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Sábado, 16 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    03-11-2008 | 11:11
    Lula afirma que manter obras do PAC mesmo com crise financeira é questão de honra  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se disse satisfeito com o desempenho do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que teve divulgado o quinto balanço na semana passada. Em seu programa semanal Café com o Presidente, hoje (3), ele considerou “uma questão de honra” manter as obras em andamento mesmo com a crise financeira internacional.

    “É motivo de muita alegria saber que conseguimos fazer com que o PAC se transformasse em uma coisa importante para o desenvolvimento brasileiro e, mais importante ainda, saber que o governo mantém o controle das ações. A política de acompanhamento coordenada pela ministra Dilma Rousseff [da Casa Civil], junto com os governos estaduais, com as prefeituras e com os ministros de cada área tem demonstrado que essa é a forma mais correta de fazer com que as políticas públicas do governo brasileiro possam ser executadas”, disse o presidente.

    De acordo com Lula, 2009 deve ser um ano “infinitamente melhor” diante do número de obras do PAC a serem inauguradas. Ele reforçou que, em 2010, grande parte das obras anunciadas pelo governo estarão concluídas.

    “Obviamente que muita gente entendia que, por conta da crise financeira internacional, o PAC iria ter uma diminuição nos investimentos, no comprometimento das verbas do governo federal. Isso não vai acontecer. Acreditamos que uma das formas de enfrentar a crise financeira é fortalecer as obras de infra-estrutura e fortalecer o mercado interno”.

     

    Fonte: Olhar Direto
    03-11-2008 | 11:11
    Na reunião de rotina do secretariado, governador Blairo Maggi pedirá mais uma vez para os assessores “apertarem os cintos” diante da crise
    A reunião quinzenal do governador Blairo Maggi (PR), nesta segunda-feira, tem como principal pauta os reflexos da crise mundial na economia no orçamento geral do Estado para 2009. Apesar da preocupação demonstrada pelo governador, a proposta de R$ 7,7 bilhões na Lei Orçamentária Anual (LOA), em tramitação na Assembléia Legislativa, será mantida.

    Maggi, no entanto, antecipou que a peça orçamentária entra o próximo ano contingenciada, ou seja, apenas os gastos extremamente necessários serão feitos, mesmo assim com o aval do chefe do Executivo, que terá todo o controle sobre as movimentações financeiras.

    A LOA foi elaborada prevendo uma arrecadação um pouco abaixo da previsão, já temendo possíveis atropelos na economia, demonstra a cautela do Executivo com os números da arrecadação. Na quinta-feira, no final da manhã, o governador chamou no seu gabinete o secretário de Fazenda, Éder Moraes, o secretário-adjunto de Receita Pública, Marcel Cursi, que apresentaram um relato minucioso dos números da arrecadação.

    Neste relato, ainda que preliminarmente, sobre os possíveis reflexos da crise da economia na arrecadação do Estado não há previsão de reduzir os valores da peça orçamentária. Já em caso de uma receita maior, Maggi promete fazer complementações.

    O secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki, que acompanhou a apresentação dos números da Sefaz ao governador, assegurou que não haverá alterações, por enquanto, relacionados aos recursos na Lei Orçamentária Anual. De acordo com Novacki, a pasta da Fazenda já trabalhava, em período anterior à anunciada crise da economia, com variantes capazes de identificar margem de risco. Os estudos teriam colaborado para a elaboração da peça orçamentária, que deverá sofrer apenas pequenos ajustes. Mas apesar da boa notícia, o chefe do Executivo estadual não dará brecha para possíveis pretensões de sua equipe a respeito dos gastos.

    Segundo o chefe da Casa Civil, na reunião desta segunda-feira Maggi irá reforçar o alerta dado anteriormente sobre a necessidade de continuidade de contenção de despesas. “Vamos continuar as ações que visam assegurar a economia e boa aplicação dos recursos públicos. Mesmo com a previsão de que o orçamento não será atingido de forma grave, é preciso continuar os trabalhos de economia na administração pública”, avisou.

    Segundo ele, mesmo que a arrecadação do Estado continue com margem de crescimento, é preciso manter a linha implementada por Maggi de bom uso do dinheiro público. “Independente do resultado do estudo que está a cargo da equipe técnica da Sefaz, sob o comando do Éder Moraes, continuamos cobrando empenho das secretarias no sentido de garantir recursos para ampliar investimentos em áreas afins”, disse.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    03-11-2008 | 11:11
    O governo federal, o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal esperam lançar na semana que vem os termos de uma linha de crédito habitacional exclusiva para os servidores públicos federais. A iniciativa pretende contribuir para manter aquecido o mercado de crédito no país, particularmente, no segmento da construção civil. A linha será oferecida aos servidores ativos e aos aposentados - da administração direta, autarquias e fundações públicas, além de funcionários de empresas públicas e de sociedade de economia mista.

     

    As assessorias do BB e da Caixa informaram que as condições dos empréstimos, como prazos e taxas de juros, para esta nova linha ainda estão em discussão e, por isso, ainda não podem ser comentadas. Mas, a idéia é que sejam condições melhores e mais atrativas para os tomadores finais que as existentes nas linhas de empréstimos habitacionais já disponíveis no mercado.

