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Sábado, 29 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    24-09-2008 | 12:09
    Mesmo com a repetição de avanços na distribuição de renda e no emprego, a persistente desigualdade da sociedade brasileira prejudica a evolução dos indicadores sociais, como mostrou a nova edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o levantamento revela que ocorreu, no ano passado, a maior redução na diferença entre ricos e pobres no Brasil desde 1990, segundo o Índice de Gini, que caiu de 0,541 para 0,528.

     

    A pesquisa também informa que havia 14,1 milhões de brasileiros analfabetos em 2007 - o que coloca o País em 15º lugar em proporção de alfabetizados na América Latina e no Caribe - e 4,8 milhões de crianças trabalhando. Em contraposição, a cobertura previdenciária e a rede de esgoto passaram de 50%, em melhorias concentradas no Sudeste e no Sul.

     

    "Os indicadores sociais só não avançam mais porque a distribuição de renda não se dá numa velocidade maior do que a verificada nos últimos anos", disse o presidente do IBGE, Eduardo Nunes. "De 2006 para 2007, já observamos uma redução acentuada (na concentração). Mantida essa velocidade, a partir de agora certamente os indicadores sociais poderão acompanhar mais de perto o crescimento da renda."

     

    A queda no Índice de Gini - que varia de zero a 1 e indica maior desigualdade quanto mais aumenta - foi a reafirmação de uma tendência já verificada em anos anteriores no Brasil. A PNAD mostrou que, em 2007, o Gini da distribuição de renda do trabalho (não incluindo outras rendas) passou de 0,540 em 2006 para 0,528 em 2007.

     

    Apesar da redução forte, o Brasil ainda está muito atrás de outros países nesse indicador. O Gini da Rússia, por exemplo, é 0,399; o da China, 0,469; e o da Índia, 0,368. Todos têm distribuição de riqueza menos desigual que a brasileira.

     

    "O Brasil não é um país pobre; é rico e se aproxima de países desenvolvidos em alguns indicadores, mas a distribuição de renda é como a de países que nem sabemos direito onde estão no mapa", disse Nunes. A concentração de renda no País está mais próxima da de nações pobres da América Central, como El Salvador (0,524) e Panamá (0,561), ou africanas, como Zâmbia (0,505), África do Sul (0,578), Suazilândia (0,504) e Zimbábue (0,501).

     

    Segundo a pesquisa, os aumentos no rendimento médio real dos trabalhadores nos últimos quatro anos não foram suficientes para recuperar as perdas ocorridas entre 1996 e 2003. Em 2007, a renda dos ocupados chegou a R$ 960, o maior valor dos últimos oito anos, mas ainda foi 6% inferior à de 1996 (R$ 1.023,00), ano de pico da renda na série da PNAD, iniciada em 1992. Depois, houve perdas até 2003, estabilidade em 2004 e recuperação em 2005, 2006 e 2007.

     

    MELHORES NOTAS

     

    No campo econômico, os indicadores de 2007 colhidos pela Pnad são repletos de boas notícias. O índice de formalização do emprego foi recorde no ano passado, com 35,7% de trabalhadores com carteira assinada. O índice é o maior na série histórica da pesquisa. Mas 8,1 milhões de pessoas ainda estavam desempregadas e a renda e a taxa de desemprego não retornaram ainda ao nível de 10 anos atrás.

     

    O aquecimento da produção industrial fez o número de ocupados crescer 4,6% no período, em relação a 2006. Foi o primeiro aumento na ocupação na indústria apurado na Pnad desde 2004. A agricultura, contudo, continuou reduzindo o contingente de trabalhadores. A ocupação na atividade agrícola caiu 4% em 2007 ante 2006.

     

    Em 2007, também houve redução no número de crianças de 5 a 17 anos que trabalhavam. Ainda assim, esse número chegou a 1,2 milhão na faixa de 5 a 13 anos, na qual o trabalho infantil é ilegal. O decréscimo foi de 171 mil em relação a 2006. Mais de 37% dos menores de 18 anos que trabalhavam no ano passado morava no Nordeste.

     

    Na educação, o País registrou em 2007 um recuo de 0,5% no total de estudantes com mais de quatro anos de idade - indicativo da redução no número de jovens e da evasão de estudantes do ensino médio - e mais um recuo pequeno no índice de analfabetismo. Nesse indicador, com 10% de população de mais de 15 anos analfabeta, o Brasil ainda amarga índices piores do que os de países bem mais pobres da América Latina e do Caribe, como Peru, Paraguai, Suriname e Bolívia.

     

    Pela primeira vez desde 2004, quando foi incluída na Pnad a área rural da Região Norte, a parcela da população que se declarou negra ou parda (49,7%) superou o porcentual de autodeclarados brancos (49,4%) no País em 2007.

     

    A taxa de fecundidade caiu mais uma vez no País e, pela primeira vez, ficou abaixo do nível de reposição: 1,95 filho por mulher, em média. Segundo o presidente do IBGE, a mudança confirma a tendência de envelhecimento da população, que, na Europa, levou 100 anos para se completar, mas, no Brasil, durou só quatro décadas - começou no fim dos anos 60.

    No ano passado também ocorreu aumento no número de domicílios com acesso a microcomputador e à internet. Segundo a Pnad, 20,4% dos domicílios do País, ou 11,4 milhões, tinham acesso à web, com crescimento de 23% ante o ano anterior. O País também passou de 48,5% para 51,3% de domicílios ligados à rede coletora de esgotos. A distribuição do benefício, contudo, é muito desigual: no rico Sudeste, era 79,4%; no Norte, 9,8%.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Estadão
    24-09-2008 | 12:09

     

    Fernando Nakagawa
    Agência Estado

     

    Diante do quadro de restrição de recursos externos, em função da crise nos Estados Unidos, o Banco Central anunciou na manhã desta quarta-feira, 24, duas medidas para aumentar a liquidez no sistema financeiro nacional - volume de dinheiro em negociação. Com elas, o BC manterá R$ 13,2 bilhões no mercado.  

     

    O BC informou que as medidas têm caráter "pontual" e mexem com a regulamentação dos depósitos compulsórios - dinheiro que os bancos recolhem diariamente ao Banco Central. Trata-se de uma ferramenta do BC que mexe diretamente com os recursos disponíveis para crédito.

     

    Assim, quando o BC quer aumentar os recursos disponíveis nos bancos, ele reduz a parcela dos depósitos compulsórios. Na situação oposta, quando o objetivo é restringir o crédito, ele aumenta a participação do compulsório.

