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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    12-08-2008 | 11:08
    Depois da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) começará a implantar neste ano mais um projeto integrante do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), iniciativa de âmbito nacional. Trata-se da Escrituração Fiscal Digital (EFD), cujo projeto-piloto será lançado no dia 21 de agosto, às 19h, no auditório do Conselho Regional de Contabilidade (CRCMT), em Cuiabá.

     

    Na ocasião, o secretário de Fazenda, Éder Moraes, e técnicos do fisco estadual explicarão como funcionará o projeto-piloto. A EFD é um mecanismo novo de registro de escriturações, consistente no preenchimento e na escrituração digital em ambiente fazendário de Internet, bem como na recepção de informações eletrônicas com assinatura digital.

     

    Com a implantação da EFD, em substituição à escrituração impressa em papel, a empresa que utilizá-la poderá ser dispensada de apresentar grande parte das informações fornecidas na DIPJ (Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica) e outras obrigações acessórias relativas a outros tributos (IPI, PIS/COFINS, etc) no âmbito federal.

     

    No que tange às informações do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), algumas obrigações acessórias que poderão ser incorporadas à EFD são: guias informativas anuais, livros de escrita fiscal e arquivos do convênio ICMS 57/95.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    12-08-2008 | 11:08
    Se ainda pairava alguma dúvida sobre a importância do uso consciente da energia, os dados levantados pela Associação Brasileira das Empresas de Conservação de Energia (Abesco) vieram acabar com ela. Devido ao mau uso da energia, o Brasil desperdiça cerca de R$ 10 bilhões por ano em petróleo, eletricidade e gás natural. Para se ter uma noção da gravidade desse número, só para construir a hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, localizada na Região Amazônica, serão necessários R$ 8 bilhões. A potência estimada da nova usina de Jirau é para a produção de 3.300 megawatts (MW). É como se a cada ano jogássemos fora mais de uma usina hidrelétrica desse porte.

     

    O cálculo representa 5% do volume de eletricidade distribuído por todas as concessionárias de energia do país somado à produção de petróleo pela Petrobras.

     

    Segundo a diretora-executiva da entidade, Maria Cecília Amaral, o desperdício está espalhado por todas as esferas da economia, mas o campeão de desperdício é o setor público, com 45% de perdas. Em segundo lugar está o comércio com 30% e, por último, a indústria, com 15%.

     

    De acordo com a Associação, um bom exemplo é dado pelo setor industrial que vem se preocupando cada vez mais com a redução do consumo de energia em suas linhas de produção. A Abesco avaliou que os custos de energia podem responder por até 70% do valor do produto fabricado, como é o caso dos bens que utilizam grande quantidade de alumínio em sua composição.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    12-08-2008 | 11:08
    Construção civil é o setor que mais contrata temporários, segundo agência.
    Maior número de temporários está na região Sudeste. A demanda urgente por mão-de-obra em vários setores fez com que muitas empresas recorressem ao trabalho temporário. No primeiro semestre deste ano, a demanda por esse tipo de empregado subiu 16% sobre igual período do ano passado, segundo a agência Gelre, uma das maiores do país no recrutamento de trabalhadores com contrato por tempo determinado.

     

    O maior número de temporários está na região Sudeste. "Até pelo número de habitantes e empresas, essa região - especialmente São Paulo - lidera o ranking de temporários", diz a gerente regional da agência, Cintia Fontoura.

     

    Porém, ela afirma que o maior crescimento ocorreu na região metropolitana de Recife (PE). "O desenvolvimento do Porto de Suape gerou uma necessidade muito grande de trabalhadores na região, e há pessoas de outros estados indo para lá."

     

     Setores - Além do número, mudaram também os setores que mais buscam trabalhadores temporários no último ano. "Antes, era o varejo quem mais contratava temporários. Agora, é a construção civil", diz Cintia. Segundo ela, até o ano passado, o varejo era responsável por 50% da contratação de temporários no país, enquanto a construção civil ficava na casa dos 20%. Em seguida, vinha o setor de promoções (20%) e áreas administrativas (10%).

     

    "Este ano, entre janeiro e julho, a construção foi responsável por 40% das contratações temporárias, enquanto varejo, promoções e administrativo concentraram 20% das vagas cada um", diz a gerente.

     

    Com isso, ficou alterada a sazonalidade do emprego temporário: antes, era o tipo de trabalho que surgia no Natal e na Páscoa, seguindo a necessidade do varejo. Com o crescimento da construção, no entanto, as vagas surgem o ano todo.

     

    Fonte: G1
    12-08-2008 | 11:08
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, acredita que a queda das commodities (produtos cujo preço são definidos internacionalmente) vai acelerar o retorno da inflação para o centro da meta, de 4,5%, "no futuro". Em entrevista coletiva realizada ontem após reunião do Conselho de Administração da Petrobras, Mantega comemorou o recuo dos índices de preços, tanto no atacado como no varejo, que, segundo ele, refletem a reversão no processo de alta do preço das commodities.

     

    "Estou satisfeito com a redução da inflação em praticamente todos os índices de atacado e varejo. Isso significa que este processo de alta de commodities está sendo revertido e isto vai fazer com que nossa inflação possa caminhar mais rapidamente para o centro da meta, no futuro", afirmou Mantega.

