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Sábado, 29 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    17-09-2008 | 10:09
    Mato Grosso prolonga até o dia 30 deste mês a Campanha Nacional de Doação de Órgãos. O objetivo, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), é divulgar e orientar a população para a importância de doar órgãos.

    Conforme a coordenadora Estadual de Transplante, Fátima Melo, a pessoa orientada age com mais segurança no momento de decidir pela doação. Em Mato Grosso, há mais de 900 pessoas na fila de espera por um órgão. Segundo dados da SES, 706 aguardam por um rim, 228 por uma córnea, 37 por transplante de medula óssea, 14 por um fígado e um aguarda por um pulmão.

    De acordo com Fátima, o processo de doação é simples, desde que, em caso de óbito, haja o consenso da família. E em vida, explica ela, o possível doador pode tentar a doação a parentes de até a quarta geração. “Para pessoas fora da família, o processo só pode ser efetuado por meio de autorização judicial”, afirma.

    Segundo a coordenadora, “nem sempre um potencial doador é um doador”. Para isso ocorrer, diz, há todo um procedimento de exames que garantem a qualidade do órgão, evitando assim a rejeição do órgão.

    Em Mato Grosso, é possível efetuar os transplantes de medula óssea, enxerto ósseo, córnea e rim. Demais tipos de cirurgias como de coração e pulmão são realizados em outros estados, parceiros da SES. Conforme Fátima, nos casos dos potenciais doadores de medula óssea, a secretaria disponibiliza um cadastrado, junto ao Registro de Doadores de Medula Óssea (Redoma), localizado no MT Hemocentro. De acordo com a coordenadora, até o momento o Redoma está com aproximadamente nove mil pessoas cadastradas.

    A coordenadora explica que quando há compatibilidade entre doador e receptor - nos casos de transplante de medula óssea –, o processo cirúrgico é realizado aqui mesmo no Estado. Segundo dados do SES, em 2007 foram encontrados sete casos compatíveis. Desses, cinco doadores estiveram aptos.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-09-2008 | 10:09
    O secretário-adjunto de Meio Ambiente e Gerenciamento Urbano, Eduardo Figueiredo Abreu, participará do 2º Encontro Secovi-MT. O evento é promovido pelo Sindicato de Condomínios de Mato Grosso e direcionado a síndicos e administradoras.

    O tema central do encontro é “Como a reciclagem modifica a sua vida e a da comunidade”.

    O secretário proferirá uma palestra sobre a lei 4.390 de julho de 2003, que discorre sobre a obrigatoriedade dos condomínios de implantarem a coleta seletiva de lixo.

    O 2º Encontro Secovi-MT será realizado nesta terça-feira (16-09), às 19h, na Federação do Comércio.

     

    Fonte: Olhar Direto
    17-09-2008 | 10:09
         O setor de ferro e aço da cadeia da construção civil teve reunião nesta terça-feira e palestra, das 16 horas às 17h30, com o representante da Gerdau Açominas, da Gerência de Consultoria e Assistência Técnica - Perfis Estruturais, engenheiro Henrique José Ferreira da Silva.
         
         Em sua palestra “Perfis Laminados Gerdau Açominas e suas principais aplicações”, o engenheiro Henrique informou sobre perfis estruturais úteis para utilização em obras como forma de diminuir o tempo de construções. Atualmente, com o avanço da demanda no setor imobiliário há falta de produtos como ferro e aço.
         
         Foram convidados para a palestra profissionais e empresários das áreas de engenharia e construções, arquitetura, armazenagem e galpões para aves e outros, lojas de materiais de construção, grandes empresas em fase de ampliação.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    17-09-2008 | 10:09
         Cuiabá é a 101ª cidade no país a adotar a licença-maternidade de 6 meses, em parceria com a Sociedade Mato-grossense de Pediatria (Somape). Depois ter a votação adiada três vezes, o Projeto de Lei Complementar de autoria do executivo municipal que amplia de 4 para 6 meses a licença-maternidade das servidoras públicas de Cuiabá foi aprovado hoje (16-09) pelos 15 vereadores presentes à sessão da Câmara Municipal. Outros quatro parlamentares estiveram ausentes. A única ressalva à proposta original, mas que foi retirada do projeto, restringia o benefício às servidores que comprovassem não ter outro vínculo empregatício.
         
         O secretário-adjunto da Secretaria de Assistência Social (Smasdh), o pediatra Euze Carvalho, explica que a votação foi bastante tranqüila, e que a implantação significa um avanço para a sociedade. No país, outros 100 municípios e 12 Estados – incluindo Mato Grosso - aderiram ao projeto. Em Londrina, cidade do Paraná que tem cerca de 600 mil habitantes, praticamente igual à Capital mato-grossense, a experiência tem sido positiva. Ao contrário do que se esperava, em dois anos de implantação, só 85 mulheres utilizaram o benefício, o que não provocou nenhum impacto nas finanças públicas. “Esse é direito da criança, fundamentado na ciência moderna. Negá-lo é expor o bebê à privação dos estímulos que fazem crescer o cérebro e desenvolver a inteligência”.
         
         
         O aleitamento materno traz inúmeras vantagens e inclusive economia nos setores da saúde, já que as crianças têm menos chances desenvolver vários tipos de infecções, as intestinais e a hepatite A são mais freqüentes. Pesquisas científicas já comprovaram que amamentar previne doenças também nas mulheres, câncer de mama, ovário e diabetes compõem algumas delas. “Do ponto de vista nutricional, o leite materno contém todos os ingredientes de que a criança precisa nos primeiros 6 meses de vida, sendo dispensável qualquer outro alimento”.
         
         
         Documento - A proposta de Cuiabá acrescenta o parágrafo 5º e altera o artigo 105, da Lei Complementar nº 093/2003. Foi colocada em discussão no local pelo vereador Edivá Alves no dia 21 de agosto, mas na ocasião não entrou em pauta porque a sessão foi encerrada antes do previsto por falta de quorum. Em duas outras sessões não foi prioridade da pauta de votação. A licença-maternidade será garantida à funcionária mediante requerimento efetivado até o final do primeiro mês após o parto.
         
