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Sábado, 21 de Outubro de 2017
NOTÍCIAS
    18-10-2008 | 11:10
    São Paulo - A crise global ainda não reduziu a oferta de crédito no país, comparando-se o número de empréstimos deste ano com o do ano passado. Segundo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o valor total do crédito concedido nos dez primeiros dias de outubro é menor do que o concedido no mesmo período de setembro, mas ainda é maior do que o concedido em outubro de 2007.

     

    "Podemos dizer que, em um primeiro momento, o número de concessões decaiu um pouco, mas ainda está em volumes bastante elevados”, disse ele, em entrevista coletiva concedida hoje (17,) na sede do BC, em São Paulo. “Ainda está subindo em relação ao ano passado.”

    De acordo com Meirelles, quanto ao crédito só para o comércio exterior, os resultados são piores, porém não são tão ruins quanto em outros países. “O financiamento do comércio exterior decaiu bastante, mas não parou”, afirmou. “Empresas brasileiras têm reportado que a contração de créditos nos Estados Unidos e Europa é bem mais severa.”

     

    Para ele, as recentes medidas anunciadas pelo BC devem normalizar o ritmo de concessão de empréstimos nos próximos meses. A mudança no compulsório deve melhorar a liquidez de reais no mercado e os empréstimos em dólares , beneficiando empresas importadoras e exportadoras.

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    18-10-2008 | 11:10
    Brasília - A falta de investimentos em saúde mental e a ausência de programas de reciclagem de médicos psiquiatras no Brasil são alguns dos temas discutidos durante o 26° Congresso Brasileiro de Psiquiatria, que está sendo realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

    De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), João Alberto Carvalho, os investimentos atuais em saúde mental são inferiores ao necessário. Para ele,  a criação de projetos nessa área deve ser feita de forma clara e metodologicamente séria.

    Segundo o Ministério da Saúde, embora 12% dos brasileiros necessitem de algum tipo de atendimento em saúde mental, seja ele contínuo ou eventual, apenas 2,3 % do orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) é investido nesse tipo de tratamento.

    O 26° Congresso Brasileiro de Psiquiatria termina no sábado (18).

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    17-10-2008 | 14:10
    Um grupo de empresários que atuam na área da construção civil esteve reunido na última quarta com técnicos e assessores da Secretaria da Fazenda de Mato Grosso. O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção de Mato Grosso, Luiz Carlos Ritcher Fernandes, participou da reunião. Na pauta questões relativas ao sistema tributário de Mato Grosso
    Em conjunto com o Governo do Estado, os empresários que atuam nesse setor vêm se reunindo desde 2005 na tentativa de promover ajustes na legislação tributária referente ao ICMS e ao Fundo denominado FUPIS, utilizado para investimentos sociais.

     

    A intenção é chegar a um denominador comum que satisfaça tanto a classe empresarial, quanto o Governo de Mato Grosso, sem impactar muito as finanças empresariais, mas também sem frustrar em demasiado a expectativa da arrecadação do Executivo.
     

     

    "Já nos reunimos várias vezes e saí muito otimista da reunião de hoje", declarou Ritcher Fernandes. Ele disse que a assessoria e os técnicos da Sefaz  mostraram-se compreensivos e favoráveis às propostas dos empresários, que já está nas mãos da direção da Sefaz para ser avaliada.

     

    Lorenzo Falcão
    Da Assessoria
    17-10-2008 | 13:10
    equipe econômica do governo está mais apreensiva esta semana, à medida que consolida o cenário de uma crise financeira global mais longa que o imaginado.

    Com isso, o governo começa a olhar com cuidado para a construção civil, que receberá medidas de estímulo. - Para este ano não há problema na construção civil, ao contrário.

    Existe alguma preocupação para o ano que vem, e já estamos pensando em medidas, que deverão ser anunciadas na próxima semana - informou o ministro da Fazenda, Guido Mantega em entrevista ao "Jornal Nacional", da Rede Globo. Além de medidas de crédito, deve ser acelerado o plano especial que o governo está preparando para o setor.

    Previsto anteriormente para meados de 2009, a proposta que está sendo elaborada previa modernização das cadeias produtivas, melhoria das habitações e aperfeiçoamento da mão-de-obra.

    Uma eventual desoneração de algumas etapas do setor também seria um opção. O governo acredita que a construção civil gera o "bom crescimento econômico", com alta absorção de trabalhadores, desenvolvimento local e pouca importação, como ocorreu em países como Espanha e Irlanda.

     

     Lula: Bolsa "vai encontrar o equilíbrio"

     

    Mantega sinalizou que enxerga com naturalidade o adiamento de alguns investimentos.

    Segundo informou à Rede Globo, empresários talvez adiem seus planos por "alguns meses": - Estamos hoje talvez num dos piores momentos da crise mundial, e é natural que nesse momento, pela intensidade da crise, mesmo os empresários brasileiros, que estão numa situação muito mais favorável (que em outros países) possam até repensar, digamos, esperar algum momento, alguns meses - disse o ministro. Ele disse ainda que, "se houver piora do mercado internacional", poderá rever projeções do PIB, mas disse que, no momento, não há necessidade. Em conversas com ministros durante viagem à África, o presidente Lula tem dito que a crise não chegou à economia real, que "não é roleta:" - A gente não tem que ficar preocupado se a Bolsa sobe num dia e cai no outro.

    Ela vai encontrar o equilíbrio dela na medida em que o mundo desenvolvido der a tranqüilidade necessária que a economia precisa - afirmou.

    - Cada centavo produzido tem que ter uma peça, um pão, uma roupa e não apenas o sujeito querer ganhar dinheiro com facilidade.

