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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    12-09-2008 | 12:09
    CII/CBIC debate futuro do crédito imobiliário durante o Enic

     

     

    A Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da CBIC debaterá importantes temas durante o 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), que será realizado de 22 a 24 de outubro, em São Luís, no Maranhão. O evento, promovido pela CBIC, será realizado pelo Sinduscon-MA. No dia 23, a CII/CBIC debaterá os temas "Novos Tempos - parcerias com grandes empresas"; "O futuro do crédito imobiliário", e "Pequenas e médias empresas - Projeto CII". No dia 24, o destaque será "Moradia Digna - Habitação de Interesse Social". Os interessados têm até o dia 22 de setembro para efetuar suas inscrições pelo site. Após esta data, apenas no local do evento. Abaixo a tabela com os valores. Mais informações sobre o encontro, bem como a programação geral estão disponíveis no site do Enic www.enic.org.br.  

     

    CATEGORIA

    de 13/2
    até 20/4

    de 21/4
    até 30/6

    de 1/7
    até 22/9

    No local

    Profissional

    R$ 400,00

    R$ 450,00

    R$ 490,00

    R$ 550,00

    Assessor*

    R$ 300,00

    R$ 350,00

    R$ 380,00

    R$ 450,00

    Estudante**

    R$ 200,00

    R$ 250,00

    R$ 270,00

    R$ 350,00

    Acompanhante

    R$ 300,00 

    R$ 350,00

    R$ 380,00

    R$ 450,00

     

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09
    Desempenho do setor reflete confiança dos empresários

     

    Pesquisa do IBGE revela que a economia brasileira cresceu 6% no segundo trimestre do ano, sendo que a indústria aumentou 5,7%. Somente o setor da construção registrou uma elevação de 9,9%, a maior de todos os demais setores pesquisados. Além disso, foi observado um crescimento nominal de 26,7% de operações de crédito para o setor de habitação. No período de doze meses, o crescimento é de 7,4 %, ante um aumento de 6% da economia como um todo. Em matéria publicada

     

    publicada nesta quinta-feira (11) no Jornal do Brasil o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, revela que o bom desempenho do setor da construção é avaliado como um reflexo da confiança do empresariado. "É fruto do aumento da confiança do empresariado no futuro do país, e da priorização, por parte do governo, da construção como um dos pilares do desenvolvimento da economia, avalia.

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09

    Setor não acredita em possibilidade de retração nos próximos meses

     

     

    Nota do Blog do Vicente Nunes desta quinta-feira (11) destaca que a CBIC não vê possibilidade de retração da construção civil nos próximos meses. Para o vice-presidente da CBIC, José Carlos Martins, por mais que se reduza o lançamento de novos empreendimentos, seja pelo aumento dos juros, seja pela elevação dos custos dos insumos e das matérias-primas, há muitas obras contratadas para os próximos três anos, que terão impacto importantíssimo no Produto Interno Bruto (PIB). "Estamos falando de empreendimentos de longo prazo. Há muita coisa vendida que precisa ser construída, cujos impactos no consumo e nos investimentos serão visíveis", destaca Martins. Além disso, segundo ele, a renda continua crescendo, o volume de crédito habitacional em relação ao PIB, mesmo com todo o recente incremento, representa apenas 4% do PIB e há um demanda imensa não atendida. Ou seja, o setor da construção não vive um surto. "A retomada da construção é para valer", avisa. Apesar de todo o otimismo, o vice-presidente da CBIC mantém os pés no chão e diz que o setor deverá crescer 7% neste ano ante 2007. Pelas contas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente no segundo trimestre do ano, a expansão da construção civil foi de 9,9%, um ritmo chinês.

     

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09
    Objetivo é reformular regulamento para condomínios de edifícios

     

     

    Frente às implicações acarretadas pela eventual sanção da Lei Geral do Turismo, quatro importantes entidades do mercado imobiliário e hoteleiro nacional - FOHB, ABIH-SP, Secovi-SP e a CBIC - enviaram uma carta de manifestação ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pleiteando a reformulação de dois itens do artigo número 24 do projeto de lei, referentes ao regulamento a ser aplicado aos condomínios de edifícios, tais como flats, flat-hotéis, hotés-residence, lofts, apart-hotéis. A mobilização tem como objetivo promover o veto das letras "b" e "e", presentes no inciso II, do artigo em questão, que caso sancionadas, inviabilizariam o funcionamento de mais de 80 empreendimentos do segmento. Apesar de reconhecerem a importância da lei - que tem como objetivo a regularização e o planejamento do turismo nacional - as associações pedem a revisão dos itens, considerados equívocos grave, que mutilariam o crescimento do mercado. Segundo dados levantados pelas associações, a medida acarretaria conseqüências desastrosas para o turismo paulistano, ocasionando a redução de 34% na oferta hoteleira da cidade (14,3 mil quartos), justamente quando se aproximam eventos de pico de ocupação, como o GP do Brasil de Fórmula 1 e o Salão do Automóvel. Tal situação ocasionaria a extinção de 21.450 postos de trabalho, além da perda de arrecadação de mais de R$ 144 milhões em tributos municipais e federais.

