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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    26-09-2008 | 12:09

    A expectativa de vida do brasileiro ao nascer cresceu mais de três anos na última década e passou de 69,3 anos, em 1997, para 72,7 anos, em 2007. As mulheres ainda vivem mais tempo: em média 76,5 anos, contra os 69 anos vividos pelos homens. Os dados constam da Síntese de Indicadores Sociais 2008, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (24).

    A maior taxa de mortalidade masculina é responsável, em parte, pela chamada "razão de sexo" brasileira. Existem 95,3 homens para cada 100 mulheres, sendo que em Recife (87,8/100), Rio de Janeiro (88,5/100) e Belém (89,1/100) a diferença é ainda maior. 
    Segundo Fernando Albuquerque, gerente do projeto Componentes da Dinâmica Demográfica do IBGE, a maior mortalidade dos homens é percebida desde o momento do nascimento, quando são registrados mais óbitos de bebês do sexo masculino. "Existe uma predisposição genética, mas a taxas aumentam com os números de óbitos relacionados a causas violentas, como acidentes de trânsito e homicídios", explica.

    Entre as grandes regiões do Brasil, o melhor índice de esperança de vida está no Sul (74,7 anos) e o pior, no Nordeste (69,7 anos). Santa Catarina (75,3 anos) e Distrito Federal (75,3 anos) se destacam por serem os lugares onde há maior longevidade. Já Alagoas (66,8 anos) e Maranhão (67,6 anos), pelas piores médias. 

    % da população total
    Taxa bruta de natalidade...................16,70
    Taxa bruta de mortalidade...................6,23
    Taxa de mortalidade infantil...............24,32


    A melhora na expectativa de vida e a queda na mortalidade da população - de 6,6 por mil (‰) para 6,23‰ em dez anos - foram responsáveis por um aumento considerável no número de idosos no Brasil. Hoje, os maiores de 60 anos representam 10,5% dos brasileiros e somam quase 20 milhões de pessoas.

    Na última década, o aumento foi de 47,8%, sendo que o crescimento total da população brasileira no período foi bem menor: 21,6%. Se considerarmos apenas os com mais de 80 anos, que representam 1,4% da população e somam 2,6 milhões de pessoas, o aumento foi ainda mais relevante: 86,1%.

    O número de jovens com até 14 anos, por sua vez, caiu de 30,8% para 25,4% na comparação 1997-2007. Já os menores de um ano passaram a ser 1,4% da população e se concentraram principalmente na região Nordeste, onde é maior o nível de fecundidade (número médio de filhos que uma mulher teria ao final do período fértil). A taxa de fecundidade também diminuiu e foi de 2,54 para 1,95 filho no mesmo período.

     Fecundidade (nº de filhos)
    Brasil.....................................................1,95
    Norte.....................................................2,60
    Nordeste...............................................2,29
    Sudeste................................................1,62
    Sul........................................................1,78
    Centro-Oeste........................................2,01


    "Em 1960, uma mulher teria em média seis filhos. Hoje, a taxa brasileira de fecundidade já está abaixo do nível de reposição da população (há mais pessoas morrendo do que nascendo). Por enquanto ainda não é um problema, mas daqui a 30 ou 40 anos o efeito já será sentido", aponta Albuquerque.

    É visível a mudança no perfil da população brasileira. A participação da terceira idade na sociedade é cada vez maior, o número de nascimentos é cada vez menor e mesmo que a mortalidade infantil ainda seja alta se comparada a outros países emergentes, como a Rússia (onde o índice está entre 14‰ e 19‰), a taxa caiu de 35,2‰ para 24,3‰ da população em dez anos.

    A população brasileira está envelhecendo. "A base da pirâmide demográfica (formada pelas crianças) está diminuindo e os mais velhos representam uma maior proporção do todo. Isso significa que o Brasil ainda possui uma pirâmide triangular, mas se já aproxima dos países desenvolvidos, que possuem uma pirâmide cilíndrica", explica o especialista. 

    Ele atribui o avanço aos tratamentos para doenças como o câncer e as cardíacas, que contribuem para a queda da mortalidade bruta da população, assim como aos programas de saúde pública e à melhora nas condições de habitação e saneamento, que resultam em índices positivos de mortalidade infantil e materna. "O aumento do acompanhamento pré-natal, a urbanização, o cuidado com a criança e o idoso, a vacinação eficaz, tudo isso faz com que a população ganhe mais tempo de vida", ressalta.

    Comparação com outros países emergentes
    Na Rússia, os homens vivem em média 13,6 anos menos do que a mulheres. Lá, a estrutura etária é mais envelhecida e os maiores de 65 anos correspondem a 13,2% da população. Existem 86,1 homens para cada 100 mulheres. A taxa de mortalidade é de 16,2‰ e a natalidade, 10,7‰, níveis parecidos com os verificados em países da Europa Ocidental. A taxa de mortalidade infantil também é a menor entre os emergentes.

    Índia e África do Sul apresentam pirâmides demográficas predominantemente jovens. Nesses países, os indicadores são mais desfavoráveis: as crianças correspondem a 31,8% dos indianos e 31,7% dos sulafricanos. Já os mais velhos são 5,2% e 4,6% respectivamente. No entanto, a expectativa de vida na África do Sul (49,3 anos) é 15,4 anos menor que a observada na Índia. Na Índia, existem 107,3 homens para cada 100 mulheres, enquanto na África do Sul a razão de sexo é 96,9 homens para cada 100 mulheres.

