Olá, seja bem-vindo (a)!
Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    04-09-2008 | 11:09
    O Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) apresentou alta de 0,38% em agosto e ficou acima do resultado da terceira quadrissemana (0,35%) do mês, mas recuou em relação ao fechamento de julho (0,45%). O índice, que mede a inflação na cidade de São Paulo, veio dentro das previsões dos analistas, que iam de 0,33% a 0,45%, segundo pesquisa da Agência Estado.

     

    O grupo Habitação alcançou 1,03% em agosto, acima da terceira prévia (0,67%) e do resultado de julho (-0,09%). Transportes teve variação de 0,29%, após variações de 0,30% na terceira leitura do mês e de 0,32% em julho. O segmento Despesas Pessoais variou 0,75% em agosto, ficando acima da terceira quadrissemana (0,70%), mas abaixo do mês retrasado (1,19%).

     

    Saúde encerrou agosto em alta de 0,44%, abaixo da terceira apuração (0,49%) e do dado de julho (0,56%). Vestuário registrou deflação de 0,38%, após alta de 0,13% na terceira quadrissemana. Em julho, o grupo teve deflação de 0,03%.

     

    O grupo Educação apresentou variações de 0,12% em agosto, 0,09% na terceira prévia, e 0,05% em julho. Alimentação fechou o mês passado com deflação de 0,49%, acima da taxa negativa da terceira prévia (0,20%). Em julho, o grupo fechou em alta de 1,07%. Veja como ficaram os itens que compõem o IPC-Fipe de agosto: Habitação: 1,03% Alimentação: -0,49% Transportes: 0,29% Despesas Pessoais: 0,75% Saúde: 0,44% Vestuário: -0,38% Educação: 0,12% Índice Geral: 0,38%

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09
    Novos indicadores econômicos divulgados ontem, agora pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), comprovam o forte crescimento da indústria em julho, fator "especialmente relevante por ocorrer sobre uma base de comparação muito alta", reforça a CNI. De acordo com a entidade, em julho a utilização da capacidade instalada da indústria de transformação atingiu 83,5%, nível recorde desde o início da série histórica, em 2003.

     

    Em junho o nível do uso da capacidade havia sido de 83,3% e, em julho do ano passado, 82,5%. O faturamento real da indústria de transformação cresceu 0,2% em julho, na comparação com junho, e subiu 13,2% na comparação com igual mês de 2007, segundo a CNI. No acumulado do ano até julho, o faturamento real teve expansão de 9%, em relação a igual período do ano passado.

     

    As horas trabalhadas na indústria tiveram alta de 0,5% em julho ante junho. Na comparação com julho de 2007, as horas trabalhadas subiram 7,2%. No acumulado do ano até julho, tiveram expansão de 6,1%. O emprego na indústria, por sua vez, subiu 0,6% em julho ante junho. Na comparação com igual mês de 2007, o emprego subiu 4,4%, mesmo índice do acumulado do ano. A massa salarial real subiu 3,5% em julho, ante junho. Esse indicador foi divulgado sem ajuste sazonal. Na comparação com julho de 2007, a alta da massa salarial foi de 5,7% e no acumulado do ano, 5,6%.

     

    Maturação - Apesar do recorde no nível do uso da capacidade instalada, o economista da CNI Paulo Mol disse que o crescimento é moderado, diante da "expansão intensa" das horas trabalhadas e do emprego na indústria. Segundo ele, isso significa que está havendo maturação dos investimentos, ou seja, expansão do parque fabril. Embora reconheça que a utilização da capacidade instalada está em nível alto, Mol considera que este indicador é um fator de estímulo para mais investimentos por parte dos empresários. "A primeira condição para investimento é o empresário perceber que precisa realizá-lo. Com a UCI (Uso da Capacidade Instalada) em 83,5%, o empresário percebe que precisa investir", declarou Mol.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09
    O Banco Central informou ontem que o fluxo cambial fechou o mês de agosto positivo em US$ 1,944 bilhão. Com esse resultado, foi revertida a tendência de saldos negativos, registrada em junho (-US$ 877 milhões) e julho (-US$ 2,494 bilhões). Em agosto de 2007, o fluxo havia sido positivo em US$ 6,841 bilhões.

     

    De acordo com o BC, o resultado do mês passado teve a contribuição negativa de US$ 2,150 bilhões da conta financeira, decorrente de compras de US$ 47,241 bilhões e vendas de US$ 49,390 bilhões. Em agosto de 2007, o fluxo financeiro havia sido negativo em US$ 39 milhões.

     

    Na conta comercial, foi registrado o ingresso de US$ 4,094 bilhões em agosto de 2008, resultado de exportações de US$ 16,021 bilhões e importações de US$ 11,927 bilhões.

     

    Em agosto do ano passado, o fluxo comercial havia sido positivo em US$ 6,88 bilhões. No acumulado do ano até agosto, o fluxo cambial registra entrada líquida de US$ 14,385 bilhões, fruto da contribuição positiva de US$ 36,281 bilhões da conta comercial e saída líquida de US$ 21,896 bilhões da conta financeira. Em igual período de 2007, o fluxo estava positivo em US$ 70,056 bilhões Bancos Os bancos aumentaram suas posições compradas em dólar no mês passado para US$ 3,754 bilhões.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09
    A economia de São Paulo chegou a 2008 com vigor renovado e está impulsionando todos os bons indicadores nacionais. Somente no caso da produção industrial, o crescimento paulista no primeiro semestre esteve 56% acima da média nacional, a maior distância do Estado para a média do país apurada na pesquisa do IBGE desde o início da série, em 1992. Os dados paulistas estão acima da média também no emprego metropolitano, no emprego industrial e no varejo.