     

    O objetivo do BC agora é aumentar os recursos em circulação. Portando, as duas medidas anunciadas hoje reduzem o recolhimento de depósitos compulsórios. A primeira delas adia o cronograma de implementação de compulsórios sobre depósitos interfinanceiros de leasing.

     

    De acordo com a medida, o recolhimento com base na alíquota de 20% que seria feito a partir de 14 de novembro deste ano passa a vigorar apenas em 16 de janeiro de 2009. A alíquota subseqüente de 25%, que seria adotada a partir de 16 de janeiro de 2009, só entrará em vigor no dia 13 de março de 2009. Com esta medida, o BC adia o recolhimento adicional de R$ 8 bilhões nesse segmento. A criação desse compulsório sobre os depósitos de leasing foi anunciada no fim de janeiro.

     

    A segunda medida triplica de R$ 100 milhões para R$ 300 milhões o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras sobre os depósitos a prazo, à vista e da poupança. Apesar dessa alteração, permanecem as alíquotas usadas para o cálculo dessa exigibilidade em 8% para depósitos a prazo e à vista e 10% para a poupança. Esta medida vai evitar que bancos recolham outros R$ 5,2 bilhões ao BC, totalizando os R$ 13,2 bilhões. Esses recursos, quando recolhidos junto ao Banco Central, continuam sendo remunerados pela taxa Selic.

     

    Forte saída de recursos

     

    O agravamento da crise externa, a partir da derrocada do banco de investimento Lehman Brothers, inverteu os sinais do fluxo de capitais financeiros no Brasil em setembro. Em apenas uma semana, o indicador que mede o movimento de dólares no chamado câmbio financeiro - que inclui investimentos em ações e títulos da dívida, além de remessas de lucros, entre outros - registrou saídas de US$ 2,680 bilhões, entrando no terreno negativo. Segundo o Banco Central, o mercado acionário foi a principal vítima da fuga dos investidores.

     

    Os números apresentados ontem mostram que mais de meio bilhão de dólares deixou o Brasil em cada um dos cinco dias úteis da semana passada por meio do segmento financeiro. Essa fuga coincidiu com a reação dos investidores ao colapso do Lehman Brothers e às notícias de que outras instituições, como a seguradora AIG, enfrentavam graves problemas e tiveram que ser socorridas pelo Tesouro dos EUA.

     

    Antes dessa deterioração do quadro, o fluxo financeiro registrava ingresso de US$ 725 milhões de investidores estrangeiros nas duas primeiras semanas do mês, até o dia 12. Desde então, prevaleceu a saída. Em cinco dias, todos os US$ 725 milhões foram retirados e houve, ainda, saque adicional equivalente a US$ 1,955 bilhão.

     

    O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, disse que o impacto mais evidente da crise acontece nas ações. Em setembro até ontem, estrangeiros já se desfizeram de US$ 1,063 bilhão em ações da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). "Parte dos investidores está saindo (do País)", disse. Ele observa, contudo, que também é possível observar migração de investidores para a renda fixa em opções como os títulos da dívida pública. Em setembro, essa opção recebeu US$ 818 milhões em novas aplicações.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Estadão

     

    24-09-2008 | 12:09

    O presidente da República em exercício, José Alencar, sancionou o projeto lei com mudanças no Código de Defesa do Consumidor. Foi alterado o Parágrafo 3º do Artigo 54, que agora determina que os contratos de adesão serão redigidos em termos claros e com, no mínimo, corpo de letra 12. Apesar do código já exigir que os contratos fossem redigidos de forma legível, não havia um padrão mínimo de medida a ser observado para o tamanho da letra.

    De acordo com o diretor-executivo do Procon de São Paulo, Roberto Pfeiffer, a falta de normatização em relação ao tamanho da letra do texto resultava em contratos em letras pequenas a ponto de dificultar a identificação dos direitos e obrigações constantes no contrato.“Já se entendia que se o contrato fosse redigido em letras que impedissem a compreensão, o contrato poderia ser invalidado”, disse. “Se o consumidor pode ler melhor, pode compreender melhor, deve ser visto como positivo”, acrescentou.

    Os consumidores também podem pedir a substituição de palavras expressas no contrato que não entendam. “Se não for trocada e o caso chegar a um juiz, ele pode interpretar formalmente que o consumidor não tinha conhecimento do que era dito no contrato”, explicou Roberto Pfeiffer.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Agência Brasil 
    24-09-2008 | 12:09

    Kelly Oliveira

    A crise financeira internacional  refletiu no saldo da entrada e saída de dólares do país por meio das operações financeiras (investimentos em bolsa e títulos, pagamento de juros, remessa de lucros, viagens internacionais). De acordo com dados do Banco Central, até o dia 19 deste mês, houve saída de US$ 1,955 bilhão.

    Os dados divulgados anteriormente, referentes à movimentação até o dia 12 deste mês, mostravam saldo positivo de US$ 725 milhões nas operações financeiras. A crise se agravou no dia 14 deste mês, com o anúncio do pedido de concordata do banco de investimento americano Lehman Brothers. Segundo Lopes, esse número reflete “basicamente o mercado acionário”, mas também o aumento das remessas de lucros e dividendos.

    No caso das operações comerciais, o saldo é positivo em US$ 5,414 bilhões, com exportações de US$ 13,334 bilhões e importações de US$ 7,921 bilhões. Mesmo com o resultado negativo das operações financeiras, o saldo total do fluxo cambial está positivo em US$ 3,459 bilhões.

    O BC também indica a saída de investimento em ações no país no valor de US$ 1,081 bilhão, enquanto as aplicações em renda fixa registraram ingresso de US$ 818 milhões, neste mês até hoje (23).

    Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, pode estar havendo migração de ações para renda fixa, mas o país pode também estar atraindo novos investimento para a renda fixa.

    A projeção de investimento estrangeiro em portfólio (ações e renda fixa) passou de US$ 25 bilhões para US$ 22 bilhões. “Isso reflete o comportamento do mercado acionário doméstico”, com saída de investidores e redução de preços das ações. 

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Agência Brasil

     

    24-09-2008 | 12:09
    As comissões de Turismo e Desporto da Câmara e do Senado divulgaram hoje (23) um documento sobre turismo sustentável produzido em parceria com o Serviço Nacional do Comércio (Senac) e os ministérios do Turismo e do Meio Ambiente.

    O objetivo da publicação é traçar planos de ecoeficiência no turismo. A ecoeficiência se traduz por ações que levem a produzir mais e melhor utilizando menos recursos e gerando menos resíduos.

    O turismo brasileiro está em busca da ecoeficiência nas áreas que englobam o consumo de água, de energia elétrica, no monitoramento e na educação ambiental e na destinação final de resíduos sólidos.

