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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    22-10-2008 | 12:10
    O reflexo da crise internacional é mínimo para o setor da construção civil no Brasil, segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro e vice-presidente da Câmara Brasileira da Construção Civil (Sinduscon-RJ), Roberto Kauffmann. Em entrevista ao programa Notícias da Manhã da EBC, Kauffmann falou da realidade do mercado e das expectativas para o próximo ano.

    De acordo com Kauffmann, somente 25 empresas da área da construção civil sentiram o reflexo da crise econômica internacional. São grupos grandes que se associaram e capitalizaram recursos na bolsa de valores. Ele explicou que essas empresas compraram uma quantidade grande de terrenos, mas estão imobilizadas para a produção dos empreendimentos, pois dependem de recursos do mercado financeiro.

    O presidente do Sinduscon-RJ disse que para auxiliar essas empresas foi definida, em reunião com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, a presidente da Caixa Econômica Federal Maria Fernanda Coelho, e representantes do Ministério da Fazenda e do BNDES, a criação de uma linha especial de financiamento, feita por bancos, com juros razoáveis, para suprir a falta de giro de capital. De acordo com Kauffmann a linha de crédito deve ser regulamentada nesta semana.

    Segundo Kauffmann, cem mil empresas de pequeno e médio porte não terão problemas, pois usam recursos da poupança e do Fundo de Garantia. Em 2008, cerca de R$ 30 bilhões foram aplicados na poupança e o FGTS investiu R$16 bilhões em habitação.

    De acordo com ele, para garantir as linhas de financiamento para 2009, o orçamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) será definido neste mês e o valor previsto, que é de R$ 16 bilhões, pode chegar a R$ 20 bilhões. Com as medidas tomadas, Kauffmann garante que o setor da construção civil na área habitacional não vai ter nenhum problemas neste ano e nem no próximo.“Se houver problemas de demanda,o Banco Central poderá reduzir o compulsório obrigatório da poupança e com isso não afetar o setor da construção civil”

    Sobre a área de infra-estrutura o presidente do Sinduscon–RJ acredita que as principais obras públicas devem continuar, pois contribuem para o desenvolvimento econômico do país. É “uma questão de analisar as prioridades do governo”.

     

    Fonte: Olhar Direto
    22-10-2008 | 12:10
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, anteciparam ontem novas medidas para irrigar o mercado de crédito brasileiro. As ações, que envolvem cifras da ordem de R$ 6,5 bilhões, vão beneficiar especialmente os setores da agricultura e construção civil, mas também visam a garantir maior acesso de empresas e consumidores ao dinheiro.

    As medidas foram definidas em reunião convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ontem, no escritório da presidência da República, em São Paulo. Além de Mantega e Meirelles, participaram do encontro os presidentes da Caixa, Maria Fernanda Coelho; do Banco do Brasil, Antônio Francisco Lima Neto; do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho; e o vice-presidente do BNDES, Armando Mariante.

    Ao lado de Meirelles, Mantega explicou que o governo deverá ampliar o crédito para a agricultura em cerca de R$ 2,5 bilhões. Os recursos serão originados a partir do aumento da parcela da poupança rural que será direcionada à agricultura, de 65% para 75%. Segundo o ministro, a medida poderá ser anunciada hoje pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Ele observou, porém, que o CMN precisa primeiro criar uma resolução e depois aprová-la.

    O ministro lembrou que, nas duas últimas semanas, o Banco do Brasil já liberou cerca de R$ 10 bilhões ao setor de agronegócio. "Portanto, não me parece que haja razão para uma redução da safra 2008/2009. É claro que poderá haver algum fator climático ou alguma deficiência de crédito que ainda não identificamos."

    Outro setor que deve receber tratamento especial é a construção civil. Nos últimos anos, as empresas se capitalizaram por meio de lançamento de ações na bolsa de valores, estabeleceram planos de investimento de longo prazo e gastaram o dinheiro na compra de terrenos, disse Mantega. Agora, não conseguem capital de giro para tocar os projetos.

    "Estamos montando um sistema para dispor esse crédito, que deve somar entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões para completar as obras", disse Mantega. Ele destacou que esse crédito poderá ser feito via BNDES, que já apresentou proposta ao setor, ou Caixa, por meio de participação acionária nas empresas. "Uma das duas medidas será tomada nos próximos dias."

    Meirelles completou que, durante a reunião, foi feita uma revisão de todas as ações dos bancos estatais até o momento na compra de carteira de outros bancos e na concessão de crédito. As instituições foram chamadas a se preparar para aumentar sua participação nos empréstimos e financiamento no País, seja para pessoa física, capital de giro para empresas e investimentos.

