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Terça-feira, 22 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    18-09-2008 | 10:09

    Está prevista para iniciar no próximo ano a segunda fase do projeto que tem como objetivo diferenciar as emissões antes e depois da formação dos reservatórios.O projeto foi inscrito no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento de Furnas e conta com um orçamento de R$ 12 milhões. Participam pesquisadores do Inpe, do Instituto Alberto Luis Coimbra de Pós - graduação e Pesquisa(Coppe/UFRJ). O projeto também colabora para que o Brasil cumpra seus acordos com a ONU quanto as mudanças do clima, elaborando e atualizando inventários de suas fontes de emissão, e as remoções por sumidouros dos principais gases de efeito estufa (gás carbônico, metano e óxido nitroso).

     

    O sistema recolhe em tempo real, entre outras informações, a temperatura da água e do ar, a velocidade e direção dos ventos, o PH (oxigenação) e a condutividade da água. Todos os dados são enviados a cada 15 minutos , via satélite, para o Inpe, localizado em São José dos Campos(SP), responsável pelo equipamento, onde são arquivados em um banco de dados e ficam a disposição das equipes integrantes do projeto, na na Internet. A cada ciclo de campanhas é instalado um Sima por reservatório estudado, que fica ali durante um ano. A energia utilizada para alimentar os aparelhos é fornecida por painéis solares.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    18-09-2008 | 10:09
    Alterações de humor, estresse e indisposição são os principais problemas causados pela mudança de fuso horário proposta por um projeto de lei, que está em tramitação no Congresso Nacional. O médico Carlos Alberto Maranhão disse que a situação pode causar problemas de relacionamento dentro da empresa e na família. Ele explica que o organismo precisa de um determinado tempo para recompor as energias gasta durante o dia e ao perder tempo de descanso pode trazer problemas para a saúde.

     

    Com a aprovação do projeto de lei que pretende igualar os horários de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul ao de Brasília, os mato-grossenses terão que antecipar o relógio em 1 hora. É como se o horário de verão deixasse de ser periódico para tornar-se permanente.

     

    A alteração pode causar riscos à saúde, como a dificuldades em dormir e doenças decorrentes do estresse. A redução na produtividade também é uma conseqüência.

     

    A proposta está em fase de analise pela Comissão de Assuntos Econômicos e caso a parecer seja favorável será encaminhada para a votação na Câmara dos Deputados. O projeto é de autoria dos senadores Delcídio Amaral (PT/MS) e Jaime Campos (DEM/MT).

     

    O objetivo da mudança é reduzir os prejuízos causados pela diferença de horário de expediente das instituições financeiras e comércio. Enquanto os bancos já encerraram o trabalho na região Sudeste, as empresas de Mato Grosso continuam no horário comercial.

     

    No documento formatado, o senador Delcídio defende que a diferença de horário é um obstáculo para integração do espaço econômico. Para o representante de MS, os benefícios financeiros serão maiores do os eventuais transtornos causados a população com levantar-se antes do nascer do sol para trabalhar ou ir à escola.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-09-2008 | 10:09

    O diretor do Departamento de Pesquisa de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Francini, afirmou que o agravamento da crise internacional pode ser o principal fator que reduziria a velocidade dos investimentos em 2009. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) apresentou uma alta de 16,2%, entre abril e junho deste ano, ante os mesmos meses de 2007, velocidade 2,65 vezes superior ao incremento de 6,1% registrado pelo PIB na mesma base de comparação. "Ninguém consegue prever para onde vai esse furacão. Se ocorrer uma crise sistêmica, os problemas surgidos em 1929 serão fichinha. É claro que num contexto muito ruim, o empresário pode parar de investir, pois ele vai obedecer um princípio que move todos os seres, que é o da sobrevivência".

     

    Francini comentou que, ao conversar com empresários sobre as perspectivas da crise sobre seus negócios, ainda não detectou a disposição de cessar os projetos de expansão da FBCF. "Essas decisões são muito particularizadas. Cada caso é um caso. Às vezes, é pior parar os investimentos. É claro que se a crise se agravar muito, o mundo pode entrar em recessão e o Brasil, que faz parte desta engrenagem complexa, também vai ter recessão. Na atual conjuntura, não sabemos para onde vai a crise. A atitude mais sábia é rezar."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-09-2008 | 10:09

    A visita do novo presidente do Paraguai, Fernando Lugo, ao Brasil deverá marcar o início de uma aproximação entre a indústria brasileira e o país vizinho. Nesta quarta-feira, o presidente paraguaio se reuniu com executivos brasileiros na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para discutir oportunidades de negócios entre os dois países. "Necessitamos de empresários sérios para construir o nosso país. E creio que encontramos isso nesse grupo", afirmou Lugo.

     

    Participaram da reunião cerca de 20 executivos brasileiros de diversas áreas. "Tivemos uma reunião muito produtiva e identificamos segmentos e vocações do Paraguai", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, destacando que há oportunidades de investimento em áreas como a indústria manufatureira e em infra-estrutura.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-09-2008 | 10:09
    Turismo- O ministro do Turismo, Luiz Barreto, anunciou ontem que, a exemplo da construção civil, o setor de turismo também capacitará beneficiários do Bolsa Família para que eles encontrem a "porta de saída para que tenham sua emancipação social". O Bolsa-Família Turismo, como chamou o ministro, será desenvolvido a partir do final do ano, em um projeto conjunto entre os Ministérios do Desenvolvimento Social, do Trabalho, e da Casa Civil, que permitirá ao hoje beneficiário da ajuda de custo por parte do governo, depois de um treinamento de seis meses, começar a trabalhar no setor e alcançar sua independência financeira.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-09-2008 | 10:09

         A concessão da licença-maternidade de seis meses para as empresas que optarem pela ampliação do prazo pode começar a valer ainda em 2009, um ano antes do esperado, caso seja bem-sucedido o esforço para a inclusão de R$ 340 milhões em renúncia fiscal na proposta orçamentária do próximo ano. Apresentada pela senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), emenda com esse objetivo consta da lista de propostas de modificação ou renúncia de receitas referentes à proposta orçamentária recebida pela Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO). 
          
