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Sábado, 16 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    17-10-2008 | 13:10
               A crise financeira internacional já afeta importantes investimentos em infra-estrutura no país. A pedido de empresários que estão com dificuldade para obter financiamento, a Agência Nacional de Energia Elétrica analisa a hipótese de adiar, por até 30 dias, o leilão da linha de transmissão que levará a energia das usinas do rio Madeira (Santo Antônio e Jirau), em Rondônia, para os centros de maior consumo do país, nas regiões Centro-Oeste e Sudeste.
         
         O leilão estava marcado para o dia 31 deste mês, na Bolsa de Valores do Rio. A Aneel concorda em adiá-lo, desde que a linha de transmissão esteja pronta quando a energia das usinas começar a ser gerada. Juntas, as usinas do Madeira poderão gerar até 6.450 MW (megawatts), mas essa energia só poderá ser usada se a linha de transmissão for concluída.
         
         A linha tem 2.450 quilômetros e liga Porto Velho (RO) a Araraquara (SP). Pelas metas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), deverá ser inaugurada até o final de 2011. O investimento previsto é de R$ 7,2 bilhões. A agência poderá tomar a decisão de adiar o leilão na próxima terça-feira.
         
         De acordo com os consórcio vencedor da hidrelétrica de Santo Antônio (Odebrecht/ Furnas), a usina deverá começar a gerar energia em maio de 2012, sete meses antes do prazo previsto no contrato de concessão. Toda a energia gerada antes do prazo contratual poderá ser comercializada no mercado livre (onde grandes consumidores compram energia) a preços mais altos do que os que serão oferecidos ao mercado cativo (distribuidoras de energia).
         
         Pelo projeto original, a geração começaria em dezembro de 2012, com a entrada em funcionamento de 2 das 44 turbinas da usina.
          Fonte: 24 Horas News
    17-10-2008 | 13:10
    Mato Grosso apresentou o maior percentual do país de crescimento no acumulado de janeiro a setembro (+11,36%) de admissões com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados (15) hoje pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em coletiva à imprensa, na sede do Ministério, em Brasília. Esse percentual significa um acúmulo de 46.490 novos empregos celetistas somente neste ano no estado. Em setembro, foram criados em Mato Grosso 3.396 novos postos celetistas, apresentando crescimento de +0,75%, recorde para o período.  

     

    Ao se comparar esse resultado com setembro de 2007, quando haviam sido gerados 3.091 novos postos, percebe-se que o estado teve crescimento de 9%. O Superintendente Regional do Trabalho e Emprego em Mato Grosso - SRTE/MT, Valdiney Antônio de Arruda, acredita que os índices devem se manter positivos até o final do ano.

     

    “O crescimento do emprego deve permanecer nessa tendência já que o estado se mantém entre os que mais geram novas vagas, apesar do período de entressafra e, considerando que o setor de serviços tem se destacado em todo país, os últimos meses do ano também trarão para o Mato Grosso um incremento de novos empregos. Mais importante ainda, como temos destacado, é que esses empregos sejam criados numa perspectiva de trabalho decente, o que significa remuneração adequada e respeito às garantias trabalhistas, inclusive boas condições de saúde e segurança”.  

     

    Região Centro-oeste

     

    Na região, Mato Grosso só perde para o Goiás, que gerou 6.083 (0,73%) empregos formais. Mato Grosso do Sul se apresenta em terceiro com 2.186 (+0,61%). 

     

    Setores

     

    Em termos setoriais, Mato Grosso teve a maior contribuição do setor de Comércio, que sozinho foi responsável pela criação de 1.161 empregos formais no período (+0,94%). Serviços aparece em segundo lugar com 740 (0,61%) e logo em seguida a Indústria de Transformação 669 (+0,75%), Agropecuária 586 (+586%),Construção Civil 451 (+1,58%), Serviços de Indústria e Utilidade Pública 72, que apresentou a maior variação relativa (+3,18%), Administração Pública 17 (+0,81%) e Extrativa Mineral -300 (-9,36%). 

     

    Municípios

     

    Os números do Caged mostram que Cuiabá ocupa o primeiro lugar no ranking por município com 1.061 (+0,90%) empregos formais no mês de setembro, seguido de Sorriso 282 (+2,24%) e Várzea Grande 273 (+0,77%).

     

    Fonte: Mídia News
    17-10-2008 | 13:10
    ‘Dobradinha’ crise internacional e paralisação deixa consumidor assustado e fora da posição compradora

     

    Em dez dias, a greve dos bancários já impôs perdas de 10% ao comércio da Grande Cuiabá. Todos os segmentos, incluindo veículos, estão sentindo os efeitos da paralisação dos bancos e da falta de dinheiro em circulação. Os setores mais penalizados são eletrodomésticos, tecidos e confecções.

    Segundo levantamento do Sindicato do Comércio de Tecidos, Confecções e Armarinhos, as perdas já chegam a 10% após a greve. “Só com o Dia da Criança perdemos mais de 2%”, avalia o presidente da entidade, Roberto Peron.

    O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), José Alberto Aguiar, alertou que se a crise “demorar mais” pode afetar o giro de dinheiro no comércio.

    “Na verdade, a greve está deixando os consumidores ainda mais assustados, não bastassem os efeitos da crise no sistema financeiro mundial”, avalia Cláudio Mendonça, gerente de Vendas da City Lar.

    A loja já detecta recuo de 10% nas vendas este mês. “Acreditamos que a greve dos bancários seja a principal responsável pela retração”, avalia Mendonça, lembrando que as taxas de juro, mesmo após a crise, seguem inalteradas. “Ainda não mexemos nas taxas e, ainda assim, as vendas se retraíram. Há muita especulação e o consumidor está assustado, preferindo aguardar mais um pouco para comprar o bem desejado”. Segundo o gerente, a greve dos bancários veio como uma “ducha fria” sobre o segmento, gerando ainda mais dúvidas ao consumidor e impondo perdas em cifras.

    O Ponto Certo é outra loja que está experimentando desaquecimento nas vendas após o início da greve dos bancários, iniciada no começo da semana passada. “A crise financeira mundial já é do conhecimento de todos, mas na prática as perdas estão ocorrendo por conta da greve dos bancários”, avaliam os vendedores.

    A loja também manteve as taxas de juro nos patamares que estavam sendo adotados antes do início da crise. “Não temos previsão de alta nas taxas, mas de concreto mesmo é a pequena retração – em torno de 10% - por conta da greve. Afinal, muitos consumidores associam a paralisação dos bancos à crise, gerando uma bolha. Isso não é bom para ninguém, pois menor consumo significa menos circulação de dinheiro e menos recursos para investimentos”.

