Olá, seja bem-vindo (a)!
Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    27-08-2008 | 10:08
    O Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) aprovou intenções de investimentos de mais de R$ 62,3 milhões para Mato Grosso, nesta terça-feira (26).

    A aprovação ocorreu durante a quarta reunião extraordinária do conselho, realizada na Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme). Ao todo devem ser gerados mais de 2.500 empregos, entre diretos e indiretos.

    Os investimentos serão realizados em quase 30 municípios mato-grossenses, por 42 projetos que pleitearam recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO), do Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Fundeic) e incentivos fiscais por meio do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Estado de Mato Grosso (Prodeic).

    Dos 42 projetos aprovados pelo Cedem, 35 solicitaram recursos do FCO Empresarial, na ordem de R$ 39,1 milhões. Dois tiveram consulta prévia aprovada para receber recursos do Fundeic, programa de financiamento de micro e pequenas empresas. Cinco serão enquadrados no Prodeic, com investimentos de R$ 23,0 milhões e três empresas tiveram laudos de vistoria aprovados para começarem a usufruir de benefícios via Prodeic.

    Durante a reunião, presidida pelo secretário-adjunto de Desenvolvimento da Sicme, Manoel Antonio Rodrigues Palma, e com a participação do secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, os conselheiros também aprovaram 12 enquadramentos para o Porto Seco e a reserva de três áreas no Distrito Industrial de Cuiabá.

    Vinculado à Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), o Cedem tem a responsabilidade de estudar, propor e opinar sobre as diretrizes e estratégias de desenvolvimento dos setores da indústria, do comércio, da mineração e energia do Estado. O conselho também é o órgão que aprecia e julga os pedidos de incentivos fiscais e financeiros, de acordo com a legislação específica.

    Fonte: Mídia News
    27-08-2008 | 10:08
    A taxa do cheque especial, que vem subindo desde janeiro deste ano, alcançou o patamar de 165,4% ao ano nos 13 primeiros dias de agosto, segundo dados parciais divulgados pelo Banco Central. Com esse aumento, a modalidade já acumula em alta de mais de 25 pontos percentuais neste ano. Em dezembro de 2007, a taxa estava em 138,1% a.a.

    A maior parte do aumento se deve ao spread bancário, diferença entre a taxa de captação dos bancos e o percentual cobrado nos empréstimos aos seus clientes.

    Em julho, a taxa do cheque especial estava em 162,7% ao ano, sendo que 151 pontos percentuais se referem ao spread bancário. A taxa é a mais alta desde agosto de 2003, e o spread desde julho daquele ano.

    Com a alta dos juros, foi verificada redução de 1% no saldo de crédito concedido nessa modalidade, apesar do aumento de quase 20% acumulado no ano.

    Juros

    A alta dos juros bancários foi generalizada no início de agosto, segundo os dados parciais do BC.

    A taxa geral de juros para pessoa física e jurídica subiu de 39,4% no final de julho para 40% ao ano na parcial do dia 13 de agosto. Para pessoa física, o juro médio subiu de 51,4% para 51,9% a.a. Para as empresas, de 27,5% para 28,1% a.a.

    Mais uma vez a alta está sendo puxada pelo spread, que subiu de 25,6 pontos percentuais para 26,5 pontos.

    Apesar desse aumento, o volume de crédito continua crescendo, com alta de 1,4% para o consumidor e de 2,1% para as empresas no início de agosto.

    Recorde

    No mês passado, o volume de crédito bateu recorde em termos percentuais e alcançou 37% do PIB (Produto Interno Bruto), com R$ 1,086 trilhão.

    O volume de financiamentos cresceu 1,7% no mês e acumula alta de 32,7% em 12 meses, de acordo com o Banco Central. No mês anterior, o crescimento em 12 meses estava em 33,4%, o que significa que houve uma leve desaceleração na alta entre junho e julho.

    Em termos percentuais, o recorde do volume de crédito era de janeiro de 1995, quando estava em 36,8% do PIB. A expectativa do BC é que o percentual de crédito termine o ano em 40% em relação ao PIB.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 10:08
    Com um representante do comércio no comando da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), o setor terá mais investimento em 2008. A informação é do próprio secretário Pedro Nadaf.

    Segundo Nadaf, antes 80% dos recursos do Fundo Centro Oeste eram revertidos para o setor da indústria e somente 3% eram repassados para o comércio. Agora ele garante que os comerciantes terão uma parcela maior, podendo chegar até 20%. “Isto não significa que as coisas vão mudar até porque a indústria vai continuar com a maior parcela, só que serei mais justo na hora de distribuir os recursos”, explica.

    O secretário traça um paralelo entre indústria e comércio. Para ele, continuar a investir na vinda de indústria é a melhor solução, pois se aumenta o número de empregos, gera renda e conseqüentemente ocorrerá a elevação do consumo, o que irá beneficiar o comércio.

    Nadaf revelou que nunca existiu um projeto de fortalecimento do comércio no estado. Atualmente, o governo adotou o projeto “Varejo que dá Certo”, que antes tinha apenas algumas ações apoiadas pelo Estado. Também existirão projetos de capacitação para funcionários do comércio.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 10:08
    A indústria siderúrgica nacional produziu, em julho, cerca de 3,2 milhões de toneladas de aço bruto, superando em 11,5% a produção do mesmo mês no ano passado. Segundo o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), contribuiu para esse resultado o desempenho dos setores automotivo, de máquinas industriais e da construção civil. De acordo com o IBS, o abastecimento do mercado doméstico continua sendo prioridade para as usinas.

