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Domingo, 20 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    01-10-2008 | 11:10
    No setor industrial os desembolsos do BNDES foram tanto positivos quanto negativos. Na indústria de transformação o valor emprestado entre janeiro e agosto foi de R$ 296,5 milhões, elevação de 31,4% sobre os R$ 225,5 milhões registrados em 2007. Já a extrativa está com um déficit de 45,4%, pois o valor financiado baixou de R$ 1,1 milhão no ano passado para R$ 600 mil este ano. Os serviços industriais de utilidade pública (Siup) obteve aumento nos recursos liberados. No ano passado foram R$ 203,5 milhões e este ano saltou para R$ 257,7 milhões, alta de 26,6%.

     

    Para o superintendente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), José Carlos Dorte, a elevação é resultado do processo industrial que o Estado está vislumbrando, com várias unidades industriais (de diferentes segmentos) em processo de instalação e operação. Mesmo com os dados positivos, ele considera que os números estão aquém da capacidade do Estado.

     

    "De tudo que Mato Grosso produz, só industrializamos 15%, é muito pouco. Precisamos aumentar o processo de beneficiamento e movimentar ainda mais a economia", diz ao considerar que a indústria está crescendo e que com isso se cria uma cadeia de geração de empregos tanto nas unidades quanto em outros segmentos como confecções, calçados e alimentação, setores que são movimentados quando há geração de postos de trabalho e renda nas cidades.

     

    Outro setor que cresceu do ano passado para cá foi o da construção civil. Em 2007 foram emprestados R$ 13,4 milhões para financiar obras e este ano o montante subiu para R$ 16,3 milhões, variação positiva de 21,6%. "São obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que vem impulsionando obras por todo o Estado, além da compra de máquinas e outros equipamentos".(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    Mato Grosso registrou incremento de 41,4% no valor dos desembolsos liberados via Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos primeiros oito meses de 2008 na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Entre janeiro e agosto deste ano, o volume de recursos emprestados aos setores da indústria (extrativa e de transformação), comércio e serviços e agropecuária somou R$ 1,378 bilhão ante R$ 974,4 milhões verificados em igual intervalo de 2007. Durante os 12 meses do ano passado, o Estado emprestou R$ 1,524 bilhões, fazendo com que o montante dos oito meses deste ano represente 90,4% do bolo total.

     

    Os dados fazem parte de balanço divulgado pelo agente financeiro que apontam para uma evolução no aporte financeiro destinado ao Estado. Em percentual, o setor de comércio e serviços registra a maior alta, passando de R$ 201,6 milhões em 2007 para R$ 336 milhões este ano, expansão de 66,6%, o que, na avaliação do presidente da Federação do Comércio, Bens e Serviços de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Pedro Nadaf, comprova o ritmo acelerado que a economia local está passando. "Isso comprova o crescimento econômico do Estado. A previsão é que o o incremento deste ano seja 13% superior ao ano passado", diz o presidente ao explicar que o índice se refere aos setores agrícola, comercial e industrial.

     

    Já em termos financeiros, entre os segmentos que têm acesso aos recursos do BNDES, a agropecuária foi a que teve o maior volume liberado este ano. Nos primeiros oito meses foram financiados R$ 471,5 milhões contra R$ 329,3 milhões em igual época de 2007. Apesar da liderança entre os setores, o consultor econômico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Amado de Oliveira Filho, avalia que os números ainda são tímidos, diante do valor necessário para se investir em uma safra agrícola, que fica na casa do bilhão.

     

    "Está melhor que no ano passado, mas os recursos ainda são insuficientes. Mato Grosso tem de agregar valor à produção e transformar a matéria-prima que é produzida aqui em produtos industrializados, aumentado até o valor das exportações".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-10-2008 | 11:10
    Treze obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) têm irregularidades graves, precisam ser paralisadas e ficar sem receber recursos do Orçamento da União de 2009. A recomendação é do Tribunal de Contas da União (TCU) que aprovou ontem relatório do ministro Aroldo Cedraz sugerindo a inclusão de 54 obras - das quais 13 são do PAC - em uma "lista negra" na proposta orçamentária do ano que vem. Se a lista do TCU for aprovada pelo Congresso, as obras ficam sem receber recursos do governo federal. O PAC é gerenciado pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

    O Tribunal também recomendou a retenção cautelar de pagamento para 12 obras - deste total, nove são do PAC. São grandes obras como a Ferrovia Norte/Sul, no Estado de Tocantins, que apresentou problemas de sobrepreço; a reforma e ampliação do aeroporto de Guarulhos, que teve superfaturamento; a construção da refinaria Abreu e Lima, em Recife (PE); e a ampliação do Porto de Itaqui (MA).

    AUDITORIA

    Entre março e fim de agosto, o TCU auditou 153 obras, das quais 84 são do PAC. Do total, 48 foram consideradas com irregularidades graves - ou seja, 31% - com recomendação para serem paralisadas. As 153 obras representam R$ 26 bilhões de recursos alocados no Orçamento de 2009. Outras seis foram incluídas na lista que será enviada ao Congresso por terem sido alvo de denúncia, representação e/ou inspeção. Para 2009, a dotação orçamentária para obras do PAC é de R$ 21,2 bilhões - este ano foi de R$ 17,9 bilhões.

    As 48 obras com irregularidades graves têm uma dotação orçamentária para este ano de R$ 1,517 bilhão. As 13 obras do PAC respondem por dotação orçamentária, em 2008, de R$ 1,15 bilhão. Ou seja, apenas as 13 obras do PAC representam 75,8% do total de recursos previstos para as 48 obras. Destas, a mais antiga é a obra do Hospital Municipal de Cacoal, em Rondônia, que está paralisada desde 1996. A maioria das irregularidades foi detectada em obras rodoviárias: 20 apresentaram problemas graves. Os auditores do TCU apontaram também problemas em oito obras hídricas e em quatro aeroportos.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-09-2008 | 11:09
    Se está difícil saber quem sobreviverá ao cataclismo financeiro, é muita ousadia querer antecipar os seus reflexos no mercado de trabalho.

     

     

    Ainda assim, ouso fazer algumas especulações.

     

     

     

            Nos Estados Unidos, a crise já chegou à economia real.

