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Domingo, 25 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    01-10-2008 | 11:10
       As mudanças estabelecidas pelo acordo ortográfico atingem em menor escala a grafia utilizada no Brasil: aproximadamente 0,5% das palavras, enquanto em Portugal chegam a 1,6%.
         
         "As alterações dizem respeito ao uso de sinais diacríticos (trema, acentos agudo e circunflexo) e hífen", explica José Carlos de Azeredo, doutor em letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador do livro "Escrevendo Pela Nova Ortografia", feito pelo Instituto Houaiss em parceria com a Publifolha.
         
         "O acordo procura eliminar particularidades sentidas como supérfluas nas duas normas, em nome da uniformidade ortográfica no mundo da lusofonia", afirma Azeredo. Ainda segundo o autor, "a ortografia do português, no Brasil como em Portugal, continua a ser predominantemente fonética, com razoável correspondência entre forma gráfica e pronúncia". E é este critério que rege a eliminação das "letras mudas", muito utilizadas em Portugal em palavras como direcção (que passa a direção) e adoptar (que passa a adotar), assim como a supressão do trema.
         
         Veja abaixo o que muda no Brasil com as novas regras do acordo:
         
         Alfabeto
         
         O alfabeto da língua portuguesa passa a ter 26 letras, com a inclusão oficial do k, w e y.
         
         Acentuação
         
         As paroxítonas com ditongos abertos tônicos éi e ói, como "idéia" e "paranóico" perdem o acento agudo. Palavras como crêem, dêem, lêem e vêem também perderão o acento, assim como as paroxítonas com acento circunflexo no penúltimo o do hiato oo(s) (vôo, enjôo).
         
         Palavras homógrafas (com a mesma grafia, mas com pronúncia diferente) como pára, pêlo, pélo e pólo também não serão mais acentuadas. Paroxítonas cujas vogais tônicas i e u são precedidas de ditongo decrescente, como "feiúra" e "baiúca", também não levarão acento.
         
         Trema
         
         O trema será totalmente eliminado das palavras portuguesas ou aportuguesadas, como "cinqüenta" e "tranqüilo". A única exceção fica por conta de nomes próprios estrangeiros, como "Müeller", por exemplo.
         
         Hífen
         
         As novas regras para o hífen são as que têm causado mais dúvidas. "Alguma dificuldade por advir de umas tantas mudanças no uso de hífen. Mas, se considerarmos que este sempre foi um domínio de zonas obscuras, os usuários podem até vir a sentir-se aliviados com a possibilidade de alguma simplificação", diz Azeredo.
         
         O hífen não será mais empregado em prefixos terminados em vogal seguidos de r ou s. Neste caso, dobra-se o r ou o s. Exemplos: antirreligioso, antissocial e minissaia.
         
         O hífen será utilizado com os prefixos hiper, inter, super seguidos de palavras iniciadas por r, como "hiper-resistente". O sinal também será utilizado em prefixos terminados em vogal como ante, contra e semi seguidos de vogal igual ou h no segundo termo. Exemplos: micro-ondas, anti-higiênico e pré-histórico.
         

     

    Fonte: 24 Horas news
    01-10-2008 | 11:10

    MT lidera equipe brasileira em evento que reunirá mais de 3 mil pessoas de quatro países

     

    As discussões sobre o software livre correm o mundo e estão longe de acabar. No Brasil, os adeptos do ‘código aberto’ crescem a cada dia. Nesse cenário, destaca-se o projeto OpenOffice.org - ou BrOffice, no Brasil -, pacote multiplataforma de aplicativos para escritório que reúne editor de textos e apresentações, além de planilha eletrônica, desenho vetorial, entre outros. Para trazer a Mato Grosso as inovações da ferramenta, além de cases de sucesso na utilização em empresas, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) e o BrOffice.org - Projeto Brasil promovem o ‘3º Encontro Nacional BrOffice.org’, na próxima sexta-feira (03), às 8h (horário de Brasília), no Departamento Regional do Senai, em Cuiabá.

    O evento ocorrerá simultaneamente em 26 Estados, além de Espanha, Paraguai e Portugal, por meio de videconferência. Serão realizadas palestras com líderes do projeto OpenOffice.org na Dinamarca e Alemanha, com tradução simultânea. O objetivo é promover a integração entre os usuários da ferramenta, além de profissionais e estudantes de Tecnologia da Informação, além de representantes de instituições de ensino e empresas em geral. São esperados cerca de três mil participantes nos quatro países envolvidos. “O Senai-MT, instituição indutora de novas tecnologias, apóia a criação e utilização de programas de código aberto”, afirma o analista de sistemas do Senai-MT, Carlos Braguini.

    Para Braguini, a implantação de softwares livres representa um avanço no fomento à acessibilidade. “Os documentos gerados em programas de código aberto podem ser utilizados em quaisquer outras ferramentas com a mesma função, não limitando o acesso a um determinado software. Em outras palavras, se você escreve uma carta no editor de texto do BrOffice.org, a mesma poderá ser trabalhada em outros editores”, explica. Outro fator destacado pelo analista é a economia gerada pelas empresas com a utilização de licenças livres. Um exemplo disso é o Banco do Brasil, que somente neste ano já economizou mais de R$ 50 milhões com migração de softwares proprietários para soluções livres.

    OpenOffice.org - Desenvolvido inicialmente com o nome StarOffice - pela empresa alemã StarDivision, foi comprado em 1999 pela Sun Microsystems (EUA). Em agosto de 1999, foi disponibilizado gratuitamente. Já em 2000, a Sun anunciou que liberaria o código-fonte do programa para download, no intuito de construir uma comunidade aberta de desenvolvimento. O novo projeto foi chamado OpenOffice.org.

    No Brasil, o nome ‘OpenOffice.org’ gerou uma disputa judicial, já que a marca ‘OpenOffice’ havia sido registrado anteriormente por uma empresa. Dessa forma, em janeiro de 2006, nasceu a BrOffice.org, Foi criada também uma Organização Não-Governamental (ONG) de apoio ao projeto. Outras informações sobre o BrOffice no site do projeto: http://www.broffice.org.