    O documento traz detalhes sobre os impactos das alterações climáticas em destinos turísticos brasileiros e sobre práticas sustentáveis, tecnologias limpas e produtos ecologicamente corretos empregados por empreendimentos do setor.

    Durante o evento de lançamento, o ministro interino do Turismo, Airton Nogueira Pereira, falou sobre a importância da sustentabilidade. Para ele, a degradação ambiental é incompatível com o ecodesenvolvimento. Ainda de acordo com Pereira, o documento lista importantes informações para o turismo sustentável.

    “É a preocupação dos impactos que as mudanças climáticas possam trazer para a atividade turística. São desde questões da subida da temperatura e o que isso pode representar para a perda de determinados ecossistemas. O documento alerta para esses problemas e procura pontuar o que o turismo pode fazer.”

    O diretor de programas da Secretaria Executiva do Meio Ambiente, Aldenir Chaves Paraguaçu, representante do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que a visão do turismo mundial com base na sustentabilidade trará um novo comportamento para o governo, para os turistas e para as empresas de turismo.

    A divulgação do documento faz parte da programação da 2ª Semana Nacional do Turismo no Congresso, que começou ontem (22) e vai até domingo.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Diário de Cuiabá

     

     

    24-09-2008 | 12:09
    A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), fez um completo diagnóstico das necessidades de investimentos nas unidades de fiscalização e agências fazendárias. Ações contundentes e emergenciais foram tomadas, a exemplo da reativação do Posto Flávio Gomes e da decisão de investir R$ 15 milhões em obras e reformas estruturais em todos os postos fiscais sob a jurisdição da Sefaz e R$ 6 milhões em infra-estrutura de tecnologia da informação.

    No Posto Fiscal Correntes, especificamente, está em execução a pavimentação em concreto do pátio de estacionamento de veículos, assim como a ampliação do acesso, drenagem e a sinalização no pátio de acesso ao posto, conforme Termo de Contrato n. 053/2008/Sejuf-Sefaz/Fungefaz. Já foram executados os serviços preliminares e a terraplanagem necessária ao início da pavimentação.

    Segundo o secretário de Fazenda, Eder Moraes, é importante ressaltar que os investimentos e reformas só não ocorrem com maior celeridade, tendo em vista a necessidade de cumprir os preceitos legais que orientam a administração pública, notadamente, licitações e contratos, que em média demandam 120 dias pelo volume de aporte de capital investido.

    As instalações físicas do Posto Fiscal Correntes também estão sendo reformadas, abrangendo a ampliação das áreas administrativas, de alojamentos, construção de plataformas de conferência de mercadorias, restaurante e lanchonete, urbanização, paisagismo, e a revisão de todo o sistema de iluminação dos pátios. Neste posto, somente em infra-estrutura de tecnologia da informação será investido cerca de R$ 1,5 milhão em sistemas de pesagem dinâmica de cargas, integrados aos sistemas fazendários, que irão permitir o acesso seletivo dos caminhões aos pátios, agilizando ainda mais o atendimento aos usuários-contribuintes, bem como expansão em energia elétrica estabilizada, motor grupo gerador, nobreaks e links de comunicação.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Diário de Cuiabá
    24-09-2008 | 12:09

    EDUARDO CUCOLO
    da Folha Online, em Brasília

     

    O Banco Central anunciou duas mudanças nos depósitos compulsórios das instituições financeiras com o objetivo de compensar os efeitos, no Brasil, da restrição de crédito no sistema financeiro internacional, ou seja, a falta de liquidez.

    O depósito compulsório obriga que as instituições financeiras recolham junto ao BC parte do dinheiro depositado pelos seus clientes. Com isso, os bancos ficam com menos dinheiro para emprestar e fazer outras operações.

     

    A falta de liquidez nos mercados é uma das principais características da atual crise financeira que atinge os EUA. Justamente por isso os BCs ao redor do mundo têm injetado ao longo do último ano bilhões de dólares nas suas economias e evitar, assim, que a falta de dinheiro em circulação as faça "parar".

     

    A primeira medida do BC foi adiar o cronograma de implantação do recolhimento compulsório sobre leasing. Em janeiro, o governo decidiu que os bancos deveriam recolher compulsoriamente até 25% dos depósitos captados das empresas de leasing. À época, foi anunciado um cronograma para o aumento gradual dessa alíquota, hoje em 15%.

     

    Com o anúncio de hoje, o recolhimento com base na alíquota de 20%, que seria feito a partir de 14 de novembro de 2008, passa a vigorar em 16 de janeiro de 2009. Já a adoção da alíquota de 25% foi adiada de 16 de janeiro de 2009 para 13 de março de 2009.

     

    A previsão do BC é que o recolhimento compulsório sobre leasing, quando estiver completamente implementado, retire da economia R$ 8 bilhões. O leasing é uma modalidade de crédito que funciona como um aluguel (equipamentos e veículos, principalmente), em que o tomador tem a opção de compra do produto no final do contrato. Segundo dados do BC, as operações de leasing para pessoa física cresceram 7,8% entre junho e julho deste ano --em 12 meses, a modalidade registra crescimento de 141,7% para o consumidor e 78,4% para empresas.

     

    Bancos médios

     

    A segunda medida foi ampliar de R$ 100 milhões para R$ 300 milhões o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras do cálculo da "exigibilidade adicional" sobre depósitos à prazo, depósitos de poupança e recursos à vista. Segundo cálculos do BC, só esta medida injetará imediatamente R$ 5,2 bilhões na economia do país. A "exigibilidade adicional" é o mecanismo que o BC tem para aumentar o compulsório apenas dos bancos com volume maior de recursos. Com a mudança, apenas as instituições com depósitos superiores a R$ 300 milhões terão de cumprir essa regra, o que vai ajudar os bancos médios e pequenos a ter mais crédito.

     

    As alíquotas usadas para o cálculo dessa exigibilidade, que é remunerada pela taxa básica de juros (Selic), permanecem inalteradas em 8% para os depósitos a prazo, 10% para os depósitos de poupança e 8% sobre os recursos à vista.

     

    "Com o objetivo de preservar o sistema financeiro nacional dos efeitos da restrição de liquidez que vem sendo observada no sistema financeiro internacional, o Banco Central do Brasil decidiu fazer as seguintes alterações, de caráter pontual", diz o BC em nota.

