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Domingo, 25 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    08-09-2008 | 12:09
    O mercado de imóveis do Brasil está vivendo um momento diferente e não deve passar por turbulência semelhante à americana, diz o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas.

     

     

     

            Ele afirma que o setor passa por um movimento de expansão na construção de imóveis, principalmente para a classe C.

     

     

     

     E frisa que o episódio nos EUA mostra que é preciso cuidado com a alavancagem: - Estamos pensando numa forma de avaliar o potencial de crédito dos agentes financeiros para que não emprestem mais do que podem, entusiasmados com a demanda reprimida.

     

            (Nadja Sampaio)

     

    Fonte: CBIC
    08-09-2008 | 11:09
    A transformação da matéria-prima em estágio bruto, a exemplo das commodities exportadas por Mato Grosso, em produtos agregados é o principal desafio da cadeia produtiva para se consolidar e estender as chances de fomento a competitividade no mercado internacional. Este é o principal desafio apontado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex), para o Estado, bem como o cenário nacional a ser alcançado.

    Para o gestor de projetos Avay Miranda Júnior, as unidades da federação precisam levar em conta não apenas a destinação de diferentes produtos ao mercado internacional. Ele defende maior industrialização, levando-se em conta as condições de mercado.

    "Precisamos trabalhar com a agregação aqui. Nos interessa vender o farelo de soja para a Holanda, ou o frango, a carne de porco, a carne bovina? Este envolvimento de agregação de valor interno é substancial para subirmos de país eexportador de commodities", declarou, em entrevista ao Só Notícias.

    Em Mato Grosso, grande parcela das exportações é liderada pelo complexo agrícola. No acumulado de janeiro a agosto, por exemplo, de grãos de soja, mesmo triturados, as vendas somaram US$2,6 bilhões, ou 56,64% do volume total. Bagaços e outros resíduos extraídos negociados US$696 milhões (14,73%). Avay Júnior explica que entre as formas de agregar valor a matéria-prima está sua inserção em outros cadeias produtivas.

    "Há uma gama que pode ser feita a partir do produto básico nacional. O desafio é entender o desejo do consumidor mundial para fazer aquilo que deseja comprar", salientou, lembrando que investimentos em aviários, abatedouros, criatórios de suinos, entre outros, "são algumas das formas de se agregar valor ao produto soja, tão abudante em Mato Grosso".

    O desafio para o país é, segundo o gestor, mostrar suas potencialidades quanto a transformação de matéria bruta. Tratando do setor madeireiro, o representante da agência lembra a necessidade de tornar mais visível a produção interna brasileira.

    "O essencial é promover a imagem para que o mundo possa ampliar suas compras e possamos ocupar uma fatia de mercado de produtos com alto valor agregado. Não nos interessa exportar tora, mas lâminas, pisos, entre outros. Este é o dever de casa, modernizar equipamentos, investir no atendimento ao consumidor e melhorar a imagem socioambiental", considerou.

    Segundo Avay, é preciso "falar ao consumidor mundial a qualidade do produto" porque, tratando especificamente da madeira, poucos têm conhecimento da excelência da produção local e nacional. "Ocorre que o mercado europeu, americano, asiático não conhece. A resistência, a beleza e a plasticidade, precisamos mostrar isto, investir em desenvolvimento de novas tecnologias, adequação as normas internacionais", salientou.

    Por outro lado, para a Apex, há a necessidade uma ação conjunta entre Governos, setor produtivo e sociedade para superação dos entraves existentes entre cada setor, incluindo-se neste universo questões tributárias, funcionamento, entre outras. "É juntar esforços para melhorar este processo", ressaltou.

    Quanto a novos investimentos - indústrias - para transformar a matéria-prima mato-grossense, o secretário de secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, diz que o Estado tem realizado um mapeamento das regiões produtivas para incentivar a vinda de empresas. "Estamos com uma política de mapear as deficiências de alguma regiões com logística, mão-de-obra, para levarmos novos empreendimentos", falou.

     

    Fonte: Só notícias
    08-09-2008 | 11:09
    O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), promove nos dias 08, 10 e 11 de setembro a palestra "Nova ART" com o superintendente do Crea-RS, Engenheiro Luiz Carlos Dias Garcia. O objetivo é mostrar ao profissional como utilizar a nova Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), que está sendo implantada pelo Conselho no Estado.

     

    Além da como utilizá-la e acessá-la via internet, a palestra mostrará suas vantagens e segurança. O presidente do Conselho, Engenheiro Civil, Tarciso Bassan, ressalta que é imprescindível a presença de diretorias de entidades, associados e demais profissionais da área tecnológica, pois o Crea-MT está modernizando seu sistema e implantando on-line (via internet) todos os seus serviços aos profissionais.

     

    Vale ressaltar que a partir de 15 de setembro deste ano, todas as ARTs serão emitidas somente pela internet.

     

    Em Cuiabá (08), a palestra será no auditório Rubens Paes de Barros Filho, na sede do Crea-MT, localizada na Avenida Rubens de Mendonça, 491. Em Rondonópolis, a palestra será no auditório da sede da inspetoria. Já em Sinop será no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Todas com início previsto para as 19h.

     

    A organização dos eventos no interior do Estado são da AENOR e da AEAGRO.

     

    Interessados em participar devem confirmar presença pelo telefone (65) 3315-3027 a partir das 12h desta segunda-feira ou pelo e-mail para ascom@crea-mt.org.br.

     

    Fonte: O documento

     

    08-09-2008 | 11:09
         Embora os últimos índices de inflação tenham surpreendido para menos, o mercado financeiro mantém a "aposta" de que o Banco Central vai ajustar a taxa básica de juros do país (Selic) de 13% para 13,75% na reunião desta semana. E esse ajuste não deve parar neste mês, mas prosseguir até dezembro, quando a autoridade monetária deve estancar o ciclo de alta da Selic.
         
