das Receitas e da Gestão Fiscal, Financeira e Patrimonial das Administrações Estaduais (Pmae). A operação de financiamento já foi aprovada pela diretoria do BNDES. A expectativa é que os recursos do Pmae sejam liberados ainda este ano.

     

    Elaborados pelas equipes da Sefaz, os projetos Profisco e Pmae, foram concebidos com base em diagnósticos levantados dentro das rotinas da Fazenda Estadual para aprimoramento da gestão tributária.

     

    "Caminhamos a passos largos não apenas para dotar o Estado de aparelhos de fiscalização e combate a sonegação, mas também para atender a todos indistintamente e dentro do que prevê a lei", disse Éder Moraes.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou que o Brasil deve criar pouco mais de 2 milhões de empregos em 2008, marca que vai superar em 31,8% a geração de 1,517 milhão de postos de trabalho gerados em 2007. "O Brasil entrou no paradigma do círculo virtuoso. É impressionante como o país está crescendo em todas as suas regiões, sobretudo nas cidades do interior. Os investimentos estão registrando fortes níveis de expansão. A Petrobras está descobrindo novos poços de pré-sal. Tudo conspira a favor do país, que está se tornando uma Meca dos investimentos."

     

    Lupi disse que a criação de empregos em agosto deverá bater novo recorde para todos os meses de agosto na história. Embora não tenha dado mais detalhes sobre o número de postos de trabalho que serão criados, ele estima que, no mês passado, no acumulado em um ano, a geração de postos de trabalho deve ficar próxima a 2 milhões de vagas.

     

    Na avaliação dele, que deixou claro que está empolgado com a expansão do nível de atividade do país, a economia nacional deve registrar um crescimento de 6% em 2008, o que superaria a marca de 5,4% de elevação do PIB apurado em 2007. "Muitos especialistas riram quando eu disse, no início do ano, que o Brasil iria apresentar um crescimento muito forte em 2008. Agora, com a expansão (de 6,1% do PIB no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2007), acredito que estão reconsiderando suas avaliações."

     

    No terceiro seminário "Capital e Trabalho, Compromisso Estratégico para a Sustentabilidade", realizado em São Paulo, o ministro reforçou a avaliação do presidente Lula de que o Brasil está no caminho certo para registrar um crescimento robusto de longo prazo, porque consegue avançar os fundamentos macroeconômicos ao mesmo tempo que mantêm a inflação sob controle. "A inflação é ruim para o trabalhador, ela só ajuda quem especula. Portanto, esse é um valor conquistado pela sociedade que precisa e vai ser preservado."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou que o Brasil deve criar pouco mais de 2 milhões de empregos em 2008, marca que vai superar em 31,8% a geração de 1,517 milhão de postos de trabalho gerados em 2007. "O Brasil entrou no paradigma do círculo virtuoso. É impressionante como o país está crescendo em todas as suas regiões, sobretudo nas cidades do interior. Os investimentos estão registrando fortes níveis de expansão. A Petrobras está descobrindo novos poços de pré-sal. Tudo conspira a favor do país, que está se tornando uma Meca dos investimentos."

     

    Lupi disse que a criação de empregos em agosto deverá bater novo recorde para todos os meses de agosto na história. Embora não tenha dado mais detalhes sobre o número de postos de trabalho que serão criados, ele estima que, no mês passado, no acumulado em um ano, a geração de postos de trabalho deve ficar próxima a 2 milhões de vagas.

     

    Na avaliação dele, que deixou claro que está empolgado com a expansão do nível de atividade do país, a economia nacional deve registrar um crescimento de 6% em 2008, o que superaria a marca de 5,4% de elevação do PIB apurado em 2007. "Muitos especialistas riram quando eu disse, no início do ano, que o Brasil iria apresentar um crescimento muito forte em 2008. Agora, com a expansão (de 6,1% do PIB no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2007), acredito que estão reconsiderando suas avaliações."

