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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    11-09-2008 | 12:09
    O Plenário do Senado rejeitou nesta quarta-feira, 10, as emendas apresentadas pela Câmara dos Deputados ao projeto de lei que regula os consórcios (PLS 533/03), mantendo assim a forma original da proposta, aprovada em decisão terminativa pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em março de 2006. De autoria do ex-senador Aelton Freitas, o projeto será encaminhado à sanção. Uma das principais inovações do projeto é permitir que o consorciado utilize o saldo do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) inclusive para dar lances.

     

    Designado relator ad hoc do projeto, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) explicou que as emendas, que procuravam reduzir os custos burocráticos na transferência de bens adquiridos via consórcio, eram desnecessárias, tendo em vista que o Código Civil já dispõe de forma semelhante às correções propostas. O líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e o senador José Agripino (DEM-RN) também disseram ser contrários às emendas.

     

    Pela proposta, o trabalhador poderá utilizar parte do saldo do FGTS na liquidação de saldo devedor ou para efetuar lance em consórcio imobiliário. O projeto também determina que quem atuar como administrador de consórcio sem a prévia autorização do Banco Central poderá ser punido com prisão de quatro a oito anos e com pagamento de multa equivalente a 100% das parcelas já recebidas e a receber no referido consórcio.

     

    O projeto define consórcio como a reunião de pessoas físicas ou jurídicas em grupo, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, promovida por uma administradora de consórcio, com o objetivo de facilitar aos integrantes, em igualdade de condições, a aquisição de bens ou serviços por meio de autofinanciamento.

     

    A matéria estabelece que o grupo de consórcio será representado por sua administradora, em caráter irrevogável e irretratável, ativa ou passivamente, em juízo ou fora dele, na defesa dos direitos e interesses coletivamente considerados e para a execução do contrato de participação em um grupo de consórcio, por adesão.

     

    De acordo com a proposta, o interesse do grupo de consórcio prevalece sobre o interesse individual do consorciado. O grupo de consórcio é autônomo em relação aos demais e possui patrimônio próprio, que não se confunde com o de outro grupo, nem com o da própria administradora.

     

     

     

    Fonte: CBIC
    11-09-2008 | 12:09
    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 10, parecer favorável ao projeto de lei que assegura às famílias com renda mensal inferior a três salários mínimos, residentes em áreas urbanas ou rurais, o direito a assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social para sua própria moradia.

     

    Pelo PLC 13/08, o direito à assistência técnica abrange todos os trabalhos do projeto, acompanhamento e execução da obra, a cargo de profissionais das áreas de Arquitetura, Urbanismo e Engenharia, necessários para edificação, reforma, ampliação ou regularização fundiária da habitação. Os serviços serão custeados por recursos de fundos federais direcionados à habitação de interesse social, por recursos públicos orçamentários ou por recursos privados.

     

    O projeto estabelece também que os serviços de assistência técnica devem priorizar as iniciativas a serem implantadas sob regime de mutirão e aquelas em zonas habitacionais declaradas por lei como de interesse social.

     

    Ainda de acordo com o projeto, a assistência técnica tem, entre outros objetivos, os de qualificar o uso e o aproveitamento racional do espaço edificado e de seu entorno; evitar a ocupação de áreas de risco e de interesse ambiental; e possibilitar a ocupação do sítio urbano conforme a legislação urbanística e ambiental.

     

    Em seu voto favorável ao projeto, o senador Paulo Paim (PT-RS) lembra haver, no Brasil, além de déficit de sete milhões de moradias, incontáveis núcleos urbanos mal planejados. Segundo ele, serão relevantes os ganhos sociais que decorrerão da assistência técnica proposta: "Não apenas as famílias e comunidades carentes poderão ver melhoradas suas condições de habitabilidade, como também os núcleos urbanos se beneficiarão generalizadamente de ocupações mais planejadas e qualificadas", afirma o senador.

     

    O projeto será agora examinado pelo Plenário.

     

     

    Fonte: CBIC
    11-09-2008 | 12:09
    Mantega avaliou que o crescimento econômico tem uma qualidade melhor do que em outros períodos porque vem acompanhado da desaceleração da inflação. Ele lembrou que a pesquisa Focus realizada pelo Banco Central junto ao mercado já reduziu a previsão do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano, de 6,56% para 6,27%. "Portanto, abaixo do limite da expansão da meta de inflação", afirmou. A banda superior da meta de inflação é de 6,5%.

     

    O ministro acrescentou que a qualidade do crescimento é constatada ainda pelo aumento dos investimentos, que tiveram um acréscimo maior no segundo trimestre do que o registrado no primeiro trimestre, quando já havia sido de 15,2%. "Esse crescimento sólido da economia vem sendo puxado por investimentos. Isso significa que a demanda está crescendo, mas que também está tendo aumento de oferta", explicou. "A Formação Bruta de Capital Fixo cresceu quase três vezes mais do que a expansão do PIB. Isso é um bom indicador".