     

    Como regra geral, a Caixa financia em seus empréstimos até 100% do valor do imóvel, novo ou usado, e o prazo de pagamento é de até 30 anos. As taxas de juros variam entre 8,4% e 12% ao ano mais TR, dependendo do valor do financiamento e da fonte de recursos utilizada. Já o Banco do Brasil, autorizado este ano a operar no segmento imobiliário com recursos captados em caderneta de poupança, financia até 80% do valor do imóvel, residencial, comercial, novo ou usado. Os prazos no BB vão até 20 anos para quitação, com juros entre 8,9% a 13,9% ao ano mais TR.

     

    Se, por um lado, o governo quer incentivar as instituições públicas a manterem em alta o crédito imobiliário, por outro, as direções dos bancos oficiais encaram tais convênios como oportunidades de negócios e de ampliação da base de clientes. E o "nicho" do serviço público parece promissor.

     

    A presidente da Caixa, Maria Fernanda Coelho, assinou na sexta-feira (31), juntamente com o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, um acordo para concessão de crédito habitacional aos servidores públicos do DF. De acordo com a assessoria da Caixa, este convênio poderá atingir mais de 100 mil pessoas que poderão financiar até 100% do imóvel pretendido e, dependendo do relacionamento do servidor com o banco público, a taxa de juros pode ser diminuída em até 1%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-11-2008 | 11:11
    O gerente nacional de Administração de Carteira Imobiliária da Caixa Econômica Federal, Fernando Magesty, informou ontem que o volume de recursos para financiamento imobiliário da instituição deve aumentar entre 20% e 25% em 2009. "A Caixa não recuará em financiamento", afirmou. "Não haverá contingenciamento de recursos", reforçou, ao participar do comitê de Construbusiness da Câmara Americana de Comércio (Amcham) em Porto Alegre.

    Conforme Magesty, estão previstos R$ 22 bilhões em financiamentos em 2008, dos quais R$ 17 bilhões já foram aplicados. A CEF participa com 52% do mercado de crédito em número de operações e 29% do volume financiado, já que tem foco em contratos de menor valor, explicou ele.

    Magesty disse também que a CEF estuda a possibilidade de comprar mais carteiras de bancos privados de pequeno e médio porte, que têm procurado a instituição.

    "São bancos pequenos e médios que querem vender parte das carteiras como forma de implementar um 'colchão de liquidez' e preferem fazê-lo com a Caixa" comentou, dizendo que o processo depende de uma "detalhada análise".

    Fonte: Diário de Cuiabá
    01-11-2008 | 11:11
    O governo federal, o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal esperam lançar na semana que vem os termos de uma linha de crédito habitacional exclusiva para os servidores públicos federais. A iniciativa pretende contribuir para manter aquecido o mercado de crédito no País, particularmente, no segmento da construção civil. A linha será oferecida aos servidores ativos e aos aposentados - da administração direta, autarquias e fundações públicas, além de funcionários de empresas públicas e de sociedade de economia mista. As assessorias não puderam detalhar o programa.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    01-11-2008 | 11:11
    O governo estadual está atento aos avanços da crise internacional nos países e não descarta um reflexo na economia local em decorrência das turbulências no mercado financeiro mundial. O governador Blairo Maggi admite que a crise pode chegar a Mato Grosso, mas destaca que o Estado está preparado para enfrentar qualquer retração econômica e que ações estão sendo tomadas para minimizar os efeitos deste momento de crise. "A crise é mundial, e se passar pelo Brasil poderia não deixar de passar por Mato Grosso".

     

    O governador salienta que para este ano e 2009 os efeitos da crise não devem ser tão pesados como está ocorrendo nos Estados Unidos e na Europa, mas que se os sistemas financeiros e econômicos não se recuperarem os reflexos poderão se estender até 2010. "Mato Grosso estava preparado para um novo plantio e veio a crise. A nossa preocupação maior é na preparação das nossas atividades de 2009 para 2010, pois se até lá persistir a ausência de crédito e de falta confiança nos mercados e de dinheiro para irrigar estas atividades, o Estado vai ter problema sério em 2010", admite o governador ao relevar que estão sendo feitos planejamentos de contingenciamento orçamentário para que as consequências da crise não sejam tão graves.

     

    Uma das ações já em andamento é a redução do próprio orçamento, o que conforme o governador já foi apresentado na Assembléia Legislativa um valor (o montante não foi divulgado) um pouco abaixo do que era a possibilidade total de arrecadação do Estado.

     

    "Estamos traçando hoje um orçamento possível de ser atingido. Ao contrário do que está acontecendo com a pecuária e com o executivo estadual, o setor agrícola já está enfrentando as consequências da crise no sistema financeiro. Prova disso é que os produtores de soja, milho e algodão do Estado, juntamente com o governador, já pediram socorro ao governo federal.