     

    A diversidade da economia paulista, o aumento da massa salarial na região e o fato de que o Estado tem destaque nos setores que estão puxando a indústria nacional são os principais motivos apontados para a liderança regional no crescimento brasileiro.

     

    No caso específico da indústria, enquanto a média do Brasil mostrou uma expansão de 6,3% no primeiro semestre, no caso de São Paulo chegou a 9,8%. Amanhã, o IBGE vai divulgar os dados regionais da indústria de julho, que devem confirmar a expansão do Estado acima da média.

     

    A economista da coordenação de indústria do IBGE, Isabella Nunes, comentou, sobre os resultados de São Paulo no primeiro semestre, que o Estado vem puxando a indústria nacional não apenas pelo peso (40% do total da produção do país), mas também pela boa performance.

     

    Isabella Nunes explica que São Paulo tem uma indústria bastante diversificada e que se destaca em segmentos que têm tido maior impacto no desempenho nacional. "Em qualquer corte temporal a indústria paulista está acima da média (nacional), porque os segmentos que estão impulsionando o setor industrial no país são muito fortes em São Paulo", disse.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    03-09-2008 | 11:09
    Cem nomes de empresas, todos os partidos políticos e empregadores do poder público, como a Secretaria Municipal de Infra-Estrutura, por exemplo, foram apresentados ontem no Ministério Público do Trabalho (MPT) como destinatários de notificações pela fiscalização do trabalho ao ar livre.

    As notificações começaram ontem. Os empregadores deverão cumprir medidas de segurança para evitar problemas de saúde em trabalhadores de atividades externas durante o período de estiagem.

    Prevista para terminar no fim deste mês, a estiagem preocupa, devido ao baixo nível de umidade do ar (ontem foi de 14% na Capital) e às altas temperaturas registradas nos últimos dias. Trabalhadores expostos ao sol, como os funcionários da Secretaria Municipal de Infra-Estrutura, poderão ter suas atividades suspensas por determinação do MPT, de acordo com os alertas emitidos pelos boletins da Defesa Civil.

    Esta é uma das medidas de segurança exigidas, como o fornecimento de uniforme adequado com proteção solar, chapéus, água potável e acesso a sanitários.

    Carteiros, lixeiros, pedreiros, garis, fiscais de estacionamento e cabos eleitorais também devem ser protegidos pela fiscalização aos empregadores, que podem ser acionados judicialmente pelo não-cumprimento das medidas de segurança. Denúncias são feitas no 3613-9100. (RD)

    Fonte: Diário de Cuiabá
    03-09-2008 | 11:09
    São Paulo, Com a retração do mercado acionário, as empresas do mercado imobiliário começam a utilizar mais a securitização de seus recebíveis como forma de captar recursos para financiar suas operações ou mesmo para melhorar seu perfil de dívida.

     

     

     

            Só a emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) aumentou 132,8% neste ano, em relação ao total emitido no ano passado, com 66 operações registradas até agosto, que somaram R$ 3,53 bilhões.

     

     

     

            A construtora e incorporadora Company começou a securitizar parte da sua carteira de recebíveis neste ano, com uma venda de R$ 47 milhões no primeiro semestre deste ano e pretende atingir o montante de R$ 60 milhões até o final do ano.

     

     

     Segundo o vice-presidente financeiro e de relações com investidores da companhia, Luiz Rogelio Tolosa, parte dos recursos captados com a venda da carteira deve ser utilizada para investimento em negócios, compra de terrenos e finalização de obras.

     

     

    "As empresas 'start ups', que começaram do zero, em breve não necessitarão de capital, levantando recursos por meio da securitização de seus lançamentos para financiar seus custos de compra de terrenos e incorporação", diz.

     

     

     

            O diretor da RB Capital, Avelino Palma, responsável pela originação das operações voltadas para o segmento imobiliário residencial, afirma que essa é uma tendência que vem crescendo e que, com a queda do IGP-M, utilizado como referencial para a remuneração das operações imobiliárias, começa a ser acessada por muitas incorporadoras que antes optavam por manter esses recebíveis em carteira.

     

     

     

            É o caso da incorporadora Cyrela Brazil Realty, que tem uma carteira de R$ 6 bilhões e estuda começar a securitizar parte desse montante.

     

     

     "Temos cerca de R$ 600 milhões que podem ser securitizados, e podemos vender parte desses ativos neste ano", diz Luis Largman, diretor financeiro e de relações com investidores.

     

     

     

            Largman ressalta que, entre outras vantagens, a securitização permite a melhora do fluxo de caixa, quitação de dívidas e antecipação do lucro.

     

     

     

            Hoje a maioria das incorporadoras vende sua carteira de unidades comercializadas para uma empresa de securitização após a fase de entrega das chaves da construção.

     

     

    Esses ativos são reunidos em tranches e vendidos no mercado por meio da emissão de CRIs.

     

     

     

            Embora em termos de volume a securitização das chamadas operações pulverizadas, com lastro em recebíveis imobiliários residencial, representem apenas cerca de 30% do volume das estruturações de CRIs das empresas de securitização, esse mercado tende a crescer, segundo Palma, com o aumento dos estoques em carteira das construtoras.