    A China tem a maior expectativa de vida entre os países comparados: 73 anos para ambos os sexos. O país chama a atenção pela taxa de mortalidade infantil feminina (quase 10 mortes por mil habitantes) maior que a masculina, fruto de uma política pública que obriga as famílias a terem um único filho, existindo uma preferência por bebês do sexo masculino, especialmente na zona rural, onde vive 80% da população. Existem, portanto, 106,8 homens em média para cada 100 mulheres.

     

    Fonte: Olhar Direto

    26-09-2008 | 12:09
    Constatação é da empresa LE Portas e Janelas, revendedora da marca Cláris em Mato Grosso

    A LE Portas e Janelas, revendedora da marca Cláris em Mato Grosso, especializada em produtos de PVC, detectou a expansão do segmento em Cuiabá. Em comparação a 2007, as comercializações cresceram na ordem de 20% neste ano, sobretudo no mercado da construção civil.

    Segundo o Gerente de Comercialização da LE, Gilson da Conceição, os produtos da marca apresentam um grande diferencial, como atender as recomendações do Protocolo de Kyoto. “As linhas de janelas, portas e esquadrias em PVC garantem uma maior preservação ambiental, sobretudo porque consomem menos energia na produção e são recicláveis. Além disso, têm as vantagens de proporcionar o isolamento termo-acústico, a fácil higienização e durar, em média, 70 anos”, disse. Ele ressaltou que a expectativa de crescimento para o mercado em 2009 é da ordem de 50% em relação a este ano.

    Para a Gerente Administrativa e Financeira da empresa, Daniela Conceição, a crescente adesão aos produtos em PVC se deve, também, à qualidade e versatilidade dos produtos. “Nossos produtos atendem com qualidade, estilo e personalização à obra de cada cliente”, disse.

    O Executivo de Contas da Cláris, da cidade de Indaiatuba (SP), Marcos Rodrigues, atribui o crescimento da empresa à qualidade dos produtos e atendimento. “O evento da LE Portas e Janelas comemora o sucesso dos negócios, com a satisfação dos clientes que utilizaram esquadrias, portas e janelas em PVC”, afirmou.

    Para o gerente de marketing da empresa, publicitário João Timóteo, o produto em PVC além de atender projetos comerciais e residenciais de alto padrão, apresenta outras características marcantes, a estanquiedade e a higienização. “Por ser composto de 57% de cloro, gerado a partir do sal marinho, o PVC não permite a proliferação de microorganismos, sendo altamente indicado também na utilização de obras de hospitais, consultórios médicos, odontológicos e áreas relacionadas à gastronomia”, enfatizou.

    O engenheiro civil Heitor Teixeira, da Oncomed, clínica de oncologia em Cuiabá, afirmou que usava esquadrias de alumínio em praticamente toda a sua obra. “Mas aderimos às soluções em PVC por causa da qualidade e também da economia, gerada principalmente pelo isolamento térmico que diminui o consumo de energia”, enfatizou.

     

    Fonte: Olhar Direto
    26-09-2008 | 12:09

    O Plano Nacional de Mudança Climática que o governo submeterá a consulta pública a partir de segunda-feira prevê a substituição gradativa do uso da gasolina pelo álcool na frota de carros nacionais, com crescimento de 11% ao ano na produção do etanol. Nesse ritmo, o País deverá produzir 53,2 bilhões de litros de álcool em 2017, mais que o dobro dos atuais 25,6 bilhões. 

    Ficou decidido também que a partir do ano que vem a Caixa Econômica Federal (CEF) só financiará imóveis que prevejam o aproveitamento de energias limpas, como a solar. Mesmo projetos de habitação popular, como os grandes conjuntos feitos para as classes C e D, terão de conter painéis captadores de energia solar, para evitar o consumo de energia elétrica com chuveiros e outros tipos de aquecedores.

    Caberá à Caixa duplicar - prevendo a contrapartida de Estados e municípios - de R$ 6 bilhões para R$ 12 bilhões os investimentos anuais em tratamento de esgoto sanitário, produtores de gás metano, que também ajudam no efeito estufa. Esse gás deverá ser aproveitado como fonte de energia. Pelos planos do governo, até 2015, a população atendida por esgotos tratados subirá dos atuais 35% para 70%.

    Embora o Brasil não tenha obrigação quantitativa de reduzir a emissão de carbono (CO2), por não ter responsabilidade histórica significativa pelo acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera, o governo decidiu fazer um plano ousado. Coube aos ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc, e da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, divulgá-lo. As sugestões do público para mudanças poderão ser feitas até 31 de outubro.

     

     

    Fonte: Olhar Direto

    26-09-2008 | 12:09
    O Sesc Arsenal lança amanhã (27), às 16h, o cronograma do projeto Poesia, Versos e Cordas para 2009. Na ocasião serão apresentados o edital e os objetivos no que tange a cultura/literatura, os suportes bibliográficos e materiais necessários para a execução da proposta. O projeto tem se voltado para o desafio de formação de platéias e leitores através de uma ação que fomenta o livro e a leitura.

     

    Nestes sete anos de existência ofereceu cerca de 20 oficinas de criação poética e apresentou mais de 40 espetáculos de leituras dramatizadas de contos e poemas. Atendeu mais de 100 escolas das redes pública e particular de ensino, além do público espontâneo.

     

    Os espetáculos foram criados a partir de obras de autores consagrados como Manoel de Barros, Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Rubem Fonseca, Mario Quintana, entre outros. Quase todos os grupos e atores de teatro de Cuiabá participaram do projeto.

