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Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    02-09-2008 | 11:09
    Pela quinta semana consecutiva, o mercado reduziu a projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 e manteve a estimativa do indicador abaixo do teto da meta de inflação para este ano, de 6,5%. Segundo a Pesquisa Focus, compilado das principais projeções macroeconômicas de instituições financeiras divulgada hoje pelo Banco Central, o IPCA deve encerrar 2008 em 6,32%, ante previsão de 6,34% na semana passada. Já para 2009, a previsão permaneceu em 5% pela sétima vez seguida. Porém, em ambos casos, as previsões para o IPCA permanecem acima do centro da meta de inflação, de 4,5%, conforme determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN). A margem de tolerância é de dois pontos percentuais para baixo ou para cima, ou seja, entre 2,5% e 6,5%.

     

    Para os Índices Gerais de Preços (IGPs), calculados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e que trazem o comportamento dos preços no atacado e o impacto em tarifas públicas e de serviços, as previsões também caíram. O mercado espera agora que o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) encerre 2008 em 10,31%, ante 10,38% na previsão anterior. Já o Índice Geral de Preços -Mercado (IGP-M) deve ficar em 10,37% este ano, ante expectativa de 10,73% na semana passada. Para 2009, a projeção para o IGP-DI caiu de 5,30% para 5,29% e a do IGP-M passou de 5,5% para 5,48%.

     

    Juros- Na semana que antecede o sexto encontro do ano do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado financeiro manteve as projeções para a taxa básica de juros, a Selic, em 2008 e em 2009, em 14,75% ao ano e 14% ao ano, respectivamente. Atualmente, a Selic está em 13% ao ano. O próximo encontro do Copom está previsto para a terça e quarta-feira da semana que vem (dias 9 e 10). Após esta reunião, o comitê terá ainda mais dois encontros, em outubro e dezembro deste ano.

     

    Câmbio - O mercado elevou as previsões para as taxas de câmbio no fim de 2008 e de 2009 para R$ 1,63 e R$ 1,73, de R$ 1,62 e R$ 1,72, respectivamente.

     

    PIB - A estimativa de crescimento da economia brasileira em 2008 não sofreu alteração e a projeção do mercado permaneceu em expansão de 4,8%, pela décima primeira semana consecutiva. Já para 2009, o mercado reduziu a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) pela quarta vez seguida, para 3,6%, de 3,65% na semana passada.

     

    Contas externas - Em relação à balança comercial brasileira, o mercado elevou a projeção de superávit comercial este ano para US$ 23,5 bilhões, de US$ 23,3 bilhões. Já a estimativa do déficit em conta corrente (saldo de todas as transações do país com o exterior) em 2008 caiu para US$ 26,4 bilhões, de US$ 25,5 bilhões na previsão anterior.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-09-2008 | 11:09
    Com a alta menos intensa de preços de produtos dos segmentos de habitação e cuidados pessoais e com deflação no preço dos alimentos, o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) subiu 0,14% até a quadrissemana terminada em 31 de agosto, desacelerando-se em relação à alta de 0,24% registrada na quadrissemana terminada em 22 de agosto. O resultado, o menor desde a primeira semana de março de 2008, ficou no piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro entrevistados pela Agência Estado, que esperavam uma aceleração da inflação entre 0,14% e 0,22%.

     

    A desaceleração do indicador foi resultado de altas menos intensas e queda de preços de três das sete classes de despesa usadas para cálculo do IPC-S. Foram os casos de habitação (de 0,85% para 0,72%); saúde e cuidados pessoais (de 0,54% para 0,43%) e alimentação (de -0,45% para -0,71%).

     

    Mais uma vez o grupo dos alimentos foi destaque entre as classes de despesa, e teve a maior influência para a taxa menor do índice. No setor de alimentação, houve quedas e desacelerações de preços em hortaliças e legumes (-7,08% para -8,54%), arroz e feijão (-1,76% para -3,49%), laticínios (-0,84% para -1,39%) e carnes bovinas (-0,41% para -0,51%). Segundo a fundação, houve também deflações em tomate (-39,60%); batata-inglesa (-8,44%); e leite tipo longa vida (-3,18%). No entanto, mamão da Amazônia (25,14%); e cebola (18,10%) foram os produtos que apresentaram as maiores altas, junto com os preços de tarifa de telefone fixo residencial (2,11%).