         Tudo porque é consenso entre os economistas de bancos e corretoras de que o alvo do BC não é a inflação deste ano, mas do próximo. E as expectativas para 2009 estão há cerca de um mês firmemente apontando para um IPCA de 5% (acima do centro da meta, de 4,5%). O IPCA é o índice oficial de preços utilizado para o regime de metas do governo.
         
         "Apesar de ter havido melhora nos últimos dados de inflação, principalmente em função da queda nos preços das matérias-primas, ainda há muitas incertezas para o cenário de inflação em 2009", avalia o economista da corretora Concórdia, Elson Teles.
         
         Analistas também esperam que o BC não "afrouxe" o discurso anti-inflação, vazado tanto pelo comunicado pós-reunião quanto pela ata do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada na semana seguinte. Esses documentos são utilizados pelo banco para atuar sobre as expectativas dos agentes financeiros.
         
         "O Banco Central irá manter um discurso duro, em busca de ancorar as expectativas de inflação, e sem grandes surpresas, deverá haver ainda mais três aumentos de juros, que devem encerrar o ciclo ainda esse ano levando a Selic a 14,75%", espera a equipe de análise econômica da corretora Ativa.
         
         A Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito) é uma das poucas vozes do mercado financeiro a apostar num ajuste da taxa Selic menor que 0,75 ponto percentual. Para o economista-chefe da instituição, Istvan Kasznar, o juro básico será elevado para 13,50%.
         
         "Apesar de a projeção indicar um IPCA acima dos 4,5%, que é o centro da meta, pelo menos dos 6,5%, que é o teto, não vamos passar. E a tendência clara é que em 2009 a inflação convirja cada vez mais para os 4,5%", afirmou.
          Fonte: 24 Horas News
    08-09-2008 | 11:09
    O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), comunica a todos os profissionais do Sistema que no dia 12 de setembro (sexta-feira), não haverá atendimento ao público na sede do Crea em Cuiabá.
    A superintendente Administrativa e Financeira do Conselho, Elinete Leite Magalhães, explica que como o Crea está modernizando todo o seu sistema e migrando informações, também precisa realizar a capacitação de seus funcionários. "O treinamento ocorrerá desde segunda-feira, dia 08, mas o Atendimento ao Público estará fechado somente na sexta-feira, dia 12, por que usaremos as máquinas do setor para treinar os funcionários das inspetorias e escritórios do interior", explicou.
    A partir da quinta-feira da próxima semana as 21 inspetorias e dois escritórios do Crea no interior também estarão fechados por causa do treinamento realizado para todos os inspetores, fiscais e atendentes na capital. Por tanto, as unidades estarão fechadas para atendimento ao público na quinta e sexta-feira, dias 11 e 12 de setembro.

     

    Fonte: Mídia News
    08-09-2008 | 11:09
    Na próxima terça-feira, a partir das 9 horas, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), do Senado, irá discutir o projeto do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) que altera o fuso horário de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A proposta é igualar o horário dos estados ao de Brasília (DF).

    O projeto de Delcídio é um dos 14 na pauta do CAE de terça-feira e tem boas chances de aprovação, já que o Congresso foi responsável pelo fim do quarto fuso horário brasileiro, até então aplicado ao estado do Acre.

    Apenas seis estados brasileiros não acompanham a hora oficial de Brasília: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Roraima e Rondônia.

    Conforme a Agência Senado, a ilha de Fernando de Noronha, pertencente ao estado de Pernambuco, também tem fuso horário diferente do resto do país. Lá os relógios ficam adiantados uma hora em relação a Brasília.

     

    Fonte: Olhar Direto
    08-09-2008 | 11:09
    O Tribunal de Contas do Estado (TCE) inicia a partir de segunda-feira o treinamento com técnicos das prefeituras, câmaras, entre outros órgãos, para operacionalizar o Sistema GeoObras, que fará o monitoramento das obras públicas, por meio de satélite.

    Nessa primeira etapa, a capacitação será direcionada a órgãos de 24 municípios. O treinamento será ministrado pela coordenadoria de Controle de Obras e Serviços de Engenharia do TCE e se estenderá até o dia 10 próximo, a partir das 8 horas, na Escola Superior de Contas do TCE, em Cuiabá.

    A participação, conforme determina a Resolução Normativa do TCE 06/2008, é obrigatória. Mas, para garantir o comparecimento, a Presidência do Tribunal encaminhou ofício a todos os gestores convocando a presença de dois representantes.

    A coordenadora de Controle de Obras e Serviços de Engenharia do TCE-MT, Narda Consuelo Silva, explica que a obrigatoriedade é válida não apenas para as prefeituras e órgãos do governo estadual, mas também para as câmaras e entidades da Administração Indireta. Segundo ela, os técnicos serão treinados para inserir no sistema as informações necessárias ao acompanhamento da execução das obras públicas de engenharia.

    O GeoObras está integrado com o Sistema Aplic (Auditoria Pública Informatizada de Contas) desenvolvido pelo próprio TCE para fazer a auditoria concomitante dos recursos públicos. Essa interface permitirá o cruzamento de dados sobre as edificações, como fotografias e imagens de satélite, com aquelas incluídas nos balancetes mensais pelos gestores.

    Além de imagens, o GeoObras terá informações declaratórias fornecidas pelos próprios órgãos de licitações, contratos, medições e pagamentos efetuados para as respectivas obras, o que garantirá o controle social de despesas públicas em serviços de engenharia. Para alimentar o sistema com informações é que o TCE vai treinar técnicos dos órgãos jurisdicionados.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    08-09-2008 | 11:09
    As intenções de compra do consumidor e as expectativas da indústria para 2009 parecem estar em trajetórias distintas. Enquanto o consumidor parece mais pessimista para o ano que vem, com previsão de um cenário menos favorável para a economia, a indústria continua operando em patamares elevados de capacidade, e se preparando para uma demanda crescente no próximo ano.

     

    Analistas da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e Fundação Getúlio Vargas (FGV) alertam para uma possível desarmonia entre as expectativas do consumidor e as da indústria. Entretanto, economistas da Fecomercio-RJ e da Confederação Nacional da Indústria apostam em continuidade da demanda no mercado interno em 2009.

