Olá, seja bem-vindo (a)!
Sábado, 29 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    25-07-2008 | 12:07
    Para representantes de entidades, medida retarda crescimento do país

     

            Representantes do setor produtivo condenaram a posição do Banco Central (BC) de aumentar em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juros.       

    Para as entidades de diferentes segmentos da indústria e do comércio, além dos trabalhadores, a medida retarda o crescimento econômico e desestimula a produção. Também apontam a necessidade de o governo fazer a sua parte, ou seja, reduzir os gastos públicos, caso contrário o ônus ficará sempre nas mãos do setor privado.       

    Para a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) seria mais eficaz se a gestão das políticas monetária e fiscal fosse compartilhada, e a sua coordenação, exercida de maneira adequada. Para o presidente da entidade, Paulo Skaf, há uma política fiscal expansionista que se caracteriza pelo crescimento continuado do gasto público e uma política monetária restritiva que, segundo ele, adota alta seqüencial na taxa de juros como única saída capaz de frear a expansão do consumo e do investimento.       

    "Temos, desta forma, um quadro surreal de política econômica, cujo resultado é uma taxa de juros muito elevada, vitimando a sociedade com prejuízos imediatos. Um exemplo disso está na sobrevalorização da taxa de câmbio que, cada vez mais, compromete a competitividade do produto brasileiro", diz Skaf em nota.       

    A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) reforça que o setor público precisa dar sua contribuição com a contenção de gastos que permitirão que o ônus do ajuste não fique exclusivamente com o setor privado, à custa de menor crescimento.       

    Representante sindical: reajuste salarial é dificultado Para o presidente da FecomércioRJ, Orlando Diniz, "o aperto monetário será ineficiente, caso seja mantido o patamar atual de gastos públicos".       

    De acordo com Diniz, com juros altos o país cresce menos e a arrecadação diminui.        Segundo a Fecomércio-SP, o aumento da Selic representará o fim de um período de crescimento do PIB para a volta de resultados "medíocres, iguais ou inferiores a 3% ao ano, a partir de 2009". A entidade afirma que o governo deveria ter feito uma política de contenção dos gastos públicos.       

    O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, afirma que a medida é impopular e irá dificultar o investimento das empresas na produção, além de prejudicar a campanha salarial de cerca de 3,5 milhões de trabalhadores que estão negociando reposição de perdas e aumento real de salário com os patrões.       

    Já o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique, diz que a alta da taxa de juros prejudica o ciclo de crescimento sustentado, atrapalha a ampliação da oferta de alimentos e tem pouca eficácia contra a inflação do setor.       

    Na avaliação de João Claudio Robusti, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), a alta foi "um exagero", que contribuirá ainda mais para retardar o crescimento econômico e desestimular a produção.

     

    Fonte: CBIC

     

    25-07-2008 | 12:07
    Para aprofundar a discussão sobre o PIB da Construção Civil de 2007, divulgado no último dia 12 de março pelo IBGE, a FGV Projetos desenvolveu para a Abramat uma breve análise do indicador e contexto do setor.

     

    O IBGE apontou uma expansão de 5% em 2007. Porém, reforçando nosso posicionamento, a FGV explica que o número está subestimado, a partir de considerações sobre a metodologia de cálculo e outros importantes dados. Por fim, vale ressaltar que sustentamos as projeções de crescimento, já apresentadas em nossos Boletins de Análise Setorial. A seguir, confira estas informações.  

     

    PIB da construção de 2007: Metodologia IBGE

    Com a revisão metodológica realizada em 2007 na série do Sistema de Contas Nacionais (SCN), os valores correntes do setor da construção passaram a ser estimados anualmente, com base em pesquisas do IBGE e informações das declarações do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (DIPJ) da Secretaria da Receita Federal/Ministério da Fazenda.

     

    Para fins de estimativa das variáveis das empresas formalmente constituídas, empregam-se dados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) e informações das declarações do Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Para estimativa da demanda das famílias, utilizam-se dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e da pesquisa Economia Informal Urbana (ECINF – 2003) do IBGE.

     

    No entanto, de acordo com o IBGE, em função de limitações na disponibilidade de dados, o índice de volume da construção civil nas Contas Nacionais Trimestrais continuou a ser calculado com base nos índices de volume dos insumos típicos da atividade, o qual acompanha a produção industrial de um conjunto de materiais. O ajuste se dará por ocasião da elaboração das Contas Nacionais Anuais, que deve ser divulgada no segundo semestre de 2009.

     

    O índice de volume dos insumos típicos da construção é divulgado mensalmente pelo IBGE. De acordo com esse indicador, a construção fechou o ano com crescimento de 5,1%, resultado muito próximo do número divulgado depois pelo IBGE para o PIB setorial de 2007: 5,0%. No entanto, a projeção da FGV Projetos para o PIB da construção no ano de 2007, de 7,9%, já era bem superior a taxa que foi divulgada de forma preliminar.

     

    Dois importantes indicadores confirmam o bom desempenho do setor e corroboram a projeção da FGV: o aumento do emprego formal das construtoras (8,7%) – de acordo com a pesquisa da FGV a partir dos dados do MTE - e dos salários reais (2%) – dado pelo aumento real do INCC mão-de-obra. Deve-se lembrar que PIB é valor adicionado, ou seja, é dado pela renda gerada no processo de produção pelo trabalho e pelo capital.

    Assim, continuamos a acreditar que por ocasião da revisão do PIB, os resultados da construção serão revistos para cima.