         Como previsto na Lei 11.770/08, as empresas que optarem pela concessão de mais dois meses de licença-maternidade podem abater do Imposto de Renda (IR) a remuneração integral paga à funcionária no período adicional. Para que isso aconteça, no entanto, o Orçamento precisa trazer a estimativa de renúncia de receita correspondente. 
          
         O prazo de apresentação de emendas às receitas previstas pelo Executivo no projeto orçamentário de 2009 terminou na terça-feira (16). Ainda sem o balanço final das propostas apresentadas, o relator de Receita, deputado Jorge Khouri (DEM-BA), disse nesta quarta-feira (17) que emendas na modalidade de renúncia fiscal dificilmente são aproveitadas nos relatório de reestimativa de receita. No entanto, ele mostrou evidente simpatia pela proposta apresentada pela senadora Patrícia Saboya. 
          
         - Nesse caso, eu estou tendendo pela aprovação, já que se trata de lei sancionada, e não apenas um projeto de lei em tramitação - salientou. 
          
         Regra na LRF 
          
         Para cumprimento de disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/00), a lei que amplia a licença-maternidade prevê regra que, em princípio, empurra para a proposta orçamentária de 2010 o benefício. Conforme o dispositivo, o Executivo deve estimar o montante da renúncia fiscal e incluir o valor em demonstrativo que acompanhar o projeto de lei orçamentária que for enviado ao Congresso depois de 60 dias de publicação da lei. Acontece que a lei foi publicada em 9 de setembro, quando o projeto do Orçamento de 2009 já estava no Congresso. 
          
         Patrícia Saboya não vê esse descompasso de prazos como um obstáculo insuperável. De acordo com informações de sua assessoria, ela também pretende negociar com os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, e assim garantir apoio também do Executivo para antecipar a vigência da licença-maternidade de seis meses. 
          
         Admissibilidade 
          
         Ainda antes do exame de mérito a cargo de Koury, as emendas às receitas da proposta orçamentária devem ser avaliadas pelo Comitê de Admissibilidade de Emendas, que funciona no âmbito da CMO. O objetivo é saber se cumprem os requisitos de admissibilidade. Em seguida, serão avaliadas pelo conjunto dos membros do Comitê de Receita, para depois passar por exame final de toda a comissão. 
          
         Uma das seis emendas que já haviam sido passadas às mãos de Khoury, assinada pelo deputado João Dado (PDT-SP), prevê renúncia fiscal de R$ 150 milhões para incluir filhos ainda em gestação no rol de dependentes que possibilitam aos contribuintes responsáveis deduzir despesas na base de cálculo do IR. O projeto, do senador Francisco Dornelles (PP-RJ), foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa, e agora está sendo analisado pela Câmara. 
          
         Outra emenda, do deputado Osório Adriano (DEM-DF), reestima em mais R$ 5,9 bilhões as receitas do Imposto de Renda para o próximo ano. Segundo o deputado, diversos indicadores econômicos dão sustentação ao aumento, como as previsões de crescimento do PIB em 2009 e 2009.
         

     

    Fonte: 24 Horas News

    17-09-2008 | 11:09
    A baixa umidade do ar e a falta de previsão de chuvas para as próximas semanas fez o governo de Mato Grosso prorrogar por mais 15 dias, a contar de ontem, o período de proibição de queimadas em todo o Estado. O governador Blairo Maggi assinou o decreto 1573, que dispõe sobre a prorrogação.

     

    A necessidade de prorrogar o período de restrição ao uso de fogo para limpeza e manejo de áreas, atende ao artigo 10, parágrafo 3º da Lei Complementar nº 233, de 21 de dezembro de 2005, que é orientado pelo Grupo Especial de Trabalho.

     

    Para intensificar os combates nesse período a Coordenadoria de Articulação Operacional de Campo iniciou ontem a operação "Força Total", de caráter preventivo e repressivo. O grupo irá percorrer até o fim do mês, 4 rotas nos eixos das BRs-170, 163, 158, 070 e 364. São nesses locais que estão os municípios considerados mais críticos.

     

    A operação conta com Corpo de Bombeiros, mais o efetivo da Polícia Militar, Polícia Civil, MT Regional, Ministério Público e Prefeituras, além das regionais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

     

    Nas cidades onde a situação for mais crítica, as equipes permanecerão por vários dias.

    As cidades visitadas estão localizadas nas regiões de Colniza, Cotriguaçu e Nova Bandeirantes, Itanhangá, Ipiranga do Norte e Tapurah, Bom Jesus do Araguaia, Confresa, Serra Nova Dourada e Cocalinho.

     

    O coordenador do Grupo Especial de Prevenção e Combate a Incêndios (GPCI), major Hector Péricles de Castro, destaca que o Estado conseguiu manter uma média no número de redução de focos, desde o início do período proibitivo.

     

    O coordenador irá percorrer, via terrestre, os municípios da região do Médio-Norte, entre eles: Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Sorriso realizando diversas atividades. O objetivo é avaliar no local ocorrências relacionadas às incidências de focos de calor durante o período proibitivo das queimadas.

     

    Cuiabá- No final da tarde de ontem Cuiabá ficou mais uma vez encoberta pela fumaça. Na avaliação do Projeto Quadrantes, ventos vindos do Norte trazem o resultado das queimadas, o que piora a qualidade de vida na Capital.

     

    Serviço- O disque-denúncia para as queimadas é o 0800-653838.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-09-2008 | 10:09
    O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) se desacelerou de alta de 0,38% em agosto para deflação de 0,42% em setembro no menor nível desde abril de 2006, quando o indicador apresentou deflação de 0,65%. No período analisado, o IGP-10, o Índice de Preços por Atacado - 10 (IPA-10) passou de alta de 0,25% para queda de 0,75%, também na menor taxa desde abril de 2006. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, os preços dos produtos agrícolas no atacado registram elevações acumuladas de 5,68% no ano e de 20,40% em 12 meses, até setembro. Os preços dos produtos industriais no atacado acumulam avanços de 11,34% no ano e de 12,93% em 12 meses.

