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Sábado, 29 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    09-09-2008 | 11:09
     Recentemente o Governo do Estado assinou mais seis convênios para a construção de novos residenciais do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), sendo três em Cuiabá e outros três em Várzea Grande, totalizando 2.533 unidades habitacionais. As obras já iniciaram, mas as casas devem ser entregues somente no final de 2009, assim como as inscrições para esses residenciais, que serão realizadas no decorrer do próximo ano. Informações referentes ao processo, como período e local de inscrições, realização de sorteios, modalidades do programa e requisitos básicos do proponente ao arrendamento serão divulgadas antecipadamente pela Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs).

    Segundo a superintendente de Políticas Públicas de Habitação da Setecs, Lucia Andrade, este ano não haverá mais inscrições e sorteios de unidades habitacionais. “Mesmo porque a Caixa Econômica Federal está finalizando os processos dos sorteios referentes aos residenciais entregues em 2008, sendo Ilza Terezinha Pagot, Salvador Costa Marques e Wantuil de Freitas, em Cuiabá, Aurília Curvo e Noise Curvo, em Várzea Grande”, esclareceu.

    Os novos residenciais seguem o mesmo padrão dos demais, atendendo a Lei 8221/04, regulamentada pelo Decreto Estadual 8187/06, que destina 3% do total das unidades habitacionais aos idosos e 3% aos portadores de deficiência.

    Já a renda bruta familiar exigida será variável, sendo de R$ 700 a R$ 1,5 mil para alguns residenciais, e de R$ 800 a R$ 2 mil para outro.

    PAR – O Programa de Arrendamento Residencial, do Ministério das Cidades, é financiado pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), e executado pela Caixa Econômica Federal. Em Mato Grosso, o PAR é desenvolvido em parceria com o Governo do Estado, que subsidia de 10% a 30% dos recursos, oriundos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), para a construção dos residenciais.

     

    Fonte: Olhar Direto
    09-09-2008 | 11:09
    O deputado e ex-ministro da Fazenda, Delfim Netto (PPB-SP), previu que, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) - que será realizada amanhã (9) e quarta-feira (10) - a taxa básica de juros (Selic) será elevada em 0,75 ponto percentual. Com isso, a Selic atingiria os 13,75% ao ano.

    "Depois da queda de braços entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central", disse em relação à projeção de aumento, idêntica à dos analistas de mercado consultados semanalmente pelo Banco Central, no chamado Boletim Focus. O boletim foi divulgado hoje.

    Apesar disso, em vista do quadro da economia interna, Delfim vê um quadro de acomodação, levando em conta que a inflação é um "fenômeno planetário". O deputado não acredita na possibilidade de haver um excesso de demanda de produção interna.

    Para ele, depois de várias medidas estatizantes do governo para regular a economia, possa ocorrer uma estabilização nos níveis inflacionários. Em relação ao câmbio, Delfim Netto disse que o real deveria até se valorizar em relação ao dólar porque, do ponto de vista da economia interna, o país tem boas reservas - hoje estimadas em US$ 200 bilhões - e isso garante equilíbrio na balança de pagamentos.

    O deputado participa do seminário Desenvolvimento Econômico: Crescimento com Distribuição de Renda, realizado pelo Ministério da Fazenda em comemoração aos 200 anos da pasta. Vários ex-ministros participam do evento, que vai até amanhã (9). Eles foram convidados para fazer uma retrospectiva de sua gestão.

     

     

    Fonte: Olhar Direto
    09-09-2008 | 11:09
     A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou variação de 0,20%, na primeira semana do mês, ante a coleta encerrada na última semana de agosto. De acordo com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), o índice na pesquisa anterior ficou em 0,14%.

    Das sete classes de despesa que compõem o índice, quatro registraram aumento nas taxas de variação. O grupo alimentação foi o que mais contribuiu para o resultado, cujos preços caíram 0,38% na primeira prévia do mês e, em agosto, tinham desacelerado ainda mais com variação negativa de 0,71%.

    Na seqüência, os grupos que mais contribuíram para a alta foram o de despesas diversas (de 1,04% para 1,22%); educação, leitura e recreação (de 0,26% para 0,40%); e transportes (de 0,21% para 0,25%).

    Entre os itens, de cada um dos grupos, que mais colaboraram para a alta do IPC-S estão hortaliças e legumes (que desaceleraram -6,42% na prévia de setembro e, em agosto, tiveram desaceleração maior de -8,54%), cigarros (com variação de 1,06% em agosto e 1,59% em setembro), salas de espetáculo (de 1,89% para 3,49%) e seguro facultativo para veículo (de 0,51% para 1,97%).

    Também tiveram variação negativa, mas com certa recuperação, os grupos vestuário (de -0,23% para -0,49%), habitação (de 0,72% para 0,56%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,43% para 0,38%). Em cada um desses grupos, os itens que contribuíram foram roupas (de -0,73% para -1,%), tarifa de eletricidade residencial (de 0,73% para 0,15%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,23% para 0,11%).

     

    Fonte: Olhar Direto
    09-09-2008 | 11:09
    O senador Heráclito Fortes (DEM-PI), relator na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado do projeto que muda o fuso horário de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, é favorável à aprovação do projeto, de autoria do senador Delcídio do Amaral (PT). A informação é do chefe de gabinete de Fortes, Geraldo Ferreira.

    O projeto (n° 177/2008) está pautado para a reunião da CAE desta terça-feira (9). Depois de discutido e votado, a proposta segue para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, com decisão terminativa.