     

     

     

            George Verras, diretor da Brazilian Securities, que detém cerca de 90% das operações desse mercado, destaca também que com a securitização as companhias deixam de ter que gerenciar sua carteira de crédito.

     

     

    O total de emissões da Brazilian Securities, até agosto deste ano, foi de cerca de R$ 650 milhões, sendo R$ 200 milhões de CRIs pulverizados.

     

     

     

            As emissões com lastro em recebíveis imobiliários representaram neste ano, até junho, apenas 4% do volume de operações de securitização, segundo levantamento da consultoria Uqbar.

     

     

     

     "Não performados"        Segundo Palma, as companhias estão começando a se interessar pela estruturação de operações com recebíveis "não performados", isto é, quando a construção do imóvel não está concluída ou nem saiu do papel.

     

     

     

            Porém Palma lembra que, por envolver o risco da construção, esse tipo de operação exige remuneração maior que as operações com recebíveis performados, e por isso, muitas vezes, as construtoras acabam optando pelo financiamento bancário.

     

     

     

            Mesmo com a crise no mercado de crédito imobiliário nos Estados Unidos, a demanda por CRIs continua aquecida, sobretudo por parte dos investidores estrangeiros, já que oferece uma remuneração interessante, principalmente agora em tempos de alta volatilidade no mercado acionário.

                                                                         

    Fonte: CBIC
    03-09-2008 | 11:09
            O potencial do mercado de biocombustível está atraindo, agora, os grandes nomes da engenharia.

     

     

    Para aproveitar o forte movimento de expansão do setor sucroalcooleiro - com cerca de 100 novas usinas em construção, previstas para entrar em operação até 2012 - pesos pesados da construção, como Camargo Corrêa, Método Engenharia, Odebrecht e Queiroz Galvão, cavam oportunidades onde podem.

     

     

     Vale desde gerir a construção de unidades de etanol e associar-se à construção de alcoodutos até abocanhar uma fatia acionária das próprias usinas.

     

     

     

            Para aproveitar a brecha deixada por companhias tradicionais de bens de capital voltadas para o setor sucroalcooleiro, como Dedini, de Piracicaba (SP); Sermatec, de Sertãozinho (SP); e Renk Zanini, de Cravinhos (SP), que mal conseguem dar conta da demanda para atender essas novas unidades, com encomendas fechadas para construção de usinas para os próximos dois anos, a Método Engenharia criou uma divisão específica para gerir a construção de unidades de etanol.

     

     

     

            O objetivo é vender e fazer a gestão do projeto completo ("chave na mão"), desde a estruturação do negócio e o projeto de viabilidade até a construção civil e a compra de equipamentos.

     

     

     "Mudou o perfil do setor, com a entrada de investidores profissionais e multinacionais, que demandam um modelo de soluções integradas", afirma Fernando Ferreira, diretor dessa nova unidade. O objetivo da companhia é que a unidade de energia represente 20% da receita do grupo já em 2009.

     

     

     

            Na semana passada, a Método assinou seu primeiro contrato com a BER (Brasil Energia Renovável) para a gestão da obra de ampliação da usina de Guaricanga, em Presidente Alves (SP).

     

     

    O projeto terá duas fases e pode ultrapassar R$ 60 milhões. A primeira etapa aumenta a capacidade da usina em 25%, para 1,5 milhão de toneladas de cana por safra e, a segunda, prevista para o final de 2009, deverá duplicar a capacidade de produção da unidade.

     

     

     

            A empresa também está se especializando na construção de centrais para a geração de energia a partir do bagaço de cana.

     

     

     "A discussão sobre etanol, hoje global, abriu uma janela de oportunidades muito importante para o mercado de engenharia", diz Ferreira.

     

     

     

            Para os usineiros, a maior concorrência nesse mercado traz vantagens.

     

     

     "Uma usina construída por um grupo como a Método, por exemplo, sai entre 20% e 30% mais barata. Esses grupos assumem o risco de administração e diluem os custos", diz uma fonte ouvida pelo Valor.

     

     

     Referência no mercado internacional, a Dedini também já exporta projetos de usinas "chave na mão", mas para encomendar um projeto desse porte, os empresários têm de entrar na fila. Procurada, a Dedini não comentou a estratégia dos concorrentes.

     

     

     

    Já com uma tradição no mercado sucroalcooleiro, a Procknor Engenharia também oferece equipamentos para o setor de açúcar e álcool. Assim como a Método, também administra novos projetos nessa área.

     

     

     

            Camargo Corrêa, Odebrecht e Queiroz Galvão ainda não se arriscaram a entrar na divisão de equipamentos para açúcar e álcool, mas encontraram um jeito de lucrar nesse setor.

     

     

    O braço Camargo Corrêa Investimentos e Infra-Estrutura tornou-se sócio da Petrobras e Mitsui na construção de alcoodutos, que devem ligar as principais regiões produtoras de álcool aos portos do país, informou a empresa.

     

     

    A Camargo Corrêa terá um terço da participação desses negócios. Os projetos da Petrobras para alcoodutos ainda estão no chamado "fase zero" - ou seja, manutenção das estruturas já existentes.

     

     

            A Odebrecht, que atua desde 2007 como produtora de álcool, por meio de sua empresa de energia, a ETH, também vai participar das obras de construção desses dutos.

