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Sábado, 21 de Outubro de 2017
NOTÍCIAS
    03-10-2008 | 11:10
    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que os eleitores não poderão entrar na cabine de votação portando celulares, máquinas fotográficas e filmadoras. Os objetos terão de ser deixados em uma bandeja ou em um guarda-volumes.

    Os ministros do TSE tomaram a decisão com o objetivo impedir que o voto seja registrado.

    "Esta providência concretiza a vontade da Constituição, que é de assegurar o sigilo e o segredo do voto, e deixar o eleitor inteiramente livre para decidir de acordo com sua consciência. Nós aprendemos com a realidade", afirmou o presidente do tribunal, Carlos Ayres Britto.

    "Não faz sentido entrar com máquina fotográfica, a não ser que seja para fotografar o voto", disse.

     

    Fonte: Mídia News
    03-10-2008 | 11:10
    A fiscalização eleitoral e a segurança pública serão reforçadas no dia 5 de outubro, quando a população irá às urnas escolher seus representantes. Um total de 3.880 policiais militares vai trabalhar para garantir a ordem pública do pleito eleitoral em todo o Estado. Se necessário, o número poderá ser ampliado com emprego dos policiais que integram o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e os grupos de força tática.

    Os dados do planejamento operacional para a eleição foram apresentados ontem na Secretária de Justiça e Segurança Pública do Estado (Sejusp) pelo secretário Diógenes Curado, o comandante-geral da Polícia Militar Campos Filho, e o diretor-geral da Polícia Judiciária Civil, José Lindomar Costa. De acordo com o secretário, o esquema de segurança é resultado de dois meses de estudo integrado entre todos os órgãos de segurança pública do Estado, Polícia Federal, Procuradoria Geral da República, Ministério Público e Tribunal Regional Eleitoral.

    Já a Polícia Civil mobilizou 100% de seu efetivo para fornecer apoio à Justiça Eleitoral. Equipes compostas por delegados, investigadores e escrivães de Polícia atuarão em todo o território mato-grossense.

    Ao todo, serão deslocados 347 policiais para municípios do interior de Mato Grosso, que estão divididos em 63 delegados, 79 escrivães, 199 investigadores e 67 viaturas. Duas unidades de atendimento do Corpo de Bombeiros estarão presentes no local de apuração dos votos, em Cuiabá, no domingo.

    Em Cuiabá, os centros integrados de segurança e cidadania (Ciscs) terão seus plantões reforçados com delegados, escrivães, investigadores e viaturas. No domingo, dia da eleição, comandantes e titulares de batalhões estarão visitando locais de votação espalhados pela capital e em Várzea Grande. Nos municípios do interior do Estado todo o trabalho da Polícia Militar será acompanhado por oficiais.

    Questionado se a mobilização da PM não iria interferir no trabalho preventivo e ostensivo, Diogénes revela que tudo foi analisado para evitar problemas. “Em Mato Grosso existem 1.571 locais de votação e a PM estará presente em todos, sem que os trabalhos sejam prejudicados. Foram suspensas durante o período eleitoral as férias individuais e o gozo de licença-prêmio por tempo de serviço, fruto de um acordo com os policiais”, revelou.

    Na área do comando regional I em Cuiabá, serão empregados 834 policiais e mais 66 viaturas. De acordo com o TRE, serão 235 locais de votação para 397.820 eleitores. Em Várzea Grande, comando regional II, serão empregados 471 para trabalho em 220 locais de votação para 231.300 eleitores.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    02-10-2008 | 12:10
    Com a participação de aproximadamente 20 pessoas, a maior parte delas secretárias, o Sinduscon-MT promoveu palestra no último dia 30, Dia da Secretária.

     

    Além das secretárias, funcionárias do Sindicato também participaram. A palestra abordou o tema “Gerenciando a vida, desenhando o futuro”, e foi proferida pela professora Marilise Doeges Esteves, coordenadora do Curso Superior de Tecnologia em Gerenciamento em Serviços Executivos do Unirondon.

     

    A direção do Sinduscon agradece o apoio que recebeu para a realização deste evento. As empresas Multimetal Engenharia de Estruturas, Conenge e Unirondon.  Participaram da palestra secretárias das seguintes empresas: Apolo, Objetiva Engenharia, SM Construtora, Baggio e Cia, Sisan Engenharia, Conenge Construção Civil, Prado Engenharia, Locatelli e Concremax.
    02-10-2008 | 12:10
    Nesta sexta-feira (03/10) tem início o Projeto Piloto do Curso de “Formação Inicial e Continuada de Trabalhadores para a Construção Civil”. A direção do Sinduscon-MT agradece a todas as empresas que indicaram seus trabalhadores e parabeniza os selecionados.

     

    O curso terá duração de dois anos com aulas de segunda à sexta-feira, no Cefet. A iniciativa tem como objetivo a valorização do trabalhador fornecendo-lhe mais apoio, incentivo e compreensão dos gestores da empresa, dos responsáveis pelos canteiros de obras e dos próprios colegas trabalhadores.

     

    Essa nova jornada que resulta da participação no curso precisa ser estimulada e esse tipo de apoio fará uma grande diferença no resultado final do estudante. O aprendizado do trabalhador significa também melhorias na performance da empresa, que receberá um profissional com mais habilidades e conhecimento.

     

    A direção do Sinduscon solicita às empresas que tiveram trabalhadores selecionados que atentem para a necessidade de liberar os trabalhadores/ estudantes 1 hora ou 30 minutos mais cedo, de acordo com a distância e tempo que cada trabalhador levará para chegar à unidade de ensino.

     

    Abaixo a relação dos trabalhadores selecionados:

     

    ADÃO MARTINHO DE CAMPO

    ANDERSOM JOCYMAR VILELLA DA SILVA

    ANSELMO DOS SANTOS COLMAM

    ANTONIO WESTPHAL DA CRUZ

    CLAUDIO NUNES DE PINHO DA CRUZ

    CLAUDEMIL FERREIRA DE MAGALHÃES

    CLAUDINEI WILSON BORGES

    CLEBER SÁ ARAUJO

    DANILO PAIXÃO DE J. SANTOS

    EDSON DOS SANTOS ARAÚJO

    EDSOM MARTINS DA SILVA

    ENIRES JESUS JUNIOR

    FERNANDO FERREIRA DA CUNHA

    GUSTAVO FAUSTINO DA SILVA

    JOSÉ ANTONIO P. MENDES

    JOSÉ CARLOS MAGALHÃES

    JOSÉ JORGE DA CRUZ

    JOSÉ REGINALDO DOS SANTOS

    JOSÉ RODRIGUES FILHO

    JOSÉ LOPES DE SOUZA

    LAÉRCIO LOPES

    LEANDRO TEIXEIRA DE ARAÚJO

    LEONARDO JOAQUIM DA SILVA

    MARCO ANTONIO RIOS

    MARCOS DOS SANTOS ANDRADE

    ODILLES DENER DE ARAUJO

    PEDRO PAULO DE LIMA

    QUINTINO PEREIRA DO NASCIMENTO JÚNIOR

    RODINEY DE OLIVEIRA

    SEBASTIÃO GERONIMO DE PINHO

    VALDIR ANTONIO DE ARAUJO

    WIVERTON SALES SANTOS

     

