Olá, seja bem-vindo (a)!
Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    30-10-2008 | 11:10
    O governo federal autorizou que os bancos de todo o país utilizem até 5% dos recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo para financiar a construção civil. “Essa é mais uma medida para garantir que o crédito chegue ao tomador final. Já adotamos medidas similares para os exportadores e para a agricultura”, justificou o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nélson Barbosa.

    A Caixa Econômica Federal já anunciou que destinará R$ 3 bilhões para o setor. “São linhas que vão possibilitar ao setor ter tranqüilidade para realizar suas obras”, justificou a presidente da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho.

    Até agora, os recursos da poupança podiam ser utilizados apenas para financiar compra de imóveis, até um limite de 65% do saldo da poupança. Com a medida, 5% poderá ser emprestado para as construtoras. Segundo a presidente da Caixa, este ano o banco está com uma captação recorde de poupança, o que permite uma margem de R$ 3 bi para a construção civil.

    Os recursos da Caixa serão oferecidos em duas linhas de capital de giro. Uma das linhas delas se destinará à antecipação de até 20% do custo da obra. Durante a construção, o empreendedor pagará apenas juros – entre 10% e 11% ao ano - e atualização monetária. Depois de concluída a obra, terá um prazo de 24 meses para pagar o empréstimo.

    “A grande vantagem para o mutuário é a segurança que ele tem. Ele está comprando um empreendimento com a segurança de que há recursos da Caixa financiando aquele empreendimento, ou seja, ele vai receber a casa dele no prazo que foi contratado com a construtora”, explicou Maria Fernanda.

    A medida também deve evitar aumentos para os compradores, por parte das construtoras, sob o argumento da escassez de crédito. Segundo a presidente da Caixa, a linha estará disponível em todas as agências dentro de 10 dias.

    Em uma segunda linha, a Caixa pretende trabalhar com antecipação de até 70% da carteira de recebíveis de empreendimentos já concluídos.

    As linhas serão garantidas por um fundo de reserva, com 35% do total de R$ 3 bilhões destinados a operações de crédito. “É uma garantia extra que a União está proporcionando à Caixa Econômica, na forma de retenção temporária dos dividendos que são devidos à União, para diminuir o risco das operações neste momento de grande turbulência internacional”, explicou o secretário de Política Econômica. Tal fundo deve ser criado entre hoje e amanhã, por meio de medida provisória ou portaria ministerial.

    No caso de outros bancos, Nélson Barbosa esclareceu que aqueles que têm captação ao custo de TR mais 6,17% ao ano poderão financiar capital de giro a taxas mais elevadas do que aquelas aplicadas pela Caixa. “É um incentivo importante, mas quero ressaltar que é uma opção da instituição. Achando isso lucrativo, ela o fará. Esperamos que esse incentivo seja suficiente para garantir que o crédito chegue à ponta”, ressaltou.

    De acordo com o secretário de Política Econômica, novos setores poderão ser beneficiados com medidas semelhantes, quando necessário.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-10-2008 | 11:10
    O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu ontem manter a taxa Selic estável em 13,75% ao ano. A justificativa para a decisão foi o ambiente de maior incerteza. "Avaliando o cenário prospectivo e o balanço de riscos para a inflação em ambiente de maior incerteza, o Copom decidiu por unanimidade neste momento manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, sem viés", afirma a nota à Imprensa do Banco Central.

     

    Entre os analistas, prevalecia a aposta de que a Selic permaneceria no atual patamar. Entre as instituições financeiras consultadas pelo AE Projeções, a expectativa majoritária é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) deveria manter a Selic nos atuais 13,75% ao ano.

     

    De um total de 63 casas consultadas, 39 esperavam a manutenção da taxa, 21 com uma elevação de 0,50 ponto porcentual e apenas três aguardam acréscimo de 0,25 ponto porcentual. A ata da reunião será divulgada em 6 de novembro, às 8h30.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-10-2008 | 11:10
    O governo anunciou ontem um conjunto de medidas para socorrer as empresas brasileiras que atuam no setor de construção habitacional e que estão tendo dificuldade de crédito com a crise financeira internacional. Foi criada uma linha de R$ 3 bilhões para financiamento de capital de giro das construtoras habitacionais por meio da Caixa Econômica Federal.

