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Domingo, 24 de Setembro de 2017
NOTÍCIAS
    05-11-2008 | 16:11
    A produção de bens de capital impulsionou a alta da produção industrial em setembro, que cresceu 1,7% em relação a agosto e 9,8% na comparação com mesmo mês do ano passado. Apesar de ter sido o mês em que a crise econômica chegou ao seu ápice, com a falência do Lehman Brothers, o início da queda livre das bolsas e a crise na concessão de crédito, a produção de bens de capital, que refletem o investimento na produção, apresentou alta de 3,7% em relação a agosto e de 25,8% em relação a setembro do ano passado.

     

    Segundo economista da coordenação de indústria do IBGE, Isabella Nunes, o "efeito calendário" teve um reflexo importante nos resultados da produção em setembro. No entanto, o crescimento seria forte mesmo sem esse efeito, ancorado na produção de bens de capital e na demanda doméstica. Até setembro, a produção de máquinas e equipamentos acumula alta de 18,9% no ano e de 20,1% nos últimos 12 meses. Os reflexos do agravamento da crise, no entanto, devem aparecer nos dados de outubro.

     

    Segundo Isabella, os resultados do mês passado devem mostrar os efeitos negativos das férias coletivas determinadas por alguns setores por causa da crise. "A indústria não mostra em setembro nenhum efeito da crise", disse. Mesmo assim, o mês passado será beneficiado por ter um dia útil a mais que outubro do ano passado. De acordo com Isabella, os efeitos da menor oferta de crédito para o setor produtivo deverão ocorrer, sobretudo, na produção de bens duráveis e de bens de capital (máquinas e equipamentos).

     

    "Os setores que vinham liderando o crescimento são os que mostram maior associação com o crédito, é possível que sejam os segmentos mais sensíveis a essa redução de crédito que está ocorrendo", disse. "O resultado reflete pouco a realidade recente. Em setembro, ainda não estavam totalmente claros os sinais de desaquecimento das economias do globo", afirmou o gerente de Análise Econômica e Riscos de Mercado do Banco Cooperativo Sicredi, Alexandre Barbosa.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 16:11
    A maior área alagada do mundo pode vir a ser considerada uma das novas sete maravilhas naturais do planeta e os votos dos mato-grossenses podem decidir. Apesar de estar recebendo votos virtuais desde setembro, somente na próxima segunda-feira o Parque Nacional do Pantanal se lança oficialmente como candidato nacional ao posto por meio de um concurso na internet.

    A votação é organizada pela fundação New 7 Wonders, a mesma que promoveu a eleição, em 2007, das novas sete maravilhas monumentais. Na ocasião, o Cristo Redentor conquistou um dos títulos, que contribuem com a proteção de patrimônios naturais e construídos pelo homem.

    O Pantanal mato-grossense já é considerado Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Até ontem, no site da New 7 Wonders, estava na 102ª colocação entre mais de 300 sítios naturais de todo o mundo, superando, por exemplo, o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, mas atrás da Amazônia, o primeiro colocado brasileiro. Os 77 primeiros até o fim de 2008 serão submetidos a uma comissão da Unesco, que selecionará 21 finalistas, a serem anunciados em julho de 2009, para uma nova votação pela internet.

    “Essa campanha é de todo o Mato Grosso”, afirma José Augusto Ferraz, chefe do Parque Nacional do Pantanal. O título, ele diz, aumentaria a visibilidade do Parque, sensibilizaria o governo e o empresariado pela conservação da biodiversidade e pela criação de incentivos à exploração turística. Ele destaca que não foi iniciativa da gerência do Parque se lançar à candidatura. Esta foi uma decisão natural da própria entidade do concurso. “Os olhos do mundo estão voltados para o Pantanal e o Estado tem que abraçar essa campanha”, analisa Ferraz.

    No próximo dia 10, no Centro de Eventos do Pantanal, a partir das 9h, a comissão organizadora da campanha lançará oficialmente a candidatura do Parque numa apresentação para representantes do governo, empresários e imprensa. De 12 (Dia Mundial do Pantanal, segundo a comissão) a 14 (Dia do Rio Paraguai) de novembro, a campanha em Mato Grosso promoverá grandes ações em locais movimentados, como supermercados, praças e shoppings, estimulando as pessoas a votar. Quem quiser votar pode acessar o site www.votepantanal.com.br.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    05-11-2008 | 16:11
    O superintendente do Sebrae/MT, José Guilherme, em entrevista coletiva esta manhã, salientou a importância do desenvolvimento sustentável e local, tema central da expo Brasil, maior feira sobre desenvolvimento sustentável da América latina. “Só quando pararmos de criticar e mostrarmos que existem outros modelos exitosos a situação vai mudar”. 

    Para Guilherme, os painéis de experiência são a alma do evento, onde os “atores sociais” mostram as experiências que deram certo, trocam informações e ensinam uns aos outros. Para ele, essa é uma forma de inclusão social, onde você reaproveita experiências bem sucedidas com ações da sociedade civil. 

    O superintendente do Sebrae usou dados como o aumento do custo dos fertilizantes – de 74% nesse ano- para lembrar que o atual modelo de desenvolvimento afetará pesadamente o bolso dos consumidores até se tornar inviável. Ele fala da necessidade de reflexão e da busca por outras opções como a agricultura orgânica. 

    Já Caio Ribeiro, coordenador da expo Brasil, salientou a necessidade de mostrar para a sociedade que existe outra forma de desenvolvimento onde a sociedade local é protagonista. Para ele, as todas as experiências que já existem, como o Kanjinjin de Vila Bela, e irradiá-las. 

    “Crise também pode significar oportunidade e tornar algo que antes era isolado e alternativo em comum”, comentou Caio ao se referir à agricultura orgânica em meio à crise mundial. Ele salientou que esse método emprega mais pessoas, distribuindo mais renda e sendo uma solução para os pequenos produtores. 

    “A sociedade já pensa no consumo consciente, não é mais papo de ambientalista, é cotidiano” finalizou o coordenador da expo Brasil. 

    Expo Brasil – Realizada pela primeira vez em 2002, a expo Brasil surgiu a partir de fóruns de desenvolvimento local. Atualmente é a maior feira do tema na América Latina e conta com a participação de mais treze países – Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Costa Rica, Cabo Verde, Estados Unidos, Nicarágua, Peru, Paraguai, Portugal e Uruguai.
    Seu objetivo é mobilizar a sociedade para a troca de experiências e reconhecimento da potencialidade. A partir daí espera-se uma organização dos atores sociais locais para gerar mais oportunidades. 

    A expo Brasil ocorrerá de 12 à 14 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal.

     

    Fonte: Olhar Direto
    05-11-2008 | 16:11
    Os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão sendo analisados com maior rigor pelos investidores europeus diante da cautela imposta pela crise financeira.