     

    Trata-se da segunda ação do BC em menos de uma semana para amenizar os efeitos da crise. Na última sexta-feira, a instituição vendeu US$ 500 milhões aos bancos para ajudar a segurar a alta do dólar.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Folha Online
    24-09-2008 | 09:09

    Lorenzo Falcão

    Da Assessoria

     

    O Sinduscon/MT promove hoje mais uma reunião com candidatos à Prefeitura de Cuiabá. Desta feita, o empresário Mauro Mendes, candidato pelo PR, vai expor suas propostas e ouvir questionamentos dos representantes desse sindicato e também do Sincop (Sindicato da Construção Pesada) e do Crea (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura/MT). A reunião está prevista para iniciar às 20 horas e acontece no Centro Carmindo da Construção.

     

    As diretorias dos sindicatos envolvidos conclamam amigos, associados e sindicalizados a comparecer para acompanhar de perto a explanação do candidato, lembrando que a sucessão na administração municipal é um assunto que diz respeito a todos.

    Na pauta da reunião, que foi enviada antecipadamente à coordenação de campanha de Mauro Mendes, estão temas como a missão da Prefeitura, o papel do prefeito nesse contexto, a expansão demográfica e praticamente todas as áreas relacionadas á administração pública, como segurança, saúde, educação, trânsito etc.

     

    A exemplo do que ocorreu na última segunda-feira, quando a reunião foi realizada com o candidato do PSDB, Wilson Santos, primeiramente, o candidato discorre livremente sobre os temas propostos e depois recebe indagações e questionamentos do público presente.

     

    O Centro Carmindo da Construção fica situado na rua Carmindo de Campos, do lado direito da rua, na primeira curva, e bem no seu início, no sentido Avenida Fernando Correa – Bairro do Porto. Os organizadores do evento informam aos interessados que o local dispõe de estacionamento interno.

     

     

    23-09-2008 | 13:09

     

     

    Lorenzo Falcão

    Da Assessoria

     

     

    O prefeito e candidato à reeleição, Wilson Santos (PSDB), esteve reunido ontem (22/09) à noite com representantes dos sindicatos mato-grossenses da Construção Civil (Sinduscon), Construção Pesada (Sincop) e do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea). O candidato falou durante pouco mais de uma hora para cerca de 30 pessoas. Discorreu livremente sobre a pauta que havia sido encaminhada à sua assessoria antecipadamente.

     

    “Resolver os problemas e avançar. Coordenar e articular junto à sociedade para sanar os problemas que afligem a cidade”. Dessa forma Santos definiu a missão da Prefeitura de Cuiabá e lembrou que cabe ao prefeito a capacidade de não radicalizar, saber planejar e não colocar nunca seus interesses pessoais acima dos coletivos.

     

    Com sua hábil oratória Wilson Santos foi desfiando um por um dos itens da pauta, enfatizando o que foi feito em cada um dos setores e projetando o que pretende implementar para um próximo mandato, caso venha a vencer as eleições.

     

    Em nível de asfaltamento da malha viária da cidade afirmou que até dezembro sua administração completará a pavimentação de 150 quilômetros e que pretende dobrar essa performance nos próximos quatro anos, principalmente, valendo-se das PPPs (Parcerias Público/Privada). Destacou que pretende construir dois viadutos, um na Fernando Correa (esquina com Avenida Beira Rio) e outro na Miguel Sutil (trevo do Santa Rosa), e que a direção nacional do Dnit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transportes), através de Luís Pagot, já sinalizou positivamente para esse investimento na ordem de R$ 25 milhões. Comentou de passagem sobre os serviços de saneamento da Capital que estão divididos em lotes, e que alguns deles estão com problemas. Também lamentou a falta de material específico para obras de saneamento.

     

    A Prefeitura está adquirindo, até o final deste mês 45 novos ônibus, o que tornará a frota cuiabana a segunda mais nova do País, perdendo apenas para o Rio de Janeiro. Lembrou que sua administração implantou a catraca eletrônica e garantiu que vai renovar a frota em 100%, com novos ônibus e micro-ônibus. Em relação ao trânsito destacou a Avenida das Tôrres e frisou a necessidade de construir mais uma ponte sobre o Rio Coxipó, ligando os bairros Praerinho e Coophema.

     

    Na área da Saúde disse que no segundo mandato pretende articular uma performance mais vigorosa, mas salientou a construção de clínicas de odontologia voltadas para a população carente, assim como, os atendimentos nos serviços de fisioterapia e fonoaudiologia destinados aos menos favorecidos. “É preciso atender a população cuiabana menos favorecida”, disse, e registrou que 80% da população é cliente do SUS – Sistema Único de Saúde. A elaboração de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários para a Saúde foi mencionada.

     

    A Educação teve como ênfase o programa Escola Saúde, com três frentes de acompanhamento: médico, nutricionista e dentista. Essa aproximação maior com a clientela estudantil, segundo Wilson, está possibilitando o diagnóstico de vários problemas junto à população jovem, inclusive, casos de violência sexual doméstica. Wilson quer implantar um sistema de produtividade onde as escolas possam contar até com o 15º salário, quando comprovado o bom rendimento estudantil, um sistema que surgiu em Nova York, e que já foi implantado em estados como Minas Gerais e São Paulo. “Conforme o grau do aprendizado, os salários aumentam”, detalhou ele. O incremento no pré-vestibular para estudantes de baixa renda foi outro aspecto anotado. Ele quer aumentar de 3.500 para 5.000 o número de estudantes beneficiados.

     

    A Segurança, de acordo com o que disse o candidato, é um setor cuja responsabilidade é do Estado e não do município, mas, apesar disso, foi criada a Guarda Municipal e já foi feito o concurso. Atualmente os concursados estão sendo preparados. As obras na iluminação pública que sua administração vem realizando são um fator moderador da violência, segundo Wilson. Outra ação preventiva sinalizada foi o Projeto Siminina, criado na administração Roberto França, que já atende 1.600 crianças e jovens, enquanto antes apenas 500 eram atendidas. “O índice de aprovação escolar é de mais de 98%”, lembrou o prefeito. Também foram citados o PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil e as escolas de tempo integral, dez ao todo, já em funcionamento.

     

    O candidato assumiu problemas em relação aos recursos humanos da Prefeitura, face a impossibilidade de pagar bons salários, mas citou a criação de uma data-base e o adicional por produtividade como medidas atenuantes dessa situação.

     

    Sobre o crescimento demográfico exagerado, Wilson Santos explicou que é dever da administração pública buscar o controle. Registrou que a partir dos anos 90 o crescimento populacional deixou de dobrar e se acomodou num índice pouco superior aos 20%.