    Como controlador da Caixa, o governo autorizou que o banco estatal crie um fundo de reserva no valor de R$ 1,05 bilhão como garantia adicional a essas operações de empréstimos da Caixa. O fundo será formado com antecipação de dividendos que a Caixa tem que repassar à União nos próximos três anos (2008, 2009 e 2010).

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-10-2008 | 11:10
    Um volume maior dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será disponibilizado para financiamento e investimento no setor habitacional a partir de 2009.

    De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, os recursos passarão dos atuais R$ 6 bilhões para R$ 11,5 bilhões e têm por objetivo impedir que a crise financeira internacional reduza o volume de crédito para um setor importante da economia.

    “Nós estamos aumentando o orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, só na área de investimento de habitação, em cerca de 70%, com linhas de créditos para a construção de habitações populares e habitações em geral. Para que essa área que é tão fundamental, é tão estratégica, gere emprego”.

    O ministro do Trabalho e Emprego informou ainda que os recursos serão destinados aos bancos públicos e privados que atuam na área de financiamento habitacional.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-10-2008 | 11:10
    O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pela Fundação Getulio Vargas, caiu 11,7% entre setembro e outubro deste ano, demonstrando desaceleração da atividade econômica e pessimismo para os próximos meses. Este é o menor índice desde janeiro de 2006: há dois anos, o nível foi de 99,1 pontos. Em outubro, o nível é de 106,1 pontos, contra os 102,2 desde julho de 2008.

    Os dados coletados entre os dias 1º e 27 deste mês já mostram a preocupação dos empresários: das 1.101 empresas consultadas, 10,1% prevêm piora nos próximos seis meses, enquanto 40,4% acreditam numa situação melhor. Desde julho de 2003 que a pesquisa não aponta um resultado tão ruim neste quesito.

    O Índice de Situação Atual (ISA) e o Índice de Expectativas (IE) também caíram se comparados ao mês de julho: de 127,5 para 109,4 pontos para o ISA e de 114,1 para 101,5 pontos para o IE.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-10-2008 | 11:10
         O processo de industrialização no Centro-Oeste e a crise econômica internacional foram tratados pelo secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme-MT), Pedro Nadaf, na II Jornada de Produção Científica da Educação Profissional e Tecnológica da Região Centro-Oeste, que ocorre até sexta-feira (31.10), na sede do Cefet-MT. Nadaf afirmou que Mato Grosso não sofre reflexos da crise e prevê que talvez o ano que vem poderá sentir possíveis efeitos.
         
         "O Estado está vivendo um momento impar. Nosso crescimento pode ser comparado apenas aos dos Tigres Asiáticos que crescem em média 8% ao ano", compara Pedro Nadaf. A fala do secretário se baseia nos resultados da análise realizada pela equipe técnica da Sicme-MT, que demonstrou que Mato Grosso cresce mais que o Brasil.
         
         Segundo dados da Sicme-MT, o setor agropecuário de Mato Grosso registrou um crescimento de 14% entre 2003 e 2007. Enquanto o Brasil e os outros estados do Centro-Oeste não alcançaram 7%. "Somos destaque em pelo menos sete atividades relacionadas à agropecuária. Temos o maior rebanho comercial do País com 26 milhões de cabeças e somos o maior produtor de soja", ressalta o secretário da Sicme, Pedro Nadaf.
         
         A Sicme revela que 100 mil novas empresas foram abertas em Mato Grosso nos últimos cinco anos nos setores do comércio, indústria e na área rural, além da abertura de pelo menos 300 mil empregos diretos e indiretos. No primeiro trimestre de 2008 houve um aumento de 66% no número de exportações comparado ao mesmo período do ano passado. "Estes números mostram que Mato Grosso é um dos estados que apresentam a melhor performance econômica do Brasil. Tudo isso conta pontos a nosso favor e faz a diferença para quem pretende investir aqui", explica Nadaf. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    30-10-2008 | 11:10
         O processo de industrialização de Mato Grosso foi tema de palestra nesta quarta-feira (29.10), durante a abertura da II Jornada da Produção Científica da Educação Profissional e Tecnológica da Região Centro-Oeste, na sede da Cefet, em Cuiabá.
         
