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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    13-10-2008 | 12:10
    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, descartou nesta sexta-feira que o governo faça qualquer revisão no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) diante da crise nos mercados financeiros internacionais.

     

    Dilma acrescentou que o Brasil não pode se contaminar ou disseminar o pânico diante da volatilidade dos mercados.

     

    Segundo a ministra, o PAC está "em pleno regime de cruzeiro" e teve seu nível de execução "bastante elevado" em relação ao ano passado, quando passou pelas fases de projetos, obstáculos e problemas ambientais.

     

    De acordo com a ministra, "não há a menor previsão de revisão do PAC, para cima ou para baixo".Ao participar do Fórum CEOs Brasil-EUA, Dilma disse que o PAC "é o programa anticíclico que assegura um nível de investimento bastante razoável no Brasil".

     

    Todas operações contratadas do PAC serão asseguradas pelo governo e o BNDES garantirá que haja recursos, disse ela.

     

    "O investimento é que assegura o trânsito do Brasil na crise econômica", destacou.Para Dilma, "as condições internas e os fundamentos do país são robustos" e, por isso, não vê porque o Brasil "deva disseminar o pânico".

     

    A ministra voltou a ressaltar os sinais de solidez da economia brasileira, como o volume "muito significativo" de reservas, a inflação dentro da meta e uma política fiscal "inequivocamente robusta.Ela acrescentou que as dívidas externa e interna do país não estão denominadas em dólar, como em 1999, "o que nos permite afirmar que as condições para dentro da economia brasileira são as melhores dos últimos 20 anos".

     

    Questionada sobre a possível ajuda do governo a empresas em dificuldade, Dilma afirmou que "o governo tem perfeita clareza de que uma das funções que lhe cabe é assegurar e prover o crédito".Ela destacou, no entanto, que "o governo não pretende socializar perdas e nem foi procurado por nenhuma empresa para isso".

     

    A ministra esclareceu que a ajuda, se houver, se dará por linhas de financiamento "e elas são pagas, não são nenhum presente".

     

    Dilma acrescentou que "ninguém tem dúvida de que essa é uma crise que tem um componente de fora muito grande" e que as empresas que já declararam perdas pela disparada do dólar "são empresas de grande envergadura e com plenas condições de pagar seus investimentos".Em sua opinião, a crise foi motivada pela busca do "lucro abusivo, a partir de uma ganância exagerada", seguida por uma incerteza em saber quais eram os ativos bons e os podres.

     

    Fonte: Mídia News

     

    11-10-2008 | 10:10
    O fortalecimento da classe sindical dos principais segmentos da indústria norte-rio-grandense é o maior objetivo do 1º Encontro Estadual da Indústria, que tem início hoje à tarde, às 16h, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern).

    O evento reúne representantes dos 27 sindicatos filiados à Fiern, empresários associados, profissionais e especialistas ligados direta ou indiretamente aos diversos setores da indústria potiguar, com vistas a discutir questões como tributação, associativismo e desenvolvimento do setor. Para o presidente da federação, Flávio Azevedo, é importante destacar que o encontro não reúne apenas a figura dos sindicatos, mas os principais segmentos econômicos do estado representados através dessas entidades.

    ''O nosso foco é dar aos industriais organizados por segmentos de classe a idéia de que se organizando em torno de um sindicato eles podem melhorar a competitividade de suas empresas'', aponta Azevedo, que abrirá o evento com uma palestra sobre o fortalecimento da gestão sindical. O Encontro foi precedido por Sessões Temáticas realizadas de 25 a 29 de agosto na Casa da Indústria, coordenadas pelo primeiro vice-presidente da Fiern, Amaro Sales.

    Durante os debates, foram discutidos temas como inovação e produtividade na indústria, sistema trabalhista e os impactos na competitividade industrial, complexidade do sistema tributário, desafios para a indústria e inserção internacional da economia brasileira.

     As sessões contaram com explanações de autoridades e especialistas nos temas, com o objetivo de oferecer aos empresários mais subsídios para avaliarem os assuntos da pauta de discussão.

    Em seguida, os industrias efetuaram a classificação, segundo o grau de importância, dos assuntos focados e que serão levados ao 3º Encontro Nacional da Indústria, promovido pela CNI, nos dias 28 e 29 de outubro, em Brasília.

     Hoje, depois da palestra de Azevedo, o diretor de Operações da CNI, Rafael Lucchesi, apresenta uma palestra sobre o papel do Sistema Indústria para o desenvolvimento brasileiro, a partir das 16h15.

    Logo depois da apresentação será mostrado um vídeo produzido pela CNI, sobre o tema ''Ação Associativa - Construindo o futuro''.

    A partir das 17h o consultor de Associações Empresariais da Baviera, Alemanha, Paulo César Ferreira, ministra palestra sobre os entraves para a operacionalização eficiente dos sindicatos. A programação do 1º Encontro da Indústria ainda inclui uma palestra do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil da grande Florianópolis e da Câmara de Desenvolvimento da Construção da Fiesc, Hélio Barros, que irá falar sobre o associativismo como base para o fortalecimento do sindicato e da indústria, a partir das 17h40.