    A Facilar, que também trabalha com eletrodomésticos, tem a mesma avaliação sobre a crise financeira e a greve dos bancários. “Ambas são negativas para o comércio e só tendem a piorar a situação. Torcemos para que o governo federal faça uma intervenção para dar mais segurança aos consumidores”, afirmou um dos vendedores. Na Facilar, as taxas não sofreram mudanças e os prejuízos são motivados pela greve.

    VEÍCULOS – No segmento de veículos, a crise também já começou a ser sentida. Levantamento divulgado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) aponta recuo de 2% no número de emplacamentos.

    “Acreditamos, entretanto, que este número seja bem maior, pois o Detran teve problemas na emissão de registros e no começo deste mês houve muitos emplacamentos que estavam acumulados no final de setembro”, disse o presidente do Sindicato dos Distribuidores de Veículos de Mato Grosso (Sincodiv), Paulo Bôscolo.

    Segundo ele, o número de emplacamentos “aparenta estabilidade”, mas pode estar longe da realidade para este período de crise no sistema financeiro. “Temos muitas consultas e negócios em andamento. Porém, o fechamento das compras está lento”.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-10-2008 | 12:10
    A construtora Plaenge, que há 25 anos atua em Cuiabá, foi eleita pela revista ‘O Construtor’ uma das dez maiores do Brasil no segmento de construção residencial, ficando em sétimo lugar. Foi considerada também a maior construtora do interior do país. O reconhecimento sinaliza um caminho diferenciado de gestão, principalmente quando se percebe que, ao contrário da "moda" das empresas com capital aberto, a Plaenge optou por manter a mesma composição societária desde sua criação, há 38 anos.

    Os números mostram que o desempenho comercial da construtora se equipara aos maiores players – agentes - com capital aberto em Bolsa. "Hoje, de todos os nossos edifícios lançados, já temos mais de 75% dos apartamentos comercializados, o que nos dá um dos maiores índices do país e uma boa margem de tranqüilidade, mesmo que haja crise econômica no Brasil. A média das empresas listadas em Bolsa é de 34% no primeiro semestre de 2008", observa o diretor regional da Plaenge, Rogério Fabian Iwankiw. No histórico, a Plaenge atingiu a marca de mais de 120 empreendimentos entregues rigorosamente no prazo.

    Em 2006, a empresa optou por não abrir seu capital em Bolsa, indo contra a maré que englobou mais de 20 construtoras brasileiras nos últimos dois anos. A decisão acabou trazendo alguns pontos positivos para a Plaenge. "Na época, analisamos o cenário e concluímos que não havia por que abrir o capital. Para o nosso planejamento estratégico de crescimento, não precisávamos de mais recursos do que já tínhamos, e achávamos que a pressão de cobrança de uma empresa de capital aberto não era compatível com a gestão muito conservadora que sempre imprimimos na Plaenge. No nosso segmento, quase sempre é prudente ser muito conservador, e as empresas de capital aberto são pressionadas demais a ser arrojadas", afirma Rogério Fabian.

    Outro diferencial da Plaenge é o conhecimento das cidades onde trabalha e o extenso banco de terrenos da empresa, capaz de garantir lançamentos de alto padrão em Cuiabá até 2012. "Investimos fortemente na aquisição de terrenos estratégicos porque é o nosso insumo mais importante", pondera.

    LANÇAMENTO - Nesta semana, a Plaenge realizou mais um lançamento em Cuiabá – o edifício Innovare, no conceito de condomínio-clube, na região do Jardim das Américas. Já no início de 2009, começam as vendas do edifício Sofisticato, na região do Goiabeiras.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-10-2008 | 12:10
    A crise que assola o mercado financeiro mundial mobilizou a atenção dos governos rapidamente. Disse, recentemente o presidente americano George W. Bush: "Esta é uma séria crise global e por isso precisa de uma resposta global séria para o bem de nossas populações". Bom seria se o mesmo presidente tivesse essa visão e tamanha rapidez ao se valer das soluções para as questões ambientais, a médio e longo prazo.

     

    Crise na economia nos próximos anos pode resultar significativamente da área ambiental em escala global. E a causa disso pode estar na falta de empenho coletivo de forma mais séria, agora. O governo americano pensa mover céus e terra para salvar a economia americana. Mas essa crise pode ser o início de uma situação muito mais séria, arraigada na cultura do capitalismo selvagem de países altamente poluidores, a começar por lá.

     

    Os cientistas mostram através de medições que se o nível de CO2 continuar aumentando como tem ocorrido nas últimas três décadas, a economia mundial poderá sofrer um colapso, em pouco tempo, caso continue assim nas próximas duas décadas. Os líderes mundiais possuem grande responsabilidade em orientar e implantar soluções macro.

     

    Mas, toda e qualquer mudança que produza resultados em favor do planeta não pode ser esperada apenas dos governos e organizações, nem de cientistas ou ecologistas. Deve partir de cada cidadão. Quem produz deve respeitar o meio ambiente. Mas, quem consome deve se responsabilizar pelo que está levando pra casa ou para o uso no dia-a-dia.

     

    Os governos podem criar políticas de desenvolvimento e ter a iniciativa privada e demais setores como parceiros. Os cientistas têm subsídios para uma avaliação dos efeitos provocados. No entanto, o maior poder é o do indivíduo, que começa pela educação dentro de casa, no convívio social e no trabalho, e resulta em uso e consumo.

     

    Contudo, para pôr em prática, mesmo as pequenas ações, que antes não faziam parte da rotina de cada um, e que agora fazem a diferença no contexto global devido às mudanças climáticas, é preciso de muita coragem. Ainda tem gente que considera "mico" guardar uma latinha até encontrar um local adequado, levar menos sacolas do supermercado, ou nem levar, se possível, e até mesmo selecionar o lixo em casa. E esse é um movimento replicado em grande escala, como nas indústrias e nos governos dos países que mais poluem.

     

    O físico austríaco Fritjof Capra, que desenvolve trabalho na área da educação ambiental, e estará no Brasil em novembro deste ano, ocasião em que vai orientar um evento sobre gestão de pessoas em Cuiabá, define que jamais a civilização humana teve no âmbito do planeta, o poder destruidor que a sociedade atual possui. A humanidade está num momento de definição histórica, segundo a agenda 21, em 2005. "Estamos chegando a um momento decisivo como indivíduos, como sociedade e como civilização", afirma Capra.

     

    "Quanto mais estudamos os principais problemas de nossa época, mais somos levados a perceber que eles não podem ser entendidos isoladamente, sendo problemas sistêmicos, interligados e independente", conclui físico Capra. A Terra entrou num período em que as mudanças no clima ocorrem de forma diferente das anteriores, pois as alterações atuais têm a predominância humana como causa. Peter Drucker, o pai da administração moderna, disse que "O século XX testemunhou o surgimento de uma nova e importante tarefa: proteger a natureza do ser humano".