         O secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, apresentou um quadro geral do Estado aos participantes. Nadaf enfatizou o crescimento de Mato Grosso nos últimos anos e a importância desse desenvolvimento no cenário nacional e mundial.
         
         De acordo com o secretário, a economia mato-grossense é a que mais cresce no país, sendo comparada ao índice de crescimento registrado nos Tigres Asiáticos, há dez anos. “A política de governo de atrair investimentos, com incentivos fiscais, é a maior responsável pela vinda de grandes empresas como Sadia e Perdigão para o nosso Estado”.
         
         O secretário também destacou os números da produção, exportação e do PIB de Mato Grosso. “Somos os maiores produtores de algodão, soja e bovino do país. Representamos 55% do total das vendas externas no Centro-Oeste e nosso PIB cresceu mais de 56% nos últimos cinco anos”.
         
         Com o potencial registrado no Estado, Nadaf reforçou a necessidade da qualificação de mão-de-obra em Mato Grosso. “Estamos conseguindo preparar os trabalhadores cientificamente a fim de atender esse crescimento na economia. A tendência é que aumente, na nossa região, o número de escolas técnicas para qualificar esse empregado”.
         
         A programação da II Jornada Científica do Centro-Oeste inclui três conferências, 13 mesas redondas, 11 painéis, duas sessões técnicas especiais e 22 oficinas. No total foram submetidos mais de 330 trabalhos, dos quais 117 foram aceitos para publicação como Trabalho Completo e 187 foram aceitos como Pôster. Os trabalhos foram distribuídos em doze áreas temáticas: Ambiente, Saúde e Segurança; Apoio Educacional; Controle e Processos Industriais; Gestão e Negócios; Hospitalidade e Lazer; Informação e Comunicação; Infra-Estrutura; Produção Alimentícia; Produção Cultural e Design; Produção Cultural; Recursos Naturais; Ciências Humanas e Sociais.
         
         O evento é realizado pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso (Cefet-MT), pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec). Além de contar com o apoio de várias instituições, entre elas, a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat).
          Fonte: 24 Horas News
    30-10-2008 | 11:10
    Brasília - Um volume maior dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será disponibilizado para financiamento e investimento no setor habitacional a partir de 2009.

     

    De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, os recursos passarão dos atuais R$ 6 bilhões para R$ 11,5 bilhões e têm por objetivo impedir que a crise financeira internacional reduza o volume de crédito para um setor importante da economia.

     

    “Nós estamos aumentando o orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, só na área de investimento de habitação, em cerca de 70%, com linhas de créditos para a construção de habitações populares e habitações em geral. Para que essa área que é tão fundamental, é tão estratégica, gere emprego”.

     

    O ministro do Trabalho e Emprego informou ainda que os recursos serão destinados aos bancos públicos e privados que atuam na área de financiamento habitacional.Carlos Lupi deu entrevista a emissoras de rádio, no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), durante o programa Bom Dia Ministro.

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    30-10-2008 | 11:10
     O governo federal anunciou nesta noite medida de apoio ao setor de construção civil. Foi criada uma linha de crédito de R$ 3 bilhões, que será disponibilizada pela Caixa Econômica Federal, e parte dos recursos das cadernetas de poupança foram liberados para empréstimo ao setor. Segundo comunicado divulgado pelo Ministério da Fazenda, as medidas facilitam o acesso ao crédito de capital de giro para as empresas que atuam na construção habitacional.

     

    A linha da Caixa será destinada a capital de giro. "O governo, como controlador, permitirá que a Caixa mantenha em um fundo de reserva parte dos dividendos que seriam distribuídos para a União. Com esses recursos, forma-se um lastro que garantirá até 35% do valor das operações realizadas pela Caixa. O volume total das operações será de até R$ 3 bilhões. O valor total dos dividendos que pode ser retido é, portanto, de R$ 1,05 bilhão", informa o comunicado. Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) definirá as condições para os financiamentos.

     

    Além disso, a aplicação de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) foi permitido para capital de giro, o que antes era vedado. A permissão se aplica a todas as instituições financeiras que operam com recursos do SBPE e estará limitada a até 5% do saldo da poupança.

