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Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018
NOTÍCIAS
    13-10-2008 | 12:10
    O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou que o Brasil deve criar pouco mais de 2 milhões de empregos em 2008, marca que vai superar em 31,8% a geração de 1,517 milhão de postos de trabalho gerados em 2007. "O Brasil entrou no paradigma do círculo virtuoso. É impressionante como o país está crescendo em todas as suas regiões, sobretudo nas cidades do interior. Os investimentos estão registrando fortes níveis de expansão. A Petrobras está descobrindo novos poços de pré-sal. Tudo conspira a favor do país, que está se tornando uma Meca dos investimentos."

     

    Lupi disse que a criação de empregos em agosto deverá bater novo recorde para todos os meses de agosto na história. Embora não tenha dado mais detalhes sobre o número de postos de trabalho que serão criados, ele estima que, no mês passado, no acumulado em um ano, a geração de postos de trabalho deve ficar próxima a 2 milhões de vagas.

     

    Na avaliação dele, que deixou claro que está empolgado com a expansão do nível de atividade do país, a economia nacional deve registrar um crescimento de 6% em 2008, o que superaria a marca de 5,4% de elevação do PIB apurado em 2007. "Muitos especialistas riram quando eu disse, no início do ano, que o Brasil iria apresentar um crescimento muito forte em 2008. Agora, com a expansão (de 6,1% do PIB no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2007), acredito que estão reconsiderando suas avaliações."

     

    No terceiro seminário "Capital e Trabalho, Compromisso Estratégico para a Sustentabilidade", realizado em São Paulo, o ministro reforçou a avaliação do presidente Lula de que o Brasil está no caminho certo para registrar um crescimento robusto de longo prazo, porque consegue avançar os fundamentos macroeconômicos ao mesmo tempo que mantêm a inflação sob controle. "A inflação é ruim para o trabalhador, ela só ajuda quem especula. Portanto, esse é um valor conquistado pela sociedade que precisa e vai ser preservado."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-10-2008 | 12:10
    O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, afirmou que a dissensão registrada na última reunião do Copom, na qual três diretores votaram pela redução do ritmo de alta dos juros de 0,75 ponto percentual em julho para 0,50 ponto percentual, indica que a Selic não deverá subir até o final do ano com a mesma intensidade prevista por analistas antes daquele encontro.

     

    "Hoje há de certa maneira um descolamento entre a perspectiva da inflação, que está em queda, e os prognósticos (de especialistas) relativos à necessidade de elevação das taxas de juros", afirmou. Pochmann ressaltou que o recente movimento de alta da inflação que atingiu o Brasil veio em boa parte do exterior, especialmente por meio do preços de commodities.Nesse contexto, segundo ele, o poder do aumento de juros para conter a alta dos índices de preços é residual. O presidente do Ipea destacou que caso ocorra uma inflação de demanda, o que na sua opinião não está ocorrendo, então o aumento da Selic se tornaria eficiente para corrigir a alta do custo de vida.

     

    Na avaliação de Pochmann, há fatores que justificam o entusiasmo com a evolução recente da economia manifestado por autoridades do governo e empresários, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Conselho Administrativo do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter.

     

    "Há razões para o otimismo depois de duas décadas muito difíceis, quando a taxa de investimento não crescia, o nível de expansão (do PIB) era muito baixo e o desemprego estava muito elevado", comentou. "Hoje estamos crescendo duas vezes mais do que a média do patamar registrado nos anos 1990", afirmou o presidente do Ipea. Contudo, ele manifestou que as contas nacionais devem registrar no segundo semestre, especialmente no último trimestre, uma desaceleração do nível de atividade devido, entre outros fatores, ao aperto monetário adotado pelo Banco Central a partir de abril.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    13-10-2008 | 12:10
    Mato Grosso experimenta grande desenvolvimento, consolidando-se como um estado de inúmeras possibilidades aos que desejam investir e prosperar em solo fértil. Recentemente disse, no exterior, que nosso estado cresce mais que o Brasil. A frase causou bom impacto, e não soou por momento algum como orgulho exagerado. Pelo contrário, encheu os olhos de potenciais investidores. O crescimento local é registrado em todos os setores: comércio, indústria, agropecuária e serviços.