     

    Aperto fiscal - Mantega disse que o maior esforço fiscal do governo desacelerou os gastos do setor público no segundo trimestre deste ano. "Com o superávit primário maior, o consumo do governo desacelerou entre o primeiro e o segundo trimestres. Isso era previsto". Mantega também destacou que o setor agropecuário, que apresentou aceleração da atividade, mostra que os agricultores "estão aproveitando os bons preços do mercado doméstico e internacional". O maior ritmo de crescimento foi elogiado pelo ministro, que citou como bom exemplo o aumento dos estoques do País no período.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    Seminário - Foi aberto na manhã de segunda-feira (8), o seminário que marca o início do treinamento aos funcionários do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) de Mato Grosso, e aos profissionais e entidades de classe do Sistema. O objetivo é capacitar os colaboradores da sede e inspetorias, pois a partir de 15 de setembro, todos os serviços do Crea funcionarão pela internet. A novidade foi desenvolvida pelo Crea do Rio Grande do Sul, na administração do presidente Engenheiro Agrônomo Gustavo Lange. O Crea será o segundo Conselho, entre 27, a implantar a novidade.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09

    Diante do forte crescimento de 6% registrado pela economia brasileira no primeiro semestre deste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou em 0,75 ponto porcentual a taxa Selic, para 13,75% ao ano, pela quarta vez consecutiva. Desta vez, no entanto, não houve unanimidade na decisão. Cinco diretores do Banco Central (BC) votaram pelo aumento de 0,75 e três para avanço de 0,50 ponto percentual.

     

    A decisão, sem viés, veio de acordo com a expectativa geral do mercado financeiro -dos 55 analistas consultados pela Agência Estado, 54 apostavam que o Banco Central (BC) repetiria a dose dada na última reunião realizada pelo Comitê.

     

    Julho - Antes da reunião de ontem o Copom havia se reunido no dia 23 de julho, ocasião em que decidiu corrigir a taxa básica de juros (Selic), aumentando-a dos então 12,25% para 13% ao ano. Naquela ocasião, a decisão foi tomada por unanimidade e sem viés, conforme nota divulgada pelo Banco Central ao final da reunião do Copom.

     

    Segundo os membros do Copom, o aumento é necessário para conter o aumento do consumo interno e manter a inflação o mais próximo possível do centro da meta de 4,5% ao ano.

     

    Este foi o quarto aumento da taxa neste ano. Na reunião realizada no mês junho, o Copom havia aumentado a taxa de juros de 11,75% para 12,25% ao ano. Em abril, a alta foi também de meio ponto percentual, com a taxa passando de 11,25% para 11,75%.

     

    Também chamada de Selic, porque remunera os títulos depositados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia, a taxa básica de juros estava estacionada em 11,25% desde setembro do ano passado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país, totalizou R$ 716,9 bilhões no segundo trimestre do ano, um crescimento de 6,1% em relação ao mesmo período do ano passado e 1,6% em relação ao primeiro trimestre. Com esse desempenho, o PIB acumula R$ 1,38 trilhão nos primeiros seis meses do ano, um crescimento de 6%, na maior variação semestral desde o primeiro semestre de 2004, quando a expansão foi de 6,6%. No ano passado, o PIB no primeiro semestre crescera 4,9%.

     

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também reviu o crescimento do PIB do primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, de 5,8% para 5,9%. A alteração foi motivada pelo desempenho do setor agropecuário, cujo crescimento foi revisado de 2,4% para 3%. Segundo a gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, o PIB do segundo trimestre apresentou uma "pequena aceleração" em relação à expansão do primeiro trimestre, "apesar do aumento" da taxa efetiva Selic ao ano de 11,2% no primeiro trimestre para 11,7% ao ano no segundo trimestre.

     

    Segundo ela, a alta dos juros "leva um tempo para ter efeito sobre a economia". Além disso, de acordo com Rebeca, há duas atividades que foram responsáveis pela aceleração do aumento do PIB "que não tem muito a ver com juros", que são a agropecuária, que apresentou alta de 3% no primeiro trimestre e de 7,1% no segundo trimestre, e as despesas de administração pública, com expansão de 1,1% no primeiro trimestre ante igual período do ano anterior, para 2,3% no segundo trimestre. Segundo Rebeca, o aumento das despesas, neste caso, responde especialmente ao aumento de contratações. Como em ano eleitoral as contratações públicas têm que ser encerradas até 5 de julho, acabam se concentrando no primeiro semestre, com efeito sobre o PIB.

     

    Ela sublinhou também o forte efeito que o consumo das famílias, impulsionado sobretudo pela massa salarial e os investimentos, sob influência da produção e produção de máquinas e equipamentos e a construção civil, tiveram sobre o PIB.

     

    Investimentos - Os investimentos, computados pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), foi recorde no segundo trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado, com aumento de 16,2%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    A partir de agora, a servidora pública estadual terá direito à licença maternidade de seis meses e não mais de apenas quatro. É que o governador Blairo Maggi sancionou ontem, no Salão Nobre do Palácio Paiaguás, o projeto de lei, de autoria do deputado Airton Rondina (PP), o Português, que amplia de 120 para 180 dias a licença maternidade no serviço público de Mato Grosso.

     

    A decisão de Blairo Maggi é inédito em Mato Grosso e serve de exemplo para os 141 municípios, já nenhum possui ainda a licença ampliada de 180 dias, com as leis aprovadas pelos respectivos legislativos. No seu discurso, ao lembrar da sua infância, o governador observou que no passado, e ainda hoje em zonas rurais, a licença maternidade é muito menor ou mesmo inexistente.