     

    O ex- diretor do Banco Central e economista-chefe da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, destaca que, em meados deste ano, todas as principais instituições apontaram um elevado uso de capacidade na indústria. Em sua Sondagem da Indústria da Transformação, a FGV informou que, em agosto, a indústria operou com 86,5% de sua capacidade - o maior nível do ano, e o mais elevado patamar para um mês de agosto, nos últimos dois anos. "Pode ser que esteja ocorrendo um descompasso entre as expectativas do consumidor e as da indústria", alerta.

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    06-09-2008 | 11:09
     A construção civil já emprega mais de 2 milhões de trabalhadores no Brasil. Somente no primeiro semestre deste ano, 229 mil pessoas foram contratadas com carteira assinada em todo o país, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) de São Paulo e da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

     

     

    Com tantos recordes quebrados - maior índice de geração de empregos no setor desde 1995 - , a expectativa é de mais um ano aquecido e de oferta de empregos no setor imobiliário brasileiro.

     

     

            "O emprego com carteira assinada no último semestre aumentou 16,7% no país, e 16,6% no DF, percentual bem acima ao do que vinha ocorrendo", destaca a economista e consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo.

     

     

    Os índices, segundo ela, são resultados da formalização da mão-de-obra.

     

     

    "A construção civil sempre teve a marca de empregar informalmente, e o reflexo da mudança desse período é o emprego com carteira, que cresceu no ano passado cerca de 8% no país, com a maior parte de pessoas empregadas como serventes e pedreiros", esclarece.

     

     

     

            Mas esse aumento de produção do setor causou um descompasso entre a demanda e a oferta de mão-de-obra, como explica Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

    "Um dos grandes gargalos hoje é a capacitação dos trabalhadores.

     

     

     

     Tivemos uma evolução do setor em termos tecnológicos, mas os profissionais da área não acompanharam essa evolução", comenta.

     

     

     

            Nesse ponto, a parceria do setor privado com o governo na qualificação de profissionais para a construção civil é fundamental.

     

     

     

    "É uma preocupação de todo o setor.

     

     

    A Escola Politécnica de São Paulo nos ajudou a levantar tudo o que se faz hoje em termos de capacitação e certificação para a criarmos um sistema nacional de certificação de mão-de-obra", afirma.

     

     

     

    "Queremos uma mão-de-obra de carreira, e não simplesmente um quebra-galho ou algo temporário como é visto ainda hoje, onde os salário são muito baixos", acrescenta.

     

     

     

            O Sinduscon do DF também fez um levantamento com as empresas do setor questionando em quais áreas havia maior necessidade de mão-de-obra qualificada.

     

     

     

    E segundo o vice-presidente Júlio César Peres, a demanda por parte das empresas influenciou o Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) a oferecer cursos de especialização para pedreiro, carpinteiro, pintor e eletricista predial.

     

     

     

    "O mercado não está tendo mais profissionais qualificados para atender o ritmo de construções de Brasília. Quem tem a mão-de-obra profissionalizante está segurando", ressalta.

     

     

     

     Boa fase

            Segundo Peres, esse momento é positivo para construtoras, consumidores e, principalmente, para quem trabalha nas obras, porque a construção civil é o setor que dá resposta imediata na geração de empregos.

     

     

     

    "Assim que começa um canteiro de obras, precisamos do servente para a limpeza do local, para as escavações.

     

     

    Ele é o primeiro que entra e o último que sai.

     

     

     

    E essa mão-de-obra não especializada é que está entrando no mercado de trabalho", explica.

     

     

     

            Opinião que compartilha com o diretor de uma importante empresa de investimentos imobiliários de Brasília e vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), Marcelo Carvalho.

     

     

     "É importante lembrar que a construção civil é a grande porta de entrada do trabalhador de pouca qualificação profissional no mercado de trabalho.

     

     

     

     E tem essa capacidade de atrair mão-de-obra e de gerar cinco empregos indiretos, para cada pessoa empregada", destaca.

     

     

     

            No Distrito Federal, o Senai qualifica 600 pessoas por ano em nível básico e técnico com cursos que tentam sanar o déficit profissional.

     

     

     A maior demanda é de trabalhadores com cursos técnicos de edificações e segurança do trabalho, desenhista de arquitetura, eletricista predial e pedreiro em geral, segundo a coordenadora de educação profissional do Senai e Sesi-DF, Learice Barreto.

     

     

     

    Ela diz que o aquecimento do mercado imobiliário refletiu imediatamente na demanda, principalmente do curso de técnico em edificações. Para as demais funções, as próprias empresas têm capacitado seus funcionários.

     

     

     

            Quem se especializou e está com o emprego garantido é o experiente pedreiro Antônio Raimundo Castro, 40 anos, sendo 18 de profissão.

     

     

     

    "Sempre tem emprego na minha profissão, mas de um ano e meio para cá está mais fácil conseguir trabalho.

     

     

    O salário também deu uma melhorada, de R$ 40 para R$ 60 a diária", conta.

     

     

     

            Ele faz parte de um grupo de trabalhadores qualificados que têm curso profissionalizante.

     

     

    Há três anos, Antônio decidiu fazer o curso de pedreiro para deixar de ser servente e conseguir um trabalho melhor.

     

     

    "Depois da formação foi mais fácil conseguir um bom emprego porque as firmas exigiam qualificação e experiência em carteira", revela.

     

     

     

     Mesmo com trabalho garantido e melhora no salário, o pedreiro não parou de estudar.

     

     

     

     "Quem sabe não consigo ser engenheiro! A gente tem que  sonhar!"

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09
    O consumo acelerado de cimento chegou a causar problema de desabastecimento nas lojas do Centro-Oeste do meio do ano passado ao início de 2008, principalmente em Goiás e no Mato Grosso.

     

     

    Como conseqüência, houve elevação no preço do produto. "Os problemas foram pontuais.

