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Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2018
NOTÍCIAS
    06-11-2008 | 11:11
    O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MT) espera reunir 7 mil pessoas na sétima edição da Expo Brasil Desenvolvimento Local, que será realizada em Cuiabá entre os dias 12 e 14 de novembro. Até ontem já haviam sido recebidas 2,068 mil inscrições via internet. Qualquer pessoa pode participar e a inscrição é gratuita.

     

    O evento acontece no Centro de Eventos do Pantanal e vai reunir representantes de 13 países. Serão 100 estandes, haverá mostra tecnológica social com soluções práticas de baixo custo, artesanato de Mato Grosso, de outros estados do Centro Oeste e ainda de cinco países da América Latina.

     

    Segundo a diretora do Sebrae-MT, Eneida Maria de Oliveira, o objetivo principal não é somente promover as mostras, mas sim possibilitar a troca de experiências. O evento inclui feira, conferência, palestras e oficinas. A intenção da Expo Brasil é apresentar projetos na área de desenvolvimento sustentável.

     

    Conforme o gerente da carteira de agronegócio do Sebrae nacional, Juarez de Paula, a Expo Brasil surgiu em 2002, a partir de uma experiência de moradores de território que se organizaram para reconhecer potencialidades e criar projetos para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A experiência se alastrou pelo país por meio da Expo Brasil.

     

    Paula cita como exemplo um caso que será apresentado no evento, da cooperativa Cooperagrepa, composta por pequenos agricultores, situada na região amazônica de Mato Grosso, que engloba 10 municípios. "A cooperativa, que produz alimentos orgânicos, vai mostrar que é possível a agricultura sem agressão ao meio ambiente. É isso que queremos passar, o desenvolvimento sustentável".

     

    Escolha - O gerente da carteira de agronegócio do Sebrae nacional frisa que, ao escolher Mato Grosso para esta edição da Expo Brasi,l a entidade quis dar destaque à sustentabilidade ambiental em um Estado que tem os três biomas, cerrado, Pantanal e Amazônia.

     

    O superintendente do Sebrae-MT, José Guilherme, aponta que Mato Grosso tem inúmeros exemplos de desenvolvimento sustentável, mas que ainda é preciso trabalhar na construção de novos modelos.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11
    O faturamento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos teve alta de 15,7% em setembro ante agosto, com saldo de R$ 7,94 bilhões, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). De janeiro a setembro, o setor faturou R$ 57,93 bilhões, um crescimento de 27,6% sobre os nove primeiros meses de 2007.

     

    Ao longo do ano, a indústria manteve uma média de 25% de alta em seu faturamento. Os segmentos que mais cresceram no período foram máquinas agrícolas (48,7%), bombas e motobombas (35,2%) e bens sob encomenda (27,6%). As maiores quedas foram verificadas no faturamento de máquinas têxteis (-25,2%) e de máquinas gráficas (-26,2%).

     

    As exportações de máquinas e equipamentos aumentaram 89,5% em setembro ante agosto, para US$ 1,863 bilhões. Esse resultado está fortemente relacionado à exportação de uma plataforma de exploração de petróleo FICTA no mês de setembro, para os Estados Unidos, no valor de US$ 862 milhões.

     

    Sem essa plataforma, a exportação teria crescido apenas 1,87% sobre agosto. De janeiro a setembro, as vendas externas da indústria aumentaram 17,9% para US$ 9,3 bilhões. Ao longo do ano, as exportações têm crescido numa média de 15%.

     

    Embora o faturamento e as exportações da indústria de bens de capital ainda não tenham sofrido qualquer impacto da crise do sistema financeiro internacional até setembro, as importações já mostraram um recuo de 9,3% ante agosto, para US$ 2 bilhões.

     

    De acordo com a Abimaq, o setor trabalhou com um dólar valendo, em média, R$ 1,97 em setembro, bem superior aos valores de agosto (R$ 1,61) e de julho (R$ 1,9). Ainda assim, de janeiro a setembro, as importações acumulam alta de 48,5% para US$ 16,5 bilhões.

     

    O consumo aparente (produção + importação - exportação) de máquinas e equipamentos teve diminuição de 7,3% em setembro ante agosto, para R$ 8,3 bilhões. De janeiro a setembro, o crescimento é de 34,9%, para R$ 69,9 bilhões.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11

    O Banco Central divulgou alerta ao público sobre envio de e-mails falsos, atribuídos à instituição, por meio dos quais clientes são induzidos a preencher cadastros, copiar arquivos ou executar outros procedimentos. Essas operações fraudulentas executadas por hackers objetivam colher dados do cidadão para movimentação de contas por falsários ou para o uso de dados para outras finalidades ilegais.
     

    Esclarecimento

    O BC esclarece que não envia mensagens de correio eletrônico diretamente a correntistas e usuários do sistema financeiro nacional, exceto em resposta a consultas específicas pedidas por clientes do sistema. As mensagens enviadas pela internet, segundo o comunicado do Banco Central, vêm com a logomarca da instituição e convida os clientes a atualizar um suposto sistema de segurança, por meio de um link inserido no texto.


    Contato

     

    Quaisquer dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 0800 9792345 ou pela seção de atendimento ao cidadão disponível no site do Banco Central.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11

    Era para ser uma mostra de filmes andinos mas, por causa de problemas técnicos com algumas fitas, virou uma mostra de filmes latino-americanos. Com isso, a programação, preparada pelo Sesc Arsenal e que será apresentada de hoje até o dia 29 de novembro, não ficou menos interessante. Na verdade, ficou mais abrangente. Estavam previstas só produções bolivianas e peruanas e, agora, o público terá a oportunidade de ver também representantes da sétima arte argentina.

     

    Entre os trabalhos estão alguns clássicos da história do cinema sul-americano das últimas duas décadas, como Plata Quemada (Marcelo Piñeyro), O Filho da Noiva (Juan José Campanella) e Pantaleão e as Visitadoras (Francisco José Lombardi). Só por estes filmes, já se percebe que a mostra oferece uma visão plural sobre a produção fílmica do continente, em que estilos, temas e gêneros bem diferentes são colocados lado-a-lado. Unindo-os está uma forma bem própria de fazer cinema dos latinos.

