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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    20-08-2008 | 11:08
    Evento busca promover a atualização de profissionais da área e discutir a prevenção de acidentes e doenças no ambiente de trabalho

     

     

    Profissionais da área de Segurança e Saúde do Trabalho e membros de Comissões Internas de Prevenção a Acidentes (Cipas) de todo o Estado participam, no período de 19 a 22 de agosto, do IX Seminário de Segurança e Saúde no Trabalho do Estado de Mato Grosso. A abertura do evento ocorre hoje, 19, às 19h, no Auditório da Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio), em Cuiabá, com a participação especial do Coral do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet-MT).

     

    Dando continuidade à programação do primeiro dia, a partir das 20h, haverá as palestras “Prevenção de acidentes do trabalho - atuação do Ministério Público do Trabalho de Mato Grosso (MPT-MT)”, com o procurador-chefe José Pedro dos Reis, e “Prevenção de acidentes do trabalho - atuação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego(SRTE-MT)”, com o superintendente Regional Valdiney Antônio de Arruda.

     

    A partir do segundo dia de evento, 20, os cursos, palestras e debates serão realizados no Auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial(Senac-MT), também em Cuiabá. Participam como palestrantes representantes dos Ministérios da Previdência Social e da Saúde, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), entre outros.  

     

    O seminário é destinado a profissionais da área, membros de Cipas, sindicalistas, empresários, administradores, estudantes e demais interessados, e tem como objetivo disseminar conhecimentos sobre Segurança e Saúde no Trabalho e propiciar a atualização profissional, a prevenção de acidentes e doenças, a melhoria das condições e do meio ambiente de trabalho.

     

     

    A realização é da Federação dos Trabalhadores na Indústria do Estado de Mato Grosso (Fetiemt) e da Fundacentro, em parceria com diversos órgãos do setor.

     

    Espaço Cipa: No dia 21, a partir das 15h, será realizado um painel sobre práticas bem sucedidas, desafios e experiências, inovações e conquistas na área de segurança e saúde do trabalhador desenvolvidas nas empresas mato-grossenses.

     

    Representantes da Centrais Elétricas Matogrossenses (Cemat) vão apresentar as melhores práticas e o trabalho desenvolvidas pelas Cipas de três pólos da empresa: Tangará da Serra, Rondonópolis e Sinop. “Entre os temas que serão abordados estão auditorias de segurança, investigações e análises de acidentes, inspeção de segurança, elaboração de mapa de risco, treinamentos e diálogo diário de segurança (DDS)”, informa o engenheiro de Segurança do Trabalho da concessionária Heitor Ragalci Galdino. 

     

    Informações: (65) 3623-1661BL ALV

     

    Fonte: Departamento de Comunicação da CEMAT
    20-08-2008 | 11:08

    Também conhecidos como condomínios horizontais (pelo fato de as casas estarem dispostas lado a lado, em um mesmo plano e dentro de uma área cercada), esse tipo de imóvel ganha cada vez mais espaço no mercado imobiliário. Somando atrativos, os residenciais tornam-se populares por conciliarem a segurança dos apartamentos construídos verticalmente e a privacidade das casas. Áreas de lazer, espaço verde e playground são requisitos que pesam na hora de escolher um imóvel.

     

    Os condomínios verticais predominaram no mercado por aproximadamente vinte anos na capital Mato-grossense. Dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Cuiabá (Sinduscon) mostram que os investimentos para a verticalização da cidade entre os anos de 1983 a 2003 por pouco não alcançaram 100% do total aplicado na construção civil.

     

    EMPREGOS

     

    A estrutura dos residenciais fechados se moderniza a cada dia e nos empreendimentos de grande porte se assemelha a de um bairro, com área comercial, posto policial e outros setores de necessidades básicas.

     

    A previsão do sindicato é que dentro de cinco anos, o montante de investimentos nesse tipo de imóvel chegue a R$ 500 milhões e a geração de cerca de 31.500 novos postos de emprego na construção civil em Cuiabá. Esse volume de novas vagas no mercado de trabalho proveniente desses investimentos soma vantagens para economia local. Arquitetos, engenheiros civis, eletricistas, pedreiros, serventes, mestres-de-obras e pintores, além de empreiteiras, são diretamente beneficiados pelos empreendimentos em condomínios fechados. Além deles, existe também outro filão de profissionais que ganham com essa movimentação da economia, como é o exemplo dos decoradores, paisagistas, lojas de materiais para construção, empresas de móveis e eletrodomésticos.