     

     

    Tivemos escassez de cimento no Centro-Oeste, mais por logística do que por incapacidade de produção", afirma Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

     

            Ele explica que havia capacidade de produção no país, mas não na região.

     

     

     Dessta forma, foi necessário importar cimento de outros lugares, o que demandava mais tempo e custo maior de transporte.

     

     

     "Isso já foi sanado.

     

     

    Várias fábricas de cimento foram reativadas, outras estão sendo construídas.

     

     

     

     Não estamos tendo nenhuma escassez de produto neste ano, e não vejo perspectiva de falta de produtos em 2008", ressalta.

     

     

     

            As empresas têm se mobilizado para atender a tantos pedidos.

     

     

     A reportagem do Correio foi conferir todo o processo de produção de uma cimenteira, a Votorantim, em Sobradinho, e constatou que o ritmo ali é intenso.

     

     

    São 24 horas funcionando, sete dias por semana. Com relação à falta de cimento, a empresa esclarece que o que aconteceu foi uma manutenção preventiva no moinho da unidade de Nobres/MT, que estava planejada, em maio de 2007, e que a parada não comprometeu a oferta de cimento para o mercado.

     

     

     

            Na época, a Votorantim Cimentos esclareceu que a fábrica opera normalmente, produzindo em sua capacidade máxima, e expedindo o equivalente a 56 mil sacos de cimento por dia.

     

     

     

     Ainda segundo, a cimenteira, a empresa tem condições de abastecer o mercado da construção civil no Brasil, e ainda fará investimentos para aumentar a capacidade de produção e melhorar os canais de distribuição de seus produtos. (ACB)

     

     

     

    Escassez de materiais é coisa do passado

     

     

            O consumo acelerado de cimento chegou a causar problema de desabastecimento nas lojas do Centro-Oeste do meio do ano passado ao início de 2008, principalmente em Goiás e no Mato Grosso.

     

     

     Como conseqüência, houve elevação no preço do produto.

     

     

    "Os problemas foram pontuais.

     

     

    Tivemos escassez de cimento no Centro-Oeste, mais por logística do que por incapacidade de produção", afirma Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

     

            Ele explica que havia capacidade de produção no país, mas não na região.

     

     

    Dessta forma, foi necessário importar cimento de outros lugares, o que demandava mais tempo e custo maior de transporte.

     

     

    "Isso já foi sanado.Várias fábricas de cimento foram reativadas, outras estão sendo construídas.

     

     

     Não estamos tendo nenhuma escassez de produto neste ano, e não vejo perspectiva de falta de produtos em 2008", ressalta.

     

     

     

    As empresas têm se mobilizado para atender a tantos pedidos.

     

     

    A reportagem do Correio foi conferir todo o processo de produção de uma cimenteira, a Votorantim, em Sobradinho, e constatou que o ritmo ali é intenso.

     

     

    São 24 horas funcionando, sete dias por semana. Com relação à falta de cimento, a empresa esclarece que o que aconteceu foi uma manutenção preventiva no moinho da unidade de Nobres/MT, que estava planejada, em maio de 2007, e que a parada não comprometeu a oferta de cimento para o mercado.

     

     

     

            Na época, a Votorantim Cimentos esclareceu que a fábrica opera normalmente, produzindo em sua capacidade máxima, e expedindo o equivalente a 56 mil sacos de cimento por dia.

     

     

     

     Ainda segundo, a cimenteira, a empresa tem condições de abastecer o mercado da construção civil no Brasil, e ainda fará investimentos para aumentar a capacidade de produção e melhorar os canais de distribuição de seus produtos. (ACB)

     

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09

    Especial Ponto a Ponto - Paulo Safady Simão no Correio Braziliense-05/09/2008

     

     

     Ana Clara Brant

     Da equipe do Correio

     

     

             "O momento atual está dentro de um cenário de equilíbrio econômico, de estabilidade, de não endividamento público, de credibilidade externa, de ingresso de recursos de investimentos externos. É um momento completo"

     

     

             Desde 2003 na presidência da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o empresário mineiro Paulo Safady Simão diz que nunca, em toda a sua trajetória profissional, vivenciou um momento tão favorável à construção civil.

     

     

    E a expectativa é de que o setor continue a crescer.

     

     

     "Para este ano teremos um crescimento em torno de 7% .

     

     

    O setor da construção é um dos pilares do desenvolvimento", comemora. Nesta entrevista exclusiva ao Correio, Safady diz que as obras de infra-estrutura do PAC e as que serão feitas para sediar a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, são outras boas-novas que vêm por aí, num novo impulso à ascendência da indústria nacional da construção.

     

     

    Confira os principais trechos.

     

     

     

    Revolução         Vivemos uma revolução no mercado imobiliário brasileiro, fruto de um trabalho feito a várias mãos -governo, setor de construção e incorporação - e que modificou todo o marco regulatório do mercado imobiliário nacional, até então cheio de problemas.

     

     

     

    Essa mudança resultou em segurança, transparência, agilidade.

     

     

     A tal ponto que alterou completamente a performance e a atuação dos agentes financeiros, que de desprezo total pelas carteiras imobiliárias passou a tê-las no centro de suas atividades.

     

     

     

     A partir do momento em que se tem o agente financeiro com recursos, interessado e buscando a atividade, começa-se a movimentar o setor como um todo.

     

     

     

    Impulso         O mercado imobiliário é o setor que impulsiona a construção civil no momento.

     

     

     

    Certamente vamos ter essa contribuição aumentada daqui para a frente com as obras de infra-estrutura fomentadas pelo PAC, e mais ainda com as obras da Copa do Mundo.

     

     

    Mas, até o momento, a área imobiliária é que trouxe o setor ao patamar de crescimento em que ele está. Este ano, teremos crescimento em torno de 7%.

     

     

     O setor da construção é um dos pilares do desenvolvimento do país.

     

     

     

     E, pelas nossas projeções, vai continuar a ser nos próximos anos.

     

     

     

    Momento histórico         Tivemos inúmeros cenários favoráveis. Na época do boom do JK, na época da ditadura militar, do milagre brasileiro, também foi este setor que alavancou. Mas havia outros fatores.