     

    O candidato destacou ainda o Plano Diretor de Cuiabá que é fruto da ampla participação popular, com a consulta de quase 2000 pessoas e concluiu sua explanação dizendo que está investindo cerca de R$ 800.000 numa equipe de técnicos que está debruçada em dados e informações, e que vai nortear as vocações econômicas para que Cuiabá se desenvolva de forma sustentada. “O índice de desenvolvimento humano (IDH) de Cuiabá é o segundo melhor do Estado. Tenho certeza que esta cidade tem várias possibilidades para se desenvolver, seja através do turismo, da indústria da transformação e da prestação de serviços ou outras atividades”, apostou.

     

    Wilson Santos, antes de encerrar sua participação, discorreu sobre a necessidade de que não só Cuiabá, mas a Baixada Cuiabana, volte a ter uma participação mais forte e representativa na política mato-grossense.

     

    A reunião aconteceu no Hotel Mato Grosso Palace. Sentaram-se à mesa junto com o candidato os presidentes do Sinduscon, Luiz Carlos Richter Fernandes; do Sincop, José Alexandre; e do Crea, Tarciso Bassan. 
    22-09-2008 | 11:09

     

    O candidato à prefeitura de Cuiabá pelo PSDB, Wilson Santos, reúne-se nesta segunda-feira ao final da tarde com o Sinduscon-MT, Sindicato da Indústria da Construção Civil. A partir das 18:00 horas o candidato e atual prefeito participa de uma conversação com os associados do setor.

     

    Wilson Santos terá a oportunidade de explanar suas propostas e planos, voltados aos problemas relacionados com a capital mato-grossense. O Sindicato enviou ao candidato, antecipadamente, uma pauta contendo questões preferenciais para a abordagem. Entre elas, indagações sobre a missão da prefeitura de Cuiabá, bem como, o papel do prefeito nesse contexto.

     

    O Sinduscon propôs também que Wilson Santos fale sobre os projetos de sua equipe envolvendo assuntos como infra-estrutura, pavimentação, saneamento, viadutos, transportes, trânsito, saúde, educação e segurança. Outras indagações voltadas para temas cruciais ao desenvolvimento de Cuiabá, como o significativo crescimento demográfico e a vocação de Cuiabá (indústria, educação, comércio, administração pública ou qual?) também fazem parte da pauta.

     

    O Sinduscon convidou todos os candidatos à prefeitura de Cuiabá para esse tipo de reunião. Na próxima quarta-feira (24/09), no Centro Carmindo da Construção, a partir das 20:00 horas, acontecerá  a reunião com o candidato do PR, Mauro Mendes.

     

    Lorenzo Falcão

     

    Da Assessoria

     

    22-09-2008 | 10:09
    Exportações caíram pela metade, mas as vendas internas subiram 13%.
    Problema acontece na época de maior consumo de cimento no ano.

     

    As indústrias de cimento brasileiras anunciaram que as exportações caíram pela metade este ano. Ao mesmo tempo, as vendas no mercado interno subiram 13% – uma mostra de que a economia brasileira continua aquecida. Esta procura já se refletiu no preço, que já aumentou, em média, 30%. 
      
    A situação ficou ainda mais complicada no último mês, porque a Votorantim, maior fabricante do país, parou uma fábrica para fazer manutenção em um forno. O problema acontece justamente na época de maior consumo de cimento no ano. 

     

    Estoques vazios

     

    No depósito de material de construção de Gilmar Dias, na Grande São Paulo, a área dos sacos de cimento está vazia. “Hoje era para eu ter estocado, pelo menos, 250 sacos de cimento, mas está totalmente vazio”, comenta o dono da loja, Gilmar Dias.

    Num condomínio em Ribeirão Preto (SP), o estoque de cimento só dá para mais uma semana. Para não parar a obra, o construtor José Batista Ferreira está comprando no varejo.

    “Vou de loja em loja comprando dois ou dez sacos de cimento. Com a conta da indústria, temos que fazer uma previsão de 20 dias e ainda contratar frete adicional para buscar o cimento”, diz o construtor José Batista Ferreira. 

     

    Sonho mais caro

     

    Com as construtoras disputando cada saco de cimento disponível no mercado, a falta do produto atinge também o consumidor comum. O sonho de reformar ou construir a casa própria está mais caro.

    Em maio, quando o comerciante Uribatan Garcia de Carvalho começou a fazer um sobrado em Pouso Alegre (MG), o saco de cimento custava R$ 14. Hoje ele paga R$ 18, quase 30% a mais. A obra é financiada.

    “Outro financiamento é inviável. Vai ter que ser de recurso próprio mesmo. Vou vender o automóvel ou algo assim para poder completar essa diferença”, comenta o comerciante Uribatan Garcia de Carvalho.

    “Estamos em uma fase de altíssimo consumo, que se iniciou no ano passado. Exatamente no momento mais crítico do consumo, que é esse período de meses mais secos, nunca se vendeu tanto cimento. Nos últimos meses, temos batido todos os recordes de venda de cimento”, explica o representante do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento, José Otávio Carvalho.

    A Votorantim informou que a fábrica de Itaú de Minas, que abastece o sudeste, volta a operar nesta segunda com a capacidade total, mas o fornecimento só deve estar totalmente normalizado em uma semana. 

     

    Fonte: G1
    22-09-2008 | 10:09
    Projeção dos economistas para IPCA de 2008 e 2009 tem nova queda.
    Analistas mantêm projeção de aumento de 0,5 ponto nos juros em outubro.

     

    O mercado financeiro elevou, na semana passada, a sua estimativa de crescimento para a economia brasileira neste ano de 5,01% para 5,17%, ao mesmo tempo em que diminuiu sua previsão de inflação para 2008 e para o próximo ano, segundo informou o Banco Central nesta segunda-feira (22).

    Esta é a segunda semana consecutiva de aumento na projeção dos analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira e acontece após o anúncio de que o PIB do primeiro semestre deste ano avançou expressivos 6% - algo que não ocorria desde 2004. O governo federal revisou sua estimativa oficial de crescimento para 2008 de 5% para até 5,5%. Para 2009, a projeção do mercado para o crescimento da economia foi mantida em 3,60%. 

     

    Inflação e juros

    Na semana passada, a projeção do mercado financeiro para o IPCA de 2008 recuou de 6,26% para 6,23%, na oitava semana consecutiva de queda, enquanto a projeção para o indicador no próximo ano caiu de 4,99% para 4,97% - o segundo recuo seguido. Para os próximos doze meses, a estimativa do mercado para o IPCA recuou de 5,19% para 5,18%.

    O anúncio do recuo da estimativa do mercado para a inflação para 2009 vem duas semanas após o próprio BC ter elevado a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, para 13,75% ao ano. A instituição já havia informado anteriormente que um dos seus principais objetivos ao subir os juros neste ano era trazer a projeção para o IPCA para o centro da meta, de 4,50%, em 2009. No sistema de metas, há um intervalo de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, de modo que o IPCA pode oscilar entre 2,50% e 6,50%.

