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Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    08-10-2008 | 11:10
    Também ontem à tarde, Blairo Maggi reuniu o secretariado. Um dos assuntos tratados foi a crise mundial que assola o mundo e os possíveis reflexos para a economia de Mato Grosso. O secretário Eumar Novacki explicou que o governador tranqüilizou os secretários em função da reunião mantida com o presidente Lula, um dia antes, onde a equipe do governo Federal mostrou que a economia do país está bastante sólida.

    O governo recomendou cautela para o secretariado diante do momento de crise mundial. Mais uma vez pediu aos subordinados para “apertar os cintos”. Exigiu ainda que nenhum membro do staff deixe restos a pagar para o próximo exercício financeiro.

    Ele afirmou, segundo Novacki, que não vai permitir que nenhum secretário faça qualquer empenho este ano sem previsão de orçamento. Também será feito um trabalho maior de integração entre o governo do Estado e as ações de integração do escritório de representação de Mato Grosso, em Brasília, sob o comando de Jefersson de Castro, também secretário-adjunto da Casa Civil.

    Novacki disse que o secretário será totalmente estruturado para evitar que atividades que podem ser resolvidos por Castro leve secretários a Brasília.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    08-10-2008 | 11:10
    Cerca de quatro mil bancários decidiram cruzar os braços a partir da meia-noite, por tempo indeterminado, em protesto contra a política salarial dos banqueiros e por melhores condições de trabalho. 

    A greve foi confirmada no começo da noite em assembléia  realizada na Praça Alencastro, por mais de 300 trabalhadores.

    Na pauta da greve, os bancários cobram dos banqueiros um aumento real de 5% de sobre os ganhos, percentual equivalente a um reajuste de 13%, e ampliação na política de participação de lucros e resultados (PLR). 

    Outro ponto é o aumento escalonado do piso de R$ 921 para R$ 2 mil, no triênio, além reajuste do auxílio creche de R$ 180 para R$ 415. 

    A greve acontece em todo o país. Atualmente, Cuiabá e Várzea Grande possuem 69 agências bancárias. 

    Para a direção do Sindicato, a greve por tempo indeterminado é a única linguagem clara para os banqueiros, já que as paralisações demandam prejuízos ao setor, e por isso a greve é a única alternativa.

     

    Fonte: Olhar Direto
    08-10-2008 | 11:10

     

    Os setores de madeira, química e de alimentos e bebidas tiveram queda de faturamento  agosto, enquanto os setores de transportes, veículos automotores, papel e celulose e de material eletrônico e de comunicação registraram crescimento de dois dígitos, embora com redução de lucros em relação a julho. A redução global de lucro na indústria foi de 2,3% em relação a julho e de 0,8% em relação a agosto de 2007.

     

    Os números constam do boletim Indicadores Industriais de agosto, divulgado hoje (7) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A CNI cita aponta fatores sazonais para explicar o resultado, como o menor número de dias úteis em agosto, comparado a julho, e a superposição de índices em relação a outros meses, e desvinculando a queda da conjuntura internacional. Para a CNI, tais reflexos só poderão ser sentidos a partir de 2009.O faturamento na área de transportes cresceu em agosto 34,9%; na de veículos automotores, 23,5%; na de papel e celulose, 23,1%; e na de material eletrônico e de comunicação, 20,6%.

    Apesar das horas trabalhadas na indústria só terem se elevado 0,1% sobre julho, a CNI destaca que o crescimento nesse item acompanha um ciclo de 13 meses seguidos de variação positiva. O fato do mês de agosto ter tido dois dias úteis a menos que julho também influenciaram esse percentual.

     

    As áreas onde mais aumentou o número de horas trabalhadas no oitavo mês do ano foram as de máquinas e equipamentos, de veículos automotores, aparelhos e materiais elétricos, borracha e plástico e produtos de metal. A oferta de emprego neste ano na indústria mantém tendência de crescimento na maioria dos setores em relação aos oito primeiros meses de 2007.

     

     

    O emprego continua sendo a variável com trajetória de maior estabilidade de crescimento na indústria, com 33 meses de variação positiva: houve crescimento de 0,3% em agosto em relação a julho, mas de 4,4% em relação a agosto de 2007.

     

    A massa salarial vem perdendo a intensidade de crescimento, de acordo com o boletim Indicadores Industriais, da CNI. A redução ocorrida nos últimos dois meses, quando o crescimento da massa salarial passou de 4,6% para 3,6% em agosto, é atribuída principalmente à alta da inflação.

     

    Fonte: Mídia news
    08-10-2008 | 11:10

    Jovens e adultos poderão “dar vida” a histórias e personagens, dentro do projeto da Oficina de Animação AnimaMundi que o Sesc oferece gratuitamente entre os dia 21 e 25 de outubro, às 20h, no CineSesc Arsenal. 

    Sob orientação de profissionais especializados, o curso de teoria e prática de cinema de animação vai oferecer cursos com duas turmas, uma no período matutino e outro vespertino. As vagas são limitadas, com 20 pessoas por turmas. A duração das aulas será de 20 horas para os cinco dias de oficina. 

    Na oficina, os participantes vão elaborar filme de animação em criação coletiva do grupo, que irá aprender a elaborar o roteiro e produzirá cenas com técnicas variadas, podendo utilizar desenho, recorte ou modelagem em massinha. Inicialmente , a oficina proporciona ainda uma rápida abordagem teórica, por meio da exibição de filmes didáticos do acervo do festival Anima Mundi.

    Outras informações: (65) 3616-6918.