     

     

    O momento atual é diferente.

     

     

     Está dentro de um cenário de equilíbrio econômico, de estabilidade, de não endividamento público, de credibilidade externa, de ingresso de recursos de investimentos externos.

     

     

     Enfim, é um momento completo, que, posso até estar errado, mas nunca vi na minha história de empresário.

     

     

     

    Governo

             Estamos em constante audiência com o governo. Levamos nossa preocupação como os gargalos que ainda existem no PAC, que são preocupações constantes do setor. A intenção é que as coisas fluam com mais rapidez, agilidade, transparência, efetividade. E, para isso, a gente tem que estar atento. Hoje em dia, pelo boom do setor, temos problemas de materiais, de mão-de-obra. Então, temos trabalhado em programas de treinamento e capacitação. As indústrias trabalham com projetos de expansão. Mas para tudo isso é necessário esforço conjunto de todo o setor. E o governo tem que ficar atento e nos ajudar, criando novas linhas de financiamento, novos incentivos. São essas as provocações que temos que fazer ao governo para que a roda não pare de girar.

     

     

    Brasília

             O mercado de Brasília sempre foi muito aquecido e um dos mais caros do país porque aqui tem a renda per capita mais alta do Brasil. E é um mercado que tem uma dificuldade muito grande por causa dos terrenos, de projeção. Aqui a terra é pública, e isso cria algumas dificuldades. Porém, as novas construtoras não deixam de vir porque aqui é um mercado extremamente positivo, rico.

     

     

     

    2009

             Sou sempre otimista e esse país tem muita coisa para fazer, ainda mais a partir do momento que o presidente Lula acreditou no setor e deu espaço para crescer.

     

     Mas há uma série de fatores que poderia melhorar para que esse setor possa fluir melhor.

     

    E é para isso que estamos lutando.

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09
    A presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU), deputada Angela Amin (PP/SC), fez um pronunciamento nesta terça-feira, 2, no Plenário da Câmara dos Deputados, sobre os trabalhos realizados pela comissão, com destaque para os debates sobre a construção de moradia popular e soluções para o trânsito nas cidades. Ao fazer o balanço, ela informou que priorizou debates de temas como mobilidade urbana, habitação e desenvolvimento. No total, foram discutidos e votados 17 projetos de lei e 14 requerimentos. Além disso, foi apresentada e discutida a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 285/08), que prevê um limite mínimo obrigatório de gastos públicos com habitação popular.

     

    “De abril para cá, realizamos um seminário e quatro audiências públicas”, frisou a deputada, destacando a reunião que discutiu o Plano Nacional de Habitação e a que debateu propostas para o financiamento e construção de moradias de interesse social. “Em todas essas ocasiões, procuramos valorizar as informações técnicas, incentivar e estimular o debate construtivo no sentido de acertar as ações objetivas voltadas à resolução dos problemas”, afirmou.

     

    Déficit habitacional- O Colóquio sobre Habitação de Interesse Social, realizado pela comissão, também foi lembrado pela parlamentar. Segundo ela, o encontro discutiu propostas de aumentar os recursos para o setor e permitir a construção de moradias de interesse social, reduzindo o déficit habitacional no País.

     

    Angela argumentou que, apesar de já existir um conjunto de normas específicas para o setor habitacional, a falta de moradia destinada à população de baixa renda é preocupante.

     

    Durante o pronunciamento, a deputada citou estimativas fornecidas pelo IBGE mostrando que o déficit habitacional brasileiro é hoje de 5,1 milhões de moradias. “Como os dados oficiais não incluem os moradores de palafitas, barracos e outras habitações desprovidas de infra-estrutura básica, pode-se supor, agregando-os aos números oficiais, que o déficit nacional de habitação pode atingir 15 milhões de unidades, ou seja, algo em torno de 55 milhões de brasileiros”, destacou. Angela Amim defende que a moradia seja tratada pela legislação como um efetivo direito social, a exemplo do que já ocorre com a saúde e a educação.

     

    Trânsito- Entre outros temas discutidos na comissão, a deputada citou o debate sobre o trânsito no País. Ela lembrou o esforço dos parlamentares para a realização da audiência pública que reuniu especialistas do setor e contou com a presença do ministro das Cidades, Márcio Fortes.

     

    O debate, segundo a parlamentar, traçou um panorama do trânsito nas grandes cidades e apontou melhorias para o transporte coletivo. Além disso, acrescentou, surgiram alternativas limpas de locomoção, como medidas positivas para ajudar a solucionar o problema do trânsito e melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

     

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09
         CAE vai examinar projeto que coloca MT e MS no mesmo fuso horário de BrasíliaA Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) reúne-se na terça-feira (9), às 10h, para discutir e votar uma pauta com 14 projetos, entre eles o que altera o fuso horário dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, para que eles fiquem com a mesma hora oficial de Brasília. Hoje, os relógios nesses estados estão atrasados em uma hora em relação à maior parte do Brasil.
         
         Trata-se de um projeto (PLS 177/08) do senador Delcídio Amaral (PT-MS), para quem a mudança apresentará, no geral, benefícios que superam os eventuais transtornos para a população, como levantar-se, às vezes, antes do nascer do sol para ir à escola ou ao trabalho. O relator da matéria é o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que ainda não apresentou seu voto.
         
         Há pouco tempo, o Congresso aprovou projeto do senador Tião Viana (PT-AC), já transformado em lei (11.662/08), que acabou com o quarto fuso horário brasileiro, até então aplicado ao estado do Acre, eliminando uma das duas horas de diferença em relação ao horário de Brasília. Hoje, só seis estados não acompanham a hora oficial de Brasília - Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Roraima e Rondônia. A ilha de Fernando de Noronha, pertencente ao estado de Pernambuco, também tem fuso horário diferente do resto do país, mas, nesse caso, os relógios ficam adiantados uma hora em relação a Brasília.
         
