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Sábado, 21 de Outubro de 2017
NOTÍCIAS
    25-09-2008 | 11:09

    Mato Grosso cresce mais que o Brasil. Esta é a conclusão sobre o resultado de um diagnóstico feito pela equipe técnica da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme). “O objetivo é ter dados reais sobre o desenvolvimento econômico de Mato Grosso. A partir de outubro vamos apresentar este raio x do Estado para investidores em potencial. Estes números mostram que Mato Grosso é um dos que apresentam a melhor performance econômica do Brasil. Tudo isso conta pontos a nosso favor e faz a diferença para quem pretende investir em nosso Estado”, enfatiza.

    O diagnóstico mostra que Mato Grosso é destaque quando se trata de Produto Interno Bruto (PIB). Entre os nove Estados da Amazônia Legal, Mato Grosso está em segundo lugar com um PIB de R$ 37.466.137 (bi) e uma renda per capita de R$ 13.125, perdendo apenas para o Pará que tem um PIB de R$ 39.150.461 (bi) e uma renda per capita de R$ 15.541. “A diferença é que o Pará tem uma população de cerca de sete milhões de habitantes e a de Mato Grosso é de apenas 2.854 milhões. Sendo assim, a renda per capita do nosso Estado é bem maior que a do Pará. Mais um ponto positivo para o Estado”, analisa Nadaf.

     

    De acordo com o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), em 1994 o Brasil tinha uma renda per capita de R$2.227,00 e o Mato Grosso ocupava o 11º lugar neste ranking com uma renda per capita de R$ 1.728,00. Em 2005, enquanto a renda per capita do Brasil foi de R$ 11.658,00, Mato Grosso subiu para o 6º lugar registrando uma renda per capita de R$ 13.365. “De acordo com as projeções que fizemos já estamos ocupando o 4º lugar neste ranking”, avisa o secretário.

    Já quando o assunto é Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Mato Grosso também apresenta um número maior que o Brasil. Enquanto o Estado tem um índice de 0.773, o Brasil apresenta apenas 0.767. “Estamos buscando o IDH por município. Este é um dado importante tanto para o investidor, quanto para o poder público que pode orientar melhor os empresários que pretendem desenvolver qualquer tipo de negócio Estado”, destaca.

     

     

    O diagnóstico da Sicme mostra também a abertura de 100 mil novas empresas nos últimos cinco anos. Destas, pelo menos 84.387 foram no setor do comércio, 15.670 no de indústria e 2.861 na área rural. Das 100 mil empresas 683 foram incentivadas pelo Governo do Estado, sendo 366 pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic), 297 pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Fundeic). Além destas, outras 214 buscaram recurso junto ao Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). Ao todo, estas 877 empresas investiram no Estado cerca de R$ 6 bilhões e geraram pelo menos 310 mil empregos diretos e indiretos.

    Outro índice que mostra que Mato Grosso cresce mais que o Brasil é o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto no Brasil houve um aumento de 43% de 2007 para 2008, Mato Grosso registrou um aumento de 70%. “São dados da Infraero que mostram que em 2007 houve muito mais turistas no nosso Estado. Isso gera emprego, renda e desenvolvimento”, avalia Nadaf.

     

    Outro dado que confirma que o desenvolvimento do Estado é maior que o do Brasil é o referente às exportações. No primeiro semestre de 2008, Mato Grosso cresceu 66% se comparado ao mesmo período de 2007. “A projeção que fizemos mostra que enquanto o Brasil cresceu 181.36% de 2007 para 2008, Mato Grosso deve crescer pelo menos 289.56% no mesmo período”, explica.

    Os setores de agropecuária, indústria e serviço também confirmam que Mato Grosso está em pleno desenvolvimento. Enquanto a agropecuária cresceu menos de 7% no Brasil e no Centro-Oeste, Mato Grosso registrou índices de crescimento de 14% entre 2003 e 2007. No setor industrial o Estado apresenta a mesma tendência neste período. Enquanto o Centro-Oeste e o Brasil apresentaram índices de crescimento menores que 4%, Mato Grosso registrou 7% de crescimento. No setor de bens e serviço não foi diferente. Enquanto o Brasil e o Centro-Oeste registraram menos de 3% de crescimento, o Mato Grosso alcançou os 5%. Sendo assim, no total Mato Grosso registrou um crescimento de 7% nos últimos cinco anos, pelo menos 3% a mais que o Centro-Oeste e o Brasil que registraram índices menores que 4%.

     

     

    O diagnóstico ainda revela dados sobre a produção e consumo de energia elétrica, usinas de biodiesel e vários outros dados relacionados ao setor de energia. O secretário também aproveitou para mostrar dados do setor mineral e da produção primária do Mato Grosso. “Somos destaque em pelo menos sete atividades relacionadas à agropecuária. Temos o maior rebanho comercial do Brasil com 26 milhões de cabeças e somos o maior produtor de soja”, destaca. “O Estado está vivendo um momento impar. Nosso crescimento pode ser comparado apenas ao dos Tigres Asiáticos que crescem em média 8% ao ano”, complementa.

     

    Fonte: Mídia News

    25-09-2008 | 11:09

    No mês de agosto, o saldo de postos de trabalho ficou negativo em 8 mil vagas na Indústria, 8 mil também no Comércio e 26 mil na categoria Outros Serviços, que inclui construção civil e serviços domésticos.

     

    O setor de Serviços é responsável por 53,3% dos 9,066 milhões de pessoas ocupadas na região metropolitana de São Paulo, enquanto a indústria responde por 18%, o comércio por 16,5%, serviços por 8% e setor público por 7,9%.

     

    Juros - Os coordenadores da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) Alexandre Loloian e Patricia Lino Costa questionam a continuidade do crescimento do emprego no médio prazo frente a alta nos juros básicos e o forte agravamento da crise financeira internacional.

     

    Mesma assim, avaliam que a evolução robusta da economia nacional, que registrou crescimento de 6,1% no segundo trimestre ante o mesmo período do ano passado, deve sustentar o vigor da criação de postos de trabalho até o final do ano.

     

    De acordo com Loloian, que é o coordenador de análise da PED pela Fundação Seade, é muito difícil estabelecer uma tendência da evolução do emprego apurada pela pesquisa em razão do alto nível de incertezas que marcam o cenário financeiro global.

     

    "Mas o nível de atividade no Brasil está vigoroso, como vimos nos resultados do PIB no segundo trimestre, e provavelmente deve manter um nível robusto até o fim do ano", comentou o coordenador.

