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Domingo, 24 de Setembro de 2017
NOTÍCIAS
    14-10-2008 | 12:10
    O Banco Central anunciou nesta segunda-feira mais três medidas relativas aos depósitos compulsórios para ampliar a liquidez no sistema financeiro. As medidas somadas vão injetar, no total, R$ 27,1 bilhões no sistema e fazem parte da programação de liberação de R$ 100 bilhões anunciada ontem pelo BC. Somente uma medida entrou em vigor ontem: a elevação de R$ 300 milhões para R$ 1 bilhão o valor de dedução do compulsório adicional sobre depósitos à vista, a prazo e poupança, que deve colocar R$ 8 bilhões no sistema financeiro.

     

    A medida que provoca a maior liberação de recursos ocorrerá por meio da elevação de R$ 700 milhões para R$ 2 bi o abatimento permitido para o recolhimento compulsório sobre a alíquota principal dos depósitos a prazo -atualmente em 15%. Essa medida, que entra em vigor dia 17, injetará R$ 13,1 bi no sistema.

     

    A terceira medida aumenta de R$ 2,5 bilhões para R$ 7 bilhões o patrimônio de referência máximo dos bancos que quiserem vender suas carteiras para outros bancos, que poderão abater do recolhimento sobre depósitos à prazo. O limite máximo de dedução sobe de 40% para 70% dos depósitos a serem recolhidos junto ao BC. O impacto estimado nessa medida é de R$ 6 bi. Ela entra em vigor em 17 de outubro.

     

    Segundo o BC, a partir do dia 17, haverá abatimento sobre o compulsório a prazo para bancos que adquirirem ativos de outras instituições, tais como: direitos creditórios oriundos de arrendamento mercantil (leasing), títulos de renda fixa emitidos por entidades privadas não financeiras integrantes de fundos de investimentos regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), direitos creditórios integrantes de carteiras de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) regulamentados pela CVM e cotas de fundo de investimento em cotas de investimento de fundo de investimento em direito creditório do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-10-2008 | 12:10
    As cooperativas de crédito e a tecnologia (leia-se internet) estão sendo a salvação para que o comércio não sofra tantos percalços com a greve dos bancos que começou no dia 8 em Mato Grosso e ainda não tem data para acabar. O maior problema está no pagamento de tributos federais, nos quais as cooperativas estão limitadas a valores, ou seja, só podem receber até R$ 300. Segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), José Alberto Aguiar, o pior foi que a greve dos bancários começou exatamente em período de pagamento de impostos e funcionários.

     

    Aguiar destaca que até a semana passada uma agência do banco Bradesco em Várzea Grande ainda estava trabalhando, então houve uma corrida para lá. Por enquanto, ele frisa que os empresários têm se virado utilizando os serviços das cooperativas de crédito, que não aderiram à greve por não fazerem parte do sistema bancário nacional, e às lotéricas e Correios, que também têm limitações nos serviços. "As greves são complicadas, principalmente em início de mês, mas a gente vai dando um jeito".

     

    De acordo com o vice-presidente da Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio), Hermes Martins, em relação aos salários dos funcionários não há muitos problemas porque a grande maioria das empresas paga hoje por meio de crédito em conta. Isso porque não é seguro e nem prático fazer o pagamento em espécie. Como os trabalhadores têm o cartão do banco, conseguem sacar o salário.

     

    Martins destaca que o comércio vai conseguindo transpor as dificuldades utilizando os meios alternativos. Conforme ele, a internet tem facilitado muito a vida de todos nesse sentido. Pele rede mundial de computadores é possível fazer praticamente todo tipo de transação financeira. Mas o vice-presidente da Fecomércio também fala da questão dos correspondentes bancários estarem limitados a valores e operações na prestação de serviços. (VC)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 13:10
    Algumas das empresas de capital aberto que atuam no setor divulgaram nos últimos dias notícias que demonstram essa situação.

    Ontem, a Rossi Residencial - empresa paulista de capital aberto, que no Paraná atua em parceria com a incorporadora Thá - anunciou que deverá reduzir seus lançamentos em 14% este ano e em 25% em 2009.

    Thá e Rossi têm dois lançamentos previstos para este segundo semestre em Curitiba, os empreendimentos Universe Life Square (no Centro) e o Vida Bella Praças Residenciais (no bairro Atuba).

    Segundo as duas empresas, ambos os lançamentos devem ser mantidos. Na quarta-feira, a também paulista Agra Incorporadora revisou sua previsão de lançamentos, que somariam R$ 2,1 bilhões, para R$ 1,4 bilhão, valor equivalente ao do ano passado.

    Dois dias antes, a Cyrela havia anunciado que as negociações para compra da Agra estavam desfeitas.

    Tanto Agra quanto a Abyara (esta última que tem dois empreendimentos em Curitiba que ainda não estão em fase de construção e deve lançar outros dois até o fim do ano) anunciaram que reduziram seu estoque de terrenos - ou seja, se desfizeram de áreas que haviam comprado para construir condomínios. Executivos paranaenses com experiência na área estão otimistas com a retomada, embora admitam que o momento seja delicado.

    Se os problemas no setor levarem a atrasos na entrega ou - num caso extremo - ao cancelamento de empreendimentos já lançados, a credibilidade de todas as empresas pode ser afetada.

    "Se isso ocorrer, podemos ter uma crise tão dura quanto a da Encol", diz uma executiva do segmento imobiliário.

     

     

    Fonte: CBIC
    13-10-2008 | 13:10
    Cerca de 50 construtoras e incorporadoras estão ofertando 14 mil imóveis, residenciais e comerciais, durante a terceira edição do Salão de Negócios Imobiliários da Bahia, aberto ao público a partir de hoje.

    A abertura oficial do evento, promovido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (AdemiBA), aconteceu ontem à noite, no Pavilhão de Feiras do Centro de Convenções de Salvador, em cerimônia restrita a convidados. A faixa de preço dos imóveis disponibilizados varia de R$ 102 mil a R$ 2 milhões.