     

    Fonte: Mídia News
    08-10-2008 | 11:10
         Um grupo de 34 pessoas embarcam no próximo dia 11 para mais uma missão técnica. É a terceira deste semestre e, desta vez os empresários visitam a China. Além de city tour por cidades importantes como Dubay e Hong Gong, o grupo também participa da Canton Fair, considerada uma das maiores feiras do mundo. Coordenados pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, a missão conta ainda com a presença do secretário chefe da Casa Civil, Eumar Novacki e tem como objetivo buscar novos mercados.
         
         Nadaf explica que a Canton Fair é realizada na cidade de Guangzhou, no Sul da China e é um orgulho para toda a nação chinesa. Esta cidade tem sido vista como a fábrica do mundo e já conta com empresas como Honda, Audi e a Otis instaladas na região. Considerada uma das cidades mais modernas da China, Guangzhou tem rede de transporte incluindo metrô, trem e ônibus moderna, e um pouco mais rápida que as de outras cidades. Vale destacar que a cidade tem uma população de aproximadamente seis milhões de habitantes e é conhecida mundialmente pela cozinha cantonesa que nenhum visitante pode perder.
         
         De acordo com Nadaf, a cidade de Guangzhou se prepara durante o ano inteiro para receber as centenas de milhares de visitantes que vêm de toda as partes do mundo só para participar da Canton Fair, que se divide em três etapa e gera centenas de oportunidades de negócios. Na última edição foi registrada a presença de pelo menos 19 mil expositores, 211 países, 31.682 estandes e 206.149 compradores. O público que passou pela feira somou 400 mil pessoas. De acordo com Nadaf , participar desta feira é uma grande oportunidade de conhecer novos mercados e fazer contatos. “Opção é o que não falta”, destaca.
         
         Esta feira é a prova da marcha continua da gigante Ásia. Com 576 mil metros quadrados pode ser avistada de longe e num sobrevôo, a vista se torna ainda mais bonita e potente. “As chances de negócios começam já na fila de credenciamento onde o visitante recebe dezenas de folhetos de expositores e compradores”, explica.
         
         Esta missão foi organizada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com o Governo do Estado, Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat) e Sistema Fecomércio de Mato Grosso.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    08-10-2008 | 11:10
    A volatilidade de ontem no mercado acionário mundial entrou no pequeno conjunto de exemplos de oscilação reconhecidos como realmente inesquecíveis.

    Além do temor de riscos excessivos e quebras assustadoras que vem marcando o sistema financeiro norte-americano - não controlados nem mesmo com a aprovação do pacote de ajuda de US$ 700 bilhões do governo -, os investidores internacionais tomaram consciência ao longo do final de semana de duas novas graves preocupações: a contaminação do sistema bancário europeu pela crise e percepção, cada vez mais notória , de que a recessão poderá ocupar os quatro trimestres do próximo ano. No domingo, o socorro articulado pelo governo alemão para salvar seu maior banco imobiliário, o Hypo Real State, não foi suficiente para dispersar os temores e a crise de confiança do mercado com os bancos da União Européia.

    Os resultados desse quadro alcançaram as bolsas do continente com as ações européias enfrentando queda percentual recorde em um único dia.

    O índice FTSEurofirst 300 desabou 7,7%, superando a queda atingida em de 6,3% em 11 de setembro de 2001.

    As ações de bolsas e commodities tiveram as perdas mais graves. O Royal Bank of Scotland caiu 20,2%; o Barclays, 13,8%; e o UBS, 12,4%.

    Já os papéis da British Petroleum despencaram 7,7%, enquanto as da Royal Dutch perderam 9,9%.

    Ontem, os governos europeus passaram o dia blindando bancos, com a Alemanha mudando de posição e garantindo proteção das contas correntes, levando países como Holanda e Dinamarca a acompanhá-la.

    Porém, seguidas reuniões dos ministros da área do euro eram interrompidas porque eles eram chamados por seus governos para consultas.

    quanto a planos de resgate de bancos. Nesse quadro seria difícil evitar o comportamento de "efeito manada".

    Os dois grandes novos fatores de medo, a crise bancária européia e a convicção de que a recessão será mais forte que o previsto, patrocinaram cenas de desespero na Bovespa, que, de fato, alcançou a maior queda, desde 10 de setembro de 1998, quando a bolsa brasileira chegou a perder 15,8%.

    É preciso, no entanto, observar que a economia real brasileira não emite qualquer sinal de que acompanhará a debacle do mercado acionário mundial.

    O País, obviamente, não passará ao largo de toda essa crise, mas são contundentes alguns sinais de que o mercado no Brasil tomou decisões sob forte estresse emocional.

    Desta vez, a Europa e os EUA dividem um contexto de crise, originada na bolha imobiliária americana, que não chegou às fronteiras financeiras do Brasil.

    Nesse aspecto, do contágio direto da essência da crise financeira mundial, há um certo descolamento do cenário brasileiro.
     Essa constatação não significa que o estresse emocional não tomou conta do mercado acionário nacional. Porém, o melhor exemplo da inconsistência desse comportamento, pautado pelo medo e pânico, está na divulgação dos dados coletados no próprio mercado financeiro sobre a realidade da economia brasileira.

    O Boletim Focus, elaborado pelo Banco Central e divulgado semanalmente, mostrou que as projeções de expansão do PIB para este ano foram ligeiramente elevadas de 5,18% na semana passada para 5,20 % ontem.

    Para o próximo ano, o mercado praticamente não alterou sua projeção em torno de 3,65% de expansão.

