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Quinta-feira, 27 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    30-08-2008 | 11:08
    O Ministério Público do Trabalho (MPT) vai começar a notificar empregadores no Estado, a partir da próxima semana, sobre medidas que devem ser adotadas para evitar problemas de saúde nos trabalhadores que exercem atividades externas. A iniciativa se deve à estiagem prolongada e à alarmante baixa umidade relativa do ar registrada nos últimos dias.

    Até o fim da estiagem, previsto para 30 de setembro, as medidas do MPT serão definidas de acordo com boletins do clima expedidos pela Defesa Civil. Está prevista a interrupção das atividades entre as 10h e 16h, elevação do consumo de água e redução de atividades extremas. Este é um trabalho de prevenção, que deve adequar a conduta dos setores que receberem a notificação, como partidos políticos, a

    Secretaria de Infra-estrutura e Obras de Cuiabá e de Várzea Grande,

    Sindicatos de Trabalhadores, empresas de ônibus, Projeto Faixa Verde,

    empresas de coleta de lixo e os Correios. Uma equipe de servidores em alerta informará os empregadores diariamente da necessidade de adotar as medidas de segurança da saúde. O MPT pretende que os trabalhadores também denunciem, caso as medidas não sejam adotadas pelos empregadores. Em caso de descumprimento das medidas, os empregadores podem ser denunciados pelo MPT.

    O desenvolvimento desse plano é coordenado pelo Procurador do Trabalho Luis Fabiano Pereira. O Comitê de Execução do Plano de Contingência para Queda da Umidade Relativa do Ar do MPT formou um cadastro de empregadores que vai receber a notificação. (Com assessoria)

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-08-2008 | 11:08

     

     

    População cresce na grande maioria das cidades brasileiras, segundo levantamento do IBGE Dados oficiais foram divulgados ontem pelo IBGE e revelam um crescimento populacional no País

     

    No dia 1º de julho, o Brasil tinha 189.612 814 habitantes distribuídos em 5.565 municípios. São Paulo permaneceu como o município mais populoso, com 10.990.249 pessoas. O levantamento foi divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e serve como parâmetro para a distribuição de cotas do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Nele, está incluído o mais novo município brasileiro: Nazária, no Piauí. O Rio de Janeiro segue como o segundo município mais populoso do País, com 6,1 milhões de pessoas, seguido pelos 2,9 milhões de habitantes de Salvador. Belo Horizonte (2,4 milhões) estava em quarto no ranking de 2000, mas foi ultrapassado pelo Distrito Federal (2,5 milhões) e por Fortaleza (2,4 milhões) por uma diferença de quase 40 mil pessoas.

     

    "Em municípios maiores, como São Paulo e Rio de Janeiro, o crescimento demográfico já é muito pequeno. Já tem um limite de saturação física, as taxas de fecundidade são baixas e a população é mais idosa. Então, a tendência delas é incorporar cada vez menos população.

     

    O município paulista de Borá continua sendo o de menor população do País, estimada em 834 habitantes, ou 39 pessoas a mais que em 2000. Naquela época, existiam apenas cinco municípios com população abaixo de 1 mil pessoas, sendo que somente Borá e Serra da Saudade (Minas Gerais) permaneceram nessa condição em 2008.

     

    Embora a taxa de expansão populacional esteja em torno de 1,3% ao ano, a população do País vai deixar de crescer daqui a 30 anos, quando o índice populacional estará em torno de 220 milhões de habitantes. "Vamos bater próximo a 220 milhões, com um número médio de filhos talvez inferior a 1,5 por mulher. A experiência internacional mostra que é muito difícil haver um crescimento após isso. Acomodam os valores culturais, econômicos e a população pára efetivamente de crescer", afirmou o coordenador de População e Indicadores Sociais do IBGE, Luiz Antônio Pinto de Oliveira. A taxa atual de fecundidade no País é de dois filhos por mulher.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-08-2008 | 10:08
     

    Gente, a coisa está feia. Quem é empresário ou gestor sabe do que eu estou falando. Num mercado aquecido com o de MT nesse momento, quem não está com dificuldades de conseguir bons profissionais e os manter na empresa? Nos últimos dias eu ouvi essa "queixa" de pelo menos dez empresários. Todos, sem exceção, têm várias vagas abertas em suas empresas já há algum tempo, porém não conseguem preenchê-las porque parte dos candidatos que aparecem não demonstra ter conhecimentos necessários; a outra parte apresenta comportamentos/atitudes totalmente fora do perfil da função e, a última parte, tem pretensão salarial bem acima do oferecido para o cargo... Ufa! Que sufoco.

     

    O que fazer para conseguir crescer, aproveitar este cenário aquecido do nosso querido Estado, com a equipe necessária para tal? Primeiramente, aceitar a realidade que se apresenta. Quando se aceita a realidade abre-se a visão para novas alternativas. Quem não consegue enxergar que estamos vivendo um momento diferente do mercado, vai continuar com as mesmas ações, políticas e decisões, que já não fazem mais efeito. Existe, sim, uma grande concorrência por bons profissionais, tanto no aspecto técnico quanto comportamental. E nesse cenário, ganha quem for mais "atrativo". Infelizmente é hora de remunerar melhor, dar mais benefícios, mais premiações por resultados, enfim, garantir que o profissional perceba, ao receber a proposta de emprego e comparar com as outras, que realmente vale a pena trabalhar na sua empresa. Além de definir políticas mais atrativas para o mercado é fundamental repensar o perfil de cargo que a sua empresa está buscando,

    porque não dá para ser tão exigente num ambiente de "falta".

