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Domingo, 20 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    29-09-2008 | 14:09
    Inscrições prorrogadas: concorra a um pacote completo para os Lençóis Maranhenses

     

    Quem fizer a inscrição para o Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC) até o dia 05 de outubro vai concorrer a um pacote para conhecer as belezas exóticas dos Lençóis Maranhenses.

     

    Lagoas de águas azuis perdidas em um imenso deserto, com dunas de até 40 metros. O Parque Nacional dos Lençóis é um paraíso ecológico de 155 hectares. Lá é possível fazer passeio pelo Rio Preguiças e pelas dunas, até as lagoas; conhecer a praia de Caburé, um povoado ladeado pelo rio e pelo mar, o farol de Mandacaru, com sua maravilhosa vista 360º da região, e outras exuberâncias que a natureza reservou somente para os Lençóis Maranhenses.

     

    Michéle Cerveira
    29-09-2008 | 12:09
            Os materiais de construção estão mais caros este ano e a elevação dos preços já se reflete nos valores dos imóveis voltados para a baixa renda, público cuja renda média é de cinco a dez salários mínimos.

     

     

     Muito sensíveis ao aumento dos custos e sem espaço para comprometer as margens, todas as empresas com atuação nesse segmento reajustaram seus preços.

     

     

     

            No acumulado do ano, o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), medido pela Fundação Getúlio Vargas, está em 9%.

     

     

     Nos últimos doze meses, a elevação é de 11%.

     

     

     

     Em agosto, os preços subiram 1,27%, mas a maior alta do ano aconteceu em junho, quando os preços subiram 2,67%.

     

     

     

            O cimento, por exemplo, foi o item com maior reajuste de preços dos últimos 12 meses encerrados em agosto.

     

     

    O produto, que está em falta em algumas regiões, já teve um aumento 28,7% no período, segundo levantamento do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

     

     

     

            Na Goldfarb, os preços de vendas dos apartamentos tiveram um reajuste entre 18% e 20%.

     

     

    "Não tem como manter o preço com um custo de produção tão elevado", afirma Milton Goldfarb.

     

     

    A empresa vende apartamentos a partir de R$ 65 mil.

     

     

     

            Na MRV, o preço final dos apartamentos subiu na mesma proporção do INCC.

     

     

    Segundo Leonardo Corrêa, estão cerca de 10% mais caros este ano.

     

     

     Na Rodobens, os preços das casas estão entre 5% e 10% mais caros.

     

     

     

             E os compradores estão assimilando essa alta? A conta que o consumidor faz é se a prestação cabe no bolso e como as condições de crédito estão melhores, o aumento do preço ainda não afeta as vendas.

    Fonte: CBIC
    29-09-2008 | 12:09
    Em 12 meses até agosto, consumo do produto subiu 12% e o preço, 28,7%; fabricantes negam escassez

     

     Falta cimento no mercado.

     

     É o que dizem os construtores, os varejistas e os consumidores, embora os fabricantes do produto neguem.

     

    Todos estão de acordo, no entanto, que desde 2006 a demanda pelo material tem crescido gradativamente, puxada pelo aquecimento do mercado imobiliário e pelo aumento da renda da população - que tem se animado a construir ou encarar reformas para ampliar a casa.  

             

             

            Com o produto escasso e a procura alta, vale a lei de que os preços sobem.

     

     

    No acumulado de 12 meses até agosto, segundo dados da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco), o consumo do produto cresceu 12% no volume físico, em relação a 2007.

     

     

     

            O preço, por sua vez, aumentou 28,7% no mesmo período, de acordo com levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP).

     

     

            "Num país que diz que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é de 6%, estamos com produtos básicos subindo acima de 25%.

     

     

    É uma brutalidade esse aumento de preços na construção, num momento de aquecimento do setor.  E é claro que aumentos desse nível vão trazer inúmeros problemas", disse Sérgio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP.

     

      

            Há cerca de três semanas, duas fábricas da Votorantim Cimentos - uma em Itaú de Minas (MG) e outra em Santa Helena (SP) - tiveram a produção parcialmente paralisada para manutenção de equipamentos. Na segunda-feira passada, as fábricas voltaram a funcionar normalmente, segundo a empresa.

      

     Mas a redução no ritmo de fabricação do produto ao longo de quase duas semanas preocupou o mercado e pressionou ainda mais os preços.

     

     

            "Estamos com falta de produtos numa conjuntura de demanda alta, o que provoca movimentação especulativa, já que não existe produto alternativo ao cimento. No varejo vai valer de tudo", disse Watanabe.

     

     

            A falta do produto foi sentida principalmente no interior paulista.No eixo de Jundiaí a Ribeirão Preto, a distribuição foi reduzida em 30%, segundo a Anamaco.

     

      Numa pesquisa feita pela instituição em lojas de materiais de construção, na quarta-feira passada, o preço do saco do cimento variava de R$ 14 a R$ 40.

     

      

            Se no varejo a alta do cimento aperta as contas de quem reforma a casa, na indústria isso pode provocar atrasos no cumprimento de contratos.

     

     

    "As obras em andamento hoje não serão paralisadas, mas podem ter o cronograma reprogramado", diz Watanabe.

     

    Já as construções ainda em projeto correm risco de serem adiadas.

     

     

            O presidente da Anamaco, Cláudio Conz, concorda que a escassez do cimento inflaciona o preço no varejo, mas frisa que a elevação do preço dos combustíveis também é fator de pressão significativo.

     

     

     "O sentimento de falta é efetivo.

     

     

     Porém, houve reajuste nos fretes, o que obviamente influenciou o preço final." Segundo a entidade, 77% da produção do cimento é consumida por pessoas físicas.A Votorantim Cimentos, detentora de 40% do mercado no País, nega que o produto esteja em falta.

     

       

    "Na verdade, o que existe é que o estoques estão muito pequenos e qualquer paralisação necessária na produção gera dois ou quatro dias de pequeno desabastecimento, o que é contornável", afirmou Marcelo Chamma, diretor-comercial da empresa.

     

     

     A Votorantim trabalha a plena carga.  O executivo nega também que o aumento de preço sentido no varejo tenha origem na fábrica. Segundo ele, desde abril, a tabela está congelada.

     

     

    "O mercado está muito ansioso. A situação é muito menos crítica do que se levanta. É interessante entrar em especulação em alguns setores, principalmente para as lojas", diz.

     

    Procurada, a Cauê Cimentos, braço do grupo Camargo Corrêa, não comentou a falta do produto nem o aumento de preços. Apenas informou, por meio de nota que, entre janeiro e agosto, vendeu 2,9 milhões de toneladas de cimento cinza no País, o que representa um crescimento de 26% em relação a igual período de 2007.

     

    Fonte: CBIC
    29-09-2008 | 12:09
            Não bastasse a atual volatilidade das ações das empresas de construção na bolsa paulista, agora elas têm de enfrentar mais um desafio: implementar o International Financial Reporting Standards (IFRS).