     

    Os outros grupos apresentaram acelerações ou quedas mais fracas de preços. É o caso de vestuário (de -0,27% para -0,23%); educação, leitura e recreação (de 0,06% para 0,26%) e transportes (de 0,18% para 0,21%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-09-2008 | 11:09

     

    Técnicos da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) apresentam, amanhã, ao Grupo Técnico da Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), do Ministério do Planejamento, em Brasília (DF), o projeto do Estado a ser financiado pelo Programa de Modernização da Administração Tributária, Financeira e Patrimonial do Estado (Profisco). Os recursos para o Programa serão disponibilizados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

     

    O projeto do Governo de Mato Grosso será apresentado às 15h, pelo agente de Tributos Estaduais Maurício Guimarães e pelo fiscal de Tributos Estaduais Adilson Rubio, ambos da equipe técnica da Secretaria-Adjunta da Receita Pública da Sefaz. A validação da operação será feita no dia 23 de setembro, pela Cofiex.

     

    Posteriormente, a equipe técnica da Secretaria-Adjunta da Receita Pública da Secretaria de Fazenda trabalhará no detalhamento do projeto. A previsão é que os recursos sejam liberados no início de 2009.

     

    Já o projeto (carta-consulta) de Mato Grosso a ser financiado pelo Programa para Modernização da Administração das Receitas e da Gestão Fiscal, Financeira e Patrimonial das Administrações Estaduais (Pmae), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi aprovado e está em fase final de detalhamento pela equipe técnica da Secretaria-Adjunta da Receita Pública da Sefaz. A expectativa é que os recursos do Pmae sejam liberados ainda este ano.

     

    Os projetos foram elaborados com base em diagnósticos feitos por servidores, para aprimorar a gestão tributária, levando em consideração facilitar o acesso dos contribuintes e contabilistas aos serviços fazendários.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    02-09-2008 | 11:09
    O Governo do Estado de Mato Grosso recebe nesta terça-feira (02.09), por volta das 8h30, uma comitiva formada por 10 congressistas americanos representantes de vários Estados como Minnesota, Illinois, Arkansas e outros. O objetivo é conhecer o potencial do Estado e possibilidades de investimentos.

    O secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf receberá a comitiva no hangar do Governo, localizado no Aeroporto Marechal Rondon, onde mostrará números que revelam o potencial e o desenvolvimento do Mato Grosso. Depois da apresentação do secretário, o grupo segue para o interior do Estado, nos municípios de Barra do Bugres e Sapezal.

     

    Fonte: Olhar Direto
    02-09-2008 | 11:09
     
    A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, enviou alerta de baixa umidade do ar às defesas civis de Mato Grosso,  Rondônia, Piauí, Bahia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio dejaneiro, São Paulo e Distrito Federal.

    Entre ontem (01/09) equarta-feira (03/09), a presença de uma massa de ar seco provoca baixos índicesde umidade do ar em Rondônia, no centro-sul do Piauí, oeste e centro da Bahia,Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, noroeste, centro-oeste, sul eTriângulo Mineiro, oeste e norte de São Paulo e no Distrito Federal. Persiste oalerta de que a umidade relativa mínima fica abaixo dos 30%, especialmente nosudeste de Rondônia.

    Em algumas localidades doDistrito Federal, de Minas Gerais, do Mato Grosso, de Goiás, da Bahia e doPiauí, a umidade relativa mínima fica abaixo dos 20%. Amanhã (02/09) equarta-feira (03/09), os índices podem ser mais críticos no norte e nordeste doMato Grosso do Sul e no noroeste paulista, onde a umidade atinge 15%.

     

    Amanhã e quarta-feira (02 e 03/09), a presença da massa de ar seco provoca baixos índices de umidaderelativa do ar no Rio de Janeiro (exceto litoral). Alerta-se que a umidaderelativa mínima fica em abaixo dos 30%. Em algumas localidades, os índicespodem ser mais críticos, ou seja, cerca dos 20%.

    Nesta segunda-feira(01/09), a massa de ar seco volta a se intensificar sobre o Brasil Central,mantendo as condições de baixos índices de umidade relativa do ar no sul eleste do Tocantins. Persiste o alerta de que a umidade relativa mínima fica emtorno dos 20%. Amanhã e quarta-feira (02 e 03/09), o alerta é válido para todoo Estado.

    A Secretaria Nacional deDefesa Civil desaconselha atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10e 17 horas, especialmente entre as 14 e 16 horas, período do dia em que aumidade do ar fica mais baixa. Orienta-se também para a ingestão de bastantelíquido para não ter problemas de desidratação.

     

    Alerta-se também que otempo seco aumenta o risco de incêndios florestais. Com isso, recomenda-seorientar a população para não fazer fogueiras nas proximidades de matas eflorestas. Além disso, os motoristas que trafegarem por regiões sujeitas aincêndios deverão ter atenção redobrada devido à visibilidade reduzida pelafumaça, e também evitarem jogar pontas de cigarros para fora dos veículos.

    Com a divulgação de alertas, a Sedec pretende evitar a perda de vidas, danos ao patrimônio e aomeio ambiente e também incentivar a adoção de medidas preventivas pelapopulação, governos estaduais e municipais. Os alertas preventivos emitidospara os Estados da Bahia e do Piauí são baseados em informações doInstituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os demais alertas preventivos são baseados em informações do Centro de Previsão de Tempo eEstudos Climáticos (Cptec) e do Inmet.

