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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    20-09-2008 | 11:09
    A entrada em vigor do drawback verde-amarelo, que prevê isenção de tributos federais para compra de insumos e produtos intermediários nacionais usados na fabricação de produtos para exportação, previsto para o início de outubro, deverá contribuir para que a Embraer eleve o número de fornecedores locais nos próximos anos. Atualmente, fabricante locais respondem por menos de 5% das compras da empresa.

     

    Os benefícios do drawback foram um dos temas discutidos pelo diretor de Relações Institucionais da Embraer, Francisco Horácio B. Mello, e o vice-presidente executivo de Administração e Comunicação, Horacio Aragonês Forjaz, em encontro ontem com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em São Paulo.

     

    Segundo Mello, a Embraer ainda não fez as contas da economia que o novo procedimento proporcionará, mas afirma que as vantagens são imensas e trará redução de custos para a companhia. "Vamos aguardar um pouco para poder falar em números com exatidão", explica. O executivo lembra que a aplicação drawback verde-amarelo é um pleito antigo da indústria exportadora, mas confessa que não esperava que a entrada em vigor do mesmo acontecesse já.

     

    O executivo avalia ainda que a suspensão tributária é um grande incentivo para o desenvolvimento de uma cadeia de fornecedores para a indústria aeronáutica no Brasil. "O Brasil tem capacidade sim para atender a esse mercado", avalia.

     

    Os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior regulamentaram ontem o chamado drawback verde-amarelo, que dá direito aos exportadores à suspensão de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS e Cofins. O sistema de drawback que existe atualmente concede suspensão de tributos apenas sobre os insumos importados utilizados na fabricação de produtos exportáveis.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-09-2008 | 15:09

    A intenção é saber dos candidatos, os projetos e propostas para o setor da construção civil na capital mato-grossense.

     

     

    O Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT) em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de Mato Grosso (Sincop-MT) e o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (CREA-MT) realiza a partir do dia 22 de setembro (segunda-feira), uma série de encontros com os candidatos à prefeitura de Cuiabá. O objetivo do evento é esclarecer, e ao mesmo tempo, ouvir dos candidatos, os projetos voltados para o setor da construção civil no Estado.

     

                “Queremos na verdade fazer um bate-papo entre os associados do setor e os candidatos, cada a sua vez, para a explanação de proposta e temas voltados aos problemas de nossa capital”, explica o presidente do Sinduscon/MT, Luiz Carlos Richter Fernandes.

     

                Até agora, a diretoria do Sindicato já obteve a confirmação da presença do candidato à reeleição pela Prefeitura de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), para o dia 22 de setembro (segunda-feira) e do candidato Mauro Mendes (PR), para o dia 24 (quarta-feira).

     

                Até agora, os outros três candidatos à Prefeitura Municipal – Valtenir Pereira (PSB), Walter Rabello (PP) e Procurador Mauro César (Psol) – não deram resposta ao convite.  

     

                A reunião com o candidato à reeleição e prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, será realizada no auditório do Mato Grosso Pálace Hotel, localizado na Rua Joaquim Murtinho, no centro da capital, a partir das 18h.

     

                Já o encontro com o candidato Mauro Mendes (PR), acontecerá no dia 24 de setembro, às 20h, no auditório do Centro Carmindo da Construção, localizado na Avenida Carmindo de Campos, nº 146, no bairro Jardim Petrópolis (próximo ao Supermercado Modelo).

     

                Dentre as pautas que deverão ser discutidas entre os empresários do setor e os candidatos estão:

     

     

    * Missão da Prefeitura de Cuiabá;

     

    * O papel do prefeito, conforme sua missão;

     

    * Os projetos em relação:

     

    1) Infra-Estrutura, pavimentação, saneamento, viadutos, outras;

     

    2) Transporte, trânsito, saúde, educação e segurança;

     

    3) Recursos humanos da prefeitura;

     

    4) Crescimento demográfico em função da migração campo cidade; controle do aumento da natalidade e adaptação da cidade a esta situação;

     

    5) Qual seria a vocação de Cuiabá em relação à indústria, educação administração pública comércio e serviços ou outras? 

     

     

    O quê: Encontros com os candidatos à prefeitura de Cuiabá

     

    Quando: 22 de setembro – candidato Wilson Santos (PSDB)

                    

    24 de setembro – candidato Mauro Mendes (PR)

     

    Onde: Wilson Santos (PSDB) – Dia 22/09 – Mato Grosso Pálace Hotel –18h

               

    Mauro Mendes (PR) – Dia 24/09 – Auditório do Centro Carmindo da Construção, Avenida Carmindo de Campos, nº 146 – 20h

     

     

    Mais informações no Sinduscon-MT, pelo telefone (65) 3627-3020 - SINDUSCON-MT

     

     

    Neila Gonçalves – Ascom/Sinduscon-MT
    19-09-2008 | 15:09
    São Paulo, Há dez anos no Brasil, principalmente nos mercados de tintas industriais e automotivas, a PPG comprou em 2007 a Tintas Renner, com fábrica em Gravataí (RS); lançou novas marcas - Magestic e Ideal - ; e vai investir US$ 18 milhões para ampliar em até 60% a capacidade de produção de tintas para o mercado imobiliário e de decoração.