    O ‘3º Encontro Nacional BrOffice.org’ integra o programa ‘Indústria em Ação’, uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), em parceria com o governo do Estado. Para participar, os interessados devem inscrever-se e verificar os locais de realização nos Estados participantes por meio do site http://encontro.broffice.org/2008. O valor da inscrição é um quilo de alimento não perecível, que deverá ser entregue no dia do evento. A programação completa também poderá ser conferida no site. Outras informações: (65) 3611-1622.

     

    Fonte: Olhar direto
    01-10-2008 | 11:10
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (30) em Manaus que o governo não permitirá que falte crédito para as empresas expandirem seus negócios ou para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

    Segundo ele, o governo está acompanhando também a possível falta de crédito para as exportações e tomará medidas caso haja necessidade. “Quem financia mais exportação no Brasil é o Banco do Brasil e não o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Estamos monitorando para ver se não falta financiamento e onde vai haver gargalos, mas até agora não há”, afirmou.

    Lula disse ainda que espera que os chefes de organismos multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, convençam as pessoas nos Estados Unidos que a economia não pode sofrer com os sobressaltos que estão acontecendo. Ele citou o sobe-e-desce das bolsas pelo mundo.

    Ele voltou a dizer que está tranqüilo, mas que o momento é de apreensão. “Nós poderemos ter um problema de crédito no mundo inteiro. Na conversa que tive em Nova York com outros líderes de países eu disse que precisávamos separar o que era crédito podre do que era investimento para o setor produtivo. No Brasil, vamos assegurar que o PAC e os investimentos continuarão a ser feitos”, afirmou.

     

    Fonte: Olhar direto
    01-10-2008 | 11:10
    Carnaval 2009 provocará atraso na implantação em cinco regiões

     

    A portabilidade numérica, que permite ao cliente mudar de operadora e continuar com o mesmo número de telefone, chegará com uma semana de atraso na cidade de São Paulo, por causa do Carnaval. A ABR Telecom, entidade que administra a implantação do novo sistema, explicou que o calendário foi mudado porque a data inicial de 23 de fevereiro coincide com a segunda-feira de Carnaval. Por isso, o novo sistema começará a funcionar no dia 2 de março de 2009. A mudança no calendário atinge também os DDDs 91 (Belém), 53 (RS), 64 (GO) e 66 (MT).

     

    Esta será a última fase da implantação da portabilidade e atingirá uma área com 33,5 milhões de clientes. A previsão da ABR é de que no dia 2 de março todo o Brasil disponha do novo sistema.

     

    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que não há problemas na mudança de data porque o prazo final é dia 11 de março de 2009. A portabilidade, que pode ser aplicada entre telefones fixos e entre celulares com mesmo DDD, começou a ser ofertada no dia 1º deste mês em cidades de sete Estados, nos DDDs 14 (região de Bauru), 17 (região de São José dos Campos), 27 (ES), 37 (MG), 43 (PR), 62 (GO), 67 (MS) e 86 (PI).

     

    Até domingo foram feitos 23.889 pedidos de portabilidade, sendo 9.825 efetivados. Goiás lidera com 7.433, seguido do Paraná com 4.884 e Mato Grosso com 3.747. São Paulo aparece em quarto lugar, com 3.110.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    O Índice de Confiança da Indústria (ICI), indicador-síntese da Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação, caiu 2,2% em setembro ante agosto, passando de 123 pontos no mês passado para 120,3 pontos este mês, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O ICI é um indicador que utiliza para cálculo uma escala que vai de 0 a 200 pontos, sendo que o resultado do índice é de queda ou de elevação, se a pontuação total das respostas fica abaixo ou acima de 100 pontos, respectivamente.

     

    Em comunicado, a FGV informou que "embora mantenha-se em patamar historicamente elevado, este é o menor índice dos últimos quatro meses, sinalizando uma diminuição do ritmo de atividade industrial em setembro".

     

    A fundação também revisou o ICI referente ao mês passado. Em agosto, a FGV anunciou alta de 1,1% para o índice - mas no comunicado anunciado ontem, a instituição informou que houve alta de 0,9% para o desempenho do mês passado. Na comparação com setembro do ano passado, o ICI registrou queda de 1,9%.

     

    O ICI é composto por dois indicadores. O primeiro é o Índice da Situação Atual (ISA), que caiu 0,9% em setembro, ante estabilidade (0%) em agosto. O segundo componente do ICI é o Índice de Expectativas, que apresentou queda de 3,5% em setembro, ante alta de 2,3% em agosto. Na comparação com setembro do ano passado, houve queda de 2,5% para o índice de Situação Atual e taxa negativa de 1,1% para o indicador de Expectativas.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que o número de postos de trabalho no país cresceu 2,1% entre 2006 e 2007, passando de 79,7 milhões para 81,4 milhões. O documento, preparado com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, apresentado na semana passada, afirma ainda que a renda média dos trabalhadores ocupados subiu 3,2% no mesmo período, chegando ao maior nível desde 1996.

     

    De acordo com o Ipea, o grau de informalidade caiu significativamente entre 2006 e 2007, passando de 55,1% das pessoas ocupadas para 54,1%. O aumento no grau de formalidade ajudou também a fazer crescer o número de contribuintes para a previdência, que chegou em 2007 a 51,2% da população brasileira.

     

    No entanto, mesmo com esse avanço, o número de contribuintes ainda não alcançou o mesmo nível de 1987, quando era de 51,8% da população.

     

    Nas metrópoles a diferença é ainda maior. Em 2007 alcançou 57,6%, mas em 1987 era de 69,7%. O estudo do Ipea ainda mostra uma alteração na formação dos trabalhadores brasileiros ocupados.

     

    Em 1992, a maioria deles, 35%, era analfabeta ou tinha até 3 anos de estudo e apenas 19% tinham mais do que 11 anos de estudo.

     

    Novo cenário - Hoje, o espectro mudou. Atualmente, 41% dos brasileiros ocupados têm 11 anos ou mais de estudo e apenas 16% tem até três anos de escolaridade.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    No setor industrial os desembolsos do BNDES foram tanto positivos quanto negativos. Na indústria de transformação o valor emprestado entre janeiro e agosto foi de R$ 296,5 milhões, elevação de 31,4% sobre os R$ 225,5 milhões registrados em 2007. Já a extrativa está com um déficit de 45,4%, pois o valor financiado baixou de R$ 1,1 milhão no ano passado para R$ 600 mil este ano. Os serviços industriais de utilidade pública (Siup) obteve aumento nos recursos liberados. No ano passado foram R$ 203,5 milhões e este ano saltou para R$ 257,7 milhões, alta de 26,6%.