     

    Segundo ele, no passado, a mãe trabalhava em casa e sempre estava com o filho como ainda acontece com regularidade nos dias de hoje no campo. Atualmente, principalmente na zona urbana, as mães trabalham fora durante o dia todo, e muita vezes, encontram seus bebês dormindo quando retornam. "Vamos aproveitar estes dois meses não só para os filhos que estão chegando, mas também para aqueles que estão pedindo um pouco mais de carinho. O foco principal tem que ser sempre a família", destacou.

     

    A expectativa do Estado é que o exemplo seja seguido pelos municípios e a iniciativa privada, informou secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki. Ele elogiou a lei e avaliou que a sua implantação traz para o debate o modelo de sociedade que estamos construindo. "O Estado está crescendo em ritmo acelerado, com muitas transformações na sociedade. É triste, mas muitas vezes percebemos que esta sociedade está doente. Pais agredindo filhos, alunos depredando escolas e ofendendo professores, jovens que não respeitam pessoas mais velhas. É este exemplo que queremos deixar para o futuro?", indagou.

     

    Eumar Novacki afirmou que os ajustes na administração irão acontecer conforme os casos que surgirem devido ao maior período de licença forem se apresentando. "O importante de destacar é que a lei que amplia o direito não é uma despesa, mas sim um investimento do Estado na família", ressaltou. Por isso, o governo não se preocupou com custos ao adotar a lei.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    A redução do crescimento da indústria foi um bom resultado para o governo, na análise do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ao comentar o resultado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o crescimento da economia, o ministro disse que a desaceleração de 7% para 5,7%, do primeiro para o segundo trimestre, era uma expectativa da equipe econômica.

    "Também é bom. É a tal desaceleração que nós estávamos querendo promover".

    Na indústria, o destaque, segundo ele, ficou com a construção civil, que, no primeiro trimestre, tinha crescido 8,8% e passou 9.9%. O setor foi considerado muito importante pelo ministro pois é um dos que mais geram emprego no país e não necessita das importações.

    "Um dos problemas que nós temos é que a economia está crescendo, mas as importações também estão crescendo. É tudo produção local. Utiliza bens não comercializáveis no mercado internacional", afirmou.

    Outro setor destacado por ele foi o de serviços, que cresceu 5% no primeiro trimestre e, no segundo ficou, em 5,5%.

    Mantega citou também o desempenho do setor agrícola, que cresceu, no primeiro trimestre, 1,1% e, no segundo, passou para 7,1%. Na sua análise, o setor aproveitou os bons preços nos mercados interno e externo e cresceu mais.

    Bem humorado, o ministro evitou dizer que a economia do país era "robusta", como tem dito em várias ocasiões. "Nós estamos vendo o retrato de uma economia, eu ia dizer robusta, mas não disse. Disse que cresce com um investimento puxando um consumo forte, porém mais moderado e deveremos terminar o ano com uma performance muito boa, entre 5 a 5,5%".

     

    Fonte: Olhar Direto
    11-09-2008 | 12:09
    Ao mesmo tempo em que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país, confirma o momento de dinamismo da economia, também sinaliza uma “certa apreensão”.

    A avaliação é do economista da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape), da Fundação Getulio Vargas (FGV), José César Castanhar.

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (10) que o PIB cresceu 6% no primeiro semestre deste ano e 6,1% no segundo trimestre, na comparação com o segundo trimestre do ano passado.

    Segundo o economista, o resultado do PIB “tem um lado positivo, que reflete esse dinamismo que a gente tem observado na economia brasileira, com o crescimento dos vários setores da economia e dos investimentos”.


    Sua apreensão reside no aumento dos juros, cuja tendência vem se registrando desde março, quando a taxa básica de juros estava em 11,25% ao ano. “Você, provavelmente, deve esperar uma redução desse ritmo de crescimento [do PIB]”, avaliou.

    Castanhar acredita que o segundo semestre não terá um crescimento tão acentuado, com reflexos já em 2009. Ele acredita que a taxa de 2008 seja de 5,4%, a mesma de 2007. “Ou, talvez um pouco mais, aproveitando esse impulso que a economia recebeu ao longo do ano passado”.

    No entanto, a perspectiva de um agravamento da crise imobiliária norte-americana pode afetar a economia brasileira e levar a um PIB menor, de 4%. Apesar das preocupações, a visão de Castanhar para a economia nacional é que "mesmo no cenário negativo, o Brasil fica numa situação favorável em comparação à economia mundial. Mas, frustrante em comparação ao que poderia estar fazendo”, concluiu.

     

     

    Fonte: Olhar Direto
    11-09-2008 | 12:09
         A arrecadação de impostos sobre produtos cresceu de forma mais significativa do que vinha sendo notado em períodos recentes, segundo dados do PIB (Produto Interno Bruto), divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 
          
         De janeiro a junho, foram arrecadados, em valores correntes, R$ 213,2 bilhões. Isso representa incremento de 8,3% sobre o que fora verificado em igual período no ano passado. 
          
         No segundo trimestre, tal arrecadação foi de R$ 108,3 bilhões, 8,5% acima do constatado de abril a junho de 2007. 
          
         A gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, destacou que o montante gerado com impostos sobre produtos teve elevação acima do Valor Adicionado a Preços Básicos (soma dos valores correntes dos setores produtivos da economia), que subiu 5,6% no semestre, e 5,7% de abril a junho. 
          