     

    Fonte: CBIC
    17-10-2008 | 13:10
    Preocupado com a perspectiva para o ano que vem, o governo vai anunciar, na próxima semana, medidas de sustentação do volume de crédito para a construção civil. Ontem, em entrevista à TV Globo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que, neste ano, não há problema.

    Disse que houve um volume inédito de financiamento e a Caixa Econômica Federal vai emprestar cerca de R$ 20 bilhões.

    "Existe alguma preocupação para o ano que vem. Então, temos de garantir que 2009 continue tendo o mesmo volume de crédito." O ministro negou que os bancos estejam represando recursos liberados por medidas tomadas pelo Banco Central.

    "Os bancos não estão retendo, estão emprestando menos.

    É um volume menor de recursos, mas está fluindo.

    Por outro lado, tínhamos a vantagem do aumento do crédito numa velocidade muito alta.

    Essa era a vantagem. Desaceleramos essa velocidade do crédito", disse.

    Portanto, o diagnóstico de Mantega indica que não há por que recuar nas medidas de aumento da liquidez e flexibilização do compulsório. O ministro também procurou negar a existência de uma lista de 100 ou 200 empresas brasileiras que estariam enfrentando graves problemas com a desvalorização do real frente ao dólar.

    "Não há lista. Isso é invenção, não sei de quem. Ninguém tem um número.

    É claro que sabemos que tem meia dúzia, algumas empresas, que fizeram apostas na desvalorização do dólar e, aí, têm que pagar o preço disso", afirmou.
     Para o ministro, isso é normal em qualquer país que tenha um mercado futuro.

    "Alguns perderam dinheiro, mas estão pagando o preço e saldando suas posições. Uma revisão do orçamento também é medida que Mantega considera prematura.

    O ministro da Fazenda admitiu que não há razão para projetar uma arrecadação menor, mas, se for necessário, no futuro, o governo vai promover as adaptações.

    Para ele, o PIB poderá expandir-se entre 4% e 4,5% em 2009, apesar da gravidade da crise financeira global. Disse que o Brasil não precisa de pacote porque a situação é completamente diferente da dos EUA e Europa.

    Ele acredita que as empresas não vão ter de rever seus investimentos. Mantega admite que o crescimento do país vai desacelerar em 2009, mas isso já estava sendo considerado pelo governo antes de setembro, quando a crise se agravou.

    Na sua interpretação, o Brasil vai desacelerar menos que os países mais avançados, mas numa crise dessa proporção, não dá para sair ileso.

     

    Fonte: CBIC
    17-10-2008 | 13:10
    A alta do dólar já está impactando o custo de alguns insumos da indústria e poderá afetar outros componentes, segundo o economista da FGV (Fundação Getulio Vargas) Salomão Quadros.

    Ele diz que o câmbio não teve impacto decisivo na inflação medida pelo IGP-10, mas pode ter maior influência, ainda que passageira, sobre índices futuros. "Há possibilidade de transmissão ao longo da cadeia. Em até dois meses, o câmbio poderá ganhar terreno no IGP." O IGP-10 subiu 0,78%, influenciado pelas altas da soja (2,49%, após retração de 7,75% em setembro), da mandioca (29,76%, ante queda de 5,71%) e do tomate (12,76%, após cair 43,37% no mês anterior). Os três produtos responderam por 60% da aceleração de 1,2 ponto percentual do IGP-10.

    Em setembro, o índice caíra 0,42%.

    Foi a maior variação desde novembro de 2002. Quadros disse que o impacto cambial ocorreu sobre produtos da cadeia intermediária do atacado, contribuindo com 20% da alta de 0,98% do IPA (Índice de Preços no Atacado) de outubro.

    Entre eles, estão a amônia (insumo para fertilizantes), que acelerou de 2,31% para 20,45%, e o minério de ferro (de 3,13% para 9,50%). O IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também compõe o IGP, subiu 0,10% de setembro a outubro, após cair 0,03%.

    Os preços de alimentação caíram 0,44%, ante queda de 1,06% no mês anterior. O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu de 0,94% para 1%, influenciado pelo avanço nos preços dos materiais (de 1,83% para 1,90%), e de mão-de-obra (de 0,18% para 0,23%).
    O IGP-10 foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 de setembro e 10 de outubro.

     

    Fonte: CBIC
    17-10-2008 | 13:10
    O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) registrou alta de 0,31% na segunda semana de outubro, ligeiramente abaixo do visto na abertura deste mês (alta de 0,32%), segundo dados divulgados nesta sexta-feira. Os preços dos alimentos permanecem registrando deflação, mas menor que a da abertura do mês. Já os preços em habitação tiveram nova desaceleração. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira.

     

    Na categoria Habitação, os preços tiveram alta de 0,58% no fim de setembro, contra 0,62% no início do mês. Já os preços dos alimentos ainda registram deflação, de 0,07%, contra deflação de 0,24%. Na categoria Vestuário os preços passaram de alta de 0,54% no início de outubro para alta de 0,32% na divulgação de hoje.

     

    Os preços na categoria Educação tiveram variação para baixo, mostrando alta de 0,06%, contra 0,08% uma semana antes. Na categoria Transportes, os preços houve alta, de 0,37%, contra 0,26% uma semana antes.

     

    Nos preços na categoria Saúde houve alta 0,38%, abaixo do 0,44% na abertura do mês. Na categoria Despesas Pessoais, os preços subiram 0,30%, contra 0,54% uma semana antes.

     

    O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda de 1 até 20 salários mínimos. Na pesquisa, são feitas cerca de 110 mil tomadas de preços.