    A Selic manteve-se
    inalterada em 14,75% para 2008, com a mediana do IPCA estável em 6,14% neste ano, com queda da previsão de 4,90% para 4,85% para esse índice em 2009.

    O mercado também alterou a previsão de câmbio dos R$ 1,70 por dólar para R$ 1,80.

    Porém, a produção industrial manteve a mesma expansão de 5,5% para este ano, com curiosa elevação na previsão de 4,13% para 4,18% para o próximo ano. Foi nesse quadro, em que a realidade era uma e o estresse do mercado era outro, que as autoridades econômicas decidiram intervir.

    O BC vendeu ontem em leilão 29 mil contratos de swap cambial, em uma oferta de 41 mil contratos.

    Em volume esses contratos significaram US$ 1,47 bilhão, em uma operação em que o BC assume posição vendedora em câmbio e compradora em juros.

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu tanto o agravamento da crise internacional como admitiu a disposição do governo de usar de "forma inteligente" as reservas internacionais, sem comprometer o "nível elevado".

    O ministro insistiu em que a crise não é simples, mas que "hoje vivemos um momento de irracionalidade".

    O mercado entendeu que o governo brasileiro decidiu agir e a Bovespa reduziu as perdas na última hora do pregão.

    refletindo as novas medidas do governo para enfrentar a crise internacional.

    A ção oficial estava no caminho certo e o mercado entendeu a mensagem.

     

     

    Fonte: CBIC
    07-10-2008 | 11:10
    O Instituto de Metrologia e Qualidade de Mato Grosso (Imeq-MT) está colaborando com o programa "Rearborizando Cuiabá", idealizado pelo Horto Florestal. O projeto tem como objetivo, rearborizar a Capital, pois são vários os benefícios da arborização urbana. A presença de árvores reduz a emissão de gás carbônico, possibilita sombra ao longo das vias melhorando o conforto ambiental dos pedestres e dos condutores de veículos.

     

    Propicia também maior beleza à cidade seja pela forma de suas copas ou pela beleza de suas flores, potencializa a biodiversidade como insetos polinizadores, pássaros entre outros.

    O Imeq-MT doou aproximadamente cerca de 32 mil ripas de madeiras para a construção de grades de proteção. Com a doação, já foram feitas 3.400 grades de madeira, que estão espalhadas pela cidade.                                

    As ripas doadas também serão utilizadas para construção de novos bancos para o parque, além de caixas para o transporte de mudas. Vale lembrar, que o Horto tem um viveiro onde são plantadas milhares de espécies de mudas, que atendem a demanda da comunidade.

    Segundo o gerente de departamento de Parque e Jardim do Horto, Ronaldo da Costa Marques, são muitas as mudas que precisam ser transportadas. "Com as madeiras cedidas pelo Imeq-MT, serão construídas novas caixas que transportarão as mudas doadas pelo parque. Os bancos estão quase todos quebrados e velhos, com a doação das ripas será possível trocá-los", informou o gerente.

    O programa "Rearborizando Cuiabá", também conta com o apoio do Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Ministério Público Estadual, da Sinfra, da Sema e do Indea, parceiros do Imeq no programa de controle de madeiras apreendidas, da Secretaria Municipal de Infra-Estrutura (Seminfe), Secretaria municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMADES), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Comdema-Cuiabá, e Rede Cemat,.

    "Este projeto é um excelente exemplo, que a soma de esforços torna possível às instituições e empresas realizarem grandes projetos. A madeira apreendida por estar caracterizada como crime am biental, contribui para preservar a arborização urbana, possibilitando assim ganhos ambientais. Do limão fez-se a limonada" destacou o presidente do Imeq-MT, Jair José Durigon.

     

    Fonte: Assessoria/Imeq-MT
    07-10-2008 | 11:10
    A forte queda da Bolsa e a paralisação do crédito atingiram as construtoras brasileiras, e o número de empreendimentos lançados deve sofrer forte redução nos próximos meses. A previsão foi feita pelo presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo), Sérgio Watanabe.

     

    Embora o sistema de financiamento da compra de imóveis (poupança e FGTS) esteja fora da crise, as construtoras estão sendo obrigadas a financiar a execução da obra num cenário pouco amistoso para a tomada de crédito.

     

    "A busca de recursos pela via do mercado de ações está completamente descartada agora. O BNDES também não tem uma linha para financiamento imobiliário. As empresas então têm de buscar recursos num mercado praticamente parado", diz.

     

    Salvo casos excepcionais, Watanabe não acredita na paralisação geral das obras em andamento devido à restrição de crédito corporativo, mas a indústria da construção vai reduzir muito os novos lançamentos.

     

    É a forma de não ficarem expostas a um mercado adverso, afirma. Devido aos projetos lançados, a previsão de crescimento de 10% em 2008 não deverá ser atingida, mas as expectativas para 2009 não são muito favoráveis.

     

    Melvyn David Fox, presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), afirmou ontem que a previsão inicial de crescimento em 2009 também pode ser revista para baixo.

     

    Fonte: Folha on-line
    07-10-2008 | 11:10
    O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, afirmou que a instituição dará todo o apoio necessário para a continuidade da expansão do setor de construção civil do País.

    "A cadeia da construção civil deve ser firmemente apoiada.

    Chegou o momento de dar passos à frente na sua estruturação de processos produtivos, avanços de seus padrões e processo de trabalho", declarou.

    "O BNDES não faltará em apoio tanto a financiamentos com recursos quanto ao apoio a pequenas empresas inovadoras para desenvolvimento de produtos, de sistemas e de padrões com seus recursos.