         O projeto de Delcídio Amaral chegou a ser relatado pelo então senador Geovani Borges (PMDB-AP), que propôs eliminar todos os fusos horários diferentes de Brasília, exceto o de Fernando de Noronha. O voto de Geovani, no entanto, não chegou a ser analisado, pois ele deixou o mandato - Geovani é suplente do senador Gilvam Borges (PMDB-AP), que retornou ao Senado depois de uma licença médica.
         
         Constam da pauta da Comissão de Assuntos Econômicos ainda duas mensagens do presidente da República propondo autorização para que as prefeituras de Corumbá (MS) e Uruguaiana (RS) tomem empréstimos externos, com aval da União. Corumbá deve receber US$ 3,2 milhões do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), enquanto Uruguaiana tomará US$ 6,8 milhões do Banco Mundial. Nos dois casos, o dinheiro será usado em obras de infra-estrutura, moradia popular e educação.
          Fonte: 24 Horas News
    06-09-2008 | 11:09
    O Banco do Brasil espera fechar o ano com cerca de R$ 1 bilhão destinados ao financiamento imobiliário, só com recursos da poupança, segundo informou à Agência Brasil o diretor de Novos Negócios do banco, Paulo Rogério Caffarelli.

    Considerando o valor médio de financiamento de R$ 80 mil por mutuário, a perspectiva é firmar sete mil contratos este ano para pessoa física.

    A meta é chegar até 2012 entre os três grandes financiadores da área imobiliária. O mercado, atualmente, é liderado pela Caixa Econômica Federal, banco Itaú e Bradesco.

    Para 2009, ainda não foram fechadas as projeções na área imobiliária. O BB atua, desde dezembro do ano passado, no sistema de crédito imobiliário com recursos próprios, por meio do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). E a partir de junho passou a operar no mercado de crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança, pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

    Balanço parcial do banco mostra que o volume de contratos imobiliários pelo SFH ainda é pequeno, mas o crédito aprovado, ainda não contratado, já supera os R$ 500 milhões.

    “O Banco do Brasil passa a ser mais um banco grande de varejo a oferecer esse produto, como forma de ajudar na resolução do déficit habitacional”, observa Caffarelli. O país tem, hoje, segundo o Ministério das Cidades, um déficit de oito milhões de moradias.

    Outro produto para aquisição da casa própria é o consórcio de imóveis, por meio do qual o mutuário pode optar por pagar a metade das cotas mensais e quitar o restante quando já estiver morando no imóvel. É uma modalide de 200 meses de financiamento.

    O objetivo, segundo Caffarelli, é poupar o mutuário da despesa dupla, já que quem entra em consórcio para financiar a compra da casa própria, em geral, paga aluguel.

    “Geralmente, [o consórcio] é para aquelas pessoas que ainda não têm seu imóvel próprio. E também, não querem, ou não podem naquele momento, adquirir aquele imóvel. Então, começam a pagar o consórcio”, disse.

    As cartas de crédito para aquisição de imóveis pelo BB Consórcio de Imóveis têm valor mínimo de R$ 30 mil e máximo de R$ 300 mil.

    Na área de crédito imobiliário, segundo o diretor de Novos Negócios, o BB tem foco nas faixas de cinco a dez salários mínimos e acima de dez salários.

    Ele destacou que, embora seja a Caixa Econômica a instituição do sistema financeiro com perfil mais voltado para camadas de baixa renda, “nada impede que, no futuro, o Banco do Brasil passe também a ser mais um agente nessas faixas de renda mais baixa”.

    Caffarelli lembrou ainda que o banco busca prestar um atendimento de acordo com o perfil do cliente. Por isso, opera no mercado imobiliário com clientes pessoas físicas e jurídicas, sendo que este último segmento engloba as construtoras e incorporadoras. “A nossa idéia é, justamente, ter um produto adequado e aderente a essa realidade dos nossos clientes.”

    O BB financia até 80% do valor do imóvel. O financiamento para pessoa física vai de R$ 20 mil a R$ 1,5 milhão. E para pessoa jurídica de R$ 1 milhão até R$ 100 milhões.

    Fonte: Olhar Direto
    06-09-2008 | 11:09
    A Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social por meio do projeto social 'Depende de Nós', iniciou esta semana as inscrições para diversos cursos profissionalizantes gratuitos, em cinco bairros do município de Várzea Grande.

    Ao todo há disponíveis 13 cursos, entre eles, garçom e garçonete, telefonista e recepcionista, grafite, pintor de parede, assentador der tijolos, instalador hidráulico, cozinha regional, salgadeiro, chapeiro, pizzaiolo e manicure e pedicure. As inscrições serão realizadas até a próxima quarta-feira (10).

    De acordo com a coordenadora do projeto, Isabel Audávis, os cursos são direcionados a famílias em situação de vulnerabilidade social, beneficiados do Bolsa Família e do BPC (Benefício de Prestação Continuada), Projovem e pessoas desempregadas acima de 16 anos de idade.

    Os cursos serão realizados nas escolas municipais dos seguintes bairros: 13 de Setembro, Serra Dourada, Santa Terezinha, Cabo Michel e Jardim Alá. As aulas serão iniciadas no dia 13 de setembro, nos finais de semana, sábado e domingo, sendo ministradas por profissionais qualificados, no período de 8 horas aula, em dois turnos, matutino das 7h às 11h e vespertino das 13h às 17h.

    "É interessante frisar para a população que as vagas são limitadas, 25 alunos por turma. Então os interessados devem se apressar e fazer a inscrição para garantir sua vaga. Esta oportunidade é única, e proporciona as famílias a inclusão no mercado de trabalho sem custo algum", alerta Isabel.

    As inscrições estão sendo realizadas nos pólos de atendimentos do projeto, para maiores informações ligar para 3688-3162

     

    Fonte: Olhar Direto
    06-09-2008 | 11:09
    Música, dança e fotografia estão no cardápio do point mais movimentado da cultura mato-grossense nos últimos anos. Programação rica e interessante

    O palco é o SESC. Talvez o maior espaço da cidade voltado para as artes e, sem dúvida, o mais movimentado. Quem ainda não conhece, provavelmente, não tem o menor interesse nas artes, pois ali, encontramos atividades para todos os gostos e faixas etárias.

