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Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    06-09-2008 | 11:09
    O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou ontem que 50 milhões de brasileiros já foram vacinados contra rubéola na campanha do governo. O número representa quase 68% da meta do governo - que é vacinar 70 milhões até o fim da campanha, em 12 de setembro.

     

    Temporão participou de ação de mobilização para a campanha contra a rubéola em São Paulo e vacinou o nadador César Cielo, campeão olímpico nos Jogos de Pequim.

     

    "Nós já estamos na reta final. Falta pouco, mas esse pouco é muito importante", disse o ministro, pedindo para a população com idade entre 20 e 39 anos tomar a vacina. "Nossa proposta é erradicar a rubéola do Brasil". Para Temporão, o balanço da campanha é positivo. "Nós já estamos com 67% para 68% da meta alcançada", informou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-09-2008 | 11:09
    A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou para 0,28% em agosto, depois de ter registrado taxa de 0,53% no mês anterior. Foi a menor taxa desde setembro de 2007 (0,18%) e também ficou abaixo do registrado em agosto de 2007 ( 0,47%). No ano, o IPCA acumula alta de 4,48%, maior do que o verificado no mesmo período de 2007 (2,80%); já nos 12 meses fechados em agosto a elevação acumulada é de 6,17%, menor do que a os 6,37% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.

     

    Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e revelam que a desaceleração da inflação em agosto foi puxada principalmente pelo comportamento dos preços dos alimentos.

     

    Depois da alta de 1,05% em junho, o grupo passou para queda de 0,18%. A maioria dos produtos apresentou redução nos preços entre os dois meses, sendo os principais destaques o tomate (de 10,59% para -36,91%), a batata inglesa (de -6,40% para -6,55%) e o feijão mulatinho (de -2,12% para -6,46%).

     

    O IBGE destaca que, apesar do resultado de agosto, os alimentos acumulam alta de 9,58% no ano, bem acima da taxa de igual período do ano passado (6,73%). O levantamento ressalta que a queda nos preços desses produtos foi percebida na maioria das regiões pesquisadas.

     

    Os produtos não alimentícios subiram um pouco mais de um mês para o outro: de 0,38% para 0,42%. O movimento foi influenciado pelos reajustes em itens importantes para a formação da taxa global, com preços administrados ou controlados.

     

    A conta de telefone fixo, que sofreu reajuste autorizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no final de julho, foi a que mais pressionou a taxa do mês, com alta de 2,27%, ante 0,62% em junho. Também contribuíram as tarifas de energia elétrica, que passaram de 0,93% para 1,03%; e de água e esgoto (de 0,79% para 1,57%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-09-2008 | 11:09
    O governo federal quer retirar a tributação indireta que incide sobre o spread bancário (diferença entre a taxa de juros cobrada pelo banco em um empréstimo e o seu custo de captação dos recursos). Em estudo no Ministério da Fazenda, a medida, que poderá reduzir os juros cobrados pelos bancos nos financiamentos aos seus clientes, será adotada na regulamentação da reforma tributária, ainda em tramitação na Câmara dos Deputados.

     

    À frente das negociações da reforma, o secretário-extraordinário de Reformas Econômicas e Fiscais do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, informou à Agência Estado que os estudos para sua regulamentação estão em fase adiantada dentro do governo. Segundo ele, a idéia é de que a proposta em elaboração retire a incidência do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) federal sobre o spread bancário.

     

    "A melhor hora para se fazer isso é com o IVA federal. É mais fácil", disse Appy. O IVA federal será criado com a reforma tributária e unificará, entre outros tributos, a Cofins e o PIS. Hoje, os dois tributos incidem sobre o spread bancário à alíquota de 4,65% e encarecem os juros cobrados pelos bancos. Em outros países, como alguns da UE, não há essa incidência.

     

    Segundo Appy, essa tributação indireta sobre o setor financeiro provoca distorções e, no futuro, poderá trazer riscos de exportação de serviços bancários para outros países. "Hoje, não temos esse problema no Brasil. Mas quando se tem um desenho mal feito, que leva a cumulatividade e tributação do spread, isso pode gerar exportação de serviços financeiros", ressaltou Appy. Mas ele ponderou que não necessariamente se trata de uma desoneração do setor bancário, mas de mudança na forma de tributação.

     

    Segundo Appy, as negociações da proposta de reforma tributária com o relator, deputado Sandro Mabel (PR-GO), estão bem avançadas. A estratégia é diminuir as divergências ao máximo antes da votação da proposta na Comissão Especial de Reforma Tributária. "Já tivemos avanços importantes nas negociações. O tema não está parado", disse.

     

    O secretário informou que o governo cedeu e já aceitou ampliar o detalhamento do desenho do IVA no texto da reforma constitucional. A proposta inicial do governo, que não agradou às empresas e os parlamentares tinha um texto mais genérico em relação à base de incidência do tributo, deixando para a regulamentação os detalhes. Ele admitiu, no entanto, que ainda há "divergências relevantes" em torno da proposta.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-09-2008 | 11:09
     “Papa” da construção sustentável do país, Vanderley Jonh, da USP, participará do MinasCon2008. O 2º Encontro Nacional de Gestão de Resíduos e Sustentabilidade na Construção será realizado nos próximos dias 18 e 19 de setembro, das 8h às 18h30, no Expominas, em Belo Horizonte, durante o MinasCon 2008.

     

    Promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), o evento apresentará informações e cases sobre  gerenciamento dos resíduos do setor e abordará as vantagens e desafios da implantação das edificações sustentáveis, com o objetivo de estimular a adoção dessa prática e promover a construção de um futuro melhor para o planeta.

     

    Para falar da sustentabilidade, um assunto que, cada vez mais, vem sendo pautado pelo setor da construção civil, o encontro contará com a presença de renomados palestrantes, entre eles, o professor do departamento de Engenharia de Construção Civil da Universidade de São Paulo (USP), Vanderley Moacyr John, referência em Construção Sustentável no país. A abertura do evento será feita pelo presidente da CBIC, Paulo Safady Simão.