     

    Fonte: Folha on-line
    17-10-2008 | 13:10
    O Federal Reserve (Fed, o BC americano) estuda a possibilidade de uma nova redução da taxa de juros para estimular a economia, já que a inflação mostra sinais de retrocesso, informa o diário americano "The Wall Street Journal" ("WSJ").

     

    "Com a inflação dos preços ao consumidor que se projeta, o Federal Reserve tem uma margem de manobra adicional para reduzir mais as taxas de juros nas próximas semanas", afirma o jornal.

     

    "No entanto, as autoridades do Fed não vêem, neste momento, reduções das taxas adicionais como uma opção evidente", acrescenta o "WSJ".

     

    A próxima reunião do comitê de política monetária do banco central americano está prevista para os dias 28 e 29 de outubro.

     

    No último dia 8, o Fed e outros cinco bancos centrais --Banco do Canadá, Banco da Inglaterra (BC britânico), BCE (Banco Central Europeu), Sveriges Riksbank (da Suécia) e SNB (Banco Nacional da Suíça, na sigla em inglês)-- decidiram, em caráter emergencial, reduzir suas taxas de juros.

     

    Em um comunicado, o Fed informou que reduziu sua taxa em 0,5 ponto percentual (p.p.), para 1,5%. "Algum afrouxamento nas condições monetárias globais é, portanto, necessário", informou o Fed, em um comunicado. O presidente do banco, Ben Bernanke, disse à época que o cenário econômico dos EUA piorou e que a política de manutenção da taxa de juros seria avaliada para conferir se "continua apropriada".

     

    Fonte: Folha on-line
    17-10-2008 | 13:10
    Responsável pela alta dos juros ao consumidor e pela escassez do crédito, a crise já chegou às lojas de material de construção, cujas vendas caíram de 15% a 20% em setembro, segundo Hiroshi Shimuta, diretor da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).

     

    Já na esteira das condições menos favoráveis de financiamento, as vendas do setor haviam recuado 3,7% em agosto, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Outros ramos dependentes de financiamento, como veículos e eletrodomésticos, já sentiram a freada e tendem a sofrer mais nos meses seguintes, de acordo com especialistas.

     

    O crédito à compra de material de construção, diz Shimuta, ficou 30% mais caro desde o recrudescimento da crise, e as financeiras se tornaram "mais exigentes e seletivas" na concessão de financiamentos. "Isso afeta muito o nosso setor. Cerca de 40% das vendas dependem de crédito."

     

    Em outubro, as vendas despencaram até 30% no começo do mês com o agravamento da crise, mas já começaram a reagir, segundo ele. "Para reformar a casa ou comprar um imóvel, o consumidor tem de estar confiante em relação ao futuro, sem medo de perder o emprego. A crise certamente afetou as expectativas."

     

    O ambiente mais adverso, diz, levou a Anamaco a revisar a previsão de crescimento neste ano --de 12% para 9%, resultado assegurado pela forte expansão do primeiro semestre.

     

    Luiz Goés, da consultoria de varejo Gouvêa de Souza e M&D, afirma que a concessão de crédito já estava mais "rigorosa" e com juros maiores antes do recrudescimento da crise. Tal cenário, diz, afetou as vendas de veículos, eletrodomésticos e material de construção já em agosto.

     

    No caso de veículos, houve queda de 3,7% ante julho, segundo o IBGE. Em materiais de construção, a retração foi de 1,6%. O setor de eletrodomésticos e móveis viu as vendas se desacelerarem -de alta de 1,3% em julho para 1% em agosto.

     

    "Esses setores sensíveis ao crédito vão sofrer. O prazo ficou mais curto e a prestação aumentou. Como o que o consumidor olha é justamente se a prestação cabe no bolso, o impacto será sentido", diz Góes.

     

    João Carlos Gomes, do núcleo econômico da Fecomércio-RJ, concorda: "Há um cenário de desaceleração, que vai se intensificar".

     

    Em agosto, as vendas de veículos se contraíram (-15,3%), o que não se repetiu em setembro (alta de 10%), segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

     

    Diretor da entidade, Sérgio Reze afirma que os juros nos financiamentos subiram de 26% para 35% ao ano, mas isso não impedirá o setor de registrar um crescimento próximo a 20% neste ano. "Não vamos repetir os 28,7% de 2008, mas será um bom resultado", diz.

     

    Fonte: Folha on-line
    17-10-2008 | 13:10
               A crise financeira internacional já afeta importantes investimentos em infra-estrutura no país. A pedido de empresários que estão com dificuldade para obter financiamento, a Agência Nacional de Energia Elétrica analisa a hipótese de adiar, por até 30 dias, o leilão da linha de transmissão que levará a energia das usinas do rio Madeira (Santo Antônio e Jirau), em Rondônia, para os centros de maior consumo do país, nas regiões Centro-Oeste e Sudeste.
         
         O leilão estava marcado para o dia 31 deste mês, na Bolsa de Valores do Rio. A Aneel concorda em adiá-lo, desde que a linha de transmissão esteja pronta quando a energia das usinas começar a ser gerada. Juntas, as usinas do Madeira poderão gerar até 6.450 MW (megawatts), mas essa energia só poderá ser usada se a linha de transmissão for concluída.
         
         A linha tem 2.450 quilômetros e liga Porto Velho (RO) a Araraquara (SP). Pelas metas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), deverá ser inaugurada até o final de 2011. O investimento previsto é de R$ 7,2 bilhões. A agência poderá tomar a decisão de adiar o leilão na próxima terça-feira.
         