    Lorenzo Falcão

     

    Da Assessoria

     

    02-10-2008 | 12:10
    O Brasil melhorou sua competitividade em 2006, mas não o suficiente para avançar no ranking de 43 países elaborado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) com base em 83 variáveis de 8 fatores. De acordo com o estudo, apresentado ontem, o Brasil recebeu, numa escala de 0 a 100, nota 20,2, a maior dos 10 últimos anos. Em 2005, a nota foi 17,6; no ano anterior, 18,9; e, em 2003, 19. A melhora não foi suficiente, no entanto, para que o País mudasse sua posição no ranking, liderado pelos Estados Unidos, com 91 pontos e ampla vantagem em relação ao segundo colocado, a Noruega, que tem 76,9 pontos.

     

    Desde 2003, o País se mantém na 38ª colocação - em 1998, 2001 e 2002, estava na 39ª e, em 1999 e 2000, na 40ª. O Brasil só tem um nível de competitividade melhor, portanto, do que Índia, Colômbia, Filipinas, Turquia e Indonésia. "A competitividade é um valor comparativo e o que verificamos é que estamos evoluindo, mas que os outros países crescem a taxas maiores do que a nossa", avaliou o diretor do departamento de competitividade e tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho.

     

    Temos a impressão de que estamos crescendo a uma velocidade alta, mas a realidade é que não a ponto de acompanhar outros países. "A estagnação de posição é explicada, segundo a Fiesp, pelo desempenho dos países que antecedem e procedem o Brasil na classificação. Será difícil para o Brasil ultrapassar o México, que foi avaliado com 27,2 pontos. Da mesma forma, a possibilidade de a Índia atingir o Brasil é remota, já que o País recebeu nota 16,8. Os demais países do Bric - além de Brasil e Índia, China e Rússia - estão mais bem avaliados, com notas 43,4 e 43,3, respectivamente.

     

    A nota 20,2 recebida pelo Brasil é menos da metade da média dos 43 países avaliados (49,9). Também é inferior à média da nota dos 10 países menos bem avaliados (20,6), quarto e último grupo, ao qual o Brasil pertence. A média do primeiro grupo (chamado de Q1), com os 11 primeiros países, foi de 73,5; a dos 11 seguintes (Q2), foi de 61,1; e a do terceiro grupo (Q3), com os demais 11 países, de 41,8.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-10-2008 | 12:10
    Na semana passada, quando chefiava a missão internacional a Santa Cruz de La Sierra-Bolívia, pude conhecer in loco todo o processo de operacionalização da transporte aéreo Aerosur, que no prazo máximo de 90 dias realizará vôos regulares a Cuiabá. Fiquei impressionado em relação ao potencial da empresa, que tem 1.200 funcionários e realiza cinqüenta vôos por dia, transportando cinco mil passageiros dia.

     

    Em 16 anos de atividades a empresa já transportou 9,5 milhões de passageiros e realizou mais de 150 mil vôos, entre nacionais e internacionais. Além disso, sua logística e a qualidade dos serviços oferecidos me encheram de confiança, no tocante ao sucesso da nossa primeira rota ao exterior, com vôo partindo do aeroporto Viru Viru para o aeroporto Marechal Rondon, e vice-versa. E quero passar esta segurança para a nossa população.

     

    Da sede da Aerosur, após ter ouvido do vice-presidente da empresa, Miguel Angel Roca, a confirmação do vôo, juntamente com representantes Sebrae/MT, Fecomércio/MT, Facmat, e do Sindicato das Empresas de Turismo-MT, fiz uma visita técnica nas dependências da empresa no aeroporto Viru Viru, e pude presenciar o embarque de 513 passageiros para Madri, no Boeing 747-300 da companhia. Foi uma lotação recorde, que se aproximou a capacidade da aeronave, que é de 517 lugares.

     

    Em outra oportunidade, quando eu era secretário de Estado de Turismo e fizemos contatos oficiais em nível de governo para a vinda da Aerosur a Cuiabá, para a efetivação de vôos regulares, não tive a oportunidade de conhecer a empresa com desta vez. O vice-presidente da Aerosur tirou praticamente o dia para acompanhar a missão, nos mostrando todos os detalhes da empresa, inclusive constou do roteiro de visita as dependências da Cocinova Catering, a sua comissaria que fornece cinco mil refeições ao dia.

     

    A Aerosur possui 16 aeronaves, que variam de 108 a 517 lugares. Para Cuiabá, será destinado, a princípio, o avião 737 com capacidade para 108 passageiros. A empresa opera em oito países, com isso trará benefícios a exemplo da economia de tempo e dinheiro para os mato-grossenses que desejarem conhecer outros mercados e fazerem turismo.

     

    Vale lembrar que com o vôo 737 da Aerosur operando em Cuiabá, a companhia oferecerá a possibilidade de conexão para Miami e Madri, a custos de tempo e dinheiro muito atrativos.

     

    Neste trecho, com apenas uma conexão, o vôo para a capital espanhola custará US$ 1.300. Para se ter uma idéia, atualmente os cuiabanos chegam a gastar 24 horas do tempo para realizar a viagem com conexão em São Paulo, analisando-se tempo de espera no aeroporto. Ganharão uma média de 15 horas, já que com a nova rota poderão fazer a viagem em oito horas.

     

    A operação da Aerosur em Cuiabá muito me entusiasma e me motiva para outras missões empresariais internacionais. Já estou articulando com o Sebrae Mato Grosso para levarmos, em abril de 2009, uma missão ao Panamá, na Zona Franca de Colón, que é a maior da América Central, e que fica atrás apenas de Hong Kong na qualidade de porto livre. Afinal, já estamos transportando as melhores expectativas, com bons e seguros vôos internacionais.