     

    ECONOMIA

     

    Segundo o presidente do Sinduscon-MT, Luiz Carlos Richter, os condomínios horizontais movimentam uma quantia considerável de dinheiro. Para a construção das casas, gasta-se em média R$ 250 mil. “Só a aquisição do terreno (pelo cliente) chega a custar cerca de R$ 70 a R$ 80 mil, sem contar os gastos com a decoração, mobília e da própria construção”.

     

    EMPREENDIMENTOS

     

    As construtoras de Mato Grosso perceberam essa onda de condomínios horizontais e estão levando a sério a expressão popular “mãos à obra”. O residencial Maison Vert em Várzea Grande, que está sob a responsabilidade do engenheiro civil Augusto Almeida da Construtora João de Barro é um dos condomínios fechados de Mato Grosso que estão em fase de conclusão, com a previsão do término da obra prevista para dezembro deste ano. “No residencial Maison Vert, a construção das casas fica sob a nossa responsabilidade e serão entregues aos clientes, já prontas para morar”, ressalta o engenheiro, que também administra a construtora.

     

    MERCADO

     

    Segundo o responsável pelo Maison Vert, além do mercado estar pré-disposto a esse formato de imóvel, para as construtoras os residenciais, onde as casas estão dispostas lado a lado em determinado terreno, são muito vantajosos até mesmo por uma questão de custo na construção. “Nos condomínios onde os apartamentos são construídos um acima do outro, é necessário que os materiais que sustentarão a base do edifício sejam muito mais resistentes do que os que seriam usados para amparar uma única casa. Sendo assim, além de os materiais terem um custo mais alto nas edificações em andares, o tempo para concluir essa construção também é maior. E tempo para nós literalmente é dinheiro”, argumenta o profissional.

     

    AQUISIÇÃO DO IMÓVEL

     

    A comercialização das casas desse tipo de empreendimento fica mais intensa quando a obra está próxima de ser concluída, segundo mostra a pesquisa encomendada pela construtora João de Barro. “As pessoas em Cuiabá, não têm o costume de comprar o imóvel ainda planta, a maioria tem pressa em se mudar”, afirma o engenheiro e empresário.

     

    VANTAGENS

               

    A programadora de Sistemas para Web, Raissa Paiva, mora há 4 anos no residencial San Diego em Cuiabá (condomínio horizontal), e se diz satisfeita em ter trocado os andares pela casa. “Primeiro foi a questão financeira. A casa no residencial fica bem mais em conta que o apartamento e o segundo ponto é a maior liberdade, privacidade”, ressalta. Quanto a maior liberdade proporcionada nos residenciais, quem se deu bem foi a Yumi, uma cadelinha da raça Lhasa Apso que é o xodó da família Paiva. “No condomínio que morávamos antes, não era permitido criar animais e agora finalmente eu posso ter o meu cachorro sem problemas”, comemora a webdesigner.

     

    Autora: Andressa Boa Sorte
    20-08-2008 | 11:08

     

    Índice é referente ao desempenho obtido nos primeiros sete meses de 2008 em comparação ao mesmo período do ano passado

     

    Mato Grosso obteve um saldo de 40,123 mil vagas formais de emprego nos primeiros sete meses deste ano. O número é o resultado da diferença entre admissões e demissões realizadas por empresas de oito segmentos no Estado. No período foram contratados 200,840 mil trabalhadores e outros 160,717 mil foram demitidos. O saldo é 20,1% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando contabilizou 33,403 mil vagas com carteira assinada, e também corresponde à diferença entre as 167,352 mil contratações e 133,949 mil desligamentos.

     

    Os números foram divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego e fazem parte do levantamento do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged). Com participação de 34,5% no saldo registrado em 2008, o setor agropecuário contabilizou um saldo de 13,858 mil vagas formais de janeiro a julho. As demissões somaram 38,802 mil e as contratações totalizaram 52,660 mil. Na comparação com os números do mesmo período do ano passado, quando foram contratados 46,650 mil pessoas e 35,056 mil foram demitidas, os dados deste ano apresentaram incremento de 12,8% e 10,6%, respectivamente. O saldo também saltou 19,5%, sobre os 11,594 mil de 2007.

     

    Na opinião do diretor-secretário da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Valdir Correa, os números apresentados pelo setor agropecuário poderiam ser ainda maiores. Ele afirma que, pelo fato de o agricultor estar descapitalizado, ele está controlando as admissões e contratando somente a quantidade mínima de funcionários para que a safra seja realizada.

     

    Correa diz que o bom desempenho registrado pelo segmento se é referente à pecuária, já que arroba do boi gordo se recuperou em 2008 em relação ao ano passado, o que tem propiciado o pecuarista a fazer investimentos nas fazendas.

