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Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    13-09-2008 | 12:09
    A Secretaria de Desenvolvimento do Centro-Oeste (SCO), do Ministério da Integração Nacional e o Banco do Brasil, juntamente com o Conselho de Desenvolvimento Agrícola de Mato Grosso (CDA) e o Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (CEDEM), se reuniram na manhã desta sexta-feira(12.09) para discutir as diretrizes e prioridades na aplicação dos recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) em Mato Grosso, para o exercício de 2009.

    A reunião foi realizada no auditório da Federação do Comércio do Mato Grosso (Fecomércio). Foram apresentadas sugestões para elaboração de propostas a serem incluídas na programação do FCO para o próximo ano, sempre considerando as diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), o Plano Estratégico de Desenvolvimento do Centro-Oeste (PEDCO) e os Planos Regionais de Desenvolvimento. 

    Segundo o secretário de Desenvolvimento do Cen tro-Oeste, do Ministério da Integração Nacional, Totó Parente, de 2006 para 2007 a aplicação dos recursos do Fundo cresceram mais de 50%. “Em 2009 esperamos aumentar a aplicação desses recursos possam contribuir decisivamente para o progresso do Estado com a geração de emprego e renda, essa é uma determinação do Presidente Lula e do ministro Geddel Quadros Vieira Lima” relatou Parente .

    De acordo com o gerente de mercado do Banco do Brasil, Paulo Borges, existem R$ 423 milhões para financiamentos este ano. Cerca de 102 projetos estão em análise e os recursos já estão garantidos. “Informamos aos empresários que querem investir em qualquer atividade econômica que temos recursos na área empresarial e rural. E as operações de valor até 50 mil reais podem ser feitas na própria agência”, afirmou Borges.

    Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Rural, Neldo Egon, o FCO é uma ferramenta importante para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso. “Noss o maior desafio é a realização do FCO Itinerante, levar a informação ao produtor onde ele estiver, pois, se no comércio já é difícil acesso aos recursos, imaginem no interior, devido as distâncias das agências, falta de projetistas capacitados e carência tecnológica. Já agora, após as eleições, nossa equipe estará se dirigindo aos municípios que ainda não foram contemplados e em 2009 nossa meta é aplicar 100% dos recursos disponíveis”, disse o secretário.

    Para lembrar a importância do FCO o secretário-adjunto de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Rodrigues Palma, que foi deputado federal constituinte, responsável pela aprovação comentou que o fundo foi criado em 1988 com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento econômico e social do Centro-Oeste brasileiro. “Precisamos estar atentos na aplicação dos recursos do FCO e atingir 100% de investimentos no Estado”, observou.

    O FCO está vinculado ao Ministério da Integração Nacional e tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste.

    Participaram da reunião o diretor de Promoção de Investimentos da SCO, Frederico Vitório Valente, o coordenador do FCO Sérgio Chaves Lima, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Luiz Carlos Alécio, o superintendente de Política Agrícola (Seder), produtores rurais, empresários e economistas.

     

    Fonte: SICME
    13-09-2008 | 12:09
    O crescimento do PIB no segundo trimestre foi uma surpresa tanto para os analistas como para o governo. 

     

     A economia brasileira mostrou um vigor bem maior do que o previsto pela melhor das expectativas, seja de quem for.

     

     

     De abril a junho o Produto Interno Bruto avançou 6,1% em relação ao mesmo período de 2007.

     

     

     Nos 12 meses anteriores a junho, o produto subiu 6,6% e 1,6% ante ao primeiro trimestre do ano, todos índices já dessazonalizados.

     

     

     É a maior expansão para um primeiro semestre desde o bom ano de 2004. O crescimento do segundo trimestre, em termos anualizados, é o maior desde o início da série histórica do IBGE iniciada em 1996.

     

     

            O bom desempenho do PIB nesse período teve dois "donos": o agronegócio (que cresceu 3,8% ante o primeiro trimestre e 7,1% em relação ao período de abril a junho de 2007) e os investimentos, que expandiram 16,2% na comparação com o mesmo período de 2007, o 18 aumento trimestral consecutivo.

     

     

     Na relação com os 12 meses anteriores até junho, o salto foi de 15,5%.

     

     

    Como mostraram os técnicos do setor de Contas Nacionais do IBGE, essas duas conquistas também são as maiores desde 1996.

     

     

            A análise dos números do instituto revelam, no entanto, que toda essa expansão está essencialmente vinculada ao consumo das famílias, que avançou no segundo trimestre ao ritmo de 6,7% ao ano.

     

     

    Vale lembrar que o consumo interno aumentou pelo 19 trimestre consecutivo.

     

     

    Os técnicos do IBGE ponderaram que esse consumo está sustentado , primeiro, pelo expressivo aumento de 8,1% da massa salarial no segundo trimestre tanto quanto pelo aumento do crédito, que alcançou salto 32,9% no crédito ao consumidor.

     

     

     Os gastos do governo também cumpriram seu papel com o aumento de 5,3% nas despesas do setor público no período.

     

     

     Os analistas do instituto, no entanto, foram enfáticos: o PIB não subiria o que subiu sem o definitivo "empurrão" dos investimentos.

     

     

            Esse último item é, de fato, o ponto relevante.

     

     

     A Formação Bruta de Capital Fixo atingiu 18,7% do PIB no segundo trimestre, o maior índice desde 2000.

     

     

    O salto nos investimentos foi sustentado pelo avanço nos bens de capital e pela construção civil.