         
         Avanço Nacional – A discussão em torno do assunto só foi possível graças ao Projeto de Lei 281/2005 de ampliação de 4 para 6 meses da licença-maternidade da senadora Patrícia Saboya ter sido aprovado no dia 13 do mês passado pela Câmara dos Deputados, em Brasília. Foi sancionado no dia 9 de setembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dando validade para as empresas privadas. No setor público federal, entra em vigor a partir de 2010. A mudança não é obrigatória, sim facultativa. Um Programa Empresa Cidadã oferecerá incentivos fiscais para empresas que prorrogarem o tempo de permanência das mamães em casa.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    16-09-2008 | 13:09

    O governo já investiu mais no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) este ano do que em todo o ano de 2007. De acordo com levantamento feito junto ao Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), até a última quinta-feira, os órgãos públicos, excluindo as empresas estatais, desembolsaram quase R$ 7,5 bilhões, enquanto em todo o ano passado foram pouco mais de R$ 7,3 bilhões. Nos primeiros oito meses de 2007, o PAC recebeu R$ 3,9 bilhões dos cofres públicos, ou seja, R$ 3,6 bilhões a menos do que este ano. Os dados incluem os chamados restos a pagar, dívidas de anos anteriores roladas para exercícios seguintes.

     

    empenhos realizados este ano também superam os feitos nos primeiros oito meses de 2007. Pouco mais de R$ 9 bilhões foram compromissados para serem desembolsados em projetos do PAC até o fim do ano ou nos exercícios seguintes. Entre janeiro e setembro do ano passado, R$ 6,8 bilhões haviam sido empenhados.

     

    De acordo com a ONG Contas Abertas, especializada em acompanhar o orçamento, no ranking dos ministérios que mais aplicaram os recursos do PAC, a liderança é para o Ministério dos Transportes. O órgão desembolsou R$ 3,2 bilhões este ano. Apenas o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) aplicou R$ 2,7 bilhões.

     

    Seguindo o ranking, o segundo ministério na lista dos maiores desembolsos no PAC é o das Cidades, com R$ 3 bilhões. Em seguida aparece na lista o Ministério da Defesa, que gastou e investiu R$ 299,4 milhões em 2008. Em termos de programas federais, o mais bem contemplado no ano é o de "urbanização, regularização e integração de assentamentos precários", com R$ 1,8 bilhão recebido. O segundo melhor é o de "manutenção da malha rodoviária federal", R$ 941 milhões.

     

     

    Fonte: NTC e logística
    16-09-2008 | 13:09
    O governo pagou, até 11 de setembro, pouco mais de 40% (R$ 7,45 bilhões) da execução orçamentária autorizada para 2008 no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

     

    Nessa quantia, a maior parte (R$ 5,92 bilhões) refere-se aos restos

     

     

    a pagar - dívidas de exercícios anteriores -, mas mesmo assim já supera tudo o que foi pago em 2007.

     

     

            Os números são do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal e foram apurados pela organização não-governamental Contas Abertas.

     

     

     Na avaliação do diretor Gil Castelo Branco, a execução do PAC acentuou-se de forma significativa neste ano, mas, apesar dessa evolução, ainda está muito aquém do necessário.

     

     

     

    "Para cumprir a meta de R$ 17,97 bilhões vão ter de acelerar muito", diz Castelo Branco.

     

     

     

            A "foto" dos investimentos do PAC neste momento mostra, segundo o diretor, estradas, habitação e saneamento.

     

     

     

     Uma visão mais nítida poderá ser obtida no fim deste mês quando as empresas estatais divulgarem os balanços das áreas de energia e portos referentes aos meses de julho e agosto.

     

     

     

            O Siafi mostra que o Ministério dos Transportes continua sendo o principal "investidor" do PAC, com desembolsos de R$ 3,2 bilhões de janeiro a 11 de setembro. Desses recursos, o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) ficou com R$ 2,7 bilhões.

     

     

     

            O Ministério das Cidades vem em segundo na classificação dos maiores desembolsos no PAC, com R$ 3 bilhões no mesmo período. Depois aparece o Ministério da Defesa, com gastos e investimentos de R$ 299,4 milhões.

     

     

     

            De acordo com o levantamento da Contas Abertas, o investimento de R$ 1,8 bilhão em "urbanização, regularização e integração de assentamentos precários" é o programa com o maior desembolso no Programa de Aceleração do Crescimento.

     

     

     Em seguida, com R$ 941 milhões, aparece "manutenção da malha rodoviária federal", com R$ 941 milhões. O terceiro lugar fica coma área de "saneamento ambiental urbano", com uma verba de R$ 610,2 milhões.

     

     

     

            A ONG Contas Abertas informa também que as reservas orçamentárias (empenhos) de R$ 9,03 bilhões realizadas até 11 de setembro são maiores que as do mesmo período de 2007: R$ 6,8 bilhões.

     

     

     De acordo com o governo federal, o PAC deve receber investimentos de R$ 67,8 bilhões do Orçamento da União no período 2007-2010.

     

     

     O projeto de lei orçamentária para 2009, encaminhado pelo Executivo ao Congresso Nacional, prevê mais de R$ 21 bilhões para o PAC.

     

     

     

            O diretor da Contas Abertas reconhece que, neste ano, o Orçamento foi aprovado com atraso no Congresso e a sua execução foi iniciada em abril.

     

     

    Portanto, os 41,1% pagos até 11 de setembro formam um quadro "interessante" e revelam que a execução, apesar dos problemas estruturais, tem melhorado.

     

     

     

            Castelo Branco lamenta que, desde o início dos anos 90, o Brasil teve os investimentos públicos, principalmente em infra-estrutura, deteriorados num quadro de despesas engessadas e crescentes gastos correntes.

     

     

     "A prioridade era fazer superávit primário bloqueando a liquidação de despesas empenhadas", diz o diretor da ONG.

     

     

    Fonte: CBIC
    16-09-2008 | 13:09
    As construtoras definiram uma nova rota de atuação: pólos industriais com carência habitacional.

     

     

    A idéia é atuar em locais com demanda garantida, onde já existe ou está para chegar um grande fluxo populacional de trabalhadores que participam da construção de grandes projetos e precisam de moradias populares.