    Para os juros, o mercado continua projetando um aumento de 0,50 ponto percentual na taxa básica em outubro, quando se reúne novamente o Copom do BC. Com isso, a taxa Selic passaria dos atuais 13,75% para 14,25% ao ano. Para o fim de 2008, a estimativa para os juros foi mantida em 14,75% ao ano (embute um novo aumento de 0,50 ponto percentual em dezembro) e, para o fechamento de 2009, subiu de 13,75% para 13,79% ao ano. 

     

    Dólar

    A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio é de que ela termine este ano em R$ 1,70, ou seja, acima da projeção da semana anterior (R$ 1,65 por dólar). Para o fim de 2009, a estimativa dos analistas para a taxa de câmbio subiu de R$ 1,75 para R$ 1,77 por dólar. 

     

    Balança comercial e investimentos diretos

    A projeção do mercado financeiro para o saldo da balança comercial (exportações menos importações) de 2008 subiu de US$ 23,6 bilhões para US$ 23,7 bilhões na última semana. No início deste ano, os analistas ouvidos pelo Banco Central projetavam superávit de US$ 31,9 bilhões para a balança comercial em 2008. Para o ano de 2009, a estimativa do mercado para o saldo comercial foi mantida em US$ 13 bilhões na última semana.

    No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado financeiro para o ingresso de 2008 subiu de US$ 34,6 bilhões para US$ 35 bilhões na última semana. Para 2009, a projeção ficou estável em US$ 30,3 bilhões.

     

    Fonte: G1
    22-09-2008 | 10:09
    Brasília - A projeção de analistas de mercado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 está em queda há oito semanas seguidas. De acordo com o boletim Focus, do Banco Central, a estimativa caiu de 6,26% para 6,23%.

    Para 2009, as projeções estão em queda há duas semanas consecutivas. A estimativa passou de 4,99% para 4,97%. A meta de inflação para 2008 e para o próximo ano, estabelecida pelo governo com base no IPCA, é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

    No mercado paulista, a expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) da Universidade de São Paulo (USP), subiu de 6,41% para 6,43% em 2008. Para o próximo ano, permanece em 4,70%.

    Para os analistas, o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) deve chegar ao final de 2008 a 10,23%, ante os 10,20% previstos na última semana, enquanto o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) deve ficar em 9,77%, contra os 10% projetados anteriormente. Em 2009, a estimativa para o IGP-M passou de 5,40% para 5,35%, e para o IGP-DI subiu de 5,20% para 5,26%.

    A expectativa para preços administrados caiu de 3,72% para 3,71% em 2008. Para o próximo ano, a projeção subiu de 5,13% para 5,15%.

    O boletim Focus é uma publicação semanal elaborada pelo Banco Central, elaborada com base em pesquisa feita com analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia.

     

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    22-09-2008 | 10:09
     Brasília - A projeção de analistas de mercado para o crescimento da economia neste ano subiu de 5,01% para 5,17%. A estimativa consta do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central com base em consulta a analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia.

    Para 2009, no entanto, a projeção permanece em 3,60%. Quanto ao crescimento da produção industrial, a estimativa para 2008 passou de 5,65% para 5,59% e para o próximo foi mantida em 4,20%.

    Os analistas mudaram a projeção para a taxa de câmbio ao final de 2008, de R$ 1,65 para R$ 1,70, depois das recentes elevações da cotação. Para 2009, os analistas esperam que o dólar custe R$ 1,77, contra a expectativa anterior de R$ 1,75.

    A estimativa para o superávit comercial subiu de US$ 23,60 bilhões para US$ 23,73 bilhões neste ano, e permanece em US$ 13 bilhões em 2009.

    Para o déficit em transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior), a projeção passou de US$ 28 bilhões para US$ 27,85 bilhões neste ano, e subiu de US$ 34 bilhões para US$ 34,40 bilhões em 2009.

    Os analistas reduziram a expectativa para o investimento estrangeiro direto de US$ 34,60 bilhões para US$ 35 bilhões em 2008, e mantiveram a estimativa de US$ 30,37 bilhões para o próximo ano.

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    22-09-2008 | 10:09
    A redução dos custos de transporte podem elevar as exportações latino-americanas, superando qualquer possível ganho que a região possa ter com tarifas mais baixas no futuro, segundo estudo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), divulgado nesta segunda-feira.

     

    Uma redução de 10% nos custos de frete em nove países latino-americanos --incluindo Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Bolívia-- pode permitir expansão de 39%, em média, das exportações para os Estados Unidos, de acordo com o estudo. Por outro lado, a redução de 10% das tarifas sobre importações tem o efeito de elevar em menos de 2% em média as exportações.

     

    "O transporte precisa estar no palco central do debate sobre políticas comerciais depois do fracasso de Doha", disse Maurício Mesquita Moreira, economista do BID responsável pelo estudo. "Muito foi feito para reduzir barreiras tarifárias e não-tarifárias, mas agora é hora de expandir a agenda de políticas e abordar os custos do transporte e seus efeitos perversos sobre o comércio."

     

    Conforme o estudo, estradas mal conservadas, aeroportos e portos congestionados e serviços de alfândega ineficientes aumentam o tempo e o custo da remessa de mercadorias e podem eliminar totalmente a vantagem logística da região de estar mais próxima dos maiores mercados do mundo, em particular o mercado norte-americano. A ascensão da China e da Índia como exportadores importantes na economia mundial reforçam o cenário de risco.

     

    "Sem uma melhora significativa nos transportes, uma presença maior da América Latina e do Caribe nos mercados mundiais continuará sendo uma meta distante", informa o estudo.

     

    O levantamento também aponta o impacto de pequenas melhorias nos transportes nos negócios entre países da região: com uma redução de 10% nos custos de transporte, as exportações intra-regionais podem crescer mais de 30%, em contraposição ao efeito de reduções similares em tarifas.

     

    A gama de produtos negociados também pode ser beneficiada com custos de frete mais baixos, segundo estudo, com a abertura de novos mercados para outros tipos de produtos, em particular, manufaturados. Segundo o estudo, um declínio de 10% no custo dos fretes aumentaria em mais de 20% o número de mercadorias diferentes que os países comercializam entre si.