     

     

     O setor de máquinas e equipamentos cresceu 19,9% na taxa anualizada, referência junho, enquanto as importações do setor saltaram 51,2%, demonstrando de modo inequívoco a modernização do parque industrial brasileiro.

     

     

     Os analistas insistem também que esse grau de investimento acalma as preocupações maiores com a expansão do consumo.

     

     

            Porém, é preciso observar que o investimento brasileiro dependeu quase que totalmente da ação do setor privado, porque o setor público faz escolhas de despesas que, em absoluto não privilegia o investimento, apostando em gastos correntes crescentes.

     

     

    Os dados do IBGE exibiram bem esse fato.

     

     

    O consumo do governo cresceu 5,3% no segundo trimestre em relação ao primeiro. O coordenador de Contas Nacionais do IBGE, Roberto Olinto, explicou que o consumo do governo, que inclui a administração direta, compreende os salários e os gastos de custeio na provisão de serviços, mas não os investimentos do setor público em infra-estrutura, por exemplo.

     

     

     É exatamente por esse motivo que o PIB avança, os gastos do governo com salários do funcionalismo ajudam muito nessa expansão, mas as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) seguem no conhecido ritmo lento.

     

     

     

            É fato que a continuidade e ritmo de investimentos, o País ampliou a capacidade de crescimento sem gerar descontroladas pressões inflacionárias.

     

     

    Essa visão, no entanto, não é compartilhada pela maioria dos integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom), que anteontem elevou em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juro, pela quarta vez consecutiva.

     

     

     

     É verdade que três dos oito diretores do Banco Central que integram o Copom preferiam uma avanço mais comedido nos juros.

     

     

     Essa divisão confirma que o governo precisa avaliar melhor onde está o seu próprio nó. Enquanto o setor privado investe, aumentando o potencial da capacidade instalada, o governo acentua a pressão dos juros para colocar um torniquete no consumo.

     

     

    Ao mesmo tempo não investe no que é sua função primeira: garantir logística de energia ou transporte para que o setor privado potencialize o investimento que fez, ampliando espaço inclusive no mercado externo.

     

     

     

     Sem resolver esse nó, o PIB até avança, mas em padrões bem inferiores ao alcançado pela concorrência das demais economias emergentes.

     

    Fonte: CBIC
    13-09-2008 | 12:09

    A alta acumulada acima de 20%, em 12 meses, dos preços de materiais básicos de construção, sendo alguns acima de 30%, está provocando o desequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de execução de obras públicas e privadas das construtoras, "podendo, inclusive, inviabilizar as obras do PAC", afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe. "Será preciso rever os contratos já acertados e reavaliar o valor das licitações", completou. Watanabe explicou que os empresários do setor da construção civil têm o dever de rechaçar aumentos especulativos das matérias-primas "e apoiar as ações dos fabricantes de materiais de construção, na ampliação de sua capacidade produtiva".

     

    Mesmo assim, na próxima semana o setor deve negociar com o Ministério da Fazenda alterações tributárias, como a redução da alíquota de importação de materiais de construção, para compensar o aumento do preço interno. De acordo com o Sinduscon-SP, nos primeiros sete meses de 2008, dos R$ 16,5 bilhões autorizados, apenas, pouco mais de R$ 0,5 bilhão foi pago. "O programa ainda não deslanchou. Isso precisa mudar".

     

    Dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) mostram que passados mais de oito meses do ano, o ritmo de aplicação em obras do PAC ainda é lento. Dos quase R$ 18 bilhões previstos em orçamento, apenas R$ 6,8 bilhões foram efetivamente desembolsados, incluindo os "restos a pagar". Em termos de empenhos, o governo federal comprometeu R$ 8,5 bilhões esse ano, o que equivale a 47% do montante autorizado. Especificamente em agosto, o ritmo dos empenhos foi acelerado. Segundo o Siafi, os órgãos públicos, excluindo as empresas estatais, desembolsaram quase R$ 1,7 bilhão em agosto.

     

     

    Fonte: NTC e logística
    13-09-2008 | 12:09
    A falta de cimento no Nortão está prejudicando o ritmo de obras residenciais e comerciais em vários municípios. Conforme Só Notícias informou ontem, em Nova Mutum falta cimento e várias obras estão andando a passos lentos. Situação semelhante ocorre em Sorriso, onde a maioria das lojas também está sem cimento, comprometendo o setor da construção civil. E o pior, junto com a escassez da matéria-prima vem o aumento dos preços, em Mutum está na casa dos R$ 27 e em Sorriso a média é de R$ 25 a saca.

    O gerente de uma loja, José Carlos, disse ao Só Notícias que “a fábrica em Nobres informa que passou por problemas em um dos fornos e demora estabilizar a produção”. Outra situação apontada pelo gerente é a crescente demanda. “A procura por cimento aqui em Sorriso vem aumentando há vários meses seguidos”, declarou.

    A situação não se restringe apenas a Mato Grosso. As vendas no mercado brasileiro atingiram 33,297 milhões de toneladas nos primeiros oito meses do ano, crescimento de 14,97% em relação ao observado entre janeiro e agosto de 2007, quando foram vendidas 28,961 milhões de toneladas de cimento no país.

     

    Fonte: Só notícias
    13-09-2008 | 12:09
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que uma possível discussão para mudanças na tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física só aconteceria depois de aprovada a reforma tributária.