     

    Fonte: Mídia News
    02-09-2008 | 11:09
    A crise econômica internacional afetou a produção industrial brasileira em agosto, com a diminuição da demanda interna e a redução dos pedidos de exportação. Segundo a pesquisa PMI (Índice Gerentes de Compras), desenvolvida pela Markit Economics e divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Real, o desempenho do setor industrial registrou índice de 51,1 pontos, o mais baixo em dois anos, contra 53,5 pontos verificados em julho.

     

    "Ambos os principais componentes do PMI --produção e novos pedidos-- cresceram, mas por taxas bem mais lentas que as registradas no início do ano. Do mesmo modo, o crescimento do emprego desacelerou-se visivelmente em relação ao mês anterior", informa o relatório do levantamento feito com executivos de 450 empresas.

     

    A leitura do PMI abaixo de 50 indica queda na economia industrial, acima de 50, expansão, e equivalente a 50, ausência de mudanças. Quanto maior for a diferença do valor de 50, maior será a taxa de mudança assinalada pelo índice.

     

    O índice de novos pedidos atingiu 50,5 em agosto contra 53,4 no mês anterior. "As respostas da pesquisa indicaram que, embora as condições de demanda no mercado interno tenham permanecido relativamente favoráveis, a desaceleração da economia mundial causou a queda da demanda externa".

     

    Pelo segundo mês consecutivo, o índice de novos pedidos para exportação registrou queda, atingindo 46,4 pontos em agosto, contra 47,8 no mês anterior e 48,8 em junho. "Os novos pedidos de exportação continuaram a cair em agosto, com a taxa de contração acelerando-se para o seu ponto mais rápido em um ano e meio. De um modo geral, os respondentes culparam o dólar americano pela queda mais recente", diz a pesquisa.

     

    A redução dos pedidos no mercado interno e externo refletiu no índice de contratação na indústria, que ficou em 51,3 em agosto, contra 54,5 no mês anterior. "As evidências da pesquisa indicam que os funcionários foram contratados em sintonia com as exigências de processamento de novos pedidos e para completar contratos existentes".

     

    O índice de preço de bens finais, sazonalmente ajustado, caiu para 54,4 pontos em agosto 58,9 (abaixo dos 58,9 de julho). Segundo o relatório, os fabricantes brasileiros aumentaram seus preços pela taxa mais fraca em quatro meses em agosto, devido aos custos mais altos de insumos.

     

    Fonte: O documento

     

    02-09-2008 | 11:09
     O governo britânico anunciou nesta terça-feira um pacote de investimentos e cortes de impostos para estimular o mercado imobiliário do Reino Unido. O premiê britânico, Gordon Brown, anunciou planos de disponibilizar 1 bilhão de libras (US$ 1,783 bilhão) para financiar as compras de imóveis, devido à escassez de crédito no mercado, causada pela crise das hipotecas "subprime" (de maior risco nos EUA).

     

    O ministro da Economia britânico, Alistair Darling, também eliminou o imposto sobre as compras de imóveis de valor abaixo de 175 mil libras (US$ 312 mil) como forma de incentivar as aquisições --o que pode poupar os compradores de uma despesa que pode chegar a 1.750 libras (US$ 3.122).

     

    Os preços dos imóveis no Reino Unido caíram cerca de 10,5% nos últimos 12 meses, segundo a Nationwide Building Society.

     

    O pacote deve ser anunciado hoje por Brown e pela ministra de Comunidades e Governos Locais, Hazel Blears. Com esse plano, os principais beneficiados serão compradores com renda familiar anual de menos de 60 mil libras (cerca de US$ 107 mil).

     

    Em alguns casos, o governo poderá também dar dinheiro às famílias com problemas nos pagamentos das hipotecas, em troca de uma participação na posse do imóvel. O governo também poderá comprar o imóvel da empresa hipotecária e alugá-lo à família por um valor compatível.

     

    O pacote pretende evitar que a economia britânica caia em recessão. A OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), no entanto, informou que a economia do Reino Unido deve registrar contrações de 0,3% e 0,4% nos dois últimos trimestres do ano, respectivamente. Tecnicamente, uma recessão acontece quando o PIB se contrai durante dois trimestres consecutivos.

     

    Para 2008 como um todo, a previsão de crescimento continua sendo positiva, 1,2%; a previsão anterior era de um crescimento de 1,8%.