     

    Ele ressalvou, no entanto, que o governo se mantém atento ao problema. "O governo continuará empenhado em controlar a inflação porque ela sempre pode voltar, sempre pode se difundir a partir daquilo que aconteceu no passado", disse.

     

    O ministro voltou a admitir a possibilidade de o governo elevar o superávit primário (economia para pagamento de juros da dívida) para reforçar o trabalho antiinflacionário. "Nós já estamos fazendo um bom superávit primário. Se necessário for, o superávit é uma excelente arma para combater a inflação, porque ele diminui o gasto do Estado, diminui o dispêndio público e ajuda a segurar a demanda agregada", que já havia indicado que poderia lançar mão de um aperto fiscal maior para combater a inflação. A interpretação da Fazenda é que isso pode diminuir o ímpeto do BC em subir os juros.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    12-08-2008 | 11:08
    A exemplo do que ocorre no País, Receita aperta o cerco e acelera fiscalizações

    . A Receita Federal do Brasil anunciou ontem que irá acelerar o processo de investigação contra as 77 empresas que apresentaram indícios de sonegar contribuições previdenciárias em Mato Grosso. A blitz faz parte do programa integrante da Estratégia Nacional de Atuação da Fiscalização (Enaf), que está fazendo a verificação da situação fiscal nessas empresas. Na hipótese de comprovação dos indícios de irregularidades apontados, os contribuintes estarão sujeitos à autuação e ao pagamento de juros de mora e multa, que varia de 24% a 100%.

    O chefe do Serviço de Fiscalização do órgão em Cuiabá, Yuiti Shimada, informou que os contribuintes que quiserem regularizar sua situação poderão apresentar declaração retificadora antes do recebimento de intimação do órgão, pagando apenas a diferença do tributo devido acrescido de juros e multa de até 20%. Nos casos em que forem comprovadas fraudes, os autuados poderão ainda responder criminalmente.

    Os contribuintes em situação irregular poderão fazer o parcelamento dos débitos em até 60 vezes, com valores atualizados pela taxa Selic. Shimada faz questão de lembrar que a nova ação fiscal está direcionada a contribuintes com indícios de sonegação no âmbito das contribuições previdenciárias.

    Em todo o país a operação abrange 1,7 mil empresas, de um total de 6,45 mil contribuintes com indícios que demonstram possível existência de sonegação de contribuições previdenciárias, apresentando divergências na base de cálculo. Pelo cruzamento de dados, a Receita Federal descobriu que R$ 15 bilhões em remuneração paga aos empregados e prestadores de serviços dessas empresas não tiveram o devido recolhimento previdenciário.

    “Não temos ainda uma estimativa sobre os valores sonegados pelas 77 empresas identificadas em Mato Grosso. O que temos por enquanto são indícios de sonegação que poderão ser evidenciados pela fiscalização”, esclareceu Shimada.

    Ele disse que a unificação das Secretarias de Receita Federal e da Receita Previdenciária, no ano passado, agilizou o trabalho de fiscalização, permitindo o cruzamento das informações armazenadas nos computadores dos órgãos.

    “A Enaf foi um grande avanço para a Receita. Antes, a operação era regionalizada e agora todo o sistema está interligado, garantindo o cruzamento dos dados”, disse.

    ITR – O chefe substituto da Sefis, Gelson José Schwendler, informou que o prazo para a entrega da declaração de Imposto Territorial Rural (ITR) foi aberto ontem (11) e se estende até o próximo dia 30 de setembro.

    Todas as propriedades estão obrigadas a apresentar a declaração, inclusive as pequenas glebas rurais, com até 50 hectares.

    Em Mato Grosso, 114,96 mil propriedades rurais apresentaram declaração de ITR no ano passado. Quem não apresentar a declaração no prazo será multado em 1% ao mês – ou fração de atraso – sobre o montante do imposto devido.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    12-08-2008 | 11:08
    Os Correios lançam, nesta terça-feira (12), às 19h, na sede da CNI, em Brasília, selo personalizado e carimbo comemorativo alusivos aos 70 anos da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    O lançamento ocorrerá em meio à cerimônia de celebração do aniversário da entidade, quando também serão concedidas as Medalhas de Mérito Euvaldo Lodi a diversas personalidades brasileiras, das áreas empresarial, artística, esportiva e política.

    A peça filatélica é composta por duas partes: a primeira traz, como pano de fundo, foto da bandeira brasileira tremulando ao vento e, à direita, em primeiro plano, mapa do Brasil preenchido por ipê amarelo. A segunda parte da peça filatélica apresenta a logomarca comemorativa dos 70 anos da CNI, nas cores azul, branco e laranja.

    A tiragem do selo é de 6024 unidades, que serão distribuídas aos presentes na cerimônia de aniversário da CNI e utilizadas em cartões para os funcionários e nas correspondências enviadas pela Confederação. Dentre os homenageados com a medalha Euvaldo Lodi estão o empresário Antônio Ermírio de Moraes, o senador Cristovam Buarque, o ex-jogador Pelé, a atriz Fernanda Montenegro e a ex-primeira dama Ruth Cardoso (in memoriam).