     

    Os espetáculos apresentados no projeto são selecionados a partir de um processo que começa com a participação em uma oficina, na qual são apresentados todos os objetivos do Sesc relacionados à literatura e cultura, os suportes bibliográficos e materiais necessários para a execução da proposta, e principalmente, instrumentaliza esses grupos para o trabalho com o texto literário dentro das bases que norteiam o projeto.

     

    Serviço -A apresentação do cronograma do Poesia, Versos e Cordas será no sábado (27) a partir das 16h no Sesc Arsenal (rua 13 de junho, s/n, Porto). Informações: 3616 6900

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-09-2008 | 12:09

    Samba, funk, rock, erudito e músicas cuiabanas estão no repertório que o grupo Boca de Matilde apresenta em show neste final de semana no teatro do Sesc Arsenal. Sob a direção de Jefferson Neves as nove experientes cantoras sobem ao palco para interpretar 15 canções divididas em quatro blocos de estilos musicais diferentes um do outro. O nome do espetáculo, Tudo Quanto é Canto, se deve a uma versatilidade do repertório que varia de Queen a Chico Buarque, de Ave Maria a Capitú.

     

    "O Boca de Matilde canta com a alma e tem o intuito de levar a boa música a tudo quanto é canto onde haja um público com ouvidos atentos para um som de qualidade e olhos abertos para enxergar as cores femininas, o inovador e o perspicaz", ressalta a cantora Deize Águena.

     

    Boca de Matilde é uma expressão de origem carioca e denota "fofoca", o que permite dizer que não há assunto no mundo que se espalhe sem antes "correr à boca de Matilde". As integrantes são Genicleide Bastos, Karol Bataioli (vozes agudas), Francyelle Moreira, Juliane Grisólia, Tuanny Godoy, Vera Lúcia (vozes mezzos), Ana Mottinha, Deize Águena e Sandra Regina (vozes graves).

     

    Todas as integrantes possuem experiência musical. O grupo tem características que o faz destacar perante os demais: a perspicácia, cores, a beleza de ser mulher, o jeito leve de cantar quando se deve ser suave e a força quando a intensidade da alma a exige. Para elas, não basta cantar com técnica apurada, mas traduzir aos corações as notas musicais impressas numa partitura.

     

    A estréia do grupo foi no Terceiro Encontro Internacional de Coros, promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em dezembro de 2005. Em maio de 2006 o Boca de Matilde foi convidado a integrar o elenco de um show em homenagem ao compositor erudito Waldemar Henrique. A partir de então as integrantes soltam a voz com freqüência e seguem cantando em tudo quanto é canto de Cuiabá.

     

    Esta não é a primeira vez que o Boca de Matilde se apresenta no Sesc Arsenal. O show anterior se chamou Olha a boca da nega, e foi realizado em 2007.

     

    Serviço -O grupo Boca de Matilde faz show nesta sexta-feira (26), sábado (27) e domingo (28), sempre às 20h pontualmente no teatro do Sesc Arsenal. A entrada custa R$ 12,00 (inteira) e R$ 600 (meia). As apresentações fazem parte da Mostra Guaná Aldeia Sesc de Arte e Cultura. Informações: 3616-6900.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    26-09-2008 | 12:09

    Inflação - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) desacelerou de 0,52% na segunda quadrissemana de setembro para 0,44% na terceira quadrissemana do mês. O resultado foi anunciado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O índice, que mede a inflação na cidade de São Paulo, ficou dentro das expectativas dos analistas consultados pela Agência Estado, que iam de 0,40% a 0,56%.

     

    Elevação - Os grupos que apresentaram elevação entre a segunda e a terceira prévia do mês foram Saúde (de 0,47% para 0,62%) e Vestuário (de 0,22% para 0,38%), segundo o levantamento.

     

    Em queda - Recuaram os segmentos Habitação (de 1,24% para 0,97%), Transportes (de 0,27% para 0,25%), Despesas Pessoais (de 1,18% para 0,98%) e Educação (de 0,10% para 0,06%). No segmento Alimentação, a taxa negativa recuou de 0,55% para 0,47%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-09-2008 | 12:09

    Com o aumento nas contratações na indústria, a taxa de desemprego das seis principais regiões metropolitanas caiu de 8,1% em julho para 7,6% em agosto, no menor nível para o mês desde o início da série histórica, em 2002. Essa taxa só perde para dezembro de 2007, quando o índice de desemprego foi de 7,4%. Em agosto do ano passado, a taxa havia sido de 9,5%. A renda média subiu 2,1%, na maior alta na evolução mensal desde julho de 2005, e a contratação com carteira assinada cresceu 5,8% em relação a agosto do ano passado.

     

    Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com base nesse desempenho, o gerente da pesquisa mensal de emprego do IBGE, Cimar Azeredo, disse que os dados mostram que a taxa de desemprego média de 2008 deverá ser a menor da série iniciada em 2002. "Levando em conta a história da pesquisa, a tendência é que seja a menor taxa", afirmou.

     

    Segundo ele, a taxa média anual, que chegou a 9,8% de janeiro a agosto do ano passado, está em 8,2% em igual período de 2008, o que confirma a possibilidade de recorde. "Olhando apenas para o mercado de trabalho e levando-se em conta que não haverá grandes alterações nas variações econômicas, a tendência é que 2008 apresente a menor taxa da série", disse. De acordo com Azeredo, a perspectiva é que a menor taxa recorde de desemprego da série histórica, de 7,4% em dezembro do ano passado, possa vir a ser alcançada nas seis regiões este ano.