    O evento é gratuito e a expectativa dos organizadores é de que até o dia 19 de outubro sejam movimentados cerca de R$ 200 milhões no salão.

    Cláudio Cunha, coordenador do evento e vicepresidente da Ademi-BA, diz que o salão baiano deve receber este ano um público de 30 mil pessoas e que já está entre os maiores do setor no País. Ele destaca ainda o desempenho da edição no ano passado. Em 2007, o salão gerou R$ 390 milhões em negócios, e, em relação à primeira edição, em 2006, superou em 21% o número de visitantes e em 68% o número de vendas.

     

     CRÉDITO IMOBILIÁRIO - A novidade deste ano é a presença de três bancos disponibilizando aos visitantes no salão crédito imobiliário: Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco do Brasil. Com estandes próprios para o atendimento no evento, as instituições financeiras prometem simplificar o processo de atendimento.

     

     Em um dos estandes, quem tiver interesse em um dos imóveis poderá fazer análise e pré-aprovação de crédito na hora. Os bancos têm avaliado o perfil de crédito do consumidor e estabeleceram em 30% o limite médio de comprometimento do orçamento familiar para o financiamento habitacional.

     CUIDADOS Antes de concretizar a compra de um imóvel, o consumidor deve ficar atento a algumas questões, como a localização e infra-estrutura do local.

     

     Preço e formas de pagamento também devem ser avaliados numa relação de custo e benefício, para que o consumidor não seja surpreendido com aumento de despesas, ou mesmo, se arrependa da compra. Outro ponto fundamental é a leitura atenta a todos os documentos referentes ao imóvel. SERVIÇO | Quando: de 9 a 19/10 | Local: Pavilhão de Feiras do Centro de Convenções | Horários: de segunda a sexta das, 15 às 22h. Sábados e domingos, das 10 às 22h | Entrada: gratuita R$ 200 milhões é quanto o Salão de Negócios Imobiliários da Bahia movimentará este ano.

    A expectativa é que o evento atraia cerca de de 30 mil visitantes ao Centro de Convenções.

     

    Fonte: CBIC
    13-10-2008 | 13:10
    As linhas de financiamentos oferecidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não são utilizadas da melhor forma possível pelos clientes mato-grossenses. O banco oferece uma série de modalidades de crédito para serem destinados a vários empreendimentos, com o objetivo de, como o próprio no diz, de promover o desenvolvimento econômico das regiões onde os beneficiados estão localizados.

     

    Apesar da bonita nomenclatura, em Mato Grosso, os financiamentos estão, basicamente, no setor agrícola, mas há outras várias linhas que beneficiam pequenas, micro, médias e grandes empresas, além de cartão de crédito para os clientes, que facilita as transações e oferece limite e taxa de juros atrativos. Para se ter uma idéia, nos primeiros oito meses deste ano, o agente financeiro liberou R$ 316,8 milhões via Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame) para Mato Grosso, o que corresponde a 22,9% do total de R$ 1,378 bilhão emprestados no período.

     

    Na comparação com o ano passado, houve incremento de 57,8%, já que no mesmo intervalo de 2007 o montante registrado pelo BNDES para esta linha de crédito foi de R$ 200,8 milhões. Na análise do superintendente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e representante do agente financeiro no Estado, José Carlos Dorte, o volume total de liberações aos empresários estaduais poderia ser superior ao registrado este ano. Segundo ele, o desempenho mato-grossense não é melhor porque as outras linhas de crédito, a exemplo do Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas (Propflora), Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop) e Programa de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (Progeren), são pouco demandadas no território estadual.

     

    "O BNDES tem vários bancos que servem de intermediários para a liberação dos recursos. Mas acontece que estas instituições financeiras, que são privadas, não querem ter os riscos aumentados quando aprovam a liberação de um empréstimo. Por isso ficam sempre com os mesmos programas, como Finame e Moderinfra, nos quais eles têm mais garantias", critica Dorte ao analisar que por ser um Estado agrícola, o fomento não deve ficar restrito somente a setor, já que outros segmentos também são desenvolvidos com o crescimento econômico, mesmo que ele tenha origem no setor primário.

     

    O superintendente acrescenta ainda que os recursos do BNDES não são destinados somente aos médios e grandes empresários. Ao contrário do que pensam os pequenos empresários, há dinheiro para todos, basta ter um projeto viável. "Infelizmente, em Mato Grosso há agravantes que emperram a aprovação do projeto, como a regularização fundiária das propriedades que solicitam o dinheiro".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    Apesar de toda a turbulência no sistema financeiro internacional o momento é de manter a calma. Esta é a orientação que o consultor financeiro Saulo Gouveia tem dado a seus clientes. Isso para quem tem ações da bolsa. Agora, para quem está querendo investir, essa é a hora de comprar. Exatamente. Não é nenhum engano, as ações estão em baixa, então nada melhor que comprar abaixo do preço.

     

    Gouveia destaca que nos últimos 30 anos ninguém perdeu por investir em ações. Pelo não quando o investimento foi em empresas sólidas, como Petrobras e Vale, por exemplo. O consultor explica que o preço dos papéis na Bolsa de Valores é uma coisa e os ativos da empresa são outra coisa. Ou seja, os ativos de uma empresa sólida não se desvalorizam como os papéis.

     

    Em momentos de crise, como esta que está acontecendo no mercado financeiro internacional, Gouveia pondera que é comum que as pessoas se desesperem, principalmente pequenos investidores que não têm muita experiência no assunto. Conforme o consultor, os pequenos investidores são aqueles que querem ter uma renda extra, mas não gostam de se arriscar muito, costumam aplicar dinheiro em planos de previdência privada, ou poupança, por exemplo, que seriam investimentos mais seguros.