    Pode valer mais a pena desenvolver, treinar, do que já contratar alguém com remuneração muito acima da realidade da empresa. Claro que é preciso ter real disponibilidade para treinar... Ou o resultado será pior do que não ter ninguém ocupando o cargo. Depois que conseguir contratar o profissional que tanto deseja, o desafio será o da retenção. Lembrando que estamos convivendo com profissionais da chamada "geração Y" em nossas empresas, paciência na carreira é a menor das competências dessa "turma". São imediatistas, querem ser promovidos depois de míseros sessenta dias de trabalho! Ao entrarem na sua empresa a vaga que conquistaram era "tudo que queriam"; agora já estão enviando currículos para amigos e freqüentando sites de empregos... Uma verdadeira loucura. Mas lembre-se: aceite a realidade. Então mãos à obra: é hora de garantir as melhores condições de trabalho possíveis na empresa, e, principalmente, investir para que o ambiente de trabalho da empresa seja extremamente positivo.

     

    Avaliando as causas de desligamento de várias empresas de MT, pude constatar que uma das principais não está relacionada com remuneração, mas, sim, com o relacionamento do funcionário com o superior imediato. Isso mesmo! O funcionário pediu demissão por causa do chefe! Se você não consegue estabelecer uma relação efetivamente produtiva com seus funcionários, ou, ainda, se os gerentes que trabalham na sua empresa não o conseguem, meu amigo, seu problema é sério. Com tanta competição por bons profissionais, vai ser difícil manter um ótimo colaborador na equipe se ele não se sente respeitado e valorizado. Eu sei, eu sei... Quanta coisa,não?! Melhor seria se trabalhássemos só com máquinas... Não teríamos todas essas dores de cabeça... Ok, desabafe e volte ao foco! Converse com sua equipe, entenda o que se passa na sua empresa, tome as rédeas da situação e mude o jogo. Sua empresa merece crescer e você é capaz de conduzi-la nesse sentido com análise, humildade, aceitação, coragem, criatividade e ação. Boa sorte!

     

    Lorena Lacerda é coach de executivos em Mato Grosso

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-08-2008 | 10:08
    Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que, no primeiro semestre deste ano, o país bateu seu recorde histórico de contratação de trabalhadores com carteira assinada. Em todo o Brasil, foram gerados 1,361 milhões de empregos, um aumento de 24,3% em comparação ao mesmo período de 2007. Um dos setores da economia que ainda mais gera oportunidades de emprego é o da construção civil. Somente no primeiro semestre de 2008, o setor já gerou mais vagas formais do que em todo o ano de 2007: 229 mil novos postos de trabalho. Uma alta de 106%.

     

    No setor estão crescendo também as empresas que trabalham com a locação e venda de equipamentos para a construção civil. Nos últimos meses, este segmento pôde comemorar um aumento de aproximadamente 30%. No entanto, os números ainda estão longe do que já é realidade em países bem mais desenvolvidos. Nos Estados Unidos, enquanto se usa de um a dois equipamentos para cada funcionário, aqui no Brasil a média é de um equipamento para cada dez trabalhadores. O país ainda está longe de ser um bom exemplo de consumidor de equipamentos. O equipamento consegue realizar o mesmo trabalho em menos tempo, mas aqui no Brasil tudo é ainda realizado de forma artesanal e menos industrializado. No entanto, a adoção de mais equipamentos, pelo que alguns podem até imaginar, não significa ou representa riscos para a criação de novas oportunidades de emprego. O que pode mudar é a exigência por uma mão-de-obra mais qualificada, por profissionais mais bem capacitados para trabalharem como mestres-de-obra. Hoje, nos canteiros de obra, é possível perceber que há uma forte escassez de profissionais com esse perfil.

     

    O que desejamos é que o ritmo de crescimento do setor (que atualmente representa mais de 5% de todo o PIB - Produto Interno Bruto do país) seja mantido, mas que haja também um esforço para torná-lo mais próximo de uma realidade que há tempos já é vista em outros países desenvolvidos ou que agora pode também ser conferida em outros países que estão passando por esse processo de industrialização da construção civil aliada à profissionalização da mão-de-obra.

     

    Expedito Eloel Arena é engenheiro civil e presidente da Associação Brasileira das Empresas Locadoras de Bens Móveis

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-08-2008 | 10:08
    A equipe de fiscalização volante da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz) lavrou 90 Termos de Apreensão e Depósito (TADs), no valor total de R$ 1,1 milhão, no período de 12 a 26 de agosto, quando foram percorridos 28 municípios da região norte do Estado, totalizando aproximadamente 3,5 mil quilômetros. Os TADs lavrados referem-se ao descumprimento de várias obrigações tributárias por contribuintes relativas ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

    Do total de R$ 1,1 milhão, já foram arrecadados R$ 857 mil, referentes ao ICMS e multas. Foi efetuada fiscalização de rotina nas principais vias públicas de 28 municípios, nos veículos que possuíam ou conduziam mercadorias. Foram vistoriados 650 veículos e coletados 873 documentos.

    Entre as irregularidades detectadas, mercadorias transportadas sem documentação fiscal, em operação interestadual e interna. Também foram flagrados casos de falta de visto ou de aposição de carimbo em documentos fiscais nos postos fiscais de entrada do Estado, tendo em vista que o transportador evitou a fiscalização, fugindo sorrateiramente dos postos fiscais de divisa.