     

     

     "É uma mudança contábil.  O lucro não será menor, mas apresentará volatilidade", explica Paul Sutcliffe, sócio líder de IFRS da Ernst & Young.  Isso cairá como uma bomba num momento como este.

     

     

     Entre as 24 companhias do ramo imobiliário que fizeram Oferta Inicial de Ações (IPO, sigla em inglês) de 2004 até hoje, doze tiveram desvalorização neste ano. Em alguns casos a desvalorização bateu em 50%, gerando um forte movimento de consolidação.

     

     

    Entre os negócios mais recentes há o da Brascan que comprou a Company e a Gafisa incorporando a Tenda.

     

     

     

     A expectativa para novos anúncios é tão grande, que as empresas procuradas preferiram não dar entrevista.

     

     

     

            Os contratos de construção do setor imobiliário têm uma interpretação à parte dentro do pacote IFRS feita pelo International Financial Reporting Interpretations Committee (IFRIC), conhecida como IFRIC 15, em razão das especificidades da indústria.

     

     

     Mas as incorporadoras serão mais afetadas em razão da mudança no método de contabilizar a receita e os custos do empreendimento nas demonstrações financeiras.

     

     

     

     No Brasil é uma prática comum das construtoras brasileiras iniciarem as vendas dos seus empreendimentos bem antes do início da construção, mantendo esse método durante o período das obras.

     

     

     São assinados os chamados "Pre Completion Contracts" para aquisição de uma unidade imobiliária na planta.

     

     

     

            "A principal mudança com a adoção do IFRIC 15 será o reconhecimento da receita nas demonstrações financeiras apenas quando a obra estiver concluída, o chamado período de entrega das chaves, e não mais o reconhecimento no decorrer da construção", diz Sutcliffe.

     

     

     Hoje, a norma adotada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) diz que o valor dos imóveis vendidos na planta pode ser reconhecido à medida que a obra avança.

     

     

     

            "A implementação do IFRIC 15, que será regulamentado pelo CFC, vai requerer das construtoras um planejamento mais preciso em relação ao prazo das obras e entrega das chaves, pois estes itens serão cruciais para o reconhecimento da receita", diz Sutcliffe.

     

     

     Segundo ele, há uma polêmica mundial sobre o assunto.

     

     

     

     Na Europa, poucas empresas vendem imóveis na planta como no Brasil, o que torna o assunto menos prioritário.

     

     

     

     Mas em Dubai, nos Emirados Árabes, que tem vivido um boom na construção civil como o Brasil, a mudança contábil sucinta discussões calorosas.

     

     

    Os países com dificuldades de cumprir as determinações do IFRS levam seus questionamentos ao comitê do IFRS.

     

     

    "Mas dificilmente conseguirão mudar pontos relevantes", acredita o sócio da Ernst.

     

     

     

            Para ilustrar o impacto, o consultor cita como exemplo um condomínio residencial de 200 apartamentos, vendidos na planta, em outubro de 2006, com a entrega das chaves em 30 de junho de 2008.

     

     

    Pelas normas atuais, o lucro bruto no primeiro ano seria de R$ 750 mil, passando para R$ 3 milhões no ano seguinte e para R$ 1,25 milhão no final do empreendimento, totalizando no período R$ 5 milhões.

     

     

     

            Considerando que os riscos e benefícios estavam a cargo da entidade até a entrega das chaves e que não era possível fazer alterações significativas nos apartamentos, mesmo quando comprados na planta, o lucro bruto ficará zerado nos dois primeiros anos com a adoção do IFRIC 15, para em 2008 apresentar os mesmos R$ 5 milhões da contabilização feita com a atual resolução CFC 963/03.

     

     

     

            Sutcliffe estima que os construtores menores sofrerão impacto maior do que os grandes grupos, com um fluxo mais intenso de entrega de chaves.

     

     

     

    "Os grandes têm um fluxo mais intenso de entrega de chaves pelo volume de empreendimentos em carteira.

     

     

    Já uma incorporadora de pequeno porte, que não tenha um calendário mensal de entrega de empreendimentos, passará um período sem apropriar lucro", explica.

     

     

     

            Para o consultor, o grande desafio será educar analistas e acionistas.

     

     

     Se o analista entender bem, o setor pode correr um risco menor diante da mudança.

     

     

     "Será preciso um forte trabalho para educar os analistas e acionistas.

     

     

     É só uma lei contábil e não tem qualquer impacto.

     

     

    O importante é que o IFRS faz com que as empresas apresentem seus balanços em uma linguagem mais fácil de comparabilidade".

     

    Fonte: CBIC
    29-09-2008 | 12:09
    O estoque de crédito concedido pelas instituições financeiras no Brasil manteve, nos primeiros oito meses de 2008, um ritmo de crescimento superior ao da economia do país, saindo de 34,7% para 38% do Produto Interno Bruto, do fim de 2007 até fim de agosto desse ano.

     

     

     Nominalmente, a expansão também foi expressiva, 18,6%, fazendo com que a carteira fechasse o mês em mais de R$ 1,11 trilhão.

     

     

     

            A julgar pelas estatísticas divulgadas na sexta-feira pelo Banco Central, não há, porém, nenhum sinal consistente de que essa ampliação da oferta de crédito no Brasil tenha ocorrido sem a devida prudência por parte do conjunto do sistema financeiro - tema de questionamento de muita gente depois que o mercado financeiro americano entrou em colapso por causa de operações demasiadamente arriscadas no segmento imobiliário.

     

     

     

            Segundo dados do BC brasileiro, as operações com tomadores classificados como inadimplentes (com parcelas em atraso há mais de 90 dias) fecharam agosto em 3% do total da carteira.

     

     

    Relativamente a julho, quando o percentual caiu para 2,9%, houve ligeira elevação.

     

     

     Ainda assim, trata-se de um nível de inadimplência inferior ao existente no fim de 2007 (3,2%) e mesmo em maio de 2008 (3,1%).

     

     

     Em relação a janeiro de 2007, quando o percentual era de 3,8%, a queda é ainda mais significativa.

     

     

     

            Nos bancos públicos especificamente, a fatia das operações com parcelas em atraso há mais de 90 dias saiu de 2% para 2,3% do total da respectiva carteira de julho para agosto.

     

     

     

     Mas, além de estar abaixo do que era em dezembro (2,5%), esse nível ainda é inferior à média do sistema financeiro.

     

     

     Nos bancos privados de controle nacional, onde é de 3,5%, a inadimplência não se alterou no mês, mas também está inferior ao que era em dezembro (3,7%).

     

     

    Nos bancos privados de controle estrangeiro, a inadimplência fechou agosto em 3,2%, abaixo do nível de julho (3,3%) e acima do de dezembro (3,1%).