     

    Segundo dados da Word Wide Fund For Nature, a taxa de crescimento da população no século XX foi maior do que em todos os outros períodos da humanidade. Em 1950 havia 2,5 bilhões de pessoas. A Organização das Nações Unidas prevê que em 2050 o mundo terá 9 bilhões de seres humanos na face da Terra, e como se sabe, todos poluidores em potencial. Muito de preservação, conservação e consciência precisa se estabelecer daqui pra frente.

     

    É preciso fazer diferente, dentro de casa. O resto é reflexo. Enquanto houver "maquiagem verde" nas empresas, ou seja, enquanto fizerem mais publicidade do que atividades sustentáveis, tudo será falso. Enquanto cada indivíduo também ficar à espera de políticas que mudem a vida de todos, sem que cada um faça a sua parte, poderá ser tarde demais. A crise é mais que econômica e não será apenas ambiental. É crise de atitude.

     

    Jair Donato é jornalista em Cuiabá, consultor, life coach, professor universitário - especialista em Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida. E-mail: jairdomnato@gmail.com

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-10-2008 | 12:10
    A crise que assola o mercado financeiro mundial mobilizou a atenção dos governos rapidamente. Disse, recentemente o presidente americano George W. Bush: "Esta é uma séria crise global e por isso precisa de uma resposta global séria para o bem de nossas populações". Bom seria se o mesmo presidente tivesse essa visão e tamanha rapidez ao se valer das soluções para as questões ambientais, a médio e longo prazo.

     

    Crise na economia nos próximos anos pode resultar significativamente da área ambiental em escala global. E a causa disso pode estar na falta de empenho coletivo de forma mais séria, agora. O governo americano pensa mover céus e terra para salvar a economia americana. Mas essa crise pode ser o início de uma situação muito mais séria, arraigada na cultura do capitalismo selvagem de países altamente poluidores, a começar por lá.

     

    Os cientistas mostram através de medições que se o nível de CO2 continuar aumentando como tem ocorrido nas últimas três décadas, a economia mundial poderá sofrer um colapso, em pouco tempo, caso continue assim nas próximas duas décadas. Os líderes mundiais possuem grande responsabilidade em orientar e implantar soluções macro.

     

    Mas, toda e qualquer mudança que produza resultados em favor do planeta não pode ser esperada apenas dos governos e organizações, nem de cientistas ou ecologistas. Deve partir de cada cidadão. Quem produz deve respeitar o meio ambiente. Mas, quem consome deve se responsabilizar pelo que está levando pra casa ou para o uso no dia-a-dia.

     

    Os governos podem criar políticas de desenvolvimento e ter a iniciativa privada e demais setores como parceiros. Os cientistas têm subsídios para uma avaliação dos efeitos provocados. No entanto, o maior poder é o do indivíduo, que começa pela educação dentro de casa, no convívio social e no trabalho, e resulta em uso e consumo.

     

    Contudo, para pôr em prática, mesmo as pequenas ações, que antes não faziam parte da rotina de cada um, e que agora fazem a diferença no contexto global devido às mudanças climáticas, é preciso de muita coragem. Ainda tem gente que considera "mico" guardar uma latinha até encontrar um local adequado, levar menos sacolas do supermercado, ou nem levar, se possível, e até mesmo selecionar o lixo em casa. E esse é um movimento replicado em grande escala, como nas indústrias e nos governos dos países que mais poluem.

     

    O físico austríaco Fritjof Capra, que desenvolve trabalho na área da educação ambiental, e estará no Brasil em novembro deste ano, ocasião em que vai orientar um evento sobre gestão de pessoas em Cuiabá, define que jamais a civilização humana teve no âmbito do planeta, o poder destruidor que a sociedade atual possui. A humanidade está num momento de definição histórica, segundo a agenda 21, em 2005. "Estamos chegando a um momento decisivo como indivíduos, como sociedade e como civilização", afirma Capra.

     

    "Quanto mais estudamos os principais problemas de nossa época, mais somos levados a perceber que eles não podem ser entendidos isoladamente, sendo problemas sistêmicos, interligados e independente", conclui físico Capra. A Terra entrou num período em que as mudanças no clima ocorrem de forma diferente das anteriores, pois as alterações atuais têm a predominância humana como causa. Peter Drucker, o pai da administração moderna, disse que "O século XX testemunhou o surgimento de uma nova e importante tarefa: proteger a natureza do ser humano".

     

    Segundo dados da Word Wide Fund For Nature, a taxa de crescimento da população no século XX foi maior do que em todos os outros períodos da humanidade. Em 1950 havia 2,5 bilhões de pessoas. A Organização das Nações Unidas prevê que em 2050 o mundo terá 9 bilhões de seres humanos na face da Terra, e como se sabe, todos poluidores em potencial. Muito de preservação, conservação e consciência precisa se estabelecer daqui pra frente.

     

    É preciso fazer diferente, dentro de casa. O resto é reflexo. Enquanto houver "maquiagem verde" nas empresas, ou seja, enquanto fizerem mais publicidade do que atividades sustentáveis, tudo será falso. Enquanto cada indivíduo também ficar à espera de políticas que mudem a vida de todos, sem que cada um faça a sua parte, poderá ser tarde demais. A crise é mais que econômica e não será apenas ambiental. É crise de atitude.

     

    Jair Donato é jornalista em Cuiabá, consultor, life coach, professor universitário - especialista em Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida. E-mail: jairdomnato@gmail.com

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-10-2008 | 12:10
    Esta semana o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No balanço, Mato Grosso é apontado como recordista no saldo de empregos. Até o nono mês do ano o Estado consolidou no mercado de trabalho 46,490 mil vagas, diferença entre as 260,434 mil contratações e 213,944 mil demissões registradas de janeiro a setembro. O mês de setembro, aliás, teve fechamento importante para

     

    Mato Grosso. De acordo com o Caged, o Estado seguiu o ritmo nacional de recorde de geração de empregos e teve 3.396 novos postos celetistas criados no mês em questão, apresentando crescimento de 0,75% em relação ao estoque de agosto - o melhor resultado do MT para o período em toda a série histórica do Caged.

     

    Os dados evidenciam que o Estado mantém a característica de ser um forte gerador de empregos. Agropecuária, comércio, indústria e serviços oferecem boas oportunidades para quem está em busca de colocação no mercado. Há cidades em que o desenvolvimento econômico tem atraído tão grande número de trabalhadores que é difícil encontrar um imóvel para alugar.

     

    Mas, mesmo diante de um panorama favorável ao Estado, não se pode esquecer que um fator ainda trava contratações e gera demissões: a falta de qualificação do trabalhador. O preparo em questão não diz respeito apenas ao ensino regular, mas também ao técnico. O desempenho do trabalhador precisa, necessariamente, acompanhar o desenvolvimento tecnológico. Portanto, atualmente, seja na lavoura ou no canteiro de obras, o mercado de trabalho não assegura espaço para aqueles que não dispõem de preparo adequado.

