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Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    27-08-2008 | 10:08
    O Ministério da Fazenda determinou à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) que tome as iniciativas necessárias para promover "a convergência" das normas de contabilidade da União "às normas internacionais de contabilidade". A determinação, que consta da Portaria 184, publicada pela Fazenda na edição de ontem do Diário Oficial da União (D.O.U.), confirma informação antecipada na última sexta-feira (22) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na ocasião, o ministro esclareceu que o novo padrão dará prioridade ao superávit nominal (quando as receitas totais do governo superam as despesas totais), e não mais ao superávit primário ( economia que o governo faz para pagamento de juros da dívida), o que tornará mais transparente a demonstração das contas públicas.

     

    De acordo com o artigo 1º da Portaria, o Tesouro trabalhará no sentido de promover a adequação "às Normas Internacionais de Contabilidade, publicadas pela Federação Internacional de Contabilidade (Ifac, na sigla em inglês) e às Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), respeitados os aspectos formais e conceituais estabelecidos pela legislação vigente".

     

    As iniciativas determinadas pela Fazenda ao Tesouro sobre as diretrizes a serem observadas no setor público quanto aos procedimentos, práticas, elaboração e divulgação das demonstrações contábeis são as seguintes: identificar as necessidades de convergência às normas internacionais de contabilidade publicadas pela Ifac e às normas brasileiras editadas pelo CFC; editar normativos, manuais, instruções de procedimentos contábeis e Plano de Contas Nacional, objetivando a elaboração e a publicação de demonstrações contábeis consolidadas, em consonância com os pronunciamentos do Ifac e com as normas do Conselho Federal de Contabilidade, aplicadas ao setor público; adotar os procedimentos necessários para atingir os objetivos de convergência estabelecido no âmbito do Comitê Gestor da Convergência no Brasil, instituído pela Resolução CFC nº 1.103, de 28 de setembro de 2007.

     

    No artigo 2º, a Portaria 184 estabelece que a Secretaria do Tesouro Nacional promoverá o "!acompanhamento contínuo" das normas contábeis aplicadas ao setor público citadas pelo Ifac e pelo CFC, de modo a garantir que os princípios fundamentais sejam respeitados no âmbito do setor público.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-08-2008 | 10:08
    O esforço fiscal nos sete primeiros meses de 2008 superou o previsto para todo o ano. De acordo com relatório divulgado ontem pela Secretaria do Tesouro Nacional, o Governo Central formado pelo Tesouro Nacional, o Banco Central e a Previdência Social economizou R$ 68,430 bilhões. Além de superar a meta de R$ 63,4 bilhões para este ano, o resultado é 43,2% maior que os R$ 47,8 bilhões obtidos nos sete primeiros meses do ano passado. No acumulado de 12 meses, o superávit primário, que é a economia de recursos para pagar os juros da dívida, atingiu 2,86% do Produto Interno Bruto (PIB). A meta estabelecida é de 2,5% do PIB.

     

    Apesar do aperto maior, o governo federal investiu mais neste ano. De janeiro a julho, o valor dos investimentos pagos somou R$ 12,865 bilhões, 49% a mais que os R$ 8,658 bilhões obtidos no mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, essa foi a maior expansão registrada até agora.

     

    Os desembolsos com o Projeto Piloto de Investimento (PPI) também aumentaram na comparação com 2007. De acordo com o Tesouro, os pagamentos acumulados com o PPI atingiram R$ 3,31 bilhões de janeiro a julho, mais que o dobro em relação ao R$ 1,611 bilhão gastos nos sete primeiros meses de 2007.

     

    Mesmo com a alta, os gastos com o PPI ainda estão distantes da meta de R$ 13,8 bilhões estabelecida para 2008. O PPI permite excluir do cálculo do superávit primário gastos com investimentos em infra-estrutura e saneamento básico.

     

    No mês de julho, isoladamente, o Governo Central economizou menos que em junho. Segundo o Tesouro, o superávit primário foi de R$ 7,065 bilhões no mês passado, 10,7% a menos que os R$ 7,917 milhões registrados em junho. A economia foi menor em julho devido ao adiantamento do 13º salário aos servidores do Executivo Federal e ao pagamento do abono pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente ao período até o último dia 22 teve desaceleração em cinco das sete capitais nos quais é apurado, informou nesta terça-feira a FGV (Fundação Getulio Vargas). O índice geral, divulgado ontem, mostrou alta de 0,24%, taxa 0,10 ponto percentual (p.p.) abaixo do registrado no período imediatamente anterior, 0,34%.

     

    A maior desaceleração ocorreu nos preços apurados em Salvador, que caíram de alta de 0,52% para uma de 0,24% --recuo de 0,28 ponto percentual (p.p.). Em seguida vem o recuo observado nos preços em Porto Alegre, que tiveram ligeira variação positiva de 0,02% no período, contra 0,23% de alta uma semana antes (redução de 0,21 p.p.).