     

     

     

            O objetivo é atender tanto ao crescimento da demanda da construção civil no Brasil como ganhar mercado em outros países da América Latina.

     

     

    "Hoje somos o quarto maior fabricante de tintas arquitetônicas no País.

     

     

     Com os novos investimentos, esperamos chegar a terceiro em cinco anos", disse o diretor de marketing da empresa, Amauri Siani.

     

     

     

            Com as vendas no País crescendo na faixa dos 9% ao ano, a subsidiária brasileira da Sher-win-Williams, que sempre teve participação limitada no grupo norte-americano, se destacou como um dos países de maior crescimento.

     

     

    Além do Brasil e América Latina, a Sherwin-Williams possui negócios também na Europa e apenas agora está se colocando na China e Ásia em geral.

     

     

     

            "Pela primeira vez em muitos anos as vendas de tintas estão mantendo um ritmo sustentado de crescimento, acima do PIB.

     

     

     

     Os fatores que levam a esse bom desempenho são estruturais e não conjunturais, o que nos anima a prever que a demanda continuará firme e teremos bons resultados por vários anos seguidos", afirmou o presidente da Associação Brasileira das Fabricantes de Tinta (Abrafati), Dilson Ferreira.

     

     

    A entidade prevê alta de 7% nas vendas para este ano.

     

     No ano passado o faturamento das fabricantes de tintas em geral alcançou US$ 2,4 bilhões.

     

     

    Dados da Abrafati mostraram um crescimento de 9,4% no volume de vendas no primeiro semestre, para 350 milhões de litros.

     

     

     

            Segundo David Ivy Jr., diretor de marketing da Sherwin-Williams, dona das marcas Metalatex e Nova Cor, "o mercado está sentido agora o 'boom' de que se fala, sendo que o movimento de lançamentos imobiliários vem desde o final de 2005.

     

     

     

     Eucatex prevê alta de 30%  Na Eucatex, empresa conhecida pela sua produção de painéis de madeira para a indústria moveleira, as vendas da unidade de tintas imobiliárias indicam crescimento de 30% até o final deste ano.

     

     

    "A maioria das vendas ainda é voltada para a autogestão, que está descobrindo a tinta agora também como item de decoração. Além disso, as construtoras estão se capitalizando, se consolidando e promovendo um crescimento ainda mais rápido", disse o diretor de construção civil da Eucatex, Cláudio Oliveira.

     

     

     

            Atenta ao crescimento do mercado, a paulista Lukscolor fez no ano passado um investimento de US$ 3 milhões para ampliar em 33% a capacidade de sua fábrica em São Bernardo, para 11 milhões de litro ao mês, e conseguiu um aumento de 18% nas vendas de 2007 e deve manter o patamar este ano.

     

     

     "Não há dúvidas de que o mercado está aquecido.

     

     

     Mesmo com toda a crise estourando nos Estados Unidos, movida inclusive pela quebra nos financiamentos, o Brasil está conseguindo crescer", disse Sérgio Dennis Campeas, gerente de marketing da Lukscolor.

     

     

     

            Além da expansão no mercado imobiliário, puxado em boa parte por pequenas reformas, o mercado automotivo, outro grande consumidor de tinta, também impulsiona o setor.

     

     

    A área cresceu 14% no ano passado e deve ter alta de mais 10% neste ano.

     

     

     PAC

            Entre os fatores que estão impulsionando o crescimento de vendas do produto estão o alongamento dos prazos de pagamento e o aumento da renda, que contribuem para estimular a construção habitacional e as reformas.

     

     

     

     Ao mesmo tempo, há mais recursos para financiamento de imóveis habitacionais e o governo está incentivando a construção civil, que foi a área mais contemplada nos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

     

    Fonte: CBIC
    19-09-2008 | 15:09

    A construção de novas moradias nos EUA caiu em agosto para o menor ritmo em 17 anos. A queda foi de 6,2%, bem acima do 1,6% esperado, num sinal de que a economia americana continuará em retração nos próximos meses.

     

                O número de novas construções no país diminuiu para o ritmo anualizado de 895 mil, o menor patamar desde 1991.

     

                Nesse ritmo, o ano fechará com menos de um milhão de novas residências construídas, o que seria o menor nível em mais de seis décadas nos EUA.

     

                "O setor de construção residencial ainda está numa recessão profunda e deve permanecer assim pelo resto do anos", afirmou Patrick Newport, economista da Global Insight. "Simplesmente há muitas casas no mercado."

     

                O dado ajudou ontem a derrubar os mercados financeiros dos EUA. A recessão nos setor de construção residencial foi o que iniciou a atual crise de crédito nos EUA. Segundo os economistas, essa crise só deve ser superada depois de terminada a correção nos preços dos imóveis, que porém continuam caindo.

