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Domingo, 20 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    24-10-2008 | 11:10
    Em mais um sinal de desaceleração no ramo da construção civil, mais duas empresas do setor, a CCDI (Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário) e a CR2 revisaram para baixo suas previsões de lançamentos para este ano.

     

    A CCDI reduziu de R$ 2 bilhões para R$ 1,3 bilhão a estimativa do valor dos empreendimentos a lançar em 2008 --um decréscimo de 35%. A CR2 apresentou uma revisão em seu "guidance" de R$ 1,2 bilhão --para R$ 500 milhões, uma redução de 58%.

     

    Fonte: Folha On-line
    24-10-2008 | 11:10
    Os impactos da crise financeira internacional começam a ser sentidos pelas indústrias brasileiras. As dificuldades de acesso ao crédito aumentaram, a margem de lucro diminuiu e os estoques estão acima do planejado, principalmente nas grandes empresas. As informações são da Sondagem Industrial divulgada nesta quinta-feira, 23 de outubro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). 

     

    O indicador das condições de acesso ao crédito caiu para 42,6 pontos no terceiro trimestre deste ano. No mesmo período do ano passado era de 47,4 pontos. O problema foi sentido com mais rigor nas empresas de grande porte, em que o indicador de acesso ao crédito foi 42,5 pontos, muito abaixo dos 49,7 pontos registrados no terceiro trimestre de 2007. "Esse resultado se deve ao agravamento da crise financeira internacional e a decorrente interrupção de linhas de crédito, em especial de fontes de crédito", diz a pesquisa, feita com 1.443 empresas de todo o país, entre os dias 30 de setembro e 20 de outubro.

    A insatisfação com a margem de lucro operacional também foi maior entre as grandes empresas. O indicador de satisfação com a margem de lucro nesse segmento caiu de 47,3 pontos no terceiro trimestre de 2007 para 45,4 pontos neste ano. A insatisfação é maior nos setores de álcool, madeira e borracha, informa a Sondagem Industrial. Segundo a metodologia da pesquisa, o indicador varia de zero a cem pontos. Valores abaixo de 50 pontos indicam evolução negativa.

     

    De acordo com a pesquisa, as incertezas geradas pela crise financeira mudaram as expectativas dos empresários em relação ao desempenho da economia e dos negócios. A previsão para a demanda futura caiu para 53,5 pontos no terceiro trimestre do ano, em relação aos 61,2 pontos registrados no período imediatamente anterior. Na mesma base de comparação, o indicador de compras de matérias-primas caiu de 59,4 pontos para 51,1 pontos.

     

    Os indicadores de expectativas em relação ao emprego e às exportações ficaram abaixo dos 50 pontos, ou seja, os empresários esperam retração das vendas externas e das contratações nos próximos seis meses. O indicador de emprego recuou de 54 pontos no segundo trimestre para 49,8 pontos na atual pesquisa. O indicador de exportações ficou em 48,4 pontos.

     

    Entretanto, no terceiro trimestre do ano, a indústria teve desempenho positivo. De julho a setembro, o indicador de produção atingiu 57,8 pontos, ante os 53,8 pontos registrados no terceiro trimestre de 2007. O nível de produção foi maior entre as grandes empresas, com 60,1 pontos.

     

    Fonte: Mídia News
    24-10-2008 | 11:10
    Variação é semelhante aquela registrada em agosto.
    Custo por metro quadrado ficou em R$ 660,91 no mês.

     

    O custo da construção civil registrou alta de 1,30% em setembro, de acordo com o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE e divulgado nesta terça-feira (7). A variação é similar à registrada em agosto (1,28%)

     

     

    Ao longo dos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de 10,95%. Ao longos dos noves primeiros meses de 2008, o aumento é de 9,11%. O resultado é quase o dobro daquele acumulado no mesmo período de 2007, que ficou em 4,32%.

     

     

    O custo por metro quadrado, que em agosto estava em R$ 652,45, passou para R$ 660,91 em setembro. Desse total, R$ 383,43 são relativos aos gastos com materiais e R$ 277,48 com mão-de-obra.

    Mantendo a tendência registrada desde junho, foi novamente a parcela dos materiais que mais pressionou o índice nacional, com alta de 2,03%, após subir 1,83% do mês anterior. Já a mão-de-obra apresentou variação de 0,30% em setembro, desacelerando em relação a agosto (0,53%).

    O preço dos materiais subiu de forma acentuada em relação a igual período de 2007: 10,27%, acima dos 3,50% de 2007. A parcela do custo referente à mão-de-obra aumentou 7,56% até setembro, mostrando uma aceleração mais moderada em comparação aos 5,45% do ano passado. 

    Variação regional

     

    Entre os estados, Minas Gerais apresentou a maior variação do índice em setembro (2,19%) - devido à reajustes salariais, segundo o IBGE. No ano, o estado do Acre teve o maior acumulado (13,23%) cabendo a Rondônia a variação mais acentuada nos últimos doze meses (14,88%).

     

    Fonte: G1
    24-10-2008 | 11:10
    Em tempos de crise financeira, o maior inimigo é a retração de crédito.
    As empresas do setor imobiliário, principalmente as que se capitalizaram há poucos anos, compraram grandes terrenos, e agora precisam de recursos para garantir capital de giro e assegurar o término dos projetos.

    "O problema das companhias não é de solvência, é falta de liquidez", afirma o economista Eduardo Giannetti da Fonseca.

