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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    03-09-2008 | 11:09

     

    O principal objetivo do grupo Congressistas Americanos que chegou em Mato Grosso ontem é conhecer a potencialidade econômica e o processo de desenvolvimento do Estado. A comitiva foi recebida pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, que depois de mostrar os números referentes ao perfil econômico do Estado acompanhou o grupo até Barra do Bugres, onde conheceram a usina Barralcool e depois até Sapezal para visitar uma fazenda modelo em produção de soja algodão e milho.

     

    Esta não é a primeira vez que o chefe do comitê agrícola dos Estados Unidos, Collin Peterson, visita Mato Grosso. Ele disse que quando esteve na região de Rondonópolis se surpreendeu com o desenvolvimento e fez questão de trazer seus colegas do comitê agrícola para conhecer o Mato Grosso. "Queremos entender o processo de produção deste Estado que um dos maiores produtores de grãos do Brasil. Viemos ver esse progresso e também temos interesse em pesquisas, já que o país tem se destacado mundialmente".

     

    Apesar de visitarem uma usina de álcool em Barra do Bugres, Peterson disse que o etanol não é o produto brasileiro que mais interessa aos Estados Unidos. "Temos interesse na soja, no milho e no algodão", revela. "No entanto, nesta visita queremos apenas conhecer um pouco mais do Estado e ver de perto a evolução e o progresso que acontece rapidamente nesta região do Brasil", complementa.

     

    Nadaf, que recebeu o grupo que inclui representantes de quatro Estado norte-americanos, no hangar do Governo, no aeroporto Marechal Rondon aproveitou para destacar o crescimento de Mato Grosso mostrando a importância que o Estado ocupa no Brasil e no mundo. O secretário revelou que o Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso é o que mais cresce no país. "É uma média de 10% de crescimento por ano". Ele destacou ainda que MT produz 70% do algodão brasileiro e 30% da soja. Além disso, produz também 150 milhões de aves, ocupando o terceiro lugar no ranking dos Estados que mais abatem frango no Brasil.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    03-09-2008 | 11:09
    A rua de acesso lateral à Igreja de São Benedito e Paróquia do Rosário foi interditada temporariamente para proteger a estrutura física do prédio, que foi restaurado em 2006 e já apresenta algumas rachaduras na parede. No local está instalado um palco, que foi utilizado na Festa de São Benedito. A administradora Eva Alves disse que o tráfego de veículos pesados na rua é intenso e causa trepidação no prédio.

     

    Ela conta que são realizados reparos no telhado a cada 3 meses devido a situação. As telhas saem do lugar, o que gera goteiras e danos no interior da igreja. No período chuvoso, o trabalho de manutenção é ampliado para evitar que água danifique objetos sacros.

     

    Após uma chuva, no ano passado, a água chegou a escorrer pelas paredes e danificar a pintura.

    A paróquia solicitou à Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos (SMTU) autorização para bloquear a rua lateral a igreja até a definição de ações para evitar o tráfego de carros pesados nas proximidades do prédio.

     

    Outro lado - A assessoria de imprensa da SMTU informou que o pedido de bloqueio da rua foi concedido a paróquia até a conclusão de um estudo, realizado pelo órgão, para diagnosticar o impacto do trânsito na igreja, bem como ações para amenizar o problema. Já o tráfego na avenida Coronel Escolástico precisa de mais tempo para ser resolvido. Como a via é um dos principais acessos a área central será necessário um redimensionamento planejado do trânsito.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-09-2008 | 11:09
    A festejada retomada da construção civil -a mais forte e duradoura dos últimos 25 anos- começa a dar lugar a uma preocupação na indústria de material de construção. A demanda pode ocupar rapidamente a capacidade ainda disponível e seguir mais veloz do que o tempo necessário para expansões. A associação dos fabricantes de material de construção estima em 85% a ocupação atual, alta, segundo sua própria avaliação.

     

    A indústria do cimento é obrigada hoje a operar num ritmo 14% superior em relação ao mesmo período do ano passado e torce para que não passe disso. A indústria do aço prevê expansão de 12,5% do mercado interno, mas projeta aumento de só 7,5% na produção em 2008. Já o conjunto da indústria de material de construção, que reúne do básico ao acabamento, revisou de 12% para 18% o crescimento do faturamento em 2008, o que projeta receita inédita de R$ 92,4 bilhões no ano.

     

    "Diria que é um crescimento ainda com viés de alta, pode ser maior do que isso. O ritmo, de fato, já nos preocupa", afirma Melvyn Fox, presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção).

     

    Símbolo da construção, a demanda por cimento fechou o mês de julho com compras de 4,88 milhões de toneladas em todo o país, volume que projeta demanda de 58,56 milhões de toneladas em 12 meses.

     

    O forte crescimento no último ano elevou a ocupação das 65 fábricas espalhadas pelo território nacional a um preocupante nível, a apenas 4,5 milhões de toneladas do limite final da indústria, ou seja, um espaço de 7%. De acordo com José Otávio Carvalho, secretário-executivo do SNIC (Sindicado Nacional da Indústria do Cimento), entre o pico e a baixa demanda, a indústria sempre tem uma folga de 15%.