    Tenho falado em nível nacional e internacional, o quanto Mato Grosso tem posição privilegiada no contexto econômico e não digo isso com palavras rasas, sem base. Sempre argumento com dados reais, apresentando diagnósticos, como o levantamento feito por técnicos da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), uma espécie de raio x da economia local. Um trabalho feito com muita responsabilidade, cruzando-se dados de respeitadas organizações, a exemplo do Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia -IBGE e Ministério de Indústria e Comércio.

    Queremos abrir novos mercados, despertar a atenção de grandes investidores e adotar uma linha direta com organizações empresariais facilitando assim a apresentação dos nossos números para grupos de interesse, através de reuniões, palestras e workshops. Nos últimos cinco anos, o crescimento anual registrado em Mato Grosso, foi de 7,6%, quase o dobro, em relação ao Centro Oeste, que obteve o índice de 4% e mais que o triplo do nacional, sendo que o Brasil cresceu 2,5%.

    Para se ter uma idéia, o nosso Produto Interno Bruto - PIB, em três anos, de 2005 a 2008, teve uma elevação de 56,50%. Neste ano está na ordem de R$ 43.647 bilhões, é um dos maiores da vasta região amazônica, perde apenas para o Pará. Vale destacar, entretanto, que o Pará tem uma população de sete milhões de habitantes, ao passo que Mato Grosso não chega a três milhões. Um percentual que deve ser levado muito em consideração.

    Mato Grosso tem outra boa performance que merece destaque, que refere-se a ao crescimento da sua renda per capita. Conforme índices disponibilizados pelo IBGE, em 1994, Mato Grosso ocupava o 11° lugar no ranking nacional, com renda de R$ 1.728,00, ao passo que a do Brasil era R$ 2.227,00. Já em 2005, o quadro era diferente, o Estado sendo a per capita do Brasil R$ 11.658,00, e a de Mato Grosso R$ 13.365. No último levantamento do IBGE, entretanto, Mato Grosso ocupava a 6ª colocação no ranking dos estados brasileiros e hoje já tem projetado, que encontra-se na 4ª colocação.

    Os dois desempenhos apresentados ganham ainda mais força quando acrescentamos, à performance mato-grossense, os números de empresas incentivadas pelo governo nos últimos cinco anos, 877, que obedecem a seguinte distribuição: 366 pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial - Prodeic, 297 pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial - Fundeic e 214 pelo Fundo Constitucional do Centro Oeste - FCO. Juntas investiram localmente R$ 6 bilhões e geraram mais de 300 mil empregos, entre diretos e indiretos.

    Na próxima semana, estarei coordenando uma nova missão técnica empresarial ao exterior, a terceira deste semestre. Será sem dúvida, outra importante oportunidade para falarmos sobre o nosso potencial, mostrar estes e outros números relevantes e prospectarmos negócios na china. Os Tigres Asiáticos crescem em média 8% ao ano, e estamos chegando lá.



    * PEDRO NADAF é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/MT

    Fonte: Diário de Cuiabá
    13-10-2008 | 12:10
    A venda de imóveis no país não pára de crescer. No entanto, o sonho da casa própria exige muita atenção. O brasileiro está cada vez mais cauteloso na hora de assinar um contrato de longo prazo.

    Quem compra um imóvel na planta - aquele que ainda vai ser construído - investe em um futuro que antes prometia prosperidade, mas hoje parece incerto com a crise internacional.

    Um exemplo é o caso de Márcio e da auxiliar de Recursos Humanos Taís Guedes da Silva. O casamento deles está próximo, mas a casa própria pode estar um pouco mais distante. “A gente fica mais na dúvida ainda: será que vai, será que não vai, será que a gente faz, será que a gente não faz. A gente pensa bastante. Já estava pensando antes, agora mais ainda”, diz ela.