    Sobre a Confederação Nacional da Indústria

    Fundada em 12 de agosto de 1938, a CNI surgiu a partir da criação da Confederação Industrial do Brasil, datada de 1933, uma iniciativa de quatro federações de indústrias: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro - capital do Brasil à época.

    Ao longo de sete décadas, a CNI vem trabalhando para fortalecer e consolidar o parque industrial do país, por meio do apoio a empresas na abertura comercial, da promoção do aperfeiçoamento tecnológico da indústria nacional e de campanhas pela competitividade internacional do produto brasileiro, entre outras ações.

     

    Fonte: Mídia News
    12-08-2008 | 11:08
    O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ganhou força entre julho e agosto, pelo menos em termos de recursos orçamentários previstos. O pacote econômico do governo federal, carro-chefe do segundo mandato do presidente Lula, teve sua dotação autorizada aumentada em cerca de R$ 2,1 bilhões esse mês. Em julho, estavam autorizados em orçamento R$ 15,8 bilhões para serem aplicados no PAC, enquanto em agosto já estão previstos quase R$ 18 bilhões para obras do programa. O montante também supera em 9% a previsão de gastos e investimentos com o pacote em 2007, que fechou o ano em R$ 16,6 bilhões.

     

    Fonte: 24 Horas News
    12-08-2008 | 11:08
    O modelo de administração tributária adotado pelo Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz), na gestão Eder Moraes, tem chamado a atenção de governadores e secretários de Fazenda de outros Estados. A adoção de medidas eficazes no combate à evasão fiscal aliada ao desenvolvimento econômico está possibilitando o crescimento da arrecadação tributária. Só no primeiro semestre deste ano, a receita do ICMS teve um crescimento real de 16%, ou seja, evoluiu de R$ 1,73 bi para R$ 2,01 bi, em relação ao semestre anterior. O crescimento nominal do ICMS foi de 21%.
         
         Outro produto de Mato Grosso que tem despertado o interesse dos governadores brasileiros é o Sistema Integrado de Planejamento, Orçamento e Finanças do Estado de Mato Grosso (Fiplan), criado no primeiro mandato do governador Blairo Maggi para aprimorar a gestão, melhorar a prestação de serviço à sociedade, reduzir gastos e o aumento do controle sobre as contas do governo.
         
         Na assinatura do Convênio de Cooperação Técnica do Governo de Mato Grosso com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) para implantação do programa Modernizando a Gestão Pública, ocorrido no final do mês passado, em Brasília (DF), os governadores de Alagoas, Teotônio Vilela Filho; da Bahia, Jaques Wagner; e do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, falaram com o secretário Eder Moraes sobre o interesse em adquirir o sistema mato-grossense.
         
         O governador Blairo Maggi, segundo ele, já decidiu por uma ajuda mútua aos Estados brasileiros que desejarem adquirir o Fiplan. “Mato Grosso não vai cobrar por isso, levando-se em conta as relações federativas entre os Estados brasileiros. Os governadores interessados no Fiplan terão apenas o custo de manutenção e acompanhamento por uma empresa terceirizada, por meio de licitação, para que haja garantia da qualidade do sistema”, disse o secretário de Fazenda.
         
         Conforme Eder Moraes, com o Fiplan, o Governo de Mato Grosso vai fazer escola em muitos Estados. “O sistema permite melhor gerenciamento da execução do orçamento, unificando vários procedimentos da elaboração orçamentária e seu controle por todas as Secretarias do Estado”, reiterou o secretário de Fazenda, ao afirmar que dessa forma, o Estado conta com um banco de dados único, que auxilia no controle interno dos gastos e no acompanhamento da execução daquilo que foi planejado, gerando automaticamente as principais prestações de contas que deve fazer.
         
         MODERNIZAÇÃO
         
         Para aprimorar ainda mais a administração fazendária e a gestão pública estadual, o secretário de Fazenda, Eder Moraes, buscou, junto ao Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), do renomado consultor Vicente Falconi, consultoria para melhoria de resultados e modernização institucional nas áreas da Fazenda, Segurança, Meio Ambiente, Administração, Planejamento e Detran. A execução do projeto começa na segunda quinzena de agosto.
         
         "Temos interesse em implementar novas metodologias de gestão e mensuracão de resultados. Em Mato Grosso, estamos acabando com o famoso jeitinho na área tributária, ou seja, não haverá mais espaco para arranjos precários na contabilidade das empresas. Efetivamente, essa nova era traz consigo a profissionalizacão do trato com a coisa publica", acrescentou o secretário Eder Moraes.
         
         Ele reforça que sistemas como o Fiplan, a contratacão do INDG, o aumento do efetivo fiscal, os investimentos em tecnologia e inteligencia fiscal, a intensificacão da fiscalizacão, bem como a qualificacão dos servidores fazendários, são provas contundentes de que o Governo Blairo Maggi está quebrando paradigmas e sendo modelo para o Brasil, notadamente na questão tributária, conforme pode-se constatar.