     

    Na semana passada, em uma reunião com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Reinhold Stephanes, o setor produtivo pediu a prorrogação das dívidas vencidas e a vencer este ano para maio de 2009 e a liberação de recursos para dar continuidade à safra 2008/2009, que segundo os produtores, falta capital para continuar o ciclo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-11-2008 | 11:11
    A ex-ministra do Meio Ambiente e atual senadora Marina Silva (PT-AC) disse hoje, durante a Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Cultura da Paz (ECO 2008), em Brasília, ter certeza de que a crise financeira mundial afetará o setor ambiental. Segundo a Agência Brasil, a ministra afirmou que em um momento de crise, aumenta o risco da "barbárie", porque as pessoas correm para buscar saídas de qualquer jeito.

    Marina considera pequena a possibilidade de haver desaceleração nas atividades madeireiras da Amazônia. "A saída dessa crise deve comportar um olhar diferenciado para os ativos ambientais, considerando a sustentabilidade dos ecossistemas e a capacidade de suporte do planeta", afirmou.

    A ECO 2008, que termina hoje, conta com a participação de diversos especialistas e autoridades, entre eles o atual ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Foram debatidos temas como Paz e Sustentabilidade, Mudanças Climáticas, Energias para o século 21, Políticas Públicas para o Meio Ambiente, Cidades Sustentáveis, Educação Ambiental, Mídia e Meio Ambiente e Amazônia. As informações são da Agência Brasil.

     

    Fonte: Olhar Direto
    01-11-2008 | 11:11
     Orientar os micro e pequenos empresários a controlar gastos, devido aos reflexos da crise financeira internacional no Brasil, é o meio que o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) escolheu para ajudar o setor. A afirmação é do economista e diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. "Temos um momento de incerteza, de expectativas em relação ao que pode ocorrer no futuro. Por isso, é muito importante em uma situação como esta mantermos a cabeça fria."

    Em entrevista à Rádio Nacional, Carlos Alberto acredita que o país não irá sofrer tantos prejuízos com a crise. No entanto, alerta para um cuidado maior com a gestão financeira das empresas. A dica é o empresário controlar com rigor os gastos (fluxo de caixa). "É muito importante um planejamento mais firme do próprio negócio para não ser pego por surpresas", aconselha.

    Ele citou que as próximas vendas de natal podem ser usadas como um motivo importante para essa atenção e tranqüilidade, estímulos que possibilitam ao pequeno empresário se manter centrado nos negócios e na gestão de sua empresa. Segundo ele, esse é um momento de preparo para as vendas de final de ano e não de retração que pode ser causada pela crise.

    O economista destacou também que durante os acompanhamentos das micros e pequenas empresas pelos mais de mil pontos de atendimento do Sebrae, espalhados em todo o país, pôde ser verificado que os empresários tem grande dificuldade em gerir o acesso ao crédito. "A pequena empresa não tem dificuldades por ser pequena. O problema é estar isolada, sozinha sem condições de enfrentar o mercado competitivo", ressalta.

    O Sebrae oferece atendimento 24 horas pela internet.

     

    Fonte: Olhar Direto
    01-11-2008 | 10:11
         O governador Blairo Maggi voltou a falar nesta sexta-feira (31.10), durante solenidade de inauguração da nova sede da Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat), que o Estado de Mato Grosso pode sentir a crise que atinge os Estados Unidos e Europa, na formação das atividades de 2009 para 2010. Isso, caso os mercados persistam na ausência de crédito e na ausência de confiança, o que impediria o dinheiro de chegar “para irrigar” essas atividades (agricultura e pecuária). 
          
         “São alguns bilhões de reais ou de dólares que são necessários para formação da atividade econômica do Estado. Com toda certeza nos teríamos um problema bastante sério para 2010. Para 2009 vamos ter reflexos, mas bem menor do que poderá ocorrer em 2010. Porque se tivermos uma mudança de humor no mercado, se restabelecer a confiança e voltar à normalidade, nós provavelmente vamos passar por essa crise com bem menos turbulência”, avaliou o governador. 
          
         Desde o início da crise, o Governo vem realizando reuniões técnicas freqüentes com a equipe econômica da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) avaliando as oscilações do mercado. Segundo Blairo Maggi, o Estado está preparado, inclusive a proposta orçamentária para 2009 do Executivo estadual foi apresentado à Assembléia Legislativa com um valor de orçamento um pouco abaixo da possibilidade total de arrecadação para 2009. 
          
         Ele explicou que acertou com a AL que o Governo irá apresentar um orçamento conservador com complementações se houver necessidades. “Hoje sabemos que o Estado tem um orçamento justo, possível de ser atingido, mas com toda certeza entraremos o ano 2009 com contingenciamentos no orçamento para não deixar fugir, a gente tem uma expectativa dessa crise. Pode ser que ela seja um pouco pior ou melhor”, completou.
         