     

    Formalidade - O número de pessoas ocupadas somou 21,8 milhões nas seis principais regiões metropolitanas do país em agosto, com aumento de 0,7% em relação a julho e alta de 3,7% na comparação com agosto de 2007. A população desocupada (sem trabalho e procurando emprego) recuou para 1,79 milhão, com queda de 6,1% ante julho e recuo de 19,2% ante igual mês do ano passado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-09-2008 | 12:09
    Foram quase 14 horas de reunião do diretor do Dnit, Luiz Antonio Pagot, com ministros e depois com o presidente Lula para uma avaliação inicial de 579 obras das 1,5 mil, sob a responsabilidade do órgão, inseridas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

    Conforme Pagot, que chegou ontem à noite a Cuiabá, foi avaliada cada etapa das obras, seja em processos de licitação ou as que dependem de licenças ambientais. Segundo Pagot, foi uma reunião extremamente profícua e que, certamente, levará ao aprimoramento da gestão no órgão pela quantidade de obras ferroviárias, hidroviárias e rodoviárias. Dilma Roussef (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes) e Carlos Minc (Meio Ambiente), além de representantes da AGU, participaram das discussões.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    25-09-2008 | 12:09

    O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP ) pediu às cimenteiras brasileiras a importação imediata de cimento para normalizar o abastecimento.

     

     

     Na semana passada, a parada da unidade Itaú de Minas (MG), controlada pela Votorantim, provocou desabastecimento em São Paulo e súbita elevação dos preços.

     

    A Votorantim informou, em nota, que a unidade retomou a produção na segunda-feira e que o abastecimento estaria regularizado em até uma semana.

     

     

            Segundo Sérgio Watanabe, presidente do SindusCon-SP, a crise no abastecimento já ameaça algumas obras no Estado.

     

     

     "Ninguém faz estoque de cimento. Pedimos a indústria que se não há garantias para o fornecimento normal que sejam feitas importações emergenciais.

     

    A situação é urgente", disse.

     

     

            Segundo José Otávio Carvalho, secretário executivo do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic), as cimenteiras operam a plena carga e os investimentos já anunciados não conseguirão ampliar a oferta em prazos muito curtos.

     

     

     Segundo ele, a importação é uma opção das cimenteiras, mas não é uma operação trivial.

     

     

            O cimento foi o item com maior reajuste nos últimos 12 meses terminados em agosto: 28,7%.

     

     

    Fonte: CBIC

     

    25-09-2008 | 12:09

    O SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) pediu às cimenteiras brasileiras a importação imediata de cimento para a normalização do abastecimento no maior mercado do país.

     

     

            Na semana passada, a parada da unidade Itaú de Minas (MG), controlada pela Votorantim -a maior fornecedora do país-, provocou desabastecimento em São Paulo e uma súbita elevação dos preços.

     

     

     

            A Votorantim informou, em nota, que a unidade retomou a produção na segunda-feira e que o abastecimento estaria regularizado em até uma semana.

     

     

     

            Sem estoque e com alta demanda, o fornecimento ficou irregular nas últimas semanas e mostra-se vulnerável a qualquer problema no parque industrial.

     

     

    Sérgio Watanabe, presidente do SindusCon-SP, diz que a crise no abastecimento já ameaça obras no Estado.

     

     

            "Ninguém faz estoque de cimento.

     

     

    Então o abastecimento deve ser permanente.

     

     Pedimos à indústria que, se não houver garantia para o fornecimento normal, que sejam feitas importações emergenciais. A situação é urgente", afirmou.

     

     

     

            O forte aumento da demanda pegou a indústria despreparada.

     

     

     Segundo José Otávio Carvalho, secretário-executivo do Snic (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento), as cimenteiras operam a plena carga e os investimentos já anunciados não conseguirão ampliar a oferta em prazos muito curtos.

     

     

            "Uma unidade média demora entre três e cinco anos para ficar pronta e custa US$ 250 milhões.

     

     

    Não é uma indústria de fundo de quintal, é um negócio que precisa ser muito bem planejado", diz Carvalho.

     

     

            Segundo ele, a importação é uma opção das cimenteiras, mas não é uma operação trivial, seja do ponto de vista logístico, seja em termos de custo ou de reserva de capacidade para atender o mercado brasileiro.

     

     

            Além da falta do produto, as construtoras temem o efeito sobre os custos dos contratos.

     

     

     O cimento foi o item com maior reajuste de preço nos últimos 12 meses terminados em agosto.

     

     

    Segundo levantamento do SindusCon-SP, o aumento atingiu 28,7% no período, seguido do concreto usinado, que teve reajuste de 28,4%.

     

     

     

            O alerta já foi dado ao governo federal.

     

     

     A assessoria da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pediu informações ao SindusCon-SP sobre a atual situação do abastecimento e dos preços.

     

    Fonte: CBIC

    25-09-2008 | 12:09

    O projeto de lei que reduz de dez pra cinco o número de taxas para as pessoas físicas ou empresas que constroem no DF, conforme anunciou o governo no dia 11 deste mês, foi aprovado ontem, em primeiro turno, na Câmara Legislativa, por 16 votos favoráveis.

     

     

    O governo espera celeridade no processo e a expectativa é que o segundo turno e a redação final passem pelo plenário na próxima terça-feira, dia 30.

     

     

            Ontem, o gerente da Agência de Fiscalização do GDF, Rôney Nemer, esteve na Câmara Legislativa para esclarecer aos deputados a importância e alguns pontos do Projeto de Lei Complementar (PLC 98/2008) que define as mudanças.

     

     

     

     O projeto já foi discutido em duas reuniões técnicas e mais uma deverá ser realizada na segunda-feira, prazo máximo para que os parlamentares possam apresentar emendas ao projeto.

     

     

    A votação e a aprovação do texto ocorreu após a exposição.