     

    Fonte: ABRAMAT
    25-07-2008 | 12:07
    As empresas que desejem continuar a exercer a actividade de construção no ano de 2009 têm de entregar ao InCI-Instituto da Construção e do Imobiliário, até ao próximo dia 31 de Julho, a documentação necessária para o efeito, nomeadamente a demonstração de resultados e o balanço referentes ao exercício de 2007, tal como tenham sido apresentados para o cumprimento das obrigações fiscais.

    Sublinhe-se que a entrega dos documentos para revalidação do alvará também pode ter lugar após 31 de Julho e até 31 de Dezembro, mas neste caso está sujeita ao pagamento de uma taxa agravada. Por seu lado, a falta da entrega da documentação dá lugar ao cancelamento do alvará.
    Atendendo a que o prazo para entrega da IES-Informação Empresarial Simplificada teve início no mês de Abril e que nesta altura já é possível a obtenção dos respectivos comprovativos, as empresas podem proceder à revalidação dos seus alvarás para o próximo ano assim que a referida informação se encontre validada pela DGCI-Direcção Geral dos Impostos.

     

    Fonte: AECOPS
    25-07-2008 | 12:07
    O Inquérito Semestral da Primavera de 2008 aos Prazos de Recebimento das Empresas de Obras Públicas, elaborado pela Federação Portuguesa da Indústria de Construção e Obras Públicas (FEPICOP), revela que a maioria das autarquias e empresas municipais continua a pagar as suas facturas com atraso excessivo e que houve mesmo um aumento do prazo médio de recebimento, que é agora de 7,2 meses (216 dias), quando o prazo legal é de 2 meses.

    De acordo com os dados apurados, 52 autarquias (36%) cumprem os seus compromissos financeiros num prazo inferior a 3 meses. As câmaras de Aguiar da Beira, Amarante, Arouca, Constância, Murtosa, Penedono, Ponte de Lima, São Brás de Alportel, Vila Flor e Vinhais são aquelas que apresentam o melhor prazo médio de pagamento para com as empresas de construção.
    No grupo dos maiores incumpridores, os que liquidam as suas dívidas a mais de um ano, constituído por 16 municípios (11% do total apurado), incluem-se uma dezena que pagam em média a mais de 15 meses: Alfândega da Fé, Aveiro, Figueira da Foz, Guarda, Lisboa, Oliveira de Azeméis, Santarém, São Pedro do Sul, Tabuaço e Torres Novas.
    A Federação da Construção recorda que o sector que nos últimos 6 anos sofreu quedas na sua produção superiores a 23%, no actual contexto de subida das taxas de juro e de restrições no acesso ao crédito, é ainda sujeito a um conjunto de penalizações ao nível da tesouraria das suas empresas, das quais se destaca o regime claramente discriminatório da liquidação do IVA nos serviços de construção. Desta forma, as crescentes dívidas das autarquias às empresas de construção constituem um problema agravado e que urge ser solucionado.
    Saliente-se que o montante global da dívida em atraso às empresas de construção está estimado em 900 milhões de euros, ao que acresce um encargo anual, considerando a taxa de juro de mora prevista na lei, superior a 100 milhões de euros. Uma verba que, dada a posição de desigualdade das empresas face aos donos de obras públicas, aquelas se vêem, na maioria dos casos, impossibilitadas de cobrar.
    A realidade que os inquéritos aos prazos de pagamento das autarquias vêm há muito revelando demonstra que é preciso fazer mais para alterar a relação do cliente Estado com os seus fornecedores do que aquilo que é avançado no programa "Pagar a Tempo e Horas", lançado pelo Governo no início deste ano com o objectivo de "reduzir significativamente e de forma estrutural os prazos de pagamento a fornecedores de bens e serviços pelas entidades públicas".
    De facto, com esse programa, o Governo definiu como meta de médio prazo por parte dos diferentes organismos do Estado e do sector público o pagamento aos fornecedores no espaço de 30 a 40 dias. Ora, o que se pode e deve exigir ao Estado é que cumpra as leis que elabora nos prazos aí estabelecidos. Tal significa "pagar a tempo e horas" de imediato e não apenas a médio prazo como foi anunciado.
    É, pois, fundamental que o Estado, definitivamente, assuma a obrigação legal e ética de alterar as actuais práticas que têm um efeito prejudicial no tecido empresarial, afectando a competitividade das empresas e a economia do país.

     

    Fonte: AECOPS
    25-07-2008 | 12:07
    Brasília– O aumento dos preços diminuiu otimismo em relação à economia, revela a pesquisa Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC), divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O INEC ficou em 109,8 pontos, uma queda de 1,6% na comparação com março deste ano e de 1,2% em relação a junho de 2007.

     

    A queda no índice é resultado da deterioração das expectativas do consumidor sobre a evolução da inflação. O índice sobre expectativas da inflação diminuiu 10,6% na comparação com março de 2008 e  17,3% em relação ao trimestre de 2007. A pesquisa foi realizada com 2.002  consumidores de 141 municípios, entre 20 e 23 de junho.

     

    “Essa avaliação decorre do aumento da inflação registrada neste ano, não mais restrita somente aos segmentos de alimentos”, explica o texto da pesquisa.  Os consumidores também estão menos otimistas com o emprego e com a evolução de renda.