    A declaração foi dada nesta sexta-feira (12) em meio a um comentário de reportagem publicada na revista inglesa The Economist, que diz que o Brasil é o país da classe média. Em relação à publicação inglesa, ele disse que o objetivo do governo é melhorar ainda mais a ascensão social. "O País está indo muito bem, está criando mobilidade social, de modo que a classe média hoje é a classe dominante", afirmou, segundo a Agência Brasil.

    O que acontece, atualmente, é que a tributação indireta, que incide sobre o consumo, tem peso maior na carga tributária do que a tributação direta, que incide sobre patrimônio e renda. Tudo isso torna o sistema tributário regressivo, onerando mais as pessoas de menor poder aquisitivo.

    Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a situação só irá se inverter quando os tributos diretos superarem os indiretos. Para isso, o instituto defende a ampliação das duas faixas de tributação existentes para uma tabela com 12 faixas pagantes, com o tributo incidindo mais sobre as pessoas com maior poder aquisitivo. Haveria uma primeira faixa com alíquota de 5% para rendimentos mensais entre R$ 1.257 e R$ 2.000, crescendo progressivamente.

    A faixa intermediária, por exemplo, teria alíquota de 27,5% e incidiria sobre rendimentos entre R$ 6.500 e R$ 8.000. A última faixa de tributação, de 60%, seria para pessoas com renda mensal acima de R$ 50 mil.

    Outra proposta

    Um projeto de Lei 3.089/08, dos deputados Luciana Genro (RS), Chico Alencar (RJ) e Ivan Valente (SP), todos da bancada do Psol, prevê alíquotas que variam de 5% a 50%.

    A proposta, que tramita em caráter conclusivo na Câmara dos deputados, será analisada pelas comissões de Finanças e tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Segundo a Agência Câmara, caso seja aprovada e sancionada, entrará em vigor já em 2009.

    O projeto aumenta a faixa de isenção do IR de R$ 1.372,82 para R$ 1.904,85 e amplia o número de alíquotas de duas para sete, a partir do próximo ano. Além disso, a dedução por dependente da renda tributável passa de R$ 137,99 para R$ 191,47, sendo que as deduções totais saltam para R$ 3.596,96 ao ano por pessoa.

     

     

    Fonte: Só noticias
    13-09-2008 | 12:09
        A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, enviou alerta de baixa umidade do ar às defesas civis dos Estados do Mato Grosso, Minas Gerais, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia, Goiás e Distrito Federal.
         
         Amanhã (13/09) e domingo (14/09), a presença de uma massa de ar seco mantém as condições de baixos índices de umidade relativa do ar no centro-oeste da Bahia, no centro-sul do Piauí, no centro-sul do Maranhão, no Tocantins, no norte e noroeste de Minas Gerais, no centro-leste e nordeste do Mato Grosso, no centro-norte de Goiás e no Distrito Federal. Persiste o alerta de que a umidade relativa mínima ficará abaixo dos 30% no Piauí e no Maranhão. Nos outros Estados, a umidade relativa mínima ficará em torno dos 20%.
         
         A Secretaria Nacional de Defesa Civil desaconselha atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10 e 17 horas, especialmente entre as 14 e 16 horas, período do dia em que a umidade do ar fica mais baixa. Orienta-se também para a ingestão de bastante líquido para não ter problemas de desidratação.
         
         Alerta-se também que o tempo seco aumenta o risco de incêndios florestais. Com isso, recomenda-se orientar a população para não fazer fogueiras nas proximidades de matas e florestas. Além disso, os motoristas que trafegarem por regiões sujeitas a incêndios deverão ter atenção redobrada devido à visibilidade reduzida pela fumaça, e também evitarem jogar pontas de cigarros para fora dos veículos.
         
         Com a divulgação de alertas, a Sedec pretende evitar a perda de vidas, danos ao patrimônio e ao meio ambiente e também incentivar a adoção de medidas preventivas pela população, governos estaduais e municipais. Os alertas preventivos emitidos para os Estados são baseados em informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec).

     

    Fonte: 24 Horas News
    13-09-2008 | 12:09
    O Teatro Mosaico apresenta a sua versão de “Romeu e Julieta” hoje e amanhã no Parque Mãe Bonifácia. Espetáculo é encenado com bonecos

    Este final de semana as famílias cuiabanas têm mais um motivo para ir ao parque Mãe Bonifácia. A Companhia de Teatro Mosaico retorna à capital com o espetáculo “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. A peça está em cartaz nos dias 13 e 14 de setembro, hoje a amanhã, às 18h, na concha acústica do Parque. A entrada é franca.

    O universo de Shakespeare é um dos mais visitados no mundo do teatro. A sua peça Romeu e Julieta é provavelmente a mais encenada e adaptada dentre todas, além de receber inúmeras adaptações para o cinema, entre elas a do diretor Franco Zeffirelli (1968), e mais recentemente Romeo + Juliet (1996) do diretor Baz Luhrmann, com Leonardo di Caprio no papel de Romeu, e Claire Daines como Julieta. Porém, é realmente no teatro que este texto se realiza. No Brasil, a montagem do Grupo Galpão de Romeu e Julieta (1992) teve tamanha proeminência que foi encenada no ano de 2000, no Globe Theatre, em Londres, teatro onde o próprio autor, William Shakespeare montava suas peças.

    Nesta montagem da Companhia Teatro Mosaico, a estória de Romeu e Julieta é contada por atores-bufões que se utilizam bonecos para dar vida aos personagens do clássico shakespeareano. Esta é a primeira investida da companhia em uma montagem que utiliza bonecos de manipulação direta em cena e para esta empreitada contou com o trabalho de Carlos Gattas Pessoa, o premiado “Carlão dos Bonecos” para a confecção dos mesmos.