     

    Os produtos manufaturados no Brasil, Chile, Equador, Peru e Uruguai seriam os mais beneficiados por uma redução nos custos de transporte, enquanto as exportações de minérios e metais teriam seu maior aumento na Argentina, Colômbia e Paraguai. Adicionalmente, os exportadores poderiam ficar com uma parte maior de seus lucros que estão hoje sendo transferidos para um setor de transportes ineficiente, o que lhes permitiria investir em expansão e em medidas para aumentar a produtividade. No Brasil, por exemplo, o custo do transporte de soja pode representar até 79% do preço dos produtores.

     

    Fracasso de Doha

     

    Uma disputa entre a Índia e os Estados Unidos sobre o mecanismo especial de salvaguarda que permitiria aos países impor uma tarifa especial aos produtos agrícolas se as importações aumentassem ou se os preços subissem foi um dos principais motivos do fracasso das últimas negociações da Rodada Doha, em julho deste ano, em Genebra.

     

    Índia e outros países em desenvolvimento queriam que este mecanismo fosse ativado em um nível menor de alta das importações para proteger seus milhões de agricultores pobres.

     

    Os Estados Unidos se negaram a aceitar a proposta indiana de que as nações em desenvolvimento poderiam aumentar suas tarifas em 25% adicionais sobre os produtos agrícolas se as importações aumentassem 15%.

     

    Washington insistiu que as tarifas adicionais deveriam ser aplicadas se as importações aumentassem 40%.

     

    Fonte: Folha on-line
    22-09-2008 | 10:09

    Os economistas ouvidos pelo Banco Central aumentaram novamente a expectativa para o crescimento da economia neste ano e reduziram a previsão de inflação para 2008 e 2009.

     

    De acordo com a pesquisa semanal Focus, realizada pelo próprio BC, a expectativa para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas) subiu de 5,01% para 5,17% em 2008. Para 2009, foi mantida a taxa de 3,6%.

     

    O número está dentro da previsão feita pelo governo, de crescer entre 5% e 5,5% neste ano, depois do avanço de 6% registrado no primeiro semestre de 2008.

     

    Em relação à inflação, a expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC, caiu pela 8ª semana seguida, de 6,26% para 6,23%. A meta de inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% no intervalo de tolerância (teto da meta).

     

    A estimativa para a inflação para os próximos 12 meses também caiu, de 5,19% para 5,18%. Para 2009, a taxa recuou de 4,99% para 4,97%.

     

    A queda da inflação em 2009 para o centro da meta de 4,5% é um dos principais motivos que tem levado o BC a aumentar os juros neste ano.

     

    Juros

     

    Em relação à taxa básica de juros, foram mantidas as previsões feitas na pesquisa da semana passada para 2008. Os economistas prevêem agora uma alta dos juros para 14,25% na reunião do fim de outubro e para 14,75% em dezembro (o Copom se reúne a cada 45 dias aproximadamente).

     

    Os juros só voltariam a cair no segundo semestre de 2009, para terminar o ano em 13,79% ao ano, acima da previsão de 13,75% ao ano feita na semana passada.

    No começo do mês, o Copom (Comitê de Política Monetária do BC) aumentou os juros de 13% para 13,75% ao ano.

     

    IGPs

     

    Em relação a outros índices de inflação, não houve uma tendência definida. A expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) caiu de 10% para 9,77%%; o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) teve a previsão aumentada de 10,20% para 10,23%. Para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica), passou de 6,41% para 6,43%.

     

    Para 2009, a previsão para o IGP-DI subiu de 5,20 % para 5,26%. A do IGP-M caiu de 5,40% para 5,35%. Para o IPC-Fipe, ficou em 4,70%.

     

    Outros indicadores

     

    Ainda segundo a pesquisa Focus, houve alta nas previsões para o dólar de R$ 1,65 para R$ 1,70 no final deste ano e de R$ 1,75 para R$ 1,77 em dezembro de 2009. A estimativa para o saldo da balança comercial em 2008 subiu de US$ 23,60 bilhões para US$ 23,73 bilhões. Para 2009, ficou em US$ 13 bilhões.

     

    A expectativa para o déficit em conta corrente neste ano caiu de US$ 28 bilhões para US$ 27,85 bilhões. Para 2009, subiu de US$ 34 bilhões para US$ 34,4 bilhões. Subiram as expectativas de investimentos estrangeiros diretos de US$ 34,6 bilhões para US$ 35 bilhões em 2008. Para 2009, ficou em US$ 30,37 bilhões.

     

    A previsão para a relação dívida/PIB neste ano passou de 40,55% para 40,51%. Para 2009, foi de 39,10% para 39,20%.

     

    Fonte: Folha on-line
    22-09-2008 | 10:09
    O desmatamento, as queimadas e a favelização foram os principais motivos para o aumento de quatro vezes na quantidade de espécies de árvores ameaçadas de extinção no Brasil nos últimos 16 anos, a maior parte na Mata Atlântica, informou nesta sexta-feira o Ministério do Meio Ambiente.

     

    Ao menos 472 espécies correm o risco de desaparecer dos biomas brasileiros nos próximos anos, sendo 276 delas encontradas principalmente na área que restou da Mata Atlântica, de acordo com a nova lista de espécies da flora nacional ameaçadas. A lista oficial anterior de árvores ameaçadas datava de 1992, com 108 espécies.

     

    Outras 1.079 espécies nacionais ainda podem estar ameaçadas de extinção, porém não foram incluídas por enquanto na lista devido à falta de informação suficiente. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, relacionar todas essas árvores diminuiria a importância de preservar as espécies que já estão comprovadamente em risco, porém a lista ainda vai aumentar com o avanço das pesquisas.

     

    Assim como já é feito sobre a Amazônia, a Mata Atlântica, o Pantanal, o Cerrado, a Caatinga e o Pampa também passarão a ser monitorados via satélite, o que permitirá um cenário mais amplo do desmatamento no País.

     

    "O número verdadeiro das espécies ameaçadas seguramente é maior do que esse (472) e nós, governo e sociedade civil, temos que agir para que nossos filhos e netos não sejam obrigados a conhecer algumas dessas espécies somente em jardins botânicos e museus", afirmou Minc a jornalistas durante a divulgação da nova lista, que inclui espécies de uso comercial como o palmito jussara, o jaborandi (medicinal) e o jacarandá (madeira de lei). "O verde da bandeira está sendo dizimado diariamente pela especulação, pela queimada e pela impunidade ambiental", acrescentou Minc.

     

    O Sudeste brasileiro, onde fica a maior parte dos 8,5% que sobraram da Mata Atlântica, é a região com o maior número de espécies ameaçadas, com 348, seguido por Nordeste (168) e Sul (84). Entre os biomas, a Amazônia está entre os que têm menos espécies na lista, com 24.