     

    Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/ Senac-MT. E-mail: p.nadaf@terra.com.br

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-10-2008 | 12:10
    O espetáculo O Reencontro de Palhaços na Rua é a Alegria do Sol Com a Lua do Grupo Teatral Turma do Biribinha, de Arapiraca (AL), é a próxima atração do Palco Giratório. Será encenado nesta quinta-feira (02) no Sesc Arsenal, em Cuiabá e na sexta-feira (03) no Sesc Ler Poxoréu. As apresentações têm a direção e texto de Teófanes Antonio e Eugênio Talma. O elenco é formado por Teófanes Silveira, Teófanes Silveira Júnior, Eugênio Talma e Nelson Alves da Silveira Neto.

     

    Num circo mambembe Mixaria, o palhaço seresteiro, entra acompanhado de Mixuruca tocando sanfona. O apresentador anuncia a primeira atração da noite, o tenor-barítono-contralto Mixaria. Quando começa a cantar é importunado por um mendigo. Mixaria insiste com outra música e o fato se repete. O mendigo é o palhaço Xeleléu que, em um momento de lágrimas e emoção, é reconhecido pelo apresentador Biribinha e convidado a voltar a ser palhaço. Com Xeleléu pintado simbolicamente é erguida a lona do circo e o espetáculo recomeça em grande estilo.

     

    O grupo foi contemplado com o Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo que visa apoiar artistas circenses a realizar projetos nas diversas regiões do país como forma de promover, incentivar e democratizar as artes circenses no Brasil.

     

    A família -De família circense do interior baiano, Teófanes Silveira se apresentou no picadeiro pela primeira vez aos oito anos. Com a Turma do Biribinha, integrada por ele e seus dois filhos Teófanes Silveira Junior e Nelson Alves da Silveira Neto e por Eugênio Talma, mantém a tradição do circo há 46 anos.

     

    Em 2005 Teófanes Júnior foi ganhador, junto com o irmão Nelson Alves, do quadro Se Vira nos 30, do programa Domingão do Faustão, da TV Globo, tocando a música "Brasileirinho" com um piano de garrafa (antigo instrumento tradicional de circo).

     

    Serviço -O espetáculo O Reencontro de Palhaços na Rua é a Alegria do Sol com a Lua será apresentado no dia 02, no Jardim do Sesc Arsenal, às 20h e no dia 03 às 19h no Sesc Ler Poxoréu. A entrada é gratuita.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-10-2008 | 12:10
    A possibilidade de agravamento da crise econômica levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a recomendar aos ministros da área econômica, na reunião semanal de coordenação política, "que não deixem faltar crédito" para nenhum setor. Lula mostrou-se preocupado também com o crédito à pessoa física. "O presidente pediu para ficarmos atentos e disse que não se pode fingir que não tem crise. Ele pediu para que nós cuidemos do crédito e afirmou: `Olha, o Natal está chegando'", relatou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

    O temor central do presidente é que a crise esfrie o ritmo dos investimentos na economia e aborte o ciclo de crescimento econômico sustentado. Manter os canais de crédito abertos é a melhor forma de evitar esse problema.

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou a estratégia do governo: "Será assim: se surgir o problema vamos enfrentá-lo, os que já se apresentaram estão sendo enfrentados e, por causa disso, temos condições de garantir que a economia brasileira continuará em trajetória de crescimento sustentável."

    Para dar mais fôlego aos financiamentos, discutiu-se hoje, no Planalto, a possibilidade de redução do nível de depósitos compulsórios que os bancos têm de fazer no Banco Central. Essa medida liberaria mais recursos para a economia e facilitaria a concessão de empréstimos. Segundo um dos participantes do encontro, o tema foi analisado mas não houve decisão.

    Avaliou-se que as áreas mais afetadas pela falta de crédito são os setores exportador e agrícola e os bancos privados que fornecem capital de giro para empresas. Pode também faltar dinheiro no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), principal financiador dos grandes projetos da indústria e da infra-estrutura. Todos os esforços da equipe são para contornar esses problemas.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    02-10-2008 | 12:10
    Evento ocorre simultaneamente em 26 Estados, além de Espanha, Paraguai e Portugal. Em Cuiabá acontece no Departamento Regional do SENAI, na sexta-feira

    As discussões sobre o software livre correm o mundo e estão longe de acabar. No Brasil, os adeptos do ‘código aberto’ crescem a cada dia. Nesse cenário, destaca-se o projeto OpenOffice.org - ou BrOffice, no Brasil -, pacote multiplataforma de aplicativos para escritório que reúne editor de textos e apresentações, além de planilha eletrônica, desenho vetorial, entre outros. Para trazer a Mato Grosso as inovações da ferramenta, além de cases de sucesso na utilização em empresas, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) e o BrOffice.org - Projeto Brasil promovem o ‘3º Encontro Nacional BrOffice.org’, na próxima sexta-feira (03), às 8h (horário de Brasília), no Departamento Regional do Senai, em Cuiabá.

    O evento ocorrerá simultaneamente em 26 Estados, além de Espanha, Paraguai e Portugal, por meio de videoconferência. Serão realizadas palestras com líderes do projeto OpenOffice.org na Dinamarca e Alemanha, com tradução simultânea. O objetivo é promover a integração entre os usuários da ferramenta, além de profissionais e estudantes de Tecnologia da Informação, além de representantes de instituições de ensino e empresas em geral. São esperados cerca de três mil participantes nos quatro países envolvidos. “O Senai-MT, instituição indutora de novas tecnologias, apóia a criação e utilização de programas de código aberto”, afirma o analista de sistemas do Senai-MT, Carlos Braguini.

    Para Braguini, a implantação de softwares livres representa um avanço no fomento à acessibilidade. “Os documentos gerados em programas de código aberto podem ser utilizados em quaisquer outras ferramentas com a mesma função, não limitando o acesso a um determinado software. Em outras palavras, se você escreve uma carta no editor de texto do BrOffice.org, a mesma poderá ser trabalhada em outros editores”, explica. Outro fator destacado pelo analista é a economia gerada pelas empresas com a utilização de licenças livres. Um exemplo disso é o Banco do Brasil, que somente neste ano já economizou mais de R$ 50 milhões com migração de softwares proprietários para soluções livres.

    OpenOffice.org - Desenvolvido inicialmente com o nome StarOffice - pela empresa alemã StarDivision, foi comprado em 1999 pela Sun Microsystems (EUA). Em agosto de 1999, foi disponibilizado gratuitamente. Já em 2000, a Sun anunciou que liberaria o código-fonte do programa para download, no intuito de construir uma comunidade aberta de desenvolvimento. O novo projeto foi chamado OpenOffice.org.