    Desde os tempos medievais, o teatro de bonecos encantava as feiras das cidades. Títere era o nome dado aos bonecos de manipulação com os quais os artistas viajavam pelas aldeias e feiras levando teatro de bonecos aos mais longínquos rincões. O titereiro era um itinerante e está prática teatral se estendeu com bastante ocorrência até o início do século XX. A proposta cênica desta montagem, sob a direção de Sandro Lucose, possibilita o retorno desta prática uma vez que a cena é montada diante da platéia. A clássica empanada, característica do teatro de bonecos e a cortina vermelha característica das montagens de Shakespeare estão presentes no cenário da montagem do Teatro Mosaico para Romeu e Julieta.

    A saga dos amantes impossíveis da cidade de Verona, Romeu e Julieta, filhos de duas famílias rivais da cidade é uma obra prima. Romeu é um Montecchio e Julieta uma Capuleto, mas nem mesmo a ferrenha rivalidade de suas famílias é capaz de impedir o destino de suas vidas. Ao se conhecerem furtivamente em um baile de máscaras, se apaixonam perdidamente um pelo outro. Casam-se secretamente sem o consentimento de seus pais, mas uma fatalidade os separa, Romeu é exilado e tem que deixar sua amada esposa. Para poder reaver seu amor, Julieta tem que passar por um sacrifício semelhante à morte, porém o plano de fuga dos dois não tem êxito e para poderem ficar juntos para sempre legitimam suas juras de amor com a própria vida.

    O Teatro Mosaico está fazendo treze anos e comemora com uma circulação das suas peças pelo Brasil adentro. Está exibição tem o apoio do Fundo Estadual de Cultura e do Banco da Amazônia que inclusive está com edital aberto no seu site: www.bancoamazonia.com.br até o dia 19 de setembro visando o patrocínio de: feiras, congressos e exposições; filmes de curta-metragem; livros e revistas técnicas voltados ao desenvolvimento sustentável e empreendedorismo consciente da Amazônia; projetos de música e artes cênicas e show cultural. (com assessoria)

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    13-09-2008 | 12:09
    Ministério da Saúde autorizou que MT estenda a imunização até 30 de setembro, para que meta de 1,5 milhão de pessoas de 12 a 39 anos seja alcançada

     

    Em Mato Grosso, pouco mais de 1 milhão de pessoas foram vacinadas durante a campanha nacional para erradicação da rubéola: 568.315 mulheres (78,12%) e 527.170 homens (70,74%). Embora a cobertura vacinal de 78,74% do total de 1,5 milhão de pessoas ser considerada expressiva, o Ministério Saúde recomendou a prorrogação da imunização contra a doença até o dia 30 deste mês. São cerca de 1.600 postos fixos distribuídos em todo o Estado e aproximadamente 150 unidades volantes. Em Cuiabá são 86 postos de vacinação – centros de saúde, policlínicas, Centro de Especialidades Médicas (CEM) e unidades do Programa Saúde da Família (PSFs).

    A meta, conforme a Secretaria Estadual de Saúde (SES), é vacinar mais de 1, 5 milhão de pessoas. No Brasil, o total ultrapassa a casa dos 70 milhões. Devem ser vacinadas todas as pessoas com idade entre 12 e 39 anos, independentemente do sexo, exceto mulheres que estejam nos três primeiros meses de gestação.

    Além de Mato Grosso, a ampliação do período de vacinação vai atingir outros 11 estados – Amapá, Amazonas, Acre, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Goiás, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. Em todo o Brasil foram mais de 52,4 milhões de pessoas vacinadas.

    Os homens, segundo a SES, são o principal alvo da campanha. Conforme a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SES, Mirian Estela de Souza, a vacina de rotina era aplicada apenas em crianças de até cinco anos de idade e em mulheres de qualquer faixa etária, desde que não estivesse nos três primeiros meses de gestação. “Isso permitia que o vírus continuasse a circular. Por isso a inclusão dos homens nessa campanha de erradicação da doença”, afirma Mirian.

    Ela explica que a maioria dos casos da doença era registrada em homens da faixa etária ativa. “Por isso o Ministério determinou a vacinação em todas as pessoas com idades entre 12 e 39 anos, independentemente do sexo”, diz. Um balanço do MS mostra que os homens procuram menos os postos de vacinação. Informações preliminares indicam uma adesão maior das mulheres nesta campanha. Foram 24,5 milhões de pessoas do sexo masculino e 27,8 milhões do feminino.

    Conforme o Ministério da Saúde, em 2007 foram mais de 8.684 casos confirmados no país. Em Mato Grosso, este ano, foram 11 notificações entre Cuiabá, Várzea Grande, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Sorriso.

    RECOMENDAÇÃO – As pessoas que têm intenção de doar sangue devem aguardar um período de 30 dias para realizar a doação após a imunização. Conforme a enfermeira técnica responsável pela rubéola no Estado, Dalva Brunca, os anticorpos da vacina podem alterar no resultado falso-positivo do exame de sorologia (Doença de Chagas, Hepatite, Aids).