     

    A técnica de Cinema do Sesc Arsenal Juliana Curvo explica que a mostra está sendo realizada em parceria com o Consulado da Bolívia. O objetivo é fazer um apanhado do cinema feito pelos nossos vizinhos, e que praticamente não conhecemos. Ela lembra que, à exceção da Argentina, todos eles têm como característica uma pequena produção de filmes, que se divide entre algumas poucas mais comerciais e outras custeadas pelo governo. A Argentina é, sem dúvida, a que tem os diretores mais afamados e a mostra contempla premiados internacionalmente, mas que ainda são pouco conhecidos fora das rodas de cinéfilos.

     

    A programação será aberta hoje com um representante boliviano, Os Andes não Crêem em Deus (2007), de Antonio Eguino - diretor que ajudou a fundar o Conselho Nacional de Cinema da Bolívia e a organizar o setor no país. Juliana ressalta que se trata de uma grande produção que mostra fatos históricos representativos de uma época.

     

    O filme é ambientado nos anos 1920 e mostra a chegada do trem internacional a Uyuni, povoado repleto de aventureiros em busca de metais preciosos. É um lugar de estranho magnetismo, carregado de euforia coletiva, para onde convergem cinco personagens, Alfonso, Adolfo, Clota, Genaro e Joaquin, que se envolvem em um jogo de paixões e frustrações. A produção integrou o 3º Festival de Cinema Latino-americano de São Paulo, realizado em junho deste ano, no Memorial da América Latina.

     

    Outro filme boliviano do evento é Meu Sócio (Mi Socio - 1982), considerado uma obra prima de Paolo Agazzi. É um filme bem menos pomposo, mas tocante. O cineasta, que na realidade é italiano, conta a história de Vito, um motorista de caminhão, e Kolla, um engraxate. Duas pessoas que, por obra do destino, se reúnem em uma longa viagem, indo de leste para oeste na Bolívia em um velho caminhão. Durante a viagem, o desacordo e a rivalidade entre os personagens vai se transformando em uma sólida amizade, fazendo com que o velho sonho de integração de diferentes culturas e costumes regionais bolivianos se torne real.

     

    Agazzi é responsável pela produção de filmes míticos na história do cinema boliviano. Mi Socio é um deles, responsável por vencer o Festival de Cinema de Cartagena, na Colômbia. Outro exemplo é El Dia que Morio el Silencio, de 1998, com o ator argentino Darío Grandinetti. O italiano, nasceu em Cremona, reside na Bolívia desde 1976 e tem trabalhado também como produtor.

     

    Outra atração da mostra, Plata Quemada (2000), de Marcelo Piñeyro, é um filme argentino que aborda uma temática ainda hoje considerada polêmica, o homossexualismo. A história se passa na Argentina de 1965, em que os namorados Nenê (Leonardo Sbaraglia) e Angel (Eduardo Noriega) vivem uma tumultuada relação depois que, junto de outro comparsa, Cuervo (Pablo Echarri ), executam um grande assalto a um banco. Angel é ferido no assalto e eles fogem para o Chile, onde vivem refugiados e com as emoções à flor da pele.

     

    Lá eles se escondem em um apartamento emprestado por Losardo (Héctor Alterio), um mafioso local, onde esperam a chegada de novos documentos fraudados que permitam que viajem para o Brasil. Mas quanto mais os documentos demoram a chegar mais a tensão entre os três cresce, chegando a níveis insuportáveis. A produção é baseada em uma história real que, por 35 anos, se manteve em segredo. Foi premiado em 2000, no Toronto International Film Festival.

     

    Outro argentino, O Filho da Noiva (El Hijo de la Novia), de 2001, conta uma história bem mais leve e é carregado de romantismo e humor. O filme de Juan José Campanella aborda as relações humanas por meio de três personagens principais. Em crise com seus pais, a ex-esposa e a atual namorada, e vítima de um ataque cardíaco, um homem reencontra um amigo de infância que o ajuda a reconstruir o passado e a ver o presente com outros olhos. A relação se torna mais complicada porque o pai deseja se casar oficialmente com a mãe, que tem o mal de Alzheimer.

     

    O tema homossexualidade volta com o peruano No se lo Digas Nadie (Não Diga a Ninguém), filme de 1998 assinado pelo elogiado Francisco Lombardi. Em Lima, Capital do Peru, tudo poderia ter sido mais fácil para Joaquin, afinal sua família tem uma situação confortável, nunca teve preocupação com os estudos e a namorada acha que ele é um cara na moda. Mas, às vezes, ter tudo não é suficiente. A produção é um inovador, honesto e duro conto sobre problemas que acompanham um peruano em busca de sua identidade sexual num lugar intolerante com a homossexualidade.

     

    Joaquin sabia que preferia homens, mas nunca ousou dizer isso a ninguém. Muito menos ao pai, Luis Felipe, um patriarca racista e chauvinista, ou à mãe, Marichuca, uma religiosa fervorosa. Só que Joaquin se apaixona por Gonzalo e se vê frente à frente com a iminência de revelar seu segredo publicamente. O filme é baseado no romance de controverso escritor peruano Jaime Bayly, um poderoso e único retrato do mundo da homossexualidade dicotômica que existe em muitas partes do Peru e da América Latina.

     

    Para fechar a mostra de cinema latino-americano, outro filme de Francisco Lombardi, cineasta que nasceu em Tacna, Peru, e em 1968 estudou no Instituto de Cinematografia de Santa Fé, na Argentina. Trata-se do hilário Pantaleon y las Visitadoras (Pantaleão e as Visitadoras), adaptação de um romance de Mario Vargas Llosa. A produção, de 2000, narra a cativante história do Capitão Pantaleão Pantoja (Salvador Del Solar). Bom marido e excelente profissional, Pantoja é convocado para uma estranha missão: comandar um time de prostitutas que, a bordo de barcos, seguem pelos rios saciando os desejos dos soldados que ficam meses sem ver uma mulher.

     

    Durante a seleção das "visitadoras", ele conhece a estonteante Colombiana (Angie Cepeda), uma mulher envolvente que, com seu belo corpo, leva o militar à loucura. Agora seu casamento corre risco e a missão secreta pode cair na boca do povo, o que seria um verdadeiro desastre.

     

    Serviço- A Mostra de Cinema Latino-americano será apresentada a partir de hoje, sempre às 19 horas, no CineSesc, com entrada franca. Informações: 3616-6900.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-11-2008 | 11:11
    A petroquímica Braskem e a siderúrgica Gerdau informaram hoje que decidiram reduzir sua produção. A redução da demanda mundial e a necessidade de ajuste dos custos a um cenário de maior aperto financeiro global levará a Braskem a reduzir a capacidade de produção de suas linhas de insumos básicos, polipropileno e polietileno durante o quarto trimestre de 2008. 

