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Sábado, 19 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    16-10-2008 | 12:10
    Tendência em expansão, as redes de imobiliárias têm se tornado uma das principais soluções para garantir a comercialização de imóveis e melhorar o atendimento aos clientes, afirmam empresários do setor. Em Curitiba, o conceito também está se difundindo. É o que garante Luiz Carlos Borges da Silva, presidente do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR).

    "Existem várias redes que atuam independentemente em todo o Paraná." Em comum, aponta o presidente, vantagens como ter o imóvel divulgado por várias empresas, no caso dos proprietários que querem locar ou vender, e a comodidade de ter acesso a um amplo estoque de imóveis, sem precisar visitar várias empresas.

    "O cliente não precisa correr de imobiliária em imobiliária, já que os imóveis de cada uma delas pode ser consultado e oferecido por outra participante.

    Isso é o que torna uma rede de imóveis tão interessante", diz Silva. Uma das que atuam na capital paranaense é a Rede Imóvel Fácil, que tem a participação de 14 empresas: A.

    Fortiori, Captare Negócios Imobiliários, Casaredo Imóveis, Ciro Imóveis, Costa Júnior Imóveis, Imobiliária Futura, Imobiliária Sérgio Luiz, Investbens Assessoria Imobiliária, J. Chaves Imóveis, Nodal Imóveis, Norvalpa Imóveis, Otimóveis imobiliária, Toyo Imóveis e TW Imóveis. Após três anos de funcionamento, a associação afirma que a união das empresas melhorou o atendimento ao consumidor.

    "Além de o cliente ter mais comodidade, temos uma análise de qualidade das participantes, que dá ainda mais eficiência ao nosso atendimento", diz Dagoberto Pusch Neto, presidente da associação e diretor da Imobiliária Futura.

    Segundo ele, a rede tem uma carteira de 1,5 mil imóveis (para locação e venda) e 14 pontos de atendimento.

    "Temos imóveis em todas as regiões de Curitiba", comenta Pusch Neto.

    A equipe possui 150 corretores. Com o mesmo número de empresas participantes, a Rede Imóveis Paraná é outra opção.
    Dela, fazem parte as imobiliárias AZ Imóveis, Amilton Peres Imóveis, Imobiliária Andrade, Imobiliária Ideal Curitiba, Imobiliária Mota, Imobiliária Roma, Imobiliária X, Invebras Imóveis, Jamaica Imóveis, Kondor Imóveis, MF França Assessoria Imobiliária, Muraski Imóveis, Nakayoshi Imóveis e Paulo Celles Imóveis. Para um dos membros da associação, Paulo Celles, a estrutura é uma tendência.

    "Nos Estados Unidos, que é o maior mercado imobiliário do mundo, muitas empresas (cerca de 40% a 50%) atuam em rede.

    O Brasil deve seguir um caminho parecido."

    O proprietário da Paulo Celles Imóveis explica que isso deve ocorrer pela dificuldade de uma imobiliária atuar sozinha com qualidade no atendimento e rapidez de venda e locação.

    "Para se atingir isso, é preciso ter uma estrutura e uma cartela de imóveis muito grande", avalia.

    A Rede Imóveis Paraná tem cerca de mil imóveis em estoque e 140 corretores.

     

    Franquias  - Na mesma linha das redes de negociações, a Apolar aposta em seu sistema de franquias.

    São diversas empresas que levam o nome Apolar, mas que pertencem a diferentes proprietários.

    Hoje, segundo o superintendente da empresa, Michel Galiano, já são 44 unidades, que atuam em diversas regiões de Curitiba e de outras cidades.

    A rede tem atuação também no litoral do Paraná e de Santa Catarina. Neste mês, a Apolar anunciou sua expansão para a cidade de Joinville. Galiano também acredita que as redes são tendência no mercado imobiliário.

    "Hoje é bem mais vantajosa a atuação em parceria. 39% das nossas negociações são feitas dentro dessa rede", conta. Para Galiano, as vantagens do sistema de franquias de sua empresa, que já existe há mais de 10 anos, também vão da comodidade ao amplo estoque de imóveis. É a segurança, no entanto, que ganha papel de destaque.

    "Quando se oferece o imóvel por uma rede, o proprietário tem o controle de quem vai visitá-lo.

    Quando coloca por várias imobiliárias não interligadas, esse controle se torna mais difícil.

    As redes também representam segurança ao consumidor."

     

    Fonte: CBIC
    16-10-2008 | 12:10
    Profissionais da área de Segurança Pública do Rio terão prioridade no financiamento da casa própria. Será assinado amanhã o convênio de adesão do estado ao Plano de Habitação para Policiais do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

    Participarão da cerimônia o ministro da Justiça, Tarso Genro, o governador Sérgio Cabral e a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho. De imediato, os policiais terão acesso a mil unidades que estão sendo construídas em vários bairros e municípios do estado pelo Programa de Arrendamento Residencial (PAR).

    A renda máxima exigida é de R$ 2.800. O valor do imóvel não pode ultrapassar R$ 48 mil. As principais vantagens são o financiamento de 100% do valor do imóvel, o desconto em folha (prestações debitadas automaticamente no contracheque) e a liberação do empréstimo sem análise cadastral pela Caixa, responsável pela administração do programa.

    Um dos requisitos é que os policiais façam parte do Bolsa Formação (curso de aperfeiçoamento que oferece ajuda de custo de R$ 400).

    Segundo o Ministério da Justiça, policial que estiver com nome na Serasa ou SPC (serviços de proteção ao crédito) terá acesso sem restrição ao financiamento.

    Quem vai responder pela adimplência da categoria será o estado. Também será oferecida a carta de crédito com dinheiro do FGTS.

    Serão empréstimos de até R$ 50 mil para compra de imóveis novos, usados e na planta, além de poder usar o recurso para construção ou reforma.

    Os juros variam de 6% a 8,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial).

    Os interessados poderão procurar a agência da Caixa mais próxima.

     

    Fonte: CBIC
    15-10-2008 | 13:10
    O mercado imobiliário está aquecido.

    Nos últimos dois anos, construtoras de outros Estados se instalaram em Goiânia, atraídas pelo potencial de consumo da região.
     Apesar de a crise econômica jogar água gelada nos ânimos dos investidores, a previsão ainda é otimista, com aposta no público das classes C e D.