     

    Novas vagas para o mercado de trabalho só devem abrir quando as turbulências da crise financeira internacional amenizarem.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    25-09-2008 | 11:09

    O desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pela Fundação Seade, em convênio com o Dieese, atingiu 14,5% em agosto, o menor índice para este mês desde 1998, início da série histórica. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) foi realizada nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e no Distrito Federal. O total de desempregados foi estimado em 2,911 milhões de pessoas.

     

    O nível de ocupação subiu 0,5% em agosto em relação a julho, e aumentou 5,4% no mês passado na comparação com agosto de 2007. O rendimento médio real dos ocupados nas seis regiões metropolitanas caiu 0,5% em julho ante junho, e passou a R$ 1.156,00. Em comparação a julho de 2007, houve uma elevação de 4,1%. A massa de rendimento dos ocupados, que é o resultado da multiplicação do valor dos rendimentos e nível de ocupação, registrou ligeira elevação de 0,2% em julho ante junho, e subiu 9,1% em comparação a julho de 2007.

     

    São Paulo - O desemprego na região metropolitana de São Paulo atingiu 14% em agosto, a menor marca para o mês desde os 12,9% apurados em agosto de 1995. Em julho, a taxa havia sido de 14,1%. O total de desempregados no mês passado atingiu o número de 1,476 milhão de pessoas na região, 11 mil pessoas a menos em relação a julho. O nível de ocupação registrou pequena elevação de 0,1% em agosto, em comparação a julho. Em relação a agosto do ano passado, o nível de ocupação subiu 4,5%.

     

    De acordo com a PED, o rendimento médio real dos ocupados em São Paulo caiu 1,8% em julho ante junho deste ano, de R$ 1.215,00 para R$ 1.193,00. Porém, ao comparar o resultado com o rendimento de R$ 1.169,00 em julho do ano passado, o rendimento médio subiu 2,1%. A massa de rendimento dos ocupados caiu 1,7% em julho, em relação a junho. Em comparação a julho de 2007, a massa de rendimento dos ocupados subiu 6,3%. Em agosto, o destaque na criação de postos de trabalho na região metropolitana de São Paulo foi o setor de Serviços, que gerou 48 mil empregos.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    25-09-2008 | 11:09
    O ministro da Previdência Social, José Pimentel, anunciou o adiamento por um ano da entrada em vigor do Fator Acidentário de Prevenção (FAP). Esse mecanismo entraria em vigor no dia 1º de janeiro de 2009, mas um decreto do presidente da República, que será publicado nos próximos dias, adiará a implantação do FAP para 1º de janeiro de 2010. O FAP será aplicado sobre a alíquota do imposto do seguro de acidente no trabalho pago pelas empresas.

     

    A idéia do governo é que a alíquota do imposto seja reduzida para as empresas com pouca incidência de acidentes no trabalho e seja ampliada para aquelas com altos registros de acidentes. Segundo o Ministério da Previdência, a alíquota do seguro de acidentes varia de 1% a 3% sobre a folha de pagamento da empresa. Com a entrada em vigor do FAP, essas alíquotas podem ser reduzidas à metade ou serem ampliadas em até 100%.

     

    Pimentel explicou que o adiamento é necessário para que uma comissão formada por governo, empresários e trabalhadores conclua as discussões sobre o marco legal na área de saúde e de segurança no trabalho. Além disso, explicou o ministro, o governo negocia com o chamado Sistema S (Senai, Senac, Senar, Sesc, Senat, Sest, Sebrae e Sescoop) a assinatura de um protocolo até o fim deste ano para que a reabilitação e requalificação dos trabalhadores vítimas de acidente no trabalho ou de doenças ocorram dentro do espaço dessas entidades que integram o Sistema S, com a supervisão do Ministério da Previdência Social.

     

    Segundo o ministro, as empresas não estão cumprindo a cota de deficientes e de trabalhadores reabilitados porque a qualificação oferecida hoje não é suficiente para garantir a inserção desses trabalhadores. O adiamento por um ano da entrada em vigor do FAP ocorre também em razão do critério da anualidade -por ser um imposto, a sua vigência só pode ocorrer no ano seguinte à sua aprovação.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    25-09-2008 | 11:09

    O Brasil passou da oitava posição no recebimento de investimentos estrangeiros diretos (IED) em economias emergentes em 2006 para a quarta posição em 2007. A informação consta do World Investment Report (WIR) de 2008, elaborado pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad, na sigla em inglês) e que foi divulgado ontem simultaneamente em 60 países. No Brasil, o levantamento foi publicado pela Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet). No estudo anterior da Unctad, antes da atualização dos dados fechados do ano, o Brasil constava na quinta colocação em 2007.

     

    Nos dois anos em questão - 2006 e 2007 - a China se manteve na liderança da recepção de IED, atraindo US$ 72,7 bilhões e US$ 83,5 bilhões, respectivamente. O segundo posto foi mantido por Hong Kong, que recebeu US$ 45,1 bilhões no primeiro ano e US$ 59,9 bilhões no segundo. A terceira posição também ficou estagnada com a Rússia (US$ 32,4 bilhões e US$ 52,5 bilhões) no período. Já a quarta colocação, que era de Cingapura em 2006 (US$ 24,7 bilhões), foi transferida para o Brasil (US$ 34,6 bilhões).

     

    Em 2006, quando estava em oitavo lugar, o Brasil havia recebido um total de US$ 18,8 bilhões de investimentos externos. "No ranking dos 10 principais pólos emergentes de atração de IED de 2007, o Brasil ultrapassa México, Índia, Turquia e Cingapura", constatou o presidente da Sobeet, Luís Afonso Lima. O IED para o Brasil cresceu 83,7% de 2006 para 2007, taxa quase três vezes maior do que a taxa de expansão dos investimentos no mundo, ainda segundo o levantamento.

     

    "Com este recorde, o Brasil ultrapassa outras economias emergentes latinas na obtenção de recursos externo, como Chile e México, e asiáticas, como Turquia, Coréia e Índia, como pólo de atração de investimentos diretos", salientou Lima. No ano passado, o pólo de atração dos investimentos ficou mais concentrado nas economias desenvolvidas (68,1% do total), com destaque para Europa (46,3%) e a América do Norte (18,6%). As economias em desenvolvimento obtiveram 27,3% do total, enquanto as em fase de transição, 4,7%. No caso da América Latina, a região obteve 6,9% do total, com o Brasil registrando fatia de 1,9%; Argentina, de 0,3%; Chile, de 0,8%, e México, de 1,3.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    25-09-2008 | 11:09

    Está proibido o uso de letras com tamanho menor que 12 nos contratos de adesão. A alteração no artigo 54 da Lei Federal 8078/90, Código de Defesa do Consumidor (CDC), foi determinada pela lei 11.785, assinada pelo presidente em exercício, José de Alencar. A mudança vale para todos os contratos de adesão preestabelecidos por fornecedores de produtos e serviços, como em consórcios e nas aberturas de contas correntes.