         GÁS 
          
         Questionado sobre a suspensão do fornecimento de Gás Natural Veicular (GNV) para Mato Grosso pelo Governo da Bolívia, o governador Blairo Maggi disse que toda e qualquer negociação de gás no Estado, entre a Empresa Pantanal Energia (EPE) e governo boliviano, está suspenso. “Não há a mínima condição de entendimento entre eles, sobre as divergências de contratos e as exigências que o Boliviano quer para que a EPE assuma mandar gás para Mato Grosso, e esse gás viria para o MT Gás”, salientou. 
          
         Blairo Maggi acredita que a normalização do fornecimento de GNV deva demorar, mas garantiu que o Governo de Mato Grosso está se empenhando ao máximo. Com as exigências das cláusulas a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) e a Empresa Pantanal Energia (EPE) abriram mão do contrato antigo, deixando a possibilidade de um gás social ser negociado entre estatal e estatal que é a empresa boliviana e a mato-grossense. Dentro desse gás social para atender um país vizinho mais um Estado vizinho, que é o Mato Grosso. 
          
         GREVE 
          
         Sobre a greve dos investigadores da Polícia Civil, o Governo do Estado argumentou que está aberto à negociação, mas que tem que ter a responsabilidade de aceitar a pagar um salário como aos demais servidores estaduais de Mato Grosso, desde que isso não comprometa as finanças do Estado e não chegar ao final do mês sem dinheiro para pagar a folha de pagamento. "Para mim a coisa mais sagrada que existe no Governo é salário de servidor público, portanto, a minha responsabilidade é muito grande", ponderou Maggi.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    01-11-2008 | 10:11
    SÃO PAULO - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou hoje as novas regras para os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) que agora poderão aplicar não somente em imóveis prontos ou em construção, como já ocorre atualmente, mas também em recebíveis e ativos mobiliários de forma geral que estejam ligados ao setor imobiliário.

     

     

    A normatização está prevista na Instrução nº 472, emitida pela autarquia, que tem como objetivo tentar harmonizar as regras desta aplicação com aquelas previstas para os demais fundos.

     

     

    Entre estes ativos que poderão ser comprados pelos FII estão Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), cotas de Fundos de Investimento em Participação (FIPs) e de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), além de ações ou debêntures emitidas por companhias abertas do setor, ou cotas de sociedades de propósito específico.

     

     

    Durante a audiência pública, a CVM fez várias modificação em relação à proposta original, apresentada em janeiro deste ano. Entre as mudanças está o fim da classificação dos fundos, seja por estágio de maturação dos empreendimentos, ou pela característica principal dos investimentos, se em imóveis reais, ou em valores mobiliários ligados ao setor. A idéia é que o regulamento e o prospecto do fundo tragam esse tipo de informação.

     

     

    A CVM também acabou com a exigência de avaliação anual dos imóveis que componham a carteira do fundo. Segundo a autarquia, caberá ao administrador do fundo ter um conduta "diligente" para determinar a periodicidade adequada de avaliação.

     

     

    Para permitir que os aportes no fundos imobiliários sejam feitos aos poucos, a CVM criou um mecanismo de compromisso de investimento nos moldes do que já existe com os Fundos de Investimento em Participações (FIPs), possibilitando chamadas de capital ao longo do funcionamento do FII.

     

     

    A CVM considerou desnecessária a criação de Fundos de Investimento em Cotas de FIIs, já que os próprios FIIs já poderão investir em cotas de outros fundos da mesma classificação.

     

    Fonte: G1
    01-11-2008 | 10:11
    Depois de várias semanas de séria crise financeira mundial, o FMI (Fundo Monetário Internacional) finalmente se mexeu e anunciou ontem a criação de uma linha de crédito de curto prazo para países emergentes, inclusive o Brasil, no valor total de US$ 100 bilhões. "Esse valor pode ser aumentado se for necessário", disse Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente da entidade, em entrevista no final da tarde na capital dos Estados Unidos.

     

    O instrumento foi batizado de SLF, sigla a partir do nome em inglês ("Short-Term Liquidity Facility", ou Linha de Liquidez de Curto Prazo). A idéia é ajudar emergentes que estejam sofrendo por causa da atual crise financeira internacional.

     

    O dinheiro ficará disponível por um curtíssimo prazo para o país tomador - apenas três meses. Haverá a possibilidade de rolagem do empréstimo só por duas vezes, também por períodos de 90 dias. Ou seja, no máximo será um dinheiro para fluxo de caixa por nove meses para quem estiver interessado.

     

    As taxas de juros aplicáveis sobre o dinheiro sacado vão depender do valor que cada país retirar. Variam de 2,9% a 4,9% por um período de três meses.

     

    Trata-se de uma ação inédita na história do FMI. O dinheiro ficará disponível imediatamente para os países que se candidatarem ao crédito e estiverem habilitados a recebê-lo. Até hoje, desde a sua criação em 1944, o Fundo só deu dinheiro para países depois de ampla fiscalização das contas e quando o governo tomador aceitava assinar uma carta de intenções.

     

    Desta vez será um instrumento "fácil de usar, muito rápido", completou John Lipsky, primeiro vice-diretor-gerente do FMI. "Vários países" já teriam demonstrado interesse, disse Strauss-Kahn, sem especificar. "Será necessário esperar 24 horas a partir do anúncio para que saibamos exatamente quantos se interessarão."