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    13-09-2008 | 12:09
    Para atingir os 100% de aplicação dos recursos estimados pelo secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste (SCO), Totó Parente, para 2009, o próximo passo a ser dado é colocar em prática o projeto FCO Itinerante, que percorrerá as principais regiões do Estado para divulgar o fundo aos empresários, além do funcionamento, como ter acesso, taxas de juros e demais vantagens em relação a outras linhas de crédito. Ele prevê ainda que, com o aquecimento da economia, o governo federal arrecadará mais impostos (Imposto sobre Produtos Importados - IPI - e Imposto de Renda - IR), que constituem o fundo.

     

    Conforme o secretário, do total recolhido, 0,5% pe repassado ao fundo e como a projeção é de aumento da arrecadação, a estimativa é que Mato Grosso registre um aumento de 15% nos recursos disponíveis no ano que vem, por isso é importante trabalhar na divulgação do FCO, para aumentar a demanda e não deixar sobrar dinheiro. "Temos que fazer como Goiás, que no ano passado aplicou 106% dos recursos, ou seja, teve 6% do montante de outros Estados alocados para lá, e para este ano já está perto dos 100%".

     

    O secretário de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso, Neldo Ego Weirich, afirma que o projeto do FCO Itinerante deve começar após as eleições e prosseguirá no ano que vem para que um número maior de agricultores, principalmente os pequenos conheçam mais esta opção, que apresenta juros mais baixos que os praticados pelas instituições financeiras. "Já temos uma equipe trabalhando em todo o planejamento para que aumentemos a informação no Estado", diz ao analisar que a sobra de recursos que vem ocorrendo em Mato Grosso é decorrente da desinformação dos empresários, o que deve mudar no ano que vem.

     

    Ele lembra que a divulgação será o passo principal para que os projetos sejam apresentados, os quais passarão pela análise do banco que disponibiliza o dinheiro, atentando para a viabilidade econômica do projeto, geração de emprego e renda, entre outros. A programação completa e as diretrizes para 2009 serão divulgadas após reunião realizada em dezembro.(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-09-2008 | 12:09
    O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, afirmou que a dissensão registrada na última reunião do Copom, na qual três diretores votaram pela redução do ritmo de alta dos juros de 0,75 ponto percentual em julho para 0,50 ponto percentual, indica que a Selic não deverá subir até o final do ano com a mesma intensidade prevista por analistas antes daquele encontro.

     

    "Hoje há de certa maneira um descolamento entre a perspectiva da inflação, que está em queda, e os prognósticos (de especialistas) relativos à necessidade de elevação das taxas de juros", afirmou. Pochmann ressaltou que o recente movimento de alta da inflação que atingiu o Brasil veio em boa parte do exterior, especialmente por meio do preços de commodities.

     

    Nesse contexto, segundo ele, o poder do aumento de juros para conter a alta dos índices de preços é residual. O presidente do Ipea destacou que caso ocorra uma inflação de demanda, o que na sua opinião não está ocorrendo, então o aumento da Selic se tornaria eficiente para corrigir a alta do custo de vida.

     

    Na avaliação de Pochmann, há fatores que justificam o entusiasmo com a evolução recente da economia manifestado por autoridades do governo e empresários, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Conselho Administrativo do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter.

     

    "Há razões para o otimismo depois de duas décadas muito difíceis, quando a taxa de investimento não crescia, o nível de expansão (do PIB) era muito baixo e o desemprego estava muito elevado", comentou.

     

    "Hoje estamos crescendo duas vezes mais do que a média do patamar registrado nos anos 1990", afirmou o presidente do Ipea. Contudo, ele manifestou que as contas nacionais devem registrar no segundo semestre, especialmente no último trimestre, uma desaceleração do nível de atividade devido, entre outros fatores, ao aperto monetário adotado pelo Banco Central a partir de abril.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-09-2008 | 12:09
    O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou que o Brasil deve criar pouco mais de 2 milhões de empregos em 2008, marca que vai superar em 31,8% a geração de 1,517 milhão de postos de trabalho gerados em 2007. "O Brasil entrou no paradigma do círculo virtuoso. É impressionante como o país está crescendo em todas as suas regiões, sobretudo nas cidades do interior. Os investimentos estão registrando fortes níveis de expansão. A Petrobras está descobrindo novos poços de pré-sal. Tudo conspira a favor do país, que está se tornando uma Meca dos investimentos."

     

    Lupi disse que a criação de empregos em agosto deverá bater novo recorde para todos os meses de agosto na história. Embora não tenha dado mais detalhes sobre o número de postos de trabalho que serão criados, ele estima que, no mês passado, no acumulado em um ano, a geração de postos de trabalho deve ficar próxima a 2 milhões de vagas.

     

    Na avaliação dele, que deixou claro que está empolgado com a expansão do nível de atividade do país, a economia nacional deve registrar um crescimento de 6% em 2008, o que superaria a marca de 5,4% de elevação do PIB apurado em 2007. "Muitos especialistas riram quando eu disse, no início do ano, que o Brasil iria apresentar um crescimento muito forte em 2008. Agora, com a expansão (de 6,1% do PIB no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2007), acredito que estão reconsiderando suas avaliações."