         O aumento na arrecadação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) contribuiu de forma decisiva para o resultado. 
          
         "Há também o imposto sobre importação, cuja arrecadação cresceu 25% no trimestre e influiu no total dos impostos sobre produtos", afirmou Palis. 
          
         O PIB teve expansão de 6,1% no segundo trimestre de 2008, na comparação com igual período no ano passado. No acumulado do semestre, o incremento foi de 6% em relação ao período de janeiro a junho de 2007. Ao todo, a economia movimentou R$ 716,9 bilhões de abril a junho e R$ 1,3 trilhão no primeiro semestre. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    11-09-2008 | 12:09
    O recente quadro de arrefecimento das commodities no mercado internacional, que fez com que a inflação caísse, dá margem para que o BC (Banco Central) seja menos cauteloso e afrouxe um pouco a política monetária daqui para frente. Com isso, o país teria condições de manter o nível de consumo em alta e o crescimento da economia em ritmo elevado, mesmo em meio a turbulências no cenário internacional.

     

    Para o professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Ricardo Araújo, a inflação já está acomodada e não se espera uma desaceleração tão forte da economia na segunda metade do ano. Ele evita fazer projeções, mas estima que um crescimento entre 5% e 5,5% ao longo de 2008 é perfeitamente possível.

     

    Araújo acrescenta que acha exagerado mais um aumento de 0,75 p.p. (ponto percentual) por parte do BC, que se reúne hoje para decidir se mexe na taxa Selic de juros. Para o economista, essa medida poderia inviabilizar a continuidade do crescimento, principalmente no ano que vem.

     

    "O BC pode ser menos cauteloso. Uma nova subida mais forte poderia prejudicar o crescimento em 2009", afirmou.

     

    O Iedi (Instituto de Estudos para Desenvolvimento Industrial) destaca, em boletim, que a economia mantém ritmo de crescimento expressivo, com "monótona repetição de taxas de evolução". Diante disso, desconsidera a tese de que a expansão econômica estaria criando pressões inflacionárias.

     

    Economista-chefe da corretora Concórdia, Elson Teles avalia que o aperto dos juros e o cenário externo resultarão em uma leve desaceleração para o segundo semestre, com crescimento entre 4% e 5%. Ele considera a preocupação do BC procedente, já que mesmo com os alimentos em queda, há alguns preços livres em aceleração, e que podem impactar a inflação daqui para frente.

     

    "O trabalho do BC é mitigar essa questão. Acredito que vai continuar sinalizando austeridade. As coisas não estão muito claras, e o BC pode continuar controlando essa demanda", explicou Teles.

     

    Mesmo com a inflação em alta no primeiro semestre --3,64% de janeiro a junho, ante 2,08% no primeiro semestre de 2007-- o consumo das famílias continuou em expansão significativa no período. Houve acréscimo de 6,7% no segundo trimestre, ficando em R$ 429,627 bilhões, e acumulou alta de 6,7% de janeiro a junho (R$ 841,985 bilhões), sempre na comparação com iguais períodos em 2007.

     

    "Ao mesmo tempo, renda, emprego e crédito continuaram crescendo e explicam a contínua aceleração do consumo", observa Teles.

     

    O consumo das famílias, que responde por mais de 60% da ótica da demanda do PIB (Produto Interno Bruto), vem crescendo em ritmo superior ao da economia. Além de segurar o ritmo do consumo, a continuidade da subida da taxa de juros poderá desacelerar a taxa de investimento, que foi recorde nos seis primeiros meses de 2008.

     

    "No segundo semestre, espera-se uma redução do ritmo de crescimento do investimento, mas há condições de que a taxa volte ao ritmo atual no ano que vem", observou Araújo, que considera que o Brasil está descolado "quase que por completo" da crise internacional.

     

    Fonte: O documento
    11-09-2008 | 12:09
    A redução da inflação brasileira nas últimos semanas não ocorreu devido ao aumento da taxa Selic promovido pelo Banco Central nas últimas três reuniões. Essa análise é de vários empresários do país que participaram hoje de um encontro na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Para eles, os preços das commodities internacionais foram os responsáveis pela variação na inflação.

     

    Ao mesmo tempo em que não creditam ao BC o mérito pela redução da inflação, os empresários afirmam que não existe a necessidade de aumentar novamente a taxa de juros. No início da noite de hoje, o Copom (Comitê de Política Monetária) irá divulgar a nova taxa Selic e a maioria dos analistas do mercado aguarda uma elevação de 0,75 ponto percentual, chegando a 13,75% ao ano.

     

    "Está claro que o aumento de juros da última vez foi um erro. Não há razão nenhuma para aumento de juros hoje. Se eles aumentarem é por pura vaidade, querer mostrar que não erraram na vez anterior", afirmou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

     

    Segundo Skaf, a inflação subiu devido ao aumento dos preços agrícolas no mundo, e também diminuiu pela redução dos mesmos produtos. "Não foi por causa do aumento de juros no Brasil que baixou os preços dos alimentos no mundo", afirmou.

     

    Para o presidente do grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, existem dois tipos de inflação: a local e a mundial. "A inflação caiu [no Brasil], mas não foi por influência do BC. Nós sofremos com a pressão da inflação mundial", disse o industrial, que não acredita que o aumento nos juros vá diminuir os preços das commodities internacionais.