     

    Por este motivo, governo e entidades não-governamentais têm disponibilizado, com freqüência, oportunidades de qualificação para atuação em diversos setores. Em Mato Grosso o leque de atividades contempladas vai desde vaqueiro até operador de máquinas agrícolas e pedreiro. Em muitos casos os cursos são gratuitos e resultam em contratações imediatas.

     

    Fica a torcida para que o estado se mantenha sempre em destaque no ranking nacional da geração de empregos e que os investimentos na qualificação profissional também sigam em curva de crescimento. Trabalhador qualificado tem bem maior chance de consolidar espaço no mercado e, como conseqüência, proporcionar mais qualidade de vida para a família e garantir a formação educacional de seus filhos, futuros trabalhadores.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-10-2008 | 12:10
    A definição de uma trajetória ascendente nos pregões em Nova York ontem à tarde, em especial a ampliação das altas na última hora de pregão, ajudou a reduzir drasticamente as perdas na Bovespa. Mas a forte pressão de baixa em razão do declínio no preço das commodities, com o petróleo abaixo dos US$ 70 pela primeira vez desde agosto de 2007, por exemplo, impediu que o Ibovespa fechasse no azul. O índice brasileiro encerrou em queda de 1,06%, aos 36.441,72 pontos.

     

    Apenas na abertura do pregão conseguiu sustentar-se em território positivo, quando subiu 1,52%, aos 37.394 pontos, na máxima. Na mínima, chegou perto do limite para que fosse acionado o circuit breaker ao cair 8,36%, para 33.752 pontos.

     

    Nesta semana, o Ibovespa ainda acumula variação positiva de 2,34%, mas, no ano, cai 42,96%. "Não existe mais análise fundamental para operar no mercado. O que manda é o psicológico", disse um experiente profissional da área de renda variável para explicar o comportamento volátil nas operações ontem "O Ibovespa até reagiu no final e quase fechou no azul. Mas foi uma recuperação sem consistência", complementou outro profissional do mercado.

     

    Em Wall Street, o índice Dow Jones encerrou em 8.979,26 pontos, com valorização de 4,68%. O S&P-500 aumentou 4,25%, para 946,43 pontos. E o Nasdaq Composite ganhou 5,49%, aos 1.717,71 pontos. No mercado de câmbio, o dólar caiu após servir de refúgio para os investidores e operar em alta na maior parte da sessão por causa da perspectiva de recessão nos Estados Unidos e Europa.

     

    O dólar no mercado à vista encerrou em baixa, após subir pela manhã até a máxima de R$ 2,239 (3,42%) no balcão. No final, o pronto caiu 0,16%, a R$ 2,1595 na BM&F, e 0,23%, a R$ 2,160 no balcão.

     

    A inversão de sinal no fim da sessão ocorreu em meio a um aumento da oferta de moeda por tesourarias de bancos, assegurada pela injeção de liquidez do Banco Central, e a firme melhora das bolsas norte-americanas.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10
    A campanha de vacinação contra rubéola foi prorrogada para o dia 31 deste mês. Nesse prazo de 16 dias, Mato Grosso precisa imunizar 117,8 mil homens e mulheres na faixa etária de 12 a 39 anos, o que representa 8% da população de 1,472 milhão de habitantes com essas idades. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de que 95% da população seja vacinada, mas em Cuiabá ainda faltam 50,25 mil pessoas e em Várzea Grande, 33,4 mil. Para chegar ao objetivo, os dois municípios iniciarão um "arrastão" para aplicar vacinas de casa em casa, todos os dias, das 19h às 21h.

     

    Em Várzea Grande, o paciente que não comprovar a imunização por meio do cartão de vacina, mesmo que realmente tenha tomado a dose, terá ser vacinado novamente. A gerente da Vigilância Epidemiológica, Maria Guimarães, explica que ninguém será forçado, mas a orientação às equipes é para tentar o convencimento. Além das 18 equipes do Programa de Saúde da Família (PSF), que oferecem cobertura de 24% na cidade, outras 8 equipes volantes compostas por enfermeiros e técnicos de enfermagem vão focar nas residências. "Caso haja recusa, vamos pedir para ver o cartão e explicar as consequências, mas vai depender do bom senso de cada um aderir".

     

    O mesmo procedimento também será adotado na Capital. A gerente de imunização da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Welignem Leite, explica que existem equipes divididas por turnos. Durante o dia, o enfoque continua nos ambientes públicos, como shoppings, supermercados, hospitais, igrejas, feiras e escolas, além das unidades de saúde, como PSFs, centros de saúde e policlínicas. À noite, os técnicos se deslocarão emergencialmente para os bairros CPA (1, 2, 3 e 4), Tijucal e São Gonçalo, onde os índices de cobertura vacinal são mais baixos. "A gente apela para que as famílias nos atendam".

     

    Numa abordagem realizada no Pantanal Shopping ontem à tarde, a houve grande adesão. O estudante Adonias Barros, 16, que não fazia idéia do benefício da vacina, resolveu participar. "Só doeu um pouco". Para o empresário Joacy Almeida Filho, 25, casado, a oportunidade veio na hora certa, pois ele não teve tempo de ir ao posto de saúde. "A comodidade ajudou".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10

    Encontrar trabalho está mais fácil em Mato Grosso. Mensalmente o Ministério do Trabalho e

    Emprego (MTE) anuncia recordes na geração de vagas no país e o Estado não fica atrás.

     

    Segundo dados divulgados ontem pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do MTE, o saldo de empregos em Mato Grosso fechou os nove primeiros meses com 46,490 mil vagas, diferença entre as 260,434 mil contratações e 213,944 mil demissões registradas de janeiro a setembro. O saldo é 20,5% maior que o do ano passado, quando somou 38,555 mil empregos formais. O acesso às empresas é ainda mais facilitado por haver encaminhamento, sendo o Sistema Nacional do Emprego (Sine) um dos que cadastram e encaminham as pessoas que estão à procura de emprego. Quem não teve de esperar muito para ser contratada foi a estudante Suener Santos Cruz, 20, que após se cadastrar no Sine foi chamada para uma entrevista 10 dias depois e que no dia seguinte começou a trabalhar como auxiliar-administrativa.

     

    Já Sebastiana Maria de Barros ficou afastada do mercado de trabalho por dois anos, devido à problema de saúde da filha. No caso dela, a efetivação em uma empresa demorou um pouco, cerca de cinco meses, mas não por falta de oportunidade. "Havia várias propostas, mas como moro no CPA e as vagas eram para bairros distantes como o Distrito Industrial, as empresas davam preferência para que morava mais perto".