     

    O crédito para as empresas secou. 

     

     Os consumidores estão assustados. O mercado imobiliário parou.

     

     

     Em Michigan uma casa foi vendida por US$ 1.

     

    O comércio de bens duráveis também despencou.

     

     

    O clima de negócios virou do avesso.

     

     

    Os projetos foram para o banho-maria. O desemprego bateu os 6,1%, no mês de agosto, e deve piorar em setembro.

     

     

            Bem diferente é o quadro do Brasil, onde ainda se ouvem os festejos dos 6% do PIB do primeiro semestre.

     

     

    Os grandes projetos prosseguem e o que falta é mão-de-obra.

     

     

     O desemprego caiu para 7,6%.

     

    A cada dia se descobrem novos tesouros no fundo do mar.

     

     

    Só para o petróleo, o País precisará de um exército de trabalhadores.

     

     

     O mesmo vale para os biocombustíveis, a siderurgia e a infra-estrutura em geral.

     

     

    O emprego vive céu de brigadeiro.

     

    O País está gerando cerca de 2 milhões de postos de trabalho por ano.

     

     

            O que dizer do futuro?

     

     

            A visão pessimista se concentra na falta de crédito para tocar a produção.

     

     

     De fato, os sinais atuais são preocupantes.

     

     

     Os financiamentos do exterior fecharam.

     

     

    O crédito interno vai pelo mesmo caminho.

     

     

    Os banqueiros sentaram no caixa à espera do desfecho da crise.

     

     

    O ministro da Agricultura não esconde a sua aflição. O setor depende muito de financiamento.

     

     

    Há outros na mesma situação. Os juros, que já eram altos, tornaram-se impraticáveis.

     

     

     Os varejistas já os repassam para os preços.

     

     

     Agravado pela taxa de câmbio, o perigo de inflação aumentou.

     

     

     

            As exportações em volume estão estagnadas.

     

     

     Está difícil obter uma Antecipação de Contrato de Câmbio (ACC).

     

     

     O quadro futuro é preocupante quando se pensa que 50% das nossas vendas externas se destinam a países que se debatem com a recessão - Estados Unidos, União Européia e Japão.

     

     

     A outra metade vai para a América Latina, a África e para os países do Oriente Médio, que também dependem do mundo desenvolvido.

     

     

    A China, sozinha, não tem condições de eletrificar a economia mundial.

     

     

     

            Não só o volume estagnou, mas os preços das commodities caíram, agravando o déficit comercial.

     

     

     O clima de negócios mudou.

     

     

    Até o leilão de rodovias foi adiado.

     

     

    O dinheiro, então abundante, desapareceu.

     

     

     A incerteza leva todos a agir com frieza. Se esse for o quadro para 2009, o mercado de trabalho será fortemente afetado com menos emprego e mais desemprego.

     

     

            A visão otimista, porém, vê saídas honrosas.

     

     

     As recentes injeções de recursos governamentais no mercado financeiro e no BNDES vão restaurar o crédito, fazendo o dinheiro voltar a circular em toda a rede de bancos privados.

     

     

     As exportações de alimentos continuarão fortes, pois os povos têm de comer.

     

     

     As descobertas de gigantescas reservas de petróleo seduzirão os investidores que, depois de tamanha refrega, devem estar mais interessados em investir na produção do que em papéis envenenados.

     

     

     Finalmente, a ascensão das classes D e E ao mercado de consumo, em decorrência da melhoria do emprego, da renda e dos programas sociais, garantirá um mercado doméstico aquecido, com muitos empregos.

     

     

    Ou seja, o Brasil tem uma bela margem de manobra, podendo sair - no médio prazo - como um dos ganhadores da grave crise.

     

            Estou mais do lado otimista.

     

     

     

    O quadro do emprego é preocupante, sem dúvida, mas não é um doente desenganado.

     

     

     O Brasil deve ter uma leve retração em 2009, mas ficará bem aquém do que vai acontecer nas economias recessivas do mundo rico.

     

     

            O meu otimismo, entretanto, supõe que o governo reverta a trajetória de contratar gigantescas despesas futuras, contando com o mesmo vigor de crescimento do PIB e da arrecadação - o que pode não acontecer em 2009.

     

     

    Nunca foi tão urgente tapar os grandes ralos de dispêndio como, por exemplo, a proposta que pretende eliminar o fator previdenciário.

     

     

    O mesmo pode ser dito em relação a outros ralos que exigem as benditas reformas tributária e trabalhista, que poderiam ser trabalhadas num ano não eleitoral, como 2009.

     

     

            Em resumo, o Brasil tem enormes oportunidades para aproveitar a boa conjugação dos astros que se aproxima.

     

    Mas, para ganhar na loteria, é preciso comprar o bilhete.

     

     

     José Pastore é professor de relações do trabalho da Universidade de São Paulo.

     

    Fonte: CBIC
    30-09-2008 | 11:09
    Em 2007, na onda dos IPOs na Bovespa, quatro empresas de shoppings passaram a oferecer papéis no mercado acionário: Multiplan, BR Malls, Iguatemi e General Shopping.

     

     

    Com os primeiros sinais da crise na economia americana, quem planejava pegar carona no grande volume de dinheiro disponível, trazido principalmente por estrangeiros, teve de adiar os planos. Mas para as companhias que abriram capital, o período de euforia foi o suficiente para captar ao todo R$ 2,4 bilhões só com o IPO.

     

     

    Além disso, mais R$ 1,295 bilhão entrou em caixa na forma de debêntures, bonds perpétuo e follow on. Esses recursos possibilitaram o lançamento de projetos, aquisições de centros e de terrenos.

     

            As empresas aproveitaram o dinheiro disponível para colocar os projetos na rua e agora estão na fase de administração dos novos negócios. Isso porque os papéis do setor, assim como tem ocorrido em todo o mercado de capitais, andam em baixa. De janeiro até 24 de setembro, segundo levantamento da Economática, o Ibovespa caiu 22%.

     

     

    No mesmo período os papéis da General Shopping tiveram baixa de 56%, os da BR Malls, de 53,1%, os do Iguatemi encolheram 51,5% e da Multiplan, 23,1%. "Este é um segmento que mescla outros dois setores, o imobiliário e o varejo. Teoricamente são papéis defensivos, procurados em momentos de grande oscilação.