     

    "O Banco Central vai ter que encontrar modos de ajustar as influências da inflação internacional. Porque querer corrigir com juros internamente [a inflação mundial] vai dificultar a estrutura do crescimento", disse Gerdau.

     

    O presidente da Fiat do Brasil, Cledorvino Belini, considera que o mais importante é controlar a inflação, mesmo que reduza o ritmo de crescimento do país. Para ele, o BC tem acertado nas medidas para controlar o aumento de preços.

     

    "Acho que é importante também o governo não precisar só desse recurso [aumento de juros], mas também é preciso controlar os gastos públicos", observou Belini.

    Fonte: O documento

     

    11-09-2008 | 12:09
    O Sinduscon-MT informa a todos os associados que o Diretor Suplente de Materiais, Senhor Júlio Hirohi Yamamoto, sofreu uma intervenção cirúrgica, na cidade de São Paulo, onde se encontra para tratamento médico.

     

    O Sindicato deseja-lhe o mais rápido restabelecimento, para que assim retorne o mais breve possível ao nosso convívio. 

     

    Atenciosamente

     

    A Diretoria

     

    Sinduscon-MT

     

    10-09-2008 | 12:09
    Mas ônus pode ser reduzido com regulação do sistema, conclui Fórum Econômico Mundial

     

     As crises financeiras têm custo elevado para os países, geralmente bem acima de 10% do Produto Interno Bruto (PIB).

     

     

     

     Em muitos casos, as turbulências acabam resultando em recessão.

     

     

    No entanto, esse ônus pode ser reduzido com a devida regulação e supervisão do sistema.

     

     

    As conclusões são do Fórum Econômico Mundial. "Crises financeiras são caras, pois estão associadas com falências significativas das famílias, corporações e instituições", afirma Nouriel Roubini, da New York University e da RGE Monitor, em estudo.

     

     

     

             Para ele, a instabilidade financeira é um sinal de deficiência para alocar apropriadamente a poupança em investimentos.

     

     

    O especialista acredita que a estabilidade é crucial para o desenvolvimento financeiro.

     

     

             Roubini nota que as crises financeiras têm se tornado mais freqüentes e mais virulentas, apesar do sustentado período de crescimento econômico e baixa inflação até então verificado.

     

     

    Na verdade, ele acredita que essa fase alavancou a possibilidade de bolhas.

     

     

     

             Segundo o especialista, a explosão dos preços dos ativos pode ter conseqüências sérias.

     

     

    "Uma década de experiência com crises financeiras nos mercados emergentes mostra que muitas são precedidas por bolhas de ativos, boom de crédito e de investimentos e desequilíbrio externo elevado e crescente, que se torna eventualmente insustentável."

     

     

             Em muitos casos, esses problemas têm impacto no crescimento econômico e freqüentemente estão associados com recessão.

     

     

    Também há aumento do custo fiscal, já que as situações acabam implicando em planos de socorro às instituições, o que eleva a dívida pública.

     

     

             O estudo mostra que a Espanha, por exemplo, arcou com 175% do PIB na crise entre 1977 e 1985.

     

     

     Argentina e Chile tiveram de dispor de 55% da economia na década de 1980.

     

     

    Para a Turquia, o custo da turbulência enfrentada entre 2000 e 2003 foi de 30% do PIB.

     

     

     OMISSÃO         Roubini acredita que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) cometeu um erro ao manter a taxa de juros tão baixa por tanto tempo, alimentando a bolha imobiliária.

     

     

    "Outra omissão foi a abordagem ?laissez-faire? do Fed e de outros reguladores, que permitiram a ocorrência de hipotecas tóxicas sem restrição."

     

     

             Para o especialista, a resposta apropriada deveria ter sido não só a elevação dos juros, mas também a melhor supervisão e regulamentação do setor imobiliário.

     

     

     Ele defende a "apropriada combinação entre política monetária tradicional e política de crédito para controlar o boom excessivo da alavancagem e dos preços dos ativos".

     

     

             Por mais que os ciclos de crise retornem, seus efeitos conhecidos podem reduzidos "se a apropriada supervisão e regulação foram adotadas".

     

     

    Fonte: CBIC
    10-09-2008 | 12:09

    Líder na última pesquisa de intenção de voto feita pelo Ibope em Florianópolis, com 27%, o candidato Dário Berger (PMDB) demonstrou ontem confiança na sua reeleição.

     

     

    "Tenho quase certeza que vou ser prefeito de novo", disse ele a uma platéia de 37 pessoas, em sua grande maioria empresários, que participavam do encontro promovido pelo Conselho Metropolitano Pró-desenvolvimento (Comdes), entidade ligada ao Sindicato da Construção (Sinduscon-SC), para discussão de sugestões para a gestão da cidade de 2009 a 2012.

     

     

             Apenas cinco pontos percentuais à frente do segundo colocado, Esperidião Amin (PP), que apareceu com 22% na última pesquisa, Berger aproveitou o evento para fazer uma avaliação de Florianópolis, para criticar a forma como a própria prefeitura está estruturada e apresentar propostas em linha com as sugestões do setor.