    Susto

    Nos estandes das construtoras, nem mesmo uma banda musical consegue atrair o cliente. Sábado costuma ser um dia movimentado nos estandes, mas hoje havia pouca gente. A quebradeira no sistema financeiro mundial e a notícia de que as ações de construtoras brasileiras estão em queda livre assustam, mas ainda não atingem o comércio de imóveis, diz o gerente Fabio Romagnoli.

    “A gente continua a todo vapor, estamos tendo excelentes resultados de vendas. Então o consumidor não enxergou a crise aqui nos nossos produtos”, declara.

    Precaução

    O mercado imobiliário brasileiro está no melhor momento dos últimos vinte anos. No entanto, como a crise é grave e pode se mais longa do que se imagina, por precaução as construtoras reduziram em 30% o número de projetos de novos empreendimentos. “Nós vamos concluir essas obras que estão sendo feitas hoje e diminuir o que virá pro futuro”, afirma o presidente do Sindicato da Habitação-SP Fábio Rossi Filho.

    O problema é que parte do dinheiro gasto num empreendimento vem de bancos estrangeiros, que estão com os empréstimos praticamente suspensos. “Houve uma deterioração a respeito das expectativas pra daqui cinco anos, pra daqui dez anos, isso sim. Mas não em relação ao curto prazo”, garante o professor de finanças do Ibmec Ricardo José de Almeida.

     

    Fonte: Olhar Direto
    13-10-2008 | 12:10
    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, descartou nesta sexta-feira que o governo faça qualquer revisão no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) diante da crise nos mercados financeiros internacionais.

     

    Dilma acrescentou que o Brasil não pode se contaminar ou disseminar o pânico diante da volatilidade dos mercados.

     

    Segundo a ministra, o PAC está "em pleno regime de cruzeiro" e teve seu nível de execução "bastante elevado" em relação ao ano passado, quando passou pelas fases de projetos, obstáculos e problemas ambientais.

     

    De acordo com a ministra, "não há a menor previsão de revisão do PAC, para cima ou para baixo".Ao participar do Fórum CEOs Brasil-EUA, Dilma disse que o PAC "é o programa anticíclico que assegura um nível de investimento bastante razoável no Brasil".

     

    Todas operações contratadas do PAC serão asseguradas pelo governo e o BNDES garantirá que haja recursos, disse ela.

     

    "O investimento é que assegura o trânsito do Brasil na crise econômica", destacou.Para Dilma, "as condições internas e os fundamentos do país são robustos" e, por isso, não vê porque o Brasil "deva disseminar o pânico".

     

    A ministra voltou a ressaltar os sinais de solidez da economia brasileira, como o volume "muito significativo" de reservas, a inflação dentro da meta e uma política fiscal "inequivocamente robusta.Ela acrescentou que as dívidas externa e interna do país não estão denominadas em dólar, como em 1999, "o que nos permite afirmar que as condições para dentro da economia brasileira são as melhores dos últimos 20 anos".

     

    Questionada sobre a possível ajuda do governo a empresas em dificuldade, Dilma afirmou que "o governo tem perfeita clareza de que uma das funções que lhe cabe é assegurar e prover o crédito".Ela destacou, no entanto, que "o governo não pretende socializar perdas e nem foi procurado por nenhuma empresa para isso".

     

    A ministra esclareceu que a ajuda, se houver, se dará por linhas de financiamento "e elas são pagas, não são nenhum presente".

     

    Dilma acrescentou que "ninguém tem dúvida de que essa é uma crise que tem um componente de fora muito grande" e que as empresas que já declararam perdas pela disparada do dólar "são empresas de grande envergadura e com plenas condições de pagar seus investimentos".Em sua opinião, a crise foi motivada pela busca do "lucro abusivo, a partir de uma ganância exagerada", seguida por uma incerteza em saber quais eram os ativos bons e os podres.

     

    Fonte: Mídia News

     

    11-10-2008 | 10:10
    O fortalecimento da classe sindical dos principais segmentos da indústria norte-rio-grandense é o maior objetivo do 1º Encontro Estadual da Indústria, que tem início hoje à tarde, às 16h, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern).