     

     

    As construtoras seguem a trilha de companhias como Vale do Rio Doce , Petrobras e Odebrecht e fincam o pé em todo o país: de Porto Velho (RO) e Parauapebas (PA) a Duque de Caxias (RJ) e Rio Grande (RS).

     

     

     

            A empreitada não é simples. Ser pioneiro nesse mercado significa atuar a milhares de quilômetros dos grandes centros, desbravar o interior do Brasil e montar, em cada empreendimento, estruturas completas de suporte à população local - que vão da simples concepção de parques e praças até a criação de centros de comércio, creches, escolas e postos policiais.

     

     

     

            A Developer, braço popular da JHSF - que agora está lançando nacionalmente a marca Quero Brasil, de nome mais fácil para o público de baixa renda - já nasceu com esse conceito.

     

     

     

     A empresa, adquirida em maio, fará três lançamentos até o fim de setembro.

     

     

    Na próxima semana, abre estande de vendas em Feira de Santana e, daqui a cerca de 15 dias, lança um empreendimento popular em Camaçari.

     

     

     O pólo de Camaçari - com empresas químicas, petroquímicas, automotivas, de celulose, metalúrgicas e têxteis - fatura US$ 14 bilhões ao ano e gera 13 mil empregos diretos e 20 mil indiretos.

     

     

     

            O terceiro lançamento da Developer acontece em Palmas para aproveitar tanto a demanda populacional gerada pela ferrovia Norte-sul, da Vale do Rio Doce, como também pelas usinas de cana-de-açúcar que estão sendo instaladas na região.

     

     

     Para oferecer moradia ao contingente que irá desembarcar em Porto Velho, cidade banhada pelo Rio Madeira, onde estão serão construídas as usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, a Developer comprou um terreno de 500 mil metros quadrados.

     

     

     

            Todos os projetos da Developer terão um pequeno centro de varejo, com padaria, farmácia, supermercado, posto de gasolina e lojas de calçados e eletrodomésticos.

     

     

    Mas a empresa também está fechando parceria com as prefeituras e terá dentro dos empreendimentos creches, posto de saúde, posto policial e escola para a primeira infância.

     

     

    "Como damos condições de as pessoas baratearem a vida, sobra mais dinheiro para pagar as prestações", diz Marcelo Hannud, da Developer.

     

     

     

            Apesar das dificuldades logísticas que esse tipo de empreendimento certamente terá, já que os principais fornecedores estão no sudeste, as empresas apostam que a falta de concorrência, a desobstrução dos órgãos públicos e a garantia de demanda compensam a distância.

     

     

     "A facilidade de conseguir terrenos e de aprovar projetos é muito maior", diz Hannud.

     

     

     

            A lógica desses novos bairros é sempre a mesma: terrenos enormes, com empreendimentos lançados em várias fases e casas de pelo menos cinco tamanhos diferentes, com unidades que custam de R$ 60 mil a R$ 100 mil.

     

     

     

     Nesse tipo de negócio, construir rápido e barato é fundamental para garantir rentabilidade.

     

     

     Para ter escala, as empresas adotam a construção modular, na qual os moldes são feitos nos próprios canteiros.

     

     

     

            A W Torre, através do seu braço residencial Guanandi, tem a mesma estratégia.

     

     

    "A nossa atuação está baseada na criação de espaços urbanos, fora de grandes centros e próximas a áreas de expansão", afirma Marco Antonio Bologna, presidente da companhia.

     

     

     

            A empresa está fazendo um grande empreendimento em Parauapebas - próximo do projeto de ferro Carajás e ao lado da Estrada de Ferro de Carajás, da Vale, - com duas mil casas populares em um terreno de 7 milhões de metros quadrados.

     

     

     O valor geral de vendas da primeira fase é de R$ 222 milhões.

     

     

     A previsão é construir até 12 mil unidades habitacionais nos próximos cinco anos.

     

     

     

            A WTorre também já fechou a compra de um terreno de 1 milhão de metros quadrados de uma área total de três milhões em Rio Grande (RS), onde a Petrobras constrói um dique-seco.

     

     

     Pretende erguer no local duas mil unidades na primeira fase e deverá construir seis mil casas em todo o projeto.

     

     

     

            A carioca Fator Realty escolheu Duque de Caxias (RJ), dona do maior parque industrial do Estado, com 1,6 mil indústrias de diferentes setores, para criar um mini bairro.

     

     

     Irá fazer todo o tratamento de água da região, com reutilização de águas pluviais e sistema de tratamento de esgoto.

     

     

    Fonte: CBIC
    16-09-2008 | 12:09
    Foram 271,4 mil admissões de janeiro a julho, mês em que o setor alcançou a marca de 2,1 milhões de empregados

     

     Renata Gama

     

            O nível de emprego formal na construção civil segue em ritmo dobrado em relação ao ano passado.

     

     

     

     De janeiro a julho deste ano, o setor contratou 103% mais pessoas do que no mesmo período de 2007, conforme levantamento feito pela FGV Projetos, da Fundação Getúlio Vargas, divulgado ontem pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon).

     

     

     Ao todo, foram 271,4 mil novos trabalhadores com carteira assinada no País.

     

     

     

            "É um número de impacto.

     

     

    Está havendo um crescimento bastante bom no nível de emprego pelo Brasil inteiro", afirma Eduardo Zaidan, diretor de Economia do Sinduscon.

     

     

     

     Somente em julho, no País, foram empregados 42,3 mil novos funcionários, uma variação positiva de 2% ante o mês anterior.

     

     

    A variação elevou o estoque de mão-de-obra da construção civil para 2,106 milhões - o maior desde 1995, quando o estudo teve a metodologia atualizada.

     

     

     

     No ano de 2008, a alta é de 14,8%. Já nos últimos 12 meses encerrados em julho, a alta é de 19,54%: 344,3 mil postos.

     

     

     

            "Mas, ao contrário do que ocorreu no passado, quando os Estados mais empregadores puxavam a média para cima, agora quem faz isso são as outras regiões", observa.

