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Sábado, 22 de Julho de 2017
NOTÍCIAS
    09-10-2008 | 11:10
    "Para o governo brasileiro combater a crise, a primeira coisa que precisa fazer é reduzir os gastos e, para isso, é preciso baixar os juros com que o país rola sua dívida", afirmou ontem o vice-presidente da República, José Alencar. "Eles (os juros) são despropositados em relação ao mercado internacional", declarou, após participar, no Museu Nacional, em Brasília, da cerimônia de abertura da 2ª Bienal Brasileira de Design.

     

    A uma pergunta sobre a possibilidade de redução dos juros pelo Banco Central (BC) como fizeram ontem os BCs de vários países, Alencar respondeu que "pode ser", mas acrescentou que esse assunto não foi tratado na reunião de Coordenação Política com o presidente Lula, no Palácio do Planalto, da qual participou também o presidente do BC, Henrique Meirelles.

     

    Alencar afirmou que o governo está preocupado com a crise internacional, mas tranqüilo em relação à situação brasileira. Segundo ele, o sistema bancário brasileiro é "muito sólido", porque "não fez nenhuma aventura". O vice-presidente considerou "uma ação de rotina" a adoção de medidas pelo BC para dar liquidez ao mercado. "Se está havendo alguma escassez de dólares no mercado, então é preciso que haja moeda. É para isso que existe o Banco Central, não há nada de anormal nisso. Até porque é uma parcela pequena (de dólares que está sendo vendida pelo BC)", disse Alencar.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-10-2008 | 11:10
    A crise ganhou proporções incendiárias no mercado financeiro global ontem com a Bolsa de Tóquio perdendo 9,38%, na maior queda porcentual em 21 anos, o que nas palavras do primeiro-ministro japonês, Taro Aso, foi algo "além da imaginação". A declaração do primeiro-ministro poderia também ser aplicada ao que ocorreu depois. Nove bancos centrais decidiram cortar os juros básicos para conter a crise. Além disso, novos planos de ajuda ao sistema financeiro e de garantia aos depósitos vão sendo anunciados, como no Reino Unido, Itália e Hungria. Mas à medida que governos e instituições agem, em conjunto ou isoladamente, mais focos de incêndio aparecem.

     

    O corte coordenado na taxa de juros pelos bancos centrais dos Estados Unidos, China, da Zona do Euro (que engloba 15 países), Reino Unido, Canadá, Suíça, Hong Kong, Emirados Árabes e Suécia, embora tenha sido visto como um passo na direção certa, não foi suficiente para acalmar os investidores nas principais praças financeiras, com as Bolsas de Valores despencando em todo o mundo. O dólar chegou a disparar 9% em relação ao real pela manhã e o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) a cair na mínima de 6,33%. O índice brasileiro fechou em queda de 3,85%, aos 38.593,54, após ter até operado em alta, na máxima de 0,75%. A cotação de cotação é a menor pontuação desde 11 de outubro de 2006. Nos Estados Unidos, o Dow Jones caiu 2%, o S&P-500 recuou 1,14% e o Nasdaq Composite perdeu 0,83%.

     

    Nas máximas, o Dow chegou a subir 1,92% e o S&P-500 +2,49%, mostrando o dia de montanha russa do mercado acionário. Na Europa, após a ação dos BCs, o londrino FTSE 100 caiu 5,18%. O CAC-40, de Paris, perdeu 6,31%. Em Frankfurt, o DAX cedeu 5,88%.

     

    A redução dos juros comanda ontem pelos BCs, conforme chamou a atenção o economista de um banco estrangeiro, em e-mail a clientes, "pode contribuir, em parte, para restabelecer a confiança (que é a questão fundamental), mas como diz o Banco de Inglaterra não resolverá o problema de fundo, que continua a ser a necessária a recapitalização dos bancos".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-10-2008 | 11:10
    A campanha de vacinação contra a rubéola foi prorrogada pela segunda vez porque Mato Grosso não atingiu a meta, que é de 1,5 milhão de pessoas. Até ontem, 85% do total haviam tomado a vacina no Estado, enquanto a quantidade aceita pelo Ministério da Saúde é 95%. O "término é dia 15 deste mês. O representante da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Jorge Medrano, diz que no aglomerado urbano de Cuiabá e Várzea Grande, cerca de 100 mil habitantes entre 12 e 39 anos ainda não foram imunizados. Para ele a situação mostra que o problema não é o acesso à dose e sim questões culturais. As pessoas procuram o sistema de saúde quando estão doentes e não para fazer a prevenção.

     

    Além dos posto de saúde, as vacinas estão sendo disponibilizadas em locais públicos como praças, terminais rodoviários e empresas. A oferta irá aumentar nos próximos 6 dias da campanha, segundo a represente do Conselho Regional de Medicina, Iracema Maria Queiroz. Ela faz parte da equipe de vacinação e afirma que a estratégia é buscar as pessoas que não receberam a dose.

     

    Dos 141 estados que compõem Mato Grosso, 50% já alcançaram entre 95% e 100% da meta. Um dos problemas enfrentados pelos profissionais de saúde são os mitos que envolvem a vacina. Algumas pessoas falam que ela esteriliza quem toma e outras dizem que causa febre, bem como reações adversas. O assessor especial da Superintendência de Vigilância em Saúde, Benedito Oscar de Campos, declara que nenhuma das informações é verdadeira.