     

    No terceiro seminário "Capital e Trabalho, Compromisso Estratégico para a Sustentabilidade", realizado em São Paulo, o ministro reforçou a avaliação do presidente Lula de que o Brasil está no caminho certo para registrar um crescimento robusto de longo prazo, porque consegue avançar os fundamentos macroeconômicos ao mesmo tempo que mantêm a inflação sob controle. "A inflação é ruim para o trabalhador, ela só ajuda quem especula. Portanto, esse é um valor conquistado pela sociedade que precisa e vai ser preservado."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    12-09-2008 | 12:09
    Dados da organização não-governamental (ONG) Instituto Centro de Vida (ICV) mostram que Mato Grosso deixou de ganhar no último ano R$ 625 milhões. O recurso viria se a quantidade de carbono que o estado conseguiu reduzir (7,5%) fosse vendido. Esse valor representa metade do que todo o Brasil conseguiu reduzir em 2007 (15%). Para começar a ganhar dinheiro com a floresta em pé é que o governo do Estado apresentou ontem, no final do seminário "Mudanças Climáticas", promovido pelo ICV e a ONG Instituto Socioambiental em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) seu Plano Estadual de Mudanças Climáticas.

     

    O secretário de Meio Ambiente, Luís Henrique Daldegan, disse que, frente ao problema, a Sema vem colocando em prática uma série de medidas para reduzir os impactos causados pelas mudanças no clima. A principal delas é a criação de um Fórum sobre o assunto. "Nosso Fórum está pronto há muito tempo. Mas não queríamos lançar algo apenas por lançar como ocorre em outros estados. Queríamos ter políticas públicas vindas da sociedade. Por isso, esperamos esse evento".

     

    O Fórum vai permitir uma ampla discussão com diversos setores da sociedade e será um mecanismo de mobilização para ações de adaptação, redução das emissões de gases de efeito estufa (GEEs), além de identificar vulnerabilidades, visto que as atividades produtivas do Estado são altamente dependentes do clima. Esta ação é apoiada pelo Iclei (sigla para Governos Locais pela Sustentabilidade), do Reino Unido.

     

    Outras ações destacadas por ele foram: a criação da secretaria-adjunta e coordenadoria de Mudanças Climáticas; a redução do índice de desmatamentos e queimadas; os pactos setoriais com setores como soja e sucroalcooleiro para recuperar e preservar Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal. Tudo isso visando a fixação de carbono no solo.

     

    Falou também do Plano Estadual de Combate e prevenção às queimadas, onde foi investido R$ 4,5 mi. "O resultado disso foi que nos últimos 3 anos o desmatamento caiu 59% em toda a Amazônia e Mato Grosso foi para o segundo lugar em desmate. Isso propiciou a não emissão de 500 milhões de toneladas de gás carbônico".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    12-09-2008 | 12:09
    A edição 2008 do horário de verão começará no dia 19 de outubro e irá até o dia 15 de fevereiro do ano que vem. A nova data agora é fixa, do terceiro domingo de outubro ao terceiro domingo de fevereiro, conforme decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e publicado no Diário Oficial da União esta semana. O novo horário, que prevê o atraso de uma hora nos relógios, entrará em vigor nos Estados de Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

     

    A expectativa do governo é de que haja uma redução no consumo de energia de 4% a 5% no horário de pico, o que equivale a uma economia de 2 mil megawatts (MW), o suficiente para abastecer uma cidade com 6 milhões de habitantes. No ano passado, Mato Grosso economizou 23,508 mil megawatts hora (MWh) de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN) no horário de ponta. A energia economizada correspondeu a uma redução de 6,10% no consumo no horário de maior demanda (das 18h às 22h), e daria para abastecer Chapada dos Guimarães durante um ano.

     

    De acordo com número divulgados pela Centrais Elétricas Mato-grossenses (Cemat) no Sistema Isolado (usinas geradoras a diesel), a queda no consumo foi de 591 MWh ou de 117,587 mil litros de óleo diesel. Considerando a economia total, o percentual de redução no ano passado foi de 1,23%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    12-09-2008 | 12:09
    Setor segue como motor propulsor do crescimento do país

     

    Mais uma vez o setor da Construção Civil segue como motor propulsor do crescimento do país. De acordo com os números divulgados nesta quarta-feira (10/09) pelo IBGE, a economia brasileira cresceu 6% no segundo trimestre do ano, sendo que a indústria aumentou 5,7%. Somente o setor registrou uma elevação de 9,9%, a maior de todos os demais setores pesquisados. Além disso, foi observado um crescimento nominal de 26, 7% de operações de crédito para o setor de habitação. No período de doze meses, o crescimento é de 7,4%, ante um aumento de 6% da economia como um todo. Para a CBIC, o

     

    Para a CBIC, o setor segue mostrando o seu dinamismo e o seu poder de alavancar a economia como um todo. É com muito otimismo que o setor recebe a notícia de um crescimento tão forte na construção civil, e a perspectiva é de constância no ritmo até o final do ano. Isso é fruto do aumento da confiança do empresariado no futuro do país, e da priorização, por parte do governo, da construção como um dos pilares do desenvolvimento da economia. E é o cidadão brasileiro de baixa renda quem mais se beneficia, com o aumento no número de emprego e de salário.

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09
    CII/CBIC debate futuro do crédito imobiliário durante o Enic

     

     

    A Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da CBIC debaterá importantes temas durante o 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), que será realizado de 22 a 24 de outubro, em São Luís, no Maranhão. O evento, promovido pela CBIC, será realizado pelo Sinduscon-MA. No dia 23, a CII/CBIC debaterá os temas "Novos Tempos - parcerias com grandes empresas"; "O futuro do crédito imobiliário", e "Pequenas e médias empresas - Projeto CII". No dia 24, o destaque será "Moradia Digna - Habitação de Interesse Social". Os interessados têm até o dia 22 de setembro para efetuar suas inscrições pelo site. Após esta data, apenas no local do evento. Abaixo a tabela com os valores. Mais informações sobre o encontro, bem como a programação geral estão disponíveis no site do Enic www.enic.org.br.  