     

     

    Como muitos dos investidores que compraram essas ações eram estrangeiros, as cotações sofreram com a saída desses recursos depois do agravamento da crise americana", explica Leonardo Cavarge, analista da Link.

     

     

     

            Se o desempenho das ações não tem sido dos melhores, os resultados financeiros mostram uma situação diferente.

     

     

     

     Tanto que, no geral, os analistas que acompanham o setor indicam a compra dos papéis.

     

     

     A General Shopping, por exemplo, conseguiu em 2007 um aumento da receita de 34,1% em relação ao exercício anterior.

     

     

     No ano passado, foram feitas seis aquisições.

     

     

    O crescimento da Multiplan foi parecido: 33,4%.

     

     

    A tendência para 2008, apesar de alguns fatos negativos da economia, como a alta da taxa Selic, as oscilações do câmbio e a pressão inflacionária, é de crescimento.

     

     

     

            Alguns números relacionados às vendas dos shoppings mostram que por enquanto há pouco motivo para preocupação.

     

     

     

     O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), apurado mensalmente pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo, teve alta de 1,8% em setembro em relação a agosto (5,8% de aumento na comparação setembro 2007/2008).

     

     

     Outro levantamento da Fecomercio, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), registrou neste mês alta de 8 pontos percentuais no número famílias endividadas no município de São Paulo, passando de 45% em agosto, para 53% em setembro.

     

     

    Ou seja, as pessoas continuam animadas em gastar.

     

     

    Os estudos da federação apontam para um segundo semestre sob clima otimista, com vendas aquecidas, estimuladas pela oferta de crédito e pela recuperação na renda e no emprego.

     

     

    Tanto que os dados mais recentes da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) registraram em julho alta 3,9% no faturamento em comparação a igual período de 2007.

     

     

    No acumulado do ano, a elevação nas vendas é de 5,3%.

     

     

     

    Os números animam os executivos da empresas de shopping a manter o ritmo de crescimento dos negócios.

     

     

    O Iguatemi foi o primeiro do setor a abrir capital, em fevereiro do ano passado.

     

     

     Captou R$ 550 milhões no lançamento inicial e mais R$ 207 milhões dois meses depois.

     

     

    "Por muitos anos não tínhamos caixa suficiente para fazer tudo que gostaríamos.

     

     

     O IPO permitiu aquisições e novos projetos", conta Cristina Betts, diretora de Relação com Investidores (RI) do Iguatemi.

     

     

     

    A empresa adquiriu participação nos shoppings Galeria (Campinas), Esplanada (Sorocaba) e Iguatemi (São Paulo e Rio de Janeiro).

     

     

     Tem ainda outras três obras em construção e mais dois projetos que dependem de aprovação de prefeituras para o início das obras.

     

     

    Além de usar os recursos captados no mercado acionário, a companhia recorreu às linhas de crédito imobiliário.

     

     

    Hoje o Iguatemi tem 16 shoppings, 205 mil m² de área bruta local (ABL) e até 2013 o plano de negócios prevê 20 shoppings e 400 mil m² de ABL.

     

     

            A General Shopping começou a se preparar para o IPO em 2006, com o objetivo de captar recursos, aumentar a governança corporativa e organizar a sucessão familiar dentro da empresa.

     

     

    A abertura do capital da companhia ocorreu em 26 de julho de 2007, dois dias depois da primeira queda do mercado - reflexo dos problemas americanos no setor imobiliário com o subprime.

     

     

    "Naquela época ninguém imaginava quanto tempo duraria a crise, se dois dias ou se ocorreria algo que ninguém ainda conseguia ver", diz Alessandro Veronezi, diretor de RI.

     

     

    De lá para cá a companhia cresceu muito.

     

     

     Na comparação entre o segundo trimestre de 2007 e 2008, a ABL aumentou 98%. Desde o IPO foram sete aquisições - sempre de pelo menos 50% do capital, para se manter no controle - e um lançamento.

     

     

    Se a Bolsa não anda muito animadora, o consumo, garante Veronezi, não desaponta.

     

     

    "A receita por m² dos novos shoppings aumentou 20% nos últimos 180 dias.

     

     

    Investimos na potencialização dessas aquisições", explica.

     

     

            Leandro Bousquet, diretor financeiro da BR Malls, lembra que o setor de shoppings demanda capital intensivo.

     

     

    Daí a empresa ter recorrido ao mercado de capitais em abril do ano passado.

     

     

    Entre os principais acionistas da companhia estão o GP Investimentos e o mega-investidor do setor imobiliário americano, Sam Zell.

     

     

    Com o IPO, a companhia foi irrigada por recursos. Segundo dados do segundo trimestre, a BR Malls tem em torno de R$ 900 milhões em caixa, "não só para novos projetos, mas também para aquisições, mas tudo com muita cautela, como pede o momento.

     

     

    Precisamos maximizar esses recursos", explica o executivo.

     

     

     No ano passado a empresa colocou R$ 1,6 bilhão em aquisições de shoppings, lançou cinco projetos e anunciou 11 expansões.

     

     

    Em 2008 foram R$ 350 milhões para aquisições.

     

     

            Na Multiplan , desde o IPO, a empresa nunca teve tantos projetos simultâneos.

     

     Segundo Armando D´Almeida Neto, vice-presidente e diretor de RI da Multiplan, até agora foram anunciadas sete expansões, três lançamentos e aquisições de terrenos.

     

     

     "Mantemos os planos de investimento por conta do crescimento que o varejo tem apresentado", comenta.

     

    No primeiro semestre as vendas dos shoppings da empresa aumentaram cerca de 20%.

     

     

    Fonte: CBIC

    30-09-2008 | 11:09
    PortoGente veiculou reportagem destacando os alarmantes níveis que a poluição alcançou em regiões portuárias. O transporte por terra, mar e ar é responsável por um quarto da emissão mundial de dióxido de carbono (CO2). Nesta segunda parte da matéria, confira o desperdício de óleo diesel em território brasileiro e o exemplo internacional no incentivo à renovação da frota de transportes e ao mercado de crédito de carbono.