    Para ele, o governo deveria intervir. E interveio. Em reunião convocada nesta segunda-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram anunciadas medidas que garantem maior acesso a recursos financeiros. Serão destinados cerca de R$ 4 bilhões para ajudar companhias e pessoas físicas. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal (CEF) vão se preparar para aumentar a sua participação nos empréstimos e financiamentos no País. "Isso é importante para que não haja perda de confiança", diz o economista. Para aliviar os ânimos, Santander, Banco Real, Nossa Caixa, CEF e Banco do Brasil (BB) declararam que não vão aumentar suas taxas de juros nem reduzir seus prazos. De acordo com Paulo Rogério Caffarelli, diretor de negócios do BB, o banco pretende aplicar aproximadamente R$ 3 bilhões em financiamentos imobiliários até o final do próximo ano. "Não temos intenção de alterar nossa política de financiamento imobiliário e acreditamos no potencial de crescimento desse mercado. Nesse momento, não vamos aumentar as exigências para a concessão de crédito", diz. Ele ainda afirma que não detectou mudanças na procura por financiamento. Também não foram percebidas alterações pela Nossa Caixa. "Somos muito criteriosos na avaliação de crédito, sempre asseguramos que vai haver pagamento, por isso não pretendemos fazer mudanças nesse sentido agora", afirma Jorge Luiz Ávila, diretor de produtos da Nossa Caixa. "Vamos oferecer um pouco mais de R$ 290 milhões em crédito, no próximo ano. Estamos atentos às conseqüências da crise. É prematuro fazer reformulações neste momento", avalia Maurício Rosa, gerente do departamento de negócios imobiliários da Nossa Caixa. Uma outra opção, segundo Giannetti da Fonseca, é reduzir o compulsório em 30% da caderneta de poupança. "Podíamos soltar um pouco o freio de mão", afirma.

     

     A poupança é um dos maiores financiadores imobiliários do País com um volume de R$ 11,5 bilhões. As possíveis conseqüências, de acordo com o economista, são: fusões e aquisições das empresas que foram pegas no contrapé da crise, e aumento da tributação.

    "O governo já se comprometeu com obras, e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) vai ser menor.

    O resultado vai ser aumento dos impostos", acredita. Hoje, 37% do PIB é proveniente de encargos e menos de 2% volta para a população na forma de obras de infra-estrutura. Segundo Giannetti da Fonseca, a crise vai atingir o País, mas os impactos devem ser logo absorvidos. "O Brasil não é uma ilha de tranqüilidade em um mar de turbulência", compara Giannete da Fonseca.

     Para o economista, o tempo de "vacas gordas" e a virada das contas externas são os principais pára-quedas brasileiro.

     "O Brasil é credor líquido, tem US$ 207 bilhões." Além disso, houve melhora no perfil da dívida pública, que antigamente era automaticamente corrigida com a mudança cambial. "Não acredito que um aumento de juros possa afetar a nossa dívida", analisa.

    O sistema brasileiro é totalmente diferente dos Estados Unidos, da Europa e da Austrália. É muito incipiente na concessão de crédito. Só em 2007, o País voltou ao patamar de 1980.

    "Não foram criados mecanismos de refinanciamento ou inadimplência generalizada."

     

    Causas da crise financeira

     O longo período de juros baixos e o rápido crescimento na economia mundial, sem resultar em inflação, são as primeiras causas da turbulência financeira, que tem se arrastado há meses. A conseqüência foi o aumento da liquidez das empresas e dos bancos, que não estavam regulados de acordo com as regras da Basiléia (acordo que normatiza os procedimentos bancários). A velocidade com que as informações e os recursos se movimentam hoje também contribuíram para esse cenário de "hipertrofia financeira no mundo", nas palavras do economista Giannetti da Fonseca. Para se ter uma idéia desse volume exacerbado, em 2002, os Estados Unidos tinham R$ 96 trilhões em ativos. Em 2006, esse número subiu para UR$ 136 trilhões.

     

    Ou seja, para cada dólar do PIB americano, havia 3,5% de ativos financeiros. Com isso, o lucro total dos bancos chegou a 40% da economia americana no ano passado, sendo que na década de 1980 representava apenas 10%. "Foi um surto que gerou essa grande liquidez", afirma. Segundo Giannette da Fonseca, o momento é de desalavancagem, o que leva a um fenômeno psicológico.

    "Essas histórias se repetiram várias vezes.
    A diferença dessa crise é o volume de recursos, a interdependência (antes as turbulências eram nacionais) e a rapidez com que ela se desenvolveu, sem falar na complexidade", diz. O economista acha que, daqui a um tempo, vai ser instituída nova regulamentação para o mercado, e que rapidamente as pessoas relacionadas ao mundo de finanças vão conseguir dribá-la, em busca de rentabilidade.

    Giannetti da Fonseca diz ainda que a imagem mais provável da crise é o "U", o que significa uma crise financeira de grandes proporções e deve provocar recessão de médio prazo, cerca de dois anos. A expectativa é de que em 2008 os países desenvolvidos cresçam 0,5%, enquanto aqueles em desenvolvimento cheguem a 5%, em média.

     

    Fonte: CBIC
    24-10-2008 | 11:10
    Este é o impacto imediato do atual momento econômico. Redução de área e queda das cotações deixam Estado sem R$ 3 bi em 2009

     

    O turbilhão da crise no sistema financeiro mundial, aliado à escassez de crédito bancário, endividamento agrícola e queda dos preços das commodities agrícolas nas bolsas internacionais, poderá gerar uma perda de R$ 3 bilhões no Produto Interno Produto (PIB) do agronegócio mato-grossense em 2009. Se as cifras se confirmarem, o impacto será de 30% sobre o PIB do agronegócio estadual, estimado em R$ 10 bilhões.