     

    Desde o ano passado, quando a demanda pegou o setor despreparado --e houve problema no abastecimento na região Centro-Oeste do país--, unidades e fornos parados foram reativados, e um ambicioso pacote de investimentos foi anunciado pela indústria. Até 2012, a capacidade pode ser incrementada em mais 30 milhões de toneladas, o que ampliará o limite de produção para 93 milhões de toneladas por ano. A questão é que uma fábrica de cimento, entre a decisão de construir e a primeira produção, pode durar no mínimo três anos.

     

    O setor prefere a palavra esforço do que garantias de que não faltará produto nos próximos anos. "Não há como dar garantia de que não vai faltar. O que dissemos é que a indústria está tomando providência", diz Carvalho. O ritmo do crescimento pode surpreender ainda mais e suplantar a velocidade de entrada de novas unidades produtoras, como no aço.

     

    Nas siderúrgicas, o problema, segundo o IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia), é a demanda não prevista. "O que falta é previsibilidade. A produção de aço requer previsões antecipadas, e isso deve ser observado pelas construtoras. É preciso planejamento", diz Marco Polo de Mello Lopes, vice-presidente do IBS.

     

    Ao contrário da indústria de cimento, o setor deu garantias ao governo de que não haverá falta de aço. Segundo Lopes, a demanda interna atinge hoje 60% da capacidade da siderurgia, o restante é exportado. O recente crescimento da demanda interna levou a indústria a reduzir as exportações e colocar no mercado local os volumes vendidos no exterior.

     

    Além disso, a siderurgia anunciou a ampliação da capacidade, dos atuais 41 milhões de toneladas para 66,7 milhões de toneladas. Parte disso vai abastecer o mercado da construção civil, que cresce hoje a ritmo chinês, 12%.

     

    A nova capacidade foi anunciada por siderúrgicas já instaladas e por novas. Nesse número, não estão contabilizados empreendimentos em fase de estudo para depois de 2010, que podem agregar mais 16,5 milhões de toneladas e elevar o parque siderúrgico nacional a 83,2 milhões de toneladas, o dobro do tamanho atual.

     

    Satisfeita com o maior ciclo de expansão do mercado da construção civil das últimas duas décadas, a indústria fabricante de material lançou um alerta: "Estamos no limite. Se crescermos mais, vamos ter problemas."

     

    A Abramat espera a redução do ritmo de encomendas a partir deste mês, para o fechamento do ano com crescimento de 18%. De janeiro a julho deste ano, a receita do setor cresceu ao ritmo de 30,9% em relação a igual período de 2007. "A partir de agora, a tendência é de redução desse patamar. Isso porque a base de comparação já é muito maior do que foi até agora", explica Fox, da Abramat.

     

    Segundo ele, os investimentos industriais já anunciados asseguram o atendimento do mercado brasileiro ante o crescimento de 18%. Nesse caso, a indústria fechará o ano com uma taxa de ocupação de 85%. Para 2009, a previsão é de crescimento de 12%. "Qualquer coisa fora dessas expansões pode afetar o abastecimento do mercado", pondera.

     

    Fonte: O documento
    02-09-2008 | 11:09
    A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a proposta para acabar com o déficit de 8 milhões de moradias para quem ganha menos de cinco salários mínimos, em 15 anos.   

     

    Segundo o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, as construtoras esperam conseguir dinheiro do governo para tocar o projeto. Uma das idéias é que a União subsidie parte do custo para a construção das casas. Safady não informou o porcentual, mas estima que para construir uma unidade para quem ganha um salário mínimo seria necessário subsidiar a metade.   Ainda conforme Safady, os custos podem chegar a R$ 300 bilhões. De acordo com ele, o presidente Lula recebeu bem a proposta. "O presidente está disposto a acabar com esse problema", disse após a reunião com Lula.   

     

    Outra proposta apresentada por Safady é uma parceria público-privada para recuperação da Esplanada dos Ministérios e construção dos sete anexos que faltam. Uma das hipóteses de parceria seria as construtoras arcarem com os custos e, em troca, o governo cederia terrenos e projeções aos empresários.

     

    Safady garante que a reforma significará redução das contas de água, luz e outros gastos. O orçamento estimado é de R$ 300 milhões.

     

     

     

    Fonte: CBIC

    02-09-2008 | 11:09
    Plano viário tem 200 propostas para "servir de orientação" aos candidatos à prefeitura

     

     

            Pacote abrange túneis, pontes, viadutos e avenidas; para especialistas, sugestões contrariam prioridade ao transporte coletivo

     

     

     

     ALENCAR IZIDORO/RICARDO SANGIOVANNI

     

     

            Algumas das principais construtoras do país criaram um plano de 200 obras viárias na cidade de São Paulo, ao custo estimado de R$ 15,6 bilhões, com a ambição de "servir de orientação às equipes dos candidatos" à prefeitura e de influenciar as decisões do poder público nos próximos anos.

     

     

            Tratado como um banco de projetos para atenuar os gargalos do trânsito, abrange intervenções polêmicas, como a construção de um complexo de R$ 884 milhões com túneis no Morumbi e outro de R$ 254 milhões entre a rodovia Raposo Tavares e a marginal Pinheiros.