    O resultado é o segundo maior recorde mensal da série histórica, superior aos 3,010 milhões de toneladas apurados em dezembro do ano passado. O destaque foi a produção de aços longos, que atingiu o recorde de 974,2 mil toneladas, com incremento de 11,9%.

    No acumulado de janeiro a julho, a produção chegou a 20,645 milhões de toneladas de aço bruto, maior recorde para o período, com crescimento de 7,6%. No mesmo período do ano passado, a produção foi de 19,195 milhões de toneladas. O estado de Minas Gerais manteve a liderança do setor no país, produzindo até julho 7,439 milhões de toneladas, com 36% de participação no total.

    Para o mercado interno, foram vendidos 13,568 milhões de toneladas, o que significa acréscimo de 18,2% no acumulado até julho. No mês, as vendas para o mercado interno somaram 2,076 milhões de toneladas, com expansão de 17,5%, de acordo com dados fornecidos pelo IBS. As vendas de laminados foram recordes em aços planos (+ 7,8%) e longos (+32,3%).

    As vendas contratadas para o mercado externo cresceram 29,4% em julho. Segundo o IBS, grande parte desse aumento pode ser explicada pelas vendas de placas de aço, que atingiram 466,5 mil toneladas (+158,9%). O IBS informou que ainda não dispõe de números referentes às exportações de julho, que envolvem o total de aço embarcado para o exterior.

    No primeiro semestre, as exportações de aço totalizaram 5,038 milhões de toneladas, apresentando retração de 10,3% em comparação com igual período de 2007. Em junho, as exportações caíram 8,4% em tonelagem, em comparação ao mesmo mês do ano passado. Em valor, o IBS apurou aumento de 3,2% nas exportações feitas entre janeiro e junho e de 28,2% em junho.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 10:08
    O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) contará com R$ 21,2 bilhões do Orçamento Fiscal da União em 2009 para aplicação em infra-estrutura logística, energética, social e urbana.

    O número consta no Orçamento que será enviado ao Congresso Nacional até o final desta semana e é R$ 3,2 bilhões maior do que o previsto para o exercício de 2008.

    Embora o orçamento deste ano, na posição de agosto, indique a previsão de R$ 17,977 bilhões de recursos para investimentos no PAC, os valores empenhados e executados - que indicam o andamento de uma obra - estão muito aquém do previsto. Da dotação orçamentária disponível foram empenhados, até o último dia 6 de agosto, apenas R$ 6,4 bilhões e pagos cerca de R$ 576 milhões.

    A visibilidade do PAC se deve a obras incluídas como restos a pagar no ano de 2007. O Tesouro Nacional desembolsou R$ 4,624 bilhões para pagamento de obras inscritas nessa condição. São obras que foram empenhadas com o orçamento do ano passado, mas concluídas apenas nos primeiros oito meses deste ano.

    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, pediu a seus colaboradores uma reunião para avaliar o atraso no andamento das obras, em uma espécie de prévia para o balanço do segundo quadrimestre, previsto para 24 de setembro.

    O governo mantém a previsão de investir R$ 67,8 bilhões de recursos fiscais no PAC entre 2007 e 2010. Desse total, R$ 55,5 bilhões estão comprometidos em obras.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 10:08
    Sinop, no norte de Mato Grosso, será mais uma vez a capital estadual da indústria madeireira. Começa hoje, a partir das 20h, a terceira edição do maior evento do setor e um dos maiores do Brasil, o Promadeira 2008. Realizado a cada dois anos no município, a nova edição foca o mercado nacional. Diferente das edições anteriores, quando era voltado principalmente para o mercado exterior, a feira vai aproveitar o momento favorável do consumo doméstico.

    A feira será realizada até o dia 30 e será instalada no espaço que fica entre os prédios do Sindicato das Indústrias Madeireiras (Sindusmad), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Serviço Social da Indústria (Sesi), na avenida dos Jacarandás, no Centro de Sinop (503 quilômetros ao norte de Cuiabá). Durante os quatro dias a programação será formada por rodada internacional de negócios, encontros empresariais, feira de máquinas, equipamentos, móveis e artesanato, palestras técnicas e exposição de indústrias madeireiras, sindicatos e instituições de todo o mundo. O objetivo do Promadeira, que já está na sexta edição nacional, é trazer para Sinop investidores e divulgar o potencial econômico e a diversidade de produtos florestais da região.

    A organização espera mais de 12 mil visitantes, inclusive empresários russos, 90 expositores e a participação de sindicatos de toda a região, como Aripuanã, Alta Floresta, Juara e Juína. Para o presidente do Sindusmad, José Eduardo Pinto, mesmo com o setor vivendo um momento delicado, com a falta de matéria-prima em diversas empresas, o Promadeira pode ser considerado uma vitrine para bons negócios.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    27-08-2008 | 10:08
    A partir de hoje o setor madeireiro estará concentrado em Sinop, para acompanhar a 5ª edição do Promadeira, que vai até sábado (30), no estacionamento do Senai/Sesi/Sindusmad. Com ampla programação, o evento apresentará palestras, seminários, workshop, feira de máquinas e equipamentos, móveis e biojóias. A expectativa é que um público de 12 mil visitantes passe pelo local.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-08-2008 | 10:08
    Aproximadamente mais 500 contribuintes (empresas) mato-grossenses do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) serão obrigados a utilizar Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir do dia 1º de setembro para documentar suas transações comerciais.