    "Adquirir imóveis sempre foi a opção mais segura de investimento", garante o diretor da Ênfase Imobiliária, Alex Delano. A conturbada conjuntura não atingiu o mercado de Goiás, mas o setor está apreensivo. "Não temos como prever as conseqüências.

    Graças à solidez da economia brasileira, não houve alterações drásticas no planejamento de vendas", disse Alex.

    Mas sua empresa já sente o primeiro reflexo da instabilidade: diminuiu a procura de imóveis por quem mora no exterior. Para ele, o momento gera especulação e atrapalha.
     "Os consumidores não podem desistir do sonho da casa própria."

    Os prazos de financiamentos serão reduzidos.

    Mas não chegarão a atrapalhar o fechamento do negócio. Em 2008, inúmeros empreendimentos imobiliários foram lançados.

    "As construtoras oferecem boa oportunidade para pôr fim ao aluguel." Financiamentos de até 20 anos, parcelas com valores reduzidos, simplificação das formas de pagamento, são algumas das facilidades aos clientes de renda média e baixa, que por muito tempo foram ignorados pelo mercado. A aposta no momento são os apartamentos de até R$ 70 mil, segundo o diretor da Ênfase, empresa com sete anos de atuação, especializada em empreendimentos a preços populares.

    Atualmente, a maior procura é pelo imóvel na faixa de R$ 140 mil, na planta. Embora em alta, empreendimentos ecologicamente corretos não são atraentes para consumidores das classes populares, por tornar o custo do imóvel mais alto.

    "Este mercado ainda é tímido." Clientes das classes D e E necessitam de atendimento diferenciado. "São mais inseguros.

    Toda a família participa do processo de escolha e precisa existir relação de confiança entre cliente e construtora", destaca.

     

    Fonte: CBIC
    15-10-2008 | 13:10
    A alta da taxa básica de juros (Selic) em agosto e o aprofundamento da crise financeira internacional já estão dificultando o acesso ao crédito para pessoas físicas e empresas.

    Segundo uma pesquisa mensal feita pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), divulgada ontem, os juros voltaram a subir em setembro, pelo quinto mês consecutivo.

    Além disso, os prazos dos financiamentos encolheram e os bancos e financeiras aumentaram o grau de exigências na hora de conceder um empréstimo. Segundo a Anefac, a taxa média de juros das operações de crédito ao consumidor subiu de 7,39% ao mês, em agosto, para 7,46% no mês passado. Anualizado, o custo médio dessas linhas passou de 135,27% para 137,12% - o maior patamar desde novembro de 2006. Para as empresas, a taxa média subiu de 4,27% para 4,36% mensais - ou de 65,16% para 66,88% ao ano.

    A taxa é muito superior à Selic, que foi reajustada para 13,75% ao ano na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central . - O agravamento da crise provocou também elevação dos juros futuros - observa Miguel Ribeiro de Oliveira, vicepresidente da Anefac. Prazo para compra de automóvel encolheu De acordo com a pesquisa da Anefac, algumas linhas para financiamento de veículos, cujos prazos chegavam a 70 meses, já encolheram para 60, no máximo.

    Na média, contudo, os prazos dessas linhas hoje variam entre 36 e 48 meses. Além disso, as instituições financeiras começaram a exigir entrada de 10% a 20% nos novos financiamentos. No crédito para a compra de bens variados (que incluem eletrodomésticos móveis e computadores), o prazo máximo não passa de 24 meses, contra 36 meses em agosto.

     

    Fonte: CBIC
    15-10-2008 | 13:10
    A Comissão do Direito da Mulher, vinculada à Ordem dos Advogados do Brasil (Secção Mato Grosso) lança hoje, durante solenidade realizada no Congresso Internacional de Direito de Família "Afeto e Estruturas Familiares", no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, o Manual dos Direitos da Mulher.

     

    O manual foi elaborado pelas advogadas Ana Lúcia Ricarte, Acenate Banagouro de Carvalho, Evely Bocardi de Miranda, Marilza Moreira de Figueiredo e toda uma comissão, com o objetivo de orientar as mulheres, em particular as das áreas periféricas sobre seus direitos. Ele traz uma série de esclarecimentos sobre como elas devem proceder para garantir seus direitos, principalmente quando forem vítimas de violência nas ruas, no trabalho e em casa.

     

    A advogada Ana Lúcia Ricarte, presidente da comissão, diz que a divulgação do manual será importante para que as mulheres de todo o Estado e do país conheçam seus direitos. Segundo ela, o objetivo é fazer com que o manual chegue a todas as secretarias de assistência social do Estado.

     

    Para isso, é importante que surjam parceiros para a impressão de mais exemplares.

    No ano passado 14.714 mulheres foram vítimas de violência em todo o Estado, sendo que em Cuiabá o número foi de 6.812..

     

    Congresso - Renomados especialistas em direito de família, inclusive do Uruguai, Argentina, Portugal, Espanha e Peru participam nos próximos dias 16 e 17 do Congresso Internacional de Direito de Família "Afeto e Estruturas Familiares", promovido pelo Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFAM) em parceria com o núcleo regional do órgão em Mato Grosso.

     

    Serviço - O telefone para quem quiser ser parceiro na impressão de novos exemplares é (65) 3613-0900.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-10-2008 | 13:10
    O cenário de incerteza ainda paira sobre a indústria siderúrgica brasileira.

    Nesse momento, a expectativa é que a demanda por aço no Brasil cresça pelo menos 7% no próximo ano.

    É um tranco para quem prevê fechar este ano em 12%, depois de crescer bem acima disso em 2007, mas não chega a ser um mau negócio.

    "Em 2009, mesmo em um quadro recessivo do PIB ainda poderemos ter expansão da demanda no país", disse ontem, em São Paulo, Flávio Roberto Silva de Azevedo, presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), para quem a economia brasileira poderá assegurar alta de 3,5%.

     

     O dirigente afirmou que os principais setores consumidores de aço, como automotivo, construção civil, máquinas e equipamentos e indústria petrolífera, ainda não deram sinais de arrefecimento.

    E negou que haja parada nas usinas ou cortes de produção no que se refere a aço destinado ao mercado interno.

    "O que há são algumas acomodações de produção, como antecipação de paradas para manutenção já previstas".

     

    José Armando de Figueiredo Campos, presidente da ArcelorMittal Brasil e membro da diretoria do IBS, confirmou o corte na produção de placas para exportação da ArcelorMittal Tubarão, ex-CST, mas não confirmou o índice de 20% publicado pelo Valor.