     

    Fonte: 24 Horas News
    11-08-2008 | 11:08
    Ágeis, habilidosas, detalhistas e caprichosas elas estão conquistando cada vez mais um setor que sempre foi ocupado pelos homens


     

    Basta um olhar mais atento a um canteiro de obras para verificar que o cenário apresenta mudanças. Ágeis, habilidosas, detalhistas e discretas, lá estão elas. Determinadas a trabalhar e garantir o sustento das famílias, as mulheres têm marcado presença da construção civil desempenhando atividades que, até poucos anos atrás, eram desenvolvidas apenas por homens.

     

    Elas atuam como pedreiras de alvenaria, pintoras de parede, azulejistas, carpinteiras, assentadoras de tijolos e outros serviços do ramo da construção e têm conquistado a confiança dos empregadores. São requisitadas por construtoras principalmente quando chega a hora do acabamento e fazem bonito na finalização das obras.

     

    Recente levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revela que o setor foi responsável por 16,4% da geração de vagas formais no país no primeiro semestre de 2008. Em Mato Grosso, o segmento fechou o semestre com saldo de 5,524 mil novas vagas, 65,5% a mais que o montante obtido nos primeiros seis meses de 2007. Segundo o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT), Gilberto Figueiredo, a tendência de aquecimento no setor deve ser mantida no Estado em razão do crescimento econômico da região. Como resultado, vêm as novas oportunidades de trabalho.

     

    De olho no mercado promissor Irinésia Aparecida de Andrade resolveu buscar qualificação. Aos 43 anos, a moradora do Parque Nova Esperança, em Cuiabá, decidiu investir em uma nova carreira. Ela, que já atuou na área de alimentação de hotéis e vendeu salgados e roupas para, juntamente com o marido, garantir o sustento dos dois filhos, agora quer espaço nos canteiros de obras. A meta de Irinésia é concluir todos os cursos oferecidos pela Escola Senai da Construção, em Cuiabá. Já estudou soldagem, pintura em paredes e assentamento de revestimentos. Atualmente acorda às cinco da manhã, arruma a casa e sai apressada para não perder nenhuma aula do módulo de marcenaria. E já reservou vaga para a turma de formação de pedreiros de alvenaria.

     

    Irinésia afirma não ligar para o preconceito. Ela diz que o fato de estar estudando para ser pedreira gerou certa estranheza entre as pessoas mais próximas. Mas nada que a fizesse perder a coragem. Entre as várias áreas de atuação descobertas por ela ao longo dos cursos, destaca a soldagem, pela qual se diz "apaixonada". Uma paixão que ela pretende transformar em dinheiro. "Depois de me qualificar em todas as áreas vou oferecer meus serviços. Trabalho tem e as mulheres são valorizadas, porque são muito caprichosas".

     

    A possibilidade de obter uma boa renda atuando na construção também foi descoberta por Juliana Maria Silva Santos, 24. A artista visual, formada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), trabalha como arte-educadora em uma escola da Capital e também é aluna da Escola Senai da Construção. Fez o curso de pintura em obras e aposta na atividade para engrossar o orçamento. Juliana explica que, a partir do conhecimento obtido no curso, tornou-se apta a realizar desde o preparo de uma parede até a aplicação de texturas de todos os tipos. Com o preço cobrado por este tipo de serviço ficando em média a R$ 15 (o metro quadrado), a professora estima bons rendimentos com a atividade extra. Ela aguarda a criação de um novo módulo, voltado mais especificamente à decoração, para seguir com o projeto pessoal de aperfeiçoamento e aproveitar as oportunidades de renda provenientes da construção civil.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-08-2008 | 11:08
     Fundada em dezembro de 2007, a Escola Senai da Construção qualificou até o momento em Cuiabá três mil trabalhadores. Integram este grupo cerca de 300 mulheres. O número superou as expectativas, informa o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT), Gilberto Figueiredo. Segundo ele, inicialmente estimava-se que as mulheres representassem aproximadamente 3% do volume de alunos. Para Figueiredo, a participação da mão-de-obra feminina em atividades do setor da construção tradicionalmente destinados aos homens é uma tendência de mercado. Ele explica que, entre as construtoras, quando não existe uma preferência pela contratação de mulheres, também não é apresentada nenhuma rejeição, o que mostra a aceitação do mercado às novas trabalhadoras.

     

    Figueiredo ressalta que, com o aquecimento da construção civil, aumenta a necessidade de mão-de-obra, fator percebido pelas mulheres, que passam a apostar em qualificação para concorrer em nível de igualdade com os homens neste mercado. Sobre as qualidades do serviço feminino, o diretor do Senai destaca, em primeiro lugar, o nível de comprometimento. "As mulheres dão continuidade àquilo que iniciam, levam até o fim seus projetos. Prova disso é que os níveis de evasão dos cursos entre as mulheres são baixíssimos", declara. E acrescenta que as mulheres apresentam grande empenho em buscar a perfeição no desempenho das tarefas, fator extremamente valorizado pela construção, já que "serviço mal feito gera retrabalho, perda de tempo e dinheiro".

     

    No que diz respeito ao comportamento no ambiente de trabalho, a participação feminina também é digna de créditos, segundo o diretor do Senai. Gilberto Figueiredo explica que as alunas têm mostrado grande habilidade no quesito relações interpessoais, o que também é valorizado por quem está em busca de profissionais de alta qualidade.