    Em seguida, por volta de 18h20, o primeiro vice-presidente da Fiern, Amaro Sales, apresenta o posicionamento da federação potiguar na defesa dos interesses da indústria local, que será debatido no 3º Enai. A partir das 18h40, a secretária da Receita Federal do Brasil, Lina Vieira, apresenta seu posicionamento sobre o tema ''Tributação e crescimento - o desafio para a indústria do Rio Grande do Norte'' e, ao término da palestra, Flávio Azevedo faz o pronunciamento de encerramento do encontro.

     

     

    Fonte: CBIC
    11-10-2008 | 10:10
    Algumas das empresas de capital aberto que atuam no setor divulgaram nos últimos dias notícias que demonstram essa situação.

    Ontem, a Rossi Residencial - empresa paulista de capital aberto, que no Paraná atua em parceria com a incorporadora Thá - anunciou que deverá reduzir seus lançamentos em 14% este ano e em 25% em 2009.

    Thá e Rossi têm dois lançamentos previstos para este segundo semestre em Curitiba, os empreendimentos Universe Life Square (no Centro) e o Vida Bella Praças Residenciais (no bairro Atuba).

    Segundo as duas empresas, ambos os lançamentos devem ser mantidos. Na quarta-feira, a também paulista Agra Incorporadora revisou sua previsão de lançamentos, que somariam R$ 2,1 bilhões, para R$ 1,4 bilhão, valor equivalente ao do ano passado.

    Dois dias antes, a Cyrela havia anunciado que as negociações para compra da Agra estavam desfeitas.

    Tanto Agra quanto a Abyara (esta última que tem dois empreendimentos em Curitiba que ainda não estão em fase de construção e deve lançar outros dois até o fim do ano) anunciaram que reduziram seu estoque de terrenos - ou seja, se desfizeram de áreas que haviam comprado para construir condomínios. Executivos paranaenses com experiência na área estão otimistas com a retomada, embora admitam que o momento seja delicado.

    Se os problemas no setor levarem a atrasos na entrega ou - num caso extremo - ao cancelamento de empreendimentos já lançados, a credibilidade de todas as empresas pode ser afetada.

    "Se isso ocorrer, podemos ter uma crise tão dura quanto a da Encol", diz uma executiva do segmento imobiliário.

     

     

    Fonte: CBIC
    11-10-2008 | 10:10
    Não há nenhuma razão para que comece a encolher o crédito para o setor privado brasileiro simplesmente porque ele está encolhendo para o setor privado dos Estados Unidos.

    Há diferenças fundamentais de funcionamento entre os dois sistemas financeiros: lá, a onda de desregulamentações, depois da crise dos anos 80, permitiu o desenvolvimento dos mecanismos perversos que levaram ao desastre; no Brasil, o movimento foi na direção contrária, principalmente na sucessão da crise que levou ao Proer no meio da década dos 90. O Banco Central foi desenvolvendo instrumentos de controle cada vez mais rígidos e aperfeiçoou as técnicas de fiscalização de tal sorte que hoje o sistema bancário brasileiro é um dos mais hígidos no mundo (e como tal é reconhecido nos organismos financeiros internacionais). Este é um trunfo de que nos temos valido para impedir o contágio maior de problemas devido à quebradeira da banca no Hemisfério Norte.

    Temos um sistema de depósitos compulsórios elevados que permite ao Banco Central manobrar para ir substituindo o crédito externo pelo crédito interno, atendendo setores prioritários como o das exportações e o financiamento das importações essenciais para manter o ritmo dos investimentos e a absorção de tecnologia. O governo demonstrou que está pronto a usar os instrumentos que preservou durante estes últimos anos para que não falte crédito para setores estratégicos como o da habitação e o da agricultura, que garantem o emprego e a oferta de alimentos. As perturbações nos mercados financeiros lá fora ainda vão continuar por um bom tempo, o desenvolvimento da economia mundial dificilmente será retomado antes de uns 18 meses, mas isso não quer dizer que o Brasil deva abdicar de seu próprio crescimento. Da mesma forma que na questão do crédito, não há por que ceder ao contagio dos problemas externos e simplesmente aceitar crescer 2% do Produto anuais, depois de termos recuperado um crescimento robusto superior a 5% em 2007/2008, depois de 25 anos de mediocridade.

     Com as taxas de crescimento atual de 3,6% do PIB per capita, retomamos a capacidade de dobrar a renda dos brasileiros em 18 anos, portanto em menos de uma geração, enquanto se voltarmos à mesmice anterior a renda só vai duplicar a cada 60 anos.

     O Brasil dispõe de recursos humanos e materiais que pode mobilizar para manter um ritmo de crescimento superior a 4% e mesmo se aproximar dos 5% em 2009 e 2010.

    Nesses momentos é importante apoiar a iniciativa do presidente Lula, que decidiu ir ao encontro dos empresários e trabalhadores para renovar as garantias de que os investimentos e os empregos vão continuar.

    Ele aproveitou a última segunda-feira para demonstrar esse seu empenho durante a entrega da Plataforma P-51 da Petrobras, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

    Dirigindo-se aos trabalhadores que o aguardavam no estaleiro, em meio a uma chuva torrencial, ele deu o seguinte recado simples e direto, sobre a tormenta mundial: "Continuem fazendo as mesmas coisas que vocês faziam.