     

    Fonte: G1
    29-10-2008 | 18:10
     A assistente social do Sinduscon-MT, Osmarina Félix, participou nos dias 22, 23 e 24  de outubro, na cidade de São Luiz (MA) do Encontro Nacional da Indústria da Construção, 80° ENIC. Entre os objetivos do evento está uma reflexão sobre as condições e o momento de expansão do setor, os reflexos da crise financeira mundial na construção e as medidas do Governo Federal para auxiliar o país na continuidade do crescimento.

     

    Osmarina Félix destacou sua participação no “Fórum de Ações Sociais e Cidadania – Projetos de Sucesso”, onde foram apresentados e premiados alguns projetos, pelo Prêmio CBIC de Responsabilidade Social. Segundo ela, alguns objetivos alcançados nesse encontro, como troca de experiências e os projetos ali apresentados serviram como fonte de inspiração para sindicatos, empresários e outras entidades participantes.

     

    Osmarina acredita que o Sinduscon-MT tem condições de elaborar projetos que possam ser executados em parceria e com o apoio do CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), sendo necessárias reuniões com a diretoria para que sejam  sugeridos os setores que precisam de investimentos para o ano de 2009.  
    29-10-2008 | 16:10

    No ultimo dia 27 de outubro, segunda-feira, aconteceu a aula inaugural do Programa “Sesi Construção Saudável” para trinta e três trabalhadores da Gerencial Construtora, no canteiro de obras da empresa, que foi a primeira a aderir ao programa, do Serviço Social da Indústria, que consiste na alfabetização de jovens e adultos, com serviços integrados de educação, saúde e lazer.

     

    Durante a aula inaugural, que contou com representantes do Sesi, Sinduscon-MT e empresários da Gerencial, os alunos receberam um kit didático, composto por camiseta, caderno, lápis, borracha e apontador. As aulas irão de segunda à sexta-feira, depois do expediente dos trabalhadores e terá duração de cinco meses, no canteiro de obras da Construtora Gerencial, no bairro Poção.

     

    PROJETO CONSTRUÇÃO SAUDÁVEL – Formatado pelo Sesi-MT para atender as indústrias da construção civil associadas ao Sinduscon-MT, o projeto oferece os serviços Ginástica na Empresa, Educação do Trabalhador e Lazer  Saudável, permitindo o acesso aos clubes do Sesi gratuitamente. As empresas interessadas em se beneficiar com o projeto ‘Sesi Construção Saudável’ devem procurar o Sesi-MT ou o SINDUSCON-MT.
    29-10-2008 | 11:10
    Estimativa é que o segmento da construção civil tenha crescimento de 8,5% este ano no país, segundo a CBIC

     

    Recursos serão liberados por meio de uma linha especial da Caixa Econômica Federal (CEF)

     

    O governo federal vai anunciar hoje um programa de capital de giro para empresas do setor da construção civil em geral. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, serão disponibilizados R$ 3 bilhões, a serem liberados por meio de uma linha especial da Caixa Econômica Federal (CEF). Embora o custo financeiro ainda não tenha sido definido, o ministro garante que será menor que o praticado no mercado. A intenção do governo é garantir a continuidade do crescimento do país, principalmente com relação às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que mesmo diante da crise internacional não serão paralisadas.

     

    O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luiz Carlos Richter Fernandes, avalia que o montante anunciado pelo governo seria suficiente para o segmento, porém para ter efeito positivo teria de ser aplicado no setor produtivo. "O governo anuncia a liberação de recursos, mas se eles ficarem restritos à grandes empresas, as de pequeno e médio porte ficam de fora e de nada adianta medidas. Porque só vai beneficiar poucas empresas", avalia o presidente ao completar do ano passado para cá o setor cresceu consideravelmente com bons índices de geração de emprego.

     

    Com relação à crise financeira internacional Fernandes destaca que ela teria um efeito positivo para Mato Grosso. Ele explica que chegou-se a cenários ruins para a construção civil como a falta de cimento, elevação no preço de ferro e aço e falta de mão-de-obra que estava comprometendo o andamento dos trabalhos. "Diante disso a crise chega a ser positiva, e esperamos que haja um equilíbrio no mercado".