    "Não é esse percentual e ainda estamos avaliando de quanto será", afirmou o executivo, dizendo que o programa de expansão da usina continua em ritmo normal.

    "Vamos concluir a ampliação da unidade de laminados a quente em fevereiro ou março e a nova linha de aço galvanizado em Santa Catarina.

    São projetos estratégicos e com visão de longo prazo", observou. Azevedo lembrou que no Brasil há muitos projetos de infra-estrutura em curso, como os do PAC (programa do governo federal) e de exploração de petróleo nos campos do pré-sal, que vão demandar bastante aço.

    Segundo o dirigente, diante do atual cenário, é uma boa oportunidade para o Banco Central iniciar um movimento de queda na taxa básica de juros, a Selic, que está em 13, 75%.
     "Se houvesse uma redução de meio ponto na próxima reunião do Copom [marcada para o fim deste mês] seria um bom sinal para a economia do país", afirmou. O consumo de aço no país, neste ano, está previsto para quase 25 milhões de toneladas.

    Deve desacelerar.

    A produção de aço bruto fica ligeiramente abaixo da projeção de 36,8 milhões de toneladas. Até o momento, segundo Azevedo, nenhum dos projetos novos ou de expansão, em andamento ou previstos para o país, foi suspenso ou adiado.

    São vários planos, alguns na fase de terraplanagem e obras civis, outros em montagem adiantada e alguns na fase de engenharia e cotação de equipamentos. "Não há problemas de recursos, pois as empresas dispõem de caixa e há financiamento do BNDES", disse.

     

     A carteira de projetos informados ao IBS, para até 2013, está dividida em três tipos: das usinas existentes, que adicionariam 18,9 milhões de toneladas sobre a atual capacidade de 41 milhões de toneladas; novos entrantes, com mais 6,8 milhões; e projetos em estudos, com mais 16,5 milhões. Especialistas do setor põe dúvidas sobre viabilidade de alguns deles, tanto do primeiro quanto do último caso.

     

    Fonte: CBIC
    15-10-2008 | 13:10
    CÂNCER DE PELE - Mato Grosso é um dos Estados com maior tendência ao câncer de pele do país. Por conta da localização geográfica, sofre durante quase todo ano grande incidência de raios solares utravioleta (UVA e UVB). Mesmo assim, a população não se cuida. Conforme uma estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) para 2008, os casos de doença no Estado teriam um crescimento de 35% em relação ao ano passado, com 5,270 mil novos diagnósticos. Por uma questão climática, o aumento maior seria justamente no câncer de pele não melanoma com 1,470 mil novos casos.

     

    A doença geralmente acomete pessoas brancas e com mais 40 anos. Por desconhecer ou não se importar com os perigos do sol, mais de 94% dos pacientes com câncer não utilizavam medidas de fotoproteção, que incluem filtro solar, óculos de sol, chapéus, boné e horários adequados de exposição. Para tentar reverter o quadro da doença, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realizará no dia 8 de novembro, das 9h às 15h, a 10ª edição da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele. Cerca de 50 dermatologistas mato-grossenses farão atendimentos em postos distribuídos em Cuiabá, Várzea Grande, Tangará da Serra, Sinop, Primavera do Leste, Rondonópolis e Cáceres.

     

    O dermatologista Roque Oliveira Neto explica que serão oferecidos exames completos da pele e orientações sobre os cuidados com a exposição solar, prevenção e descoberta precoce da doença. Os casos mais simples com diagnósticos positivos serão encaminhados imediatamente ou a partir de pré- agendamento para tratamento ou cirurgia. Já os pacientes com diagnóstico mais complexos serão encaminhados ao Centro Estadual de Referência de Média e Alta Complexidade (Cermac). "O câncer é um crescimento desordenado das células da pele, por efeito cumulativo da exposição da pele ao sol".

     

    O tumor mais frequente é basocelular, que acomete em média 65% dos pacientes. Os primeiros sintomas em geral aparecem no rosto, a partir de um caroço de difícil cicatrização. O espinocelular e queratoacantoma também são comuns, o primeiro gera lesões que nunca cicatrizam, o segundo é um caroço no dorso das mãos. Mais severo, o melanoma começa uma mancha escura na pele, as bordas são irregulares e o diâmetro assimétrico. Pode levar à morte.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-10-2008 | 13:10
    HORÁRIO DE VERÃO - À zero hora do próximo domingo (19) começa o horário de verão. Os relógios deverão ser adiantados em uma hora nos Estados das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste e permanecer assim até o terceiro domingo de fevereiro de 2009, com duração de 120 dias. O horário de verão é realizado há 38 anos e tem o objetivo de reduzir a demanda por energia já que a luz natural é característica do período, em que os dias são mais longos. A queda no consumo é verificada o dia todo, principalmente no horário de ponta.

     

    Para este ano, a Centrais Elétricas Mato-grossenses (Cemat) projeta uma redução na demanda de 5,9% no horário de maior consumo, entre as 17h30 e 20h30 (horário de Mato Grosso), e durante o dia a economia deve ficar em torno de 0,8%. No Sistema Interligado Nacional (SIN) a economia deve chegar a 16,402 mil megawatts hora (MWh), o suficiente para abastecera cidade de Chapada dos Guimarães por nove meses. Já Sistema Isolado, em que as usinas térmicas usam o óleo diesel para geração de energia, a economia pode chegar a 237 MWh, o que daria para atender a população de Rondolândia por dois meses e deixar de queimar 71,248 mil litros do combustível. No Estado estão em operação 14 usinas movidas a diesel.

     

    O diretor de Engenharia da Cemat, José Adriano Mendes Silva afirma que com o horário de verão a redução na demanda de energia é maior na classe residencial, já que as pessoas, ao sair do trabalho, vão aproveitar a claridade do dia e fazer outras atividades antes de ir para casa. Já na classe comercial e industrial o reflexo não é tão significativo. "As pessoas vão fazer uma caminhada, ou fazer outras coisas à luz do dia antes de ir para casa", diz ao acrescentar que no país, conforme o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a redução deve ficar entre 4% e 5%.