     

    No âmbito do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais no atacado tiveram aumentos de 4,39% no ano e de 8,29% em 12 meses, até setembro. Já os preços dos bens intermediários acumularam altas de 15,17% no ano e de 16,66% em 12 meses. Os preços das matérias-primas brutas apresentaram avanço acumulado de 8,37% no ano e de 21,18% em 12 meses, até setembro.

     

    A FGV informou que, na análise dos preços por produtos, as altas mais expressivas no atacado, no IGP-10 de setembro, foram registradas em aço semi-acabado ao carbono (13,11%); adubos e fertilizantes compostos (3,48%); e etileno - eteno (11,24%). Já as mais expressivas quedas de preço no atacado foram verificadas em soja em grão (-7,75%); tomate (-47,37%); e milho em grão (-10,21%).

     

    Varejo - O Índice de Preços ao Consumidor -10 (IPC-10) passou de alta de 0,36% para deflação de 0,03%, no menor nível desde julho de 2006. De acordo com a fundação, a deflação é reflexo de elevações de preços menos intensas, e até mesmo quedas de preço, em três das sete classes de despesa pesquisadas. É o caso de habitação (de 0,77% para 0,45%); saúde e cuidados pessoais (de 0,57% para 0,38%); e alimentação (de 0,13% para -1,06%).

     

    No caso desse último grupo, os alimentos foram determinantes na queda da taxa do IPC-10, em setembro. De agosto para esse mês, foram apuradas intensificações nas quedas de preços em hortaliças e legumes (-3,61% para -10,03%), laticínios (-0,09% para -2,09%) e arroz e feijão (-0,18% para -4,74%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-09-2008 | 10:09
    A segunda prévia de setembro da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), apurada até ontem, desacelerou-se para 0,04%, ante alta de 0,20% na prévia anterior, informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador foi calculado com base nos últimos 30 dias encerrados na segunda-feira (15).

     

    Segundo a entidade, a principal contribuição para a desaceleração da taxa do indicador, na passagem da primeira para a segunda leitura do mês, partiu de elevações de preços menos intensas, e deflações mais fortes, em cinco das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice.

     

    É o caso de Educação, Leitura e Recreação (de 0,40% para 0,38%); Transportes (de 0,25% para 0,17%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,38% para 0,35%); Habitação (de 0,56% para 0,35%) e Alimentação (de -0,38% para -0,75%). Entretanto, a FGV destacou o grupo dos alimentos como a principal influência para a taxa menor.

     

    No setor de alimentação, foram apuradas quedas e desacelerações de preços em Hortaliças e Legumes (-6,42% para -8,03%), Frutas (6,63% para 5,06%), Laticínios (-2,02% para -2,56%) e Pescados Frescos (-1,09% para -1,97%). Já os outros grupos apresentaram aceleração ou fim de queda de preços, no mesmo período. É o caso de Vestuário (de -0,49% para 0,01%); e de Despesas Diversas (de 1,22% para 1,28%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-09-2008 | 10:09
    Uma grande emissora de televisão lançou nesta semana um site para que a população denuncie desmatamentos e queimadas na Amazônia brasileira. Na mesma ordem entendo que é oportuno que suas afiliadas da Amazônia Legal divulguem em suas programações informações da produção de alimentos nesta importante região brasileira.

     

    Não podemos perder de vista que nesta imensa região que equivale a 61% do território nacional, vivem aproximadamente 25 milhões de pessoas. Esta gente tem as mesmas necessidades daqueles que almoçam nos restaurantes dos grandes centros ou ainda daqueles que ocupam confortáveis gabinetes em Brasília.

     

    Estamos falando de qualidade de vida! Estamos falando de algo que vários Estados e cidades da Amazônia não possuem. Você sabia que na cidade de Santarém quem faz o serviço de limpeza urbana são aquelas grandes aves negras - os urubus? Infelizmente esta é uma verdade para outras diversas cidades na Amazônia brasileira.

     

    Quanto ao saneamento básico, a situação vai de mal a pior. Exemplo disso é a cidade de Belém, com quase 1,5 milhões de habitantes, que joga seu esgoto urbano na Baía do Guajará. Isto não é desmatamento, não é queimada, mas mata a biodiversidade dos recursos hídricos desta importante região Amazônica. O que tem feito o ministro Minc para resolver esse problema?

     

    A segurança alimentar na amazônia brasileira está comprometida. É necessário que esta grande emissora que está preocupada com a preservação da amazônia se preocupe também com a sua população. Excetuando o Estado de Mato Grosso, os demais estados amazônidas produziram menos de quatro milhões de toneladas de alimentos na última safra, segundo a Conab, empresa do governo federal.

     

    Isto é sério! Tenho certeza de que se o governo federal continuar a praticar a atual política ambiental, brevemente veremos a população da amazônia brasileira recorrendo fortemente à caça, à pesca e à catação de coquinhos para garantir seu consumo de proteínas animais e vegetais. Sem exageros, hoje a grande maioria dos amazônidas não se alimenta com a mesma qualidade das demais regiões!

     

    Este cenário será agravado, pois na última reunião de governadores da Amazônia com o presidente Lula a imprensa divulgou uma manifestação do ministro Minc Baumfeld. O mesmo disse que aceita ajustes na resolução do Banco Central que bloqueia créditos a produtores rurais, porém, a regra exigida para assumir o cargo no Ministério do Meio Ambiente de "ataque ao agronegócio será mantida".

     

    Jamais imaginamos um dia ler ou ouvir uma frase agressiva, grotesca e inconseqüente pronunciada por um ministro da República! Afinal, qual é a verdadeira importância desta atividade para o governo federal? Um ministério importante como o do Meio Ambiente, conduzido desta forma é como se o setor produtivo rural estivesse produzindo sobre uma bomba-relógio que não se sabe quando detonará.

     

    Não vi até agora nenhuma manifestação de quem quer que seja a respeito das agressões do ministro Baumfeld aos diversos segmentos do agronegócio. Fico a refletir qual a efetividade das ações de nossa "bancada ruralista" mesmo reconhecendo grandes serviços prestados ao setor. Onde estão, neste caso, nossos valorosos representantes na Câmara e no Senado da República? Vejo neste episódio que seu comando por um núcleo duro restrito a poucos parlamentares está equivocado!