     

                "O mercado imobiliário está desabando - vendas, preços e construções estão caindo. Essa é a razão básica pela qual a economia está tendo tantos problemas, disse Mark Zandi, economista-chefe do Economy.com, da Moody's.

     

                Corroborando a expectativa de que as construções continuarão caindo, as novas permissões de construção, consideradas um bom indicador da atividade futura, caíram 8,9% em agosto, para o ritmo anualizado de 854 mil unidades.

     

                Zandi, porém, acredita que o fundo do poço não esteja distante, pelo menos para construção e vendas. Já os preços continuariam a cair até a meados de 2009.

     

     

    Fonte: CBIC

    19-09-2008 | 15:09
    Instabilidade e juro alto assustam empresários da construção civil

           

     Com a crise de liquidez no mercado e a alta dos juros e da inflação, os empresários da construção civil começam a ter expectativas mais moderadas sobre a economia.

     

     

     

     É o que mostra a 36ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil, feita em agosto pelo SindusCon-SP e pela FGV Projetos.

     

     

     

            A pesquisa foi elaborada com 280 empresários em todo o país.

     

     

    As respostas variam em uma escala de 0 a 100: valores acima de 50 significam otimismo e abaixo de 50, pessimismo.

     

     

            De acordo com o levantamento, o nível de otimismo caiu em relação à sondagem anterior, feita em maio, mas os empresários continuam com perspectivas favoráveis.

     

     

    O nível de otimismo em relação ao desempenho das empresas passou de 60,5 na sondagem anterior para 59,9 em agosto.

     

     

     

            Sérgio Watanabe, presidente do SindusCon-SP, diz que o aumento dos preços e os juros assustaram os empresários.

     

     

     "A maior preocupação hoje é com o aumento de preços do setor."

     

     

            A crise no mercado financeiro também afetou o ânimo das companhias.

     

     

    "Algumas empresas tinham expectativa de que o mercado acionário fosse uma opção para captar recursos."

     

    Fonte: CBIC
    19-09-2008 | 15:09
    O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse que o banco dará crédito às empresas que estão, temporariamente, sem acesso a financiamento internacional por causa da crise. Em razão da demanda inesperada, ele prevê um aumento de R$ 5 bilhões, ou mais, nos desembolsos do BNDES deste ano, que estavam previstos em R$ 80 bilhões. Disse que a ""tormenta" global encontrou o banco em boa situação, capitalizado e com liquidez. Lembrou que a instituição obteve empréstimo de R$ 15 bilhões do Tesouro Nacional e negocia a obtenção de R$ 7 bilhões junto ao FGTS.

     

    Ele afirmou que o banco captou US$ 1 bilhão no mercado internacional, no primeiro semestre, e não cogita buscar recursos no exterior nesse momento. ""O problema é custo. Não queremos pegar dinheiro caro sem necessidade. Estamos no ápice de uma crise de aversão ao risco no sistema global."

     

    O BNDES foi orientado pelo presidente Lula a suprir as necessidades das empresas que contavam com a obtenção de recursos externos para investimento no Brasil. ""O mercado internacional encontra-se no auge do estresse. O crédito interbancário secou. O lançamento de debêntures ficará muito difícil. Com os canais de financiamento transitoriamente obstruídos, as diferenças poderão ser acomodadas e supridas pelo banco", disse.

     

    O banco informou ontem que fechou o mês de agosto com volume recorde de desembolso no acumulado de 12 meses: R$ 81 bilhões. Nos 12 meses anteriores, de setembro de 2006 a agosto de 2007, foram desembolsados R$ 61 bilhões. Também é recorde o volume de projetos aprovados (fase que antecede o desembolso): R$ 111 bilhões, contra R$ 99 bilhões registrados de setembro de 2006 a agosto de 2007.

     

    Para Coutinho, o Brasil pode até sair fortalecido da crise global, porque a economia vive um ciclo de investimento firme, assentado em quatro fatores de propulsão: investimentos em infra-estrutura de alto retorno e baixo risco de demanda; potencial de crescimento do mercado interno, sobretudo de bens de consumo durável e construção civil; exportação de commodities (agronegócio, mineração e siderurgia) e o pré-sal, que exigirá grandes investimentos na cadeia produtiva para atender à indústria de petróleo e gás.

     

    Pelos dados divulgados, os desembolsos do BNDES para projetos de infra-estrutura cresceram 70% nos últimos 12 meses, comparando-se com os 12 meses anteriores. Passou de R$ 19,83 bilhões para R$ 33,7 bilhões. Para investimentos em transporte terrestre (ferrovias e rodovias) foram liberados R$ 16 bilhões. Em contrapartida, os desembolsos para produção industrial ficaram praticamente estagnados.

     

     

    Fonte: CNT
    19-09-2008 | 15:09
    O presidente em exercício da Federação das Indústrias no Estado do Mato Grosso (FIEMT), Jandir José Milan, anunciou em coletiva o grande aumento das exportações do Estado.