     

    O Encontro reunirá empresas do setor da construção, transportadores de resíduos, poder público, terceiro setor, universidades, centro de pesquisa e áreas afins ao meio ambiente, entidades de classe e todos os profissionais interessados em soluções econômicas, ambientais e sociais em empreendimentos, obtidas por meio de ações que visam, dentre outras, a redução e reutilização dos seus resíduos, com foco na sustentabilidade do setor.

     

    O evento está dividido em quatro painéis: I – Construção sustentável e Inovação tecnológica: II – Gestão integrada de resíduos sólidos; III – Edificações sustentáveis; e IV – Sustentabilidade e Certificações. A programação completa e a ficha de inscrição podem ser acessadas no site www.sinduscon-mg.org.br.

     

    Compensação ambiental

     

    Para compensar os impactos ambientais gerados pela realização do Encontro, como a emissão de gases decorrentes da produção das peças gráficas usadas, transporte dos palestrantes e participantes etc., o Sinduscon-MG financiará o plantio de cerca de 100 árvores na reserva ecológica Canela de Ema, em Caeté.

     

    Com a iniciativa, o evento será o primeiro de todas as edições do Minascon com emissões de gases de efeito estufa (GEE) neutralizados pelo programa Carbo-Neutro da Organização da Sociedade de Interesse Público (Oscip), Instituto Oksigeno - pioneiro em Minas Gerais na criação de programas de responsabilidade ambiental, que visam combater o aquecimento global por meio da redução ou compensação das emissões GEE, por meio do plantio de mudas de árvores nativas e/ou conservação de florestas.

     

    Ainda em sintonia com as questões que visam amenizar os impactos ambientais, o Encontro utilizará apenas materiais de baixo impacto ambiental, como por exemplo, papel reciclato, canetas e bolsa biodegradável, bem como a contratação de empresas formais e ambientalmente corretas.

     

     

    Fonte: CBIC
    05-09-2008 | 11:09

    A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) confirmou tendência de queda e desacelerou para 0,28% em agosto, informou nesta sexta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em julho, o índice já havia registrado retração, ficando em 0,53%, ante 0,74% no mês anterior.

     

    Trata-se da menor taxa desde setembro de 2007 (0,18%). A principal causa apontada pelo IBGE foi a queda dos preços dos alimentos, que tiveram variação negativa de 0,18%%, ante alta de 1,05% verificada em julho.

     

    O IPCA é o índice de preços utilizado pelo governo para o regime de metas de inflação, estipulado pelo Banco Central. A meta para este ano e o próximo é 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais.

     

    No ano, a inflação acumula alta de 4,48% --no mesmo período em 2007, havia crescido 2,80%. Nos últimos 12 meses terminados em agosto, o IPCA acumula alta de 6,17%, abaixo dos 6,37% identificados nos 12 meses imediatamente anteriores, distanciando-se ainda mais do teto superior à meta, de 6,5%. Em agosto de 2007, a inflação pelo IPCA tinha subido 0,47%.

     

    Os produtos não-alimentícios aceleraram para 0,42%, ante 0,38% em julho. Influenciaram o resultado a alta de 2,27% das tarifas de telefone fixo, que foram responsáveis por 0,08 p.p (ponto percentual) do índice. Houve aceleração também nas tarifas de energia elétrica (0,93% para 1,03%), influenciada pela alta verificada em Belém (16,80%) e São Paulo (2,71%).

     

    As tarifas de água e esgoto subiram 1,57% em agosto, depois de alta de 0,79% no mês anterior. Contribuiu decisivamente para esse resultado o reajuste de 11,93% nas tarifas cobradas no Rio de Janeiro.

     

    Entre os alimentos, tiveram quedas expressivas o tomate (alta de 10,59% em julho para queda de -36,91%), batata inglesa (de -6,40% para -6,55%) e feijão mulatinho (de -2,12% para -6,46%).

     

    Das 11 regiões pesquisadas, a que apresentou menor taxa em agosto foi Curitiba, com uma deflação de 0,22%. Na outra ponta, a maior foi anotada em Belém, com um aumento de preços de 0,79%.

     

    Mais pobres

     

    O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado entre as famílias com renda mensal até seis salários mínimos, ficou em 0,21% em agosto, ante 0,58% em junho. Nos 12 meses encerrados em agosto, o indicador acumula elevação de 7,15%%, abaixo dos 7,56% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores.

     

    Fonte: Folha on-line
    05-09-2008 | 11:09
    As perspectivas de crescimento econômico do Brasil "parecem indicar uma expansão das perspectivas", o que também ocorre em China e Rússia, segundo indicadores compostos avançados da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) de julho publicados nesta sexta-feira.

     

    Em julho, o indicador composto avançado do Brasil aumentou 1,4 ponto e, em um ano, 2,3 pontos.

     

    O comunicado da entidade indica que os dados mais recentes para grandes países não-membros da OCDE apontam para "uma inflexão na Índia".

     

    Já as perspectivas de crescimento econômico do G7 (grupo dos sete países mais ricos) continuam se deteriorando. O indicador composto avançado para a zona da OCDE desceu 0,7 ponto em julho e é inferior em 5,2 pontos ao nível registrado há um ano.

     

    Para os Estados Unidos, o indicador caiu 0,2 ponto em julho (5 pontos em um ano), enquanto para a zona do euro os números são piores: uma queda de 1,2 ponto em julho e de 6 pontos em 12 meses.

     

    Para o Japão, a redução é de 0,5 ponto em julho e de 3,4 pontos em um ano. Os indicadores mostram uma "desaceleração" em Estados Unidos, Japão e Canadá, e um "forte arrefecimento" na zona do euro.

     

    Em junho, o indicador composto avançado para a China diminuiu 1,3 ponto (1,4 ponto em um ano) e o da Índia 1,5 ponto esse mês e 5,5 pontos em 12 meses, enquanto para a Rússia o avanço foi de 1,8 ponto e de 5 pontos, respectivamente.