     

    Por conta disso, a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz/MT) oferecerá a partir deste mês, treinamentos a esses contribuintes para orientá-los sobre as medidas necessárias para aderir à sistemática. Para participar dos treinamentos, os contribuintes podem se inscrever até o dia 30 de agosto, na Escola Fazendária, por meio do telefone (65) 3617-2794 ou do e-mail gef@sefaz.mt.gov.br.

     

    Para tanto, é preciso informar o nome da empresa, a inscrição estadual, CNPJ, município de localização da empresa, nome do representante a participar do treinamento com seu respectivo CPF, telefone e e-mail.

     

    Nos treinamentos, os contribuintes aprenderão a baixar o programa emissor da NF-e, a instalar o certificado digital, que garante a validade fiscal e jurídica da assinatura do emitente, e emitir o documento no modo de testes.

     

    Os treinamentos serão divididos por turmas, nos dias 19, 20, 21, 26, 27, 28 de agosto e 2, 3 e 4 de setembro, das 14h às 15h e das 16h às 17h, na Escola Fazendária, localizada na sede da Sefaz, em Cuiabá. As inscrições devem ser confirmadas, pois as vagas são limitadas em 15 por turma.

     

    As orientações serão fornecidas por meio da Superintendência do Centro Integrado de Atendimento ao Cliente (Sciac) e da Superintendência de Informações do ICMS (Suic) da Sefaz.

     

    OBRIGATORIEDADE

     

    A obrigatoriedade de utilização da NF-e a partir de 1º de setembro atingirá os seguintes segmentos:
    - fabricantes de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas;
    - fabricantes de cimento;
    - fabricantes e distribuidores de medicamentos alopáticos para uso humano;
    - agentes que, no Ambiente de Contratação Livre (ACL), vendam energia elétrica ao consumidor final;
    - fabricantes de semi-acabados, laminados planos ou longos; relaminados, trefilados e perfilados de aço; e
    - fabricantes de ferro gusa.

     

    Caso os contribuintes desses segmentos deixem de utilizar a sistemática, pagarão multa e terão suas mercadorias apreendidas, além de recolherem o ICMS devido. Isso porque, a partir de 1º de setembro, as notas fiscais em papel emitidas por esses contribuintes serão consideradas inidôneas, ou seja, não terão mais validade.

     

    Portanto, em virtude disso, o secretário de Fazenda, Eder Moraes, recomenda a esses contribuintes não deixarem para emitir o documento eletrônico muito perto do dia 1º de setembro ou somente a partir desta data. Ele aconselha os contribuintes a solicitarem à Sefaz o credenciamento para emissão da NF-e o quanto antes, de forma que a empresa disponha de mais tempo para organizar e executar o seu projeto.

     

    IMPLANTAÇÃO

     

    A NF-e passou a ser utilizada de forma obrigatória para alguns setores desde o dia 1º de abril deste ano, em todo o país. Em Mato Grosso, a implantação do sistema eletrônico de emissão de notas fiscais atingiu, inicialmente, os seguintes segmentos: fabricantes e distribuidores de cigarros; produtores, formuladores, importadores e distribuidores de combustíveis líquidos; transportadores e revendedores retalhistas (TRR); comércio atacadista em geral; frigoríficos e indústria de bebidas; comércio ou indústria madeireira ou moveleira; comércio, indústria ou exportação de soja; e estabelecimentos que realizem operações interestaduais ou de exportação com açúcar, álcool, algodão, arroz, borracha, couro bovino, laticínios, madeira, milho e soja.

     

    Em Mato Grosso, há 2.794 empresas autorizadas a emitir NF-e. De janeiro a 31 de julho de 2008, já foram emitidas 1,4 milhão de notas eletrônicas.

     

    SOBRE O PROJETO

     

    O Projeto da NF-e é uma iniciativa da Secretaria da Receita Federal em parceria com as secretarias de Fazenda dos Estados e grandes empresas voluntárias. A sistemática traz benefícios efetivos a contribuintes, contabilistas e administrações tributárias, como redução de custos de impressão e aquisição de papel; simplificação de obrigações acessórias, como, por exemplo, dispensa de Autorização para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF); redução de tempo de parada de caminhões em postos fiscais de fronteira; eliminação de digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias; melhoria no processo de controle fiscal, possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os Fiscos; diminuição da sonegação e aumento da arrecadação.

     

    SERVIÇO

     

    Mais informações podem ser obtidas nos endereços eletrônicos www.sefaz.mt.gov.br/nfe e www.nfe.fazenda.gov.br. Há também a central de atendimento nacional 0800-9782338. Caso as dúvidas não sejam dirimidas por meio desses dispositivos, a Sefaz/MT disponibilizou os seguintes canais de comunicação:

     

    1 – Atendimento sobre regras da legislação relacionadas à NF-e: das 8h às 18h
    SCIAC - Plantão Fiscal: (65) 3617-2700
    SUIC/GNFS: (65) 3617-2467
    e-mail: nfe@fazenda.mt.gov.br

     

    2 – Atendimento sobre funcionamento técnico de aplicação/certificação digital
    CGTI – Call Center: das 8h às 18h – (65) 3617-2340
    CGTI – Plantão 24 Horas – (65) 3617-2344
    e-mail: callcenter@fazenda.mt.gov.br

     

    Fonte: Fiemt
    27-08-2008 | 10:08
    A economia brasileira atravessa um momento favorável e oferece boas oportunidades de investimentos especialmente nos setores de infra-estrutura e energia. Essa avaliação foi feita nesta segunda-feira, 25 de agosto, durante o 26º Encontro Econômico Brasil-Alemanha. O evento, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sua congênere alemã, a BDI, começou neste domingo, 24, e termina na terça-feira, 26, em Colônia, na Alemanha.