     

    Geração x consumo - Silva afirma que o horário de verão não deve ser encarado de forma isolada, em benefício somente do Estado e sim para o país. Ele diz que o Mato Grosso continua na condição de exportador de energia tendo uma produção de 1,9 mil MWm quando a Termelétrica de Cuiabá opera em carga máxima (480 MW). Mesmo com a paralisação da unidade, o Estado continua exportando, já que o consumo máximo registrado este ano, que ocorreu em setembro, foi de 1,020 mil MW, e que cerca de 400 MW foram despachados no SIN.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-10-2008 | 13:10
    A Rede Cemat divulgou ontem boas previsões de economia energética para o período a partir do próximo domingo, quando os relógios devem ser adiantados em uma hora por causa do novo horário de verão. A economia prevista é equivalente ao abastecimento de uma cidade como Chapada dos Guimarães por nove meses. Para alguns, porém, este é um período de incômodos devido às mudanças na rotina, que podem ser amenizadas com algumas medidas simples.

    As dificuldades para acordar mais cedo, comuns durante o horário de verão, podem ser diminuídas simplesmente mantendo-se as janelas abertas durante o sono pelo menos nos primeiros dias de vigência do horário de verão. A claridade do sol ajuda na sincronização do relógio biológico com o novo horário.

    Segundo o site do Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos da Universidade de São Paulo (Usp), muitos tentam adiantar o relógio já no sábado, esperando se acostumarem um pouco antes ao novo horário de acordar durante a semana de trabalho. O site avisa que a medida pode até funcionar, mas que o período de adaptação do organismo leva pelo menos quatro dias.

    O volante também se torna perigoso durante esse período. Com sono “em falta”, a pessoa torna-se mais suscetível a irritações e à sonolência durante a direção. Uma pesquisa canadense, citada pelo site, constatou que os acidentes de trânsito aumentavam em 7% dias no dia após o início do horário de verão. Coincidência ou não, terminado o período, o número de acidentes caía 7%.

    Irritações à parte, a Cemat destaca que “o horário de verão representa um esforço conjunto das empresas e da população em prol de um resultado nacional”. De fato, a economia nas últimas edições do horário em Mato Grosso tem sido crescente. José Adriano Mendes, diretor de Engenharia da Cemat, observa que o Estado chega a exportar energia, apesar de ter aumentado o consumo.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    15-10-2008 | 13:10
    Compositor deixou 211 peças para piano, entre elas “Apanhei-te Cavaquinho” e “Odeon”. Pianista mato-grossense faz recital com suas canções

    No próximo sábado, no CineSESC, acontece uma homenagem ao genial Ernesto Nazaré. O pianista e compositor é um dos maiores músicos brasileiros tendo legado uma vasta obra ainda com grande parte inédita de choros e outros gêneros. A despeito da discussão e até da nomenclatura dada por ele de “tango brasileiro”, suas composições evocam as ruas e as salas de concerto. São como peças sutis que desfilam entre o erudito e o popular.

    Foram 211 peças completas para piano. E suas obras mais conhecidas são: "Apanhei-te, cavaquinho!...", "Ameno Resedá" (polcas), "Confidências", "Coração que sente", "Expansiva", "Turbilhão de beijos" (valsas), "Bambino", "Brejeiro", "Odeon" e "Duvidoso" (tangos brasileiros).

    Ernesto Nazareth nasceu no Rio de Janeiro, em 20.03.1863 e faleceu nessa mesma cidade, em 04.02.1934. Começou os estudos de piano com sua mãe, Carolina da Cunha Nazareth. Foi aluno de Eduardo Madeira e colega de Olavo Bilac. Teve ainda aulas de piano com Lucien Lambert e se tornou profissional. Compunha, lecionava e vivia do piano. Suas partituras eram vendidas aos milhares, mas não lhe garantiam a sobrevivência, pela falta de ordenamento dos direitos autorais. Em 14 de julho de 1886, casou-se com Teodora Amália de Meireles, e a ela dedicou a valsa “Dora”, inédita até então.

    Entre os fatos curiosos está o fato de ele ter uma mão muito grande o que dificulta a execução das suas peças, no final da vida, com o agravamento da surdez, tocava debruçado sobre o piano para conseguir ouvir sua própria música. Em 1933, apresentou graves perturbações mentais e foi internado no Instituto Neurosifilis da Praia Vermelha, sendo posteriormente transferido para a Colônia Juliano Moreira.

    Há uma lenda segundo a qual ele teria sido encontrado morto debaixo de uma cachoeira. “A sua postura era impressionante. Estava sentado, com a água lhe correndo por cima, com as mãos estendidas, como se estivesse tocando algum choro novo, que nunca mais poderemos ouvir...” (Juvenal Fernandes, in Ernesto Nazareth, Antologia, Ed. Arthur Napoleão Ltda. AN-2087/88).

    Dele, disse Villa-Lobos: "Suas tendências eram francamente para a composição romântica, pois Nazareth era um fervoroso entusiasta de Chopin." Querendo compor à maneira do mestre polonês e não possuindo a capacidade necessária para uma perfeita assimilação técnica, fez, sem o querer, coisa bem diferente e que nada mais é do que o incontestável padrão rítmico da música social brasileira. De qualquer maneira, Nazareth é uma das mais notáveis figuras da nossa música.

    Quem vai executar o admirável repertório é o pianista Luiz Renato Dias, natural de Guiratinga e um apaixonado pelo piano. Luiz Renato que fez este ano uma homenagem à Dunga Rodrigues e também fez trilha ao vivo para filme mudo retorna com o prato cheio para bons ouvintes. A entrada é gratuita. O concerto acontece no no CineSESC às 20 horas do dia 18/10, sábado.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    15-10-2008 | 13:10
    Aproximadamente 30 representantes sindicais do setor industrial de Mato Grosso, divididos por diversos segmentos e municípios participaram, ontem e hoje (13 e 14), do curso ‘O Líder Sindical e o Sistema de Representação da Indústria Brasileira’, na sede do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), em Cuiabá. Ministrado pelo administrador e consultor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Irani Carvagnoli, o curso integra o primeiro módulo do Programa de Desenvolvimento Associativo (Prodeia) da Fiemt, dividido em oito etapas. O objetivo é elevar a representatividade e a sustentabilidade dos sindicatos industriais, de acordo com as diretrizes do Mapa Estratégico da entidade.

    O primeiro módulo visa reconhecer o papel das lideranças sindicais no fortalecimento do Sistema de Representação da Indústria, compreendendo as habilidades e competências necessárias para uma atuação eficaz. O módulo busca, também, apontar os principais elementos do sistema sindical no Brasil e as transformações na categoria, além da estrutura do Sistema Indústria, identificando a missão e atuação de cada uma das instituições que a compõem. “Trata-se de proporcionar ao líder sindical uma visão integrada do Sistema, além de sensibilizá-lo quanto à sua importância no que se refere à representatividade”, avalia o presidente em exercício do Sistema Fiemt, Jandir José Milan.