    A superintendente de Execução Desconcentrada da Sefaz, Rita Valéria Valle, destacou que outras infrações também foram detectadas, como emissão ou recebimento de documento fiscal em valor inferior ao da operação por contribuinte de outras unidades da federação, falta de lançamento do ICMS Substituição Tributária devido por contribuinte substituto nas operações internas e comercialização de mercadorias por contribuinte de Mato Grosso sem emissão de notas saídas.

    A equipe de fiscalização volante percorreu também: Jangada, Rosário Oeste, Nobres, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Itaúba, Nova Santa Helena, Terra Nova do Norte, Peixoto de Azevedo, Guarantã do Norte, Colíder, Carlinda, Alta Floresta, Apiacás, Nova Monte Verde, Nova Bandeirantes, Cotriguaçu, Juruena, Castanheira, Brasnorte, Campo Novo do Parecis e Tangará da Serra.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-08-2008 | 10:08
     Um dos maiores desafios do País hoje é prover mão-de-obra para promover o crescimento sustentado, afirmou hoje o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, durante aula magna realizada para alunos de engenharia da Universidade do Mackenzie, em São Paulo. "Existe hoje grande demanda por profissionais qualificados", disse ele.

    Após explicar o funcionamento do regime de metas de inflação, o presidente do BC afirmou que, no mundo, a experiência mostra que inflação baixa e sob controle é condição básica para o crescimento: "Não há trade-off (descompasso) de curto prazo entre desemprego e inflação." Ele citou que o BC mira o centro da meta de inflação, de 4,5%, mas ponderou que choques externos em algum momento podem desviar essa taxa para cima ou para baixo. Meirelles lembrou a hiperinflação do passado, quando algumas pessoas tinham, inclusive, licença do trabalho para realizar compras no dia do pagamento do salário. "Resumindo: inflação alta é um desastre."

    Inflação
    Meirelles disse que a análise da inflação atualmente é mais difícil porque ela contém fatores domésticos e internacionais. "Há dois fenômenos acontecendo hoje: a economia brasileira está muito aquecida, com a demanda doméstica muito aquecida, e há uma alta muito grande dos preços da commodities (matérias-primas)", afirmou. "Mas felizmente o governo brasileiro está tomando as medidas adequadas". Segundo ele, o Brasil vive hoje um momento favorável, pois a economia está estabilizada, não apenas com a inflação controlada, mas também porque a parte fiscal está apresentando resultados melhores. "Com as medidas tomadas, já estamos vendo sinais de que, de fato, a inflação está convergindo para a meta", afirmou sem explicitar quais seriam assas sinalizações.

    Meirelles ressaltou que o consumo das famílias tem crescido de forma mais estável do que no passado, ainda que esteja num patamar elevado. O presidente do BC lembrou que na segunda metade dos anos 90 o Brasil chegou a registrar encolhimento do número de vagas de postos de trabalho, mas que recentemente a criação de empregos no País aproxima-se dos 2 milhões. "A massa salarial real está crescendo acima da inflação. Isso significa que a população está ganhando mais", disse, atribuindo a este comportamento o aumento das vendas do varejo da ordem de 10% ao ano, em termos reais, nos últimos anos.

    Meirelles mencionou ainda que a produção industrial do País passou a crescer de forma importante a partir de 2003, e que todos esses fatores juntos aumentam o nível de empregabilidade brasileira. Meirelles ressaltou ainda a expansão, num ritmo elevado, da produção de bens de capitais. Isso, segundo ele, demonstra que os empresários acreditam na continuidade do crescimento do País. "Além disso, o investimento está crescendo mais que o PIB, o que significa que o Brasil está investindo em seu futuro", avaliou.

    O presidente do BC citou ainda a melhora na distribuição de renda, com uma forte migração da população para a classe média, e enfatizou que a política de acúmulo e reservas internacionais tornou o País menos vulnerável externamente e credor líquido. "O Brasil está tendo a possibilidade de experimentar algo que boa parte do mundo já tinha experimentado antes", afirmou.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-08-2008 | 10:08
    O ciclo de aperto monetário iniciado em abril pelo Banco Central para conter os efeitos da combinação de demanda doméstica aquecida e choque das commodities sobre a inflação já começou a surtir resultados, segundo o presidente do BC, Henrique Meirelles. 

    "A boa notícia é que o processo está funcionando e já estamos vendo os sinais de que a inflação está convergindo para o centro da meta", afirmou Meirelles, durante palestra nesta sexta-feira (29). O objetivo do BC é trazer a inflação de volta ao centro da meta, de 4,5%, já em 2009.

    Os últimos dados mostram que a inflação está perdendo força. O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), registrou este mês sua menor taxa desde abril de 2006, com deflação de 0,32%. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) caiu de 0,34% para 0,24%, puxado pela deflação registrada pelos alimentos.

    Segundo Meirelles, a ação do BC contribuiu para que o Brasil tivesse um desempenho melhor do que a média internacional diante de uma conjunção perigosa de economia interna aquecida, crise de crédito nos Estados Unidos e repique nos preços das matérias-primas.

    "Os Estados Unidos pegaram uma gripe e nós, apenas um resfriado. O Brasil está sendo considerado um país de maior resistência", acrescentou.

    Meta e dados
    A meta de inflação para 2008, 2009 e 2010 é de 4,5%, com intervalo de tolerância de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que baliza a política de metas do governo, subiu 0,53% em julho, mas acumula em 12 meses um avanço de 6,37%.