    O projeto iguala o horário de Mato Grosso do Sul (e de Mato Grosso) ao horário oficial de Brasília (DF). Atualmente, a diferença entre os fusos é de uma hora de atraso em relação a Brasília. Se aprovado, a Lei entra em vigor 60 dias após a publicação.

     

    Na justificativa do projeto, o senador Delcídio lembra que a existência de três fusos no Brasil é um obstáculo à maior integração do espaço econômico nacional. Para Delcídio, a mudança apresentará, no geral, benefícios que superam os eventuais transtornos para a população, com levantar-se, às vezes, antes do nascer do sol para ir à escola ou ao trabalho.

    Hoje, além de MS a MT, não acompanham a hora oficial de Brasília Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia. A ilha de Fernando de Noronha, pertencente ao estado de Pernambuco, também tem fuso horário diferente do resto do país, mas, nesse caso, os relógios ficam adiantados uma hora em relação a Brasília.

     

    Fonte: Mídia News
    09-09-2008 | 11:09
    A Secretaria Nacional de Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional, enviou alerta de baixa umidade do ar às defesas civis dos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Bahia, Maranhão, Piauí, Tocantins, Pará e Distrito Federal.

    Entre hoje (8) e quarta-feira (10), uma massa de ar seco cobre grande parte do Brasil e mantém as condições de baixos índices de umidade relativa do ar no oeste e centro da Bahia, no centro-sul do Maranhão, no centro-sul do Piauí, no Tocantins, no sudeste do Pará, no centro-leste e nordeste do Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, no centro-norte, noroeste e leste de Minas Gerais, Goiás e no Distrito Federal.

    Persiste o alerta de que a umidade relativa mínima fica em torno dos 20%. Hoje (8), o alerta é válido para centro-oeste e norte do Mato Grosso do Sul, centro-oeste, norte e leste goiano. Amanhã (9) e quarta-feira (10), o alerta estende-se para o sul do Mato Grosso, Triângulo Mineiro, todo o estado do Mato Grosso do Sul e de Goiás.A Secretaria Nacional de Defesa Civil desaconselha atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10 e 17h, especialmente entre as 14 e 16h, período do dia em que a umidade do ar fica mais baixa. Orienta-se também para a ingestão de bastante líquido para não ter problemas de desidratação.Alerta-se também que o tempo seco aumenta o risco de incêndios florestais. Com isso, recomenda-se à população não fazer fogueiras nas proximidades de matas e florestas.

    Além disso, os motoristas que trafegarem por regiões sujeitas a incêndios deverão ter atenção redobrada devido à visibilidade reduzida pela fumaça, e também evitarem jogar pontas de cigarros para fora dos veículos.

     

    Fonte: Mídia News
    09-09-2008 | 11:09
               Na semana em que serão conhecidos dois importantes indicadores da economia, o PIB (Produto Interno Bruto) e a nova taxa básica de juros, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o crescimento da economia é "robusto", mas não gera pressões inflacionárias. 
          

         Mantega afirmou que o país cresce a taxas acima de 4% e de até 5% ao ano, "como está ocorrendo nos dias de hoje". Disse também que a taxa de investimento, importante fator para que não haja aumento da demanda acima da oferta, cresce a mais de 15% ao ano. 
          

         "É um país dinâmico, que tem a oferta crescendo acompanhando a demanda, portanto, não gera pressões inflacionárias. Esta robustez do Brasil nos deu o reconhecimento internacional", afirmou. 
          
         Na próxima quarta-feira, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) se reúne para avaliar um novo aumento dos juros, que devem subir de 13% para 13,75% ao ano, segundo previsões do mercado financeiro. Uma das principais preocupações do BC é o aumento forte da demanda em relação à oferta, o que pode pressionar a inflação. 
          
         PIB 
          
         No mesmo dia, mais cedo, o IBGE divulga os números do PIB, que devem mostrar forte crescimento do país, apoiado no aumento da demanda. 
          
         Em relação ao PIB, o ministro afirmou várias vezes que os resultados são "robustos" e que o país deixou para trás "aquele crescimento modesto das décadas anteriores". 
          
         "O Brasil deixou de ser um país do presente e do passado para ser um país do futuro. O Brasil hoje tem um horizonte de longo prazo e, com essas condições que foram criadas, nós poderemos ter esse crescimento sustentável se repetindo ao longo de muitos e muitos anos", disse. 
          
         As afirmações do ministro foram feitas durante a cerimônia de descerramento da placa comemorativa dos 200 anos do Ministério da Fazenda, realizada na sede do ministério, em Brasília. 
          
         Crise internacional 
          
         Em relação à crise internacional, Mantega afirmou que o Brasil hoje é um país que tem uma baixa volatilidade externa e creditou o resultado ao trabalho "eficiente e perspicaz" do Ministério da Fazenda de todos os governos. 
          
         "Conseguimos fortalecer os fundamentos econômicos. O Brasil hoje consegue uma economia sob controle, mesmo diante de um quadro internacional diverso", afirmou. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    09-09-2008 | 11:09
    O intercâmbio comercial entre Brasil e Japão será o assunto do encontro entre empresários do grupo internacional Sojitz e empreendedores mato-grossenses, nesta sexta-feira (12), às 14h, na sede do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt). Participam da reunião o vice-presidente da Sojitz do Brasil S.A., Tomoyoshi Egami, e o diretor da Sojitz do Brasil/São Paulo, Ikuya Sekine, que vão repassar o interesse do grupo em investir no Estado.