    A previsão é da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), que aponta o desaquecimento da economia e a redução no volume de investimentos e de empregos como efeitos imediatos da ‘bolha’ imobiliária norte-americana eclodida há pouco mais de um mês.

    Só com a soja a perda poderá chegar a R$ 2 bilhões no próximo ano, por conta da redução da área plantada e da menor aplicação de tecnologia na lavoura. “Se considerarmos outras commodities como algodão e milho, poderemos chegar a R$ 3 bilhões, o que representa um recuo de 30% em relação ao PIB total estimado do agronegócio, que é de R$ 10 bilhões”, afirma o presidente da Aprosoja, Glauber Silveira.

    Segundo ele, a situação é “tenebrosa” e os produtores não vêem luz no fim do túnel. “O governo [federal] deve ser rápido e buscar uma solução emergencial para minimizar os efeitos da crise e evitar o pior”, afirmou ele.

    GOVERNO - O Diário tentou ontem sem sucesso localizar o secretário de Estado de Fazenda, Éder de Moraes Dias, para falar sobre os números da Aprosoja/MT e seu impacto para a economia de Mato Grosso.

    Uma fonte da área econômica do governo estadual, entretanto, disse não acreditar que a queda do PIB agrícola atinja o montante de R$ 3 bilhões previsto pelos produtores, o que representaria uma perda de 8% do PIB total de 2005 (R$ 37,46 bilhões), de acordo com o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    “Ainda é cedo para falarmos em números de perdas que teremos a partir de 2009, caso a crise não seja controlada”, disse a fonte. “Precisamos aguardar mais os resultados das ações governamentais na Europa e nos Estamos Unidos e ver como vamos fechar o ano. Acho que o pânico e a alta volatilidade que tomaram conta do mercado nas últimas semanas, dificultam neste momento qualquer análise para 2009”, frisou.

    EXAGERO – Para o professor e especialista em Comércio Exterior, economista Vitor Galesso, houve “certo exagero” dos produtores em relação ao tamanho das perdas no PIB do agronegócio, como reflexo da crise atual. “Acho que a Aprosoja/MT exagerou no cálculo, embora também acredite que haverá uma redução no PIB agrícola”, disse, apostando em uma queda entre 5% e 8% em 2009, o que representaria uma redução de até R$ 800 milhões.

    “Acredito que a perda será inevitável diante da gravidade da crise que assola o mundo inteiro, mas destacamos a recuperação cambial como um fator positivo para as exportações, embora não esteja atrelada à crise”, frisa o economista.

    Ele aposta que “havendo a persistência da falta de crédito no mercado, o governo federal vai dar o socorro necessário” para minimizar o sofrimento do setor produtivo. “A verdade é que não sabemos ainda a extensão desta crise. Precisamos esperar para ver com mais clareza o que poderá vir de estrago no próximo ano”.

    Galesso disse não acreditar que, mesmo com a redução do PIB do agronegócio, haja comprometimento da máquina pública. “Poderá, sim, haver uma redução nos níveis de investimentos e crescimento”, disse, lembrando que se o governo esperava crescer entre 8% e 9% em 2009 – projeção feita ante da crise mundial – agora terá que rever esta meta possivelmente para taxas de 2% a 3%. “Sem dúvida, a economia vai crescer menos e o consumo também cairá, o mesmo devendo acontecer com a taxa de emprego”, avalia o especialista.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    24-10-2008 | 11:10
    Brasília - A atividade industrial continua aquecida no Brasil, mas as expectativas apresentadas hoje (23) na sondagem industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI) são negativas para os próximos seis meses.

     

    De acordo com a pesquisa,  relativa ao terceiro trimestre de 2008, a crise de crédito internacional já começa a se refletir nas grandes empresas brasileiras.

     

    Os empresários demonstraram insatisfação com a margem de lucro, alegaram dificuldade para conseguir empréstimos e apontaram os juros altos e a falta de capital de giro entre os principais problemas que os atingem no momento.

     

    “Essa é uma crise de confiança. E, ao criar essa crise de confiança, você gera uma retração no consumo e no investimento”, explicou o economista Renato da Fonseca, gerente da unidade de pesquisa da CNI.

     

    A sondagem industrial também demonstrou que os estoques das empresas já estão acima do planejado, e atingiram 55,3 pontos. Esse indicador varia de 0 a 100 e quando está acima de 50 demonstra que as empresas fizeram uma avaliação errada e a oferta acabou maior que a demanda, provocando uma sobra de produtos nos estoques. “Isso significa que as empresas, principalmente as grandes, vão dar uma reduzida no seu ritmo”, avaliou Fonseca.

     

    Fonte: Agência Brasil
    23-10-2008 | 11:10
    Cerca de 900 empresários de todo o país vão participar, nos dias 28 e 29 de outubro,  do 3º Encontro Nacional da Indústria (ENAI), em Brasília. Uma comitiva mato-grossense, liderada pelo presidente em exercício do Sistema Federação das Indústrias no Estado (Fiemt), Jandir José Milan, vai participar do Enai. O Sinduscon-MT estará representado pelo seu vice-presidente de Relações Trabalhistas, Raimundo Nonato Pita Rocha.

     

    Promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o ENAI abordará seis grandes temas de interesse da indústria: inovação e produtividade, sistema trabalhista e impactos na competitividade, tributação e os desafios para a indústria, infra-estrutura, meio ambiente e inserção internacional da economia brasileira.