    O superintendente da instituição, José Carlos Dorte, apresentou a estrutura e trabalho do Sistema Indústria em âmbito regional - Sistema Fiemt. Para o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínio do Estado de Mato Grosso (Sindilat), Eldor Sontag, a iniciativa ocorre em momento oportuno. “Fala-se em mudança, melhoria e competitividade e, neste sentido, ações como esta são de fundamental importância, já que aprimoram a atuação dos líderes sindicais”, pontua. O Prodeia integra, em âmbito nacional, o Programa de Desenvolvimento Associativa (PDA) da CNI. O curso será finalizado hoje (14). O próximo módulo está previsto para o mês de novembro. Informações: (65) 3611-1582.

     

    Fonte: Olhar Direto
    14-10-2008 | 12:10
    Boa parte das empresas que atuam na área de prestação de serviços - transportes, telecom, saúde e o mercado imobiliário -, acredita que, mesmo sendo afetadas pela crise financeira internacional ano que vem, 2009 ainda será melhor do que este ano, como previam antes de ser deflagrado o caos da queda de ações e da crise internacional, que completa um mês esta semana.

     

    Para a Trends Engenharia e Tecnologia, empresa especializada em infra-estrutura e projetos de transportes, mesmo com o cenário conturbado, o ano que vem será forte e a previsão é de dobrar o faturamento.

    "Acabamos de fechar vários contratos novos no setor de transporte e temos uma série de projetos. Este ano devemos faturar R$ 90 milhões.

    Como fechamos para o ano que vem contratos em parceria que englobam até R$ 700 milhões, a parte da Trends será cerca de R$ 200 milhões.
    Com isso, resolvemos até abrir uma nova sede", afirmou, Paulo Benites, presidente da Trends.
     O executivo diz que mesmo com a segurança dos negócios acertados para o ano que vem, a empresa está preocupada de os investimentos do governo sofrerem impacto, se o País não crescer o previsto.
     "Hoje é incerto fazer prognóstico, mas esperamos o mercado se acalmar.

     

    Temos vários contratos e não podemos parar", ressaltou Benites.

     

     Para não impactar em cheio o volume de contratos assinados com valores em moeda nacional, a empresa estuda procurar mais produtos no mercado nacional, e assim evitar as importações.

    "Os contratos financiados em dólar não trazem problema, mas os assinados exclusivamente em valores em reais, trazem impacto.

    A saída é importar menos e o mercado produzir mais no Brasil." Junto a consórcios com empresas asiáticas, a Trends garante o interesse em disputar licitações de grande porte no Brasil, como a do Trem de Alta Velocidade (TAV) - popularmente chamado de trem-bala -, cuja disputa deverá acontecer a partir de março do ano que vem, e envolverá investimentos estimados em US$ 15 bilhões, segundo fontes do setor

     

    Orçamento - Apesar da proximidade do final do ano, em que as empresas começam a fechar seus orçamentos para o ano seguinte, para a Trends Engenharia e Tecnologia esse é um momento até arriscado, mas Paulo Benites, presidente da Trends, acredita que, por enquanto, o Brasil terá um desempenho, em 2009, de crescimento em seu Produto Interno Bruto (PIB) de 4% a 4,5%.

    Porém, o executivo afirma que se o cenário externo não se acalmar, poderá haver retração da economia, e essa alta ser de 2% a 2,5% no PIB, mas isso no mínimo .

    "O dólar deve ficar ao patamar de R$ 2 a R$ 2,4.

    Não acredito no patamar de R$ 1,60 novamente.

    O Brasil está em uma situação melhor que o resto do mundo, a nossa economia está mais estável que Europa e a dos Estados Unidos. Vejo um crescimento consistente", declara. Entre os novos contratos fechados recentemente pela empresa, apenas para o Metrô de São Paulo, na linha 2, a Trends, em consórcio com a portuguesa Efacec, terá R$ 170 milhões para fornecer serviços em energia e sistemas auxiliares.

    Já na CPTM, o consórcio é também com a portuguesa Efacec, além da norte-americana Union Switch & Signal, cuja obra é na ordem de R$ 200 milhões para sinalização e energia nas linhas A e S.

    A empresa também fará obras nas cidades de Recife (PE) e Fortaleza (CE) - áreas que têm forte demanda em infra-estrutura e transportes.

     

    Saúde - Outra também mais esperançosa com os negócios no ano que vem é a maior operadora de planos de saúde do País, a Central Nacional Unimed, que estima fechar 2008 com um faturamento de R$ 800 milhões e mais de 770 mil clientes no Brasil.


    A empresa analisa que o próximo ano ainda sinaliza um período fértil, na opinião do presidente do Grupo, Mohamad Akl.



    Ele estima que o setor não sofra tanto impacto - ao menos por enquanto.


    "A crise americana, não somente na área de saúde, faz mais estrago com quem tem parceiros americanos, mas o Brasil está mais calmo", diagnostica.

     

     Para 2009, o presidente da companhia mantém certo otimismo.
    Ele projeta que o crescimento do PIB brasileiro fique abaixo de 4,5% e uma inflação dentro das metas que o governo prevê.
    "Com o dólar mais alto existe um favorecimento às exportações e isto beneficia o mercado interno. De forma indireta, beneficia a área de planos médicos, pois as empresas procuram fornecer mais planos de saúde.

     

     É uma forma de fidelizar e agradar o funcionário.

    Mesmo se a crise avançar, acredito que é o último benefício que a empresa corte é o plano de saúde do funcionário."

    A operadora garante que não vai rever suas projeções para baixo, e acredita crescer acima de 10%.

    "No ano passado prometamos 10% e já crescemos 14% este ano", ressalta Mohamad Akl.

     

     Já no mercado de construção, as empresas com obras voltadas ao segmento de alta renda, estão ainda otimistas, como a Stan e Tishman Speyer que não vai rever suas expectativas e metas para 2009.

    Procuradas pela reportagem sobre as projeções para 2009, as companhias Abyara, Camargo Corrêa e Tenda informaram que estão em fase de planejamento e reavaliando estratégias.

     

    Fonte: CBIC
    14-10-2008 | 12:10
    O curto espaço do programa de governo do prefeito Iris Rezende destinado ao problema do lixo se concentra em um dos maiores desafios para a administração municipal: o que fazer com o entulho gerado pela construção civil.