     

    O índice de endividamento, item novo da pesquisa, mostra que os brasileiros aumentaram as dívidas. O índice recuou para 102,4 pontos, uma queda de 2,3% na comparação com março de 2008 e de 2% na comparação com junho de 2007. O índice é calculado a partir de pergunta sobre a evolução do endividamento; quanto menor o índice, maior o grau de endividamento.

     

    O índice de compras de bens de maior valor, como móveis e eletrodomésticos, outra novidade da pesquisa, cresceu 6% em relação a março de 2008 e  7,1% na comparação com junho de 2007, e atingiu 111,1 pontos. Esse aumento traduz a queda do número de pessoas que esperam retração no consumo.. “Metade dos consumidores entrevistados espera manutenção em seu nível de compras”, afirma o texto da pesquisa.

    A pesquisa está no site da CNI: www.cni.org.br 

     

    Fonte: Agência CNI
    25-07-2008 | 12:07
    Porto Alegre –O crescimento da economia brasileira depende da desoneração dos  investimentos, da definição de regras para a preservação ambiental, da modernização da infra-estrutura e da reformulação do setor de transportes. A afirmação foi feita ontem à noite pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, durante a solenidade de posse da nova diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre. O industrial Paulo Tigre foi reconduzido à presidência da instituição pelos próximos três anos.

     

    De acordo com Monteiro Neto, a desoneração dos investimentos tem impacto direto na produção e cria condições para o país superar obstáculos. "As empresas enfrentam um ambiente hostil. As reformas estruturais – tributária, previdenciária e trabalhista – demandam uma forte ação política para identificar o momento para impulsioná-las", destacou.

     

    O presidente da CNI disse que o projeto de reforma tributária, em tramitação no Congresso Nacional, não é abrangente, mas pode representar um passo adiante. Segundo ele, a complexidade do sistema tributário brasileiro não tem paralelo no mundo. "Ao adicionarmos a essas disfunções a elevada carga tributária temos um ambiente pouco favorável ao crescimento de longo prazo", criticou. "A reforma poderá completar o ciclo de desoneração dos investimentos e das exportações."

     

    O presidente da CNI afirmou ainda que o aumento dos gastos públicos retira recursos para os investimentos em infra-estrutura e aumenta a pressão sobre a carga tributária. "A pressão sobre a eficiência do setor público tem que se constituir em nossa bandeira permanente. Do contrário, teremos mais carga tributária, menos competitividade para as empresas e menor crescimento", disse Monteiro Neto a um público de 1,1 mil pessoas, entre representantes do governo e empresários.

     

    A opinião foi compartilhada pelo presidente da FIERGS. Paulo Tigre destacou que o Brasil deve completar as reformas estruturais. "É preciso diminuir a burocracia, reduzir os custos de produção e do investimento e modernizar a infra-estrutura", destacou. "Tornar-se empreendedor ainda é um sacrifício no Brasil, quando deveria ser uma decisão estimulada, facilitada e amparada."

     

    Fonte: Agência CNI
    25-07-2008 | 11:07
    A taxa de desemprego apurada nas seis principais regiões metropolitanas do país caiu de 7,9% em maio para 7,8% em junho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, taxa média de desemprego caiu de 9,9% no primeiro semestre do ano passado para 8,3% no mesmo período de 2008, o menor nível já registrado na nova série histórica da pesquisa mensal de emprego, iniciada em 2002.

     

    Para o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, os resultados do primeiro semestre confirmam sua expectativa de que a taxa de desemprego total de 2008 deverá ser menor do que a registrada no ano passado (9,3%). "Não temos bola de cristal, mas a situação tem que piorar muito para que este ano não feche com uma taxa menor que a do ano passado", disse.

     

    O número de ocupados nas seis principais regiões metropolitanas somou 21,7 milhões em junho, com aumento de 1,1% em relação a maio e de 4,5% na comparação com junho do ano passado. Foram geradas 932 mil vagas em um ano nas seis regiões. O número de desocupados (sem trabalho e procurando emprego) chegou a 1,84 milhão, com aumento de 0,2% na comparação com maio, mas apresentando queda de 17% na comparação com junho de 2007.

     

    A pesquisa do instituto revelou que, em junho, houve aumento no número de empregados com carteira assinada (0,5% ante maio e 9,5% ante junho de 2007) e alta também nos ocupados sem carteira (2,7% ante o mês anterior e 0,1% ante igual mês do ano passado). Com os dados de junho, a participação dos trabalhadores formais no total dos ocupados nas seis regiões subiu de 56% no primeiro semestre de 2007 para 58% em igual período de 2008, nível também recorde.

     

    O aumento da formalidade é positivo para a evolução do mercado de trabalho e para os resultados da Previdência. "Não é um aumento que ocorreu de uma hora para outra, é algo que vem se sustentando, ainda que o percentual de informais ainda seja muito elevado", disse.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    25-07-2008 | 11:07
    Existem muitas pessoas que continuam teimando em não acreditar em Cuiabá e em seu potencial de desenvolvimento, de prosperidade e de futuro com melhor qualidade de vida para sua gente.

     

    Quando falo de Cuiabá quero me referir não apenas à capital, mas toda a região situada em seu entorno, popularmente denominada de baixada cuiabana ou como querem alguns, ultimamente, Vale do Rio Cuiabá. Afinal, toda esta região, no passado, fez parte de Cuiabá e com ela tem laços de afinidade cultural, econômica, social e política.

     

    Na semana passada uma grande revista de circulação nacional trouxe duas matérias interessantes: uma em que se referia à expansão de alguns grupos empresariais nacionais de sete áreas que já dominam o mercado para além de nossas fronteiras. Tais empresas são das áreas de petróleo, cimento, produtos têxteis, bancos, mineração, carne bovina e aço.