     

     

    O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes; da Câmara, Arlindo Chinaglia; e do Senado, Garibaldi Alves são convidados do evento. A eles será entregue, no final do encontro, um documento com as conclusões e propostas da indústria.

     

     

     De Mato Grosso, além de Jandir José Milan e Raimundo Nonato Pita Rocha, participam do 3º Enai Julio Cezar Parreira Duarte, vice-presidente da Fiemt e do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Cáceres (Sindimec); Edson Ari Hack, presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Rondonópolis (Sindimer); Lídio Moreira dos Santos, presidente do Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado (Sigemt); Jaldes Langer, presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira (Cipem); Cláudio Cleber Ottaiano, vice-presidente de Relações Trabalhistas do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado (Sinduscon); José Carlos Dorte, superintendente da Fiemt; Luiz Augusto Moreira da Silva, superintendente do Serviço Social da Indústria (Sesi-MT).

     

    Lorenzo Falcão

     

    Da Assessoria

     

    23-10-2008 | 10:10
    O setor de construção civil aguarda para hoje algumas definições sobre os detalhes de como será feito o repasse de recursos prometidos pelo governo federal, da ordem de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões, para as empresas desse segmento.

    O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho, é esperado na abertura do 80 Encontro Nacional da Indústria da Construção que começa esta noite em São Luís (MA). Segundo Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), os cerca de 700 empresários que participarão do evento esperam que Coutinho dê mais detalhes sobre essa linha de crédito.

    De acordo com Simão, o setor já vinha tratando com o governo uma forma de prevenir uma retração muito acentuada no crescimento da indústria de construção.

    Este ano, a construção civil deve fechar com um crescimento de 8,5% sobre o ano passado.

    "2009 deverá ficar abaixo das expectativas", declara.

    As empresas do setor mais afetadas pela crise são, de acordo com Simão, as grandes construtoras e incorporadoras que abriram o capital e lançaram ações na bolsa de valores porque muitas usaram os recursos captados para comprar terrenos e ficaram com pouco caixa para a produção das obras.
     O valor de R$ 3 bilhões, diz ele, foi um cálculo feito como sendo o mínimo para evitar que o setor caia muito no próximo ano. Na opinião de João Crestana, presidente do Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo), as empresas poderão ter acesso aos R$ 4 bilhões de duas maneiras.

    A primeira seria captar o financiamento para obras com garantia em títulos recebíveis.

    A segunda seria utilizar os recursos para estruturação de fusões, aquisições e empreendimentos em conjunto.

    Ele acredita que essa ação dará fôlego para o mercado dar continuidade ao processo de fusões e aquisições que foi interrompido pela crise.

    Abyara Procurada para repercutir a medida do governo, a Abyara informou, em comunicado, que encontra-se em processo de planejamento financeiro e prefere não falar sobre o assunto".

     PDG Realty

     A incorporadora PDG Realty divulgou ontem uma prévia de seu balanço do terceiro trimestre em que mostra vendas de R$ 448 milhões e lançamentos com valor potencial de vendas de R$ 704 milhões no período.

    Cerca de 48% dos empreendimentos lançados foram vendidos.

    Em torno de 76,4% dos lançamentos foi dirigida ao segmento econômico.

     

    Gafisa

     

    A Gafisa anunciou ontem que a Equity International, empresa de investimentos da área imobiliária fora dos Estados Unidos, adquiriu 3.300.00 ADRs da Gafisa, ou 5,0% do capital acionário da empresa.
     Com isso, a Equity deterá 18,7% das ações em circulação.

     

    Fonte: CBIC
    23-10-2008 | 10:10
    O pacote de medidas de ajuda do governo ao setor da construção civil envolverá o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal (CEF), num aporte conjunto de recursos para capitalização das construtoras.

    A Caixa lançará linha de crédito especial voltada a capital de giro; o BNDES subscreverá debêntures e participará do capital de empresas com ações negociadas na Bolsa de Valores. O governo ainda não bateu o martelo em torno do valor do pacote, que pode ir de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões, para desembolso imediato.

    As medidas, delineadas há uma semana, aguardam a aprovação dos ministérios do Planejamento e da Fazenda e aval do presidente Lula.

    Se o sinal verde for dado hoje, as medidas serão anunciadas na abertura do 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção, em São Luís, no Maranhão.
    No encontro, Lula será representado pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Caixa e BNDES devem dividir meio a meio o ônus financeiro do programa.
    Segundo fontes ligadas às negociações, o objetivo do programa, além de permitir a conclusão de empreendimentos imobiliários já iniciados, é facilitar fusões e aquisições. De acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) há em torno de 100 mil construtoras no País, dos mais variados portes.

    Apenas 25 são listadas em Bolsa.

    A participação do BNDES se restringiria às companhias de capital aberto, com limite de participação acionária.

    Seria uma linha também de capital de giro, mas por meio de debêntures conversíveis em ações.

    Na modelagem, há cláusulas que definem a saída do banco e também proteções para evitar conversão em época de desvalorização dos papéis, como a atual.

     

    Fonte: CBIC
    23-10-2008 | 10:10
    A alegria durou pouco.

    O mercado imobiliário brasileiro, que vivia em 2008 o ano dourado de expansão, foi obrigado a pedir socorro ao governo para salvar as construtoras da crise.

    E vai ser atendido.

    O governo deve anunciar hoje um pacote bilionário, com verbas de R$ 2,5 bilhões a R$ 4 bilhões, para financiar as empresas do setor.