    Durante muitas semanas vai se falar em crise no mundo.

    A bolsa vai subir e descer... Não se abalem, porque este país se encontrou com o seu destino".

     

    Fonte: CBIC
    11-10-2008 | 10:10
         A Câmara de Política Agrícola e Crédito Rural da Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder), aprovou em sua 15ª Reunião nesta quarta-feira, (08.10), 63 cartas-consultas para projetos de investimento em Mato Grosso, totalizando R$ 89.702.540,89 milhões, dos Recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste – FCO.
         
         Em 2003, tinham sido gerados 55.700 empregos, em 2008 o número de empregos gerados já supera 436.000 postos de trabalho.
         
         De acordo com o Superintendente de Política Agrícola Luiz Carlos Alécio, os recursos aplicados em Mato Grosso estão gerando empregos diretos e indiretos. “Lembramos que, até setembro desse ano, dos 141 municípios, 130 já foram contemplados com o Recurso. O objetivo da SEDER é que todos os municípios do Estado recebam os recursos oriundos deste fundo”, afirmou. .
         
         Durante a reunião o Engenheiro Agrônomo Valter José Peters, gerente de pesquisas da EMBRAPA e o Engenheiro Agrônomo Flávio Jesus Wruck , pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão e fizeram uma explanação sobre “Integração Lavoura e Pecuária no Mato Grosso”, e apresentaram alternativas de novas oportunidades, os procedimentos de transferência de tecnologia e da lei da proteção das sementes.
         
         FCO - Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste, mediante financiamentos direcionados às atividades produtivas, voltados aos setores econômicos industrial, agroindustrial, agropecuário, mineral, turístico, comercial e de serviços.
         
         A área de atuação do FCO abrange o Distrito Federal e os Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
         
         
         Estiveram presentes e participaram da reunião o secretário Neldo Egon Weirich, André Santos (Seder), Luiz Carlos Alécio (ACRIMAT), Rodrigo Araújo (Seder), Alexandre Secco Contreras (AEA), Elaine Maria Pedroso (EMPAER), Antônio Ribeiro da Fonseca (INDEA), Anaor D. Carneiro (OCB - MT), Édson Augusto Razente (UNIPROF), Andréia B. Santos (APROSMAT), Nelson de Angelis Côrtes (CRMV – MT), Luiz Fernando G. Salício (BANCO DO BRASIL), Lucélia Denise (IMEA), Luciano Gonçalves (FAMATO), Carlos Roberto Moreno (ACRIMAT), Jânio Modesto de Oliveira (FECOMÉRCIO), Valter Martins de Almeida (EMPAER) e Andrea C. da Silva (AREFLORESTA).
          Fonte: 24 Horas News
    11-10-2008 | 10:10
    O nível de emprego na indústria em agosto caiu 0,1% em comparação a julho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o número de empregos gerados no setor industrial havia registrado incremento de 0,7% quando comparado a junho, sendo o segundo mês consecutivo de alta.

     

    Em relação a agosto do ano passado, houve aumento de 2,5%. De janeiro a agosto, foi verificado crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período correspondente no ano passado.

     

    O IBGE avaliou 14 regiões do Brasil. Em comparação com agosto de 2007, 12 áreas registraram incremento no nível de emprego na indústria, com destaque para São Paulo (2,8%), Minas Gerais (6,3%) e Rio Grande do Sul (4%).

     

    De agosto de 2007 a agosto deste ano, houve crescimento dos postos de trabalho em 12 dos 18 setores pesquisados. Máquinas e equipamentos (10,6%) foram os setores que mais empregaram mão-de-obra, seguidos de meios de transporte (8,4%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11,7%) e produtos químicos (10%).

     

    Só neste ano, o estudo observou aumento no número de contratações, principalmente, em máquinas e equipamentos (12,3%), meios de transporte (10,3%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,6%) e alimentos e bebidas (2,7%). 

     

    Minas Gerais (4,5%) e São Paulo (4%) são as regiões que mais empregaram mão-de-obra nestes ramos durante o ano.O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve retração de 0,5% de julho para agosto, porém teve incremento de 6,4% na comparação com agosto de 2007. 

     

    De janeiro a agosto, o acréscimo foi de 6,6%. Em relação a agosto de 2007, o ganho salarial na indústria foi constatado em 13 das 14 regiões pesquisadas. São Paulo foi o estado que registrou o maior aumento (8%) nesse período.

     

    Em 13 dos 18 ramos investigados, a folha de pagamento cresceu em comparação a agosto de 2007. Produtos químicos (17,6%), máquinas e equipamentos (11,7%) e meios de transporte (8,9%) foram as contribuições mais positivas. Já calçados e artigos de couro (-13,6%) foi o principal o setor a ter impacto negativo na folha de pagamento.

     

    Fonte: Mídia News
    11-10-2008 | 10:10
    Dos 34 países pesquisados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil foi o único a registrar perspectivas de crescimento para os próximos seis meses. Diretamente afetados pela crise financeira internacional, os países do G7, grupo que concentra as sete economias mais desenvolvidas do mundo, passarão por uma fase de enfraquecimento.