    De acordo com o presidente da companhia, Bernardo Gradin, a companhia já reduziu em até 6% o volume de produção de algumas de suas linhas em outubro. "Em novembro devemos manter o nível de produção registrado no mês passado", afirmou o executivo, durante reunião com jornalistas realizada hoje, em São Paulo. 

    Gradin explicou que ainda não é possível definir qual será a dimensão da redução de capacidade no acumulado do quarto trimestre porque esse volume pode variar conforme as mudanças no cenário de demanda. O executivo lembrou que há uma tendência de redução de vendas para empresas que atendem ao setor automotivo, em contrapartida à manutenção da demanda aquecida em setores como o de fabricantes de embalagens para a indústria alimentícia.

    A princípio, explica Gradin, uma unidade de petroquímicos básicos deveria trabalhar com taxa de utilização acima de 90% para se manter competitiva. Atualmente, a Braskem opera com 87%, segundo o executivo. "Se esse número cair mais três pontos porcentuais, é mais vantajoso interromper uma linha", disse.

     

    Fonte: Olhar Direto
    06-11-2008 | 11:11
    O bom desempenho dos segmentos de bens de capital e bens duráveis impulsionou a produção industrial em setembro.

    Sem ainda dar sinais claros de reflexos da crise financeira internacional e da elevação da taxa básica de juros a partir de abril, a produção industrial apresentou expansão de 1,7% em setembro em relação ao mês anterior, compensando a queda de 1,2% em agosto.


     

    Na comparação com o mesmo período do ano passado, a expansão foi de 9,8%. Na avaliação de economistas, no entanto, o setor deve sentir os impactos da crise a partir de outubro.

    "Outubro foi um mês de choque, em que as expectativas tanto de industriais como de consumidores devem ter sentido o maior impacto da crise.

    Isso se reflete em decisões de investimentos no curto prazo e também consumo", diz o economista da LCA Consultores Francisco Pessoa. Com o resultado de setembro, a indústria acumula crescimento de 6,5% no ano e de 6,8% em 12 meses.

    No terceiro trimestre de 2008, houve expansão de 6,7% frente a igual período de 2007, na série ajustada sazonalmente.

    Na comparação com o trimestre anterior, o crescimento foi de 2,7%. "O último trimestre deve ser mais fraco", diz Pessoa.

    A projeção da consultoria é de uma queda 1% em relação à média de julho a setembro, o que daria um crescimento de 3% em relação ao quarto trimestre de 2007.

    Com isso, a indústria encerraria o ano com expansão de 5,5%.

     

    Para 2009, a LCA espera um incremento menor, de 3,8%, no cenário básico, a 1,5%, no cenário adverso da economia. Segundo o economista da coordenação de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) André Macedo, os indicadores de outubro referentes ao desempenho do setor automotivo e à confiança da indústria apontam para uma redução de ritmo de atividade no final do ano. "Em outubro, apesar de contar com um dia útil a mais que o mesmo mês de 2007, haverá o efeito da base de comparação mais elevada do ano passado e as das férias coletivas das montadoras. A expectativa é de redução da taxa de crescimento da indústria", acrescenta a economista da Rosenberg Consultores Associados, Thaís Marzola Zara. Ariadne Vitoriano, analista da Tendências Consultoria Integrada, ressalta que o resultado de setembro foi influenciado pelo efeito calendário.

    A indústria contou com três dias úteis a mais no mês passado em relação a setembro de 2007 e um dia extra no comparativo com agosto deste ano. "A partir de outubro, se espera uma desaceleração para os próximos por conta da crise e do aperto monetário", diz. A forte alta da produção industrial em setembro foi liderada pelos investimentos em bens de capital e o consumo aquecido, que devem sofrer com a menor oferta de crédito. Bens de capital obteve a taxa de crescimento mais elevada, 25,8% em relação a setembro do ano passado. O resultado, segundo a Rosenberg, se refletiu no consumo aparente de máquinas e equipamentos, que avançou 21,8%.

    Com a forte expansão da produção de insumos típicos da construção civil (14,2%), a formação bruta de capital fixo cresceu 17,5% em setembro. A categoria de bens de consumo duráveis, por sua vez, registrou alta de 14,9% na comparação anual, com destaque para o avanço da indústria automobilística (15,7%) e eletrodomésticos (13,1%). Segundo a analista da Tendências um dos componentes observados para avaliar o desempenho industrial é o comportamento das vendas de veículos automotores.

    Os dados referentes a janeiro a outubro mostram sinais de desaceleração.

    Até setembro de 2008 o setor automobilístico comercializou 2,2 milhões de unidades em todo o País, considerando todas as vendas e licenciamentos de veículos nacionais e importados. O resultado representa um crescimento de 27% em relação ao acumulado nos nove meses do ano. Em dez meses, foram comercializados 2,44 milhões em 2008 diante de 1,98 milhão em igual período no ano anterior.

    O crescimento de 23,42% nas vendas ainda é robusto mas mostra uma diminuição no ritmo de expansão.

     

     

    Fonte: CBIC
    06-11-2008 | 11:11
    Responsável por parte do filé mignon das obras do PAC, o Ministério das Cidades ganhará espaço especial na vitrine do governo Lula no próximo ano.

    A proposta de Lei Orçamentária de 2009 prevê um aumento significativo de recursos aos programas de saneamento e habitação, dois carros-chefe da pasta do ministro Márcio Fortes.

    Somadas, as duas áreas contarão com R$ 7,2 bilhões: R$ 2,2 bilhões a mais que o previsto no Orçamento deste ano.

     

     ***

     

     Na contramão, o Ministério dos Transportes terá participação reduzida nos recursos totais do PAC.

    As dotações para construção, manutenção e recuperação de rodovias foram mantidas no patamar de R$ 6 bilhões.

    No entanto, a pasta terá R$ 200 milhões a menos para investir em novas obras.

    O PP de Márcio Fortes agradece, enquanto o PR do ministro Alfredo Nascimento vai suar a camisa este mês para ampliar as suas verbas.

      

     No cafezinho...