     

    Sebastiana diz estar satisfeita. Desempenha a função de auxiliar de escritório, ajudando a controlar as finanças da empresa e não teve dificuldade em executar as tarefas, pois no emprego anterior também trabalhava no setor financeiro. "O Sine também ajuda bastante na hora de encontrar emprego e tenta diminuir as limitações, como a da distância, por exemplo, entre a residência e o trabalho da pessoa", diz Sebastiana.

     

    Suener destaca que teve uma vantagem na hora de conseguir o emprego. "Fiz vários cursos, de informática e de atendimento ao público, que me ajudaram na hora de ser selecionada".

     

    A assessora de Qualificação Profissional do Sine, Rosenei Calsavara, considera que a qualificação é uma ferramenta extra na hora de escolher um candidato, mas que não é tudo, pois como o mercado está aquecido ele sinaliza as maiores necessidades oferece oportunidades.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10
    Apesar do agravamento da crise financeira internacional, o Brasil deve encerrar o ano com 2,1 milhões de novos empregos com carteira assinada, segundo as projeções do Ministério do Trabalho. A previsão foi anunciada ontem, com entusiasmo, pelo ministro Carlos Lupi ao informar que de janeiro a setembro a economia acumula um saldo positivo de 2,086 milhões de novas ocupações formais.

     

    É a primeira vez que essa marca é alcançada em um único ano, pela série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) iniciada em 1992. Lupi demonstrou otimismo ao afirmar que só espera "algum" reflexo negativo da crise internacional no mercado de trabalho brasileiro a partir do segundo semestre de 2009. Isso porque, segundo ele, os investimentos e a produção das empresas brasileiras não vão parar, mesmo que os países desenvolvidos desacelerem o crescimento econômico no ano que vem.

     

    Perspectivas - Ao contrário do que prevê a maioria dos economistas, ele acredita que o mercado interno continuará aquecido garantindo o ritmo de crescimento brasileiro. "A crise deve afetar as nossas exportações e a agricultura porque impõe dificuldades para se conseguir recursos lá fora, mas isso está sendo compensado pela ação rápida e ágil do Banco Central de liberar depósitos compulsórios", afirmou ele.

     

    Ainda assim, o ministro Carlos Lupi disse esperar que sejam criados no país pelo menos 1,8 milhão de novos empregos no ano que vem.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10
    No próximo dia 19, no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, terá início mais o horário de verão. Apesar de adotado há mais de duas décadas, apenas em 2008 oficializou-se determinação para que vigore, todos os anos, sempre no mesmo período: do terceiro domingo de outubro ao terceiro domingo de fevereiro. Haverá exceção quando este coincidir com o Carnaval, sendo então a mudança adiada por uma semana. A padronização é importante para as empresas planejarem de modo mais preciso a adequação de seus fluxos produtivos e também para a população em geral, reforçando o significado da medida, já arraigada na cultura dos brasileiros daquelas regiões.

     

    O ganho de uma hora com luz solar é essencial para reduzir o consumo de eletricidade nos horários de pico. A claridade natural das 18 às 19 horas atenua, nesse intervalo de tempo, a demanda simultânea nas indústrias, escritórios e residências. Assim, não ocorrem sobrecargas e diminuem muito os riscos de blecautes na época mais quente no ano, quando cresce o uso de equipamentos de refrigeração, ar condicionado e ventilação, cujo funcionamento despende bastante energia. Segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema), a economia, que varia entre 4% e 5%, foi de dois mil megawatts no último horário de verão. Em dinheiro, isso representou R$ 10 bilhões.

     

    Tal resultado, embora aparentemente tímido, tem grande significado neste momento em que o atraso e a insuficiência dos investimentos em geração, transmissão e distribuição mantêm viva a possibilidade de apagões. Para suportar a expansão do PIB verificada na década e possibilitar evolução de 5% por exercício, é necessário crescimento anual de ao menos 7% na oferta de eletricidade. Entretanto, isso não ocorre. A energia que o Brasil dispõe hoje para seus 183,9 milhões de habitantes é a mesma de dez anos atrás.

     

    Segundo relatório de fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), há 23 usinas licitadas desde 2002, significando capacidade instalada total de 5.157 megawatts. Dessas, 12 ainda esperam a liberação ambiental prévia e cinco aguardam a licença de instalação. É lamentável constatar que, na prática, nada está acontecendo. Assim, respeitando-se os preceitos ecológicos e a sustentabilidade dos projetos, é necessário agilizar todo esse processo de licenciamento ambiental.

     

    As usinas que entrarão em funcionamento rapidamente são pequenas e não atendem à demanda. As maiores são a de Santo Antônio e Jirau, leiloadas nos últimos meses, que irão gerar mais de seis mil megawatts por ano, o equivalente a meia usina de Itaipu, mas só estarão prontas em cerca de dez anos. É muito tempo! Afinal, não podemos esquecer que a eletricidade é essencial para a economia, a sociedade, as empresas e a própria segurança nacional.

     

    Portanto, o crescimento sustentado e o desenvolvimento não podem continuar reféns de políticas públicas ineficazes no campo da eletricidade, item fundamental da matriz energética brasileira.

     

    Em condições normais de oferta, o horário de verão já seria adequado e recomendável. Na presente conjuntura nacional, é imprescindível! Uma hora diária de luz solar extra faz muita diferença. Além disso, bem que poderia iluminar as mentes de todos os que ainda não perceberam a gravidade de um problema que pode parar o país...

     

    Carlos Alberto dos Reis é presidente do Sindicato dos Eletricitários do Estado de São Paulo

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-10-2008 | 13:10
     Tempo seco e pouca chuva. Essa é a previsão do Sistema de proteção da Amazônia (Sipam) para os próximos três meses em Mato Grosso. Segundo o órgão, a umidade relativa dor ar só deve elevar no mês de novembro e até lá as chuvas devem registrar um índice abaixo do normal.

    A região de Canarana e Paranatinga deve ser as mais afetadas pelo tempo seco no estado. “As chuvas nas demais áreas ficarão em níveis normais em outubro. Nestes próximos três meses começam a ocorrer chuvas mais frequentes e intensas. Teremos mais dias de chuva”, diz o metereologista Ranvere de Nóbrega. 

    Ainda segundo o Sipam, os estados do Acre e Rondônia também sofrerão com baixa umidade e pouca chuva, porém ainda em outubro a situação deve se normalizar nessas regiões. 

     

    Fonte: Olhar Direto
    16-10-2008 | 13:10
    Ofertar cursos gratuitos para qualificar mão-de-obra para as indústrias de panificação e de água mineral do Estado. Com esse objetivo, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) criou o projeto ‘Fortalecimento das Indústrias de Panificação e Água Mineral’. Na noite desta terça-feira (14.10), a instituição apresentou os benefícios do projeto aos empresários desses segmentos de Cuiabá e Várzea Grande com o apoio dos Sindicatos das Indústrias da Alimentação (SIA-MT), e das Indústrias de Panificação e Confeitaria (Sindipan).