     

     

     

             "Se depender das reivindicações de vocês, estão liberados para me apoiar integralmente, porque praticamente tudo que está aqui ou já foi feito ou está em andamento", disse ele, referindo-se a uma lista entregue pelo Comdes, que incluía incentivos fiscais municipais, esforço em liberação de marinas, revitalização do centro histórico e política habitacional para desfavelização.

     

     

     

             Sobre incentivos fiscais municipais, Berger arrancou aplausos da platéia ao dizer que "é possível discutir caso a caso, à medida que for do interesse da municipalidade, desde que se preservem os empresários ´prata da casa´ para que a gente não dê incentivo para quem vem de fora concorrer com nossos empresários que estão aí há anos".

     

     

             Berger afirmou que pretende ser eleito para estabelecer um novo plano de crescimento da cidade e aproveitou para reclamar das dificuldades hoje em implementar alterações relativas à ocupação do solo.

     

     

    "Florianópolis está passando por um período de transição.

     

     

    Por ter beleza natural incomparável, a paixão muitas vezes excede a razão, e quando se coloca a paixão em primeiro lugar, as pessoas ficam fora de foco.

     

     

    Temos uma paixão proibida pela cidade.

     

     

    A sociedade em Florianópolis, antes de ver qualquer projeto, é contra.

     

     

    Não viu, mas é contra", criticou.

     

     

             O evento - que ao longo desta semana ouvirá outros candidatos - também foi usado para alfinetar adversários, como Amin e Angela Albino (PCdoB), jogando parte dos problemas de hoje às atuações que eles tiveram, Amin como prefeito e Angela como vereadora.

     

     

     

             "Um dos meus adversários (Amin) diz que vai construir um hospital no norte da ilha com o dinheiro que eu iria construir a sede da prefeitura.

     

     

     

     

     Ele devia ter feito isso há muito tempo e devia ter construído a sede porque hoje a prefeitura está em 22 pontos diferentes da cidade e é por isso que vocês são mal atendidos".

     

     

     

             Berger disse que Florianópolis é a única capital do Brasil que não tem um centro administrativo.

     

     

     

    "É uma vergonha.

     

     

     

     É preciso um centro administrativo para concentrar as atividades essenciais.

     

     

     

    Até porque hoje você não consegue resolver mais nada por telefone.

     

     

     

     Mesmo que seja lícito, você não pode resolver por telefone.

     

     

     

     Está todo mundo neurótico com essa problemática toda (grampos).

     

     

     

     

     Vocês têm dúvida de que meu telefone esteja grampeado? Nenhuma", ele mesmo respondeu.

     

     

     

             Berger chegou a aparecer em escutas telefônicas da Polícia Federal na operação Moeda Verde, que prendeu diversos empresários em 2007 em Florianópolis, acusados de negociar compra de licenças ambientais com órgãos públicos para empreendimentos.

     

     

     

     

             O candidato justificou a não construção de um centro administrativo porque teve "alguns problemas de organização".

     

     

     

     "Vocês acreditam que não consegui um terreno no centro da cidade para fazer a prefeitura?".

     

     

     

             Fez também certa mea-culpa em relação a uma obra de infra-estrutura, a beira-mar continental, que não foi concluída, segundo ele, porque houve vereadores que votaram contra desapropriação de área por perseguição política já de olho na eleição, como foi o caso da candidata Angela.

     

     

     

    "Isso foi para trazer prejuízo político para mim. Imagina se eu tivesse inaugurado a beira-mar continental? (...) Eleição na terra é tempo de guerra", disse.

     

    Fonte: CBIC
    10-09-2008 | 12:09
         A primeira edição do Índice de Desenvolvimento Financeiro, divulgada ontem pelo Fórum Econômico Mundial, coloca o Brasil na 40ª posição. A debilidade dos marcos reguladores e a baixa eficiência do sistema bancário explicam a baixa performance. O novo indicador mede o desenvolvimento dos sistemas financeiros e dos mercados de capitais de 52 países.
         
         O índice é feito a partir da medição de 7 tópicos como o "ambiente institucional" e o "ambiente de negócios".
         
         Os dados são todos medidos numa escala de 1 a 7 que avalia uma infinidade de detalhes, como a "governança corporativa" e a "liberalização do setor financeiro doméstico".Os dados foram apurados no Brasil pelo Movimento Brasil Competitivo e Fundação Dom Cabral.
         
         Brasil
         
         O relatório diz que o país tem um "ambiente político ineficiente", com baixo grau de "regularização". "A pontuação relativamente forte dos mercados financeiros e dos não-bancos (corretoras e seguradoras) contrasta com a posição fraca dos bancos, que receberam a mais baixa pontuação possível, devido ao tamanho e às baixas medidas de eficiência", diz o relatório.
         
         No índice geral o Brasil alcançou 3,28 pontos. Os EUA lideram com 5,85 e a Venezuela é a última, com 2,71 pontos.
         
         O desempenho dos "bancos" (52º lugar) contrasta com a percepção de solidez do sistema bancário nacional. O "tamanho" e a "eficiência" das instituições são as razões apontadas. A metodologia explica que "quanto maior o tamanho do sistema bancário, maior o montante de recursos que pode ser canalizado dos poupadores para os investidores".
         
         Já no tópico "ambiente institucional", o Brasil também fica em 40ª posição (3,69), atrás da Tailândia (4,46), que sofreu um golpe militar em 2006.
         