    As conclusões são do Indicador Composto Avançado (CLI, na sigla em inglês), divulgado hoje (10) pelo organismo internacional. De acordo com a OCDE, o Brasil saiu-se melhor até que outros países emergentes. Os dados apontaram que a atividade econômica na China, Índia e na Rússia também desaquecerá.

    Elaborado para detectar sinais de viradas no ciclo econômico, o CLI baseia-se em indicadores de movimentos de curto prazo ligados ao Produto Interno Bruto (PIB). O nível de 100 pontos serve como referência para classificar o nível de atividade econômica.

    Caso determinado país tenha registrado menos de 100 pontos no mês anterior e o índice continue em queda, a OCDE avalia que a economia está em “forte desaceleração”. Na zona do euro, o indicador caiu de 94,2 para 93,2. Nos países do G7, a queda foi de 96,5 para 95,6. No acumulado de 12 meses, o indicador para o G7 teve baixa de 5,2 pontos.

    Se o país obtiver alta sobre um índice superior a 100, a atividade econômica é classificada como “em expansão”. No caso do Brasil, o CLI subiu de 107,3 para 108,3, alta de um ponto de um mês para outro e de 3,4 pontos em relação ao mesmo mês do ano passado.

    Com indicadores acima de 100 pontos no mês anterior, a China e a Rússia fecharam o mês passado em queda, com o índice em 101,4 e 99,3, respectivamente. Por isso, a OCDE classificou os dois países como “em inversão para baixo”.

    No caso da Índia, a queda foi de 7,1 pontos em relação ao mesmo mês de 2007. Como o país, conforme os últimos dados disponíveis, já estava abaixo de 100 pontos, o organismo internacional classificou a atividade econômica como em desaceleração.

    O CLI mostra as inflexões para as respectivas economias num período de até seis meses após a divulgação do indicador.

    A OCDE é uma organização internacional de países comprometidos com os príncipios da democracia representativa e da economia de livre mercado, com sede em Paris.

     

    Fonte: Olhar Direto
    11-10-2008 | 10:10
    O Banco nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está em fase de negociação final com organismos multilaterais e instituições financeiras internacionais para obter cerca de R$ 3 bilhões em recursos para 2009. A informação foi dada ontem pela instituição estatal.

    Ontem, os presidentes do BNDES, Luciano Coutinho, e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, estiveram juntos em Washington para anunciar a aprovação de operação de US$ 1 bilhão do BID para a instituição brasileira, a última de uma linha de crédito de US$ 3 bilhões aprovada em 2005 e que teve mais duas de US$ 1 bilhão cada em 2006 e 2007.

    O empréstimo anunciado chega no momento em que a instituição brasileira busca recursos para fazer frente ao aumento da demanda que já vinha encontrando antes do agravamento da crise a partir do mês passado e que acha possível que venha a aumentar em função do encolhimento de outras fontes de captação para as empresas brasileiras.

    O BNDES informa na nota sobre o empréstimo do BID que "outras fontes não-governamentais de crédito, como a colocação de títulos nos mercados interno e externo, também poderão ser utilizadas para complementar as necessidades de funding do BNDES". Volume, prazos e locais de lançamento ainda não estão definidos e dependem de condições do mercado.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    11-10-2008 | 10:10
    Apesar da expansão de cidades de pequeno e médio porte nas últimas décadas, a renda permanece concentrada nas capitais em dez dos doze principais centros urbanos do País. O estudo Regiões de Influência das Cidades 2007, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado ontem, mostra que apenas Rio e Goiânia apresentam Produto Interno Bruto (PIB) per capita menor que o total de suas redes urbanas, formadas por 264 e 363 municípios, respectivamente.

     

    A aparente descentralização, nos dois casos, é explicada por fatores distintos: exploração de petróleo no norte fluminense e expansão da fronteira agrícola no Centro-Oeste. Mesmo assim, a diferença é muito pequena: no Rio, o PIB per capita da capital era de R$ 14,81 mil, ante R$ 14,89 mil para o restante da rede. Na metrópole de Goiânia, era de R$ 9,2 mil na capital, ante R$ 9,5 mil nos demais municípios.

     

    Em geral, a concentração do PIB per capita nas capitais é muito grande - em Salvador, por exemplo, o valor na capital era quase o dobro (96% maior) da média para o total da rede de 486 cidades.

     

    Em São Paulo, apesar de uma rede bem estruturada de centros intermediários, a concentração do Produto Interno Bruto (PIB) per capita na capital era 27,9% maior do que na média da rede, que é formada por 1 028 municípios.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-10-2008 | 10:10
    Diante do agravamento da crise e da resposta dos governos com "instrumentos conhecidos", o ministro da Fazenda, Guido Mantega, avalia que é preciso "gerar novos instrumentos não conhecidos" com objetivo de lidar com a crise financeira atual.

     

    Na sede do Fundo Monetário Internacional (FMI), o ministro afirmou que, na reunião do G20, convocada para hoje, os ministros discutirão novos instrumentos para lidar com a crise. "Eu não vou antecipar aqui nossas propostas, mas, além da maneira tradicional, temos de usar novos instrumentos, mesmo por que as crises não são iguais."