    De acordo com a última pesquisa do BC com instituições financeiras, a expectativa de inflação pelo IPCA para 2008 está em 6,34%, bem próxima do teto da meta, de 6,5%. Para 2009, no entanto, a expectativa está em 5%.

    Nos próximos dias 9 e 10 de setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC se reúne para definir a nova taxa básica de juro, hoje em 13%.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-08-2008 | 10:08
         A inflação mostra sinais de desaceleração. Na quarta-feira, a Fundação Getúlio Vargas informou que o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) registrou, em agosto, deflação mensal pela primeira vez desde 2006. No mesmo dia, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fipe, referente à terceira quadrissemana de agosto, manteve-se praticamente estável. Na sexta passada o IBGE já havia divulgado que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) caíra a quase a metade da variação de julho. O cenário pode ser creditado a um conjunto de fatores, segundo especialistas, principalmente a queda da cotação de commodities no exterior, a alta dos juros no País e a mudança de hábitos do consumidor.
         
         » IGP-M tem 1ª deflação desde 2006
         » IPC-Fipe varia 0,35% por habitação
         » IPCA-15 de agosto cai quase pela metade 
          
         Segundo o coordenador de análises econômicas da FGV, Salomão Quadros, a queda da inflação medida no último mês se deveu, principalmente, às commodities (matérias-primas que tem seus preços definidos internacionalmente). "O principal (motivo) foi que a cotação dos produtos agrícolas e de outras commodities - como petróleo, químicos, minérios - têm passado por uma queda ou desaceleração na alta de seus preços", explicou. 
          
         O comportamento dos preços das commodities também é apontado como fator preponderante para o controle da inflação no País pelo economista da corretora Gradual André Perfeito. 
          
         "A cesta de consumo do brasileiro é muito mais primária, então qualquer variação em alimentos tem muita influência nos índices de inflação. Estamos mais colados (à variação dos preços das commodities) do que outros países", afirmou. 
          
         Para o coordenador do IPC-Fipe e professor da Universidade de São Paulo, Antonio Evaldo Comune, apesar de ser provocado impacto menor do que a queda dos preços das commodities, a alta na taxa básica de juros, implementada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), já gerou alguma redução no consumo. "Era um efeito esperado", afirmou. 
          
         Na sexta, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse em São Paulo que o processo de desaceleração da inflação via alta dos juros já estava dando efeito e que o índice oficial do governo, o IPCA, estava voltado para o centro da meta, que é de 4,5% neste ano. 
          
         O terceiro fator para a queda da inflação - a ação do consumidor - foi destacada pelo coordenador do IPC-Fipe, Antonio Evaldo Comune. "No caso da carne, (o motivo na queda dos preços) foi consumo. O consumidor migrou para carne de segunda, depois para outros tipos de carne, como o frango", afirmou. Para ele, essa "busca" por alternativas ajuda a controlar a alta dos preços. 
          
         Ainda sob risco 
         Mesmo com a desaceleração mostrada nos últimos índices, os analistas apontam que a inflação ainda deve ser alvo de atenção por parte do governo. Para o economista da Gradual, a análise dos índices, sem o componente alimentação, ainda aponta uma subida mais acentuada dos preços. 
          
         "(A inflação sem o grupo alimentação) está se comportando até bem, não tem oscilado com tanta violência. Mas, nós detectamos que ela tem subido de forma mais acentuada. E é isso mesmo que o BC está querendo combater ", disse ele. 
          
         Outro risco, segundo o economista, é o de uma nova alta acentuada nos preços das commodities. "Da mesma forma que subiu muito forte (o preço das commodities), caiu muito forte, e pode subir de novo. As commodities estão oscilando muito forte e sem tendência definida. Não é confortável para o Banco Central deixar isso muito solto", explicou. 
          
         De acordo com Comune, da Fipe, apesar de bem "comportada", a inflação ainda tem como incógnita o impacto dos preços administrados, como o reajuste de tarifas públicas. Ele destacou que, um dos fatores que impediu uma queda do IPC na 3ª quadrissemana - além da habitação -, foi justamente o aumento da energia elétrica em São Paulo. 
          
         Já para Salomão Quadros, da FGV, além dos alimentos, há outras classes de despesa que fazem com que a inflação ainda cause preocupação. "Preço de serviços, preços de tarifas, repasses de custos que aconteceram no período de inflação em alta. São coisas que podem pressionar ainda. A gente não pode achar que a inflação está resolvida", afirmou. 
         
    Fonte: 24 Horas News 
    29-08-2008 | 12:08
    Acerto entre GDF e BNDES prevê novos empreendimentos, entre os quais a nova rodoviária interestadual e dois hospitais públicos

     

     

            As primeiras obras de infra-estrutura do Distrito Federal com uso das Parcerias Público-Privadas (PPP) começam a sair do papel com a participação do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Foi assinado, ontem, o convênio entre o governo do DF e o banco de fomento para cooperação técnica e financeira na elaboração de projetos.

     

     

            Encabeça a fila de obras a construção da nova rodoviária interestadual de Brasília. Com o orçamento de R$ 47 milhões, a nova estação começa a ser erguida em 10 dias ao lado da estação de metrô do ParkShopping. O centro administrativo deve vir em seguida e custará R$ 440 milhões. Na próxima semana sairá o resultado da licitação disputada por dois consórcios: Via/Odebrecht e Delta Construtora/ Manchester. Também estão previstos o setor com 8 mil habitações para servidores e dois hospitais: um no Recanto das Emas e outro em São Sebastião, em fase de levantamento de dados.