     

     

    A divisão de agroenergia do grupo tem duas usinas em operação e outras três em construção, com início das operações previsto para 2009, além de outros seis projetos "greenfield" (construídas a partir do zero).

     

     

     

            Também de olho no mercado de etanol, mas como produtora, a construtora Queiroz Galvão sinalizou no ano passado parceria com a trading japonesa Itochu em projetos de biocombustíveis na Bahia e Pernambuco.

     

     

    No entanto, esses projetos ainda não saíram do papel. Procurado, o grupo não comentou o assunto.

     

     

     

            Além das construtoras, o setor também tem atraído multinacionais, como a americana General Electric (GE).

     

     

    Ela já tem uma divisão em Campinas para fabricação de turbinas.

     

     

     A empresa está focando essa divisão para atuar na fabricação de equipamentos de açúcar e álcool e também para co-geração de energia.

     

     

    A fábrica da empresa em Campinas (SP) vai se dedicar mais fortemente a esse setor.

     

    Fonte: CBIC
    03-09-2008 | 11:09

    A sessão de ontem na Bovespa foi dominada pelas construtoras, em um dia em que o feriado pelo Dia do Trabalho nos Estados Unidos reduziu bastante a liquidez na Bolsa e o comportamento das commodities não ajudou em nada as blue chips. O Ibovespa fechou em queda de 0,93%, pressionado pelas ações de Petrobrás, Vale e siderúrgicas.

     

     

     

            Na ponta oposta, os papéis relacionados à construção civil registraram fortes ganhos, na esteira de mais uma notícia de consolidação no setor.

     

     

    Dentre as maiores altas do índice durante o dia, apareceram Gafisa (8,82%), Rossi Residencial (4,2%) e Cyrela Commercial Properties (3,22%).

     

     

    Fora do índice, a Tenda ON liderou as altas do mercado, com ganho de 22,66%%; Abyara avançou 0,85%; Klabin Segall, 1,81%; e MRV, 0,93%.

     

     

     

            "O mercado tenta se antecipar aos próximos movimentos de consolidação, o que certamente ocorrerá", comentou um operador.

     

     

     

            Conforme operadores, a alta em bloco dos papéis de construtoras indica a aposta de que novas notícias de concentração do setor estão por vir no curto e médio prazos.

     

     

     "Mais adiante, haverá espaço para apenas três ou quatro grandes empresas de construção na Bovespa", comentou outro profissional.

     

     

    Fonte: CBIC
    03-09-2008 | 11:09
    O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), realiza nesta quarta-feira (03.09), às 8h30, no salão nobre do Palácio Paiaguás, em Cuiabá, a solenidade de lançamento do Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP), em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt).

    O plano de trabalho do programa em Mato Grosso será assinado pelo governador Blairo Maggi, o presidente fundador do MBC e presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, o diretor-presidente do MBC, Claudio Gastal, e o secretário de Fazenda, Eder Moraes.

    Por meio do MBC e da Fiemt, será contratado o Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), do consultor Vicente Falconi, para disponibilizar consultoria para melhoria de resultados e modernização institucional nas áreas da Fazenda, Segurança, Meio Ambiente, Administração, Planejamento e Detran. O convênio vai custar em torno de R$ 9 milhões.

    A consultoria vai capacitar 240 servidores do quadro efetivo das áreas trabalhadas, e repassar a metodologia de Gestão para Resultados. A iniciativa de contratação do INDG partiu do secretário Eder Moraes, assim que assumiu a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, há mais de seis meses, por considerar o programa de modernização da gestão um dos mais completos do país.

    "O programa vai atacar não só o controle de custos e a melhoria de receita, mas também vai atender a expectativa de melhoria de serviços de segurança pública e meio ambiente, o que melhora o ambiente de negócios em Mato Grosso", afirmou o secretário.

    Fonte: Olhar Direto
    03-09-2008 | 11:09
    A produção de bens de consumo registraram queda de 0,3% em julho na comparação com junho, e aumento de 6,1% em relação a julho de 2007, revela o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, houve alta de 4,8% e em 12 meses, de 5,2%. Dentro dos bens de consumo, os duráveis registraram queda de 5,2% na produção em julho ante junho.

     

    Silvio Sales sublinhou que esse recuo na produção de bens de consumo duráveis está muito mais relacionada ao aumento das importações do que à diminuição da demanda por esses produtos. "No caso dos duráveis, é preciso olhar para o varejo, não há arrefecimento da demanda", disse.

     

    As importações de duráveis aumentaram, em valor (US$ FOB), 78% em julho ante igual mês do ano passado. Essa categoria, que reflete especialmente a fartura de crédito, continuou mostrando bons resultados na comparação com iguais períodos de ano anterior: 9,8% ante julho 2007; 13,3% no ano e também 13,3% em 12 meses.

     

    Os bens de consumo semi e não duráveis registraram estabilidade (0%) ante o mês anterior e alta de 5,0% ante julho do ano passado; 2,1% no ano e 2,8% em 12 meses.

     

    Atipicidades - O efeito calendário favoreceu os dados da indústria de julho, mas terá um efeito negativo sobre os resultados de agosto do setor. Julho contou com dois dias úteis a mais do que junho e um dia útil a mais do que igual mês do ano passado. O mês de agosto de 2008 terá dois dias úteis a menos do que julho.