     

     

            A estratégia do estudo contratado pelo sindicato que reúne as empreiteiras no Estado, na prática, é deixar as sugestões na prateleira para acelerar a tomada de decisões por novas obras de interesse direto da indústria da construção pesada.

     

     

            O plano das construtoras é intitulado "São Paulo por um trânsito melhor". Na avaliação de cinco especialistas ouvidos pela Folha, a proposta de expansão da malha viária principalmente voltada para os carros vai na contramão da necessidade de restrição ao transporte individual e de prioridade ao coletivo.

     

     

            Embora haja propostas de corredores e terminais de ônibus, a dimensão de investimentos direcionada para essa área se limita a 28% do total.

     

     

            O custo para tirar todas as obras do papel é suficiente para construir de 80 a 100 km de metrô, o que mais que dobraria a rede atual, de 61,3 km.

     

     

            O Sinicesp (sindicato da construção pesada), contratante do estudo, tem em sua diretoria representantes de empreiteiras como OAS, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa. Na semana passada, já começou a contatar as equipes dos principais candidatos a prefeito para agendar a entrega do plano.

     

     

            Técnicos entrevistados consideram que, no trabalho, há obras defensáveis, embora insuficientes para compensar a entrada superior a mil novos veículos por dia nas ruas. E avaliam ser grande a possibilidade de as apostas das construtoras serem usadas como diretrizes no município.

     

     

            Primeiro, devido ao apelo popular que, desde as últimas décadas, estimula a realização de intervenções favoráveis aos carros -apesar das críticas. Segundo, pela falta de projetistas do município e pelo poder de influência das empreiteiras, segmento que costuma financiar campanhas eleitorais de diversos partidos.

     

     

            Profissionais ligados ao Executivo e às construtoras relatam que algumas das principais obras viárias já feitas ou em discussão foram precedidas de sugestões das próprias empresas. Ou seja, a iniciativa das empreiteiras de propor as intervenções de seu interesse sempre existiu, mas nunca de forma tão ampla e detalhada.

     

    Fonte: CBIC
    02-09-2008 | 11:09
    O principal indicador de custo da construção alcançou em julho variação em 12 meses de 9,7%. O valor do CUB (Custo Unitário Básico) fechou o mês de julho a R$ 793,98 o metro quadrado de construção. Segundo o SindusCon-SP (Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado de São Paulo), os reajustes nos preços do aço, do cimento e dos agregados (área e brita) inflacionaram os custos.

     

     

            Além dos custos, os prazos de entrega estão aumentando. "Os preços subiram muito, e os prazos de atendimento dos pedidos se alongaram", diz Sergio Watanabe, presidente do SindusCon-SP. Segundo ele, os custos de produtos de acabamento, como revestimento cerâmico e metais, também aumentaram bastante.

     

     

            A alta dos preços de material de construção fez o IGP-M cair menos do que poderia. A deflação de 0,32% no índice em agosto poderia ter sido maior se os preços dos materiais de construção -parte do INCC, índice que compõe o IGP-M- não tivessem se acelerado.

     

     

            Para Watanabe, a alta dos juros e a elevação da inflação podem esfriar o ritmo da construção nos próximos meses, embora analistas ainda prevejam um cenário de forte expansão.

     

     

    Fonte: CBIC
    02-09-2008 | 11:09
     O consumo de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu 5,6% em agosto deste ano, na comparação com o mesmo período de 2007, totalizando 52,630 mil megawatts (MW) médio, informou ontem o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

     

    Em relação a julho deste ano, a expansão registrada foi de 2,3%. Com o resultado, no período acumulado dos últimos 12 meses até agosto, o operador verificou o aumento de 4,2% no consumo do sistema.

     

    De acordo com o ONS, o crescimento do consumo segue sob influência da expansão industrial, tendo em vista que o nível atual de utilização da capacidade instalada da indústria de transformação é da ordem de 83%. Segundo o ONS, esse comportamento é puxado pela demanda interna, por conta do aumento de renda das famílias e também da expansão de crédito.

     

    A expectativa do ONS é que este cenário continue, já que os indicadores mais recentes continuam a sinalizar perspectivas positivas para a economia brasileira.

     

    Temperatura - Além do fator econômico, o ONS informa que o crescimento verificado no consumo de energia também foi influenciado por temperaturas mais elevadas esta época do ano no Sul e no subsistema das regiões Sudeste e Centro-Oeste do país.

     

    Regiões - Entre as regiões, o consumo de energia cresceu 6,7% no subsistema Sudeste e Centro-Oeste em agosto deste ano ante igual intervalo do ano passado, para 33,010 mil MW médios.