     

     

            Para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, que assinou o convênio com o governador José Roberto Arruda, o acordo vai conferir agilidade às concessões de financiamentos. "A inovação é que estaremos presentes desde a concepção do projeto, o que vai evitar problemas burocráticos na hora de conceder os recursos aos empresários", disse. (Letícia Nobre)

     

     

     

    Fonte: CBIC
    29-08-2008 | 12:08
    BRASÍLIA. Diante de parlamentares, ministros e empresários, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que seu governo não permitirá a volta da inflação e nem a irresponsabilidade fiscal. Lula fez a promessa um dia depois de o governo divulgar o projeto de lei para o Orçamento Geral da União em 2009, que é marcado por um aumento de gastos. A proposta orçamentária prevê um aumento de 16,5% da folha de pessoal (ou R$ 22 bilhões a mais em 2009), e ainda um salário mínimo de R$ 464,72, mais R$ 49,72 em relação aos atuais R$ 415. Segundo dados do Ministério do Planejamento, cada real de aumento no salário mínimo tem um impacto de R$ 350 milhões nas contas do governo.

     

     

            - Em hipótese alguma permitiremos a volta da inflação e da irresponsabilidade fiscal neste país. E continuaremos nos esforçando para melhorar ainda mais o ambiente econômico - disse Lula, na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

     

     

            Lula defendeu os reajustes para servidores que são negocia dos pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo: - Quem discute salário no governo é Paulo Bernardo. O que ele entender que cabe dentro do Orçamento, daremos.

     

     

            O que entender que não cabe, não daremos.

     

            As despesas com pessoal chegarão a R$ 155,3 bilhões em 2009 (16,5% maior). Apesar dos recordes na arrecadação, a receita líquida crescerá em ritmo inferior ao das despesas, e haverá aumento da carga tributária.

     

     

            Lula cobrou a aprovação pelo Congresso das reformas política e tributária, mas ressaltou que o Legislativo terá liberdade para definir as mudanças. Para ele, as instituições devem se tornar "mais transparentes, eficazes e representativas".

     

     

    Fonte: CBIC
    29-08-2008 | 12:08

    Os investimentos da cadeia de construção civil somaram R$ 205,3 bilhões no ano passado, com expansão de 13,8% em relação a 2006, segundo estudo realizado pela FGV Projetos, a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). "Esperamos continuidade do crescimento dos investimentos em 2008", disse a consultora Ana Maria Castelo.

     

     

            Em 2006, o setor havia investido 7,6% a mais que no ano anterior Os investimentos da cadeia de construção respondem por uma parcela da formação bruta de capital, que é composta também por máquinas e equipamentos.

     

     

            Já a carga tributária da cadeia da construção foi de R$ 44,2 bilhões no ano passado, sendo R$ 17 bilhões referentes a impostos sobre produção e importação e R$ 27,1 bilhões a impostos sobre renda e propriedade. A carga tributária foi correspondente a 23,6% do Produto Interno Bruto (PIB) da cadeia da construção. No ano passado, a arrecadação cresceu 7,9% em 2007 em termos reais.

     

     

     Carga tributária

     

            O presidente da Abramat, Melvyn Fox, destacou que a carga tributária teve expansão mesmo com as reduções do imposto sobre produtos industrializados (IPI), concentradas em 2006, mas que ocorreram também em 2007. "A desoneração do IPI movimentou a economia. Temos insistido com o governo para que materiais de construção sejam incluídos na reforma tributária", disse Fox.

     

     

            Segundo o estudo da FGV Projetos, o total de pessoal ocupado na cadeia da construção civil foi de 9,2 milhões no ano passado, com crescimento de 4,8% em relação a 2006. A atividade da construção respondeu por 68,4% do total. A indústria de materiais participou com o equivalente a 6,3%. Os serviços corresponderam a 5,3% do total, comércio de materiais de construção, por 9%, outros fornecedores, por 10,5%, e máquinas e equipamentos para a construção, por 0,5%.

     

     

             Das 6,3 milhões de pessoas ocupadas na atividade de construção civil, entre 35% a 40% possuem carteira de trabalho ou são autônomos que fazem contribuições previ-denciárias, segundo a consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo. Ela destacou que a participação do emprego formal tem crescido.

     

     

    Fonte: CBIC
    29-08-2008 | 11:08
    Tomaram posse nesta quinta-feira (28.08) os 12 secretários membros do Comitê Estadual do Trabalho Decente, que deve concluir sua Agenda de Trabalhos até o início de 2009. Durante a cerimônia de posse no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, o governador Blairo Maggi sugeriu que fossem desenvolvidas agendas de trabalho municipais nas cidades que apresentarem problemas, como forma de criar “atalhos” até o objetivo do Estado, que todos tenham trabalho decente em Mato Grosso. “Essa agenda tem que acontecer de forma efetiva, onde cada membro terá que trabalhar e trazer resultados”.

    O governador destacou que o intuito é mostrar que Mato Grosso, além de um grande produtor de alimentos, é um Estado que gera empregos e respeita o trabalhador em sua plenitude. “O alimento aqui produzido é resultado do árduo trabalho feito por várias mãos, que envolve desde o agricultor até o empresário. Geramos emprego e queremos ver o Estado dentro da responsabilidade com o trabalho. É por isso que nos propomos a desenvolver a Agenda do Trabalho Decente de forma efetiva, para que traga resultados e ajude Mato Grosso a se consolidar como uma região responsável”.