    O evento reúne representantes dos 27 sindicatos filiados à Fiern, empresários associados, profissionais e especialistas ligados direta ou indiretamente aos diversos setores da indústria potiguar, com vistas a discutir questões como tributação, associativismo e desenvolvimento do setor. Para o presidente da federação, Flávio Azevedo, é importante destacar que o encontro não reúne apenas a figura dos sindicatos, mas os principais segmentos econômicos do estado representados através dessas entidades.

    ''O nosso foco é dar aos industriais organizados por segmentos de classe a idéia de que se organizando em torno de um sindicato eles podem melhorar a competitividade de suas empresas'', aponta Azevedo, que abrirá o evento com uma palestra sobre o fortalecimento da gestão sindical. O Encontro foi precedido por Sessões Temáticas realizadas de 25 a 29 de agosto na Casa da Indústria, coordenadas pelo primeiro vice-presidente da Fiern, Amaro Sales.

    Durante os debates, foram discutidos temas como inovação e produtividade na indústria, sistema trabalhista e os impactos na competitividade industrial, complexidade do sistema tributário, desafios para a indústria e inserção internacional da economia brasileira.

     As sessões contaram com explanações de autoridades e especialistas nos temas, com o objetivo de oferecer aos empresários mais subsídios para avaliarem os assuntos da pauta de discussão.

    Em seguida, os industrias efetuaram a classificação, segundo o grau de importância, dos assuntos focados e que serão levados ao 3º Encontro Nacional da Indústria, promovido pela CNI, nos dias 28 e 29 de outubro, em Brasília.

     Hoje, depois da palestra de Azevedo, o diretor de Operações da CNI, Rafael Lucchesi, apresenta uma palestra sobre o papel do Sistema Indústria para o desenvolvimento brasileiro, a partir das 16h15.

    Logo depois da apresentação será mostrado um vídeo produzido pela CNI, sobre o tema ''Ação Associativa - Construindo o futuro''.

    A partir das 17h o consultor de Associações Empresariais da Baviera, Alemanha, Paulo César Ferreira, ministra palestra sobre os entraves para a operacionalização eficiente dos sindicatos. A programação do 1º Encontro da Indústria ainda inclui uma palestra do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil da grande Florianópolis e da Câmara de Desenvolvimento da Construção da Fiesc, Hélio Barros, que irá falar sobre o associativismo como base para o fortalecimento do sindicato e da indústria, a partir das 17h40.

    Em seguida, por volta de 18h20, o primeiro vice-presidente da Fiern, Amaro Sales, apresenta o posicionamento da federação potiguar na defesa dos interesses da indústria local, que será debatido no 3º Enai. A partir das 18h40, a secretária da Receita Federal do Brasil, Lina Vieira, apresenta seu posicionamento sobre o tema ''Tributação e crescimento - o desafio para a indústria do Rio Grande do Norte'' e, ao término da palestra, Flávio Azevedo faz o pronunciamento de encerramento do encontro.

     

     

    Fonte: CBIC
    11-10-2008 | 10:10
    Algumas das empresas de capital aberto que atuam no setor divulgaram nos últimos dias notícias que demonstram essa situação.

    Ontem, a Rossi Residencial - empresa paulista de capital aberto, que no Paraná atua em parceria com a incorporadora Thá - anunciou que deverá reduzir seus lançamentos em 14% este ano e em 25% em 2009.

    Thá e Rossi têm dois lançamentos previstos para este segundo semestre em Curitiba, os empreendimentos Universe Life Square (no Centro) e o Vida Bella Praças Residenciais (no bairro Atuba).

    Segundo as duas empresas, ambos os lançamentos devem ser mantidos. Na quarta-feira, a também paulista Agra Incorporadora revisou sua previsão de lançamentos, que somariam R$ 2,1 bilhões, para R$ 1,4 bilhão, valor equivalente ao do ano passado.

    Dois dias antes, a Cyrela havia anunciado que as negociações para compra da Agra estavam desfeitas.

    Tanto Agra quanto a Abyara (esta última que tem dois empreendimentos em Curitiba que ainda não estão em fase de construção e deve lançar outros dois até o fim do ano) anunciaram que reduziram seu estoque de terrenos - ou seja, se desfizeram de áreas que haviam comprado para construir condomínios. Executivos paranaenses com experiência na área estão otimistas com a retomada, embora admitam que o momento seja delicado.