     

    CATEGORIA

    de 13/2
    até 20/4

    de 21/4
    até 30/6

    de 1/7
    até 22/9

    No local

    Profissional

    R$ 400,00

    R$ 450,00

    R$ 490,00

    R$ 550,00

    Assessor*

    R$ 300,00

    R$ 350,00

    R$ 380,00

    R$ 450,00

    Estudante**

    R$ 200,00

    R$ 250,00

    R$ 270,00

    R$ 350,00

    Acompanhante

    R$ 300,00 

    R$ 350,00

    R$ 380,00

    R$ 450,00

     

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09
    Desempenho do setor reflete confiança dos empresários

     

    Pesquisa do IBGE revela que a economia brasileira cresceu 6% no segundo trimestre do ano, sendo que a indústria aumentou 5,7%. Somente o setor da construção registrou uma elevação de 9,9%, a maior de todos os demais setores pesquisados. Além disso, foi observado um crescimento nominal de 26,7% de operações de crédito para o setor de habitação. No período de doze meses, o crescimento é de 7,4 %, ante um aumento de 6% da economia como um todo. Em matéria publicada

     

    publicada nesta quinta-feira (11) no Jornal do Brasil o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, revela que o bom desempenho do setor da construção é avaliado como um reflexo da confiança do empresariado. "É fruto do aumento da confiança do empresariado no futuro do país, e da priorização, por parte do governo, da construção como um dos pilares do desenvolvimento da economia, avalia.

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09

    Setor não acredita em possibilidade de retração nos próximos meses

     

     

    Nota do Blog do Vicente Nunes desta quinta-feira (11) destaca que a CBIC não vê possibilidade de retração da construção civil nos próximos meses. Para o vice-presidente da CBIC, José Carlos Martins, por mais que se reduza o lançamento de novos empreendimentos, seja pelo aumento dos juros, seja pela elevação dos custos dos insumos e das matérias-primas, há muitas obras contratadas para os próximos três anos, que terão impacto importantíssimo no Produto Interno Bruto (PIB). "Estamos falando de empreendimentos de longo prazo. Há muita coisa vendida que precisa ser construída, cujos impactos no consumo e nos investimentos serão visíveis", destaca Martins. Além disso, segundo ele, a renda continua crescendo, o volume de crédito habitacional em relação ao PIB, mesmo com todo o recente incremento, representa apenas 4% do PIB e há um demanda imensa não atendida. Ou seja, o setor da construção não vive um surto. "A retomada da construção é para valer", avisa. Apesar de todo o otimismo, o vice-presidente da CBIC mantém os pés no chão e diz que o setor deverá crescer 7% neste ano ante 2007. Pelas contas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente no segundo trimestre do ano, a expansão da construção civil foi de 9,9%, um ritmo chinês.

     

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09
    Objetivo é reformular regulamento para condomínios de edifícios

     

     

    Frente às implicações acarretadas pela eventual sanção da Lei Geral do Turismo, quatro importantes entidades do mercado imobiliário e hoteleiro nacional - FOHB, ABIH-SP, Secovi-SP e a CBIC - enviaram uma carta de manifestação ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pleiteando a reformulação de dois itens do artigo número 24 do projeto de lei, referentes ao regulamento a ser aplicado aos condomínios de edifícios, tais como flats, flat-hotéis, hotés-residence, lofts, apart-hotéis. A mobilização tem como objetivo promover o veto das letras "b" e "e", presentes no inciso II, do artigo em questão, que caso sancionadas, inviabilizariam o funcionamento de mais de 80 empreendimentos do segmento. Apesar de reconhecerem a importância da lei - que tem como objetivo a regularização e o planejamento do turismo nacional - as associações pedem a revisão dos itens, considerados equívocos grave, que mutilariam o crescimento do mercado. Segundo dados levantados pelas associações, a medida acarretaria conseqüências desastrosas para o turismo paulistano, ocasionando a redução de 34% na oferta hoteleira da cidade (14,3 mil quartos), justamente quando se aproximam eventos de pico de ocupação, como o GP do Brasil de Fórmula 1 e o Salão do Automóvel. Tal situação ocasionaria a extinção de 21.450 postos de trabalho, além da perda de arrecadação de mais de R$ 144 milhões em tributos municipais e federais.

     

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09

    O novo aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), para 13,75% ao ano, deverá custar cerca de R$ 2,05 bilhões ao governo federal. Nos cálculos do Banco Central, a cada 1 ponto percentual de alta na taxa básica mantida por 12 meses, a dívida líquida interna sobe o equivalente a 0,23 ponto percentual. Dessa forma, a alta de 0,75 deve elevar em 0,17 ponto percentual a dívida líquida.

     

    Considerando que o BC já havia promovido, anteriormente, duas elevações de 0,50 ponto cada na taxa básica de juros e outra de 0,75, o impacto da política monetária na dívida líquida do setor público, se permanecer durante 12 meses, já se aproxima dos R$ 7 bilhões. O mercado espera mais duas altas de 0,5 ponto neste ano. Assim, o estoque do débito deve sofrer um acréscimo de cerca de R$ 10 bilhões se a taxa chegar a 14,75%, como prevê o mercado, e se mantiver assim por um ano.

     

    Os cálculos tomam como base a dívida pública mobiliária total até julho, que ficou em R$ 1,297 trilhão. Apenas a dívida mobiliária interna estava em R$ 1,204 trilhão. A dívida externa em títulos somou R$ 93,5 bilhões. Do total da dívida mobiliária, 92,8% forma a parcela interna.