    Estamos abertos a aprofundar essa agenda." Em evento realizado na Fiesp voltado ao lançamento de propostas para a modernização do setor de construção civil, Coutinho fez um breve comentário sobre a crise financeira internacional.

    "Estamos vivendo dias de grande incerteza vinda dos sistemas de crédito global, que atravessa grande dificuldade", comentou. "Mas é exatamente nesses momentos que nós temos de ter sangue-frio, discernimento e capacidade de percepção de nossos potenciais.

    E um dos potenciais da economia brasileira, que certamente permitirá que a economia continue crescendo, apesar da dificuldade do sistema internacional, é a cadeia da construção", afirmou.

    "O futuro da economia brasileira passa pelo seu desempenho." Coutinho afirmou que os investimentos do setor de construção civil devem ter atingido um montante total próximo a R$ 120 bilhões entre janeiro e setembro deste ano.

    Ele disse ainda que há uma previsão de que os investimentos totais no setor devem chegar à soma de R$ 535 bilhões de 2008 a 2011, patamar bem superior aos R$ 357 bilhões registrados de 2004 a 2007.

    Segundo Coutinho, os financiamentos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) cresceram 47% em 12 meses até agosto.

     

    Fonte: CBIC
    07-10-2008 | 11:10
    As empresas do mercado imobiliário pretendem manter os lançamentos realizados, a despeito da crise financeira mundial.

    Entretanto, para novas iniciativas, vão avaliar o comportamento do mercado, embora acreditem que, em momentos de crise, o imóvel é encarado como um dos investimentos mais seguros. O presidente da Associação das Empresas do mercado Imobiliário no Estado (Ademi-GO), Ilézio Inácio Ferreira, já fez contatos com representantes da Caixa Econômica Federal (CEF) e pretende se reunir com dirigentes de outros agentes financeiros que trabalham com financiamento habitacional (Ítaú, Santander, Bradesco, HSBC, entre outros) nos próximos dias. Monitoramento  O objetivo é garantir que as taxas de juros sejam mantidas, de forma que os clientes possam continuar financiando a compra dos imóveis. Vamos monitorar o mercado, afirmou. A entidade deve divulgar pesquisa do mercado ainda esta semana.

    Ilézio Ferreira informou que as vendas tiveram pequena queda em setembro, na comparação com agosto, devido sobretudo a sazonalidades, e não em função da crise nos Estados Unidos.

     

    Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção no Estado (Sinduscon-GO), Roberto Elias Fernandes, as fontes de recursos dos financiamentos habitacionais são a poupança e o FGTS, e portanto, não faltará crédito. Ele afirmou não acreditar que os juros subirão, pois a ameaça de retomada da inflação já foi afastada pelo governo.

    O mercado imobiliário brasileiro é comprador, porque existe carência de moradias, destacou. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-GO), Hugo Oscar Monteiro Guimarães, até o momento, as vendas de imóveis não foram afetadas pela crise financeira mundial e, portanto, ainda não houve nenhum sinal de alarme. 

     

    Fonte: CBIC
    07-10-2008 | 11:10
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliou ontem em entrevista coletiva que o mercado vive atualmente um quadro de irracionalidade e comportamento de manada. Segundo ele, este é o pior momento da crise, mas ele avaliou que é impossível que este quadro agudo continue travando o sistema financeiro por muito tempo. Ele disse que a Europa terá que fazer o ajuste, e o plano econômico dos Estados Unidos ainda necessita de decisões a serem tomadas. "Nós sairemos desta crise aguda, mas a crise não terminará tão cedo".

     

    Mantega disse que depois que os governos tomarem as medidas a situação vai melhorar, mas o quadro certamente será de taxas menores de crédito e juros mais elevado. Na sua avaliação, esse momento de hoje do mercado financeiro se deve ao fato de que o plano dos EUA ainda não foi plenamente implementado, faltando decisões que ainda serão tomadas.

     

    Esse quadro se deve ainda a piora da economia européia, com um banco alemão tendo dificuldades e a tentativa, sem sucesso, dos chefes de Estados dos países da Europa de fechar um programa. O ministro destacou ainda que os governos europeus estão se comprometendo a dar cobertura total dos depósitos para evitar corrida bancária.

     

    Mantega destacou que o grande problema atual na economia mundial é a perda de confiança nas instituições financeiras, refletida no Brasil. Ele disse que a bolsa caiu e o dólar subiu, mas esta é uma situação passageira.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    07-10-2008 | 11:10
    Mais de 60 mil pessoas ainda não se vacinaram contra a rubéola em Cuiabá. Nesta quarta-feira, completam 60 dias que a campanha está em curso. Mesmo assim, 36.180 mulheres e 31.787 homens com idade entre 12 e 39 anos continuam sob o risco de contrair a doença.

    Além de oferecer a vacina em todos os centros de saúde durante a semana – de segunda a sexta-feira -, nos últimos dois meses, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) lançou diversas estratégias a fim facilitar a vacinação.

    Montou postos em praças, escolas, durante grandes eventos públicos e até nas seções eleitorais do primeiro turno das eleições municipais. Em 15 locais de votação de Cuiabá foram disponibilizadas centenas de doses da vacina.

    De acordo com dados da coordenadoria municipal de Vigilância Epidemiológica, 3.326 foram vacinadas no transcorrer do primeiro turno das eleições. O índice foi considerado apenas razoável pela coordenadora do órgão, Ivonete Fortunato, que esperava pelo menos 5 mil imunizações nesse dia.