    Neste sábado, por exemplo, temos o encerramento da V Semana da Música(SEMUS). O show está previsto para as 21h30 e será uma grande confraternização com todos os participantes da SEMUS e os convidados. Esta edição trouxe: Ricardo Nakamura(guitarra) e Carlos Vinicius (piano), além do ouro da casa Ebinho Cardoso(baixo), Sandro Souza(bateria) e Sidney Duarte(harmonia e improvisação). Completam a equipe das oficinas: Tchuka Jr(Produção Musical) e Marilia Cortez(Educação Musical). A entrada para o show é franca e o espetáculo acontece no teatro do SESC.

    Também hoje, encerra-se o Flõ – Festival Livre Olhar. Foi uma semana de vídeos experimentais. Linguagem contemporânea e inovadora. A vanguarda do audiovisual brasileiro. As sessões foram gratuitas e hoje não é diferente. Às 19 horas será exibido o filme “República dos Assassinos”(90’-1979) do diretor Miguel Faria Jr., a música do filme é de Chico Buarque e no elenco estão: Anselmo Vasconcellos, que foi homenageado no Flõ 2005, Tarcisio Meira, Sandra Brida, Sylvia Bandeira, Tonico Pereira, Paulo Villaça e Ítalo Rossi.

    O filme se passa em plena década de 70, durante os anos do regime de exceção. Os crimes praticados pelo esquadrão da morte causavam espanto e impacto na população pelo requinte da violência praticada pelos assassinos. Outro fato que causava indignação era a publicação das fotos das vítimas, que apareciam adornadas por uma caveira, símbolo do grupo. “República dos Assassinos” conta essa história a partir do personagem Mateus Romeiro, o mais famoso policial que integrou o esquadrão, e fazia pare da facção Homens de Aço, responsável por um racha na organização.



    Aldeia Guaná

    A Aldeia Guaná, como o DC Ilustrado já divulgou, também é uma realização do SESC Arsenal e promove um encontro e trocas sobre os diferentes aspectos da produção artística e cultural. Teatro, dança, poesia, fotografia, literatura e música. Seminários, debates, leituras, exibições e audições. Quando parece que nada temos a fazer na cidade de Cuiabá é só correr pro SESC, especialmente durante este mês de programação intensa da Guaná.

    Hoje tem a Cia de Dança Lia Rodrigues (RJ). Durante a semana a professora Lia Rodrigues, PHD em dança e autora do livro "Dança e Pós-modernidade", resultado de sua pesquisa de doutorado, ofereceu um workshop aos interessados pela dança contemporânea. Ela fez pós-doutorado na Universidade Paris 8, na França, e possui Licenciatura e Bacharelado em Dança pela Universidade Federal da Bahia. Ontem a sua apresentação abalou as estruturas, fez tremer a platéia atenta aos movimentos de corpos sob sombras e luzes encantadoras no espetáculo “Encarnado”. Hoje mais uma dose com o espetáculo: “Aquilo De Que Somos Feitos” que integra o projeto Palco Giratório que circula pelo Brasil peças de destaque no âmbito nacional.

    A sinopse do espetáculo é inebriante: “Levantar ou tirar aquilo que cobria; pôr a vista; encontrar; descobrir; achar; encontrar pela primeira vez; manifestar; revelar; descobrir segredos; inventar; notar; dar a conhecer; tornar-se claro; revelar sua identidade; mostrar-se; aparecer Esta definição da palavra “descobrir”, retirada de um dicionário, poderia ser a sinopse do espetáculo AQUILO DE QUE SOMOS FEITOS, criação da Lia Rodrigues Companhia de Danças.” Durante o espetáculo os corpos se mostram não apenas como se fossem esculturas humanas, mas também como idéias, convicções e críticas que estão no imaginário coletivo. A apresentação será no Salão social às 20h e a entrada é 1 litro de leite longa vida. O espetáculo é desaconselhável para menores de 16 anos.

    Além da dança quem for ao SESC poderá apreciar a exposição de fotografia “Fragmentos” do Maurício Oliveira (MT). As imagens que serão expostas constituem um grupo diversificado de fotos urbanas e de fotos de natureza selvagem. A grande característica que todas têm em comum é a sensação muito clara de serem “fragmentos de algo muito maior”. Esta começa hoje e vai até 05/10 na galeria de artes.

    Outra atração fotográfica que também faz parte do equipamento do SESC, mas do outro lado da rua e mais a frente, está na Casa do Artesão que recebe o Projeto Amazônia das Artes chamado “Água Branca” do fotógrafo Wank Carmo (RR). Esta vai até 25/09 e também é gratuita.

    Como a programação da Guaná e ampla e permanece durante todo o mês, o DC Ilustrado estará constantemente lembrando-o e falando um pouco mais dos espetáculos para você ficar por dentro do que acontece na cidade.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    06-09-2008 | 11:09
    A Secretaria de Planejamento (Seplan) realizou, em Sinop, a última Audiência Pública sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2009 nas cidades-pólo do Estado. O debate foi promovido também em Rondonópolis, Barra do Garças e Cáceres. O encerramento do ciclo de debates acontecerá na próxima quinta-feira (11), em Cuiabá.

     

    A lei orçamentária anual (LOA) estima as receitas que o governo espera arrecadar durante o ano e fixa os gastos a serem realizados com tais recursos. Ela detalha a aplicação dos recursos do município em obras e ações para o exercício seguinte. È elaborada com base nas diretrizes anteriormente apontadas pelo Plano Plurianual (PPA) e pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), ambos definidos pelo executivo, a partir de discussões com a comunidade.

     

    De acordo com a equipe técnica da Seplan, no ano em que o estudo foi realizado, em 2005, Sinop contribuía com 5,7% no bolo total do PIB no Estado. Este ano, o município teve um crescimento na participação e agora representa 6,3% do índice.