     

    Fonte: Mídia News
    22-10-2008 | 12:10
    A importância da sustentabilidade ambiental bateu a porta da construção civil. De olho nos impactos ambientais gerados pelas obras, empresários da cadeia produtiva analisam no próximo dia 24, às 16h, durante o 80º Enic, o melhor modo de construir de forma sustentável e competitiva.

    A construção sustentável, como é chamada essa nova tendência, faz uso de materiais ecologicamente corretos e eficientes e de soluções tecnológicas inteligentes para promover o bom uso e a economia de recursos, como água e energia elétrica; a redução da emissão de gases de efeito estufa, tanto na produção de matéria-prima quanto na operação norma das edificações; a melhoria da qualidade do ar no ambiente interno e o conforto de seus moradores e usuários. Na ocasião, o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável lançará uma nova ferramenta para auxiliar projetistas, construtores e usuários na seleção de insumos e fornecedores, a partir de critérios de sustentabilidade.

    Trata-se de um canal aberto ao mercado, no site www.cbcs.org.br, que indicará os seis passos necessários para a identificação das melhores empresas fornecedoras.

    "Mais do que orientar para a seleção de produtos, a estratégica é focar a escolha nas empresas", explica o professor Vanderley John, membro do comitê.

     

    Fonte: CBIC
    22-10-2008 | 12:10
    O deputado federal Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG) estará em São Luís no próximo dia 24 para participar da reunião da Comissão de Obras Públicas (COP) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que ocorrerá durante o 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), a ser aberto amanhã. A reunião tratará sobre os impactos da mudança na Lei de Licitações (nº 8.666) e será realizada às 14h, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana.

    O parlamentar foi o relator da Comissão Especial que apresentou e aprovou um substitutivo ao projeto de alteração da lei, proposto pelo Executivo. Durante a reunião, os empresários da construção civil também proporão mudanças na lei, que "estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios".

     

     Assuntos Entre os assuntos a serem discutidos estão a obrigatoriedade da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) nos orçamentos públicos, atualização dos limites das modalidades licitatórias e dispensa da comprovação econômica e financeira mediante apresentação de garantia.

     

     De acordo com o presidente da COP, Arlindo Moura, um dos objetivos dos empresários com as propostas de mudanças na Lei de Licitações é evitar a formação de pacotes de obras em licitações, o que poderá ampliar a participação de pequenas e médias empresas nos processos licitatórios. "Vamos discutir também assuntos como a obrigatoriedade da aceitação de consórcios nas licitações, a fixação de critérios para compatibilizar preços unitários para efeito de julgamento das propostas e a fixação, de modo objetivo, das parcelas de maior relevância técnica e valor significativo do objeto da licitação", complementa Moura.

     

     

    Fonte: CBIC
    22-10-2008 | 12:10
    Responsável pela formação de 14% do Produto Interno Bruto do país e com perspectiva de fechar o ano com crescimento de 7%, o setor da construção civil navega em mar de almirante e voa em céu de brigadeiro, segundo alguns de seus líderes mais representativos.

    E já levou ao governo planos detalhados para acelerar a edificação de moradias e reduzir o déficit habitacional do país, hoje estimado em sete milhões de moradias. O clima é tão propício que esses líderes empresariais estiveram na semana em reunião com a ministra da casa Civil, Dilma Rousseff, apresentando plano de 15 pontos para dinamizar o setor da construção, com destaque para um projeto piloto de habitação popular no Rio de Janeiro, com ocupação de vazios urbanos e imóveis dos diversos níveis da administração e potencial para dar moradia decente para pelo menos mais 100 mil pessoas. A inspiração para isto veio de recente viagem dos empresários para estudo do sistema habitacional do México.

    Lá, neste ano, foram construídas 600 mil moradias populares e o plano para o ano que vem é de construir mais 800 mil.

    No Brasil, a construção de casas para a baixa renda não ultrapassa a cifra de 60 mil unidades por ano.

     

     Problema eventual

     

    Presidente do Sindicato da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon), vice-presidente da Câmara Brasileira da Construção Civil e representante do empresariado no conselho curador do FGTS, Roberto Kauffmann esclarece as razões do socorro anunciado pelo governo para empresas do setor: - É para atendimento de emergência eventual, para um grupo de 25 empresas de grande porte que, após abrirem seu capital, formaram um grande estoque de terrenos, fizeram muitos lançamentos usando recursos do mercado financeiro e que agora ficaram com dificuldades de capital de giro, em vista do encarecimento do crédito. Kauffmann esclarece que os recursos a serem destinados a essas empresas terão custo relativamente baixo, como no caso dos destinados a financiamentos de exportação, para evitar traumas maiores. - Há mais de 100 mil empresas de construção de pequeno e médio porte espalhadas pelo Brasil e que não são suscetíveis a esse tipo de problema.