    Segundo ele, a expectativa no início do ano, era de se alcançar R$ 7 bilhões em exportação até o fim do ano, feito já conseguido no mês de agosto. Agora a meta é que Mato Grosso alcance R$ 8 bilhões até o fim do ano.

    "Mato Grosso tem que ser mais valorizado pelo país. Ao invés de ficar só mostrando as coisas ruim do nosso Estado, a imprensa nacional tem que lembrar que 1/4 do superávit nacional, vem daqui", afirmou Jandir. 

    Ele ainda fez questão de ressaltar que Mato Grosso hoje é o 10º estado que mais exporta, mas espera que dentro de 1 ano, pule para o 7º no ranking nacional.

    Em relação à crise americana, ele acha que não vai atrapalhar a economia do Estado e ainda pode ser benéfico, devido ao aumento do dólar. 

     

    Fonte: Olhar Direto
    19-09-2008 | 15:09
    Os brasileiros que vivem no Centro-Oeste agora ganham mais, em média, do que os habitantes do Sudeste. Os dados são da mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    Os ganhos, no entanto, não foram bem distribuídos pela população. A região Centro-Oeste foi a única do país onde a concentração de renda aumentou entre 2006 e 2007.

    A renda média da população do Centro-Oeste aumentou 7,96% no ano passado, alcançando R$ 1.139 por mês. Em 2006, a renda era de R$ 1.055.

    Os valores já descontam a inflação do período e foram todos corrigidos pelo INPC de setembro de 2007, quando o IBGE realizou a pesquisa.

    Segundo o IBGE, a explicação para o desempenho do Centro-Oeste está no crescimento do emprego no setor agrícola e na máquina pública.

    No Sudeste também houve aumento dos ganhos no período, mas em ritmo menor e com distribuição de renda. A renda média nessa região passou de R$ 1.077 para R$ 1.098, um crescimento de apenas 1,95%.

    Ambas as regiões estão bem acima da média nacional, de R$ 955 no ano passado e R$ 926 em 2006 (alta de 3,13%). O Nordeste continua sendo a área mais pobre do país, com renda de R$ 606 (aumento de 2,36%). No Norte, a renda é de R$ 784 (expansão de 5,8%); no Sul, de R$ 1.064 (subiu 3,7%).

    Segundo Maria Lúcia Vieira, gerente da Pnad, ainda não é possível saber se esse novo cenário veio para ficar ou se é um ponto fora da curva.

    Os dados se referem à média de ganhos de brasileiros que têm renda por meio do trabalho atual, seja como empregador ou empregado (excluem, portanto, aposentados e pensionistas).

    A pesquisa ficou mais abrangente em 2004, quando foi incluída a população da zona rural dos Estados de Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, o que impede uma comparação direta dos dados atuais com os anteriores a 2003.

    Adaptando os dados atuais para uma forma que permita comparação de longo prazo (veja gráfico abaixo), o IBGE constatou que, em 2007, a renda média no Sudeste (R$ 1.044) e no Norte (R$ 784) foi menor do que em 1997 (R$ 1.145 e R$ 794, respectivamente).

    Os rendimentos aumentaram nesses dez anos no Nordeste (de R$ 446 para 493), no Sul (de R$ 883 para R$ 936) e no o Centro-Oeste (R$ 955 para R$ 1.058).

    A série histórica se refere à média de ganhos de brasileiros que têm uma ocupação, não necessariamente remunerada (inclui, por exemplo, trabalho voluntário, estágio e produção de subsistência).

    Para esse recorte, a renda média nacional em 2007 fica em R$ 863, diferentemente dos R$ 955 constatados quando é usada a metodologia atual e quando são consideradas apenas as pessoas com remuneração.

    O IBGE não disponibilizou dados regionais, em série de longo prazo, que tratem exclusivamente dos indivíduos remunerados.

     

    Fonte: Olhar Direto
    19-09-2008 | 15:09
         A lei que amplia de 4 para 6 meses a licença-maternidade das servidoras públicas de Cuiabá será retroativa para mulheres que estiverem até o quarto mês de gravidez, para as demais a lei passará a vigorar após a data da sanção. O projeto de lei de autoria do executivo municipal, que acrescenta o parágrafo 5º e altera o artigo 105, da Lei Complementar nº 093/2003, será sancionado pela prefeita em exercício, Jacy Proença, hoje (19-09), às 17h, no saguão do Palácio Alencastro. 
          
         A licença-maternidade será garantida à funcionária mediante requerimento efetivado até o final do primeiro mês após o parto. Durante esse período, terá direito à remuneração integral, mas não poderá ter nenhum outro vínculo empregatício.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    19-09-2008 | 12:09
    Alexandre César apresenta projeto para aumento da licença paternidade
         
         O deputado estadual Alexandre Cesar (PT) apresentou o projeto de lei complementar (PLC) nº 33/08, para estender a licença-paternidade aos servidores civis e militares do Estado de Mato Grosso de cinco para quinze dias. O PLC visa modificar artigos do Estatuto dos Servidores Públicos e do Estatuto dos Militares, para que o período de licença seja ampliado tanto pelo nascimento quanto pela adoção de filho (a), sem prejuízo da remuneração. 
          