    Nas mesas de discussão, os alemães elogiaram a recuperação econômica e listaram as razões para empresas alemãs investirem no Brasil. O presidente da Confederação da Indústrias Alemãs (BDI), Jürgen Thumann, destacou que, recentemente, o Brasil conquistou o grau de investimento das agências de classificação de risco Fitch e Standard & Poor's e deve aplicar cerca de 200 bilhões de euros até 2010 em obras de infra-estrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além disso, o país prepara a Copa do Mundo de 2014. Um projeto que cativou os alemães é o do trem-bala, que deve ligar o Rio de Janeiro a São Paulo, cuja licitação está marcada para 2009. "De trilhos nós entendemos", disse Thumann. Segundo ele, o projeto é "interessantíssimo" para a indústria alemã.

    A expectativa dos empresários brasileiros é que o entusiasmo dos alemães se transforme em investimentos na área de infra-estrutura. De acordo com o diretor-executivo da CNI, José Augusto Coelho Fernandes, as parcerias bilaterais precisam ser ampliadas. "A indústria alemã deve aproveitar as oportunidades de investir em infra-estrutura no Brasil. Um dos grandes objetivos do encontro é trabalhar justamente nessas questões", completou. Ele explicou que o evento ajuda a construir uma agenda de contatos entre os empresários e a identificar os obstáculos às parcerias e ao comércio entre os dois países.

     

    COMBUSTÍVEL VERDE -Outra área que pode incrementar o comércio entre os dois países é a de biocombustíveis. "Queremos criar um mercado para o etanol. A meta do Brasil é fazer com que o produto tenha uma cotação internacional e seja vendido como petróleo", explicou Fernandes. Para isso, o país precisa abrir o caminho das exportações e espera que a Europa use o álcool na mistura com a gasolina. 

     

    Mas isso depende da mudança das políticas européias. Os biocombustíveis enfrentam resistência da opinião pública na Europa, que associa a produção de cana-de-açúcar ao desmatamento da Amazônia e à aceleração dos preços dos alimentos. "O Brasil e a Alemanha têm um futuro de parcerias muito promissor na área de biocombustíveis. Mas precisamos mostrar às pessoas que a produção de etanol não tem nada a ver com a produção de alimentos", afirmou Jürgen Thumann.

     

    Fonte: Fiemt
    27-08-2008 | 10:08
    "O dólar não explica a alta das commodities, mas a fuga do dólar sim", diz Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator. Segundo ele, no longo prazo, não há uma correlação clara e estatisticamente comprovada entre a flutuação do câmbio e das commodities. Contudo, no curto prazo, há relações "claríssimas e indiscutíveis" explicadas por movimentos especulativos. "Não é algo estrutural, mas circunstancial. É algo que dura um tempo, uma bolha".

     

    Os crescentes déficits fiscais, decorrentes da expansão dos gastos de guerra após 2001, a bolha imobiliária e, mais recentemente, o medo de uma recessão nos EUA criaram uma enorme desconfiança de investidores e países em relação ao dólar e papéis de empresas americanas.

     

    O resultado foi uma avalanche de vendas de dólar para financiar a aquisição de outros ativos - especialmente moedas com elevadas taxas de juros (como o real), ações de empresas produtoras de matérias-primas e, claro, contratos futuros de commodities. "A escolha foi por papeis que tivessem características de ativos reais em um período de incerteza", diz Gonçalves, do Fator.

     

    Ficar vendido em dólar e comprado em commodities passou a ser a estratégia dominante e, principalmente, bem-sucedida no mercado financeiro - o que, por si só, consolidou a tese da correlação negativa entre essas duas classes de ativos. Isso fez com que fundos de investimento, soberanos e de pensão aplicassem centenas de bilhões de dólares em contratos de energia, grãos e minérios. O resultado foi uma "financeirização" sem precedentes dos mercados futuros de commodities, que ficaram menos sensíveis a notícias relacionadas aos fundamentos e passaram a integrar um universo regido por indicadores econômicos, especulações, tendências macroeconômicas e estratégias de investimento.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-08-2008 | 10:08
    O Ministério da Fazenda determinou à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) que tome as iniciativas necessárias para promover "a convergência" das normas de contabilidade da União "às normas internacionais de contabilidade". A determinação, que consta da Portaria 184, publicada pela Fazenda na edição de ontem do Diário Oficial da União (D.O.U.), confirma informação antecipada na última sexta-feira (22) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na ocasião, o ministro esclareceu que o novo padrão dará prioridade ao superávit nominal (quando as receitas totais do governo superam as despesas totais), e não mais ao superávit primário ( economia que o governo faz para pagamento de juros da dívida), o que tornará mais transparente a demonstração das contas públicas.