    No Brasil, o nome ‘OpenOffice.org’ gerou uma disputa judicial, já que a marca ‘OpenOffice’ havia sido registrado anteriormente por uma empresa. Dessa forma, em janeiro de 2006, nasceu a BrOffice.org e foi criada também uma Organização Não-Governamental (ONG) de apoio ao projeto. Outras informações sobre o BrOffice no site do projeto: http://www.broffice.org.

    O ‘3º Encontro Nacional BrOffice.org’ integra o programa ‘Indústria em Ação’, uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), em parceria com o governo do Estado. Para participar, os interessados devem inscrever-se e verificar os locais de realização nos Estados participantes por meio do site http://encontro.broffice.org/2008. O valor da inscrição é um quilo de alimento não perecível, que deverá ser entregue no dia do evento. A programação completa também poderá ser conferida no site. Outras informações: (65) 3611-1622.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    02-10-2008 | 12:10
    A Prefeitura de Cuiabá oferece o serviço de cadastramento imobiliário para a regularização do imóvel do contribuinte. Os interessados devem fazer o requerimento de inscrição no protocolo geral localizado no térreo do Palácio Alencastro (Prefeitura) acompanhado de seus documentos pessoas (cópia do RG, e CPF), dos documentos do imóvel e a cópia do “Habite-se”, comprovando que a casa foi construída no terreno. Em seguida, o contribuinte deve dirigir-se para a gerência de cadastro imobiliário no 3° andar, onde será concluído o cadastramento. Esse serviço é realizado pela Secretaria Municipal de Finanças (SMF).

     

    Fonte: Olhar Direto
    02-10-2008 | 12:10
    Cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) encerraram o mês de setembro deflação, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (2). A menor taxa do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) foi registrada em Salvador, de –0,59%. A taxa, no entanto, é superior à verificada na terceira prévia do mês,de –0,63%.

    No Recife, a taxa ficou negativa em 0,43%. Na pesquisa anterior, a capital pernambucana havia registrado taxa de –0,33%. O IPC-S também verificou aprofundamento da deflação em Brasília (de –0,13% para –0,15%) e Rio de Janeiro (de-0,14% para –0,22%).

    No caso carioca, a queda no indicador foi puxada pelos grupos educação e habitação, cujas taxas passaram de 0,68% para 0,19% e de 0,13% para –0,04%, respectivamente. Alimentos tiveram queda de 1,38%, acima da baixa registrada na semana anterior, de 1,47%.

    Em Porto Alegre, o IPC-S ficou negativo em 0,19%, depois de uma alta de 0,02% na pesquisa anterior.

    Em alta
    Fecharam setembro com taxas positivas – porém menores que as verificadas na terceira semana do mês – Belo Horizonte e São Paulo. Na capital mineira, a taxa passou de 0,32% para 0,20%.

    Em São Paulo, o recuo do IPC-S de 0,12% para 0,10% refletiu principalmente a queda na taxa do grupo saúde, que passou de 0,29% para 0,05%. Em sentido descendente também estão as taxas dos grupos alimentação (de -0,47% para -0,54%), transportes (de 0,12% para 0,10%) e despesas diversas (de 1,80% para 1,45%).

    Em contrapartida, os grupos habitação (de 0,51% para 0,56%), vestuário (de -0,17% para 0,17%) e educação, leitura e recreação (de -0,11% para 0,10%) registraram acréscimos em suas taxas de variação.

     

    Fonte: Olhar Direto
    02-10-2008 | 12:10
    O presidente da Comissão Mista de Orçamento, deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS), quer analisar, na reunião do colegiado da próxima terça-feira (7), às 14h30, relatório de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que apontou irregularidades graves em 48 obras públicas de todo o País, dos 153 empreendimentos analisados. Essas obras, que representam cerca de R$ 3 bilhões, poderão ter as verbas do Orçamento da União para o próximo ano bloqueadas pelo Congresso. O montante dos recursos fiscalizados foi da ordem de R$ 26,3 bilhões.
         
         Mendes Ribeiro tem pressa em designar os relatores que vão analisar o caso e também quer marcar audiência pública para ouvir o governo sobre as denúncias. Ele vai solicitar a presença dos ministros dos Transportes, Alfredo do Nascimento, da Defesa, Nelson Jobim, e do presidente do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit), Paulo Sérgio Oliveira Passos.
         
         "Esperamos os esclarecimentos necessários que possam contribuir para que o relator indicado na obra apontada como irregular pelo TCU tenha elementos para fazer a sua avaliação e tomar uma decisão que seja a melhor para o Brasil", afirmou Mendes Ribeiro. "A melhor decisão será a que valorizar os recursos públicos, sendo aplicados ou não."
         
         Irregularidades
         Os tipos mais freqüentes de irregularidades identificadas pelo TCU foram sobrepreço, superfaturamento, projeto deficiente ou inexistente, irregularidades graves no processo licitatório e na administração do contrato, e alterações indevidas nos projetos e em suas especificações.
         
         O relatório do TCU é elaborado anualmente por determinação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), e suas recomendações devem ser aprovadas pela Comissão Mista de Orçamento. Neste ano, as obras de transportes e recursos hídricos apresentaram os maiores indícios de irregularidades graves. Os órgãos com mais empreendimentos nessa condição foram o Dnit, com 20 obras; e o Ministério da Integração Nacional, com oito.
         
         Também foram identificadas irregularidades nas obras da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero). Houve recomendação de paralisação nas obras de quatro aeroportos, o que pode ameaçar, por exemplo, o terceiro terminal do Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica, em Guarulhos), e a reforma das pistas, pátio e terminal do Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
         
         Custo de obras paradas
         Em relação às obras em aeroportos, o vice-líder do governo Ricardo Barros (PP-PR) observou que elas são normalmente mais caras porque devem ser feitas com os aeroportos em funcionamento. Na sua avaliação, apesar de o TCU ser criterioso nas auditorias, seguidas vezes o órgão recomenda a suspensão de uma obra para, meses depois, liberá-la sem que nada seja alterado do contrato ou da licitação.
         
         "É muito caro para os cofres públicos paralisar uma obra. Significa prejuízo para sociedade que está aguardando o atendimento naquela obra pública, a melhoria da infra-estrutura", destacou Ricardo Barros. "A Comissão Mista de Orçamento certamente será muito criteriosa em aceitar esses pedidos de suspensão ou, pelo contrário, liberar rapidamente a aplicação dos recursos."
         