     

    De algum tempo para cá essas pessoas começaram também a investir em ações, mas procuram sempre as empresas mais sólidas no mercado, que oferecem menos risco. Então, Gouveia ensina que o momento de "ficar parado". "Eu disse a uma pessoa que me perguntou o que deveria fazer agora: vamos brincar de paradinha? Você não faz nada enquanto eu não disser". O certo, segundo ele, é esperar a crise passar. Só deve fazer algo quem quer investir, porque aí sim, com o mercado em baixa é o momento de comprar, porque depois os papéis vão se valorizar. Lembrando sempre que essa compra deve ser de ações de empresas de economia sólida.

     

    Opções - O professor de finanças da Faculdade de Informática e Administração e Paulista (Fiap), Marcos Crivelaro, e o vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef), Keyler Carvalho Rocha, apontam que os fundos de renda fixa estão entre as melhores opções de investimento enquanto a bolsa de valores continua instável. "Os fundos DI e os títulos do Tesouro têm rendimento entre 8% e 10%", diz Rocha. "Quem tem algum dinheiro deve pesquisar a menor taxa de administração cobrada pelos bancos antes de fazer a aplicação."

     

    "A poupança também tem rendimento garantido, bem parecido com o dos fundosDI e CDBs", complementa Crivelaro. "Porém, quem não vai precisar do dinheiro no curto prazo pode pensar na bolsa. As ações estão baratas". Segundo Crivelaro, as ações de empresas de desempenho tradicionalmente muito bons, como a Vale do Rio Doce e Petrobras, caíram muito desde maio. Ele afirma que, depois das várias quedas, o potencial de alta é grande. Contudo, ele avisa que isso não garante que elas vão subir.

     

    Os economistas afirmaram ainda que outra opção para o investidor é diversificar seus investimentos: aplicar uma parte de seu dinheiro em poupança, outra parte em fundos de renda e o restante em ações. Outra dica é esperar o final da instabilidade do mercado e aplicar na bolsa de valores assim que ela der sinais de que a crise já acabou.

     

    Preocupado - Um exemplo de investidor preocupado com o momento é o funcionário da Receita Federal do Brasil, Nilton Lourenço. Ele começou a investir em ações há aproximadamente oito meses, agora se diz receoso com o momento da economia porque com todas essas oscilações não se sabe até onde as ações podem cair.

     

    "Eu investi em ações de boa qualidade, de empresas sólidas, mas mesmo assim estou preocupado. Não sei onde é final desse poço". Lourenço conta que optou pelo investimento na bolsa porque buscava uma rentabilidade maior para suas economias, maior do que poderia lhe dar a renda fixa. Ele fez tudo sozinho. Se preparou um pouco, lendo sobre o assunto e, constantemente, conversa com pessoas ligadas diretamente ao ramo para ter uma orientação sobre o que fazer.

     

    O funcionário público federal foi uma das pessoas que procuraram o consultor Saulo Gouveia para saber qual seria a melhor postura a adotar neste momento. Mas mesmo assim o investidor não consegue ficar muito calmo. "Há uns três dias nem quero ver o que está acontecendo", diz rindo.

     

    Porém, ele já se convenceu que o momento é de ficar parada mesmo. "Se vender eu vou perder". Lourenço lembra que investiu em empresas sólidas, com boa saúde financeira, que acabam sendo contaminadas um pouco por esta crise. Contudo, destaca que as empresas não sofrem tanto quanto suas ações. Ele frisa que não vai vender os papéis, mas também não pretende comprar por agora. (Com Agência Brasil)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    Mato Grosso vai ter a sua disposição recursos da ordem de R$ 49,27 milhões a serem aplicados em dois programas, um de financiamento internacional junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para adesão ao Programa de Modernização da Administração Tributária, Financeira e Patrimonial do Estado (Profisco) e outro do BNDES (Pmae) também na mesma linha de modernização e capacitação de servidores.

     

    A Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), coordenada pela Secretaria de Assuntos Internacional do Ministério do Planejamento, aprovou projeto em que Mato Grosso fica autorizado a contratação do referido financiamento.

     

    A proposta, defendida e implementada pela Secretaria de Fazenda em nome do governo do Estado, depende somente da validação da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) para que os recursos comecem a ser liberados no início de 2009. Este programa vai permitir a modernização da máquina arrecadadora, uma melhor implementação nos mecanismos de combate a sonegação fiscal e também um melhor atendimento ao contribuinte, ou seja, parte do princípio que contribuinte satisfeito tem muito mais chances de pagar seus compromissos com o Estado.

     

    O secretário de Fazenda, Éder Moraes aponta que uma série de ações conduzidas pela Secretaria de Fazenda que aperfeiçoarão a governança corporativa do Estado lideram as principais medidas do Profisco. "Vamos ofertar melhores serviços para a sociedade e a população, além é claro as empresas, comércios e indústrias mato-grossenses, dentro do princípio atender bem para apresentar resultados positivos", disse Moraes.

     

    Mato Grosso contratará junto ao BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, créditos para aderir ao Programa para Modernização das Receitas e da Gestão Fiscal, Financeira e Patrimonial das Administrações Estaduais (Pmae). A operação de financiamento já foi aprovada pela diretoria do BNDES. A expectativa é que os recursos do Pmae sejam liberados ainda este ano.

     

    Elaborados pelas equipes da Sefaz, os projetos Profisco e Pmae, foram concebidos com base em diagnósticos levantados dentro das rotinas da Fazenda Estadual para aprimoramento da gestão tributária.

     

    "Caminhamos a passos largos não apenas para dotar o Estado de aparelhos de fiscalização e combate a sonegação, mas também para atender a todos indistintamente e dentro do que prevê a lei", disse Éder Moraes.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou que o Brasil deve criar pouco mais de 2 milhões de empregos em 2008, marca que vai superar em 31,8% a geração de 1,517 milhão de postos de trabalho gerados em 2007. "O Brasil entrou no paradigma do círculo virtuoso. É impressionante como o país está crescendo em todas as suas regiões, sobretudo nas cidades do interior. Os investimentos estão registrando fortes níveis de expansão. A Petrobras está descobrindo novos poços de pré-sal. Tudo conspira a favor do país, que está se tornando uma Meca dos investimentos."