     

     

     

     Os Estados que mais empregam, segundo Zaidan, são São Paulo, Minas Gerais, Rio e Bahia - responsáveis juntos por cerca de 60% do emprego formal no setor.

     

     

     

            De acordo com o levantamento, a região Norte foi a que mais empregou no mês de julho. A alta foi de 2,7% em relação ao mês anterior: 2,8 mil trabalhadores.

     

     

    No Sudeste, o crescimento foi de 1,88%, ou 21.710 vagas a mais.

     

     

     No Sul, as 6,5 mil vagas geradas representaram avanço de 2,3% e, no Nordeste, foram contratados 7,5 mil trabalhadores, o equivalente ao aumento de 2%.

     

     

     

    No Centro-Oeste, houve alta de 2,34% no emprego e a contratação de 3.769 trabalhadores a mais.

     

     

     

     SÃO PAULO

     

            No Estado de São Paulo, foram criadas 71,2 mil vagas até julho, um aumento de 13,8% no total de trabalhadores no ano, um pouco abaixo da média nacional.

     

     

    Com isso, o estoque de mão-de-obra no Estado atingiu o patamar de 587,3 mil empregados com carteira registrada.

     

     

     Nos últimos 12 meses encerrados em julho, mês em que foram geradas 8,7 mil vagas, a alta do índice é de 21%.

     

     

     

            Se olhados os números da capital paulista, o avanço do índice de janeiro a julho julho foi de 14%, com a criação de 34,5 mil postos de trabalho.

     

     

     Somente no mês de julho, foram contratados 4,2 mil funcionários, uma alta de 1,5% sobre junho.

     

     

     

    Já nos últimos 12 meses, o crescimento chega a 22,3%.

     

     

    Com isso, o estoque de mão-de-obra na cidade acumula 282 mil empregados.

     

     

     

            O ritmo das contratações, segundo Zaidan, deve seguir forte pelo menos até o primeiro trimestre de 2009.

     

     

     "É um futuro bastante previsível, porque a construção civil  é uma atividade de longo prazo", diz.

     

     

     Segundo o economista do Sinduscon, as contratações atuais são resultado de decisões tomadas entre seis e 18 meses atrás.

     

     

     NÚMEROS

     

     

     

            19,54 % é a alta do nível de emprego acumulada nos últimos 12 meses encerrados em julho        2,106 milhões é o estoque de mão-de-obra que o setor da construção civil        emprega no País.

     

    Fonte: CBIC
    16-09-2008 | 12:09

     

    A Exposição Mato Grosso, Território de Imagensserá aberta na próxima quinta-feira (18), a partir das 9h, na galeria mato-grossense de Artes Visuais, na avenida Getúlio Vargas, 247, Centro Cuiabá. A exposição ficará aberta à visitação até 17 de outubro.

    A exposição Mato Grosso, Território de Imagensa presenta de forma cronológica a transformação do território mato-grossense. O acervo de imagens forma um quebra-cabeça de aspectos socioculturais, político e econômicos de um expressivo período do território mato-grossense. Tudo isso a partir de imagens, mapas, estampas retratos e fotografias centenárias e contemporâneas, além de obras de arte inspiradas em registros fotográficos e encartes de publicação que envolvem a fotografia.

    O livro Mato Grosso-território de imagensapresenta aventuras fotográficas de cientistas estrangeiros que por aqui passaram, pelos históricos registros fotográficos de expedições como a do médico alemão Karl Von Steinem (1887-1888), nas cabeceiras do rio Xingu ou mesmo o registro estratégicos da empreitada de Rondon. Já no Século 20, uma coletânea rica em imagens. O livro conta com a pesquisa do historiador João Antonio Lucidio, que apresenta um panorama histórico da fotografia de Mato Grosso de 1860 a 1960.

    A última parte da obra apresenta uma série de publicações fotográficas e catálogos correspondentes ao salão mato-grossense de fotografia, fotos que exibem formas e cores capturadas em detalhe, perpetuando instantes de cultura e história mato-grossense.

    Para mais informações: (65) 3613-9216.

     

    Fonte: Mídia News
    16-09-2008 | 12:09
    Estudo produzido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) identificou que o Brasil pode economizar até US$ 14,8 bilhões em investimentos nos próximos 10 anos se passar a apostar em ações que promovam a eficiência energética no consumo de energia elétrica. Segundo o trabalho, intitulado "Como Economizar US$ 36 bilhões em Eletricidade (sem apagar as luzes)", se o país reduzir em 10% seu consumo ao longo de desse período, economizará 57,8 mil GWh de eletricidade por ano até 2018.

     

    Para alcançar a redução desse volume de energia elétrica por ano, o país gastaria US$ 6,7 bilhões em investimentos ao longo de 10 anos. Se optasse por atender ao crescimento da demanda apenas com a expansão da capacidade de geração, o país precisaria construir 132 térmicas a gás natural de 250 MW de capacidade instalada para alcançar os 58,7 mil GWh por ano, o que demandaria um investimento de US$ 21,5 bi.

     

    Segundo o estudo, o nível de intensidade energética - a energia consumida para gerar um dólar do Produto Interno Bruto (PIB) -no Brasil é de 1,77. Isso, segundo o BID, sinaliza que o país tem uma eficiência energética moderada. Nesse item, o Brasil está atrás de países como Chile, Argentina, México e Colômbia. "O Brasil avançou muito, mas tem potencial para aumentar sua eficiência", disse o coordenador da Iniciativa de Energia Sustentável e Mudanças Climáticas do BID, Juan Pablo Bornella.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-09-2008 | 12:09

    A pesquisa Focus divulgada ontem pelo Banco Central (BC) trouxe a primeira mudança das projeções para o crescimento da economia em 2008 após 12 semanas seguidas de números inalterados. No levantamento, a mediana das projeções para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano subiu de 4,80% para 5,01%. A mudança acontece na primeira pesquisa feita após a divulgação dos números acima do esperado do PIB no segundo trimestre, na semana passada. Para 2009, a previsão manteve-se em 3,60%. Há um mês, a projeção de crescimento para o próximo ano estava em 3,70%.