     

     

     

            A qualidade da expansão do crédito no Brasil pode ser aferida também pela participação, no total de operações, daquelas com melhor classificação de risco (AA, A, B ou C).

     

     

    Definidos como de "risco normal" pelo BC, esses créditos representavam, no fim de agosto, 92,2% do total da carteira, patamar muito semelhante ao de dezembro de 2007 (92,0%).

     

     

     

            Ainda conforme o BC, o nível de provisões do sistema para créditos de difícil recuperação subiu de 5,2% para 5,3% de julho para agosto.

     

     

     Em dezembro, essa fatia era de 5,5% da carteira.

     

     

    A queda, no ano, deve-se ao ligeiro recuo da inadimplência ao longo do mesmo período, de 3,2% para 3% como já citado.

     

     

            Não há, nas tabelas do BC, um número que permita verificar a inadimplência específica de pessoas físicas e jurídicas em relação ao total da carteira.

     

     

     Essa separação só é feita em relação a operações usadas como referência para apuração de taxas de juros e cujo saldo fechou agosto em R$ 618 bilhões, cerca de 55% do total apenas.

     

     

     

    Em relação a esses créditos, a inadimplência das pessoas físicas saiu de 7,3% para 7,5% em agosto, o mais alto nível desde janeiro de 2007.

     

     

    Em maio, no entanto, o percentual já tinha alcançado 7,4% e depois caiu.

     

     

    Em relação à mesma amostra da carteira, a inadimplência das empresas manteve-se em 1,7% em agosto, nível igual ao dos dois meses anteriores e inferior ao de dezembro de 2007 (2%).

     

     

     

            Consideradas operações oriundas de recursos livremente aplicados pelos bancos, o volume de crédito subiu nominalmente 2,5% no mês e 20,7% desde início do ano, atingindo R$ 797,82 bilhões em agosto, incluídos as operações referenciais para taxas de juros (a diferença para R$ 1,11 trilhão refere-se a crédito direcionado).

     

     

    Dentro do estoque do crédito livre, as operações com pessoas físicas cresceram menos do que as com pessoas jurídicas, indicando que a expansão foi mais voltada à produção e não ao consumo.

     

     

     Até agosto, a evolução foi, respectivamente, de 18,1% e de 23,1% no ano e de 1,5% e 3,4% no mês.

     

     

    Dentro do volume de crédito livre a pessoas jurídicas , cresceram menos as operações com recursos captados pelos bancos no exterior.

     

     

    A expansão foi, nesse caso, de 2,2% no mês de de 8,9% no ano.

     

     

    No trimestre terminado em agosto, no entanto, houve retração de 2,1%.

     

     

    Fonte: CBIC
    29-09-2008 | 12:09
    A crise financeira internacional não abalou, pelo menos até o momento, a confiança da Volvo Construction Equipment (Volvo CE) no desempenho dos negócios na América Latina. A empresa, que fabrica escavadeiras, pás carregadeiras, mini-carregadeiras, motoniveladoras e caminhões articulados em Pederneiras (SP), prevê uma receita superior a US$ 500 milhões nos países da região em 2008. No ano passado, a empresa de origem sueca alcançou US$ 388,5 milhões. Esse valor não inclui US$ 250 milhões em exportações para os Estados Unidos, Europa e África, com alta de 25% sobre 2007.

    Pelo lado das vendas físicas, a expectativa é de crescimento de 62% no Brasil, para 1,7 mil máquinas e equipamentos, e 34% na América Latina, para 3,5 mil, informa o presidente da Volvo CE Latin America, Yoshio Kawakami.

     

    Para o próximo ano, a estimativa preliminar da Volvo é de alta de 10% a 15% no país e de até 25% na região, devido à conquista de novos espaços no mercado mexicano e da América Central. A redução da taxa de crescimento deve ocorrer devido à base de comparação elevada de 2008 e não em função da crise financeira global, entende o executivo.

     

    Segundo Kawakami, a turbulência dos mercados não provocou interrupção no fechamento de novos contratos porque os equipamentos da empresa são demandados por setores que fazem investimentos industriais e de infra-estrutura de longo prazo que não podem ser interrompidos. "Vai haver alguma influência (da crise) no Brasil e na América Latina, mas estamos otimistas porque a necessidade de investimentos em infra-estrutura e na produção de commodities segue alta", disse o executivo.

     

    Na opinião do executivo, mesmo afetado pela crise, o Brasil, que representa 53% do faturamento da fabricante na América Latina, terá condições de se recuperar mais rapidamente do que outros países devido à situação macroeconômica mais favorável. Segundo ele, o país também tem grande potencial de crescimento ancorado no desenvolvimento de energias alternativas, na exploração do petróleo na camada pré-sal (Bacia de Santos), em outros tipos de obras e na produção de commodities agrícolas.

     

    A divisão de máquinas e equipamentos representa cerca de 25% das receitas do grupo Volvo no Brasil, atrás apenas do segmento de caminhões e ônibus, que oscila entre 50% e 60%, informou Kawakami. No mundo, a Volvo CE faturou US$ 8,3 bilhões em 2007, ante uma receita total do conglomerado sueco de US$ 42,2 bilhões, e neste ano deve ultrapassar a faixa dos US$ 10 bilhões.

     

    O crescimento das operações da empresa também está exigindo investimentos na rede de distribuidores autorizados. No Rio Grande do Sul, a Linck aplicou R$ 5 milhões na transferência da sua sede em Porto Alegre para o município de Eldorado do Sul, na região metropolitana da capital gaúcha, disse a diretora-superintendente Suzana Linck. Segundo o diretor comercial José Honorato de Moraes, além de ser dotada de melhor infra-estrutura, a nova sede está situada em uma região com acesso rodoviário mais fácil.

     

     

    Fonte: NTC e logística     
    29-09-2008 | 12:09
         Mato Grosso cresce mais que o Brasil. Esta é a conclusão sobre o resultado de um diagnóstico feito pela equipe técnica da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme). “O objetivo é ter dados reais sobre o desenvolvimento econômico de Mato Grosso. A partir de outubro vamos apresentar este raio x do Estado para investidores em potencial. Estes números mostram que Mato Grosso é um dos que apresentam a melhor performance econômica do Brasil. Tudo isso conta pontos a nosso favor e faz a diferença para quem pretende investir em nosso Estado”, enfatiza.
         
         O diagnóstico mostra que Mato Grosso é destaque quando se trata de Produto Interno Bruto (PIB). Entre os nove Estados da Amazônia Legal, Mato Grosso está em segundo lugar com um PIB de R$ 37.466.137 (bi) e uma renda per capita de R$ 13.125, perdendo apenas para o Pará que tem um PIB de R$ 39.150.461 (bi) e uma renda per capita de R$ 15.541. “A diferença é que o Pará tem uma população de cerca de sete milhões de habitantes e a de Mato Grosso é de apenas 2.854 milhões. Sendo assim, a renda per capita do nosso Estado é bem maior que a do Pará. Mais um ponto positivo para o Estado”, analisa Nadaf.
         