    “Nós obtivemos recursos junto ao Departamento Nacional do Senai e isso vai proporcionar uma oferta significativa de cursos para a qualificação de profissionais desses setores”, ressalta o diretor regional do Senai-MT, Gilberto Figueiredo. Diversos cursos já estão sendo oferecidos, como Panificação, Confeitaria, Auxiliar Administrativo, Técnicas de Negociação e Vendas e Atendimento ao Cliente. Ao todo, são ofertadas 970 vagas. “Não vamos cobrar vínculo empregatício do trabalhador com a empresa. O empresário vai poder oferecer capacitação a qualquer pessoa da comunidade que tenha potencial para trabalhar na área e preencha os requisitos de acesso aos cursos”, explica Figueiredo.

    Para os setores de Panificação e Água, a notícia não poderia ser melhor. “Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Esse é um presente de Natal para o nosso setor, que é tão carente de qualificação. Hoje temos 500 a 600 empresas entre Cuiabá e Várzea Grande, que requerem mão-de-obra qualificada”, destaca o presidente do Sindipan, Luiz Garcia. “Agradecemos e parabenizamos o Senai-MT por essa iniciativa. São ações que contribuem para a melhoria dos nossos serviços, além do aumento da renda do trabalhador, que reflete em sua qualidade de vida”, avalia o presidente do Siamt, Marco Lorga. 

    Além da oferta de cursos gratuitos, o projeto prevê a realização da Assessoria na implantação de Boas Práticas de Fabricação, com elaboração de manual de boas práticas. Neste caso, serão oferecidos subsídios de até 94% sobre o custo total. A variação da contrapartida da empresa dependerá de alguns critérios, como ser indústria, estar adimplente com a contribuição sindical, confederativa e do Senai (ou optante do simples) e ser associada e adimplente com o SIA-MT, Siar-Sul/MT, SAI e Sindipan. A meta é atender 75 empresas em todo o Estado.

    O projeto faz parte do programa ‘Educação para a Nova Indústria’, é uma iniciativa da Confederação da Indústria (CNI) e tem como objetivo aprimorar a educação básica e continuada e a técnica e profissional dos trabalhadores da indústria para que acompanhem as mudanças e transformações do mercado. As empresas interessadas utilizarão a mesma metodologia do programa ‘Indústria em Ação 2008’ e deverão acessar o site da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (www.fiemt.com.br) para cadastrar-se no programa e solicitar os serviços.

    O diretor regional do Senai-MT lembra que as empresas precisam aderir ao programa para receberem os benefícios. “É necessário que as indústrias demandem. Somente dessa forma, poderemos atendê-las”, esclarece. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (65) 3611-1554 e 3611-1533.

     

    Fonte: Olhar Direto
    16-10-2008 | 12:10
    Em setembro foram criados, no país, 282.841 empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado hoje (15) pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

    De acordo com o ministério, houve crescimento de 12,6% em relação ao número de empregos gerados em setembro de 2007 (251.168 postos). Esse é maior resultado para o mês desde o início da série história do Caged, em 1992.

    O crescimento, com relação ao registrado em agosto, é de 0,92%.

    Entre janeiro e setembro deste ano foram criados 2.086.570 empregos, ultrapassando em 25,2% o recorde para o período registrado em 2004 quando, nos nove primeiros meses do ano, foram criados 1.666.188 postos de trabalho.

     

    Fonte: Mídia News
    16-10-2008 | 12:10
    O projeto de lei complementar que define regras para criação, incorporação, fusão, desmembramento e instalação de municípios (PLS 98/02 - Complementar) foi aprovado nesta quarta-feira (15) pelo Plenário do Senado. A proposição, relatada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), convalida os municípios criados, incorporados, fundidos, desmembrados e instalados entre 13 de setembro de 1996 - data da promulgação da Emenda Constitucional nº 15 - e 31 de dezembro do ano passado ( a decisão "garante que 15 municípios de Mato Grosso não voltem a ser distritos). A EC 15 determina que lei complementar federal deve definir o período para criação de novos municípios. O projeto de lei será ainda votado na Câmara dos Deputados.

    O parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), aprovado em 27 de agosto último, foi favorável à aprovação da matéria, de autoria do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), e pela rejeição dos PLS 503/03 e 96/08, de autoria do ex-senador Sibá Machado (PT-AC), e do PLS 60/08, do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). Todos são projetos de lei complementar. Na sessão desta quarta, no entanto, foi aprovado requerimento desmembrando o PLS 503/03, que, assim, volta a tramitar na CCJ.

     

    O texto aprovado exige que a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de novos municípios dependerão da realização de estudo de viabilidade e de plebiscito abrangendo as populações dos municípios envolvidos. As mudanças terão de ocorrer após a posse dos prefeitos e vereadores e antes do último dia do ano anterior às eleições municipais.

     

    Caberá à respectiva assembléia legislativa homologar o estudo de viabilidade e autorizar o plebiscito, que ocorrerá preferencialmente em conjunto com as eleições federais e estaduais. Rejeitado o plebiscito, outro não poderá ser realizado sobre o mesmo tema em um período de 10 anos.

     

    O requerimento para criação de municípios deverá ser dirigido à assembléia legislativa e subscrito por, no mínimo, 10% dos eleitores residentes na área geográfica que se pretenda emancipar para originar novo município. Caberá também à assembléia determinar a elaboração do estudo de viabilidade, que deverá comprovar, entre outras coisas, que a área do novo município tem uma população igual ou superior a cinco mil habitantes, nas regiões Norte e Centro-Oeste; sete mil habitantes, na região Nordeste; e dez mil habitantes nas regiões Sul e Sudeste.

     

    O estudo também deverá comprovar que o número de imóveis na sede do aglomerado urbano que sediará o novo município é superior à média de imóveis de 10% dos municípios do estado, considerados em ordem decrescente os de menor população; que a arrecadação estimada é superior à média de 10% dos municípios do estado, igualmente considerados em ordem decrescente os de menor população; e que a área urbana não fica situada em reserva indígena, área de preservação ambiental ou área pertencente à União, suas autarquias e fundações.

     

    O estudo também deverá demonstrar a viabilidade econômica e financeira do novo município, estimando sua arrecadação e despesas; viabilidade política e administrativa, comprovando a existência de funcionários e bens necessários ao funcionamento dos Poderes Executivo e Legislativo; e a viabilidade sócio-ambiental e urbana, relatando, entre outras coisas, as redes de abastecimento de água e cobertura sanitária e a identificação de áreas protegidas ou de destinação específica, como áreas indígenas, quilombolas ou militar.