     

    A composição da dose é segura, mas em alguns casos, considerados raros, gera uma febre leve, como em ocorre em qualquer tipo de vacina. O Brasil é o único país da América Latina que ainda não está imunizado contra a doença. A Argentina também faz campanha, mas destinada aos homens porque a população feminina está imunizada.

     

    O que é- Os sintomas são leves nos adultos e muitos confundem a rubéola com outra viroses. Entre eles está febre e algumas manchas vermelhas na pele. A maioria das pessoas com mais de 40 anos já foram contaminados, mas não sabem. A vítima do vírus são os fetos. Quando a mãe contrai a doença durante a gestação, o bebê nasce com sequelas irreversíveis com surdez, deficiência visual, de locomoção e até problemas neurológicos.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-10-2008 | 11:10
    A greve dos bancários, que é por tempo indeterminado, paralisou o atendimento das agências em Cuiabá e Várzea Grande, com exceção das unidades do Bradesco, o que significou que 75 instituições amanheceram fechadas ontem. Apenas os caixas eletrônicos estavam liberados à população. Logo cedo, era possível observar os cartazes e faixas de "greve" pregados nas fachadas dos principais bancos da região central dos dois municípios. Em alguns o expediente funcionou só internamente. Há tendência de crescimento da adesão em Cáceres, Sinop, Chapada dos Guimarães, Barra do Garças e Sinop, onde os bancos públicos já estão sem expediente. Além de Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Bahia, Rio de Janeiro, Pará, Amapá, Rondônia, Espirito Santos, Acre, Ceará, Pernambuco e o Distrito Federal aderiram ao movimento por tempo indeterminado.

     

    Existem em torno de 4 mil trabalhadores em Mato Grosso, em 94 cidades. A tendência é que todos cruzem os braços para pressionar a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) a conceder um reajuste de 13,28%, sendo 5% de aumento real ao salário, o restante é de perdas inflacionárias do período. Ao todo, são 5 principais reivindicações, que incluem aumento piso salarial, reforço da segurança interna e externa, diminuição da pressão por venda de pacotes de produtos e assédio moral, além de mais contratações. Só no Estado, seria necessário no mínimo mais 20% de funcionários para dar conta do número crescente de clientes.

     

    O presidente do Sindicato dos Bancários e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Seeb) em de Mato Grosso, Arilson Silva, explica que houve 6 rodadas de negociação, mas os banqueiros não estão dispostos a flexibilizar os valores, mesmo quando são mostrados que os lucros das instituições são absurdos. O diálogo para a campanha salarial 2008 começou no início de setembro. Uma paralisação de 24h ocorreu no último dia 30, quando 90% das agências de Cuiabá e Várzea também ficaram fechadas, mas "o sinal de alerta", segundo Silva, não serviu para nada.

     

    Esclarecimento - Funcionários dos bancos e sindicalistas percorreram agências bancárias para paralisar as atividades durante todo o horário de funcionamento, distribuir panfletos e fazer orientações à população. Silva justifica que a paralisação é legal, pois foi divulgada com antecedência e não prejudicou o atendimento nos caixas eletrônicos. O Bradesco não integrou a mobilização porque tem uma liminar da Justiça.

     

    Outro lado - A equipe de reportagem não teve retorno da Fenaban.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    08-10-2008 | 12:10

    Desde a última sexta-feira 32 trabalhadores da construção civil em Cuiabá estão participando do projeto piloto “Formação Inicial e Continuada com Elevação de Escolaridade FIC/Proeja”. Eles estão recebendo qualificação técnica e terão suas respectivas escolaridades elevadas.

     

    Os trabalhadores foram indicados pelo Sindicato das Indústrias da Construção de Mato Grosso - Sinduscon/MT, Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e Prefeitura Municipal de Cuiabá.

     

     

    O projeto objetiva a valorização do trabalhador e uma performance técnica mais apurada em sua área de atuação. Os trabalhadores/alunos recebem informações sobre atividades como alvenaria, pintura, hidráulica, elétrica, entre outros, além da formação sócio-cultural e educacional.

     

     

    O curso terá a duração de dois anos e as aulas acontecem de segunda a sexta-feira, no Centro de Educação Federal Tecnológica de Mato Grosso – Cefet. As aulas acontecem sempre das 17 às 20 horas. No Cefet-MT coordenam os trabalhos o pedagogo, especialista em Educação e Licenciado em Topografia, José Luis Leite e a pedagoga, especialista em Desenvolvimento Humano nas Organizações e Educação de Jovens e Adultos, Jacira Soares.

     

     

    O projeto é uma iniciativa do Ministério da Educação e importância da sua aplicabilidade se baseia, principalmente, no fato de que a maioria dos profissionais que atuam no setor da construção civil não completaram o ensino fundamental.

     

     

    Os trabalhadores que estão participando do projeto passaram por uma seleção no Departamento da Construção Civil do Cefet-MT.