     

     

     

            Nemer explicou que o objetivo da inciativa é desburocratizar e desonerar o contribuinte.

     

     

     Das taxas existentes, três serão mantidas e sete serão resumidas em duas, conforme o gerente de Fiscalização.

     

     

            - Com a taxação resumida, passaremos a cobrar o valor da área fiscalizada, a ação fiscal multiplicada pela metragem quadrada da área fiscalizada.

     

     

    Além da redução do número de taxas, também houve uma diminuição dos valores. Hoje, temos muita inadimplência.

     

     

     O objetivo é aumentar a base de arrecadação - explicou Nemer.

     

     

     Arrecadação atual

     

     

            Atualmente, a arrecadação dessas taxas é de R$ 11 milhões por ano.

     

     

     Se o projeto for aprovado, o valor deverá saltar para R$ 18 milhões, porque todas as taxas deverão ser pagas, o que não ocorre hoje.

     

     

    O deputado Raimundo Ribeiro (PSL) já adiantou que deve apresentar emenda ao projeto.

     

     

            - Só queremos garantir que o Fundo da Defensoria Pública continue recebendo os recursos destinados a ela.

     

     

     A taxa que gerava esse recurso foi extinta - comentou.

     

    Fonte: CBIC

    25-09-2008 | 11:09

    Governo quer ampliar aplicação do FGTS no crédito para habitação

     

     

     

     

            A nova classe média, que nos dois últimos anos fez disparar as vendas de eletrodomésticos e automóveis, amparada por crédito fácil e prestações a perder de vista, deverá chegar também à casa própria.

     

     

    O governo prepara novas medidas cujo objetivo é massificar o crédito habitacional para famílias com renda mensal até cinco salários mínimos (R$ 2.075).

     

     

     

            "Elas vão deixar de ser consumidoras só de linha branca e ter acesso a um financiamento habitacional", disse ao Estado a secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães.

     

     

    A estimativa é que, nos próximos 15 anos, surgirão 27 milhões de novas famílias no Brasil. Dessas, metade estará na classe média.

     

     

     

            As medidas fazem parte do Plano Nacional de Habitação (Planhab), que começou a ser elaborado no ano passado e traça metas para o combate ao déficit habitacional até 2023.

     

     

     

     O plano está em reta final e deverá ser divulgado em meados de outubro, mas algumas medidas levarão mais tempo para sair do papel, pois terão de ser apreciadas pelo Congresso Nacional.

     

     

     A expectativa é que até lá o quadro econômico esteja mais calmo.

     

     

     

            Quando em vigor, as novas medidas levarão a um uso mais intensivo dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

     

     

     

    Esse é o principal argumento levantado pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, para explicar por que o governo não pretende autorizar que o dinheiro do fundo seja aplicado na Petrobrás para financiar investimentos na exploração de petróleo na camada pré-sal.

     

     

    Aplicado em ações, o dinheiro não poderá financiar a casa própria.

     

     

     

            "O dinheiro do FGTS é fundamental, é imprescindível para fazer o atendimento do plano", afirmou Inês.

     

     

    Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, autorizar a aplicação do FGTS na Petrobrás significaria desviar os recursos de sua finalidade original, que é habitação e saneamento para a população de baixa renda, para aumentar rendimentos que estão concentrados na classe média.

     

     

     "É até uma questão de egoísmo", atacou.

     

     

            Hoje, as famílias com renda até cinco salários mínimos já têm acesso a empréstimos a juros baixos com recursos do FGTS.

     

     

    No entanto, os valores e prazos dos financiamentos oferecidos muitas vezes ainda são insuficientes para comprar uma casa.

     

     

     

     "O dinheiro é usado mais para a compra de material de construção", disse Inês.

     

     

     

            Para contornar o problema, o Planhab pretende criar um fundo garantidor, que protegerá os bancos dos riscos de conceder empréstimos mais longos e de valor mais elevado para esse segmento da população.

     

     

    O fundo ainda não está totalmente desenhado, mas sua composição deverá envolver recursos do Tesouro Nacional.

     

     

     

            "Não tem como enfrentar a questão do déficit habitacional sem envolver algum subsídio", afirmou Inês.

     

     

     

     Já para Simão, que participa das discussões do Planhab, há condições de o fundo garantidor ser constituído apenas com recursos privados.

     

     

     

            Com a criação de produtos financeiros para a nova classe média, a expectativa é que aumente também a oferta de imóveis destinados a essa faixa de renda.

     

     

     Hoje, disse a secretária, o mercado atende apenas a renda mais elevada.

     

    Fonte: CBIC

     

    25-09-2008 | 11:09

    Mato Grosso cresce mais que o Brasil. Esta é a conclusão sobre o resultado de um diagnóstico feito pela equipe técnica da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme). “O objetivo é ter dados reais sobre o desenvolvimento econômico de Mato Grosso. A partir de outubro vamos apresentar este raio x do Estado para investidores em potencial. Estes números mostram que Mato Grosso é um dos que apresentam a melhor performance econômica do Brasil. Tudo isso conta pontos a nosso favor e faz a diferença para quem pretende investir em nosso Estado”, enfatiza.

    O diagnóstico mostra que Mato Grosso é destaque quando se trata de Produto Interno Bruto (PIB). Entre os nove Estados da Amazônia Legal, Mato Grosso está em segundo lugar com um PIB de R$ 37.466.137 (bi) e uma renda per capita de R$ 13.125, perdendo apenas para o Pará que tem um PIB de R$ 39.150.461 (bi) e uma renda per capita de R$ 15.541. “A diferença é que o Pará tem uma população de cerca de sete milhões de habitantes e a de Mato Grosso é de apenas 2.854 milhões. Sendo assim, a renda per capita do nosso Estado é bem maior que a do Pará. Mais um ponto positivo para o Estado”, analisa Nadaf.