     

    No Sul, a expansão no período foi de 3,3%, para 8,5 mil MW médios. No Nordeste, o operador apurou alta de 4% no consumo, para 7,384 mil MW médios e, no Norte, o crescimento foi de 5,1%, para 3,736 mil MW médios.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-09-2008 | 11:09
    Pela quinta semana consecutiva, o mercado reduziu a projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 e manteve a estimativa do indicador abaixo do teto da meta de inflação para este ano, de 6,5%. Segundo a Pesquisa Focus, compilado das principais projeções macroeconômicas de instituições financeiras divulgada hoje pelo Banco Central, o IPCA deve encerrar 2008 em 6,32%, ante previsão de 6,34% na semana passada. Já para 2009, a previsão permaneceu em 5% pela sétima vez seguida. Porém, em ambos casos, as previsões para o IPCA permanecem acima do centro da meta de inflação, de 4,5%, conforme determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN). A margem de tolerância é de dois pontos percentuais para baixo ou para cima, ou seja, entre 2,5% e 6,5%.

     

    Para os Índices Gerais de Preços (IGPs), calculados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e que trazem o comportamento dos preços no atacado e o impacto em tarifas públicas e de serviços, as previsões também caíram. O mercado espera agora que o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) encerre 2008 em 10,31%, ante 10,38% na previsão anterior. Já o Índice Geral de Preços -Mercado (IGP-M) deve ficar em 10,37% este ano, ante expectativa de 10,73% na semana passada. Para 2009, a projeção para o IGP-DI caiu de 5,30% para 5,29% e a do IGP-M passou de 5,5% para 5,48%.

     

    Juros- Na semana que antecede o sexto encontro do ano do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado financeiro manteve as projeções para a taxa básica de juros, a Selic, em 2008 e em 2009, em 14,75% ao ano e 14% ao ano, respectivamente. Atualmente, a Selic está em 13% ao ano. O próximo encontro do Copom está previsto para a terça e quarta-feira da semana que vem (dias 9 e 10). Após esta reunião, o comitê terá ainda mais dois encontros, em outubro e dezembro deste ano.

     

    Câmbio - O mercado elevou as previsões para as taxas de câmbio no fim de 2008 e de 2009 para R$ 1,63 e R$ 1,73, de R$ 1,62 e R$ 1,72, respectivamente.

     

    PIB - A estimativa de crescimento da economia brasileira em 2008 não sofreu alteração e a projeção do mercado permaneceu em expansão de 4,8%, pela décima primeira semana consecutiva. Já para 2009, o mercado reduziu a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) pela quarta vez seguida, para 3,6%, de 3,65% na semana passada.

     

    Contas externas - Em relação à balança comercial brasileira, o mercado elevou a projeção de superávit comercial este ano para US$ 23,5 bilhões, de US$ 23,3 bilhões. Já a estimativa do déficit em conta corrente (saldo de todas as transações do país com o exterior) em 2008 caiu para US$ 26,4 bilhões, de US$ 25,5 bilhões na previsão anterior.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-09-2008 | 11:09
    Com a alta menos intensa de preços de produtos dos segmentos de habitação e cuidados pessoais e com deflação no preço dos alimentos, o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) subiu 0,14% até a quadrissemana terminada em 31 de agosto, desacelerando-se em relação à alta de 0,24% registrada na quadrissemana terminada em 22 de agosto. O resultado, o menor desde a primeira semana de março de 2008, ficou no piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro entrevistados pela Agência Estado, que esperavam uma aceleração da inflação entre 0,14% e 0,22%.

     

    A desaceleração do indicador foi resultado de altas menos intensas e queda de preços de três das sete classes de despesa usadas para cálculo do IPC-S. Foram os casos de habitação (de 0,85% para 0,72%); saúde e cuidados pessoais (de 0,54% para 0,43%) e alimentação (de -0,45% para -0,71%).

     

    Mais uma vez o grupo dos alimentos foi destaque entre as classes de despesa, e teve a maior influência para a taxa menor do índice. No setor de alimentação, houve quedas e desacelerações de preços em hortaliças e legumes (-7,08% para -8,54%), arroz e feijão (-1,76% para -3,49%), laticínios (-0,84% para -1,39%) e carnes bovinas (-0,41% para -0,51%). Segundo a fundação, houve também deflações em tomate (-39,60%); batata-inglesa (-8,44%); e leite tipo longa vida (-3,18%). No entanto, mamão da Amazônia (25,14%); e cebola (18,10%) foram os produtos que apresentaram as maiores altas, junto com os preços de tarifa de telefone fixo residencial (2,11%).

     

    Os outros grupos apresentaram acelerações ou quedas mais fracas de preços. É o caso de vestuário (de -0,27% para -0,23%); educação, leitura e recreação (de 0,06% para 0,26%) e transportes (de 0,18% para 0,21%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-09-2008 | 11:09

     

    Técnicos da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) apresentam, amanhã, ao Grupo Técnico da Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), do Ministério do Planejamento, em Brasília (DF), o projeto do Estado a ser financiado pelo Programa de Modernização da Administração Tributária, Financeira e Patrimonial do Estado (Profisco). Os recursos para o Programa serão disponibilizados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

     

    O projeto do Governo de Mato Grosso será apresentado às 15h, pelo agente de Tributos Estaduais Maurício Guimarães e pelo fiscal de Tributos Estaduais Adilson Rubio, ambos da equipe técnica da Secretaria-Adjunta da Receita Pública da Sefaz. A validação da operação será feita no dia 23 de setembro, pela Cofiex.