     

    São Paulo passou de alta de 0,36% para uma de 0,22% (redução de 0,14 p.p.). Em Recife, o preços subiram 0,21%, contra uma alta de 0,32% uma semana antes (queda de 0,11 p.p.). E em Brasília, os preços tiveram apenas uma ligeira variação para baixo, com alta de 0,37% --há uma semana, a alta apontada foi de 0,40%.

     

    Em Belo Horizonte, os preços subiram 0,67%, contra uma alta de 0,60% uma semana antes; e no Rio de Janeiro houve uma ligeira variação para cima, de 0,15% para 0,17%.

     

    A principal contribuição para a desaceleração no índice geral, segundo a FGV, veio do grupo Alimentação, que teve deflação de 0,45%, a menor taxa desde a segunda semana de julho de 2006, quando houve deflação de 0,64%. Os preços dos alimentos haviam registrado variação negativa de apenas 0,06% na semana encerrada no dia 15 deste mês.

     

    A próxima apuração do IPC-S geral, com dados coletados até o dia 31 deste mês será divulgada no dia 1º de setembro; já a divulgação dos resultados regionais está programada para o dia 2.

     

    Fonte: Folha on-line
    26-08-2008 | 11:08
    O Instituto Socioambiental (ISA) e o Instituto Centro de Vida (ICV) promovem em Cuiabá do dias 9 a 11 de setembro o seminário-oficina "Mudança Climática: Impactos sobre a Agricultura no Mato Grosso e Oportunidades do Mercado de Carbono". O seminário pretende contextualizar e analisar os impactos das mudanças climáticas sobre vários aspectos relacionados à agricultura em Mato Grosso e potenciais oportunidades como o mercado de carbono. A abertura terá a participação de Marcos Santilli do ISA, Sergio Guimarães do ICV e do secretário de Meio Ambiente, Luis Henrique Daldegan

     

    Você Sabia? - Em relatório elaborado pela ong Care International e pelo Escritório de Ajuda Humanitária das Nações Unidas , Índia, Paquistão, Afeganistão e Indonésia são países extremamente sensíveis à mudança climática, por sua vulnerabilidade frente a desastres vinculados ao fenômeno, como secas extremas, inundações e ciclones. O relatório afirma que parte dos desafios políticos, entre outros, enfrentados por esses países estão vinculados a esses perigos naturais.

     

    Debates - Durante três dias serão discutidos temas relacionados às mudanças climáticas com instituições de destaque na produção de conhecimento científico brasileiro, tais como Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia(Inpa) , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) , Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Universidade do Estado de são Paulo(USP) . Participam ainda representantes da Sema e do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

     

    Borboletas - Considerado um dos mais importantes estudiosos de borboletas dos Estados Unidos, Jim P. Brock esteve mais uma vez ao Brasil estudando e observando o ciclo de vida de mais de 300 espécies que vivem nas matas da RPPN Cristalino, em Alta Floresta. Ao todo, estima-se que existam cerca de 1.800 espécies somente nesta região da Amazônia brasileira. Jim estuda borboletas há 40 anos e já registrou espécies no Equador, Costa Rica, Brasil, Alemanhã, França, Itália, Austria, Canadá e México.

     

    Água, combustível e alimentos - "O fantasma de uma crise que envolva os alimentos, combustível e a água" assedia a maioria das nações em desenvolvimento, alertou Lars Thunell, vice-presidente-executivo da Corporação Financeira Internacional, vinculada ao Banco Mundial. "Creio que estamos em um ponto de inflexão", afirmou. A escassez de água representa uma ameaça ao fornecimento alimentar justamente quando o setor agrícola intensifica a produção, em resposta aos distúrbios pelo encarecimento dos alimentos e pelo aumento da fome e da má-nutrição. No encerramento da Conferência Internacional da Água, encerrada sexta-feira em Estocolmo, Thunell disse que a crescente demanda por água está superando a oferta.

     

    Espera-se que a população mundial, de aproximadamente seis bilhões de pessoas, aumente para cerca de nove bilhões até 2050, com mais de 60% vivendo em megacidades. "Como o consumo de água aumenta onde há desenvolvimento e estilos de vida melhorados, podemos esperar demandas inclusive maiores de água doce", disse Thunell. A agricultura, setor que faz um uso intensivo da água, está se expandindo, e a industrialização e a produção energética estão guiando a demanda, acrescentou.