     

    No dia 30 de julho, O presidente dos EUA, George W. Bush, assinou um plano de salvação para o setor imobiliário. Entre as medidas do plano, cerca de US$ 300 bilhões de empréstimos imobiliários devem ser garantidos pelo Estado para dar fôlego aos devedores porque as taxas de juros fixas em 30 anos estão em seu nível mais elevado em um ano. Além disso, US$ 3,9 bilhões devem ser concedidos aos grupos locais para recomprar e reabilitar os imóveis penhorados (o que a Casa Branca não queria aprovar no início).

     

    Fonte: Folha on-line
    02-09-2008 | 11:09
    A produção industrial do país desacelerou e subiu 1% em julho frente ao mês anterior, após avanço de 2,9% em junho, informou nesta terça-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De acordo com o instituto, o resultado indica um quadro positivo da atividade industrial, ainda que com um ritmo menor de crescimento.

     

    Em relação a julho do ano passado, foi verificada alta de 8,5%, o que indica um quadro de 25 altas consecutivas nesse dado comparativo. No acumulado dos últimos 12 meses, a produção industrial tem crescimento de 6,8%, ante 6,7% nos 12 meses imediatamente anteriores.

     

    No ano, a indústria teve incremento de 6,6%, em relação ao verificado de janeiro a julho de 2007.

     

    A Pesquisa Industrial Mensal demonstra que houve aumento de produção em 17 dos 27 ramos pesquisados em julho, na comparação com o mês anterior. O principal destaque ficou por conta da indústria de produtos químicos, que cresceu 4,2% no período. Também apresentaram alta as indústrias de máquinas e equipamentos (2%) e edição e impressão (5,6%).

     

    Por outro lado, os principais resultados negativos foram constatados nas produções de material eletrônico e equipamentos de comunicações (-7,6%), automobilística (-1,2%) e bebidas (-3%).

     

    Entre as categorias de uso, os bens de consumo duráveis tiveram queda de 5,2% de julho para junho. Os bens de consumo semi e não duráveis ficaram estáveis. A produção de bens intermediários registrou alta de 1,1%. Já a produção de bens de capital de julho subiu 1,2%.

     

    Na comparação com julho do ano passado, houve incremento da produção em 23 das 27 atividades analisadas. O IBGE destaca que julho de 2008 teve um dia útil a mais que o período correspondente no ano passado.

     

    A produção automobilística registrou expansão de 17,3% nessa base comparativa. Também avançaram as produções de máquinas e equipamentos (12,6%) e metalurgia básica (10%).

     

    Apresentaram queda, na relação com julho do ano passado, as produções de madeira (-13,7%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (-3,2%).

     

    Fonte: Folha on-line
    02-09-2008 | 11:09

     

    Em julho, produção cresceu 1,0% frente ao mês anterior. Entre mesmos meses, indicador completa 25 meses de alta.

     

    A produção da indústria brasileira cresceu 1,0% no mês de julho frente ao mês anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a variação, o indicador acumula alta de 6,6% no ano, acima da observada ao final do primeiro semestre (6,2%). O IBGE também revisou a taxa do mês de junho ante maio, de 2,7% para 2,9%. 

     

     

    Em relação a julho de 2007, o aumento verificado foi de 8,5%, completando uma seqüência de 25 meses de resultados positivos nesta base de comparação. Já nos últimos 12 meses a alta acumulada passou de 6,7% em junho para 6,8% em julho.

    Segundo o IBGE, na passagem de junho para julho tiveram destaque os desempenhos registrados por outros produtos químicos (4,2%), que acumula 12,2% em três meses de expansão, seguido por: edição e impressão (5,6%), máquinas equipamentos (2,0%) e fumo (12,9%).

    Por outro lado, as pressões negativas de maior impacto sobre a média geral foram observadas em material eletrônico e equipamentos de comunicações (-7,6%), veículos automotores (-1,2%), bebidas (-3,0%) e outros equipamentos de transporte (-3,4%). 

     

    Tendência


     

    A taxa de julho acentua a trajetória de crescimento dos índices de média móvel trimestral, considerado indicador de tendência, com o trimestre encerrado em julho superando em 1,1% o nível de junho, maior ritmo de incremento desde outubro de 2007 (1,5%).

    Na comparação entre meses de julho, a indústria de veículos automotores manteve-se na liderança da expansão, com alta de 17,3%, tendo o maior impacto na formação da taxa global. Em seguida, aparecem máquinas e equipamentos (12,5%) e metalurgia básica (10,0%).

    Na mesma base de comparação, as quatro atividades que mostraram queda foram, por ordem de importância: madeira (-13,7%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (-3,2%), perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-4,8%) e calçados e artigos de couro (-1,9%).

     

    Fonte: G1
    01-09-2008 | 10:09
         Após aumento de até 50% no preço dos tijolos na maioria das cerâmicas de Sinop e região, no primeiro semestre e a falta de produto por um determinado período devido a falta de matéria-prima, a maioria das empresa voltou a produzir normalmente.
         Mesmo com a normalização, as cerâmicas descartam voltar ao preço praticado anteriormente. Hoje, o milheiro de tijolo 6 furos, o mais vendido, custa em méida R$250 e R$280. O de oito furos, chega a R$350.
         