     

    Posteriormente, a equipe técnica da Secretaria-Adjunta da Receita Pública da Secretaria de Fazenda trabalhará no detalhamento do projeto. A previsão é que os recursos sejam liberados no início de 2009.

     

    Já o projeto (carta-consulta) de Mato Grosso a ser financiado pelo Programa para Modernização da Administração das Receitas e da Gestão Fiscal, Financeira e Patrimonial das Administrações Estaduais (Pmae), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi aprovado e está em fase final de detalhamento pela equipe técnica da Secretaria-Adjunta da Receita Pública da Sefaz. A expectativa é que os recursos do Pmae sejam liberados ainda este ano.

     

    Os projetos foram elaborados com base em diagnósticos feitos por servidores, para aprimorar a gestão tributária, levando em consideração facilitar o acesso dos contribuintes e contabilistas aos serviços fazendários.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-09-2008 | 11:09
    O Governo do Estado de Mato Grosso recebe nesta terça-feira (02.09), por volta das 8h30, uma comitiva formada por 10 congressistas americanos representantes de vários Estados como Minnesota, Illinois, Arkansas e outros. O objetivo é conhecer o potencial do Estado e possibilidades de investimentos.

    O secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf receberá a comitiva no hangar do Governo, localizado no Aeroporto Marechal Rondon, onde mostrará números que revelam o potencial e o desenvolvimento do Mato Grosso. Depois da apresentação do secretário, o grupo segue para o interior do Estado, nos municípios de Barra do Bugres e Sapezal.

     

    Fonte: Olhar Direto
    02-09-2008 | 11:09
     
    A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, enviou alerta de baixa umidade do ar às defesas civis de Mato Grosso,  Rondônia, Piauí, Bahia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio dejaneiro, São Paulo e Distrito Federal.

    Entre ontem (01/09) equarta-feira (03/09), a presença de uma massa de ar seco provoca baixos índicesde umidade do ar em Rondônia, no centro-sul do Piauí, oeste e centro da Bahia,Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, noroeste, centro-oeste, sul eTriângulo Mineiro, oeste e norte de São Paulo e no Distrito Federal. Persiste oalerta de que a umidade relativa mínima fica abaixo dos 30%, especialmente nosudeste de Rondônia.

    Em algumas localidades doDistrito Federal, de Minas Gerais, do Mato Grosso, de Goiás, da Bahia e doPiauí, a umidade relativa mínima fica abaixo dos 20%. Amanhã (02/09) equarta-feira (03/09), os índices podem ser mais críticos no norte e nordeste doMato Grosso do Sul e no noroeste paulista, onde a umidade atinge 15%.

     

    Amanhã e quarta-feira (02 e 03/09), a presença da massa de ar seco provoca baixos índices de umidaderelativa do ar no Rio de Janeiro (exceto litoral). Alerta-se que a umidaderelativa mínima fica em abaixo dos 30%. Em algumas localidades, os índicespodem ser mais críticos, ou seja, cerca dos 20%.

    Nesta segunda-feira(01/09), a massa de ar seco volta a se intensificar sobre o Brasil Central,mantendo as condições de baixos índices de umidade relativa do ar no sul eleste do Tocantins. Persiste o alerta de que a umidade relativa mínima fica emtorno dos 20%. Amanhã e quarta-feira (02 e 03/09), o alerta é válido para todoo Estado.

    A Secretaria Nacional deDefesa Civil desaconselha atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10e 17 horas, especialmente entre as 14 e 16 horas, período do dia em que aumidade do ar fica mais baixa. Orienta-se também para a ingestão de bastantelíquido para não ter problemas de desidratação.

     

    Alerta-se também que otempo seco aumenta o risco de incêndios florestais. Com isso, recomenda-seorientar a população para não fazer fogueiras nas proximidades de matas eflorestas. Além disso, os motoristas que trafegarem por regiões sujeitas aincêndios deverão ter atenção redobrada devido à visibilidade reduzida pelafumaça, e também evitarem jogar pontas de cigarros para fora dos veículos.

    Com a divulgação de alertas, a Sedec pretende evitar a perda de vidas, danos ao patrimônio e aomeio ambiente e também incentivar a adoção de medidas preventivas pelapopulação, governos estaduais e municipais. Os alertas preventivos emitidospara os Estados da Bahia e do Piauí são baseados em informações doInstituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os demais alertas preventivos são baseados em informações do Centro de Previsão de Tempo eEstudos Climáticos (Cptec) e do Inmet.

     

    Fonte: Mídia News
    02-09-2008 | 11:09
    A crise econômica internacional afetou a produção industrial brasileira em agosto, com a diminuição da demanda interna e a redução dos pedidos de exportação. Segundo a pesquisa PMI (Índice Gerentes de Compras), desenvolvida pela Markit Economics e divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Real, o desempenho do setor industrial registrou índice de 51,1 pontos, o mais baixo em dois anos, contra 53,5 pontos verificados em julho.

     

    "Ambos os principais componentes do PMI --produção e novos pedidos-- cresceram, mas por taxas bem mais lentas que as registradas no início do ano. Do mesmo modo, o crescimento do emprego desacelerou-se visivelmente em relação ao mês anterior", informa o relatório do levantamento feito com executivos de 450 empresas.