         "A licença-paternidade possibilita o trabalhador ausentar-se do serviço, para auxiliar a mãe de seu filho, que não precisa ser necessariamente sua esposa, no período de puerpério, quando a mulher recupera seu estado geral. Esse tempo também é importante para registrar seu filho", justificou o parlamentar. 
          

          No senado já existe iniciativa semelhante. No dia sete de agosto deste ano, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou em decisão terminativa o projeto de lei (PLS 666/07) de autoria da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) que amplia de cinco para quinze dias a duração da licença-paternidade, beneficiando inclusive o pai que adotar uma criança. O senador Flávio Arns (PT-PR) afirmou que a aprovação dessa proposta representará um bom presente para toda a família, porque a licença para os pais irá beneficiar as mães e, sobretudo, as crianças, ao garantir a elas mais estabilidade emocional. 
          

          Recentemente, as servidoras estaduais de Mato Grosso foram beneficiadas com o aumento da licença-maternidade de quatro para seis meses, com a Lei Complementar nº 330/08, de autoria do deputado Aírton Português (PP). A matéria foi relatada pelo deputado Alexandre Cesar, que deu parecer favorável, mesmo com a consultoria da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Casa opinando pela inconstitucionalidade por vício formal, ou vício de iniciativa. 
          

         O deputado estadual Alexandre Cesar pretende estender o mesmo direito (aumento da licença-maternidade) às mulheres da Polícia e Bombeiros Militares com o PLC nº 31/08, fazendo jus ao princípio da isonomia.

     

     

    Fonte: 24 Horas News

    19-09-2008 | 12:09
    A ata da reunião de setembro do Comitê de Política Monetária (Copom) reforçou a afirmação de que a política monetária executada pelo Banco Central tem como principal objetivo levar a inflação às metas no próximo ano. "Cabe à política monetária atuar para trazer a inflação de volta à trajetória de metas já em 2009, de forma a evitar que a maior incerteza detectada em horizontes mais curtos se propague para horizontes mais longos", cita o trecho 28 do documento divulgado ontem.

     

    Nesse trecho do documento, os diretores do BC mantêm a avaliação de que a economia interna continua em expansão com "taxas robustas". Isso, na avaliação do Copom, "sustenta o dinamismo da atividade econômica, inclusive em setores pouco expostos à competição externa". Um dos fatores que explicam isso são os fatores de estímulo à economia, como o crescimento da renda, que "ainda estão agindo sobre a economia".

     

    O documento também repetiu a avaliação de que a contribuição do setor externo para uma eventual desaceleração dos preços "tornou-se menos efetiva". A explicação do BC é que o ritmo de expansão da demanda doméstica continua alto, há pressões inflacionárias externas e depreciação de preços dos ativos brasileiros. Além disso, o comitê acredita que os efeitos do investimento sobre a capacidade produtiva da economia "ainda precisam se consolidar". Como na ata de julho, o documento observa que "a postura da política monetária será prontamente adequada às circunstâncias" na eventualidade de se verificar alteração no perfil de riscos que implique modificação do cenário prospectivo básico traçado para a inflação".

     

    Inflação- O Copom admite em sua ata que as expectativas do mercado para a inflação "permanecem em patamares incompatíveis com a trajetória de metas". A afirmação consta no item 18 do documento divulgado hoje.

     

    Fernando Nakagawa e Fabio Graner
    Brasília/AE

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-09-2008 | 12:09

    O mercado de trabalho continuou registrando avanços no país em 2007 mas, em muitos indicadores, não conseguiu alcançar ainda os resultados da década de 90. A taxa de desemprego apurada em nível nacional pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), relativa ao ano passado mostra que, em 2007, a taxa de desemprego foi de 8,2%, ante 8,4% em 2006. Embora a taxa de desemprego do ano passado seja a menor desde 1997 (7,8%), ainda é superior a todas as taxas apuradas pelo IBGE de 1992 a 1997.

     

    Segundo os dados da série histórica harmonizada da pesquisa (que excluem a área rural dos Estados da região Norte), de 1996 a 2007, o nível de ocupação (percentual dos ocupados na população com 10 anos ou mais de idade) passou de 55,1% para 56,9%, "mostrando uma recuperação nos últimos anos, mas não alcançando os percentuais do início da década de 1990" (em torno de 57,5% até 1995).

     

    Rendimento- Apesar dos ganhos ocorridos entre 2004 (R$ 831) e 2007 (R$ 960), a renda média mensal real dos ocupados não retornou ainda ao patamar de 1997 (R$ 1.011,00). O rendimento médio real dos trabalhadores voltou a crescer em 2007, com expansão de 3,2% em relação a 2006. O aumento, porém, foi inferior aos apurados em 2006 ante 2005 (7,2%) e em 2005 ante 2004 (4,5%).