     

    A outra reportagem destacava a exuberância do crescimento de pequenas e médias cidades do interior brasileiro, onde a riqueza e a qualidade de vida estão melhorando de forma rápida. Esses municípios têm sua econômica baseada em oito produtos, voltados não apenas para o mercado interno, mas principalmente para a exportação: soja, cana, carnes, ferro e aço, petróleo, automóveis, portos e indústria têxtil.

     

    Dentre esses municípios que representam o "eldorado" do século 21, está Sorriso, situado no Nortão mato-grossense, da mesma forma que antes já estiveram outros municípios baseados na expansão do agronegócio em nosso Estado.

     

    Aí surge a indagação: e Cuiabá, onde fica nesta equação? Nossa capital não tem solo fértil para cultivar soja e nem outros produtos destinados à exportação, não possui um parque industrial grande de representação no contexto nacional e por vezes tem sido esquecida pelos governos, principalmente o federal e estadual, que ficam com a parte do leão dos tributos que o povo paga com sacrifício, suor e lágrimas.

     

    Como acredito em Cuiabá, razão pela qual há 41 anos a escolhi para morar, constituir minha família e fincar minhas raízes, resolvi refletir, baseado em números, qual a posição de nossa capital no contexto do desenvolvimento do Estado e qual a sua participação na arrecadação federal e estadual e imaginar qual o futuro que terá nas próximas décadas. Ou seja, tentar responder à pergunta: Quais as vocações de Cuiabá?

     

    Apesar de não ser nenhum eldorado, Cuiabá tem o maior IDH de Mato Grosso, graças aos elevados índices de educação, de longevidade e também de renda no contexto estadual.A participação da capital na arrecadação de vários tributos federais é mais do que expressiva. Dados de 2005 indicam esses percentuais: IPI, 85,8%; Imposto de Renda (pessoa física), 75,1%; imposto de renda total, 60,6%; IOF, 73,0%; Cofins, 58,8%.

     

    Cuiabá participa com 33,8% do PIB industrial de Mato Grosso e juntamente com Várzea Grande atingem 39,6%. Em relação ao PIB total Cuiabá participa com 21,1% e Várzea Grande com 4,9% totalizando no Aglomerado Urbano 25,9% de tudo o que é produzido em nosso Estado. Em 2005 Cuiabá apresentou um PIB de R$ 6,7 bilhões de reais.

     

    Entre 2003 e 2005 o PIB de Cuiabá cresceu 41,0% e o de Várzea Grande 35,7%, demonstrando o dinamismo econômico desses dois municípios, apesar de que muita gente imagina que os mesmas tenham parado no tempo!

     

    Apenas mais um dado importante, Cuiabá participa com 41,7% da arrecadação de ICMS do Estado e Várzea Grande com 5,82%, totalizando 47,53% na arrecadação de uma das maiores fontes de receita do Estado. Na arrecadação do IPVA a participação tanto de Cuiabá quanto de Várzea Grande representam aproximadamente 75%. Um dando interessante, em 2005 Cuiabá arrecadou para os cofres estaduais a importância de R$ 1.286,9 bilhão de reais, Várzea Grande R$ 179,4 milhões de reais, Sorriso R$ 37,6 milhões de reais, Lucas do Rio Verde R$ 27,6 milhões de reais, Rondonópolis R$ 125,9 milhões de reais.

     

    Esses e outros dados que apresentaremos em uma próxima oportunidade demonstram não apenas a importância de Cuiabá e de Várzea Grande no contexto do desenvolvimento estadual, mas também o potencial de crescimento, de prosperidade do Aglomerado Urbano e a busca de melhor qualidade de vida para a população.

     

    Juacy da Silva é professor universitário, mestre em sociologia, escreve em A Gazeta às sextas-feiras. E-mail: professorjuacy@yahoo.com.br; www.justicaesolidariedade.com.br

     

    Fonte: Gazeta digital
    25-07-2008 | 11:07
    Governo vai facilitar a quitação de dívidas, mas quem não pagar terá nome na lista negra de inadimplentes

     

            O Programa de Incentivo ao Pagamento de Débitos Tributários de Pequeno Valor, que o governo vai adotar em conjunto com um novo modelo de cobrança de dívidas tributárias, favorecerá a extinção, quitação ou parcelamento de dívidas até R$ 10 mil, dependendo do prazo de vencimento. As medidas serão lançadas simultaneamente à inclusão do nome dos devedores na Serasa, uma espécie de lista negra de inadimplentes.       

     

     "Se estamos facilitando o pagamento, por outro lado, vamos implementar a Serasa", avisou ao Estado o procurador-geral da Fazenda Nacional, Luiz Inácio Adams. Por meio de consulta à Serasa, é possível ter acesso a informações sobre pessoas, empresas e setores da economia para avaliação de risco em operações de crédito ou qualquer tipo de transação comercial.       

     

    Polêmica, a medida foi anunciada no ano passado pela PGFN, mas até agora não foi adotada.       

     

    O programa deve agora ser lançado em agosto por meio de uma medida provisória, junto com outros quatro projetos de lei que pretendem modernizar a cobrança e tornar mais rápida a recuperação de débitos tributários inscritos e não inscritos na dívida ativa da União, que hoje somam R$ 1,3 trilhão. O objetivo do governo é recuperar entre 5% e 10% desses créditos por ano, uma meta ambiciosa se comparada com o resgate atual, que não chega a 1%.       