     

    "Com isso os produtores estão podendo investir em pastagem, nos currais e outros reparos na propriedade, o que não está acontecendo com o agricultor, que está sem dinheiro e com dificuldades para tocar a próxima safra".

     

    Ainda de acordo com os números do Caged, a construção civil obteve um saldo de 6,480 vagas este ano, resultado entre as 22,461 mil contratações e outras 15,981 mil demissões registradas no período. Já a indústria extrativa contratou 1,215 mil trabalhadores e demitiu 636, gerando um saldo de 579 vagas com carteira assinada.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-08-2008 | 11:08
    Com a segunda e a terceira posição entre os segmentos pesquisados pelo Caged, o setor de serviços e do comércio registraram um saldo de 6,847 mil e 6,218 mil, respectivamente nos primeiros sete meses deste ano. A quantidade de vagas formais é 80% e 142,4% superior à registrada no mesmo período de 2007, quando o saldo do setor de serviços foi de 3,790 mil e o do comércio foi de 2,565 mil. Na na comparação entre o número de demissões e admissões, os setores apresentam um resultado que chama a atenção dos empresários.

     

    Este ano, a quantidade de trabalhadores contratados pelo setor comercial foi 49,002 mil e as demissões somaram 42,784 mil. No ano passado, as admissões contabilizadas no período foi de 38,101 mil e os desligamentos 35,536 mil. Já no setor de serviços, este ano foram registrados 37,780 mil pessoas e as demissões somaram 30,933 mil. No ano anterior, o número de contratações foi de 29,997 mil e os desligamentos somaram 26,207 mil.

     

    Mesmo com um saldo positivo na geração de vagas formais, a proporcionalidade na quantidade de admissões e demissões, é na avaliação do vice-presidente da Federação do Comércio de Bens e Serviços (Fecomércio-MT), preocupante, pois reflete a rotatividade existente nas micro e pequenas empresas do Estado. Ele diz que, o motivo para esta alta rotação de funcionários é a falta de qualificação. "Apesar de termos muitas oportunidades de trabalho, há mão-de-obra desqualificada, o que leva o funcionário a não se adaptar à função e logo saindo do emprego", diz o vice-presidente, ao revelar que por conta disso os empresários estão providenciando cursos de qualificação para o segmento, o que tende a facilitar na hora da seleção e ajudar na permanência do empregado na empresa.

     

    Uma das ações feitas pelas empresas é orientar as pessoas a procurar o Sistema S, como Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), além de parcerias com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). "Isso tende a mudar este quadro e melhorar o perfil dos profissionais do setor de comércio e serviços".(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-08-2008 | 11:08
    O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, atribuiu ao "crescimento econômico generalizado" o fato de ter-se registrado no mês passado o melhor resultado para meses de julho na criação de empregos com carteira assinada no País. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram abertos no país, em julho, 203.218 postos de trabalho formais.

     

    No acumulado do ano de janeiro a julho, o total acumulado é de 1.564.606 de vagas formais - o que é o melhor resultado da série histórica para o período. "Graças ao bom Deus, tivemos mais um recorde na geração de empregos", comemorou o ministro, em entrevista coletiva à imprensa.

     

    O setor de serviços - que, em julho, abriu 51.292 empregos e, no período acumulado desde o início do ano, 490.105 - é o que mais se destaca na contratação de novos empregados. E, nesse setor, os segmentos que mais contrataram foram os de administração de imóveis, alojamento e alimentação. A construção civil é o segundo setor de maior destaque, segundo o Caged, com abertura de 35.078 postos de trabalho apenas em julho e de 232.231 no período de janeiro a julho.

     

    Lupi afirmou que o bom desempenho do setor da construção civil está relacionado à ampliação da oferta de financiamentos imobiliários e também ao andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo o ministro, é nesse setor que há maior falta de mão-de-obra qualificada e, por isso, foi a área escolhida para o lançamento dos primeiros cursos de qualificação de trabalhadores com vistas ao PAC. Lupi espera que, até outubro, esses cursos estejam funcionando.

     

    Sindicatos - Lupi afirmou que a Portaria 186, por ele assinada em abril deste ano, torna mais rígidas as exigências para abertura de novos sindicatos. Em resposta a uma pergunta sobre reportagem de ontem do jornal O Globo, o ministro negou que, em razão da portaria, esteja havendo uma proliferação de novas entidades sindicais, interessadas no recebimento de parcelas do imposto sindical.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-08-2008 | 11:08

     

    O mercado brasileiro de consumo mais do que dobrará em valores absolutos de 2007 a 2030, de acordo com estudo divulgado ontem pela Ernest & Young em parceira com a área de projetos da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Projetos). No período, o total de vendas passará de R$ 1,41 trilhão no ano passado para R$ 3,30 trilhões em 2030. "Em razão do crescimento econômico e da mobilidade social, as taxas de crescimento do consumo serão maiores nas classes de maior poder aquisitivo, justamente as com maior expansão nos próximos 23 anos", afirmou o professor da FGV Fernando Garcia.