     

    Aprovada a criação do município, a eleição de prefeito, vice-prefeito e vereadores será feita no pleito municipal subseqüente. A instalação do novo município se dará com a posse dos eleitos. As normas para incorporação, fusão e desmembramento de municípios seguem os mesmos critérios para a criação das novas cidades. O projeto ressalva, inclusive, que não será permitida a criação de município se a medida resultar, para o município pré-existente, na perda dos requisitos estabelecidos para o surgimento dos novos.

    Foram necessárias várias votações para a aprovação da proposta. Primeiramente, foi aprovada urgência para sua inclusão na pauta. Depois, por temor do presidente Garibaldi Alves Filho de que não haveria quórum para aprovação da matéria - eram necessários 41 votos favoráveis, por se tratar de lei complementar -, foi rejeitado requerimento que pedia o adiamento da votação. O projeto foi aprovado por 46 votos a favor e dois contrários, sem nenhuma abstenção. Foi também aprovada, em turno suplementar realizado imediatamente após a primeira votação da matéria e com a unanimidade de 45 votos, emenda apresentada pelos senadores Valter Pereira (PMDB-MS) e Marisa Serrano (PSDB-MS) que convalida os plebiscitos já aprovados para criação de municípios no prazo estabelecido para a convalidação dos novos municípios.

     

    Na discussão da matéria, o senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS) tentou diminuir o número mínimo de habitantes necessários para a criação de municípios na Região Sul, no estudo de viabilidade, de 10 mil para cinco mil ou, pelo menos, sete mil. Emenda sua propondo essa diminuição para cinco mil já havia sido rejeitada pelo relator. Zambiasi informou que 361 dos 496 municípios gaúchos têm menos de 10 mil habitantes.

    O senador Renato Casagrande (PSB-ES), primeiro a se manifestar na discussão, apresentou diversos questionamentos, esclarecidos pelo relator. Também participaram da discussão, além de todos os senadores citados acima, os senadores Tião Viana (PT-AC), Arthur Virgílio (PSDB-AM), Jayme Campos (DEM-MT), Lúcia Vânia (PSDB-GO), José Agripino (DEM-RN), Osmar Dias (PDT-PR), José Nery (PSOL-PA) e Alvaro Dias (PSDB-PR).

     

    Fonte: Só Notícias
    16-10-2008 | 12:10
    O cenário de incerteza ainda paira sobre a indústria siderúrgica brasileira.

    Nesse momento, a expectativa é que a demanda por aço no Brasil cresça pelo menos 7% no próximo ano.

    É um tranco para quem prevê fechar este ano em 12%, depois de crescer bem acima disso em 2007, mas não chega a ser um mau negócio.

    "Em 2009, mesmo em um quadro recessivo do PIB ainda poderemos ter expansão da demanda no país", disse ontem, em São Paulo, Flávio Roberto Silva de Azevedo, presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), para quem a economia brasileira poderá assegurar alta de 3,5%. O dirigente afirmou que os principais setores consumidores de aço, como automotivo, construção civil, máquinas e equipamentos e indústria petrolífera, ainda não deram sinais de arrefecimento.

    E negou que haja parada nas usinas ou cortes de produção no que se refere a aço destinado ao mercado interno.

    "O que há são algumas acomodações de produção, como antecipação de paradas para manutenção já previstas". José Armando de Figueiredo Campos, presidente da ArcelorMittal Brasil e membro da diretoria do IBS, confirmou o corte na produção de placas para exportação da ArcelorMittal Tubarão, ex-CST, mas não confirmou o índice de 20% publicado pelo Valor.

    "Não é esse percentual e ainda estamos avaliando de quanto será", afirmou o executivo, dizendo que o programa de expansão da usina continua em ritmo normal.

    "Vamos concluir a ampliação da unidade de laminados a quente em fevereiro ou março e a nova linha de aço galvanizado em Santa Catarina.

    São projetos estratégicos e com visão de longo prazo", observou. Azevedo lembrou que no Brasil há muitos projetos de infra-estrutura em curso, como os do PAC (programa do governo federal) e de exploração de petróleo nos campos do pré-sal, que vão demandar bastante aço.

    Segundo o dirigente, diante do atual cenário, é uma boa oportunidade para o Banco Central iniciar um movimento de queda na taxa básica de juros, a Selic, que está em 13, 75%.
     "Se houvesse uma redução de meio ponto na próxima reunião do Copom [marcada para o fim deste mês] seria um bom sinal para a economia do país", afirmou. O consumo de aço no país, neste ano, está previsto para quase 25 milhões de toneladas.

    Deve desacelerar.

    A produção de aço bruto fica ligeiramente abaixo da projeção de 36,8 milhões de toneladas. Até o momento, segundo Azevedo, nenhum dos projetos novos ou de expansão, em andamento ou previstos para o país, foi suspenso ou adiado.

    São vários planos, alguns na fase de terraplanagem e obras civis, outros em montagem adiantada e alguns na fase de engenharia e cotação de equipamentos. "Não há problemas de recursos, pois as empresas dispõem de caixa e há financiamento do BNDES", disse. A carteira de projetos informados ao IBS, para até 2013, está dividida em três tipos: das usinas existentes, que adicionariam 18,9 milhões de toneladas sobre a atual capacidade de 41 milhões de toneladas; novos entrantes, com mais 6,8 milhões; e projetos em estudos, com mais 16,5 milhões. Especialistas do setor põe dúvidas sobre viabilidade de alguns deles, tanto do primeiro quanto do último caso.

     

    Fonte: CBIC
    16-10-2008 | 12:10
    Tendência em expansão, as redes de imobiliárias têm se tornado uma das principais soluções para garantir a comercialização de imóveis e melhorar o atendimento aos clientes, afirmam empresários do setor. Em Curitiba, o conceito também está se difundindo. É o que garante Luiz Carlos Borges da Silva, presidente do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR).

    "Existem várias redes que atuam independentemente em todo o Paraná." Em comum, aponta o presidente, vantagens como ter o imóvel divulgado por várias empresas, no caso dos proprietários que querem locar ou vender, e a comodidade de ter acesso a um amplo estoque de imóveis, sem precisar visitar várias empresas.

    "O cliente não precisa correr de imobiliária em imobiliária, já que os imóveis de cada uma delas pode ser consultado e oferecido por outra participante.

    Isso é o que torna uma rede de imóveis tão interessante", diz Silva. Uma das que atuam na capital paranaense é a Rede Imóvel Fácil, que tem a participação de 14 empresas: A.

    Fortiori, Captare Negócios Imobiliários, Casaredo Imóveis, Ciro Imóveis, Costa Júnior Imóveis, Imobiliária Futura, Imobiliária Sérgio Luiz, Investbens Assessoria Imobiliária, J. Chaves Imóveis, Nodal Imóveis, Norvalpa Imóveis, Otimóveis imobiliária, Toyo Imóveis e TW Imóveis. Após três anos de funcionamento, a associação afirma que a união das empresas melhorou o atendimento ao consumidor.