     

    Com o programa, o governo quer promover uma "limpeza" no estoque de créditos de pequeno valor de até R$ 10 mil. Os débitos nesse valor vencidos há mais de cincos anos, com data de corte em 31 de dezembro de 2007, serão extintos, medida que vai acabar de uma só vez com 2,1 milhões de processos. Os demais débitos de pequeno valor poderão ser pagos com redução de multas, juros de mora e encargos. As vantagens serão maiores quanto menor o prazo de pagamento.       

     

    "É uma dívida pulverizada que normalmente agrega muitos processos cujo volume global é relativamente pequeno em comparação ao passivo global", ressaltou.       

     

    O governo também quer modificar os critérios de parcelamento ordinário de tributos, que pode ser usado pelo contribuinte a qualquer momento e tem prazo de pagamento de até 60 meses. A proposta é permitir que as parcelas de pagamento sejam definidas de acordo com o fluxo de caixa do contribuinte.       

     

    A mudança beneficiará principalmente as empresas cujas receitas variam devido a fatores sazonais, como as do setor agrícola. Os débitos acima de R$ 100 mil, porém, só poderão ser parcelados se o contribuinte der garantias.       

     

    A proposta do governo também incorpora vários instrumentos de cobrança que usualmente não são usados, como o pagamento por meio de leilão administrativo e dação em pagamento, que permitirá ao devedor oferecer um bem para pagar a dívida tributária. Pela proposta do governo, o devedor poderá procurar a Caixa Econômica Federal e oferecer um imóvel para a quitação do débito.       

     

    Segundo Adams, o foco da reforma é evitar que a PGFN tenha que entrar na Justiça com um processo de execução do crédito devido à União. "A execução é muito custosa", disse. Hoje, o custo mínimo é de R$ 14 mil por ação e um processo pode levar, em média, até 16 anos.

     

    NÚMEROS       

     

    R$ 10 mil é o limite do valor da dívida que poderá ser extinta, quitada ou parcelada pelo programa a ser lançado pelo governo       

     

    2,1 milhões é o número de processos com valores baixos que o governo pretende extingüir       

     

    R$ 14 mil é o custo mínimo de cada processo de execução do       

    crédito devido à União

     

    Fonte: CBIC
    24-07-2008 | 11:07
    Resultado traz recordes para o setor nos primeiros seis meses de 2008

     

    Matéria publicada nesta terça-feira (22), no jornal Correio Braziliense, destaca os bons resultados da Indústria da Construção nos primeiros meses do ano, que resultaram em números recordes para o setor.

     

    A venda de materiais de construção e a contratação de trabalhadores para erguer as obras atingiram seus picos em 2008. De janeiro a maio, foram empregadas em todo o país 185,3 mil pessoas com carteira assinada.

     

    As obras em andamento
    andamento puxaram as contratações. No acumulado dos últimos 12 meses, elas aumentaram 17,57% em todo o país.

     

    O setor fechou o primeiro semestre de 2008 com 2,020 milhões trabalhadores formais. "Somando-se aos legalizados os informais, o volume de pessoas empregadas no segmento dobra", segundo estimativa do presidente da CBIC, Paulo Safady

     

    Fonte: CBIC
    24-07-2008 | 11:07
    O crescimento do mercado imobiliário brasileiro aumentou a complexidade das operações nesse setor. De 2006 para 2007, as vendas passaram de R$ 9 bilhões para R$ 20 bilhões, o número de empresas saltou para 24 companhias com ações negociadas na Bovespa, o que torna necessário que os investidores façam uma investigação detalhada tanto sobre a história do imóvel quanto sobre a situação financeira dos seus proprietários. Para garantir o sucesso dessa investigação, Alexandre Laizo Clápis, sócio da área imobiliária do escritório de advocacia Machado, Meyer, Sendacz e Opice, recomenda uma ferramenta conhecida como auditoria legal, ou due dilligence. A auditoria legal permite identificar eventuais contingências que envolvam o proprietário e que podem comprometer o processo jurídico de aquisição de deve ser utilizada também por compradores e vendedores de imóveis. "Com a auditoria legal, procura-se realizar um levantamento do histórico da propriedade, a regularidade dos atos de registro, dos aspectos ambientais, além de outros riscos."

     

    Outro aspecto importante que deve ser analisado refere-se aos contratos que são formalizados para transferência da propriedade. Segundo Clápis, ao contrário do que acontece na Alemanha ou na Espanha, o direito brasileiro estabelece uma importante conexão entre o contrato aquisitivo (título causal) e o respectivo registro no Cartório de Imóveis. "Possíveis vícios dos contratos podem contaminar o registro. Por essa razão é que também os contratos dos proprietários anteriores devem ser cuidadosamente analisados antes da aquisição de um imóvel", afirma.
     
    No caso de compradores, numa operação de auditoria legal normalmente costumam preocupar-se mais com os aspectos envolvendo o registro do imóvel e das cláusulas do contrato de compra e venda. De acordo com o advogado, isso é fundamental, mas também é necessária uma análise mais ampla, envolvendo também questões ambientais, urbanísticas, cíveis, trabalhistas e tributárias.