    Existe interesse em participar dos empreendimentos apresentados pelo governo brasileiro, mas no curto prazo a dificuldade de obtenção de financiamentos é o principal obstáculo. A avaliação foi feita por especialistas que participaram ontem das apresentações sobre o PAC realizadas em Londres.

     

     Até mesmo os membros do governo reconhecem que o momento é de dificuldade para o levantamento de recursos.

    O programa prevê o aporte privado de US$ 280 bilhões até 2010, valor que complementará os desembolsos do Orçamento e das estatais federais. Para atrair os estrangeiros, o discurso recai sobre as oportunidades que o País reserva para o longo prazo.

    "Neste momento os investidores estão receosos", afirmou Alexandre Meira da Rosa, secretário do Ministério do Planejamento.

    "Mas oferecemos investimentos seguros, com boa taxa de retorno."

    Ele avalia que o País não precisa de financiadores, mas investidores.

    "Queremos que comprem participações acionárias e compartilhem o risco."

     

     Para Romero Brito, da Secretaria de Relações Comerciais da Embaixada do Brasil no Reino Unido, o motivo do elevado número de participantes no evento é explicado pelo fato de o PAC oferecer "projetos concretos, e não de papel".

    "Estamos em uma crise financeira, de papel, essa é uma oportunidade para o investidor fugir disso." O evento contou com o detalhamento dos projetos considerados com maior potencial de atração de capital externo: rodovias, portos, ferrovias e exploração de petróleo e gás.

    Entre as empresas que enviaram representantes estão a Balfour Beatty Rail Projects (ferrovias), Accenture (consultoria), BP (petróleo), Currie & Brown (com experiência de PPPs na América Latina), Hok International (arquitetura) e Sumitomo Mitsui Banking Corporation.

     

     Os participantes questionaram as perspectivas para as exportações brasileiras, uma análise relevante para os investimentos nos portos, por onde transitam hoje 95% do volume das vendas externas. "Se por um lado o cambio traz preocupação, por outro ajuda a mitigar as perdas dos exportadores com a queda do preço das commodities", respondeu Rosa.

     

     A advogada Grazielle Hugues, do escritório Dewey & LeBoeuf, constata atraso em projetos até no Oriente Médio devido à crise.

    Segundo ela, empreendedores tiveram de renegociar cláusulas dos financiamentos, provocando a postergação do fechamento dos negócios.

    "Hoje o problema é conseguir empréstimos, está difícil."

     

     

    Fonte: CBIC
    04-11-2008 | 12:11

    Caso a resposta à solicitação de desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) seja negativa, o consumidor vai sofrer com preços mais caros e desabastecimento de produtos da construção civil.

     

    É o que afirma o diretor titular do Deconcic (Departamento da Indústria da Construção) da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), José Carlos de Oliveira Lima.

     

     

    Ele explica que, com a desoneração, as empresas vão poder investir na tecnologia que fabrica o produto sem amianto, promovendo competitividade no setor. Com competição, haverá redução dos preços, podendo ficar semelhantes aos dos produtos com a substância.

     

     

    Dessa forma, o consumidor final - principalmente, o de baixa renda - não sofrerá aumento dos custos de telhas, caixas d'água, tubos, placas para paredes, entre outros, nem desabastecimento, que é o grande receio de Oliveira Lima, pois, se a resposta ao pedido for negativa, as empresas vão fechar as portas e haverá falta de produtos no mercado.

     

     

    Substituição complexa


     

    De acordo com a pesquisa da Fiesp "O Papel dos Produtos de Amianto na Cadeia da Construção Civil - Dimensão Econômica e Efeitos Concorrenciais", encomendada à FGV (Fundação Getulio Vargas), o amianto como fibra de reforço na produção de fibrocimento pode ser substituído por:

     

     

    * Resinas plásticas derivadas do petróleo: álcool polivinílico (PVA) ou polipropileno (PP), com uso concomitante de uma fibra de processo (celulose);


     

    * Fibras vegetais, como a celulose autoclavada.

     

     

    Essas últimas não representam uma solução tecnológica viável, pois são processos que precisam ser aprimorados e ainda são estudados por diversas instituições acadêmicas no país.

     

    Em relação ao PP, a Brasilit - única empresa que oferece produtos de fibrocimento sem amianto - é também o único fabricante no mundo que domina essa tecnologia, sendo que sua capacidade de produção é de cerca de 10 mil toneladas por ano.

     

     

    Dessa forma, a utilização do PP como substituto não é viável, já que exigiria um tempo longo de aprendizagem daqueles que não possuem domínio da tecnologia. A adesão também implicaria a aposta em uma solução em desenvolvimento por apenas uma empresa no mundo, o que representa um risco, diz o estudo.

     

     

    Solução em PVA


     

    Nesse contexto, a substituição mais adequada é pelo PVA. Porém, a tecnologia precisa de uma adaptação de processo para ser implementada, além de uma curva de aprendizado. Além disso, apenas dois países produzem fibras de PVA - China e Japão -, cuja capacidade produtiva é de 44 mil toneladas por ano.

     

    Assim, a oferta da solução que existe hoje não é suficiente para suprir o mercado brasileiro. Afinal, seriam necessárias 43 mil toneladas de PVA, equivalente a tudo que se produz, e é consumido, no mundo hoje.

     

    Além disso, as indústrias dos produtos de fibrocimento trabalham no limite de sua capacidade de produção. Com a substituição cautelosa, seria necessário reduzir a produção, pois pelo menos uma linha precisa ser paralisada para efetuar as adaptações. Ou seja, a proibição abrupta implicaria a paralisação de todas as linhas de produção.

     

    Além disso, a construção civil continuará em ritmo acelerado de crescimento nos próximos anos - projeções da FGV indicam que a demanda crescerá 25% até 2010 - e a indústria já tem dificuldade de suprir o abastecimento.

     

     

    Legislação


     

    Em julho de 2007 foi sancionada a Lei 12.684, que proibe o uso, em todo o estado de São Paulo, de produtos, materiais ou artefatos que contenham amianto ou asbesto, a partir de primeiro de janeiro de 2008.

     

    A Lei originou-se dos perigos que o amianto traz à saúde. Entre algumas doenças relacionadas, estão a asbestose (doença crônica pulmonar de origem ocupacional), cânceres de pulmão e do trato gastrointestinal e o mesotelioma (tumor maligno raro e de prognóstico sombrio, que tem um período de latência em torno de 30 anos).

     

     

    Debates


     

    Porém, a sanção gerou muitas discussões sobre a necessidade de substituir o amianto na produção do fibrocimento de forma cautelosa. Isso porque a proibição abrupta tiraria do mercado cerca de 69% (1,8 milhão de tonelada) dos produtos de fibrocimento - segundo dados da PIS (Pesquisa Industrial Anual), do IBGE, referentes a 2006.