     

    O setor público consolidado, que inclui o governo central (União, Banco Central e Previdência Social), estados, municípios e empresas estatais, bem que tentou manter as contas públicas positivas e fez uma economia recorde no acumulado do ano até julho, chegando a R$ 98, 225 bilhões, o chamado superávit primário - arrecadação menos despesas sem contar gastos com os serviços da dívida pública. No entanto, o aperto monetário que levou a Selic, até aquele mês, de 11,25% a 13% ao ano, já havia resultado em um volume também recorde de serviços da dívida para pagar, puxando o saldo financeiro do País novamente para o vermelho. De janeiro a julho, o resultado primário positivo das contas públicas consolidadas representa 6,01% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro equivalente ao período. Em 12 meses encerrados em julho, o superávit primário chega a R$ 120,254 bilhões, ou 4,38% do PIB do período em um ano, próximo da meta prevista pelo governo, que recentemente foi elevada de 3,8% para 4,3%.

     

    Apesar da economia recorde, os gastos com juros somam R$ 106,803 bilhões até julho, ou 6,54% do PIB do País no período. Nos 12 meses até julho, as despesas com pagamento de juros da dívida pública chegam a R$ 173,394 bilhões, ou 6,31% do PIB do período. Deste modo, no ano houve reversão e o saldo das contas públicas voltou a registrar déficit nominal, até julho, de R$ 8,578 bilhões, ou 0,53% do PIB do País no período. No acumulado do ano até maio havia um resultado positivo. Mesmo assim, o desempenho das contas públicas brasileira é melhor que o observado no mesmo período do ano passado, quando o déficit nominal chegou a R$ 13,363 bilhões, ou 0,92% do PIB. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em julho, o resultado nominal está negativo em R$ 53,140 bilhões -1,94% do PIB do período.

     

    Arrecadação

     

    O forte crescimento da economia deve gerar impactos positivos na arrecadação de impostos. Conseqüentemente, o movimento irá ajudar o governo a consolidar um elevado superávit primário que compense o aumento das despesas com a dívida pública, gerada pela alta dos juros. Esta é a avaliação do professor de economia do Conselho de Economia do Centro-Oeste, Newton Marques.

     

    O professor minimizou os efeitos do aumento dos juros na dívida. "Haverá impacto, mas não tão forte como antigamente. Hoje, os títulos corrigidos pela Selic respondem por cerca de um terço da dívida pública. Em 2004, eram 57% do total", disse.

     

    Além disso, Marques lembrou que, ao contrário do que acontecia no passado recente, o Tesouro já não é o único que perde com altas no juro básico. Hoje, uma parte representativa da dívida pública é em títulos prefixados, nos quais o Tesouro paga juros fixos independentemente do que o BC faz com a Selic.

     

    Em julho, os títulos prefixados representavam 30,88% da dívida, bem acima dos 1,5% de dezembro de 2002. Os bancos, em especial, estão entre os grandes perdedores com a expectativa de alta de juros. Hoje, eles detêm boa dos títulos prefixados colocados pelo Tesouro em mercado.

     

    De acordo com o professor de economia da Trevisan Escola de Negócios, Pedro Vartanian, a inevitável um aumento da dívida pública, mas existem fatores compensatórios. "É necessário o controle da inflação, o crescimento da dívida é uma conseqüência indesejada. Porém, como a inflação aumentou nos últimos meses, reduziu um pouco o valor do débito", diz. Vartanian acrescenta que ainda que tenhamos um aumento no valor absoluto da dívida, em termos reais, isso não impacta tanto nas contas. "Temos de lembrar que o aumento da inflação acaba incrementando também a arrecadação", conclui.

     

     

    Fonte: NTC e logística
    12-09-2008 | 12:09
    A alta acumulada acima de 20%, em 12 meses, dos preços de materiais básicos de construção, sendo alguns acima de 30%, está provocando o desequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de execução de obras públicas e privadas das construtoras, "podendo, inclusive, inviabilizar as obras do PAC", afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe. "Será preciso rever os contratos já acertados e reavaliar o valor das licitações", completou. Watanabe explicou que os empresários do setor da construção civil têm o dever de rechaçar aumentos especulativos das matérias-primas "e apoiar as ações dos fabricantes de materiais de construção, na ampliação de sua capacidade produtiva".

     

    Mesmo assim, na próxima semana o setor deve negociar com o Ministério da Fazenda alterações tributárias, como a redução da alíquota de importação de materiais de construção, para compensar o aumento do preço interno. De acordo com o Sinduscon-SP, nos primeiros sete meses de 2008, dos R$ 16,5 bilhões autorizados, apenas, pouco mais de R$ 0,5 bilhão foi pago. "O programa ainda não deslanchou. Isso precisa mudar".

     

    Dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) mostram que passados mais de oito meses do ano, o ritmo de aplicação em obras do PAC ainda é lento. Dos quase R$ 18 bilhões previstos em orçamento, apenas R$ 6,8 bilhões foram efetivamente desembolsados, incluindo os "restos a pagar". Em termos de empenhos, o governo federal comprometeu R$ 8,5 bilhões esse ano, o que equivale a 47% do montante autorizado. Especificamente em agosto, o ritmo dos empenhos foi acelerado. Segundo o Siafi, os órgãos públicos, excluindo as empresas estatais, desembolsaram quase R$ 1,7 bilhão em agosto.

     

     

    Fonte: NTC e logística
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