     

    Fonte: Folha on-line
    05-09-2008 | 10:09
    Começou nesta quinta-feira (04) e vai até domingo a exibição de filmes brasileiros do Festival do Livre Olhar (FLÔ), no Sesc Arsenal, em Cuiabá. O FLÔ é um festival de cinema do Brasil realizado desde 2003 em Porto Alegre e se diferencia dos demais festivais nacionais por seu caráter subversivo e livre, dando preferência para filmes experimentais e autorais.

     

    Idealizado pelo grupo Cinema 8ito, o FLÔ vem ajudando a definir o panorama do cinema alternativo brasileiro em exibições nacionais e internacionais. Cuiabá recebe pela terceira vez o Festival, que será exibido CineSesc Arsenal, sempre às 19h. A entrada é gratuita.

     

    O FLÔ é também um circuito itinerante conhecido como ‘Mochilagem’, possível a partir de uma rede anárquica de coletivos independentes do Brasil e do exterior. As exibições convencionais dividem espaço com mostra online.

     

    Confira a programação:

     

    Quinta-feira - 4 de setembro

     

    DINHEIRO, 24’, 2007, Rio de Janeiro
    SUCULÊNCIA, 6’20’’, São Bernardo – SP
    LULA A DORÉ, 18' min, Florianópolis - SC - Prêmio 'Inovação' no Flô 2007
    IMPEJ, 9’15’’, Goiânia - GO
    A CURVA, 5 min, Juazeiro do Norte/Fortaleza-CE
    HOMENS AO MAR, 15’, Rio de Janeiro-RJ
    O RETORNO DA LUA, 10’33", 2006, Porto Alegre
    IMPARCIAL [Porto Alegre, 2008, 15’]

     

    Sexta-feira - 5 de setembro

    VT Desconstrutor do FLÔ, 30’’, André Arieta, Porto Alegre-RS.
    ETNOGRAFIA DA AMIZADE, 86’ – 2007

     

    Sábado - 6 de setembro

     

    REPÚBLICA DOS ASSASSINOS, 90’, 1979 – Rio de JaneiroOutras informações pelo telefone (65) 3616-6900.

     

    Fonte: TVCA
    05-09-2008 | 10:09
    Trinta peças fazem parte da exposição Perspectivas 2008, da artista plástica Lara Matana, que está aberta à visitação em Cuiabá. As esculturas e quadros que estão expostos mostram as formas e cores de modo a dar uma idéia de movimento e profundidade, instigando o visitante a olhar as obras de diferentes maneiras.

     

    Diferentes visões para uma mesma obra. É o que Matana pretende mostrar na sua exposição, que está no piso térreo do Goiabeiras Shopping. "Nesta exposição trabalho com o ângulo que a pessoa vê a peça. Quando olhamos uma obra de uma determinada posição, enxergamos uma coisa, mas ao mudarmos de posição, mesmo que a mudança seja pequena, enxergamos alguma coisa diferente. Por isso decidi dar este nome", explica Lara. A mostra é gratuita e fica em cartaz até o dia 28 de setembro, das 10h às 22h.

     

    O trabalho de Lara é todo produzido em madeira, com resíduos e sobras de madeireiras e árvores mortas. "Minha inspiração vem da natureza. Algumas peças eu encontro quase prontas e faço poucas interferências", revela. Ela conta que a decisão de trabalhar com a madeira aconteceu após visitar uma exposição em Belo Horizonte e ver um quadro que utilizava o material, com dimensões que ainda não tinha visto.

     

    Apesar de ser um trabalho belo e apreciado por todos, Lara diz que há pouco tempo as pessoas começaram a comprar suas obras. Uma parte desse reconhecimento veio de uma forma totalmente peculiar: uma de suas obras é peça integrante do filme "Cegueira", do diretor Fernando Meirelles, que será lançado em setembro. A prova da importância do trabalho de Lara para a cultura brasileira foi a indicação para ser membro da Academia Brasileira de Belas Artes, onde hoje ocupa a 42ª cadeira.

     

    Fonte: TVCA
    05-09-2008 | 10:09
    Nível de uso do parque fabril sobe para 83,5% e também bate recorde.

     

    O faturamento da indústria subiu 0,2% em julho e expressivos 9% nos sete primeiros meses deste ano, o que representa novo recorde para este período, segundo revelou nesta quarta-feira (3) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A série histórica da entidade tem início em 2003.

     

    O recorde anterior de faturamento da indústria, para os sete primeiros meses de um ano, havia sido registrado em 2004, quando o faturamento industrial avançou 5,5%. De janeiro a julho de 2007, subiu 5,3%.

     

    "Este ano está sendo bem melhor do que 2004 e 2007", notou o chefe da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. Já o economista da entidade, Paulo Mol, notou que a taxa se aproxima de inéditos 10%. "O ritmo está próximo à casa de dois dígitos e o crescimento é bastante disseminado na indústria", disse ele. 

     

    Paulo Mol avaliou que a elevação do faturamento industrial da indústria neste ano está ligada ao aumento da demanda do mercado interno por produtos e serviços. "O consumo das famílias está alto, assim como os gastos do governo. E também há os investimentos por parte das empresas, ao mesmo tempo em que o crédito continua a subir. A demanda interna é que tem dinamizado este crescimento da indústria", disse ele.

     

    Atividade industrial

     

    As horas trabalhadas na produção industrial, indicador mais relacionado com o nível de atividade, subiu 0,5% em julho deste ano, contra o mês anterior, e 6,1% nos sete primeiros meses de 2008 - também o maior valor de toda a série histórica. A CNI ressaltou ainda que as horas trabalhadas, além de crescerem "intensamente", acumulam o mais longo período de expansão (12 meses consecutivos) desde 2003.

     

    "A atividade industrial começa o segundo semestre com nível intenso. Ela vem crescendo desde o fim de 2007 e não tem dado muitos sinais de arrefecimento [desaceleração]. Mas esperamos um arrefecimento ao longo do segundo semestre por conta dos aumentos de juros e de um quadro internacional menos favorável, com redução da atividade", avaliou Castelo Branco.