         De acordo com os consórcio vencedor da hidrelétrica de Santo Antônio (Odebrecht/ Furnas), a usina deverá começar a gerar energia em maio de 2012, sete meses antes do prazo previsto no contrato de concessão. Toda a energia gerada antes do prazo contratual poderá ser comercializada no mercado livre (onde grandes consumidores compram energia) a preços mais altos do que os que serão oferecidos ao mercado cativo (distribuidoras de energia).
         
         Pelo projeto original, a geração começaria em dezembro de 2012, com a entrada em funcionamento de 2 das 44 turbinas da usina.
          Fonte: 24 Horas News
    17-10-2008 | 13:10
    Mato Grosso apresentou o maior percentual do país de crescimento no acumulado de janeiro a setembro (+11,36%) de admissões com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados (15) hoje pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em coletiva à imprensa, na sede do Ministério, em Brasília. Esse percentual significa um acúmulo de 46.490 novos empregos celetistas somente neste ano no estado. Em setembro, foram criados em Mato Grosso 3.396 novos postos celetistas, apresentando crescimento de +0,75%, recorde para o período.  

     

    Ao se comparar esse resultado com setembro de 2007, quando haviam sido gerados 3.091 novos postos, percebe-se que o estado teve crescimento de 9%. O Superintendente Regional do Trabalho e Emprego em Mato Grosso - SRTE/MT, Valdiney Antônio de Arruda, acredita que os índices devem se manter positivos até o final do ano.

     

    “O crescimento do emprego deve permanecer nessa tendência já que o estado se mantém entre os que mais geram novas vagas, apesar do período de entressafra e, considerando que o setor de serviços tem se destacado em todo país, os últimos meses do ano também trarão para o Mato Grosso um incremento de novos empregos. Mais importante ainda, como temos destacado, é que esses empregos sejam criados numa perspectiva de trabalho decente, o que significa remuneração adequada e respeito às garantias trabalhistas, inclusive boas condições de saúde e segurança”.  

     

    Região Centro-oeste

     

    Na região, Mato Grosso só perde para o Goiás, que gerou 6.083 (0,73%) empregos formais. Mato Grosso do Sul se apresenta em terceiro com 2.186 (+0,61%). 

     

    Setores

     

    Em termos setoriais, Mato Grosso teve a maior contribuição do setor de Comércio, que sozinho foi responsável pela criação de 1.161 empregos formais no período (+0,94%). Serviços aparece em segundo lugar com 740 (0,61%) e logo em seguida a Indústria de Transformação 669 (+0,75%), Agropecuária 586 (+586%),Construção Civil 451 (+1,58%), Serviços de Indústria e Utilidade Pública 72, que apresentou a maior variação relativa (+3,18%), Administração Pública 17 (+0,81%) e Extrativa Mineral -300 (-9,36%). 

     

    Municípios

     

    Os números do Caged mostram que Cuiabá ocupa o primeiro lugar no ranking por município com 1.061 (+0,90%) empregos formais no mês de setembro, seguido de Sorriso 282 (+2,24%) e Várzea Grande 273 (+0,77%).

     

    Fonte: Mídia News
    17-10-2008 | 13:10
    ‘Dobradinha’ crise internacional e paralisação deixa consumidor assustado e fora da posição compradora

     

    Em dez dias, a greve dos bancários já impôs perdas de 10% ao comércio da Grande Cuiabá. Todos os segmentos, incluindo veículos, estão sentindo os efeitos da paralisação dos bancos e da falta de dinheiro em circulação. Os setores mais penalizados são eletrodomésticos, tecidos e confecções.

    Segundo levantamento do Sindicato do Comércio de Tecidos, Confecções e Armarinhos, as perdas já chegam a 10% após a greve. “Só com o Dia da Criança perdemos mais de 2%”, avalia o presidente da entidade, Roberto Peron.

    O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), José Alberto Aguiar, alertou que se a crise “demorar mais” pode afetar o giro de dinheiro no comércio.

    “Na verdade, a greve está deixando os consumidores ainda mais assustados, não bastassem os efeitos da crise no sistema financeiro mundial”, avalia Cláudio Mendonça, gerente de Vendas da City Lar.

    A loja já detecta recuo de 10% nas vendas este mês. “Acreditamos que a greve dos bancários seja a principal responsável pela retração”, avalia Mendonça, lembrando que as taxas de juro, mesmo após a crise, seguem inalteradas. “Ainda não mexemos nas taxas e, ainda assim, as vendas se retraíram. Há muita especulação e o consumidor está assustado, preferindo aguardar mais um pouco para comprar o bem desejado”. Segundo o gerente, a greve dos bancários veio como uma “ducha fria” sobre o segmento, gerando ainda mais dúvidas ao consumidor e impondo perdas em cifras.

    O Ponto Certo é outra loja que está experimentando desaquecimento nas vendas após o início da greve dos bancários, iniciada no começo da semana passada. “A crise financeira mundial já é do conhecimento de todos, mas na prática as perdas estão ocorrendo por conta da greve dos bancários”, avaliam os vendedores.

    A loja também manteve as taxas de juro nos patamares que estavam sendo adotados antes do início da crise. “Não temos previsão de alta nas taxas, mas de concreto mesmo é a pequena retração – em torno de 10% - por conta da greve. Afinal, muitos consumidores associam a paralisação dos bancos à crise, gerando uma bolha. Isso não é bom para ninguém, pois menor consumo significa menos circulação de dinheiro e menos recursos para investimentos”.

    A Facilar, que também trabalha com eletrodomésticos, tem a mesma avaliação sobre a crise financeira e a greve dos bancários. “Ambas são negativas para o comércio e só tendem a piorar a situação. Torcemos para que o governo federal faça uma intervenção para dar mais segurança aos consumidores”, afirmou um dos vendedores. Na Facilar, as taxas não sofreram mudanças e os prejuízos são motivados pela greve.