    Logicamente, haverá uma redução nos lançamentos das grandes, mas não haverá qualquer retração no setor - afirma o presidente do Sinduscon Desta opinião partilham também Manoel Maia, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Locação de Imóveis do Rio de Janeiro (Secovi Rio), e Jonas Jonas Zylbersztajn, vice-presidente da construtora e incorporadora RJZ Cyrela. - Num momento de crise, mesmo distante, qualquer incentivo será muito bem aceito - diz Jonas Zylbersztajn. Ele destaca que a Cyrela está bem capitalizada, e que os problemas das empresas que, por estarem investidas, ficaram com dificuldades de caixa, está muito bem equacionado, pois o custo será baixo: Taxa Referencial de juros, mais 10. Kauffmann faz questão de destacar que o setor habitacional brasileiro vive momento positivo,contando com de R$ 16 bilhões do FGTS e R$ 30 bilhões da poupança, além de subsídios para moradias para a baixa renda.

    E que, já está prevista dotação idêntica para o ano que vem. - Em caso de eventual carência de recursos, basta o governo liberar parte dos depósitos da poupança compulsoriamente recolhidos ao Banco Central e estará resolvida a situação diz o presidente do Sinduscon.

     

    Fonte: CBIC
    22-10-2008 | 12:10
    A confiança dos empresários industriais caiu no terceiro trimestre deste ano ao pior nível desde julho de 2005. De acordo com a pesquisa Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o indicador ficou em 52,5 pontos no terceiro trimestre, ante os 58,1 pontos apurados no trimestre anterior, uma queda de 5,6 pontos. Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o ICEI estava em 60,4 pontos, a queda é ainda maior, de 7,9 pontos. Em julho de 2005, o pior nível de confiança registrado pelo ICEI, o índice ficou em 50,7 pontos.

    De acordo com a CNI, os motivos que levaram à queda da confiança do industrial foram "o agravamento da crise financeira internacional, o aumento das incertezas em relação ao cenário externo e os impactos no mercado interno". Segundo a pesquisa, a crise atingiu especialmente as grandes empresas, o que se explica em razão de que 80% das indústrias de grande porte são exportadoras.

    O índice de confiança entre as empresas de grande porte caiu de 59,9 pontos para 51,5 pontos no terceiro trimestre do ano. Segundo a CNI, é o pior indicador entre as grandes empresas desde julho de 2002, quando a confiança dos grandes empresários foi de 49,9 pontos. Houve também uma queda na confiança entre as empresas de pequeno e médios portes. O indicador para as pequenas empresas caiu de 56,6 pontos no segundo trimestre para 53,6 pontos no terceiro trimestre.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    22-10-2008 | 12:10
    O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado hoje (21), ficou em 52,5 pontos, 5,6 pontos abaixo do apurado em julho e 7,9 pontos menor que o de outubro do ano passado. Esse índice é resultado de pesquisa trimestral feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com 1.443 empresas.

    De acordo com a CNI, “a queda na confiança da indústria se intensificou com o agravamento da crise financeira internacional, o aumento das incertezas quanto ao cenário externo e suas conseqüências no mercado doméstico”.

    Entre os executivos das grandes empresas, a queda na confiança foi maior do que a de empresas de outros portes. A redução foi de 8,4 pontos na comparação com julho e o ICEI das grandes empresas situou-se, pela primeira vez desde o início da série em 1999, abaixo do índice das pequenas empresas. As grandes empresas têm índice de 51,5, as pequenas de 53,6 e as médias de 52,6 pontos.

    “Essa situação decorre, em parte, [do fato de a] crise estar afetando com maior intensidade as empresas exportadoras, que vêm enfrentando dificuldades na obtenção de financiamento”, informa o boletim da CNI. De acordo com a entidade, 80% das grandes empresas são exportadoras, percentual que cai para 23% entre as pequenas. Ontem, o Banco Central realizou o primeiro leilão com o objetivo de estimular o financiamento às exportações.

    O índice de expectativa para os próximos seis meses também recuou, de 61,6 para 53,4 pontos. O otimismo do empresário em relação à sua empresa, para esse mesmo período, foi reduzido de 64,6 para 56,9 pontos, enquanto que em relação à economia caiu de 55,4 para 46,7 pontos.

    Segundo a CNI, dos 27 setores considerados, apenas o setor Bebidas manteve o índice praticamente igual ao de julho (56,5 para 56,6 pontos). Seis setores registraram índices inferiores a 50 pontos em outubro: Álcool, Couros, Borracha, Calçados, Papel e Celulose e Madeira. Em julho, apenas dois setores registraram índices inferiores a 50 pontos.

    A pesquisa da CNI foi feita entre os dias 30 de setembro e 20 de outubro de 2008, com 798 pequenas empresas, 433 médias e 212 grandes.