     

    Lupi disse que a criação de empregos em agosto deverá bater novo recorde para todos os meses de agosto na história. Embora não tenha dado mais detalhes sobre o número de postos de trabalho que serão criados, ele estima que, no mês passado, no acumulado em um ano, a geração de postos de trabalho deve ficar próxima a 2 milhões de vagas.

     

    Na avaliação dele, que deixou claro que está empolgado com a expansão do nível de atividade do país, a economia nacional deve registrar um crescimento de 6% em 2008, o que superaria a marca de 5,4% de elevação do PIB apurado em 2007. "Muitos especialistas riram quando eu disse, no início do ano, que o Brasil iria apresentar um crescimento muito forte em 2008. Agora, com a expansão (de 6,1% do PIB no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2007), acredito que estão reconsiderando suas avaliações."

     

    No terceiro seminário "Capital e Trabalho, Compromisso Estratégico para a Sustentabilidade", realizado em São Paulo, o ministro reforçou a avaliação do presidente Lula de que o Brasil está no caminho certo para registrar um crescimento robusto de longo prazo, porque consegue avançar os fundamentos macroeconômicos ao mesmo tempo que mantêm a inflação sob controle. "A inflação é ruim para o trabalhador, ela só ajuda quem especula. Portanto, esse é um valor conquistado pela sociedade que precisa e vai ser preservado."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou que o Brasil deve criar pouco mais de 2 milhões de empregos em 2008, marca que vai superar em 31,8% a geração de 1,517 milhão de postos de trabalho gerados em 2007. "O Brasil entrou no paradigma do círculo virtuoso. É impressionante como o país está crescendo em todas as suas regiões, sobretudo nas cidades do interior. Os investimentos estão registrando fortes níveis de expansão. A Petrobras está descobrindo novos poços de pré-sal. Tudo conspira a favor do país, que está se tornando uma Meca dos investimentos."

     

    Lupi disse que a criação de empregos em agosto deverá bater novo recorde para todos os meses de agosto na história. Embora não tenha dado mais detalhes sobre o número de postos de trabalho que serão criados, ele estima que, no mês passado, no acumulado em um ano, a geração de postos de trabalho deve ficar próxima a 2 milhões de vagas.

     

    Na avaliação dele, que deixou claro que está empolgado com a expansão do nível de atividade do país, a economia nacional deve registrar um crescimento de 6% em 2008, o que superaria a marca de 5,4% de elevação do PIB apurado em 2007. "Muitos especialistas riram quando eu disse, no início do ano, que o Brasil iria apresentar um crescimento muito forte em 2008. Agora, com a expansão (de 6,1% do PIB no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2007), acredito que estão reconsiderando suas avaliações."

     

    No terceiro seminário "Capital e Trabalho, Compromisso Estratégico para a Sustentabilidade", realizado em São Paulo, o ministro reforçou a avaliação do presidente Lula de que o Brasil está no caminho certo para registrar um crescimento robusto de longo prazo, porque consegue avançar os fundamentos macroeconômicos ao mesmo tempo que mantêm a inflação sob controle. "A inflação é ruim para o trabalhador, ela só ajuda quem especula. Portanto, esse é um valor conquistado pela sociedade que precisa e vai ser preservado."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, afirmou que a dissensão registrada na última reunião do Copom, na qual três diretores votaram pela redução do ritmo de alta dos juros de 0,75 ponto percentual em julho para 0,50 ponto percentual, indica que a Selic não deverá subir até o final do ano com a mesma intensidade prevista por analistas antes daquele encontro.

     

    "Hoje há de certa maneira um descolamento entre a perspectiva da inflação, que está em queda, e os prognósticos (de especialistas) relativos à necessidade de elevação das taxas de juros", afirmou. Pochmann ressaltou que o recente movimento de alta da inflação que atingiu o Brasil veio em boa parte do exterior, especialmente por meio do preços de commodities.Nesse contexto, segundo ele, o poder do aumento de juros para conter a alta dos índices de preços é residual. O presidente do Ipea destacou que caso ocorra uma inflação de demanda, o que na sua opinião não está ocorrendo, então o aumento da Selic se tornaria eficiente para corrigir a alta do custo de vida.

     

    Na avaliação de Pochmann, há fatores que justificam o entusiasmo com a evolução recente da economia manifestado por autoridades do governo e empresários, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Conselho Administrativo do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter.

     

    "Há razões para o otimismo depois de duas décadas muito difíceis, quando a taxa de investimento não crescia, o nível de expansão (do PIB) era muito baixo e o desemprego estava muito elevado", comentou. "Hoje estamos crescendo duas vezes mais do que a média do patamar registrado nos anos 1990", afirmou o presidente do Ipea. Contudo, ele manifestou que as contas nacionais devem registrar no segundo semestre, especialmente no último trimestre, uma desaceleração do nível de atividade devido, entre outros fatores, ao aperto monetário adotado pelo Banco Central a partir de abril.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    13-10-2008 | 12:10
    Mato Grosso experimenta grande desenvolvimento, consolidando-se como um estado de inúmeras possibilidades aos que desejam investir e prosperar em solo fértil. Recentemente disse, no exterior, que nosso estado cresce mais que o Brasil. A frase causou bom impacto, e não soou por momento algum como orgulho exagerado. Pelo contrário, encheu os olhos de potenciais investidores. O crescimento local é registrado em todos os setores: comércio, indústria, agropecuária e serviços.

    Tenho falado em nível nacional e internacional, o quanto Mato Grosso tem posição privilegiada no contexto econômico e não digo isso com palavras rasas, sem base. Sempre argumento com dados reais, apresentando diagnósticos, como o levantamento feito por técnicos da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), uma espécie de raio x da economia local. Um trabalho feito com muita responsabilidade, cruzando-se dados de respeitadas organizações, a exemplo do Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia -IBGE e Ministério de Indústria e Comércio.