     

    A coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, Márcia Quintslr, explicou que esse crescimento em ritmo menor pode ter relação com o aumento do salário mínimo, que subiu 8,5% em 2007 ante o ano anterior, variação bem inferior às apuradas em 2006 (17%) e 2005 (15%). "Além da geração de emprego e formalização do trabalho, o aumento do mínimo influi muito nesse resultado", explicou. Com o aumento de 3,2% ante 2006, o rendimento médio real do trabalho (das pessoas de 10 anos ou mais de idade ocupadas e com rendimento de trabalho) chegou a R$ 956 em 2007.

     

    A Pnad apurou também o rendimento médio real de todas as fontes (das pessoas de 10 anos ou mais de idade com rendimentos, incluindo, além da renda do trabalho, aplicações financeiras, aposentadoria, renda de aluguel e outros), que chegou a R$ 941 em 2007, com aumento de 2,7% em relação ao ano anterior. d

     

    Jacqueline Farid
    Rio/AE

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-09-2008 | 12:09
    O agravamento da crise financeira internacional começou a abalar o ânimo dos executivos brasileiros, que já prevêem contração no crédito e temem a queda no Produto Interno Bruto (PIB). Reunidos no 6º Fórum Anual de Investimentos da LatinFinance, os executivos não falaram em outra assunto a não ser a crise mundial. Apesar de destacarem que o Brasil está melhor posicionado do que no passado, consideram que o País pode ser seriamente afetado pelo desaquecimento econômico internacional. Empresas como OGX, Votorantim e Localiza ainda não falam em mudar os seus planos de investimentos, mas estão atentas às incertezas.

     

    O vice-presidente do Conselho de Administração da OGX, Francisco Gros, disse que a empresa tem caixa suficiente para financiar seus projetos, mas isso não o tranqüiliza. Na sua opinião o Brasil será afetado pela crise internacional.

     

    "O País não é uma ilha de tranqüilidade. Não vamos nos iludir, porque já vimos este filme e no final a gente morre", afirmou o executivo que já esteve à frente do Banco Central e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Atualmente no conselho da empresa de petróleo do grupo EBX, Gros não acredita em queda mais acentuada dos preços do petróleo e das commodities metálicas. Isso porque, segundo ele, o custo de produção destes bens está cada vez mais elevado, assim como o prazo de maturação dos projetos de logística.

     

    O preço muito baixo do petróleo, por exemplo, poderia inviabilizar projetos mais caros, como o do pré-sal. Uma possível retração na economia brasileira, com queda no PIB terá impacto direto sobre as empresas.

     

    Natalia Gómez e Beth Moreira
    São Paulo/AE

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-09-2008 | 10:09

    A intenção é saber dos candidatos, os projetos e propostas para o setor da construção civil na capital mato-grossense.

     

    O Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT) em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de Mato Grosso (Sincop-MT) e o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (CREA-MT) realiza a partir do dia 22 de setembro (segunda-feira), uma série de encontros com os candidatos à prefeitura de Cuiabá. O objetivo do evento é esclarecer, e ao mesmo tempo, ouvir dos candidatos, os projetos voltados para o setor da construção civil no Estado.

               

     “Queremos na verdade fazer um bate-papo entre os associados do setor e os candidatos, cada a sua vez, para a explanação de proposta e temas voltados aos problemas de nossa capital”, explica o presidente do Sinduscon/MT, Luiz Carlos Richter Fernandes.

     

                Até agora, a diretoria do Sindicato já obteve a confirmação da presença do candidato à reeleição pela Prefeitura de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), para o dia 22 de setembro (segunda-feira) e do candidato Mauro Mendes (PR), para o dia 24 (quarta-feira).

     

                Até agora, os outros três candidatos à Prefeitura Municipal – Valtenir Pereira (PSB), Walter Rabello (PP) e Procurador Mauro César (Psol) – não deram resposta ao convite.  

     

                A reunião com o candidato à reeleição e prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, será realizada no auditório do Mato Grosso Pálace Hotel, localizado na Rua Joaquim Murtinho, no centro da capital, a partir das 18h.

     

                Já o encontro com o candidato Mauro Mendes (PR), acontecerá no dia 24 de setembro, às 20h, no auditório do Centro Carmindo da Construção, localizado na Avenida Carmindo de Campos, nº 146, no bairro Jardim Petrópolis (próximo ao Supermercado Modelo).

     

                Dentre as pautas que deverão ser discutidas entre os empresários do setor e os candidatos estão:

     

    * Missão da Prefeitura de Cuiabá;

     

    * O papel do prefeito, conforme sua missão;

     

    * Os projetos em relação:

     

    1) Infra-Estrutura, pavimentação, saneamento, viadutos, outras;

     

    2) Transporte, trânsito, saúde, educação e segurança;

     

    3) Recursos humanos da prefeitura;

     

    4) Crescimento demográfico em função da migração campo cidade; controle do aumento da natalidade e adaptação da cidade a esta situação;

     

    5) Qual seria a vocação de Cuiabá em relação à indústria, educação administração pública comércio e serviços ou outras? 