     

    Emprego industrial

     

    O emprego industrial também continuou registrando crescimento em julho deste ano, quando avançou 0,6% sobre o mês anterior e 4,4% sobre julho de 2007. No acumulado de janeiro a julho de 2008, o emprego na indústria cresceu 4,4%. Com esse aumento, a entidade avaliou que foi mantido um "ritmo inédito" de expansão registrado desde maio.

     

    "Dentre as variáveis pesquisadas, o emprego é a que cresce de forma mais regular: são 32 meses seguidos do crescimento do emprego", informou a CNI. Segundo a entidade, a intensidade na elevação do emprego também é um fator de destaque.

     

    Uso do parque fabril

     

    O nível de utilização do parque fabril da indústria, porém, subiu para 83,5% em julho deste ano, o maior valor de toda a série histórica da CNI. Em junho, estava em 83,3% e, em dezembro de 2007, em 83%. O indicador de uso do parque fabril é acompanhado com atenção pelo Banco Central, pois, se o nível de utilização da capacidade instalada sobe, também aumentam os temores de que haja reajustes de preços.

     

    Os economistas da CNI avaliaram que os investimentos efetuados pela indústria, necessários para ampliar o parque fabril e reduzir o seu nível de utilização, estão "maturando" [amadurecendo]. Entretanto, admitiram que são necessários mais investimentos.

     

    Para Castelo Branco, é justificável a intenção do BC de adequar o ritmo entre a oferta e a demanda por produtos e serviços no Brasil, por meio dos aumentos de juros, de modo que o crescimento da economia se sustente ao longo do tempo. Entretanto, ponderou que os índices recentes de inflação, que mostraram desaceleração, indicam que a subida de juros talvez não precise ser tão intensa, e prolongada, quando o sinalizado há alguns meses. 

     

    Fonte: TVCA
    05-09-2008 | 10:09
    O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), comunica a todos os profissionais do Sistema que no dia 12 de setembro (sexta-feira), não haverá atendimento ao público na sede do Crea em Cuiabá.


     

    A superintendente Administrativa e Financeira do Conselho, Elinete Leite Magalhães, explica que como o Crea está modernizando todo o seu sistema e migrando informações, também precisa realizar a capacitação de seus funcionários. "O treinamento ocorrerá desde segunda-feira, dia 08, mas o Atendimento ao Público estará fechado somente na sexta-feira, dia 12, por que usaremos as máquinas do setor para treinar os funcionários das inspetorias e escritórios do interior", explicou.


     

    A partir da quinta-feira da próxima semana as 21 inspetorias e dois escritórios do Crea no interior também estarão fechados por causa do treinamento realizado para todos os inspetores, fiscais e atendentes na capital. Por tanto, as unidades estarão fechadas para atendimento ao público na quinta e sexta-feira, dias 11 e 12 de setembro.

    Fonte: Mídia News
    05-09-2008 | 10:09
    Chega a 400 mil o número de empresas que podem ser excluídas do Simples Nacional por falta de pagamento de impostos à Fazenda Pública Federal, segundo informou a Receita Federal.

    Os procedimentos para a exclusão já foram iniciados com a emissão de Atos Declaratórios Executivos (ADE).O ADE que está sendo enviado aos contribuintes em dívida com o Fisco contém todas as informações necessárias para a regularização dos débitos. A consulta também poderá ser feita no site da Receita www.receita.fazenda.gov.br . O prazo para as empresas recorrerem é de um mês.A partir de 1o de janeiro de 2009 as empresas que não resolverem as pendências serão automaticamente excluídas do Simples Nacional. A Receita lembra que os débitos inscritos em Dívida Ativa podem ser regularizados no endereço da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (www.pgfn.gov.br).

     

    Os débitos não previdenciários com valor até R$ 100 mil podem ser parcelados diretamente na internet sem a necessidade de comparecimento aos Centros de Atendimento ao Contribuinte.

     

    O Simples-Nacional foi instituído em dezembro de 2006 e permitiu às empresas de pequeno porte e às microempresas recolher, de forma unificada, tributos e contribuições de competência da União, dos estados e dos municípios. Atualmente, 3.020.849 empresas estão na base de dados do Simples-Nacional.

    fonte:Mídia News
    05-09-2008 | 10:09
    Apesar da melhora observada nas negociações salariais nos últimos anos, o ganho real alcançado ainda não foi suficiente para recuperar a renda média do trabalhador registrada em 2002. A avaliação foi feita hoje (4) pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) do Rio de Janeiro, Jardel Leal.

    O supervisor do Dieese no estado, Paulo Jager, acrescentou que, para que o trabalhador tenha um ganho real, é importante não interromper o crescimento da economia. “Aumento de juros e arrocho da política monetária são muito ruins”, disse.

    Ele acredita que, no segundo semestre, quando ocorre o novo período de acordos salariais, de setembro a novembro, deverá melhorar o patamar das negociações, “porque os resultados das empresas, generalizadamente, são muito bons”.

    Segundo ele, a redução do desemprego no país ainda é localizada e não se pode dizer que contribuiu para aumentar o poder de barganha dos trabalhadores nas negociações por reajustes salariais, no primeiro semestre.

    Pelos estudos do Dieese, ainda há regiões metropolitanas que apresentam patamar elevado de desemprego, de até 15%. “É muito alto. Ainda tem muita pressão sobre a oferta de trabalho. Isso faz com que o nosso mercado de trabalho precise de um crescimento de 4% a 5% para a gente começar a sentir uma diferença generalizada.” Em contrapartida, de acordo com Jager, falta pessoal em algumas categorias.

    A avaliação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas no país, mostra que os ganhos reais obtidos pelos trabalhadores, nas negociações por reajustes de salários, estão bem abaixo do crescimento da economia. “O PIB está crescendo na faixa de 4,5% a 5% e os ganhos reais estão na faixa de 1%. Eles não estão andando na mesma velocidade", afirmou.