     

    De acordo com a diretoria da Sojitz, os setores de infra-estrutura, logística, comércio e esmagamento de soja, mineração e estrutura portuária serão os próximos investimentos do grupo, fato que oportunizará negócios com empresários mato-grossenses. A iniciativa de receber os investidores japoneses partiu da Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) que, durante participação no Fórum de Legisladores Tóquio G8+5, ocorrido em junho, verificou o interesse do grupo pelo Estado, tanto na comercialização de produtos quanto no turismo. “São setores que os japoneses enxergam como grandes potenciais, fato que os instiga a conhecer mais sobre o Brasil, em especial Mato Grosso”.

     

    Para o presidente em exercício do Sistema Fiemt, Jandir Milan, o encontro reforça o cenário atual de aquecimento da economia mato-grossense. “O Estado cresce com índices comparados aos dos ‘tigres asiáticos’ e essa realidade abre muitos mercados para os empresários locais, que devem aproveitar a oportunidade para engrandecer seus negócios”, avalia. As inscrições para o encontro são gratuitas e podem ser feitas no site da Fiemt (www.fiemt.com.br). As vagas são limitadas. Mais informações pelos telefones (65) 3611-1594 e 3611-1678.

     

    SOJITZ - A SDB (Sojitz do Brasil) surgiu em 2004 pela fusão de duas tradings japonesas (Nissho Iwai e Nichimen), atuantes há quase meio século no mercado brasileiro. Oferece aos clientes e parceiros soluções integradas para investimento e administração de projetos, acordos financeiros, informações de mercado, marketing para exportação de produtos brasileiros, introdução de tecnologia de ponta, importação de produtos de alta tecnologia e valor agregado para o mercado brasileiro, soluções de logística, consultoria, entre outras. Sediado em Tóquio, Japão, o Grupo Sojitz coordena uma rede de 72 escritórios e 621 empresas subsidiárias e coligadas pelo mundo todo.

     

    Fonte 24 Horas News
    08-09-2008 | 12:09

    O IGP-Di (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) teve deflação de 0,38% em agosto, contra 1,12% de alta em julho. Foi o menor índice desde março de 2006, quando houve deflação de 0,45%. No ano, o índice acumula alta de 7,93% e, nos 12 meses até agosto, a alta acumulada é de 12,80%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

     

    A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-M e do IGP-10 --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de agosto foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.

     

    O IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou deflação de 0,80%, contra 1,28% em julho. O índice relativo a Bens Finais teve ligeira variação positiva de 0,07%, abaixo dos 0,44% um mês antes, com destaque para o subgrupo alimentos processados (de alta de 1,25% para deflação 0,31%). Excluídos os alimentos in natura e combustíveis, o índice de bens finais subiu 0,07%, abaixo do 0,65% de agosto.

     

    O índice do grupo Bens Intermediários subiu 1,35%, contra 1,86% em julho, com destaque para o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 1,77% para 0,57%). Excluídos combustíveis e lubrificantes para a produção, o índice subiu 1,50%, contra 1,73% um mês antes.

     

    No estágio das Matérias-Primas Brutas, houve queda de 1,39% em julho para -4,84% em agosto. Os destaques foram soja em grão (2,01% para -12,39%), tomate (0,44% para -50,19%) e milho em grão (5,71% para -12,52%). Em alta ficaram cana-de-açúcar (0,12% para 1,82%), fumo em folha (-0,30% para 2,89%) e aves (3,28% para 3,90%).

     

    O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,14%, contra 0,53% em julho, com destaque para os grupos Alimentação (0,83% para -0,71%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,69% para 0,43%). Os itens que se sobressaíram foram hortaliças e legumes (-1,66% para -8,54%), Arroz e Feijão (2,29% para -3,49%), carnes bovinas (3,39% para -0,51%), artigos de higiene e cuidado pessoal (1,37% para 0,23%) e medicamentos em geral (0,22% para 0,15%).

     

    Já os grupos Despesas Diversas (0,43% para 1,04%), Vestuário (-0,54% para -0,23%), Habitação (0,59% para 0,72%), Educação, Leitura e Recreação (0,22% para 0,26%) e Transportes (0,19% para 0,21%) subiram, com destaque para cigarros (de estabilidade para alta de 1,06%), calçados (-0,06% para 0,55%), tarifa de telefone fixo residencial (0,69% para 2,11%), salas de espetáculo (-0,55% para 1,89%) e serviços de oficina (-0,15% para 1,15%). O núcleo do IPC subiu 0,30% em agosto, mesma de julho.

     

    O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 1,18%, contra 1,46% um mês. O grupo Serviços desacelerou de 1,05% para 0,66%. O grupo Mão-de-Obra também apresentou desaceleração, de 1,14% em julho para 0,11% em agosto. Já o grupo Materiais avançou de 1,88% para 2,40%.

     

    Fonte: Folha on-line

     

    08-09-2008 | 12:09
    Jornalista, membro do Conpresb (Conselho de Gestão da Área de Preservação de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade)

     

            Sob o título acima, publiquei em 1992, no Correio Braziliense, artigo em que denunciava o processo de poluição visual da nossa jovem capital, fazendo apelo ao então governador Joaquim Roriz para que tomasse providências quanto à disciplina na instalação de outdoors, placas, banners, letreiros e outros engenhos publicitários.

     

     

            Somente agora, 16 anos depois, o governo Arruda conseguiu a proeza da limpeza visual da cidade, pelo menos no que se refere aos outdoors do Plano Piloto.

     

     

     Ação que se soma à retirada dos camelôs das ruas, com a instalação dos shoppings populares, e à demolição dos prédios irregulares abandonados na área tombada de Brasília, ações que podem servir de referência como atos politicamente corretos que os governadores e prefeitos devem realizar.