     

    Ao sair de encontro com o diretor- gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, Mantega afirmou que o presidente Lula "deu algumas orientações" para o encontro que será presidido pelo ministro brasileiro. "Mas as revelarei lá durante o meu desempenho, no meu discurso amanhã (hoje) e na minha condução do G-20 à tarde. Não dá para permanecer tanto tempo assim com Bolsa despencando e bancos quebrando".

     

    O ministro citou que a crise de 1929 não é igual a crise de 2008, "porque a situação econômica é diferente, a globalização é maior. Existem derivativos, existem hedge funds, que não existiam naquela época, então nós também temos que inventar armas específicas para combater os problemas da atualidade".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-10-2008 | 10:10
    A menos de uma hora do encerramento das operações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), a forte recuperação do índice acionário norte-americano Dow Jones, com expectativas de uma ação conjunta dos países do G7, gerou esperanças de que o mercado paulista poderia fechar em território positivo ontem. Doce ilusão. O Dow não sustentou e voltou a operar no vermelho, fazendo com o que o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa), após reduzir a queda para menos de 1,60%, voltasse a ampliar o declínio, até encerrar com baixa de 3,97%, aos 35.609,54 pontos -no menor patamar desde 25 de setembro de 2006 (34.972,74).

     

    Na semana, o Ibovespa encerrou com uma perda de 20% - a maior desde a crise da Ásia em 1997. No mês de outubro, a baixa chega a 28,12% e no ano, a 44,26%. A aversão ao risco e o impacto da crise na economia real na Europa e nos Estados Unidos levou a uma corrida ao dólar.

     

    No Brasil, o Banco Central (BC) realizou três leilões, sem no entanto, ter conseguido segurar as cotações, que subiram até 6,91%. Ao se olhar o início do dia, contudo, não dá nem para reclamar do fechamento: na mínima, no começo do pregão, o Ibovespa chegou a cair 10,36%, aos 33.238 pontos, a níveis de 2005. Tal queda, inclusive, levou novamente a Bolsa a acionar circuit breaker -como já havia ocorrido na segunda-feira.

     

    Desta vez, contudo, não foi preciso acionar o mecanismo duas vezes, como no dia 6 -quando a Bolsa, depois de ter as operações suspensas por 30 minutos por causa de uma queda superior a 10%, voltou a interromper os negócios por uma hora em razão de uma perda de 15%. Na máxima ontem, o índice chegou a 37.079 pontos (estável). Em Nova York, traders atribuíram a recuperação do mercado às expectativas de que o encontro do G-7, realizado ontem, em Washington, vá resultar em medidas que reduzam as taxas interbancárias.

     

    No melhor momento, o Dow Jones chegou a subir mais de 3%. Mas a euforia foi fugaz. No fechamento, o índice registrou queda de 1,49%, aos 8.451,18 pontos. Ainda assim, em relação ao movimento verificado na primeira etapa do dia, o mercado de ações norte-americano reduziu drasticamente as perdas. O Dow Jones chegou a cair mais de 8%, para abaixo dos 8 mil pontos.

     

    Os recuos em Nova York e no Brasil estiveram alinhadas ao expressivo declínio dos índices acionários ao redor do mundo. A Bolsa de Tóquio registrou nova queda histórica do Nikkei, de 9,62%, assustando investidores.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-10-2008 | 10:10
    O governo brasileiro não tem planos de auxiliar companhias que já tenham admitido problemas financeiros em seus balanços por causa da inversão da trajetória do dólar. A negativa foi feita pela ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, durante resposta a um questionamento da imprensa sobre se o governo pretendia ajudar empresas como Sadia, Aracruz e Votorantim.


     

    Curso

     

    O Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso (CRCMT) promoverá o curso "Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado (DVA)", na próxima segunda-feira (13), das 8h às 12h e das 14 às 18h, no auditório do Conselho. Os temas serão ministrados pela contabilista Lúcia Helena Briski Young. Informações pelo (65) 3648 2800.


     

    Empréstimo

     

    O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou a aprovação de empréstimo de US$ 1 bilhão para que o banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financie crédito produtivo de longo prazo para micro, pequenas e médias empresas brasileiras. Aproximadamente 30 mil empresas devem ser beneficiadas pelos recursos.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-10-2008 | 10:10
    Ainda longe da crise que está abalando o mundo desde setembro, o mercado de trabalho industrial seguiu em trajetória positiva em agosto, na opinião do economista da coordenação de indústria do IBGE, André Macedo. O emprego industrial cresceu 2,5% no mês passado na comparação com agosto de 2007, completando uma seqüência de 26 taxas positivas, nessa base de comparação. Porém, na comparação de agosto em relação a julho, o emprego no setor 0,1%.

     

    O resultado inverte dois meses de crescimento da ocupação na indústria em base mensal. Até agosto, o emprego industrial acumula alta de 2,8% no ano e de 3% nos últimos 12 meses. Macedo acredita que a piora do cenário industrial só deverá rebater no setor, no Brasil, no final deste ano. Segundo ele, os índices de média móvel trimestral do emprego e da folha de pagamento mostram que a tendência prossegue de crescimento, ainda refletindo o "dinamismo" da produção industrial.