     

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09

    O novo aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), para 13,75% ao ano, deverá custar cerca de R$ 2,05 bilhões ao governo federal. Nos cálculos do Banco Central, a cada 1 ponto percentual de alta na taxa básica mantida por 12 meses, a dívida líquida interna sobe o equivalente a 0,23 ponto percentual. Dessa forma, a alta de 0,75 deve elevar em 0,17 ponto percentual a dívida líquida.

     

    Considerando que o BC já havia promovido, anteriormente, duas elevações de 0,50 ponto cada na taxa básica de juros e outra de 0,75, o impacto da política monetária na dívida líquida do setor público, se permanecer durante 12 meses, já se aproxima dos R$ 7 bilhões. O mercado espera mais duas altas de 0,5 ponto neste ano. Assim, o estoque do débito deve sofrer um acréscimo de cerca de R$ 10 bilhões se a taxa chegar a 14,75%, como prevê o mercado, e se mantiver assim por um ano.

     

    Os cálculos tomam como base a dívida pública mobiliária total até julho, que ficou em R$ 1,297 trilhão. Apenas a dívida mobiliária interna estava em R$ 1,204 trilhão. A dívida externa em títulos somou R$ 93,5 bilhões. Do total da dívida mobiliária, 92,8% forma a parcela interna.

     

    O setor público consolidado, que inclui o governo central (União, Banco Central e Previdência Social), estados, municípios e empresas estatais, bem que tentou manter as contas públicas positivas e fez uma economia recorde no acumulado do ano até julho, chegando a R$ 98, 225 bilhões, o chamado superávit primário - arrecadação menos despesas sem contar gastos com os serviços da dívida pública. No entanto, o aperto monetário que levou a Selic, até aquele mês, de 11,25% a 13% ao ano, já havia resultado em um volume também recorde de serviços da dívida para pagar, puxando o saldo financeiro do País novamente para o vermelho. De janeiro a julho, o resultado primário positivo das contas públicas consolidadas representa 6,01% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro equivalente ao período. Em 12 meses encerrados em julho, o superávit primário chega a R$ 120,254 bilhões, ou 4,38% do PIB do período em um ano, próximo da meta prevista pelo governo, que recentemente foi elevada de 3,8% para 4,3%.

     

    Apesar da economia recorde, os gastos com juros somam R$ 106,803 bilhões até julho, ou 6,54% do PIB do País no período. Nos 12 meses até julho, as despesas com pagamento de juros da dívida pública chegam a R$ 173,394 bilhões, ou 6,31% do PIB do período. Deste modo, no ano houve reversão e o saldo das contas públicas voltou a registrar déficit nominal, até julho, de R$ 8,578 bilhões, ou 0,53% do PIB do País no período. No acumulado do ano até maio havia um resultado positivo. Mesmo assim, o desempenho das contas públicas brasileira é melhor que o observado no mesmo período do ano passado, quando o déficit nominal chegou a R$ 13,363 bilhões, ou 0,92% do PIB. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em julho, o resultado nominal está negativo em R$ 53,140 bilhões -1,94% do PIB do período.

     

    Arrecadação

     

    O forte crescimento da economia deve gerar impactos positivos na arrecadação de impostos. Conseqüentemente, o movimento irá ajudar o governo a consolidar um elevado superávit primário que compense o aumento das despesas com a dívida pública, gerada pela alta dos juros. Esta é a avaliação do professor de economia do Conselho de Economia do Centro-Oeste, Newton Marques.

     

    O professor minimizou os efeitos do aumento dos juros na dívida. "Haverá impacto, mas não tão forte como antigamente. Hoje, os títulos corrigidos pela Selic respondem por cerca de um terço da dívida pública. Em 2004, eram 57% do total", disse.

     

    Além disso, Marques lembrou que, ao contrário do que acontecia no passado recente, o Tesouro já não é o único que perde com altas no juro básico. Hoje, uma parte representativa da dívida pública é em títulos prefixados, nos quais o Tesouro paga juros fixos independentemente do que o BC faz com a Selic.