     

    Nem todos poderão sacar. A consulta será confidencial, e o FMI vai deliberar rapidamente com base em dois itens. Primeiro: a sustentabilidade recente das dívidas externa e interna do país interessado. Segundo: as contas públicas do país, como política fiscal e inflação controlada, entre outros aspectos.

     

    Durante o anúncio, Strauss-Kahn foi indagado sobre se a Argentina teria condições de se candidatar ao dinheiro. O diretor-gerente do FMI não quis responder de maneira direta, mas disse que um país sem um bom histórico econômico "não seria elegível". Aos olhos do Fundo, a Argentina não se encaixa nessa qualificação e será uma exceção se o país for aceito nesse novo programa.

     

    Não é o caso do Brasil, que desde dezembro de 2005 liquidou todos os compromissos com o FMI e nada mais deve à entidade. Se desejasse ter acesso ao dinheiro, o governo do presidente Lula teria condições de receber até o máximo de US$ 22,5 bilhões a uma taxa de 4,9% por três meses.

     

    O limite da nova linha de crédito a que cada país terá acesso está relacionado ao tamanho da cota que cada um tem no FMI. Todos os 184 países-membros entram para o Fundo mediante o pagamento de parcela em dinheiro. No caso do Brasil, a cota é de 3 bilhões de SDRs (direitos especiais de saque), cujo valor equivalente é de aproximadamente US$ 4,5 bilhões.

     

    "Cada país poderá sacar até o máximo de 500% da sua cota", explicou Strauss-Kahn. Ou seja, no caso brasileiro, US$ 22,5 bilhões. Para países que optarem por um valor até 200% da cota, a taxa de juros cobrada será bem camarada: 2,9% por 90 dias. Ou seja, é realmente uma facilidade para ajudar os governos que estiverem em dificuldade na atual crise.

     

    O valor total de US$ 100 bilhões a ser colocado à disposição para essa linha de liquidez de curto prazo teve como base as atuais reservas do FMI, na casa dos US$ 200 bilhões. "A diretoria fixou em 50% das nossas reservas a disponibilidade para a SLF", declarou Strauss-Kahn, respondendo a uma pergunta da Folha.

     

    Indagado então se esse valor não parecia pequeno dada a natureza da crise e o tamanho de certas economias que poderiam usar o dinheiro -foi citado o Brasil, cujas reservas estavam até pouco tempo na casa dos US$ 200 bilhões-, o diretor-gerente do FMI concordou. "De fato, esse é um valor que terá de ser complementado por outras fontes. Mas é bom que o Fundo possa estar ajudando seus membros no curto prazo sem muitas precondições”.

     

    Essa decisão do FMI é uma tentativa de resposta às críticas que a entidade vem recebendo nos últimos anos pela sua incapacidade de coordenação da economia mundial e pela demora em reagir à atual crise, que também pegou a instituição despreparada.

     

     

    Fonte: CNT
    01-11-2008 | 10:11
    O governo já tem a estratégia para proteger o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da crise econômica mundial em 2009: reduzir o superávit primário para 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB), em vez de 4,3%, como tem feito este ano. Com isso, serão liberados cerca de R$ 15 bilhões extras.

     

    Se isso não for suficiente, haverá cortes no Orçamento, a começar pelos R$ 20 bilhões em investimentos que não integram o PAC e pelos projetos incluídos por emendas parlamentares. O governo ainda pode renegociar acordos de reajuste dos servidores. "O último é cortarmos o PAC e os programas sociais", disse o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

     

    Preservar o PAC é a ordem do presidente Lula. Uma olhada no 5º balanço do programa, divulgado ontem, dá uma idéia do por quê. Obras de vulto, como o Arco Rodoviário do Rio de Janeiro e a integração de bacias do Vale do São Francisco serão entregues à população no ano eleitoral de 2010.

     

    O PAC foi escolhido pelo governo para evitar uma grande queda da expansão econômica durante a crise. "O PAC tem um nítido caráter anticíclico", disse ontem a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. "Ele funciona como um fator que faz com que não se perca a agenda do crescimento e do desenvolvimento econômico."

     

    Segundo Dilma, esse caráter anticíclico se dá não só pelos investimentos do governo, mas também pela sinalização que o PAC dá ao setor privado. Só a parte do PAC executada com dinheiro do Orçamento, sem contar estatais, bancos oficiais e empresas privadas, é de R$ 25 bilhões no ano que vem.

     

    "Não acredito na possibilidade de a crise afetar o PAC porque não acredito numa desaceleração profunda", disse Dilma. Ela acha que a arrecadação federal não terá uma queda brusca em 2009. Além disso, ressaltou que boa parte do PAC é privada. "O setor privado continua interessado porque a maioria dos projetos é de alta lucratividade", disse. Um exemplo citado por ela foi o leilão de concessão de rodovias paulistas, realizado na véspera, com sucesso.

     

    A ministra afirmou ainda que a crise de liquidez não tem prejudicado o financiamento das obras do PAC. De fato, os projetos já contratados estão em andamento, como confirmaram os presidentes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, e da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy.