    Aproximadamente metade dos trabalhadores no mundo vivem com menos de U$ 2 por dia, ou seja, em condições de pobreza, explica a diretora nacional da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Laís Abramo. Ela ainda apresentou que cerca de 20% destes trabalhadores estão na faixa de extrema pobreza, e neste sentido elogia a administração mato-grossense. “Nós, da OIT, estamos muito satisfeitos com a decisão do Governo de Mato Grosso, em criar um Comitê Estadual do Trabalho Decente. É importante deixar claro que só gerar empregos não é suficiente, afinal, esses empregos precisam ter condições mínimas de salário, segurança, proporcionando assim uma vida digna ao trabalhador”.

    Para a representante da Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Mato Grosso (Fetagri), Maria da Glória, é com a união de toda uma sociedade que será possível aplicar o conceito de Trabalho Decente no Estado. “Temos que mostrar que Mato Grosso é um Estado produtivo e está fora da situação de trabalho escravo. A Agenda, que estabelece metas e prioridades, vem justamente para atender às necessidades da região e servir de modelo para os demais estados brasileiros, assim como a Bahia é hoje”, destacou.

    “Vamos realizar campanhas sobre os direitos do trabalhador, e ainda realizar resgates de profissionais em ambientes degradantes. Temos que lembrar do trabalho domiciliar, onde crianças são trazidas do interior do Estado para trabalhar em péssimas condições dentro das residências. Neste caso ainda temos a complicação da invulnerabilidade do imóvel, mas vamos atuar muito neste sentido”, adiantou o procurador chefe do Ministério Público do Trabalho, José Pedro dos Reis. Ele reforçou que além de uma forte repressão é necessário que a sociedade saiba como o trabalho escravo e infantil reflete negativamente a todos.

    CONCEITO - Formalizado pela OIT em 1999, durante a 87° Conferência Internacional do Trabalho (CIT), o Trabalho Decente nada mais é do que um trabalho produtivo e adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, eqüidade, e segurança, sem quaisquer formas de discriminação, e capaz de garantir uma vida digna a todas as pessoas que vivem de seu trabalho.

    O Comitê Estadual do Trabalho Decente, criado através do Decreto nº. 1494 de 31 de julho de 2008, integra representantes das Secretarias de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Desenvolvimento e Turismo (Sedtur), Meio Ambiente (Sema), de Fazenda (Sefaz), Planejamento e Coordenação Geral (Seplan), Desenvolvimento Rural (Seder), Comunicação Social (Secom), de Educação (Seduc), Saúde (SES), Ciências e Tecnologia (Secitec) e de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

     

    Fonte: Secom-MT
    29-08-2008 | 11:08

    Por oito votos a sete, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ/MT) concedeu ontem uma liminar que permite o julgamento de ações de improbidade administrativa pela Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular. A decisão foi bastante comemorada pelo Ministério Público Estadual (MPE) e pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), pois dará celeridade aos processos envolvendo agentes públicos.

     

    A liminar foi concedida em julgamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) proposta pelo procurador-geral de Justiça (PGJ), Paulo Prado, contra a lei complementar 313/2008, apresentada pela Assembléia Legislativa e sancionada pelo governador Blairo Maggi (PR).

     

    "Essa decisão é o resgate da independência do Judiciário", afirmou Paulo Prado. A lei nº 313/2008 foi proposta pela Assembléia depois de serem criadas as varas especializadas. Com a decisão dos parlamentares, ações de improbidade administrativa voltaram a ser julgadas nas varas de Fazenda Pública, conforme explicam os promotores Célio Fúrio e Roberto Fúrio.

     

    Segundo eles, a criação das varas especializadas já resultou no julgamento de cinco processos envolvendo políticos em menos de um ano. O número é maior que a apreciação registrada em quase 10 anos nas varas de Fazenda Pública, que têm em média cerca de 20 mil processos cada uma e envolvem ações de diversas naturezas.

     

    "Como disse o procurador-geral, essa decisão é um divisor de águas", completa Antônio Cavalcante, o Ceará, coordenador do MCCE. A procuradoria jurídica da Assembléia estuda recorrer da decisão. A liminar terá efeito até o julgamento do mérito da Adin. Os desembargadores entendem que a mudança não poderia ter partido do Legislativo e que as ações de improbidade têm que ser tratadas com isonomia em relação as demais ações civis.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-08-2008 | 11:08
    A previdência privada no Brasil acumulou no primeiro semestre do ano uma entrada de recursos que supera os resgates em R$ 15,3 bilhões, um crescimento de 23,3% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado. "A previdência passou a ser vista como algo para o longo prazo e as pessoas não se importam muito com as crises do curto prazo", afirmou Renato Russo, vice-presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

     

    A maior parte da captação está nos planos VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livre), indicados para as pessoas que não declaram imposto de renda ou que utilizam o desconto padrão, com uma arrecadação de R$ 11,4 bilhões, valor 33% maior que o registrado entre janeiro e junho de 2007. No PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), a entrada de recursos somou R$ 2,238 bilhões, com crescimento de 8,2%. As provisões totais dessa indústria somam R$ 132,5 bilhões, sendo que pouco mais de R$ 102 bilhões estão aplicados em fundos de investimento na categoria previdência.