    "Além de o cliente ter mais comodidade, temos uma análise de qualidade das participantes, que dá ainda mais eficiência ao nosso atendimento", diz Dagoberto Pusch Neto, presidente da associação e diretor da Imobiliária Futura.

    Segundo ele, a rede tem uma carteira de 1,5 mil imóveis (para locação e venda) e 14 pontos de atendimento.

    "Temos imóveis em todas as regiões de Curitiba", comenta Pusch Neto.

    A equipe possui 150 corretores. Com o mesmo número de empresas participantes, a Rede Imóveis Paraná é outra opção.
    Dela, fazem parte as imobiliárias AZ Imóveis, Amilton Peres Imóveis, Imobiliária Andrade, Imobiliária Ideal Curitiba, Imobiliária Mota, Imobiliária Roma, Imobiliária X, Invebras Imóveis, Jamaica Imóveis, Kondor Imóveis, MF França Assessoria Imobiliária, Muraski Imóveis, Nakayoshi Imóveis e Paulo Celles Imóveis. Para um dos membros da associação, Paulo Celles, a estrutura é uma tendência.

    "Nos Estados Unidos, que é o maior mercado imobiliário do mundo, muitas empresas (cerca de 40% a 50%) atuam em rede.

    O Brasil deve seguir um caminho parecido."

    O proprietário da Paulo Celles Imóveis explica que isso deve ocorrer pela dificuldade de uma imobiliária atuar sozinha com qualidade no atendimento e rapidez de venda e locação.

    "Para se atingir isso, é preciso ter uma estrutura e uma cartela de imóveis muito grande", avalia.

    A Rede Imóveis Paraná tem cerca de mil imóveis em estoque e 140 corretores.

     

    Franquias  - Na mesma linha das redes de negociações, a Apolar aposta em seu sistema de franquias.

    São diversas empresas que levam o nome Apolar, mas que pertencem a diferentes proprietários.

    Hoje, segundo o superintendente da empresa, Michel Galiano, já são 44 unidades, que atuam em diversas regiões de Curitiba e de outras cidades.

    A rede tem atuação também no litoral do Paraná e de Santa Catarina. Neste mês, a Apolar anunciou sua expansão para a cidade de Joinville. Galiano também acredita que as redes são tendência no mercado imobiliário.

    "Hoje é bem mais vantajosa a atuação em parceria. 39% das nossas negociações são feitas dentro dessa rede", conta. Para Galiano, as vantagens do sistema de franquias de sua empresa, que já existe há mais de 10 anos, também vão da comodidade ao amplo estoque de imóveis. É a segurança, no entanto, que ganha papel de destaque.

    "Quando se oferece o imóvel por uma rede, o proprietário tem o controle de quem vai visitá-lo.

    Quando coloca por várias imobiliárias não interligadas, esse controle se torna mais difícil.

    As redes também representam segurança ao consumidor."

     

    Fonte: CBIC
    16-10-2008 | 12:10
    Profissionais da área de Segurança Pública do Rio terão prioridade no financiamento da casa própria. Será assinado amanhã o convênio de adesão do estado ao Plano de Habitação para Policiais do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

    Participarão da cerimônia o ministro da Justiça, Tarso Genro, o governador Sérgio Cabral e a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho. De imediato, os policiais terão acesso a mil unidades que estão sendo construídas em vários bairros e municípios do estado pelo Programa de Arrendamento Residencial (PAR).

    A renda máxima exigida é de R$ 2.800. O valor do imóvel não pode ultrapassar R$ 48 mil. As principais vantagens são o financiamento de 100% do valor do imóvel, o desconto em folha (prestações debitadas automaticamente no contracheque) e a liberação do empréstimo sem análise cadastral pela Caixa, responsável pela administração do programa.

    Um dos requisitos é que os policiais façam parte do Bolsa Formação (curso de aperfeiçoamento que oferece ajuda de custo de R$ 400).

    Segundo o Ministério da Justiça, policial que estiver com nome na Serasa ou SPC (serviços de proteção ao crédito) terá acesso sem restrição ao financiamento.

    Quem vai responder pela adimplência da categoria será o estado. Também será oferecida a carta de crédito com dinheiro do FGTS.

    Serão empréstimos de até R$ 50 mil para compra de imóveis novos, usados e na planta, além de poder usar o recurso para construção ou reforma.

    Os juros variam de 6% a 8,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial).

    Os interessados poderão procurar a agência da Caixa mais próxima.

     

    Fonte: CBIC
    15-10-2008 | 13:10
    O mercado imobiliário está aquecido.

    Nos últimos dois anos, construtoras de outros Estados se instalaram em Goiânia, atraídas pelo potencial de consumo da região.
     Apesar de a crise econômica jogar água gelada nos ânimos dos investidores, a previsão ainda é otimista, com aposta no público das classes C e D.

    "Adquirir imóveis sempre foi a opção mais segura de investimento", garante o diretor da Ênfase Imobiliária, Alex Delano. A conturbada conjuntura não atingiu o mercado de Goiás, mas o setor está apreensivo. "Não temos como prever as conseqüências.

    Graças à solidez da economia brasileira, não houve alterações drásticas no planejamento de vendas", disse Alex.

    Mas sua empresa já sente o primeiro reflexo da instabilidade: diminuiu a procura de imóveis por quem mora no exterior. Para ele, o momento gera especulação e atrapalha.
     "Os consumidores não podem desistir do sonho da casa própria."

    Os prazos de financiamentos serão reduzidos.

    Mas não chegarão a atrapalhar o fechamento do negócio. Em 2008, inúmeros empreendimentos imobiliários foram lançados.

    "As construtoras oferecem boa oportunidade para pôr fim ao aluguel." Financiamentos de até 20 anos, parcelas com valores reduzidos, simplificação das formas de pagamento, são algumas das facilidades aos clientes de renda média e baixa, que por muito tempo foram ignorados pelo mercado. A aposta no momento são os apartamentos de até R$ 70 mil, segundo o diretor da Ênfase, empresa com sete anos de atuação, especializada em empreendimentos a preços populares.

    Atualmente, a maior procura é pelo imóvel na faixa de R$ 140 mil, na planta. Embora em alta, empreendimentos ecologicamente corretos não são atraentes para consumidores das classes populares, por tornar o custo do imóvel mais alto.

    "Este mercado ainda é tímido." Clientes das classes D e E necessitam de atendimento diferenciado. "São mais inseguros.

    Toda a família participa do processo de escolha e precisa existir relação de confiança entre cliente e construtora", destaca.

     

    Fonte: CBIC
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