    No primeiro mandato de Iris nenhuma medida foi tomada para diminuir a produção de entulho pela iniciativa privada e para incentivar a reciclagem de pelo menos parte desses resíduos. Dentre as promessas para o segundo mandato, citadas no plano de governo lançado durante a campanha pela reeleição, está a reciclagem do entulho.

    Três dos quatro tópicos da abordagem sobre o lixo se referem aos resíduos da construção civil. É um problema com dimensões quase imensuráveis e que, mesmo assim, passou despercebido durante diversas gestões municipais.

    O poder público ignorou o êxito econômico das empresas de construção e a própria melhoria de renda da população, fatores que provocaram um conseqüente aumento da produção de entulho.

    São até 1,5 mil toneladas de lixo por dia, gerados por grandes construtoras ou por moradores que decidem ampliar ou reformar suas casas.

    A quantidade é superior à de lixo doméstico. Empresas proprietárias de caçambas recolhem esses resíduos, que, por lei, não podem ser levados para o aterro sanitário. Sem um aterro específico, a solução encontrada é levar o entulho para a margem de córregos, áreas verdes, estradas vicinais, lotes baldios e até para cidades vizinhas.

    Goiânia está exportando lixo da construção civil para Aparecida de Goiânia, Senador Canedo e Trindade.

     

    Obrigações legais  A seriedade do problema motivou a elaboração de um projeto de lei que busca regularizar a destinação do entulho, cobrando responsabilidades de quem o produz.

    O texto já está pronto e deve ser encaminhado pelo prefeito Iris Rezende à Câmara de Goiânia no início de sua próxima gestão. A aprovação, porém, pode esbarrar nos interesses do setor de construção civil e nas dificuldades do Município de administrar tanto entulho. Conforme o texto do projeto de lei existente hoje (pode haver mudanças até a apresentação do projeto na Câmara), fica proibida a destinação de entulho para áreas de encostas, lotes vagos, córregos e áreas não-licenciadas.

    Para o aterro sanitário só podem ser levados resíduos em quantidade suficiente para forrar as células que contêm lixo comum, como ocorre hoje.

    O projeto prevê uma área para a reciclagem de resíduos da construção civil, onde seria construída uma usina.

    A área já foi definida pela Prefeitura, mas a usina é apenas um projeto.

    O texto especifica ainda a criação de pontos de entrega de pequenas quantidades de entulho.


    O Município só receberia até 2 metros cúbicos de resíduos por pessoa.
     Os grandes geradores precisariam de uma licença ambiental. Com a licença em mãos, passariam executar um projeto de gerenciamento de resíduos da construção.

    Primeiro, a construtora deve caracterizar o entulho que está produzindo.

    Depois, deve controlar o entulho transportado.

    Hoje, as construtoras lavam as mãos e atribuem a responsabilidade do depósito de entulho em áreas verdes, por exemplo, às empresas proprietárias de caçambas.

     

    Improviso  

    Seja por falta de vontade política ou pelos interesses econômicos por trás, a concretização de uma usina de reciclagem de entulho e até mesmo da área específica para receber os resíduos é um projeto distante.

    É a mesma dificuldade enfrentada pelo Município para dar um destino ao lixo tecnológico. Diante da grande quantidade de computadores e peças velhas, descartados clandestinamente muitas vezes, a Prefeitura improvisou uma área chamada de aterro 2 para receber o lixo, enquanto tenta achar uma solução.

    Um levantamento da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) mostra que 70% dos resíduos tecnológicos produzidos em Goiânia são acondicionados de forma incorreta.

    Compõem esse lixo pelo menos 2 toneladas de placas de computadores, 650 quilos de monitores e teclados e 1 tonelada de baterias automotivas descartados por mês.

     

    Fonte: CBIC
    14-10-2008 | 12:10
    Estar em dia com a agenda sustentável é a meta de boa parte das indústrias de materiais de construção. A cada semana, produtos com bandeira verde surgem nas prateleiras, mas discernir o marketing de soluções reais não é tarefa simples para o consumidor.

    O princípio na escolha deve considerar o ciclo de vida do produto, desde o modo e o local de produção até o transporte para o ponto de uso. Entram na equação a capacidade de reaproveitamento do material e a deposição de seus resíduos ao fim da vida útil.

    Trocando em miúdos, produtos ecologicamente corretos estão mais próximos do seu estado natural, usam menos componentes químicos e têm grande potencial de transformação.

    "Materiais de baixo impacto ambiental são fundamentalmente os produzidos na própria região e que não são tóxicos", aponta o professor Miguel Sattler, da UFRGS. Da fundação ao revestimento, há opções menos agressivas ao ambiente.

    Nas paredes, tijolos, por exemplo, são mais interessantes do que o cimento para o conforto térmico, por transmitirem menos calor e manterem a temperatura estável.

    Ao escolher o cimento, não há alternativas ecológicas, porém há materiais menos agressivos, como o CP 3, feito de resíduos da indústria cimenteira. Pisos de madeira de demolição, certificada ou de reflorestamento, em salas e quartos, também proporcionam temperatura agradável.

    Outra possibilidade é uma manta ecológica feita de pó de madeira, resina de pinheiro, óleo de linhaça, pó calcário, pigmentos minerais e juta, que faz as vezes de carpete.

    Na área molhada, uma solução pode ser o chão de cimento queimado. Para a pintura, tintas à base de cal e de terra possuem tonalidades que vão do amarelo ao marrom.

    O PVC da parte hidráulica pode ser completamente trocado pelo plástico PPR, que suporta água quente.

     

    Fonte: Olhar Direto
    14-10-2008 | 12:10
    A projeção de analistas de mercado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,14% para 6,20% neste ano. A estimativa consta do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central com base em pesquisa realizada com analistas sobre os principais indicadores da economia.

    Para 2009, os analistas mudaram a expectativa de 4,85% para 4,80%. A meta oficial de inflação para 2008 e o próximo ano é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, o limite superior da meta é de 6,5% e o inferior, de 2,5%.

    No mercado paulista, a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe) da Universidade de São Paulo (USP) permanece em 6,38% neste ano. Para 2009, no entanto, foi reajustada de 4,59% para 4,70%.

    Quanto aos preços administrados por contrato, a expectativa permanece em 3,70% em 2008 e em 5,10% no próximo ano. Esse indicador diz respeito aos valores cobrados por serviços monitorados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo e outros).