     

    Segundo Sales, a coordenação de indústria optou por não fazer nenhuma mudança no modelo de ajuste da pesquisa, apesar da forte influência do calendário nos resultados da indústria este ano, porque o modelo "não deve variar em função de atipicidades". O IBGE também reviu o resultado da produção industrial em junho na comparação com maio (de 2,7% para 2,9%), e outras revisões na série com ajuste sazonal, nos resultados de maio ante abril (de -0,6% para -0,7%) e de abril ante março (0,4% para 0,2%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    03-09-2008 | 11:09
    A expansão da produção industrial em julho mostra que a economia ainda não desacelerou, afirmou a economista do Unibanco, Giovanna Rocca, em entrevista ao "AE Broadcast Ao Vivo". "1% de alta em produção industrial não é um número fraco, pelo contrário. É um número bastante elevado e mostra que a atividade doméstica ainda não dá sinais de desaceleração."

     

    Segundo Giovanna, a atividade industrial só deverá começar a dar sinais de arrefecimento no último trimestre deste ano. "Mas o efeito do aperto monetário, com uma desaceleração mais consistente, só virá em 2009".

     

    A economista disse que a abertura do resultado mostra desempenho melhor, segundo ela, em bens de capital e bens intermediários, ligados a investimentos na indústria. A produção de bens de capital aumentou 1,2% em julho ante junho. A categoria de bens intermediários registrou alta de 1,1% ante junho. Mas Giovanna observou que houve "retrocesso" em bens de consumo.

     

    Giovanna afirmou que os números fortes da produção levarão a uma revisão da estimativa para 2008, de 6,5% para em torno de 6,7%. Segundo ela, o ritmo da produção em 2009 deve acompanhar a projeção de desaceleração do crescimento do PIB para 3% em 2009. Para este ano, a previsão do PIB está em 4,8%. Giovanna disse que o crescimento menor da indústria e da economia como um todo em 2009 será mais conseqüência da alta de juros pelo Banco Central do que da desaceleração da economia mundial.

     

    O economista-chefe da Itaú Asset Management, José Mauro Delella, disse que "a volta de uma aceleração na produção industrial, sem dúvida, é uma boa notícia. Ela minimiza as preocupações relacionadas à questão de oferta e demanda. E gera uma suspeita de que realmente possamos estar vendo um processo de maturação de investimentos". Questionado sobre qual o panorama aguardado para a PIM de agosto, que será anunciada em outubro, ele respondeu que ainda é cedo para traçar um cenário, já que ainda não há uma quantidade suficiente de indicadores antecedentes disponível.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    03-09-2008 | 11:09
    A produção de bens intermediários, especialmente de insumos para a construção civil e agricultura, e o maior número de dias úteis impulsionaram a alta da produção industrial em julho, que apresentou crescimento de 1% em relação a junho, 8,5% em relação a julho do ano passado, 6,6% no ano e 6,8% em 12 meses. Para o coordenador de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Silvio Sales, a indústria mostrou "resultados amplamente positivos" em julho, que "confirmam um momento de elevação de ritmo produtivo do setor".

     

    Segundo ele, a indústria vinha apresentando estabilidade até maio e, a partir de junho, voltou a mostrar sinais de aceleração, confirmados em julho apesar do aperto na política monetária a partir de abril. "Os efeitos dos juros chegariam antes no varejo e isso não apareceu ainda", afirmou. Ele observou que, na indústria, os juros afetariam primeiro as decisões de investimentos, e os robustos dados de bens de capital mostram que isso não ocorreu.

     

    De acordo com Sales, não há sinal de arrefecimento da demanda. Para reforçar essa tendência, ele argumentou que a produção industrial acumula, em junho e julho, alta de 3,9%, aumento não registrado em dois meses acumulados desde outubro de 2003.

     

    Segundo Sales, os bens intermediários lideraram a expansão da produção industrial, junto com bens de consumo duráveis e bens de capital - que já vinham na liderança. Os bens intermediários respondem por cerca de 60% da estrutura industrial e vinham apresentado resultados modestos mas, segundo Sales, houve a confirmação de um ganho de ritmo dessa categoria em julho, com expansão de 1,1% ante junho e de 7,5% ante julho de 2007.

     

    Silvio Sales explica ainda que, ainda que estejam muito vinculados às exportações, já que incluem commodities como minério de ferro, os intermediários estão sendo puxados especialmente pelo mercado interno, sobretudo no que diz respeito aos insumos para construção civil e agricultura.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    03-09-2008 | 11:09
    A 5ª edição do Promadeira foi um sucesso e demonstra que apesar das operações do governo federal envolvendo o setor madeireiro, o segmento está aquecido e em franco desenvolvimento. A afirmação é do presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado (Cipem), Jaldes Langer. Ele diz que faltou espaço para abrigar os visitantes que compareceram às palestras, workshops, seminários e outros eventos programados. O Promadeira 2008 ocorreu de 27 a 30 de agosto, em Sinop. O balanço da feira foi divulgado ontem pelos organizadores da feira.

     

    Apesar de não haver números sobre a comercialização de produtos, máquinas e outros equipamentos Langer considera que o evento é um contato inicial entre fornecedores e compradores e que muitos negócios são fechados depois da feira. "É difícil calcular quanto tenha gerado em dinheiro, até porque o Promadeira serve como um encontro para os vendedores e empresários do setor sentarem depois para fechar uma compra", diz ao destacar que foi feito ainda um intercâmbio com empresários da Itália, Estados Unidos, Rússia, entre outros, que vieram a Mato grosso.