     

    No momento em que a União Européia aceita comprar carnes de diversas regiões brasileiras, credenciando todos os municípios do Estado de Mato Grosso, internamente temos um inimigo no Ministério do Meio Ambiente, no entanto, com a lenidade de Lula para com nossas lideranças. Isto tem todos os ingredientes para não terminar bem! Vou rir por último!

     

    Amado de Oliveira Filho é economista, especialista em mercados de commodities agropecuárias, direito ambiental e escreve neste espaço às quartas-feiras. E-mail: amadoofilho@ig.com.br

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-09-2008 | 10:09

    Dois eventos, que serão realizados entre hoje e sexta-feira (19), focarão a obra daqueles que são considerados os dois maiores escritores mato-grossenses, Benedito Sant"Anna Silva Freire e Ricardo Guilherme Dicke. São o 2º Encontro Regional do RG Dicke (CNPq/UFMT) e o 3º Encontro de Literatura de Mato Grosso do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet-MT), que ocorrem dentro do circuito cultural Setembro Freire. Uma boa oportunidade, aberta para conhecer um pouco mais sobre as obras dos dois mestres por meio dos estudos de alguns dos principais pesquisadores do Estado.

     

    O coordenador do RG Dicke e doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Mário Cezar Silva Leite, explica que os encontros seriam realizados mais para o final do ano. Porém, o convite para participar da programação em homenagem a Silva Freire fez com que o grupo antecipasse os trabalhos. Uma grata oportunidade para aprofundar os estudos sobre a obra do poeta mimoseano que, se estivesse vivo, festejaria 80 anos no próximo dia 20. Não deixa, no entanto, de ser uma edição que traz um certo pesar, pois Dicke se foi, em julho deste ano. "Pesar, mas ao mesmo tempo rito, louvação. Talvez ele tenha sido um dos poucos que teve o reconhecimento por nós em vida. Isso é muito bacana", opina.

     

    Dessa forma juntam-se os dois maiores nomes da literatura de Mato Grosso numa mesma programação que promete ampliar os estudos sobre a obra de Silva Freire, assim como ocorreu com Dicke. Mário Cezar reconhece que o poeta não é tão visitado quanto deveria, por sua importância dentro da literatura mato-grossense, brasileira e mundial. "Ele é ainda pouco estudado e pouco divulgado fora do Estado. Trabalho que cabe a nós. A gente começa agora uma campanha de ampliação disso", frisa. Os trabalhos mostrarão a dimensão de Silva Freire para além de todas as fronteiras, garante o pesquisador.

     

    Ele lembra que Silva Freire não é tão conhecido nacionalmente quanto seu parceiro Wlademir Dias-Pino até por uma opção própria. A obra do poeta tem um sentido muito regional, assumidamente. Mas o encontro pretende ressaltar o "quê" universal que a poesia dele tem. Mário Cezar lembra que o tema do evento, "Silva Freire: No tempo oceânico", além de ser um verso de um de seus poemas, serve para dar uma noção do tamanho de seu trabalho. "O oceano dá a profundidade necessária, a amplitude necessária da poesia dele. No tempo de todas as profundidades, amplitudes e possibilidades", define o coordenador.

     

    Silva Freire se fixou muito mais em Cuiabá porque era um projeto pessoal, político, ideológico, cultural, continua Mário Cezar. Porém, para ele, o poeta mimoseano e Dias-Pino precisam ser pensados em conjunto. "Obviamente que os dois têm a mesma importância. Ele foi para o Rio (de Janeiro), teve uma atuação lá, na poética do período, mas fez uma opção mais interna. Wlademir cuidou da parte mais externa", salienta.

     

    Os encontros, com mesas, conferências e minicursos, foram pensados para atingir não só os estudantes do ensino superior, mas também o pessoal do segundo grau que já se mostrou muito interessado, participativo. Por falar em ensino médio, Mário Cezar ressalta que esta é a segunda vez que o evento é realizado em conjunto com o Cefet-MT, uma parceria que se mostra cada vez mais consolidada e produtiva. "Estamos formando públicos e leitores", comemora. O coordenador festeja também a "grande parceria" que está sendo feita a Coordenação de Cultura da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). "O know how deles agilizou bastante", diz.

     

    Programação -O 2º Encontro Regional do RG Dicke (CNPq/UFMT) & 3º Encontro de Literatura de Mato Grosso do Cefet-MT, organizado pelo Grupo de Estudos em Cultura e Literatura de Mato Grosso RG Dicke, começa hoje, às 8h30, com a mesa redonda: "Reunião do Tempo", coordenada por Alda Maria Quadros (UFMS). Entre os temas estão: "Silva Freire: campos semânticos de Mato Grosso", com Lúcia Helena Vendrúsculo Possari (UFMT); "Visitação às águas: ícone e acústica em Águas de Visitação de Silva Freire", com Aclyse de Mattos (UFMT); "O erudito e o popular em Silva Freire", com Olga Maria Castrillon (Unemat); e "A fixação da obra no coração do continente: notícias de Silva Freire", com Alda Maria Quadros (UFMS).

     

    Às 14h, outra mesa redonda, chamada "No tema do problema", coordenada por Wanda Cecília Correa de Mello (Seduc), trará os temas: "Silva Freire Pros(e)ador", com Maria Cristina de Aguiar Campos (Cefet-MT); "Memórias imagéticas: do concretismo ao poema processo", com Isac Newton Ramos (Unemat); "Silva Freire em Imagens", com Marcelo César Velasco (RG Dicke); e "A Cuiabá de Silva Freire", com Wanda Cecília Correa de Mello.

     

    Amanhã (18), a primeira mesa redonda, "No emblema que o destino inventa", ocorre a partir das 8h, sob a coordenação de Célia Maria Domingues da Rocha Reis (UFMT). Nela serão abordados: "A Construção Enigmática da Palavra", com Afonso Henrique Rodrigues Alves; "Cuiabanidade e Vanguarda: o projeto Silva Freire"; "Wlademir Dias-Pino", com Mário Cezar Silva Leite; e "No garimpo com Dalva de Barros e Silva Freire", com Célia Maria Domingues da Rocha Reis. Às 10h tem a conferência "Silva Freire: entre raízes e vôos", com Célio da Cunha (Unesco).