    VEÍCULOS – No segmento de veículos, a crise também já começou a ser sentida. Levantamento divulgado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) aponta recuo de 2% no número de emplacamentos.

    “Acreditamos, entretanto, que este número seja bem maior, pois o Detran teve problemas na emissão de registros e no começo deste mês houve muitos emplacamentos que estavam acumulados no final de setembro”, disse o presidente do Sindicato dos Distribuidores de Veículos de Mato Grosso (Sincodiv), Paulo Bôscolo.

    Segundo ele, o número de emplacamentos “aparenta estabilidade”, mas pode estar longe da realidade para este período de crise no sistema financeiro. “Temos muitas consultas e negócios em andamento. Porém, o fechamento das compras está lento”.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-10-2008 | 12:10
    A construtora Plaenge, que há 25 anos atua em Cuiabá, foi eleita pela revista ‘O Construtor’ uma das dez maiores do Brasil no segmento de construção residencial, ficando em sétimo lugar. Foi considerada também a maior construtora do interior do país. O reconhecimento sinaliza um caminho diferenciado de gestão, principalmente quando se percebe que, ao contrário da "moda" das empresas com capital aberto, a Plaenge optou por manter a mesma composição societária desde sua criação, há 38 anos.

    Os números mostram que o desempenho comercial da construtora se equipara aos maiores players – agentes - com capital aberto em Bolsa. "Hoje, de todos os nossos edifícios lançados, já temos mais de 75% dos apartamentos comercializados, o que nos dá um dos maiores índices do país e uma boa margem de tranqüilidade, mesmo que haja crise econômica no Brasil. A média das empresas listadas em Bolsa é de 34% no primeiro semestre de 2008", observa o diretor regional da Plaenge, Rogério Fabian Iwankiw. No histórico, a Plaenge atingiu a marca de mais de 120 empreendimentos entregues rigorosamente no prazo.

    Em 2006, a empresa optou por não abrir seu capital em Bolsa, indo contra a maré que englobou mais de 20 construtoras brasileiras nos últimos dois anos. A decisão acabou trazendo alguns pontos positivos para a Plaenge. "Na época, analisamos o cenário e concluímos que não havia por que abrir o capital. Para o nosso planejamento estratégico de crescimento, não precisávamos de mais recursos do que já tínhamos, e achávamos que a pressão de cobrança de uma empresa de capital aberto não era compatível com a gestão muito conservadora que sempre imprimimos na Plaenge. No nosso segmento, quase sempre é prudente ser muito conservador, e as empresas de capital aberto são pressionadas demais a ser arrojadas", afirma Rogério Fabian.

    Outro diferencial da Plaenge é o conhecimento das cidades onde trabalha e o extenso banco de terrenos da empresa, capaz de garantir lançamentos de alto padrão em Cuiabá até 2012. "Investimos fortemente na aquisição de terrenos estratégicos porque é o nosso insumo mais importante", pondera.

    LANÇAMENTO - Nesta semana, a Plaenge realizou mais um lançamento em Cuiabá – o edifício Innovare, no conceito de condomínio-clube, na região do Jardim das Américas. Já no início de 2009, começam as vendas do edifício Sofisticato, na região do Goiabeiras.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-10-2008 | 12:10
    A crise que assola o mercado financeiro mundial mobilizou a atenção dos governos rapidamente. Disse, recentemente o presidente americano George W. Bush: "Esta é uma séria crise global e por isso precisa de uma resposta global séria para o bem de nossas populações". Bom seria se o mesmo presidente tivesse essa visão e tamanha rapidez ao se valer das soluções para as questões ambientais, a médio e longo prazo.

     

    Crise na economia nos próximos anos pode resultar significativamente da área ambiental em escala global. E a causa disso pode estar na falta de empenho coletivo de forma mais séria, agora. O governo americano pensa mover céus e terra para salvar a economia americana. Mas essa crise pode ser o início de uma situação muito mais séria, arraigada na cultura do capitalismo selvagem de países altamente poluidores, a começar por lá.

     

    Os cientistas mostram através de medições que se o nível de CO2 continuar aumentando como tem ocorrido nas últimas três décadas, a economia mundial poderá sofrer um colapso, em pouco tempo, caso continue assim nas próximas duas décadas. Os líderes mundiais possuem grande responsabilidade em orientar e implantar soluções macro.

     

    Mas, toda e qualquer mudança que produza resultados em favor do planeta não pode ser esperada apenas dos governos e organizações, nem de cientistas ou ecologistas. Deve partir de cada cidadão. Quem produz deve respeitar o meio ambiente. Mas, quem consome deve se responsabilizar pelo que está levando pra casa ou para o uso no dia-a-dia.

     

    Os governos podem criar políticas de desenvolvimento e ter a iniciativa privada e demais setores como parceiros. Os cientistas têm subsídios para uma avaliação dos efeitos provocados. No entanto, o maior poder é o do indivíduo, que começa pela educação dentro de casa, no convívio social e no trabalho, e resulta em uso e consumo.

     

    Contudo, para pôr em prática, mesmo as pequenas ações, que antes não faziam parte da rotina de cada um, e que agora fazem a diferença no contexto global devido às mudanças climáticas, é preciso de muita coragem. Ainda tem gente que considera "mico" guardar uma latinha até encontrar um local adequado, levar menos sacolas do supermercado, ou nem levar, se possível, e até mesmo selecionar o lixo em casa. E esse é um movimento replicado em grande escala, como nas indústrias e nos governos dos países que mais poluem.