     

     Dia de fé I  

    Em plena solenidade de assinatura do convênio para reforma da Catedral de Brasília, projetada por Oscar Niemeyer, o secretário de Cultura do Distrito Federal, Silvestre Gorgulho, lembrava as demais igrejas construídas pelo comunista.

    São, pelo menos, sete espalhadas pelo Brasil e uma mesquita na Argélia.

    Pelo visto, Niemeyer, que é ateu, terá portas abertas no céu.

     

     Dia de fé II

     

     Na visita dos deputados ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, Jô Moraes, do PCdoB de Minas Gerais, levou um cordão da Nossa Senhora Desatadora dos Nós. "Bati com ele na mesa do ministro, mas não consegui desatar todos durante a reunião.

    Ali, ele está precisando mesmo de uma ajuda divina", disse a deputada.

     

    Fonte: CBIC
    06-11-2008 | 11:11
    O custo da construção civil, calculado pelo Sinduscon-Rio, subiu 0,61% em outubro, contra 0,76% em setembro. No ano, a variação atingiu 10,7%. Cimento (6,25%) e bloco de concreto (11,74%) lideram os reajustes, entre os 25 insumos pesquisados. Antônio Carlos Mendes Gomes, diretor da entidade, prevê que os custos do setor fecharão 2008 com alta de 12%.

     

     Freio à vista

     

     Dias úteis a mais empurraram indústria em setembro, mas setor deve desacelerar no fim do ano Os três dias úteis a mais em setembro deste ano ajudaram no bom resultado da indústria nacional no mês. Não fossem eles, em vez de 9,8%, a produção teria crescido 7,3% sobre setembro de 2007. No setor de bens de capital o recuo chegaria a cinco pontos percentuais; em duráveis, a variação cairia à metade, segundo as contas do IBGE.

     

    Ainda assim, a indústria foi muito bem no 3otrimestre, salienta Isabella Nunes, responsável pela pesquisa. O período julho-setembro teve a maior variação sobre o trimestre anterior desde 2004. O último trimestre de 2007, continua a técnica, também fora o melhor em três anos. Significa que, sem crise financeira, a produção industrial deste fim de ano já teria dificuldades para crescer, em razão da base inflada.

     

     A turbulência torna a missão ainda mais difícil. Nos últimos 30 dias, setores que representam cerca de um quarto da (23%) da indústria anunciaram suspensão temporária ou redução de produção. A cadeia automobilística, que tem peso de 9,8% na pesquisa, deu férias coletivas em outubro.

     

    Fabricantes de celulose (4%), minério (5,6%), junto com petróleo, gás e minerais não metálicos (3,6%), ligados à construção civil, também fizeram cortes. O resultado está por vir.

     

    Fonte: CBIC
    06-11-2008 | 11:11
    BC diz que ainda há riscos para comportamento 'benigno' da inflação.
    Acrescenta que o ajuste nos juros pode não acontecer de 'forma contínua'.

     

    O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que se reuniu na última semana e manteve a taxa de juros estável em 13,75% ao ano, divulgou nesta quinta-feira (6) a ata do encontro e avaliou que, diante dos sinais de aquecimento da economia, ainda continuam a ser "relevantes" os riscos de concretização de um "cenário benigno" (no qual as metas são cumpridas) para a inflação.

     

     

    O Copom informa que manteve os juros na semana passada por conta do cenário de crise financeira, que gera "maior incerteza". Mas acrescenta, porém, que o ajuste (neste caso, subida) na taxa de juros, que objetiva conter a subida da inflação, pode não acontecer de forma "contínua".

    "De fato, um cenário prospectivo desfavorável ainda se manifesta nas projeções de inflação consideradas pelo Comitê. O Copom considera, também, que a persistência de descompasso importante entre o ritmo de expansão da demanda e da oferta agregadas continua representando risco para a dinâmica inflacionária, mas avalia que a trajetória esperada dos gastos domésticos em consumo e investimento tornou-se mais incerta", diz a ata.

     

     

    "Nessas circunstâncias, a política monetária deve atuar, na medida em que o balanço dos riscos para a dinâmica inflacionária assim o requerer, por meio do ajuste da taxa básica de juros, ainda que não necessariamente de forma contínua, visando, por um lado, reduzir tal descompasso e, por outro, evitar que pressões originalmente isoladas sobre os índices de preços levem à deterioração persistente das expectativas e do cenário prospectivo para a inflação", avaliou o Copom, por meio da ata. 

     

    Metas de inflação

     

    No Brasil, vigora o sistema de metas de inflação, pelo qual o Copom tem de calibrar a taxa de juros para atingir uma meta pré-determinada para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Para este ano, e para 2009, a meta central é de 4,50%. Entretanto, há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Com isso, o IPCA pode ficar entre 2,50% e 6,50% sem que a meta seja formalmente descumprida.

    Para 2008, a estimativa do mercado é de que o IPCA some cerca de 6,3%. Para 2009, a projeção está em torno de 5% - acima da meta central de 4,5%. O BC já avisou que quer trazer a inflação para o centro da meta já no próximo ano. Por isso, vinha subindo os juros até este mês. Antes de interromper o processo de elevação da Selic em novembro, o Copom havia elevado os juros ininterruptamente desde abril. 

     

    Crescimento econômico

     

    Mesmo avaliando que ainda há descompasso entre a oferta e a demanda, e que há riscos para a obtenção de um cenário "benigno" para a inflação, no qual os preços convirjam para as metas do governo, o Banco Central admite que as perspectivas para a evolução da atividade econômica tornaram-se "mais incertas" desde a última reunião do Copom, ocorrida em setembro, com a piora da crise financeira internacional.

    "Em particular, os efeitos da crise internacional sobre as condições financeiras internas indicam que a contribuição do crédito para a sustentação da demanda doméstica pode arrefecer de forma mais intensa do que o que seria determinado exclusivamente pelos efeitos da política monetária. Adicionalmente, a intensificação da crise internacional parece ter tido efeito negativo sobre a confiança dos consumidores e empresários. Caso persista tal situação, o dinamismo da atividade passaria a depender crescentemente da expansão da massa salarial real e dos efeitos das transferências governamentais esperadas para este e para os próximos trimestres", diz o Copom, na ata de sua última reunião.

     

    Fonte: G1
    05-11-2008 | 17:11
    Um grande mutirão centrado na solidariedade teve início ontem em Mato Grosso, com o lançamento da campanha “Natal das Crianças”. O presidente do Sinduscon-MT, Luiz Carlos Richter Fernandes participou do lançamento da campanha, que é encabeçada pelo próprio  governador Blairo Maggi, tendo ao lado a secretária de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, Terezinha Maggi.