         Os empresários do setor justificam que alguns fatores como aumento está a alta nos preço da argila, óleo diesel, frete além do consumo da demanda ocasionaram o aumento do milheiro.
         
         A possibilidade de uma queda gradativa no preço deve surgir no final de setembro, com o início do período de chuvas, quando o ritmo de construções diminui.
          Fonte: 24 Horas News
    01-09-2008 | 10:09
    "A fúria do Estado não é pela arrecadação ou pelo aumento de tributos, mas sim pela ordem tributária a fim de se eliminar a concorrência desleal e predatória", garantiu o secretário de Fazenda, Eder Moraes Dias, ao contestar que a atual política fazendária quer colocar os empresários contra a parede.

    "Só quem sonega será fiscalizado, porque o sonegador desequilibra o princípio básico da concorrência justa de mercado, gera desemprego e desestabiliza qualquer setor econômico", assegura o secretário de Fazenda, em entrevista exclusiva ao Olhar Direto, ressaltando que o papel do Estado de manter o equilíbrio em cada segmento será cumprido.

    Na avaliação do secretário, só reclama quem não está cumprindo suas obrigações tributárias, porque o Estado apenas cumpre o seu papel de mediador do mercado. 

    "Do mesmo jeito que o mercado se protege contra os inadimplentes, o Estado está procurando se proteger contra quem sonega e quem pratica uma concorrência desleal ao não recolher os impostos de forma regular e injusta", salienta.

     

    Fonte: Olhar Direto
    01-09-2008 | 10:09
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou hoje (1) o crescimento da economia brasileira como responsável e duradouro. Na semana passada, ele apresentou uma espécie de radiografia do atual cenário econômico do país no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). De acordo com Lula, depois de mais de 20 anos de “economia atrofiada” com poucos investimentos e muito desemprego, o país entrou – a partir de 2003 – em um “novo ciclo de crescimento”.

    “A economia se estabiliza, a credibilidade nacional e internacional aumenta e os empresários brasileiros e o poder público começam a fazer os investimentos que o Brasil precisa para gerar os empregos e o desenvolvimento que tanto sonhamos.”

    Em seu programa semanal Café com o Presidente, ele destacou que a taxa de investimento no país cresce, atualmente, mais que o dobro do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Segundo ele, os números demonstram “confiança” nas políticas de governo, nas leis aprovadas pelo Congresso Nacional e na importância do Brasil no cenário mundial.

    “No fundo, todo mundo sabe que na hora que o empresário faz o investimento, esse investimento vai gerar emprego e um consumidor, que vai ser comprador. Portanto, ele vai consumir, vai aumentar mais a demanda e vai ser preciso mais investimento.”

    Para o presidente, esta é a receita para que o Brasil se transforme “definitivamente” em um país de economia rica e com justiça social. A principal tarefa, de acordo com ele, é equilibrar o crescimento econômico e a distribuição de renda.

    Lula afirmou, entretanto, que o “sacrifício” enfrentado pelo país para que alcançasse o atual ciclo de desenvolvimento “ainda não passou” e que é preciso “cautela” e “ousadia”, por exemplo, no controle da inflação.

    “Controlar a inflação não é apenas responsabilidade do governo. Temos alguns instrumentos e o povo tem outros. Na medida que o povo percebe que um determinado produto está subindo muito de preço, precisa deixar de comprar aquele produto para que ele volte ao preço norma.”.

     

    Fonte: Olhar Direto
    01-09-2008 | 10:09
    O Projeto de Lei Complementar de autoria do executivo municipal que amplia de 4 para 6 meses a licença-maternidade das servidoras públicas de Cuiabá será apreciado na terça-feira (02-09), a partir das 9h, em sessão da Câmara Municipal. Conforme o documento, a prorrogação será garantida à funcionária mediante requerimento efetivado até o final do primeiro mês após o parto. Durante esse período, terá direito à remuneração integral, mas não poderá ter nenhum outro vínculo empregatício. Se a proposta for aprovada, Cuiabá será a 100ª cidade adotar a medida. 

    A proposta acrescenta o parágrafo 5º e altera o artigo 105, da Lei Complementar nº 093/2003. Já foi colocada em discussão no local pelo vereador Edivá Alves no dia 21 de agosto, mas não entrou em pauta porque a sessão foi encerrada antes do previsto por falta de quorum. O texto foi elaborado pelo executivo municipal a partir dos itens de orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria, que realiza uma campanha nacional pela ampliação da licença-maternidade.