     

    Para o superintendente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), José Carlos Dorte, a elevação é resultado do processo industrial que o Estado está vislumbrando, com várias unidades industriais (de diferentes segmentos) em processo de instalação e operação. Mesmo com os dados positivos, ele considera que os números estão aquém da capacidade do Estado.

     

    "De tudo que Mato Grosso produz, só industrializamos 15%, é muito pouco. Precisamos aumentar o processo de beneficiamento e movimentar ainda mais a economia", diz ao considerar que a indústria está crescendo e que com isso se cria uma cadeia de geração de empregos tanto nas unidades quanto em outros segmentos como confecções, calçados e alimentação, setores que são movimentados quando há geração de postos de trabalho e renda nas cidades.

     

    Outro setor que cresceu do ano passado para cá foi o da construção civil. Em 2007 foram emprestados R$ 13,4 milhões para financiar obras e este ano o montante subiu para R$ 16,3 milhões, variação positiva de 21,6%. "São obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que vem impulsionando obras por todo o Estado, além da compra de máquinas e outros equipamentos".(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    Mato Grosso registrou incremento de 41,4% no valor dos desembolsos liberados via Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos primeiros oito meses de 2008 na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Entre janeiro e agosto deste ano, o volume de recursos emprestados aos setores da indústria (extrativa e de transformação), comércio e serviços e agropecuária somou R$ 1,378 bilhão ante R$ 974,4 milhões verificados em igual intervalo de 2007. Durante os 12 meses do ano passado, o Estado emprestou R$ 1,524 bilhões, fazendo com que o montante dos oito meses deste ano represente 90,4% do bolo total.

     

    Os dados fazem parte de balanço divulgado pelo agente financeiro que apontam para uma evolução no aporte financeiro destinado ao Estado. Em percentual, o setor de comércio e serviços registra a maior alta, passando de R$ 201,6 milhões em 2007 para R$ 336 milhões este ano, expansão de 66,6%, o que, na avaliação do presidente da Federação do Comércio, Bens e Serviços de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Pedro Nadaf, comprova o ritmo acelerado que a economia local está passando. "Isso comprova o crescimento econômico do Estado. A previsão é que o o incremento deste ano seja 13% superior ao ano passado", diz o presidente ao explicar que o índice se refere aos setores agrícola, comercial e industrial.

     

    Já em termos financeiros, entre os segmentos que têm acesso aos recursos do BNDES, a agropecuária foi a que teve o maior volume liberado este ano. Nos primeiros oito meses foram financiados R$ 471,5 milhões contra R$ 329,3 milhões em igual época de 2007. Apesar da liderança entre os setores, o consultor econômico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Amado de Oliveira Filho, avalia que os números ainda são tímidos, diante do valor necessário para se investir em uma safra agrícola, que fica na casa do bilhão.

     

    "Está melhor que no ano passado, mas os recursos ainda são insuficientes. Mato Grosso tem de agregar valor à produção e transformar a matéria-prima que é produzida aqui em produtos industrializados, aumentado até o valor das exportações".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    Treze obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) têm irregularidades graves, precisam ser paralisadas e ficar sem receber recursos do Orçamento da União de 2009. A recomendação é do Tribunal de Contas da União (TCU) que aprovou ontem relatório do ministro Aroldo Cedraz sugerindo a inclusão de 54 obras - das quais 13 são do PAC - em uma "lista negra" na proposta orçamentária do ano que vem. Se a lista do TCU for aprovada pelo Congresso, as obras ficam sem receber recursos do governo federal. O PAC é gerenciado pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

    O Tribunal também recomendou a retenção cautelar de pagamento para 12 obras - deste total, nove são do PAC. São grandes obras como a Ferrovia Norte/Sul, no Estado de Tocantins, que apresentou problemas de sobrepreço; a reforma e ampliação do aeroporto de Guarulhos, que teve superfaturamento; a construção da refinaria Abreu e Lima, em Recife (PE); e a ampliação do Porto de Itaqui (MA).

    AUDITORIA

    Entre março e fim de agosto, o TCU auditou 153 obras, das quais 84 são do PAC. Do total, 48 foram consideradas com irregularidades graves - ou seja, 31% - com recomendação para serem paralisadas. As 153 obras representam R$ 26 bilhões de recursos alocados no Orçamento de 2009. Outras seis foram incluídas na lista que será enviada ao Congresso por terem sido alvo de denúncia, representação e/ou inspeção. Para 2009, a dotação orçamentária para obras do PAC é de R$ 21,2 bilhões - este ano foi de R$ 17,9 bilhões.

    As 48 obras com irregularidades graves têm uma dotação orçamentária para este ano de R$ 1,517 bilhão. As 13 obras do PAC respondem por dotação orçamentária, em 2008, de R$ 1,15 bilhão. Ou seja, apenas as 13 obras do PAC representam 75,8% do total de recursos previstos para as 48 obras. Destas, a mais antiga é a obra do Hospital Municipal de Cacoal, em Rondônia, que está paralisada desde 1996. A maioria das irregularidades foi detectada em obras rodoviárias: 20 apresentaram problemas graves. Os auditores do TCU apontaram também problemas em oito obras hídricas e em quatro aeroportos.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-09-2008 | 11:09
    Se está difícil saber quem sobreviverá ao cataclismo financeiro, é muita ousadia querer antecipar os seus reflexos no mercado de trabalho.

     

     

    Ainda assim, ouso fazer algumas especulações.

     

     

     

            Nos Estados Unidos, a crise já chegou à economia real.

     

    O crédito para as empresas secou. 

     

     Os consumidores estão assustados. O mercado imobiliário parou.

     

     

     Em Michigan uma casa foi vendida por US$ 1.

     

    O comércio de bens duráveis também despencou.

     

     

    O clima de negócios virou do avesso.

     

     

    Os projetos foram para o banho-maria. O desemprego bateu os 6,1%, no mês de agosto, e deve piorar em setembro.