     

    Em julho, os títulos prefixados representavam 30,88% da dívida, bem acima dos 1,5% de dezembro de 2002. Os bancos, em especial, estão entre os grandes perdedores com a expectativa de alta de juros. Hoje, eles detêm boa dos títulos prefixados colocados pelo Tesouro em mercado.

     

    De acordo com o professor de economia da Trevisan Escola de Negócios, Pedro Vartanian, a inevitável um aumento da dívida pública, mas existem fatores compensatórios. "É necessário o controle da inflação, o crescimento da dívida é uma conseqüência indesejada. Porém, como a inflação aumentou nos últimos meses, reduziu um pouco o valor do débito", diz. Vartanian acrescenta que ainda que tenhamos um aumento no valor absoluto da dívida, em termos reais, isso não impacta tanto nas contas. "Temos de lembrar que o aumento da inflação acaba incrementando também a arrecadação", conclui.

     

     

    Fonte: NTC e logística
    12-09-2008 | 12:09
    A alta acumulada acima de 20%, em 12 meses, dos preços de materiais básicos de construção, sendo alguns acima de 30%, está provocando o desequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de execução de obras públicas e privadas das construtoras, "podendo, inclusive, inviabilizar as obras do PAC", afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe. "Será preciso rever os contratos já acertados e reavaliar o valor das licitações", completou. Watanabe explicou que os empresários do setor da construção civil têm o dever de rechaçar aumentos especulativos das matérias-primas "e apoiar as ações dos fabricantes de materiais de construção, na ampliação de sua capacidade produtiva".

     

    Mesmo assim, na próxima semana o setor deve negociar com o Ministério da Fazenda alterações tributárias, como a redução da alíquota de importação de materiais de construção, para compensar o aumento do preço interno. De acordo com o Sinduscon-SP, nos primeiros sete meses de 2008, dos R$ 16,5 bilhões autorizados, apenas, pouco mais de R$ 0,5 bilhão foi pago. "O programa ainda não deslanchou. Isso precisa mudar".

     

    Dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) mostram que passados mais de oito meses do ano, o ritmo de aplicação em obras do PAC ainda é lento. Dos quase R$ 18 bilhões previstos em orçamento, apenas R$ 6,8 bilhões foram efetivamente desembolsados, incluindo os "restos a pagar". Em termos de empenhos, o governo federal comprometeu R$ 8,5 bilhões esse ano, o que equivale a 47% do montante autorizado. Especificamente em agosto, o ritmo dos empenhos foi acelerado. Segundo o Siafi, os órgãos públicos, excluindo as empresas estatais, desembolsaram quase R$ 1,7 bilhão em agosto.

     

     

    Fonte: NTC e logística
    12-09-2008 | 12:09
    Está faltando cimento no Médio Norte de Mato Grosso. A notícia tem por base levantamento realizado junto às lojas de materiais de construção na cidade de Nova Mutum e com base em informações de cidades vizinhas. A indústria que abastece a região, localizada em Nobres, não estaria dando conta de atender a demanda.

    Em Nova Mutum muitas obras estão andando a passos lentos devido a falta do produto. Para uma cidade que cresce em ritmo frenético e onde se corre contra o tempo, pois o período de chuvas se aproxima, isso é um problema. Segundo dados do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento Urbano foram emitidos entre janeiro e agosto deste ano 791 alvarás de construção, ou seja, obras que tiveram início. Em todo ano passado foram 613.

    Aliando aumento de demanda com escassez de matéria-prima, tem-se um resultado certo: aumento de preço. É o que está acontecendo no caso do cimento. Um saco do produto, que no ano passado chegava ser adquirido a R$10 e no início deste ano passou para R$15, hoje está na casa dos R$27.

    Para o empresário local uma situação complicada. Amilton Schneider, proprietário de uma loja de materiais de construção explicou a questão. “Estamos tendo que buscar cimento em outros Estados. O produto chega aqui com um custo aproximado de R$24. Estamos trabalhando apenas para cobrir as despesas e não deixar os clientes na mão”, disse.

    Questionado sobre as razões que levaram a essa situação, Amilton respondeu que acredita ser pelo fato das indústrias de cimento não terem se reparado por antecedência. “Acho que elas não imaginavam esse aumento de demanda”, disse. A situação não se restringe apenas a Mato Grosso. As vendas de cimento no mercado brasileiro atingiram 33,297 milhões de toneladas nos primeiros oito meses do ano, uma alta de 14,97% em relação ao observado entre janeiro e agosto do ano passado, quando foram vendidas 28,961 milhões de toneladas de cimento no país

     

    Fonte; Só notícias
    12-09-2008 | 11:09
    O aumento dos juros básicos, anunciado ontem (10) pelo Banco Central (BC), mesmo com crescimento da economia acima do esperado e indicações de redução da inflação no país, gera divergências entre analistas econômicos.