     

    Na mesma pesquisa, o mercado manteve a projeção para o crescimento da atividade industrial em 2008 em 5,65%. Um mês atrás, a aposta de crescimento na indústria era de 5,50%. Para 2009, a expansão esperada permaneceu em 4,20%, ante 4,23% de quatro semanas atrás. O mercado, no entanto, piorou as suas expectativas para as contas externas em 2008. No levantamento, a mediana das expectativas para o déficit no ano subiu de US$ 27,35 bilhões para US$ 28 bilhões, ante US$ 25 bilhões de um mês atrás.

     

    Para o superávit comercial em 2008, a mediana apresentou ligeira redução, de US$ 23,73 bilhões para US$ 23,6 bilhões. A estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2008 teve ligeiro aumento, de US$ 34,5 bilhões para US$ 34,6 bilhões, ante US$ 34,65 de quatro semanas atrás. Inflação - O mercado financeiro reduziu levemente suas expectativas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), tanto em 2008, quanto em 2009. A redução para 2009 - ano que está no foco do mercado financeiro e da política monetária -foi de 5% para 4,99%, após oito semanas seguidas de estabilidade. Para 2008, a projeção passou de 6,27% para 6,26%, na sétima redução consecutiva. Há quatro semanas, esta mediana estava em 6,44%. A estimativa suavizada do IPCA para os próximos 12 meses seguiu a mesma tendência de queda e recuou de 5,22% para 5,19%.

     

    Entre os analistas do chamado "Top 5", no cenário de médio prazo, a mediana para o IPCA de 2009 caiu de 5,10% para 5%, ante 5,20% de um mês antes. Para 2008, a expectativa passou de 6,37% para 6,27%. Há quatro semanas, estava em 6,52%. No caso dos IGPs, pela sétima semana consecutiva o mercado financeiro reduziu suas projeções deste grupo de índices. A mediana das expectativas para o IGP-DI em 2008 caiu de 10,27% para 10%, ante 10,86% de um mês antes.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-09-2008 | 12:09
    O Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged) registrou em agosto a geração de 239.123 empregos com carteira assinada no país. Esse resultado é o melhor para meses de agosto da série histórica do Caged, iniciada em 1992. Em agosto de 2007, foram gerados 133.329 postos de trabalho. O melhor resultado até então para meses de agosto era o de 2004, quando foram abertos 229.757 empregos formais.

     

    No acumulado do ano de janeiro até agosto, a abertura de postos de trabalho atingiu 1,803 milhão ante 1,355 milhão nos oito primeiros meses de 2007. O resultado deste ano para o período também é recorde pela série histórica do Caged. No acumulado dos últimos 12 meses, o Caged registrou pela primeira vez a marca de 2 milhões de novos empregos formais. Foram gerados 2.065.297 postos de trabalho.

     

    Apenas o setor da agricultura registrou demissões de trabalhadores com empregos formais no mês de agosto. Segundo o Caged, o setor demitiu 4.995 pessoas por motivos sazonais relacionados à entressafra no Centro-sul do país.

     

    O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, ressaltou, no entanto, que a queda foi menor do que em agosto de 2007, quando a agricultura demitiu 30.806 trabalhadores. "O ano de 2008 está sendo tão forte, tão atípico, que o homem do campo está preferindo manter o seu trabalhador e diversificar as culturas. É até surpreendente, mas estamos num ciclo virtuoso, que acho que vai demorar alguns anos", disse.

     

    O setor de serviços foi o que mais contribuiu, com a abertura de 95.191 novos postos de trabalho, número recorde para o mês para este segmento. A indústria de transformação criou 54.576 novos empregos formais, enquanto que o comércio contribuiu com 54.159 novos postos.

     

    Para o comércio, o resultado também é recorde no mês. A construção civil apresentou a maior taxa de crescimento do emprego, que foi de 35.882 em agosto. E o setor extrativo mineral criou 1.579 postos de trabalho. "Mesmo uma taxa de inflação subindo não impediu o crescimento, porque os investimentos são projetados e planejados com muita antecedência".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-09-2008 | 12:09

    Mato Grosso apresentou um saldo de 43,094 mil postos de trabalho com carteira assinada referentes aos meses de janeiro a agosto deste ano. O número é resultado da diferença entre as admissões que somaram 229,821 mil e as demissões que totalizaram 186,727 mil no período. Os dados mostram que a economia estadual está aquecida de um modo geral, já que nos principais segmentos econômicos (indústria, comércio, serviços e agronegócio) os dados foram bastante significativos.

     

    Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e foram divulgados ontem e mostram que o saldo obtido no Estado é 21,5% maior que o verificado no mesmo intervalo de 2007, quando chegou a 35,464 mil empregos formais, uma diferença entre as 189,780 mil contratações e os 154,316 mil desligamentos. Em Mato Grosso, o destaque foi para ao setor da agropecuária, que no acumulado dos oito primeiros meses deste ano contratou 58,278 mil pessoas e demitiu 44,598 mil, obtendo um saldo de 13,680 mil, o que representa 31,7% do bolo total.

     

    O saldo deste ano também foi superior ao do ano passado, quando registrou 11,298 mil trabalhadores registrados, resultando em um incremento de 21% de um ano para outro. Em 2007, as admissões do setor agropecuário somaram 50,997 mil e a as demissões contabilizadas foi de 39,699 mil. "Estes dados mostram que o setor agropecuário está indo bem apesar de toda a crise de três anos atrás", diz o consultor econômico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Amado de Oliveira Filho.

     

    Segundo ele, a análise não deve ser feita apenas sobre os dados apresentados pelo setor em si, já que as contratações feitas pelas empresas da agricultura e pecuária resultam no fomento de outras, como indústria de beneficiamento dos produtos, transporte, distribuição e outros setores. "Apesar da diminuição do crédito oficial para o segmento, restrição em decorrência de leis ambientais e outros tantos problemas do setor, a cadeia produtiva ainda é grande geradora de empregos e de arrecadação de impostos para o governo estadual."