    A idade média dos caminhões que circulam no Brasil é de 17 anos

    As rodovias brasileiras em péssimo estado para o tráfego, especialmente as instaladas nas regiões Norte e Nordeste, contribuem de forma impactante para a emissão de poluentes. E não são poucas as que precisam de investimentos. A Confederação Nacional de Transporte (CNT) concluiu que mais de três quartos das rodovias brasileiras apresentam problemas, sendo que ao menos 10% delas são consideradas péssimas. Assim, não são poucas as estradas que necessitam de reformas para contribuir com a redução de poluentes na atmosfera.

    Óleo diesel

    Combustível veicular mais utilizado no Brasil, o óleo diesel acaba sendo desperdiçado pelo péssimo estado dos veículos e das rodovias brasileiras. E para suprir a demanda interna, o País importa boa parte do combustível. Para reverter o quadro, é necessário ter mais eficiência energética e economizar. Economizar, inclusive, é o nome de projeto do Conpet que tem como objetivo, em um prazo de dois a cinco anos, reduzir em cerca de 13% o consumo de óleo diesel. A frota nacional de veículos consome mais de quatro bilhões de litros de óleo diesel por ano e corresponde por 78% do consumo de óleo diesel no Brasil.

    Exemplo internacional

    As autoridades dos portos norte-americanos de Los Angeles e Long Beach resolveram arregaçar as mangas e criar incentivos para a redução da emissão de dióxido de carbono nas regiões nas quais estes portos estão instalados. Para isso, os portos estão encorajando terminais, armadores e operadores logísticos a substituírem os principais combustíveis poluidores por fontes limpas de energia, como a eletricidade.

    Além disso, Los Angeles tem ganhado destaque na mídia internacional devido ao seu Clean Truck Program. O projeto proporcionou a abertura de uma linha de financiamento para as montadoras renovarem a frota de caminhões e adquirirem equipamentos mais modernos para as carretas. O porto norte-americano já conseguiu envolver, até este mês de outubro, mais de 300 transportadoras e enxerga em médio prazo uma melhoria significativa na qualidade do ar na região.

    Crédito de carbono
    Outra forma de incentivo à redução da emissão de CO2 é o mercado de crédito de carbono. Embora ainda incipiente no Brasil, os créditos já são bastante utilizados em países desenvolvidos como a Alemanha e a Austrália. O mercado de carbono funciona sob as regras do Protocolo de Kyoto, no qual figuram mecanismos de flexibilização para auxiliar na redução das emissões de gases do efeito estufa. O acordo estabelece limites de emissão de gases e, assim, uma empresa que conseguiu emitir menos CO2 do que o estipulado no documento pode vender os seus créditos para outra empresa que poluiu mais do que deveria, gerando um equilíbrio e formando um atrativo financeiro para a diminuição da poluição.

    A comercialização acontece por meio de certificados de emissão de gases do efeito estufa em bolsas de valores. Dessa forma, os países desenvolvidos que têm que cumprir compromissos de redução da emissão desses gases podem comprar créditos derivados dos mecanismos de flexibilização. Esse processo de compra e venda de créditos se dá a partir de projetos, que podem ser ligados a reflorestamentos, desenvolvimento de energias alternativas, eficiência energética e controle de emissões de gases poluentes.

     

    Fonte: Estradas
    30-09-2008 | 11:09
         A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembléia Legislativa analisa o projeto de lei que proíbe o consumo de cigarros e outros produtos derivados do tabaco em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados. De autoria do 1º secretário, deputado José Riva (PP), o projeto abrange ambientes de trabalho, estudo, cultura, culto religioso, esporte e entretenimento. Inclui também áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis e pousadas.
         
         O projeto determina a divulgação de aviso da proibição em pontos de ampla visibilidade, com indicação de telefone e endereço dos órgãos estaduais responsáveis pela Vigilância Sanitária e pela Defesa do Consumidor.
         
         Prevê também que qualquer pessoa poderá relatar aos órgãos competentes o fato que tenha presenciado em desacordo com a lei. No relatório deverão constar as circunstâncias e a identificação do autor.
         
         Riva argumenta que Mato Grosso apresenta um índice de consumo do tabaco semelhante ao de São Paulo. No entanto, avalia que em Mato Grosso, a situação é mais crítica, pois, São Paulo, além de ser o estado mais rico do país, possui uma rede hospitalar bem mais ampla, aparelhada e com um maior número de funcionários.
         
         “Por isso, existe uma tendência mundial fundamentada em critérios de prevenção e preservação da saúde pública para a promoção de normas destinadas à criação de ambientes de uso coletivo livres de tabaco”, destacou o parlamentar.
         
         Ele chama a atenção para os estudos científicos que estabelecem a relação do uso do tabaco com problemas de saúde, representando aumento dos gastos com a saúde pública. Segundo as pesquisas, o tabaco é o causador de 50 tipos de doenças, como as cardiovasculares, cânceres e problemas respiratórios.
         
         “O tabagismo passivo mata”, assegura a presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas, Analice Gigliotti. A médica cita os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), que apontam sete mortes por dia de fumantes passivos no Brasil.
         
         Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de dois bilhões de fumantes passivos em todo o mundo, dos quais 700 milhões são crianças. Os passivos são pessoas que inalam a fumaça do cigarro e ficam expostas aos mesmos riscos que os fumantes.
         
         Ainda de acordo com a OMS, o total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a marca de 4,9 milhões anuais, ou 10 mil mortes por dia. A instituição prevê que, caso as atuais taxas de consumo sejam mantidas, esse valor aumentará para 10 milhões de mortes anuais em 2030.
         
         A chefe da Divisão de Tabagismo do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Tânia Cavalcante, defendeu o projeto de lei. Para ela, o tabagismo impõe um custo às sociedades muito alto, e a arrecadação dos impostos vindos do tabaco não é suficiente para cobrir os prejuízos com as doenças relacionadas ao tabaco ou aposentadorias precoces.
         
         “Seria preciso fazer estudos sobre o quanto o SUS, os planos de saúde e a Previdência gastam com esses doentes”, afirmou.
         