     

     

            Bem diferente é o quadro do Brasil, onde ainda se ouvem os festejos dos 6% do PIB do primeiro semestre.

     

     

    Os grandes projetos prosseguem e o que falta é mão-de-obra.

     

     

     O desemprego caiu para 7,6%.

     

    A cada dia se descobrem novos tesouros no fundo do mar.

     

     

    Só para o petróleo, o País precisará de um exército de trabalhadores.

     

     

     O mesmo vale para os biocombustíveis, a siderurgia e a infra-estrutura em geral.

     

     

    O emprego vive céu de brigadeiro.

     

    O País está gerando cerca de 2 milhões de postos de trabalho por ano.

     

     

            O que dizer do futuro?

     

     

            A visão pessimista se concentra na falta de crédito para tocar a produção.

     

     

     De fato, os sinais atuais são preocupantes.

     

     

     Os financiamentos do exterior fecharam.

     

     

    O crédito interno vai pelo mesmo caminho.

     

     

    Os banqueiros sentaram no caixa à espera do desfecho da crise.

     

     

    O ministro da Agricultura não esconde a sua aflição. O setor depende muito de financiamento.

     

     

    Há outros na mesma situação. Os juros, que já eram altos, tornaram-se impraticáveis.

     

     

     Os varejistas já os repassam para os preços.

     

     

     Agravado pela taxa de câmbio, o perigo de inflação aumentou.

     

     

     

            As exportações em volume estão estagnadas.

     

     

     Está difícil obter uma Antecipação de Contrato de Câmbio (ACC).

     

     

     O quadro futuro é preocupante quando se pensa que 50% das nossas vendas externas se destinam a países que se debatem com a recessão - Estados Unidos, União Européia e Japão.

     

     

     A outra metade vai para a América Latina, a África e para os países do Oriente Médio, que também dependem do mundo desenvolvido.

     

     

    A China, sozinha, não tem condições de eletrificar a economia mundial.

     

     

     

            Não só o volume estagnou, mas os preços das commodities caíram, agravando o déficit comercial.

     

     

     O clima de negócios mudou.

     

     

    Até o leilão de rodovias foi adiado.

     

     

    O dinheiro, então abundante, desapareceu.

     

     

     A incerteza leva todos a agir com frieza. Se esse for o quadro para 2009, o mercado de trabalho será fortemente afetado com menos emprego e mais desemprego.

     

     

            A visão otimista, porém, vê saídas honrosas.

     

     

     As recentes injeções de recursos governamentais no mercado financeiro e no BNDES vão restaurar o crédito, fazendo o dinheiro voltar a circular em toda a rede de bancos privados.

     

     

     As exportações de alimentos continuarão fortes, pois os povos têm de comer.

     

     

     As descobertas de gigantescas reservas de petróleo seduzirão os investidores que, depois de tamanha refrega, devem estar mais interessados em investir na produção do que em papéis envenenados.

     

     

     Finalmente, a ascensão das classes D e E ao mercado de consumo, em decorrência da melhoria do emprego, da renda e dos programas sociais, garantirá um mercado doméstico aquecido, com muitos empregos.

     

     

    Ou seja, o Brasil tem uma bela margem de manobra, podendo sair - no médio prazo - como um dos ganhadores da grave crise.

     

            Estou mais do lado otimista.

     

     

     

    O quadro do emprego é preocupante, sem dúvida, mas não é um doente desenganado.

     

     

     O Brasil deve ter uma leve retração em 2009, mas ficará bem aquém do que vai acontecer nas economias recessivas do mundo rico.

     

     

            O meu otimismo, entretanto, supõe que o governo reverta a trajetória de contratar gigantescas despesas futuras, contando com o mesmo vigor de crescimento do PIB e da arrecadação - o que pode não acontecer em 2009.

     

     

    Nunca foi tão urgente tapar os grandes ralos de dispêndio como, por exemplo, a proposta que pretende eliminar o fator previdenciário.

     

     

    O mesmo pode ser dito em relação a outros ralos que exigem as benditas reformas tributária e trabalhista, que poderiam ser trabalhadas num ano não eleitoral, como 2009.

     

     

            Em resumo, o Brasil tem enormes oportunidades para aproveitar a boa conjugação dos astros que se aproxima.

     

    Mas, para ganhar na loteria, é preciso comprar o bilhete.

     

     

     José Pastore é professor de relações do trabalho da Universidade de São Paulo.

     

    Fonte: CBIC
    30-09-2008 | 11:09
    Em 2007, na onda dos IPOs na Bovespa, quatro empresas de shoppings passaram a oferecer papéis no mercado acionário: Multiplan, BR Malls, Iguatemi e General Shopping.

     

     

    Com os primeiros sinais da crise na economia americana, quem planejava pegar carona no grande volume de dinheiro disponível, trazido principalmente por estrangeiros, teve de adiar os planos. Mas para as companhias que abriram capital, o período de euforia foi o suficiente para captar ao todo R$ 2,4 bilhões só com o IPO.

     

     

    Além disso, mais R$ 1,295 bilhão entrou em caixa na forma de debêntures, bonds perpétuo e follow on. Esses recursos possibilitaram o lançamento de projetos, aquisições de centros e de terrenos.

     

            As empresas aproveitaram o dinheiro disponível para colocar os projetos na rua e agora estão na fase de administração dos novos negócios. Isso porque os papéis do setor, assim como tem ocorrido em todo o mercado de capitais, andam em baixa. De janeiro até 24 de setembro, segundo levantamento da Economática, o Ibovespa caiu 22%.

     

     

    No mesmo período os papéis da General Shopping tiveram baixa de 56%, os da BR Malls, de 53,1%, os do Iguatemi encolheram 51,5% e da Multiplan, 23,1%. "Este é um segmento que mescla outros dois setores, o imobiliário e o varejo. Teoricamente são papéis defensivos, procurados em momentos de grande oscilação.

     

     

    Como muitos dos investidores que compraram essas ações eram estrangeiros, as cotações sofreram com a saída desses recursos depois do agravamento da crise americana", explica Leonardo Cavarge, analista da Link.