     

    Agosto - De acordo com os números divulgados ontem pelo ministério, no mês passado o setor agropecuário teve um saldo negativo em 178 vagas de trabalho. As demissões foram maiores que as contratações, 5,796 mil e 5,618 mil respectivamente. No mesmo mês do ano passado também estava no vermelho, contratou 4,347 mil pessoas e demitiu 4,643 mil, saldo de 296 vagas a menos. "Isso se explica pela sazonalidade, já que é um período em que uma safra termina e a outra começa", explica o consultor da Famato.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-09-2008 | 12:09
    Mais uma vez, a carga tributária voltou a registrar recorde no Brasil. No primeiro semestre deste ano, os contribuintes pagaram R$ 515,36 bilhões em tributos aos três níveis de governo, valor 15,9% superior aos R$ 444,66 bilhões arrecadados de janeiro a junho de 2007.

     

    A carga tributária é a soma dos tributos federais, estaduais e municipais pagos por todos os contribuintes no país. Como o PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro semestre foi de R$ 1,383 trilhão, a carga tributária no período foi de 37,27%, ou 1,24 ponto percentual superior aos 36,03% do mesmo período do ano passado.

     

    O cálculo é do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), entidade que reúne profissionais do setor que se dedicam a estudos tributários de natureza institucional, setorial e empresarial.

     

    A Receita Federal não divulga a carga tributária por semestre, mas apenas uma vez por ano. Para o fisco, "na literatura técnica especializada, bem como nas divulgações de órgãos oficiais ou não, predomina o uso da periodicidade anual para o cálculo da carga tributária em todo o mundo. Isso porque o ciclo econômico, que afeta a mensuração do PIB e a base imponível dos impostos, dá-se ao longo de um ano".

     

    Segundo o advogado Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT, analisando-se os últimos 12 meses (julho de 2007 a junho deste ano), constata-se que a carga tributária deste ano será superior a 37% -um novo recorde. No ano passado, a carga foi de 36,08% do PIB, segundo o IBPT. A Receita ainda não divulgou o dado de 2007 -o último dado disponível é o de 2006, de 34,23% do PIB.

     

    Somente em âmbito federal, a carga do primeiro semestre avançou R$ 49,89 bilhões em relação a 2007, passando de R$ 305,54 bilhões para R$ 355,43 bilhões, segundo o IBPT. Esse valor supera em muito os R$ 38 bilhões que seriam obtidos se a CPMF tivesse sido prorrogada (o tributo do cheque foi extinto em 1º de janeiro deste ano).

     

    Note-se que o aumento foi obtido em apenas seis meses, provando que a prorrogação da CPMF não era necessária, como previam os que eram contrários a sua manutenção. Mantida essa tendência até o final do ano, o governo federal terá cerca de R$ 100 bilhões a mais em seu cofre -algo como 2,6 vezes a CPMF.

     

    Formalidade ajuda - Amaral diz que um dos principais motivos da maior arrecadação foi o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que passou de R$ 3,66 bilhões no ano passado para R$ 9,67 bilhões em 2008 -no caso, mais 164,2%.

     

    Os principais fatores que contribuíram para o aumento da carga tributária neste ano foram o maior número de trabalhadores com registro em carteira (elevando as receitas da contribuição ao INSS e ao FGTS) e os ganhos salariais (que elevam a receita com o Imposto de Renda). Com o crescimento econômico, as empresas faturam mais e pagam mais IR e CSLL (contribuição sobre o lucro). O aumento das importações também ajudou a elevar a receita do Imposto de Importação.

     

    Os Estados elevaram sua arrecadação em R$ 18,47 bilhões -de R$ 115,80 bilhões no primeiro semestre de 2007 para R$ 134,27 bilhões neste ano. Os municípios arrecadaram mais R$ 2,33 bilhões, uma vez que a arrecadação passou de R$ 23,32 bilhões em 2007 para R$ 25,65 bilhões no período de janeiro a junho deste ano. Os contribuintes pagaram R$ 2,83 bilhões em tributos em cada um dos 182 dias do primeiro semestre. Foram R$ 117,98 milhões por hora, R$ 1,97 milhão por minuto e R$ 32,77 mil por segundo. Neste ano, pela primeira vez na história, os contribuintes pagarão R$ 1 trilhão em tributos no mesmo ano -esse número deverá ser alcançado na última semana deste ano, segundo previsão do IBPT. 

     

    Fonte: CNT
    15-09-2008 | 12:09
    Falta de matéria-prima e alta nos preços tumultuam um dos segmentos que mais se expandem no ano e deixam cronograma das obras ameaçado em MT
    A alta acumulada de 58% nos preços do ferro e aço, em 2008, e a falta do produto no mercado interno causam fortes preocupações no setor da construção civil de Mato Grosso. De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon), Luiz Carlos Richter Fernandes, muitos itens - como as chapas galvanizadas, utilizadas na parte de cobertura e dutos de ar condicionado, ferro para coluna e materiais de aço em geral - já estão em falta no mercado e comprometem o andamento das obras na Grande Cuiabá.

    Aliando a falta de produtos à alta nos preços ao consumidor, Luiz faz um alerta: “O contexto atual pode afetar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, e inviabilizar essas obras. Isso já é uma realidade em São Paulo e deverá ser registrado por aqui e traz preocupação”. Ele explica que o problema já foi anunciado pelo Sinduscon-SP.

    No momento, a saída apontada pelo setor paulista para estancar o desequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de execução de obras públicas e privadas das construtoras, é rever os contratos já acertados e reavaliar o valor das licitações.

    Fernandes diz que o problema da falta de insumos está sendo discutido em nível nacional e não há previsão para que o governo federal encontrar uma solução a curto prazo. “No Brasil temos praticamente duas grandes empresas – Gerdau e Belgo – dominando o mercado. O governo precisa encontrar uma saída, pois já tivemos várias altas este ano e o setor está em crise”, afirma Fernandes. Em todo o ano de 2007, de acordo com as estatísticas, o aumento da commodity não chegou a 5%.

    A alta atinge todos os produtos e subprodutos derivados do ferro e aço, como as chapadas galvanizadas, estruturas metálicas, ferros de perfil, metalões, dobradiças, fechaduras e acessórios.

    “Temos informações de que já existem obras paralisadas em decorrência da escassez destes produtos”, informa o presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais para Construção de Mato Grosso (Acomac), José Wenceslau Sousa Júnior.