     

     

    Afinal, essa é a participação do produto com amianto em um total de 2,7 milhões de toneladas de fibrocimento (com e sem amianto) do mercado de 2006.

     

     

    Para amenizar os efeitos desta medida, em fevereiro de 2007, o Sinaprocim (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento) solicitou a desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos materiais de fibrocimento sem o amianto.

     

    Fonte: FIEMT
    04-11-2008 | 12:11
    Apesar do receio de desaquecimento econômicono Brasil, o preço dos materiais de construçãodeve continuar alto nos próximos meses, segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). "Muitas pessoas estão no meio da reforma da casa e elas não vão deixar de comprar porque o produto está caro", diz Hiroshi Shimuta, diretor da Anamaco.  

     

    A demanda mais forte, segundo ele, vem dos materiais de base, como cimento, aço, areia e tijolo. O índice da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) confirma a tendência. Em setembro, as vendas de materiais de base cresceram 38,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a comercialização de materiais de acabamento cresceu 7,46% na mesma comparação. 

     

    Resultado deste cenário é que a demanda aquecida esgotou os estoques de cimento da indústria, no início de outubro, de acordo com Sindicato do Comércio Varejista de Materiais de Construção, Maquinismos, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros de São Paulo ((Sincomavi). "A dificuldade do mercado de material de construção começou a partir das grandes obras. Mas quando falo disso, falo de cimento", afirma Reinaldo Pedro Correa, presidente do Sincomavi. 

     

    A Abramat estima que o ritmo de crescimento atual siga até o segundo semestre de 2009. "Muitas obras estão no começo e ainda há muitos materiais de acabamento que necessariamente serão consumidos", diz Melvyn Fox, presidente da entidade. 

     

    Ele afirma, contudo, que não haverá falta de produtos de acabamento como ocorreu com o cimento. "As indústrias investiram muito em ampliação da capacidade produtiva e não há nesse momento falta de materiais de construção", afirma.  

     

    Preços 

     

    Para o consumidor, a demanda se reflete na alta dos preços. Os materiais de base foram os principais responsáveis na elevação nos preços em 2008, medidos pelo Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em outubro, o INCC apresentou inflação de 0,85% em relação a setembro, quando cresceu 0,94%.  

     

    Os preços de materiais elétricos e acabamentos em metais como aço e cobre também podem subir nos próximos meses, segundo Fox. "O dólar valorizado gera um custo maior em insumos que dependem de commodities", afirma. Segundo Shimuta, o risco de aumento será maior se a cotação do dólar permanecer alta por muito tempo e chegar aos combustíveis e afetar o preço dos transportes. "Metade dos nossos custos estão relacionados ao transporte, porque o nosso produto é muito pesado", diz. Segundo ele, alguns itens já estão sofrendo reajuste de 6% a 10%, por causa do dólar.  

     

    Medidas  

     

    Na semana passada, o governo anunciou a criação de uma nova linha de financiamento do capital de giro das empresas de construção civil. O objetivo da medida é conter o desaquecimento do setor, que é um grande empregador. 

     

    A linha será formada por meio da liberação de 5% dos depósitos da caderneta de poupança e poderá atingir R$ 11 bilhões. Hoje, os bancos têm de destinar 65% dos depósitos da poupança ao crédito imobiliário. A partir de agora, 5% entre os 65% poderão ser usados para financiar as construtoras. A decisão dependerá dos bancos. A Caixa Econômica Federal antecipou que oferecerá R$ 3 bilhões para cobrir custos de construção e compra de carteira de recebíveis das empresas. 

     

    A Abramat apóia as medidas anunciadas pelo governo para fortalecer o setor. Mas Fox diz que ainda seria necessário um auxílio para o cliente final. "Achamos importante dar prazo a esse consumidor com ampliação de prazo, mais recursos disponíveis e redução da taxa de juros", diz. Segundo Shimuta, a construção auto-gerida, em que o próprio cliente faz a reforma ou o "puxadinho", representa 60% das vendas do setor. 

     

    Fonte: Mídia News
    04-11-2008 | 12:11
    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) busca obter no Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) mais recursos para poder ampliar sua oferta de financiamentos, principalmente para pequenas e médias empresas. A informação é do presidente do Conselho Deliberativo do FAT (CodeFAT), Luiz Fernando Emediato - entidade ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego. "O BNDES expôs o desejo de ter mais acesso aos recursos do FAT", afirmou.

     

    Emediato esteve reunido ontem, na capital paulista, com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Emediato explicou a Miguel Jorge e Coutinho que os recursos para os financiamentos poderiam ter origem na rubrica face Fomentar - micro e pequenas empresas, que em 30 de setembro registrava um saldo de R$ 2,678 bilhões.

     

    "Até o momento, esse dinheiro chega aos pequenos empresários por meio do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e de bancos privados, considerados pelo conselho como a forma mais rápida de repasse. Se o BNDES garantir que o dinheiro chegará na ponta com rapidez, o conselho está disposto a aumentar essa fatia e redistribuir os recursos em meio à necessidade da crise internacional atual", disse o presidente do CodeFAT.

     

    O BNDES poderia distribuir esse montante por meio do seu cartão de crédito, que é usado para investimentos de micro e pequenas empresas por meio de compras via internet, e é considerado por Emediato um instrumento sem burocracia. Atualmente, esse cartão é utilizado por aproximadamente 250 mil clientes e gira cerca de R$ 80 milhões por mês. "É pouco (o giro), dá menos de R$ 1 bilhão por ano", calculou o presidente do CodeFAT.

     

    Os recursos do cartão são obtidos por meio de depósitos especiais autorizados pelo conselho. Em 30 de setembro, esses depósitos somavam R$ 24,599 bilhões. Nessa mesma data, um patrimônio do FAT era de R$ 150,142 bi. Desse total, R$ 111,357 bi foram destinados ao BNDES; R$ 33,607 bi ao Banco do Brasil; R$3,713 bi à Caixa Econômica; R$ 957 milhões à Finep; R$ 483 mi ao Banco do Nordeste e R$ 25 mi ao Basa.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-11-2008 | 12:11
    Na primeira pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central (BC) após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de interromper o aperto monetário, na reunião da semana passada, e manter a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75% ao ano, o mercado financeiro reduziu suas projeções para o nível do juro básico no país em 2008 e em 2009.

     

    De acordo com a pesquisa divulgada ontem, a estimativa para o nível do juro no fim deste ano caiu de 14,25% para 13,75% anuais, o que indica previsão de nova manutenção do juro na reunião que acontece nos dias 9 e 10 de dezembro, a última do ano. Há um mês, a previsão era de juro um ponto percentual mais elevado na virada do ano, em 14,75% ao ano.

     

    Para 2009, a estimativa para o juro no fim do ano também caiu, passando de 13,50% para 13,38% anuais, ante 13,50% de um mês atrás. Pela terceira semana consecutiva o mercado financeiro elevou suas projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2009. Na pesquisa Focus, a mediana das estimativas para o índice no próximo ano subiu de 5% para 5,06%. Há quatro semanas, a expectativa era de 4,85%.