     

    Fonte: Olhar Direto
    05-09-2008 | 10:09

    Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos últimos 12 meses encerrados em julho somaram R$ 79,1 bilhões, com aumento de 30%. As aprovações em 12 meses foram de R$ 108 bilhões, com expansão de 16%. Segundo nota divulgada ontem, os projetos enquadrados no banco, ainda sujeitos à aprovação, totalizaram R$ 133,2 bilhões em 12 meses (o que representa um aumento de 21%) e as consultas para novos investimentos atingiram R$ 155 bilhões no período (que significa elevação de 26%). De acordo com o BNDES, "estes números reforçam o cenário de sustentação do crescimento da economia".

     

    Segundo o banco, as maiores demandas continuam lideradas pelos segmentos de infra-estrutura e da indústria. Nos últimos 12 meses, os desembolsos para infra-estrutura somaram R$ 32,6 bilhões (representando 41% do total liberado no período) e para indústria R$ 30,2 bilhões (38% do total). As aprovações, no período, atingiram R$ 45,6 bilhões em infra-estrutura (crescimento de 36%) e R$ 46 bilhões para indústria (alta de 4%).

     

    Os financiamentos liberados para o setor de infra-estrutura cresceram 74% entre agosto de 2007 e julho de 2008, liderados pelo crescimento dos desembolsos para transporte terrestre (R$ 14,8 bilhões, alta de 68%) e energia elétrica (R$ 7,8 bilhões, alta de 92%). "Os recentes investimentos em infra-estrutura tendem a estimular aportes em novos projetos na economia, especialmente na indústria".

     

    2008 - No acumulado de janeiro a julho, os desembolsos do BNDES totalizaram R$ 45,46 bilhões, com aumento de 46% ante igual período do ano passado, divulgou hoje o banco de fomento. No mesmo período, as aprovações somaram R$ 58,99 bilhões, com expansão de 19% na comparação com janeiro a julho de 2007. A expansão dos investimentos industriais fica clara quando se analisa o resultado dos sete primeiros meses de 2008. Os projetos destinados à indústria receberam R$ 18,5 bilhões (crescimento de 26% ante igual período do ano anterior) e a infra-estrutura R$ 17,2 bilhões (aumento de 68%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09

             O aumento da oferta de emprego na construção civil reduziu o número de candidatos por vaga e levou as empresas a anteciparem contratações e ampliar suas estratégias de capacitação.

     

     

    Os governos, por sua vez, também estão buscando formas de possibilitar a entrada de novas pessoas no setor, investindo em cursos de qualificação voltados para desempregados e integrantes do Bolsa Família.

     

     

    Em São Paulo, 3 mil vagas serão abertas agora em setembro pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) em parceria com o governo estadual para pessoas cadastradas no Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT).

     

     

             O aquecimento do setor começou há dois anos. Em 2007, foram criadas 176 mil novas vagas - o dobro da média dos anos anteriores - e que representou 11% do total de empregos formais abertos no Brasil naquele ano.

     

     

     Em 2008, apenas até julho, já foram 232 mil novas vagas na construção civil, alta de 15% em relação ao estoque total de empregos formais existentes no setor em dezembro do ano passado.

     

     

     E o ritmo de 15% foi três vezes superior ao de geração de vagas em toda a economia brasileira, que ficou em 5,4% até julho.

     

     

             Antes do aquecimento do setor, a disponibilidade de mão-de-obra possibilitava às empresas recrutarem seus funcionários um mês antes do início das construções.

     

     

    Hoje, já há companhias iniciando o processo de contratação de pessoal com seis meses de antecedência para assegurar a disponibilidade de mão-de-obra e para dar mais tempo para a capacitação.

     

     

     

             "A dinâmica no setor foi sempre de urgência, com pouco tempo para o preenchimento das posições, situação que era possível de ser gerenciada por conta do volume menor de obras e do número maior de profissionais disponíveis", diz Deborah Carceles, gerente de treinamento e desenvolvimento da Camargo Corrêa.

     

     

     Diante de um cenário mais apertado para contratação, desde o início de 2007, a empresa tem se preparado para que seis meses antes das obras ela já possa conhecer as demandas e buscar funcionários.

     

     

             Na Rossi Residencial, o recrutamento de mão-de-obra, que antes de 2006 era feito até um mês antes de iniciar o serviço, também está sendo realizado seis meses antes do início da obra.

     

     

    A empresa costuma contratar construtoras locais menores que, por sua vez, fazem o recrutamento de pessoal.

     

     

    Isso, segundo o diretor de Engenharia da Rossi, Alcides Gonçalves, não significa pagar antecipadamente. "O importante é começar a obra com o contrato na mão", diz.

     

     

             Essa precaução se tornou necessária pela redução da disponibilidade de trabalhadores e pelo perfil menos experiente das pessoas que buscam as vagas.

     

     

    Segundo Edyano Bittencourt, coordenador de operações da Delta Construções, hoje a quantidade de pessoas que pleiteiam vagas nas obras é de 30% a 40% inferior do que há dois anos.

     

     

    Segundo Gonçalves, da Rossi, a procura por vagas, que já foi intensa antes de 2005, está equilibrada.

     

     

    "Aquele operário que tinha que fazer 'bico' não existe mais, veio para a formalidade. Esse vácuo foi preenchido", diz. As empresas são unânimes em dizer que estão conseguindo preencher todas as vagas no nível operário, mesmo diante da menor oferta de trabalhadores. A necessidade de capacitação, contudo, aumentou.

     

     

     

             Apesar da falta de experiência prática, a escolaridade das pessoas que procuram qualificação para cargos na construção civil tem aumentado, segundo o diretor do Senai de Tatuapé, na capital paulista, Carlos Eduardo Cabanas.

     

     

    Na década de 80, conta, as pessoas dos cursos operacionais - pedreiros, pintores etc - tinham em média 50 anos e haviam cursado até a terceira série do fundamental.