     

    Da Assessoria

     

    08-10-2008 | 12:10
    A partir do dia 20 de outubro não haverá mais apreensão de mercadorias nas barreiras fiscais de contribuintes que estiverem em dia com o fisco. Além disso, o empresário não será mais obrigado a recolher o imposto no ato da retirada da mercadoria, o débito será lançado juntamente com o Garantido Integral, na data normal de pagamento. Essas são as principais medidas, de uma espécie de pacote anunciado pelo governo do Estado em reunião com o empresariado ontem, no Palácio Paiaguás. O anúncio de mudanças no sistema de arrecadação surge após muitas reivindicações do setor empresarial, que vinha revoltado com o tratamento recebido por parte da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz).

     

    Evitando falar em desentendimento, o secretário titular da pasta, Eder Moraes, disse ao término da reunião que o encontro marcava uma reaproximação do segmento com o governo. Mas nem todas as reivindicações foram atendidas.

     

    Segundo Moraes foi assinado ontem um decreto legalizando o que ele chama de flexibilização da lei para atender os empresários. Por conta de questões burocráticas, o efeitos do decreto só entrarão em vigor a partir do dia 20 deste mês. Para ele, essa atitude evidencia intenção do governo de diálogo. Mas ele avisa que não haverá flexibilização de alíquota de imposto, somente será facilitado o trâmite das operações para não prejudicar o comércio.

     

    Na prática, as mercadorias que chegarem nas barreiras, vindas de estados incentivados, não serão mais retidas. Se o contribuinte estiver regular na Sefaz, ele receberá sua carga, ficando como fiel depositário. O imposto, em vez de ser recolhido na hora, no posto fiscal da barreira, será debitado no Garantido Integral. Outra novidade é que o markup não será cobrado em dobro por conta do Estado de origem da mercadoria ser incentivado. Moraes fez questão de deixar claro que a Sefaz não estava fazendo nada de ilegal, apenas obedecendo a lei, e que as mudanças de agora são  evitar maiores transtornos para os empresários. "Houve um apelo dos empresários para que recuperássemos o diálogo, vamos fazer isso a partir de agora".

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    08-10-2008 | 12:10
    O mercado financeiro internacional parecia ter se acalmado na semana passada quando o presidente norte-americano, George W.Bush, sancionou o pacote de ajuda ao setor, aprovado pela Câmara de Representantes dos Estados Unidos, depois de muita tensão.

     

    A expectativa era que a estabilidade econômica começasse a se restabelecer, mas não é isso que vem ocorrendo. A crise de aprofundou na Europa e espalhou pânico nos mercados internacionais, incluindo o Brasil, que, ao contrário do que o governo federal anunciara no começo do caos, não está imune às intempéries financeiras. A própria porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, anunciou em sua coletiva à imprensa, que a crise financeira já afeta mercados emergentes, como o brasileiro e mexicano, e ressaltou que medidas precisam ser tomadas.

     

    Para deixar governantes e investidores com os nervos ainda mais à "flor da pele", o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou um relatório informando que o pior da crise ainda está por vir. Segundo o documento, intitulado Relatório de Estabilidade Financeira Global, a crise deverá custar US$ 1,4 trilhão a bancos e governos em todo o mundo. Na edição anterior do relatório, em abril, o fundo havia estimado que as perdas não passariam de US$ 945 bilhões.

     

    O governo brasileiro, na tentativa de acalmar os ânimos internos e não "espantar" os investidores, tem feito declarações uma em cima da outra de que tudo está sob controle, ainda assim já colocou alguns milhões de dólares à venda.

     

    Os reflexos da crise não se restringem mais à macroeconomia, começam a afetar transações financeiras que fazem parte da vida do cidadão comum. O setor de automóveis, por exemplo, que este ano já bateu recorde histórico de vendas, com medo de um futuro incerto, reduziu o prazo de financiamento para a compra de 84 para 72 meses e deve chegar a 60 meses. Quem sonhava em ter o carro próprio agora vai pensar duas vezes antes de se endividar. O dinheiro para operações financeiras do dia-a-dia ficou mais caro. Em alguns casos, as taxas de capital de giro praticadas pelos bancos passaram recentemente de 20% para 25% ao ano.

     

    Por mais que o governo federal não queira "assustar" os investidores, medidas urgentes precisam ser tomadas, antes que a crise comece a afetar a vida do trabalhador que, diferente dos banqueiros, num momento de aperto não tem a quem recorrer quando falta dinheiro para comprar o pão, pagar o aluguel, andar de ônibus e honrar com seus compromissos.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    08-10-2008 | 11:10
    Na presença de empresários, o governador Blairo Maggi assinou documento que promete dar celeridade aos produtos nas barreiras.

    A assinatura de um decreto que promoveu alterações na legislação tributária, ontem pelo governador Blairo Maggi, promete marcar um novo relacionamento entre a Secretaria de Estado de Fazenda e empresários. As alterações promovidas pela equipe do secretário Éder Moraes atinge principalmente o Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviços (ICMS).

    “Foi uma reunião positiva. Ficou clara a integração das secretarias. O pessoal (empresários) estava descontente. Todos saíram satisfeitos com o anúncio feito pelo governo”, disse o secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki.

    Segundo ele, o governador também informou aos empresários que o Estado fará um enfrentamento sério relacionado à questão tributária, no que for de sua competência, independente da proposta de Reforma Tributária do governo federal.