    Para o mercado atacadista, a projeção do Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu de 9,77% para 10,07%, neste ano, e de 5,33 % 5,42% em 2009. A estimativa para o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), passou de 10,10% para 10,37%, neste ano, e subiu de 5,40% para 5,50% em 2009.

     

    Fonte: Mídia News
    14-10-2008 | 12:10
    Os governos não conseguirão cumprir a meta de reduzir a perda de biodiversidade até 2010, afirmam especialistas ouvidos pela BBC News.

    O acordo da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CBD, na sigla em inglês) foi fechado durante a Eco-92, mas assinado apenas em 2002.

    Segundo o documento, firmado por cerca de 200 países, a meta é "atingir até 2010 uma redução significativa no atual índice de perda de biodiversidade a nível global, regional e nacional, como uma contribuição para a redução da pobreza e para o benefício de toda a vida na Terra".

    No entanto, dez especialistas presentes no Congresso Mundial de Preservação são unânimes em afirmar que a meta não será cumprida.

    Eles dizem que os indicadores de progresso globais não indicam melhorias e poucos governos adaptaram a meta às suas legislações nacionais.

    Nem todos os especialistas questionados pela BBC quiseram tornar públicas suas opiniões e alguns dizem que há certa relutância em "envergonhar" os governos sobre seus fracassos nessa questão.

    Outros sugerem ainda que a meta já não era "atingível" quando o documento foi assinado, há seis anos.

    Indícios
    Ahmed Djoghlaf, secretário-executivo da CBD, disse à BBC que a meta para 2010 só seria cumprida através de ações de urgência dos governos, o que "segundo todos os indicadores, seria pouco viável".

    Na semana passada foi divulgada a Lista Vermelha das Espécies em Extinção, que revela que cerca de 25% dos mamíferos no planeta estão ameaçados de extinção.

    Também na semana passada, uma revisão da ONU sobre a economia da perda de biodiversidade mostrou que a degradação das florestas ao redor do mundo custa mais à economia global todos os anos do que a atual crise no sistema bancário.

    Georgina Mace, diretora do Centro para Biologia da População do Imperial College, em Londres, acredita que não há chances de atingir a meta prevista em 2002.

    Ela cita algumas formas usadas para medir a biodiversidade e afirma que "virtualmente todas as tendências que causam a perda das espécies e ecossistemas continuam em nível global".

    O diretor de políticas globais Congresso Mundial de Preservação, Gordon Shepard, ressalta ainda que a convenção não trata de assuntos multilaterais como a construção de estradas, a mudança climática, a poluição e a expansão agrícola. 

    "Na realidade, as pessoas com poder de decisão nessas áreas, sejam os governos ou empresas, têm muito mais poder que os ministros de Meio Ambiente, que não possuem as ferramentas para combater o abuso dos recursos naturais ou do consumo", disse. 

    Progresso 
    Para Thomas Lovejoy, presidente do centro de estudos Heinz Center, em Washington DC, nos Estados Unidos, há sinais de progresso no cumprimento da meta em diferentes lugares do mundo, como Costa Rica e Butão.

    "Em 43 anos nós passamos de apenas uma floresta protegida, a Amazônia, para 40% de áreas que estão de alguma forma protegidas", afirmou.

    "Não é o suficiente para manter a integridade do ecossistema, mas é uma grande conquista", disse Lovejoy.

    A Europa foi o continente que demonstrou o maior progresso para atingir a meta. De acordo com um estudo recente, os países europeus estão trabalhando para conter a perda de biodiversidade - mas até 2050, e não 2010.

    Segundo Djoghlaf, a meta de 2010 serviu pelo menos para colocar a questão da diminuição da biodiversidade em destaque nos âmbitos público e político.

    "As pessoas estão mais alertas, prontas para se envolver na questão, o comportamento nas empresas está mudando e a biodiversidade está se tornando um assunto de negócios porque os empresários sabem que o mercado futuro é verde e eles têm que se adaptar", disse. 

    No entanto, Lovejoy afirma que, apesar das iniciativas, os ecossistemas e diversas espécies já foram irremediavelmente ameaçados.

    "Não é mais uma questão sobre a possibilidade de uma sexta grande extinção na história da Terra. Ela já está acontecendo e a questão é quão grande vamos deixar que ela se torne", disse.

     

    Fonte: Olhar Direto
    14-10-2008 | 12:10
         A América Latina não precisa mais da ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) para sair da atual crise financeira mundial, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Espanha, onde recebeu na segunda-feira o Prêmio Don Quixote de la Mancha.
         
         "Acabou isto de que o mercado pode tudo. Acabou o tempo em que nós, as economias emergentes, dependíamos do FMI, acabou uma América Latina sem voz própria", afirmou Lula em entrevista a quatro jornais espanhóis, entre eles El País e El Mundo.
         
         Para o presidente do Brasil, esta "é a primeira crise em muitas décadas que questiona as bases do modelo do novo capitalismo, onde o mercado tudo pode e o individualismo predomina sobre os interesses colectivos. Acredito que esta fase vai acabar a partir de agora".
         
         "Provavelmente houve pessoas que, depois da crise das hipotecas 'subprime', mudaram seu foco de investimento para especular com alimentos e petróleos. Porém, isto tem que parar".
         
         "Não podemos permitir que a economia virtual possa superar a economia real. Um prato de comida ou a compra de uma casa ou de um automóvel não podem estar subordinados a uma economia de troca de papel", disse.
         
         "A crise não é mais um problema apenas dos bancos, é dos poupadores. E quando é dos credores passa a ser uma questão de Estado".
         
         "O Tesouro público de cada país deve garantizar a liquidez para manter o acesso ao crédito e é necessário garantir as economias das pessoas", acrescentou Lula, que é partidário de uma regulamentação mundial dos bancos.
         
         Lula, que deixará a Espanha com destino à Índia para abordar com este governo a paralisia das negociações multilaterais para a liberalização comercial, reiterou que "a rodada de Doha não é um problema econômico, é político".
         
         A respeito do Brasil, garantiu que saberá superar a crise e mencionou o plano de investimentos apresentado pela Petrobras de 112 bilhões de dólares.
         
         "Em breve seremos um dos grandes produtores de petróleo do mundo", prometeu.
         
         Além disso, considerou que apesar do aumento dos gastos militares na região, não existe uma corrida armamentista na América do Sul.
         