    Se os problemas no setor levarem a atrasos na entrega ou - num caso extremo - ao cancelamento de empreendimentos já lançados, a credibilidade de todas as empresas pode ser afetada.

    "Se isso ocorrer, podemos ter uma crise tão dura quanto a da Encol", diz uma executiva do segmento imobiliário.

     

     

    Fonte: CBIC
    11-10-2008 | 10:10
    Não há nenhuma razão para que comece a encolher o crédito para o setor privado brasileiro simplesmente porque ele está encolhendo para o setor privado dos Estados Unidos.

    Há diferenças fundamentais de funcionamento entre os dois sistemas financeiros: lá, a onda de desregulamentações, depois da crise dos anos 80, permitiu o desenvolvimento dos mecanismos perversos que levaram ao desastre; no Brasil, o movimento foi na direção contrária, principalmente na sucessão da crise que levou ao Proer no meio da década dos 90. O Banco Central foi desenvolvendo instrumentos de controle cada vez mais rígidos e aperfeiçoou as técnicas de fiscalização de tal sorte que hoje o sistema bancário brasileiro é um dos mais hígidos no mundo (e como tal é reconhecido nos organismos financeiros internacionais). Este é um trunfo de que nos temos valido para impedir o contágio maior de problemas devido à quebradeira da banca no Hemisfério Norte.

    Temos um sistema de depósitos compulsórios elevados que permite ao Banco Central manobrar para ir substituindo o crédito externo pelo crédito interno, atendendo setores prioritários como o das exportações e o financiamento das importações essenciais para manter o ritmo dos investimentos e a absorção de tecnologia. O governo demonstrou que está pronto a usar os instrumentos que preservou durante estes últimos anos para que não falte crédito para setores estratégicos como o da habitação e o da agricultura, que garantem o emprego e a oferta de alimentos. As perturbações nos mercados financeiros lá fora ainda vão continuar por um bom tempo, o desenvolvimento da economia mundial dificilmente será retomado antes de uns 18 meses, mas isso não quer dizer que o Brasil deva abdicar de seu próprio crescimento. Da mesma forma que na questão do crédito, não há por que ceder ao contagio dos problemas externos e simplesmente aceitar crescer 2% do Produto anuais, depois de termos recuperado um crescimento robusto superior a 5% em 2007/2008, depois de 25 anos de mediocridade.

     Com as taxas de crescimento atual de 3,6% do PIB per capita, retomamos a capacidade de dobrar a renda dos brasileiros em 18 anos, portanto em menos de uma geração, enquanto se voltarmos à mesmice anterior a renda só vai duplicar a cada 60 anos.

     O Brasil dispõe de recursos humanos e materiais que pode mobilizar para manter um ritmo de crescimento superior a 4% e mesmo se aproximar dos 5% em 2009 e 2010.

    Nesses momentos é importante apoiar a iniciativa do presidente Lula, que decidiu ir ao encontro dos empresários e trabalhadores para renovar as garantias de que os investimentos e os empregos vão continuar.

    Ele aproveitou a última segunda-feira para demonstrar esse seu empenho durante a entrega da Plataforma P-51 da Petrobras, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

    Dirigindo-se aos trabalhadores que o aguardavam no estaleiro, em meio a uma chuva torrencial, ele deu o seguinte recado simples e direto, sobre a tormenta mundial: "Continuem fazendo as mesmas coisas que vocês faziam.

    Durante muitas semanas vai se falar em crise no mundo.

    A bolsa vai subir e descer... Não se abalem, porque este país se encontrou com o seu destino".

     

    Fonte: CBIC
    11-10-2008 | 10:10
         A Câmara de Política Agrícola e Crédito Rural da Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder), aprovou em sua 15ª Reunião nesta quarta-feira, (08.10), 63 cartas-consultas para projetos de investimento em Mato Grosso, totalizando R$ 89.702.540,89 milhões, dos Recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste – FCO.
         