     

    "As alterações no perfil da sociedade brasileira serão profundas. O Brasil verá o estreitamento da pirâmide social, com o crescimento das classes de renda intermediárias, ressaltou. De acordo com ele, a participação das despesas de consumo das famílias com mais de R$ 8 mil de renda mensal no total do consumo passará de 22,4% no ano passado para 37,2% em 2030. Já a participação das famílias com renda mensal até R$ 2 mil no volume total diminuirá 15 pontos porcentuais nos próximos anos em virtude da migração para as classes de renda mais elevada.

     

    "O comércio, portanto, tende a se especializar, e pequenas lojinhas de material de construção e bares nas favelas serão em menor quantidade, porque a favela tende a desaparecer", previu Garcia. Segundo ele, esse tipo de desenvolvimento social com conseqüências econômicas já foi visto no passado em outros países que estão hoje em diferente estágio de desenvolvimento na comparação como o Brasil. De acordo com as expectativas contidas no levantamento, uma nova parcela de mercado consumidor no montante de R$ 1,893 trilhão surgirá até 2030. Esse valor se somará à atual quantia de R$ 1,41 trilhão.

     

    Além de uma nova composição social, os elaboradores do trabalho prevêem um novo perfil demográfico no país em 2030 na comparação com as características verificadas no ano passado. Em 2007, mais da metade da população brasileira tinha menos de 25 anos, e a perspectiva é de que daqui a 22 anos o número de pessoas com idade entre 30 e 55 anos dominará a população. "Dessa forma, o mercado para imóveis, automóveis e saúde tende a crescer num ritmo mais acelerado do que outros setores", previu.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-08-2008 | 11:08
    As vendas internas de materiais de construção cresceram 46,12% em julho em comparação ao mesmo mês do ano passado, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Foi a maior expansão em relação ao mesmo mês do ano anterior. A

     

    Abramat registrou 26 meses consecutivos de alta. Diante do resultado, o aumento das vendas internas em 2008 ante 2007 poderá se aproximar de 20%.

     

    IPC-S - A inflação no varejo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), apresentou elevação menos intensa de preços em seis das sete cidades pesquisadas para cálculo do índice. A única cidade a apresentar aceleração de preços, na passagem da primeira para a segunda leitura do indicador no mês, foi Belo Horizonte (de 0,43% para 0,60%). A inflação na capital paulista subiu 0,36% no índice apurado até a sexta-feira (15), em comparação com a alta de 0,51% apurada na leitura anterior do IPC-S, de até 7 de agosto.

     

    Arrecadação - A arrecadação federal somou R$ 61,960 bilhões em julho, informou a Receita Federal. O valor é um novo recorde histórico para o mês. Em 2008, a arrecadação registrou recordes em todos os meses. O resultado de julho, em termos nominais, foi 22,95% maior que o registrado em julho de 2007, quando a receita arrecadou R$ 50,396 bilhões. Na comparação com o mês de junho, a arrecadação cresceu 11,15% em termos nominais. Descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a arrecadação de julho teve alta real de 15,59%, na comparação com igual mês de 2007.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-08-2008 | 11:08
    Ao contrário do que o governo federal alardeou, a arrecadação de impostos e contribuições não despencou com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Ao contrário, cresceu 11,2% nos sete primeiros meses de 2008. Neste período a Receita Federal arrecadou R$ 396,9 bilhões. Apenas no mês de julho foram R$ 61,960 bilhões, aumento de 7,08% em relação ao mesmo mês de 2007.

     

    Mesmo dizendo que o país iria "quebrar", que não haveria dinheiro para investir, que a saúde ficaria à deriva e que tudo seria um caos absoluto, o governo está com as "burras" cheias, até mesmo porque após ficar sem a queridinha CPMF a equipe financeira tratou logo de aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que, em termos relativos, foi o imposto que mais arrecadou no semestre. A arrecadação - pasmem - aumentou 149% e chegou a R$ 11,5 bilhões no acumulado do ano. Desse valor, R$ 4,5 bilhões foram pagos pelas pessoas físicas que fizeram empréstimos no período. Quem precisou pedir dinheiro aos bancos sentiu no bolso a "facada".

     

    O brasileiro comemorou com o fim da CPMF, que durante 10 anos foi obrigado a pagar, mas não deixou de engordar as contas do governo. Neste período o principal responsável pela arrecadação recorde foi o Imposto de Renda (pessoa física, jurídica e retido na fonte), que respondeu por 29% do total. Foram arrecadados R$ 115,13 bilhões, sendo R$ 54,5 bilhões somente das empresas.