     

    Isso, porém, não quer dizer que a infra-estrutura seja imune à crise. Embora os financiamentos do BNDES e da Caixa Econômica Federal tenham tranqüilizado os empresários, eles não resolvem todo o problema. Segundo Godoy, o BNDES financia de 60% a 80% dos projetos e tem sido difícil arranjar o resto, pois o crédito, embora exista, está caro.

     

    A Abdib propôs ao governo a criação de um fundo de R$ 10 bilhões para a infra-estrutura, com dinheiro dos bancos oficiais e fundos de pensão. "É para evitar que as obras comecem a parar", disse. Simão, da CBIC, levantou outro problema: o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) interromperam a aprovação de novos projetos, o que deve afetar a construção pesada.

     

    BALANÇO

     

    Mesmo para um governo do PT, a greve pode ser um problema. A paralisação, por quase um mês, dos funcionários do Ministério dos Transportes e a greve da Caixa frearam a execução do PAC no mês passado. São justamente as áreas que mais liberam recursos, pois concentram obras de rodovias, ferrovias, habitação e saneamento.

     

    Segundo levantamento do site Contas Abertas, os gastos com o PAC recuaram cerca de 60% em outubro, ante setembro. Dilma, no entanto, tratou o assunto como já contornado. "Acredito que em novembro teremos um salto no PAC", disse.

     

    No balanço divulgado ontem, só 1% das 2.198 ações do PAC foi classificado de "preocupante". Nesse grupo, estão hidrelétricas como a de Ribeiro Gonçalves (PI e MA) e Pedra Branca (PE e BA), em razão da necessidade de refazer os estudos de impacto ambiental.

     

    É também o caso do Programa Luz para Todos, que chegará ao fim do ano sem cumprir a meta de levar eletricidade a 2 milhões de moradias. "Faltará 4% da meta, que concluiremos em fevereiro, com dois meses de atraso", admitiu Dilma.

     

     

    Fonte: NTC e logística
    01-11-2008 | 10:11
    Brasília - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou hoje (31) que, apesar da crise financeira internacional, o governo brasileiro não tem "nenhum indício" de desaceleração nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

    “Não vejo esse cenário. Se você pegar os gastos [com obras do PAC], multiplicamos em 3,5 vezes o que gastamos no ano passado. Tivemos um dos melhores desempenhos em 2008. Não há, tecnicamente, motivos [para desacelerar as obras]."

    Ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia Ministro, nos estúdios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Dilma avaliou que há apenas “torcida política” por parte de alguns eixos da oposição para que o ritmo das obras do programa diminua.

    Ela reforçou que, mesmo diante da instabilidade das Bolsas de Valores e da cotação do dólar, o Brasil “não quebrou” e que a atual situação vivida pelo país, do ponto de vista fiscal, é “mais robusta” do que a norte-americana ou de alguns países europeus.

    "Fizemos o maior superávit primário dos últimos anos. Eles [Estados Unidos e países da Europa] têm um problema seriíssimo de insolvência do sistema financeiro. Ninguém pode supor, em sã consciência, que eles não estejam em processo recessivo. O governo brasileiro tem hoje uma margem de manobra que nunca teve antes. A prioridade é o PAC inteiro, não estamos fatiando o PAC."

     

    Fonte: Agência Brasil
    01-11-2008 | 10:11
    Brasília - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, avaliou hoje (31) que, “pela primeira vez na história das crises financeiras internacionais”, o Brasil não quebrou.

    Segundo ela, no passado, toda a dívida privada interna brasileira e a pública, sobretudo, estava indexada ao câmbio e, quando havia uma crise internacional, o país quebrava.

    “Desta vez, o governo não está quebrado, nós temos reserva, não recorremos ao Fundo Monetário Internacional [FMI], não temos que aceitar nenhum receituário recessivo para enfrentar a crise, não estamos vivendo uma situação limite. Isso não é motivo para a gente cantar em verso e prosa essa situação, mas é motivo para a gente reconhecer que isso é favorável ao Brasil.”

    Após participar de entrevistas a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia Ministro, nos estúdios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Dilma destacou que as medidas apresentadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, são “preventivas” para enfrentar as restrições ao crédito.

    “O crédito secou internacionalmente. Eles [Mantega e Meirelles] tentam e conseguem resolver um problema sério que é a volatilidade cambial. Acho que o Banco Central tem conduzido de forma correta a política monetária e isso é visível.”

    De acordo com a ministra, em vez de "sair por aí cortando tudo quanto é investimento em infra-estrutura”, o governo optou por manter os investimentos, o que abre caminho para o Brasil enfrentar a crise “de uma forma muito mais robusta e favorável”.

    “Não que nós não tenhamos uma desaceleração, nós nos esforçamos é para que isso signifique o menor prejuízo possível para o país. A não ser que me expliquem por que vai haver uma recessão no Brasil, isso não existe. Acho que nem a oposição acredita nisso.”