     

    A solenidade de lançamento contou também com a presença de vários secretários de Estado, empresários mato-grossenses e de outros estados do país, dos representantes do Lions, Rotary, da Maçonaria, igrejas católica e evangélica e lideranças comunitárias. Esta é a 6ª edição da maior campanha de solidariedade de Mato Grosso, o “Natal das Crianças”.

     

    Centenas de pessoas lotaram o Salão Nobre do Palácio Paiaguás, sede do governo estadual, para a apresentação oficial da campanha, que todos os anos reúne voluntários em todo o Estado, com o objetivo de arrecadar alimentos não perecíveis para garantir um natal com mais dignidade e solidariedade para milhares de famílias carentes.

     

    E o lançamento da campanha já serviu para confirmar doações: 759 toneladas de alimentos estão garantidas. Essas primeiras doações vêm da parte de empresários, secretários de estado, deputados e vereadores entre tantos outros parceiros, que além de prestigiar o evento também deram sua parcela de contribuição.

     

    O presidente do Sinduscon, Richter Fernandes, garantiu a participação do Sindicato e conclamou os empresários que atuam na construção civil, especialmente aqueles associados ao Sindicato, a contribuírem com a iniciativa realizando doações que vão beneficiar milhares de pessoas em todo Estado. Em cinco edições, a Campanha Natal das Crianças já arrecadou aproximadamente sete mil toneladas de alimentos, beneficiando milhares de pessoas em todo o Estado.

     

    Lorenzo Falcão

     

    Da Assessoria
    05-11-2008 | 17:11
    A 6ª edição do "Natal das Crianças", a maior campanha de solidariedade de Mato Grosso, foi lançada ontem pelo governador Blairo Maggi e pela secretária de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, Terezinha Maggi. A campanha reúne voluntários em todo o Estado, em prol de uma causa única: arrecadar alimentos não perecíveis para garantir um natal com mais dignidade e solidariedade para milhares de famílias carentes.

     

    No lançamento da campanha já foram anunciadas as doações de 759 toneladas de alimentos, feitas por empresários, secretários de estado, deputados, vereadores entre outros parceiros.

     

    Além da doação de alimentos, outras importantes doações para a operacionalização e bom andamento da campanha foram oficializadas durante a solenidade, tal como o galpão onde os alimentos são estocados, que foi cedido pela Açofer. O transporte das cestas até os municípios do interior foi doado pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Carga no Estado de Mato Grosso (Sindimat). "Tudo na campanha Natal das Crianças é feito em parceria. Sozinho o Governo do Estado não consegue atender a demanda das famílias carentes, que cresce a cada dia. Somos grato a estas pessoas que foram tocadas pelo sentimento de solidariedade e ouviram o nosso chamado, unindo forças nesta corrente em prol dos mais necessitados", destacou Terezinha Maggi.

     

    De 04 a 22 de novembro, os cidadãos mato-grossenses poderão realizar as doações para a campanha Natal das Crianças nos postos de arrecadação, instalados em todas as redes de supermercados de Cuiabá e Várzea Grande. Em cinco edições, a Campanha Natal das Crianças já arrecadou aproximadamente 7 mil toneladas de alimentos. (Com Assessoria)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 17:11
    Cuiabá ampliou o prazo de vacinação contra rubéola até 15 de dezembro. Todas os 65 Programas Saúde da Família (PSFs) e as 25 unidades básicas continuam com o mutirão de imunização para a homens e mulheres na faixa etária de 12 a 39 anos. Também serão intensificados ações nas principais maternidades, shoppings, supermercados e praças do município. De uma meta de 283,877 mil pessoas que precisam ser imunizadas, 17% ainda não foram vacinadas, o que representa cerca de 50 mil habitantes.

     

    A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de que 95% da população seja vacinada. Para chegar ao objetivo, já foram feitos até "arrastões" para aplicar vacinas de casa em casa, na região do CPA e do Tijucal. O mesmo ocorreu em Várzea Grande, onde a campanha continua também até dezembro, pois a cobertura vacinal atingiu só 83%, com 113 mil homens e mulheres imunizados, num universo de 135 mil pessoas.

     

    A coordenadora de Vigilância de Doenças e Agravos da Capital, Ivanete Fortunato, explica que 84% da população masculina na faixa etária indicada já está imunizada, contra 81,5% das mulheres, justamente aquelas de 20 a 39 anos que estão na idade reprodutiva. Todos devem se vacinar, inclusive mulheres que fizeram laqueadura. "O risco maior é transmitir a doença para gestantes".

     

    No Estado - Dados parciais da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde indicam que até 4 de novembro o Estado atingiu a cobertura vacinal de 90.44%, o que corresponde a vacinação de 1.331.883 pessoas, de uma meta original de 1.472.681 que devem ser vacinados.

     

    Noventa municípios do Estado alcançaram a média de cobertura vacinal preconizada pelo Ministério da Saúde, de 95%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 17:11
    O governo deve enviar nos próximos dias ao Congresso Nacional os novos parâmetros do Orçamento Geral da União de 2009 prevendo uma redução de 4,5% para 4% na estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), o que implica em menos R$ 15 bilhões de receitas e gastos públicos para o ano que vem. Será mantida a previsão de superávit primário equivalente a 3,8% do PIB e de mais 0,5% do PIB para formação do Fundo Soberano.

     

    A estimativa de comportamento do câmbio e da taxa básica de juros para 2009 será informada mais adiante, quando a equipe econômica tiver uma avaliação mais segura sobre o que de fato vai ocorrer com esses dois indicadores.

     

    A Agência Brasil apurou na área econômica que o ajuste efetivo do comportamento dos tributos depende, ainda, de uma nova estimativa da Receita Federal, o que vai ocorrer mais para o final do ano. No momento, o governo quer sinalizar aos parlamentares que, com a queda do ritmo do crescimento da economia, haverá na mesma proporção uma perda de tributos e risco de aumento de gastos, especialmente subsídios, que estão sendo destinados ao setor agrícola, e despesas com pessoal.

     

    O volume de recursos desembolsados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), por outro lado, deve passar de R$ 14 bilhões, em 2008, para R$ 18 bilhões em 2009, devido a um maior número de obras concluídas. É uma despesa de investimento que terá prioridade no governo pelos efeitos que pode trazer para a atividade econômica.