    Para o economista, Roberto Padovani, do Banco WestLB do Brasil, ao elevar os juros o BC não estava combatendo a inflação de curto prazo, mas o risco futuro de alta dos preços. Isso porque a inflação no país é influenciada pelo preço das commodities, que se reduziu recentemente. “Mas ninguém sabe o que vai acontecer com as commodities”, disse Padovani.

    O especialista analisa ainda que o BC quer impedir que a inflação cresça acima do potencial, o que também pode gerar inflação. Na opinião de Padovani, o fato de a decisão do BC não ter sido unânime, quanto ao nível de aumento dos juros, indica que nas duas próximas reuniões o ajuste para cima deve ser de meio ponto percentual e não mais de 0,75 ponto percentual.

    O economista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Dércio Munhoz, no entanto, argumenta que ao elevar a taxa básica de juros, o BC quer evitar que investidores estrangeiros que aplicam recursos em títulos públicos saiam do país. Isso porque a Selic remunera essa modalidade de investimento. “O Banco Central sobe a taxa Selic para manter o rendimento real para os investidores”. Esse tipo de aplicação é criticada por não ser caracterizada pelo interesse duradouro do investidor na economia.

    Munhoz afirma que os impactos dos aumentos da Selic na economia neste ano vão levar o governo a pagar R$ 35 bilhões de juros da dívida, a aumentar os custos de produção e a reduzir o poder de compra dos salários. Na opinião de Munhoz, o fato positivo na economia são os aumentos recentes do dólar, o que pode levar a recuperação do poder competitivo de alguns setores e estimular as exportações. “O aumento das exportações pode anular os impactos das medidas do BC. Mas a gente não sabe se como será comportamento do dólar”, afirmou.

     

     

    Fonte: Só notícias
    11-09-2008 | 12:09
    A construção civil foi o segmento de maior destaque na indústria no segundo trimestre, com crescimento de 9,9% na comparação com o segundo trimestre de 2007. "Esse crescimento foi muito influenciado pelas obras públicas e no primeiro trimestre a alta da construção civil também foi próxima de nove", disse Rebeca Paliis, gerente contas trimestrais do IBGE. Ela citou também que houve crescimento do crédito direcionado à habitação de 26,7% no período. "A população ocupada na construção está crescendo 5%".

     

    A indústria extrativa mineral cresceu 5,3% no segundo trimestre ante o mesmo período de 2007, influenciada, principalmente, pelo setor de petróleo e gás, de maior peso, que se expandiu 5,1%. A extração de minério de ferro aumentou 7,3% nessa comparação. Já a indústria de transformação registrou alta de 4,8%, tendo como destaques máquinas e equipamentos, automóveis, metalurgia, material elétrico e produtos químicos.

     

    Os serviços industriais de utilidade pública (Siup), como energia elétrica, água e saneamento tiveram expansão de 4,5%. "O que puxou para cima aí foi o gás. A energia elétrica apresentou taxa mais baixa", contou Rebeca. Setor externo - O setor externo manteve, no segundo trimestre de 2008, a contribuição negativa sobre o PIB que vem sendo registrada desde o primeiro trimestre de 2006, segundo Rebeca. Isso ocorre porque as importações são contabilizadas com sinal negativo no cálculo do PIB e estão crescendo acima das exportações.

     

    No segundo trimestre, segundo Rebeca, houve aceleração no aumento das importações e exportações, especialmente por causa do fim da greve dos auditores federais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    O Plenário do Senado rejeitou nesta quarta-feira, 10, as emendas apresentadas pela Câmara dos Deputados ao projeto de lei que regula os consórcios (PLS 533/03), mantendo assim a forma original da proposta, aprovada em decisão terminativa pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em março de 2006. De autoria do ex-senador Aelton Freitas, o projeto será encaminhado à sanção. Uma das principais inovações do projeto é permitir que o consorciado utilize o saldo do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) inclusive para dar lances.

     

    Designado relator ad hoc do projeto, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) explicou que as emendas, que procuravam reduzir os custos burocráticos na transferência de bens adquiridos via consórcio, eram desnecessárias, tendo em vista que o Código Civil já dispõe de forma semelhante às correções propostas. O líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e o senador José Agripino (DEM-RN) também disseram ser contrários às emendas.

     

    Pela proposta, o trabalhador poderá utilizar parte do saldo do FGTS na liquidação de saldo devedor ou para efetuar lance em consórcio imobiliário. O projeto também determina que quem atuar como administrador de consórcio sem a prévia autorização do Banco Central poderá ser punido com prisão de quatro a oito anos e com pagamento de multa equivalente a 100% das parcelas já recebidas e a receber no referido consórcio.