     

     

            Recordo que, no artigo, afirmei que estava ficando difícil fotografar Brasília, pois as placas, letreiros e painéis tomavam conta de uma paisagem planejada por nossos idealizadores para ser uma cidade limpa despojada da febre de néon que inunda e torna poluídas visualmente outras cidades.

     

     

    A única exceção prevista por Lucio Costa para a instalação de placas de néon nas fachadas, na descrição do Plano Piloto, foi o Setor de Diversões, pelas características evidentes do local, que requer um toque de diversão, de vida noturna, de movimento.

     

     

     Fora disso, a cidade foi planejada para ser limpa, clean, com prédios de concreto aparente ou vidro, amplos espaços e o horizonte vazado, criando a já famosa sensação do céu como o mar de Brasília, que tanto tem inspirado os nossos artistas com ligação com a cidade, como Ney Matogrosso, Cássia Eller, Oswaldo Montenegro, Renato Russo e outros luminares da nossa rica constelação musical.

     

     

     

            Havia a prática condenável das construtoras de deixar no topo dos prédios, mesmo após o habite-se, placa com o nome da empresa.

     

     

    Prática infelizmente ainda hoje vista em Águas Claras e outras cidades, sem nenhuma fiscalização por parte das administrações regionais.

     

     

            Lembrei que esse tipo de propaganda pode gerar efeito contrário, uma antipatia à marca da empresa, como ocorreu no Rio de Janeiro, na época dos famosos espigões, obrigando uma das maiores construtoras do país de então, a Gomes de Almeida Fernandes, a mudar a sua marca para Gafisa, para se livrar da pecha de símbolo do capitalismo selvagem e do desrespeito ao espaço urbano.

     

     

            Na ocasião, fiz apelo ao então jovem empresário Paulo Octávio para que retirasse a placa com seu nome do topo dos prédios do Kubitschek Plaza e Manhattan Flat, no que ele prontamente atendeu, colaborando para o início de campanha que empreendemos no Conpresb (Conselho de Gestão da Área de Preservação de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade) para uma disciplina legal dos outdoors, enfrentando o lobby das empresas.

     

     

            O apelo que faço agora é ao presidente da Ademi (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Adalberto Valadão, para que oriente os associados a usarem placas só enquanto permanece a obra, evitando desgaste à imagem das empresas.

     

     

            E, também, ao Governo do Distrito Federal, no caso para que continue com a limpeza visual do DF, permitindo outdoors fora da área tombada, mas com rigor e disciplina.

     

     

     Por exemplo, estabelecendo a distância mínima de 250 metros entre um engenho e outro, conforme decreto recentemente publicado regulamentando a Lei 3.036, e proibindo os outdoors de colunas de madeira ou PVC a pouco mais de um metro do solo, o que contribuirá para que o morador ou motorista possa ver as árvores, o gramado e os jardins.

     

     

     Afinal de contas, os cidadãos das cidades-satélites não são cidadãos de segunda categoria.

     

     

            Resta muito o que fazer, inclusive no que se refere à disciplina da sinalização visual urbana das placas e letreiros no comércio local, já objeto da repulsa de Oscar Niemeyer, que ficou horrorizado em sua última visita a Brasília com a proliferação dessas placas de forma caótica.

     

     

     Essas e outras questões precisam urgentemente de definições do GDF, com a reativação do Conpresb, pois Brasília deve ser um modelo, uma referência para o Brasil também nessa área. Todos sairemos ganhando.

     

    Fonte: CBIC
    08-09-2008 | 12:09
    Governo americano intervém na Freddie e Fannie e determina a troca de diretores.

     

     

    Companhias possuem US$ 6 tri em empréstimos

     

     

            O Tesouro americano colocou sob tutela as companhias de refinanciamento hipotecário Freddie Mac e Fannie Mae, até que se recuperem da crise financeira provocada pelo estouro da bolha de crédito imobiliário.

     

     

    "Esse plano é o melhor meio de proteger nossos mercados e os contribuintes do risco sistêmico imposto pela situação financeira atual", declarou o secretário americano do Tesouro, Henry Paulson, em anúncio feito ontem.

     

     

     

            De acordo com o Tesouro americano, as duas companhias possuem quase a metade dos US$ 12 trilhões em empréstimos para a habitação nos EUA e emitiram US$ 5 trilhões em títulos apoiados por dívida e hipoteca.

     

     

     Mais de US$ 3 trilhões desses fundos estão nas mãos de instituições financeiras dos EUA, enquanto o restante pertence estrangeiras.

     

     

            Por meio de comunicado, o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, aprovou a intervenção.

     

     

     "Eu apoio firmemente a decisão do diretor da Agência Federal de Financiamento de Moradia, James Lockhart, de colocar a Fannie Mae e a Freddie Mac sob tutela, assim como as medidas adotadas pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, para garantir a solidez financeira desses dois organismos", declarou.

     

     

     "Essas etapas necessárias vão ajudar a reforçar o mercado americano imobiliário e a promover estabilidade nos mercados financeiros", acrescentou o presidente do Fed.

     

     

     

            O Tesouro americano indicou que a direção das duas companhias foi esvaziada e que vai comprar na Bolsa as ações das duas empresas.

     

     

     Henry Paulson disse que o governo do presidente George Bush está disposto a investir US$ 100 bilhões de dólares em cada uma das empresas.

     

     

    "Com base no que aprendemos sobre as instituições nas quatro últimas semanas, inclusive o que aprendemos sobre suas necessidades de capital, e tendo em vista as condições atuais do mercado, concluí que seria do melhor interesse do contribuinte fazer um simples investimento em capital nestas empresas", informou.