     

    A economia deve crescer cerca de 4% em 2009, segundo uma qualificada fonte do governo, em parte pelo efeito do atual crescimento e do que vai ocorrer no ano que vem. Caso em 2008 o crescimento anual fique em 5,0 % do PIB, haveria um efeito de carregamento (carry over) de 2% para 2009. Ou seja: é o efeito de parte desse elevado crescimento que vai passar para 2009, sendo necessário um esforço adicional de algo como 2% ao longo do ano para dar os 4% do PIB esperados pelo governo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 16:11
    O economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, disse que os indicadores industriais de setembro, divulgados pela entidade, não foram ainda contaminados pela crise financeira internacional. A fase mais aguda da crise foi iniciada no dia 14 de setembro, com a concordata do Lehman Brothers.

     

    "A crise se instalou em setembro nos mercados financeiros, mas não chegou no mesmo mês mercado real em hipótese alguma", disse durante entrevista coletiva. Para o economista, os efeitos na economia real mensuráveis pela própria pesquisa da CNI só deverão ser sentidos a partir do primeiro trimestre de 2009.

     

    Desempenho - Os indicadores de setembro divulgados pela CNI são todos positivos, com destaque para o crescimento de 10,2% nas vendas reais da indústria em relação ao mesmo mês do ano passado.

     

    Além disso, as horas trabalhadas na produção subiram 9,6% na mesma comparação, segundo Castelo Branco, o maior avanço nas comparações anuais desde o início da série histórica da CNI, em 2003.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 16:11
    A produção de bens de capital impulsionou a alta da produção industrial em setembro, que cresceu 1,7% em relação a agosto e 9,8% na comparação com mesmo mês do ano passado. Apesar de ter sido o mês em que a crise econômica chegou ao seu ápice, com a falência do Lehman Brothers, o início da queda livre das bolsas e a crise na concessão de crédito, a produção de bens de capital, que refletem o investimento na produção, apresentou alta de 3,7% em relação a agosto e de 25,8% em relação a setembro do ano passado.

     

    Segundo economista da coordenação de indústria do IBGE, Isabella Nunes, o "efeito calendário" teve um reflexo importante nos resultados da produção em setembro. No entanto, o crescimento seria forte mesmo sem esse efeito, ancorado na produção de bens de capital e na demanda doméstica. Até setembro, a produção de máquinas e equipamentos acumula alta de 18,9% no ano e de 20,1% nos últimos 12 meses. Os reflexos do agravamento da crise, no entanto, devem aparecer nos dados de outubro.

     

    Segundo Isabella, os resultados do mês passado devem mostrar os efeitos negativos das férias coletivas determinadas por alguns setores por causa da crise. "A indústria não mostra em setembro nenhum efeito da crise", disse. Mesmo assim, o mês passado será beneficiado por ter um dia útil a mais que outubro do ano passado. De acordo com Isabella, os efeitos da menor oferta de crédito para o setor produtivo deverão ocorrer, sobretudo, na produção de bens duráveis e de bens de capital (máquinas e equipamentos).

     

    "Os setores que vinham liderando o crescimento são os que mostram maior associação com o crédito, é possível que sejam os segmentos mais sensíveis a essa redução de crédito que está ocorrendo", disse. "O resultado reflete pouco a realidade recente. Em setembro, ainda não estavam totalmente claros os sinais de desaquecimento das economias do globo", afirmou o gerente de Análise Econômica e Riscos de Mercado do Banco Cooperativo Sicredi, Alexandre Barbosa.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-11-2008 | 16:11
    A maior área alagada do mundo pode vir a ser considerada uma das novas sete maravilhas naturais do planeta e os votos dos mato-grossenses podem decidir. Apesar de estar recebendo votos virtuais desde setembro, somente na próxima segunda-feira o Parque Nacional do Pantanal se lança oficialmente como candidato nacional ao posto por meio de um concurso na internet.

    A votação é organizada pela fundação New 7 Wonders, a mesma que promoveu a eleição, em 2007, das novas sete maravilhas monumentais. Na ocasião, o Cristo Redentor conquistou um dos títulos, que contribuem com a proteção de patrimônios naturais e construídos pelo homem.

    O Pantanal mato-grossense já é considerado Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Até ontem, no site da New 7 Wonders, estava na 102ª colocação entre mais de 300 sítios naturais de todo o mundo, superando, por exemplo, o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, mas atrás da Amazônia, o primeiro colocado brasileiro. Os 77 primeiros até o fim de 2008 serão submetidos a uma comissão da Unesco, que selecionará 21 finalistas, a serem anunciados em julho de 2009, para uma nova votação pela internet.

    “Essa campanha é de todo o Mato Grosso”, afirma José Augusto Ferraz, chefe do Parque Nacional do Pantanal. O título, ele diz, aumentaria a visibilidade do Parque, sensibilizaria o governo e o empresariado pela conservação da biodiversidade e pela criação de incentivos à exploração turística. Ele destaca que não foi iniciativa da gerência do Parque se lançar à candidatura. Esta foi uma decisão natural da própria entidade do concurso. “Os olhos do mundo estão voltados para o Pantanal e o Estado tem que abraçar essa campanha”, analisa Ferraz.

    No próximo dia 10, no Centro de Eventos do Pantanal, a partir das 9h, a comissão organizadora da campanha lançará oficialmente a candidatura do Parque numa apresentação para representantes do governo, empresários e imprensa. De 12 (Dia Mundial do Pantanal, segundo a comissão) a 14 (Dia do Rio Paraguai) de novembro, a campanha em Mato Grosso promoverá grandes ações em locais movimentados, como supermercados, praças e shoppings, estimulando as pessoas a votar. Quem quiser votar pode acessar o site www.votepantanal.com.br.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    05-11-2008 | 16:11
    O superintendente do Sebrae/MT, José Guilherme, em entrevista coletiva esta manhã, salientou a importância do desenvolvimento sustentável e local, tema central da expo Brasil, maior feira sobre desenvolvimento sustentável da América latina. “Só quando pararmos de criticar e mostrarmos que existem outros modelos exitosos a situação vai mudar”. 

    Para Guilherme, os painéis de experiência são a alma do evento, onde os “atores sociais” mostram as experiências que deram certo, trocam informações e ensinam uns aos outros. Para ele, essa é uma forma de inclusão social, onde você reaproveita experiências bem sucedidas com ações da sociedade civil. 