         Dados revelam que o cigarro provoca um prejuízo anual para o sistema público de saúde de pelo menos R$ 338 milhões, o equivalente a 7,7% do custo de todas as internações e quimioterapias no país. O cálculo, feito pela primeira vez no Brasil, considerou o gasto com hospitalizações e terapias quimioterápicas em pacientes de 35 anos ou mais, vítimas de 32 doenças comprovadamente associadas ao tabagismo no ano de 2005. “São recursos significativos e, o mais importante, é que poderiam ser poupados”, observou a autora da pesquisa e economista da Fundação Oswaldo Cruz, Márcia Pinto.
         
         Para ela, a pesquisa deixa clara a necessidade de se adotar medidas rápidas para responsabilizar a indústria do tabaco pelo impacto econômico provocado no sistema de saúde público. “Além disso, as ações antitabagistas devem ser intensificadas”, concluiu.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    30-09-2008 | 11:09
    As inscrições se encerram nesta terça-feira (30), para o processo seletivo de professores substitutos para Construção Civil e Eletrotécnica no Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso (Cefet-MT). As inscrições podem ser feitas das 8 às 12 horas e das 13 às 18 horas, na Gerência de Desenvolvimento de Recursos Humanos (GDRH) no Cefet-MT. Não haverá cobrança de taxa de inscrição para este processo seletivo.

    Para o cargo de professor na área de Construção Civil exige-se formação em Engenharia (Engenheiro Civil, Arquitetos, Cartógrafos, Geógrafos, Geólogos, Agrônomos, Engenheiro Florestal) ou Tecnólogo em Geoprocessamento com conhecimento em Astronomia de Posição/Geodésia. Já para Eletrotécnica exige-se graduação em: Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia ou Tecnólogo em Automação Industrial, curso Superior em Qualquer Área com Diploma de Técnico Nível Médio em Eletrotécnica ou Eletrônica. O regime de trabalho será de 40 horas semanais divididos em dois turnos.

    No ato da inscrição devem-se apresentar documentos pessoais como RG, CPF, Título de Eleitor (com os comprovantes da última eleição) e a quitação das obrigações militares (no caso de homens). Além do certificado de graduação, Curriculum Vitae atualizado e uma declaração informando que não ocupa cargo efetivo como professor nas esferas federal, estadual e municipal. Os candidatos inscritos receberão na quarta-feira (01.10), às 14 horas, na GDRH mediante sorteio, o conteúdo da disciplina para prestar o Exame de Desempenho Didático. Para mais informações procurar a GDRH através dos telefones: (65) 3314-3553/3581.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-09-2008 | 11:09
    Instituições como a Orquestra da UFMT, Projeto Dunga Rodrigues, Grupo Proclamação e vários artistas participam hoje da Sinfonia Solidária
    A Orquestra Sinfônica da UFMT abre hoje, a partir das 20h, no Teatro Universitário, a série Sinfonia Solidária, que terá edições anuais. A idéia é contribuir com instituições de saúde de Mato Grosso. No concerto, a Orquestra conta com a parceria do Hospital do Câncer de Mato Grosso na produção e divulgação.

    Participam desta iniciativa o Projeto Dunga Rodrigues, o Grupo Proclamação, a artista plástica Lara Matana, o tenor do Coral UFMT; Samuel Oliveira Neto, o violinista Anderson Rocha, o ator Romeu Lucialdo e o guitarrista Roger Franco. A direção espetáculo é do maestro Fabrício Carvalho.

    A Orquestra Sinfônica da UFMT, criada em setembro de 1977, tem registrado uma importante contribuição à música em Mato Grosso difundindo e democratizando o acesso à música erudita e brasileira de concerto, bem como estando ao lado de novos estilos e talentos em espetáculos levados aos bairros.

    ´´A Sinfônica da UFMT jamais perdeu o foco educativo e sempre esteve presente na formação de músicos e platéia, de modo a se tornar um centro de referência para os interessados neste tipo de linguagem artística``, diz Fabrício. A orquestra está sempre engajada em projetos sociais e educacionais; realiza concertos em praça pública e já levou à algumas cidades do Estado o ´´Projeto Divina Música. Neste ano a orquestra está unindo forças com importantes grupos musicais para exercer a beneficência, promovendo e fomentando justiça social.



    Leilão - A arrecadação da bilheteria será destinada integralmente ao hospital. O ingresso é de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Quem adquiri-lo até o dia 29 de setembro paga meia. Para reforçar a arrecadação, a artista plástica Lara Matana doou, para leilão, a obra ´´Série Escadas 3``. Avaliada em R$ 3.500,00, a escultura está em exposição no Shopping Goiabeiras até o dia 29, na mostra individual da autora. O lance inicial é de dez parcelas de R$ 260,00, a ser apresentado em envelope. O resultado será divulgado no intervalo do concerto no dia 30. O valor integral é destinado ao Hospital do Câncer. (com assessoria)

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-09-2008 | 11:09
    O calor que tem castigado os cuiabanos nos últimos dias poderá dar uma trégua na quinta-feira, para quando há possibilidade de chuva forte em Cuiabá. Conforme a previsão do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a probabilidade de pancadas de chuva chega a 99% no dia. Hoje, a possibilidade de chover na Capital é de 50%.

    Para alguns, enquanto a chuva realmente não chega, a alternativa é buscar outras formas para amenizar a sensação térmica extremamente quente que vem se mantendo na cidade há pelo menos três dias. Ontem mesmo, os termômetros chegaram a registrar 37º C. Para a professora Mara Cristina Monteiro Oliveira Latorraca, de 42 anos, a saída foi se matricular numa aula de natação. Conforme ela, toda a família já aderiu à idéia. “Primeiro, matriculei minha filha, seguindo orientação médica. Em seguida, meu marido e eu decidimos adotar a mesma prática, por ser relaxante e, principalmente, refrescante, ainda mais nesta época”, disse.

    De acordo com a recepcionista da academia onde a família de Mara pratica natação, Gislene Leite Minas Novas, desde agosto a procura por modalidades aquáticas aumentou significadamente. “Além da natação, a gente oferece a hidroginástica, a hidro-bike e o triathlon. No período noturno, já não tem mais vaga”, destacou Gislene. Conforme ela, além do calor excessivo típico neste período, outro fator que contribui para o aumento da demanda são os problemas respiratórios oriundos do clima seco. “A gente tem muito aluno que procura pela natação seguindo orientação médica”, apontou Gislene.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-09-2008 | 11:09
    Para garantir a meta de vacinação da rubéola em Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Saúde prorrogou, mais uma vez, a campanha que tem por objetivo imunizar 95% da população do Estado, como preconiza o Ministério da Saúde. Até ontem, o índice de cobertura da vacina chegou a quase 83%, equivalente a mais de 1,2 milhão de doses.