    A previsão é que o pacote seja detalhado pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, durante o 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), em São Luís, no Maranhão. Os empresários do setor pediram ao governo recursos para que sejam aplicados na conclusão de empreendimentos imobiliários, compra de ativos das construtoras, linha de crédito para descontar os recebíveis e processos de fusão e incorporação dos empreendimentos imobiliários.

    O pacote de medidas vai envolver o BNDES e a Caixa Econômica Federal.

    A Caixa vai lançar linha de crédito especial para o capital de giro e o BNDES participará do capital de empresas com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo.

    O papel do BNDES vai ser o de fortalecer as empresas para a transição entre a crise e a normalidade de mercado, evitando quebradeira no setor.

    O objetivo emergencial é assegurar a conclusão de projetos previstos para 2009. O governo precisa apenas bater o martelo em relação ao valor do pacote. As medidas aguardam a aprovação dos ministérios do Planejamento e da Fazenda e o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    A expectativa é que o sinal verde seja liberado hoje, para que as medidas sejam anunciadas à noite no encontro em São Luís.

    "A crise financeira pode interromper o nosso ciclo de crescimento de forma muito bruta.

    As medidas são para ajudar a reduzir o impacto da turbulência", afirma Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). Crescimento - A estimativa da entidade é que o setor vai crescer em torno de 8,5% este ano em relação a 2007. São os números de 2009 que vão ficar comprometidos, segundo Simão.

    "Para o próximo ano, estávamos prevendo o mesmo crescimento, em torno de 8,5% ao mês.

    Queremos evitar queda grande nesse desempenho", observa.

    As construtoras que estavam com planos de lançar quatro ou cinco empreendimentos em 2009, diz. Agora, planejam dois ou três.

    "As medidas são preventivas.

    Estamos negociando com a ministra Dilma Rousseff há mais de 30 dias", afirma o presidente da Cbic. O crédito para as construtoras em meio à turbulência econômica é necessário, segundo Teodomiro Diniz Camargos, vice-presidente da Câmara da Construção da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg).

    "Os recursos da bolsa acabaram e, no crédito imobiliário para o consumidor, muitos bancos começaram a aumentar a taxa de juros.

    Com a verba, o governo reduz espaço para outros bancos subirem suas taxas", observa Camargo. O momento é de expectativas, segundo Ricardo Catão Ribeiro, vice-presidente de políticas, relações trabalhistas e de recursos humanos do Sindicato da Indústria daConstrução Civil de Minas Gerais.

    "Ainda é cedo para falar dos efeitos da crise para o setor.

    A estimativa de lançamentos em série foi quebrada, mas vamos aguardar.

    De qualquer forma a ajuda do governo é bem-vinda".

     

    Fonte: CBIC
    23-10-2008 | 10:10
    A perspectiva de que as condições econômicas mundiais vão piorar ainda mais fez com que bancos de investimento revisassem para baixo as estimativas para os preços dos metais industriais em 2009.

    Somente nos últimos dias, Credit Suisse, Deustehe Bank e National Austrália Bank divulgaram perspectivas de preços inferiores aos registrados neste ano. Na visão do Credit Suisse, a cotação média da tonelada do cobre será de US$ 5.878, e que representa revisão para baixo de 38% em relação à estimativa anterior.

    Segundo os ana listas do banco, 15 de 72 novos projetos de cobre devem ser arquivados,enquanto os produtores revisam os investimentos.

    A demanda pelo metal, usado em tubulações e em fiação elétrica, provavelmente crescerá 1% no ano que vem, em comparação com a estimativa anterior, de expansão de 4%.
    Isso deve provocar um excedente potencial de 416 mil toneladas, acrescentou o Credit Suisse. Já o Deutsche Bank alegou que baixou as suas projeções de preços para o cobre e o aluminio devido à "rápida deterioração do cenário para a economia mundial. O preço do cobre sera, em média, de US$ 7.117 a tonelada em 2005, 7% abaixo da estimativa anterior.

    O metal terá o preço médio de US$ 4.

    161 a tonelada em 2009 e de US$ 4. 740 em 2010, com queda de 37% e31%, respectivamente, em relação as projeções anteriores. No caso do alumínio, o banco revisou para baixo a sua previsão de preços para este ano em 4%, para US$ 2. 605 a tonelada.

    Para o próximo ano foi reduzida em 29%, para US$ 1. 874, e em 24%, para US$ 2. 249, para 2010. Acreditamos que os preços dos combustíveis e dos metais industriais são os mais expostos a nova fragilidade nos preços no atual cenário, escreveram os analistas do banco, dirigidos por Michael Lewis, lotado em Londres. O banco reduziu também a sua projeção para o preço do níquel em 6%, para US$ 21. 289 a tonelada em 2008; 43%, para US$ 10. 279 em 2009; e 31%, para US$ 13. 338 em 2010.

    O preço do zinco deve ficar em media em US$ 1. 889 este ano, 6% a baixa da previsão anterior; em US$ 1.190 no próximo, numa revisão para baixo de 30%; e em US$ 1.543 em 2010, numa estimativa 33% menor que a anterior.

     Para o National Austrália 3ank

     as baixas jã verificadas refletem basicamente que o recuo das ações, a redução da concessão de empréstimos e a queda vertical das indústrias de transformação e de construção civil reduziram a demanda.

    "As condições econômicas mundiais deverão continuar perdendo força até boa parte de 2009", disse o banco australiano. Ontem, na Bolsa de Metais de Londres (LME) o preço da tonelada do cobre com entrega em três meses recuou 6, 55%, cotado a US$ 4.510.

    O alumínio encerrou o dia a US$ 2. 104, em baixa de 2, 82%.