     

    Às 14h será apresentado o "Dossiê Ricardo Guilherme Dicke", com Gilvone Furtado Miguel (UFMT). Depois, vem a mesa "Novos Páramos para Ricardo Guilherme Dicke", coordenada por Everton Almeida Barbosa (Unemat). Entre os temas estão: "Literatura e pintura: uma face interartística de Cerimônias do Esquecimento", com Célia Maria Domingues da Rocha Reis; "O mito e o ritmo flamenco andaluz no romance Caieira", com Alda Maria Quadros (UFMS). Às 16h tem a mesa "Onde o campus se remostra", coordenada por José Alexandre Vieira da Silva (Cefet-MT), com: "Histórias Noir em Mato Grosso - a evolução do gênero policial em Wander Antunes", com Paulo Sesar Pimentel (Master); "Nos Labirintos do Espelho: a poética de Santiago Villela Marques", com Mário Cezar Silva Leite; e "Ligados com o Mundo: espaço-tempo e memória", com Marta Helena Cocco (Unemat).

     

    Na sexta-feira (19), serão realizados os minicursos, das 14h às 18h. Os temas são: "O narrador no romance latino-americano", com Everton Almeida Barbosa (RG Dicke/Unemat); "História da Literatura em Mato Grosso", com José Alexandre Vieira da Silva (RG Dicke/Cefet-MT); "Manoel de Barros: entre a imagem e a memória", com Epaminondas Matos Magalhães (RG Dicke/UFMT); "A literatura oral dos milagres nas festas de santo de Mato Grosso", com Joelton Cleison Arruda do Nascimento (RG Dicke/UFMT); "Introdução aos Estudos de Literatura em Mato Grosso", com Mário Cezar Silva Leite (RG Dicke/UFMT); e "A Produção Audiovisual em Mato Grosso", com Diego Baraldi (RG Dicke/UFMT).

     

    Serviço -Os encontros serão realizados de hoje até sexta-feira (19), no Auditório da Coordenação de Cultura da UFMT. Mais informações na própria coordenação ou pelo telefone 3615-8358.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-09-2008 | 10:09
    Mato Grosso prolonga até o dia 30 deste mês a Campanha Nacional de Doação de Órgãos. O objetivo, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), é divulgar e orientar a população para a importância de doar órgãos.

    Conforme a coordenadora Estadual de Transplante, Fátima Melo, a pessoa orientada age com mais segurança no momento de decidir pela doação. Em Mato Grosso, há mais de 900 pessoas na fila de espera por um órgão. Segundo dados da SES, 706 aguardam por um rim, 228 por uma córnea, 37 por transplante de medula óssea, 14 por um fígado e um aguarda por um pulmão.

    De acordo com Fátima, o processo de doação é simples, desde que, em caso de óbito, haja o consenso da família. E em vida, explica ela, o possível doador pode tentar a doação a parentes de até a quarta geração. “Para pessoas fora da família, o processo só pode ser efetuado por meio de autorização judicial”, afirma.

    Segundo a coordenadora, “nem sempre um potencial doador é um doador”. Para isso ocorrer, diz, há todo um procedimento de exames que garantem a qualidade do órgão, evitando assim a rejeição do órgão.

    Em Mato Grosso, é possível efetuar os transplantes de medula óssea, enxerto ósseo, córnea e rim. Demais tipos de cirurgias como de coração e pulmão são realizados em outros estados, parceiros da SES. Conforme Fátima, nos casos dos potenciais doadores de medula óssea, a secretaria disponibiliza um cadastrado, junto ao Registro de Doadores de Medula Óssea (Redoma), localizado no MT Hemocentro. De acordo com a coordenadora, até o momento o Redoma está com aproximadamente nove mil pessoas cadastradas.

    A coordenadora explica que quando há compatibilidade entre doador e receptor - nos casos de transplante de medula óssea –, o processo cirúrgico é realizado aqui mesmo no Estado. Segundo dados do SES, em 2007 foram encontrados sete casos compatíveis. Desses, cinco doadores estiveram aptos.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-09-2008 | 10:09
    O secretário-adjunto de Meio Ambiente e Gerenciamento Urbano, Eduardo Figueiredo Abreu, participará do 2º Encontro Secovi-MT. O evento é promovido pelo Sindicato de Condomínios de Mato Grosso e direcionado a síndicos e administradoras.

    O tema central do encontro é “Como a reciclagem modifica a sua vida e a da comunidade”.

    O secretário proferirá uma palestra sobre a lei 4.390 de julho de 2003, que discorre sobre a obrigatoriedade dos condomínios de implantarem a coleta seletiva de lixo.

    O 2º Encontro Secovi-MT será realizado nesta terça-feira (16-09), às 19h, na Federação do Comércio.

     

    Fonte: Olhar Direto
    17-09-2008 | 10:09
         O setor de ferro e aço da cadeia da construção civil teve reunião nesta terça-feira e palestra, das 16 horas às 17h30, com o representante da Gerdau Açominas, da Gerência de Consultoria e Assistência Técnica - Perfis Estruturais, engenheiro Henrique José Ferreira da Silva.
         
         Em sua palestra “Perfis Laminados Gerdau Açominas e suas principais aplicações”, o engenheiro Henrique informou sobre perfis estruturais úteis para utilização em obras como forma de diminuir o tempo de construções. Atualmente, com o avanço da demanda no setor imobiliário há falta de produtos como ferro e aço.
         
         Foram convidados para a palestra profissionais e empresários das áreas de engenharia e construções, arquitetura, armazenagem e galpões para aves e outros, lojas de materiais de construção, grandes empresas em fase de ampliação.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    17-09-2008 | 10:09
         Cuiabá é a 101ª cidade no país a adotar a licença-maternidade de 6 meses, em parceria com a Sociedade Mato-grossense de Pediatria (Somape). Depois ter a votação adiada três vezes, o Projeto de Lei Complementar de autoria do executivo municipal que amplia de 4 para 6 meses a licença-maternidade das servidoras públicas de Cuiabá foi aprovado hoje (16-09) pelos 15 vereadores presentes à sessão da Câmara Municipal. Outros quatro parlamentares estiveram ausentes. A única ressalva à proposta original, mas que foi retirada do projeto, restringia o benefício às servidores que comprovassem não ter outro vínculo empregatício.
         