    A mudança se baseia no processo biológico natural e ideal, embora não único, para a construção da ligação afetiva que ocorre no primeiro ano de vida da criança a partir do aleitamento materno. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a amamentação além de permitir nutrição ao bebê, a partir do contato físico com a mãe, gera identificação recíproca e “o despertar” de resposta e estímulos sensoriais e emocionais. A recomendação é aleitamento materno exclusivo nos 6 primeiros meses de vida. Mesmo para aquelas que não conseguirem oferecer leite humano, o direito é garantido pela Constituição Federal.

    O secretário-adjunto de Assistência Social e Desenvolvimento (Smasdh), o pediatra Euze Carvalho, explica que a implantação significa um avanço para a sociedade. No país, outros 99 municípios aderiram. Em Londrina, cidade do Paraná que tem cerca de 600 mil habitantes, praticamente igual à Capital mato-grossense, a experiência tem sido positiva. Ao contrário do que se esperava, em dois anos de implantação, só 85 mulheres utilizaram o benefício, o que não provocou nenhum impacto nas finanças públicas.

    Por ser profissional da área, explica que o aleitamento materno traz inúmeras vantagens e inclusive economia nos setores da saúde, já que as crianças têm menos chances desenvolver vários tipos de infecções, as intestinais e a hepatite A são mais freqüentes. Pesquisas científicas já comprovaram que amamentar previne doenças também nas mulheres, câncer de mama, ovário e diabetes compõem algumas delas. Do ponto de vista nutricional, o leite materno contém todos os ingredientes de que a criança precisa nos primeiros meses de vida.

    Avanço Nacional – O projeto de lei 281/2005 de ampliação de 4 para 6 meses da licença-maternidade da senadora Patrícia Saboya foi aprovada no último dia 13, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Passa a ter validade para as empresas privadas a partir da sanção do presidente, que deve ocorrer até o final desse ano. No setor público, a partir de 2010. A mudança não é obrigatória, sim facultativa. Um Programa Empresa Cidadã oferecerá incentivos fiscais para empresas que prorrogarem o tempo de permanência das mamães em casa.

     

    Fonte: Olhar Direto
    01-09-2008 | 10:09
    Um grande programa de modernização à gestão pública, que deverá revolucionar os conceitos de administração e provocar uma forte sinergia em diversas áreas do governo estadual, será lançado no próximo dia 3 de setembro, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt). Para a assinatura do plano de trabalho do Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP), que tem custo estimado de R$ 9 milhões, estará em Cuiabá o presidente de honra do MBC e presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, e o diretor-presidente do MBC, Cláudio Gastal. Pelo lado do governo assinam o convênio o governador Blairo Maggi e o secretário de Fazenda, Éder de Moraes Dias.

    “[O PMGP] será o maior legado do governador Blairo Maggi às futuras administrações”, define Éder Moraes. Segundo ele, além de permitir a ampla modernização da gestão pública, o programa – inspirado no trabalho que está sendo realizado em vários estados - dará também uma forte contribuição à área da Tecnologia da Informação (TI), com foco sempre voltado para o melhor desempenho da máquina pública e o aumento da arrecadação e dos investimentos em áreas estratégicas do Estado. “O trabalho será realizado com base em novos procedimentos, simplificação dos processos e na celeridade da administração por meio de uma gestão eficiente, moderna e competitiva”, explica o secretário.

    Ele acredita que os resultados efetivos começarão a aparecer 120 dias após a conclusão do diagnóstico sobre a administração nas áreas de fazenda, segurança, meio ambiente, administração, planejamento e trânsito. A consultoria para a melhoria de resultados e modernização institucional será disponibilizada pelo Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), por meio do MBC e da Fiemt. Aproximadamente 400 servidores do quadro efetivo das secretarias serão treinados para repassar a metodologia de gestão para resultados.

    O INDG é responsável pelo bem sucedido programa de modernização da gestão de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas e Sergipe. Os serviços apresentam diferenciais em relação aos existentes no mercado, pois visam à obtenção de resultados rápidos.

    A iniciativa de contratação do INDG partiu do secretário Eder Moraes tão logo assumiu a Sefaz, há mais de seis meses, por considerar o programa de modernização da gestão um dos mais completos do País. "O programa vai atacar não só o controle de custos e a melhoria de receita, mas também vai atender à expectativa de melhoria de serviços de segurança pública e meio ambiente, o que melhora a atmosfera de negócios em Mato Grosso", afirmou o secretário.

    Na área da segurança pública o projeto tem a finalidade de auxiliar o Estado a reduzir índices de criminalidade, por meio do sistema de gestão em foco de resultados. Também fazem parte do projeto o planejamento estratégico e reestruturação organizacional da Secretaria de Justiça e Segurança Pública.