     

    Empresas como bancos comerciais, imobiliárias, seguradoras, financeiras, operadoras de telefonia e de cartão de crédito optam em firmar acordos comerciais com normas de venda pré-estipuladas ao cliente. Para isso, as cláusulas devem ser redigidas em termos claros e com caracteres legíveis e ostensivos, o que freqüentemente é desrespeitado com o uso de letras pequenas e difícil visualização.

     

    De acordo com o CDC (art. 54, inciso IV) as cláusulas que de alguma forma interferem no direito do consumidor devem estar em destaque, sob pena de desobrigar o cliente a cumprir o estabelecido, mesmo depois de assinado. O consumidor que se sentir lesado pode discutir judicialmente o acordo com o fornecedor, podendo obter até a nulidade das normas firmadas entre as partes.

     

    "O CDC limita que em todo contrato o juro de mora não ultrapasse dois por cento, mesmo assim ainda existem vários contratos de adesão que trazem juros de dez por cento. Essa cláusula, na maioria das vezes de difícil visualização, é nula de pleno direito", destaca a superintendente de Defesa do Consumidor, Gisela Simona Viana de Souza.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    25-09-2008 | 11:09
    Coleta - A Secretaria de Saúde de Várzea Grande realizou campanha para coleta de sangue junto aos servidores do município. O Instituto de Hematologia do Centro Oeste (IHEMCO) foi quem realizou a coleta. A campanha rapidamente conquistou a simpatia dos funcionários de Várzea Grande. Dezenas de convidados, voluntários compareceram para doar sangue.

     

    A doação foi organizada pela funcionária da secretaria de Administração, Aleksandra de Oliveira, em prol de um amigo portador da doença Lupus Eritematoso Sistêmico (LES), que hospitalizado necessitava de 60 doadores diários. Infelizmente o doente faleceu antes mesmo do fim da campanha.

     

    Fonte: Gazeta digital
    25-09-2008 | 11:09

    A vacinação contra rubéola deve ser intensificada nas áreas urbanas porque são espaços onde há concentração de pessoas, que são portas de entrada da doença nas comunidades rurais. A afirmação é do consultor da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Jorge Mendrado, que esteve ontem em Cuiabá e disse que ficou impressionado com a estratégia utilizada pelo serviço de saúde. Ele relatou que o atendimento vai até as pessoas. Os agentes estão em locais públicos e têm a resposta da população. "Em nenhum país da América Latina, os habitantes formam filas no horário de almoço para vacinar-se".

     

    O consultor explica que as capitais recebem diariamente moradores de outros municípios em busca de trabalho ou educação. Dentro do perímetro urbano, existem vários locais de grande concentração de habitantes como rodoviárias, ponto de ônibus e shoppings centers.

     

    Nesses ambientes, a doença prolifera-se com facilidade, pois é viral e transmitida pela inalação. Então, quando um doente espirra, ele pode contaminar mais de uma pessoa.

     

    Mendrado disse que a participação masculina nas campanhas é difícil em toda a América Latina. Em países como o Chile e a Argentina, as propagandas e publicidades são direcionadas aos homens. Para o representante da OPAS, na idade de 12 a 39 anos, eles direcionam o tempo para atividades econômicas e lazer."Eles precisam saber que a atitude não é um beneficio singular e sim para toda comunidade".

     

    Metas - Mato Grosso não atingiu a meta de vacinação que é 1,47 milhão de habitantes. Até ontem, 1,2 milhão de mato-grossenses tinham recebidos a vacina. O número representa 82% da meta estipulada pelo Ministério da Saúde.

     

    Cerca de 65 dos 141 municípios, que compõem o Estado, já atingiram entre 95% e 100% da meta. O aglomerado urbano de Cuiabá e Várzea Grande cumpriu apenas 70% da cobertura estipulada e com a distribuição de postos de atendimento em lugares públicos, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) pretende vacinar 419,73 mil pessoas, que representa 100% da meta.

     

    Conforme a superintendente de Saúde Coletiva da SES, Conceição Villa, as pessoas geralmente procuram os postos quando estão doentes. A população na maioria das vezes não possui o hábito da prevenção ou não tem tempo para ir ao posto de saúde.

     

    Conceição explica que as pessoas que procuram os postos são na maioria das vezes mulheres.

     

    Como elas levam os filhos para tomar vacina e tradicionalmente cuidam da família, costumam ser mais conscientes que os homens.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    24-09-2008 | 12:09
    Mesmo com a repetição de avanços na distribuição de renda e no emprego, a persistente desigualdade da sociedade brasileira prejudica a evolução dos indicadores sociais, como mostrou a nova edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o levantamento revela que ocorreu, no ano passado, a maior redução na diferença entre ricos e pobres no Brasil desde 1990, segundo o Índice de Gini, que caiu de 0,541 para 0,528.

     

    A pesquisa também informa que havia 14,1 milhões de brasileiros analfabetos em 2007 - o que coloca o País em 15º lugar em proporção de alfabetizados na América Latina e no Caribe - e 4,8 milhões de crianças trabalhando. Em contraposição, a cobertura previdenciária e a rede de esgoto passaram de 50%, em melhorias concentradas no Sudeste e no Sul.

     

    "Os indicadores sociais só não avançam mais porque a distribuição de renda não se dá numa velocidade maior do que a verificada nos últimos anos", disse o presidente do IBGE, Eduardo Nunes. "De 2006 para 2007, já observamos uma redução acentuada (na concentração). Mantida essa velocidade, a partir de agora certamente os indicadores sociais poderão acompanhar mais de perto o crescimento da renda."

     

    A queda no Índice de Gini - que varia de zero a 1 e indica maior desigualdade quanto mais aumenta - foi a reafirmação de uma tendência já verificada em anos anteriores no Brasil. A PNAD mostrou que, em 2007, o Gini da distribuição de renda do trabalho (não incluindo outras rendas) passou de 0,540 em 2006 para 0,528 em 2007.

     

    Apesar da redução forte, o Brasil ainda está muito atrás de outros países nesse indicador. O Gini da Rússia, por exemplo, é 0,399; o da China, 0,469; e o da Índia, 0,368. Todos têm distribuição de riqueza menos desigual que a brasileira.