         O secretário-adjunto da Secretaria de Assistência Social (Smasdh), o pediatra Euze Carvalho, explica que a votação foi bastante tranqüila, e que a implantação significa um avanço para a sociedade. No país, outros 100 municípios e 12 Estados – incluindo Mato Grosso - aderiram ao projeto. Em Londrina, cidade do Paraná que tem cerca de 600 mil habitantes, praticamente igual à Capital mato-grossense, a experiência tem sido positiva. Ao contrário do que se esperava, em dois anos de implantação, só 85 mulheres utilizaram o benefício, o que não provocou nenhum impacto nas finanças públicas. “Esse é direito da criança, fundamentado na ciência moderna. Negá-lo é expor o bebê à privação dos estímulos que fazem crescer o cérebro e desenvolver a inteligência”.
         
         
         O aleitamento materno traz inúmeras vantagens e inclusive economia nos setores da saúde, já que as crianças têm menos chances desenvolver vários tipos de infecções, as intestinais e a hepatite A são mais freqüentes. Pesquisas científicas já comprovaram que amamentar previne doenças também nas mulheres, câncer de mama, ovário e diabetes compõem algumas delas. “Do ponto de vista nutricional, o leite materno contém todos os ingredientes de que a criança precisa nos primeiros 6 meses de vida, sendo dispensável qualquer outro alimento”.
         
         
         Documento - A proposta de Cuiabá acrescenta o parágrafo 5º e altera o artigo 105, da Lei Complementar nº 093/2003. Foi colocada em discussão no local pelo vereador Edivá Alves no dia 21 de agosto, mas na ocasião não entrou em pauta porque a sessão foi encerrada antes do previsto por falta de quorum. Em duas outras sessões não foi prioridade da pauta de votação. A licença-maternidade será garantida à funcionária mediante requerimento efetivado até o final do primeiro mês após o parto.
         
         
         Avanço Nacional – A discussão em torno do assunto só foi possível graças ao Projeto de Lei 281/2005 de ampliação de 4 para 6 meses da licença-maternidade da senadora Patrícia Saboya ter sido aprovado no dia 13 do mês passado pela Câmara dos Deputados, em Brasília. Foi sancionado no dia 9 de setembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dando validade para as empresas privadas. No setor público federal, entra em vigor a partir de 2010. A mudança não é obrigatória, sim facultativa. Um Programa Empresa Cidadã oferecerá incentivos fiscais para empresas que prorrogarem o tempo de permanência das mamães em casa.

     

     

    Fonte: 24 Horas News
    16-09-2008 | 13:09

    O governo já investiu mais no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) este ano do que em todo o ano de 2007. De acordo com levantamento feito junto ao Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), até a última quinta-feira, os órgãos públicos, excluindo as empresas estatais, desembolsaram quase R$ 7,5 bilhões, enquanto em todo o ano passado foram pouco mais de R$ 7,3 bilhões. Nos primeiros oito meses de 2007, o PAC recebeu R$ 3,9 bilhões dos cofres públicos, ou seja, R$ 3,6 bilhões a menos do que este ano. Os dados incluem os chamados restos a pagar, dívidas de anos anteriores roladas para exercícios seguintes.

     

    empenhos realizados este ano também superam os feitos nos primeiros oito meses de 2007. Pouco mais de R$ 9 bilhões foram compromissados para serem desembolsados em projetos do PAC até o fim do ano ou nos exercícios seguintes. Entre janeiro e setembro do ano passado, R$ 6,8 bilhões haviam sido empenhados.

     

    De acordo com a ONG Contas Abertas, especializada em acompanhar o orçamento, no ranking dos ministérios que mais aplicaram os recursos do PAC, a liderança é para o Ministério dos Transportes. O órgão desembolsou R$ 3,2 bilhões este ano. Apenas o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) aplicou R$ 2,7 bilhões.

     

    Seguindo o ranking, o segundo ministério na lista dos maiores desembolsos no PAC é o das Cidades, com R$ 3 bilhões. Em seguida aparece na lista o Ministério da Defesa, que gastou e investiu R$ 299,4 milhões em 2008. Em termos de programas federais, o mais bem contemplado no ano é o de "urbanização, regularização e integração de assentamentos precários", com R$ 1,8 bilhão recebido. O segundo melhor é o de "manutenção da malha rodoviária federal", R$ 941 milhões.

     

     

    Fonte: NTC e logística
    16-09-2008 | 13:09
    O governo pagou, até 11 de setembro, pouco mais de 40% (R$ 7,45 bilhões) da execução orçamentária autorizada para 2008 no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

     

    Nessa quantia, a maior parte (R$ 5,92 bilhões) refere-se aos restos

     

     

    a pagar - dívidas de exercícios anteriores -, mas mesmo assim já supera tudo o que foi pago em 2007.

     

     

            Os números são do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal e foram apurados pela organização não-governamental Contas Abertas.

     

     

     Na avaliação do diretor Gil Castelo Branco, a execução do PAC acentuou-se de forma significativa neste ano, mas, apesar dessa evolução, ainda está muito aquém do necessário.

     

     

     

    "Para cumprir a meta de R$ 17,97 bilhões vão ter de acelerar muito", diz Castelo Branco.

     

     

     

            A "foto" dos investimentos do PAC neste momento mostra, segundo o diretor, estradas, habitação e saneamento.

     

     

     

     Uma visão mais nítida poderá ser obtida no fim deste mês quando as empresas estatais divulgarem os balanços das áreas de energia e portos referentes aos meses de julho e agosto.

     

     

     

            O Siafi mostra que o Ministério dos Transportes continua sendo o principal "investidor" do PAC, com desembolsos de R$ 3,2 bilhões de janeiro a 11 de setembro. Desses recursos, o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) ficou com R$ 2,7 bilhões.