    O níquel foi o único que terminou o pregão em alta, valorizado em 1, 52% e cotado a US$ 10. 660 a tonelada. O petróleo também registrou quedas ontem com o barril do tipo WTI, negociado em Nova York para novembro, em queda de US$ 3, 36, a US$ 70, 89, e o para entrega em dezembro a US$ 72, 18, com recuo de US$ 2, 21.

    Em Londres, o Brent para dezembro de 2008 terminou a US$ 69, 72, com queda de US$ 2, 31. O contrato de janeiro saiu a US$ 71, 16, com decréscimo de US$ 2, 40.

     

    Fonte: CBIC
    23-10-2008 | 10:10
    O governo deve liberar entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para garantir capital de giro para o setor da construção civil, informou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante audiência pública no plenário da Câmara dos Deputados. Segundo o ministro, as empresas iniciaram empreendimentos e, agora, com a crise financeira, estão sofrendo com a restrição do crédito no sistema bancário.

     

    Mantega contou que tem conversado com representantes do setor, os quais têm mostrado ao governo a necessidade de recursos para dar continuidade a seus empreendimentos. "Não se trata de dar subsídio, mas capital de giro. O governo tem a obrigação de dar liquidez para que os setores continuem crescendo", afirmou o ministro da Fazenda.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-10-2008 | 10:10
    A CaixaPar, banco de investimento que será criado pela Caixa Econômica Federal para comprar participação acionária em empresas de construção civil, terá inicialmente entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões. A Caixa vai usar recursos de captação da poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para as operações da nova empresa, que funcionará como um braço de investimento do banco estatal, semelhante ao já existente BNDESPar, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    A criação está impressa na Medida Provisória (MP) 433. A presidente da Caixa, Maria Fernanda Coelho, informou que a instituição poderá até comprar pequenos bancos, mas que o foco nessas aquisições serão os setores de habitação e de saneamento. A Caixa também poderá fazer parcerias com o BNDES participando em conjunto de alguns empreendimentos. A expectativa da presidente da Caixa é de que em "dois ou três dias" poderão ser iniciadas as operações.

    Ela negou que haja problemas de solvência de empresas do setor de construção civil, mas ponderou que a edição da MP 443 permite mais "estabilidade e segurança" ao mercado.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    23-10-2008 | 10:10
         Preocupado com a retração no setor de construção civil e habitação, o governo inclui na MP 443 a possibilidade de a Caixa Econômica Federal injetar dinheiro nas construtoras. Ela vai criar uma empresa de participação acionária para capitalizar as empresas.
         
         Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, as empreiteiras obtiveram muitos recursos no ano passado, mas, com a crise econômica mundial, pode haver interrupção desse fluxo de dinheiro. A MP 443 vem compensar a perda com a injeção de recursos da Caixa Par – A Caixa Participações.
         
         
         “Isso significa dar capital a essas empresas para levarem adiante seus negócios. É para reforçar o setor de construção civil, para que ele continue a ter esse desempenho”, explicou Mantega, hoje, em entrevista coletiva.
         
         
         Ele ressaltou que a participação dos financiamentos habitacionais ainda é tímida em relação ao PIB (cerca de 3%, comparados a índices de 30% em alguns países desenvolvidos). Entretanto, Mantega lembrou que o governo considera “importante” manter aquecido o setor.
         
         
         Troca de moedas
         
         
         A MP 443 também permite que o Banco Central troque o real por outras moedas internacional, além do costumeiro dólar. “É uma medida preventiva. Não tem essa necessidade no momento”, adiantou o presidente do BC, Henrique Meirelles.
         
         
         Ele não quis dizer quais países já demonstraram interesse em trocar suas moedas por reais. (Eduardo Militão)

     

    Fonte: 24 Horas News
    23-10-2008 | 10:10
    Equilíbrio nos negócios, aquecimento de mercado e solidez empresarial. O quadro que se desenha para Mato Grosso no final do ano é positivo, apesar da crise econômica internacional. É certo que vivemos num mundo globalizado, no qual um problema que ocorre em países desenvolvidos, ou em desenvolvimento, pode sim trazer reflexos negativos ao Brasil. Nesta semana, entretanto, em nível de governo, e também da iniciativa privada, tivemos boas notícias sendo veiculadas na mídia, que mostram que há boa performance das exportações e ainda boas projeções de mercado, que revelam aquecimento no comércio local.

     

    No que tange às exportações, Mato Grosso acumulou, até setembro, um superávit na balança comercial na ordem de US$ 5,1 bilhões, valor 59% maior do que o registrado no mesmo período de 2007. Há registro que nos primeiros nove meses de 2008, o valor acumulado neste segmento é de US$ 6,13 bilhões. Isso refletiu num considerável aumento, de quase 64%. Vale destacar que no mesmo período do ano passado o registro foi de US$ 3,73 bilhões.

     

    Outro número muito interessante nesta esteira de crescimento refere-se às vendas externas registradas em setembro que atingiram US$ 712,6 milhões, sendo que no ano de 2007, no mesmo mês foi de US$ 475,7 milhões, ou seja 49,7% de elevação. Ainda é cedo, entretanto, para que a crise econômica mundial atinja a balança comercial de Mato Grosso, além do que, nosso principal produto de exportação é o alimento, que está com excelente performance registrando aquecimento.

     

    Pode ser que em 2009 tenhamos algum reflexo da crise, mas por enquanto, as projeções nos levam a crer que cresceremos, nos tornando cada vez mais competitivos. Hoje ocupamos o 10º lugar no ranking nacional, mas com a vinda de novas plantas industriais para o Estado no ano que vem, como Perdigão, Sadia e Cargil, a tendência é avançar e ultrapassar os outros Estados.