     

     

     

            Confiantes em sua capacidade de refinanciamento, Fannie Mae e Freddie Mac compram dos bancos empréstimos imobiliários que eles concedem a particulares e os vendem em seguida a investidores institucionais.

     

     

    Os bancos ganham com isso liquidez para realizar novos empréstimos, contribuindo assim para o dinamismo do mercado imobiliário.

     

     

     Fannie Mae e Freddie Mac respondem por mais de 40% dos empréstimos imobiliários concedidos nos EUA.

     

     

    Os dois grupos vêm garantindo há 40 anos a fluidez do mercado de crédito imobiliário do país ao facilitar o acesso da classe média americana à casa própria.

     

    Fonte: CBIC
    08-09-2008 | 12:09
    O mercado de imóveis do Brasil está vivendo um momento diferente e não deve passar por turbulência semelhante à americana, diz o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas.

     

     

     

            Ele afirma que o setor passa por um movimento de expansão na construção de imóveis, principalmente para a classe C.

     

     

     

     E frisa que o episódio nos EUA mostra que é preciso cuidado com a alavancagem: - Estamos pensando numa forma de avaliar o potencial de crédito dos agentes financeiros para que não emprestem mais do que podem, entusiasmados com a demanda reprimida.

     

            (Nadja Sampaio)

     

    Fonte: CBIC
    08-09-2008 | 11:09
    A transformação da matéria-prima em estágio bruto, a exemplo das commodities exportadas por Mato Grosso, em produtos agregados é o principal desafio da cadeia produtiva para se consolidar e estender as chances de fomento a competitividade no mercado internacional. Este é o principal desafio apontado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex), para o Estado, bem como o cenário nacional a ser alcançado.

    Para o gestor de projetos Avay Miranda Júnior, as unidades da federação precisam levar em conta não apenas a destinação de diferentes produtos ao mercado internacional. Ele defende maior industrialização, levando-se em conta as condições de mercado.

    "Precisamos trabalhar com a agregação aqui. Nos interessa vender o farelo de soja para a Holanda, ou o frango, a carne de porco, a carne bovina? Este envolvimento de agregação de valor interno é substancial para subirmos de país eexportador de commodities", declarou, em entrevista ao Só Notícias.

    Em Mato Grosso, grande parcela das exportações é liderada pelo complexo agrícola. No acumulado de janeiro a agosto, por exemplo, de grãos de soja, mesmo triturados, as vendas somaram US$2,6 bilhões, ou 56,64% do volume total. Bagaços e outros resíduos extraídos negociados US$696 milhões (14,73%). Avay Júnior explica que entre as formas de agregar valor a matéria-prima está sua inserção em outros cadeias produtivas.

    "Há uma gama que pode ser feita a partir do produto básico nacional. O desafio é entender o desejo do consumidor mundial para fazer aquilo que deseja comprar", salientou, lembrando que investimentos em aviários, abatedouros, criatórios de suinos, entre outros, "são algumas das formas de se agregar valor ao produto soja, tão abudante em Mato Grosso".

    O desafio para o país é, segundo o gestor, mostrar suas potencialidades quanto a transformação de matéria bruta. Tratando do setor madeireiro, o representante da agência lembra a necessidade de tornar mais visível a produção interna brasileira.

    "O essencial é promover a imagem para que o mundo possa ampliar suas compras e possamos ocupar uma fatia de mercado de produtos com alto valor agregado. Não nos interessa exportar tora, mas lâminas, pisos, entre outros. Este é o dever de casa, modernizar equipamentos, investir no atendimento ao consumidor e melhorar a imagem socioambiental", considerou.

    Segundo Avay, é preciso "falar ao consumidor mundial a qualidade do produto" porque, tratando especificamente da madeira, poucos têm conhecimento da excelência da produção local e nacional. "Ocorre que o mercado europeu, americano, asiático não conhece. A resistência, a beleza e a plasticidade, precisamos mostrar isto, investir em desenvolvimento de novas tecnologias, adequação as normas internacionais", salientou.

    Por outro lado, para a Apex, há a necessidade uma ação conjunta entre Governos, setor produtivo e sociedade para superação dos entraves existentes entre cada setor, incluindo-se neste universo questões tributárias, funcionamento, entre outras. "É juntar esforços para melhorar este processo", ressaltou.

    Quanto a novos investimentos - indústrias - para transformar a matéria-prima mato-grossense, o secretário de secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, diz que o Estado tem realizado um mapeamento das regiões produtivas para incentivar a vinda de empresas. "Estamos com uma política de mapear as deficiências de alguma regiões com logística, mão-de-obra, para levarmos novos empreendimentos", falou.

     

    Fonte: Só notícias
    08-09-2008 | 11:09
    O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), promove nos dias 08, 10 e 11 de setembro a palestra "Nova ART" com o superintendente do Crea-RS, Engenheiro Luiz Carlos Dias Garcia. O objetivo é mostrar ao profissional como utilizar a nova Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), que está sendo implantada pelo Conselho no Estado.

     

    Além da como utilizá-la e acessá-la via internet, a palestra mostrará suas vantagens e segurança. O presidente do Conselho, Engenheiro Civil, Tarciso Bassan, ressalta que é imprescindível a presença de diretorias de entidades, associados e demais profissionais da área tecnológica, pois o Crea-MT está modernizando seu sistema e implantando on-line (via internet) todos os seus serviços aos profissionais.

     

    Vale ressaltar que a partir de 15 de setembro deste ano, todas as ARTs serão emitidas somente pela internet.