    O superintendente do Sebrae usou dados como o aumento do custo dos fertilizantes – de 74% nesse ano- para lembrar que o atual modelo de desenvolvimento afetará pesadamente o bolso dos consumidores até se tornar inviável. Ele fala da necessidade de reflexão e da busca por outras opções como a agricultura orgânica. 

    Já Caio Ribeiro, coordenador da expo Brasil, salientou a necessidade de mostrar para a sociedade que existe outra forma de desenvolvimento onde a sociedade local é protagonista. Para ele, as todas as experiências que já existem, como o Kanjinjin de Vila Bela, e irradiá-las. 

    “Crise também pode significar oportunidade e tornar algo que antes era isolado e alternativo em comum”, comentou Caio ao se referir à agricultura orgânica em meio à crise mundial. Ele salientou que esse método emprega mais pessoas, distribuindo mais renda e sendo uma solução para os pequenos produtores. 

    “A sociedade já pensa no consumo consciente, não é mais papo de ambientalista, é cotidiano” finalizou o coordenador da expo Brasil. 

    Expo Brasil – Realizada pela primeira vez em 2002, a expo Brasil surgiu a partir de fóruns de desenvolvimento local. Atualmente é a maior feira do tema na América Latina e conta com a participação de mais treze países – Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Costa Rica, Cabo Verde, Estados Unidos, Nicarágua, Peru, Paraguai, Portugal e Uruguai.
    Seu objetivo é mobilizar a sociedade para a troca de experiências e reconhecimento da potencialidade. A partir daí espera-se uma organização dos atores sociais locais para gerar mais oportunidades. 

    A expo Brasil ocorrerá de 12 à 14 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal.

     

    Fonte: Olhar Direto
    05-11-2008 | 16:11
    Os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão sendo analisados com maior rigor pelos investidores europeus diante da cautela imposta pela crise financeira.

    Existe interesse em participar dos empreendimentos apresentados pelo governo brasileiro, mas no curto prazo a dificuldade de obtenção de financiamentos é o principal obstáculo. A avaliação foi feita por especialistas que participaram ontem das apresentações sobre o PAC realizadas em Londres.

     

     Até mesmo os membros do governo reconhecem que o momento é de dificuldade para o levantamento de recursos.

    O programa prevê o aporte privado de US$ 280 bilhões até 2010, valor que complementará os desembolsos do Orçamento e das estatais federais. Para atrair os estrangeiros, o discurso recai sobre as oportunidades que o País reserva para o longo prazo.

    "Neste momento os investidores estão receosos", afirmou Alexandre Meira da Rosa, secretário do Ministério do Planejamento.

    "Mas oferecemos investimentos seguros, com boa taxa de retorno."

    Ele avalia que o País não precisa de financiadores, mas investidores.

    "Queremos que comprem participações acionárias e compartilhem o risco."

     

     Para Romero Brito, da Secretaria de Relações Comerciais da Embaixada do Brasil no Reino Unido, o motivo do elevado número de participantes no evento é explicado pelo fato de o PAC oferecer "projetos concretos, e não de papel".

    "Estamos em uma crise financeira, de papel, essa é uma oportunidade para o investidor fugir disso." O evento contou com o detalhamento dos projetos considerados com maior potencial de atração de capital externo: rodovias, portos, ferrovias e exploração de petróleo e gás.

    Entre as empresas que enviaram representantes estão a Balfour Beatty Rail Projects (ferrovias), Accenture (consultoria), BP (petróleo), Currie & Brown (com experiência de PPPs na América Latina), Hok International (arquitetura) e Sumitomo Mitsui Banking Corporation.

     

     Os participantes questionaram as perspectivas para as exportações brasileiras, uma análise relevante para os investimentos nos portos, por onde transitam hoje 95% do volume das vendas externas. "Se por um lado o cambio traz preocupação, por outro ajuda a mitigar as perdas dos exportadores com a queda do preço das commodities", respondeu Rosa.

     

     A advogada Grazielle Hugues, do escritório Dewey & LeBoeuf, constata atraso em projetos até no Oriente Médio devido à crise.

    Segundo ela, empreendedores tiveram de renegociar cláusulas dos financiamentos, provocando a postergação do fechamento dos negócios.

    "Hoje o problema é conseguir empréstimos, está difícil."

     

     

    Fonte: CBIC
    04-11-2008 | 12:11

    Caso a resposta à solicitação de desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) seja negativa, o consumidor vai sofrer com preços mais caros e desabastecimento de produtos da construção civil.

     

    É o que afirma o diretor titular do Deconcic (Departamento da Indústria da Construção) da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), José Carlos de Oliveira Lima.

     

     

    Ele explica que, com a desoneração, as empresas vão poder investir na tecnologia que fabrica o produto sem amianto, promovendo competitividade no setor. Com competição, haverá redução dos preços, podendo ficar semelhantes aos dos produtos com a substância.

     

     

    Dessa forma, o consumidor final - principalmente, o de baixa renda - não sofrerá aumento dos custos de telhas, caixas d'água, tubos, placas para paredes, entre outros, nem desabastecimento, que é o grande receio de Oliveira Lima, pois, se a resposta ao pedido for negativa, as empresas vão fechar as portas e haverá falta de produtos no mercado.

     

     

    Substituição complexa


     

    De acordo com a pesquisa da Fiesp "O Papel dos Produtos de Amianto na Cadeia da Construção Civil - Dimensão Econômica e Efeitos Concorrenciais", encomendada à FGV (Fundação Getulio Vargas), o amianto como fibra de reforço na produção de fibrocimento pode ser substituído por:

     

     

    * Resinas plásticas derivadas do petróleo: álcool polivinílico (PVA) ou polipropileno (PP), com uso concomitante de uma fibra de processo (celulose);


     

    * Fibras vegetais, como a celulose autoclavada.

     

     

    Essas últimas não representam uma solução tecnológica viável, pois são processos que precisam ser aprimorados e ainda são estudados por diversas instituições acadêmicas no país.

     

    Em relação ao PP, a Brasilit - única empresa que oferece produtos de fibrocimento sem amianto - é também o único fabricante no mundo que domina essa tecnologia, sendo que sua capacidade de produção é de cerca de 10 mil toneladas por ano.