     

    A Conferência, que teve participação de 2.400 especialistas e funcionários governamentais, terminou com uma grave advertência: que a água e o saneamento se interligam nas raízes da crise alimentar, energética e climática. O Instituto Internacional da Água de Estocolmo disse que o lento avanço em matéria de saneamento fará com que o mundo fracasse no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas. Ao mesmo tempo, uma política fraca, má administração, desperdício cada vez maior e eclosão das demandas hídricas empurrarão o planeta para o ponto de inflexão de uma crise mundial da água.(Envolverde/IPS)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    A partir de amanhã o setor madeireiro estará concentrado em Sinop, para a 5ª edição do Promadeira, que vai até sábado (30), no estacionamento do Senai/Sesi/Sindusmad. Com ampla programação, o evento apresentará palestras, seminários, workshops, feira de máquinas e equipamentos, móveis e biojóias. A expectativa é que um público de 12 mil visitantes passe pelo local, quantidade 100% maior que as 6 mil pessoas registradas na edição anterior, em 2006.

     

    O presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto, diz que apesar de não ter sido fechada uma estimativa de negócios a serem gerados com o Promadeira 2008, uma das atrações deste ano é a sala de negócios, que reunirá cerca de 90 expositores de máquinas e equipamentos, móveis e outros produtos, o que deve atrair um público não específico. "Temos a confirmado a participação de pessoas vindas de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina".

     

    Já no que diz respeito a melhoria no setor, ele destaca o workshop Saúde e Segurança no Trabalho para o Setor de Base Florestal. Na opinião do presidente, o empresário deve investir na segurança de seus trabalhadores, pois os custos com a prevenção são menores do que com os incidentes. "Vamos mostrar que o investimento na segurança gera economia para a empresa. É muito importante implantar os programas de prevenção".

     

    O comércio exterior também estará em debate durante o evento. Sobre este assunto, Pinto considera que o mercado nacional está aquecido, o que é positivo para o setor madeireiro, que tem reduzindo as exportações, por causa das perdas cambiais em função da baixa no dólar frente ao real. "Para compensar a diferença, temos que colocar no mercado externo produtos mais elaborados, com valor agregado maior".

     

    O Promadeira é realizado a cada dois anos em Mato Grosso, e já é uma referência para o setor madeireiro e moveleiro do país. O evento é promovido pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e pelo Sindusmad.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    A projeção de analistas de mercado para o crescimento da economia em 2009 está em queda pela terceira semana seguida. Segundo o boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, a estimativa para o aumento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 3,70% para 3,65%. Para este ano, no entanto, a expectativa permanece em 4,80%.

     

    No que diz respeito ao crescimento da produção industrial, a projeção permanece neste ano em 5,50% e, em 2009, em 4,23%. Os analistas estimam que o dólar feche o ano em R$ 1,62, valor maior do que o previsto na pesquisa da semana passada (R$ 1,61). Para 2009, a projeção para a taxa de câmbio permanece em R$ 1,72.

     

    A estimativa para o superávit comercial se manteve em US$ 23,30 bilhões, neste ano, e caiu de US$ 15 bilhões para US$ 14,75 bilhões, em 2009.

     

    Para o déficit em transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior), a projeção subiu de US$ 25 bilhões para US$ 25,5 bilhões.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    O menor avanço da inflação em agosto impulsionou o aumento de 6,2% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do mês, segundo o coordenador do Núcleo de Pesquisas e Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Aloísio Campelo.

     

    De acordo com ele, as desacelerações de preços mensuradas pelos índices inflacionários em agosto conduziram a uma melhora na avaliação da situação da economia local, quesito que foi determinante para a taxa positiva do ICC no mês. O economista lembrou que, de julho para agosto, o porcentual de entrevistados que avaliam a situação econômica local como boa subiu de 12,0% para 13,8%. Já os entrevistados que avaliam como ruim caiu de 51,0% para 40,6%. "Não é um consumidor superotimista que temos em agosto, mas bem menos pessimista do que o registrado no mês passado", completou Campelo, lembrando que o índice estava com queda de 3,9% em julho. "O ICC estava em uma fase de deterioração, em meses anteriores", afirmou. Campelo comentou ainda que a melhora no ICC foi puxada por avaliação de consumidores mais abastados.

     

    Ao analisar a evolução do índice por faixas de renda, a confiança do consumidor subiu 10,9% em agosto entre os consumidores com renda acima de R$ 9.600 - e apenas 2,5% entre os consumidores com rendimento até R$ 2.100. "O consumidor de baixa renda ainda está cauteloso e preocupado", disse Campelo. Ele lembrou que, este ano, a disparada nos preços dos alimentos afetou mais a camada da população mais pobre, que destina a maior parte de seus gastos para compra de itens alimentícios. Compras - A melhora na confiança do consumidor em agosto não sinaliza uma futura explosão de consumo para os próximos meses, afirmou Campelo. Segundo ele, embora tenha ocorrido, de uma maneira geral, uma recuperação no humor do consumidor, a intenção de compra, ainda opera em um patamar mais baixo do que em igual período no ano passado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    Aço bruto - A produção de aço bruto no Brasil atingiu o recorde de 3,2 milhões de toneladas no mês passado, com aumento de 11,5% sobre o mesmo mês do ano passado, informou ontem o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS). O aumento deve-se basicamente aos produtos de menor valor agregado já que os laminados, que continuam tendo a maior produção, até caíram um pouco, de 2,206 milhões de toneladas em julho do ano passado para 2,182 milhões de toneladas em julho deste ano. A queda nos laminados se deve aos produtos planos, cuja produção em julho foi de 1,208 milhão de toneladas, 9,5% abaixo da ocorrida no mesmo mês de 2007. Por outro lado, houve recorde em produtos longos com a marca de 974,2 mil toneladas (+11,9%).