    Segundo ele, a tendência é de que os preços continuem em patamares elevados porque a demanda mundial por aço aumentou muito este ano e o mercado interno também. “As indústrias não estão conseguindo acompanhar o ritmo de crescimento da demanda. O problema é mundial”, afirma.

    Sousa Júnior acredita que 30% das lojas de Mato Grosso estão sem produtos atualmente. “Tem obras que pararam por falta de aço, principalmente as grandes obras”, conta.

    O problema, na avaliação do presidente da Acomac/MT, é que a crise não tem prazo para terminar. “Não sabemos quando a situação irá se normalizar. Acreditamos que até o final do ano o mercado continuará aquecido e não há perspectiva de regularizar o abastecimento”.

    Ele disse que muitas obras irão sofrer atraso na entrega em função da falta de aço no mercado. “As lojas estão trabalhando com pedidos, pois não há produto para pronta-entrega”.

    MERCADO - As lojas que comercializam ferro e aço confirmam que “realmente muitos produtos já estão em falta no mercado e os preços estão cada vez mais elevados”.

    Funcionários da Açofer e da Ferro e Aço, duas referências na venda desses produtos em Cuiabá, informaram que não há previsão sobre quando o abastecimento será normalizado.

    ELETRODOMÉSTICOS - O presidente da Acomac/MT, José Wenceslau Júnior, acredita que o desabastecimento poderá desencadear uma alta generalizada de preços também em outros segmentos que têm o ferro e o aço como matéria-prima básica.

    Um dos segmentos que poderá sofrer o impacto da falta do ferro e aço é o de eletrodomésticos. Ele diz que os produtos deste segmento poderão ficar mais caros devido à alta dos preços da sua matéria-prima. Os principais impactos devem refletir nos fogões, geladeiras, lavadoras de roupa e microondas. “Até mesmo as panelas poderão ficar mais caras”, avisou Sousa Júnior. (Veja mais na página C2)

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    15-09-2008 | 12:09
    Volume de empreendimentos da construção, que já devem ocupar mais de 600 mil m2 só este ano, dá lugar aos verdes quintais do casario da cidade
    Reconhecida nacionalmente como “Cidade Verde”, Cuiabá passa por um momento de grande transformação urbanística – o “boom” da construção civil. Este ano, conforme dados da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, foram mais de 600 mil metros quadrados liberados para a instalação imobiliária – habitacional ou comercial.

    Somente entre os meses de janeiro a agosto, a prefeitura expediu 510 alvarás, o que representa uma média mensal de 63,75. É um número significativo se levado em consideração que em todo o ano de 2007 houve 375 – 31,25 a cada 30 dias. O aumento mensal foi maior que 100%.

    Devido a esse aceleramento da construção, que segundo o geógrafo especialista em Planejamento Cartográfico e Educação Ambiental, Paulo Fanaia, vem ocorrendo há mais de dez anos, “Cuiabá já deixou há muito tempo de ser ‘Cidade Verde’”. Conforme ele, a Capital possui uma distribuição de área verde bastante irregular, o que contribui para a formação de ilhas de calor. Fanaia afirma que hoje, em Cuiabá, há variações de até 6ºC entre a área central e periférica da cidade.

    Um estudo recente, elaborado pelo Departamento de Geologia da UFMT, sobre Zonas de Interesse Ambiental (ZIAs), aponta que Cuiabá oferece 50 metros quadrados de área verde por habitante, três vezes a mais do que o recomendado pela União das Nações Unidades (ONU), que é de 16 metros. Para Fanaia, esse levantamento “acaba mascarando a atual realidade cuiabana”. “O que fazia de Cuiabá a ‘Cidade Verde’ eram os grandes quintais cuiabanos. Hoje a gente anda pelo Centro e não vê mais o verde nesses locais”, destaca. Conforme ele, “qualquer cidadão que passar pela rua 13 de Junho e a avenida 15 de Novembro, por exemplo, não vê uma árvore sequer”, aponta.

    De acordo com Fanaia, a questão ambiental em Cuiabá é gravíssima. “É o holocausto cuiabano”, desabafa. Conforme ele, “a construção civil já vem interferindo há muito tempo, e isso pode agravar ainda mais, se os governantes não tomarem medidas urgentes”.

    No entanto, para o diretor regional da construtora Plaenge, Rogério Fabian Iwankin, Cuiabá já possui leis que garantem o título de “Cidade Verde” à Capital. Conforme ele, a legislação do município faz com que haja uma justa distribuição de área verde. “Apesar de encarecer os projetos, se as leis forem respeitadas, Cuiabá não vai perder o título”, acredita.

    Fabian se refere às leis municipais de nº 103/03, que determina que toda edificação acima de 20 mil metros quadrados deve realizar antes o Relatório de Impacto de Vizinhança, e da nº 102/03, que diz que nenhum empreendimento é aprovado se não houver o plantio de árvores nas calçadas de cinco em cinco metros.

    Conforme a Coordenadoria de Aprovação de Projetos (CAP) da Secretaria de Meio Ambiente de Cuiabá, há atualmente cinco projetos em análise no setor. Destes, dois já foram aprovados. Segundo o coordenador da CAP, Silvio Santana, as duas obras já autorizadas pela secretaria estarão localizadas na avenida Beira-Rio e no bairro Jardim das Américas, próximo da avenida Fernando Correa. “O empreendedor deve apresentar o projeto às secretarias de Infra-estrutura e Meio Ambiente, e também no IPDU e à SMTU, que vão analisar os impactos que a construção poderá acarretar nas áreas de atuação (transporte, saneamento, urbanística, etc)”.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    15-09-2008 | 12:09
    O controle da freqüência cardíaca em no máximo 70 batimentos por segundo reduz em um terço o número de enfartes. A conclusão é do estudo Beautiful que acompanhou 11 mil pacientes com doenças coronarianas. Alguns outros estudos menores já indicavam a importância de controlar os batimentos cardíacos, mas é a primeira vez que esse resultado é encontrado em um grupo maior.