         De acordo com o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), em 1994 o Brasil tinha uma renda per capita de R$2.227,00 e o Mato Grosso ocupava o 11º lugar neste ranking com uma renda per capita de R$ 1.728,00. Em 2005, enquanto a renda per capita do Brasil foi de R$ 11.658,00, Mato Grosso subiu para o 6º lugar registrando uma renda per capita de R$ 13.365. “De acordo com as projeções que fizemos já estamos ocupando o 4º lugar neste ranking”, avisa o secretário.
         
         Já quando o assunto é Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Mato Grosso também apresenta um número maior que o Brasil. Enquanto o Estado tem um índice de 0.773, o Brasil apresenta apenas 0.767. “Estamos buscando o IDH por município. Este é um dado importante tanto para o investidor, quanto para o poder público que pode orientar melhor os empresários que pretendem desenvolver qualquer tipo de negócio Estado”, destaca.
         
         O diagnóstico da Sicme mostra também a abertura de 100 mil novas empresas nos últimos cinco anos. Destas, pelo menos 84.387 foram no setor do comércio, 15.670 no de indústria e 2.861 na área rural. Das 100 mil empresas 683 foram incentivadas pelo Governo do Estado, sendo 366 pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic), 297 pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Fundeic). Além destas, outras 214 buscaram recurso junto ao Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). Ao todo, estas 877 empresas investiram no Estado cerca de R$ 6 bilhões e geraram pelo menos 310 mil empregos diretos e indiretos.
         
         Outro índice que mostra que Mato Grosso cresce mais que o Brasil é o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto no Brasil houve um aumento de 43% de 2007 para 2008, Mato Grosso registrou um aumento de 70%. “São dados da Infraero que mostram que em 2007 houve muito mais turistas no nosso Estado. Isso gera emprego, renda e desenvolvimento”, avalia Nadaf.
         
         Outro dado que confirma que o desenvolvimento do Estado é maior que o do Brasil é o referente às exportações. No primeiro semestre de 2008, Mato Grosso cresceu 66% se comparado ao mesmo período de 2007. “A projeção que fizemos mostra que enquanto o Brasil cresceu 181.36% de 2007 para 2008, Mato Grosso deve crescer pelo menos 289.56% no mesmo período”, explica.
         
         Os setores de agropecuária, indústria e serviço também confirmam que Mato Grosso está em pleno desenvolvimento. Enquanto a agropecuária cresceu menos de 7% no Brasil e no Centro-Oeste, Mato Grosso registrou índices de crescimento de 14% entre 2003 e 2007. No setor industrial o Estado apresenta a mesma tendência neste período. Enquanto o Centro-Oeste e o Brasil apresentaram índices de crescimento menores que 4%, Mato Grosso registrou 7% de crescimento. No setor de bens e serviço não foi diferente. Enquanto o Brasil e o Centro-Oeste registraram menos de 3% de crescimento, o Mato Grosso alcançou os 5%. Sendo assim, no total Mato Grosso registrou um crescimento de 7% nos últimos cinco anos, pelo menos 3% a mais que o Centro-Oeste e o Brasil que registraram índices menores que 4%.
         
         O diagnóstico ainda revela dados sobre a produção e consumo de energia elétrica, usinas de biodiesel e vários outros dados relacionados ao setor de energia. O secretário também aproveitou para mostrar dados do setor mineral e da produção primária do Mato Grosso. “Somos destaque em pelo menos sete atividades relacionadas à agropecuária. Temos o maior rebanho comercial do Brasil com 26 milhões de cabeças e somos o maior produtor de soja”, destaca. “O Estado está vivendo um momento impar. Nosso crescimento pode ser comparado apenas ao dos Tigres Asiáticos que crescem em média 8% ao ano”, complementa. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    29-09-2008 | 12:09
          O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comentar neste domingo a crise financeira que prejudica os mercados desde o início de setembro. Para Lula, os problemas sistemáticos nos Estados Unidos colocam fim a um período, que ele chamou de "era dos economistas".
         
         "Acabou a era dos economistas, de os economistas mandarem na economia. E agora está entrando a era de a engenharia voltar a ter papel importante neste País", disse o presidente em São Bernardo do Campo.
         
         Recentemente, Lula já havia atacado os especuladores e chamou de "palpiteiros" os bancos como o Lehman Brothers - que entrou em concordata há cerca de duas semanas nos Estados Unidos, agravando a crise do crédito internacional.
         
         "Porque durante 20 anos nós ficamos discutindo a nossa dívida. A gente trabalhava de manhã para comer de tarde. O Brasil está altamente controlado, temos US$ 207 bilhões de reservas para evitar que a crise americana ou qualquer outra crise nos atinja", completou o presidente.
         
         Neste domingo, o Congresso americano trabalha para aprovar um pacote de US$ 700 bilhões para dar liquidez ao mercado e amenizar os efeitos da crise, que começam a aparecer no mundo inteiro. Democratas e republicanos já disseram que chegaram a um consenso sobre as linhas gerais do plano, mas ainda não aprovaram o documento.
         
         Na última sexta-feira, as empresas Sadia e Aracruz anunciaram perdas milionárias no Brasil por causa de investimentos em derivativos e câmbio. Na Europa, o governo britânico estuda a nacionalização de empréstimos do Bradford & Bingley, enquanto o banco belga-holandês Fortis tenta encontrar um comprador. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    29-09-2008 | 12:09
    O consumo de energia cresceu menos do que a economia no primeiro semestre de 2008. A constatação é do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que divulgou o relatório Boletim de Carga Semestral. Segundo o documento, o crescimento da carga de energia (consumo mais perdas do sistema) foi de 2,7% no primeiro semestre de 2008, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) teve alta de 6% no período. Tradicionalmente, os dois índices costumavam ter intensidades semelhantes.

     

    Segundo o ONS, a diferença reflete o aumento da autoprodução de energia e uma mudança de perfil do consumidor brasileiro de energia. Como exemplo, o boletim afirma que houve modernização do parque industrial, com investimentos em máquinas e equipamentos mais eficientes do ponto de vista energético. Além disso, o consumidor residencial, diz o texto, está mais consciente, optando por eletrodomésticos mais econômicos.