     

    "O Brasil não é um país pobre; é rico e se aproxima de países desenvolvidos em alguns indicadores, mas a distribuição de renda é como a de países que nem sabemos direito onde estão no mapa", disse Nunes. A concentração de renda no País está mais próxima da de nações pobres da América Central, como El Salvador (0,524) e Panamá (0,561), ou africanas, como Zâmbia (0,505), África do Sul (0,578), Suazilândia (0,504) e Zimbábue (0,501).

     

    Segundo a pesquisa, os aumentos no rendimento médio real dos trabalhadores nos últimos quatro anos não foram suficientes para recuperar as perdas ocorridas entre 1996 e 2003. Em 2007, a renda dos ocupados chegou a R$ 960, o maior valor dos últimos oito anos, mas ainda foi 6% inferior à de 1996 (R$ 1.023,00), ano de pico da renda na série da PNAD, iniciada em 1992. Depois, houve perdas até 2003, estabilidade em 2004 e recuperação em 2005, 2006 e 2007.

     

    MELHORES NOTAS

     

    No campo econômico, os indicadores de 2007 colhidos pela Pnad são repletos de boas notícias. O índice de formalização do emprego foi recorde no ano passado, com 35,7% de trabalhadores com carteira assinada. O índice é o maior na série histórica da pesquisa. Mas 8,1 milhões de pessoas ainda estavam desempregadas e a renda e a taxa de desemprego não retornaram ainda ao nível de 10 anos atrás.

     

    O aquecimento da produção industrial fez o número de ocupados crescer 4,6% no período, em relação a 2006. Foi o primeiro aumento na ocupação na indústria apurado na Pnad desde 2004. A agricultura, contudo, continuou reduzindo o contingente de trabalhadores. A ocupação na atividade agrícola caiu 4% em 2007 ante 2006.

     

    Em 2007, também houve redução no número de crianças de 5 a 17 anos que trabalhavam. Ainda assim, esse número chegou a 1,2 milhão na faixa de 5 a 13 anos, na qual o trabalho infantil é ilegal. O decréscimo foi de 171 mil em relação a 2006. Mais de 37% dos menores de 18 anos que trabalhavam no ano passado morava no Nordeste.

     

    Na educação, o País registrou em 2007 um recuo de 0,5% no total de estudantes com mais de quatro anos de idade - indicativo da redução no número de jovens e da evasão de estudantes do ensino médio - e mais um recuo pequeno no índice de analfabetismo. Nesse indicador, com 10% de população de mais de 15 anos analfabeta, o Brasil ainda amarga índices piores do que os de países bem mais pobres da América Latina e do Caribe, como Peru, Paraguai, Suriname e Bolívia.

     

    Pela primeira vez desde 2004, quando foi incluída na Pnad a área rural da Região Norte, a parcela da população que se declarou negra ou parda (49,7%) superou o porcentual de autodeclarados brancos (49,4%) no País em 2007.

     

    A taxa de fecundidade caiu mais uma vez no País e, pela primeira vez, ficou abaixo do nível de reposição: 1,95 filho por mulher, em média. Segundo o presidente do IBGE, a mudança confirma a tendência de envelhecimento da população, que, na Europa, levou 100 anos para se completar, mas, no Brasil, durou só quatro décadas - começou no fim dos anos 60.

    No ano passado também ocorreu aumento no número de domicílios com acesso a microcomputador e à internet. Segundo a Pnad, 20,4% dos domicílios do País, ou 11,4 milhões, tinham acesso à web, com crescimento de 23% ante o ano anterior. O País também passou de 48,5% para 51,3% de domicílios ligados à rede coletora de esgotos. A distribuição do benefício, contudo, é muito desigual: no rico Sudeste, era 79,4%; no Norte, 9,8%.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Estadão
    24-09-2008 | 12:09

     

    Fernando Nakagawa
    Agência Estado

     

    Diante do quadro de restrição de recursos externos, em função da crise nos Estados Unidos, o Banco Central anunciou na manhã desta quarta-feira, 24, duas medidas para aumentar a liquidez no sistema financeiro nacional - volume de dinheiro em negociação. Com elas, o BC manterá R$ 13,2 bilhões no mercado.  

     

    O BC informou que as medidas têm caráter "pontual" e mexem com a regulamentação dos depósitos compulsórios - dinheiro que os bancos recolhem diariamente ao Banco Central. Trata-se de uma ferramenta do BC que mexe diretamente com os recursos disponíveis para crédito.

     

    Assim, quando o BC quer aumentar os recursos disponíveis nos bancos, ele reduz a parcela dos depósitos compulsórios. Na situação oposta, quando o objetivo é restringir o crédito, ele aumenta a participação do compulsório.

     

    O objetivo do BC agora é aumentar os recursos em circulação. Portando, as duas medidas anunciadas hoje reduzem o recolhimento de depósitos compulsórios. A primeira delas adia o cronograma de implementação de compulsórios sobre depósitos interfinanceiros de leasing.

     

    De acordo com a medida, o recolhimento com base na alíquota de 20% que seria feito a partir de 14 de novembro deste ano passa a vigorar apenas em 16 de janeiro de 2009. A alíquota subseqüente de 25%, que seria adotada a partir de 16 de janeiro de 2009, só entrará em vigor no dia 13 de março de 2009. Com esta medida, o BC adia o recolhimento adicional de R$ 8 bilhões nesse segmento. A criação desse compulsório sobre os depósitos de leasing foi anunciada no fim de janeiro.

     

    A segunda medida triplica de R$ 100 milhões para R$ 300 milhões o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras sobre os depósitos a prazo, à vista e da poupança. Apesar dessa alteração, permanecem as alíquotas usadas para o cálculo dessa exigibilidade em 8% para depósitos a prazo e à vista e 10% para a poupança. Esta medida vai evitar que bancos recolham outros R$ 5,2 bilhões ao BC, totalizando os R$ 13,2 bilhões. Esses recursos, quando recolhidos junto ao Banco Central, continuam sendo remunerados pela taxa Selic.

     

    Forte saída de recursos

     

    O agravamento da crise externa, a partir da derrocada do banco de investimento Lehman Brothers, inverteu os sinais do fluxo de capitais financeiros no Brasil em setembro. Em apenas uma semana, o indicador que mede o movimento de dólares no chamado câmbio financeiro - que inclui investimentos em ações e títulos da dívida, além de remessas de lucros, entre outros - registrou saídas de US$ 2,680 bilhões, entrando no terreno negativo. Segundo o Banco Central, o mercado acionário foi a principal vítima da fuga dos investidores.