         Em 2003, tinham sido gerados 55.700 empregos, em 2008 o número de empregos gerados já supera 436.000 postos de trabalho.
         
         De acordo com o Superintendente de Política Agrícola Luiz Carlos Alécio, os recursos aplicados em Mato Grosso estão gerando empregos diretos e indiretos. “Lembramos que, até setembro desse ano, dos 141 municípios, 130 já foram contemplados com o Recurso. O objetivo da SEDER é que todos os municípios do Estado recebam os recursos oriundos deste fundo”, afirmou. .
         
         Durante a reunião o Engenheiro Agrônomo Valter José Peters, gerente de pesquisas da EMBRAPA e o Engenheiro Agrônomo Flávio Jesus Wruck , pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão e fizeram uma explanação sobre “Integração Lavoura e Pecuária no Mato Grosso”, e apresentaram alternativas de novas oportunidades, os procedimentos de transferência de tecnologia e da lei da proteção das sementes.
         
         FCO - Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste, mediante financiamentos direcionados às atividades produtivas, voltados aos setores econômicos industrial, agroindustrial, agropecuário, mineral, turístico, comercial e de serviços.
         
         A área de atuação do FCO abrange o Distrito Federal e os Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
         
         
         Estiveram presentes e participaram da reunião o secretário Neldo Egon Weirich, André Santos (Seder), Luiz Carlos Alécio (ACRIMAT), Rodrigo Araújo (Seder), Alexandre Secco Contreras (AEA), Elaine Maria Pedroso (EMPAER), Antônio Ribeiro da Fonseca (INDEA), Anaor D. Carneiro (OCB - MT), Édson Augusto Razente (UNIPROF), Andréia B. Santos (APROSMAT), Nelson de Angelis Côrtes (CRMV – MT), Luiz Fernando G. Salício (BANCO DO BRASIL), Lucélia Denise (IMEA), Luciano Gonçalves (FAMATO), Carlos Roberto Moreno (ACRIMAT), Jânio Modesto de Oliveira (FECOMÉRCIO), Valter Martins de Almeida (EMPAER) e Andrea C. da Silva (AREFLORESTA).
          Fonte: 24 Horas News
    11-10-2008 | 10:10
    O nível de emprego na indústria em agosto caiu 0,1% em comparação a julho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o número de empregos gerados no setor industrial havia registrado incremento de 0,7% quando comparado a junho, sendo o segundo mês consecutivo de alta.

     

    Em relação a agosto do ano passado, houve aumento de 2,5%. De janeiro a agosto, foi verificado crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período correspondente no ano passado.

     

    O IBGE avaliou 14 regiões do Brasil. Em comparação com agosto de 2007, 12 áreas registraram incremento no nível de emprego na indústria, com destaque para São Paulo (2,8%), Minas Gerais (6,3%) e Rio Grande do Sul (4%).

     

    De agosto de 2007 a agosto deste ano, houve crescimento dos postos de trabalho em 12 dos 18 setores pesquisados. Máquinas e equipamentos (10,6%) foram os setores que mais empregaram mão-de-obra, seguidos de meios de transporte (8,4%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11,7%) e produtos químicos (10%).

     

    Só neste ano, o estudo observou aumento no número de contratações, principalmente, em máquinas e equipamentos (12,3%), meios de transporte (10,3%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,6%) e alimentos e bebidas (2,7%). 

     

    Minas Gerais (4,5%) e São Paulo (4%) são as regiões que mais empregaram mão-de-obra nestes ramos durante o ano.O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve retração de 0,5% de julho para agosto, porém teve incremento de 6,4% na comparação com agosto de 2007. 

     

    De janeiro a agosto, o acréscimo foi de 6,6%. Em relação a agosto de 2007, o ganho salarial na indústria foi constatado em 13 das 14 regiões pesquisadas. São Paulo foi o estado que registrou o maior aumento (8%) nesse período.

     

    Em 13 dos 18 ramos investigados, a folha de pagamento cresceu em comparação a agosto de 2007. Produtos químicos (17,6%), máquinas e equipamentos (11,7%) e meios de transporte (8,9%) foram as contribuições mais positivas. Já calçados e artigos de couro (-13,6%) foi o principal o setor a ter impacto negativo na folha de pagamento.