     

    Dados do Senai dão conta de que, no primeiro semestre, 118 mulheres fizeram o curso de Pintor de Obras, o primeiro colocado em volume de participações na Escola da Construção, seguido por aplicador de revestimentos, que fechou o semestre com 69 mulheres.

    A Escola A Escola Senai da Construção foi criada em 2007 e está instalada em uma área de 42 mil metros quadrados no Distrito Industrial de Cuiabá. Informações (65) 3667-1586. (GC)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-08-2008 | 11:08
    Os números de inflação medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) agradaram ao Ministério da Fazenda, mas ainda não deixaram eufórico o ministro Guido Mantega. Para eles, ainda não é possível baixar a guarda no esforço antiinflacionário. A avaliação é de que o IPCA de 0,53% em julho, que ficou abaixo das expectativas, e o IGP-M, com deflação de 0,01% na primeira prévia do mês, confirmam a análise de que a inflação dos últimos meses foi provocada pelo choque de commodities, especialmente alimentos.

     

    Essa posição é diferente da que vem sendo manifestada pelo Banco Central (BC), que atribui maior peso ao aquecimento do nível de atividade do País na escalada dos preços. Mas Mantega e sua equipe também consideram que não se deve desprezar o fato de os demais itens do IPCA estarem se acelerando, refletindo os chamados efeitos secundários do choque externo (quando a inflação se espalha), que ainda estão sendo combatidos com a combinação das políticas monetária e fiscal.

     

    Para os técnicos da Fazenda, o problema inflacionário ainda não está resolvido. Por isso, continuam trabalhando com um cenário de elevação do juro pelo BC, embora entendam que o ambiente que agora se desenha mais claramente mostra que não será necessário um ajuste muito profundo da Selic.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-08-2008 | 11:08
    Em palestra em Cuiabá, economista Paul Singer lota auditório e repassa noçõesEconomista Paul Singer, elogiou em Cuiabá, um dos exemplos que conheceu aqui, o Cubo Card. “Está no caminho certo”

     

    “De todos os animais que a zoologia estuda o homem é aquele que nasce mais indefeso e demora anos até atingir a independência relativa à primeira infância”. Com estas palavras o economista Paul Singer iniciou a sua palestra sobre Economia Solidária (ES), criticando o capitalismo que teria subvertido a vocação natural para o auxílio mútuo por uma idéia de competição inata. Seria a concepção da meritocracia (seleção), como se todos competissem em pé de igualdade e pudessem vencer, apesar dos círculos viciosos impostos pela concentração de riquezas. Singer esteve na semana passada pela primeira vez em Cuiabá. Auditório lotado no Palácio da Instrução.

    Para o doutor Paul Singer, Secretário Nacional de Economia Solidária (Senaes) que é um braço do Ministério do Trabalho e Emprego, a economia solidária é uma reação ao pensamento dominante, ideológico e econômico.

    Economia solidária é um conjunto de princípios de igualdade e democracia que pressupõe autoconfiança e cooperação entre pessoas diferentes com habilidades diferentes.

    Segundo o professor existem moedas sociais, mas a iniciativa do Cubo Card, em Mato Grosso, é admirável e se encontra no caminho certo para o aperfeiçoamento da economia solidária. Apesar da pequena adesão das empresas privadas, as cooperativas podem dar vazão aos créditos acumulados e possibilitar o fortalecimento coletivo.

    Singer é um exemplo de vida. Em seus 60 anos de militância socialista combateu o capitalismo durante quase 50 anos, com o objetivo de destruir-lhe. De 1996 para cá percebeu que a construção de um caminho alternativo é muito mais eficiente. E este caminho é a economia solidária que tem entre suas maiores qualidades a inteligência coletiva na resolução dos problemas.

    “Entre o coletivo tirânico e o capitalismo fico com o segundo. Pelo menos neste, quando as pessoas saem das fábricas podem mandar no resto do seu dia” disse Paul Singer. Acreditar no coletivo não significa desprezar o indivíduo e este é um dos ensinamentos da economia solidária.

    BRASIL - O último mapeamento feito pela Senaes aponta o envolvimento de dois milhões de pessoas trabalhando sob os princípios da economia solidária. Contudo, o professor Singer acredita que há muito mais pessoas praticando a economia solidária dado que os mais pobres a adotam para sobreviver. Este auxílio mútuo é muito comum nas classes de menor poder aquisitivo.

    O que a economia solidária faz é valorizar as diferenças e as habilidades específicas produzindo mais e com melhor qualidade de vida para todos. A economia solidária para ele é uma proposta emancipadora, pois não há patrão, há cooperação e divisão justa e democrática do que é produzido.

    Aliás, a divisão da produção é um capítulo a parte, pois não há um modelo engessado. Há uma flexibilidade quanto às escolhas tomadas inclusive dentro da própria cooperativa. Todavia o professor explicou que há quem remunere de maneira diferente os cooperados seja pelo valor do trabalho, seja pela necessidade. Ele prenuncia: “Dê cada um segundo a sua possibilidade e receba cada um segundo a sua necessidade”.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    11-08-2008 | 11:08
    Os números de inflação medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) agradaram ao Ministério da Fazenda, mas ainda não deixaram eufórico o ministro Guido Mantega. Para eles, ainda não é possível baixar a guarda no esforço antiinflacionário. A avaliação é de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 0,53% em julho, que ficou abaixo das expectativas, e o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), com deflação de 0,01% na primeira prévia do mês, confirmam a análise de que a inflação dos últimos meses foi eminentemente provocada pelo choque de matérias-primas (commodities), especialmente alimentos.