     

    A projeção é que essa participação continue em ascensão até o final do projeto MT+20, em 2026. Isso significa que a economia do município está em franco crescimento, apesar das desacelerações causadas pelas várias operações policiais contra o setor madeireiro.

     

    Já em 2008, o governo do Estado destinou um empenho de R$ 22 milhões para a cidade e até mês passado foram aplicados R$ 10 milhões. A principal área de investimento do Executivo Estadual no município foi em infra-estrutura, principalmente, em pavimentação asfáltica com R$ 4,9 milhões.

     

    O secretário de Planejamento, Yênes Magalhães, disse que a descentralização da discussão da LOA é positiva e necessária para o processo democrático. "É isso que nós, governo do Estado, estamos buscando, ou seja, informar a sociedade de forma mais ampla. Nossa prioridade é dar transparência na gestão pública e aumentar o controle da social. Queremos que a sociedade exerça seu papel de fiscalizar e acompanhar os resultados das ações do governo", destacou. Segundo ele, o objetivo é ouvir a população sobre seus anseios.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-09-2008 | 11:09
    O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou ontem que 50 milhões de brasileiros já foram vacinados contra rubéola na campanha do governo. O número representa quase 68% da meta do governo - que é vacinar 70 milhões até o fim da campanha, em 12 de setembro.

     

    Temporão participou de ação de mobilização para a campanha contra a rubéola em São Paulo e vacinou o nadador César Cielo, campeão olímpico nos Jogos de Pequim.

     

    "Nós já estamos na reta final. Falta pouco, mas esse pouco é muito importante", disse o ministro, pedindo para a população com idade entre 20 e 39 anos tomar a vacina. "Nossa proposta é erradicar a rubéola do Brasil". Para Temporão, o balanço da campanha é positivo. "Nós já estamos com 67% para 68% da meta alcançada", informou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-09-2008 | 11:09
    A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou para 0,28% em agosto, depois de ter registrado taxa de 0,53% no mês anterior. Foi a menor taxa desde setembro de 2007 (0,18%) e também ficou abaixo do registrado em agosto de 2007 ( 0,47%). No ano, o IPCA acumula alta de 4,48%, maior do que o verificado no mesmo período de 2007 (2,80%); já nos 12 meses fechados em agosto a elevação acumulada é de 6,17%, menor do que a os 6,37% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.

     

    Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e revelam que a desaceleração da inflação em agosto foi puxada principalmente pelo comportamento dos preços dos alimentos.

     

    Depois da alta de 1,05% em junho, o grupo passou para queda de 0,18%. A maioria dos produtos apresentou redução nos preços entre os dois meses, sendo os principais destaques o tomate (de 10,59% para -36,91%), a batata inglesa (de -6,40% para -6,55%) e o feijão mulatinho (de -2,12% para -6,46%).

     

    O IBGE destaca que, apesar do resultado de agosto, os alimentos acumulam alta de 9,58% no ano, bem acima da taxa de igual período do ano passado (6,73%). O levantamento ressalta que a queda nos preços desses produtos foi percebida na maioria das regiões pesquisadas.

     

    Os produtos não alimentícios subiram um pouco mais de um mês para o outro: de 0,38% para 0,42%. O movimento foi influenciado pelos reajustes em itens importantes para a formação da taxa global, com preços administrados ou controlados.

     

    A conta de telefone fixo, que sofreu reajuste autorizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no final de julho, foi a que mais pressionou a taxa do mês, com alta de 2,27%, ante 0,62% em junho. Também contribuíram as tarifas de energia elétrica, que passaram de 0,93% para 1,03%; e de água e esgoto (de 0,79% para 1,57%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-09-2008 | 11:09
    O governo federal quer retirar a tributação indireta que incide sobre o spread bancário (diferença entre a taxa de juros cobrada pelo banco em um empréstimo e o seu custo de captação dos recursos). Em estudo no Ministério da Fazenda, a medida, que poderá reduzir os juros cobrados pelos bancos nos financiamentos aos seus clientes, será adotada na regulamentação da reforma tributária, ainda em tramitação na Câmara dos Deputados.

     

    À frente das negociações da reforma, o secretário-extraordinário de Reformas Econômicas e Fiscais do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, informou à Agência Estado que os estudos para sua regulamentação estão em fase adiantada dentro do governo. Segundo ele, a idéia é de que a proposta em elaboração retire a incidência do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) federal sobre o spread bancário.

     

    "A melhor hora para se fazer isso é com o IVA federal. É mais fácil", disse Appy. O IVA federal será criado com a reforma tributária e unificará, entre outros tributos, a Cofins e o PIS. Hoje, os dois tributos incidem sobre o spread bancário à alíquota de 4,65% e encarecem os juros cobrados pelos bancos. Em outros países, como alguns da UE, não há essa incidência.

     

    Segundo Appy, essa tributação indireta sobre o setor financeiro provoca distorções e, no futuro, poderá trazer riscos de exportação de serviços bancários para outros países. "Hoje, não temos esse problema no Brasil. Mas quando se tem um desenho mal feito, que leva a cumulatividade e tributação do spread, isso pode gerar exportação de serviços financeiros", ressaltou Appy. Mas ele ponderou que não necessariamente se trata de uma desoneração do setor bancário, mas de mudança na forma de tributação.

     

    Segundo Appy, as negociações da proposta de reforma tributária com o relator, deputado Sandro Mabel (PR-GO), estão bem avançadas. A estratégia é diminuir as divergências ao máximo antes da votação da proposta na Comissão Especial de Reforma Tributária. "Já tivemos avanços importantes nas negociações. O tema não está parado", disse.

     

    O secretário informou que o governo cedeu e já aceitou ampliar o detalhamento do desenho do IVA no texto da reforma constitucional. A proposta inicial do governo, que não agradou às empresas e os parlamentares tinha um texto mais genérico em relação à base de incidência do tributo, deixando para a regulamentação os detalhes. Ele admitiu, no entanto, que ainda há "divergências relevantes" em torno da proposta.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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