     

    O valor da folha de pagamento real, descontado a inflação, dos trabalhadores da indústria aumentou 6,4% na comparação com agosto do ano passado, mas caiu 0,5% em agosto ante julho, invertendo três meses consecutivos de taxas positivas nessa base de comparação. Com o resultado, até agosto, a folha de pagamento da indústria acumula alta de 6,6% no ano e também de 6,6% nos últimos 12 meses. Em relação a agosto do ano passado, o valor da folha de pagamento real subiu em 13 dos 14 locais pesquisados.

     

    Macedo observou também que os segmentos que estão impulsionando o emprego e a renda na indústria são aqueles que também alavancam a produção, como máquinas e equipamentos, produtos químicos e meios de transporte. Na comparação com agosto do ano passado, o número de trabalhadores cresceu em 12 dos 18 segmentos e em 12 dos 14 locais pesquisados.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-10-2008 | 12:10
    O terceiro dia de greve dos bancários, que é por tempo indeterminado, deverá paralisar mais de 100 agências em todo Estado. A expectativa é de que até a semana que vem todas as 200 estejam fechadas. Só funcionarão em caráter de urgência os caixas eletrônicos e alguns postos de atendimento. No país, o movimento ganhou força e até ontem já havia 3 mil instituições sem atendimento, em todos os Estados da federação, entre eles São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Bahia, Rio de Janeiro, Pará, Amapá, Rondônia, Espirito Santos, Acre, Ceará, Pernambuco e o Distrito Federal.

     

    Em Cuiabá e Várzea Grande, com exceção das unidades do Bradesco, todas as agências estão fechadas. Algumas estão tendo apenas o expediente interno. Há tendência de crescimento da adesão em Cáceres, Sinop, Chapada dos Guimarães e Barra do Garças, onde os bancos públicos já estão de portas fechadas. Para evitar qualquer tipo de incidente, o presidente do Sindicato dos Bancários e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Seeb) em de Mato Grosso, Arilson Silva, explica que pediu reforço à Polícia Militar, que está fazendo monitoramento nas principais instituições no centro da Capital. "Sabemos que alguns gestores estão ligando para os funcionários e fazendo ameaças, mas não vamos ceder".

     

    Existem em torno de 4 mil trabalhadores em Mato Grosso, em 94 cidades. A tendência é que todos cruzem os braços para pressionar a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) a conceder um reajuste de 13,28%, sendo 5% de aumento real ao salário, o restante é de perdas inflacionárias do período. Ao todo, são 5 principais reivindicações, que incluem aumento piso salarial, reforço da segurança interna e externa, diminuição da pressão por venda de pacotes de produtos e assédio moral, além de mais contratações.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-10-2008 | 12:10
    Obras - A Secretaria Estadual de Infra-estrutura (Sinfra), através da Superintendência de Vias Urbanas e Saneamento, publicou ontem no Diário Oficial, ordem de início às obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais no bairro Camping Club, em Sinop, terraplanagem e pavimentação de vias urbanas no Residencial Pinheiros, 1ª etapa, em Sorriso, e regularização e urbanização no assentamento residencial Cidade de Deus, em Rondonópolis. Não foi informado metragem, valores e prazos.

     

    Contrato - Ontem foi contratada empresa para construção da duplicação da avenida Lions Internacional (passagem urbana da MT-358) em Tangará da Serra, trecho de 5,8 quilômetros e, em Sorriso, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) contratou empresa para obras de adequação viária das avenidas Brasil e Ademar Raiter.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-10-2008 | 12:10

     A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 8, o parecer favorável do deputado Tadeu Filippelli (PMDB/DF), ao PL 3674/2008, que cria o Fundo Soberano Brasileiro (FSB). O projeto, que consta na Ordem do Dia do Plenário, em regime de urgência, está agora com parecer pendente apenas na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), onde tem como relator o deputado Pedro Eugênio (PT/PE).

     

    O projeto cria o Fundo Soberano do Brasil (FSB), de natureza contábil-financeira, vinculado ao Ministério da Fazenda, com a finalidade de: formar poupança pública; mitigar os efeitos dos ciclos econômicos; promover investimentos em ativos no Brasil e no exterior; e fomentar projetos de interesse estratégico do País localizados no exterior.

     

    O FSB, no exercício de sua finalidade, poderá aplicar suas disponibilidades financeiras em depósitos especiais remunerados, em instituição financeira federal. Para tanto, se prevê a constituição de Conselho Deliberativo que terá como função aprovar a reforma, o prazo e a natureza dos investimentos.

     

    Poderá também, participar, como cotista único, de Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização (FFIE), a ser constituído por instituição financeira federal. Tal fundo deverá ter natureza privada e patrimônio próprio separado do patrimônio do cotista.

     

    O projeto prevê o estabelecimento de diretrizes voltadas à solidez dos fundos, a serem regulamentadas por estatuto próprio. Entre tais diretrizes destacam-se aquelas vinculadas à política de aplicação dos recursos, as quais garantem rentabilidade mínima, ponderada pelo risco, equivalente a taxa Libor de seis meses.