     

    Em igual trajetória, a projeção para o IPCA de 2008 registrou elevação de 6,29% para 6,31%, ante 6,14% registrado há quatro semanas. O IPCA para 2008 subiu pela quarta semana seguida. A previsão para o IPCA em outubro, que será anunciado pelo IBGE na sexta-feira (07), foi mantida em 0,38% e para novembro, em 0,50%. Há quatro semanas, a estimativa do mercado era de respectivamente, 0,36% e 0,45%.

     

    O centro da meta de inflação para 2008 e para 2009 foi estabelecido em 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-11-2008 | 12:11
    Os bancos Itaú e Unibanco assinaram um contrato para a união das duas instituições, criando o maior grupo financeiro do hemisfério sul. Segundo o Itaú, a união é fruto de negociação sigilosa de 15 meses. De acordo com cálculos da consultoria Economática, o banco formado pela combinação dos ativos dessas duas instituições será a quarta empresa em valor de mercado da América Latina, atrás apenas da Petrobras, da Vale e da mexicana América Móvil. Em 31 de outubro, o valor de mercado de Itaú e Unibanco juntos seria de US$ 41,323 bilhões. Segundo a consultoria, a empresa resultante da fusão tem ativos superiores aos do Banco do Brasil.

     

    O banco fica na nona posição do ranking dos maiores bancos de capital aberto por ativos dos Estados Unidos e América Latina, com US$ 324,041 bilhões. O Banco do Brasil fica em 10º lugar, com US$ 261,639 bilhões em ativos. Já o Bradesco figura em 12º, com US$ 220,815 bilhões, e Santander em 15º no ranking de ativos entre os maiores bancos de capital aberto dos EUA e América Latina, com US$ 171,410 bilhões.

     

    De acordo com comunicado enviado à imprensa, será criada uma nova controladora (holding) não financeira e o controle do novo banco será compartilhando entre Itaúsa (holding do Itaú) e Unibanco. Até o fim de setembro, Itaú Unibanco holding tinha lucro líquido de R$ 8,1 bilhões e patrimônio líquido de R$ 51,7 bilhões.

     

    A nova holding, denominada Itaú Unibanco Holding S.A (a atual é Itaú Holding Financeira), contará com 4,8 mil agências e 14,5 milhões de clientes, o equivalente a 18% do mercado e 19% do volume de crédito do sistema financeiro brasileiro. O total de depósitos, fundos e carteiras administradas chegará a 21% do mercado. A participação no mercado de seguros será de 17% e no de previdência privada, de 24%.

     

    Essa nova holding terá operações de corporate que somam R$ 65 bilhões, atendendo dois mil grupos econômicos, ativos sob gestão de R$ 90 bilhões na área de private bank e R$ 575 bilhões em ativos, o que representará a maior instituição financeira do Hemisfério Sul.

     

    As duas instituições afirmam que é importante o movimento de fortalecimento de grandes empresas com o objetivo de aumentar a capacidade competitiva, "a exemplo do que ocorre em outros setores da economia". "A instituição terá a agilidade necessária para aumentar a presença do Brasil no cenário internacional."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-11-2008 | 12:11
    Como a mãe de primeira viagem ainda se recuperava da cesariana, coube ao pai a tarefa de dar o primeiro banho de Natália. Durante cinco dias, o trabalho doméstico também foi todo dele. O motorista Fernando Alexandro Jurado, de 37 anos, teria feito mais não fosse a necessidade de voltar a trabalhar. Ele é um dos homens que defendem a ampliação da licença-paternidade, como pretende a campanha "Dá Licença, Eu Sou Pai!", que será lançada hoje em São Paulo.

     

    A iniciativa é da Rede de Homens Pela Eqüidade de Gênero -formada por organizações sociais de defesa dos direitos humanos - e tem o objetivo de provocar a discussão do assunto. Atualmente, pelo menos dois projetos de lei tramitam na Câmara e no Senado pedindo a ampliação dos atuais 5 dias de licença para pelo menos 15 dias. "Os homens querem se envolver mais com os cuidados dos filhos, independentemente da classe social", diz a socióloga e pesquisadora da Fundação Carlos Chagas Sandra Unbehaum.

     

    Jurado é um exemplo disso. Ele sabe que nem todo homem pensa como ele, mas conhece pelo menos um amigo que também se dedicou integralmente aos cuidados do filho recém-nascido. "Ele é como uma mãe para a Natália", garante sua mulher, Íria Machiniski, de 29 anos. O motorista não esconde a satisfação de assumir esse papel. "A Íria teve complicações após o parto e passou quatro dias internada para se recuperar. Ela parou, mas a casa continuou funcionando", diz. Mesmo assim, diz ter ficado agoniado por ter de voltar ao trabalho e não ficar em casa acompanhando a filha. "Seriam necessários pelo menos 15 dias", diz.

     

    Um levantamento realizado no Recife, entre maio e junho, pela Universidade Federal de Pernambuco e Instituto Papai, demonstra que os homens querem a ampliação do período de licença-paternidade. Para 78% dos entrevistados, os cinco dias são insuficientes para acompanhar os primeiros dias do filho e dar suporte às mães. "Essa pesquisa levanta a questão sobre o que o homem faria se tivesse esse período ampliado", diz Jorge Lyra, coordenador do Instituto Papai.

     

    A resposta dada pelos homens contrapõe o senso comum de que a maioria desperdiçaria esse tempo com o descanso e deixaria a tarefa de cuidar dos filhos continuar a cargo da mulher. Para 29% dos entrevistados, a licença seria utilizada para ajudar a mãe; 19%, para cuidar do filho; 37%, para ajudar a mãe e cuidar do filho. Só 12% dos homens deram outras respostas e 3% não opinaram. O desconhecimento dos trabalhadores, porém, ainda é grande. A mesma pesquisa revela que 76% dos homens ouvidos conhecem a licença-maternidade, mas apenas 66% sabem sobre a paternidade.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-11-2008 | 12:11
    Amanhã comemora-se o Dia Nacional da Cultura, que foi instituído no dia 5 de novembro em homenagem ao nascimento de Rui Barbosa (1849). Em todo o país, centenas de cidades aproveitarão a data para promover atividades que enalteçam a brasilidade em todas as suas variadas matizes. Em Cuiabá, a Secretaria de Estado de Cultura (SEC) junta a data ao Dia Nacional do Livro (29 de outubro) para uma programação de cinco dias que contemplará literatura, música, dança, teatro, artes plásticas e audiovisual.

     

    Haverá atividades distribuídas nos períodos matutino, vespertino e noturno, de hoje até sábado e, o melhor, gratuitamente. E tudo isso em plena Praça da República, no Centro Histórico da Capital.