     

    Os números apresentados ontem mostram que mais de meio bilhão de dólares deixou o Brasil em cada um dos cinco dias úteis da semana passada por meio do segmento financeiro. Essa fuga coincidiu com a reação dos investidores ao colapso do Lehman Brothers e às notícias de que outras instituições, como a seguradora AIG, enfrentavam graves problemas e tiveram que ser socorridas pelo Tesouro dos EUA.

     

    Antes dessa deterioração do quadro, o fluxo financeiro registrava ingresso de US$ 725 milhões de investidores estrangeiros nas duas primeiras semanas do mês, até o dia 12. Desde então, prevaleceu a saída. Em cinco dias, todos os US$ 725 milhões foram retirados e houve, ainda, saque adicional equivalente a US$ 1,955 bilhão.

     

    O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, disse que o impacto mais evidente da crise acontece nas ações. Em setembro até ontem, estrangeiros já se desfizeram de US$ 1,063 bilhão em ações da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). "Parte dos investidores está saindo (do País)", disse. Ele observa, contudo, que também é possível observar migração de investidores para a renda fixa em opções como os títulos da dívida pública. Em setembro, essa opção recebeu US$ 818 milhões em novas aplicações.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Estadão

     

    24-09-2008 | 12:09

    O presidente da República em exercício, José Alencar, sancionou o projeto lei com mudanças no Código de Defesa do Consumidor. Foi alterado o Parágrafo 3º do Artigo 54, que agora determina que os contratos de adesão serão redigidos em termos claros e com, no mínimo, corpo de letra 12. Apesar do código já exigir que os contratos fossem redigidos de forma legível, não havia um padrão mínimo de medida a ser observado para o tamanho da letra.

    De acordo com o diretor-executivo do Procon de São Paulo, Roberto Pfeiffer, a falta de normatização em relação ao tamanho da letra do texto resultava em contratos em letras pequenas a ponto de dificultar a identificação dos direitos e obrigações constantes no contrato.“Já se entendia que se o contrato fosse redigido em letras que impedissem a compreensão, o contrato poderia ser invalidado”, disse. “Se o consumidor pode ler melhor, pode compreender melhor, deve ser visto como positivo”, acrescentou.

    Os consumidores também podem pedir a substituição de palavras expressas no contrato que não entendam. “Se não for trocada e o caso chegar a um juiz, ele pode interpretar formalmente que o consumidor não tinha conhecimento do que era dito no contrato”, explicou Roberto Pfeiffer.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Agência Brasil 
    24-09-2008 | 12:09

    Kelly Oliveira

    A crise financeira internacional  refletiu no saldo da entrada e saída de dólares do país por meio das operações financeiras (investimentos em bolsa e títulos, pagamento de juros, remessa de lucros, viagens internacionais). De acordo com dados do Banco Central, até o dia 19 deste mês, houve saída de US$ 1,955 bilhão.

    Os dados divulgados anteriormente, referentes à movimentação até o dia 12 deste mês, mostravam saldo positivo de US$ 725 milhões nas operações financeiras. A crise se agravou no dia 14 deste mês, com o anúncio do pedido de concordata do banco de investimento americano Lehman Brothers. Segundo Lopes, esse número reflete “basicamente o mercado acionário”, mas também o aumento das remessas de lucros e dividendos.

    No caso das operações comerciais, o saldo é positivo em US$ 5,414 bilhões, com exportações de US$ 13,334 bilhões e importações de US$ 7,921 bilhões. Mesmo com o resultado negativo das operações financeiras, o saldo total do fluxo cambial está positivo em US$ 3,459 bilhões.

    O BC também indica a saída de investimento em ações no país no valor de US$ 1,081 bilhão, enquanto as aplicações em renda fixa registraram ingresso de US$ 818 milhões, neste mês até hoje (23).

    Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, pode estar havendo migração de ações para renda fixa, mas o país pode também estar atraindo novos investimento para a renda fixa.

    A projeção de investimento estrangeiro em portfólio (ações e renda fixa) passou de US$ 25 bilhões para US$ 22 bilhões. “Isso reflete o comportamento do mercado acionário doméstico”, com saída de investidores e redução de preços das ações. 

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Agência Brasil

     

    24-09-2008 | 12:09
    As comissões de Turismo e Desporto da Câmara e do Senado divulgaram hoje (23) um documento sobre turismo sustentável produzido em parceria com o Serviço Nacional do Comércio (Senac) e os ministérios do Turismo e do Meio Ambiente.

    O objetivo da publicação é traçar planos de ecoeficiência no turismo. A ecoeficiência se traduz por ações que levem a produzir mais e melhor utilizando menos recursos e gerando menos resíduos.

    O turismo brasileiro está em busca da ecoeficiência nas áreas que englobam o consumo de água, de energia elétrica, no monitoramento e na educação ambiental e na destinação final de resíduos sólidos.

    O documento traz detalhes sobre os impactos das alterações climáticas em destinos turísticos brasileiros e sobre práticas sustentáveis, tecnologias limpas e produtos ecologicamente corretos empregados por empreendimentos do setor.

    Durante o evento de lançamento, o ministro interino do Turismo, Airton Nogueira Pereira, falou sobre a importância da sustentabilidade. Para ele, a degradação ambiental é incompatível com o ecodesenvolvimento. Ainda de acordo com Pereira, o documento lista importantes informações para o turismo sustentável.

    “É a preocupação dos impactos que as mudanças climáticas possam trazer para a atividade turística. São desde questões da subida da temperatura e o que isso pode representar para a perda de determinados ecossistemas. O documento alerta para esses problemas e procura pontuar o que o turismo pode fazer.”

    O diretor de programas da Secretaria Executiva do Meio Ambiente, Aldenir Chaves Paraguaçu, representante do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que a visão do turismo mundial com base na sustentabilidade trará um novo comportamento para o governo, para os turistas e para as empresas de turismo.

    A divulgação do documento faz parte da programação da 2ª Semana Nacional do Turismo no Congresso, que começou ontem (22) e vai até domingo.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Diário de Cuiabá

     

     

    24-09-2008 | 12:09
    A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), fez um completo diagnóstico das necessidades de investimentos nas unidades de fiscalização e agências fazendárias. Ações contundentes e emergenciais foram tomadas, a exemplo da reativação do Posto Flávio Gomes e da decisão de investir R$ 15 milhões em obras e reformas estruturais em todos os postos fiscais sob a jurisdição da Sefaz e R$ 6 milhões em infra-estrutura de tecnologia da informação.