     

    Essa posição é diferente da que vem sendo manifestada pelo Banco Central (BC), que atribui maior peso ao aquecimento do nível de atividade do País na escalada dos preços. Mas Mantega e sua equipe também consideram que não se deve desprezar o fato de os demais itens do IPCA estarem se acelerando, refletindo os chamados efeitos secundários do choque externo (quando a inflação se espalha), que ainda estão sendo combatidos com a combinação das políticas monetária e fiscal. Para os técnicos da Fazenda, o problema inflacionário ainda não está resolvido. Por isso, continuam trabalhando com um cenário de elevação do juro pelo BC, embora entendam que o ambiente que agora se desenha mais claramente mostra que não será necessário um ajuste muito profundo da taxa básica de juros, a Selic.

     

    Segundo fontes, se os juros subissem até 14% ao ano (hoje estão em 13% ao ano), a convergência da inflação para a meta em 2009 estaria garantida e o crescimento de 4,5%, outra prioridade do governo, também. Para essa fonte, o BC vai levar em conta esse novo cenário da inflação em sua próxima reunião, prevista para setembro. De qualquer forma, a expectativa do ministério é de que os índices mensais do IPCA fiquem menores a partir de agora, rodando em torno de 0,4% a 0,5%. Mas o prognóstico da equipe econômica é de que a taxa acumulada em 12 meses, que em julho chegou a 6,37%, deverá se acelerar, romper o teto da meta de inflação (6,5%) e atingir o pico em novembro (6,8%), caindo em dezembro para a casa de 6,5%.

     

    Fonte: Mídia News
    11-08-2008 | 11:08
    O nível de emprego no setor industrial apresentou um crescimento de 0,5% em junho, ante um declínio de 0,4% em maio, revelou nesta segunda-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na comparação com junho do ano passado, houve um incremento de 2,5%, o 24º mês com resultado positivo, aponta o instituto.

     

    Já na comparação semestre a semestre, o IBGE detectou um crescimento de 2,7%. O IBGE indicou que, entre junho de 2007 e junho de 2008, houve crescimento dos postos de trabalho em 12 dos 18 setores pesquisados, com destaque para máquinas e equipamentos (acréscimo de 10,3% no nível de emprego), meios de transporte (9,9%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,4%) e alimentos e bebidas (3,1%).

     

    Contrastando semestre contra semestre, o IBGE observou crescimento do emprego em 11 ramos, principalmente em máquinas e equipamentos (12,6%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,9%) e alimentos e bebidas (3,1%).

     

    Folha de pagamento

     

    O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve alta de 0,2% em junho na comparação com maio. Sobre junho do ano passado, o incremento foi de 6,7%. Na comparação semestre a semestre, o acréscimo foi de 6,5%.

     

    Na comparação junho contra junho, o Estado de São Paulo deu a maior contribuição (acréscimo de 7,5%) para a alta no valor da folha de pagamento. Os reajustes no setor industrial paulista foram puxados, principalmente, pelos ramos: meios de transporte (16,3%), produtos químicos (10,4%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (8,8%).

     

    Já no período semestral, 13 atividades do setor industrial apresentaram incremento nas folhas de pagamento, com destaque para meios de transporte (13,9%), máquinas e equipamentos (9%) e produtos de metal (13,4%).

     

    Fonte: Folha on-line
    11-08-2008 | 11:08
    Os economistas ouvidos pela pesquisa semanal do Banco Central reduziram, pela segunda semana seguida, a previsão para a inflação em 2008.

     

    A expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) neste ano, índice que serve como meta de inflação, caiu de 6,54% para 6,45%. Se confirmado, o indicador ficaria novamente dentro do teto da meta de inflação para esse ano, que é de 6,50% (meta de 4,5% com dois pontos percentuais de tolerância para cima e para baixo).

     

    Além disso, os economistas também esperam um aumento maior dos juros neste ano. Até a semana passada, a previsão era de que a taxa básica de juros (Selic) encerraria 2008 em 14,50% ao ano. A estimativa foi revista para 14,75% ao ano.

     

    Foram mantidas as previsões para o IPCA em 2009 (5%) e para a taxa Selic no final do próximo ano (14% ao ano).

     

    Desde o início do ano, a Selic já subiu de 11,25% para 13% ao ano. No final de julho, o BC promoveu o maior aumento de juros desde o início do governo Lula, numa tentativa de trazer a inflação de volta para o centro da meta no próximo ano.

     

    Crescimento

     

    A expectativa do mercado financeiro é que os juros mais altos também tenham reflexo no crescimento da economia no próximo ano.

     

    Os economistas que participam da pesquisa do BC reduziram as expectativas de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no próximo ano de 3,9% para 3,73%. Para 2008, foi mantida a previsão de 4,8%.

     

    Inflação

     

    Em relação aos outros índices de inflação, também houve queda nas previsões para 2008.