    Na Secretaria de Meio Ambiente o projeto visa melhorar os indicadores do meio ambiente através da definição de metas em seu planejamento estratégico e pela readequação de processos críticos, de modo que Mato Grosso esteja entre os estados com os melhores resultados nestes indicadores, visando, sobretudo, reduzir os prazos para concessão de licenças ambientais e o desmatamento ilegal por corte raso, aumentar o número de propriedades rurais licenciadas, diminuir os focos de calor no período proibitivo de queimadas, ampliar área sob regime de manejo florestal de uso múltiplo e aumentar a recuperação de áreas degradadas e reserva legal. (MM)

    Fonte: Diário de Cuiabá
    01-09-2008 | 10:09
    A indústria britânica precisa diminuir sua pegada ecológica, ou seja, a marca que deixa no planeta pela atividade, e deve começar o processo nos próximos dois ou três anos. Quem diz isso é o próprio setor, em um estudo encomendado pela Confederação Britânica de Indústrias (CBI), que será apresentado amanhã no Brasil. O grupo de trabalho responsável pelo estudo, formado por 18 das maiores empresas do país, emite aproximadamente 370 milhões de toneladas de CO2, o equivalente a cerca de 1% das emissões globais de gases do efeito estufa. São companhias que empregam quase 2 milhões de pessoas no mundo e geram uma receita anual de US$ 1,8 trilhão de dólares. As cem maiores empresas da Grã-Bretanha respondem, sozinhas, por cerca de 1,5% de todo o CO2 que é emitido anualmente no planeta.

     

    O relatório sugere uma série de medidas, entre elas investir pesadamente em eficiência energética, incorporar políticas de baixa emissão de carbono, inclusive com o envolvimento dos funcionários, medir sistematicamente suas emissões e fornecer essas informações aos consumidores, de forma transparente. Pede do governo britânico, em contrapartida, incentivos, regulamentação e estruturas tributárias, além de investimentos no desenvolvimento de novas tecnologias e do estabelecimento de um preço real e de longo prazo para o carbono, cujo mercado eles esperam que se expanda.

     

    As empresas não assumem uma meta para o setor, mas dão o exemplo ao detalhar seus próprios objetivos. No máximo, dizem que "os setores industrial e de transportes podem contribuir juntos com 40%" das reduções necessárias. "As metas do governo para 2050 são ambiciosas, porém viáveis, tanto do ponto de vista operacional quanto econômico, desde que todos comecemos a agir imediatamente", descreve o relatório.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-09-2008 | 10:09

    Diploma na mão, emprego garantido. Essa é a realidade dos alunos que concluem o ensino superior nas Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs). Levantamento feito pelo Centro Paula Souza, responsável pelas instituições, mostra que 93,2% dos que se formaram em 2007 estão trabalhando. Deles, 60% em empresas de grande e médio porte. A área com maior índice de empregabilidade é Tecnologia da Informação (TI): 96,7% dos que concluíram em 2007 o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas estão inseridos no mercado de trabalho. O curso é um dos mais concorridos da Fatec, com 15 candidatos por vaga.

     

    Os cursos que formam tecnólogos, como são chamados os profissionais que se formam em faculdades de tecnologia, duram em média três anos e dão diploma de nível superior. A diferença com relação aos bacharelados é que sua formação é focada no mercado de trabalho, com poucas disciplinas teóricas. O currículo dos cursos oferecidos pelas Fatec, na maioria, são elaborados em parceria com o setor produtivo, o que prepara o profissional para atender às necessidades específicas das empresas da área em que estuda. Outro fator que contribui para a alta empregabilidade é o alinhamento dos cursos com os segmentos das empresas próximas às faculdades. Isso acaba levando chefes de recursos humanos a procurarem por tecnólogos antes mesmo de concluírem o ensino superior.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-09-2008 | 10:09
    Prêmio - Na solenidade de lançamento do Programa Modernizando a Gestão Pública, a Fiemt também vai lançar, em âmbito estadual, o Prêmio MPE Brasil, que compõe o programa MT Competitivo, resultado do convênio entre o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT), que integra o Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt).

     

    16º Edição - O prêmio, que está em sua 16ª edição, é uma realização conjunta do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Grupo Gerdau, Grupo RBS e conta com o apoio do Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

     

    Com o intuito de premiar os empreendedores que colocam em prática a gestão inovadora para se tornarem cada vez mais competitivos no mercado, com produtos de qualidade e boa produtividade, o Prêmio MPE Brasil reconhece nacionalmente empresas que aplicam sistemas de melhoria contínua.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-09-2008 | 10:09
    O emprego cresce na indústria e rouba mão-de-obra do comércio, que está contratando em ritmo acelerado para repor os trabalhadores no momento em que o consumo está em franca expansão. A rotatividade da mão-de-obra do comércio aumentou neste ano especialmente em regiões onde há forte concentração de indústrias automobilísticas, siderúrgicas e sucroalcooleiras, atestam grandes redes de supermercados. Com salários mais elevados e sem jornada regular de trabalho nos finais de semana e feriados, as indústrias atraem trabalhadores de outros setores. Em julho, a população ocupada na indústria aumentou 5,8% nas seis principais regiões metropolitanas do País em relação ao mesmo mês de 2007, segundo o IBGE.