    De acordo com Novacki, o governador promete mudanças sérias e já encomendou um estudo para a Secretaria de Fazenda. “Nós vamos tratar do assunto com muita cautela, mas com muita coragem”, comentou Novacki o discurso feito por Maggi aos empresários, ontem pela manhã.

    As alterações feitas no ICMS têm como objetivo conferir mais celeridade aos procedimentos de fiscalização no trânsito de mercadorias oriundas de outros Estados sem, entretanto, comprometer os controles fazendários e, principalmente, a realização da receita pública.

    Algumas medidas já estão em vigor e outras serão implantadas ainda neste mês. O governador ressaltou que o Estado cobra o que é devido e que prioriza o diálogo com os setores econômicos. Contudo, destacou que a questão tributária é complexa. “Reclamar é um direito, democracia é isso. Agora, a palavra já diz ‘imposto’ é imposto, e se fosse voluntário ninguém pagaria. Cobrar imposto não é fácil”, argumentou.

    O chefe do Executivo estadual disse que determinou à Sefaz e à Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) a realização de um estudo aprofundado sobre a política tributária do Estado. O deputado estadual Sérgio Ricardo, que acompanhou a assinatura do decreto, disse que o diálogo sistemático entre o Fisco e os empresários é fundamental para promover avanços na questão tributária. “O empresariado tem muito a contribuir”, pontuou.

    ALTERAÇÕES - Entre as mudanças na legislação tributária anunciadas estão a redução do percentual de margem de lucro (markup) nas operações com pneus e câmaras de ar para efeito de tributação do ICMS. Desde o dia 1º de outubro a margem de lucro para efeito de cálculo do ICMS foi reduzida de 80% para 64% para os contribuintes que efetuarem operações com esses produtos.

    Para os contribuintes em situação regular no cumprimento de suas obrigações tributárias junto ao Fisco estadual, o percentual foi reduzido de 80% para 32%. “Vale destacar que essa redução alcança tanto a indústria dessas mercadorias como a respectiva comercialização, quer em larga escala (atacado/distribuição), quer a retalho (varejo)”, observou o secretário Eder Moraes, acrescentando que, até então, o ICMS para pneus e câmaras de ar era calculado sobre o valor da aquisição das mercadorias, acrescidos de margem de lucro em valor correspondente ao percentual de 80%.

    Em relação aos pneus importados, via Porto Seco, a carga tributária passou de 10% para 14%. “A intenção é restabelecer a livre concorrência com os pneus nacionais”, argumentou o titular da Sefaz. (Com assessoria)

    Fonte: Diário de Cuiabá
    08-10-2008 | 11:10
    Também ontem à tarde, Blairo Maggi reuniu o secretariado. Um dos assuntos tratados foi a crise mundial que assola o mundo e os possíveis reflexos para a economia de Mato Grosso. O secretário Eumar Novacki explicou que o governador tranqüilizou os secretários em função da reunião mantida com o presidente Lula, um dia antes, onde a equipe do governo Federal mostrou que a economia do país está bastante sólida.

    O governo recomendou cautela para o secretariado diante do momento de crise mundial. Mais uma vez pediu aos subordinados para “apertar os cintos”. Exigiu ainda que nenhum membro do staff deixe restos a pagar para o próximo exercício financeiro.

    Ele afirmou, segundo Novacki, que não vai permitir que nenhum secretário faça qualquer empenho este ano sem previsão de orçamento. Também será feito um trabalho maior de integração entre o governo do Estado e as ações de integração do escritório de representação de Mato Grosso, em Brasília, sob o comando de Jefersson de Castro, também secretário-adjunto da Casa Civil.

    Novacki disse que o secretário será totalmente estruturado para evitar que atividades que podem ser resolvidos por Castro leve secretários a Brasília.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    08-10-2008 | 11:10
    Cerca de quatro mil bancários decidiram cruzar os braços a partir da meia-noite, por tempo indeterminado, em protesto contra a política salarial dos banqueiros e por melhores condições de trabalho. 

    A greve foi confirmada no começo da noite em assembléia  realizada na Praça Alencastro, por mais de 300 trabalhadores.

    Na pauta da greve, os bancários cobram dos banqueiros um aumento real de 5% de sobre os ganhos, percentual equivalente a um reajuste de 13%, e ampliação na política de participação de lucros e resultados (PLR). 

    Outro ponto é o aumento escalonado do piso de R$ 921 para R$ 2 mil, no triênio, além reajuste do auxílio creche de R$ 180 para R$ 415. 

    A greve acontece em todo o país. Atualmente, Cuiabá e Várzea Grande possuem 69 agências bancárias. 

    Para a direção do Sindicato, a greve por tempo indeterminado é a única linguagem clara para os banqueiros, já que as paralisações demandam prejuízos ao setor, e por isso a greve é a única alternativa.

     

    Fonte: Olhar Direto
    08-10-2008 | 11:10

     

    Os setores de madeira, química e de alimentos e bebidas tiveram queda de faturamento  agosto, enquanto os setores de transportes, veículos automotores, papel e celulose e de material eletrônico e de comunicação registraram crescimento de dois dígitos, embora com redução de lucros em relação a julho. A redução global de lucro na indústria foi de 2,3% em relação a julho e de 0,8% em relação a agosto de 2007.