         Mesmo depois de encaminhar a lista de obras irregulares ao Congresso Nacional, o TCU continuará a análise dos processos. Quando identificar que suas determinações foram cumpridas, o tribunal deve comunicar à Comissão de Orçamento que as irregularidades já foram sanadas e que não há mais impedimentos para a liberação de verbas.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    02-10-2008 | 12:10
    A produção da indústria brasileira caiu em agosto, como esperado, mas a atividade ficou acima do registrado no mesmo período do ano passado, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
         
         A produção das fábricas instaladas no país caiu 1,3 por cento em agosto frente a julho, mas subiu 2,0 por cento em relação ao apurado em agosto de 2007.
         
         Os dados ficaram em linha com as estimativas de economistas consultados pela Reuters, que esperavam uma queda de 1,1 por cento na comparação mensal, e alta de 2,0 por cento frente ao mesmo período de 2007.
         
         De janeiro a agosto, a produção teve crescimento de 6,0 por cento e nos últimos 12 meses até agosto, de 6,5 por cento, acrescentou o IBGE.
          Fonte: 24 Horas News
    02-10-2008 | 12:10
         "Todas as obras realizadas em Mato Grosso tem um caráter muito transparente, pois temos gestores de todas as superintendências aqui”. Assim começou a coletiva à imprensa no final da tarde de quarta-feira com o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Borges, na sede da Secretaria de Estado de Infra-Estrutura (Sinfra), na quarta-feira (01.10).
         
         “Além do mais, a superintendência de Mato Grosso é uma das mais importantes do país”, continuou Borges, “pois todos os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) por aqui foram zerados, isso aconteceu somente neste Estado no país todo”.
         
         O superintendente lembrou também do caráter de referência ocupado por Mato Grosso com relação ao Programa de Arrendamento Residencial (PAR). "Temos 7.760 casas sendo entregues aqui e investimos um total de R$ 336 milhões em unidades habitacionais no Brasil todo".
         
         “Isso só é possível de acontecer porque o Governo de Mato Grosso está se capacitando ano a ano para atender às necessidades da população no que tange à habitação, foram R$ 31 bilhões investidos e R$ 27 bilhões já gastos até aqui no Brasil todo, mas ninguém possui mais parcerias para construção habitacional do que Mato Grosso”, afirmou Borges.
         
         Ele seguiu contando à imprensa o salto dado pelo governo Lula em investimento em programas habitacionais. Segundo ele, de R$ 795 milhões em 2003 para R$ 2,2 bilhões em 2008.
         
         “Esses programas sociais também ajudam a combater a fome a miséria. O Brasil tem uma dívida social muito grande e precisamos gerar muito emprego”, disse.
         
         “Não queremos perder esse posto de campeão em parcerias com a CEF, viu, senhor Borges?”, avisou o secretário de Infra-Estrutura, Vilceu Marcheti, que encerrou sua fala convidando a imprensa a participar da vistoria nas obras do Residencial Wantuil de Freitas, em Cuibá.
         
    Fonte: 24 Horas News
    02-10-2008 | 12:10
         Em vez de ficar imóveis no sofá para assistir a um desenho animado na TV ou então em poltronas das salas de exibição, jovens e adultos poderão “dar vida” a histórias e personagens, dentro do projeto da Oficina de animação AnimaMundi que o Sesc oferece gratuitamente entre os dia 21 e 25 de outubro, às 20 horas, no CineSesc Arsenal. 
          
         Sob orientação de profissionais especializados, o curso de teoria e prática de cinema de animação vai oferecer cursos com duas turmas, uma no período matutino e outro vespertino. As vagas são limitadas, com 20 pessoas por turmas. A duração das aulas será de 20 horas para os cinco dias de oficina. 
          
         Na oficina, os participantes vão elaborar filme de animação em criação coletiva do grupo, que irá aprender a elaborar o roteiro e produzirá cenas com técnicas variadas, podendo utilizar desenho, recorte ou modelagem em massinha. Inicialmente, a oficina proporciona ainda uma rápida abordagem teórica, por meio da exibição de filmes didáticos do acervo do festival Anima Mundi. 
          
         São diversos os objetivos propostos a jovens e adultos pelas oficinas do Anima Mundi, que é o festival anual que desde 1993 traz ao público brasileiro uma seleção com os melhores filmes e vídeos nacionais e internacionais. Entre eles estão: demonstrar o potencial educacional da linguagem da animação e incentivar o seu uso como instrumento didático; inverter o papel, antes apenas passivo, das crianças diante dos filmes de animação; difundir a arte da Animação, descobrindo e estimulando novos talentos; proporcionar uma atividade extracurricular ao mesmo tempo divertida e educativa, envolvendo professores e alunos na criação artística; propiciar aos professores auto-suficiência na criação e produção de filmes de animação com seus alunos e gerar um material didático diferenciado que ficará à disposição das escolas para uso em sala.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    02-10-2008 | 12:10
    Um dos efeitos mais sensíveis da Constituição de 1988 ocorreu no bolso do contribuinte. A carga de impostos subiu de 24% do Produto Interno Bruto (PIB), em 1987, para cerca de 35% do PIB em 2007 - estimativa de analistas, já que a Receita Federal ainda não divulgou dados fechados do ano passado.

     

    O movimento de alta de impostos começou porque a União perdeu tributos para os Estados e municípios, que também ampliaram a participação na receita do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A descentralização de recursos não foi acompanhada por um repasse equivalente das atribuições para os governos estaduais e as prefeituras. Ao contrário, os constituintes elevaram consideravelmente os gastos da União com benefícios previdenciários e assistenciais - eles subiram de 3,6% do PIB em 1987 para 12% do PIB no ano passado.

     

    A elevação da carga mordeu recursos de empresas e cidadãos, mas não bastou para equilibrar as contas. O governo teve de fazer cortes dramáticos nos investimentos públicos. Em 1987, ele investia o equivalente a 2,6% do PIB. O gasto caiu para 0,6% do PIB em 2005 e só agora está sendo retomado, via Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

    Com a Constituição, a União perdeu os impostos únicos sobre minerais, energia elétrica, telecomunicações e combustíveis e lubrificantes. "Esses tributos passaram a fazer parte da base do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICM)", explica o ex-secretário da Receita Everardo Maciel. Ao incorporar a base tributária dos serviços, o ICM passou a ser ICMS, hoje o principal tributo estadual.

     

    Até 1987, a União transferia 17% da receita com o IPI e IR para o Fundo de Participação dos Municípios e 14% para o Fundo de Participação dos Estados. Os constituintes elevaram as transferências para 47% do IR e para 57% do IPI.

     

    A luta do governo federal para recompor sua receita começou logo depois que a Constituição foi promulgada. "Usaram-se as contribuições sociais, pois elas não são partilhadas com Estados e municípios", explica Everardo.