     

    A taxa de crescimento na indústria supera a registrada na ocupação como um todo no País, que foi de 4% no período. Já no comércio, a expansão foi de apenas 2,3%.

     

    O comércio é tido como porta de entrada para o mercado de trabalho para muitos brasileiros, pois não exige muita experiência e abriga boa parte da informalidade. "Quando a economia melhora, a migração entre empresas e setores aumenta na medida em que as oportunidades de trabalho se ampliam", diz o professor do Instituto de Economia da Unicamp Cláudio Dedecca. "O comércio acaba sendo doador de mão-de-obra para outros setores".

     

    Estudo feito pelo professor a pedido da Agência Estado, com base nos dados da Relação Anual de Informações (RAIS), do Ministério do Trabalho, mostra aumento na migração dos trabalhadores entre setores e empresas de 2003 a 2006 na Região Metropolitana de São Paulo. De acordo com a RAIS de 2006, a última disponível, 8,8% dos trabalhadores que estavam empregados formalmente no dia 31 de dezembro daquele ano, e também no ano anterior, tinham mudado de emprego e de setor.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-09-2008 | 10:09
    O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), lança na quarta-feira (03/09), às 8h30, no salão nobre do Palácio Paiaguás, em Cuiabá, o Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP), em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt). O plano de trabalho do programa em Mato Grosso será assinado pelo governador Blairo Maggi, o presidente de Honra do MBC e presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, o diretor-presidente do MBC, Claudio Gastal, e o secretário de Fazenda, Eder Moraes.

     

    Por meio do MBC e da Fiemt, será contratado o Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), do consultor Vicente Falconi, para disponibilizar consultoria para melhoria de resultados e modernização institucional nas áreas da Fazenda, Segurança, Meio Ambiente, Administração, Planejamento e Detran. O convênio vai custar em torno de R$ 9 milhões.

     

    A consultoria deverá treinar aproximadamente 400 servidores do quadro efetivo das áreas trabalhadas, e repassar a metodologia de Gestão para Resultados. O INDG é responsável pelo bem sucedido programa de modernização da gestão de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas e Sergipe. Os serviços apresentam diferenciais em relação aos existentes no mercado, pois visam à obtenção de resultados rápidos.

     

    A iniciativa de contratação do INDG partiu do secretário Eder Moraes, assim que assumiu a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, há mais de seis meses, por considerar o programa de modernização da gestão um dos mais completos do país. "O programa vai atacar não só o controle de custos e a melhoria de receita, mas também vai atender a expectativa de melhoria de serviços de segurança pública e meio ambiente, o que melhora o ambiente de negócios em Mato Grosso", afirmou o secretário.

     

    Ao Estado caberá seguir a cartilha e promover as ações estabelecidas na Lei Orçamentária Anual (LOA), que podem levar a um aumento real da receita do ICMS e do IPVA em R$ 218 milhões e uma economia de R$ 70 milhões no custeio da máquina pública, até o final de 2010. Isso visa a garantir o crescimento sustentado da receita estadual, aumentando a capacidade de investimento em obras de infra-estrutura econômica e social, e a reduzir os gastos em toda a estrutura governamental.

     

    Fonte: Gazeta digital
    01-09-2008 | 10:09
    A Receita Federal irá permitir, a partir de amanhã, o parcelamento de débitos de tributos para quem já aderiu a outros programas desse tipo. O contribuinte poderá dividir valores de até R$ 100 mil por tributo em um prazo de até 60 meses. Estão excluídos apenas os débitos previdenciários.

     

    A técnica da Coordenação de Arrecadação e Cobrança da Receita, Neuza Silva, explicou que a Lei 10.522, de julho de 2002, havia vedado o parcelamento de alguns tributos, como o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), e a possibilidade de haver mais de um parcelamento por contribuinte no mesmo tributo.

     

    A partir de hoje, a Receita, no entanto, estará implementando a Portaria 222, de junho de 2005, que derrubou estas proibições. Com isso, o contribuinte poderá solicitar o parcelamento de vários tributos, desde que no limite de R$ 100 mil para cada um, mesmo que já tenha outros parcelamentos. A permissão vale, inclusive, para o IRRF ou tributos e contribuições retidos ou descontados de terceiros e não recolhidos.

     

    Para débitos acima do valor de R$ 100 mil continuam valendo as vedações estabelecidas na Lei 10.522. Outra novidade é que a solicitação de parcelamento deve ser feita exclusivamente na página da Receita na internet, www.receita.fazenda.gov.br.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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