     

    Os números constam do boletim Indicadores Industriais de agosto, divulgado hoje (7) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A CNI cita aponta fatores sazonais para explicar o resultado, como o menor número de dias úteis em agosto, comparado a julho, e a superposição de índices em relação a outros meses, e desvinculando a queda da conjuntura internacional. Para a CNI, tais reflexos só poderão ser sentidos a partir de 2009.O faturamento na área de transportes cresceu em agosto 34,9%; na de veículos automotores, 23,5%; na de papel e celulose, 23,1%; e na de material eletrônico e de comunicação, 20,6%.

    Apesar das horas trabalhadas na indústria só terem se elevado 0,1% sobre julho, a CNI destaca que o crescimento nesse item acompanha um ciclo de 13 meses seguidos de variação positiva. O fato do mês de agosto ter tido dois dias úteis a menos que julho também influenciaram esse percentual.

     

    As áreas onde mais aumentou o número de horas trabalhadas no oitavo mês do ano foram as de máquinas e equipamentos, de veículos automotores, aparelhos e materiais elétricos, borracha e plástico e produtos de metal. A oferta de emprego neste ano na indústria mantém tendência de crescimento na maioria dos setores em relação aos oito primeiros meses de 2007.

     

     

    O emprego continua sendo a variável com trajetória de maior estabilidade de crescimento na indústria, com 33 meses de variação positiva: houve crescimento de 0,3% em agosto em relação a julho, mas de 4,4% em relação a agosto de 2007.

     

    A massa salarial vem perdendo a intensidade de crescimento, de acordo com o boletim Indicadores Industriais, da CNI. A redução ocorrida nos últimos dois meses, quando o crescimento da massa salarial passou de 4,6% para 3,6% em agosto, é atribuída principalmente à alta da inflação.

     

    Fonte: Mídia news
    08-10-2008 | 11:10

    Jovens e adultos poderão “dar vida” a histórias e personagens, dentro do projeto da Oficina de Animação AnimaMundi que o Sesc oferece gratuitamente entre os dia 21 e 25 de outubro, às 20h, no CineSesc Arsenal. 

    Sob orientação de profissionais especializados, o curso de teoria e prática de cinema de animação vai oferecer cursos com duas turmas, uma no período matutino e outro vespertino. As vagas são limitadas, com 20 pessoas por turmas. A duração das aulas será de 20 horas para os cinco dias de oficina. 

    Na oficina, os participantes vão elaborar filme de animação em criação coletiva do grupo, que irá aprender a elaborar o roteiro e produzirá cenas com técnicas variadas, podendo utilizar desenho, recorte ou modelagem em massinha. Inicialmente , a oficina proporciona ainda uma rápida abordagem teórica, por meio da exibição de filmes didáticos do acervo do festival Anima Mundi.

    Outras informações: (65) 3616-6918.

     

    Fonte: Mídia News
    08-10-2008 | 11:10
         Um grupo de 34 pessoas embarcam no próximo dia 11 para mais uma missão técnica. É a terceira deste semestre e, desta vez os empresários visitam a China. Além de city tour por cidades importantes como Dubay e Hong Gong, o grupo também participa da Canton Fair, considerada uma das maiores feiras do mundo. Coordenados pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, a missão conta ainda com a presença do secretário chefe da Casa Civil, Eumar Novacki e tem como objetivo buscar novos mercados.
         
         Nadaf explica que a Canton Fair é realizada na cidade de Guangzhou, no Sul da China e é um orgulho para toda a nação chinesa. Esta cidade tem sido vista como a fábrica do mundo e já conta com empresas como Honda, Audi e a Otis instaladas na região. Considerada uma das cidades mais modernas da China, Guangzhou tem rede de transporte incluindo metrô, trem e ônibus moderna, e um pouco mais rápida que as de outras cidades. Vale destacar que a cidade tem uma população de aproximadamente seis milhões de habitantes e é conhecida mundialmente pela cozinha cantonesa que nenhum visitante pode perder.
         
         De acordo com Nadaf, a cidade de Guangzhou se prepara durante o ano inteiro para receber as centenas de milhares de visitantes que vêm de toda as partes do mundo só para participar da Canton Fair, que se divide em três etapa e gera centenas de oportunidades de negócios. Na última edição foi registrada a presença de pelo menos 19 mil expositores, 211 países, 31.682 estandes e 206.149 compradores. O público que passou pela feira somou 400 mil pessoas. De acordo com Nadaf , participar desta feira é uma grande oportunidade de conhecer novos mercados e fazer contatos. “Opção é o que não falta”, destaca.
         
         Esta feira é a prova da marcha continua da gigante Ásia. Com 576 mil metros quadrados pode ser avistada de longe e num sobrevôo, a vista se torna ainda mais bonita e potente. “As chances de negócios começam já na fila de credenciamento onde o visitante recebe dezenas de folhetos de expositores e compradores”, explica.
         
         Esta missão foi organizada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com o Governo do Estado, Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat) e Sistema Fecomércio de Mato Grosso.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    08-10-2008 | 11:10
    A volatilidade de ontem no mercado acionário mundial entrou no pequeno conjunto de exemplos de oscilação reconhecidos como realmente inesquecíveis.