     

    O projeto define consórcio como a reunião de pessoas físicas ou jurídicas em grupo, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, promovida por uma administradora de consórcio, com o objetivo de facilitar aos integrantes, em igualdade de condições, a aquisição de bens ou serviços por meio de autofinanciamento.

     

    A matéria estabelece que o grupo de consórcio será representado por sua administradora, em caráter irrevogável e irretratável, ativa ou passivamente, em juízo ou fora dele, na defesa dos direitos e interesses coletivamente considerados e para a execução do contrato de participação em um grupo de consórcio, por adesão.

     

    De acordo com a proposta, o interesse do grupo de consórcio prevalece sobre o interesse individual do consorciado. O grupo de consórcio é autônomo em relação aos demais e possui patrimônio próprio, que não se confunde com o de outro grupo, nem com o da própria administradora.

     

     

     

    Fonte: CBIC
    11-09-2008 | 12:09
    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 10, parecer favorável ao projeto de lei que assegura às famílias com renda mensal inferior a três salários mínimos, residentes em áreas urbanas ou rurais, o direito a assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social para sua própria moradia.

     

    Pelo PLC 13/08, o direito à assistência técnica abrange todos os trabalhos do projeto, acompanhamento e execução da obra, a cargo de profissionais das áreas de Arquitetura, Urbanismo e Engenharia, necessários para edificação, reforma, ampliação ou regularização fundiária da habitação. Os serviços serão custeados por recursos de fundos federais direcionados à habitação de interesse social, por recursos públicos orçamentários ou por recursos privados.

     

    O projeto estabelece também que os serviços de assistência técnica devem priorizar as iniciativas a serem implantadas sob regime de mutirão e aquelas em zonas habitacionais declaradas por lei como de interesse social.

     

    Ainda de acordo com o projeto, a assistência técnica tem, entre outros objetivos, os de qualificar o uso e o aproveitamento racional do espaço edificado e de seu entorno; evitar a ocupação de áreas de risco e de interesse ambiental; e possibilitar a ocupação do sítio urbano conforme a legislação urbanística e ambiental.

     

    Em seu voto favorável ao projeto, o senador Paulo Paim (PT-RS) lembra haver, no Brasil, além de déficit de sete milhões de moradias, incontáveis núcleos urbanos mal planejados. Segundo ele, serão relevantes os ganhos sociais que decorrerão da assistência técnica proposta: "Não apenas as famílias e comunidades carentes poderão ver melhoradas suas condições de habitabilidade, como também os núcleos urbanos se beneficiarão generalizadamente de ocupações mais planejadas e qualificadas", afirma o senador.

     

    O projeto será agora examinado pelo Plenário.

     

     

    Fonte: CBIC
    11-09-2008 | 12:09
    Mantega avaliou que o crescimento econômico tem uma qualidade melhor do que em outros períodos porque vem acompanhado da desaceleração da inflação. Ele lembrou que a pesquisa Focus realizada pelo Banco Central junto ao mercado já reduziu a previsão do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano, de 6,56% para 6,27%. "Portanto, abaixo do limite da expansão da meta de inflação", afirmou. A banda superior da meta de inflação é de 6,5%.

     

    O ministro acrescentou que a qualidade do crescimento é constatada ainda pelo aumento dos investimentos, que tiveram um acréscimo maior no segundo trimestre do que o registrado no primeiro trimestre, quando já havia sido de 15,2%. "Esse crescimento sólido da economia vem sendo puxado por investimentos. Isso significa que a demanda está crescendo, mas que também está tendo aumento de oferta", explicou. "A Formação Bruta de Capital Fixo cresceu quase três vezes mais do que a expansão do PIB. Isso é um bom indicador".

     

    Aperto fiscal - Mantega disse que o maior esforço fiscal do governo desacelerou os gastos do setor público no segundo trimestre deste ano. "Com o superávit primário maior, o consumo do governo desacelerou entre o primeiro e o segundo trimestres. Isso era previsto". Mantega também destacou que o setor agropecuário, que apresentou aceleração da atividade, mostra que os agricultores "estão aproveitando os bons preços do mercado doméstico e internacional". O maior ritmo de crescimento foi elogiado pelo ministro, que citou como bom exemplo o aumento dos estoques do País no período.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    Seminário - Foi aberto na manhã de segunda-feira (8), o seminário que marca o início do treinamento aos funcionários do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) de Mato Grosso, e aos profissionais e entidades de classe do Sistema. O objetivo é capacitar os colaboradores da sede e inspetorias, pois a partir de 15 de setembro, todos os serviços do Crea funcionarão pela internet. A novidade foi desenvolvida pelo Crea do Rio Grande do Sul, na administração do presidente Engenheiro Agrônomo Gustavo Lange. O Crea será o segundo Conselho, entre 27, a implantar a novidade.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09

    Diante do forte crescimento de 6% registrado pela economia brasileira no primeiro semestre deste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou em 0,75 ponto porcentual a taxa Selic, para 13,75% ao ano, pela quarta vez consecutiva. Desta vez, no entanto, não houve unanimidade na decisão. Cinco diretores do Banco Central (BC) votaram pelo aumento de 0,75 e três para avanço de 0,50 ponto percentual.