     

     

     

            Se o desempenho das ações não tem sido dos melhores, os resultados financeiros mostram uma situação diferente.

     

     

     

     Tanto que, no geral, os analistas que acompanham o setor indicam a compra dos papéis.

     

     

     A General Shopping, por exemplo, conseguiu em 2007 um aumento da receita de 34,1% em relação ao exercício anterior.

     

     

     No ano passado, foram feitas seis aquisições.

     

     

    O crescimento da Multiplan foi parecido: 33,4%.

     

     

    A tendência para 2008, apesar de alguns fatos negativos da economia, como a alta da taxa Selic, as oscilações do câmbio e a pressão inflacionária, é de crescimento.

     

     

     

            Alguns números relacionados às vendas dos shoppings mostram que por enquanto há pouco motivo para preocupação.

     

     

     

     O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), apurado mensalmente pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo, teve alta de 1,8% em setembro em relação a agosto (5,8% de aumento na comparação setembro 2007/2008).

     

     

     Outro levantamento da Fecomercio, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), registrou neste mês alta de 8 pontos percentuais no número famílias endividadas no município de São Paulo, passando de 45% em agosto, para 53% em setembro.

     

     

    Ou seja, as pessoas continuam animadas em gastar.

     

     

    Os estudos da federação apontam para um segundo semestre sob clima otimista, com vendas aquecidas, estimuladas pela oferta de crédito e pela recuperação na renda e no emprego.

     

     

    Tanto que os dados mais recentes da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) registraram em julho alta 3,9% no faturamento em comparação a igual período de 2007.

     

     

    No acumulado do ano, a elevação nas vendas é de 5,3%.

     

     

     

    Os números animam os executivos da empresas de shopping a manter o ritmo de crescimento dos negócios.

     

     

    O Iguatemi foi o primeiro do setor a abrir capital, em fevereiro do ano passado.

     

     

     Captou R$ 550 milhões no lançamento inicial e mais R$ 207 milhões dois meses depois.

     

     

    "Por muitos anos não tínhamos caixa suficiente para fazer tudo que gostaríamos.

     

     

     O IPO permitiu aquisições e novos projetos", conta Cristina Betts, diretora de Relação com Investidores (RI) do Iguatemi.

     

     

     

    A empresa adquiriu participação nos shoppings Galeria (Campinas), Esplanada (Sorocaba) e Iguatemi (São Paulo e Rio de Janeiro).

     

     

     Tem ainda outras três obras em construção e mais dois projetos que dependem de aprovação de prefeituras para o início das obras.

     

     

    Além de usar os recursos captados no mercado acionário, a companhia recorreu às linhas de crédito imobiliário.

     

     

    Hoje o Iguatemi tem 16 shoppings, 205 mil m² de área bruta local (ABL) e até 2013 o plano de negócios prevê 20 shoppings e 400 mil m² de ABL.

     

     

            A General Shopping começou a se preparar para o IPO em 2006, com o objetivo de captar recursos, aumentar a governança corporativa e organizar a sucessão familiar dentro da empresa.

     

     

    A abertura do capital da companhia ocorreu em 26 de julho de 2007, dois dias depois da primeira queda do mercado - reflexo dos problemas americanos no setor imobiliário com o subprime.

     

     

    "Naquela época ninguém imaginava quanto tempo duraria a crise, se dois dias ou se ocorreria algo que ninguém ainda conseguia ver", diz Alessandro Veronezi, diretor de RI.

     

     

    De lá para cá a companhia cresceu muito.

     

     

     Na comparação entre o segundo trimestre de 2007 e 2008, a ABL aumentou 98%. Desde o IPO foram sete aquisições - sempre de pelo menos 50% do capital, para se manter no controle - e um lançamento.

     

     

    Se a Bolsa não anda muito animadora, o consumo, garante Veronezi, não desaponta.

     

     

    "A receita por m² dos novos shoppings aumentou 20% nos últimos 180 dias.

     

     

    Investimos na potencialização dessas aquisições", explica.

     

     

            Leandro Bousquet, diretor financeiro da BR Malls, lembra que o setor de shoppings demanda capital intensivo.

     

     

    Daí a empresa ter recorrido ao mercado de capitais em abril do ano passado.

     

     

    Entre os principais acionistas da companhia estão o GP Investimentos e o mega-investidor do setor imobiliário americano, Sam Zell.

     

     

    Com o IPO, a companhia foi irrigada por recursos. Segundo dados do segundo trimestre, a BR Malls tem em torno de R$ 900 milhões em caixa, "não só para novos projetos, mas também para aquisições, mas tudo com muita cautela, como pede o momento.

     

     

    Precisamos maximizar esses recursos", explica o executivo.

     

     

     No ano passado a empresa colocou R$ 1,6 bilhão em aquisições de shoppings, lançou cinco projetos e anunciou 11 expansões.

     

     

    Em 2008 foram R$ 350 milhões para aquisições.

     

     

            Na Multiplan , desde o IPO, a empresa nunca teve tantos projetos simultâneos.

     

     Segundo Armando D´Almeida Neto, vice-presidente e diretor de RI da Multiplan, até agora foram anunciadas sete expansões, três lançamentos e aquisições de terrenos.

     

     

     "Mantemos os planos de investimento por conta do crescimento que o varejo tem apresentado", comenta.

     

    No primeiro semestre as vendas dos shoppings da empresa aumentaram cerca de 20%.

     

     

    Fonte: CBIC

    30-09-2008 | 11:09
    PortoGente veiculou reportagem destacando os alarmantes níveis que a poluição alcançou em regiões portuárias. O transporte por terra, mar e ar é responsável por um quarto da emissão mundial de dióxido de carbono (CO2). Nesta segunda parte da matéria, confira o desperdício de óleo diesel em território brasileiro e o exemplo internacional no incentivo à renovação da frota de transportes e ao mercado de crédito de carbono.

    A idade média dos caminhões que circulam no Brasil é de 17 anos

    As rodovias brasileiras em péssimo estado para o tráfego, especialmente as instaladas nas regiões Norte e Nordeste, contribuem de forma impactante para a emissão de poluentes. E não são poucas as que precisam de investimentos. A Confederação Nacional de Transporte (CNT) concluiu que mais de três quartos das rodovias brasileiras apresentam problemas, sendo que ao menos 10% delas são consideradas péssimas. Assim, não são poucas as estradas que necessitam de reformas para contribuir com a redução de poluentes na atmosfera.