     

    O restante refere-se ao grupo de pessoas que já recebe os benefícios, e por isso a natureza da reserva é outra e a alocação é feita em portfólios variados. De acordo com Renato Russo, que também é vice-presidente da área de Vida e Previdência da Sul América, a legislação permite que até 80% do patrimônio do fundo de previdência de renda fixa seja aplicado em títulos privados, mas majoritariamente a aplicação é feita em papéis do governo. Essa categoria tem R$ 89,515 bilhões em investimentos.

     

    O sistema de previdência privada conta com 7,6 milhões de participantes. A Bradesco Vida e Previdência é líder do setor, com 35,06% do mercado, seguida pelo Itaú, como 19,3%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-08-2008 | 11:08
    Para comemorar os 200 anos de sua criação, o Ministério da Fazenda realizará um seminário que reunirá vários ex-ministros da Fazenda e economistas para discutir "Desenvolvimento Econômico: Crescimento com Distribuição de Renda". O encontro acontecerá em Brasília, entre os dias 8 e 10 de setembro. Segundo a programação do Ministério da Fazenda, apenas o ex-ministro e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ainda não confirmou presença.

     

    Na lista dos participantes estão nomes como de Delfim Neto, Ernane Galveas, Francisco Dornelles, Luiz Carlos Bresser Pereira, Mailson da Nóbrega, Zélia Cardoso de Mello, Paulo Haddad, Marcílio Marques Moreira, Rubens Ricupero, Ciro Gomes, Pedro Malan, Antonio Palocci e o atual ministro Guido Mantega. O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, também participará da discussão. Entre os economistas estão Luiz Gonzaga Belluzzo, Paulo Nogueira Batista, Maria da Conceição Tavares, Yoshiaki Nakano, Luciano Coutinho e Aloísio Mercadante.

     

    No dia 8 de setembro também haverá um solenidade para lançamento de selo e medalha comemorativos aos 200 anos do Ministério da Fazenda. Ainda será lançado um livro com a biografia de todos os ministros desde 1808.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-08-2008 | 11:08
    O presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse hoje que o Brasil vive um ciclo de investimentos amplo e robusto. Ele destacou que após um ano da crise internacional gerada pelos problemas com as hipotecas de segunda linha (subprime) nos Estados Unidos, as decisões de investimentos no Brasil "nem tremeram".

     

    Segundo ele, os dados do BNDES mostram que desde a eclosão da crise, em agosto de 2007, os projetos de investimento em análise na instituição cresceram 30%. Em sua apresentação na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Coutinho destacou que a taxa de investimento no Brasil tem crescido duas vezes acima da expansão do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo ele, esse ritmo indica que o nível de investimento do País chegará a 21% do PIB em 2010. Em 2008, ele calcula que esse indicador ficará em 18,5% do PIB.

     

    Investimentos - O presidente do BNDES apresentou um mapeamento que mostra que os investimentos no período de 2008 a 2011 devem chegar a R$ 1,5 trilhão, o que implica uma taxa de crescimento anual de 18%. Apesar do discurso otimista, Coutinho ponderou que não há motivo para "subir no salto alto" e é preciso trabalhar para elevar a poupança interna e colocar o País no grupo dos países que têm autonomia para crescer. "Não quer dizer que está tudo resolvido. Há uma travessia pela frente, mas assim como atravessamos este último ano, podemos continuar essa travessia. O padrão de crescimento é virtuoso. Temos um mercado interno que é um ativo do Brasil com um potencial tremendo", afirmou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-08-2008 | 11:08
    O consumo de energia elétrica do setor industrial de Mato Grosso cresceu 13,4% em julho deste ano na comparação com o mesmo intervalo de 2007. Na região Centro-Oeste, a alta na demanda energética foi de 10,4% também sobre o sétimo mês do ano passado. No país, o crescimento foi menor, 5,3%, ou seja, 8,1 pontos percentuais a menos em relação à expansão registrada pelas indústrias mato-grossenses. Os números fazem parte da Resenha Mensal de Energia Elétrica, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão do governo federal.

     

    De acordo com os dados divulgados pela empresa, o consumo energético atendido pelo sistema elétrico nacional totalizou 32,509 mil Gigawatt-hora (GWh) no sétimo mês deste ano, segundo maior índice do ano, com crescimento de 6,1% sobre o verificado no mesmo período do ano passado. A demanda equivale ao consumo dos setores residencial, comercial, industrial e outros.

     

    Para o presidente em exercício da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Jandir José

    Milan, a expansão verificada este ano, não no mês de julho isoladamente, mas no decorrer do ano é devido ao aumento das indústrias em operação no Estado. Segundo ele, a tendência é que o consumo de energia do Estado aumente cada vez mais, pois com novas plantas industriais atuando na região, é normal que a demanda pelo insumo aumente. "Muitas indústrias estão se instalando em Mato Grosso e quando estiverem operando em plena capacidade, a produção aumentará e consequentemente o consumo de energia".

     

    Esta semana, por exemplo, o Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) aprovou intensões de investimentos de cerca de R$ 62,3 milhões para Mato Grosso. Ao todo devem ser gerados mais de 2,5 mil empregos, entre diretos e indiretos. Os investimentos serão aplicados em 30 municípios mato-grossenses.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
         O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou ontem o aumento de R$ 2,05 bilhões no seu orçamento destinado para financiamentos habitacionais. Desse valor, R$ 500 milhões devem ir para um programa específico para famílias de baixa renda, e o restante, para as linhas de crédito que já contam com dinheiro do fundo. 
          