     

    De acordo com o regulamento do FSB, o ministério da Fazenda encaminhará semestralmente ao Congresso Nacional um relatório de desempenho. Já o FFIE deverá elaborar os demonstrativos contábeis de acordo com a legislação em vigor e conforme estabelecido em estatuto.

     

                                                                                                                  

     

    Comissão de Trabalho aprova incentivo à contratação de trabalhadores

     

     

    A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) aprovou nesta quarta-feira, 8, o substitutivo apresentado pelo deputado Roberto Santiago (PV/SP) ao PL 6930/2006, de autoria do Senador Paulo Paim (PT/RS). O substitutivo aprovado institui uma série de medidas para incentivar a contratação de trabalhadores adicionais com menos de 24 e com mais de 45 anos de idade. De acordo com o texto aprovado, consideram-se trabalhadores adicionais os trabalhadores contratados além da média do período dos 12 meses anteriores à vigência da lei, conforme informado ao CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Os contratos celebrados terão validade por dois anos, prorrogáveis por igual período. Os deputados Nelson Marquezelli (PTB/SP) e Laércio Oliveira (PSDB/SE) votaram contra o substitutivo.

     

    Os trabalhadores beneficiários da lei, para serem contratados, deverão preencher os requisitos estabelecidos na lei.

     

    Confere às empresas que contratarem trabalhadores adicionais, os seguintes benefícios:

     

    - redução de 50% do valor das alíquotas das contribuições sociais destinadas ao Sistema “S”, ao INCRA, do salário-educação e do financiamento do seguro de acidente do trabalho, incidentes sobre os trabalhadores adicionais contratados;

     

    - deduzir do IR da CSSL, desde que optante pela tributação pelo Lucro Real, 50% das despesas realizadas a título de pagamento de salários de trabalhadores adicionais. O benefício está limitado a uma redução de 6% do IR, após efetuadas todas as deduções permitidas pela legislação em vigor.

     

    O projeto estabelece ainda que o trabalhador adicional contratado não poderá ser ex-empregado da empresa, de sua subsidiária, coligada, controlada ou controladora, bem como de qualquer outra pessoa jurídica que possua vínculo financeiro, administrativo ou empregatício com qualquer dessas empresas citadas, nem ter salário contratual superior a três salários mínimos.

     

    As empresas deverão também comprovar a regularidade de sua situação fiscal junto à Receita Federal, ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A proposição será encaminhada à apreciação da Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e, posteriormente, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

     

     

     

    CTASP aprova realização de Seminário Internacional sobre Terceirização

     

     

    A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) aprovou nesta quarta-feira, 8,requerimento deputado Laércio Oliveira (PSDB/SE), para realização de um seminário internacional sobre o tema "Terceirização de Serviços”.

     

    Os convidados a participarem do encontro são representantes do governo, das centrais sindicais, de entidades patronais e das empresas prestadores desse tipo de serviço, além de especialistas como Celita Oliveira, Ermínio Alves de Lima; Lívio Giosa; e Almir Pazzianoto.

     

     

    Fonte: CNI
    10-10-2008 | 12:10

    A Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira, 8, o substitutivo do Senador Antônio Carlos Jr. (DEM/BA), ao PLS 500/2007 que cria o Cadastro Nacional de Fornecedores Suspensos de Participar de Licitações e Contratar com a Administração Pública Direta e Indireta da União, Estados, Distrito Federal e Municípios - CANAF.

     

    O texto aprovado estabelece que os órgãos e entidades da Administração Pública manterão, no âmbito de cada ente federado, cadastro de pessoas físicas ou jurídicas suspensas ou declaradas inidôneas para participar de licitações e contratar com a Administração Pública, na forma do regulamento.

     

    De acordo com o texto, será obrigatória a consulta ao Cadastro pelos responsáveis pela realização de licitações no âmbito da Administração Pública em todas as fases do procedimento licitatório e previamente à assinatura de contratos e respectivos aditivos. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão celebrar convênio visando à integração entre os cadastros. As informações serão disponibilizadas, de forma atualizada, em sítio oficial da administração pública na

    internet.

     

     

    Turno suplementar

     

    A matéria ainda será apreciada pela CCJ, em turno suplementar, por se tratar de matéria examinada na forma de texto substitutivo. Nessa comissão, o projeto está recebendo decisão terminativa. Antes, a proposição do senador Garibaldi já havia sido aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

     

    Na exposição feita aos senadores, Antonio Carlos Júnior informou que projeto de autoria do governo (PLC 32/07), que aguarda inclusão em Ordem do Dia do Plenário do Senado, já prevê a criação de cadastro nacional positivo de habilitação, para filtrar empresas idôneas. Porém, salientou que a proposta "incorre na mesma deficiência da legislação atual". Isso porque, como observou, não estabelece mecanismos que impeçam a inscrição no cadastro, por determinado ente federado, de fornecedores considerados impedidos de licitar com a administração pública por imposição de ente diverso. O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR) concordou que os projetos não se excluem mutuamente.

     

     

    Fonte: CNI
    10-10-2008 | 12:10

    O plenário do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira, 8, em turno suplementar o substitutivo ao PLC 12/2000, que estabelece as diretrizes para a criação de um programa nacional de habitação para beneficiar mulheres responsáveis pelo sustento de suas famílias.