    Queremos abrir novos mercados, despertar a atenção de grandes investidores e adotar uma linha direta com organizações empresariais facilitando assim a apresentação dos nossos números para grupos de interesse, através de reuniões, palestras e workshops. Nos últimos cinco anos, o crescimento anual registrado em Mato Grosso, foi de 7,6%, quase o dobro, em relação ao Centro Oeste, que obteve o índice de 4% e mais que o triplo do nacional, sendo que o Brasil cresceu 2,5%.

    Para se ter uma idéia, o nosso Produto Interno Bruto - PIB, em três anos, de 2005 a 2008, teve uma elevação de 56,50%. Neste ano está na ordem de R$ 43.647 bilhões, é um dos maiores da vasta região amazônica, perde apenas para o Pará. Vale destacar, entretanto, que o Pará tem uma população de sete milhões de habitantes, ao passo que Mato Grosso não chega a três milhões. Um percentual que deve ser levado muito em consideração.

    Mato Grosso tem outra boa performance que merece destaque, que refere-se a ao crescimento da sua renda per capita. Conforme índices disponibilizados pelo IBGE, em 1994, Mato Grosso ocupava o 11° lugar no ranking nacional, com renda de R$ 1.728,00, ao passo que a do Brasil era R$ 2.227,00. Já em 2005, o quadro era diferente, o Estado sendo a per capita do Brasil R$ 11.658,00, e a de Mato Grosso R$ 13.365. No último levantamento do IBGE, entretanto, Mato Grosso ocupava a 6ª colocação no ranking dos estados brasileiros e hoje já tem projetado, que encontra-se na 4ª colocação.

    Os dois desempenhos apresentados ganham ainda mais força quando acrescentamos, à performance mato-grossense, os números de empresas incentivadas pelo governo nos últimos cinco anos, 877, que obedecem a seguinte distribuição: 366 pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial - Prodeic, 297 pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial - Fundeic e 214 pelo Fundo Constitucional do Centro Oeste - FCO. Juntas investiram localmente R$ 6 bilhões e geraram mais de 300 mil empregos, entre diretos e indiretos.

    Na próxima semana, estarei coordenando uma nova missão técnica empresarial ao exterior, a terceira deste semestre. Será sem dúvida, outra importante oportunidade para falarmos sobre o nosso potencial, mostrar estes e outros números relevantes e prospectarmos negócios na china. Os Tigres Asiáticos crescem em média 8% ao ano, e estamos chegando lá.



    * PEDRO NADAF é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/MT

    Fonte: Diário de Cuiabá
    13-10-2008 | 12:10
    A venda de imóveis no país não pára de crescer. No entanto, o sonho da casa própria exige muita atenção. O brasileiro está cada vez mais cauteloso na hora de assinar um contrato de longo prazo.

    Quem compra um imóvel na planta - aquele que ainda vai ser construído - investe em um futuro que antes prometia prosperidade, mas hoje parece incerto com a crise internacional.

    Um exemplo é o caso de Márcio e da auxiliar de Recursos Humanos Taís Guedes da Silva. O casamento deles está próximo, mas a casa própria pode estar um pouco mais distante. “A gente fica mais na dúvida ainda: será que vai, será que não vai, será que a gente faz, será que a gente não faz. A gente pensa bastante. Já estava pensando antes, agora mais ainda”, diz ela.

    Susto

    Nos estandes das construtoras, nem mesmo uma banda musical consegue atrair o cliente. Sábado costuma ser um dia movimentado nos estandes, mas hoje havia pouca gente. A quebradeira no sistema financeiro mundial e a notícia de que as ações de construtoras brasileiras estão em queda livre assustam, mas ainda não atingem o comércio de imóveis, diz o gerente Fabio Romagnoli.

    “A gente continua a todo vapor, estamos tendo excelentes resultados de vendas. Então o consumidor não enxergou a crise aqui nos nossos produtos”, declara.

    Precaução

    O mercado imobiliário brasileiro está no melhor momento dos últimos vinte anos. No entanto, como a crise é grave e pode se mais longa do que se imagina, por precaução as construtoras reduziram em 30% o número de projetos de novos empreendimentos. “Nós vamos concluir essas obras que estão sendo feitas hoje e diminuir o que virá pro futuro”, afirma o presidente do Sindicato da Habitação-SP Fábio Rossi Filho.

    O problema é que parte do dinheiro gasto num empreendimento vem de bancos estrangeiros, que estão com os empréstimos praticamente suspensos. “Houve uma deterioração a respeito das expectativas pra daqui cinco anos, pra daqui dez anos, isso sim. Mas não em relação ao curto prazo”, garante o professor de finanças do Ibmec Ricardo José de Almeida.

     

    Fonte: Olhar Direto
    13-10-2008 | 12:10
    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, descartou nesta sexta-feira que o governo faça qualquer revisão no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) diante da crise nos mercados financeiros internacionais.

     

    Dilma acrescentou que o Brasil não pode se contaminar ou disseminar o pânico diante da volatilidade dos mercados.

     

    Segundo a ministra, o PAC está "em pleno regime de cruzeiro" e teve seu nível de execução "bastante elevado" em relação ao ano passado, quando passou pelas fases de projetos, obstáculos e problemas ambientais.

     

    De acordo com a ministra, "não há a menor previsão de revisão do PAC, para cima ou para baixo".Ao participar do Fórum CEOs Brasil-EUA, Dilma disse que o PAC "é o programa anticíclico que assegura um nível de investimento bastante razoável no Brasil".

     

    Todas operações contratadas do PAC serão asseguradas pelo governo e o BNDES garantirá que haja recursos, disse ela.

     

    "O investimento é que assegura o trânsito do Brasil na crise econômica", destacou.Para Dilma, "as condições internas e os fundamentos do país são robustos" e, por isso, não vê porque o Brasil "deva disseminar o pânico".