     

    A expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) caiu de 12,13% para 11,33%; e o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) teve a previsão reduzida de 12% para 11,04%. A expectativa para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica) passou de 6,53% para 6,48%.

     

    Para 2009, a previsão para o IGP-M caiu de 5,5% para 5,48%. Não houve mudança em relação ao IGP-DI (5,40%) e ao IPC-Fipe (4,61).

     

    Outros indicadores

     

    A estimativa para o dólar caiu de R$ 1,61 para R$ 1,60 no final deste ano. Para dezembro de 2009, a previsão caiu de R$ 1,72 para R$ 1,71.

     

    A projeção para o saldo da balança comercial em 2008 subiu de US$ 23 bilhões para US$ 23,1 bilhões. Para 2009, foi mantida em US$ 15 bilhões.

     

    A expectativa para o déficit em conta corrente passou de US$ 24,9 bilhões para US$ 25 bilhões neste ano e de US$ 32,7 bilhões para US$ 33 bilhões em 2009.

     

    Subiram as expectativas de investimentos estrangeiros diretos de US$ 34 bilhões para US$ 34,5 bilhões (2008). Para 2009, foi mantida a previsão de US$ 30 bilhões.

     

    A previsão para a relação dívida/PIB subiu de 40,43% para 40,50% neste ano. Para 2009, passou de 38,90% para 39,35%.

     

    Fonte: folha on-line
    11-08-2008 | 11:08
    Indicador acumula alta de 2,7% desde o início do ano. Folha de pagamento cresceu 0,2% em junho, segundo o IBGE.

     

    O nível de emprego na indústria brasileira avançou 0,5% em junho na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o indicador acumula alta de 2,7% desde o início do ano, no melhor resultado para um primeiro semestre da série histórica do IBGE, iniciada em dezembro de 2000. 

     

     

    A taxa de junho compensou o recuo acumulado de 0,4% nos dois meses anteriores. Em relação a junho de 2007, o emprego registrou acréscimo de 2,5%, completando dois anos de taxas positivas no confronto com igual mês do ano anterior. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 2,8%.

     

     

     Locais - Na comparação entre meses de junho, dez dos catorze locais pesquisados aumentaram o contingente de trabalhadores. Os destaques ficaram para São Paulo, com alta de 3,6%, Minas Gerais (5,3% e região Norte e Centro-Oeste (4,1%).

    Na indústria paulista, as principais contribuições positivas vieram de máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (16,8%), produtos químicos (19,9%), meios de transporte (9,2%) e máquinas e equipamentos (7,0%). Na indústria mineira, as pressões positivas mais relevantes vieram de alimentos e bebidas (10,8%). Já n região Norte e Centro-Oeste, alimentos e bebidas (15,4%) foi o grupo com principal destaque.

     

     Folha de pagamento e horas pagas - O valor real da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria cresceu 0,2% em junho na comparação com o mês anterior, na segunda taxa positiva seguida, acumulando acréscimo de 1,0%. Frente a junho de 2007, a alta foi de 6,7%. No acumulado do ano, o resultado ficou positivo em 6,5%.

    Na comparação entre meses de junho, a maior contribuição positiva veio de São Paulo (7,5%), sustentado pelos avanços na folha de pagamento real nos setores de meios de transporte (16,3%), produtos químicos (10,4%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (8,8%). Em seguida, vale citar Minas Gerais (9,0%), região Norte e Centro-oeste (9,6%), e Nordeste (5,5%).

    O número de horas pagas pela indústria em junho registrou acréscimo de 0,7% em relação ao mês anterior, na série livre dos efeitos sazonais, após recuar 0,7% em maio. A comparação com igual mês do ano anterior assinalou expansão de 2,6%, vigésima quinta taxa positiva consecutiva.

    Nos confrontos para períodos mais abrangentes, os índices trimestral e acumulado no ano também apontaram avanços: 2,3% e 2,7%, respectivamente. O índice acumulado nos últimos doze meses também mostrou estabilidade na passagem de maio (2,4%) para junho (2,5%).

     

    Fonte: G1
    09-08-2008 | 12:08

    O Sinduscon-MT participou nesta sexta-feira (08/08) da Audiência Pública, que tratou da implementação de projetos de prevenção e combate a incêndio e pânico nos estabelecimentos comerciais e prédios de uso comum em Cuiabá. Representando o Sindicato, estavam o Presidente Senhor Luiz Carlos Richter, e o Superintendente Senhor Manuel J. Coelho.

     

    O Crea-MT (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura), foi representado pelo Diretor Administrativo, Givaldo Dias Campos, o Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), pelo Coronel Cavalcante, o (SHRBS) Sindicato de Hotéis Bares e Restaurantes, pelo Presidente Senhor Luiz Carlos de Oliveira Nigro, a AMM (Associação Mato-grossense dos Municípios) pelo Coordenador técnico, Eng. Ildomar Freitas de Oliveira. Representantes da Prefeitura Municipal de Cuiabá também estavam presentes esclarecendo dúvidas.