     

    De acordo com o artigo 1º da Portaria, o Tesouro trabalhará no sentido de promover a adequação "às Normas Internacionais de Contabilidade, publicadas pela Federação Internacional de Contabilidade (Ifac, na sigla em inglês) e às Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), respeitados os aspectos formais e conceituais estabelecidos pela legislação vigente".

     

    As iniciativas determinadas pela Fazenda ao Tesouro sobre as diretrizes a serem observadas no setor público quanto aos procedimentos, práticas, elaboração e divulgação das demonstrações contábeis são as seguintes: identificar as necessidades de convergência às normas internacionais de contabilidade publicadas pela Ifac e às normas brasileiras editadas pelo CFC; editar normativos, manuais, instruções de procedimentos contábeis e Plano de Contas Nacional, objetivando a elaboração e a publicação de demonstrações contábeis consolidadas, em consonância com os pronunciamentos do Ifac e com as normas do Conselho Federal de Contabilidade, aplicadas ao setor público; adotar os procedimentos necessários para atingir os objetivos de convergência estabelecido no âmbito do Comitê Gestor da Convergência no Brasil, instituído pela Resolução CFC nº 1.103, de 28 de setembro de 2007.

     

    No artigo 2º, a Portaria 184 estabelece que a Secretaria do Tesouro Nacional promoverá o "!acompanhamento contínuo" das normas contábeis aplicadas ao setor público citadas pelo Ifac e pelo CFC, de modo a garantir que os princípios fundamentais sejam respeitados no âmbito do setor público.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-08-2008 | 10:08
    O esforço fiscal nos sete primeiros meses de 2008 superou o previsto para todo o ano. De acordo com relatório divulgado ontem pela Secretaria do Tesouro Nacional, o Governo Central formado pelo Tesouro Nacional, o Banco Central e a Previdência Social economizou R$ 68,430 bilhões. Além de superar a meta de R$ 63,4 bilhões para este ano, o resultado é 43,2% maior que os R$ 47,8 bilhões obtidos nos sete primeiros meses do ano passado. No acumulado de 12 meses, o superávit primário, que é a economia de recursos para pagar os juros da dívida, atingiu 2,86% do Produto Interno Bruto (PIB). A meta estabelecida é de 2,5% do PIB.

     

    Apesar do aperto maior, o governo federal investiu mais neste ano. De janeiro a julho, o valor dos investimentos pagos somou R$ 12,865 bilhões, 49% a mais que os R$ 8,658 bilhões obtidos no mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, essa foi a maior expansão registrada até agora.

     

    Os desembolsos com o Projeto Piloto de Investimento (PPI) também aumentaram na comparação com 2007. De acordo com o Tesouro, os pagamentos acumulados com o PPI atingiram R$ 3,31 bilhões de janeiro a julho, mais que o dobro em relação ao R$ 1,611 bilhão gastos nos sete primeiros meses de 2007.

     

    Mesmo com a alta, os gastos com o PPI ainda estão distantes da meta de R$ 13,8 bilhões estabelecida para 2008. O PPI permite excluir do cálculo do superávit primário gastos com investimentos em infra-estrutura e saneamento básico.

     

    No mês de julho, isoladamente, o Governo Central economizou menos que em junho. Segundo o Tesouro, o superávit primário foi de R$ 7,065 bilhões no mês passado, 10,7% a menos que os R$ 7,917 milhões registrados em junho. A economia foi menor em julho devido ao adiantamento do 13º salário aos servidores do Executivo Federal e ao pagamento do abono pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente ao período até o último dia 22 teve desaceleração em cinco das sete capitais nos quais é apurado, informou nesta terça-feira a FGV (Fundação Getulio Vargas). O índice geral, divulgado ontem, mostrou alta de 0,24%, taxa 0,10 ponto percentual (p.p.) abaixo do registrado no período imediatamente anterior, 0,34%.

     

    A maior desaceleração ocorreu nos preços apurados em Salvador, que caíram de alta de 0,52% para uma de 0,24% --recuo de 0,28 ponto percentual (p.p.). Em seguida vem o recuo observado nos preços em Porto Alegre, que tiveram ligeira variação positiva de 0,02% no período, contra 0,23% de alta uma semana antes (redução de 0,21 p.p.).

     

    São Paulo passou de alta de 0,36% para uma de 0,22% (redução de 0,14 p.p.). Em Recife, o preços subiram 0,21%, contra uma alta de 0,32% uma semana antes (queda de 0,11 p.p.). E em Brasília, os preços tiveram apenas uma ligeira variação para baixo, com alta de 0,37% --há uma semana, a alta apontada foi de 0,40%.

     

    Em Belo Horizonte, os preços subiram 0,67%, contra uma alta de 0,60% uma semana antes; e no Rio de Janeiro houve uma ligeira variação para cima, de 0,15% para 0,17%.

     

    A principal contribuição para a desaceleração no índice geral, segundo a FGV, veio do grupo Alimentação, que teve deflação de 0,45%, a menor taxa desde a segunda semana de julho de 2006, quando houve deflação de 0,64%. Os preços dos alimentos haviam registrado variação negativa de apenas 0,06% na semana encerrada no dia 15 deste mês.

     

    A próxima apuração do IPC-S geral, com dados coletados até o dia 31 deste mês será divulgada no dia 1º de setembro; já a divulgação dos resultados regionais está programada para o dia 2.