     

    A ministra voltou a ressaltar os sinais de solidez da economia brasileira, como o volume "muito significativo" de reservas, a inflação dentro da meta e uma política fiscal "inequivocamente robusta.Ela acrescentou que as dívidas externa e interna do país não estão denominadas em dólar, como em 1999, "o que nos permite afirmar que as condições para dentro da economia brasileira são as melhores dos últimos 20 anos".

     

    Questionada sobre a possível ajuda do governo a empresas em dificuldade, Dilma afirmou que "o governo tem perfeita clareza de que uma das funções que lhe cabe é assegurar e prover o crédito".Ela destacou, no entanto, que "o governo não pretende socializar perdas e nem foi procurado por nenhuma empresa para isso".

     

    A ministra esclareceu que a ajuda, se houver, se dará por linhas de financiamento "e elas são pagas, não são nenhum presente".

     

    Dilma acrescentou que "ninguém tem dúvida de que essa é uma crise que tem um componente de fora muito grande" e que as empresas que já declararam perdas pela disparada do dólar "são empresas de grande envergadura e com plenas condições de pagar seus investimentos".Em sua opinião, a crise foi motivada pela busca do "lucro abusivo, a partir de uma ganância exagerada", seguida por uma incerteza em saber quais eram os ativos bons e os podres.

     

    Fonte: Mídia News

     

    11-10-2008 | 10:10
    O fortalecimento da classe sindical dos principais segmentos da indústria norte-rio-grandense é o maior objetivo do 1º Encontro Estadual da Indústria, que tem início hoje à tarde, às 16h, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern).

    O evento reúne representantes dos 27 sindicatos filiados à Fiern, empresários associados, profissionais e especialistas ligados direta ou indiretamente aos diversos setores da indústria potiguar, com vistas a discutir questões como tributação, associativismo e desenvolvimento do setor. Para o presidente da federação, Flávio Azevedo, é importante destacar que o encontro não reúne apenas a figura dos sindicatos, mas os principais segmentos econômicos do estado representados através dessas entidades.

    ''O nosso foco é dar aos industriais organizados por segmentos de classe a idéia de que se organizando em torno de um sindicato eles podem melhorar a competitividade de suas empresas'', aponta Azevedo, que abrirá o evento com uma palestra sobre o fortalecimento da gestão sindical. O Encontro foi precedido por Sessões Temáticas realizadas de 25 a 29 de agosto na Casa da Indústria, coordenadas pelo primeiro vice-presidente da Fiern, Amaro Sales.

    Durante os debates, foram discutidos temas como inovação e produtividade na indústria, sistema trabalhista e os impactos na competitividade industrial, complexidade do sistema tributário, desafios para a indústria e inserção internacional da economia brasileira.

     As sessões contaram com explanações de autoridades e especialistas nos temas, com o objetivo de oferecer aos empresários mais subsídios para avaliarem os assuntos da pauta de discussão.

    Em seguida, os industrias efetuaram a classificação, segundo o grau de importância, dos assuntos focados e que serão levados ao 3º Encontro Nacional da Indústria, promovido pela CNI, nos dias 28 e 29 de outubro, em Brasília.

     Hoje, depois da palestra de Azevedo, o diretor de Operações da CNI, Rafael Lucchesi, apresenta uma palestra sobre o papel do Sistema Indústria para o desenvolvimento brasileiro, a partir das 16h15.

    Logo depois da apresentação será mostrado um vídeo produzido pela CNI, sobre o tema ''Ação Associativa - Construindo o futuro''.

    A partir das 17h o consultor de Associações Empresariais da Baviera, Alemanha, Paulo César Ferreira, ministra palestra sobre os entraves para a operacionalização eficiente dos sindicatos. A programação do 1º Encontro da Indústria ainda inclui uma palestra do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil da grande Florianópolis e da Câmara de Desenvolvimento da Construção da Fiesc, Hélio Barros, que irá falar sobre o associativismo como base para o fortalecimento do sindicato e da indústria, a partir das 17h40.

    Em seguida, por volta de 18h20, o primeiro vice-presidente da Fiern, Amaro Sales, apresenta o posicionamento da federação potiguar na defesa dos interesses da indústria local, que será debatido no 3º Enai. A partir das 18h40, a secretária da Receita Federal do Brasil, Lina Vieira, apresenta seu posicionamento sobre o tema ''Tributação e crescimento - o desafio para a indústria do Rio Grande do Norte'' e, ao término da palestra, Flávio Azevedo faz o pronunciamento de encerramento do encontro.

     

     

    Fonte: CBIC
    11-10-2008 | 10:10
    Algumas das empresas de capital aberto que atuam no setor divulgaram nos últimos dias notícias que demonstram essa situação.

    Ontem, a Rossi Residencial - empresa paulista de capital aberto, que no Paraná atua em parceria com a incorporadora Thá - anunciou que deverá reduzir seus lançamentos em 14% este ano e em 25% em 2009.

    Thá e Rossi têm dois lançamentos previstos para este segundo semestre em Curitiba, os empreendimentos Universe Life Square (no Centro) e o Vida Bella Praças Residenciais (no bairro Atuba).

    Segundo as duas empresas, ambos os lançamentos devem ser mantidos. Na quarta-feira, a também paulista Agra Incorporadora revisou sua previsão de lançamentos, que somariam R$ 2,1 bilhões, para R$ 1,4 bilhão, valor equivalente ao do ano passado.

    Dois dias antes, a Cyrela havia anunciado que as negociações para compra da Agra estavam desfeitas.

    Tanto Agra quanto a Abyara (esta última que tem dois empreendimentos em Curitiba que ainda não estão em fase de construção e deve lançar outros dois até o fim do ano) anunciaram que reduziram seu estoque de terrenos - ou seja, se desfizeram de áreas que haviam comprado para construir condomínios. Executivos paranaenses com experiência na área estão otimistas com a retomada, embora admitam que o momento seja delicado.