     

    Dessa forma, a iniciativa visa atingir estudantes, professores das escolas públicas e privadas, artistas, escritores e o grande público. O local é um dos que registra maior circulação diária de pessoas nos dias úteis. Além disso, se trata de de um dos pontos turísticos mais importantes da cidade, onde se encontram diversos prédios históricos.

     

    O grande destaque é a semana da ação cultural Leitura na Praça. A Secretaria, por meio da Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça (BPEEM), realizará eventos como a Feira Mato-grossense do Livro, apresentações teatrais, papo literário, tendas multiartes e apresentações culturais, com participação de atrações como o Grupo Tibanaré e a Cia. Volta Seca, que estarão ali durante todos os dias do evento.

     

    Conforme a coordenadora da biblioteca, Salime Marques, o evento busca oportunizar a população um espaço literário que permita estímulo à literatura, aquisição de livros a preços acessíveis e interação entre público leitor, escritores, editores e livreiros. Além da exposição literária, Salime conta que será realizadas diversas outras apresentações culturais durante os cinco dias do evento como cinema, dança e shows musicais. "Este evento é muito importante para a sociedade ter uma oportunidade e acesso a livros, através de um espaço público", frisa."Quem não tem tempo e trabalha o dia todo, poderá aproveitar o horário de almoço para acompanhar as mostras de audiovisual que acontecerão conforme a programação sempre às 12h, onde a censura é livre, e todos estão convidados", destacou a coordenadora de Ações Artístico-Culturais, Ana Moreira.

     

    A Semana da Cultura conta com o apoio dos parceiros Casa Civil, Unemat, Sesc-MT, Sebrae-MT, Rede Cemat, A Fabrika e Casa Brasil Cuiabá. As livrarias e editoras presentes são Editora da UFMT (EdUFMT), Editora Vozes, Editora Entrelinhas, Editora KCM, Livraria Adeptus, Livraria Paulus, Livraria Paulinas, Bazar do Livro

     

    Serviço- O evento ocorre de hoje até o dia 08 de novembro, na Praça da República, no Centro Histórico de Cuiabá, com entrada franca.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-11-2008 | 12:11
    O Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) quer que o governo revogue uma decisão tomada em 2005, que incluía 15 produtos derivados do aço em uma lista de exceção. Desses, dez continuam entrando no país com alíquota zero de imposto. Para o IBS, isso vem propiciando o avanço do aço chinês no mercado brasileiro.

    Em entrevista à Agência Brasil, o vice-presidente-executivo do IBS, Marco Polo de Mello Lopes, disse que a revogação da medida fortalecerá o mercado externo e evitará a entrada do aço chinês no país. Para ele, a decisão foi tomada equivocadamente, porque, na época, não havia especulação de preços, nem desabastecimento no mercado interno.

    Hoje, com a crise financeira internacional e algumas economias já em processo de recessão, seria “ingenuidade” do governo manter essa isenção tarifária no contexto atual, afirmou.

    Lopes explicou que não se trata de pedido de salvaguarda para os produtos nacionais, nem de aumento das tarifas de importação. O que se reivindica é a volta das tarifas cobradas antes de 2005 e que variavam de 12% a 14%, dependendo do produto. “É um direito do setor, que tem que ser restituído para garantir o mercado interno neste momento de crise. Todos os setores têm esse tipo de proteção. No caso dos automóveis, por exemplo, o tributo sobre os importados chega a 35% do valor do bem”, disse.


    Segundo ele, o que diferencia, hoje, a economia brasileira de outras é exatamente a força do seu mercado interno. “Apesar da crise internacional, ainda temos um mercado interno forte, que tem que ser preservado. Algumas economias já estão com crescimento zero ou em processo de recessão. Se temos este fator diferenciador, que é o mercado interno, ele tem que ser preservado.”

    De acordo com Lopes, o IBS apóia as medidas de incentivo a setores como a construção civil, o automotivo e o de bens de capital. Para ele, os programas de investimento da Petrobras na perfuração em águas profundas e as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) mostram que é possível manter o crescimento do mercado interno em boas condições. Para isso, ressaltou, é preciso estimular o consumo e não deixar desprotegidos setores estratégicos para o crescimento da economia nacional.

    O dirigente do IBS citou dados do setor siderúrgico que mostrou que as exportações chinesas para a América Latina cresceram 23%, e, no resto do mundo, a expansão foi de 9%. As exceções são o México, com queda de 42% nas importações chinesas, e a Venezuela, com queda de 76%. “Isso aconteceu porque são economias que tomaram medidas preventivas. No México, adotaram-se medidas antidumping contra os produtos chineses. Na Venezuela, há restrições impostas pelo câmbio e pela saída de divisas.”

    Lopes disse que, como outros segmentos, o setor siderúrgico enfrenta problemas decorrentes da restrição ao crédito e, por isso, reafirma a importância de se defender o mercado interno de práticas desleais de comércio, cuja tendência é se intensificar nesse momento de crise financeira.

     

    Fonte: Olhar Direto
    04-11-2008 | 12:11
         Atenção redobrada com as contas neste final de ano. Este foi o tema central de reunião do secretariado do Estado nesta segunda-feira com o governador Blairo Maggi. A preocupação esta relacionada com a crise financeira mundial que deve atingir a economia mato-grossense, e conseqüentemente a arrecadação do Estado. Despesas com o custeio básico do Governo serão os principais focos de contenção, como o uso da telefonia, energia elétrica e autorizações de diárias de viagens, o deslocamento de veículos oficiais, e combustível.
         
         O secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki, afirmou que o Governo do Estado irá manter o máximo de cautela para que o orçamento de 2009 seja minimamente afetado. “Até o final do ano queremos ter uma economia de pelo menos 20% nas contas de custeio. Esta orientação já vem sendo seguida nas secretarias”.
         
         Sobre o orçamento, o secretário destacou que o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Fazenda foi conservador, já antevendo a situação real do Estado. “Já se esperava que a crise fosse realmente acontecer, os indicadores econômicos já não eram muito favoráveis. Quando o orçamento foi para Assembléia Legislativa, os poderes reclamaram que o valor estava subestimado. Hoje temos a noção que aquele orçamento está muito próximo do que nós podemos realizar”.
         
         Outro ponto destacado foi o pagamento em dia do salário dos funcionários públicos do Estado. Durante a reunião o governador enfocou que toda economia necessária deve ser feita para que a remuneração dos servidores não sofra atraso em nenhum momento. Novacki realçou que cumprir todos os acordos para os reajustes é uma prioridade.
         
         Ainda assunto na reunião, os secretários concluíram que com o fim das eleições municipais, o Governo deve retornar com as visitas ao interior do Estado, para ouvir a população, levar as ações de Governo e ainda realizar as inaugurações de obras públicas. As ações diretas do Estado terão início ainda este mês. O chefe da Casa Civil salientou que nenhum município terá tratamento diferenciado independente do resultado apontado nas eleições. “Os secretários vão pessoalmente aos bairros para ouvir as necessidades da população, onde o Estado deve concentrar esforços”.
         