     

    Fonte: Folha on-line
    26-08-2008 | 11:08
    O Instituto Socioambiental (ISA) e o Instituto Centro de Vida (ICV) promovem em Cuiabá do dias 9 a 11 de setembro o seminário-oficina "Mudança Climática: Impactos sobre a Agricultura no Mato Grosso e Oportunidades do Mercado de Carbono". O seminário pretende contextualizar e analisar os impactos das mudanças climáticas sobre vários aspectos relacionados à agricultura em Mato Grosso e potenciais oportunidades como o mercado de carbono. A abertura terá a participação de Marcos Santilli do ISA, Sergio Guimarães do ICV e do secretário de Meio Ambiente, Luis Henrique Daldegan

     

    Você Sabia? - Em relatório elaborado pela ong Care International e pelo Escritório de Ajuda Humanitária das Nações Unidas , Índia, Paquistão, Afeganistão e Indonésia são países extremamente sensíveis à mudança climática, por sua vulnerabilidade frente a desastres vinculados ao fenômeno, como secas extremas, inundações e ciclones. O relatório afirma que parte dos desafios políticos, entre outros, enfrentados por esses países estão vinculados a esses perigos naturais.

     

    Debates - Durante três dias serão discutidos temas relacionados às mudanças climáticas com instituições de destaque na produção de conhecimento científico brasileiro, tais como Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia(Inpa) , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) , Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Universidade do Estado de são Paulo(USP) . Participam ainda representantes da Sema e do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

     

    Borboletas - Considerado um dos mais importantes estudiosos de borboletas dos Estados Unidos, Jim P. Brock esteve mais uma vez ao Brasil estudando e observando o ciclo de vida de mais de 300 espécies que vivem nas matas da RPPN Cristalino, em Alta Floresta. Ao todo, estima-se que existam cerca de 1.800 espécies somente nesta região da Amazônia brasileira. Jim estuda borboletas há 40 anos e já registrou espécies no Equador, Costa Rica, Brasil, Alemanhã, França, Itália, Austria, Canadá e México.

     

    Água, combustível e alimentos - "O fantasma de uma crise que envolva os alimentos, combustível e a água" assedia a maioria das nações em desenvolvimento, alertou Lars Thunell, vice-presidente-executivo da Corporação Financeira Internacional, vinculada ao Banco Mundial. "Creio que estamos em um ponto de inflexão", afirmou. A escassez de água representa uma ameaça ao fornecimento alimentar justamente quando o setor agrícola intensifica a produção, em resposta aos distúrbios pelo encarecimento dos alimentos e pelo aumento da fome e da má-nutrição. No encerramento da Conferência Internacional da Água, encerrada sexta-feira em Estocolmo, Thunell disse que a crescente demanda por água está superando a oferta.

     

    Espera-se que a população mundial, de aproximadamente seis bilhões de pessoas, aumente para cerca de nove bilhões até 2050, com mais de 60% vivendo em megacidades. "Como o consumo de água aumenta onde há desenvolvimento e estilos de vida melhorados, podemos esperar demandas inclusive maiores de água doce", disse Thunell. A agricultura, setor que faz um uso intensivo da água, está se expandindo, e a industrialização e a produção energética estão guiando a demanda, acrescentou.

     

    A Conferência, que teve participação de 2.400 especialistas e funcionários governamentais, terminou com uma grave advertência: que a água e o saneamento se interligam nas raízes da crise alimentar, energética e climática. O Instituto Internacional da Água de Estocolmo disse que o lento avanço em matéria de saneamento fará com que o mundo fracasse no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas. Ao mesmo tempo, uma política fraca, má administração, desperdício cada vez maior e eclosão das demandas hídricas empurrarão o planeta para o ponto de inflexão de uma crise mundial da água.(Envolverde/IPS)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    A partir de amanhã o setor madeireiro estará concentrado em Sinop, para a 5ª edição do Promadeira, que vai até sábado (30), no estacionamento do Senai/Sesi/Sindusmad. Com ampla programação, o evento apresentará palestras, seminários, workshops, feira de máquinas e equipamentos, móveis e biojóias. A expectativa é que um público de 12 mil visitantes passe pelo local, quantidade 100% maior que as 6 mil pessoas registradas na edição anterior, em 2006.

     

    O presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto, diz que apesar de não ter sido fechada uma estimativa de negócios a serem gerados com o Promadeira 2008, uma das atrações deste ano é a sala de negócios, que reunirá cerca de 90 expositores de máquinas e equipamentos, móveis e outros produtos, o que deve atrair um público não específico. "Temos a confirmado a participação de pessoas vindas de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina".

     

    Já no que diz respeito a melhoria no setor, ele destaca o workshop Saúde e Segurança no Trabalho para o Setor de Base Florestal. Na opinião do presidente, o empresário deve investir na segurança de seus trabalhadores, pois os custos com a prevenção são menores do que com os incidentes. "Vamos mostrar que o investimento na segurança gera economia para a empresa. É muito importante implantar os programas de prevenção".

     

    O comércio exterior também estará em debate durante o evento. Sobre este assunto, Pinto considera que o mercado nacional está aquecido, o que é positivo para o setor madeireiro, que tem reduzindo as exportações, por causa das perdas cambiais em função da baixa no dólar frente ao real. "Para compensar a diferença, temos que colocar no mercado externo produtos mais elaborados, com valor agregado maior".