     

    Em Cuiabá (08), a palestra será no auditório Rubens Paes de Barros Filho, na sede do Crea-MT, localizada na Avenida Rubens de Mendonça, 491. Em Rondonópolis, a palestra será no auditório da sede da inspetoria. Já em Sinop será no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Todas com início previsto para as 19h.

     

    A organização dos eventos no interior do Estado são da AENOR e da AEAGRO.

     

    Interessados em participar devem confirmar presença pelo telefone (65) 3315-3027 a partir das 12h desta segunda-feira ou pelo e-mail para ascom@crea-mt.org.br.

     

    Fonte: O documento

     

    08-09-2008 | 11:09
         Embora os últimos índices de inflação tenham surpreendido para menos, o mercado financeiro mantém a "aposta" de que o Banco Central vai ajustar a taxa básica de juros do país (Selic) de 13% para 13,75% na reunião desta semana. E esse ajuste não deve parar neste mês, mas prosseguir até dezembro, quando a autoridade monetária deve estancar o ciclo de alta da Selic.
         
         Tudo porque é consenso entre os economistas de bancos e corretoras de que o alvo do BC não é a inflação deste ano, mas do próximo. E as expectativas para 2009 estão há cerca de um mês firmemente apontando para um IPCA de 5% (acima do centro da meta, de 4,5%). O IPCA é o índice oficial de preços utilizado para o regime de metas do governo.
         
         "Apesar de ter havido melhora nos últimos dados de inflação, principalmente em função da queda nos preços das matérias-primas, ainda há muitas incertezas para o cenário de inflação em 2009", avalia o economista da corretora Concórdia, Elson Teles.
         
         Analistas também esperam que o BC não "afrouxe" o discurso anti-inflação, vazado tanto pelo comunicado pós-reunião quanto pela ata do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada na semana seguinte. Esses documentos são utilizados pelo banco para atuar sobre as expectativas dos agentes financeiros.
         
         "O Banco Central irá manter um discurso duro, em busca de ancorar as expectativas de inflação, e sem grandes surpresas, deverá haver ainda mais três aumentos de juros, que devem encerrar o ciclo ainda esse ano levando a Selic a 14,75%", espera a equipe de análise econômica da corretora Ativa.
         
         A Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito) é uma das poucas vozes do mercado financeiro a apostar num ajuste da taxa Selic menor que 0,75 ponto percentual. Para o economista-chefe da instituição, Istvan Kasznar, o juro básico será elevado para 13,50%.
         
         "Apesar de a projeção indicar um IPCA acima dos 4,5%, que é o centro da meta, pelo menos dos 6,5%, que é o teto, não vamos passar. E a tendência clara é que em 2009 a inflação convirja cada vez mais para os 4,5%", afirmou.
          Fonte: 24 Horas News
    08-09-2008 | 11:09
    O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), comunica a todos os profissionais do Sistema que no dia 12 de setembro (sexta-feira), não haverá atendimento ao público na sede do Crea em Cuiabá.
    A superintendente Administrativa e Financeira do Conselho, Elinete Leite Magalhães, explica que como o Crea está modernizando todo o seu sistema e migrando informações, também precisa realizar a capacitação de seus funcionários. "O treinamento ocorrerá desde segunda-feira, dia 08, mas o Atendimento ao Público estará fechado somente na sexta-feira, dia 12, por que usaremos as máquinas do setor para treinar os funcionários das inspetorias e escritórios do interior", explicou.
    A partir da quinta-feira da próxima semana as 21 inspetorias e dois escritórios do Crea no interior também estarão fechados por causa do treinamento realizado para todos os inspetores, fiscais e atendentes na capital. Por tanto, as unidades estarão fechadas para atendimento ao público na quinta e sexta-feira, dias 11 e 12 de setembro.

     

    Fonte: Mídia News
    08-09-2008 | 11:09
    Na próxima terça-feira, a partir das 9 horas, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), do Senado, irá discutir o projeto do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) que altera o fuso horário de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A proposta é igualar o horário dos estados ao de Brasília (DF).

    O projeto de Delcídio é um dos 14 na pauta do CAE de terça-feira e tem boas chances de aprovação, já que o Congresso foi responsável pelo fim do quarto fuso horário brasileiro, até então aplicado ao estado do Acre.

    Apenas seis estados brasileiros não acompanham a hora oficial de Brasília: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Roraima e Rondônia.

    Conforme a Agência Senado, a ilha de Fernando de Noronha, pertencente ao estado de Pernambuco, também tem fuso horário diferente do resto do país. Lá os relógios ficam adiantados uma hora em relação a Brasília.

     

    Fonte: Olhar Direto
    08-09-2008 | 11:09
    O Tribunal de Contas do Estado (TCE) inicia a partir de segunda-feira o treinamento com técnicos das prefeituras, câmaras, entre outros órgãos, para operacionalizar o Sistema GeoObras, que fará o monitoramento das obras públicas, por meio de satélite.

    Nessa primeira etapa, a capacitação será direcionada a órgãos de 24 municípios. O treinamento será ministrado pela coordenadoria de Controle de Obras e Serviços de Engenharia do TCE e se estenderá até o dia 10 próximo, a partir das 8 horas, na Escola Superior de Contas do TCE, em Cuiabá.

    A participação, conforme determina a Resolução Normativa do TCE 06/2008, é obrigatória. Mas, para garantir o comparecimento, a Presidência do Tribunal encaminhou ofício a todos os gestores convocando a presença de dois representantes.