    A partir de hoje, a equipe de vacinação começa a criar novas alternativas de proteção da população contra a rubéola. Agora, as sedes das regionais administrativas da cidade (são quatro) vão oferecer postos de vacinação, começando pela Regional Oeste, com sede no bairro Santa Helena.

    Quem mora nos bairros Araés, Santa Helena, Alvorada, Concil, Quilombo e comunidades próximas poderá recorrer ao posto que funcionará hoje na rua Juscelino Kubitscheck, 499, antigo Centro Comunitário do Santa Helena.

    A campanha deve se estender somente até o dia 15 deste mês. A SMS alcançou nesses dois meses 76,6% da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde para o município, que é de atingir 215.910 pessoas. Ivonete disse que esperam encerrá-la atingindo pelo menos 95% do público alvo.

    Este ano, já foram notificados 11 casos de rubéola em Mato Grosso. Além de Cuiabá, houve registro da doença em Várzea Grande, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Sorriso.

    As mulheres em período gestacional correm riscos de contrair a doença e transmiti-la ao filho que está gerando, acarretando danos irreversíveis à saúde do bebê, como cegueira, paralisia e surdez. E, ainda, o nascimento precoce. Gestantes são o único público contra-indicado para a imunização.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    07-10-2008 | 11:10
         A pouco mais de um mês de para completar o primeiro ano de criação e com um montante já arrecadado na ordem de R$933 mil proveniente do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), trâmites burocráticos ainda emperram a liberação do recurso para o Fundo de Apoio à Madeira (Famad) destinado ao setor de base florestal, para o fortalecimento a partir de projetos de pesquisa e transferências tecnológicas.
         
         Representantes do segmento em Mato Grosso almejam acionar o governador Blairo Maggi para que intervenha no caso e solucione o impasse entre as secretarias de Fazenda e de Infra-Estrutura. A Sefaz justifica ser mera arrecadadora no Estado e atribui à Sinfra a responsabilidade de assinar o convênio com a classe produtora. Por outro lado, a Sinfra argumenta não ter amparo legal para realizar tal processo.
         
         A lei de criação do Famad (8.745), de 21 de novembro de 2007, posteriormente alterada para 8.869 de 13 de maio deste ano trata, em seu artigo 14 H, que a arrecadação do que se trata do inciso 1 capt poderá ser realizada mediante convênio com a Sefaz e será efetuada diretamente na conta do fundo, pelo contribuinte destinatário da mercadoria na condição de substituto de seu remetente.
         
         Empresários alegam que mesmo a Sefaz tendo base para a assinatura, mantém o discurso de caber a Sinfra a atitude, por ser esta secretaria a administradora do Fethab. Por outro lado, para que o convênio possa ser celebrado com a Secretaria de Infra-Estrutura, torna-se necessária alteração no decreto que regulamenta o Fundo Estadual de Transporte.
         
         A preocupação do setor madeireiro leva em conta que se tal mudança ocorrer e a Sinfra fixar o Famad como receita orçamentária, o mesmo se tornará público, funcionando apenas mediante licitações (para quaisquer ações a serem promovidas), estando vinculado ao governo, sendo necessária prestação de contas ao TCE de Mato Grosso e cumprimento de demais procedimentos.
         
         Se, por outro lado, alterando-se o documento e a Sinfra incluir o Famad como receita extra-ordinária, ele permanece como privado, impedindo que mais burocracia afete seu funcionamento. Embora sem data certa para realização de um encontro com Blairo Maggi, uma reunião para as próximas semanas deve ser programada.
         
         A personalidade jurídica por meio da criação do CNPJ foi criada, e, ainda em 22 de agosto, aberta conta bancária para depósitos. O Famad já tem seu conselho gestor formado. A ele compete fixar normas, definir critérios e celebrar convênios para a aplicação dos recursos. É composto por membros da Secretaria de Desenvolvimento Rural Neldo Egon e o suplente Rogério Monteiro Costa e Silva.
         
         Da Federação das Indústrias de Mato Grosso, Clomir Bedin e o suplente Álvaro Fernando Cícero Leite. Da Secretaria de Fazenda (Sefaz), Marco Antõnio de Lima Lopes e Valdenê Leandro da Silva. Do Cipem, José Eduardo Pinto e João Carlos Baldasso e os suplentes César José Mason e Geraldo Bento. A presidência é de João Carlos Baldasso.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    07-10-2008 | 11:10
    Rio de Janeiro - A produção da indústria brasileira apresentou expansão em oito dos 14 locais pesquisados no mês de agosto em relação a julho. As taxas mais elevadas foram verificadas nos estados do Nordeste. Pernambuco (5,3%) e Bahia (4,4%) lideraram o ranking neste tipo de comparação.

     

    De acordo com os dados da Pesquisa Industrial Mensal / Produção Física Regional, divulgada hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), também ficaram acima da média nacional (-1,3%), na passagem de um mês para o outro, a Região Nordeste (3,1%) e os estados do Ceará (2,4%), Pará (1,6%), Espírito Santo (1,4%), de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul (ambos com 0,7%).

     

    O documento do IBGE revela, no entanto, que houve queda da produção nos estados onde a atividade industrial tem peso mais elevado no contexto nacional. É o caso de São Paulo e Minas Gerais (ambos com –1,8%), do Rio de Janeiro (-2,7%) e do Paraná (-4,8%). Juntos, esses estados respondem por 65% do total da indústria brasileira.