     

    A leitura do PMI abaixo de 50 indica queda na economia industrial, acima de 50, expansão, e equivalente a 50, ausência de mudanças. Quanto maior for a diferença do valor de 50, maior será a taxa de mudança assinalada pelo índice.

     

    O índice de novos pedidos atingiu 50,5 em agosto contra 53,4 no mês anterior. "As respostas da pesquisa indicaram que, embora as condições de demanda no mercado interno tenham permanecido relativamente favoráveis, a desaceleração da economia mundial causou a queda da demanda externa".

     

    Pelo segundo mês consecutivo, o índice de novos pedidos para exportação registrou queda, atingindo 46,4 pontos em agosto, contra 47,8 no mês anterior e 48,8 em junho. "Os novos pedidos de exportação continuaram a cair em agosto, com a taxa de contração acelerando-se para o seu ponto mais rápido em um ano e meio. De um modo geral, os respondentes culparam o dólar americano pela queda mais recente", diz a pesquisa.

     

    A redução dos pedidos no mercado interno e externo refletiu no índice de contratação na indústria, que ficou em 51,3 em agosto, contra 54,5 no mês anterior. "As evidências da pesquisa indicam que os funcionários foram contratados em sintonia com as exigências de processamento de novos pedidos e para completar contratos existentes".

     

    O índice de preço de bens finais, sazonalmente ajustado, caiu para 54,4 pontos em agosto 58,9 (abaixo dos 58,9 de julho). Segundo o relatório, os fabricantes brasileiros aumentaram seus preços pela taxa mais fraca em quatro meses em agosto, devido aos custos mais altos de insumos.

     

    Fonte: O documento

     

    02-09-2008 | 11:09
     O governo britânico anunciou nesta terça-feira um pacote de investimentos e cortes de impostos para estimular o mercado imobiliário do Reino Unido. O premiê britânico, Gordon Brown, anunciou planos de disponibilizar 1 bilhão de libras (US$ 1,783 bilhão) para financiar as compras de imóveis, devido à escassez de crédito no mercado, causada pela crise das hipotecas "subprime" (de maior risco nos EUA).

     

    O ministro da Economia britânico, Alistair Darling, também eliminou o imposto sobre as compras de imóveis de valor abaixo de 175 mil libras (US$ 312 mil) como forma de incentivar as aquisições --o que pode poupar os compradores de uma despesa que pode chegar a 1.750 libras (US$ 3.122).

     

    Os preços dos imóveis no Reino Unido caíram cerca de 10,5% nos últimos 12 meses, segundo a Nationwide Building Society.

     

    O pacote deve ser anunciado hoje por Brown e pela ministra de Comunidades e Governos Locais, Hazel Blears. Com esse plano, os principais beneficiados serão compradores com renda familiar anual de menos de 60 mil libras (cerca de US$ 107 mil).

     

    Em alguns casos, o governo poderá também dar dinheiro às famílias com problemas nos pagamentos das hipotecas, em troca de uma participação na posse do imóvel. O governo também poderá comprar o imóvel da empresa hipotecária e alugá-lo à família por um valor compatível.

     

    O pacote pretende evitar que a economia britânica caia em recessão. A OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), no entanto, informou que a economia do Reino Unido deve registrar contrações de 0,3% e 0,4% nos dois últimos trimestres do ano, respectivamente. Tecnicamente, uma recessão acontece quando o PIB se contrai durante dois trimestres consecutivos.

     

    Para 2008 como um todo, a previsão de crescimento continua sendo positiva, 1,2%; a previsão anterior era de um crescimento de 1,8%.

     

    No dia 30 de julho, O presidente dos EUA, George W. Bush, assinou um plano de salvação para o setor imobiliário. Entre as medidas do plano, cerca de US$ 300 bilhões de empréstimos imobiliários devem ser garantidos pelo Estado para dar fôlego aos devedores porque as taxas de juros fixas em 30 anos estão em seu nível mais elevado em um ano. Além disso, US$ 3,9 bilhões devem ser concedidos aos grupos locais para recomprar e reabilitar os imóveis penhorados (o que a Casa Branca não queria aprovar no início).

     

    Fonte: Folha on-line
    02-09-2008 | 11:09
    A produção industrial do país desacelerou e subiu 1% em julho frente ao mês anterior, após avanço de 2,9% em junho, informou nesta terça-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De acordo com o instituto, o resultado indica um quadro positivo da atividade industrial, ainda que com um ritmo menor de crescimento.

     

    Em relação a julho do ano passado, foi verificada alta de 8,5%, o que indica um quadro de 25 altas consecutivas nesse dado comparativo. No acumulado dos últimos 12 meses, a produção industrial tem crescimento de 6,8%, ante 6,7% nos 12 meses imediatamente anteriores.

     

    No ano, a indústria teve incremento de 6,6%, em relação ao verificado de janeiro a julho de 2007.

     

    A Pesquisa Industrial Mensal demonstra que houve aumento de produção em 17 dos 27 ramos pesquisados em julho, na comparação com o mês anterior. O principal destaque ficou por conta da indústria de produtos químicos, que cresceu 4,2% no período. Também apresentaram alta as indústrias de máquinas e equipamentos (2%) e edição e impressão (5,6%).