     

    Segundo o presidente, passaram pela feita cerca de 8 mil pessoas, 33,3% abaixo da quantidade estimada antes. Langer argumenta que eles estavam muito otimistas e que fecharam um número mais alto do que realmente acreditavam. Apesar de não atingir as expectativas, o público foi 33,3% superior ao registrado em 2006, quando compareceram 6 mil pessoas em todos os dias do evento.

     

    Para o presidente a quantidade de pessoas que foi a Sinop na semana passada mostra que o setor está aquecido novamente e que apesar das operações junto às madeireiras, o segmento vem se firmando. "Os hotéis da cidade ficaram, lotados, os restaurantes sempre cheios, o que proporcionou a geração de 100 empregos diretos e outros 300 indiretos". Em 2010, o Promadeira será realizado entre 25 e 28 de agosto, também em Sinop, porém o local ainda não foi definido.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    03-09-2008 | 11:09

     

    O principal objetivo do grupo Congressistas Americanos que chegou em Mato Grosso ontem é conhecer a potencialidade econômica e o processo de desenvolvimento do Estado. A comitiva foi recebida pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, que depois de mostrar os números referentes ao perfil econômico do Estado acompanhou o grupo até Barra do Bugres, onde conheceram a usina Barralcool e depois até Sapezal para visitar uma fazenda modelo em produção de soja algodão e milho.

     

    Esta não é a primeira vez que o chefe do comitê agrícola dos Estados Unidos, Collin Peterson, visita Mato Grosso. Ele disse que quando esteve na região de Rondonópolis se surpreendeu com o desenvolvimento e fez questão de trazer seus colegas do comitê agrícola para conhecer o Mato Grosso. "Queremos entender o processo de produção deste Estado que um dos maiores produtores de grãos do Brasil. Viemos ver esse progresso e também temos interesse em pesquisas, já que o país tem se destacado mundialmente".

     

    Apesar de visitarem uma usina de álcool em Barra do Bugres, Peterson disse que o etanol não é o produto brasileiro que mais interessa aos Estados Unidos. "Temos interesse na soja, no milho e no algodão", revela. "No entanto, nesta visita queremos apenas conhecer um pouco mais do Estado e ver de perto a evolução e o progresso que acontece rapidamente nesta região do Brasil", complementa.

     

    Nadaf, que recebeu o grupo que inclui representantes de quatro Estado norte-americanos, no hangar do Governo, no aeroporto Marechal Rondon aproveitou para destacar o crescimento de Mato Grosso mostrando a importância que o Estado ocupa no Brasil e no mundo. O secretário revelou que o Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso é o que mais cresce no país. "É uma média de 10% de crescimento por ano". Ele destacou ainda que MT produz 70% do algodão brasileiro e 30% da soja. Além disso, produz também 150 milhões de aves, ocupando o terceiro lugar no ranking dos Estados que mais abatem frango no Brasil.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    03-09-2008 | 11:09
    A rua de acesso lateral à Igreja de São Benedito e Paróquia do Rosário foi interditada temporariamente para proteger a estrutura física do prédio, que foi restaurado em 2006 e já apresenta algumas rachaduras na parede. No local está instalado um palco, que foi utilizado na Festa de São Benedito. A administradora Eva Alves disse que o tráfego de veículos pesados na rua é intenso e causa trepidação no prédio.

     

    Ela conta que são realizados reparos no telhado a cada 3 meses devido a situação. As telhas saem do lugar, o que gera goteiras e danos no interior da igreja. No período chuvoso, o trabalho de manutenção é ampliado para evitar que água danifique objetos sacros.

     

    Após uma chuva, no ano passado, a água chegou a escorrer pelas paredes e danificar a pintura.

    A paróquia solicitou à Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos (SMTU) autorização para bloquear a rua lateral a igreja até a definição de ações para evitar o tráfego de carros pesados nas proximidades do prédio.

     

    Outro lado - A assessoria de imprensa da SMTU informou que o pedido de bloqueio da rua foi concedido a paróquia até a conclusão de um estudo, realizado pelo órgão, para diagnosticar o impacto do trânsito na igreja, bem como ações para amenizar o problema. Já o tráfego na avenida Coronel Escolástico precisa de mais tempo para ser resolvido. Como a via é um dos principais acessos a área central será necessário um redimensionamento planejado do trânsito.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-09-2008 | 11:09
    A festejada retomada da construção civil -a mais forte e duradoura dos últimos 25 anos- começa a dar lugar a uma preocupação na indústria de material de construção. A demanda pode ocupar rapidamente a capacidade ainda disponível e seguir mais veloz do que o tempo necessário para expansões. A associação dos fabricantes de material de construção estima em 85% a ocupação atual, alta, segundo sua própria avaliação.

     

    A indústria do cimento é obrigada hoje a operar num ritmo 14% superior em relação ao mesmo período do ano passado e torce para que não passe disso. A indústria do aço prevê expansão de 12,5% do mercado interno, mas projeta aumento de só 7,5% na produção em 2008. Já o conjunto da indústria de material de construção, que reúne do básico ao acabamento, revisou de 12% para 18% o crescimento do faturamento em 2008, o que projeta receita inédita de R$ 92,4 bilhões no ano.

     

    "Diria que é um crescimento ainda com viés de alta, pode ser maior do que isso. O ritmo, de fato, já nos preocupa", afirma Melvyn Fox, presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção).