    Óleo diesel

    Combustível veicular mais utilizado no Brasil, o óleo diesel acaba sendo desperdiçado pelo péssimo estado dos veículos e das rodovias brasileiras. E para suprir a demanda interna, o País importa boa parte do combustível. Para reverter o quadro, é necessário ter mais eficiência energética e economizar. Economizar, inclusive, é o nome de projeto do Conpet que tem como objetivo, em um prazo de dois a cinco anos, reduzir em cerca de 13% o consumo de óleo diesel. A frota nacional de veículos consome mais de quatro bilhões de litros de óleo diesel por ano e corresponde por 78% do consumo de óleo diesel no Brasil.

    Exemplo internacional

    As autoridades dos portos norte-americanos de Los Angeles e Long Beach resolveram arregaçar as mangas e criar incentivos para a redução da emissão de dióxido de carbono nas regiões nas quais estes portos estão instalados. Para isso, os portos estão encorajando terminais, armadores e operadores logísticos a substituírem os principais combustíveis poluidores por fontes limpas de energia, como a eletricidade.

    Além disso, Los Angeles tem ganhado destaque na mídia internacional devido ao seu Clean Truck Program. O projeto proporcionou a abertura de uma linha de financiamento para as montadoras renovarem a frota de caminhões e adquirirem equipamentos mais modernos para as carretas. O porto norte-americano já conseguiu envolver, até este mês de outubro, mais de 300 transportadoras e enxerga em médio prazo uma melhoria significativa na qualidade do ar na região.

    Crédito de carbono
    Outra forma de incentivo à redução da emissão de CO2 é o mercado de crédito de carbono. Embora ainda incipiente no Brasil, os créditos já são bastante utilizados em países desenvolvidos como a Alemanha e a Austrália. O mercado de carbono funciona sob as regras do Protocolo de Kyoto, no qual figuram mecanismos de flexibilização para auxiliar na redução das emissões de gases do efeito estufa. O acordo estabelece limites de emissão de gases e, assim, uma empresa que conseguiu emitir menos CO2 do que o estipulado no documento pode vender os seus créditos para outra empresa que poluiu mais do que deveria, gerando um equilíbrio e formando um atrativo financeiro para a diminuição da poluição.

    A comercialização acontece por meio de certificados de emissão de gases do efeito estufa em bolsas de valores. Dessa forma, os países desenvolvidos que têm que cumprir compromissos de redução da emissão desses gases podem comprar créditos derivados dos mecanismos de flexibilização. Esse processo de compra e venda de créditos se dá a partir de projetos, que podem ser ligados a reflorestamentos, desenvolvimento de energias alternativas, eficiência energética e controle de emissões de gases poluentes.

     

    Fonte: Estradas
    30-09-2008 | 11:09
         A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembléia Legislativa analisa o projeto de lei que proíbe o consumo de cigarros e outros produtos derivados do tabaco em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados. De autoria do 1º secretário, deputado José Riva (PP), o projeto abrange ambientes de trabalho, estudo, cultura, culto religioso, esporte e entretenimento. Inclui também áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis e pousadas.
         
         O projeto determina a divulgação de aviso da proibição em pontos de ampla visibilidade, com indicação de telefone e endereço dos órgãos estaduais responsáveis pela Vigilância Sanitária e pela Defesa do Consumidor.
         
         Prevê também que qualquer pessoa poderá relatar aos órgãos competentes o fato que tenha presenciado em desacordo com a lei. No relatório deverão constar as circunstâncias e a identificação do autor.
         
         Riva argumenta que Mato Grosso apresenta um índice de consumo do tabaco semelhante ao de São Paulo. No entanto, avalia que em Mato Grosso, a situação é mais crítica, pois, São Paulo, além de ser o estado mais rico do país, possui uma rede hospitalar bem mais ampla, aparelhada e com um maior número de funcionários.
         
         “Por isso, existe uma tendência mundial fundamentada em critérios de prevenção e preservação da saúde pública para a promoção de normas destinadas à criação de ambientes de uso coletivo livres de tabaco”, destacou o parlamentar.
         
         Ele chama a atenção para os estudos científicos que estabelecem a relação do uso do tabaco com problemas de saúde, representando aumento dos gastos com a saúde pública. Segundo as pesquisas, o tabaco é o causador de 50 tipos de doenças, como as cardiovasculares, cânceres e problemas respiratórios.
         
         “O tabagismo passivo mata”, assegura a presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas, Analice Gigliotti. A médica cita os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), que apontam sete mortes por dia de fumantes passivos no Brasil.
         
         Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de dois bilhões de fumantes passivos em todo o mundo, dos quais 700 milhões são crianças. Os passivos são pessoas que inalam a fumaça do cigarro e ficam expostas aos mesmos riscos que os fumantes.
         
         Ainda de acordo com a OMS, o total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a marca de 4,9 milhões anuais, ou 10 mil mortes por dia. A instituição prevê que, caso as atuais taxas de consumo sejam mantidas, esse valor aumentará para 10 milhões de mortes anuais em 2030.
         
         A chefe da Divisão de Tabagismo do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Tânia Cavalcante, defendeu o projeto de lei. Para ela, o tabagismo impõe um custo às sociedades muito alto, e a arrecadação dos impostos vindos do tabaco não é suficiente para cobrir os prejuízos com as doenças relacionadas ao tabaco ou aposentadorias precoces.
         
         “Seria preciso fazer estudos sobre o quanto o SUS, os planos de saúde e a Previdência gastam com esses doentes”, afirmou.
         
         Dados revelam que o cigarro provoca um prejuízo anual para o sistema público de saúde de pelo menos R$ 338 milhões, o equivalente a 7,7% do custo de todas as internações e quimioterapias no país. O cálculo, feito pela primeira vez no Brasil, considerou o gasto com hospitalizações e terapias quimioterápicas em pacientes de 35 anos ou mais, vítimas de 32 doenças comprovadamente associadas ao tabagismo no ano de 2005. “São recursos significativos e, o mais importante, é que poderiam ser poupados”, observou a autora da pesquisa e economista da Fundação Oswaldo Cruz, Márcia Pinto.
         