     

    Fonte: Olhar Direto
    21-10-2008 | 12:10
    O governo do Estado já está analisando contratos de obras que podem ter ficado defasados por conta do aumento do custo da construção civil. A informação é do secretário ajunto de Obras Públicas da Secretaria de Estado de Infra-estrutura (Sinfra), Jean Martins. Segundo ele, quando há situações de desequilíbrio na economia, como no caso do aço e do concreto, que são insumos que pesam muito no orçamento e têm muito aumento de preço, o governo chama as empreiteiras e discute caso a caso para decidir a melhor saída.

     

    O Sindicato da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon) reclama que o custo do setor tem subido muito e que isso poderia inviabilizar algumas obras do governo que já estão em andamento, porque as empresas não conseguiriam absorver os reajustes dos insumos, principalmente aço e cimento.

     

    Mas o secretário adjunto alerta que uma eventual recomposição de preços tem que passar por uma análise criteriosa e caso a caso, como já começou a ser feito. Isso porque esses contratos, pela Lei de Licitações, só podem ser reajustados após um ano de vigência. E mesmo assim, o governo primeiro analisa porque a obra ainda não foi concluída e todas as questões envolvidas.

     

    "Se houve culpa da empresa pela não conclusão da obra antes de um ano, não haverá reajuste de preços", alerta Martins. Porém, é claro que dependendo da obra, o trabalho leva mais de um ano para ser concluído.

     

    O secretário adjunto informa que o último aumento geral de preços na tabela da Sinfra para licitações aconteceu há aproximadamente um ano, mas nesse meio tempo, a Secretaria corrigiu alguns itens de relevância, como aço e concreto, que sofreram maior reajuste de preço.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-10-2008 | 12:10
    Se o custo da construção civil continuar subindo como está, pode haver paralisação de obras no Estado, inclusive as públicas.

    Quem alerta é o presidente do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon), Luiz Carlos Richter.

    De acordo com ele, se o governo não encontrar um meio de readequar os valores contratados, as construtoras poderão paralisar obras porque elas vão se tornar inviáveis.

    Os grandes responsáveis por isso são basicamente o aço e o cimento.

    O chamado Custo Unitário Básico (CUB) médio aumentou 13,39% este ano em Mato Grosso e 14,95% nos últimos 12 meses.

    O Estado tem o segundo maior índice de CUB no país, ficando atrás somente de Rondônia.

    O CUB é uma estimativa parcial para o valor do metro quadrado de obra e reflete a variação mensal dos custos de construção, incluindo materiais, equipamentos e mão-de-obra. Ele é calculado com base em uma cesta representativa de 40 insumos essenciais da construção, além do aluguel da betoneira e de cinco categorias profissionais.

    São considerados também vários itens adicionais considerados importantes, como elevadores, fundações especiais, instalações prediais (água, luz, esgoto, telefonia), serviços complementares de urbanização, recreação e ajardinamento, remuneração de engenharia, etc.

    Segundo os dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o CUB médio e Mato Grosso está em R$ 680,84 o metro quadrado.

    O mês de referência é agosto. Richter destaca que os insumos que mais têm subido são o aço, 50% do início do ano para cá, e o cimento, que teve uma ligeira redução de preço, após um período de crise no abastecimento, mas voltou a subir, mesmo com o abastecimento normal sendo restabelecido.

    Aumentou R$ 6 nas últimas semanas. A situação, segundo Richter causa um desequilíbrio no preço contratado para a obras e o valor que realmente as construtoras vão gastar na execução.

    "Traz um sério prejuízo para as empresas, acaba ficando inviável, porque a lei de licitação não permite que contratos sejam reajustados antes de um ano.

    Não há empresas que vão conseguir absorver esses custos". O presidente do Sinduscon explica que o problema é que as obras que estão sendo construídas agora tiveram os contratos fechados há aproximadamente seis meses, quando os preços praticados eram menores.

    "O governo precisa tomar providências". No caso de obras particulares a situação é diferente, conforme Richter, porque a empresa consegue negociar de forma mais simples. Em entrevista coletiva concedida na semana passada, o governador Blairo Maggi afirmou que, caso seja necessário, o Estado poderá vir a paralisar obras.

    A atitude só será tomada, explicou Maggi, a fim de evitar a ocorrência de qualquer desequilíbrio "na saúde financeira do Estado".

    Na ocasião ele falou sobre os possíveis impactos da crise financeira global na economia mato-grossense.

     

    Fonte: CBIC
    21-10-2008 | 12:10
    O governo brasileiro, que inicialmente chegou a insistir na possibilidade de o país ficar imune aos efeitos da crise global, começa a deixar claro como pretende reagir para enfrentar riscos inevitáveis.

    Primeiro, a equipe econômica se preocupou em atenuar um pouco o aperto no crédito, afrouxando o compulsório dos bancos com o objetivo de liberar recursos para áreas em situação mais crítica.

    Ao mesmo tempo, reforçou as verbas previstas para financiar o agronegócio.