     

    Símbolo da construção, a demanda por cimento fechou o mês de julho com compras de 4,88 milhões de toneladas em todo o país, volume que projeta demanda de 58,56 milhões de toneladas em 12 meses.

     

    O forte crescimento no último ano elevou a ocupação das 65 fábricas espalhadas pelo território nacional a um preocupante nível, a apenas 4,5 milhões de toneladas do limite final da indústria, ou seja, um espaço de 7%. De acordo com José Otávio Carvalho, secretário-executivo do SNIC (Sindicado Nacional da Indústria do Cimento), entre o pico e a baixa demanda, a indústria sempre tem uma folga de 15%.

     

    Desde o ano passado, quando a demanda pegou o setor despreparado --e houve problema no abastecimento na região Centro-Oeste do país--, unidades e fornos parados foram reativados, e um ambicioso pacote de investimentos foi anunciado pela indústria. Até 2012, a capacidade pode ser incrementada em mais 30 milhões de toneladas, o que ampliará o limite de produção para 93 milhões de toneladas por ano. A questão é que uma fábrica de cimento, entre a decisão de construir e a primeira produção, pode durar no mínimo três anos.

     

    O setor prefere a palavra esforço do que garantias de que não faltará produto nos próximos anos. "Não há como dar garantia de que não vai faltar. O que dissemos é que a indústria está tomando providência", diz Carvalho. O ritmo do crescimento pode surpreender ainda mais e suplantar a velocidade de entrada de novas unidades produtoras, como no aço.

     

    Nas siderúrgicas, o problema, segundo o IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia), é a demanda não prevista. "O que falta é previsibilidade. A produção de aço requer previsões antecipadas, e isso deve ser observado pelas construtoras. É preciso planejamento", diz Marco Polo de Mello Lopes, vice-presidente do IBS.

     

    Ao contrário da indústria de cimento, o setor deu garantias ao governo de que não haverá falta de aço. Segundo Lopes, a demanda interna atinge hoje 60% da capacidade da siderurgia, o restante é exportado. O recente crescimento da demanda interna levou a indústria a reduzir as exportações e colocar no mercado local os volumes vendidos no exterior.

     

    Além disso, a siderurgia anunciou a ampliação da capacidade, dos atuais 41 milhões de toneladas para 66,7 milhões de toneladas. Parte disso vai abastecer o mercado da construção civil, que cresce hoje a ritmo chinês, 12%.

     

    A nova capacidade foi anunciada por siderúrgicas já instaladas e por novas. Nesse número, não estão contabilizados empreendimentos em fase de estudo para depois de 2010, que podem agregar mais 16,5 milhões de toneladas e elevar o parque siderúrgico nacional a 83,2 milhões de toneladas, o dobro do tamanho atual.

     

    Satisfeita com o maior ciclo de expansão do mercado da construção civil das últimas duas décadas, a indústria fabricante de material lançou um alerta: "Estamos no limite. Se crescermos mais, vamos ter problemas."

     

    A Abramat espera a redução do ritmo de encomendas a partir deste mês, para o fechamento do ano com crescimento de 18%. De janeiro a julho deste ano, a receita do setor cresceu ao ritmo de 30,9% em relação a igual período de 2007. "A partir de agora, a tendência é de redução desse patamar. Isso porque a base de comparação já é muito maior do que foi até agora", explica Fox, da Abramat.

     

    Segundo ele, os investimentos industriais já anunciados asseguram o atendimento do mercado brasileiro ante o crescimento de 18%. Nesse caso, a indústria fechará o ano com uma taxa de ocupação de 85%. Para 2009, a previsão é de crescimento de 12%. "Qualquer coisa fora dessas expansões pode afetar o abastecimento do mercado", pondera.

     

    Fonte: O documento
    02-09-2008 | 11:09
    A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a proposta para acabar com o déficit de 8 milhões de moradias para quem ganha menos de cinco salários mínimos, em 15 anos.   

     

    Segundo o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, as construtoras esperam conseguir dinheiro do governo para tocar o projeto. Uma das idéias é que a União subsidie parte do custo para a construção das casas. Safady não informou o porcentual, mas estima que para construir uma unidade para quem ganha um salário mínimo seria necessário subsidiar a metade.   Ainda conforme Safady, os custos podem chegar a R$ 300 bilhões. De acordo com ele, o presidente Lula recebeu bem a proposta. "O presidente está disposto a acabar com esse problema", disse após a reunião com Lula.   

     

    Outra proposta apresentada por Safady é uma parceria público-privada para recuperação da Esplanada dos Ministérios e construção dos sete anexos que faltam. Uma das hipóteses de parceria seria as construtoras arcarem com os custos e, em troca, o governo cederia terrenos e projeções aos empresários.

     

    Safady garante que a reforma significará redução das contas de água, luz e outros gastos. O orçamento estimado é de R$ 300 milhões.

     

     

     

    Fonte: CBIC

    02-09-2008 | 11:09
    Plano viário tem 200 propostas para "servir de orientação" aos candidatos à prefeitura

     

     

            Pacote abrange túneis, pontes, viadutos e avenidas; para especialistas, sugestões contrariam prioridade ao transporte coletivo

     

     

     

     ALENCAR IZIDORO/RICARDO SANGIOVANNI

     

     

            Algumas das principais construtoras do país criaram um plano de 200 obras viárias na cidade de São Paulo, ao custo estimado de R$ 15,6 bilhões, com a ambição de "servir de orientação às equipes dos candidatos" à prefeitura e de influenciar as decisões do poder público nos próximos anos.