     

    A decisão, sem viés, veio de acordo com a expectativa geral do mercado financeiro -dos 55 analistas consultados pela Agência Estado, 54 apostavam que o Banco Central (BC) repetiria a dose dada na última reunião realizada pelo Comitê.

     

    Julho - Antes da reunião de ontem o Copom havia se reunido no dia 23 de julho, ocasião em que decidiu corrigir a taxa básica de juros (Selic), aumentando-a dos então 12,25% para 13% ao ano. Naquela ocasião, a decisão foi tomada por unanimidade e sem viés, conforme nota divulgada pelo Banco Central ao final da reunião do Copom.

     

    Segundo os membros do Copom, o aumento é necessário para conter o aumento do consumo interno e manter a inflação o mais próximo possível do centro da meta de 4,5% ao ano.

     

    Este foi o quarto aumento da taxa neste ano. Na reunião realizada no mês junho, o Copom havia aumentado a taxa de juros de 11,75% para 12,25% ao ano. Em abril, a alta foi também de meio ponto percentual, com a taxa passando de 11,25% para 11,75%.

     

    Também chamada de Selic, porque remunera os títulos depositados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia, a taxa básica de juros estava estacionada em 11,25% desde setembro do ano passado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país, totalizou R$ 716,9 bilhões no segundo trimestre do ano, um crescimento de 6,1% em relação ao mesmo período do ano passado e 1,6% em relação ao primeiro trimestre. Com esse desempenho, o PIB acumula R$ 1,38 trilhão nos primeiros seis meses do ano, um crescimento de 6%, na maior variação semestral desde o primeiro semestre de 2004, quando a expansão foi de 6,6%. No ano passado, o PIB no primeiro semestre crescera 4,9%.

     

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também reviu o crescimento do PIB do primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, de 5,8% para 5,9%. A alteração foi motivada pelo desempenho do setor agropecuário, cujo crescimento foi revisado de 2,4% para 3%. Segundo a gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, o PIB do segundo trimestre apresentou uma "pequena aceleração" em relação à expansão do primeiro trimestre, "apesar do aumento" da taxa efetiva Selic ao ano de 11,2% no primeiro trimestre para 11,7% ao ano no segundo trimestre.

     

    Segundo ela, a alta dos juros "leva um tempo para ter efeito sobre a economia". Além disso, de acordo com Rebeca, há duas atividades que foram responsáveis pela aceleração do aumento do PIB "que não tem muito a ver com juros", que são a agropecuária, que apresentou alta de 3% no primeiro trimestre e de 7,1% no segundo trimestre, e as despesas de administração pública, com expansão de 1,1% no primeiro trimestre ante igual período do ano anterior, para 2,3% no segundo trimestre. Segundo Rebeca, o aumento das despesas, neste caso, responde especialmente ao aumento de contratações. Como em ano eleitoral as contratações públicas têm que ser encerradas até 5 de julho, acabam se concentrando no primeiro semestre, com efeito sobre o PIB.

     

    Ela sublinhou também o forte efeito que o consumo das famílias, impulsionado sobretudo pela massa salarial e os investimentos, sob influência da produção e produção de máquinas e equipamentos e a construção civil, tiveram sobre o PIB.

     

    Investimentos - Os investimentos, computados pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), foi recorde no segundo trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado, com aumento de 16,2%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    A partir de agora, a servidora pública estadual terá direito à licença maternidade de seis meses e não mais de apenas quatro. É que o governador Blairo Maggi sancionou ontem, no Salão Nobre do Palácio Paiaguás, o projeto de lei, de autoria do deputado Airton Rondina (PP), o Português, que amplia de 120 para 180 dias a licença maternidade no serviço público de Mato Grosso.

     

    A decisão de Blairo Maggi é inédito em Mato Grosso e serve de exemplo para os 141 municípios, já nenhum possui ainda a licença ampliada de 180 dias, com as leis aprovadas pelos respectivos legislativos. No seu discurso, ao lembrar da sua infância, o governador observou que no passado, e ainda hoje em zonas rurais, a licença maternidade é muito menor ou mesmo inexistente.