    No Posto Fiscal Correntes, especificamente, está em execução a pavimentação em concreto do pátio de estacionamento de veículos, assim como a ampliação do acesso, drenagem e a sinalização no pátio de acesso ao posto, conforme Termo de Contrato n. 053/2008/Sejuf-Sefaz/Fungefaz. Já foram executados os serviços preliminares e a terraplanagem necessária ao início da pavimentação.

    Segundo o secretário de Fazenda, Eder Moraes, é importante ressaltar que os investimentos e reformas só não ocorrem com maior celeridade, tendo em vista a necessidade de cumprir os preceitos legais que orientam a administração pública, notadamente, licitações e contratos, que em média demandam 120 dias pelo volume de aporte de capital investido.

    As instalações físicas do Posto Fiscal Correntes também estão sendo reformadas, abrangendo a ampliação das áreas administrativas, de alojamentos, construção de plataformas de conferência de mercadorias, restaurante e lanchonete, urbanização, paisagismo, e a revisão de todo o sistema de iluminação dos pátios. Neste posto, somente em infra-estrutura de tecnologia da informação será investido cerca de R$ 1,5 milhão em sistemas de pesagem dinâmica de cargas, integrados aos sistemas fazendários, que irão permitir o acesso seletivo dos caminhões aos pátios, agilizando ainda mais o atendimento aos usuários-contribuintes, bem como expansão em energia elétrica estabilizada, motor grupo gerador, nobreaks e links de comunicação.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Diário de Cuiabá
    24-09-2008 | 12:09

    EDUARDO CUCOLO
    da Folha Online, em Brasília

     

    O Banco Central anunciou duas mudanças nos depósitos compulsórios das instituições financeiras com o objetivo de compensar os efeitos, no Brasil, da restrição de crédito no sistema financeiro internacional, ou seja, a falta de liquidez.

    O depósito compulsório obriga que as instituições financeiras recolham junto ao BC parte do dinheiro depositado pelos seus clientes. Com isso, os bancos ficam com menos dinheiro para emprestar e fazer outras operações.

     

    A falta de liquidez nos mercados é uma das principais características da atual crise financeira que atinge os EUA. Justamente por isso os BCs ao redor do mundo têm injetado ao longo do último ano bilhões de dólares nas suas economias e evitar, assim, que a falta de dinheiro em circulação as faça "parar".

     

    A primeira medida do BC foi adiar o cronograma de implantação do recolhimento compulsório sobre leasing. Em janeiro, o governo decidiu que os bancos deveriam recolher compulsoriamente até 25% dos depósitos captados das empresas de leasing. À época, foi anunciado um cronograma para o aumento gradual dessa alíquota, hoje em 15%.

     

    Com o anúncio de hoje, o recolhimento com base na alíquota de 20%, que seria feito a partir de 14 de novembro de 2008, passa a vigorar em 16 de janeiro de 2009. Já a adoção da alíquota de 25% foi adiada de 16 de janeiro de 2009 para 13 de março de 2009.

     

    A previsão do BC é que o recolhimento compulsório sobre leasing, quando estiver completamente implementado, retire da economia R$ 8 bilhões. O leasing é uma modalidade de crédito que funciona como um aluguel (equipamentos e veículos, principalmente), em que o tomador tem a opção de compra do produto no final do contrato. Segundo dados do BC, as operações de leasing para pessoa física cresceram 7,8% entre junho e julho deste ano --em 12 meses, a modalidade registra crescimento de 141,7% para o consumidor e 78,4% para empresas.

     

    Bancos médios

     

    A segunda medida foi ampliar de R$ 100 milhões para R$ 300 milhões o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras do cálculo da "exigibilidade adicional" sobre depósitos à prazo, depósitos de poupança e recursos à vista. Segundo cálculos do BC, só esta medida injetará imediatamente R$ 5,2 bilhões na economia do país. A "exigibilidade adicional" é o mecanismo que o BC tem para aumentar o compulsório apenas dos bancos com volume maior de recursos. Com a mudança, apenas as instituições com depósitos superiores a R$ 300 milhões terão de cumprir essa regra, o que vai ajudar os bancos médios e pequenos a ter mais crédito.

     

    As alíquotas usadas para o cálculo dessa exigibilidade, que é remunerada pela taxa básica de juros (Selic), permanecem inalteradas em 8% para os depósitos a prazo, 10% para os depósitos de poupança e 8% sobre os recursos à vista.

     

    "Com o objetivo de preservar o sistema financeiro nacional dos efeitos da restrição de liquidez que vem sendo observada no sistema financeiro internacional, o Banco Central do Brasil decidiu fazer as seguintes alterações, de caráter pontual", diz o BC em nota.

     

    Trata-se da segunda ação do BC em menos de uma semana para amenizar os efeitos da crise. Na última sexta-feira, a instituição vendeu US$ 500 milhões aos bancos para ajudar a segurar a alta do dólar.

     

    Data: 24/09/08
    Fonte: Folha Online
    24-09-2008 | 09:09

    Lorenzo Falcão

    Da Assessoria

     

    O Sinduscon/MT promove hoje mais uma reunião com candidatos à Prefeitura de Cuiabá. Desta feita, o empresário Mauro Mendes, candidato pelo PR, vai expor suas propostas e ouvir questionamentos dos representantes desse sindicato e também do Sincop (Sindicato da Construção Pesada) e do Crea (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura/MT). A reunião está prevista para iniciar às 20 horas e acontece no Centro Carmindo da Construção.

     

    As diretorias dos sindicatos envolvidos conclamam amigos, associados e sindicalizados a comparecer para acompanhar de perto a explanação do candidato, lembrando que a sucessão na administração municipal é um assunto que diz respeito a todos.

    Na pauta da reunião, que foi enviada antecipadamente à coordenação de campanha de Mauro Mendes, estão temas como a missão da Prefeitura, o papel do prefeito nesse contexto, a expansão demográfica e praticamente todas as áreas relacionadas á administração pública, como segurança, saúde, educação, trânsito etc.

     

    A exemplo do que ocorreu na última segunda-feira, quando a reunião foi realizada com o candidato do PSDB, Wilson Santos, primeiramente, o candidato discorre livremente sobre os temas propostos e depois recebe indagações e questionamentos do público presente.

     

    O Centro Carmindo da Construção fica situado na rua Carmindo de Campos, do lado direito da rua, na primeira curva, e bem no seu início, no sentido Avenida Fernando Correa – Bairro do Porto. Os organizadores do evento informam aos interessados que o local dispõe de estacionamento interno.