     

    Saldo negativo - O saldo da balança comercial brasileira da quarta semana de agosto (dias 18 a 22 deste mês) foi negativo. O déficit de US$ 840 milhões, foi resultado de US$ 3,731 bilhões em exportações (média diária de US$ 746,2 milhões) e US$ 4,571 bilhões em importações (média diária de US$ 914,2 milhões). Com o resultado da quarta semana de agosto, o superávit acumulado no mês caiu para US$ 1,279 bilhão e, no ano, para US$ 15,932 bilhões. No período dos últimos 12 meses até o dia 22 deste mês, o acumulado é de US$ 31,042 bilhões. O superávit acumulado de agosto é 46,73% menor que o superávit do mesmo período de 2007, que foi de US$ 2,401 bilhões. A média diária das exportações, na comparação com agosto de 2007, cresceu 42,1%, enquanto a média das importações aumentou 69,7%. Em relação a julho passado, a média das exportações aumentou 4,9%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
     Indústrias estão indo para outros lugares do estado e não para Cuiabá e Várzea Grande, entre outros motivos, porque não se tem uma produção adequada no entorno dessas cidades que abastece certos setores industriais.

     

    Mandaram-me uns dados interessantes sobre a produção nesta região. É tudo de gente da iniciativa privada. Até agora não há nada que tenha vindo do governo.

     

    Os dados mostram que o frete aqui é mais barato do que produzir no Nortão. Também é mais barato receber os insumos agrícolas. O preço da terra na região estaria entre 1.500 a 5.000 mil reais por hectare. O preço é o de hoje, no momento que se criar aqui um clima de venda de terras o preço vai subir.

     

    Falam que a terra regional é fértil. Que não existe terra absolutamente ruim. Estudos mostrariam que tipo de adubagem necessitaria a terra. Um estudo que pode ser feito pela Embrapa, Fundação MT ou até mesmo pela UFMT.

     

    Outro dado sobre a terra é que ela não está no bioma amazônico. Lugar que hoje tem o agudo olhar nacional e mundial para se produzir. Chamo atenção, no entanto, para a questão ambiental numa região que circunda o rio Cuiabá. Deve-se ter cuidado especial.

     

    A Baixada tem também calcário por perto, insumo que poderá ser utilizado para a produção agrícola. Uma produção que não será tão extensiva como a da soja. Não há campo para isso. Seriam bens que ajudassem no alimento do gado confinado, aves e suíno.

     

    Também acham que as terras da Baixada são mais fáceis de serem trabalhadas, já estão abertas. Estariam, em tese, fora dos novos rigores dos órgãos ambientais de que não se pode derrubar além de limites estabelecidos. Já fizeram isso mais de século atrás.

     

    As terras da Baixada teriam ainda mais facilidades de créditos. Outros créditos poderiam até ser criados para ajudar no desenvolvimento desta região.

     

    A reposição de peças para as máquinas seria mais em conta do que em lugares mais distantes. Também se teria a facilidade de se estar perto dos órgãos que estão envolvidos na questão da terra, como Incra, Sema, Ibama, Famato, Seder e georreferenciamentos.

     

    Um dado que chama a atenção na avaliação desse pessoal é que o regime de chuvas aqui seria mais apropriado que, por exemplo, no Nortão. Lá há chuva em demasia que atrapalha a colheita ou o plantio. Que aqui se tem menos chuva e é mais bem distribuída.

     

    E, por fim, o que de fato interessa: levando em conta os dados aí de cima seria possível um ganho de cinco reais por saca produzida. Um ganho muito bom, na verdade.

     

    Seria interessante que o governo entrasse nessa discussão. Em MT, no geral, um assunto não é levado em consideração se for levantado por grupos ou pessoas de fora de um governo. Só vai em frente se o assunto for criação do governo do momento.

     

    Uma besteira antiga que merecia ser revista pela importância desse tema para uma empobrecida região. Seria interessante ainda que assunto como este fosse discutido agora na eleição para prefeitos de toda a Baixada. Reconheço que é pedir demais.