     

    Numa análise do mercado regional, falando especificamente de Mato Grosso, há números que merecem ser destacados. A começar pela injeção de recursos oriundos do 13% salário, na ordem de R$ 680,7 milhões, superior ao do ano passado em 12%. O comércio mato-grossense deverá crescer 13% este ano. Isso nos leva a um outro quadro positivo, o das vendas, que deverão crescer em torno de 8%. A partir do próximo mês, já prevendo o maior aquecimento serão gerados 7,5 mil empregos temporários, 1,5 mil a mais, em relação ao exercício anterior.

     

    Um número importante no desempenho da economia, cujo reflexo contribui para outros desempenhos positivos refere-se exatamente ao mercado de trabalho. Mato Grosso detém o primeiro lugar no país na geração de empregos formais. No ano passado foram gerados oito mil empregos formais, este ano já são quase 16 mil. Estes números estão atrelados a um outro fator importante, a solidez das empresas que estão se instalando em Mato Grosso, apoiadas por programas de incentivos do governo e por iniciativas próprias também, vislumbrando o potencial da região.

     

    Os empresários, juntamente com o governo, estão coesos no foco do desenvolvimento, e quando há união, dificilmente a crise atinge proporções imediatas, que afetam a estrutura do estado e dos negócios. Há confiança no mercado, e o otimismo ainda está sendo a mola propulsora para chegarmos ao final de mais um exercício no azul. É isso que esperamos, e é nisso que estamos apostando.

     

    Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/ Senac-MT

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-10-2008 | 10:10

    Com exceção da Caixa Econômica, os bancos privados e Banco do Brasil voltam a funcionar depois de 15 dias de greve dos bancários. A decisão foi tomada ontem pela categoria durante uma assembléia realizada na Praça Alencastro em Cuiabá. O funcionários do setor votaram a proposta da apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na terça-feira (21) a noite que garante o aumento de 8,15% para os bancários que ganham mais de R$ 2,5 mil e 10% para os que remuneração inferior. A proposta inicial dos bancos foi 7,5% aplicados de maneira linear, sendo aplicada a todos os cargos sem distinção de remuneração.

     

    O presidente do Sindicato dos Bancários, Arilson da Silva, disse que 60% dos 4,5 mil trabalhadores de Mato Grosso serão contemplados com a porcentagem maior.

     

    A proposta da Fenaban não agradou os trabalhadores da Caixa Econômica Federal porque os itens ligados a participação nos lucros e resultados (PLR) e a isonomia entre os servidores não foram resolvidos.

     

    Na instituição existe diferença entre os benefícios dos funcionários antigos e os recém-contratados e a categoria quer o tratamento igualitário. Até o final da edição, à 19h50, ainda não estava definido o tempo de greve dos funcionários da Caixa.

     

    Outro ponto favorável é a manutenção dos benefícios já conquistados pela categoria com o auxílio transporte, educação, bem como a estabilidade pré-aposentadoria, na qual as mulheres que trabalham há mais de 28 anos no setor, e os homens, com 32 anos de serviços prestados, não podem ser demitidos. A estabilidade serve para garantir a aposentadoria do funcionário.

     

    A categoria também conquistou o direito de que as denúncias de assédio moral nos bancos fossem apuradas em prazo de 60 dias. Arilson explica que o item está aquém do ideal, mas é um avanço porque antes os banqueiros nem sequer consideravam a existência do assédio dentro do ambiente de trabalho.

     

    Rondonópolis - Ontem pela manhã o Sindicato dos Bancários da região Sul fizeram um assembléia e decidiram retornar as atividades. Das 14 agência localizadas na cidade, 12 voltaram a funcionar. As 2 que continuam paradas são as da CEF.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-10-2008 | 10:10
    O Natal das Crianças 2008 será lançado no dia 4 de novembro, no Salão Nobre do Palácio Paiaguás. Como ocorre desde 2003, a Secretaria de Estado de Emprego, Trabalho, Cidadania e Assistência Social (Setecs) organiza a campanha para arrecadação de alimentos e comemorar a data em Mato Grosso. O Banco do Brasil (BB) mais uma vez é parceiro do governo .

     

    Representantes do Banco do Brasil se reuniram com a secretária da Setecs, Terezinha Maggi, para "selar essa parceria de sucesso. Estamos aqui para repetir a parceria na campanha, na arrecadação de donativos e na comemoração, que é uma excelente iniciativa, talvez a única no país. Com certeza, todos os funcionários se empenharão. Vamos realizar um trabalho interno ", disse o superintendente do BB, Tarcísio Hubner.

     

    A secretária-adjunta da Setecs, Vanessa Rosin, lembrou que, como nas anteriores, o governo realiza esta edição para "minimizar a situação de vulnerabilidade das famílias" com a expectativa de beneficiar mais de cem mil, com a doação de cestas compostas pelos alimentos arrecadados. A campanha prossegue até o dia 7 de dezembro. A entrega das cestasestá programada para ocorrer de 15 de novembro a 7 de dezembro.

     

    Fonte: Gazeta digital
    23-10-2008 | 10:10
    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em 0,30% em outubro, 0,04 ponto percentual acima do resultado de setembro (0,26%). Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, o índice acumula variação de 5,28%, acima do resultado do mesmo período de 2007 (3,40%).