     

    De acordo com o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), em 1994 o Brasil tinha uma renda per capita de R$2.227,00 e o Mato Grosso ocupava o 11º lugar neste ranking com uma renda per capita de R$ 1.728,00. Em 2005, enquanto a renda per capita do Brasil foi de R$ 11.658,00, Mato Grosso subiu para o 6º lugar registrando uma renda per capita de R$ 13.365. “De acordo com as projeções que fizemos já estamos ocupando o 4º lugar neste ranking”, avisa o secretário.

    Já quando o assunto é Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Mato Grosso também apresenta um número maior que o Brasil. Enquanto o Estado tem um índice de 0.773, o Brasil apresenta apenas 0.767. “Estamos buscando o IDH por município. Este é um dado importante tanto para o investidor, quanto para o poder público que pode orientar melhor os empresários que pretendem desenvolver qualquer tipo de negócio Estado”, destaca.

     

     

    O diagnóstico da Sicme mostra também a abertura de 100 mil novas empresas nos últimos cinco anos. Destas, pelo menos 84.387 foram no setor do comércio, 15.670 no de indústria e 2.861 na área rural. Das 100 mil empresas 683 foram incentivadas pelo Governo do Estado, sendo 366 pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic), 297 pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Fundeic). Além destas, outras 214 buscaram recurso junto ao Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). Ao todo, estas 877 empresas investiram no Estado cerca de R$ 6 bilhões e geraram pelo menos 310 mil empregos diretos e indiretos.

    Outro índice que mostra que Mato Grosso cresce mais que o Brasil é o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto no Brasil houve um aumento de 43% de 2007 para 2008, Mato Grosso registrou um aumento de 70%. “São dados da Infraero que mostram que em 2007 houve muito mais turistas no nosso Estado. Isso gera emprego, renda e desenvolvimento”, avalia Nadaf.

     

    Outro dado que confirma que o desenvolvimento do Estado é maior que o do Brasil é o referente às exportações. No primeiro semestre de 2008, Mato Grosso cresceu 66% se comparado ao mesmo período de 2007. “A projeção que fizemos mostra que enquanto o Brasil cresceu 181.36% de 2007 para 2008, Mato Grosso deve crescer pelo menos 289.56% no mesmo período”, explica.

    Os setores de agropecuária, indústria e serviço também confirmam que Mato Grosso está em pleno desenvolvimento. Enquanto a agropecuária cresceu menos de 7% no Brasil e no Centro-Oeste, Mato Grosso registrou índices de crescimento de 14% entre 2003 e 2007. No setor industrial o Estado apresenta a mesma tendência neste período. Enquanto o Centro-Oeste e o Brasil apresentaram índices de crescimento menores que 4%, Mato Grosso registrou 7% de crescimento. No setor de bens e serviço não foi diferente. Enquanto o Brasil e o Centro-Oeste registraram menos de 3% de crescimento, o Mato Grosso alcançou os 5%. Sendo assim, no total Mato Grosso registrou um crescimento de 7% nos últimos cinco anos, pelo menos 3% a mais que o Centro-Oeste e o Brasil que registraram índices menores que 4%.

     

     

    O diagnóstico ainda revela dados sobre a produção e consumo de energia elétrica, usinas de biodiesel e vários outros dados relacionados ao setor de energia. O secretário também aproveitou para mostrar dados do setor mineral e da produção primária do Mato Grosso. “Somos destaque em pelo menos sete atividades relacionadas à agropecuária. Temos o maior rebanho comercial do Brasil com 26 milhões de cabeças e somos o maior produtor de soja”, destaca. “O Estado está vivendo um momento impar. Nosso crescimento pode ser comparado apenas ao dos Tigres Asiáticos que crescem em média 8% ao ano”, complementa.

     

    Fonte: Mídia News

    25-09-2008 | 11:09

    No mês de agosto, o saldo de postos de trabalho ficou negativo em 8 mil vagas na Indústria, 8 mil também no Comércio e 26 mil na categoria Outros Serviços, que inclui construção civil e serviços domésticos.

     

    O setor de Serviços é responsável por 53,3% dos 9,066 milhões de pessoas ocupadas na região metropolitana de São Paulo, enquanto a indústria responde por 18%, o comércio por 16,5%, serviços por 8% e setor público por 7,9%.

     

    Juros - Os coordenadores da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) Alexandre Loloian e Patricia Lino Costa questionam a continuidade do crescimento do emprego no médio prazo frente a alta nos juros básicos e o forte agravamento da crise financeira internacional.

     

    Mesma assim, avaliam que a evolução robusta da economia nacional, que registrou crescimento de 6,1% no segundo trimestre ante o mesmo período do ano passado, deve sustentar o vigor da criação de postos de trabalho até o final do ano.

     

    De acordo com Loloian, que é o coordenador de análise da PED pela Fundação Seade, é muito difícil estabelecer uma tendência da evolução do emprego apurada pela pesquisa em razão do alto nível de incertezas que marcam o cenário financeiro global.

     

    "Mas o nível de atividade no Brasil está vigoroso, como vimos nos resultados do PIB no segundo trimestre, e provavelmente deve manter um nível robusto até o fim do ano", comentou o coordenador.