     

    Segundo ele, no passado, a mãe trabalhava em casa e sempre estava com o filho como ainda acontece com regularidade nos dias de hoje no campo. Atualmente, principalmente na zona urbana, as mães trabalham fora durante o dia todo, e muita vezes, encontram seus bebês dormindo quando retornam. "Vamos aproveitar estes dois meses não só para os filhos que estão chegando, mas também para aqueles que estão pedindo um pouco mais de carinho. O foco principal tem que ser sempre a família", destacou.

     

    A expectativa do Estado é que o exemplo seja seguido pelos municípios e a iniciativa privada, informou secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki. Ele elogiou a lei e avaliou que a sua implantação traz para o debate o modelo de sociedade que estamos construindo. "O Estado está crescendo em ritmo acelerado, com muitas transformações na sociedade. É triste, mas muitas vezes percebemos que esta sociedade está doente. Pais agredindo filhos, alunos depredando escolas e ofendendo professores, jovens que não respeitam pessoas mais velhas. É este exemplo que queremos deixar para o futuro?", indagou.

     

    Eumar Novacki afirmou que os ajustes na administração irão acontecer conforme os casos que surgirem devido ao maior período de licença forem se apresentando. "O importante de destacar é que a lei que amplia o direito não é uma despesa, mas sim um investimento do Estado na família", ressaltou. Por isso, o governo não se preocupou com custos ao adotar a lei.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    A redução do crescimento da indústria foi um bom resultado para o governo, na análise do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ao comentar o resultado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o crescimento da economia, o ministro disse que a desaceleração de 7% para 5,7%, do primeiro para o segundo trimestre, era uma expectativa da equipe econômica.

    "Também é bom. É a tal desaceleração que nós estávamos querendo promover".

    Na indústria, o destaque, segundo ele, ficou com a construção civil, que, no primeiro trimestre, tinha crescido 8,8% e passou 9.9%. O setor foi considerado muito importante pelo ministro pois é um dos que mais geram emprego no país e não necessita das importações.

    "Um dos problemas que nós temos é que a economia está crescendo, mas as importações também estão crescendo. É tudo produção local. Utiliza bens não comercializáveis no mercado internacional", afirmou.

    Outro setor destacado por ele foi o de serviços, que cresceu 5% no primeiro trimestre e, no segundo ficou, em 5,5%.

    Mantega citou também o desempenho do setor agrícola, que cresceu, no primeiro trimestre, 1,1% e, no segundo, passou para 7,1%. Na sua análise, o setor aproveitou os bons preços nos mercados interno e externo e cresceu mais.

    Bem humorado, o ministro evitou dizer que a economia do país era "robusta", como tem dito em várias ocasiões. "Nós estamos vendo o retrato de uma economia, eu ia dizer robusta, mas não disse. Disse que cresce com um investimento puxando um consumo forte, porém mais moderado e deveremos terminar o ano com uma performance muito boa, entre 5 a 5,5%".

     

    Fonte: Olhar Direto
    11-09-2008 | 12:09
    Ao mesmo tempo em que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país, confirma o momento de dinamismo da economia, também sinaliza uma “certa apreensão”.

    A avaliação é do economista da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape), da Fundação Getulio Vargas (FGV), José César Castanhar.

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (10) que o PIB cresceu 6% no primeiro semestre deste ano e 6,1% no segundo trimestre, na comparação com o segundo trimestre do ano passado.

    Segundo o economista, o resultado do PIB “tem um lado positivo, que reflete esse dinamismo que a gente tem observado na economia brasileira, com o crescimento dos vários setores da economia e dos investimentos”.


    Sua apreensão reside no aumento dos juros, cuja tendência vem se registrando desde março, quando a taxa básica de juros estava em 11,25% ao ano. “Você, provavelmente, deve esperar uma redução desse ritmo de crescimento [do PIB]”, avaliou.

    Castanhar acredita que o segundo semestre não terá um crescimento tão acentuado, com reflexos já em 2009. Ele acredita que a taxa de 2008 seja de 5,4%, a mesma de 2007. “Ou, talvez um pouco mais, aproveitando esse impulso que a economia recebeu ao longo do ano passado”.

    No entanto, a perspectiva de um agravamento da crise imobiliária norte-americana pode afetar a economia brasileira e levar a um PIB menor, de 4%. Apesar das preocupações, a visão de Castanhar para a economia nacional é que "mesmo no cenário negativo, o Brasil fica numa situação favorável em comparação à economia mundial. Mas, frustrante em comparação ao que poderia estar fazendo”, concluiu.