     

    O perfil da economia também vem mudando, diz o ONS, com o crescimento mais acelerado de atividades menos intensivas no consumo de energia. A agropecuária cresceu 7,1% no segundo trimestre de 2008, contra uma alta de 5.7% na indústria, em comparação com o mesmo período de 2007. O segmento de serviços cresceu 5,5%. No primeiro semestre, a carga de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) foi de 51.721 megawatts (MW) médios. O ONS afirma ainda que as temperaturas no primeiro trimestre foram mais baixas do que a média, puxando para baixo o consumo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-09-2008 | 12:09
    Todo mundo tem uma farmacinha em casa. Até aí, nada de mais. O problema começa quando esses medicamentos vencem ou, mesmo na validade, não tem mais o uso recomendado pelos médicos. Daí, a população descarta o produto despejando-o na pia ou no vaso sanitário ou apenas colocando no lixo comum. Mas ambas as atitudes estão ambientalmente incorretas. Descartar dessas formas traz sérios prejuízos ao meio ambiente e, consequentemente, a nós mesmos, que dependemos de recursos naturais como água de beber e solo para plantio.

     

    Alguns países já começam a acordar para o problema. É o caso dos Estados Unidos, que já detectou hormônios e antibióticos em sua água por causa do descarte feito ao longo dos anos sem nenhum cuidado. Na Alemanha, uma pesquisa demonstrou que 18 antibióticos foram identificados em efluentes de Estações de Tratamentos de Esgotos (ETEs) e águas superficiais.

     

    No solo o perigo é grande, uma vez que as bactérias podem fazer mutações no seu material genético, adquirindo resistência aos fármacos. Assim, uma bactéria presente em um rio ou no solo que contenha traços de antibióticos pode adquirir resistência a essas substâncias.

    É o que alertam farmacêuticos. Mas, mesmo com o perigo anunciado, o consumidor brasileiro ainda não está orientado nesse sentido.

     

    Em sua maioria, tenta dar um bom descarte, mas sabe que não é o adequado. As saídas são simples: mudanças nos sistemas de monitoramento dos produtos no meio ambiente, melhor depuração de substâncias nocivas nas estações de tratamento, conscientização da população e também o fracionamento de medicamentos.

     

    Em Mato Grosso, assim como em todo o Brasil o poder público ainda não disponibilizou pontos de recolhimento específicos para este resíduo. Levar os remédios vencidos aos postos de saúde não pode ocorrer porque as unidades não aceitam esse produtos.

     

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sabe que o problema existe, mas não fez nada ainda para solucioná-lo. O médico da Anvisa, Luiz Carlos da Fonseca, informou que os estados e municípios têm autonomia para criar as próprias leis que estabeleçam a forma correta de se descartar os remédios. Portanto, isso não é da alçada do órgão. Enquanto isso o consumidor não vê remédio para este mal.

    E apenas descarta.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-09-2008 | 11:09

    A Votorantim Cimentos aumentará em 20% a oferta do produto trazido de Sergipe para atender o comércio varejista de Mato Grosso. Atualmente estão sendo importados daquele Estado 800 toneladas do produto. Com a ampliação, a quantidade ofertada chegará a 960 toneladas. A empresa é responsável pela fabricação do cimento Itaú, que tem uma unidade em Nobres, cuja produção soma 3 mil toneladas por dia. Deste total, 80% são destinados ao abastecimento estadual que abocanha 2,4 mil toneladas/dia. O restante é enviado para Rondônia e Acre.

     

    A decisão sobre o incremento na quantidade fornecida a Mato Grosso foi tomada ontem durante reunião da diretoria da Votorantim, da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção de Mato Grosso (Acomac-MT) e do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT). O diretor comercial da empresa, Marcelo Chamma, afirma que a medida visa atender a necessidade dos estabelecimentos comerciais. O cimento trazido de Sergipe é o Poty. Incluindo os produtores de outras marcas, o valor encontrado nas lojas varia entre R$ 22,90 e R$ 24.

     

    Para o presidente da Acomac-MT, Wenceslau Souza Júnior, a medida vai ajudar na regularização da oferta do produto, que conforme ele não está em falta, como ocorreu no ano passado, mas está passando por um fracionamento na oferta aos consumidores. "Se um cliente quer comprar 100 bolsas de cimento não vendemos. Podemos oferecer apenas 10 sacos", exemplifica.

    O diretor da Votorantim acrescenta ainda que até finam de 2009 a unidade de Nobres aumentará a produção de 1 milhão de toneladas ano para 1,5 milhão/t ano, cujo aporte financeiro será de aproximadamente R$ 80 milhões. Ele anuncia ainda que uma nova unidade fabril será implantada no Estado, na mesma cidade, e que somará investimentos de R$ 300 milhões para a produção de 1,5 milhão de toneladas anualmente.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-09-2008 | 11:09

    O chefe do Departamento Econômico (Depec) do Banco Central, Altamir Lopes, informou que o crédito no país continua em expansão, conforme dados preliminares do mês de setembro. Nos 11 primeiros dias úteis do mês, até a segunda-feira da semana passada (15), a carteira de crédito referencial apresentou expansão de 2,6%, ante igual período de agosto. O crescimento foi liderado pelas operações para pessoas jurídicas, que cresceram 3,9%. Para as famílias, a expansão foi de 0,9%. Segundo Altamir, o aumento dos empréstimos este mês tem ocorrido com recursos captados pelos bancos no mercado interno.

     

    A participação desses recursos internos no total de operações de crédito aumentou 2,8% em reais, em setembro ante agosto. No mesmo período, a participação dos recursos externos diminuiu 2,6%, em dólares.

     

    Juros - Segundo Altamir, a taxa de juros continua em trajetória ascendente este mês. Na média, a taxa passou de 40,1% em agosto para 40,4% no acumulado de setembro até o dia 15. No mesmo período, a taxa nos empréstimos para as empresas passou de 28,3% para 28,4%. Nas operações para as famílias, houve aumento de 52,1% para 52,8%. Já a média da diferença entre taxa de captação e aplicação (spread médio) subiu, no dado preliminar de setembro, de 26,2 pontos porcentuais para 26,4 pontos porcentuais. Na pessoa jurídica, foi registrada redução de 14,9 pontos percentuais para 14,8 pontos e, na pessoa física houve, aumento de 37,6 pontos percentuais para 38,3 pontos percentuais.

     

    A taxa de inadimplência nas operações de crédito se manteve estável em 4,2% em agosto, repetindo o nível observado em julho. Para as pessoas físicas, a inadimplência foi de 7,5%, um pouco acima do registrado em julho, quando estava em 7,3%. Para pessoas jurídicas, ficou estável em 1,7%. O BC considera como inadimplência o percentual do saldo em atraso com vencimentos superiores a 90 dias.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-09-2008 | 11:09
    Votorantim anuncia investimentos de R$ 380 milhões para MT e confirma medidas para reforçar oferta e estoques do produto
    A Votorantim Cimentos anunciou ontem investimentos de R$ 380 milhões em Mato Grosso até 2010. Os investimentos contemplam a construção de uma nova fábrica de cimentos no município de Nobres (146 quilômetros ao norte de Cuiabá), que entrará em operação no final de 2010, no valor de R$ 300 milhões, e a ampliação da atual fábrica até julho do próximo ano, no montante de R$ 80 milhões.