     

    A segunda maior arrecadação ficou por conta da Cofins (R$ 69,3 bilhões), aumento de 17,4% sobre o ano passado, outro imposto que o governo aumentou para compensar a CPMF.

     

    Apesar de sermos nós que pagamos os impostos e de sabermos o quanto eles são pesados, a Receita explica que os sucessivos recordes alcançados em 2008 ocorreram graças ao aumento do lucro das empresas e no crescimento do Produto Interno Bruto. Ela "esquece" o quanto de imposto que o brasileiro paga a cada espirro que dá.

     

    Moral da história: ficamos livres da CPMF, o Brasil não caiu no buraco, o governo continuou arrecadando milhões e nós só trocamos um imposto pelo outro. No fundo, no fundo, quem continua pagando a conta é o trabalhador brasileiro. Tem outra opção?

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-08-2008 | 11:08
    Saldo estadual é considerado recorde na série histórica dos empregos formais. Como é de costume no Estado, setor da agricultura é o que mais gera empregos formais nesta época do ano

     

    Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) trouxeram para Mato Grosso três bons resultados: maior empregador do Centro-Oeste no mês julho, melhor desempenho mensal em seis anos e também registra a maior variação em contratações nos sete primeiros meses de 2008 na região. Conforme os dados divulgados ontem, o Estado gerou em julho 5,78 mil empregos formais.

    A série histórica do Caged em Mato Grosso, iniciada em 2003, revela que o saldo atual é o melhor dos últimos seis anos. Em 2003, o saldo de julho foi de 1,99 mil vagas, em 2004 de 5,59 – até então o melhor -, em 2005 o saldo foi negativo em 1,48 mil vagas, em 2006 o mês de julho fechou com 2,77 mil carteiras assinadas, 2007 teve saldo 1,88 mil vagas e 2008 com 5,78 mil empregos formais.

    O saldo positivo do mês passado é fruto da movimentação do mercado formal de trabalho que no Estado admitiu 31,11 mil pessoas e no mesmo período demitiu 25,32 mil trabalhadores. Já entre janeiro e julho de 2008 houve acréscimo de 40,12 mil postos (9,80%), a melhor variação em termos absolutos, para o período na série histórica do Caged em Mato Grosso. A liderança do acumulado no ano pertence a Goiás, que registrou saldo de 69,69 mil novos postos, ou variação positiva de 9,19%.

    No Centro-Oeste foram recrutadas mais de 119 mil pessoas e outras 108,59 mil foram demitidas, deixando como saldo a geração de 11,14 mil vagas com carteiras assinadas.

    O saldo mensal de Mato Grosso, de mais de 5 mil vagas, equivale à expansão de 1,30% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior, percentual também considerado recorde na da série histórica e o melhor da região no mês passado.

    Nos últimos doze meses, Mato Grosso obteve segunda maior geração da região, com aumento de 7,48% no nível de emprego ou saldo de 31,27 mil postos de trabalho, novamente atrás de Goiás, com estoque de 59,47 mil empregos.

    Os setores que mais geraram contratações foram a agropecuária (1,92 mil vagas), a indústria de transformação (1,19 mil vagas), o comércio (1,12 mil) e construção civil com 956 empregados. Desses setores, a maior variação relativa se verifica na construção civil com expansão de 3,70%, contra 2,24 da agropecuária, por exemplo.

    DESTAQUES – Quinze municípios mato-grossenses se destacam na evolução de julho entre aqueles com mais de 30 mil habitantes, alvo das estatísticas do Caged. Em primeiro lugar está Cuiabá, com saldo positivo entre demissões e admissões de 1,03 mil vagas. Em seguida surgem Primavera do Leste (471 vagas de saldo) e Várzea Grande com 240 contratações de saldo. Quatro municípios contabilizaram desempenho negativo em julho: Barra do Garças, Tangará da Serra, Sinop e Rondonópolis.

    NACIONAL - Em julho de 2008 foram gerados 203,21 mil novos postos de trabalho, correspondendo a um crescimento de 0,67% em relação ao estoque de emprego do mês anterior, o maior saldo da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para um mês de julho. O resultado do sétimo mês deste ano é também 60% superior ao número de empregos gerados em julho de 2007 (126,99 mil postos).

    Nos primeiros sete meses de 2008, o estoque de empregos formais se elevou em 5,4%, representando o incremento de 1.564.606 postos de trabalho, o maior saldo registrado nesse período em todos os anos da série do Caged, situando-se 27% acima do recorde anterior verificado em 2004 (+1.236.689 postos ou +5,30%).