     

     

    O quê: Encontros com os candidatos à prefeitura de Cuiabá

     

    Quando: 22 de setembro – candidato Wilson Santos (PSDB)

                    

    24 de setembro – candidato Mauro Mendes (PR)

     

    Onde: Wilson Santos (PSDB) – Dia 22/09 – Mato Grosso Pálace Hotel –18h             Mauro Mendes (PR) – Dia 24/09 – Auditório do Centro Carmindo da Construção, Avenida Carmindo de Campos, nº 146 – 20h

     

     

    Mais informações no Sinduscon-MT, pelo telefone (65) 3627-3020 - SINDUSCON-MT

     

     

    Neila Gonçalves – Ascom/Sinduscon-MT

    18-09-2008 | 10:09

    Há pelo menos dois anos, um setor da nossa economia é motivo de orgulho para quem nele opera e tanto se empenha na construção de um Brasil melhor. É justamente das mãos de quem levanta os sacos de cimento e põe a mão na massa que nasce a nova realidade a construção civil mudou literalmente a cara do nosso país.

     

    De norte a sul desse imenso território, eu vejo de longe arranha-céus sendo levantados e mudando a fisionomia de uma cidade ou região. São investimentos que podem aumentar a produção de uma fábrica ou até realizar o sonho da casa própria. Não importa a obra, mas a nova realidade econômica que surge em cada um desses pólos de desenvolvimento.

     

    Falo dos últimos dois anos, pois foi nesse período que um gigante adormecido parece ter levantado com forças de um rei, que nunca perde sua majestade. Vivemos na terra de Niemayer, Burle Marx e tantos outros que colaboraram para embelezar com suas obras o nosso país. Mas, essa indústria vivia períodos difíceis, espremida por fatores como a falta de crédito e investimentos.

     

    Porém, foi com tijolinho em cima de tijolinho que começamos a superar um período difícil e mostrar que existia toda uma indústria pronta para qualquer que fosse o porte do crescimento que nós já avistávamos. Parecia uma questão de tempo para que esse boom com que hoje convivemos se tornasse realidade.

     

    Todo um esforço para que essa indústria crescesse com qualidade foi muito bem articulado e estudado. Não podíamos chegar ao ápice e continuar a registrar problemas sérios como os de acidentes de trabalho e falta de tecnologia e mão-de-obra. Se não pensássemos nisso seria loucura avançar no escuro.

     

    Deixamos de ser os principais causadores de acidentes de trabalho passamos esse negro bastão , colaboramos em 5,5% com o PIB no ano passado, chegamos a mais de 2 milhões de empregos com carteira assinada e recordes na produção de equipamentos, fornecimento de serviços e venda de materiais. Chegamos a ficar sem cimento.

     

    É gratificante ver tudo isso acontecendo sindicatos se unindo, concorrentes conversando e indicando um ao outro, empresas expandindo seus negócios e outras vindo de fora para produzir em nosso país. Conversando recentemente com dirigentes de duas empresas multinacionais que importam seus produtos para o nosso mercado, fui surpreendido com o volume de equipamentos que estão sendo vendidos no Brasil. Ambos me disseram ter revisto o número dessas importações já que não têm mais em estoque equipamentos fundamentais na construção civil. Tiveram um aumento de 40% na procura.

     

    Foi também perto disso que a locação de equipamentos cresceu no Brasil no primeiro semestre, um incremento de 34%, se comparado a 2007. Esse número mostra que o setor tende a respirar tranqüilo nesses últimos meses e ajudar a fechar 2008 com um crescimento de 10%, aumentando também nossa participação no PIB em cerca de 1%.

     

    Com todos esses números e com toda essa festa que a construção civil vive é que pedimos sim uma salva de palmas para uma indústria que gera muito orgulho para o Brasil.

     

    Expedito Eloel Arena é engenheiro civil e presidente da Associação Brasileira das Empresas Locadoras de Bens Móveis (Alec)

     

    Fonte: Gazeta Digital

    18-09-2008 | 10:09

    A regional brasiliense do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF) realiza, entre os dias 24 e 26 de setembro, um encontro que reúne oportunidades para as micro e as pequenas empresas que atuam nas compras governamentais.

     

     

    Chamado de Fomenta, o evento propõe-se a esclarecer, aos empresários, desse setor sobre possibilidades, condições e oportunidades de fornecimento de produtos e serviços acessíveis neste mercado. Inscrições e informações pelo site www.fomenta.org.br.

     

     

    Fomenta
    Data: 24 a 26 de setembro
    Local: Espaço Brasil 21
    SHS Quadra 6, Lote 1, Conjunto A, Bloco G
    Inscrições: www.fomenta.org.br

     

     

    Fonte: Sinduscon-DF

    18-09-2008 | 10:09

    O sistema de crédito imobiliário da Caixa é tema de encontro no dia 1º de outubro, às 18h30, em Brasília. O evento é promovido pela instituição financeira, o Sinduscon-DF e o Sebrae no DF. A apresentação será feita pelo gerente regional de negócios da Caixa, Marcelo Ferreira de Oliveira.