     

    Fonte: CBIC
    24-07-2008 | 11:07
    A taxa de desemprego no país ficou em 7,8% em junho, ante 7,9% em maio. Foi a menor taxa para um mês de junho desde o início da série histórica iniciada em março de 2002. Na comparação com junho de 2007, o desemprego teve redução de 1,9 ponto percentual. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o instituto, em relação a maio a taxa de desemprego manteve-se "estatisticamente estável". A população ocupada no país cresceu 1,1% em junho na comparação com maio. Em relação a junho de 2007, o crescimento foi de 4,5%. A população ocupada atingiu o número de 21,7 milhões de pessoas; já o contingente de pessoas desocupadas somou 1,8 milhão, ficando estável em relação a maio, com queda de 17% em relação a junho de 2007. O rendimento real dos trabalhadores ficou em R$ 1.216,50 em junho, com uma variação negativa de 0,3% em relação a maio e alta de 1,7% em relação a junho de 2007.

     

    Semestre- O nível de desemprego no primeiro semestre também foi o menor da série histórica iniciada em 2002. Na média de janeiro a junho, o desemprego ficou em 8,3%, abaixo dos 9,9% verificados nos seis meses iniciais de 2007, de acordo com o IBGE. Segundo o responsável pela Pesquisa Mensal de Emprego, Cimar Azeredo, esse resultado ratifica cada vez mais a expectativa de que o desemprego em 2008 ficará abaixo dos 9,3% constatados no ano passado. "A situação terá que piorar muito para que o índice de 2008 não fique abaixo do ano passado. A tendência para o segundo semestre é de queda, se olharmos a série histórica da pesquisa", afirmou.

     

    Inflação e juros -  Azeredo disse ainda que a pressão da inflação e alta dos juros não estão prejudicando o mercado de trabalho. Ele destacou que o crescimento da população ocupada está se sustentando em patamar elevado, ainda que haja um contingente considerável de pessoas à procura de emprego. "Há geração de postos de trabalho como não se via há cinco anos", observou. O nível de ocupação --que mede a população acima de dez anos em relação à massa economicamente ativa-- no primeiro semestre também foi recorde, chegando a 52%. No mesmo período em 2007, ficou em 51%. Em junho, esse nível foi recorde para um mês, atingindo 52,6%. "Isso mostra uma evolução estrutural do mercado de trabalho", ressaltou.

     

    Fonte: Folha on-line
    24-07-2008 | 11:07
    Vem aí um dos dias mais esperados do ano pelos trabalhadores da construção. É o Dia Nacional da Construção Social, marcado para o próximo sábado, 2 de agosto, das 9h às 17h.

     

    A proposta é oferecer saúde e lazer para os servidores do setor e suas famílias. Assim, serão disponibilizados atendimentos nas áreas de saúde médica e odontológica, além de lazer e cidadania para o trabalhador da construção civil e seus familiares.

     

    Realizado nos principais estados brasileiros e no Distrito Federal, o evento mais importante do calendário social da construção civil ocorrerá na unidade do Sesi de Ceilândia, localizado na QNM 27, módulo B, área  especial.

     

    O evento é promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em parceria com a da Fibra, do Sinduscon-DF, do STICMB (Sindicato dos Trabalhadores), do Sesi, do Seconci e do Senai, entre outros.   

     

    Fonte: Sinduscon-DF
    24-07-2008 | 11:07
    São Paulo - A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) reprovou a elevação da taxa básicas de juros (Selic), decidida hoje (23) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Em nota, a entidade criticou o “desentendimento entre as políticas monetária e fiscal” do governo e enfatizou que a alta dos juros prejudica os menos favorecidos.

    “De um lado, temos uma política fiscal expansionista caracterizada pelo crescimento continuado do gasto público que, neste ano, deve aumentar 15%, incentivando a demanda interna. De outro, uma política monetária restritiva que adota alta seqüencial na taxa de juros — que já é uma das mais elevadas do planeta —, como a única saída capaz de frear a expansão do consumo e do investimento”, diz o texto do documento.

    A entidade, no entanto, ressalvou que o país não deve permitir que a inflação internacional se torne presente no país. “O impulso inflacionário que a economia do Brasil vive neste momento é conseqüência de um vírus importado que adoece nações em todo o mundo. Não podemos, porém, ignorar o perigo de que se torne uma epidemia em nosso país.”

    A Fiesp ainda sugeriu no documento que o governo retire todos os impostos dos produtos da cesta básica. “Numa efetiva demonstração de interesse em mitigar a questão social, o governo poderia remover, integralmente, os impostos sobre os produtos da cesta básica, que pesam no preço final de seus produtos. Isto teria um efeito imediato e positivo sobre as famílias de baixa renda, como já mencionamos as mais prejudicadas pela inflação”.

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    24-07-2008 | 11:07
    Brasília - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifestou hoje (23) insatisfação com o aumento de 0,75% na taxa básica de juros (Selic), decidida pelo Comitê de Política Econômica (Copom). O presidente da entidade, Armando Monteiro Neto, avaliou que o Copom deveria ter mantido o ritmo de aumento da taxa em 0,5%.

    "Em um ambiente de incerteza inflacionária, a política monetária gradual é mais eficaz para coordenar as expectativas de elevação dos preços. A alteração dessa postura, com a intensificação do aperto monetário, resultará em maiores danos ao processo de crescimento econômico", afirmou ele, por meio de nota.

    Para a CNI, o Banco Central deveria manter o ritmo [de elevação de Selic] e esperar pelas naturais defasagens dos impactos da política monetária restritiva. “A idéia de acelerar o movimento de redução do consumo das famílias, via aumento mais intenso dos juros, não irá gerar os benefícios desejados, uma vez que muito da inflação é originada globalmente, dado o aumento dos preços internacionais dos alimentos", avaliou.