    Fonte: Diário de Cuiabá
    19-08-2008 | 11:08
    Prazo de inscrição termina no dia 29 

     

     Termina no dia 29 de agosto o prazo para os interessados se inscreverem no Prêmio CBIC de Responsabilidade Social. O prêmio tem como objetivo estimular o desenvolvimento de ações sociais da construção e do mercado imobiliário, além de disseminar a cultura da responsabilidade social no setor, e promover o intercâmbio de informações com as organizações dedicadas ao tema da Responsabilidade Social, construindo uma fonte permanente de informações e notícias das ações sociais da Indústria da Construção. Podem concorrer empresas e entidades de classe ligadas à Indústria da Construção e ao Mercado Imobiliário que estejam desenvolvendo ações, projetos ou programas de responsabilidade social. Mais informações sobre o prêmio estão disponíveis no site da CBIC, na área Responsabilidade Social.

     

    Fonte: CBIC
    19-08-2008 | 11:08
    O ex-presidente da CBIC Luis Roberto Ponte apresentou no último dia 13, durante a reunião do Conselho de Administração da entidade, em Brasília, a emenda substitutiva global 426/08-CE à PEC 233/08, que visa modificar o sistema tributário nacional e o financiamento da seguridade social. Dentre os principais objetivos do sistema proposto: simplificar a tributação, tornando-a transparente e entendida por todos; fazer um pacto federativo lógico, claro e justo; impor a justiça tributária e o respeito à capacidade contributiva; suprimir corrupção, privilégio e perseguição de natureza tributária; reduzir a quase nada o custo de arrecadação; extinguir a guerra fiscal; implantar mecanismo de promoção do desenvolvimento das regiões pobres; corrigir as distorções causadas pela alta tributação sobre o salário; diminuir a economia invisível e sua concorrência desleal e predatória; minimizar os tributos na exportação, ampliando sua competitividade, e impor, ao bem importado, imposto igual ao que incide no aqui produzido. Clique aqui para acessar a íntegra da apresentação.

     

    Fonte: CBIC
    19-08-2008 | 11:08
    Indenização será determinada após levantamento.
    A empresa é uma das três maiores fabricantes de cimento do mundo.

     

    O governo venezuelano executou à meia-noite (hora local) desta terça-feira (19) a desapropriação da filial no país da produtora de cimento mexicana Cemex. O ministro do Petróleo venezuelano e presidente da estatal Petróleos de Venezuela S.A. (Pdvsa), Rafael Ramírez, disse que o fracasso das negociações para um acordo amistoso de compra e venda forçou a desapropriação, e que o valor que será pago pelas instalações será determinado após um levantamento.

    Ramírez destacou que a medida foi adotada somente após o término do prazo de 60 dias da assinatura da lei que faculta a nacionalização de toda a indústria produtora de cimento.

     

    O ministro informou que o presidente Hugo Chávez assinará o decreto de desapropriação nas próximas horas, mas que obviamente todas as instalações da Cemex e de outras duas empresas passam ao controle dos agora trabalhadores estatais.

     

    A mexicana Cemex é uma das três maiores fabricantes de cimento do mundo e na Venezuela figura como a maior fabricante de cimento, concreto e agregados (areia e taxa).

     

    Fonte: G1
    19-08-2008 | 11:08
    A projeção de analistas de mercado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela terceira semana consecutiva. Segundo o boletim Focus, do Banco Central, a estimativa para o IPCA ficou em 6,44%, abaixo do teto da meta de inflação para este ano de 6,5%. Na semana anterior, a projeção era 6,45%.

    Para 2009, a projeção permanece em 5% há cinco semanas. O centro da meta de inflação para este e para o próximo ano é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

    A estimativa para a taxa básica de juros, a Selic, usada pelo Banco Central para controlar a inflação, permanece em 14,75% neste ano e em 14% em 2009.

    No caso da inflação no mercado paulista, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (IPC-Fipe), a expectativa permanece em 6,48% em 2008 e subiu de 4,61% para 4,64%. Quanto aos preços administrados, a projeção continua de 3,80%, em 2008, e de 5,13%, em 2009.

    A projeção para os dois índices que medem a inflação no atacado - Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) e Índice de Preços de Mercado (IGP-M) - caiu de 11,33% para 10,86% e de 11,04% para 11,96%, respectivamente. Para o próximo ano, a expectativa para o IGP-DI caiu de 5,40% para 5,32% e para o IGP-M subiu de 5,48% para 5,50%.