     

    O endereço do evento é SEPS 702/902, conjunto B, Bloco A, Ed. General Alencastro, 1º andar.  


    Fonte: Sinduscon-DF

    18-09-2008 | 10:09

    O governo admitiu ontem que poderá intervir no mercado de materiais de construção, caso os reajustes de preços prejudiquem o andamento de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o principal projeto do segundo mandato do presidente Lula. “Embora não veja qualquer indício de descontrole, se for necessário, o governo tomará as medidas necessárias para evitar que algum segmento tente tirar proveito deste momento para elevar seus preços”, informou a Casa Civil por meio de nota enviada ao Correio Braziliense.

     

     

    Na edição de ontem, o jornal mostrou que o Governo do Distrito Federal foi obrigado a suspender a licitação para a construção de 1.290 casas populares na Estrutural, uma das regiões mais carentes e violentas da capital do país, por total falta de interesse das construtoras. Para abrir mão do empreendimento, as empresas alegaram que o valor acertado para as obras estava incompatível com a nova realidade de preços das matérias-primas e insumos usados na construção. Nos 12 meses terminados em agosto, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acumulou alta de 11,4%.

     

     

    O indicador foi puxado pelo preço do aço, que avançou, no mesmo período, 20,16%. Já o cimento ficou 28,7% mais caro e a areia, 24,45%. “Não há dúvidas de que há muita pressão sobre os preços dos materiais de construção. Por isso, estamos refazendo as contas para definirmos novos valores e chamarmos nova licitação para o empreendimento da Estrutural”, disse o secretário de Obras do GDF, Márcio Machado.

     

     

    Apesar de reconhecer a disparada dos preços dos materiais de construção, a Casa Civil considerou um “exagero” dizer que o encarecimento dos insumos usados na construção civil esteja pondo em risco as obras do PAC e assegurou que o pico dos reajustes ocorreu em julho.


    Fonte: Correio Braziliense

    18-09-2008 | 10:09

    No ano em que se completam 10 anos do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat no Brasil (PBQP-H), o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) e a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) comandam as comemorações da proposta que mudou as referências do setor.

     

    Além do lançamento da segunda edição do manual do PBQP-H, que chega atualizado às mãos de presidentes de comissão de licitações, diretores de autarquias e demais órgãos da administração pública, o evento marcado para o dia 25 deste mês contará com a presença do secretário de Obras do Distrito Federaç, Márcio Edvandro Rocha Machado.

     

    Serviço:

     

    10 Anos de PBQP-H

     

    Data

     

    25 de setembro de 2008 (Quinta-feira)

     

    Local

     

    Auditório Arino Oton de Lima – SIA Trecho 02, Lote 1.125, Cobertura do Sinduscon-DF.

     

    Programação

     

    19h – Credenciamento

     

    19h30 – Abertura

     

    19h50 – “10 Anos de PBQP-H”

     

    Maria Salette Weber – Coordenadora Nacional do PBQP-H.

     

    20h20 – “PBQP-H no Governo do Distrito Federal”

     

    Sigmar Carlos Bielefeld – Coordenador Geral do PBQP-H no Distrito Federal.

     

    20h30 – Assinatura conjunta do Termo de Posse pelos membros da Coordenação Geral do PBQP-H no GDF.             

     

    21h – Coquetel.   

    Informações e confirmações de presença pelo telefone (61) 3234-8310, ramal 208, ou pelo e-mail cop@sinduscondf.org.br

     

    Fonte: Sinduscon – DF

    18-09-2008 | 10:09

    Está prevista para iniciar no próximo ano a segunda fase do projeto que tem como objetivo diferenciar as emissões antes e depois da formação dos reservatórios.O projeto foi inscrito no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento de Furnas e conta com um orçamento de R$ 12 milhões. Participam pesquisadores do Inpe, do Instituto Alberto Luis Coimbra de Pós - graduação e Pesquisa(Coppe/UFRJ). O projeto também colabora para que o Brasil cumpra seus acordos com a ONU quanto as mudanças do clima, elaborando e atualizando inventários de suas fontes de emissão, e as remoções por sumidouros dos principais gases de efeito estufa (gás carbônico, metano e óxido nitroso).

     

    O sistema recolhe em tempo real, entre outras informações, a temperatura da água e do ar, a velocidade e direção dos ventos, o PH (oxigenação) e a condutividade da água. Todos os dados são enviados a cada 15 minutos , via satélite, para o Inpe, localizado em São José dos Campos(SP), responsável pelo equipamento, onde são arquivados em um banco de dados e ficam a disposição das equipes integrantes do projeto, na na Internet. A cada ciclo de campanhas é instalado um Sima por reservatório estudado, que fica ali durante um ano. A energia utilizada para alimentar os aparelhos é fornecida por painéis solares.

     

    Fonte: Gazeta Digital

Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
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CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
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