     

    Já em relação ao mês de agosto de 2007, houve crescimento em doze dos 14 locais pesquisados, sendo que oito registraram expansão acima da média nacional (2,0%). O levantamento destaca que em 2008 esse mês teve dois dias úteis a menos do que no ano passado. De acordo com a pesquisa, os estados que apresentaram ritmo de expansão mais acelerado nesse tipo de comparação foram Pará (10,3%), Espírito Santo (7,1%), Bahia (7,0%) e Goiás (6,7%). O crescimento da atividade fabril nesses locais foi impulsionado pelas indústrias extrativas, celulose e papel e produtos químicos.

     

    Por outro lado, ainda nesse tipo de comparação, apenas Amazonas (-3,0%) e Santa Catarina (-1,8%) sofreram redução na produção, influenciados pelo recuo nos setores de alimentos e bebidas e madeira, respectivamente.

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    06-10-2008 | 12:10
    A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) não sentiu ainda qualquer dificuldade quanto à oferta de crédito no mercado doméstico para o financiamento de imóveis comerciais, afirmou o presidente da instituição, Paulo Safady Simão.

     

    Ele disse que "esse segmento de mercado ainda é incipiente, comparado ao de imóveis residenciais", que conta com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e das cadernetas de poupança. Ressaltou, porém, que "os créditos para imóveis comerciais estão fluindo bem e não têm rigorosamente nada a ver com a crise financeira externa".

     

    Safady até admite que o setor seja "afetado de alguma forma" no futuro, porque "uma crise nas dimensões dessa que está aí atrapalha e cria necessidade de rearrumação. Não há como fugir de impacto, possivelmente relacionado a aumento de custo, mas nada catastrófico".

     

    O dirigente da entidade afirmou que o setor imobiliário no Brasil "vai muito bem, obrigado". Destaca, contudo, que os financiamentos de imóveis comerciais representam menos de 3% do total de financiamentos imobiliários. O grosso das operações de crédito é direcionado para a compra da casa própria, de modo a reduzir o déficit habitacional do país, que beira 8 milhões de moradias, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

     

    Números do CBIC mostram que de janeiro a julho deste ano foram aplicados R$ 16,381 bilhões em crédito imobiliário. Do total, porém, só R$ 462,628 milhões (2,82%) referentes a financiamentos de imóveis comerciais. Proporção semelhante ao mesmo período do ano passado, quando foram liberados R$ 8,534 bilhões e apenas R$ 245,785 milhões (2,88%) para imóveis comerciais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-10-2008 | 12:10
    Não é o fim do capitalismo, nem mesmo dos abusos turbo-liberais da economia de mercado. Basta a ventania da violenta crise atual passar e novos pecados contra a estabilidade econômica serão cometidos pelos agentes financeiros que sobreviverem à borrasca atual.

     

    Eles não repetirão os mesmos procedimentos agora condenados, claro, porque a atenção dos reguladores - fiscais, imprensa e governo - estará em grau máximo. Mas a criatividade do setor é imensa e logo haverá geninhos de matemática e informática para criar sistemas ainda mais obscuros de ganhar dinheiro, até que próxima crise nos sacuda outra vez.

     

    A instabilidade é da natureza do sistema capitalista. Para desespero e frustração daqueles que, desde o velho Karl, o alemão barbudo, anunciam a derrocada final da economia de mercado, o capitalismo cai, sacode a poeira, dá a volta por cima e reaparece com um novo saco de maldades.

     

    Percam as esperanças os arautos do socialismo, não só porque está longe de dobrar a esquina para assumir o papel que seus defensores prometem há dois séculos, mas porque, como sistema de organização da economia, o socialismo já se revelou de uma ineficiência admirável.

     

    Serve como princípio filosófico de busca de igualdade numa sociedade, guia dos que se preocupam em proteger os desfavorecidos, porque é bom de distribuição igualitária e proteção dos mais desamparados. Mas é ruim de produção, tanto pior quanto mais centraliza o poder decisório.

     

    Sua encarnação suprema de incompetência é o falecido Gosplan soviético, que de Moscou tentava controlar até preço de banana na Sibéria. Exemplo ruim, aliás, porque não se encontrava banana na Sibéria - e quase nenhuma em Moscou - outro traço da ineficiência do sistema.

     

    Via-se na prática o resultado de se deixar a economia em mãos de burocratas que pretendem, das salas cinzentas de um ministério, conhecer melhor as necessidades dos compradores espalhados por um país. Nesta tarefa, a economia de mercado é imbatível. O problema é que também ganha na capacidade de assustar o mundo periodicamente com suas crises.

     

    Nunca é diferente -Antes do susto e da queda, quando a euforia toma conta do mercado financeiro, as bolhas surgem e o ganho fácil se espalha, os alertas sobre perigos da especulação costumam ser recebidos com a frase mais gasta do entusiasmo capitalista: "desta vez, é diferente".

     

    E como sempre se descobre quando a crise estoura, não é diferente desta vez, pois não se descobriu uma fórmula nova de ganhos sem parar, nem a economia entrou em "novos paradigmas", para usar outro lugar-comum dos que, em plena euforia, acreditavam em ganhos incessantes.

     

    Da mesma forma, conclusões catastróficas sobre o fim do capitalismo, do neoliberalismo, do laissez-faire, costumam se revelar apressadas. Mudam-se as regras, aperta-se o controle, tapam-se os buracos da regulamentação imprudente e da fiscalização precária. Corrigem-se, então, os erros que levaram à crise da vez. Só que neste momento mesmo começa o processo de inventar outros métodos para extrair lucros do sistema novo, enquanto os fiscais se dedicam a aplicar regras criadas para o sistema velho.