         "Nós analisamos [o ambiente institucional] a partir de questões de ordem regulatória para o sistema financeiro, como o direito de propriedade, por exemplo, não num contexto mais amplo", defende-se Bilodeau.

     

    Fonte: 24 Horas News
    10-09-2008 | 12:09
    Ex-ministro da Fazenda do governo de Itamar Franco, o economista Rubens Ricupero defende que o Banco Central não deve aumentar a taxa de juros. “O mais plausível seria o Banco Central manter o atual nível, esperar mais um pouco. Se há dúvida em relação à pressão que está ocorrendo nos preços da prestação de serviços, é melhor dar uma pausa e não agravar anda mais, com um novo aumento da taxa”, disse o ex-ministro, que participou hoje (9) do seminário Crescimento com Distribuição de Renda, em comemoração aos 200 anos do Ministério da Fazenda.

    Ricupero disse ainda que o governo deve evitar uma situação de “vulnerabilidade”, com o aumento dos gastos em níveis acima do crescimento da economia. “Acho que no momento é preciso procurar evitar uma situação de vulnerabilidade. Por exemplo, acho que o governo deveria ter muita atenção e não continuar o aumento dos gastos no ano que vem a um ritmo superior ao crescimento do economia. Isso poderia dar nos trazer surpresas”, alertou Ricupero.

    A tarefa de barrar a inflação, na opinião do ex-ministro, não pode ficar a cargo somente do Banco Central. Ele chegou a citar a possibilidade de se rever o prazo de financiamentos. “É importante que não se deixe apenas a política dos juros do Banco Centra com a tarefa de tentar moderar esse consumo. Deveria haver medidas, que eu vi que o ministro [Guido] Mantega já cogitou, de rever prazos dos créditos para reduzir um pouco a demanda”, destacou o ex-ministro. “A meu ver, o ministro Mantega está consciente disso e, no momento oportuno, fará as mudanças”, completou.

    Ao sair da palestra, Ricupero salientou que houve um alívio nos preços dos alimentos e alertou que existe uma fuga de capitais do país, que já se expressa nas negociações da Bolsa de Valores, o que deveria servir como sinal de alerta.

    “Já ontem a bolsa já estava descolada do que estava acontecendo nacionalmente. Acho que a explicação básica disso é que muitos fundos que tinham investido no Brasil estão agora vendendo suas posições, porque estão precisando de recursos fora do Brasil. Esse é o fenômeno que os economistas chamam de ‘desalavancagem’. Como a situação internacional é complicada e ainda se teme que haja outros esqueletos, além do que foi revelado domingo pelo governo americano, eles estão se retirando investimentos da bolsa brasileira e, com isso, sai um volume muito considerável de recursos”, analisou o ex-ministro.

    A segunda razão para que o Banco Central não aumente os juros, destacada por Ricupero, é que o crescimento da economia tem sido puxado pelo consumo interno. “Como nossa economia está crescendo, sobretudo puxada hoje em dia por fatores internos e não pelo comércio exterior, ela cresce basicamente por causa do consumo, tanto das famílias , como do governo”, disse o ex-ministro.

    Ao participar do seminário que reuniu muitos dos que passaram pela pasta da Fazenda, Ricupero destacou o controle da inflação como grande feito da economia brasileira. “O desafio da inflação ficou pra trás”, disse Ricupero, que conduziu a pasta da Fazenda de março a setembro de 2004.

    “Esse desafio ficou pra trás. Acho que temos aqui economistas que participaram de duas vertentes de uma curva pela qual passou a economia do Brasil. Uma descendente, na qual o Brasil sempre caminhava para trás, sempre caía. A outra, ascendente, que é a que nós estamos vivendo agora”, destacou.

    Ricupero teve que deixar o ministério devido ao desgaste de ter dito que “o que é bom a gente mostram o que é ruim a gente esconde”. A frase foi proferida em um momento em que o ministro se preparava para uma entrevista e acreditava que as câmeras estavam ainda desligadas.

    O economista se situou na fase descendente da economia e, segundo ele, em sua fase mais crítica. Ele confessou ter sentido medo de aceitar a pasta da Fazenda. Na época, Ricupero era ministro do Meio Ambiente. “Itamar queria que eu fosse para Fazenda. Eu não queria, não por humildade, mas por medo”, destacou.

    Na opinião do ex-ministro, o clímax dessa curva e o fator que determinou sua reversão foi o lançamento do real. O grande sucesso da nova moeda, de acordo com Ricupero se deu mais em função da aceitação da sociedade.

    “O Plano Real teve a vantagem de valorizar a mediação com a sociedade e usou uma linguagem singela, objetiva, clara, proporcionando informação, evitando o uso do ‘economês’. Demos informações e isso sem agências de publicidade. O que foi importante naquela época foi que a nação se converteu a idéia de que a estabilidade monetária era importante”, lembrou.


    “Seria paternalismo dizer que nós ensinamos. Não foi assim. As pessoas já sabiam de forma confusa. Nós só tornamos essas idéias claras, explícitas”, disse o ex-ministro. A calmaria das agências bancárias no dia do lançamento do plano veio como um alívio para a apreensão do ministro.