    A coordenadora de Controle de Obras e Serviços de Engenharia do TCE-MT, Narda Consuelo Silva, explica que a obrigatoriedade é válida não apenas para as prefeituras e órgãos do governo estadual, mas também para as câmaras e entidades da Administração Indireta. Segundo ela, os técnicos serão treinados para inserir no sistema as informações necessárias ao acompanhamento da execução das obras públicas de engenharia.

    O GeoObras está integrado com o Sistema Aplic (Auditoria Pública Informatizada de Contas) desenvolvido pelo próprio TCE para fazer a auditoria concomitante dos recursos públicos. Essa interface permitirá o cruzamento de dados sobre as edificações, como fotografias e imagens de satélite, com aquelas incluídas nos balancetes mensais pelos gestores.

    Além de imagens, o GeoObras terá informações declaratórias fornecidas pelos próprios órgãos de licitações, contratos, medições e pagamentos efetuados para as respectivas obras, o que garantirá o controle social de despesas públicas em serviços de engenharia. Para alimentar o sistema com informações é que o TCE vai treinar técnicos dos órgãos jurisdicionados.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    08-09-2008 | 11:09
    As intenções de compra do consumidor e as expectativas da indústria para 2009 parecem estar em trajetórias distintas. Enquanto o consumidor parece mais pessimista para o ano que vem, com previsão de um cenário menos favorável para a economia, a indústria continua operando em patamares elevados de capacidade, e se preparando para uma demanda crescente no próximo ano.

     

    Analistas da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e Fundação Getúlio Vargas (FGV) alertam para uma possível desarmonia entre as expectativas do consumidor e as da indústria. Entretanto, economistas da Fecomercio-RJ e da Confederação Nacional da Indústria apostam em continuidade da demanda no mercado interno em 2009.

     

    O ex- diretor do Banco Central e economista-chefe da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, destaca que, em meados deste ano, todas as principais instituições apontaram um elevado uso de capacidade na indústria. Em sua Sondagem da Indústria da Transformação, a FGV informou que, em agosto, a indústria operou com 86,5% de sua capacidade - o maior nível do ano, e o mais elevado patamar para um mês de agosto, nos últimos dois anos. "Pode ser que esteja ocorrendo um descompasso entre as expectativas do consumidor e as da indústria", alerta.

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    06-09-2008 | 11:09
     A construção civil já emprega mais de 2 milhões de trabalhadores no Brasil. Somente no primeiro semestre deste ano, 229 mil pessoas foram contratadas com carteira assinada em todo o país, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) de São Paulo e da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

     

     

    Com tantos recordes quebrados - maior índice de geração de empregos no setor desde 1995 - , a expectativa é de mais um ano aquecido e de oferta de empregos no setor imobiliário brasileiro.

     

     

            "O emprego com carteira assinada no último semestre aumentou 16,7% no país, e 16,6% no DF, percentual bem acima ao do que vinha ocorrendo", destaca a economista e consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo.

     

     

    Os índices, segundo ela, são resultados da formalização da mão-de-obra.

     

     

    "A construção civil sempre teve a marca de empregar informalmente, e o reflexo da mudança desse período é o emprego com carteira, que cresceu no ano passado cerca de 8% no país, com a maior parte de pessoas empregadas como serventes e pedreiros", esclarece.

     

     

     

            Mas esse aumento de produção do setor causou um descompasso entre a demanda e a oferta de mão-de-obra, como explica Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

    "Um dos grandes gargalos hoje é a capacitação dos trabalhadores.

     

     

     

     Tivemos uma evolução do setor em termos tecnológicos, mas os profissionais da área não acompanharam essa evolução", comenta.

     

     

     

            Nesse ponto, a parceria do setor privado com o governo na qualificação de profissionais para a construção civil é fundamental.

     

     

     

    "É uma preocupação de todo o setor.

     

     

    A Escola Politécnica de São Paulo nos ajudou a levantar tudo o que se faz hoje em termos de capacitação e certificação para a criarmos um sistema nacional de certificação de mão-de-obra", afirma.

     

     

     

    "Queremos uma mão-de-obra de carreira, e não simplesmente um quebra-galho ou algo temporário como é visto ainda hoje, onde os salário são muito baixos", acrescenta.

     

     

     

            O Sinduscon do DF também fez um levantamento com as empresas do setor questionando em quais áreas havia maior necessidade de mão-de-obra qualificada.

     

     

     

    E segundo o vice-presidente Júlio César Peres, a demanda por parte das empresas influenciou o Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) a oferecer cursos de especialização para pedreiro, carpinteiro, pintor e eletricista predial.

     

     

     

    "O mercado não está tendo mais profissionais qualificados para atender o ritmo de construções de Brasília. Quem tem a mão-de-obra profissionalizante está segurando", ressalta.

     

     

     

     Boa fase

            Segundo Peres, esse momento é positivo para construtoras, consumidores e, principalmente, para quem trabalha nas obras, porque a construção civil é o setor que dá resposta imediata na geração de empregos.

     

     

     

    "Assim que começa um canteiro de obras, precisamos do servente para a limpeza do local, para as escavações.

     

     

    Ele é o primeiro que entra e o último que sai.

     

     

     

    E essa mão-de-obra não especializada é que está entrando no mercado de trabalho", explica.

     

     

     

            Opinião que compartilha com o diretor de uma importante empresa de investimentos imobiliários de Brasília e vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), Marcelo Carvalho.

     

     

     "É importante lembrar que a construção civil é a grande porta de entrada do trabalhador de pouca qualificação profissional no mercado de trabalho.

     

     

     

     E tem essa capacidade de atrair mão-de-obra e de gerar cinco empregos indiretos, para cada pessoa empregada", destaca.