     

    Os culpados da próxima vez não serão mais títulos baseados em hipotecas impagáveis, transformados em instrumentos para obter créditos 30 vezes maiores (quando estourou a base, caíram todos os derivados). Surgirão novos instrumentos, ainda desconhecidos do mercado e dos fiscais que tentarão regular, pois a prática demonstra que o mercado está sempre à frente dos que tentam controlá-lo. Até que novas bolhas surjam e estourem.

     

    Essas constatações não devem levar à indiferença diante da regulamentação do sistema e do mercado. Até porque, sem elas, quem sofre mais são os consumidores e investidores menos protegidos ou informados, que dependem do olho vivo das autoridades para escapar dos abusos de especuladores e criadores de novos e obscuros instrumentos financeiros.

     

    Esse controle tem sido mal feito nos últimos anos, por inspiração de uma doutrina que se espalhou pelo mundo desde a ascensão ao poder dos ideólogos ligados aos programas dos governos de Ronald Reagan nos Estados Unidos e Margaret Thatcher no Reino Unido.

     

    Com base nas teorias econômicas do americano Milton Friedman e filosóficas do austríaco-britânico Frederick Hayek, esses ideólogos da direita promoveram a idéia de que o governo ou o estado era sempre uma influência nefasta na economia e na sociedade, devendo ser afastados dos indivíduos. Como Reagan gostava de repetir: "o governo não é a solução, é o problema". O governo ou o estado até podem se tornar um problema, se invadirem demais a área econômica como produtores, seja tomando conta de fábricas que podem ficar em mãos privadas. Mas como prestador de serviço social, fiscal e regulador das atividades econômicas e financeiras, seu papel é indispensável, ao contrário do mantra de Reagan e Thatcher, que preferiam deixar o mercado decidir seus caminhos sozinhos, punindo os incompetentes e premiando os mais capazes.

     

    Só que o mundo real não opera assim. Os maiores derrubam os menores, os de peso-pesado exercem domínio sobre o mercado, se juntam para defender interesses comuns e afastam os árbitros incômodos que propõem regras mais rígidas para benefício de todos. Supervisão é vista como intrusão indevida nos negócios internos, ameaça à liberdade. Imposto mais altos para os ricos, a fim de beneficiar a sociedade, é considerado abuso de autoridade e avanço sobre um suposto direito divino de lucrar.

     

    Quando a bomba estoura, como agora, o papel do governo se torna óbvio como supervisor-mestre da sociedade e da economia. É o bombeiro chamado para apagar as chamas, apesar de ter sido repelido na função preventiva de assegurar o bom funcionamento de extintores e alarmes.

     

    Dói no bolso e na consciência ver o governo intervir para salvar bancos. É o que se chama de moral hazzard ou perigo moral, pois socorre as instituições que cometeram erros graves. O ideal seria deixá-los quebrar, para que aprendessem. O problema é que, quando todo sistema financeiro corre perigo, o governo não tem escolha: tem de intervir para preservar a segurança de todos. Deixar os bancos quebrarem não castiga só os bancos e seus ricos dirigentes, pune também os correntistas, que precisam receber seus salários em conta, que precisam de crédito não para comprar mansões, mas para pagar a geladeira. A saída menos dolorosa é buscar mecanismos que preservem a turma miúda e castiguem os dirigentes. O momento é de perda. O máximo que se pode fazer é evitar que os pequenos percam muito e que os grandes consigam escapar, perdendo quase nada.

     

    Silio Boccanera é jornalista em Londres (Inglaterra) e escreve para A Gazeta às segundas-feiras

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-10-2008 | 11:10
         O mercado financeiro reduziu a estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2009 pela segunda vez seguida, mas também espera inflação mais moderada no próximo ano.
         
         De acordo com levantamento do Banco Central divulgado nesta segunda-feira, o país deve crescer 3,50 por cento em 2009, levemente abaixo dos 3,55 por cento estimados na semana anterior.
         
         Para 2008, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) subiu a 5,20 por cento, ante 5,18 por cento na pesquisa anterior.
         
         No cenário de inflação, os cálculos dos analistas indicam alta de 6,14 por cento para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 —mesma taxa da pesquisa passada— e de 4,85 por cento em 2009, levemente abaixo dos 4,90 por cento estimados anteriormente.
         
         A meta de inflação definida pelo governo para os dois anos é de 4,5 por cento, com margem de variação de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
         
         Analistas também mantiveram a aposta na continuidade do ciclo de aperto monetário, iniciado pelo Banco Central em abril.
         
         Pela pesquisa, a Selic deve chegar a 14,75 por cento em dezembro, um ponto percentual acima do patamar atual.
         
         Em 2009, entretanto, os economistas consultados pelo BC esperam redução da taxa básica de juros. Para dezembro do próximo ano, as projeções indicam que a Selic estará em 13,50 por cento, abaixo dos 13,75 por cento estimados na pesquisa anterior.
         
         A previsão para o dólar no encerramento deste ano subiu de 1,70 para 1,80 real. 
         
    Fonte: 24 Horas News     
    06-10-2008 | 11:10
    Os economistas ouvidos pelo Banco Central reduziram a expectativa para o crescimento da economia em 2009. De acordo com a pesquisa semanal Focus, realizada pelo próprio BC, a expectativa para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas) em 2008 subiu de 5,18% para 5,20%. Para 2009, caiu de 3,55% para 3,50%.

     

    Em relação à inflação, a expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC, ficou estável em 6,14%, depois de cair por nove semanas seguidas. A meta de inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% no intervalo de tolerância (teto da meta).

     

    Para o próximo ano, a taxa prevista recuou pela quarta semana, de 4,90% para 4,85%. A queda da inflação em 2009 para o centro da meta de 4,5% é um dos principais motivos que tem levado o BC a aumentar os juros neste ano.