     

    Fonte: Mídia News
    11-10-2008 | 10:10
    Dos 34 países pesquisados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil foi o único a registrar perspectivas de crescimento para os próximos seis meses. Diretamente afetados pela crise financeira internacional, os países do G7, grupo que concentra as sete economias mais desenvolvidas do mundo, passarão por uma fase de enfraquecimento.

    As conclusões são do Indicador Composto Avançado (CLI, na sigla em inglês), divulgado hoje (10) pelo organismo internacional. De acordo com a OCDE, o Brasil saiu-se melhor até que outros países emergentes. Os dados apontaram que a atividade econômica na China, Índia e na Rússia também desaquecerá.

    Elaborado para detectar sinais de viradas no ciclo econômico, o CLI baseia-se em indicadores de movimentos de curto prazo ligados ao Produto Interno Bruto (PIB). O nível de 100 pontos serve como referência para classificar o nível de atividade econômica.

    Caso determinado país tenha registrado menos de 100 pontos no mês anterior e o índice continue em queda, a OCDE avalia que a economia está em “forte desaceleração”. Na zona do euro, o indicador caiu de 94,2 para 93,2. Nos países do G7, a queda foi de 96,5 para 95,6. No acumulado de 12 meses, o indicador para o G7 teve baixa de 5,2 pontos.

    Se o país obtiver alta sobre um índice superior a 100, a atividade econômica é classificada como “em expansão”. No caso do Brasil, o CLI subiu de 107,3 para 108,3, alta de um ponto de um mês para outro e de 3,4 pontos em relação ao mesmo mês do ano passado.

    Com indicadores acima de 100 pontos no mês anterior, a China e a Rússia fecharam o mês passado em queda, com o índice em 101,4 e 99,3, respectivamente. Por isso, a OCDE classificou os dois países como “em inversão para baixo”.

    No caso da Índia, a queda foi de 7,1 pontos em relação ao mesmo mês de 2007. Como o país, conforme os últimos dados disponíveis, já estava abaixo de 100 pontos, o organismo internacional classificou a atividade econômica como em desaceleração.

    O CLI mostra as inflexões para as respectivas economias num período de até seis meses após a divulgação do indicador.

    A OCDE é uma organização internacional de países comprometidos com os príncipios da democracia representativa e da economia de livre mercado, com sede em Paris.

     

    Fonte: Olhar Direto
    11-10-2008 | 10:10
    O Banco nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está em fase de negociação final com organismos multilaterais e instituições financeiras internacionais para obter cerca de R$ 3 bilhões em recursos para 2009. A informação foi dada ontem pela instituição estatal.

    Ontem, os presidentes do BNDES, Luciano Coutinho, e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, estiveram juntos em Washington para anunciar a aprovação de operação de US$ 1 bilhão do BID para a instituição brasileira, a última de uma linha de crédito de US$ 3 bilhões aprovada em 2005 e que teve mais duas de US$ 1 bilhão cada em 2006 e 2007.

    O empréstimo anunciado chega no momento em que a instituição brasileira busca recursos para fazer frente ao aumento da demanda que já vinha encontrando antes do agravamento da crise a partir do mês passado e que acha possível que venha a aumentar em função do encolhimento de outras fontes de captação para as empresas brasileiras.

    O BNDES informa na nota sobre o empréstimo do BID que "outras fontes não-governamentais de crédito, como a colocação de títulos nos mercados interno e externo, também poderão ser utilizadas para complementar as necessidades de funding do BNDES". Volume, prazos e locais de lançamento ainda não estão definidos e dependem de condições do mercado.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    11-10-2008 | 10:10
    Apesar da expansão de cidades de pequeno e médio porte nas últimas décadas, a renda permanece concentrada nas capitais em dez dos doze principais centros urbanos do País. O estudo Regiões de Influência das Cidades 2007, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado ontem, mostra que apenas Rio e Goiânia apresentam Produto Interno Bruto (PIB) per capita menor que o total de suas redes urbanas, formadas por 264 e 363 municípios, respectivamente.