     

     

             "Hoje vemos muitos trabalhadores ingressando com 30 a 35 anos de idade e com mais escolaridade", diz.

     

     

     Na unidade do Tatuapé, onde são oferecidos apenas cursos nessa área, 75% dos alunos hoje possuem ensino fundamental completo.

     

     

    "A construção civil hoje exige mais qualidade, e passou a ser mais atraente por conta do incremento do salário."

     

     

             Além disso, o setor vem experimentando novas tecnologias, o que também abre espaço para a entrada de mulheres, que eram 5% nesses cursos na década de 80 e hoje representam 35% dos alunos.

     

     

     "Essas mudanças foram aceleradas nos últimos dois anos por conta do aumento das contratações e dos investimentos, mas é uma tendência", diz Cabana.

     

     

             O período de vacas magras no setor, que caracterizou toda a década de 90, fez com que a construção civil perdesse trabalhadores para outros setores mais aquecidos.

     

     

     Hoje, o caminho passou a ser inverso, e depois de terem absorvido toda a mão-de-obra qualificada disponível, as construtoras passam a contratar desempregados da indústria de transformação e até do agronegócio, como cortadores de cana-de-açúcar.

     

     

             Um reflexo de que tem chegado às empresas muita gente que não se encaixa no perfil desejado são os baixos números de vagas preenchidas por meio de cadastros públicos.

     

     

    Em São Paulo, até julho deste ano já foram oferecidas 13,6 mil vagas no cadastro estadual de emprego, número que já representa 84% das vagas oferecidas em 2007. O percentual de preenchimento, no entanto, é menor: de 20% frente a 27% no ano passado.

     

     

     

             Juan Sanchez, coordenador do Programa Estadual de Qualificação Profissional (PEQ) da Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo (Sert-SP), explica que a falta de capacitação e de escolaridade compatível faz com que seja comum a secretaria preencher apenas 30% das vagas oferecidas. No caso da construção civil, esse quadro se agrava por conta do forte aumento de oferta de empregos.

     

     

             Segundo Sanchez, esse percentual não significa que as vagas não estejam sendo preenchidas, já que a empresa divulga a mesma vaga em vários lugares.

     

     

     O quadro mostra, porém, a dificuldade que é encontrar, entre as pessoas dispostas a trabalhar nesse mercado, o perfil que as empresas precisam.

     

     

             Na Rossi Residencial, o aquecimento do setor fez com que nos últimos dois anos os canteiros de obras da empresa passassem de 30 para 80, com perspectiva de chegar a 140 em 2009.

     

     

    Isso significa contratar mais 2,5 mil trabalhadores, duplicando o atual corpo de funcionários em operação direta.

     

     

             O desafio é generalizado. Em dezembro de 2006, a Camargo Corrêa tinha 2,5 mil funcionários.

     

    Um ano depois estava com 19,4 mil, e em junho eram 30,5 mil.

     

    A tendência para 2009 é manter o ritmo elevado de contratações, assim como na construtora OAS, que está hoje com 23 mil operários, número 59% maior que no início do ano.

     

     

             A Equipav Construção empregava cem pessoas no começo de 2006, e hoje está com mil funcionários, com perspectiva de chegar a 1,5 mil a 2 mil pessoas no ano que vem.

     

     

    "Acho que em 2009 vamos ter dificuldades para contratar", diz Labieno Mendonça, diretor-superintendente da empresa.

     

    Fonte: CBIC

    04-09-2008 | 11:09
    O Governo do Estado, através da Secretaria de Infra-estrutura (Sinfra-MT), assinou ontem convênio com a Caixa Econômica Federal (CEF), no valor de R$ 93,2 milhões, para construção de 2.533 casas em Cuiabá e Várzea Grande. A solenidade foi realizada no gabinete do governador Blairo Maggi. As moradias serão construídas pelo programa estadual de Habitação "Meu Lar" de acordo com o Programa de Arrendamento Residencial (PAR).

     

    Estado irá investir R$ 7,6 milhões para diminuir o valor das parcelas a serem pagas se tornem mais baixas para a população. O programa prevê a construção, no bairro Tijucal, dos residenciais Belita Costa Marques (488 casas) e Avelino Lima Barros (500), e na Avenida das Torres, o Cláudio Marcheti (473).

     

    Já em Várzea Grande, serão construídos, na rodovia Mário Andreazza, os residenciais Júlio Domingos de Campos (500 casas) e Cloves Vettorato (264), e no bairro Capela do Piçarrão o conjunto habitacional Milton Figueiredo (308). Durante o ato, Blairo Maggi, autorizou o secretário de Infra-estrutura, Vilceu Marcheti, a conveniar com a CEF a construção de mais três conjuntos habitacionais dentro da modalidade PAR em Sinop, Várzea Grande e Rondonópolis, totalizando mais 1.168 casas. Serão eles o José Adriano Leitão (488 casas), em Sinop, o Júlio Domingos de Campos II (180), em Várzea Grande, e o José Antônio Fagundes (500) em Rondonópolis.

     

    Maggi disse ao superintendente da Caixa Econômica em Mato Grosso, Ivo Carlos Zecchin, que busque recursos para a construção de mais casas.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09

    produção industrial subiu em dez das 14 regiões pesquisadas em julho na comparação com o mês anterior, informou nesta quinta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na média nacional, a indústria apresentou alta de 1% na mesma base de comparação.

     

    Os principais incremento foram verificados em Goiás (3,1%), Pará e Amazonas (2,3% cada um), Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo (2,1% cada um), Minas Gerais (1,8%) e Bahia (1,5%). Essas regiões ficaram acima da média nacional.

     

    Ao mesmo tempo, tiveram queda na passagem de junho para julho Pernambuco (-3,2%), Ceará (-1,4%), Rio Grande do Sul (-1,1%) e região Nordeste (-1,0%) registraram resultados negativos. Rio de Janeiro (0,6%) e São Paulo (0,3%) cresceram abaixo da média.

     

    Na comparação com julho do ano passado, a atividade industrial cresceu em 13 das 14 regiões analisadas. Na média nacional, a indústria cresceu 8,5%, na mesma base de comparação.