         CRISE - A estimativa do Governo é que os efeitos econômicos em 2009 não sejam tão aprofundados, uma vez que a safra 2009 já está boa parte plantada. Mesmo com esta previsão, o secretário da Casa Civil adiantou que os estudos feitos pelo Estado apontaram uma redução de 10% na área plantada de grãos, principalmente a soja, e outros 30% na redução da área plantada de algodão.

     

    Fonte: 24 Horas News
    04-11-2008 | 12:11
    O sistema de representação empresarial tem que transpor limites, ampliar a comunicação, criar uma ligação direta com as empresas, empresários, enfim, reinventar-se para sobreviver. O objetivo é atrair mais associados aos sindicatos, que têm de oferecer gestão moderna, organização de alta qualidade, tudo a custos razoáveis, permitindo que federações e confederações tenham mais integrantes.

     

     As conclusões surgiram no debate "Associativismo Sindical", no 3º Encontro Nacional da Indústria (Enai), realizado na semana passada, em Brasília. "Há ausência empresarial, e até um certo desdém pela ação política associativa", assegura o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, reconhecendo que o sistema sindical empresarial brasileiro tem distorções e deficiências: "Existem sindicatos que foram apropriados por pessoas e que funcionam com a lógica da vaidade, de interesses particulares, sem ampliar a base, para não ter fiscalização. Um desvio da corporação. Como pode ser representativo se há essas distorções", indaga.

     

     O dirigente da CNI aproveitou para anunciar um reforço de recursos financeiros ao Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), da entidade. "O PDA é essencial para a transformação do sistema representativo e ainda está pequeno, tem de crescer, receber mais recursos, e faremos isso", garantiu. O programa forma líderes empresariais, estabelece planejamentos estratégicos dos sindicatos, oferece sites, entre outras opções.

     

     Para Monteiro, a capacitação dos líderes empresariais é um dos pilares do programa e da reinvenção da representação empresarial e a CNI "estimula a renovação do associativismo sindical e a formação de novas lideranças, que podem e devem se integrar ao sistema." De uma maneira consensual, os empresários chegaram à conclusão de que o melhor caminho para conseguir com que mais empresas integrem os sindicatos e novos empresários se tornem líderes setoriais é melhorar a prestação de serviços, a comunicação, divulgando não só em eventos ocasionais, mas as ações e serviços permanentes para manter a base viva, atrair associações setoriais.

     

     O superintendente do Sindivest - SP, que representa as empresas de vestuário, Pedro Eduardo Fortes, assegurou que os empresários, de maneira geral, participam pouco da atividade sindical, envolvendo-se apenas nos períodos de negociações coletivas de salários.
    Por esta razão, o setor que reúne 9.200 empresas apenas em São Paulo, com 300 mil trabalhadores, fez a opção de se tornar uma "empresa não cartorial", ágil, onde grupos de empresários associados se comprometem a trazer para filiação aqueles que estão fora da entidade. A campanha tem dado certo. "O que falta hoje aos sindicatos e às federações é a prestação de mais e melhores serviços.

     

    Quando uma empresa verifica que sua entidade representativa faz realmente alguma coisa por ela, com qualidade, preço justo, de acordo com a demanda do mercado, ela se associa, participa", disse Lucas Izoton, presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes). Para ele, as entidades sindicais têm de agir como uma incubadora de novos líderes. "Muitas vezes esse empresário não tem tempo de participar, não tem conhecimento de como é estruturado o sistema representativo e por isso fica distante."

     

     O quadro complica o sistema porque o grande empresário não conhece a realidade dos pequenos e médios e, assim, nem sempre entende as necessidades desses, ressaltou Izoton, informando ainda que um problema também significativo é a grande quantidade de micro e pequenas empresas integradas ao Sistema Tributário como Simples, que não participam. No Espírito Santo, para atrair novos associados as entidades têm oferecido diversos tipos de serviços, cursos no Sesi e Senai, com descontos, atraindo mais participação.

     

    Consultor da CNI, José Pastore, especialista em relações do trabalho, concorda com Izoton e afirma que o representante sindical muitas vezes não tem a visão do conjunto. Ele afirmou que hoje as entidades associativas dos trabalhadores arrecadam mais recursos financeiros que as entidades empresariais, provocando uma assimetria prejudicial. Alertou que, a partir do próximo ano, a contribuição laborial irá aumentar ainda mais quando, por decisão legal, os servidores públicos passarão a pagar compulsoriamente a contribuição sindical.

     

     Para ele, seria importante o empresário brasileiro passar a contribuir voluntariamente, embora considere que a proposta não seja de fácil execução. "Quando há uma crise, os trabalhadores levam 200 ônibus com manifestantes na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. No caso dos empresários, mesmo em crise, muitos não participam", assegura Pastore. Rafael Rihl Tegasin, presidente do Sinduscon de Caxias do Sul, observou que na Alemanha existem 320 mil empresas e elas contribuem voluntariamente, sem haver obrigatoriedade.

     

     No Brasil, ponderou, a construção civil é uma indústria muito artesanal, empresários se voltam mais para a empresa e aqueles que trabalham para a sua entidade sindical têm de deixar o lazer, desligar-se um pouco da família para poder integrar-se à luta do sistema corporativo. Assim, garantiu que as entidades só conseguirão elevar o número de associados oferecendo bons serviços, cursos e representando efetivamente o setor junto aos poderes constituídos.

     

    Fonte: CBIC
    04-11-2008 | 12:11
    O governo avalia que já tomou as principais medidas para prover liquidez à economia, mas está de prontidão para adotar novas iniciativas que preservem da crise os setores exportador, agrícola, de construção civil e automotivo.

    Ontem, em reunião da coordenação política, o governo avaliou que esses setores devem ser priorizados por ter grande potencial de crescimento e geração de empregos, mas o Planalto já prevê um quadro de crescimento menor do que o planejado para 2009.

    "Não fixamos uma meta de crescimento porque o quadro ainda é de muita incerteza, mas seguramente ele estará acima dos 3%", disse um ministro sob condição do anonimato.

    No projeto de Orçamento para 2009 enviado pelo governo ao Congresso, a previsão de crescimento era de 4,5%.

     

     Durante a reunião semanal, o governo considerou positivas suas atuações para garantir a liquidez no mercado financeiro e um câmbio em patamares satisfatórios no pior momento da crise, que considera já ter passado. "O mercado está começando a se acalmar, mas agora não é um momento de euforia e de dizer que a crise passou", afirmou o ministro das Relações Institucionais, José Múcio.

    Segundo o ministro, o governo continuará acompanhando cada movimento da crise internacional, já que ela independe das ações tomadas em Brasília.