     

     

            Tratado como um banco de projetos para atenuar os gargalos do trânsito, abrange intervenções polêmicas, como a construção de um complexo de R$ 884 milhões com túneis no Morumbi e outro de R$ 254 milhões entre a rodovia Raposo Tavares e a marginal Pinheiros.

     

     

            A estratégia do estudo contratado pelo sindicato que reúne as empreiteiras no Estado, na prática, é deixar as sugestões na prateleira para acelerar a tomada de decisões por novas obras de interesse direto da indústria da construção pesada.

     

     

            O plano das construtoras é intitulado "São Paulo por um trânsito melhor". Na avaliação de cinco especialistas ouvidos pela Folha, a proposta de expansão da malha viária principalmente voltada para os carros vai na contramão da necessidade de restrição ao transporte individual e de prioridade ao coletivo.

     

     

            Embora haja propostas de corredores e terminais de ônibus, a dimensão de investimentos direcionada para essa área se limita a 28% do total.

     

     

            O custo para tirar todas as obras do papel é suficiente para construir de 80 a 100 km de metrô, o que mais que dobraria a rede atual, de 61,3 km.

     

     

            O Sinicesp (sindicato da construção pesada), contratante do estudo, tem em sua diretoria representantes de empreiteiras como OAS, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa. Na semana passada, já começou a contatar as equipes dos principais candidatos a prefeito para agendar a entrega do plano.

     

     

            Técnicos entrevistados consideram que, no trabalho, há obras defensáveis, embora insuficientes para compensar a entrada superior a mil novos veículos por dia nas ruas. E avaliam ser grande a possibilidade de as apostas das construtoras serem usadas como diretrizes no município.

     

     

            Primeiro, devido ao apelo popular que, desde as últimas décadas, estimula a realização de intervenções favoráveis aos carros -apesar das críticas. Segundo, pela falta de projetistas do município e pelo poder de influência das empreiteiras, segmento que costuma financiar campanhas eleitorais de diversos partidos.

     

     

            Profissionais ligados ao Executivo e às construtoras relatam que algumas das principais obras viárias já feitas ou em discussão foram precedidas de sugestões das próprias empresas. Ou seja, a iniciativa das empreiteiras de propor as intervenções de seu interesse sempre existiu, mas nunca de forma tão ampla e detalhada.

     

    Fonte: CBIC
    02-09-2008 | 11:09
    O principal indicador de custo da construção alcançou em julho variação em 12 meses de 9,7%. O valor do CUB (Custo Unitário Básico) fechou o mês de julho a R$ 793,98 o metro quadrado de construção. Segundo o SindusCon-SP (Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado de São Paulo), os reajustes nos preços do aço, do cimento e dos agregados (área e brita) inflacionaram os custos.

     

     

            Além dos custos, os prazos de entrega estão aumentando. "Os preços subiram muito, e os prazos de atendimento dos pedidos se alongaram", diz Sergio Watanabe, presidente do SindusCon-SP. Segundo ele, os custos de produtos de acabamento, como revestimento cerâmico e metais, também aumentaram bastante.

     

     

            A alta dos preços de material de construção fez o IGP-M cair menos do que poderia. A deflação de 0,32% no índice em agosto poderia ter sido maior se os preços dos materiais de construção -parte do INCC, índice que compõe o IGP-M- não tivessem se acelerado.

     

     

            Para Watanabe, a alta dos juros e a elevação da inflação podem esfriar o ritmo da construção nos próximos meses, embora analistas ainda prevejam um cenário de forte expansão.

     

     

    Fonte: CBIC
    02-09-2008 | 11:09
     O consumo de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu 5,6% em agosto deste ano, na comparação com o mesmo período de 2007, totalizando 52,630 mil megawatts (MW) médio, informou ontem o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

     

    Em relação a julho deste ano, a expansão registrada foi de 2,3%. Com o resultado, no período acumulado dos últimos 12 meses até agosto, o operador verificou o aumento de 4,2% no consumo do sistema.

     

    De acordo com o ONS, o crescimento do consumo segue sob influência da expansão industrial, tendo em vista que o nível atual de utilização da capacidade instalada da indústria de transformação é da ordem de 83%. Segundo o ONS, esse comportamento é puxado pela demanda interna, por conta do aumento de renda das famílias e também da expansão de crédito.

     

    A expectativa do ONS é que este cenário continue, já que os indicadores mais recentes continuam a sinalizar perspectivas positivas para a economia brasileira.

     

    Temperatura - Além do fator econômico, o ONS informa que o crescimento verificado no consumo de energia também foi influenciado por temperaturas mais elevadas esta época do ano no Sul e no subsistema das regiões Sudeste e Centro-Oeste do país.

     

    Regiões - Entre as regiões, o consumo de energia cresceu 6,7% no subsistema Sudeste e Centro-Oeste em agosto deste ano ante igual intervalo do ano passado, para 33,010 mil MW médios.

     

    No Sul, a expansão no período foi de 3,3%, para 8,5 mil MW médios. No Nordeste, o operador apurou alta de 4% no consumo, para 7,384 mil MW médios e, no Norte, o crescimento foi de 5,1%, para 3,736 mil MW médios.

     

    Fonte: Gazeta Digital
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
Anuncie - Política de Privacidade
2014 -Todos os Direitos Reservados
V3 Agência Web