     

    Segundo o Senhor Luiz Carlos, Presidente do Sinduscon-MT, o resultado da audiência foi satisfatório, pois ficou tudo bem esclarecido, além de ter sido uma boa iniciativa, sendo preciso que todos os órgãos envolvidos entrem em um consenso para que os problemas apresentados possam ser resolvidos.
    09-08-2008 | 12:08
    Comunicação ganha novo formato

     

    A Rede da Construção, composta pelas assessorias de comunicação/imprensa das entidades associadas à CBIC, terá, a partir de hoje, um novo formato. O objetivo é utilizar, de forma mais eficaz, esse importante meio de divulgação das ações e notícias do setor, pela sua agilidade e capilaridade, unificando a posição da Indústria da Construção em nível nacional. A Assessoria de Comunicação da entidade enviará freqüentemente as principais notícias da Indústria da Construção, bem como positions papers com o posicionamento da entidade sobre temas de interesse do setor. Além disso, enviará também fotografias de eventos, quando houver a cobertura fotográfica, a fim de auxiliá-los a disseminar ainda mais as ações e os trabalhos desenvolvidos.

     

    Fonte: CBIC
    09-08-2008 | 12:08
    Segundo entidade, país é acompanhado apenas por China e Índia. Grupo prevê desaceleração nos países desenvolvidos. O Brasil lidera a expansão do ciclo de atividade econômica entre as principais economias do mundo e é acompanhado apenas pela China entre as únicas duas grandes economias que dão sinais positivos no ritmo de crescimento, diz um levantamento da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado nesta sexta-feira (8).

     

    De acordo com o documento, o crescimento dos países do G-7, grupo das nações mais desenvolvidas, deve sofrer uma desaceleração ainda maior nos próximos meses. A OCDE faz a estimativa baseada em uma série de indicadores, como o ciclo de produtividade de um país, desemprego, crescimento per capita e atividade industrial, além do próprio Produto Interno Bruto (PIB).

     

    De acordo com a entidade, o índice para o Brasil aumentou em 2,2 pontos entre maio e junho e somou 106,9 pontos, o mais alto entre as economias avaliadas pela OCDE. Em segundo lugar veio a China, com 104,9 pontos. Isso não significa, porém, que em termos de PIB o Brasil esteja crescendo a taxas acima dos demais emergentes. A criação de empregos e a resistência da economia à desaceleração mundial foram alguns dos pontos que contribuíram para o resultado do Brasil na avaliação.

     

     G-7

    No geral, as conclusões da OCDE não são nada animadoras para a economia mundial. A entidade estima que as economias européias e americana podem sofrer uma queda ainda maior que a que já foi registrada diante da crise no sistema financeiro e alta dos preços do petróleo.

     

    Para a OCDE, os dados de junho "indicam a continuação de uma desaceleração na economia para todas os países do G-7". Segundo a entidade, todos os demais países ricos também sofrerão pelos próximos meses. Entre maio e junho deste ano, a OCDE alerta que o grupo de países ricos sofreu uma queda de 0,6 ponto, atingindo 96,8 pontos. Em comparação a junho de 2007, a queda é de 5,0 pontos.

     

    Fonte: G1
    09-08-2008 | 12:08
    O desenvolvimento econômico de Mato Grosso tem despertado o interesse de diversos setores do país e também do exterior. Ciente desse crescimento, o Banco Mundial promoverá a palestra ‘Um olhar para Mato Grosso’, no dia 14 de agosto, em Cuiabá, para abordar os financiamentos existentes e a visão que a instituição tem do Brasil e de Mato Grosso. O palestrante será o diretor executivo do Banco Mundial, Rogério Studart. O evento é gratuito e será promovido na sede do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), a partir das 14h, para empresários do setor produtivo.

    “O interesse do Banco Mundial em demonstrar as formas de financiamento oferecidas aos empresários mato-grossenses comprova que estamos em pleno processo de desenvolvimento”, garante o presidente em exercício do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), Jandir Milan. O Banco Mundial é uma agência do sistema das Nações Unidas que auxilia governos de países em desenvolvimento, por meio de empréstimos e experiência técnica para projetos em diversas áreas, como educação, saúde e infra-estrutura.

    Rogério Studart é doutor em Economia pela University College, Londres, Inglaterra, e mestre e bacharel em Economia pela UFRJ. Especialista em Macroeconomia, Sistemas Financeiros e Financiamento do Desenvolvimento, atuou no BID, na Comissão Econômica para a América Econômica e Caribe (CEPAL), em Santiago Chile, na Divisão de Macroeconomia da UNCTAD (Nações Unidas), no IBGE e no Chase Manhattan Bank. Sua tese de doutorado foi premiada como a melhor em teoria monetária da Universidade de Londres em 1992 e publicada pela Editora Routledge com o mesmo título. Publicou 38 artigos sobre macroeconomia, sistemas financeiros e financiamento do desenvolvimento em periódicos especializados de diversos países.

    Durante a palestra, além da abordagem sobre os financiamentos, o diretor executivo do Banco Mundial discorrerá sobre a estrutura de governança, o processo operacional da instituição e os setores da economia que podem ser beneficiados com os financiamentos. A senadora de Mato Grosso, Serys Slhessarenko, participará do evento juntamente com representantes de diversas entidades estaduais. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas até 13 de agosto pelo telefone (65) 3611-1594.

     

    Fonte: Olhar Direto
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
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