     

    Alfredo da Mota Menezes escreve em A Gazeta às terças, quintas e aos domingos. E-mail: pox@terra.com.br; site: www.alfredomenezes. com

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    O volume de crédito do Sistema Financeiro Nacional chegou a R$ 1,085 trilhão em julho, o que equivale a 37% da soma de bens e serviços produzidos no país, o Produto Interno Bruto (PIB). Esse é o maior percentual da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em julho de 1994. A maior taxa registrada anteriormente foi em janeiro de 1995, quando o percentual chegou a 36,8%, segundo dados do BC.

    A taxa média de juros (pessoas físicas e jurídicas) subiu. O percentual anual passou de 38%, em junho, para 39,4% em julho. Nos 12 meses fechados em julho, a taxa média subiu 3,5%. No ano, a alta é de 5,6%.

    No caso das operações destinadas apenas a pessoas físicas, a taxa média anual passou de 49,1% em junho para 51,4% no mês passado. Essa é a maior taxa desde janeiro de 2007, quando ficou em 52,3% ao ano.

    A taxa média de juros anuais para empresas (pessoa jurídica) passou de 26,6%, em junho para 27,5% no mês passado, a maior desde agosto de 2006, quando ficou em 27,9%.

    Os juros cobrados pelo uso do cheque especial continuam em alta. Em junlho chegaram a 162,7% ao ano, a maior desde agosto de 2003 (163,9%). Em junho, a taxa havia sido de 159,1% ao ano. O aumento foi de 23,5 pontos percentuais em 12 meses e 24,6 pontos percentuais no ano. O saldo do cheque especial no mês para pessoas físicas chegou a R$ 15,561 bilhões, em julho, com uma redução de 1%, em relação ao mês anterior. A população recorre mais ao crédito pessoal (R$ 118,805 bilhões) e a outras modalidades, como cartão de crédito (R$ 20,468 bilhões).

    Os consumidores também estão pagando mais pelo crédito pessoal, que inclui operações com desconto em folha de pagamento. A taxa de juros passou de 51,4% em junho para 53,6% em julho. No ano o aumento foi de 7,8 pontos percentuais e em 12 meses, 3 pontos percentuais.

    A taxa de juro para a compra de veículos passou de 31,1% ao ano para 33,5% ao ano. A alta no ano foi 4,7 pontos percentuais e em 12 meses, 4,8 pontos percentuais.

    A inadimplência geral, considerados atrasos superiores a 90 dias, chegou a 4,2%, contra 4% de junho. Para as pessoas jurídicas, a inadimplência permaneceu em 1,7% e para as pessoas físicas subiu de 7% para 7,3%.

    O prazo médio dos financiamentos para as empresas chegou a 299 dias corridos em julho, contra 303 dias corridos de junho. Para as famílias, o prazo médio passou de 466 para 467 dias corridos.

     

    Fonte: Olhar Direto
    26-08-2008 | 11:08
    A Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembléia Legislativa analisa um projeto de lei que dispõe sobre a proibição do indeferimento de crédito para financiamento habitacional em virtude de inclusão de nome nos cadastros de proteção ao crédito.
    “Direitos fundamentais são os considerados indispensáveis à pessoa humana e o direito social à moradia é um deles, reconhecido e garantido por uma ordem constitucional que se concretiza no individuo em dimensão objetiva, formando, assim, um dos principais pressupostos com que fazer eficaz a dignidade da pessoa humana”, justificou o autor da proposta, deputado José Riva (PP).

    Se sancionada, a lei abrangerá os financiamentos habitacionais concedidos pelos órgãos e instituições públicas estaduais, conveniadas ou em parceria com instituições privadas, em razão da inclusão do nome do consumidor nos cadastros de proteção ao crédito. A medida se aplica também ao financiamento habitacional consignado em folha de pagamento.

    A ação, segundo o autor do projeto, deputado José Riva (PP), visa garantir aos cidadãos o direito social à moradia, conforme prevê a Constituição Federal, em seu art 6º.

    “É patente, assim, a necessidade de garantir aos consumidores o direito a moradia, não podendo existir nenhum empecilho além do razoável, sendo este o caso em que o pagamento das prestações é consignado em folha de pagamento, visto que esta representa garantia por si só mais do que eficaz aos interesses do concedente”, destacou o parlamentar.

     

    Fonte: Olhar Direto
    26-08-2008 | 11:08
         O mercado mantém as reduções nas projeções de inflação para o ano. O Boletim Focus mostrou a previsão média de 6,34% para a variação do IPCA agora em 2008. Na semana passada, a projeção média estava em 6,44%. Isso mostra a incorporação da queda de preços detectada pelos diversos índices, tanto no atacado como no varejo. 
          
         O IPC-S, da FGV, também divulgado neste início de semana, registrou alta de 0,24% na terceira prévia do mês, ante a variação de 0,34% da apuração anterior. Esta foi a menor variação do índice desde julho de 2006. Portanto, em mais de dois anos. Baixa puxada por alimentação, que teve deflação de 0,45%. 
          