    Além do temor de riscos excessivos e quebras assustadoras que vem marcando o sistema financeiro norte-americano - não controlados nem mesmo com a aprovação do pacote de ajuda de US$ 700 bilhões do governo -, os investidores internacionais tomaram consciência ao longo do final de semana de duas novas graves preocupações: a contaminação do sistema bancário europeu pela crise e percepção, cada vez mais notória , de que a recessão poderá ocupar os quatro trimestres do próximo ano. No domingo, o socorro articulado pelo governo alemão para salvar seu maior banco imobiliário, o Hypo Real State, não foi suficiente para dispersar os temores e a crise de confiança do mercado com os bancos da União Européia.

    Os resultados desse quadro alcançaram as bolsas do continente com as ações européias enfrentando queda percentual recorde em um único dia.

    O índice FTSEurofirst 300 desabou 7,7%, superando a queda atingida em de 6,3% em 11 de setembro de 2001.

    As ações de bolsas e commodities tiveram as perdas mais graves. O Royal Bank of Scotland caiu 20,2%; o Barclays, 13,8%; e o UBS, 12,4%.

    Já os papéis da British Petroleum despencaram 7,7%, enquanto as da Royal Dutch perderam 9,9%.

    Ontem, os governos europeus passaram o dia blindando bancos, com a Alemanha mudando de posição e garantindo proteção das contas correntes, levando países como Holanda e Dinamarca a acompanhá-la.

    Porém, seguidas reuniões dos ministros da área do euro eram interrompidas porque eles eram chamados por seus governos para consultas.

    quanto a planos de resgate de bancos. Nesse quadro seria difícil evitar o comportamento de "efeito manada".

    Os dois grandes novos fatores de medo, a crise bancária européia e a convicção de que a recessão será mais forte que o previsto, patrocinaram cenas de desespero na Bovespa, que, de fato, alcançou a maior queda, desde 10 de setembro de 1998, quando a bolsa brasileira chegou a perder 15,8%.

    É preciso, no entanto, observar que a economia real brasileira não emite qualquer sinal de que acompanhará a debacle do mercado acionário mundial.

    O País, obviamente, não passará ao largo de toda essa crise, mas são contundentes alguns sinais de que o mercado no Brasil tomou decisões sob forte estresse emocional.

    Desta vez, a Europa e os EUA dividem um contexto de crise, originada na bolha imobiliária americana, que não chegou às fronteiras financeiras do Brasil.

    Nesse aspecto, do contágio direto da essência da crise financeira mundial, há um certo descolamento do cenário brasileiro.
     Essa constatação não significa que o estresse emocional não tomou conta do mercado acionário nacional. Porém, o melhor exemplo da inconsistência desse comportamento, pautado pelo medo e pânico, está na divulgação dos dados coletados no próprio mercado financeiro sobre a realidade da economia brasileira.

    O Boletim Focus, elaborado pelo Banco Central e divulgado semanalmente, mostrou que as projeções de expansão do PIB para este ano foram ligeiramente elevadas de 5,18% na semana passada para 5,20 % ontem.

    Para o próximo ano, o mercado praticamente não alterou sua projeção em torno de 3,65% de expansão.

    A Selic manteve-se
    inalterada em 14,75% para 2008, com a mediana do IPCA estável em 6,14% neste ano, com queda da previsão de 4,90% para 4,85% para esse índice em 2009.

    O mercado também alterou a previsão de câmbio dos R$ 1,70 por dólar para R$ 1,80.

    Porém, a produção industrial manteve a mesma expansão de 5,5% para este ano, com curiosa elevação na previsão de 4,13% para 4,18% para o próximo ano. Foi nesse quadro, em que a realidade era uma e o estresse do mercado era outro, que as autoridades econômicas decidiram intervir.

    O BC vendeu ontem em leilão 29 mil contratos de swap cambial, em uma oferta de 41 mil contratos.

    Em volume esses contratos significaram US$ 1,47 bilhão, em uma operação em que o BC assume posição vendedora em câmbio e compradora em juros.

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu tanto o agravamento da crise internacional como admitiu a disposição do governo de usar de "forma inteligente" as reservas internacionais, sem comprometer o "nível elevado".

    O ministro insistiu em que a crise não é simples, mas que "hoje vivemos um momento de irracionalidade".

    O mercado entendeu que o governo brasileiro decidiu agir e a Bovespa reduziu as perdas na última hora do pregão.

    refletindo as novas medidas do governo para enfrentar a crise internacional.

    A ção oficial estava no caminho certo e o mercado entendeu a mensagem.

     

     

    Fonte: CBIC
    07-10-2008 | 11:10
    O Instituto de Metrologia e Qualidade de Mato Grosso (Imeq-MT) está colaborando com o programa "Rearborizando Cuiabá", idealizado pelo Horto Florestal. O projeto tem como objetivo, rearborizar a Capital, pois são vários os benefícios da arborização urbana. A presença de árvores reduz a emissão de gás carbônico, possibilita sombra ao longo das vias melhorando o conforto ambiental dos pedestres e dos condutores de veículos.