     

    Fonte: Mídia News
    19-08-2008 | 11:08
    O mercado financeiro manteve as projeções para a taxa básica de juros, a Selic, em 2008 e em 2009, em 14,75% ao ano e 14% ao ano, respectivamente. Atualmente, a Selic está em 13% ao ano. Já em relação ao câmbio, o mercado elevou as previsões para as taxas no fim de 2008 e de 2009 para R$ 1,61 e R$ 1,72, respectivamente, de R$ 1,60 e R$ 1,71, na mesma ordem, na semana passada.

     

    - A estimativa de crescimento da economia brasileira em 2008 não sofreu alteração e a projeção permaneceu em expansão de 4,8%, pela nona semana consecutiva. Já para 2009, o mercado reduziu a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) para 3,7%, de 3,73% na semana passada.

     

    Contas externas- Sobre a balança comercial, o mercado elevou a projeção de superávit comercial este ano, para US$ 23,3 bi de US$ 23,1 bilhões. A estimativa de que a conta corrente encerre o ano deficitária em US$ 25 bi foi mantida.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-08-2008 | 11:08
    O Índice Geral de Preços 10 (IGP-10) apurado pela Fundação Getulio Vargas, teve forte recuo em agosto. A taxa ficou em 0,38%, depois dos 2,00% em julho. De acordo com os dados divulgados ontem pela FGV, foi a menor desde julho do ano passado. A maior contribuição para a desaceleração veio do recuo nos preços por atacado. O Índice de Preços por Atacado (IPA), que tem o maior peso (60%) na composição do IGP-10, ficou em 0,25% em agosto, enquanto em julho havia sido de 2,54%. Os produtos agropecuários tiveram deflação de 1,98% em agosto, contra alta de 4,66% em julho; e os industriais registraram alta de 1,13% em agosto, ante a taxa de 1,71% de julho.

     

    As matérias primas brutas também tiveram um forte recuo, passando para -1,87%, ante a taxa de 4,54% no mês anterior. Os preços ao consumidor, que contribuem com 30% para a formação do IGP-10, tiveram alta de 0,36% em agosto, ante 0,65% em julho. Dos sete grupos que compõem o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), três registraram queda nas taxas, com destaque para alimentação (de 1,56% para 0,13%).

     

    Os preços que mais caíram foram das carnes bovinas (de 7,48% para 1,15%), do arroz e do feijão (de 9,42% para -0,18%) e das hortaliças e legumes (de -1,42% para -3,61%). No grupo vestuário, a taxa passou de 0,15% em julho para -0,51% em agosto; educação, leitura e recreação, passaram de 0,23% para 0,11%.

     

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que contribui com 10% na composição do IGP-10, variou 1,43% em agosto, também abaixo do resultado de julho, de 1,50%. Houve recuo nos grupos serviços (de 1,48% para 0,67%) e mão-de-obra (de 1,40% para 0,77%). Apenas o grupo materiais teve aumento na taxa, passando de 1,61% em julho, para 2,27% em agosto.

     

    Criado em 1993 pela Fundação Getulio Vargas, o IGP-10 é apurado entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. É uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP) e registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

     

    O IGP-10 é formado pelo Índice de Preços por Atacado-10, Índice de Preços ao Consumidor-10, e Índice Nacional de Custos da Construção-10). De acordo com a FGV, esses indicadores medem itens como bens de consumo (um exemplo é alimentação) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção, entre outros), além de aluguéis, material de construção etc.

     

    O índice é referência para reajustes de tarifas públicas, contratos de aluguel e planos e seguros de saúde (nos contratos mais antigos).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-08-2008 | 11:08
    A arrecadação tributária de Mato Grosso é destaque nacional pelo melhor desempenho do país. O Diário do Comércio e Indústria (DCI), jornal de circulação nacional, mostra em reportagem que Mato Grosso apresentou um crescimento acima da média nacional e despertou o interesse de várias unidades da federação brasileira que buscam no modelo de gestão implementada pelo secretário de Fazenda, Eder Moraes, alternativas para o aumento também de suas receitas.

     

    A reportagem destaca que a arrecadação do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o principal componente da receita tributária, passou de R$ 1,73 bilhão no primeiro semestre de 2007, para R$ 2,01 bilhões até junho deste ano, incremento de 21%, e a receita pública total do primeiro semestre foi de R$ 4,14 bilhões, o melhor desempenho do país, proporcionalmente.

     

    A arrecadação de ICMS nas operações comerciais, envolvendo a soja, é citada na reportagem, já que cresceu 95% no período, passando de R$ 55,7 milhões para R$ 108,9 milhões. "Criamos um controle apurado da porteira até a trading que exporta o produto", diz Moraes.