     

    O Promadeira é realizado a cada dois anos em Mato Grosso, e já é uma referência para o setor madeireiro e moveleiro do país. O evento é promovido pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e pelo Sindusmad.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    A projeção de analistas de mercado para o crescimento da economia em 2009 está em queda pela terceira semana seguida. Segundo o boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, a estimativa para o aumento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 3,70% para 3,65%. Para este ano, no entanto, a expectativa permanece em 4,80%.

     

    No que diz respeito ao crescimento da produção industrial, a projeção permanece neste ano em 5,50% e, em 2009, em 4,23%. Os analistas estimam que o dólar feche o ano em R$ 1,62, valor maior do que o previsto na pesquisa da semana passada (R$ 1,61). Para 2009, a projeção para a taxa de câmbio permanece em R$ 1,72.

     

    A estimativa para o superávit comercial se manteve em US$ 23,30 bilhões, neste ano, e caiu de US$ 15 bilhões para US$ 14,75 bilhões, em 2009.

     

    Para o déficit em transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior), a projeção subiu de US$ 25 bilhões para US$ 25,5 bilhões.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    O menor avanço da inflação em agosto impulsionou o aumento de 6,2% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do mês, segundo o coordenador do Núcleo de Pesquisas e Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Aloísio Campelo.

     

    De acordo com ele, as desacelerações de preços mensuradas pelos índices inflacionários em agosto conduziram a uma melhora na avaliação da situação da economia local, quesito que foi determinante para a taxa positiva do ICC no mês. O economista lembrou que, de julho para agosto, o porcentual de entrevistados que avaliam a situação econômica local como boa subiu de 12,0% para 13,8%. Já os entrevistados que avaliam como ruim caiu de 51,0% para 40,6%. "Não é um consumidor superotimista que temos em agosto, mas bem menos pessimista do que o registrado no mês passado", completou Campelo, lembrando que o índice estava com queda de 3,9% em julho. "O ICC estava em uma fase de deterioração, em meses anteriores", afirmou. Campelo comentou ainda que a melhora no ICC foi puxada por avaliação de consumidores mais abastados.

     

    Ao analisar a evolução do índice por faixas de renda, a confiança do consumidor subiu 10,9% em agosto entre os consumidores com renda acima de R$ 9.600 - e apenas 2,5% entre os consumidores com rendimento até R$ 2.100. "O consumidor de baixa renda ainda está cauteloso e preocupado", disse Campelo. Ele lembrou que, este ano, a disparada nos preços dos alimentos afetou mais a camada da população mais pobre, que destina a maior parte de seus gastos para compra de itens alimentícios. Compras - A melhora na confiança do consumidor em agosto não sinaliza uma futura explosão de consumo para os próximos meses, afirmou Campelo. Segundo ele, embora tenha ocorrido, de uma maneira geral, uma recuperação no humor do consumidor, a intenção de compra, ainda opera em um patamar mais baixo do que em igual período no ano passado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    Aço bruto - A produção de aço bruto no Brasil atingiu o recorde de 3,2 milhões de toneladas no mês passado, com aumento de 11,5% sobre o mesmo mês do ano passado, informou ontem o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS). O aumento deve-se basicamente aos produtos de menor valor agregado já que os laminados, que continuam tendo a maior produção, até caíram um pouco, de 2,206 milhões de toneladas em julho do ano passado para 2,182 milhões de toneladas em julho deste ano. A queda nos laminados se deve aos produtos planos, cuja produção em julho foi de 1,208 milhão de toneladas, 9,5% abaixo da ocorrida no mesmo mês de 2007. Por outro lado, houve recorde em produtos longos com a marca de 974,2 mil toneladas (+11,9%).

     

    Saldo negativo - O saldo da balança comercial brasileira da quarta semana de agosto (dias 18 a 22 deste mês) foi negativo. O déficit de US$ 840 milhões, foi resultado de US$ 3,731 bilhões em exportações (média diária de US$ 746,2 milhões) e US$ 4,571 bilhões em importações (média diária de US$ 914,2 milhões). Com o resultado da quarta semana de agosto, o superávit acumulado no mês caiu para US$ 1,279 bilhão e, no ano, para US$ 15,932 bilhões. No período dos últimos 12 meses até o dia 22 deste mês, o acumulado é de US$ 31,042 bilhões. O superávit acumulado de agosto é 46,73% menor que o superávit do mesmo período de 2007, que foi de US$ 2,401 bilhões. A média diária das exportações, na comparação com agosto de 2007, cresceu 42,1%, enquanto a média das importações aumentou 69,7%. Em relação a julho passado, a média das exportações aumentou 4,9%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
     Indústrias estão indo para outros lugares do estado e não para Cuiabá e Várzea Grande, entre outros motivos, porque não se tem uma produção adequada no entorno dessas cidades que abastece certos setores industriais.

     

    Mandaram-me uns dados interessantes sobre a produção nesta região. É tudo de gente da iniciativa privada. Até agora não há nada que tenha vindo do governo.

     

    Os dados mostram que o frete aqui é mais barato do que produzir no Nortão. Também é mais barato receber os insumos agrícolas. O preço da terra na região estaria entre 1.500 a 5.000 mil reais por hectare. O preço é o de hoje, no momento que se criar aqui um clima de venda de terras o preço vai subir.