         Com a decisão, sobe para R$ 10,45 bilhões o orçamento do FGTS para a habitação em 2008. Os financiamentos à casa própria propriamente ditos ficarão com R$ 8,45 bilhões. 
          
         Outros R$ 2 bilhões irão para o Pró-Moradia, nome dado a empréstimos concedidos pela Caixa Econômica Federal a Estados e a municípios que tenham projetos na área habitacional destinado à população de baixa renda. 
          
         Um dos motivos para essa elevação no volume de recursos destinado ao setor imobiliário foi o aumento, acima do esperado, na arrecadação do FGTS. 
          
         Ontem, o Conselho Curador -formado por representantes do governo, de empresas e de sindicatos de trabalhadores- elevou de R$ 2,7 bilhões para R$ 6,7 bilhões sua projeção para a arrecadação líquida -já descontados os saques- do fundo neste ano. 
          
         Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, essa elevação reflete o aumento na geração de empregos com carteira assinada no país, o que significa crescimento também no número de pessoas contribuindo para o fundo. 
          
         "Nada mostra com tanta força a criação de empregos do que isso [o aumento na arrecadação do FGTS]", afirmou Lupi. 
          
         BNDES 
          
         Além disso, foi aprovada ontem a liberação de R$ 6 bilhões para reforçar o caixa do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Essa injeção de recursos será feita por meio de uma operação envolvendo títulos públicos que o FGTS tem em sua carteira e que serão repassados ao banco estatal. 
          
         Os papéis, conhecidos como CVS, foram emitidos pelo Tesouro Nacional para cobrir o rombo deixado por financiamentos concedidos por meio do antigo SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Esses títulos têm prazo de 30 anos e pagam juros de até 6,17% ao ano. 
          
         Após a aprovação dada pelo Conselho Curador, os CVS serão transferidos ao BNDES, que irá procurar o Tesouro Nacional para acertar o resgate antecipado desses papéis. 
          
         Diante do ritmo de crescimento da economia, a procura por empréstimos do banco estatal deve ultrapassar os R$ 80 bilhões fixados como teto para este ano, o que o tem levado a buscar fontes alternativas de recursos. 
          
         O valor anunciado ontem ficou um pouco abaixo do que vinha sendo negociado. A estimativa inicial do governo era repassar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões para o BNDES. Para evitar perdas para os trabalhadores, o banco pagará ao FGTS a mesma remuneração recebida atualmente do Tesouro.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    28-08-2008 | 11:08
    A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentou hoje (27) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva proposta para acabar com o déficit de 8 milhões de moradias para quem ganha menos de cinco salários mínimos, em 15 anos.

    Segundo o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, as construtoras esperam conseguir dinheiro do governo para tocar o projeto. Uma das idéias é que a União subsidie parte do custo para a construção das casas. Safady não informou o porcentual, mas estima que para construir uma unidade para quem ganha um salário mínimo seria necessário subsidiar a metade.

    Ainda conforme Safady, os custos podem chegar a R$ 300 bilhões. De acordo com ele, o presidente Lula recebeu bem a proposta. “O presidente está disposto a acabar com esse problema”, disse após a reunião com Lula.

    Outra proposta apresentada por Safady é uma parceria público-privada para recuperação da Esplanada dos Ministérios e construção dos sete anexos que faltam. Uma das hipóteses de parceria seria as construtoras arcarem com os custos e, em troca, o governo cederia terrenos e projeções aos empresários. Safady garante que a reforma significará redução das contas de água, luz e outros gastos. O orçamento estimado é de R$ 300 milhões.

     

    Fonte: Olhar Direto
    28-08-2008 | 11:08
    Na próxima semana, a Companhia de Saneamento da Capital (Sanecap) disponibilizará na internet informações sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), assim como telefones de contato para denúncias e pedido de informações. Hoje (27-08) de manhã, a presidente da Sanecap, Eliana Rondon, apresentou ao prefeito Wilson Santos e à equipe de secretariado dados sobre a operacionalização dos trabalhos cuja meta é universalizar o tratamento da água em Cuiabá. A reunião ocorreu na sede da 16ª Prefeitura em Movimento, que ocorre até sábado (30) no Jardim Florianópolis.

    Pelo site da Sanecap (www.sanecap.com.br), o cidadão poderá averiguar quais bairros contemplados, bem como o nome das empresas que irão executar as obras e informações sobre os contratos. Lá, haverá também o cronograma dos trabalhos e os valores de cada projeto, assim como a quantia destinada pela União, Estado e Município. Esses dados já estão disponíveis no site da Sanecap. Porém, agora passam a ser atualizados e disponibilizados por meio da Unidade Executora Local, equipe fiscalizadora do PAC que conta com apoio de representantes de órgãos federais, estaduais e do município, além de voluntários da sociedade civil.

    Ao todo, o PAC terá investimentos de aproximadamente R$ 238 milhões. Serão beneficiados 78 bairros com abastecimento de água e 48 comunidades com rede de esgoto. O PAC já está em execução na Capital com obras da Estação de Tratamento de Esgoto do Dom Aquino e operacionalização no Jardim Vitória.

    Os telefones para denúncias ou informações são (65) 3051 9725 e 9218 2207. O contato também pode ser feito pela internet, por meio do e-mail pac@sanecap.com.br.

     

    Fonte: Olhar Direto
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