     

    Em 1989, o governo propôs, e o Congresso aprovou, a criação da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). Em 1991, surgiu a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), com alíquota de 2%, em substituição ao Finsocial, que tinha alíquota de 0,5%. A receita seria destinada a financiar benefícios previdenciários e assistenciais criados pelos constituintes. Na crise da Ásia, em 1997, a alíquota foi elevada, provisoriamente, para 3%. A crise passou e a alíquota não caiu.

     

    Em 1993, o governo Itamar Franco propôs a criação do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira, depois Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Conhecida como "Imposto do Cheque", ela só acabou em dezembro de 2007.

     

    O governo conseguiu aumentar a sua arrecadação, mas passou a enfrentar outro problema: a excessiva vinculação das receitas orçamentárias. Os constituintes obrigaram a União a destinar 18% de sua receita com impostos para a educação. Além disso, todas as receitas das contribuições eram vinculadas, pela Constituição, às finalidades para as quais foram criadas.

     

    Para equilibrar suas contas, o governo precisava de autorização do Congresso para remanejar receitas e cobrir gastos. Em 1994, propôs a desvinculação de 20% de todas as receitas da União via Fundo Social de Emergência (FSE). Base fiscal do Plano Real, ele se transformou na Desvinculação de Receitas da União (DRU).

     

    Em 2001, o governo propôs a criação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), cobrada sobre os combustíveis. "Ela substituiu um imposto secreto, a PPE (Parcela de Preço Específica)", diz Everardo. A PPE era paga pela Petrobrás nas suas operações comerciais com petróleo. Com o fim do monopólio da Petrobrás, o governo criou um tributo que alcançasse todas as empresas do setor.

     

    A arrecadação da União aumentou ainda com a mudança do sistema de cobrança da Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) e da Cofins, que passaram a incidir sobre importações.

     

    Este ano, para compensar o fim da CPMF, o governo elevou as alíquotas da CSLL paga pelos bancos e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Com isso, a carga tributária em 2008 baterá novo recorde - algo próximo a 36% do PIB, segundo especialistas.

     

     

    Fonte: CNT
    01-10-2008 | 12:10
    Matéria publicada dia 29 de setembro-Estado de São Paulo - Economia

     

            Governo testa porta de saída do programa com treinamento para empregados na construção civil

      

            Cinco anos depois do início do programa Bolsa Família - de transferência de renda a 11,1 milhões de famílias -, o governo federal começa a testar uma porta de saída para os beneficiários.

     

      Com a ajuda da iniciativa privada, 185 mil pessoas que recebem o auxílio serão treinadas para trabalhar em setores estratégicos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

     O primeiro será a construção civil.          A idéia é criar uma solução conjunta para dois problemas simultâneosa dependência financeira das famílias assistidas e o gargalo da falta de trabalhadores qualificados.

     

    Se der certo, o modelo deve ser aplicado também nas áreas têxtil e de turismo.

      

            "É a primeira ação, depois desses anos todos", afirma o diretor do Departamento de Qualificação do Ministério do Trabalho, Marcelo Aguiar.

     

    "A ação prevê, em curto espaço de tempo, que as famílias adquiram autonomia e não precisem mais da bolsa."

     

             Um dos critérios para ser beneficiário é o ganho familiar abaixo de R$ 120.

     

    A renovação do benefício é feita a cada dois anos.

     

            O plano consistirá no repasse de R$ 75 milhões de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) a entidades que submeterem projetos de capacitação de mão-de-obra no ramo da construção ao Ministério do Trabalho e forem aprovadas em licitação.

     

    Só para a Grande São Paulo, serão R$ 29,7 milhões.

                     

            As entidades puderam se inscrever até o dia 18.

     

    Não há limite para o número de participantes, até que se esgote o valor total do recurso.

     

     "As entidades selecionadas serão convidadas a assinar um termo de parceria, para executar a participação", explica Aguiar.

     

    A previsão é que, até novembro, o processo esteja concluído e as primeiras instituições comecem a receber o repasse.

           

            Enquanto isso, famílias beneficiárias receberão cartas convidando integrantes a ingressarem como voluntários no Sine (Sistema Nacional de Emprego).

     

    "A carta vai explicar que, apesar de terem de escolher um dos membros da família, a participação não significa a perda do benefício."

      

            O critério de seleção das famílias inscritas será o Índice de Desenvolvimento Familiar (IDF), apurado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), cujo objetivo é diagnosticar problemas de infra-estrutura e pobreza nos núcleos familiares.

     

     "Quem tem menor IDF, terá prioridade."

     

    Entre os ofícios a serem ensinados estão o de pedreiro, azulejista, gesseiro, pintor, encanador, eletricista, carpinteiro, armador e operador de betoneira.

      

            A iniciativa atende a uma reivindicação antiga do setor.

      

     Com o boom imobiliário e a perspectiva de crescimento de 10,2 % este ano, segundo projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil, o setor enfrenta gargalos, como a falta de mão-de-obra.

     

    "No mercado está faltando tudo.

     

    Vamos tratar de uma parte", diz o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil, Paulo Simão.

      

            Não serão as construtoras as responsáveis diretas pelo treinamento e, sim, entidades sem fins lucrativos.

     

    Elas devem participar do processo oferecendo infra-estrutura necessária para aulas, que devem ocorrer nos canteiros de obras.

     

    Matéria publicada dia 29 de setembro-Estado de São Paulo - Economia         Governo testa porta de saída do programa com treinamento para empregados na construção civil

     

            Cinco anos depois do início do programa Bolsa Família - de transferência de renda a 11,1 milhões de famílias -, o governo federal começa a testar uma porta de saída para os beneficiários.

     

      Com a ajuda da iniciativa privada, 185 mil pessoas que recebem o auxílio serão treinadas para trabalhar em setores estratégicos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

     O primeiro será a construção civil.

     

            A idéia é criar uma solução conjunta para dois problemas simultâneosa dependência financeira das famílias assistidas e o gargalo da falta de trabalhadores qualificados.

     

    Se der certo, o modelo deve ser aplicado também nas áreas têxtil e de turismo.

      

            "É a primeira ação, depois desses anos todos", afirma o diretor do Departamento de Qualificação do Ministério do Trabalho, Marcelo Aguiar.

     

     "A ação prevê, em curto espaço de tempo, que as famílias adquiram autonomia e não precisem mais da bolsa."

     

         Um dos critérios para ser beneficiário é o ganho familiar abaixo de R$ 120.

     

    A renovação do benefício é feita a cada dois anos.