     

    No terceiro seminário "Capital e Trabalho, Compromisso Estratégico para a Sustentabilidade", realizado em São Paulo, o ministro reforçou a avaliação do presidente Lula de que o Brasil está no caminho certo para registrar um crescimento robusto de longo prazo, porque consegue avançar os fundamentos macroeconômicos ao mesmo tempo que mantêm a inflação sob controle. "A inflação é ruim para o trabalhador, ela só ajuda quem especula. Portanto, esse é um valor conquistado pela sociedade que precisa e vai ser preservado."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, afirmou que a dissensão registrada na última reunião do Copom, na qual três diretores votaram pela redução do ritmo de alta dos juros de 0,75 ponto percentual em julho para 0,50 ponto percentual, indica que a Selic não deverá subir até o final do ano com a mesma intensidade prevista por analistas antes daquele encontro.

     

    "Hoje há de certa maneira um descolamento entre a perspectiva da inflação, que está em queda, e os prognósticos (de especialistas) relativos à necessidade de elevação das taxas de juros", afirmou. Pochmann ressaltou que o recente movimento de alta da inflação que atingiu o Brasil veio em boa parte do exterior, especialmente por meio do preços de commodities.Nesse contexto, segundo ele, o poder do aumento de juros para conter a alta dos índices de preços é residual. O presidente do Ipea destacou que caso ocorra uma inflação de demanda, o que na sua opinião não está ocorrendo, então o aumento da Selic se tornaria eficiente para corrigir a alta do custo de vida.

     

    Na avaliação de Pochmann, há fatores que justificam o entusiasmo com a evolução recente da economia manifestado por autoridades do governo e empresários, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Conselho Administrativo do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter.

     

    "Há razões para o otimismo depois de duas décadas muito difíceis, quando a taxa de investimento não crescia, o nível de expansão (do PIB) era muito baixo e o desemprego estava muito elevado", comentou. "Hoje estamos crescendo duas vezes mais do que a média do patamar registrado nos anos 1990", afirmou o presidente do Ipea. Contudo, ele manifestou que as contas nacionais devem registrar no segundo semestre, especialmente no último trimestre, uma desaceleração do nível de atividade devido, entre outros fatores, ao aperto monetário adotado pelo Banco Central a partir de abril.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    13-10-2008 | 12:10
    Mato Grosso experimenta grande desenvolvimento, consolidando-se como um estado de inúmeras possibilidades aos que desejam investir e prosperar em solo fértil. Recentemente disse, no exterior, que nosso estado cresce mais que o Brasil. A frase causou bom impacto, e não soou por momento algum como orgulho exagerado. Pelo contrário, encheu os olhos de potenciais investidores. O crescimento local é registrado em todos os setores: comércio, indústria, agropecuária e serviços.

    Tenho falado em nível nacional e internacional, o quanto Mato Grosso tem posição privilegiada no contexto econômico e não digo isso com palavras rasas, sem base. Sempre argumento com dados reais, apresentando diagnósticos, como o levantamento feito por técnicos da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), uma espécie de raio x da economia local. Um trabalho feito com muita responsabilidade, cruzando-se dados de respeitadas organizações, a exemplo do Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia -IBGE e Ministério de Indústria e Comércio.

    Queremos abrir novos mercados, despertar a atenção de grandes investidores e adotar uma linha direta com organizações empresariais facilitando assim a apresentação dos nossos números para grupos de interesse, através de reuniões, palestras e workshops. Nos últimos cinco anos, o crescimento anual registrado em Mato Grosso, foi de 7,6%, quase o dobro, em relação ao Centro Oeste, que obteve o índice de 4% e mais que o triplo do nacional, sendo que o Brasil cresceu 2,5%.

    Para se ter uma idéia, o nosso Produto Interno Bruto - PIB, em três anos, de 2005 a 2008, teve uma elevação de 56,50%. Neste ano está na ordem de R$ 43.647 bilhões, é um dos maiores da vasta região amazônica, perde apenas para o Pará. Vale destacar, entretanto, que o Pará tem uma população de sete milhões de habitantes, ao passo que Mato Grosso não chega a três milhões. Um percentual que deve ser levado muito em consideração.