    A CNI, de acordo com a nota, defendeu a redução de gastos governamentais para fazer com que a inflação convirja para o centro da meta estipulada para este ano de 4,5%.

    “A maior consonância entre as políticas fiscal e monetária – com a elevação da meta do superávit primário – enseja a perspectiva de um ciclo monetário menos duradouro. A maior sintonia dessas políticas será fundamental para a redução da demanda interna, via redução das despesas do governo, uma vez que o consumo das famílias perderá intensidade naturalmente, devido ao encarecimento do crédito e aos menores ganhos na renda do trabalhador com a própria alta da inflação", disse Monteiro Neto.

     

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    24-07-2008 | 11:07
    Rio de Janeiro - A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), ficou em 0,63%, em julho, desacelerando em relação a junho, quando registrou alta de 0,90%.

    Os dados foram divulgado hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostram que o índice acumula no ano 4,33%, total superior ao registrado no mesmo período de 2007 (2,42%).

    Os alimentos continuam puxando a alta da inflação, embora os preços tenham desacelerado. A variação de preços desse item em julho foi de 1,75% contra 2,30% em junho. O grupo contribui com 63% do resultado do IPCA-15.

    Entre os principais aumentos, está o preço do feijão preto que acelerou para 6,74% ante 5,45%, no mês anterior. O feijão carioca também subiu de preço, saiu de -0,59% para 17,07%.

    Por outro lado, registram um crescimento menor o arroz (de 17,09% em junho para 2,82% em julho), o pão francês, de 3,43% para 0,11% e a farinha de trigo, que saiu de 6,95% em junho para 1,06% em julho.


     

     

    Fonte: Agência Brasil
    24-07-2008 | 11:07
    O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu ontem, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,75 ponto porcentual para 13% ao ano sem viés. "Avaliando o cenário macroeconômico e com vistas a promover tempestivamente a convergência da inflação para a trajetória de metas, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 13% ao ano sem viés", diz o comunicado divulgado após o encontro.

    Esta é a terceira elevação da taxa seguida. Nas últimas duas reuniões, em abril e junho, o BC elevou a taxa básica em 0,50 ponto porcentual em cada encontro. A ata desta reunião será divulgada em 31 de julho, quinta-feira da próxima semana, às 8h30. A próxima reunião do Copom ocorre nos dias 9 e 10 de setembro. Depois, serão outras duas até o fim do ano, em outubro e em dezembro.

    O consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e ex-secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Julio Sérgio Gomes de Almeida, disse que o aumento de 0,75 ponto na taxa Selic, aponta uma desaceleração da economia e dos investimentos mais forte do que se esperava para 2009. Ele admite que a magnitude do aumento já era esperada, mas avalia que o cenário de inflação mostrou melhoria nos últimos dias.

    "O Banco Central agiu sobre as expectativas”. Para ele, diante do arrefecimento da alta nos preços das commodities e do fato de que a elevação dos juros só terá efeito na economia em 2009, o ideal seria que o Copom tivesse esperado um pouco mais antes de aumentar a dose de alta da Selic.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    24-07-2008 | 11:07
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a afirmar, em entrevista que deu ontem ao sair do Palácio do Itamaraty, que seu governo tomará todas as medidas necessárias para combater a inflação e declarou que ela não voltará a perturbar a economia nacional. "Eu tenho dito todo santo dia que combater a inflação é quase uma questão de honra para o governo. Porque eu estive do outro lado toda a minha vida, vivendo como trabalhador, e eu sei que a inflação prejudica exatamente as pessoas que vivem com menos, (que vivem) de salário. São as que têm maior prejuízo. Se alguém imagina que a inflação vai voltar, como já aconteceu no Brasil, pode tirar o cavalo da chuva, porque ela não vai voltar. Nós tomaremos todas as medidas que forem necessárias tomar para que a gente mantenha a inflação controlada", declarou.

     

    O presidente Lula reiterou também sua convicção de que é "excepcional" o momento que o Brasil vive. "A economia está crescendo, os investimentos são muitos, e a perspectiva de novos investimentos é maior ainda. Só hoje, eu recebi informação de mais duas fábricas de papel e celulose que serão instaladas - uma no Piauí e outra no Maranhão, mais uma (que será) aumentada, na Bahia. Estamos pensando em várias siderúrgicas no Brasil, num trem de alta velocidade, em duas grandes refinarias - as duas, juntas, de 900 mil barris/dia. Portanto, são investimentos extraordinários que mostram que o crescimento será sustentável, realmente, e é definitivo", afirmou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-07-2008 | 11:07
    Um dos setores da economia que mais crescem no Estado fecha o semestre com saldo considerado recorde no MT

    Embalada pelo forte ritmo das obras em todas as áreas da engenharia, a construção civil de Mato Grosso comemora crescimento de 27,20% no volume de contratações no primeiro semestre de 2008, o maior dos últimos 20 anos. Dados divulgados ontem pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado (Sinduscon) apontam que entre os meses de janeiro a junho deste ano o setor empregou 18 mil trabalhadores e demitiu 13 mil em Mato Grosso. “Tivemos um saldo positivo de cinco mil postos de trabalho nestes seis meses, o que significa um novo recorde”, diz o presidente da entidade, Luís Carlos Richter Fernandes.