     

    Na opinião do presidente da presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), Paulo Safady Simão, o valor que o governo pretende emprestar às construtoras é suficiente. Segundo Simão, a proposta do setor é que a taxa de juros seja de 9% mais Taxa Referencial (TR). Ele acrescenta ainda que os recursos poderão ser usados para financiar fusão entre as construtoras, além da compra de ativos e adiantamento de

    recebíveis. A estimativa é que o setor de construção civil cresça 8,5% este ano. (Com Agência Estado)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-10-2008 | 11:10
    Empresários dos segmentos da construção civil, madeireiro, metalurgia, mecânica e indústria gráfica de Mato Grosso estão desde ontem em Brasília participando do 3º Encontro Nacional da Indústria (Enai). O evento é promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e aborda temas como inovação e produtividade, sistema trabalhista e impactos na competitividade, tributação e os desafios para a indústria, infra-estrutura, meio ambiente e inserção internacional da economia brasileira.

     

    Um dos participantes de Mato Grosso no encontro é o presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira (Cipem), Jaldes Langer. Ele afirma que uma das atividades que participou foi as referente ao meio ambiente. Segundo ele, Mato Grosso enfrenta situações complexas com relação ao assunto e por isso o setor busca um entendimento com o governo. "A legislação ambiental muda constantemente e não sabemos como proceder", diz ao completar que depois da crise que o setor madeireiro passou em 2004 e 2005 agora está se recuperando, mas que ainda há dúvidas sobre as leis ambientais.

     

    Outro representante estadual em Brasília é o presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Rondonópolis (Sindimer); Edson Ari Hack, que participou ontem de palestras sobre reforma tributária. Na opinião dele, com a instabilidade na economia e possibilidade da crise mundial afetar o Brasil, a necessidade da reforma voltou a ser pauta de vários encontros.

     

    "O setor fez um trabalho preliminar contendo propostas que foi encaminhado ao governo. Nossa expectativa é que seja aprovado para dar mais fôlego às indústrias do segmento", diz ao acrescentar que entre as reivindicações do setor está a desoneração da carga tributária e a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados para máquinas e equipamentos utilizados pela indústria de transformação.

     

    Programação de hoje - No segundo e último dia do Enai, haverá palestras sobre representação institucional, e sobre o Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) da CNI e federações estaduais de indústria. Haverá também reunião mensal da diretoria da CNI, e sessões temáticas sobre educação e competitividade.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-10-2008 | 11:10
    Na semana passada, o governo publicou no Diário Oficial da União (D.O.U.) a Medida Provisória 443. Uma das ações da MP está focada no setor da construção e dá permissão à CEF para criar uma empresa voltada para o setor imobiliário, a CaixaPar. Assim, a instituição financeira estaria autorizada a ter participação acionária nas empresas da construção civil, como ocorreu no passado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O governo visa reforçar o setor habitacional para manter o ritmo dos últimos dois anos.

     

    Sobre as propostas do governo federal para sustentar o desenvolvimento do setor e injetar mais recursos, o segmento mato-grossense está dividido e também faz sugestões. Na opinião do presidente do Sinduscon-MT, Luiz Carlos Richter Fernandes, o setor não tem interesse de ter o governo como acionista em suas empresas e sim em medidas que sustentem a atividade economicamente. Ele explica que a linha de capital de giro auxiliaria na compra de materiais para dar continuidade a obras, por exemplo, pagamento de funcionários entre outros.

     

    Já o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Pesada de Mato Grosso (Sincop-MT), José Alexandre Schutze, considera que o mercado está apreensivo, sobretudo no segmento no qual atua, que é na construção de rodovias, aeroportos, barragens, e outros. "Os recursos estão sendo contingenciados e por enquanto não podemos fazer previsões sobre o futuro. A expectativa está na continuidade das obras do PAC".