    Em Cuiabá, já foram vacinadas pouco mais de 200 mil pessoas, o que representa 70% da meta (96.437 homens e 103.718 mulheres). Já em Várzea Grande, os números não são muito diferentes. A cobertura na cidade registrou até ontem 69,47% da meta, o equivalente a 94.383 doses.

    Até agora, segundo dados fornecidos pela Superintendência de Vigilância em Saúde da SES, 68 municípios, dos 141 existentes nos Estado, já relataram ter alcançado o percentual de meta. Até o momento, os municípios que mais vacinaram foram Diamantino (100%), Peixoto (100%) e Alta Floresta (98%).

    Em Cuiabá, a prorrogação deverá iniciar uma força-tarefa adotada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para atingir a meta de imunização dos cuiabanos com idade entre 12 e 39 anos. As vacinas são encontradas em todas as unidades básicas de saúde e a contra-indicação é apenas às grávidas.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-09-2008 | 11:09
    O diretor de Relações Institucionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marco Antônio Guarita, acredita que três fatores foram importantes para a avaliação positiva e recorde, em alguns casos, do governo e do presidente Lula verificada pela pesquisa. Ele afirmou que a principal variável é o bom desempenho da economia, que está crescendo a taxas superiores às expectativas do início do ano, o que reflete no mercado de trabalho e reduz o desemprego.

     

    Outro fator, na avaliação de Guarita, é a desaceleração das taxas de inflação nos últimos dias, o que deixou a população mais otimista com a inflação futura. E por último, disse o diretor, o otimismo da população em relação ao potencial de exploração do petróleo na camada do pré-sal. "Numa economia crescendo e com a inflação revertendo sua trajetória de alta, a perspectiva de um impacto estrutural na economia brasileira é a terceira variável que explica essa melhora expressiva em todos os itens da pesquisa", disse.

     

    Segundo Guarita, a crise financeira internacional ainda não afetou a avaliação da população no cenário econômico. Ele lembra que, embora a crise tenha ganhado novas dimensões, ela já era de conhecimento da população no momento em que foi realizada a pesquisa CNI/Ibope de setembro.

     

    Apesar de não influenciar no resultado da pesquisa, a crise internacional foi lembrada por alguns entrevistados. As notícias mais citadas foram a extração do petróleo na camada do pré-sal; a descoberta de uma nova bacia de petróleo em Santos e o anúncio da bacia de Tupi; as viagens do presidente Lula; o aumento no valor do Bolsa-Família; e a acusação de que órgãos do governo (Abin e Polícia Federal) teriam participado de operações para instalação de grampos em telefones de autoridades.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-09-2008 | 11:09

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou ontem, em evento na Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio, o decreto que normaliza a adesão do Brasil ao acordo ortográfico da língua portuguesa - em vigor a partir de janeiro de 2009. O evento marcou os cem anos da morte do escritor Machado de Assis, um dos fundadores da ABL. Lula disse que o incentivo à leitura é uma das prioridades de seu governo e quer que até 2009 toda cidade do Brasil tenha pelo menos uma biblioteca pública. Pelo menos 630 municípios brasileiros não têm biblioteca pública. Ele também afirmou que as salas de leitura em áreas consideradas de risco receberão computadores, agentes de leitura e melhorias no acervo e mobiliário, como parte do Plano Nacional do Livro e da Leitura

     

    O decreto assinado pelo presidente na ABL estabeleceu o cronograma de vigência do acordo ortográfico, que prevê mudanças na escrita de palavras, decreta o fim do trema, suprime consoantes mudas e vários acentos, além de simplificar o emprego do hífen e incluir no alfabeto as letras w, k e y. As novas regras entram em vigor em janeiro, mas as antigas permanecerão, como uso facultativo, até dezembro de 2012. Até lá, as duas regras valerão em concursos públicos, vestibulares, provas escolares e demais exames. Já os livros didáticos terão até 2010 para se enquadrar às novas regras.

     

    "O acordo pode ajudar, mas para mim é completamente inútil e improdutivo. Se mandaram tirar o acento, eu tiro, mas obedeço contra a vontade", protestou, bem-humorado, o acadêmico Carlos Heitor Cony. "Cultivar e tratar a língua é uma forma de manifestação de poder", defendeu o acadêmico Marcos Villaça, lembrando que organismos internacionais têm dificuldades de escolher entre o português do Brasil e o de Portugal na redação de documentos. Para ele, em dois anos, os brasileiros já estarão habituados. "O que temos que modificar é tão pouco. Só a simplificação da regra do hífen já é boa coisa". Para Lula, o acordo poderá ampliar a cooperação comercial e social com países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-09-2008 | 11:09

    A Caixa Econômica Federal bateu novo recorde em contratações habitacionais. Até a segunda quinzena de setembro, foram R$ 15,3 bilhões investidos, número superior ao contratado em todo o ano de 2007. A previsão do banco é de que até o fim de 2008 o valor contratado ultrapasse 44%. A cifra representa 336.726 unidades financiadas, 1.459.991 empregos gerados e 1.367.107 pessoas beneficiadas.

     

    Embraer - A Embraer mantém sua projeção de obter um faturamento de US$ 6,5 bilhões em 2008 e de US$ 7,1 bilhões em 2009. A projeção de se baseia numa previsão da companhia de entregar neste ano 200 jatos para aviação comercial, aviação executiva e os segmentos de defesa e de governo, mais 10 a 15 jatos Phenom 100. Em 2009, a Embraer espera entregar novamente entre 195 e 200 jatos, mais 120 a 150 Phenom. Atualmente, a Embraer tem encomendas firmes num total de US$ 20,7 bilhões e opções para mais US$ 25,9 bilhões.