     

    O físico austríaco Fritjof Capra, que desenvolve trabalho na área da educação ambiental, e estará no Brasil em novembro deste ano, ocasião em que vai orientar um evento sobre gestão de pessoas em Cuiabá, define que jamais a civilização humana teve no âmbito do planeta, o poder destruidor que a sociedade atual possui. A humanidade está num momento de definição histórica, segundo a agenda 21, em 2005. "Estamos chegando a um momento decisivo como indivíduos, como sociedade e como civilização", afirma Capra.

     

    "Quanto mais estudamos os principais problemas de nossa época, mais somos levados a perceber que eles não podem ser entendidos isoladamente, sendo problemas sistêmicos, interligados e independente", conclui físico Capra. A Terra entrou num período em que as mudanças no clima ocorrem de forma diferente das anteriores, pois as alterações atuais têm a predominância humana como causa. Peter Drucker, o pai da administração moderna, disse que "O século XX testemunhou o surgimento de uma nova e importante tarefa: proteger a natureza do ser humano".

     

    Segundo dados da Word Wide Fund For Nature, a taxa de crescimento da população no século XX foi maior do que em todos os outros períodos da humanidade. Em 1950 havia 2,5 bilhões de pessoas. A Organização das Nações Unidas prevê que em 2050 o mundo terá 9 bilhões de seres humanos na face da Terra, e como se sabe, todos poluidores em potencial. Muito de preservação, conservação e consciência precisa se estabelecer daqui pra frente.

     

    É preciso fazer diferente, dentro de casa. O resto é reflexo. Enquanto houver "maquiagem verde" nas empresas, ou seja, enquanto fizerem mais publicidade do que atividades sustentáveis, tudo será falso. Enquanto cada indivíduo também ficar à espera de políticas que mudem a vida de todos, sem que cada um faça a sua parte, poderá ser tarde demais. A crise é mais que econômica e não será apenas ambiental. É crise de atitude.

     

    Jair Donato é jornalista em Cuiabá, consultor, life coach, professor universitário - especialista em Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida. E-mail: jairdomnato@gmail.com

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-10-2008 | 12:10
    A crise que assola o mercado financeiro mundial mobilizou a atenção dos governos rapidamente. Disse, recentemente o presidente americano George W. Bush: "Esta é uma séria crise global e por isso precisa de uma resposta global séria para o bem de nossas populações". Bom seria se o mesmo presidente tivesse essa visão e tamanha rapidez ao se valer das soluções para as questões ambientais, a médio e longo prazo.

     

    Crise na economia nos próximos anos pode resultar significativamente da área ambiental em escala global. E a causa disso pode estar na falta de empenho coletivo de forma mais séria, agora. O governo americano pensa mover céus e terra para salvar a economia americana. Mas essa crise pode ser o início de uma situação muito mais séria, arraigada na cultura do capitalismo selvagem de países altamente poluidores, a começar por lá.

     

    Os cientistas mostram através de medições que se o nível de CO2 continuar aumentando como tem ocorrido nas últimas três décadas, a economia mundial poderá sofrer um colapso, em pouco tempo, caso continue assim nas próximas duas décadas. Os líderes mundiais possuem grande responsabilidade em orientar e implantar soluções macro.

     

    Mas, toda e qualquer mudança que produza resultados em favor do planeta não pode ser esperada apenas dos governos e organizações, nem de cientistas ou ecologistas. Deve partir de cada cidadão. Quem produz deve respeitar o meio ambiente. Mas, quem consome deve se responsabilizar pelo que está levando pra casa ou para o uso no dia-a-dia.

     

    Os governos podem criar políticas de desenvolvimento e ter a iniciativa privada e demais setores como parceiros. Os cientistas têm subsídios para uma avaliação dos efeitos provocados. No entanto, o maior poder é o do indivíduo, que começa pela educação dentro de casa, no convívio social e no trabalho, e resulta em uso e consumo.

     

    Contudo, para pôr em prática, mesmo as pequenas ações, que antes não faziam parte da rotina de cada um, e que agora fazem a diferença no contexto global devido às mudanças climáticas, é preciso de muita coragem. Ainda tem gente que considera "mico" guardar uma latinha até encontrar um local adequado, levar menos sacolas do supermercado, ou nem levar, se possível, e até mesmo selecionar o lixo em casa. E esse é um movimento replicado em grande escala, como nas indústrias e nos governos dos países que mais poluem.

     

    O físico austríaco Fritjof Capra, que desenvolve trabalho na área da educação ambiental, e estará no Brasil em novembro deste ano, ocasião em que vai orientar um evento sobre gestão de pessoas em Cuiabá, define que jamais a civilização humana teve no âmbito do planeta, o poder destruidor que a sociedade atual possui. A humanidade está num momento de definição histórica, segundo a agenda 21, em 2005. "Estamos chegando a um momento decisivo como indivíduos, como sociedade e como civilização", afirma Capra.

     

    "Quanto mais estudamos os principais problemas de nossa época, mais somos levados a perceber que eles não podem ser entendidos isoladamente, sendo problemas sistêmicos, interligados e independente", conclui físico Capra. A Terra entrou num período em que as mudanças no clima ocorrem de forma diferente das anteriores, pois as alterações atuais têm a predominância humana como causa. Peter Drucker, o pai da administração moderna, disse que "O século XX testemunhou o surgimento de uma nova e importante tarefa: proteger a natureza do ser humano".

     

    Segundo dados da Word Wide Fund For Nature, a taxa de crescimento da população no século XX foi maior do que em todos os outros períodos da humanidade. Em 1950 havia 2,5 bilhões de pessoas. A Organização das Nações Unidas prevê que em 2050 o mundo terá 9 bilhões de seres humanos na face da Terra, e como se sabe, todos poluidores em potencial. Muito de preservação, conservação e consciência precisa se estabelecer daqui pra frente.