    Nem uma nem outra medida ainda surtiu os efeitos esperados, mas a equipe econômica já anuncia a intenção de antecipar, provavelmente para esta semana, medidas destinadas a incentivar a construção civil.

    A pretensão está no rumo certo, pelo efeito multiplicador que a atividade costuma gerar, pois não se limita a reduzir o déficit habitacional: além de movimentar recursos, gera oportunidades de trabalho e impostos para os cofres públicos. É lamentável que o Brasil, depois de muito esforço para assegurar um período de crescimento continuado, se veja agora diante da possibilidade iminente de uma desaceleração no ritmo da atividade produtiva.

    As conseqüências só não serão mais preocupantes porque, depois de ver muitos dos ganhos na área econômica serem corroídos por crises internacionais que se sucedem a partir da última década, o país tomou providências rígidas, com ênfase no rigor fiscal.

    Ao mesmo tempo, a confirmação do crescimento neste ano já garante para o próximo uma expansão que o poder público tem condições de potencializar se colocar em práticas medidas adequadas. A anunciada recessão mundial já tem extensões evidentes em nosso país, especialmente sob a forma de congelamento, suspensão ou cancelamento de investimentos produtivos.

    Os prejuízos registrados por grandes empresas, particularmente as com forte atuação no mercado externo, tendem a aprofundar uma tendência de recessão em algumas áreas.

    A recessão cobra um preço econômico que, se não for devidamente aprofundado, pode se estender ao social.

    As autoridades precisam continuar alertas para evitar que o processo se aprofunde. De alguma forma, a anunciada decisão do governo federal de manter o ritmo das obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) acena com a perspectiva de que os efeitos da desaceleração mundial poderão ficar sob controle no país.

    Com recursos já assegurados para obras, particularmente em infra-estrutura, o PAC pode contribuir para atenuar a anunciada desaceleração do crescimento.

    O reconhecimento de que os efeitos já se fazem sentir e de que é preciso enfrentá-los é um primeiro passo para enfrentar o problema. Mas é preciso que o país demonstre competência para preservar sua atividade produtiva, com ênfase em áreas que, por suas características, costumam dar uma resposta mais rápida em períodos de crise, como é o caso da agricultura e da construção civil.

     

    Fonte: CBIC
    21-10-2008 | 12:10
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, anunciaram ontem novas medidas para irrigar o mercado de crédito brasileiro. As ações, que envolvem cifras da ordem de R$ 6,5 bilhões, vão beneficiar especialmente os setores da agricultura e construção civil, mas também visam a garantir maior acesso de empresas e consumidores ao dinheiro.

    As medidas foram alinhavadas em reunião convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no escritório da presidência da República, em São Paulo, ontem. Além de Mantega e Meirelles, participaram do encontro os presidentes da Caixa, Maria Fernanda Coelho, do Banco do Brasil, Antônio Francisco Lima Neto, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho e do vice-presidente do BNDES, Armando Mariante.

    Ao lado de Meirelles, Mantega explicou que o governo deverá ampliar o crédito para a agricultura em cerca de R$ 2,5 bilhões. Os recursos serão originados a partir do aumento da parcela da poupança rural que será direcionada à agricultura, de 65% para 75%.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    21-10-2008 | 12:10
    A greve dos bancários pode terminar esta semana. É o que acreditava ontem o presidente do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso, Arilson da Silva, que aguarda o término das negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A reunião começou no fim do dia e se estendeu até tarde da noite. A única certeza, conforme Silva, é que o resultado da reunião traria uma nova proposta a ser discutida hoje pela categoria.

     

    Hoje a greve completa duas semanas. O presidente disse que as negociações não avançavam porque os banqueiros não mudavam a proposta. Até a última quinta-feira, a proposta do sindicato patronal, era de reajuste de 9% para quem ganha até R$ 1,5 mil, além de 7,5% de reajuste para as demais faixas salariais. Os bancários reivindicam 13,23%.

     

    O piso da categoria está em R$ 921,00 enquanto o ideal, por estudos feitos pelo sindicato, seria de R$ 2.074,00. Há ainda nas reivindicações a perspectiva de melhoria na participação nos lucros e resultados. "Já que os lucros aumentaram também é preciso aumentar a fatia do trabalhador.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-10-2008 | 12:10
    As fortes oscilações do mercado financeiro, nos últimos 30 dias, já refletem no comércio externo brasileiro, em virtude da redução de linhas de crédito para exportações e pelo represamento de importações nos portos, sem desembarque, por causa das altas na cotação do dólar. É o que mostra o movimento comercial da terceira semana de outubro, de 13 a 18, quando as vendas brasileiras para o exterior caíram 4,37% em relação às exportações da semana anterior, de 6 a 11 de outubro. As importações também foram 4,65% menores, na mesma base de comparação.