     

    Na avaliação do diretor regional da Plaenge Empreendimentos, Rogério Fabian Iwankiw, a injeção de recursos para o setor da construção não surtirá efeito para a construtora. Ele explica que a Plaenge é uma empresa com gestão conservadora e que os projetos são lançados com todo o volume financeiro necessário para que o imóvel seja entregue. "Temos uma gestão que permite irmos até o fim, desde a compra do terreno até a entrega", diz ao revelar que a Plaenge não faz financiamento para capital de giro há cerca de 20 anos, e que quando recorre a empréstimos eles são destinados à produção, que é a construção propriamente dita do empreendimento.(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-10-2008 | 11:10
    Os governos já gastaram mais de 11% do PIB mundial para dar liquidez e salvar os bancos desde abril, o equivalente a mais de quatro vezes o tamanho da economia brasileira. Mas a crise fará com que os bancos em todo o mundo acumulem perdas equivalentes a dois "Brasis", cerca de US$ 2,8 trilhões, e o próximo capítulo da turbulência mundial pode ser justamente a contaminação dos mercados emergentes, o que ampliaria as perdas dos bancos nos países ricos.

     

    A avaliação é do Banco da Inglaterra, o BC britânico, que alertou que a instabilidade das últimas semanas é a pior já registrada e que o setor financeiro sofre as maiores quedas desde o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914. O banco ainda alerta para a saúde das economias emergentes, que não conseguiram evitar a crise que foi gerada nos países ricos.

     

    Em uma nova etapa da turbulência, a instabilidade nos países emergentes - que acreditavam estar imunes -pode alimentar ainda mais os prejuízos no sistema. Segundo os ingleses, o volume do prejuízo deve ser duas vezes maior que o que o Fundo Monetário Internacional (FMI) havia calculado há cerca de um mês.

     

    O pior, segundo a análise dos britânicos, é de que a crise ainda não chegou a seu fim e que mais prejuízos podem ocorrer, mesmo com a ajuda dos governos. Segundo os cálculos, as perdas são equivalentes a 5% do PIB mundial. O maior prejuízo ficará com os americanos, com perdas de US$ 1,57 trilhão apenas em seus bancos. O valor é o dobro do que se imaginava. Na zona do euro, as perdas serão de 784,6 bilhões de euros.

     

    Só na Inglaterra, os bancos perderão quase US$ 300 bilhões, contra uma previsão inicial de cerca de US$ 130 bilhões. "O sistema bancário global enfrentou seu episódio de maior instabilidade desde o início da Primeira Guerra Mundial", disse o relatório mensal do BC britânico.

     

    O vice-presidente do banco, John Gieve, foi além e afirmou que se trata da "pior crise de que se tem lembrança".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-10-2008 | 11:10
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que a crise financeira internacional terá um forte impacto na economia real do planeta. Segundo ele, a crise tem magnitude inédita e será de longa duração. Para o ministro, o efeito desta crise na economia real está ficando nítido agora. "É impressionante como o travamento de crédito atinge a economia real. Espero que este travamento de crédito não se transforme em depressão", disse.

     

    O ministro participu ontem do 3º Encontro Nacional da Indústria, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para Mantega, a crise impacta menos os países em desenvolvimento, porque estes já têm um dinamismo maior (por causa do maior potencial de seus mercados internos), as contas públicas estão mais robustas e também porque os bancos que estão mais comprometidos com os ativos tóxicos são os dos países avançados e não dos emergentes.

     

    Ele ressalvou, no entanto, que há casos de emergentes também com problemas bancários relacionados diretamente com tais ativos problemáticos, como a Rússia. O ministro da Fazenda afirmou que o problema de travamento de crédito observado nos Estados Unidos e nas economias avançadas não ocorre na mesma magnitude no Brasil.

     

    Guido Mantega reconheceu que é natural, neste momento em que o mundo passa por uma grave crise financeira, que haja um maior comedimento das instituições financeiras do país. Ele explicou que o agravamento da crise a partir de meados de setembro teve como conseqüências uma restrição do crédito externo, especialmente para a exportação; e problemas de liquidez.

     

    Mas ele destacou que o governo tem instrumentos, e os tem utilizado, para enfrentar os impactos da crise no Brasil. Mencionou especificamente os volumes de depósitos compulsórios que sempre foram criticados no passado, e que hoje "se revelam reserva importante para irrigar o sistema financeiro".