     

    Apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-SP), o substitutivo autoriza o Poder Executivo a criar o programa, destinado a mulheres com renda familiar de até três salários mínimos.

     

    O programa deverá operar dentro das modalidades dos demais programas habitacionais financiados pelo governo federal, de acordo com o substitutivo, obedecendo a algumas especificidades, tais como o estabelecimento de cota mínima de atendimento a mulheres com renda familiar mensal de até três salários mínimos e com filhos de até 14 anos. Outra especificidade é a de dar prioridade de atendimento às famílias residentes em áreas consideradas de risco.

     

    Deverá ainda haver uma escolha pela adoção de processo simplificado de inscrição e de tomada de crédito para essas famílias. A proposta estabelece também que o programa será implementado mediante ações integradas, em parceria com estados e municípios, e precisa beneficiar comunidades carentes previamente identificadas.

     

    A matéria prevê também que as famílias beneficiadas terão apoio suplementar com programas de saúde preventiva, incentivo à escolaridade e complementaridade de renda familiar.

     

    O primeiro substitutivo ao projeto foi apresentado pelo senador José Maranhão (PMDB-PB), em junho de 2004 na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), mas seu relatório não foi votado. Em maio de 2006, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou o substitutivo do senador Paulo Paim. Em maio de 2007, o substitutivo foi aprovado em Plenário e nesta quarta-feira em turno suplementar. O projeto retorna à Câmara dos Deputados.

     

     

    Fonte: Agência Senado
    10-10-2008 | 12:10
    A cobrança da Taxa de Serviços Estaduais (TSE) para o pagamento de impostos estaduais está suspensa. A proibição é decorrente de decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) favorável Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso (Sindusmad) contra a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz). Como está no âmbito estadual, a taxa incidia sobre o pagamento de tributos como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). A Sefaz ainda pode recorrer junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).

     

    O consultor jurídico do sindicato - que também assessora a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Victor Maizman, conta que o sindicato impetrou um mandado de segurança coletivo na 4ª Vara da Fazenda Pública de Cuiabá há dois anos. "A cobrança é ilegal. Ela só é permitida quando é feita para pagar uma prestação de serviço solicitada pelo contribuinte. E no caso do imposto não é um serviço prestado, é uma obrigação do contribuinte e ele ainda paga mais por isso", diz ao revelar que a decisão foi publicada esta semana no Diário da Justiça de Mato Grosso.

     

    O advogado afirma que a cada tributo que o contribuinte iria pagar ele era acrescido de determinado valor, em virtude da expedição do documento de arrecadação. "No caso das madeireiras, que eram despachadas várias cargas de mercadoria e várias guiam eram emitidas resultando em um montante que acabava onerando o empresário", diz ao destacar que a decisão irá abrir precedente para outras empresas e até mesmo pessoas físicas (no caso do IPVA) para que a taxa seja suspensa definitivamente. O advogado acrescenta que a emissão de guias de pagamento deve ser custeada pelo Estado.

     

    A Sefaz informou, via assessoria de imprensa, que não foi notificada da decisão.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-10-2008 | 12:10
    O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse nesta quinta-feira que o Brasil está em uma situação forte, mas não está imune à crise econômica global. 

    "'O Brasil implementou nos últimos anos as políticas econômicas corretas, acumulou reservas, e a economia brasileira está em boa forma", afirmou.

    "Mesmo em boa forma, o efeito do declínio no crescimento global terá conseqüências sobre as reservas", acrescentou Strauss-Kahn. "A situação do Brasil é uma situação forte, mas ele não está imune à crise."

    O diretor do Fundo lembrou que a estimativa de crescimento brasileira feita pelo FMI para 2009 é menor do que a projeção para este ano.

    Crescimento

    O órgão avalia que o Brasil terá um crescimento de 5,2% em 2008 e de 3,5% no ano que vem.

    "Para um país como o meu, um crescimento de 3,5% é um grande sucesso", disse Strauss-Kahn, que foi ministro das Finanças da França entre 1997 e 1999.

    "A última vez que tivemos um crescimento assim foi há dez anos, quando eu nem me lembro quem era o ministro das Finanças", brincou o diretor do FMI.

    "Mas, para um país como o Brasil, 3,5% não é tão bom assim, já que costumava crescer de 5% a 6%", acrescentou.

    Emergentes

    O diretor do Fundo afirmou ainda que o crescimento econômico global no próximo ano será gerado essencialmente pelos países em desenvolvimento.

    "As economias avançadas deverão crecer perto de 0% no ano que vem, isso significa que 100% do crescimento econômico virá das economias emergentes e das nações de baixa renda", disse o francês.

    Indagado se isso implicaria em uma mudança na estrutura mundial de poder, Strauss-Kahn respondeu: "Uma mudança de poder leva tempo, mas essa crise já dura mais de um ano e deve continuar por mais tempo."

    "Com o tempo, e dado o grau de crescimento de diferentes países, isso deverá aumentar também o peso dessas nações", concluiu o diretor do FMI.

    Fonte: Olhar Direto
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