     

     

    23-09-2008 | 13:09

     

     

    Lorenzo Falcão

    Da Assessoria

     

     

    O prefeito e candidato à reeleição, Wilson Santos (PSDB), esteve reunido ontem (22/09) à noite com representantes dos sindicatos mato-grossenses da Construção Civil (Sinduscon), Construção Pesada (Sincop) e do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea). O candidato falou durante pouco mais de uma hora para cerca de 30 pessoas. Discorreu livremente sobre a pauta que havia sido encaminhada à sua assessoria antecipadamente.

     

    “Resolver os problemas e avançar. Coordenar e articular junto à sociedade para sanar os problemas que afligem a cidade”. Dessa forma Santos definiu a missão da Prefeitura de Cuiabá e lembrou que cabe ao prefeito a capacidade de não radicalizar, saber planejar e não colocar nunca seus interesses pessoais acima dos coletivos.

     

    Com sua hábil oratória Wilson Santos foi desfiando um por um dos itens da pauta, enfatizando o que foi feito em cada um dos setores e projetando o que pretende implementar para um próximo mandato, caso venha a vencer as eleições.

     

    Em nível de asfaltamento da malha viária da cidade afirmou que até dezembro sua administração completará a pavimentação de 150 quilômetros e que pretende dobrar essa performance nos próximos quatro anos, principalmente, valendo-se das PPPs (Parcerias Público/Privada). Destacou que pretende construir dois viadutos, um na Fernando Correa (esquina com Avenida Beira Rio) e outro na Miguel Sutil (trevo do Santa Rosa), e que a direção nacional do Dnit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transportes), através de Luís Pagot, já sinalizou positivamente para esse investimento na ordem de R$ 25 milhões. Comentou de passagem sobre os serviços de saneamento da Capital que estão divididos em lotes, e que alguns deles estão com problemas. Também lamentou a falta de material específico para obras de saneamento.

     

    A Prefeitura está adquirindo, até o final deste mês 45 novos ônibus, o que tornará a frota cuiabana a segunda mais nova do País, perdendo apenas para o Rio de Janeiro. Lembrou que sua administração implantou a catraca eletrônica e garantiu que vai renovar a frota em 100%, com novos ônibus e micro-ônibus. Em relação ao trânsito destacou a Avenida das Tôrres e frisou a necessidade de construir mais uma ponte sobre o Rio Coxipó, ligando os bairros Praerinho e Coophema.

     

    Na área da Saúde disse que no segundo mandato pretende articular uma performance mais vigorosa, mas salientou a construção de clínicas de odontologia voltadas para a população carente, assim como, os atendimentos nos serviços de fisioterapia e fonoaudiologia destinados aos menos favorecidos. “É preciso atender a população cuiabana menos favorecida”, disse, e registrou que 80% da população é cliente do SUS – Sistema Único de Saúde. A elaboração de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários para a Saúde foi mencionada.

     

    A Educação teve como ênfase o programa Escola Saúde, com três frentes de acompanhamento: médico, nutricionista e dentista. Essa aproximação maior com a clientela estudantil, segundo Wilson, está possibilitando o diagnóstico de vários problemas junto à população jovem, inclusive, casos de violência sexual doméstica. Wilson quer implantar um sistema de produtividade onde as escolas possam contar até com o 15º salário, quando comprovado o bom rendimento estudantil, um sistema que surgiu em Nova York, e que já foi implantado em estados como Minas Gerais e São Paulo. “Conforme o grau do aprendizado, os salários aumentam”, detalhou ele. O incremento no pré-vestibular para estudantes de baixa renda foi outro aspecto anotado. Ele quer aumentar de 3.500 para 5.000 o número de estudantes beneficiados.

     

    A Segurança, de acordo com o que disse o candidato, é um setor cuja responsabilidade é do Estado e não do município, mas, apesar disso, foi criada a Guarda Municipal e já foi feito o concurso. Atualmente os concursados estão sendo preparados. As obras na iluminação pública que sua administração vem realizando são um fator moderador da violência, segundo Wilson. Outra ação preventiva sinalizada foi o Projeto Siminina, criado na administração Roberto França, que já atende 1.600 crianças e jovens, enquanto antes apenas 500 eram atendidas. “O índice de aprovação escolar é de mais de 98%”, lembrou o prefeito. Também foram citados o PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil e as escolas de tempo integral, dez ao todo, já em funcionamento.

     

    O candidato assumiu problemas em relação aos recursos humanos da Prefeitura, face a impossibilidade de pagar bons salários, mas citou a criação de uma data-base e o adicional por produtividade como medidas atenuantes dessa situação.

     

    Sobre o crescimento demográfico exagerado, Wilson Santos explicou que é dever da administração pública buscar o controle. Registrou que a partir dos anos 90 o crescimento populacional deixou de dobrar e se acomodou num índice pouco superior aos 20%.

     

    O candidato destacou ainda o Plano Diretor de Cuiabá que é fruto da ampla participação popular, com a consulta de quase 2000 pessoas e concluiu sua explanação dizendo que está investindo cerca de R$ 800.000 numa equipe de técnicos que está debruçada em dados e informações, e que vai nortear as vocações econômicas para que Cuiabá se desenvolva de forma sustentada. “O índice de desenvolvimento humano (IDH) de Cuiabá é o segundo melhor do Estado. Tenho certeza que esta cidade tem várias possibilidades para se desenvolver, seja através do turismo, da indústria da transformação e da prestação de serviços ou outras atividades”, apostou.

     

    Wilson Santos, antes de encerrar sua participação, discorreu sobre a necessidade de que não só Cuiabá, mas a Baixada Cuiabana, volte a ter uma participação mais forte e representativa na política mato-grossense.

     

    A reunião aconteceu no Hotel Mato Grosso Palace. Sentaram-se à mesa junto com o candidato os presidentes do Sinduscon, Luiz Carlos Richter Fernandes; do Sincop, José Alexandre; e do Crea, Tarciso Bassan. 
    22-09-2008 | 11:09

     

    O candidato à prefeitura de Cuiabá pelo PSDB, Wilson Santos, reúne-se nesta segunda-feira ao final da tarde com o Sinduscon-MT, Sindicato da Indústria da Construção Civil. A partir das 18:00 horas o candidato e atual prefeito participa de uma conversação com os associados do setor.

     

    Wilson Santos terá a oportunidade de explanar suas propostas e planos, voltados aos problemas relacionados com a capital mato-grossense. O Sindicato enviou ao candidato, antecipadamente, uma pauta contendo questões preferenciais para a abordagem. Entre elas, indagações sobre a missão da prefeitura de Cuiabá, bem como, o papel do prefeito nesse contexto.