         Para ela, a pesquisa deixa clara a necessidade de se adotar medidas rápidas para responsabilizar a indústria do tabaco pelo impacto econômico provocado no sistema de saúde público. “Além disso, as ações antitabagistas devem ser intensificadas”, concluiu.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    30-09-2008 | 11:09
    As inscrições se encerram nesta terça-feira (30), para o processo seletivo de professores substitutos para Construção Civil e Eletrotécnica no Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso (Cefet-MT). As inscrições podem ser feitas das 8 às 12 horas e das 13 às 18 horas, na Gerência de Desenvolvimento de Recursos Humanos (GDRH) no Cefet-MT. Não haverá cobrança de taxa de inscrição para este processo seletivo.

    Para o cargo de professor na área de Construção Civil exige-se formação em Engenharia (Engenheiro Civil, Arquitetos, Cartógrafos, Geógrafos, Geólogos, Agrônomos, Engenheiro Florestal) ou Tecnólogo em Geoprocessamento com conhecimento em Astronomia de Posição/Geodésia. Já para Eletrotécnica exige-se graduação em: Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia ou Tecnólogo em Automação Industrial, curso Superior em Qualquer Área com Diploma de Técnico Nível Médio em Eletrotécnica ou Eletrônica. O regime de trabalho será de 40 horas semanais divididos em dois turnos.

    No ato da inscrição devem-se apresentar documentos pessoais como RG, CPF, Título de Eleitor (com os comprovantes da última eleição) e a quitação das obrigações militares (no caso de homens). Além do certificado de graduação, Curriculum Vitae atualizado e uma declaração informando que não ocupa cargo efetivo como professor nas esferas federal, estadual e municipal. Os candidatos inscritos receberão na quarta-feira (01.10), às 14 horas, na GDRH mediante sorteio, o conteúdo da disciplina para prestar o Exame de Desempenho Didático. Para mais informações procurar a GDRH através dos telefones: (65) 3314-3553/3581.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-09-2008 | 11:09
    Instituições como a Orquestra da UFMT, Projeto Dunga Rodrigues, Grupo Proclamação e vários artistas participam hoje da Sinfonia Solidária
    A Orquestra Sinfônica da UFMT abre hoje, a partir das 20h, no Teatro Universitário, a série Sinfonia Solidária, que terá edições anuais. A idéia é contribuir com instituições de saúde de Mato Grosso. No concerto, a Orquestra conta com a parceria do Hospital do Câncer de Mato Grosso na produção e divulgação.

    Participam desta iniciativa o Projeto Dunga Rodrigues, o Grupo Proclamação, a artista plástica Lara Matana, o tenor do Coral UFMT; Samuel Oliveira Neto, o violinista Anderson Rocha, o ator Romeu Lucialdo e o guitarrista Roger Franco. A direção espetáculo é do maestro Fabrício Carvalho.

    A Orquestra Sinfônica da UFMT, criada em setembro de 1977, tem registrado uma importante contribuição à música em Mato Grosso difundindo e democratizando o acesso à música erudita e brasileira de concerto, bem como estando ao lado de novos estilos e talentos em espetáculos levados aos bairros.

    ´´A Sinfônica da UFMT jamais perdeu o foco educativo e sempre esteve presente na formação de músicos e platéia, de modo a se tornar um centro de referência para os interessados neste tipo de linguagem artística``, diz Fabrício. A orquestra está sempre engajada em projetos sociais e educacionais; realiza concertos em praça pública e já levou à algumas cidades do Estado o ´´Projeto Divina Música. Neste ano a orquestra está unindo forças com importantes grupos musicais para exercer a beneficência, promovendo e fomentando justiça social.



    Leilão - A arrecadação da bilheteria será destinada integralmente ao hospital. O ingresso é de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Quem adquiri-lo até o dia 29 de setembro paga meia. Para reforçar a arrecadação, a artista plástica Lara Matana doou, para leilão, a obra ´´Série Escadas 3``. Avaliada em R$ 3.500,00, a escultura está em exposição no Shopping Goiabeiras até o dia 29, na mostra individual da autora. O lance inicial é de dez parcelas de R$ 260,00, a ser apresentado em envelope. O resultado será divulgado no intervalo do concerto no dia 30. O valor integral é destinado ao Hospital do Câncer. (com assessoria)

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-09-2008 | 11:09
    O calor que tem castigado os cuiabanos nos últimos dias poderá dar uma trégua na quinta-feira, para quando há possibilidade de chuva forte em Cuiabá. Conforme a previsão do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a probabilidade de pancadas de chuva chega a 99% no dia. Hoje, a possibilidade de chover na Capital é de 50%.

    Para alguns, enquanto a chuva realmente não chega, a alternativa é buscar outras formas para amenizar a sensação térmica extremamente quente que vem se mantendo na cidade há pelo menos três dias. Ontem mesmo, os termômetros chegaram a registrar 37º C. Para a professora Mara Cristina Monteiro Oliveira Latorraca, de 42 anos, a saída foi se matricular numa aula de natação. Conforme ela, toda a família já aderiu à idéia. “Primeiro, matriculei minha filha, seguindo orientação médica. Em seguida, meu marido e eu decidimos adotar a mesma prática, por ser relaxante e, principalmente, refrescante, ainda mais nesta época”, disse.

    De acordo com a recepcionista da academia onde a família de Mara pratica natação, Gislene Leite Minas Novas, desde agosto a procura por modalidades aquáticas aumentou significadamente. “Além da natação, a gente oferece a hidroginástica, a hidro-bike e o triathlon. No período noturno, já não tem mais vaga”, destacou Gislene. Conforme ela, além do calor excessivo típico neste período, outro fator que contribui para o aumento da demanda são os problemas respiratórios oriundos do clima seco. “A gente tem muito aluno que procura pela natação seguindo orientação médica”, apontou Gislene.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-09-2008 | 11:09
    Para garantir a meta de vacinação da rubéola em Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Saúde prorrogou, mais uma vez, a campanha que tem por objetivo imunizar 95% da população do Estado, como preconiza o Ministério da Saúde. Até ontem, o índice de cobertura da vacina chegou a quase 83%, equivalente a mais de 1,2 milhão de doses.