         "Cada governo tem que ter o mínimo necessário para proteger sua soberania e a tranqüilidade de seus cidadãos".
          Fonte: 24 Horas News
    14-10-2008 | 12:10
    Nenhuma obra de infra-estrutura assumida pela governo vai parar por causa da instabilidade dos mercados internacionais, voltou a garantir hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, tanto as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) quanto as atividades da Petrobras vão continuar. Lula disse ter certeza de que os investimentos das grandes empresas também não irão cessar.

    "É importante a gente ficar preocupado e atento com a crise, mas também saber que o governo não vai permitir que as obras que contratamos e iniciamos sejam paralisadas. Tudo vai continuar acontecendo neste país. E cada vez que acontecer um problema, vamos resolver sem criar o pânico que alguns querem que se crie."

    Em seu programa semanal Café com o Presidente, Lula lembrou a reunião entre líderes europeus e norte-americanos na semana passada para discutir estratégias que aliviem a crise. Ele considerou a iniciativa "uma novidade na economia mundial" já que, pela primeira vez, o mundo vive uma crise "que ataca o âmago dos países ricos e do capitalismo".

    "A crise ainda não chegou a muitos países periféricos porque todos os que resolveram fazer com que o sistema financeiro vivesse de especulação estão com problema. Graças a Deus, os bancos brasileiros não entraram nisso e, portanto, estão muito mais tranqüilos. O fato desta crise ter começado no coração do país mais importante do planeta, que é os Estados Unidos, está levando dirigentes mundiais a discutir coletivamente uma saída global".

    Para Lula, o atual cenário sinaliza a necessidade de regulamentação para o funcionamento do sistema financeiro mundial.

    Ao comentar a viagem que fará à Espanha, Índia e Moçambique nesta semana, o presidente adiantou que, além da crise econômica, temas como os biocombustíveis e a parceria Brasil-Espanha também entrarão em pauta. Para ele, esses encontros serão importantes, inclusive para a conclusão da Rodada Doha.

    "Sobretudo na Índia, um dos países que tem uma certa divergência com os Estados Unidos. Na semana passada, conversei com o presidente Bush e fui informado sobre a divergência entre eles. Vou conversar com o primeiro-ministro Singh [da Índia] para que ele compreenda que, neste momento, nós, dirigentes, temos que dar uma boa notícia à humanidade, concluindo a Rodada Doha."

    Lula se disse otimista com a possibilidade de conclusão das negociações. Segundo ele, o mundo nunca esteve tão perto de realizar o feito. " Vai depender muito, agora, da sensibilidade do governo da Índia", disse.

     

    Fonte: Olhar Direto
    14-10-2008 | 12:10
    A capacidade de prever resultados de fenômenos considerados imprevisíveis é fruto de décadas de árduo trabalho de matemáticos e físicos. Em 1997 dois americanos ganharam o prêmio Nobel da Economia ao criar a fórmula para prever aplicações financeiras. Hoje sabe-se que o bater das asas de uma borboleta na China é capaz de causar um furacão na América. O efeito borboleta, uma das leis básicas da Teoria do Caos, serve também para ilustrar essa interligação do mundo globalizado. Por isso não é de se espantar que a atual crise econômica seja assunto presente em dez entre dez veículos de comunicação.

     

    Mas assim como as batidas das asas da minúscula borboleta tomam proporções gigantescas ao atravessar o planeta, a crise financeira parece ganhar dimensões exageradas que andam tirando o sono de pessoas tão diferentes como dirigentes dos grandes times de futebol e lojistas comuns preocupados com as vendas de Natal.

     

    Não cair nos exageros e nas suposições alarmantes tem sido o principal desafio dos comunicadores. A overdose de notícias sobre o tema parece já cansar o cidadão comum. Um empresário britânico, dono de uma bem-sucedida cadeia de lojas de moda jovem, acusou recentemente a imprensa de exagerar os efeitos da crise financeira e, com isso, assustar a população e desestimulando o consumo. O empresário não negou a seriedade da crise mas disse que, apesar do momento difícil, suas lojas continuam com bom movimento. Ele afirmou que os exageros da mídia acabam dando contornos mais dramáticos do que deveriam às notícias sobre a crise.

     

    A rede britânica BBC abriu em seu site um espaço para que o leitor deixasse suas opiniões. É válido o esforço dos jornalistas em tentar traduzir a complexidade da crise em um vocabulário compreensível, mas mesmo assim a grande maioria critica um certo sensacionalismo dado à crise financeira. Para estas pessoas - cuja vida prática tem poucas modificações com o vaivém das ações - parece ser mais urgente usar o poder da informação de maneira mais palpável na busca de soluções para os problemas cotidianos enfrentados desde sempre pelo cidadão comum.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-10-2008 | 12:10
    O professor da PUC-RJ e economista da Opus Gestão de Recursos, José Márcio Camargo, afirmou à Agência Estado que as medidas anunciadas pelo Banco Central nesta segunda-feira, relativas a liberação de até R$ 100 bilhões de depósitos compulsórios aos bancos, visam mostrar ao mercado que há uma disposição total do BC de normalizar a liquidez no sistema financeiro. "A ação da autoridade monetária é claramente preventiva, o que é bastante correto. O BC não quer de jeito de nenhum que chegue aqui no país a crise de solvência de bancos que ocorreu lá fora", comentou.

     

    Camargo destacou que o Banco Central não determinou nenhum prazo específico para a liberação dos depósitos compulsórios ao mercado, pois tem como intenção principal irrigar o sistema financeiro com recursos na medida em que for necessário. "O que o BC quer é conceder liquidez para quem precisar, pois as medidas não tem objetivo de atender instituições financeiras específicas", disse.

     

    Para Camargo, a decisão do BC visa coibir o surgimento de qualquer problema mais sério de liquidez a instituições financeiras no país, o que poderia provocar um nervosismo adicional no mercado sobre a solvência de algumas empresas que atuam no setor.

     

    Na avaliação do acadêmico, a ação do Banco Central deve ser eficiente para atacar o problema de "assimetria de liquidez", que foi detectado pela autoridade monetária há duas semanas, quando anunciou a liberação de parte dos compulsórios dos depósitos a prazo para que bancos, especialmente de maior porte, pudessem comprar a carteira de crédito de instituições financeiras menores que apresentavam problemas com o agravamento da crise internacional.

     

    Duração - Para Camargo, contudo, a fase mais aguda da crise de liquidez internacional não deve passar com rapidez, pois deve durar pelo menos mais três meses para que os canais de crédito iniciem um processo lento de recuperação.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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