     

    Participantes - No mesmo evento em que Mantega participa, também está o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, que afirmou que o reflexo tangível do cenário adverso no exterior é uma crise de liquidez "sem precedentes". Ele avaliou que essa crise já se traduz em desaceleração do nível de atividade de alguns setores. Monteiro Neto ainda ressaltou que o problema de uma crise de liquidez para o país é que a economia brasileira tem funcionado graças à expansão do crédito.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-10-2008 | 11:10
    O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, afirmou que as medidas do governo para dar liquidez ao mercado estão "ajudando a dar sangue ao vampiro". Ao chegar para o 3º Encontro Nacional da Indústria (Enai), ele fez críticas à posição dos bancos no Brasil que estão, segundo ele, ajudando a piorar a situação econômica.

     

    Aubert Neto disse que, além de segurar os recursos que estão sendo liberados pelo Banco Central, os bancos estão aumentando absurdamente as suas taxas de juros. Ele deu como exemplo o desconto de uma duplicata que tinha uma taxa de 1,7% ao mês e agora está em 3,5% ao mês.

     

    O empresário disse que o governo tem como controlar essa situação de contenção da liquidez pelos bancos. Mas criticou dizendo que está faltando uma ação mais dura do governo. Segundo ele, este é o momento de o Brasil fazer as reformas estruturais, do contrário, o país não vai aproveitar a oportunidade que tem com a crise de mudar.

     

    O dirigente defendeu a redução da taxa de juros Selic e disse que, até mesmo a sua manutenção, seria "uma insanidade". Segundo ele, o setor neste ano deve crescer de 20% a 23%, mas o grande problema está no ano que vem. Antes da crise internacional, o setor esperava crescer, em 2009, também na casa de dois dígitos, mas, agora, fazer qualquer previsão seria um "chute".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-10-2008 | 11:10
    O poder de fogo dos bancos centrais dos países desenvolvidos na utilização da política de afrouxamento monetário para lidar com a crise global está acabando, segundo avaliação do diretor executivo da Concórdia Corretora, Ricardo Amorim. Por isso, o Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve (Fomc) deve cortar os juros na reunião de hoje de 1,5% para 1%, segundo ele, e deve ser o último corte.

     

    O comunicado deve mostrar o Fed atento aos problemas do mercado financeiro e pronto a ajudar a reativar a distribuição de crédito, acredita Amorim. "Há espaço para mais cortes, mas os impactos passam a ser cada vez menores a medida que a taxa de aproxima de zero. Do ponto de vista de política monetária está acabando a quantidade de bala nos revólveres dos países desenvolvidos, que é uma situação completamente diferente do caso brasileiro", explicou, em entrevista ao AE Broadcast Ao Vivo.

     

    No caso do Brasil, afirmou o diretor, a decisão a ser anunciada amanhã deve ser de manutenção da Selic em 13,75% ao ano diante da desaceleração econômica global. Segundo ele, "não faz mais sentido" o BC continuar com o foco na inflação.

     

    Amorim disse ainda que do lado da política fiscal a ação dos governos também começa a ficar mais limitada por causa das contínuas medidas adotadas até agora para devolver liquidez aos mercados. "Diria que os governos estão começando a ficar numa situação que quantidade de instrumentos para lidar com a crise está diminuindo." Uma alternativa adicional, avalia Amorim, seria redução de compulsório. "Mas à medida que isso é feito, se transfere risco do setor financeiro para bancos centrais."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-10-2008 | 11:10
    Se os economistas do mercado financeiro não mostram um posicionamento homogêneo para o encontro desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, as estimativas para a última reunião da diretoria do BC em 2008 são ainda menos convergentes. Na opinião dos poucos especialistas consultados pela Agência Estado que arriscaram dar algum palpite sobre a reunião de dezembro, tudo dependerá da postura tomada hoje, quando os membros da autoridade monetária decidirão a taxa básica de juros, e do comportamento do cenário econômico-financeiro global até o último mês deste ano.

    Conforme levantamento divulgado na sexta-feira passada, a maioria nada esmagadora do mercado projeta a manutenção da Selic em 13,75% ao ano em outubro, o que representaria a interrupção no processo de altas nos juros iniciado pelo Banco Central em abril. De acordo com a pesquisa que contou com a participação de 63 instituições, 39 casas esperam uma "parada técnica", 21 contam com um ajuste de 0,50 ponto porcentual e três previram uma elevação de 0,25 ponto porcentual.