     

           O plano consistirá no repasse de R$ 75 milhões de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) a entidades que submeterem projetos de capacitação de mão-de-obra no ramo da construção ao Ministério do Trabalho e forem aprovadas em licitação.

     

    Só para a Grande São Paulo, serão R$ 29,7 milhões.

             

            As entidades puderam se inscrever até o dia 18.

      

    Não há limite para o número de participantes, até que se esgote o valor total do recurso.

     

     "As entidades selecionadas serão convidadas a assinar um termo de parceria, para executar a participação", explica Aguiar.

     

    A previsão é que, até novembro, o processo esteja concluído e as primeiras instituições comecem a receber o repasse.

                    

            Enquanto isso, famílias beneficiárias receberão cartas convidando integrantes a ingressarem como voluntários no Sine (Sistema Nacional de Emprego).

     

    "A carta vai explicar que, apesar de terem de escolher um dos membros da família, a participação não significa a perda do benefício."

     

             O critério de seleção das famílias inscritas será o Índice de Desenvolvimento Familiar (IDF), apurado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), cujo objetivo é diagnosticar problemas de infra-estrutura e pobreza nos núcleos familiares.

     

     "Quem tem menor IDF, terá prioridade."

     

    Entre os ofícios a serem ensinados estão o de pedreiro, azulejista, gesseiro, pintor, encanador, eletricista, carpinteiro, armador e operador de betoneira.

     

             A iniciativa atende a uma reivindicação antiga do setor.

     

     Com o boom imobiliário e a perspectiva de crescimento de 10,2 % este ano, segundo projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil, o setor enfrenta gargalos, como a falta de mão-de-obra.

     

    "No mercado está faltando tudo.

     

    Vamos tratar de uma parte", diz o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil, Paulo Simão.

     

             Não serão as construtoras as responsáveis diretas pelo treinamento e, sim, entidades sem fins lucrativos.

     

    Elas devem participar do processo oferecendo infra-estrutura necessária para aulas, que devem ocorrer nos canteiros de obras.

     

    Matéria publicada dia 29 de setembro-Estado de São Paulo - Economia

     

            Governo testa porta de saída do programa com treinamento para empregados na construção civil

     

    Cinco anos depois do início do programa Bolsa Família - de transferência de renda a 11,1 milhões de famílias -, o governo federal começa a testar uma porta de saída para os beneficiários.

     

      Com a ajuda da iniciativa privada, 185 mil pessoas que recebem o auxílio serão treinadas para trabalhar em setores estratégicos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O primeiro será a construção civil.

     

            A idéia é criar uma solução conjunta para dois problemas simultâneosa dependência financeira das famílias assistidas e o gargalo da falta de trabalhadores qualificados. Se der certo, o modelo deve ser aplicado também nas áreas têxtil e de turismo.

     

           "É a primeira ação, depois desses anos todos", afirma o diretor do Departamento de Qualificação do Ministério do Trabalho, Marcelo Aguiar.  "A ação prevê, em curto espaço de tempo, que as famílias adquiram autonomia e não precisem mais da bolsa." Um dos critérios para ser beneficiário é o ganho familiar abaixo de R$ 120. A renovação do benefício é feita a cada dois anos

                   

    O plano consistirá no repasse de R$ 75 milhões de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) a entidades que submeterem projetos de capacitação de mão-de-obra no ramo da construção ao Ministério do Trabalho e forem aprovadas em licitação.

     

    Só para a Grande São Paulo, serão R$ 29,7 milhões. As entidades puderam se inscrever até o dia 18. Não há limite para o número de participantes, até que se esgote o valor total do recurso.

     

     "As entidades selecionadas serão convidadas a assinar um termo de parceria, para executar a participação", explica Aguiar. A previsão é que, até novembro, o processo esteja concluído e as primeiras instituições comecem a receber o repasse.        Enquanto isso, famílias beneficiárias receberão cartas convidando integrantes a ingressarem como voluntários no Sine (Sistema Nacional de Emprego).

     

     

    "A carta vai explicar que, apesar de terem de escolher um dos membros da família, a participação não significa a perda do benefício."     O critério de seleção das famílias inscritas será o Índice de Desenvolvimento Familiar (IDF), apurado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), cujo objetivo é diagnosticar problemas de infra-estrutura e pobreza nos núcleos familiares. "Quem tem menor IDF, terá prioridade."

     

     

    Entre os ofícios a serem ensinados estão o de pedreiro, azulejista, gesseiro, pintor, encanador, eletricista, carpinteiro, armador e operador de betoneira.        A iniciativa atende a uma reivindicação antiga do setor. Com o boom imobiliário e a perspectiva de crescimento de 10,2 % este ano, segundo projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil, o setor enfrenta gargalos, como a falta de mão-de-obra.

     

     

    "No mercado está faltando tudo. Vamos tratar de uma parte", diz o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil, Paulo Simão. Não serão as construtoras as responsáveis diretas pelo treinamento e, sim, entidades sem fins lucrativos. Elas devem participar do processo oferecendo infra-estrutura necessária para aulas, que devem ocorrer nos canteiros de obras.

     

    Fonte: CBIC
    01-10-2008 | 11:10
    O vice-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Carlos Borges, e o secretário de Estado de Infra-Estrutura (Sinfra), Vilceu Marcheti, vão conceder uma entrevista coletiva à imprensa na sede da Secretaria nesta quarta-feira, às 16h30, para falar sobre as obras e os investimentos dos Governos Federal e Estadual em Cuiabá e Várzea Grande por meio do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
         
         Após a coletiva, o vice-presidente e o secretário vão juntos visitar algumas das obras já iniciadas pela Sinfra nos dois municípios e que contam com recursos oriundos do PAC e do PAR.
         
         Alguns dos conjuntos habitacionais que estão sendo construídos com recursos do PAR na Capital são o Residencial Wantuil de Freitas – 428 novas casas populares a um custo total de R$ 15.188.892,59, assim divididos: R$ 11.984.000,00 do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e R$ 3.204.892,59 em recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) –; Residencial Ilza Therezinha P. Pagot – 482 novas residências a um custo total de R$ 17.251.144,52, assim divididos: R$ 13.496.000,00 em recursos do FAR e R$ 3.755.144,52 em recursos do Fethab.
         
         Em Várzea Grande, o PAC, a Sinfra e a Prefeitura do município são responsáveis pelo Sistema 1 de abastecimento de água, que teve as despesas totais, de R$ 25 milhões, assim divididas: R$ 22,5 milhões do Governo Federal e outros R$ 2,5 milhões do próprio município.