     

    Por outro lado, os principais resultados negativos foram constatados nas produções de material eletrônico e equipamentos de comunicações (-7,6%), automobilística (-1,2%) e bebidas (-3%).

     

    Entre as categorias de uso, os bens de consumo duráveis tiveram queda de 5,2% de julho para junho. Os bens de consumo semi e não duráveis ficaram estáveis. A produção de bens intermediários registrou alta de 1,1%. Já a produção de bens de capital de julho subiu 1,2%.

     

    Na comparação com julho do ano passado, houve incremento da produção em 23 das 27 atividades analisadas. O IBGE destaca que julho de 2008 teve um dia útil a mais que o período correspondente no ano passado.

     

    A produção automobilística registrou expansão de 17,3% nessa base comparativa. Também avançaram as produções de máquinas e equipamentos (12,6%) e metalurgia básica (10%).

     

    Apresentaram queda, na relação com julho do ano passado, as produções de madeira (-13,7%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (-3,2%).

     

    Fonte: Folha on-line
    02-09-2008 | 11:09

     

    Em julho, produção cresceu 1,0% frente ao mês anterior. Entre mesmos meses, indicador completa 25 meses de alta.

     

    A produção da indústria brasileira cresceu 1,0% no mês de julho frente ao mês anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a variação, o indicador acumula alta de 6,6% no ano, acima da observada ao final do primeiro semestre (6,2%). O IBGE também revisou a taxa do mês de junho ante maio, de 2,7% para 2,9%. 

     

     

    Em relação a julho de 2007, o aumento verificado foi de 8,5%, completando uma seqüência de 25 meses de resultados positivos nesta base de comparação. Já nos últimos 12 meses a alta acumulada passou de 6,7% em junho para 6,8% em julho.

    Segundo o IBGE, na passagem de junho para julho tiveram destaque os desempenhos registrados por outros produtos químicos (4,2%), que acumula 12,2% em três meses de expansão, seguido por: edição e impressão (5,6%), máquinas equipamentos (2,0%) e fumo (12,9%).

    Por outro lado, as pressões negativas de maior impacto sobre a média geral foram observadas em material eletrônico e equipamentos de comunicações (-7,6%), veículos automotores (-1,2%), bebidas (-3,0%) e outros equipamentos de transporte (-3,4%). 

     

    Tendência


     

    A taxa de julho acentua a trajetória de crescimento dos índices de média móvel trimestral, considerado indicador de tendência, com o trimestre encerrado em julho superando em 1,1% o nível de junho, maior ritmo de incremento desde outubro de 2007 (1,5%).

    Na comparação entre meses de julho, a indústria de veículos automotores manteve-se na liderança da expansão, com alta de 17,3%, tendo o maior impacto na formação da taxa global. Em seguida, aparecem máquinas e equipamentos (12,5%) e metalurgia básica (10,0%).

    Na mesma base de comparação, as quatro atividades que mostraram queda foram, por ordem de importância: madeira (-13,7%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (-3,2%), perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-4,8%) e calçados e artigos de couro (-1,9%).

     

    Fonte: G1
    01-09-2008 | 10:09
         Após aumento de até 50% no preço dos tijolos na maioria das cerâmicas de Sinop e região, no primeiro semestre e a falta de produto por um determinado período devido a falta de matéria-prima, a maioria das empresa voltou a produzir normalmente.
         Mesmo com a normalização, as cerâmicas descartam voltar ao preço praticado anteriormente. Hoje, o milheiro de tijolo 6 furos, o mais vendido, custa em méida R$250 e R$280. O de oito furos, chega a R$350.
         
         Os empresários do setor justificam que alguns fatores como aumento está a alta nos preço da argila, óleo diesel, frete além do consumo da demanda ocasionaram o aumento do milheiro.
         
         A possibilidade de uma queda gradativa no preço deve surgir no final de setembro, com o início do período de chuvas, quando o ritmo de construções diminui.
          Fonte: 24 Horas News
    01-09-2008 | 10:09
    "A fúria do Estado não é pela arrecadação ou pelo aumento de tributos, mas sim pela ordem tributária a fim de se eliminar a concorrência desleal e predatória", garantiu o secretário de Fazenda, Eder Moraes Dias, ao contestar que a atual política fazendária quer colocar os empresários contra a parede.

    "Só quem sonega será fiscalizado, porque o sonegador desequilibra o princípio básico da concorrência justa de mercado, gera desemprego e desestabiliza qualquer setor econômico", assegura o secretário de Fazenda, em entrevista exclusiva ao Olhar Direto, ressaltando que o papel do Estado de manter o equilíbrio em cada segmento será cumprido.

    Na avaliação do secretário, só reclama quem não está cumprindo suas obrigações tributárias, porque o Estado apenas cumpre o seu papel de mediador do mercado. 

    "Do mesmo jeito que o mercado se protege contra os inadimplentes, o Estado está procurando se proteger contra quem sonega e quem pratica uma concorrência desleal ao não recolher os impostos de forma regular e injusta", salienta.