     

    A estimativa para a inflação para os próximos 12 meses passou de 5,14% para 5,15%.

     

    Juros

     

    Em relação à taxa básica de juros, os economistas ainda prevêem uma alta da Selic dos atuais 13,75% para 14,25% na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do BC) no fim de outubro e para 14,75% em dezembro (o Copom se reúne a cada 45 dias aproximadamente).

     

    Houve mudanças em relação a 2009. Segundo a pesquisa, a previsão para a taxa básica no final do próximo ano caiu de 13,75% para 13,50% ao ano.

     

    Ainda segundo a pesquisa Focus, as previsões para o dólar subiram de R$ 1,70 para R$ 1,80 no final deste ano; e de R$ 1,77 para R$ 1,82 em dezembro de 2009.

     

    Fonte: O documento

     

    06-10-2008 | 11:10

    Ampliar mercados e abrir novas rotas de negociação significa mais emprego e renda para um Estado. No entanto, a concretização destas negociações não acontece da noite para o dia e, além disso, necessitam de muito profissionalismo para gerar vantagens para os dois lados. É com este pensamento que empresários mato-grossenses estão apostando em missões técnicas para diversas partes do mundo com o objetivo de buscar novas oportunidades de negócios. Recentemente mais de 50 empresários foram para o Peru e na semana passada 180 participaram da maior rodada de negócios da América Latina, evento paralelo à Feira Internacional de Santa Cruz de La Sierra (Expocruz), na Bolívia. Em outubro outros dois grupos vão à China conhecer novos mercados.

     

    Uma das missões está sendo organizada pela Federação das Indústrias (Fiemt) e o grupo embarca na próxima quarta-feira (08). Já a outra é composta por 34 empresários e está sendo organizada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Este grupo, chefiado pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf embarca no dia 11 deste mês para a China.

     

    No Peru, além de participar da Feira Internacional de Arequipa (FIA), o grupo de mato-grossenses ainda visitou vários empreendimentos onde foram feitos novos contatos. Thales Junqueira, empresário do setor de agropecuária é um dos que participou da missão do Peru e também da Bolívia, mas preferiu não ir a China. "Não é um mercado interessante para mim", revela. Na opinião dele o Mercosul é um mercado bastante promissor. "Estou observando as oportunidades. Quero vender ração para cavalos e bois e comprar matéria prima para o meu produto", ressalta. Para Thales, a única dificuldade é o transporte. "Ainda preciso estudar uma forma de viabilizar isso", enfatiza.

     

    O empresário Fernando Gomes que trabalha no ramo de autopeças também participou das missões do Peru e da Bolívia. Na opinião dele, os grupos menores funcionam melhor. "Temos mais assessoria e, assim fica mais fácil negociar", explica. Logo na primeira viagem de Fernando para a Bolívia, ele conseguiu estabelecer seis novos contatos. "Vim com endereços certos e os encontros foram bastante produtivos".

     

    Apoio - Para incentivar e orientar estes "marinheiros de primeira viagem" a Sicme disponibilizou profissional especializado em comércio exterior. Os empresários que foram para a Bolívia também contaram com o apoio da especialista em comércio exterior, Elizete Barros contratada pelo Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MT) para orientar os empresários.

     

    "A Bolívia tem muitas opção de negócio, principalmente para o micro e pequeno empresário e, por isso, estamos investindo na orientação dos mato-grossenses. Estamos a disposição para sanar todas as dúvidas e, para isso, investimos em profissionais especializados no assunto", garante o superintendente do Sebrae, José Guilherme.

     

    Rodada - Mato Grosso foi uma das maiores delegações que participou da rodada de negócios promovida pela Câmara de Indústria, Comércio, Serviços e Turismo (Cainco) este ano durante a Expocruz, em Santa Cruz de La Sierra. Ao todo a rodada teve 970 empresários inscritos. É difícil é estimar o número exato de mato-grossenses em Santa Cruz de la Sierra, já que além da missão técnica, muitos viajaram sozinhos.

     

    O presidente da Cainco, Eduardo Paz disse que o objetivo da rodada é mostrar aos empresários, especialmente ao do Mato Grosso, que é considerado um mercado muito promissor, que há muitos outros produtos para vender na Bolívia além do gás. O presidente destacou que apesar da crise política e social que o país vive, o número de participantes da rodada de negócios aumentou de 750 em 2007 para 770 este ano. "Em 2007 movimentamos cerca de US$ 110 milhões e acreditamos que em 2008 o volume de negócios será o mesmo. Estamos otimistas", garante.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-10-2008 | 11:10
    A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse ontem que a crise internacional provocará turbulências, mas o Brasil não deverá sofrer impactos consideráveis. Segundo ela, os recursos para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) estão assegurados.

     

    "Hoje nós temos condições de assegurar o crédito interno. Vai, sem dúvida, ter turbulências, porque é uma crise muito forte, talvez a maior crise do sistema desde 1929. Mas o Brasil está em boas condições."

     

    A ministra se pronunciou ontem pela manhã em Porto Alegre, no comitê de campanha da candidata petista à prefeitura, Maria do Rosário.

     

    "Nós vamos ter alguns problemas momentâneos, mas temos robustez suficiente para superar essa imensa fase de contágio com uma pequenininha gripe", afirmou Dilma.

     

    "Não há dúvida quanto aos recursos do PAC. Estou me referindo à maior liquidez do setor privado, tanto de crédito de curto como de médio prazo."

     

    Fonte: Folha on-line
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