     

    É preciso fazer diferente, dentro de casa. O resto é reflexo. Enquanto houver "maquiagem verde" nas empresas, ou seja, enquanto fizerem mais publicidade do que atividades sustentáveis, tudo será falso. Enquanto cada indivíduo também ficar à espera de políticas que mudem a vida de todos, sem que cada um faça a sua parte, poderá ser tarde demais. A crise é mais que econômica e não será apenas ambiental. É crise de atitude.

     

    Jair Donato é jornalista em Cuiabá, consultor, life coach, professor universitário - especialista em Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida. E-mail: jairdomnato@gmail.com

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-10-2008 | 12:10
    Esta semana o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No balanço, Mato Grosso é apontado como recordista no saldo de empregos. Até o nono mês do ano o Estado consolidou no mercado de trabalho 46,490 mil vagas, diferença entre as 260,434 mil contratações e 213,944 mil demissões registradas de janeiro a setembro. O mês de setembro, aliás, teve fechamento importante para

     

    Mato Grosso. De acordo com o Caged, o Estado seguiu o ritmo nacional de recorde de geração de empregos e teve 3.396 novos postos celetistas criados no mês em questão, apresentando crescimento de 0,75% em relação ao estoque de agosto - o melhor resultado do MT para o período em toda a série histórica do Caged.

     

    Os dados evidenciam que o Estado mantém a característica de ser um forte gerador de empregos. Agropecuária, comércio, indústria e serviços oferecem boas oportunidades para quem está em busca de colocação no mercado. Há cidades em que o desenvolvimento econômico tem atraído tão grande número de trabalhadores que é difícil encontrar um imóvel para alugar.

     

    Mas, mesmo diante de um panorama favorável ao Estado, não se pode esquecer que um fator ainda trava contratações e gera demissões: a falta de qualificação do trabalhador. O preparo em questão não diz respeito apenas ao ensino regular, mas também ao técnico. O desempenho do trabalhador precisa, necessariamente, acompanhar o desenvolvimento tecnológico. Portanto, atualmente, seja na lavoura ou no canteiro de obras, o mercado de trabalho não assegura espaço para aqueles que não dispõem de preparo adequado.

     

    Por este motivo, governo e entidades não-governamentais têm disponibilizado, com freqüência, oportunidades de qualificação para atuação em diversos setores. Em Mato Grosso o leque de atividades contempladas vai desde vaqueiro até operador de máquinas agrícolas e pedreiro. Em muitos casos os cursos são gratuitos e resultam em contratações imediatas.

     

    Fica a torcida para que o estado se mantenha sempre em destaque no ranking nacional da geração de empregos e que os investimentos na qualificação profissional também sigam em curva de crescimento. Trabalhador qualificado tem bem maior chance de consolidar espaço no mercado e, como conseqüência, proporcionar mais qualidade de vida para a família e garantir a formação educacional de seus filhos, futuros trabalhadores.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-10-2008 | 12:10
    A definição de uma trajetória ascendente nos pregões em Nova York ontem à tarde, em especial a ampliação das altas na última hora de pregão, ajudou a reduzir drasticamente as perdas na Bovespa. Mas a forte pressão de baixa em razão do declínio no preço das commodities, com o petróleo abaixo dos US$ 70 pela primeira vez desde agosto de 2007, por exemplo, impediu que o Ibovespa fechasse no azul. O índice brasileiro encerrou em queda de 1,06%, aos 36.441,72 pontos.

     

    Apenas na abertura do pregão conseguiu sustentar-se em território positivo, quando subiu 1,52%, aos 37.394 pontos, na máxima. Na mínima, chegou perto do limite para que fosse acionado o circuit breaker ao cair 8,36%, para 33.752 pontos.

     

    Nesta semana, o Ibovespa ainda acumula variação positiva de 2,34%, mas, no ano, cai 42,96%. "Não existe mais análise fundamental para operar no mercado. O que manda é o psicológico", disse um experiente profissional da área de renda variável para explicar o comportamento volátil nas operações ontem "O Ibovespa até reagiu no final e quase fechou no azul. Mas foi uma recuperação sem consistência", complementou outro profissional do mercado.

     

    Em Wall Street, o índice Dow Jones encerrou em 8.979,26 pontos, com valorização de 4,68%. O S&P-500 aumentou 4,25%, para 946,43 pontos. E o Nasdaq Composite ganhou 5,49%, aos 1.717,71 pontos. No mercado de câmbio, o dólar caiu após servir de refúgio para os investidores e operar em alta na maior parte da sessão por causa da perspectiva de recessão nos Estados Unidos e Europa.

     

    O dólar no mercado à vista encerrou em baixa, após subir pela manhã até a máxima de R$ 2,239 (3,42%) no balcão. No final, o pronto caiu 0,16%, a R$ 2,1595 na BM&F, e 0,23%, a R$ 2,160 no balcão.

     

    A inversão de sinal no fim da sessão ocorreu em meio a um aumento da oferta de moeda por tesourarias de bancos, assegurada pela injeção de liquidez do Banco Central, e a firme melhora das bolsas norte-americanas.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10
    A campanha de vacinação contra rubéola foi prorrogada para o dia 31 deste mês. Nesse prazo de 16 dias, Mato Grosso precisa imunizar 117,8 mil homens e mulheres na faixa etária de 12 a 39 anos, o que representa 8% da população de 1,472 milhão de habitantes com essas idades. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de que 95% da população seja vacinada, mas em Cuiabá ainda faltam 50,25 mil pessoas e em Várzea Grande, 33,4 mil. Para chegar ao objetivo, os dois municípios iniciarão um "arrastão" para aplicar vacinas de casa em casa, todos os dias, das 19h às 21h.