     

    Fonte: Olhar Direto
    01-09-2008 | 10:09
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou hoje (1) o crescimento da economia brasileira como responsável e duradouro. Na semana passada, ele apresentou uma espécie de radiografia do atual cenário econômico do país no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). De acordo com Lula, depois de mais de 20 anos de “economia atrofiada” com poucos investimentos e muito desemprego, o país entrou – a partir de 2003 – em um “novo ciclo de crescimento”.

    “A economia se estabiliza, a credibilidade nacional e internacional aumenta e os empresários brasileiros e o poder público começam a fazer os investimentos que o Brasil precisa para gerar os empregos e o desenvolvimento que tanto sonhamos.”

    Em seu programa semanal Café com o Presidente, ele destacou que a taxa de investimento no país cresce, atualmente, mais que o dobro do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Segundo ele, os números demonstram “confiança” nas políticas de governo, nas leis aprovadas pelo Congresso Nacional e na importância do Brasil no cenário mundial.

    “No fundo, todo mundo sabe que na hora que o empresário faz o investimento, esse investimento vai gerar emprego e um consumidor, que vai ser comprador. Portanto, ele vai consumir, vai aumentar mais a demanda e vai ser preciso mais investimento.”

    Para o presidente, esta é a receita para que o Brasil se transforme “definitivamente” em um país de economia rica e com justiça social. A principal tarefa, de acordo com ele, é equilibrar o crescimento econômico e a distribuição de renda.

    Lula afirmou, entretanto, que o “sacrifício” enfrentado pelo país para que alcançasse o atual ciclo de desenvolvimento “ainda não passou” e que é preciso “cautela” e “ousadia”, por exemplo, no controle da inflação.

    “Controlar a inflação não é apenas responsabilidade do governo. Temos alguns instrumentos e o povo tem outros. Na medida que o povo percebe que um determinado produto está subindo muito de preço, precisa deixar de comprar aquele produto para que ele volte ao preço norma.”.

     

    Fonte: Olhar Direto
    01-09-2008 | 10:09
    O Projeto de Lei Complementar de autoria do executivo municipal que amplia de 4 para 6 meses a licença-maternidade das servidoras públicas de Cuiabá será apreciado na terça-feira (02-09), a partir das 9h, em sessão da Câmara Municipal. Conforme o documento, a prorrogação será garantida à funcionária mediante requerimento efetivado até o final do primeiro mês após o parto. Durante esse período, terá direito à remuneração integral, mas não poderá ter nenhum outro vínculo empregatício. Se a proposta for aprovada, Cuiabá será a 100ª cidade adotar a medida. 

    A proposta acrescenta o parágrafo 5º e altera o artigo 105, da Lei Complementar nº 093/2003. Já foi colocada em discussão no local pelo vereador Edivá Alves no dia 21 de agosto, mas não entrou em pauta porque a sessão foi encerrada antes do previsto por falta de quorum. O texto foi elaborado pelo executivo municipal a partir dos itens de orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria, que realiza uma campanha nacional pela ampliação da licença-maternidade.

    A mudança se baseia no processo biológico natural e ideal, embora não único, para a construção da ligação afetiva que ocorre no primeiro ano de vida da criança a partir do aleitamento materno. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a amamentação além de permitir nutrição ao bebê, a partir do contato físico com a mãe, gera identificação recíproca e “o despertar” de resposta e estímulos sensoriais e emocionais. A recomendação é aleitamento materno exclusivo nos 6 primeiros meses de vida. Mesmo para aquelas que não conseguirem oferecer leite humano, o direito é garantido pela Constituição Federal.

    O secretário-adjunto de Assistência Social e Desenvolvimento (Smasdh), o pediatra Euze Carvalho, explica que a implantação significa um avanço para a sociedade. No país, outros 99 municípios aderiram. Em Londrina, cidade do Paraná que tem cerca de 600 mil habitantes, praticamente igual à Capital mato-grossense, a experiência tem sido positiva. Ao contrário do que se esperava, em dois anos de implantação, só 85 mulheres utilizaram o benefício, o que não provocou nenhum impacto nas finanças públicas.

    Por ser profissional da área, explica que o aleitamento materno traz inúmeras vantagens e inclusive economia nos setores da saúde, já que as crianças têm menos chances desenvolver vários tipos de infecções, as intestinais e a hepatite A são mais freqüentes. Pesquisas científicas já comprovaram que amamentar previne doenças também nas mulheres, câncer de mama, ovário e diabetes compõem algumas delas. Do ponto de vista nutricional, o leite materno contém todos os ingredientes de que a criança precisa nos primeiros meses de vida.

    Avanço Nacional – O projeto de lei 281/2005 de ampliação de 4 para 6 meses da licença-maternidade da senadora Patrícia Saboya foi aprovada no último dia 13, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Passa a ter validade para as empresas privadas a partir da sanção do presidente, que deve ocorrer até o final desse ano. No setor público, a partir de 2010. A mudança não é obrigatória, sim facultativa. Um Programa Empresa Cidadã oferecerá incentivos fiscais para empresas que prorrogarem o tempo de permanência das mamães em casa.

     

    Fonte: Olhar Direto
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