     

    As principais altas foram notadas em Goiás (17,6%), Paraná (15,1%), Espírito Santo (14,3%), São Paulo (10,9%), Pará e Minas Gerais (ambos com 8,6%) e Amazonas (8,5%). Abaixo do nível de crescimento nacional, apareceram Ceará (6,3%), Rio Grande do Sul (6,2%), Rio de Janeiro (5,4%), Santa Catarina (3,6%), Pernambuco (1,7%) e Bahia (0,5%).

     

    No acumulado de janeiro a julho, todas as regiões apresentam crescimento na produção industrial, com destaque para o Espírito Santo (12,8%), Paraná (11,8%) e São Paulo (10%).

     

    No acumulado de 12 meses até julho, a produção industrial também foi ampliada em todas as regiões, principalmente no Espírito Santo (13,9%), São Paulo e Paraná (ambos com 9,3%). Na média nacional, esse avanço foi de 6,8%.

     

    Fonte: Folha on-line
    04-09-2008 | 11:09
    O Banco Central calcula que a desaceleração na economia mundial prevista por organismos multilaterais como o FMI (Fundo Monetário Internacional) terá efeitos mínimos sobre a economia brasileira.

     

    Em julho, o FMI reestimou o crescimento mundial para 4,1%, quase 1 ponto percentual abaixo dos 5% registrados em 2007. Se esse cenário se confirmar, o efeito sobre o PIB brasileiro será de apenas 0,1 ponto. Ou seja, o país cresceria 4,9% em 2008, em vez dos 5% projetados pelo governo.

     

    No câmbio, o impacto estimado pelo BC é de 0,12 ponto percentual. Dessa forma, a taxa hoje estimada pelo mercado em R$ 1,62 para o final do ano seria mais próxima de R$ 1,63. A outra variável calculada pelo BC foram as exportações, onde a crise internacional custaria apenas 0,08% de redução no ritmo de alta das vendas.

     

    Essas estimativas foram apresentadas pelo diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita, na reunião do G20, grupo de países emergentes, na semana passada no Rio de Janeiro.

     

    "O impacto da crise internacional no Brasil é menor por duas razões boas. A primeira é que a desaceleração mundial não parece ser muito acentuada. A outra é que os países emergentes estão em situação muito melhor de solvência externa do que nos anos 90", afirma o economista do banco WestLB, Roberto Padovani.

     

    O baixo grau de abertura da economia é outro motivo apontado por Mesquita para o reduzido impacto da crise no Brasil. A desaceleração mundial indica demanda externa menor por produtos brasileiros. Mas, como o país exporta e importa pouco em relação ao tamanho de sua economia, essa procura menor por bens brasileiros não deve ter impacto relevante.

     

    Os dados do BC permitem concluir que o Brasil está mais protegido da crise internacional. Mas mostram também que o país não poderá contar com a ajuda externa para reduzir o ritmo de crescimento interno.

     

    Ou seja, uma desaceleração mundial não garante que o Brasil crescerá menos e, portanto, que o BC poderá parar de subir os juros para conter a economia. Desde abril, o juro subiu de 11,25% ao ano para 13%.

     

    Na apresentação ao G20, Mesquita reforçou o diagnóstico de que a demanda interna vem crescendo em ritmo muito maior do que a capacidade que os fornecedores nacionais têm de produzir. Esse descompasso é considerado pelos diretores do banco como a principal razão para o aumento da inflação.

     

    Mesquita apresentou gráficos em que procurou mostrar que a subida dos preços não é resultado somente do aumento dos preços de alimentos ou da alta do petróleo.

     

    O diagnóstico do BC não é consenso no governo. A equipe do ministro Guido Mantega (Fazenda) atribui o repique da inflação aos choques de commodities. Daí a disputa sobre a necessidade ou não de nova alta dos juros.

     

    Fonte: Folha on-line
    04-09-2008 | 11:09
    A Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt) também lançou ontem, em âmbito estadual, o Prêmio MPE Brasil, que compõe o programa MT Competitivo, resultado do convênio entre o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT), que integra o Sistema Fiemt. Após as assinaturas dos convênios entre governo e instituições privadas, que firmaram acordo para implementação do PMGP, a solenidade prosseguiu com o lançamento do Prêmio MPE Brasil.

    O objetivo do prêmio é mostrar os bons exemplos de micro e pequenas empresas, sediadas no Estado, que por meio da aplicação de métodos de gestão tiveram resultados significativos tanto no empreendimento como na comunidade. “Queremos provar que boas práticas de gestão são possíveis em quaisquer empresas, sejam elas micro ou pequenas e atuantes em todos os segmentos”, pontuou o diretor regional do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT), Gustavo de Oliveira.

    Em âmbito estadual, o Prêmio MPE Brasil compõe o programa MT Competitivo, resultado do convênio entre o MBC, Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) e IEL-MT. O prêmio dissemina os conceitos de qualidade e competitividade, além de permitir uma auto-avaliação das características de comportamento empreendedor dos participantes e a avaliação da gestão da empresa com base em critérios do Modelo de Excelência® da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ): liderança, estratégias e planos, clientes, sociedade, informações e conhecimento, pessoas e processos.

    De acordo com Oliveira, o prêmio funciona como um incentivo para as empresas. “Conceitos que se traduzam em competitividade industrial sempre servirão de exemplo de sucesso para as empresas”, avalia.

    PRÊMIO - Para concorrer, as micro e pequenas empresas de Mato Grosso devem se inscrever até o dia 30 de setembro, em quatro categorias, de acordo com o segmento de atuação: Indústria, Comércio, Serviços e Agronegócio. A categoria Destaque irá premiar ações voltadas às ‘Boas Práticas de Responsabilidade Socioambiental’.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    04-09-2008 | 11:09
    Governo de Mato Grosso e MBC lançam programa de modernização. Incremento de receita e redução de gastos são metas do PMGP

     

    O presidente de honra do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, esteve ontem em Cuiabá para assinar, com o governo do Estado e a Federação das Indústrias no Estado (Fiemt), o plano de trabalho do Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP), que deverá implantar uma nova mentalidade de gestão no âmbito da administração pública. Por meio deste programa, o governo estadual espera incrementar a receita e reduzir gastos com a máquina em seis órgãos do governo. A previsão é de um incremento real de R$ 218 milhões na arrecadação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), além de uma redução de R$ 70 milhões com contas correntes do governo em um período de 17 meses.