    O diretor comercial da empresa, Marcello Chamma, que esteve ontem em Cuiabá reafirmando o compromisso do Grupo em manter o mercado do Estado abastecido, explica que o objetivo dos investimentos é suprir o consumo mato-grossense e atender também regiões próximas, como Goiás, Tocantins e Rondônia. O executivo anunciou também as estratégias que a Votorantim adotou em todo o País para frear a crise no abastecimento do produto, que é o principal insumo da construção civil. Entre as medidas está a priorização do mercado interno brasileiro, com o cancelamento pontual das exportações.

    A nova fábrica que entrará em funcionamento em 2010 produzirá 1,5 milhão de toneladas por ano. Com a ampliação e a nova fábrica, a Votorantim aumentará a oferta de cimentos em 180% em Mato Grosso, saindo de 1 milhão de toneladas para 2,8 milhões de toneladas/ano, acréscimo de 1,8 milhão de toneladas por ano em um período de 27 meses.

    Chamma informou que a ampliação da fábrica em Nobres aumentará a capacidade de produção em 30%. Com isso, a planta passará do atual 1 milhão de toneladas por ano para 1,3 milhão de toneladas/ano a partir do segundo semestre de 2009.

    De acordo com Chamma, o abastecimento hoje em Mato Grosso é considerado estável. “Não está sobrando nem faltando”, diz, lembrando que a empresa está trazendo cimento de Sergipe para ofertar em Mato Grosso. “Hoje, 30% do volume total da Votorantim encontrado no Estado vem de Sergipe, o equivalente a 800 toneladas por dia (16 mil sacas)”. A empresa está trazendo cimento também do Mato Grosso do Sul (200 toneladas/dia).

    Marcello Chamma diz que a demanda por cimento este ano está muito forte. “Não estamos dando conta de atender o ritmo das obras, uma vez que qualquer ampliação demanda um tempo grande porque os equipamentos são importados e demoram a chegar”.

    O importante, segundo ele, é que os preços na indústria não sobem há mais de um ano. “Estamos repassando o custo de transporte de Sergipe para Mato Grosso, daí o motivo da alta na ponta”.

    Chamma acredita, entretanto, que no final do ano o abastecimento estará normalizado porque o ritmo das obras cai nessa época e a Votorantim está ampliando uma fábrica em Goiás para atender também Mato Grosso.

    ESTRATÉGIA - O diretor comercial da Votorantim garantiu que a empresa não medirá esforços para atender a demanda crescente por cimento em todo o país. Para tanto, a indústria adotou algumas medidas estratégicas: cancelou a exportação de cimento priorizando abastecimento nacional, reduziu significativamente os estoques reguladores, distribuindo para seus clientes toda a produção existente em suas fábricas de cimento (esses estoques reguladores visam manter o mercado abastecido em casos de manutenção nas fábricas) e readequou sua logística operacional, visando melhorar a eficiência da distribuição de produto e enviar cimento de uma fábrica para regiões de consumo distante da produção.

    MATO GROSSO – Há um ano, a redução na oferta das bolsas de cimento para o consumidor varejista alterou os cronogramas das obras, elevou preços da bolsa de 50 quilos e fez com que o comércio limitasse as vendas por clientes. A escassez do produto neste período de pouco mais de doze meses inflacionou o valor de mercado do cimento em até 42%. Em março deste ano, o produto podia ser encontrado por R$ 16,90. Já em junho, por exemplo, atingiu R$ 24.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    27-09-2008 | 11:09
    Prevendo que o atual ciclo de crescimento da construção civil se sustente a médio e longo prazos, a Votorantim anunciou investimentos de R$ 3,2 bilhões para a instalação de novas fábricas, moagens, reativação e incremento de produção em plantas de cimento e argamassa em todo o país até 2011.

    Essa ampliação aumentará em 60% a sua capacidade de produção em três anos, que passará de 25 para 39 milhões de toneladas de cimento por ano no mercado brasileiro. O impacto desse investimento engloba todas as regiões brasileiras e atende à crescente descentralização e interiorização do consumo de cimento no país.

    Na região Centro-Norte (regiões Centro-Oeste e Norte), a ampliação será concretizada com a construção de duas fábricas integradas em Porto Velho/RO e Xambioá/TO, que entram em operação em 2009, além de uma nova linha de produção na fábrica de Nobres/MT, com início da operação previsto para 2010.

    A empresa também anunciou a construção de uma nova linha de produção na fábrica de Sobradinho/DF, que será entregue em 2011, além de já ter reativado, desde abril deste ano, a fábrica de Cocalzinho/GO.

    Em outras regiões, o plano de expansão já contemplou as novas moagens de Barcarena/PA e Pecém/CE, ambas já em operação, a moagem de Aratu/BA, que ficará pronta até o fim do ano, as reativações das fábricas de Pinheiro Machado/RS e Poty Paulista/PE, e as modernizações das fábricas de Santa Helena/SP e Itaú de Minas/MG, além do início das obras de construção das fábricas integradas de Vidal Ramos/SC e Baraúna/RN e da moagem de Séptica/RJ e da ampliação da nova linha de produção na unidade de Salto/SP.

    VOTORANTIM - Com mais de 70 anos no mercado, a Votorantim Cimentos possui atualmente operações no Brasil, Estados Unidos, Canadá e Bolívia. Uma das dez maiores empresas globais do setor de materiais básicos de construção, é líder no mercado brasileiro com mais de 40% de participação. Possui uma linha de produtos com mais de 40 itens nos segmentos de cimento, concreto, agregados, argamassa, rejuntamento, cal hidratada, gesso e calcário agrícola. Entre suas diversas marcas, destacam-se Itaú, Votoran, Poty, Tocantins, Aratu, Votomassa e Engemix. A Votorantim conta com 34 unidades de produção no Brasil, sete nos Estados Unidos e uma na Bolívia. Tem aproximadamente 12 mil funcionários no Brasil e no exterior. Em 2007, obteve receita líquida de R$ 5,6 bilhões e geração líquida de caixa de R$ 1,6 bilhão. (Com assessoria)

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    27-09-2008 | 11:09
    Quase dois meses depois da nova regulamentação da Lei de Crimes Ambientais, sancionada pelo presidente Lula, praticamente todas as lojas que vendem aparelhos celulares em Cuiabá já estão aptas a receber as baterias e pilhas em desuso. O decreto federal prevê pagamento de multa para empresas que não derem destinação correta a pilhas, baterias e outros produtos tóxicos. O valor da multa pode chegar a R$ 50 milhões.

    A reportagem percorreu seis lojas de celulares na região central da Capital e todas estão aptas a recolher os materiais. Segundo Márcia Cristina de Oliveira, gerente de uma loja de telefonia, todas as baterias são separadas de acordo com o fabricante e encaminhadas para os seus respectivos representantes autorizados em Cuiabá.