     

     

    Fonte: Olhar Direto
    11-09-2008 | 12:09
         A arrecadação de impostos sobre produtos cresceu de forma mais significativa do que vinha sendo notado em períodos recentes, segundo dados do PIB (Produto Interno Bruto), divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 
          
         De janeiro a junho, foram arrecadados, em valores correntes, R$ 213,2 bilhões. Isso representa incremento de 8,3% sobre o que fora verificado em igual período no ano passado. 
          
         No segundo trimestre, tal arrecadação foi de R$ 108,3 bilhões, 8,5% acima do constatado de abril a junho de 2007. 
          
         A gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, destacou que o montante gerado com impostos sobre produtos teve elevação acima do Valor Adicionado a Preços Básicos (soma dos valores correntes dos setores produtivos da economia), que subiu 5,6% no semestre, e 5,7% de abril a junho. 
          
         O aumento na arrecadação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) contribuiu de forma decisiva para o resultado. 
          
         "Há também o imposto sobre importação, cuja arrecadação cresceu 25% no trimestre e influiu no total dos impostos sobre produtos", afirmou Palis. 
          
         O PIB teve expansão de 6,1% no segundo trimestre de 2008, na comparação com igual período no ano passado. No acumulado do semestre, o incremento foi de 6% em relação ao período de janeiro a junho de 2007. Ao todo, a economia movimentou R$ 716,9 bilhões de abril a junho e R$ 1,3 trilhão no primeiro semestre. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    11-09-2008 | 12:09
    O recente quadro de arrefecimento das commodities no mercado internacional, que fez com que a inflação caísse, dá margem para que o BC (Banco Central) seja menos cauteloso e afrouxe um pouco a política monetária daqui para frente. Com isso, o país teria condições de manter o nível de consumo em alta e o crescimento da economia em ritmo elevado, mesmo em meio a turbulências no cenário internacional.

     

    Para o professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Ricardo Araújo, a inflação já está acomodada e não se espera uma desaceleração tão forte da economia na segunda metade do ano. Ele evita fazer projeções, mas estima que um crescimento entre 5% e 5,5% ao longo de 2008 é perfeitamente possível.

     

    Araújo acrescenta que acha exagerado mais um aumento de 0,75 p.p. (ponto percentual) por parte do BC, que se reúne hoje para decidir se mexe na taxa Selic de juros. Para o economista, essa medida poderia inviabilizar a continuidade do crescimento, principalmente no ano que vem.

     

    "O BC pode ser menos cauteloso. Uma nova subida mais forte poderia prejudicar o crescimento em 2009", afirmou.

     

    O Iedi (Instituto de Estudos para Desenvolvimento Industrial) destaca, em boletim, que a economia mantém ritmo de crescimento expressivo, com "monótona repetição de taxas de evolução". Diante disso, desconsidera a tese de que a expansão econômica estaria criando pressões inflacionárias.

     

    Economista-chefe da corretora Concórdia, Elson Teles avalia que o aperto dos juros e o cenário externo resultarão em uma leve desaceleração para o segundo semestre, com crescimento entre 4% e 5%. Ele considera a preocupação do BC procedente, já que mesmo com os alimentos em queda, há alguns preços livres em aceleração, e que podem impactar a inflação daqui para frente.

     

    "O trabalho do BC é mitigar essa questão. Acredito que vai continuar sinalizando austeridade. As coisas não estão muito claras, e o BC pode continuar controlando essa demanda", explicou Teles.

     

    Mesmo com a inflação em alta no primeiro semestre --3,64% de janeiro a junho, ante 2,08% no primeiro semestre de 2007-- o consumo das famílias continuou em expansão significativa no período. Houve acréscimo de 6,7% no segundo trimestre, ficando em R$ 429,627 bilhões, e acumulou alta de 6,7% de janeiro a junho (R$ 841,985 bilhões), sempre na comparação com iguais períodos em 2007.

     

    "Ao mesmo tempo, renda, emprego e crédito continuaram crescendo e explicam a contínua aceleração do consumo", observa Teles.

     

    O consumo das famílias, que responde por mais de 60% da ótica da demanda do PIB (Produto Interno Bruto), vem crescendo em ritmo superior ao da economia. Além de segurar o ritmo do consumo, a continuidade da subida da taxa de juros poderá desacelerar a taxa de investimento, que foi recorde nos seis primeiros meses de 2008.

     

    "No segundo semestre, espera-se uma redução do ritmo de crescimento do investimento, mas há condições de que a taxa volte ao ritmo atual no ano que vem", observou Araújo, que considera que o Brasil está descolado "quase que por completo" da crise internacional.

     

    Fonte: O documento
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