    Ao comentar ainda a exploração da camada pré-sal, Dilma Rouseff destacou que essa questão se trata de um dos maiores desafios do país e que o governo vai encaminhar o projeto sobre o assunto “com muita calma e com muita tranqüilidade”, sem ser “pautado” por nada. “Quando a gente achar que está maduro, sairá.”

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    31-10-2008 | 11:10
    O Governo está trabalhando na edição de uma nova medida provisória para ordenar melhor a aplicação dos R$ 13 bilhões, anunciados para atender o setor da construção civil. A informação foi passada hoje (30) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, aos parlamentares da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

    Segundo o ministro, a previsão é de que o Produto Interno Bruto (PIB), de 2009, não tenha o mesmo desempenho do resultado previsto para este ano. Mantega não quis fazer uma projeção, mas admitiu que será menor.

    Guido Mantega também falou do atual ritmo do consumo interno que continua alto. Segundo ele, a redução do crédito para compra de produtos não desacelerou o consumo.

     

     

    Fonte: Olhar Direto
    31-10-2008 | 11:10
    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, já iniciou a apresentação do quinto balanço do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo relatório do governo, R$ 10,4 bilhões foram empenhados para as obras do programa, no período de janeiro a 23 de outubro deste ano, o que representa um porcentual 34% maior que no mesmo período de 2007. Neste ano, foi pago um valor total de R$ 8,2 bilhões.

    Das 2.198 ações monitoradas pela equipe da ministra Dilma, 83% estão em ritmo adequado e receberam o selo verde; 7% estão em situação que requer atenção, e receberam o selo amarelo; e 1% estão com o selo vermelho, de preocupante. Os 9% restantes referem-se às obras já concluídas.

    Entre as obras que estão com situação preocupante estão a construção do terminal de passageiros do aeroporto de Vitória, a melhoria de pista e pátio do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, a construção da usina hidrelétrica de Pedra Branca, entre Pernambuco e Bahia, a construção do terminal de passageiros do aeroporto de Macapá.

    Somente neste mês de outubro, o governo executou R$ 15,6 bilhões em pagamentos a empresas responsáveis por obras incluídas no PAC. Esse valor é 3,5 vezes maior que o registrado em outubro de 2007, segundo o relatório.

    Em uma tabela exibida pela ministra, em um telão instalado no Salão Leste do Palácio do Planalto, o governo informa que executou R$ 8,22 bilhões de março de 2007 a 23 de outubro deste ano e, no acumulado de 2008 até 23 de outubro, a dotação total para o PAC foi de R$ 17,9 bilhões.

    Crise

    O relatório do quinto balanço das obras do PAC, divulgado esta manhã pela ministra-chefe da Casa Civil, destaca que o governo já trabalhava com a perspectiva de uma redução moderada no crescimento da economia brasileira em 2009 na comparação com este ano.

    Ao tratar da crise financeira internacional, o documento destaca estimativas anteriores de que o crescimento do PIB no próximo ano será de 4,5%, 0,5 ponto percentual menor que a estimativa para 2008. Para 2010, o crescimento previsto do PIB é de 5%. Esses números são os mesmos apresentados em balanços anteriores.

    Das 210 páginas do relatório, nove abordam a questão da crise internacional. O governo lista como impactos imediatos da crise sobre o Brasil as perdas patrimoniais no mercado acionário e de derivativos, a redução das expectativas sobre o PIB em 2009, a restrição da liquidez para empresas brasileiras, o encarecimento do crédito doméstico e o travamento do financiamento externo das exportações.

    O documento ressalta que essa crise é a mais forte desde 1929. Mas, destaca, porém, que economias emergentes como a do Brasil serão menos atingidas que as avançadas por apresentarem um crescimento mais rápido, terem grande potencial de expansão do mercado interno e possuírem instituições financeiras com menor alavancagem e menos ativos podres.

     

    Fonte: Olhar Direto
    31-10-2008 | 11:10
    Um volume maior dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será disponibilizado para financiamento e investimento no setor habitacional a partir de 2009.

    De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, os recursos passarão dos atuais R$ 6 bilhões para R$ 11,5 bilhões e têm por objetivo impedir que a crise financeira internacional reduza o volume de crédito para um setor importante da economia.

    “Nós estamos aumentando o orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, só na área de investimento de habitação, em cerca de 70%, com linhas de créditos para a construção de habitações populares e habitações em geral. Para que essa área que é tão fundamental, é tão estratégica, gere emprego”.

    O ministro do Trabalho e Emprego informou ainda que os recursos serão destinados aos bancos públicos e privados que atuam na área de financiamento habitacional.

     

    Fonte: Olhar Direto
    31-10-2008 | 11:10
    A decisão do Banco Central em manter a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano (a.a.) foi bem recebida por economistas e pelo setor comercial de Mato Grosso. Para os especialistas, a atitude do BC em não elevar o percentual sinaliza para uma retomada na confiança do consumidor e para uma estabilidade na economia. Uma nova alta poderia frear mais o consumo. A consequência da retração no consumo faria com que o governo reduzisse a taxa de juros o que acarretaria em uma nova onda de consumismo e compras a prazos mais longos.