     

    Propicia também maior beleza à cidade seja pela forma de suas copas ou pela beleza de suas flores, potencializa a biodiversidade como insetos polinizadores, pássaros entre outros.

    O Imeq-MT doou aproximadamente cerca de 32 mil ripas de madeiras para a construção de grades de proteção. Com a doação, já foram feitas 3.400 grades de madeira, que estão espalhadas pela cidade.                                

    As ripas doadas também serão utilizadas para construção de novos bancos para o parque, além de caixas para o transporte de mudas. Vale lembrar, que o Horto tem um viveiro onde são plantadas milhares de espécies de mudas, que atendem a demanda da comunidade.

    Segundo o gerente de departamento de Parque e Jardim do Horto, Ronaldo da Costa Marques, são muitas as mudas que precisam ser transportadas. "Com as madeiras cedidas pelo Imeq-MT, serão construídas novas caixas que transportarão as mudas doadas pelo parque. Os bancos estão quase todos quebrados e velhos, com a doação das ripas será possível trocá-los", informou o gerente.

    O programa "Rearborizando Cuiabá", também conta com o apoio do Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Ministério Público Estadual, da Sinfra, da Sema e do Indea, parceiros do Imeq no programa de controle de madeiras apreendidas, da Secretaria Municipal de Infra-Estrutura (Seminfe), Secretaria municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMADES), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Comdema-Cuiabá, e Rede Cemat,.

    "Este projeto é um excelente exemplo, que a soma de esforços torna possível às instituições e empresas realizarem grandes projetos. A madeira apreendida por estar caracterizada como crime am biental, contribui para preservar a arborização urbana, possibilitando assim ganhos ambientais. Do limão fez-se a limonada" destacou o presidente do Imeq-MT, Jair José Durigon.

     

    Fonte: Assessoria/Imeq-MT
    07-10-2008 | 11:10
    A forte queda da Bolsa e a paralisação do crédito atingiram as construtoras brasileiras, e o número de empreendimentos lançados deve sofrer forte redução nos próximos meses. A previsão foi feita pelo presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo), Sérgio Watanabe.

     

    Embora o sistema de financiamento da compra de imóveis (poupança e FGTS) esteja fora da crise, as construtoras estão sendo obrigadas a financiar a execução da obra num cenário pouco amistoso para a tomada de crédito.

     

    "A busca de recursos pela via do mercado de ações está completamente descartada agora. O BNDES também não tem uma linha para financiamento imobiliário. As empresas então têm de buscar recursos num mercado praticamente parado", diz.

     

    Salvo casos excepcionais, Watanabe não acredita na paralisação geral das obras em andamento devido à restrição de crédito corporativo, mas a indústria da construção vai reduzir muito os novos lançamentos.

     

    É a forma de não ficarem expostas a um mercado adverso, afirma. Devido aos projetos lançados, a previsão de crescimento de 10% em 2008 não deverá ser atingida, mas as expectativas para 2009 não são muito favoráveis.

     

    Melvyn David Fox, presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), afirmou ontem que a previsão inicial de crescimento em 2009 também pode ser revista para baixo.

     

    Fonte: Folha on-line
    07-10-2008 | 11:10
    O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, afirmou que a instituição dará todo o apoio necessário para a continuidade da expansão do setor de construção civil do País.

    "A cadeia da construção civil deve ser firmemente apoiada.

    Chegou o momento de dar passos à frente na sua estruturação de processos produtivos, avanços de seus padrões e processo de trabalho", declarou.

    "O BNDES não faltará em apoio tanto a financiamentos com recursos quanto ao apoio a pequenas empresas inovadoras para desenvolvimento de produtos, de sistemas e de padrões com seus recursos.

    Estamos abertos a aprofundar essa agenda." Em evento realizado na Fiesp voltado ao lançamento de propostas para a modernização do setor de construção civil, Coutinho fez um breve comentário sobre a crise financeira internacional.

    "Estamos vivendo dias de grande incerteza vinda dos sistemas de crédito global, que atravessa grande dificuldade", comentou. "Mas é exatamente nesses momentos que nós temos de ter sangue-frio, discernimento e capacidade de percepção de nossos potenciais.

    E um dos potenciais da economia brasileira, que certamente permitirá que a economia continue crescendo, apesar da dificuldade do sistema internacional, é a cadeia da construção", afirmou.

    "O futuro da economia brasileira passa pelo seu desempenho." Coutinho afirmou que os investimentos do setor de construção civil devem ter atingido um montante total próximo a R$ 120 bilhões entre janeiro e setembro deste ano.

    Ele disse ainda que há uma previsão de que os investimentos totais no setor devem chegar à soma de R$ 535 bilhões de 2008 a 2011, patamar bem superior aos R$ 357 bilhões registrados de 2004 a 2007.

    Segundo Coutinho, os financiamentos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) cresceram 47% em 12 meses até agosto.

     

    Fonte: CBIC
    07-10-2008 | 11:10
    As empresas do mercado imobiliário pretendem manter os lançamentos realizados, a despeito da crise financeira mundial.