     

    De acordo com boletim do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, divulgado ontem, as vendas brasileiras de produtos básicos (minério, carnes, petróleo, soja em bruto e outros) aumentaram 24,2% entre as duas semanas. Ao contrário, as exportações de manufaturados (etanol, celulares, laminados de ferro e aço, veículos) caíram 10,4% e as vendas de bens semimanufaturados (óleo de soja, ferro-liga, açúcar e celulose) diminuíram 32,1%.

     

    Quanto às importações, o ministério registrou retração nos desembarques de equipamentos mecânicos, instrumentos de ótica e precisão, plásticos e obras, aeronaves e partes, além de queda significativa nas compras externas de adubos e fertilizantes, uma vez que grande parte das terras usadas para a safra agrícola 2008/2009 já foi corrigida.

     

    Nos 13 dias úteis de outubro, foram exportados US$ 10,941 bilhões em produtos nacionais, com média diária de US$ 841,6 milhões, o que equivale a desempenho 17,4% superior à média obtida em outubro do ano passado. Em contrapartida, o desempenho desses 13 dias é 7,5% menor que a média estabelecida nos 13 primeiros dias úteis do mês de setembro.

     

    As importações acumularam US$ 10,067 bilhões, com média diária de US$ 774,4 milhões. Isso representa crescimento de 38,1% sobre a média diária de outubro de 2007, mas a internalização de mercadorias estrangeiras, neste mês, está 1,3% menor que em setembro.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-10-2008 | 11:10
     O diretor de Pesquisa e Estudos Econômicos do Bradesco, Octávio de Barros, afirmou que o Brasil deve crescer 3,3% em 2009, fato que deve ser causado basicamente pela crise financeira que vai desaquecer o nível de atividade mundial. Para 2008, ele estima que o Produto Interno Bruto (PIB) no país deve registrar uma expansão de 5,4%.

     

    No próximo ano, ele pondera que o mundo deverá apresentar um incremento de 2,7%, sendo que 95% de tal resultado será obtido pelo avanço dos países emergentes, um patamar maior que os 80% de contribuição dos países em desenvolvimento à expansão economia global que deve ser apurado neste ano.

     

    Na avaliação de Barros, um dos principais fatores que devem determinar a desaceleração do nível de atividade no próximo ano no Brasil será a redução da velocidade dos investimentos das empresas. Segundo ele, a Formação Bruta de Capital Fixo deve apresentar incremento de 7% em 2009, metade da alta de 14% que deve ser apurada neste ano.

     

    No primeiro semestre de 2008, a FBCF apresentou uma alta de 15,7% em relação ao mesmo período de 2007 e foi um dos elementos mais importantes que determinaram o avanço do PIB de 6% na primeira metade de 2008 em comparação aos mesmos seis meses do ano passado.

     

    "Deve ocorrer uma redução do vigor dos investimentos, pois com as condições de crédito bem menos favoráveis, os juros dos financiamentos devem subir e isto deve levar os empresários a fazer novas estimativas sobre a taxa interna de retorno dos seus projetos", comentou.

     

    Segundo ele, uma fonte importante de investimentos que viria da abertura de capital de empresas em bolsas de valores, os IPOs, não deve ocorrer em 2009.

     

    Fonte: Gazeta digital
    21-10-2008 | 11:10
    O mercado financeiro começou a reavaliar o cenário para os juros básicos nos próximos meses. Em meio à crise financeira internacional e a expectativa de desaquecimento mais forte da economia, analistas reduziram a aposta para o ritmo de alta dos juros até o fim do ano. Na pesquisa Focus divulgada ontem pelo Banco Central, a expectativa para o patamar da taxa Selic no final de 2008 caiu de 14,75% para 14,5% ao ano.

     

    Isso quer dizer que o mercado acredita que o Comitê de Política Monetária (Copom) deve aumentar o juro duas vezes até dezembro: em 0,50 ponto percentual nos dias 28 e 29 de outubro e em 0,25 ponto em 9 e 10 de dezembro. A previsão difere da vista até a semana passada, quando o mercado apostava em duas altas de 0,50 ponto percentual.

     

    Para o fim de 2009, analistas mantiveram a projeção que aponta para juros em 13,5% ao ano, o que continua indicando o início de um desaperto monetário a partir de meados do próximo ano. Câmbio - Pela terceira semana consecutiva, as projeções de mercado para o câmbio em 2009 e 2008 subiram. Na pesquisa Focus, a previsão para o patamar do dólar no fim de 2009 saltou cinco centavos, de R$ 1,85 para R$ 1,90. Há quatro semanas, a previsão estava em R$ 1,77.