    Lá, os agentes autorizados repassam os produtos aos fabricantes nacionais que são obrigados a descartar corretamente às baterias para não comprometer o meio ambiente.

    Segundo a engenheira ambiental Gisele Teixeira Pereira, o maior problema das pilhas e baterias que fazem parte do nosso dia-a-dia está na quantidade de metais pesados que as compõem. O chumbo, cádmio e o mercúrio são os principais componentes desses materiais e podem trazer danos irreversíveis para o meio ambiente.

    "Além de contaminar água, ar e solo, eles podem entrar na cadeia alimentar e levar os prejuízos até o homem. Esses metais são bioacumulativos, ou seja, não são descartados. Se alguém joga uma pilha em um rio, e esse metal se desprende e chega até o peixe, o homem que comer esse peixe ingere o chumbo, o cádmio e o mercúrio, por exemplo", explica.

    Desde 2001, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) estabeleceu limites nos níveis de metais para a fabricação, importação e comercialização de pilhas e baterias.

    LIXO DOMÉSTICO – Ao contrário do que a maioria dos consumidores pensa, alguns tipos de pilhas e baterias já podem ser jogados no lixo doméstico comum. É que com a determinação do Conama exigindo a redução de poluentes em alguns tipos de pilhas, algumas delas podem ser descartadas no lixo doméstico sem prejuízos para o meio ambiente.

    No entanto, as pilhas só podem ser jogadas no lixo comum em cidades onde existem aterros sanitários, como é o caso de Cuiabá. A regra não vale para as cidades onde haja lixões ao céu aberto. Pilhas alcalinas, por exemplo, podem ser jogadas no lixo doméstico.

    A legislação vigente também exige que os fabricantes de pilhas ou baterias avulsas ou de produtos que sejam vendidos junto com baterias, como é o caso de aparelhos celulares e telefones sem fio, informem na embalagem dos produtos a destinação correta e quais os agentes autorizados pelo recolhimento.

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    27-09-2008 | 11:09
    Entrou recentemente em vigor a lei 11.785/08, de autoria do senador Paulo Paim (PT/RS), que modifica o parágrafo 3º do artigo 54 do Código de Defesa do Consumidor, dispondo que, a partir de agora, todos os contratos de adesão deverão ser impressos em fonte cujo tamanho não seja menor que 12. A lei vale para todos os tipos de contratos, desde os escritos em papel até os que existem apenas em versão eletrônica.

    Ainda que se apresente como mais um avanço na defesa dos direitos dos consumidores, é de se pensar se esta lei terá realmente efeito prático substancial, já que o Código, no próprio artigo 54, já prevê que os contratos de adesão devem ser escritos em termos claros e com caracteres ostensivos e legíveis. Ou seja, a nova lei apenas especificou aquilo que o Código já traz de forma genérica.

    Sendo o Código de Defesa do Consumidor um diploma principalmente principiológico, ou seja, que busca apresentar diretrizes que norteiem as relações de consumo, visando à proteção do consumidor, muitas vezes a especificação excessiva, ou a apresentação detalhada de condutas pode não ser benéfica ao consumidor, já que restringe a atuação do juiz em cada caso concreto. Com efeito, podemos imaginar um sem-número de situações em que o simples fato de determinado contrato estar escrito em fonte de tamanho 12 não o torna mais legível ou mesmo mais facilmente compreensível.

    A disposição de que os contratos devem ser escritos em termos claros e com caracteres ostensivos e legíveis continua valendo e justamente por isso é que questionamos a utilidade prática da lei. Causa a sensação de que a especificação do tamanho da fonte se configura somente como um exemplo de tornar o contrato mais legível, ou seja, o legislador poderia tratar também da cor do documento ou da fonte, do tamanho do papel ou do formato, elementos estes que podem atrapalhar ou facilitar a compreensão do contrato de adesão pelo consumidor.

    Importante dizer, ainda, que a lei apenas corrobora e institucionaliza o que já vem sido praticado pelos juízes nos juizados ou nas varas cíveis, e também pelo Procon, já que em ações ou reclamações em que o consumidor alega dificuldade na compreensão do contrato de adesão, este é considerado inválido. A falta de compreensão alegada pelo consumidor pode ser decorrente tanto de questões formais apresentadas no contrato (como o tamanho da fonte), quanto do uso de termos ou palavras que ele não compreenda. Nesses casos, o juiz pode inclusive interpretar o contrato de forma mais favorável ao consumidor (nos termos do artigo 47 do Código de Defesa do Consumidor).

    Mesmo antes do advento da lei, o Procon já vinha aplicando multas que variam de R$ 212 a R$ 3,1 milhões a empresas que apresentem aos consumidores contratos com letras pequenas, ilegíveis ou redigidos sem clareza - o que comprova que o tamanho da fonte é apenas um entre vários requisitos para a total compreensão do contrato. Além disso, os órgãos de defesa do consumidor já estão penalizando as empresas que apresentam contratos ininteligíveis.

    Em síntese, ainda que a intenção do legislador seja a de tornar os contratos de adesão mais compreensíveis, nos parece que a lei tem pouco efeito prático. Esperamos, no entanto, que não restrinja o âmbito de atuação dos juízes, que não deve estar adstrito a este único aspecto formal do contrato, que não resume o que facilita ou dificulta a compreensão por parte do consumidor.

    Quando tratamos da legislação consumeirista, é importante que seu âmbito de aplicação não seja restrito e que a lei traga apenas princípios que deverão ser aplicados aos casos concretos pelo Poder Judiciário. Isso porque o legislador não pode prever todas as situações fáticas que tragam prejuízos ao consumidor e, ao exemplificar algumas delas, corre-se o risco de estar excluindo todas as demais.



    * JULIANA TEDESCO, advogada de Lowenthal Advogados

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    27-09-2008 | 11:09
    O grupo vocal feminino Boca de Matilde realiza show hoje no Teatro do Sesc Arsenal, em Cuiabá, às 20h. A apresentação faz parte da Mostra Guaná – Aldeia Sesc de Arte e Cultura.

    "Boca de Matilde" é uma expressão de origem carioca e denota "fofoca", que quer dizer que não há assunto no mundo que se espalhe sem antes "correr à boca de Matilde". As nove cantoras que formaram o grupo em 2005 vêm com o novo show "Tudo quanto é canto", com uma mistura de samba, funk, rock, erudito, músicas cuiabanas e o intuito de levar sua música a "tudo quanto é canto".

    Serão apresentadas 15 canções, divididas em quatro blocos de estilos musicais diferentes, sob a regência de Jefferson Neves. O encontro reverencia e difunde a música popular da humanidade por meio de arranjos, técnicas vocais e percussão corporal e instrumental.