     

    China - Quarenta empresários de diversos segmentos de Mato Grosso já estão se preparando para a 5ª Missão Empresarial à China, promovida pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT), entre os dias 8 e 21 de outubro. Hoje, a partir das 18h, eles se reúnem com técnicos da China Trade Center - parceira na realização da missão - para alinhar informações, além de conhecer o Guanxi, a etiqueta de negócios com a China. O evento ocorrerá na sede da Federação das Indústrias, em Cuiabá.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-09-2008 | 11:09

    IPC - A deflação dos preços no atacado, especialmente no setor agrícola, está reduzindo o ritmo de queda. Mas o efeito do quanto os preços já caíram está se refletindo na mesa dos consumidores. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), um dos indicadores que compõem o Índice Geral de Preços -Mercado (IGP-M), passou de alta de 0,23% em agosto para deflação de 0,06% em setembro.

     

    Atacado - O Índice de Preços por Atacado (IPA), que representa 60% do IGP-M, saiu de uma deflação de 0,74% para alta de 0,04% e, no mesmo período, os preços dos produtos agrícolas passaram de uma queda de 4,81% para queda de 2,09%. Isso fez com que o IGP-M saísse da deflação de 0,32% em agosto para alta de 0,11% em setembro.

     

    Construção - O Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), outro componente do IGP-M, registrou taxa positiva de 0,95% em setembro, ante alta de 1,27% em agosto. Até setembro, o IGP-M acumula elevações de 8,47% no ano e de 12,31% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M desse mês foi do dia 21 de agosto a 20 de setembro. A taxa acumulada do índice ainda é muito usada para reajustes nos preços de contratos de aluguel.

     

    Avaliação - Mesmo perdendo ritmo, para o economista da Gradual Corretora André Guilherme Perfeito, a deflação dos preços ao consumidor é a notícia mais positiva do IGP-M de setembro e evidencia a transmissão dos preços do atacado para o varejo. "O que é interessante apontar é que essa inflação ao consumidor é um efeito defasado do IPA correndo para os IPCs", disse.

     

    Aperto - Para o economista, esses dados podem até "desarmar" a expectativa de o Banco Central (BC) continuar com o atual nível de aperto monetário. O mercado, pelo menos na semana passada, não moveu suas expectativas para os juros.

     

    Focus - No relatório Focus, divulgado ontem pelo Banco Central e que traz as expectativas colhidas em cerca de cem instituições financeiras, a projeção para a taxa básica de juros em 2008 foi mantida em 14,75% ao ano, pela sétima vez seguida. Mas a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que baliza a política monetária, caiu pela nona semana consecutiva, com a expectativa de fechar em alta de 6,14%, ante previsão de 6,23% na semana passada.

     

    Alimentos - Segundo a FGV, o retorno à queda de preços no varejo, mensurado pela taxa do IPC, de agosto para setembro foi influenciada por elevações de preços menos intensas ou deflações em quatro das sete classes de despesa pesquisadas, no período. O destaque ficou por conta da movimentação de preços do grupo alimentação.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-09-2008 | 11:09
    O consumo de energia elétrica atendido pelo Sistema Elétrico Nacional atingiu 33.327 GWh em agosto, o maior montante do ano, informou a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O volume representa um aumento de 6,4% sobre igual mês de 2007. As regiões Sudeste e Centro-Oeste revelaram os maiores crescimentos, cabendo destacar o aumento do consumo de eletricidade no Estado de São Paulo, de 6,4% -melhor resultado em 2008.

     

    De acordo com a Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, elaborada pela EPE, mais uma vez o consumo comercial impulsionou o resultado, apresentando a maior elevação dentre as principais classes de consumo. O segmento comercial aumentou em 10,5%, seguido do residencial, 7% e industrial, 5,3%. No acumulado de 2008, o crescimento do consumo de energia elétrica atingiu a 4,2% e nos últimos 12 meses, a 4,9%. No segmento industrial, o acumulado de 2008 encerrou agosto em 3,6% e nos 12 meses completos em agosto , 4,8%.

     

    A EPE destacou que no período entre janeiro e agosto, a região Sul apresenta o maior aumento relativamente a 2007 e acima da média nacional. A expansão de 5,2% no período vem sendo puxada pelo segmento industrial, que tem sustentado consistente recuperação.

     

    A EPE lembrou em nota à imprensa que, segundo o IBGE, a produção industrial nos Estados do Sul tem apresentado resultados positivos expressivos, com destaque para o Paraná e Rio Grande do Sul, que registram taxas acumuladas em 12 meses encerrados em julho de 9,3% e 5,4%, respectivamente. No Paraná, o consumo industrial consolida expansão da ordem de 9%.

     

    No Rio Grande do Sul, o crescimento do consumo da classe apresenta-se menor (cerca de 4%), com influência da parada para manutenção em grandes cargas do Pólo Petroquímico de Triunfo. Considerando todo o Brasil, a EPE aponta que além da região Sul, no Sudeste houve expansões, destacando-se os avanços registrados em Minas Gerais e São Paulo. "O desempenho da classe industrial poderia ter sido melhor não fosse a redução do consumo registrada em Goiás, devido a maior utilização de co-geração de energia por uma grande indústria", informou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-09-2008 | 11:09
    A crise financeira internacional mostrou uma "cara feia" pior do que a imaginada, na opinião do diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Ciesp, Paulo Francini. "O panorama é de densas dúvidas", afirmou, lembrando que se tem uma dimensão melhor hoje a respeito de sua extensão, profundidade e severidade do que no primeiro trimestre deste ano. "Hoje há mais razões para estar mais pessimista do que no passado, pois sabemos que a crise é muito grave", considerou.

     

    Francini lembrou que há poucos dias as incertezas em relação aos seus desdobramentos paralisaram operações do mercado financeiro - há pouco, a bolsa brasileira ficou parada por trinta minutos em razão do circuit breaker - e de negociação de crédito. "Ninguém vendia, ninguém comprava. A crise mostrou sua capacidade fantástica de devastação", avaliou. Para ele, é difícil alguém apontar agora a exata dimensão do impacto do pacote de socorro às instituições financeiras nos Estados Unidos. "O consenso que se tem é o de que o pacote trará efeitos positivos, mas dificilmente se voltará àquilo que era antes", disse.