    Se os problemas no setor levarem a atrasos na entrega ou - num caso extremo - ao cancelamento de empreendimentos já lançados, a credibilidade de todas as empresas pode ser afetada.

    "Se isso ocorrer, podemos ter uma crise tão dura quanto a da Encol", diz uma executiva do segmento imobiliário.

     

     

    Fonte: CBIC
    11-10-2008 | 10:10
    Não há nenhuma razão para que comece a encolher o crédito para o setor privado brasileiro simplesmente porque ele está encolhendo para o setor privado dos Estados Unidos.

    Há diferenças fundamentais de funcionamento entre os dois sistemas financeiros: lá, a onda de desregulamentações, depois da crise dos anos 80, permitiu o desenvolvimento dos mecanismos perversos que levaram ao desastre; no Brasil, o movimento foi na direção contrária, principalmente na sucessão da crise que levou ao Proer no meio da década dos 90. O Banco Central foi desenvolvendo instrumentos de controle cada vez mais rígidos e aperfeiçoou as técnicas de fiscalização de tal sorte que hoje o sistema bancário brasileiro é um dos mais hígidos no mundo (e como tal é reconhecido nos organismos financeiros internacionais). Este é um trunfo de que nos temos valido para impedir o contágio maior de problemas devido à quebradeira da banca no Hemisfério Norte.

    Temos um sistema de depósitos compulsórios elevados que permite ao Banco Central manobrar para ir substituindo o crédito externo pelo crédito interno, atendendo setores prioritários como o das exportações e o financiamento das importações essenciais para manter o ritmo dos investimentos e a absorção de tecnologia. O governo demonstrou que está pronto a usar os instrumentos que preservou durante estes últimos anos para que não falte crédito para setores estratégicos como o da habitação e o da agricultura, que garantem o emprego e a oferta de alimentos. As perturbações nos mercados financeiros lá fora ainda vão continuar por um bom tempo, o desenvolvimento da economia mundial dificilmente será retomado antes de uns 18 meses, mas isso não quer dizer que o Brasil deva abdicar de seu próprio crescimento. Da mesma forma que na questão do crédito, não há por que ceder ao contagio dos problemas externos e simplesmente aceitar crescer 2% do Produto anuais, depois de termos recuperado um crescimento robusto superior a 5% em 2007/2008, depois de 25 anos de mediocridade.

     Com as taxas de crescimento atual de 3,6% do PIB per capita, retomamos a capacidade de dobrar a renda dos brasileiros em 18 anos, portanto em menos de uma geração, enquanto se voltarmos à mesmice anterior a renda só vai duplicar a cada 60 anos.

     O Brasil dispõe de recursos humanos e materiais que pode mobilizar para manter um ritmo de crescimento superior a 4% e mesmo se aproximar dos 5% em 2009 e 2010.

    Nesses momentos é importante apoiar a iniciativa do presidente Lula, que decidiu ir ao encontro dos empresários e trabalhadores para renovar as garantias de que os investimentos e os empregos vão continuar.

    Ele aproveitou a última segunda-feira para demonstrar esse seu empenho durante a entrega da Plataforma P-51 da Petrobras, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

    Dirigindo-se aos trabalhadores que o aguardavam no estaleiro, em meio a uma chuva torrencial, ele deu o seguinte recado simples e direto, sobre a tormenta mundial: "Continuem fazendo as mesmas coisas que vocês faziam.

    Durante muitas semanas vai se falar em crise no mundo.

    A bolsa vai subir e descer... Não se abalem, porque este país se encontrou com o seu destino".

     

    Fonte: CBIC
    11-10-2008 | 10:10
         A Câmara de Política Agrícola e Crédito Rural da Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder), aprovou em sua 15ª Reunião nesta quarta-feira, (08.10), 63 cartas-consultas para projetos de investimento em Mato Grosso, totalizando R$ 89.702.540,89 milhões, dos Recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste – FCO.
         
         Em 2003, tinham sido gerados 55.700 empregos, em 2008 o número de empregos gerados já supera 436.000 postos de trabalho.
         
         De acordo com o Superintendente de Política Agrícola Luiz Carlos Alécio, os recursos aplicados em Mato Grosso estão gerando empregos diretos e indiretos. “Lembramos que, até setembro desse ano, dos 141 municípios, 130 já foram contemplados com o Recurso. O objetivo da SEDER é que todos os municípios do Estado recebam os recursos oriundos deste fundo”, afirmou. .
         
         Durante a reunião o Engenheiro Agrônomo Valter José Peters, gerente de pesquisas da EMBRAPA e o Engenheiro Agrônomo Flávio Jesus Wruck , pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão e fizeram uma explanação sobre “Integração Lavoura e Pecuária no Mato Grosso”, e apresentaram alternativas de novas oportunidades, os procedimentos de transferência de tecnologia e da lei da proteção das sementes.
         
         FCO - Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste, mediante financiamentos direcionados às atividades produtivas, voltados aos setores econômicos industrial, agroindustrial, agropecuário, mineral, turístico, comercial e de serviços.
         
         A área de atuação do FCO abrange o Distrito Federal e os Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
         
         
         Estiveram presentes e participaram da reunião o secretário Neldo Egon Weirich, André Santos (Seder), Luiz Carlos Alécio (ACRIMAT), Rodrigo Araújo (Seder), Alexandre Secco Contreras (AEA), Elaine Maria Pedroso (EMPAER), Antônio Ribeiro da Fonseca (INDEA), Anaor D. Carneiro (OCB - MT), Édson Augusto Razente (UNIPROF), Andréia B. Santos (APROSMAT), Nelson de Angelis Côrtes (CRMV – MT), Luiz Fernando G. Salício (BANCO DO BRASIL), Lucélia Denise (IMEA), Luciano Gonçalves (FAMATO), Carlos Roberto Moreno (ACRIMAT), Jânio Modesto de Oliveira (FECOMÉRCIO), Valter Martins de Almeida (EMPAER) e Andrea C. da Silva (AREFLORESTA).
          Fonte: 24 Horas News
    11-10-2008 | 10:10
    O nível de emprego na indústria em agosto caiu 0,1% em comparação a julho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o número de empregos gerados no setor industrial havia registrado incremento de 0,7% quando comparado a junho, sendo o segundo mês consecutivo de alta.