    O grupo estreou no Terceiro Encontro Internacional de Coros, promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso, em dezembro de 2005. Em maio de 2006, foi convidado a integrar o elenco de um show em homenagem ao compositor erudito Waldemar Henrique, o que resultou em grande repercussão ao grupo.

    A entrada para o show 'Tudo quanto é canto' custa R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Outras informações pelo telefone 3616 6900

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-09-2008 | 11:09
    A Caixa Econômica Federal bateu mais um recorde na contratação de financiamentos habitacionais, com o total de R$ 15,3 bilhões investidos até o último dia 15. Valor que supera as operações de compra de moradias realizadas em todo o ano de 2007, quando a Caixa financiou R$ 15,2 bilhões.

    A informação foi divulgada hoje (26) pela presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho. Ela disse que o número “representa o resultado das ações da instituição em praticar as melhores taxas de mercado e o aumento da confiança dos mutuários pelos serviços oferecidos”.

    Como faltam ainda três meses e meio para encerrar o ano, as estatísticas da Caixa indicam a existência de mercado potencial para financiar mais R$ 6,7 bilhões neste ano, o que equivale a crescimento estimado de 44%, comparado a 2007; e o ano passado já foi muito bom, com crescimento de 14,37% sobre 2006.

    Números da Caixa mostram que foram financiadas, de janeiro até agora, 336.726 unidades habitacionais, responsáveis pela geração de mais de 1,4 milhão de empregos. Do total financiado, R$ 8,2 bilhões (53,59%) foram com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 6,4 bilhões (41,83%) com dinheiro da caderneta de poupança.

    Maria Fernanda destaca que mais uma vez a Caixa “cumpre seu papel de banco público e dedica-se ao desenvolvimento econômico e social da população, almejando a redução do déficit habitacional”.

    Consideradas as faixas sociais, o crescimento maior se deu entre as famílias com renda até três salários mínimos. Elas financiaram R$ 2,2 bilhões, o que corresponde a 15% do total de recursos. Em número de casas financiadas, são 97.224 unidades, ou 29% do total. A faixa de baixa renda, assim denominada a família com renda até cinco salários mínimos, é responsável por quase metade (48%) dos financiamentos.

     

    Fonte: Mídia News
    27-09-2008 | 11:09

    A Receita Federal bateu novo recorde de arrecadação em agosto, mas a velocidade de crescimento arrefeceu. Entraram no mês para os cofres do governo R$ 53,93 bilhões, o maior valor para meses de agosto. A arrecadação teve crescimento real (acima da inflação medida pelo IPCA) de 4,27% sobre agosto de 2007. Em relação a julho, houve queda real de 13,2%.

     

    As receitas administradas (que excluem taxas e contribuições controladas por outros órgãos e representam a maior parte da arrecadação) tiveram expansão ainda menor: de 3,58% acima do IPCA. Ao longo do ano, o crescimento vinha em velocidade bem superior e em julho tinha fechado em 12,85%.

     

    De janeiro a agosto, a arrecadação somou R$ 443,56 bilhões, com alta real de 10,33%. Até julho, a alta era de 11,21%. Até agosto, a receita é R$ 62,05 bilhões maior, em valores nominais, que a de igual período de 2007 - superando os R$ 40 bilhões que o governo perdeu com o fim da CPMF.

     

    Apesar da desaceleração, a arrecadação continua mostrando vigor, por causa da maior lucratividade das empresas, que teve reflexos positivos nas receitas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Esses tributos foram responsáveis por 50% do crescimento da arrecadação em 2008.

     

    Para o secretário-adjunto da Receita Federal Otacílio Cartaxo, o crescimento menor não significa desaceleração econômica. "A arrecadação vai se mantendo de forma sustentada e um ritmo seguro." A Receita espera crescimento de 10% das receitas administradas, com destaque para IRPJ e CSLL.

     

    Os dados mostram recolhimento maior sobre os setores de combustíveis, financeiro e automotivo. Em agosto, o pagamento dos dois tributos pelo setor de combustíveis cresceu 587,9% ante agosto de 2007. O coordenador de Previsões da Receita, Eloi de Carvalho, disse que as empresas lucraram mais com a alta do petróleo e das vendas no mercado interno.

     

    A arrecadação de agosto também foi puxada por Cofins (11,35%), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de automóveis (25,2%) e Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital (25,90%).

     

    Mas a maior alta foi com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF): 171%. No ano, as receitas do tributo cresceram 151,72% ante igual período de 2007. O IOF foi aumentado para compensar o fim da CPMF e tem pesado mais sobre pessoas físicas, cujas operações de crédito renderam R$ 3,26 bilhões do tributo. O secretário avaliou que "é possível" um corte do IOF, se a economia brasileira continuar crescendo.

     

     

    Por enquanto, a Receita pensa é em arrecadar mais. O órgão espera engordar os cofres até o fim do ano com a arrecadação da Cofins retroativa sobre o faturamento de profissionais liberais, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal. "Esperamos receber pelo menos uma parte desses recursos este ano. Alguns vão pagar à vista e outros devem parcelar."

     

     

    Fonte: NTC e logística
    27-09-2008 | 11:09
    Dados bancários e de seguridade social também poderão ser inclusos no documento.

     

    Com auxílio do Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais (AFIS), um novo documento deverá substituir a tradicional carteira de identidade. É o Registro de Identificação Civil (RIC), que reunirá todos os documentos pessoais necessários para a vida civil.

    Os documentos Registro Geral (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF), Título de Eleitor, Carteira de Trabalho, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), PIS, PASEP e passaporte - serão cadastrados pelo Sistema por meio de impressão digital e estarão reunidos em uma única carteira.

    Segundo a coordenadora geral de Identificação da Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec), Telma de Azevedo Moraes, dados bancários e de seguridade social também poderão ser inclusos no documento.

    O RIC

     

    O RIC foi discutido no 1º Encontro Nacional de Identificação, no mês de julho, em Brasília. Estiveram reunidos no evento membros dos institutos de identificação do país, entidades envolvidas, ministros, secretários, empresas privadas, deputados, senadores, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, entre outros.

    A coordenadora de Identificação acredita que com a implantação desse registro, a identidade poderá ser considerada um documento seguro e confiável, pois será expedido por meio digital. "Atualmente há muita fragilidade na emissão de documentos. Existem pessoas que compram certidões, falsificam. Com o Registro de Identificação Civil poderá até ser consultado se a pessoa tem ou teve documentos em outros estados", salientou.

    A nova carteira deverá ser feita nos postos de identificação da Politec e impressas na sede do órgão.

    Lei

     

    O Registro de Identificação Civil foi criado pela lei federal nº 9.454/97 do senador Pedro Simão e deverá substituir a lei federal nº 7.116/83, que criou a carteira de identidade. A lei do senador ainda aguarda promulgação do Governo Federal.

     

    Fonte: TVCA
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