     

    Fonte: 24 Horas News
    01-10-2008 | 11:10
       As mudanças estabelecidas pelo acordo ortográfico atingem em menor escala a grafia utilizada no Brasil: aproximadamente 0,5% das palavras, enquanto em Portugal chegam a 1,6%.
         
         "As alterações dizem respeito ao uso de sinais diacríticos (trema, acentos agudo e circunflexo) e hífen", explica José Carlos de Azeredo, doutor em letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador do livro "Escrevendo Pela Nova Ortografia", feito pelo Instituto Houaiss em parceria com a Publifolha.
         
         "O acordo procura eliminar particularidades sentidas como supérfluas nas duas normas, em nome da uniformidade ortográfica no mundo da lusofonia", afirma Azeredo. Ainda segundo o autor, "a ortografia do português, no Brasil como em Portugal, continua a ser predominantemente fonética, com razoável correspondência entre forma gráfica e pronúncia". E é este critério que rege a eliminação das "letras mudas", muito utilizadas em Portugal em palavras como direcção (que passa a direção) e adoptar (que passa a adotar), assim como a supressão do trema.
         
         Veja abaixo o que muda no Brasil com as novas regras do acordo:
         
         Alfabeto
         
         O alfabeto da língua portuguesa passa a ter 26 letras, com a inclusão oficial do k, w e y.
         
         Acentuação
         
         As paroxítonas com ditongos abertos tônicos éi e ói, como "idéia" e "paranóico" perdem o acento agudo. Palavras como crêem, dêem, lêem e vêem também perderão o acento, assim como as paroxítonas com acento circunflexo no penúltimo o do hiato oo(s) (vôo, enjôo).
         
         Palavras homógrafas (com a mesma grafia, mas com pronúncia diferente) como pára, pêlo, pélo e pólo também não serão mais acentuadas. Paroxítonas cujas vogais tônicas i e u são precedidas de ditongo decrescente, como "feiúra" e "baiúca", também não levarão acento.
         
         Trema
         
         O trema será totalmente eliminado das palavras portuguesas ou aportuguesadas, como "cinqüenta" e "tranqüilo". A única exceção fica por conta de nomes próprios estrangeiros, como "Müeller", por exemplo.
         
         Hífen
         
         As novas regras para o hífen são as que têm causado mais dúvidas. "Alguma dificuldade por advir de umas tantas mudanças no uso de hífen. Mas, se considerarmos que este sempre foi um domínio de zonas obscuras, os usuários podem até vir a sentir-se aliviados com a possibilidade de alguma simplificação", diz Azeredo.
         
         O hífen não será mais empregado em prefixos terminados em vogal seguidos de r ou s. Neste caso, dobra-se o r ou o s. Exemplos: antirreligioso, antissocial e minissaia.
         
         O hífen será utilizado com os prefixos hiper, inter, super seguidos de palavras iniciadas por r, como "hiper-resistente". O sinal também será utilizado em prefixos terminados em vogal como ante, contra e semi seguidos de vogal igual ou h no segundo termo. Exemplos: micro-ondas, anti-higiênico e pré-histórico.
         

     

    Fonte: 24 Horas news
    01-10-2008 | 11:10

    MT lidera equipe brasileira em evento que reunirá mais de 3 mil pessoas de quatro países

     

    As discussões sobre o software livre correm o mundo e estão longe de acabar. No Brasil, os adeptos do ‘código aberto’ crescem a cada dia. Nesse cenário, destaca-se o projeto OpenOffice.org - ou BrOffice, no Brasil -, pacote multiplataforma de aplicativos para escritório que reúne editor de textos e apresentações, além de planilha eletrônica, desenho vetorial, entre outros. Para trazer a Mato Grosso as inovações da ferramenta, além de cases de sucesso na utilização em empresas, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) e o BrOffice.org - Projeto Brasil promovem o ‘3º Encontro Nacional BrOffice.org’, na próxima sexta-feira (03), às 8h (horário de Brasília), no Departamento Regional do Senai, em Cuiabá.

    O evento ocorrerá simultaneamente em 26 Estados, além de Espanha, Paraguai e Portugal, por meio de videconferência. Serão realizadas palestras com líderes do projeto OpenOffice.org na Dinamarca e Alemanha, com tradução simultânea. O objetivo é promover a integração entre os usuários da ferramenta, além de profissionais e estudantes de Tecnologia da Informação, além de representantes de instituições de ensino e empresas em geral. São esperados cerca de três mil participantes nos quatro países envolvidos. “O Senai-MT, instituição indutora de novas tecnologias, apóia a criação e utilização de programas de código aberto”, afirma o analista de sistemas do Senai-MT, Carlos Braguini.

    Para Braguini, a implantação de softwares livres representa um avanço no fomento à acessibilidade. “Os documentos gerados em programas de código aberto podem ser utilizados em quaisquer outras ferramentas com a mesma função, não limitando o acesso a um determinado software. Em outras palavras, se você escreve uma carta no editor de texto do BrOffice.org, a mesma poderá ser trabalhada em outros editores”, explica. Outro fator destacado pelo analista é a economia gerada pelas empresas com a utilização de licenças livres. Um exemplo disso é o Banco do Brasil, que somente neste ano já economizou mais de R$ 50 milhões com migração de softwares proprietários para soluções livres.

    OpenOffice.org - Desenvolvido inicialmente com o nome StarOffice - pela empresa alemã StarDivision, foi comprado em 1999 pela Sun Microsystems (EUA). Em agosto de 1999, foi disponibilizado gratuitamente. Já em 2000, a Sun anunciou que liberaria o código-fonte do programa para download, no intuito de construir uma comunidade aberta de desenvolvimento. O novo projeto foi chamado OpenOffice.org.

    No Brasil, o nome ‘OpenOffice.org’ gerou uma disputa judicial, já que a marca ‘OpenOffice’ havia sido registrado anteriormente por uma empresa. Dessa forma, em janeiro de 2006, nasceu a BrOffice.org, Foi criada também uma Organização Não-Governamental (ONG) de apoio ao projeto. Outras informações sobre o BrOffice no site do projeto: http://www.broffice.org.

    O ‘3º Encontro Nacional BrOffice.org’ integra o programa ‘Indústria em Ação’, uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), em parceria com o governo do Estado. Para participar, os interessados devem inscrever-se e verificar os locais de realização nos Estados participantes por meio do site http://encontro.broffice.org/2008. O valor da inscrição é um quilo de alimento não perecível, que deverá ser entregue no dia do evento. A programação completa também poderá ser conferida no site. Outras informações: (65) 3611-1622.

     

    Fonte: Olhar direto
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
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