    “Naquele primeiro de julho de 1994 percorri várias agencias de Brasília e das cidades satélites e vi que estava tudo calmo. Foi uma sexta-feira. Nós tínhamos até planejado abrir os bancos no fim de semana para evitar tumultos e vimos que não havia mesmo necessidade, pois no Brasil todo o que ocorreu foi um clima de tranqüilidade. A sociedade entendeu porque teve informação clara. Não teve medo de confisco, de medidas arbitrárias e mirabolantes”, disse o ex-ministro.

    Ricupero ainda destacou que para a formação do Plano Real muitos conhecimentos e erros dos planos lançados até então foram aproveitados. “As pessoas que passaram pela experiência do cruzado aprenderam alguma coisa”, destacou.

     

    Fonte: Olhar Direto
    10-09-2008 | 12:09
    O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec), abriu 155 novas vagas para cursos gratuitos de formação inicial e continuada de trabalhadores, no município de Rondonópolis. As inscrições poderão ser realizadas nos dias 12, 15 e 16 de setembro.

    Os cursos oferecidos são: Administração de Micro e Pequenas Empresas, Montagem e Manutenção de Computadores, Comercialização de Produtos Agropecuários e Edificações: Mestre de Obras.

    As inscrições podem ser feitas na Unidade de Ensino da Secitec em Rondonópolis das 7h30 às 11h, das 13h às 17h e das 19h às 22h. No ato da inscrição, o candidato deve apresentar documentos pessoais (RG, CPF e Carteira de Trabalho).

    Todos os candidatos passarão por processo seletivo. A prova será aplicada no dia 17 de setembro e será composta de 20 questões sobre Língua Portuguesa, Matemática, Informática e conhecimentos gerais. O resultado será divulgado no dia 18/09.

    Para pleitear uma vaga no curso de Administração de Micro e Pequenas Empresas, os requisitos de acesso são idade mínima de 18 anos; ter concluído ou estar cursando a 3ª série do Ensino Médio. O curso será oferecido no período noturno e é destinado a proprietários de micro e pequenas empresas, que já atuam no mercado de trabalho, ou pretendem constituir o seu próprio negócio.

    Os requisitos de acesso para o curso de Montagem e Manutenção de Computadores são idade mínima de 16 anos e Ensino Fundamental completo. O curso será oferecido no período matutino.

    Para os cursos de Comercialização de Produtos Agropecuários e de Edificações: Mestre de Obras, a idade mínima exigida é 18 anos, ter concluído ou estar cursando o Ensino Médio. Os cursos acontecerão, respectivamente, nos períodos vespertino e noturno.

     

    Fonte: Olhar Direto
    10-09-2008 | 12:09
    A Presidência da República publicou no Diário Oficial da União de ontem o Decreto nº 6.558 de 8 de setembro de 2008, que institui o horário de verão a partir de zero hora do terceiro domingo do mês de outubro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subseqüente, em parte do território nacional. Segundo o decreto, no ano em que houver coincidência entre o horário de verão e o domingo de carnaval, o encerramento do horário será no domingo seguinte. Neste ano a 38ª edição do Horário de Verão terá início à zero hora do dia 19 de outubro de 2008 e terminará à zero hora do dia 15 de fevereiro de 2009. Os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

    De acordo com o Operador Nacional do Sistema, a previsão é que haja nesta edição uma redução entre 4% e 5% na demanda no horário de pico, o que representa cerca de 2 mil MW.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    10-09-2008 | 12:09
    Às vésperas de mais uma reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) que deve determinar nova alta da taxa básica de juros, atualmente em 13% ao ano, a economia recebe uma injeção extra de recursos, superior a R$ 8 bilhões. Apesar de não ser considera pelos economistas como uma cifra de peso, esse dinheiro coloca mais lenha no consumo no curto prazo, exatamente no momento em que BC e Ministério da Fazenda estão divididos quanto às causas da inflação.

    Desde o final de agosto, a Previdência desembolsou cerca de R$ 7 bilhões a título de antecipação da 1ª parcela do 13º salário a 22,1 milhões pensionistas e aposentados. Também desde julho os bancos passaram a oferecer empréstimos tendo como moeda de troca o 13º salário. Nesta semana foi liberado o 4º lote da restituição do Imposto de Renda, que soma R$ 1,2 bilhão.

    Além de conseguir reajuste salarial de 11%, os 32 mil metalúrgicos do ABC Paulista receberão um abono de R$ 46,4 milhões que será pago no dia 22.

    O maior volume de dinheiro em circulação dificulta o trabalho do BC de esfriar a economia para segurar a inflação, afirma o coordenador da Tendências Consultoria Integrada, Márcio Nakane. "Não chega a ser um trabalho para o BC de enxugar gelo, mas de empurrar pedra morro acima". "Essa é mais uma razão para que o Copom aumente os juros básicos em 0,75 ponto porcentual", afirma o economista chefe da MB Associados, Sergio Vale. Ele observa que o principal fator a ser levado em conta pelo BC será o ritmo de atividade.

    PIB - O Produto Interno Bruto do 2º trimestre que será divulgado hoje, deve apresentar crescimento de 5,7% ante igual período de 2007 e acréscimo de 1,5% na comparação com o 1º trimestre, calcula Vale. Se a projeção se confirmar, a demanda doméstica em 12 meses até junho terá crescido 8,4%, o dobro da taxa de expansão atingida em 2004, ano em que consumo interno foi recorde.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
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