    Mato Grosso tem outra boa performance que merece destaque, que refere-se a ao crescimento da sua renda per capita. Conforme índices disponibilizados pelo IBGE, em 1994, Mato Grosso ocupava o 11° lugar no ranking nacional, com renda de R$ 1.728,00, ao passo que a do Brasil era R$ 2.227,00. Já em 2005, o quadro era diferente, o Estado sendo a per capita do Brasil R$ 11.658,00, e a de Mato Grosso R$ 13.365. No último levantamento do IBGE, entretanto, Mato Grosso ocupava a 6ª colocação no ranking dos estados brasileiros e hoje já tem projetado, que encontra-se na 4ª colocação.

    Os dois desempenhos apresentados ganham ainda mais força quando acrescentamos, à performance mato-grossense, os números de empresas incentivadas pelo governo nos últimos cinco anos, 877, que obedecem a seguinte distribuição: 366 pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial - Prodeic, 297 pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial - Fundeic e 214 pelo Fundo Constitucional do Centro Oeste - FCO. Juntas investiram localmente R$ 6 bilhões e geraram mais de 300 mil empregos, entre diretos e indiretos.

    Na próxima semana, estarei coordenando uma nova missão técnica empresarial ao exterior, a terceira deste semestre. Será sem dúvida, outra importante oportunidade para falarmos sobre o nosso potencial, mostrar estes e outros números relevantes e prospectarmos negócios na china. Os Tigres Asiáticos crescem em média 8% ao ano, e estamos chegando lá.



    * PEDRO NADAF é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/MT

    Fonte: Diário de Cuiabá
    13-10-2008 | 12:10
    A venda de imóveis no país não pára de crescer. No entanto, o sonho da casa própria exige muita atenção. O brasileiro está cada vez mais cauteloso na hora de assinar um contrato de longo prazo.

    Quem compra um imóvel na planta - aquele que ainda vai ser construído - investe em um futuro que antes prometia prosperidade, mas hoje parece incerto com a crise internacional.

    Um exemplo é o caso de Márcio e da auxiliar de Recursos Humanos Taís Guedes da Silva. O casamento deles está próximo, mas a casa própria pode estar um pouco mais distante. “A gente fica mais na dúvida ainda: será que vai, será que não vai, será que a gente faz, será que a gente não faz. A gente pensa bastante. Já estava pensando antes, agora mais ainda”, diz ela.

    Susto

    Nos estandes das construtoras, nem mesmo uma banda musical consegue atrair o cliente. Sábado costuma ser um dia movimentado nos estandes, mas hoje havia pouca gente. A quebradeira no sistema financeiro mundial e a notícia de que as ações de construtoras brasileiras estão em queda livre assustam, mas ainda não atingem o comércio de imóveis, diz o gerente Fabio Romagnoli.

    “A gente continua a todo vapor, estamos tendo excelentes resultados de vendas. Então o consumidor não enxergou a crise aqui nos nossos produtos”, declara.

    Precaução

    O mercado imobiliário brasileiro está no melhor momento dos últimos vinte anos. No entanto, como a crise é grave e pode se mais longa do que se imagina, por precaução as construtoras reduziram em 30% o número de projetos de novos empreendimentos. “Nós vamos concluir essas obras que estão sendo feitas hoje e diminuir o que virá pro futuro”, afirma o presidente do Sindicato da Habitação-SP Fábio Rossi Filho.

    O problema é que parte do dinheiro gasto num empreendimento vem de bancos estrangeiros, que estão com os empréstimos praticamente suspensos. “Houve uma deterioração a respeito das expectativas pra daqui cinco anos, pra daqui dez anos, isso sim. Mas não em relação ao curto prazo”, garante o professor de finanças do Ibmec Ricardo José de Almeida.

     

    Fonte: Olhar Direto
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
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