     

    Dados com base em 2005 demonstram que o Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso foi de R$ 37,4 bilhões. Estima-se que em 2008 esteja na ordem de R$ 46 bilhões, o que significa que a carga tributária aplicada nos impostos estaduais está na relação de 9%, ou seja, apesar de todas as ações fiscais, o Estado ainda possui carga tributária abaixo da média nacional, da ordem de 12%, o que estimula, sobremaneira, investimentos em Mato Grosso.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-08-2008 | 11:08
    Na semana passada a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizou a 2ª Mostra de Responsabilidade Socioambiental na Bienal do Ibirapuera, com a meta de criar um novo modelo de produção que alie crescimento econômico e compromisso socioambiental.

     

    Instituições bancárias, indústrias e ongs estiveram apresentando cases de projetos sociais com diversas parcerias com as comunidades mas na maioria dos casos voltados para resolver problemas sociais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-08-2008 | 12:08

    O Sinduscon-MT comunica o falecimento do ex-presidente do Crea-MT, Engenheiro Agrônomo Ainabil Machado Lobo, na madrugada desta segunda-feira (18.08), em Cuiabá.

     

    O velório, do ex-presidente, será realizado nesta segunda-feira, a partir das 11h, na capela Jardins, localizada na Rua Manoel Ferreira de Mendonça, nº 364, Bairro Bandeirantes (fundos da Prosol) - Capela Orquídea.

     O sepultamento será às 18h no cemitério da Piedade.

    18-08-2008 | 10:08
    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 13, o Projeto de Lei Complementar 378/06, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), que extingue a contribuição social devida pelo empregador em caso de despedida sem justa causa. A contribuição tem alíquota de 10% sobre o valor dos depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devidos durante a vigência do contrato de trabalho, acrescida das remunerações aplicáveis aos saldos das contas.

     

    A contribuição foi criada em 2001, pela Lei Complementar 110, para pagar parte das despesas do governo com a ressarcimento aos trabalhadores pelo expurgo da inflação nas contas do FGTS pelos Planos Verão e Collor 1, em 89 e 90. Ao todo, calcula-se que o ressarcimento tenha custado R$ 55 bilhões. A maior parte, relativa aos trabalhadores que fizeram acordo com a Caixa Econômica Federal, terminou de ser paga em janeiro de 2007.

     

    A proposta foi aprovada na forma do substitutivo do relator, deputado Milton Monti (PR-SP). O projeto original de Mendes Thame fixa em cinco anos o prazo de vigência da contribuição - que terminaria em outubro de 2006. O projeto não diz o que será feito com as contribuições pagas depois disso. O substitutivo aprovado determina simplesmente a extinção da contribuição.

     

     

    Nada justifica

     

    Milton Monti considera que a proposta é justa e necessária, porque os trabalhadores já foram ressarcidos. "Nada mais justifica a manutenção dessa contribuição extraordinária", argumenta. Segundo ele, a contribuição foi criada para ser provisória e não deve se tornar permanente, "encarecendo o custo do trabalho e inibindo a formalização do emprego".

     

    Mendes Thame argumenta que o patrimônio do FGTS teve um grande crescimento nos últimos anos e que a CEF vem obtendo expressivos resultados financeiros, a ponto de ter sido autorizada pelo governo a pagar antecipadamente os complementos de atualização, efetivando créditos de valor igual ou superior a R$ 100 nas contas vinculadas. Para Mendes Thame, nessas circunstâncias a contribuição tornou-se uma "injustiça contra o setor produtivo que precisa ser corrigida".

     

    Fonte: CBIC

     

    Apoio/Divulgação: Sinduscon-MT
    18-08-2008 | 10:08
    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados acatou na última terça-feira, 12, o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 663/08, que aprova um ajuste ao acordo de cooperação financeira firmado entre Brasil e Alemanha em 1991, para destinar cerca de 8,7 milhões de euros (aproximadamente R$ 18,4 milhões) à segunda fase do projeto Saneamento Básico Ceará.

     

    Dos 8,7 milhões de euros, 1 milhão virá do banco federal alemão KfW (sigla para Instituto de Crédito para a Reconstrução) e outros 7,7 milhões, de um programa que o governo alemão financiou em Sergipe, mas que serão transferidos para o projeto cearense. O texto encaminhado pelo Executivo não explica, no entanto, as condições de quitação do empréstimo ao banco.

     

    O ajuste também abre ao Brasil uma linha de crédito não-reembolsável de 3 milhões de euros (R$ 7,2 milhões) junto ao KfW, também destinado ao projeto de saneamento. O projeto recebeu parecer favorável do relator, deputado Mauro Benevides (PMDB-CE).

     

    Fonte: CBIC

     

    Apoio/Divulgação: Sinduscon-MT
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