     

    "Liberou geral"

     

    Segundo Minc, o aumento da área fiscalizada para além da Amazônia vai revelar grandes números de desmatamento no País. Os primeiros dados do Cerrado serão apresentados já nesta semana, com base em informações repassadas ao ministério por entidades que já faziam um monitoramento do Centro-Oeste nos últimos anos.

     

    "Eu sobrevôo toda semana a Amazônia e sempre tem gente queimando. Imagina agora que vamos fiscalizar o País inteiro. Tem muito mais gente derrubando árvore do que preservando", afirmou o ministro.

     

    Minc adiantou que o desmatamento na Amazônia aumentou consideravelmente nas últimas semanas em decorrência do período pré-eleitoral, quando as autoridades locais diminuem a fiscalização "para não prejudicarem suas campanhas".

     

    O último dado divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no mês passado, revelou o menor nível de desmatamento da área amazônica desde março, com 323 quilômetros quadrados de floresta destruída. A queda, de 60% se comparado com os 870 quilômetros quadrados de junho, foi a terceira consecutiva apontada pelo Inpe.

     

    "O desmatamento está um horror em véspera de eleição. Ninguém quer multar ninguém, parece até um 'liberou geral'", afirmou Minc.

     

     

    Fonte: NTC e logística
    22-09-2008 | 10:09
    O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, doutor Eduardo Vaz disse ontem (19-09), na solenidade, onde a prefeita em exercício, Jacy Proença sancionou o projeto de Lei Complementar que amplia de quatro para seis meses a licença-maternidade, que esse tempo para as mães e filhos é extremamente importante para a formação do ser humano. "Essa lei vai formar cidadãos mais saudáveis", disse o pediatra. Cuiabá é a primeira cidade de Mato Grosso a aderir o projeto.

     

    Para o pediatra os primeiros seis meses contribuem para a formação do cérebro da criança, que depende de cuidados, carinho. "A diferença é que essa criança terá maior capacidade de aprender, o carinho e os cuidados dão um desenvolvimento melhor para o cérebro do bebê, que tem uma liga muito grande com a mãe", explicou.

     

    Ele salientou que, essa falta de tempo com a mãe logo nos primeiros dias de vida, acarreta uma série de problemas, principalmente, o desânimo para o aprendizado. "É por isso que hoje no Brasil a falta de mão-de-obra é muito grande, não tem qualificação, o analfabetismo cresce muito, o cérebro não desenvolveu o bastante para que esse cidadão buscasse oportunidades. Todos nós precisamos desse cuidado", concluiu.

     

    Já para o presidente da Sociedade Mato-grossense de Pediatria, José Rubens do Amaral, esse tempo para mãe e filho reflete também na saúde do país. "Quando a criança tem esse cuidado, a saúde é bem maior do que as crianças que não tem essa aproximação, a mãe também tem menos doença. Sem dúvida, é um importante passo para o cidadão brasileiro, que terá a chance de se desenvolver com cuidado", disse.

     

    O Projeto de Lei foi aprovado no dia 16 de setembro durante sessão na Câmara Municipal e teve aprovação dos 15 vereadores presentes. No país, outros 100 municípios e 12 Estados – incluindo Mato Grosso – também aderiram ao projeto.

     

    Fonte: O documento
    22-09-2008 | 10:09
    O número de transações crescerá 21% ante 2007. O mercado brasileiro de cartões deve registrar um faturamento de  R$ 32,3 bilhões em setembro, 24% superior ao registrado no mesmo mês de 2007, segundo projeção da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Créditos e Serviços.

     

    Nesse mês, o total de plásticos em circulação (crédito, débito, loja e rede) deverá alcançar a marca de 481 milhões, com aproximadamente 515 milhões de transações. Em comparação com os números fechados no mesmo mês do ano passado, o número de transações vai crescer 21%. E o total de cartões 14%.

     

     

    Fonte: Folha do Estado
    22-09-2008 | 10:09
     O Banco Central do Brasil se prepara para começar a exigir que todas as instituições financeiras mantenham estrutura de gerenciamento de crédito. O principal objetivo é que, a partir de junho de 2009, sejam criadas áreas de análise para prever problemas nos empréstimos.

    Entre os motivos citados para a adoção da medida, a autoridade monetária lembra da "recente turbulência externa" e afirma que foram observadas "práticas inadequadas" que geraram perdas "em algumas das maiores e mais complexas instituições financeiras do mundo".

    A exigência dessa nova área dentro dos bancos já estava prevista no conjunto de normas de supervisão conhecido como "Basiléia II", que está sendo implementado no País. Tanto que boa parte dos grandes bancos já mantêm essa área. Porém, um documento divulgado pelo BC mostra que os prejuízos bilionários nos Estados Unidos reforçaram a necessidade de mais rigor na concessão e acompanhamento das operações de crédito, inclusive para instituições de menor porte e especializadas em segmentos específicos.

    "Ressalte-se que a recente turbulência econômica externa demonstra que práticas inadequadas na gestão da carteira de crédito tiveram papel decisivo para o aprofundamento das perdas", destaca o BC. No texto, a autoridade monetária observa que a maior parte da regulamentação atual foca questões "quantitativas" quando são avaliadas questões como o limite de exposição do banco aos clientes, capital exigido para o funcionamento da instituição e regras para o provisionamento de eventuais perdas. "Busca-se uma maior ênfase ao aspecto qualitativo", completa.


    Isso quer dizer que o BC quer que bancos e financeiras mantenham sistemas que permitam avaliar mais detalhadamente as operações, com vistas ao risco por cliente ou empréstimo. Hoje, esse detalhamento não é conseguido de forma fácil, já que a avaliação dos riscos é feita genericamente, observando-se grandes grupos de clientes e transações.


    Além de mais precisa, a estrutura de análise deve, segundo o texto, ser "compatível com a natureza das suas operações, a complexidade dos serviços prestados e a dimensão da exposição ao risco de crédito". No documento, o BC destaca também que as instituições financeiras devem ficar atentas à eventuais "desvalorizações de contrato decorrentes da deterioração na classificação de risco do tomador". Isso acontece, por exemplo, quando um cliente, no primeiro momento, é classificado como de "baixo risco" porque tem emprego e renda compatível com o empréstimo. Assim, ele toma dinheiro emprestado com o banco. Mas se esse mesmo cliente perde o trabalho em um segundo momento, o risco de inadimplência aumenta.


    Por enquanto, a proposta de resolução do BC está em período de audiência pública até 18 de novembro. Até lá, o mercado financeiro e a sociedade poderão sugerir mudanças no texto proposto. A íntegra do documento está disponível na página do BC na internet (www.bcb.gov.br).

     

    Fonte: Olhar Direto
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