     

    Falam que a terra regional é fértil. Que não existe terra absolutamente ruim. Estudos mostrariam que tipo de adubagem necessitaria a terra. Um estudo que pode ser feito pela Embrapa, Fundação MT ou até mesmo pela UFMT.

     

    Outro dado sobre a terra é que ela não está no bioma amazônico. Lugar que hoje tem o agudo olhar nacional e mundial para se produzir. Chamo atenção, no entanto, para a questão ambiental numa região que circunda o rio Cuiabá. Deve-se ter cuidado especial.

     

    A Baixada tem também calcário por perto, insumo que poderá ser utilizado para a produção agrícola. Uma produção que não será tão extensiva como a da soja. Não há campo para isso. Seriam bens que ajudassem no alimento do gado confinado, aves e suíno.

     

    Também acham que as terras da Baixada são mais fáceis de serem trabalhadas, já estão abertas. Estariam, em tese, fora dos novos rigores dos órgãos ambientais de que não se pode derrubar além de limites estabelecidos. Já fizeram isso mais de século atrás.

     

    As terras da Baixada teriam ainda mais facilidades de créditos. Outros créditos poderiam até ser criados para ajudar no desenvolvimento desta região.

     

    A reposição de peças para as máquinas seria mais em conta do que em lugares mais distantes. Também se teria a facilidade de se estar perto dos órgãos que estão envolvidos na questão da terra, como Incra, Sema, Ibama, Famato, Seder e georreferenciamentos.

     

    Um dado que chama a atenção na avaliação desse pessoal é que o regime de chuvas aqui seria mais apropriado que, por exemplo, no Nortão. Lá há chuva em demasia que atrapalha a colheita ou o plantio. Que aqui se tem menos chuva e é mais bem distribuída.

     

    E, por fim, o que de fato interessa: levando em conta os dados aí de cima seria possível um ganho de cinco reais por saca produzida. Um ganho muito bom, na verdade.

     

    Seria interessante que o governo entrasse nessa discussão. Em MT, no geral, um assunto não é levado em consideração se for levantado por grupos ou pessoas de fora de um governo. Só vai em frente se o assunto for criação do governo do momento.

     

    Uma besteira antiga que merecia ser revista pela importância desse tema para uma empobrecida região. Seria interessante ainda que assunto como este fosse discutido agora na eleição para prefeitos de toda a Baixada. Reconheço que é pedir demais.

     

    Alfredo da Mota Menezes escreve em A Gazeta às terças, quintas e aos domingos. E-mail: pox@terra.com.br; site: www.alfredomenezes. com

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    O volume de crédito do Sistema Financeiro Nacional chegou a R$ 1,085 trilhão em julho, o que equivale a 37% da soma de bens e serviços produzidos no país, o Produto Interno Bruto (PIB). Esse é o maior percentual da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em julho de 1994. A maior taxa registrada anteriormente foi em janeiro de 1995, quando o percentual chegou a 36,8%, segundo dados do BC.

    A taxa média de juros (pessoas físicas e jurídicas) subiu. O percentual anual passou de 38%, em junho, para 39,4% em julho. Nos 12 meses fechados em julho, a taxa média subiu 3,5%. No ano, a alta é de 5,6%.

    No caso das operações destinadas apenas a pessoas físicas, a taxa média anual passou de 49,1% em junho para 51,4% no mês passado. Essa é a maior taxa desde janeiro de 2007, quando ficou em 52,3% ao ano.

    A taxa média de juros anuais para empresas (pessoa jurídica) passou de 26,6%, em junho para 27,5% no mês passado, a maior desde agosto de 2006, quando ficou em 27,9%.

    Os juros cobrados pelo uso do cheque especial continuam em alta. Em junlho chegaram a 162,7% ao ano, a maior desde agosto de 2003 (163,9%). Em junho, a taxa havia sido de 159,1% ao ano. O aumento foi de 23,5 pontos percentuais em 12 meses e 24,6 pontos percentuais no ano. O saldo do cheque especial no mês para pessoas físicas chegou a R$ 15,561 bilhões, em julho, com uma redução de 1%, em relação ao mês anterior. A população recorre mais ao crédito pessoal (R$ 118,805 bilhões) e a outras modalidades, como cartão de crédito (R$ 20,468 bilhões).

    Os consumidores também estão pagando mais pelo crédito pessoal, que inclui operações com desconto em folha de pagamento. A taxa de juros passou de 51,4% em junho para 53,6% em julho. No ano o aumento foi de 7,8 pontos percentuais e em 12 meses, 3 pontos percentuais.

    A taxa de juro para a compra de veículos passou de 31,1% ao ano para 33,5% ao ano. A alta no ano foi 4,7 pontos percentuais e em 12 meses, 4,8 pontos percentuais.

    A inadimplência geral, considerados atrasos superiores a 90 dias, chegou a 4,2%, contra 4% de junho. Para as pessoas jurídicas, a inadimplência permaneceu em 1,7% e para as pessoas físicas subiu de 7% para 7,3%.

    O prazo médio dos financiamentos para as empresas chegou a 299 dias corridos em julho, contra 303 dias corridos de junho. Para as famílias, o prazo médio passou de 466 para 467 dias corridos.

     

    Fonte: Olhar Direto
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
Anuncie - Política de Privacidade
2014 -Todos os Direitos Reservados
V3 Agência Web