         Para 2009, o mercado ainda mantém alguma cautela- a projeção média continua em 5%, acima do ponto central de meta, de 4,5%, objetivo do Banco Central na implementação do aperto monetário. Vários fatores ainda podem limitar a baixa dos índices, como os reajustes das tarifas administradas, dos serviços em geral e outros contratos, que refletem a inflação passada, além de aumentos sancionados pela demanda aquecida. Por enquanto, há uma certa dúvida até mesmo quanto ao ritmo de queda dos preços de commodities no exterior, como petróleo e grãos, que pode ter muita influência na evolução dos preços domésticos. 
          
         Esses fatores também levam o mercado a manter as projeções de uma elevação mais forte dos juros básicos. Por aí, não houve alteração. As projeções para a selic permanecem em 14,75% para o fechamento de 2008; e 14% para 2009. 
          
         Só uma queda mais acentuada da inflação, para um nível que garanta o cumprimento do ponto central da meta, no próximo ano, é que poderá derrubar não só as projeções do mercado, mas também a dosagem de ajuste da Selic nas próximas reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária).
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    25-08-2008 | 11:08
    Economistas defenderam, em São Paulo, a criação de uma poupança pública brasileira, a fim de servir como suporte para ampliar o crescimento do país. No entanto, em entrevista exclusiva ao AE Broadcast Ao Vivo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, descartou essa possibilidade, explicando que a criação dessa poupança só será possível quando o país dispuser de um superávit nominal.

     

    Os defensores da idéia são o diretor do Centro de Desenvolvimento Internacional da Kennedy School of Government, da Harvard University, Ricardo Hausmann, o diretor- executivo do Unibanco Marcos Lisboa e o professor do Ibmec São Paulo Marcelo Moura, que apresentaram suas posições durante o "Seminário Internacional Brazil"s Growth Diagnosis", promovido pelo Ibmec São Paulo.

     

    Para Hausmann, o crescimento da atividade brasileira tem sido lento e, mesmo assim, registra taxas acima de seu limite potencial. O que estaria "segurando" a expansão brasileira, de acordo com ele, seria a falta de uma poupança pública. Para Lisboa, a falta de uma poupança pública é o principal problema do Brasil hoje.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    25-08-2008 | 11:08
    No cargo há menos de um mês, a nova secretária da Receita Federal do Brasil, Lina Vieira, se prepara para conduzir uma reestruturação do órgão em todo o país. O objetivo é melhorar o relacionamento da Receita com os contribuintes, pessoas físicas ou jurídicas.

     

    A deterioração dos procedimentos internos exige mudanças no regimento interno para conferir ao trabalho da secretaria mais eficiência e agilidade. Um dos principais focos da reestruturação é assegurar um melhor relacionamento com as empresas, que se queixam das dificuldades até mesmo para resolver pendências simples, como erros no preenchimento de declarações de pagamento dos tributos.

     

    Lina também quer fortalecer as aduanas em todo o país. Há um descontentamento com o atraso do programa de modernização das aduanas. Lançado em 2005, o plano previa a compra de equipamentos, principalmente scanners sofisticados, capazes de visualizar o interior dos contêineres e caminhões sem a necessidade de abri-los. Depois de três anos, nenhum foi adquirido.

     

    Além do atraso no cronograma, a Receita enfrentou problemas na licitação internacional de 37 scanners. As propostas foram finalmente entregues na quinta-feira (21) e o resultado será divulgado no dia 29 de agosto.

     

    A reestruturação dos procedimentos possibilitará uma maior integração da Receita com outros setores do Ministério da Fazenda que cuidam da cobrança de dívidas tributárias, como o

     

    Conselho de Contribuintes e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Essa é uma cobrança do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que está inserida no bojo da reforma, já anunciada, do sistema de cobrança de dívidas da União, que o governo vai encaminhar ao Congresso Nacional. "O governo quer cobrar mais e com maior eficiência", disse uma fonte ao Grupo Estado. Segundo a fonte, a secretária da receita quer fazer a reestruturação rapidamente.

     

    A secretária também pretende, aos poucos, sem grandes traumas para a continuidade dos trabalhos, modificar a cúpula da Receita (secretários, superintendentes, coordenadores). Ela assumiu o cargo, antes ocupado por Jorge Rachid, no fim de julho e não fez modificação entre os principais auxiliares.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    25-08-2008 | 11:08
    A taxa de inflação que o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M) de agosto revelará nesta semana, na quarta-feira (27), é o principal entre os indicadores da agenda doméstica do final de agosto. O índice que será divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FVG) é o que está melhor sintonizado com o comportamento e formação de preços das commodities no mercado internacional.