     

     

     

            No Distrito Federal, o Senai qualifica 600 pessoas por ano em nível básico e técnico com cursos que tentam sanar o déficit profissional.

     

     

     A maior demanda é de trabalhadores com cursos técnicos de edificações e segurança do trabalho, desenhista de arquitetura, eletricista predial e pedreiro em geral, segundo a coordenadora de educação profissional do Senai e Sesi-DF, Learice Barreto.

     

     

     

    Ela diz que o aquecimento do mercado imobiliário refletiu imediatamente na demanda, principalmente do curso de técnico em edificações. Para as demais funções, as próprias empresas têm capacitado seus funcionários.

     

     

     

            Quem se especializou e está com o emprego garantido é o experiente pedreiro Antônio Raimundo Castro, 40 anos, sendo 18 de profissão.

     

     

     

    "Sempre tem emprego na minha profissão, mas de um ano e meio para cá está mais fácil conseguir trabalho.

     

     

    O salário também deu uma melhorada, de R$ 40 para R$ 60 a diária", conta.

     

     

     

            Ele faz parte de um grupo de trabalhadores qualificados que têm curso profissionalizante.

     

     

    Há três anos, Antônio decidiu fazer o curso de pedreiro para deixar de ser servente e conseguir um trabalho melhor.

     

     

    "Depois da formação foi mais fácil conseguir um bom emprego porque as firmas exigiam qualificação e experiência em carteira", revela.

     

     

     

     Mesmo com trabalho garantido e melhora no salário, o pedreiro não parou de estudar.

     

     

     

     "Quem sabe não consigo ser engenheiro! A gente tem que  sonhar!"

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09
    O consumo acelerado de cimento chegou a causar problema de desabastecimento nas lojas do Centro-Oeste do meio do ano passado ao início de 2008, principalmente em Goiás e no Mato Grosso.

     

     

    Como conseqüência, houve elevação no preço do produto. "Os problemas foram pontuais.

     

     

    Tivemos escassez de cimento no Centro-Oeste, mais por logística do que por incapacidade de produção", afirma Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

     

            Ele explica que havia capacidade de produção no país, mas não na região.

     

     

     Dessta forma, foi necessário importar cimento de outros lugares, o que demandava mais tempo e custo maior de transporte.

     

     

     "Isso já foi sanado.

     

     

    Várias fábricas de cimento foram reativadas, outras estão sendo construídas.

     

     

     

     Não estamos tendo nenhuma escassez de produto neste ano, e não vejo perspectiva de falta de produtos em 2008", ressalta.

     

     

     

            As empresas têm se mobilizado para atender a tantos pedidos.

     

     

     A reportagem do Correio foi conferir todo o processo de produção de uma cimenteira, a Votorantim, em Sobradinho, e constatou que o ritmo ali é intenso.

     

     

    São 24 horas funcionando, sete dias por semana. Com relação à falta de cimento, a empresa esclarece que o que aconteceu foi uma manutenção preventiva no moinho da unidade de Nobres/MT, que estava planejada, em maio de 2007, e que a parada não comprometeu a oferta de cimento para o mercado.

     

     

     

            Na época, a Votorantim Cimentos esclareceu que a fábrica opera normalmente, produzindo em sua capacidade máxima, e expedindo o equivalente a 56 mil sacos de cimento por dia.

     

     

     

     Ainda segundo, a cimenteira, a empresa tem condições de abastecer o mercado da construção civil no Brasil, e ainda fará investimentos para aumentar a capacidade de produção e melhorar os canais de distribuição de seus produtos. (ACB)

     

     

     

    Escassez de materiais é coisa do passado

     

     

            O consumo acelerado de cimento chegou a causar problema de desabastecimento nas lojas do Centro-Oeste do meio do ano passado ao início de 2008, principalmente em Goiás e no Mato Grosso.

     

     

     Como conseqüência, houve elevação no preço do produto.

     

     

    "Os problemas foram pontuais.

     

     

    Tivemos escassez de cimento no Centro-Oeste, mais por logística do que por incapacidade de produção", afirma Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

     

            Ele explica que havia capacidade de produção no país, mas não na região.

     

     

    Dessta forma, foi necessário importar cimento de outros lugares, o que demandava mais tempo e custo maior de transporte.

     

     

    "Isso já foi sanado.Várias fábricas de cimento foram reativadas, outras estão sendo construídas.

     

     

     Não estamos tendo nenhuma escassez de produto neste ano, e não vejo perspectiva de falta de produtos em 2008", ressalta.

     

     

     

    As empresas têm se mobilizado para atender a tantos pedidos.

     

     

    A reportagem do Correio foi conferir todo o processo de produção de uma cimenteira, a Votorantim, em Sobradinho, e constatou que o ritmo ali é intenso.

     

     

    São 24 horas funcionando, sete dias por semana. Com relação à falta de cimento, a empresa esclarece que o que aconteceu foi uma manutenção preventiva no moinho da unidade de Nobres/MT, que estava planejada, em maio de 2007, e que a parada não comprometeu a oferta de cimento para o mercado.

     

     

     

            Na época, a Votorantim Cimentos esclareceu que a fábrica opera normalmente, produzindo em sua capacidade máxima, e expedindo o equivalente a 56 mil sacos de cimento por dia.

     

     

     

     Ainda segundo, a cimenteira, a empresa tem condições de abastecer o mercado da construção civil no Brasil, e ainda fará investimentos para aumentar a capacidade de produção e melhorar os canais de distribuição de seus produtos. (ACB)

     

     

    Fonte: CBIC
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
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