     

    Da mesma forma, a mediana para o dólar no fim de 2008 subiu de R$ 1,85 da semana passada para R$ 1,90 na pesquisa atual, contra R$ 1,70 de um mês atrás. No mesmo levantamento, a projeção para o câmbio médio no decorrer de 2009 aumentou de R$ 1,84 para R$ 1,87, contra R$ 1,74 de quatro semanas antes.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-10-2008 | 11:10
    Durante a apresentação do Relatório de Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do 2º Quadrimestre de 2008, a tônica acabou não sendo o bom desempenho dos números apresentados pela Fazenda Pública Estadual, mas sim a crise econômica que se abateu em todo o mundo e que na certeza do secretário Éder Moraes, terá repercussão em Mato Grosso e no Brasil.

     

    "Peço os presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo e aos demais representantes de Poderes Constituídos aqui presentes que em 2009 adotem medidas de contingenciamento, ou seja, reduzam seus orçamentos e os mantenham enxutos para que possamos vencer os obstáculos que a crise financeira nos obrigará a passar", disse Éder Moraes.

     

    Mesmo demonstrando uma saúde financeira incomparável em relação aos últimos anos que atingiu a uma receita total de R$ 5,016 bilhões em oito meses deste ano, com uma despesa total de R$ 4,501 bilhões, Éder Moraes apontou que o indicador de equilíbrio entre receita e despesa ficou em 0,90, ou seja "para cada 0,90 (noventa centavos) de dívidas, temos R$ 1,00 (um real) de receita, pagamentos a conta e ainda temos saldo".

     

    O superávit primário nestes primeiros meses do ano atingiu a R$ 910,8 milhões para uma meta de R$ 582,4 milhões, o que quer dizer que a saúde das contas públicas ultrapassaram as estimativas dos próprios técnicos.

     

    "É bom ver que estamos no caminho certo, e muito melhor ainda ver que o governo Blairo Maggi tem no secretário de Fazenda, Éder Moraes, uma pessoa consciente de que é preciso planejamento e principalmente respeito a coisa pública, portanto, se existe uma crise que se avizinha tudo será feito para debelá-la a qualquer custo", disse o presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo.

     

    O secretário de Fazenda lembrou que os compromissos de Mato Grosso serão todos honrados e que não existe risco para nenhum dos setores públicos. "Pagamento de salário é prioridade número um, investimentos também são prioridades e as áreas essenciais (saúde, educação, segurança pública e social) continuarão a receber atenção especial", disse Éder. Ele citou que se preciso for, o governo vai contingenciar.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-10-2008 | 11:10
    Mais de 50 empresários do Shopping Pantanal estiveram reunidos ontem, em Cuiabá, com a equipe técnica do governo do Estado, coordenada pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf. O objetivo do encontro foi o de sanar dúvidas sobre a aplicabilidade do Decreto nº 1.617, de 7 de outubro de 2008, que começou a vigorar ontem, trazendo alterações na legislação tributária, relativas à cobrança do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

    A primeira reunião foi realizada na última quarta-feira e a expectativa é realizar várias delas na Grande Cuiabá e também no interior do Estado, para esclarecer dúvidas e orientar o segmento. Nadaf ressaltou a necessidade da eficiência tributária e fez questão de enfatizar que a equipe de governo está trabalhando em busca de soluções para minimizar as dificuldades causadas para alguns empresários. “Estamos buscando todas as alternativas para viabilizar o processo econômico do Estado e não prejudicar nenhum dos lados”, disse. “O objetivo é ouvir os comerciantes”, complementa.

    Ainda, ontem, no final da tarde, foi realizado outro encontro, só que desta vez do secretário Nadaf na Associação Comercial de Cuiabá. Foi a oportunidade dos lojistas da região central da Capital trocarem informações e sugestões. “Em novembro vamos fazer as reuniões no interior do Estado”, avisa.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    21-10-2008 | 11:10
    A Caixa Econômica Federal não vai alterar as condições de financiamento imobiliário diante da crise econômica mundial. A posição é válida tanto para contratos de pessoas físicas quanto jurídicas. A informação é da superintendente nacional de Habitação da Caixa, Bernadete Maria Pinheiro Coury.

    “Com relação especificamente a esse momento de crise, a orientação que nós temos e que seguimos é que a Caixa manterá as condições de financiamento. Não pretendemos aumentar os juros ou mudar prazos e nem alterar a cota de financiamento. Os prazos [continuam] de até trinta anos e as cotas de até 100%”, afirmou ontem (20) em São Paulo, durante a quarta edição do Fórum Nacional de Sustentabilidade da Construção.

    De acordo com Coury, a instituição financeira não verificou até o momento diminuição no ritmo de fechamento de contratos de financiamento imobiliário praticados pelo banco. “Até a semana passada, o ritmo de contratação não foi alterado. Mas, a gente acredita que se não houver um recrudescimento da greve [dos bancários], isso pode ficar um pouquinho comprometido”, considerou.