     

    Desde que os preços das commodities começaram a desacelerar, há dois meses, o IGP-M bem como outros IGPs, passaram a mostrar perda de força no movimento de alta de preços. Trata-se de um comportamento inerente a um indicador de preços intensivo em matérias-primas com preços forjados no mercado internacional. Elas compõem o Índice de Preços no Atacado (IPA), subíndice que responde por 60% dos IGPs.

     

    Em junho, o IGP-M fechou com uma alta de 1,98%, desacelerou para 1,76% em julho, e fechou com quedas de 0,01% e 0,12%, respectivamente, nas primeira e segunda prévias de agosto. As quedas só não foram maiores porque internamente, os preços dos produtos industrializados ainda continuam pressionados. Além disso, dado o grau de correlação entre as variações dos valores das commodities no mercado internacional e os preços no atacado no mercado doméstico, não vai demorar muito para que os preços no atacado voltem a subir, especialmente os do segmento agrícola. Nesta semana, as commodities voltaram a experimentar novos patamares no mercado externo. E o IGP-M de agosto servirá para, pelo menos, dar subsídios para os analistas começarem a avaliar os passos seguintes dos preços no atacado.

     

    Também na quarta-feira, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgará o seu Índice de Preços ao Consumidor (IPC) para a cidade de São Paulo referente à terceira quadrissemana de agosto. A tendência é de mais uma desaceleração dos preços que, segundo a Fundação, caiu pela nona vez consecutiva na segunda quadrissemana de agosto - período de 30 dias encerrado no dia 15. No centro destas desacelerações estão os menores preços dos alimentos. No caso do IPC da Fipe, os impactos dos alimentos são mais diretos porque estão na ponta do consumidor.

     

    As taxas de inflação só não têm sido menores no âmbito do IPC-Fipe porque o indicador tem refletido a alta de alguns preços monitorados, como energia elétrica, gás canalizado, telefonia e pedágios, entre outros. Na primeira quadrissemana deste mês, o IPC-Fipe fechou em 0,38% e desacelerou para 0,34% na segunda parcial do mês.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    25-08-2008 | 11:08
    O Brasil ganhou importância no cenário internacional. Entre 2006 e 2007, o País teve o maior crescimento de investimentos diretos estrangeiros entre as economias emergentes, à frente de China, Índia e Rússia, segundo a Unctad, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento. O volume dobrou - saiu de US$ 18,8 bilhões para US$ 37,4 bilhões. Até julho deste ano, encostou em US$ 20 bilhões, o que leva a acreditar que o País deve atingir este ano o mesmo patamar de 2007, contrariando a tendência mundial, que aponta queda de 37% no fluxo de investimentos.

    Quando a expressão Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) foi cunhada pelo banco Goldman Sachs, há sete anos, economistas do mundo inteiro questionaram a presença do Brasil. Até 2006, ainda não havia consenso se o País poderia ou não fazer parte do bloco que dominaria a economia em 40 anos. O banco revisou suas análises e o manteve na lista. Ainda assim, para muitas multinacionais e fundos de participação estrangeiros, o Brasil só foi redescoberto mais recentemente. "O País está passando por novas fases de crescimento, diferente dos vôos de galinha de antes. Os investidores agora conseguem enxergar a longo prazo", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), Luis Afonso Lima.


    O avanço em alguns aspectos macroeconômicos é indiscutível. Com a inflação sob controle, os juros em queda, a melhora na renda e a maior oferta de crédito, o consumo disparou, fazendo a festa das montadoras, das construtoras, das empresas de alimentos, dos bancos, das fabricantes de eletroeletrônicos e do varejo de forma geral. O Brasil ainda perde em termos de tamanho e custo de mão-de-obra, mas os estrangeiros estão sendo atraídos principalmente pelo crescimento do mercado local. Nesse quesito, o País já ganha da China, iguala-se à Índia e só perde para a Rússia, segundo levantamento da Unctad e elaborado pela Sobeet.

     

    Fonte: Olhar Direto
    25-08-2008 | 11:08
         O mercado brasileiro reduziu mais uma vez a estimativa para a inflação este ano, mas deixou inalterada as projeções para a taxa básica de juro. 
          
         De acordo com pesquisa feita pelo Banco Central, divulgada nesta segunda-feira, analistas reduziram para 6,34 por cento a estimativa para a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que baliza a política de metas de inflação no país. 
          
         No levantamento anterior, analistas esperavam que a inflação este ano atingisse 6,44 por cento. 
          
         Apesar da mudança no cenário de curto prazo, o quadro para 2009 continua o mesmo. Analistas acreditam que o IPCA fechará o próximo ano com alta de 5 por cento. 
          
         Com isso, o cenário de juro traçado pelos analistas também não sofreu alterações. Os cálculos apontam para uma taxa de juro de 14,75 por cento ao final deste ano e de 14,0 por cento em dezembro de 2009. 
          