    Em Cuiabá, já foram vacinadas pouco mais de 200 mil pessoas, o que representa 70% da meta (96.437 homens e 103.718 mulheres). Já em Várzea Grande, os números não são muito diferentes. A cobertura na cidade registrou até ontem 69,47% da meta, o equivalente a 94.383 doses.

    Até agora, segundo dados fornecidos pela Superintendência de Vigilância em Saúde da SES, 68 municípios, dos 141 existentes nos Estado, já relataram ter alcançado o percentual de meta. Até o momento, os municípios que mais vacinaram foram Diamantino (100%), Peixoto (100%) e Alta Floresta (98%).

    Em Cuiabá, a prorrogação deverá iniciar uma força-tarefa adotada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para atingir a meta de imunização dos cuiabanos com idade entre 12 e 39 anos. As vacinas são encontradas em todas as unidades básicas de saúde e a contra-indicação é apenas às grávidas.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-09-2008 | 11:09
    O diretor de Relações Institucionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marco Antônio Guarita, acredita que três fatores foram importantes para a avaliação positiva e recorde, em alguns casos, do governo e do presidente Lula verificada pela pesquisa. Ele afirmou que a principal variável é o bom desempenho da economia, que está crescendo a taxas superiores às expectativas do início do ano, o que reflete no mercado de trabalho e reduz o desemprego.

     

    Outro fator, na avaliação de Guarita, é a desaceleração das taxas de inflação nos últimos dias, o que deixou a população mais otimista com a inflação futura. E por último, disse o diretor, o otimismo da população em relação ao potencial de exploração do petróleo na camada do pré-sal. "Numa economia crescendo e com a inflação revertendo sua trajetória de alta, a perspectiva de um impacto estrutural na economia brasileira é a terceira variável que explica essa melhora expressiva em todos os itens da pesquisa", disse.

     

    Segundo Guarita, a crise financeira internacional ainda não afetou a avaliação da população no cenário econômico. Ele lembra que, embora a crise tenha ganhado novas dimensões, ela já era de conhecimento da população no momento em que foi realizada a pesquisa CNI/Ibope de setembro.

     

    Apesar de não influenciar no resultado da pesquisa, a crise internacional foi lembrada por alguns entrevistados. As notícias mais citadas foram a extração do petróleo na camada do pré-sal; a descoberta de uma nova bacia de petróleo em Santos e o anúncio da bacia de Tupi; as viagens do presidente Lula; o aumento no valor do Bolsa-Família; e a acusação de que órgãos do governo (Abin e Polícia Federal) teriam participado de operações para instalação de grampos em telefones de autoridades.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-09-2008 | 11:09

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou ontem, em evento na Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio, o decreto que normaliza a adesão do Brasil ao acordo ortográfico da língua portuguesa - em vigor a partir de janeiro de 2009. O evento marcou os cem anos da morte do escritor Machado de Assis, um dos fundadores da ABL. Lula disse que o incentivo à leitura é uma das prioridades de seu governo e quer que até 2009 toda cidade do Brasil tenha pelo menos uma biblioteca pública. Pelo menos 630 municípios brasileiros não têm biblioteca pública. Ele também afirmou que as salas de leitura em áreas consideradas de risco receberão computadores, agentes de leitura e melhorias no acervo e mobiliário, como parte do Plano Nacional do Livro e da Leitura

     

    O decreto assinado pelo presidente na ABL estabeleceu o cronograma de vigência do acordo ortográfico, que prevê mudanças na escrita de palavras, decreta o fim do trema, suprime consoantes mudas e vários acentos, além de simplificar o emprego do hífen e incluir no alfabeto as letras w, k e y. As novas regras entram em vigor em janeiro, mas as antigas permanecerão, como uso facultativo, até dezembro de 2012. Até lá, as duas regras valerão em concursos públicos, vestibulares, provas escolares e demais exames. Já os livros didáticos terão até 2010 para se enquadrar às novas regras.

     

    "O acordo pode ajudar, mas para mim é completamente inútil e improdutivo. Se mandaram tirar o acento, eu tiro, mas obedeço contra a vontade", protestou, bem-humorado, o acadêmico Carlos Heitor Cony. "Cultivar e tratar a língua é uma forma de manifestação de poder", defendeu o acadêmico Marcos Villaça, lembrando que organismos internacionais têm dificuldades de escolher entre o português do Brasil e o de Portugal na redação de documentos. Para ele, em dois anos, os brasileiros já estarão habituados. "O que temos que modificar é tão pouco. Só a simplificação da regra do hífen já é boa coisa". Para Lula, o acordo poderá ampliar a cooperação comercial e social com países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-09-2008 | 11:09

    A Caixa Econômica Federal bateu novo recorde em contratações habitacionais. Até a segunda quinzena de setembro, foram R$ 15,3 bilhões investidos, número superior ao contratado em todo o ano de 2007. A previsão do banco é de que até o fim de 2008 o valor contratado ultrapasse 44%. A cifra representa 336.726 unidades financiadas, 1.459.991 empregos gerados e 1.367.107 pessoas beneficiadas.

     

    Embraer - A Embraer mantém sua projeção de obter um faturamento de US$ 6,5 bilhões em 2008 e de US$ 7,1 bilhões em 2009. A projeção de se baseia numa previsão da companhia de entregar neste ano 200 jatos para aviação comercial, aviação executiva e os segmentos de defesa e de governo, mais 10 a 15 jatos Phenom 100. Em 2009, a Embraer espera entregar novamente entre 195 e 200 jatos, mais 120 a 150 Phenom. Atualmente, a Embraer tem encomendas firmes num total de US$ 20,7 bilhões e opções para mais US$ 25,9 bilhões.

     

    China - Quarenta empresários de diversos segmentos de Mato Grosso já estão se preparando para a 5ª Missão Empresarial à China, promovida pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT), entre os dias 8 e 21 de outubro. Hoje, a partir das 18h, eles se reúnem com técnicos da China Trade Center - parceira na realização da missão - para alinhar informações, além de conhecer o Guanxi, a etiqueta de negócios com a China. O evento ocorrerá na sede da Federação das Indústrias, em Cuiabá.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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