     

    Novas vagas para o mercado de trabalho só devem abrir quando as turbulências da crise financeira internacional amenizarem.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    25-09-2008 | 11:09

    O desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pela Fundação Seade, em convênio com o Dieese, atingiu 14,5% em agosto, o menor índice para este mês desde 1998, início da série histórica. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) foi realizada nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e no Distrito Federal. O total de desempregados foi estimado em 2,911 milhões de pessoas.

     

    O nível de ocupação subiu 0,5% em agosto em relação a julho, e aumentou 5,4% no mês passado na comparação com agosto de 2007. O rendimento médio real dos ocupados nas seis regiões metropolitanas caiu 0,5% em julho ante junho, e passou a R$ 1.156,00. Em comparação a julho de 2007, houve uma elevação de 4,1%. A massa de rendimento dos ocupados, que é o resultado da multiplicação do valor dos rendimentos e nível de ocupação, registrou ligeira elevação de 0,2% em julho ante junho, e subiu 9,1% em comparação a julho de 2007.

     

    São Paulo - O desemprego na região metropolitana de São Paulo atingiu 14% em agosto, a menor marca para o mês desde os 12,9% apurados em agosto de 1995. Em julho, a taxa havia sido de 14,1%. O total de desempregados no mês passado atingiu o número de 1,476 milhão de pessoas na região, 11 mil pessoas a menos em relação a julho. O nível de ocupação registrou pequena elevação de 0,1% em agosto, em comparação a julho. Em relação a agosto do ano passado, o nível de ocupação subiu 4,5%.

     

    De acordo com a PED, o rendimento médio real dos ocupados em São Paulo caiu 1,8% em julho ante junho deste ano, de R$ 1.215,00 para R$ 1.193,00. Porém, ao comparar o resultado com o rendimento de R$ 1.169,00 em julho do ano passado, o rendimento médio subiu 2,1%. A massa de rendimento dos ocupados caiu 1,7% em julho, em relação a junho. Em comparação a julho de 2007, a massa de rendimento dos ocupados subiu 6,3%. Em agosto, o destaque na criação de postos de trabalho na região metropolitana de São Paulo foi o setor de Serviços, que gerou 48 mil empregos.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    25-09-2008 | 11:09
    O ministro da Previdência Social, José Pimentel, anunciou o adiamento por um ano da entrada em vigor do Fator Acidentário de Prevenção (FAP). Esse mecanismo entraria em vigor no dia 1º de janeiro de 2009, mas um decreto do presidente da República, que será publicado nos próximos dias, adiará a implantação do FAP para 1º de janeiro de 2010. O FAP será aplicado sobre a alíquota do imposto do seguro de acidente no trabalho pago pelas empresas.

     

    A idéia do governo é que a alíquota do imposto seja reduzida para as empresas com pouca incidência de acidentes no trabalho e seja ampliada para aquelas com altos registros de acidentes. Segundo o Ministério da Previdência, a alíquota do seguro de acidentes varia de 1% a 3% sobre a folha de pagamento da empresa. Com a entrada em vigor do FAP, essas alíquotas podem ser reduzidas à metade ou serem ampliadas em até 100%.

     

    Pimentel explicou que o adiamento é necessário para que uma comissão formada por governo, empresários e trabalhadores conclua as discussões sobre o marco legal na área de saúde e de segurança no trabalho. Além disso, explicou o ministro, o governo negocia com o chamado Sistema S (Senai, Senac, Senar, Sesc, Senat, Sest, Sebrae e Sescoop) a assinatura de um protocolo até o fim deste ano para que a reabilitação e requalificação dos trabalhadores vítimas de acidente no trabalho ou de doenças ocorram dentro do espaço dessas entidades que integram o Sistema S, com a supervisão do Ministério da Previdência Social.

     

    Segundo o ministro, as empresas não estão cumprindo a cota de deficientes e de trabalhadores reabilitados porque a qualificação oferecida hoje não é suficiente para garantir a inserção desses trabalhadores. O adiamento por um ano da entrada em vigor do FAP ocorre também em razão do critério da anualidade -por ser um imposto, a sua vigência só pode ocorrer no ano seguinte à sua aprovação.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    25-09-2008 | 11:09

    O Brasil passou da oitava posição no recebimento de investimentos estrangeiros diretos (IED) em economias emergentes em 2006 para a quarta posição em 2007. A informação consta do World Investment Report (WIR) de 2008, elaborado pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad, na sigla em inglês) e que foi divulgado ontem simultaneamente em 60 países. No Brasil, o levantamento foi publicado pela Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet). No estudo anterior da Unctad, antes da atualização dos dados fechados do ano, o Brasil constava na quinta colocação em 2007.

     

    Nos dois anos em questão - 2006 e 2007 - a China se manteve na liderança da recepção de IED, atraindo US$ 72,7 bilhões e US$ 83,5 bilhões, respectivamente. O segundo posto foi mantido por Hong Kong, que recebeu US$ 45,1 bilhões no primeiro ano e US$ 59,9 bilhões no segundo. A terceira posição também ficou estagnada com a Rússia (US$ 32,4 bilhões e US$ 52,5 bilhões) no período. Já a quarta colocação, que era de Cingapura em 2006 (US$ 24,7 bilhões), foi transferida para o Brasil (US$ 34,6 bilhões).

     

    Em 2006, quando estava em oitavo lugar, o Brasil havia recebido um total de US$ 18,8 bilhões de investimentos externos. "No ranking dos 10 principais pólos emergentes de atração de IED de 2007, o Brasil ultrapassa México, Índia, Turquia e Cingapura", constatou o presidente da Sobeet, Luís Afonso Lima. O IED para o Brasil cresceu 83,7% de 2006 para 2007, taxa quase três vezes maior do que a taxa de expansão dos investimentos no mundo, ainda segundo o levantamento.