    A superintendente admitiu, porém, que as construtoras podem eventualmente, no atual momento de crise, diminuir a quantidade de imóveis lançados no mercado. “Os empresários estão dizendo que, eventualmente, vão reavaliar lançamentos. A Caixa vai agir sempre visando ao atendimento do mercado. Se houver uma redução de oferta de unidades habitacionais, a gente vai contribuir para que essa redução não exista, mantendo a oferta de crédito”, disse.

    Questionada se recomendaria às pessoas fechar contratos de financiamento diante da atual conjuntura econômica, Coury afirmou que “a qualquer momento” a decisão de assumir um compromisso em longo prazo tem de ser avaliada pela própria pessoa, de acordo com a condição dela.

    “No momento atual, se ela vier na Caixa buscar um crédito, qual a certeza que ela vai ter? Que ela está assumindo um crédito com uma taxa de juros que nós garantimos que, com certeza, está entre as mais baixas do mercado. Se ela tiver condição, pode assumir sem medo”, disse.

    De acordo com a Empresa Brasileira de Estudos sobre Patrimônio (Embraesp), os lançamentos residenciais na cidade de São Paulo totalizaram 23.112 unidades no período de janeiro a agosto deste ano, um crescimento de 37,7% em relação ao mesmo período de 2007.

    Empresários do setor também ressaltaram que, por ora, não notaram diminuição dos negócios e tampouco a fragilização das corporações do setor, apesar da desvalorização das empresas de construção na bolsa de valores.

    “Em janeiro deste ano, as ações da Cyrela valiam R$ 29. Na última sexta-feira, fecharam em R$ 11. E eu posso assegurar que a empresa hoje é muito melhor do que era em janeiro. A empresa só melhorou, só cresceu, só ganhou dinheiro, só está mais sólida. [A desvalorização] não afeta fluxo de caixa, é uma relação acionista. Afetaria em uma busca de capitalização futura da empresa, mas nós não vamos fazer [capitalização] agora por uma razão óbvia, nós não vamos vender ações da empresa por R$ 11”, disse Ubirajara Spessotto, diretor-geral da Cyrela Brazil Realty.

    Fonte: Olhar Direto
    20-10-2008 | 11:10

     O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso, Luiz Carlos Ritcher Fernandes, viaja nesta terça-feira para participar de evento em São Luiz, no Maranhão. Ele vai acompanhar o 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), que começa na quarta-feira e prossegue até a sexta-feira.

     

    O evento é considerado o maior evento do setor na América Latina e deve reunir cerca de 1.200 empresários, profissionais e estudantes do setor.

     

    As obras de infra-estrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, que começaram neste ano e terão seqüência nos próximos anos, estão aquecendo o mercado da construção civil e, a partir de 2010, devem começar as obras da Copa do Mundo de 2014.
    Essa situação, apesar da crise econômica mundial, contribui de maneira decisiva, para o desenvolvimento econômico e social do país, tendo no setor da Construção a sua principal alavanca.

     

    O cenário é favorável para empresários, engenheiros, arquitetos e profissionais da Indústria da Construção de todo o país. Os participantes do ENIC vão debater, ao longo dos três dias do evento as grandes questões nacionais e os desafios que se colocam para o setor no enfrentamento deste amplo programa de desenvolvimento que se vislumbra para os próximos anos.

     

    “Estaremos discutindo assuntos relativos à legislação tributária, relações trabalhistas, produção... Também pretendo investigar em torno de projetos e expriências positivas que possam ser desenvolvidas aqui em Mato Grosso”, disse Fernandes. Painéis, reuniões, fóruns e outras atividades que constam da programação vão tratar de temas como inovação tecnológica, responsabilidade social, as reformas estruturantes e o futuro do país, entre outros. O presidente retorna à Cuiabá no sábado (25/10)

     

    Da Assessoria
    20-10-2008 | 11:10
         Representantes da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) e do Sindicato das Indústrias de Construção do Estado (Sinduscon) discutiram, no dia 16 de outubro, a legislação pertinente ao Fundo Partilhado de Investimento Social (Fupis).
         
         Na ocasião, representantes do Sinduscon formalizaram sugestões de modificações na referida legislação, para que o secretário de Fazenda, Eder Moraes, e a equipe técnica da Sefaz avaliem a possibilidade de acatá-las.
         
         Destinado a auferir recursos financeiros para a implementação das ações sociais do Governo do Estado, o Fupis foi instituído em 2003. O contribuinte mato-grossense do ICMS que explore a atividade de indústria ou incorporação na construção civil pode optar por contribuir para o Fupis, a cada operação interestadual de aquisição de mercadorias, com o valor correspondente ao diferencial de alíquota do ICMS.
         
         Independentemente da unidade federada remetente do bem ou da mercadoria, a contribuição ao fundo será o valor resultante da aplicação do percentual de 3%, sobre a base de cálculo utilizada para o destaque do ICMS devido ao Estado de origem.
         
    Fonte: 24 Horas News
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
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