    Perguntado se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava tranqüilo, Múcio respondeu: "Dizer que está tranqüilo, eu acho que seria até um desdém com esse momento grave que o mundo todo travessa, mas (Lula) está absolutamente atento", explicou.

     

     O Executivo tomou uma série de medidas para garantir o fluxo de crédito, mas o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou na última quinta-feira que a média diária de concessões de crédito no País deve sofrer um queda de 5% em outubro. Meirelles ressaltou que, mesmo com a redução, não há paralisação. Na próxima quinta-feira, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o governo pretende mostrar à sociedade que a situação está sob controle e que os investimentos devem prosseguir.

    O objetivo é eliminar percepções negativas e garantir que o País tem capacidade para enfrentar a crise. Além do presidente Lula e de seu vice, José Alencar, participam da coordenação política os ministros Guido Mantega (Fazenda), Paulo Bernardo (Planejamento), Tarso Genro (Justiça), José Múcio (Relações Institucionais), Dilma Rousseff (Casa Civil), Franklin Martins (Comunicação Social) e Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência).

    Nas últimas semanas, Henrique Meirelles não só tem contando com uma cadeira permanente como tem mantido conversas diárias com Lula.

     

    Fonte: CBIC
    03-11-2008 | 12:11
     O Sinduscon-MT foi apoiador de evento realizado na última sexta-feira, na Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso, que teve como tema a iluminação. Palestra oferecida pela Philips do Brasil possibilitou que profissionais e estudantes cuja área de atuação se relaciona com o tema tiveram a oportunidade de ampliar e aprimorar seus conhecimentos.

     

    A palestra foi proferida por Welington P. Tardivo, formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal Tecnológica do Paraná - CEFET - Curitiba, com vasta experiência em projetos de iluminação de interiores e embelezamento urbano. Tardivo tem, inclusive, desenvolvido alguns trabalhos de iluminação aqui em Cuiabá.

     

    A palestra teve como tema “Projetos de iluminação, Eficiência Energética e Novas Tecnologias” e foi gratuita. A iniciativa partiu da professora da Unemat, Veruska Pobikrowska Tardivo, que agradeceu o empenho do Sinduscon-MT na realização do evento. Ela destacou que o auditório ficou lotado e a palestra atingiu plenamente seus objetivos.

     

    Lorenzo Falcão

     

    Da Assessoria
    03-11-2008 | 11:11

     O presidente do Sinduscon-MT, Luiz Carlos Richter Fernandes, participou no último final de semana do 80º Enic – Encontro Nacional das Indústrias da Construção, em São Luiz (MA), considerado o maior evento do gênero da América Latina. Entre os temas discutidos na ocasião, o momento de expansão do setor e os reflexos da crise financeira mundial na construção, além das medidas do Governo Federal para ajudar o país a continuar crescendo.

     

    Ao final do Enic, empresários que elaboraram um documento que foi aprovado unanimemente. O documento enfoca diversos aspectos como o fato de o setor da construção contar com uma cadeia produtiva evoluída, moderna e competitiva, além de uma eficiente rede de órgãos de defesa do consumidor. Também defende princípios rígidos que devem orientar as ações do Governo Federal,  para que seja mantida a tranqüilidade e o bom desempenho do setor.

     

    O texto do documento elenca, ainda, algumas sugestões que os empresários destinam ao Governo Federal, entre elas, a manutenção e o monitoramento dasregras básicas do Sistema Financeiro de Habitação, a destinação exclusiva dos recursos do FGTS para habitação, saneamento e infra-estrutura urbana; e a garantia da exigibilidade de aplicação dos saldos da Caderneta de Poupança. Confira o documento na íntegra no link “Momento Histórico”.
    03-11-2008 | 11:11
    A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) revisou para cima, pela terceira vez no ano, a previsão de crescimento em 2008. Depois de crescer 15% em 2007, o setor entrou neste ano projetando alta de 12%. Os bons resultados do primeiro trimestre ampliaram o cálculo para 15% de alta em 2008, em julho revisou para 18% e, na última sexta-feira, após o fechamento de setembro, o percentual esperado de alta subiu para 23%, o que significa vendas de R$ 96 bilhões. No período de janeiro a setembro, as vendas acumularam R$ 76,5 bilhões, alta de 34,8% sobre mesmo período do ano passado. Apenas no mês de setembro, a receita foi de R$ 10,4 bilhões, 4,3% mais que agosto e 52,9% acima que o mesmo mês de 2007. "Essa revisão já era esperada antes das crise, pelo forte desempenho que vínhamos tendo até então", disse o presidente da Abramat, Melvyn Fox. "No curto prazo, até início de 2009, a influência da crise será muito pouca. Todas as obras que estão em andamento vão manter o mesmo nível de consumo."

     

    Desaceleração

     

     A partir de 2009, no entanto, Fox já conta com uma desaceleração no consumo, e, dessa vez, a expectativa de crescimento do setor foi cortada praticamente à metade. "Antes estávamos trabalhando com uma previsão de 12% para 2009, e, nesse momento, reduzimos para uma margem entre 6% e 8%", disse o executivo. "Fizemos essa revisão em função do PIB, que o governo já vem assinalando com uma redução.

    A nova previsão se baseia em um crescimento de 3% a 3,5% da economia do País", disse o presidente da Abramat.

     Levantamento feito pela Abramat com seus associados indicou uma queda acentuada nas expectativas do setor em relação a ações do governo para o desenvolvimento do País. Em setembro, 74% das empresas entrevistadas se diziam otimistas . Em outubro, esse número caiu para 57% - abaixo dos 60% pela primeira vez em 12 meses. As empresas que se declaram pessimistas ficaram em 4%, nível que havia se mantido em 0% de outubro 2007 até agosto passado, e a indiferença subiu de 23%, em setembro, para 39% em outubro. "Já é um reflexo inicial das incertezas quanto à crise internacional. A primeira reação é se ter expectativas mais pessimistas em relação ao governo", analisou Melvyn Fox. O executivo chama a atenção, no entanto, ao fato de o nível de otimismo em relação ao setor e aos investimentos ter se mantido alto. Em outubro, 73% das empresas consultadas responderam ter expectativas boas ou muito boas quanto ao mercado interno, e 61% delas afirmou ter previsão de investimentos pelos próximos 12 meses - o que mostra aumento em relação ao período de maio a julho, quando 55% das companhias tinha planos de investimento. "Ainda não dá para saber quais serão os reflexos, mas os investimentos a princípio se mantêm. A demanda ainda está alta e há a necessidade de as indústrias continuarem produzindo", disse Fox. Uma pesquisa da entidade revelou que em outubro a utilização da capacidade instalada chegou a média de 88%. "É o nível mais alto que já tivemos" 

     

    Fonte: CBIC
    03-11-2008 | 11:11
    O mês de outubro sinalizou a reversão no setor imobiliário em São Paulo, que vinha em crescimento acelerado até o primeiro semestre deste ano, pois foi detectada queda nas vendas na segunda quinzena, segundo o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP).