    As previsões coletadas para outubro levam em conta o recrudescimento da crise financeira internacional originada nos Estados Unidos e seus desdobramentos.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    29-10-2008 | 11:10
    Doriana Mendes (soprano) e Marco Lima (violão) estão, atualmente, com as atenções voltadas para a Música Contemporânea

    Hoje é a quinta noite da III Bienal de Música Brasileira Contemporânea de Mato Grosso. É a vez do som e a voz do Duo Laguna. Composto pela soprano, atriz e bailarina, Doriana Mendes e o violonista Marco Lima, a dupla completou este ano 11 de carreira.

    É sempre destaque no panorama camerístico do Rio de Janeiro, apresentando-se nas principais salas de concerto e séries de música erudita da cidade e de outras importantes capitais culturais brasileiras, agora vem abrilhantar a noite cuiabana.

    O duo costuma receber em seus concertos vários segmentos da população, quer seja em grandes capitais, cidades do interior ou subúrbios de centros urbanos. E de todas as idades.

    Doriana Mendes é bacharel em Canto pela UniRio (RJ), estudou com Eliane Sampaio e ingressou em 2008 no Mestrado em Música da UniRio. Fez sua estréia internacional em 2000 na ópera “As Malibrans” de Jocy de Oliveira no Teatro da Ópera de Darmstadt (Alemanha), reencenada em Buenos Aires (2002). Como solista convidada participou de quatro edições da Bienal de Música Brasileira Contemporânea/RJ. Sua discografia, com mais de 11 CDs publicados, conta com repertório desde o colonial brasileiro à ópera contemporânea.

    Já Marco Lima, é bacharel em violão pela UNIRIO, onde estudou com Maria Haro, e leciona como professor substituto na UFRJ. Foi um dos fundadores do Quinteto Violão Real e atualmente é membro do Quarteto Carioca de Violões, dirigido por Nicolas Barros. Realizou a integral de Villa-Lobos para violão solo, no 44° Festival Villa-Lobos e foi solista do “Concierto de Aranjuez” de Joaquin Rodrigo, no Teatro Castro Alves (BA), com a Orquestra Sinfônica da Bahia, sob a regência de Osvaldo Colarusso.

    Fundador do Estúdio da Glória, ali lecionou música eletroacústica e produziu obras para concerto e para aplicações diversas como dança, vídeo, cinema e teatro. É pesquisador do CNPq e atualmente compõe em seu estúdio pessoal.



    Palestras – Antes do concerto do Duo Laguna há palestras de Rodolfo Caesar e Silvio Ferraz. O primeiro apresenta suas experiências com música eletroacústica em “O mundo em loop” e o segundo fala de "Alguns aspectos da idéia de ciclos na escritura de Dona Letícia (Ritornelo II)”.



    Caesar iniciou seus trabalhos eletroacústicos quando essa atividade ainda era incipiente no Brasil. Seus trabalhos se constituem como uma das obras mais expressivas realizadas para esse meio. Suas peças misturam sons pré-gravados com sons sintetizados e primam pela sutileza com que as sonoridades são trabalhadas e combinadas.



    Ferraz é professor e pesquisador do departamento de música do Instituto de Artes da UNICAMP, coordenou o Centro de Linguagem Musical desenvolvendo junto com Fernando Iazzetta (ECA-USP), e mais recentemente o instituto virtual MusArtS (musica articulata sciencia) interface para projetos que façam aproximação entre criação musical, ciência e tecnologia enfocando áreas como acústica de salas, composição e análise musical com auxílio de computador, interatividade e estudos de cognição musical.



    SERVIÇO

    O QUE: III Bienal de Música Brasileira Contemporânea de MT

    QUANDO:Hoje, mas vai até dia 31 de outubro

    ONDE: Concertos, 20h, auditório do CCBS da UFMT e Palestras das 13h30 às 17h30 no auditório do Instituto de Linguagens da UFMT

    QUANTO: Entrada gratuita

    INFORMAÇÕES: www.bienalmt.com.br

    Fonte: Diário de Cuiabá
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
Anuncie - Política de Privacidade
2014 -Todos os Direitos Reservados
V3 Agência Web