     

    A principal dúvida diz respeito a como a turbulência chegará ao Brasil. "A notícia boa é que, por onde a crise entra, que é por meio do sistema financeiro, no caso brasileiro ele está sólido". Ele ressaltou também que a regulação dos bancos no Brasil é mais rígida do que a média dos demais países. "Não estamos com o flanco tão aberto para a introdução da crise", resumiu.

     

    Apesar desta avaliação positiva, Francini não descarta a possibilidade de a economia brasileira ser contaminada pelo estresse externo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-09-2008 | 17:09
    Palestra do TCU vai tratar sobre contratos e licitações de obras públicas

     

    O Tribunal de Contas da União (TCU) confirmou a participação no Painel de Debates da Comissão de Obras Públicas, durante o 80º ENIC em São Luís (MA). O analista de Controle Externo da Secretaria de Fiscalização de Obras e Patrimônio da União, André Kresch, irá proferir a palestra “Funções do Controle Externo e dos procedimentos utilizados pelo TCU nas auditorias de obras públicas”, no dia 23 de outubro (quinta-feira), das 14h às 16h.

     

     

    O objetivo da palestra é esclarecer as atribuições legais do TCU ao setor da construção de obras públicas e buscar um entendimento sobre os critérios de análise utilizados pelo TCU em contratos e licitações, através da troca de informações com o setor representado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

     

     

    O bom exemplo do Paraná

     

     

    Durante o painel, o presidente do CREA-PR, Álvaro José Cabrini Júnior, vai apresentar o case de sucesso do Paraná: uma integração institucional que visou o aprimoramento das licitações públicas.

     

     

    O CREA-PR, o TCE-PR e o Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas (IBRAOP) se uniram para consolidar dois aspectos fundamentais para as obras públicas: a definição do que é efetivamente o “projeto básico de Engenharia” e a exigência da ART de orçamentos em todas as licitações realizadas no Paraná, tanto na esfera estadual como municipal. Essa interação resultou em Resolução do TCE-PR, implementada e divulgada com o apoio do SINDUSCON-PR e do SICEPOT-PR.

     

     

    Fonte: ASCOM/SINDUSCON-MA
    29-09-2008 | 16:09
    Ser Secretária ou recepcionista é um trabalho de grande responsabilidade e que exige muita disciplina e organização. Elas merecem nosso reconhecimento e admiração pela profissão. 

     

     

    É sabido que dia 30 de setembro é comemorado o Dia da Secretária, e o Sinduscon sempre lembra dessas profissionais que desenvolvem brilhantemente seu papel, proporcionando a elas um dia especial. Nesse ano não poderia ser diferente. 

     

    Então o Sinduscon-MT realiza no dia 30 de setembro com duração de 2 horas, das 17:30 às 19:30, no auditório do sindicato uma palestra voltada a essas profissionais. Com a Coordenadora do Curso Superior de Tecnologia em Gerenciamento em Serviços Executivos do UNIRONDON, Professora Marilise Doege Esteves.

     

     

    Temas a serem abordados:

     

     

    Tendências frente ao mercado de trabalho.
    A importância e a aceitação do papel estratégico das secretárias no ambiente Organizacional.

    Criar e inovar face aos desafios do mercado.

     

     

    Participe!

     

     

    Atenciosamente,

     

    Osmarina Felix Ortiz
    Assistente Social – Sinduscon-MT
    29-09-2008 | 14:09

    Em todo o Brasil comemora-se nesta terça-feira (30/09) o Dia Nacional da Secretária. Uma boa data para que executivos, chefes, gerentes, diretores etc, tenham um pouco mais de paciência com as mulheres que marcam os compromissos, atendem telefonemas, agendam reuniões. Enfim, são responsáveis por uma série de tarefas relacionadas à programação de um cotidiano que, normalmente, tende a ser estressante.

    A escolha desta data para tal finalidade surgiu durante a segunda fase da Revolução Industrial, iniciada em 1860. Foi nesse ano que Christopher Sholes inventou um tipo de máquina de escrever. Sholes tinha uma filha,- Lilian Sholes, que testou o invento, tornando-se a primeira mulher a escrever numa máquina, em público. E Lilian nasceu em 30 de setembro de 1850. Por ocasião do centenário de seu nascimento, as empresas fabricantes de máquinas de escrever fizeram diversas comemorações. Entre elas, concursos para escolher a melhor datilógrafa.

    Os concursos fizeram sucesso e passaram a se repetir anualmente, sempre na data de 30 de setembro. Como muitas secretárias participavam, o dia passou a ser conhecido como o "Dia da Secretária". O Sinduscon/MT – Sindicato da Indústria da Construção de Mato Grosso, através da sua diretoria e de todos os seus associados, aproveita a data e parabeniza todas as secretárias pela dedicação e atenção com as quais desempenham suas respectivas funções. E este é um dia propício, também, para ouvir o que elas têm a dizer.

    “Muita atenção e boa memória. Não adianta a gente ficar só nas anotações”. É a receita de Camila Machado para ser uma boa secretária. Camila é cuiabana e trabalha em período integral como secretária na Conenge, há um ano e três meses. Á noite faz cursinho pré-vestibular, já que pretende estudar Serviço Social. Ela também garante que uma boa secretária deve ter jogo de cintura pata atender várias pessoas ao mesmo tempo.

    Outra cuiabana, Kelly Fabrícia Paim, trabalha há três meses como secretária da Plaenge. Ela é formada em Direito, mas sua experiência profissional é mais intensa na arte de receber e atender as pessoas ao telefone e pessoalmente, funções que já desempenha há mais de quatro anos. Diz estar curtindo bastante a profissão. “Em primeiro lugar a gente tem que ser muito disciplinada”, sustenta Kelly, que também destaca qualidades como a educação, a atenção e a paciência para dar conta do recado. “Me identifico bastante com a profissão porque sou muito paciente”, diz ela.

     

    Laura Cristina de Azevedo, da Concremax, tem bastante experiência como telefonista e recepcionista, e há um mês aproximadamente está diante de um novo desafio: foi galgada ao cargo de secretária Executiva. “Agora a responsabilidade é ainda maior. É preciso muita atenção e evitar qualquer tipo de erro”, garante. Laura, que gosta de desafios, se diz satisfeita com sua função e pretende fazer faculdade de administração.

     

     

    Lorenzo falcão

    Da Assessoria

     

Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
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