     

     

     

            O Ministério das Cidades vem em segundo na classificação dos maiores desembolsos no PAC, com R$ 3 bilhões no mesmo período. Depois aparece o Ministério da Defesa, com gastos e investimentos de R$ 299,4 milhões.

     

     

     

            De acordo com o levantamento da Contas Abertas, o investimento de R$ 1,8 bilhão em "urbanização, regularização e integração de assentamentos precários" é o programa com o maior desembolso no Programa de Aceleração do Crescimento.

     

     

     Em seguida, com R$ 941 milhões, aparece "manutenção da malha rodoviária federal", com R$ 941 milhões. O terceiro lugar fica coma área de "saneamento ambiental urbano", com uma verba de R$ 610,2 milhões.

     

     

     

            A ONG Contas Abertas informa também que as reservas orçamentárias (empenhos) de R$ 9,03 bilhões realizadas até 11 de setembro são maiores que as do mesmo período de 2007: R$ 6,8 bilhões.

     

     

     De acordo com o governo federal, o PAC deve receber investimentos de R$ 67,8 bilhões do Orçamento da União no período 2007-2010.

     

     

     O projeto de lei orçamentária para 2009, encaminhado pelo Executivo ao Congresso Nacional, prevê mais de R$ 21 bilhões para o PAC.

     

     

     

            O diretor da Contas Abertas reconhece que, neste ano, o Orçamento foi aprovado com atraso no Congresso e a sua execução foi iniciada em abril.

     

     

    Portanto, os 41,1% pagos até 11 de setembro formam um quadro "interessante" e revelam que a execução, apesar dos problemas estruturais, tem melhorado.

     

     

     

            Castelo Branco lamenta que, desde o início dos anos 90, o Brasil teve os investimentos públicos, principalmente em infra-estrutura, deteriorados num quadro de despesas engessadas e crescentes gastos correntes.

     

     

     "A prioridade era fazer superávit primário bloqueando a liquidação de despesas empenhadas", diz o diretor da ONG.

     

     

    Fonte: CBIC
    16-09-2008 | 13:09
    As construtoras definiram uma nova rota de atuação: pólos industriais com carência habitacional.

     

     

    A idéia é atuar em locais com demanda garantida, onde já existe ou está para chegar um grande fluxo populacional de trabalhadores que participam da construção de grandes projetos e precisam de moradias populares.

     

     

    As construtoras seguem a trilha de companhias como Vale do Rio Doce , Petrobras e Odebrecht e fincam o pé em todo o país: de Porto Velho (RO) e Parauapebas (PA) a Duque de Caxias (RJ) e Rio Grande (RS).

     

     

     

            A empreitada não é simples. Ser pioneiro nesse mercado significa atuar a milhares de quilômetros dos grandes centros, desbravar o interior do Brasil e montar, em cada empreendimento, estruturas completas de suporte à população local - que vão da simples concepção de parques e praças até a criação de centros de comércio, creches, escolas e postos policiais.

     

     

     

            A Developer, braço popular da JHSF - que agora está lançando nacionalmente a marca Quero Brasil, de nome mais fácil para o público de baixa renda - já nasceu com esse conceito.

     

     

     

     A empresa, adquirida em maio, fará três lançamentos até o fim de setembro.

     

     

    Na próxima semana, abre estande de vendas em Feira de Santana e, daqui a cerca de 15 dias, lança um empreendimento popular em Camaçari.

     

     

     O pólo de Camaçari - com empresas químicas, petroquímicas, automotivas, de celulose, metalúrgicas e têxteis - fatura US$ 14 bilhões ao ano e gera 13 mil empregos diretos e 20 mil indiretos.

     

     

     

            O terceiro lançamento da Developer acontece em Palmas para aproveitar tanto a demanda populacional gerada pela ferrovia Norte-sul, da Vale do Rio Doce, como também pelas usinas de cana-de-açúcar que estão sendo instaladas na região.

     

     

     Para oferecer moradia ao contingente que irá desembarcar em Porto Velho, cidade banhada pelo Rio Madeira, onde estão serão construídas as usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, a Developer comprou um terreno de 500 mil metros quadrados.

     

     

     

            Todos os projetos da Developer terão um pequeno centro de varejo, com padaria, farmácia, supermercado, posto de gasolina e lojas de calçados e eletrodomésticos.

     

     

    Mas a empresa também está fechando parceria com as prefeituras e terá dentro dos empreendimentos creches, posto de saúde, posto policial e escola para a primeira infância.

     

     

    "Como damos condições de as pessoas baratearem a vida, sobra mais dinheiro para pagar as prestações", diz Marcelo Hannud, da Developer.

     

     

     

            Apesar das dificuldades logísticas que esse tipo de empreendimento certamente terá, já que os principais fornecedores estão no sudeste, as empresas apostam que a falta de concorrência, a desobstrução dos órgãos públicos e a garantia de demanda compensam a distância.

     

     

     "A facilidade de conseguir terrenos e de aprovar projetos é muito maior", diz Hannud.

     

     

     

            A lógica desses novos bairros é sempre a mesma: terrenos enormes, com empreendimentos lançados em várias fases e casas de pelo menos cinco tamanhos diferentes, com unidades que custam de R$ 60 mil a R$ 100 mil.

     

     

     

     Nesse tipo de negócio, construir rápido e barato é fundamental para garantir rentabilidade.

     

     

     Para ter escala, as empresas adotam a construção modular, na qual os moldes são feitos nos próprios canteiros.

     

     

     

            A W Torre, através do seu braço residencial Guanandi, tem a mesma estratégia.

     

     

    "A nossa atuação está baseada na criação de espaços urbanos, fora de grandes centros e próximas a áreas de expansão", afirma Marco Antonio Bologna, presidente da companhia.

     

     

     

            A empresa está fazendo um grande empreendimento em Parauapebas - próximo do projeto de ferro Carajás e ao lado da Estrada de Ferro de Carajás, da Vale, - com duas mil casas populares em um terreno de 7 milhões de metros quadrados.

     

     

     O valor geral de vendas da primeira fase é de R$ 222 milhões.

     

     

     A previsão é construir até 12 mil unidades habitacionais nos próximos cinco anos.