    O projeto tem um custo estimado de R$ 9,05 milhões e, por meio do MBC e da Fiemt, será contratado o Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), do consultor Vicente Falconi, que irá disponibilizar consultoria para a melhoria de resultados e modernização institucional nas áreas da fazenda, segurança, meio ambiente, administração, planejamento e Detran. Responsável pela implantação do programa de modernização da gestão nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas e Sergipe, a consultoria vai capacitar 240 servidores do quadro efetivo das áreas trabalhadas, e repassar a metodologia de gestão para resultados.

    EVOLUÇÃO - Na opinião do secretário de Estado de Fazenda, Éder de Moraes Dias, o PMGP será o maior legado que o governador Blairo Maggi deixará às futuras administrações. Segundo ele, além de permitir a modernização da gestão pública, o programa dará também uma forte contribuição à área da Tecnologia da Informação (TI). Ele acredita que os resultados práticos poderão aparecer quatro meses após a conclusão do diagnóstico que o governo irá realizar nas áreas selecionadas para a implantação do programa.

    A apresentação do PMGP coube ao assessor especial da Sefaz, Vivaldo Lopes, que destacou os objetivos estratégicos para cada uma das áreas envolvidas no projeto. “De uma forma geral, o programa visa melhorar a governança corporativa pública, contribuindo para a melhoria do ambiente de negócios e aumentando os investimentos públicos em infra-estrutura econômica e social”, frisou ele.

    De acordo com Éder de Moraes, o programa contempla não só o controle de custos e a melhoria de receita, “mas atende também à expectativa de melhoria de serviços de segurança pública e meio ambiente”.

    O vice-presidente da Fiemt, Edgar Teodoro Borges, destacou que um ambiente de melhor segurança e de menor burocracia na área ambiental “consegue atrair com mais facilidades os investimentos”. Segundo ele, ninguém vai querer investir em um estado com problemas sociais e onde existem dificuldades na área ambiental.

    “Para tanto, vamos melhorar os índices de criminalidade contra pessoas e patrimônio”, explica Éder. Na área do meio ambiente, o governo espera definir metas de planejamento estratégico e readequação de processos. Entre as ações, ele aponta a redução dos prazos para concessão de licenças ambientais, diminuição do desmatamento ilegal, aumento do número de propriedades rurais licenciadas, ampliação da recuperação de áreas degradadas e criação de novas unidades de conservação.

    Com o PMGP, Éder de Moraes acredita que o governo alcançará grandes avanços em termos de resultados e prática administrativa. “Mato Grosso não poderia ficar de fora deste pelotão de elite formado pelos estados que hoje têm o privilégio de contar com o apoio de um instituto de desenvolvimento gerencial do quilate do INDG”.

    O deputado federal Homero Pereira destacou o “tripé” do programa, sustentado principalmente na questão ambiental, na segurança e no planejamento. “Vamos construir Mato Grosso dentro dos indicadores da sustentabilidade”, ressaltou.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    04-09-2008 | 11:09
    Os fatores políticos, econômicos e culturais muitas vezes interferem nos negócios dos empreendedores. Cabe a eles aproveitar estes acontecimentos externos para gerar inovações que tragam benefícios. Temos como exemplo a atual "Lei Seca", que já provocou uma baixa de mais de 25% das vendas em bares no Brasil. Alguns já acharam a saída para essa situação, como os restaurantes da Zona Oeste da cidade de São Paulo, que contrataram alguns motoristas para ficarem à disposição dos clientes que se excederem com a bebida.

     

    Outro exemplo de um acontecimento que acarretará mudanças na vida das pessoas é que, devido às restrições impostas aos caminhoneiros, a partir deste mês 80 feiras livres deverão ser encerradas uma hora antes do habitual. Assim, caberá aos feirantes acharem uma alternativa para que não tenham prejuízo nos seus negócios e, ainda, lucrem com isso de alguma forma, já que o bom vendedor é aquele que não se abala com as demandas externas e, sim, o que consegue adaptar-se rapidamente à situação reversa.

     

    No começo da minha carreira, vendia anúncios de lista telefônica. Para chegar à categoria de consultor especialista em vendas, precisei criar maneiras de superar as minhas metas para alcançar meus objetivos. Ao contrário dos exemplos acima, não esperei fatores externos influenciarem no meu trabalho: resolvi mudar antes disso acontecer e desenvolvi uma metodologia de vendas, com o nome de WinnersMap, que tem como foco a "difusão" da metodologia para empresas de médio e grande porte e também para profissionais de vendas. A WinnersMap ensina como um vendedor deve agir diante de uma venda. Primeiramente, ele precisa desmistificar a idéia de que os profissionais devem saber de tudo, pois a arte de vender é simples, natural do ser humano. A metodologia ensina também que o vendedor deve chamar o cliente pelo seu nome para criar um vínculo com ele ou até mesmo para quebrar uma possível barreira no ato da venda.

     

    Portanto, os empreendedores devem estar atentos a todos os fatores políticos e econômicos que ocorrem no mundo, já que muitas vezes eles interferem no cotidiano das empresas. Quando isso acontecer, o dono do estabelecimento não deve se apavorar e criticar as mudanças, e sim começar a pensar em uma nova alternativa para não deixar as vendas caírem e, quem sabe, até aumentar o lucro do empreendimento.

     

    Dominic de Souza é consultor especialista em vendas, empresário e autor do livro "Como vender o seu Produto ou Serviço como algo Concreto"

     

    Fonte: Gazeta Digital
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