    Segundo ele, o crescimento é motivado pelo grande volume de obras que em andamento atualmente no Estado, como os edifícios residenciais, fábricas, PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) e conjuntos habitacionais.

    “O setor vem crescendo e o nível de empregos vem aumentando mês a mês. Temos observado também que o consumo de cimento vem aumentando e vários lançamentos estão sendo feitos. A nossa expectativa é de que R$ 250 milhões sejam injetados pelo PAC só na região da Grande Cuiabá”, afirma Luís Carlos.

    Segundo ele, o número de financiamentos habitacionais aumentaram e, com as facilidades de crédito, juros baixos e prazos longos, a tendência é de que o setor continue aquecido nos próximos anos. “Apostamos nesse crescimento porque todos os indicadores econômicos do setor são positivos”.

    Luís Carlos informou que o setor habitacional é que gera o maior volume de empregos na construção civil, seguido das obras públicas, indústrias e energia (PCHs).

    MÃO-DE-OBRA - A expectativa do Sinduscon é de que o setor mantenha o ritmo de crescimento no segundo semestre do ano em função do grande volume de obras e projetos a serem lançados.

    Por conta deste super aquecimento, Luís Carlos diz que o setor começa a ter problemas com a falta de mão-de-obra especializada e básica, como pedreiros, carpinteiros, eletricistas e encanadores.

    Na avaliação do Sinduscon, uma das explicações para a expansão do setor imobiliário é o crescimento do agronegócio no Estado nos últimos anos, o que vem acarretando a carência também de profissionais qualificados para atuar em diversas áreas, como de acabamento, instalação de pisos e revestimentos.

    O problema levou o Sindicato das Indústrias da Construção do Estado (Sinduscon) a firmar parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Mato Grosso, para a realização de cursos de formação, qualificação e aperfeiçoamento de profissionais na área da construção civil.

    Os empresários apontam que a falta de mão-de-obra na construção civil fez crescer a oferta de salário como forma de atrair os profissionais e, ainda assim, faltam trabalhadores nos canteiros de obra das construtoras.

    Segundo o presidente do Sinduscon, na média os salários hoje variam entre R$ 600 a 700. Um pedreiro de acabamento pode ganhar até R$ 1,5 mil. "São salários acima da média para pedreiro de acabamento", observa Luís Carlos.

    De acordo com a pesquisa, o estoque de mão-de-obra da construção civil em todo o Brasil já é de 2,020 milhões. Somente nos primeiros cinco meses de 2008, foram criadas 185,3 mil vagas formais, número que está bem próximo aos 206,6 postos de trabalho gerados em todo o ano de 2007.

    BRASIL - No acumulado do ano até maio, o crescimento registrado é de 10,1%. Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o aumento do total de trabalhadores do setor é ainda maior, de 17,5%. Na variação mensal de maio ante abril é de 1,6%.

    A região Centro-Oeste foi que apresentou o maior crescimento proporcional no acumulado do ano – de janeiro a maio a alta é de 15,2%. Em seguida está o Sudeste, que no mesmo período teve elevação de 10,7% no índice. Já na variação mensal, em maio, o destaque é a região Norte, que cresceu 3,1% em relação a abril. O Centro-Oeste aparece novamente com destaque e teve elevação de 2,6% mês a mês.

    Segundo o presidente do SindusCon-SP, João Claudio Robusti, “o crescimento deve perdurar por muitos anos com os investimentos em infra-estrutura, a expansão do credito imobiliário e uma taxa de juros mais equilibrada no longo prazo”, completa.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    23-07-2008 | 11:07
    Setor vive melhor ciclo de crescimento dos últimos 25 anos, segundo o setor. O atual ciclo de expansão da indústria brasileira de material de construção já é o maior dos últimos 25 anos. O setor vive há dois anos com altas ininterruptas de vendas. Segundo o presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), Melvyn David Fox, o encerramento do primeiro semestre de 2008 levou o setor a rever as projeções de crescimento do faturamento neste ano de 15% para 18% sobre o resultado de 2007.
     
    Isso deve elevar as receitas do conjunto da indústria a R$ 92,4 bilhões, cifra R$ 13 bilhões superior à obtida em 2007.
     
    No primeiro semestre, a indústria faturou 28,2% mais que em igual período do ano passado, atingindo R$ 45 bilhões. Os dados do chamado Índice Abramat -que acompanha mensalmente a evolução de faturamento da indústria fabricante de material de construção- foram anunciados ontem.
     
    "Em junho, completamos 25 meses de expansão seguida das vendas. É um ciclo de crescimento consistente que não víamos há pelo menos 25 anos", afirma o presidente da Abramat. Só no mês de junho, a indústria vendeu 34,22% a mais sobre o mesmo período do ano anterior.
     
    Considerando os últimos 12 meses, em apenas dois meses as vendas da indústria de material de construção cresceu menos de 15% sobre o mês equivalente no ano anterior.
     
    Dois fatores estão impulsionando as vendas. O setor habitacional tem sido o principal motor de impulso para as compras, mas desde o início do ano um segundo setor começa a ganhar relevância: os investimentos em infra-estrutura.
     
    "Desde o fim do ano passado, os projetos de infra-estrutura do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] começaram a demandar material de construção e isso tem ajudado na expansão das vendas." A indústria diz que o setor suporta as encomendas e que não há risco de inflação por demanda.

     

    Fonte: CBIC
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
Anuncie - Política de Privacidade
2014 -Todos os Direitos Reservados
V3 Agência Web