         Em termos de crescimento, a aposta é que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 4,80 por cento este ano, mesmo patamar indicado no levantamento anterior. Mas para 2009, a projeção sofreu mais um corte, passando de 3,70 por cento para 3,65 por cento.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    25-08-2008 | 11:08
          Após dez anos praticamente impedidos de aumentar suas dívidas, os governos estaduais retomaram o endividamento. Até a semana passada, obtiveram autorização do Tesouro para tomar R$ 9,5 bilhões em dívidas. 
          
         O valor é 281% superior a tudo o que foi emprestado no ano passado. É também um volume inédito nas finanças estaduais desde 2002. 
          
         A mudança reflete uma nova etapa no relacionamento entre governo federal e Estados. Por ordem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Tesouro Nacional tem procurado maneiras de flexibilizar e viabilizar a realização de investimentos pelos governadores. 
          
         "Nos empenhamos e permitimos que os Estados tomem esses empréstimos quando eles têm desempenho fiscal satisfatório, quando estão em dia, pagando, saneando as finanças públicas", afirmou o ministro Guido Mantega (Fazenda) na semana passada, durante programa oficial de rádio, ao comentar o empréstimo tomado pelo Rio Grande do Sul. 
          
         O Estado com o maior volume de pedidos de crédito em andamento é São Paulo. Do limite de R$ 6,7 bilhões que o governador José Serra (PSDB) conseguiu obter nas negociações com o Tesouro em 2007, R$ 4,441 bilhões já estão sob análise dos técnicos federais.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    25-08-2008 | 11:08
          Nos contratos bancários não se aplica a limitação dos juros de 12% ao ano, prevista na Lei de Usura, a não ser quando ficar demonstrada a abusividade da taxa de juros pactuada acima daquele percentual e em relação à taxa média de mercado. Com esse entendimento a Sexta Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso proveu, à unanimidade, recurso interposto por uma instituição financeira contra a decisão prolatada no Juízo da 2ª Vara da Comarca de Juína (735 a noroeste de Cuiabá). Na sentença original, a referida taxa foi deferida na ação de embargos do devedor, movida pela correntista, cujo contrato previa taxa de juros de 2,5% ao mês e 34,49% ao ano. 
          
         Conforme os autos, o banco apelante Bradesco S/A buscou a reforma da sentença singular de parcial procedência dos embargos do devedor contra si movidos por uma correntista, e pugnou para que seja mantida a taxa de juros pactuada em 2,5% ao mês e 34,49% ao ano no contrato entre ambos celebrado. O apelante também pediu a inversão do ônus da sucumbência, já que em decisão de Primeira Instância foi determinado o pagamento proporcional das taxas e honorários pelas partes (Recurso de Apelação Cível no. 74065/2008). 
          
         Segundo o relator, desembargador José Ferreira Leite, o recurso merece provimento porque no caso em questão não ficou demonstrado que as taxas afiguram-se abusivas, em relação à taxa média de mercado. A apelada, devidamente intimada, deixou transcorrer o prazo para a apresentação das contra-razões. 
          
          Nesse sentido, afirmou o magistrado, caminha a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça: “... os juros pactuados em taxa superior a 12% ao ano não são considerados abusivos, exceto quando comprovado que são discrepantes em relação à taxa de mercado, após vencida a obrigação, hipótese não corrida nos autos (...)”. (AgRg no REsp. 782.895/SC, Terceira Turma – 19.06.2008 STJ) 
          
          O relator também julgou improcedente os embargos do devedor, condenando, a embargante apelada no pagamento das custas processuais e honorários advocatícios fixado em R$ 2 mil, nos termos do artigo 20, parágrafo 4º do CPC.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    25-08-2008 | 11:08
    Grupos chineses que até agora apenas exportavam máquinas para construção e mineração decidiram produzir esses equipamentos no Brasil. Segundo reportagem de Gitânio Fortes, publicada nesta segunda-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL), cerca de 20 marcas disputam um mercado que, de janeiro a julho deste ano, negociou 8.195 unidades, crescimento de 54,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

     

    Com 20 mil funcionários e seis fábricas na China --uma delas na capital do país, em Pequim-- e unidades nos Estados Unidos e na Índia, o grupo Sany escolhe um terreno para se estabelecer na região de Campinas (SP).

     

    "A compra deve ser fechada ainda neste ano", disse à Folha Shen Chao, diretor de vendas e marketing. A empresa planeja investir, ao todo, US$ 100 milhões no empreendimento. Mil empregos devem ser criados.

     

    De acordo com a reportagem, a valorização do real --que facilita as compras de outros países-- está na raiz do movimento que vem resultando no interesse de grupos chineses investirem em fábricas próprias no Brasil.

     

    Fonte: Folha on-line
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