    A estimativa se baseia nas visitas de possíveis compradores aos locais de venda e no fechamento dos negócios. Diretora de Atendimento da LPS Brasil Consultoria de imóveis S.A., a Lopes Imobiliária, Mirella Parpinelli, avalia que se trata de um "momento de reflexão". Segundo ela, os clientes continuam considerando as propostas e fazendo as negociações, mas agora são mais cautelosos, impactados pela crise internacional e pela alta dos juros.

    Ainda assim, Mirella reitera que a Lopes manteve um excelente desempenho, tanto que vendeu cerca de R$ 5,2 bilhões no primeiro semestre deste ano, ante R$ 4,7 bilhões contabilizados em todo o ano passado. Fábio Rossi Filho, diretor da Itaplan Imóveis, prevê aumento de preço dos imóveis em conseqüência da redução do número de lançamentos.

    Rossi observa também que tem aumentado o número de compradores com perfil de "investidor".

    A Itaplan, segundo ele, manteve o nível de vendas: cerca de 350 mil unidades por mês. De acordo com o vice-presidente do Secovi-SP, Flávio Prando, mesmo com a crise, é possível que os dados das vendas de setembro ainda demonstrem crescimento ou manutenção em relação a agosto, quando a comercialização desses imóveis cresceu de 2.550 unidades em julho para 4.146 na capital paulista.

    No País, a comercialização de lançamentos deve crescer de 15% a 20% em 2008, ficando abaixo da expectativa de 25% a 30%.

    A previsão para 2009 é repetir o percentual deste ano. "Acredito que essa queda seja reflexo da sobrecarga de informação negativa sobre o mercado financeiro. A redução detectada em outubro, quando a crise chegou ao Brasil, não deve ultrapassar 10% e esse percentual não é significativo. Observamos que quem está indo aos plantões prefere esperar ao menos mais duas semanas antes da decisão.

    As pessoas decidiram adiar a decisão", disse Prando. Conforme o presidente da Ecoesfera Empreendimentos Sustentáveis S.A., Luiz Fernando Lucho do Valle, as vendas da empresa chegaram a cair 80% em um final de semana.


     "Houve queda generalizada, isto é, retração na venda de residenciais, do mais caro ao mais barato, e também das salas comerciais.

    Essa queda ainda não tem se mostrado de forma clara, assim como ocorre nas Bolsas de Valores.

    Os clientes estão preocupados.

    Quem tinha tomado decisão de compra concluiu a negociação.

     Outros possíveis compradores continuam visitando os locais de venda, mas estão aguardando.

     A compra de um apartamento não é algo urgente", observou Valle.

     Na avaliação do empresário, por outro lado, as linhas de crédito de capital de giro de R$ 3 bilhões anunciadas para empresas do setor de construção civil podem frear a redução das vendas. O governo também vai permitir, além da compra de recebíveis, que outros bancos direcionem mais recursos da poupança para essas empresas, o que pode significar mais R$ 10 bilhões para as construtoras.

    "Se bem usado, esse montante pode evitar queda significativa das vendas. A idéia [do governo) é boa, há necessidade e os recursos são suficientes." Sem citar números, o diretor do Financeiro e de Relações com Investidores da Rodobens Negócios Imobiliários S.A., Orlando Viscardi, afirmou que houve desaceleração das vendas da empresa de julho a setembro, e o cenário não se alterou no início do quarto trimestre. "As medidas do governo podem ajudar na percepção dos compradores à medida que algumas pessoas estão hesitando em comprar por conta da saúde financeira das construtoras

    . No entanto, o desaquecimento também é provocado por algumas pessoas que estão mais preocupadas com emprego, salário e com a economia em geral." De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), os contratos de financiamento oriundos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) somaram R$ 2,94 bilhões em setembro, elevando para R$ 22,8 bilhões o montante contratado nos primeiros nove meses deste ano. Isso supera em 89,3% o volume referente ao mesmo período do ano passado. As empresas focadas no segmento de baixa renda tendem a obter maior êxito.

    É o caso da MRV Engenharia e Participações S.A.. "Para nós, o importante é o emprego e a renda. Se confirmada a desaceleração, as empresas vão demitir, com o que nossos clientes que ganham de R$ 2 mil e R$ 5 mil serão atingidos", avaliou o vice-presidente de Relações com Investidores da MRV, Leonardo Corrêa.

     

    Usados 

    Pesquisa divulgada pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP) na última sexta-feira indica que a venda de imóveis usados aumentou quase 9% em setembro, na comparação com agosto. "As pessoas estão entendendo melhor que a crise é no mercado americano, não no nosso. Em agosto, a boataria afastou os clientes.

    Deve haver um crescimento ainda mais expressivo em outubro", disse ao DCI o presidente da entidade, José Augusto Viana Neto. Para Viana, "os imóveis usados, neste momento, chamam mais atenção porque têm bons preços, há escassez de imóveis para locação e quem dispõe de dinheiro não vai aplicar nas instáveis Bolsas de Valores".

     

    Fonte: CBIC
    03-11-2008 | 11:11
    Acionistas do Unibanco migrarão para a nova instituição; controle será compartilhado entre Itaúsa e Unibanco

     

    Os controladores do Itaú e do Unibanco assinaram nesta segunda-feira, 3, um contrato visando à unificação dos bancos para formar o maior grupo financeiro privado do Hemisfério Sul. "Trata-se de uma instituição financeira com a capacidade de competir no cenário internacional com os grandes bancos mundiais", afirmaram os diretores de Relações com Investidores de ambos os bancos em fato relevante conjunto.

     

    A associação contemplará uma reorganização societária, com migração dos atuais acionistas do Unibanco Holdings e Unibanco, mediante incorporações de ações, para uma companhia aberta, a ser denominada Itaú Unibanco Holding, atual Banco Itaú Holding Financeira.

     

    O controle dessa holding, por sua vez, será compartilhado entre a Itaúsa e os controladores da Unibanco Holdings, por meio de holding não financeira a ser criada no âmbito da reorganização.

     

    A conclusão da reorganização societária depende da aprovação do Banco Central e das demais autoridades competentes. Segundo fato relevante, os controladores da Itaúsa e da Unibanco Holdings vêm negociando nos últimos 15 meses.

     

    Em setembro, Itaú e Unibanco tinham, juntos, ativos de R$ 575,1 bilhões, um patrimônio líquido de cerca de R$ 51,7 bilhões e uma carteira de crédito combinada de R$ 225,3 bilhões. O lucro líquido somado dos dois bancos de janeiro a setembro deste ano foi de R$ 8,1 bilhões. 

    Fonte: NTC e logística
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
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