     

    O Sinduscon propôs também que Wilson Santos fale sobre os projetos de sua equipe envolvendo assuntos como infra-estrutura, pavimentação, saneamento, viadutos, transportes, trânsito, saúde, educação e segurança. Outras indagações voltadas para temas cruciais ao desenvolvimento de Cuiabá, como o significativo crescimento demográfico e a vocação de Cuiabá (indústria, educação, comércio, administração pública ou qual?) também fazem parte da pauta.

     

    O Sinduscon convidou todos os candidatos à prefeitura de Cuiabá para esse tipo de reunião. Na próxima quarta-feira (24/09), no Centro Carmindo da Construção, a partir das 20:00 horas, acontecerá  a reunião com o candidato do PR, Mauro Mendes.

     

    Lorenzo Falcão

     

    Da Assessoria

     

    22-09-2008 | 10:09
    Exportações caíram pela metade, mas as vendas internas subiram 13%.
    Problema acontece na época de maior consumo de cimento no ano.

     

    As indústrias de cimento brasileiras anunciaram que as exportações caíram pela metade este ano. Ao mesmo tempo, as vendas no mercado interno subiram 13% – uma mostra de que a economia brasileira continua aquecida. Esta procura já se refletiu no preço, que já aumentou, em média, 30%. 
      
    A situação ficou ainda mais complicada no último mês, porque a Votorantim, maior fabricante do país, parou uma fábrica para fazer manutenção em um forno. O problema acontece justamente na época de maior consumo de cimento no ano. 

     

    Estoques vazios

     

    No depósito de material de construção de Gilmar Dias, na Grande São Paulo, a área dos sacos de cimento está vazia. “Hoje era para eu ter estocado, pelo menos, 250 sacos de cimento, mas está totalmente vazio”, comenta o dono da loja, Gilmar Dias.

    Num condomínio em Ribeirão Preto (SP), o estoque de cimento só dá para mais uma semana. Para não parar a obra, o construtor José Batista Ferreira está comprando no varejo.

    “Vou de loja em loja comprando dois ou dez sacos de cimento. Com a conta da indústria, temos que fazer uma previsão de 20 dias e ainda contratar frete adicional para buscar o cimento”, diz o construtor José Batista Ferreira. 

     

    Sonho mais caro

     

    Com as construtoras disputando cada saco de cimento disponível no mercado, a falta do produto atinge também o consumidor comum. O sonho de reformar ou construir a casa própria está mais caro.

    Em maio, quando o comerciante Uribatan Garcia de Carvalho começou a fazer um sobrado em Pouso Alegre (MG), o saco de cimento custava R$ 14. Hoje ele paga R$ 18, quase 30% a mais. A obra é financiada.

    “Outro financiamento é inviável. Vai ter que ser de recurso próprio mesmo. Vou vender o automóvel ou algo assim para poder completar essa diferença”, comenta o comerciante Uribatan Garcia de Carvalho.

    “Estamos em uma fase de altíssimo consumo, que se iniciou no ano passado. Exatamente no momento mais crítico do consumo, que é esse período de meses mais secos, nunca se vendeu tanto cimento. Nos últimos meses, temos batido todos os recordes de venda de cimento”, explica o representante do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento, José Otávio Carvalho.

    A Votorantim informou que a fábrica de Itaú de Minas, que abastece o sudeste, volta a operar nesta segunda com a capacidade total, mas o fornecimento só deve estar totalmente normalizado em uma semana. 

     

    Fonte: G1
    22-09-2008 | 10:09
    Projeção dos economistas para IPCA de 2008 e 2009 tem nova queda.
    Analistas mantêm projeção de aumento de 0,5 ponto nos juros em outubro.

     

    O mercado financeiro elevou, na semana passada, a sua estimativa de crescimento para a economia brasileira neste ano de 5,01% para 5,17%, ao mesmo tempo em que diminuiu sua previsão de inflação para 2008 e para o próximo ano, segundo informou o Banco Central nesta segunda-feira (22).

    Esta é a segunda semana consecutiva de aumento na projeção dos analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira e acontece após o anúncio de que o PIB do primeiro semestre deste ano avançou expressivos 6% - algo que não ocorria desde 2004. O governo federal revisou sua estimativa oficial de crescimento para 2008 de 5% para até 5,5%. Para 2009, a projeção do mercado para o crescimento da economia foi mantida em 3,60%. 

     

    Inflação e juros

    Na semana passada, a projeção do mercado financeiro para o IPCA de 2008 recuou de 6,26% para 6,23%, na oitava semana consecutiva de queda, enquanto a projeção para o indicador no próximo ano caiu de 4,99% para 4,97% - o segundo recuo seguido. Para os próximos doze meses, a estimativa do mercado para o IPCA recuou de 5,19% para 5,18%.

    O anúncio do recuo da estimativa do mercado para a inflação para 2009 vem duas semanas após o próprio BC ter elevado a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, para 13,75% ao ano. A instituição já havia informado anteriormente que um dos seus principais objetivos ao subir os juros neste ano era trazer a projeção para o IPCA para o centro da meta, de 4,50%, em 2009. No sistema de metas, há um intervalo de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, de modo que o IPCA pode oscilar entre 2,50% e 6,50%.

    Para os juros, o mercado continua projetando um aumento de 0,50 ponto percentual na taxa básica em outubro, quando se reúne novamente o Copom do BC. Com isso, a taxa Selic passaria dos atuais 13,75% para 14,25% ao ano. Para o fim de 2008, a estimativa para os juros foi mantida em 14,75% ao ano (embute um novo aumento de 0,50 ponto percentual em dezembro) e, para o fechamento de 2009, subiu de 13,75% para 13,79% ao ano. 

     

    Dólar

    A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio é de que ela termine este ano em R$ 1,70, ou seja, acima da projeção da semana anterior (R$ 1,65 por dólar). Para o fim de 2009, a estimativa dos analistas para a taxa de câmbio subiu de R$ 1,75 para R$ 1,77 por dólar. 

     

    Balança comercial e investimentos diretos

    A projeção do mercado financeiro para o saldo da balança comercial (exportações menos importações) de 2008 subiu de US$ 23,6 bilhões para US$ 23,7 bilhões na última semana. No início deste ano, os analistas ouvidos pelo Banco Central projetavam superávit de US$ 31,9 bilhões para a balança comercial em 2008. Para o ano de 2009, a estimativa do mercado para o saldo comercial foi mantida em US$ 13 bilhões na última semana.

    No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado financeiro para o ingresso de 2008 subiu de US$ 34,6 bilhões para US$ 35 bilhões na última semana. Para 2009, a projeção ficou estável em US$ 30,3 bilhões.

     

    Fonte: G1
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