     

     

    Dessa forma, a utilização do PP como substituto não é viável, já que exigiria um tempo longo de aprendizagem daqueles que não possuem domínio da tecnologia. A adesão também implicaria a aposta em uma solução em desenvolvimento por apenas uma empresa no mundo, o que representa um risco, diz o estudo.

     

     

    Solução em PVA


     

    Nesse contexto, a substituição mais adequada é pelo PVA. Porém, a tecnologia precisa de uma adaptação de processo para ser implementada, além de uma curva de aprendizado. Além disso, apenas dois países produzem fibras de PVA - China e Japão -, cuja capacidade produtiva é de 44 mil toneladas por ano.

     

    Assim, a oferta da solução que existe hoje não é suficiente para suprir o mercado brasileiro. Afinal, seriam necessárias 43 mil toneladas de PVA, equivalente a tudo que se produz, e é consumido, no mundo hoje.

     

    Além disso, as indústrias dos produtos de fibrocimento trabalham no limite de sua capacidade de produção. Com a substituição cautelosa, seria necessário reduzir a produção, pois pelo menos uma linha precisa ser paralisada para efetuar as adaptações. Ou seja, a proibição abrupta implicaria a paralisação de todas as linhas de produção.

     

    Além disso, a construção civil continuará em ritmo acelerado de crescimento nos próximos anos - projeções da FGV indicam que a demanda crescerá 25% até 2010 - e a indústria já tem dificuldade de suprir o abastecimento.

     

     

    Legislação


     

    Em julho de 2007 foi sancionada a Lei 12.684, que proibe o uso, em todo o estado de São Paulo, de produtos, materiais ou artefatos que contenham amianto ou asbesto, a partir de primeiro de janeiro de 2008.

     

    A Lei originou-se dos perigos que o amianto traz à saúde. Entre algumas doenças relacionadas, estão a asbestose (doença crônica pulmonar de origem ocupacional), cânceres de pulmão e do trato gastrointestinal e o mesotelioma (tumor maligno raro e de prognóstico sombrio, que tem um período de latência em torno de 30 anos).

     

     

    Debates


     

    Porém, a sanção gerou muitas discussões sobre a necessidade de substituir o amianto na produção do fibrocimento de forma cautelosa. Isso porque a proibição abrupta tiraria do mercado cerca de 69% (1,8 milhão de tonelada) dos produtos de fibrocimento - segundo dados da PIS (Pesquisa Industrial Anual), do IBGE, referentes a 2006.

     

     

    Afinal, essa é a participação do produto com amianto em um total de 2,7 milhões de toneladas de fibrocimento (com e sem amianto) do mercado de 2006.

     

     

    Para amenizar os efeitos desta medida, em fevereiro de 2007, o Sinaprocim (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento) solicitou a desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos materiais de fibrocimento sem o amianto.

     

    Fonte: FIEMT
    04-11-2008 | 12:11
    Apesar do receio de desaquecimento econômicono Brasil, o preço dos materiais de construçãodeve continuar alto nos próximos meses, segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). "Muitas pessoas estão no meio da reforma da casa e elas não vão deixar de comprar porque o produto está caro", diz Hiroshi Shimuta, diretor da Anamaco.  

     

    A demanda mais forte, segundo ele, vem dos materiais de base, como cimento, aço, areia e tijolo. O índice da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) confirma a tendência. Em setembro, as vendas de materiais de base cresceram 38,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a comercialização de materiais de acabamento cresceu 7,46% na mesma comparação. 

     

    Resultado deste cenário é que a demanda aquecida esgotou os estoques de cimento da indústria, no início de outubro, de acordo com Sindicato do Comércio Varejista de Materiais de Construção, Maquinismos, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros de São Paulo ((Sincomavi). "A dificuldade do mercado de material de construção começou a partir das grandes obras. Mas quando falo disso, falo de cimento", afirma Reinaldo Pedro Correa, presidente do Sincomavi. 

     

    A Abramat estima que o ritmo de crescimento atual siga até o segundo semestre de 2009. "Muitas obras estão no começo e ainda há muitos materiais de acabamento que necessariamente serão consumidos", diz Melvyn Fox, presidente da entidade. 

     

    Ele afirma, contudo, que não haverá falta de produtos de acabamento como ocorreu com o cimento. "As indústrias investiram muito em ampliação da capacidade produtiva e não há nesse momento falta de materiais de construção", afirma.  

     

    Preços 

     

    Para o consumidor, a demanda se reflete na alta dos preços. Os materiais de base foram os principais responsáveis na elevação nos preços em 2008, medidos pelo Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em outubro, o INCC apresentou inflação de 0,85% em relação a setembro, quando cresceu 0,94%.  

     

    Os preços de materiais elétricos e acabamentos em metais como aço e cobre também podem subir nos próximos meses, segundo Fox. "O dólar valorizado gera um custo maior em insumos que dependem de commodities", afirma. Segundo Shimuta, o risco de aumento será maior se a cotação do dólar permanecer alta por muito tempo e chegar aos combustíveis e afetar o preço dos transportes. "Metade dos nossos custos estão relacionados ao transporte, porque o nosso produto é muito pesado", diz. Segundo ele, alguns itens já estão sofrendo reajuste de 6% a 10%, por causa do dólar.  

     

    Medidas  

     

    Na semana passada, o governo anunciou a criação de uma nova linha de financiamento do capital de giro das empresas de construção civil. O objetivo da medida é conter o desaquecimento do setor, que é um grande empregador. 

     

    A linha será formada por meio da liberação de 5% dos depósitos da caderneta de poupança e poderá atingir R$ 11 bilhões. Hoje, os bancos têm de destinar 65% dos depósitos da poupança ao crédito imobiliário. A partir de agora, 5% entre os 65% poderão ser usados para financiar as construtoras. A decisão dependerá dos bancos. A Caixa Econômica Federal antecipou que oferecerá R$ 3 bilhões para cobrir custos de construção e compra de carteira de recebíveis das empresas. 

     

    A Abramat apóia as medidas anunciadas pelo governo para fortalecer o setor. Mas Fox diz que ainda seria necessário um auxílio para o cliente final. "Achamos importante dar prazo a esse consumidor com ampliação de prazo, mais recursos disponíveis e redução da taxa de juros", diz. Segundo Shimuta, a construção auto-gerida, em que o próprio cliente faz a reforma ou o "puxadinho", representa 60% das vendas do setor. 

     

    Fonte: Mídia News
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