    Entretanto, para novas iniciativas, vão avaliar o comportamento do mercado, embora acreditem que, em momentos de crise, o imóvel é encarado como um dos investimentos mais seguros. O presidente da Associação das Empresas do mercado Imobiliário no Estado (Ademi-GO), Ilézio Inácio Ferreira, já fez contatos com representantes da Caixa Econômica Federal (CEF) e pretende se reunir com dirigentes de outros agentes financeiros que trabalham com financiamento habitacional (Ítaú, Santander, Bradesco, HSBC, entre outros) nos próximos dias. Monitoramento  O objetivo é garantir que as taxas de juros sejam mantidas, de forma que os clientes possam continuar financiando a compra dos imóveis. Vamos monitorar o mercado, afirmou. A entidade deve divulgar pesquisa do mercado ainda esta semana.

    Ilézio Ferreira informou que as vendas tiveram pequena queda em setembro, na comparação com agosto, devido sobretudo a sazonalidades, e não em função da crise nos Estados Unidos.

     

    Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção no Estado (Sinduscon-GO), Roberto Elias Fernandes, as fontes de recursos dos financiamentos habitacionais são a poupança e o FGTS, e portanto, não faltará crédito. Ele afirmou não acreditar que os juros subirão, pois a ameaça de retomada da inflação já foi afastada pelo governo.

    O mercado imobiliário brasileiro é comprador, porque existe carência de moradias, destacou. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-GO), Hugo Oscar Monteiro Guimarães, até o momento, as vendas de imóveis não foram afetadas pela crise financeira mundial e, portanto, ainda não houve nenhum sinal de alarme. 

     

    Fonte: CBIC
    07-10-2008 | 11:10
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliou ontem em entrevista coletiva que o mercado vive atualmente um quadro de irracionalidade e comportamento de manada. Segundo ele, este é o pior momento da crise, mas ele avaliou que é impossível que este quadro agudo continue travando o sistema financeiro por muito tempo. Ele disse que a Europa terá que fazer o ajuste, e o plano econômico dos Estados Unidos ainda necessita de decisões a serem tomadas. "Nós sairemos desta crise aguda, mas a crise não terminará tão cedo".

     

    Mantega disse que depois que os governos tomarem as medidas a situação vai melhorar, mas o quadro certamente será de taxas menores de crédito e juros mais elevado. Na sua avaliação, esse momento de hoje do mercado financeiro se deve ao fato de que o plano dos EUA ainda não foi plenamente implementado, faltando decisões que ainda serão tomadas.

     

    Esse quadro se deve ainda a piora da economia européia, com um banco alemão tendo dificuldades e a tentativa, sem sucesso, dos chefes de Estados dos países da Europa de fechar um programa. O ministro destacou ainda que os governos europeus estão se comprometendo a dar cobertura total dos depósitos para evitar corrida bancária.

     

    Mantega destacou que o grande problema atual na economia mundial é a perda de confiança nas instituições financeiras, refletida no Brasil. Ele disse que a bolsa caiu e o dólar subiu, mas esta é uma situação passageira.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    07-10-2008 | 11:10
    Mais de 60 mil pessoas ainda não se vacinaram contra a rubéola em Cuiabá. Nesta quarta-feira, completam 60 dias que a campanha está em curso. Mesmo assim, 36.180 mulheres e 31.787 homens com idade entre 12 e 39 anos continuam sob o risco de contrair a doença.

    Além de oferecer a vacina em todos os centros de saúde durante a semana – de segunda a sexta-feira -, nos últimos dois meses, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) lançou diversas estratégias a fim facilitar a vacinação.

    Montou postos em praças, escolas, durante grandes eventos públicos e até nas seções eleitorais do primeiro turno das eleições municipais. Em 15 locais de votação de Cuiabá foram disponibilizadas centenas de doses da vacina.

    De acordo com dados da coordenadoria municipal de Vigilância Epidemiológica, 3.326 foram vacinadas no transcorrer do primeiro turno das eleições. O índice foi considerado apenas razoável pela coordenadora do órgão, Ivonete Fortunato, que esperava pelo menos 5 mil imunizações nesse dia.

    A partir de hoje, a equipe de vacinação começa a criar novas alternativas de proteção da população contra a rubéola. Agora, as sedes das regionais administrativas da cidade (são quatro) vão oferecer postos de vacinação, começando pela Regional Oeste, com sede no bairro Santa Helena.

    Quem mora nos bairros Araés, Santa Helena, Alvorada, Concil, Quilombo e comunidades próximas poderá recorrer ao posto que funcionará hoje na rua Juscelino Kubitscheck, 499, antigo Centro Comunitário do Santa Helena.

    A campanha deve se estender somente até o dia 15 deste mês. A SMS alcançou nesses dois meses 76,6% da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde para o município, que é de atingir 215.910 pessoas. Ivonete disse que esperam encerrá-la atingindo pelo menos 95% do público alvo.

    Este ano, já foram notificados 11 casos de rubéola em Mato Grosso. Além de Cuiabá, houve registro da doença em Várzea Grande, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Sorriso.

    As mulheres em período gestacional correm riscos de contrair a doença e transmiti-la ao filho que está gerando, acarretando danos irreversíveis à saúde do bebê, como cegueira, paralisia e surdez. E, ainda, o nascimento precoce. Gestantes são o único público contra-indicado para a imunização.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
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