     

    A decisão do BC foi tomada durante reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que ocorreu na quarta-feira (30). A taxa é usada como instrumento de controle da inflação. Em nota oficial divulgada pelo Banco Central a justificativa para a manutenção foi a de que "avaliando o cenário prospectivo e o balanço de riscos para a inflação, em ambiente de maior incerteza, o Copom decidiu por unanimidade, neste momento, manter a taxa Selic em 13,75% a.a., sem viés". O viés permite ao BC alterar a taxa a qualquer momento entre as reuniões.

     

    Para o economista Vitor Galesso, o assunto é complexo e o governo está se preparando para qualquer sinal mais grave da crise. "Diante da possibilidade de recessão, o governo tende a manter a tranquilidade e a medida é uma forma de precaução", diz ao completar que avaliações mais precisas poderão ser feitas nos próximos dias, dependendo do comportamento da economia.

     

    O economista considera também que na ponta, ou seja, para o consumidor que vai às compras, o efeito da elevação da taxa Selic (que ocorreu em setembro) já está sendo percebido, pois as taxas de juros para os financiamentos aumentaram, o que pode provocar uma desaceleração no consumo.

     

    O vice-presidente da Federação do Comércio de Bens e Serviços de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Roberto Peron, afirma que o setor tem a necessidade de uma diminuição nas taxas de juros, mas aprova a decisão do Banco Central pela manutenção até que se tenha uma real noção da crise internacional. "Com este percentual, temos uma expectativa de maior movimentação no Natal. Se a taxa fosse elevada, a atitude estaria na contramão do crescimento nas vendas, e de futuros investimentos por parte do setor produtivo", diz Peron ao explicar que os juros altos aumentam os custos dos empréstimos.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    31-10-2008 | 11:10
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fez uma defesa do Fundo Soberano do Brasil (FSB), aprovado ontem pela Câmara. Segundo ele, há uma tendência mundial de criação dos fundos, que é inevitável, da qual o Brasil não deveria ficar de fora. Ele destacou que o fundo proposto pelo governo tem hoje uma natureza fundamentalmente fiscal, de poupança anticíclica. Mas ele ressaltou que, no futuro, quando começarem a entrar no Brasil os recursos da exploração de petróleo da camada pré-sal, o FSB também terá natureza cambial, evitando uma valorização excessiva da taxa cambial, que pode destruir a indústria manufatureira.

     

    "Vejo os senhores dizendo vamos diminuir o gasto corrente. A gente já está economizando. Só falta o Fundo Soberano para colocarmos o dinheiro lá. Estamos subtraindo do governo a capacidade de ele gastar 0,5% do PIB", argumentou. Mantega ressaltou a importância da função anticíclica do Fundo. Segundo ele, o governo pode usar esse instrumento caso haja uma queda na atividade econômica.

     

    O ministro disse que ainda mantém previsão de que o Brasil pode crescer de 4% a 4,5% em 2009 e acrescentou que o governo vai trabalhar ao máximo para atingir esse objetivo. "Ainda acho que dá para perseguir esses índices de crescimento", afirmou. Também na linha de garantir o crescimento, Mantega defendeu a atuação do governo no sentido de prover liquidez aos bancos. "A preocupação não é ajudar os bancos, mas sem crédito a economia pára. É importante que eles tenham a liquidez necessária para manter a atividade econômica. Nossa missão é tentar fazer o País crescer o máximo possível. O objetivo é manter o emprego, a renda, preservar o poder aquisitivo" explicou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    31-10-2008 | 11:10
    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao encerrar a apresentação do quinto balanço sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no Palácio do Planalto, voltou a afirmar que a crise financeira internacional não atingirá o cronograma das sobras previstas. "Não identificamos nenhuma obra que, por conta dos problemas de restrição de crédito internacional, sofra conseqüências", disse a ministra. Segundo relatório divulgado por ela ontem, de janeiro a 23 de outubro deste ano o governo empenhou R$ 10,4 bilhões para as obras do PAC, porcentual 34% maior que no mesmo período de 2007. Neste ano, foi pago um valor total de R$ 8,2 bilhões.

     

    Das 2.198 ações monitoradas pela equipe de Dilma, 83% estão em ritmo adequado e receberam o selo verde; 7% estão em situação que requer atenção, e receberam o selo amarelo; e 1% está com o selo vermelho, de preocupante. Os outros 9% se referem a obras concluídas. Entre as obras que estão com situação preocupante estão a construção do terminal de passageiros do aeroporto de Vitória, a melhoria de pista e pátio do aeroporto de Guarulhos, a construção da usina hidrelétrica de pedra branca, entre Pernambuco e Bahia.

     

    Dilma afirmou que, em novembro, as obras darão "um salto". "Não estamos esperando depressão ou recessão, mas desaceleração, e é sempre importante ressaltar que as obras do PAC combinam investimento privado com investimento público", afirmou. A uma pergunta sobre risco de redução na arrecadação federal de impostos e contribuições, a ministra respondeu que o governo não prevê esse problema para os próximos meses.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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