     

    O estudo foi iniciado em dezembro de 2004 e foi financiado pelo laboratório francês Servier, que desenvolveu um novo medicamento para modular a freqüência cardíaca: a ivabradina. Essa droga, já aprovada pelos órgãos reguladores de alguns países europeus e da Argentina age especificamente sobre o ritmo do coração. Os betabloqueadores causam esse efeito, mas também provocam contração da musculatura ventricular e abaixam a pressão.

     

    Os 11 mil pacientes foram recrutados em 781 centros, em 33 países, em quatro continentes. Todos tinham alguma doença coronariana. Eles foram divididos em dois grupos, um que tomou todos os medicamentos adequados e mais a ivabradina, e placebo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-09-2008 | 12:09
    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou em Natal (RN), que o Brasil vai superar a meta dos 10 milhões de empregos, estabelecida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela disse que o país fechará 2008 com 2 milhões de novos postos de trabalho. "Vamos ultrapassar os 10 milhões. Até agosto tínhamos criados 1,3 milhão de novos postos de trabalho. Aumentou a renda da população. E não aumentou só a classe C, aumentou também da A e B. O que acontece é que a classe C e D teve um crescimento extraordinário no Brasil", analisou a ministra.

     

    Dilma participou de uma mobilização política em Natal, onde esteve no palanque da deputada federal Fátima Bezerra, candidata pelo PT. A ministra ressaltou ainda o crescimento das regiões Norte e Nordeste e disse que as estatísticas não são reflexos apenas do investimento do empresariado, mas também da infra-estrutura oferecida pelo governo federal.

     

    "O Norte e Nordeste são as regiões que mais crescem em relação a PIB (Produto Interno Bruto) e inclusão social, mas não é só fruto das iniciativas dos empresários. É fruto da intervenção do governo federal, ao contribuir com estradas, ferrovias, portos, refinaria e petroquímica se cria, no Nordeste, um dos maiores investimentos de infra-estrutura própria", disse.

     

    Durante a passagem por Natal, a ministra-chefe da Casa Civil evitou falar em sua possível candidatura para Presidência da República. Mesmo depois de ter sido citada, em discurso, pelo presidente do Congresso, senador Garibaldi Alves, que fez menção a possibilidade, Dilma Roussef não comentou o assunto.

     

    Questionada sobre a avaliação que fazia da afirmação do senador Garibaldi Alves, a ministra evitou comentar a sucessão de 2010. "Meu negócio aqui tem nome, endereço e telefone: se chama Fátima", afirmou, em uma referência à deputada federal Fátima Bezerra, candidata do PT à prefeitura da capital potiguar.

     

    A ministra disse que estava participando das campanhas políticas nos municípios como cidadã. "Antes de ser ministra, eu sou cidadã. Aliás, se não fosse cidadã brasileira não poderia ser uma boa ministra", disse Dilma.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-09-2008 | 12:09
    Como é sabido, o comércio internacional vem experimentando fortes oscilações, tanto em relação às expectativas de diminuição das atividades do mercado dos Estados Unidos, que pode ser considerado a "mola propulsora" da atual economia mundial, quanto pelos efeitos desastrosos que essas oscilações provocam na economia de outros países.

     

    O Brasil, não se pode olvidar, também caminha na expectativa dos reflexos que tais variações possam vir a refletir em sua economia e, consequentemente, em suas atividades no comércio internacional.

     

    Lembremo-nos que, graças à diretriz que vem sendo imprimida pelo Banco Central, em especial à elevação constante das taxas de juros, temos permanecido um tanto refratários às oscilações que esses fatores têm provocado.

     

    Por preocupação de nossos empresários ou mesmo pela "necessidade de sobrevivência" econômica, os exportadores têm procurado alternativas que permitam que as exportações não declinem ao sabor daquilo que, poderíamos dizer, tem se tornado uma constante pressão ou mesmo imposição do mercado.

     

    Já, no que se refere ao alargamento das importações, pode-se apoiar este acontecimento ao fato de que o declínio do dólar, pela sua constante desvalorização nos diferentes mercados e, mais em especial no Brasil, devido à elevada taxa de juros, provocou um constante ingresso de capitais especulativos. Se o aumento da taxa cambial desestimula as exportações, a recíproca é verdadeira para a elevação das importações.

     

    Quanto ao declínio da taxa cambial, que se apresentou de forma preocupante e muito acentuada, na atualidade podemos dizer que estamos quase saboreando uma certa bonança, pois neste ano de 2008 já externa um crescimento que se aproxima de 8%.

    João dos Santos Bizelli é consultor de Importação da Aduaneiras.

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    15-09-2008 | 12:09
         A divulgação do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas) na semana passada levou os economistas ouvidos pelo Banco Central a aumentar a previsão de crescimento da economia para este ano.
         
         De acordo com a pesquisa semanal Focus, realizada pelo próprio BC, a expectativa para o crescimento da economia subiu de 4,8% para 5,01% em 2008. Para 2009, foi mantida a taxa de 3,6%.
         
         Entenda o que é PIB e como é feito seu cálculo
         
         Na semana passada, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que a economia brasileira cresceu 6,1% no segundo trimestre de 2008 e 6% no acumulado do semestre.
         
         Com o bom resultado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, revisou para cima a previsão de crescimento de 5% para "até 5,5%".
         
         Outros indicadores
         
         Ainda segundo a pesquisa Focus, foram mantidas as previsões para o dólar em R$ 1,65 no final deste ano e R$ 1,75 em dezembro de 2009.
         
         A estimativa para o saldo da balança comercial em 2008 caiu de US$ 23,73 bilhões para US$ 23,60 bilhões. Para 2009, caiu de US$ 13,75 bilhões para US$ 13 bilhões.
         
         A expectativa para o déficit em conta corrente neste ano subiu de US$ 27,35 bilhões para US$ 28 bilhões. Para 2009, caiu de US$ 34,80 bilhões para US$ 34 bilhões.
         
         Subiram as expectativas de investimentos estrangeiros diretos de US$ 34,5 bilhões para US$ 34,6 bilhões (2008) e de US$ 30 bilhões para US$ 30,37 bilhões (2009).
         
         A previsão para a relação dívida/PIB neste ano passou de 40,50% para 40,55%. Para 2009, foi de 39,50% para 39,10%.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
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