     

    "Com este recorde, o Brasil ultrapassa outras economias emergentes latinas na obtenção de recursos externo, como Chile e México, e asiáticas, como Turquia, Coréia e Índia, como pólo de atração de investimentos diretos", salientou Lima. No ano passado, o pólo de atração dos investimentos ficou mais concentrado nas economias desenvolvidas (68,1% do total), com destaque para Europa (46,3%) e a América do Norte (18,6%). As economias em desenvolvimento obtiveram 27,3% do total, enquanto as em fase de transição, 4,7%. No caso da América Latina, a região obteve 6,9% do total, com o Brasil registrando fatia de 1,9%; Argentina, de 0,3%; Chile, de 0,8%, e México, de 1,3.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    25-09-2008 | 11:09

    Está proibido o uso de letras com tamanho menor que 12 nos contratos de adesão. A alteração no artigo 54 da Lei Federal 8078/90, Código de Defesa do Consumidor (CDC), foi determinada pela lei 11.785, assinada pelo presidente em exercício, José de Alencar. A mudança vale para todos os contratos de adesão preestabelecidos por fornecedores de produtos e serviços, como em consórcios e nas aberturas de contas correntes.

     

    Empresas como bancos comerciais, imobiliárias, seguradoras, financeiras, operadoras de telefonia e de cartão de crédito optam em firmar acordos comerciais com normas de venda pré-estipuladas ao cliente. Para isso, as cláusulas devem ser redigidas em termos claros e com caracteres legíveis e ostensivos, o que freqüentemente é desrespeitado com o uso de letras pequenas e difícil visualização.

     

    De acordo com o CDC (art. 54, inciso IV) as cláusulas que de alguma forma interferem no direito do consumidor devem estar em destaque, sob pena de desobrigar o cliente a cumprir o estabelecido, mesmo depois de assinado. O consumidor que se sentir lesado pode discutir judicialmente o acordo com o fornecedor, podendo obter até a nulidade das normas firmadas entre as partes.

     

    "O CDC limita que em todo contrato o juro de mora não ultrapasse dois por cento, mesmo assim ainda existem vários contratos de adesão que trazem juros de dez por cento. Essa cláusula, na maioria das vezes de difícil visualização, é nula de pleno direito", destaca a superintendente de Defesa do Consumidor, Gisela Simona Viana de Souza.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    25-09-2008 | 11:09
    Coleta - A Secretaria de Saúde de Várzea Grande realizou campanha para coleta de sangue junto aos servidores do município. O Instituto de Hematologia do Centro Oeste (IHEMCO) foi quem realizou a coleta. A campanha rapidamente conquistou a simpatia dos funcionários de Várzea Grande. Dezenas de convidados, voluntários compareceram para doar sangue.

     

    A doação foi organizada pela funcionária da secretaria de Administração, Aleksandra de Oliveira, em prol de um amigo portador da doença Lupus Eritematoso Sistêmico (LES), que hospitalizado necessitava de 60 doadores diários. Infelizmente o doente faleceu antes mesmo do fim da campanha.

     

    Fonte: Gazeta digital
    25-09-2008 | 11:09

    A vacinação contra rubéola deve ser intensificada nas áreas urbanas porque são espaços onde há concentração de pessoas, que são portas de entrada da doença nas comunidades rurais. A afirmação é do consultor da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Jorge Mendrado, que esteve ontem em Cuiabá e disse que ficou impressionado com a estratégia utilizada pelo serviço de saúde. Ele relatou que o atendimento vai até as pessoas. Os agentes estão em locais públicos e têm a resposta da população. "Em nenhum país da América Latina, os habitantes formam filas no horário de almoço para vacinar-se".

     

    O consultor explica que as capitais recebem diariamente moradores de outros municípios em busca de trabalho ou educação. Dentro do perímetro urbano, existem vários locais de grande concentração de habitantes como rodoviárias, ponto de ônibus e shoppings centers.

     

    Nesses ambientes, a doença prolifera-se com facilidade, pois é viral e transmitida pela inalação. Então, quando um doente espirra, ele pode contaminar mais de uma pessoa.

     

    Mendrado disse que a participação masculina nas campanhas é difícil em toda a América Latina. Em países como o Chile e a Argentina, as propagandas e publicidades são direcionadas aos homens. Para o representante da OPAS, na idade de 12 a 39 anos, eles direcionam o tempo para atividades econômicas e lazer."Eles precisam saber que a atitude não é um beneficio singular e sim para toda comunidade".

     

    Metas - Mato Grosso não atingiu a meta de vacinação que é 1,47 milhão de habitantes. Até ontem, 1,2 milhão de mato-grossenses tinham recebidos a vacina. O número representa 82% da meta estipulada pelo Ministério da Saúde.

     

    Cerca de 65 dos 141 municípios, que compõem o Estado, já atingiram entre 95% e 100% da meta. O aglomerado urbano de Cuiabá e Várzea Grande cumpriu apenas 70% da cobertura estipulada e com a distribuição de postos de atendimento em lugares públicos, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) pretende vacinar 419,73 mil pessoas, que representa 100% da meta.

     

    Conforme a superintendente de Saúde Coletiva da SES, Conceição Villa, as pessoas geralmente procuram os postos quando estão doentes. A população na maioria das vezes não possui o hábito da prevenção ou não tem tempo para ir ao posto de saúde.

     

    Conceição explica que as pessoas que procuram os postos são na maioria das vezes mulheres.

     

    Como elas levam os filhos para tomar vacina e tradicionalmente cuidam da família, costumam ser mais conscientes que os homens.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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