     

    Em relação a agosto do ano passado, houve aumento de 2,5%. De janeiro a agosto, foi verificado crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período correspondente no ano passado.

     

    O IBGE avaliou 14 regiões do Brasil. Em comparação com agosto de 2007, 12 áreas registraram incremento no nível de emprego na indústria, com destaque para São Paulo (2,8%), Minas Gerais (6,3%) e Rio Grande do Sul (4%).

     

    De agosto de 2007 a agosto deste ano, houve crescimento dos postos de trabalho em 12 dos 18 setores pesquisados. Máquinas e equipamentos (10,6%) foram os setores que mais empregaram mão-de-obra, seguidos de meios de transporte (8,4%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11,7%) e produtos químicos (10%).

     

    Só neste ano, o estudo observou aumento no número de contratações, principalmente, em máquinas e equipamentos (12,3%), meios de transporte (10,3%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,6%) e alimentos e bebidas (2,7%). 

     

    Minas Gerais (4,5%) e São Paulo (4%) são as regiões que mais empregaram mão-de-obra nestes ramos durante o ano.O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve retração de 0,5% de julho para agosto, porém teve incremento de 6,4% na comparação com agosto de 2007. 

     

    De janeiro a agosto, o acréscimo foi de 6,6%. Em relação a agosto de 2007, o ganho salarial na indústria foi constatado em 13 das 14 regiões pesquisadas. São Paulo foi o estado que registrou o maior aumento (8%) nesse período.

     

    Em 13 dos 18 ramos investigados, a folha de pagamento cresceu em comparação a agosto de 2007. Produtos químicos (17,6%), máquinas e equipamentos (11,7%) e meios de transporte (8,9%) foram as contribuições mais positivas. Já calçados e artigos de couro (-13,6%) foi o principal o setor a ter impacto negativo na folha de pagamento.

     

    Fonte: Mídia News
    11-10-2008 | 10:10
    Dos 34 países pesquisados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil foi o único a registrar perspectivas de crescimento para os próximos seis meses. Diretamente afetados pela crise financeira internacional, os países do G7, grupo que concentra as sete economias mais desenvolvidas do mundo, passarão por uma fase de enfraquecimento.

    As conclusões são do Indicador Composto Avançado (CLI, na sigla em inglês), divulgado hoje (10) pelo organismo internacional. De acordo com a OCDE, o Brasil saiu-se melhor até que outros países emergentes. Os dados apontaram que a atividade econômica na China, Índia e na Rússia também desaquecerá.

    Elaborado para detectar sinais de viradas no ciclo econômico, o CLI baseia-se em indicadores de movimentos de curto prazo ligados ao Produto Interno Bruto (PIB). O nível de 100 pontos serve como referência para classificar o nível de atividade econômica.

    Caso determinado país tenha registrado menos de 100 pontos no mês anterior e o índice continue em queda, a OCDE avalia que a economia está em “forte desaceleração”. Na zona do euro, o indicador caiu de 94,2 para 93,2. Nos países do G7, a queda foi de 96,5 para 95,6. No acumulado de 12 meses, o indicador para o G7 teve baixa de 5,2 pontos.

    Se o país obtiver alta sobre um índice superior a 100, a atividade econômica é classificada como “em expansão”. No caso do Brasil, o CLI subiu de 107,3 para 108,3, alta de um ponto de um mês para outro e de 3,4 pontos em relação ao mesmo mês do ano passado.

    Com indicadores acima de 100 pontos no mês anterior, a China e a Rússia fecharam o mês passado em queda, com o índice em 101,4 e 99,3, respectivamente. Por isso, a OCDE classificou os dois países como “em inversão para baixo”.

    No caso da Índia, a queda foi de 7,1 pontos em relação ao mesmo mês de 2007. Como o país, conforme os últimos dados disponíveis, já estava abaixo de 100 pontos, o organismo internacional classificou a atividade econômica como em desaceleração.

    O CLI mostra as inflexões para as respectivas economias num período de até seis meses após a divulgação do indicador.

    A OCDE é uma organização internacional de países comprometidos com os príncipios da democracia representativa e da economia de livre mercado, com sede em Paris.

     

    Fonte: Olhar Direto
    11-10-2008 | 10:10
    O Banco nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está em fase de negociação final com organismos multilaterais e instituições financeiras internacionais para obter cerca de R$ 3 bilhões em recursos para 2009. A informação foi dada ontem pela instituição estatal.

    Ontem, os presidentes do BNDES, Luciano Coutinho, e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, estiveram juntos em Washington para anunciar a aprovação de operação de US$ 1 bilhão do BID para a instituição brasileira, a última de uma linha de crédito de US$ 3 bilhões aprovada em 2005 e que teve mais duas de US$ 1 bilhão cada em 2006 e 2007.

    O empréstimo anunciado chega no momento em que a instituição brasileira busca recursos para fazer frente ao aumento da demanda que já vinha encontrando antes do agravamento da crise a partir do mês passado e que acha possível que venha a aumentar em função do encolhimento de outras fontes de captação para as empresas brasileiras.

    O BNDES informa na nota sobre o empréstimo do BID que "outras fontes não-governamentais de crédito, como a colocação de títulos nos mercados interno e externo, também poderão ser utilizadas para complementar as necessidades de funding do BNDES". Volume, prazos e locais de lançamento ainda não estão definidos e dependem de condições do mercado.

    Fonte: Diário de Cuiabá
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
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