     

     

     

            A WTorre também já fechou a compra de um terreno de 1 milhão de metros quadrados de uma área total de três milhões em Rio Grande (RS), onde a Petrobras constrói um dique-seco.

     

     

     Pretende erguer no local duas mil unidades na primeira fase e deverá construir seis mil casas em todo o projeto.

     

     

     

            A carioca Fator Realty escolheu Duque de Caxias (RJ), dona do maior parque industrial do Estado, com 1,6 mil indústrias de diferentes setores, para criar um mini bairro.

     

     

     Irá fazer todo o tratamento de água da região, com reutilização de águas pluviais e sistema de tratamento de esgoto.

     

     

    Fonte: CBIC
    16-09-2008 | 12:09
    Foram 271,4 mil admissões de janeiro a julho, mês em que o setor alcançou a marca de 2,1 milhões de empregados

     

     Renata Gama

     

            O nível de emprego formal na construção civil segue em ritmo dobrado em relação ao ano passado.

     

     

     

     De janeiro a julho deste ano, o setor contratou 103% mais pessoas do que no mesmo período de 2007, conforme levantamento feito pela FGV Projetos, da Fundação Getúlio Vargas, divulgado ontem pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon).

     

     

     Ao todo, foram 271,4 mil novos trabalhadores com carteira assinada no País.

     

     

     

            "É um número de impacto.

     

     

    Está havendo um crescimento bastante bom no nível de emprego pelo Brasil inteiro", afirma Eduardo Zaidan, diretor de Economia do Sinduscon.

     

     

     

     Somente em julho, no País, foram empregados 42,3 mil novos funcionários, uma variação positiva de 2% ante o mês anterior.

     

     

    A variação elevou o estoque de mão-de-obra da construção civil para 2,106 milhões - o maior desde 1995, quando o estudo teve a metodologia atualizada.

     

     

     

     No ano de 2008, a alta é de 14,8%. Já nos últimos 12 meses encerrados em julho, a alta é de 19,54%: 344,3 mil postos.

     

     

     

            "Mas, ao contrário do que ocorreu no passado, quando os Estados mais empregadores puxavam a média para cima, agora quem faz isso são as outras regiões", observa.

     

     

     

     Os Estados que mais empregam, segundo Zaidan, são São Paulo, Minas Gerais, Rio e Bahia - responsáveis juntos por cerca de 60% do emprego formal no setor.

     

     

     

            De acordo com o levantamento, a região Norte foi a que mais empregou no mês de julho. A alta foi de 2,7% em relação ao mês anterior: 2,8 mil trabalhadores.

     

     

    No Sudeste, o crescimento foi de 1,88%, ou 21.710 vagas a mais.

     

     

     No Sul, as 6,5 mil vagas geradas representaram avanço de 2,3% e, no Nordeste, foram contratados 7,5 mil trabalhadores, o equivalente ao aumento de 2%.

     

     

     

    No Centro-Oeste, houve alta de 2,34% no emprego e a contratação de 3.769 trabalhadores a mais.

     

     

     

     SÃO PAULO

     

            No Estado de São Paulo, foram criadas 71,2 mil vagas até julho, um aumento de 13,8% no total de trabalhadores no ano, um pouco abaixo da média nacional.

     

     

    Com isso, o estoque de mão-de-obra no Estado atingiu o patamar de 587,3 mil empregados com carteira registrada.

     

     

     Nos últimos 12 meses encerrados em julho, mês em que foram geradas 8,7 mil vagas, a alta do índice é de 21%.

     

     

     

            Se olhados os números da capital paulista, o avanço do índice de janeiro a julho julho foi de 14%, com a criação de 34,5 mil postos de trabalho.

     

     

     Somente no mês de julho, foram contratados 4,2 mil funcionários, uma alta de 1,5% sobre junho.

     

     

     

    Já nos últimos 12 meses, o crescimento chega a 22,3%.

     

     

    Com isso, o estoque de mão-de-obra na cidade acumula 282 mil empregados.

     

     

     

            O ritmo das contratações, segundo Zaidan, deve seguir forte pelo menos até o primeiro trimestre de 2009.

     

     

     "É um futuro bastante previsível, porque a construção civil  é uma atividade de longo prazo", diz.

     

     

     Segundo o economista do Sinduscon, as contratações atuais são resultado de decisões tomadas entre seis e 18 meses atrás.

     

     

     NÚMEROS

     

     

     

            19,54 % é a alta do nível de emprego acumulada nos últimos 12 meses encerrados em julho        2,106 milhões é o estoque de mão-de-obra que o setor da construção civil        emprega no País.

     

    Fonte: CBIC
    16-09-2008 | 12:09

     

    A Exposição Mato Grosso, Território de Imagensserá aberta na próxima quinta-feira (18), a partir das 9h, na galeria mato-grossense de Artes Visuais, na avenida Getúlio Vargas, 247, Centro Cuiabá. A exposição ficará aberta à visitação até 17 de outubro.

    A exposição Mato Grosso, Território de Imagensa presenta de forma cronológica a transformação do território mato-grossense. O acervo de imagens forma um quebra-cabeça de aspectos socioculturais, político e econômicos de um expressivo período do território mato-grossense. Tudo isso a partir de imagens, mapas, estampas retratos e fotografias centenárias e contemporâneas, além de obras de arte inspiradas em registros fotográficos e encartes de publicação que envolvem a fotografia.

    O livro Mato Grosso-território de imagensapresenta aventuras fotográficas de cientistas estrangeiros que por aqui passaram, pelos históricos registros fotográficos de expedições como a do médico alemão Karl Von Steinem (1887-1888), nas cabeceiras do rio Xingu ou mesmo o registro estratégicos da empreitada de Rondon. Já no Século 20, uma coletânea rica em imagens. O livro conta com a pesquisa do historiador João Antonio Lucidio, que apresenta um panorama histórico da fotografia de Mato Grosso de 1860 a 1960.

    A última parte da obra apresenta uma série de publicações fotográficas e catálogos correspondentes ao salão mato-grossense de fotografia, fotos que exibem formas e cores capturadas em detalhe, perpetuando instantes de cultura e história mato-grossense.

    Para mais informações: (65) 3613-9216.

     

    Fonte: Mídia News
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
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