    Nos acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 registra alta de 6,26%, pouco acima da variação referente aos 12 meses imediatamente anteriores (6,20%). Os alimentos foram os principais responsáveis pelo aumento no ritmo de crescimento do IPCA-15 deste mês. Merecem maiores destaques o arroz, que passou de -1,67%, em setembro, para 0,19%, em outubro, e o feijão carioca, que passou de -4,24% para 3,29%. As carnes (de 0,63% para 1,44%), o frango (de 1,96% para 1,91%) e o lanche consumido fora do domicílio (de 0,29% para 1,04%) continuaram em alta.

    Os produtos que mais apresentaram queda de preços de um mês para o outro foram cebola (de 6,11% para -22,63%), batata (de -8,84% para -11,23%), cenoura (de 0,08 para -9,27%) e óleo de soja (de -4,08% para -4,70%). Com o resultado de outubro, o grupo dos produtos alimentícios acumula variação de 10,57% no ano, bem acima do resultado de igual período do ano passado (7,95%).

    Quanto aos produtos não-alimentícios, a variação de 0,37% em outubro foi menor que a registrada em setembro (0,41%). O resultado foi influenciado pela alta de 1,11% no item salários dos empregados domésticos, responsável pela maior contribuição no índice do mês (0,03 ponto percentual).

    A pesquisa foi feita em 11 capitais. Fortaleza (0,56%) apresentou a maior variação devido ao resultado do grupo alimentação (0,80%), que foi o maior entre as áreas. O menor resultado foi registrado em Brasília (-0,29%).

    Os índices se referem a preços coletados no período de 13 de setembro a 13 de outubro, comparados com os coletados entre 14 de agosto e 12 de setembro.

    O IPCA-15 é considerado uma prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência para a meta de inflação do governo. A metodologia de cálculo é a mesma, apurando a variação de preços para famílias com renda de até 40 salários mínimos em 11 regiões metropolitanas do país.

    Fonte: Olhar Direto
    23-10-2008 | 10:10
         O Estado de Mato Grosso que conta com clima favorável, investe em tecnologia na produção de alimentos e de biocombustível, aposta na possibilidade de mais investimentos e na mudança de perfil econômico é a solução do Brasil para a crise que gera preocupação internacional. Pelo menos essa é a opinião do jornalista Onofre Ribeiro que falou sobre o desenvolvimento do Estado que se destaca na produção de grãos e plumas, durante evento organizado pelos alunos do 2º semestre do Curso de Direito da Unic Rondonópolis Floriano Peixoto.
         
         Onofre Ribeiro que vive em Cuiabá há 32 anos e presenciou momentos históricos de Mato Grosso, como a divisão do Estado que resultou num livro de autoria do comunicador, começa a palestra com a retrospectiva sócio-econômica mato-grossense.
         
         Ele compara a produção agrícola da década de 1970 com a atual, a partir do volume transportado, tanto na importação de insumos como na exportação de grãos, plumas e carne, por exemplo.
         
         Nos acontecimentos mundiais recentes, Onofre Ribeiro destaca a importância da inserção da Índia e da China no mercado internacional. O que resulta no aumento do consumo global de alimentos e energia e remete à crise nesses setores. Ele cita ainda a crise imobiliária atual que deixa o mercado receoso, mesmo depois de o governo norte-americano disponibilizar US$ 700 bilhões.
         
         Diante da situação econômica atual, o jornalista Onofre Ribeiro avalia que “o mundo está quebrado” e aponta como solução o potencial produtor do Brasil. Ele destaca Mato Grosso como o principal Estado do país capaz de contribuir para amenizar a crise econômica internacional e ampliar os estoques de alimentos e energia no mundo. As vantagens mato-grossenses consideradas pelo palestrante é a crescente produção agroindustrial. Onofre Ribeiro reforça a tese com o exemplo de estrangeiros que migram para o país e o Estado, interessados em investir em terras para a produção alimentícia, energética e de reservas.
         
         Diante do interesse internacional em produzir no solo brasileiro e mato-grossense, Onofre Ribeiro alerta para a necessidade da população local de priorizar a formação tecnológica. Ele incentiva os jovens e os adultos a ingressarem em cursos tecnólogos e de formação profissional, como os oferecidos pela Unic Rondonópolis. “É preciso que a comunidade local se profissionalize para permanecer no mercado de trabalho. Essa é a geração do estudo e do corporativismo”, alerta.
         
         A coordenadora do Curso de Direito da Instituição do Grupo Educacional Iuni, professora Viviani Carrenho Bertoni, reforça que a palestra retrata o cenário de Mato Grosso como um mercado de oportunidades. Mas, reafirma que é preciso dedicação e interesse pelos estudos, para garantir o ingresso no mercado de trabalho. “A palestra do jornalista Onofre Ribeiro atende ao objetivo da Unic que é o de preparar profissionais com diferencial para atuar no mercado de trabalho”, compara.(Assessoria)

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    22-10-2008 | 12:10
    O presidente do Sinduscon-MT, Luiz Carlos Richter Fernandes, convida a todos associados a participarem do encontro que se realizará dia 27/10/2008, próxima segunda-feira, com início as 08:30 horas, na FIEMT, Auditório Nicolau Petroni. Na oportunidade estarão presentes os secretários de Estado Eder de Moraes (Fazenda), Vilceu Francisco Marchetti (Infra-Estrutura) e o diretor geral do DNIT – Departamento nacional de Infra-Estrutura de Transportes, Luiz Antonio Pagot. A reunião vai tratar de vários temas, tendo como assuntos principais O ICMS e Obras. 

     

    Luiz Carlos Richter Fernandes

    Presidente do Sinduscon-MT
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
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