     

    Em Várzea Grande, o paciente que não comprovar a imunização por meio do cartão de vacina, mesmo que realmente tenha tomado a dose, terá ser vacinado novamente. A gerente da Vigilância Epidemiológica, Maria Guimarães, explica que ninguém será forçado, mas a orientação às equipes é para tentar o convencimento. Além das 18 equipes do Programa de Saúde da Família (PSF), que oferecem cobertura de 24% na cidade, outras 8 equipes volantes compostas por enfermeiros e técnicos de enfermagem vão focar nas residências. "Caso haja recusa, vamos pedir para ver o cartão e explicar as consequências, mas vai depender do bom senso de cada um aderir".

     

    O mesmo procedimento também será adotado na Capital. A gerente de imunização da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Welignem Leite, explica que existem equipes divididas por turnos. Durante o dia, o enfoque continua nos ambientes públicos, como shoppings, supermercados, hospitais, igrejas, feiras e escolas, além das unidades de saúde, como PSFs, centros de saúde e policlínicas. À noite, os técnicos se deslocarão emergencialmente para os bairros CPA (1, 2, 3 e 4), Tijucal e São Gonçalo, onde os índices de cobertura vacinal são mais baixos. "A gente apela para que as famílias nos atendam".

     

    Numa abordagem realizada no Pantanal Shopping ontem à tarde, a houve grande adesão. O estudante Adonias Barros, 16, que não fazia idéia do benefício da vacina, resolveu participar. "Só doeu um pouco". Para o empresário Joacy Almeida Filho, 25, casado, a oportunidade veio na hora certa, pois ele não teve tempo de ir ao posto de saúde. "A comodidade ajudou".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10

    Encontrar trabalho está mais fácil em Mato Grosso. Mensalmente o Ministério do Trabalho e

    Emprego (MTE) anuncia recordes na geração de vagas no país e o Estado não fica atrás.

     

    Segundo dados divulgados ontem pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do MTE, o saldo de empregos em Mato Grosso fechou os nove primeiros meses com 46,490 mil vagas, diferença entre as 260,434 mil contratações e 213,944 mil demissões registradas de janeiro a setembro. O saldo é 20,5% maior que o do ano passado, quando somou 38,555 mil empregos formais. O acesso às empresas é ainda mais facilitado por haver encaminhamento, sendo o Sistema Nacional do Emprego (Sine) um dos que cadastram e encaminham as pessoas que estão à procura de emprego. Quem não teve de esperar muito para ser contratada foi a estudante Suener Santos Cruz, 20, que após se cadastrar no Sine foi chamada para uma entrevista 10 dias depois e que no dia seguinte começou a trabalhar como auxiliar-administrativa.

     

    Já Sebastiana Maria de Barros ficou afastada do mercado de trabalho por dois anos, devido à problema de saúde da filha. No caso dela, a efetivação em uma empresa demorou um pouco, cerca de cinco meses, mas não por falta de oportunidade. "Havia várias propostas, mas como moro no CPA e as vagas eram para bairros distantes como o Distrito Industrial, as empresas davam preferência para que morava mais perto".

     

    Sebastiana diz estar satisfeita. Desempenha a função de auxiliar de escritório, ajudando a controlar as finanças da empresa e não teve dificuldade em executar as tarefas, pois no emprego anterior também trabalhava no setor financeiro. "O Sine também ajuda bastante na hora de encontrar emprego e tenta diminuir as limitações, como a da distância, por exemplo, entre a residência e o trabalho da pessoa", diz Sebastiana.

     

    Suener destaca que teve uma vantagem na hora de conseguir o emprego. "Fiz vários cursos, de informática e de atendimento ao público, que me ajudaram na hora de ser selecionada".

     

    A assessora de Qualificação Profissional do Sine, Rosenei Calsavara, considera que a qualificação é uma ferramenta extra na hora de escolher um candidato, mas que não é tudo, pois como o mercado está aquecido ele sinaliza as maiores necessidades oferece oportunidades.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10
    Apesar do agravamento da crise financeira internacional, o Brasil deve encerrar o ano com 2,1 milhões de novos empregos com carteira assinada, segundo as projeções do Ministério do Trabalho. A previsão foi anunciada ontem, com entusiasmo, pelo ministro Carlos Lupi ao informar que de janeiro a setembro a economia acumula um saldo positivo de 2,086 milhões de novas ocupações formais.

     

    É a primeira vez que essa marca é alcançada em um único ano, pela série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) iniciada em 1992. Lupi demonstrou otimismo ao afirmar que só espera "algum" reflexo negativo da crise internacional no mercado de trabalho brasileiro a partir do segundo semestre de 2009. Isso porque, segundo ele, os investimentos e a produção das empresas brasileiras não vão parar, mesmo que os países desenvolvidos desacelerem o crescimento econômico no ano que vem.

     

    Perspectivas - Ao contrário do que prevê a maioria dos economistas, ele acredita que o mercado interno continuará aquecido garantindo o ritmo de crescimento brasileiro. "A crise deve afetar as nossas exportações e a agricultura porque impõe dificuldades para se conseguir recursos lá fora, mas isso está sendo compensado pela ação rápida e ágil do Banco Central de liberar depósitos compulsórios", afirmou ele.

     

    Ainda assim, o ministro Carlos Lupi disse esperar que sejam criados no país pelo menos 1,8 milhão de novos empregos no ano que vem.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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