     

    A aparente descentralização, nos dois casos, é explicada por fatores distintos: exploração de petróleo no norte fluminense e expansão da fronteira agrícola no Centro-Oeste. Mesmo assim, a diferença é muito pequena: no Rio, o PIB per capita da capital era de R$ 14,81 mil, ante R$ 14,89 mil para o restante da rede. Na metrópole de Goiânia, era de R$ 9,2 mil na capital, ante R$ 9,5 mil nos demais municípios.

     

    Em geral, a concentração do PIB per capita nas capitais é muito grande - em Salvador, por exemplo, o valor na capital era quase o dobro (96% maior) da média para o total da rede de 486 cidades.

     

    Em São Paulo, apesar de uma rede bem estruturada de centros intermediários, a concentração do Produto Interno Bruto (PIB) per capita na capital era 27,9% maior do que na média da rede, que é formada por 1 028 municípios.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-10-2008 | 10:10
    Diante do agravamento da crise e da resposta dos governos com "instrumentos conhecidos", o ministro da Fazenda, Guido Mantega, avalia que é preciso "gerar novos instrumentos não conhecidos" com objetivo de lidar com a crise financeira atual.

     

    Na sede do Fundo Monetário Internacional (FMI), o ministro afirmou que, na reunião do G20, convocada para hoje, os ministros discutirão novos instrumentos para lidar com a crise. "Eu não vou antecipar aqui nossas propostas, mas, além da maneira tradicional, temos de usar novos instrumentos, mesmo por que as crises não são iguais."

     

    Ao sair de encontro com o diretor- gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, Mantega afirmou que o presidente Lula "deu algumas orientações" para o encontro que será presidido pelo ministro brasileiro. "Mas as revelarei lá durante o meu desempenho, no meu discurso amanhã (hoje) e na minha condução do G-20 à tarde. Não dá para permanecer tanto tempo assim com Bolsa despencando e bancos quebrando".

     

    O ministro citou que a crise de 1929 não é igual a crise de 2008, "porque a situação econômica é diferente, a globalização é maior. Existem derivativos, existem hedge funds, que não existiam naquela época, então nós também temos que inventar armas específicas para combater os problemas da atualidade".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-10-2008 | 10:10
    A menos de uma hora do encerramento das operações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), a forte recuperação do índice acionário norte-americano Dow Jones, com expectativas de uma ação conjunta dos países do G7, gerou esperanças de que o mercado paulista poderia fechar em território positivo ontem. Doce ilusão. O Dow não sustentou e voltou a operar no vermelho, fazendo com o que o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa), após reduzir a queda para menos de 1,60%, voltasse a ampliar o declínio, até encerrar com baixa de 3,97%, aos 35.609,54 pontos -no menor patamar desde 25 de setembro de 2006 (34.972,74).

     

    Na semana, o Ibovespa encerrou com uma perda de 20% - a maior desde a crise da Ásia em 1997. No mês de outubro, a baixa chega a 28,12% e no ano, a 44,26%. A aversão ao risco e o impacto da crise na economia real na Europa e nos Estados Unidos levou a uma corrida ao dólar.

     

    No Brasil, o Banco Central (BC) realizou três leilões, sem no entanto, ter conseguido segurar as cotações, que subiram até 6,91%. Ao se olhar o início do dia, contudo, não dá nem para reclamar do fechamento: na mínima, no começo do pregão, o Ibovespa chegou a cair 10,36%, aos 33.238 pontos, a níveis de 2005. Tal queda, inclusive, levou novamente a Bolsa a acionar circuit breaker -como já havia ocorrido na segunda-feira.

     

    Desta vez, contudo, não foi preciso acionar o mecanismo duas vezes, como no dia 6 -quando a Bolsa, depois de ter as operações suspensas por 30 minutos por causa de uma queda superior a 10%, voltou a interromper os negócios por uma hora em razão de uma perda de 15%. Na máxima ontem, o índice chegou a 37.079 pontos (estável). Em Nova York, traders atribuíram a recuperação do mercado às expectativas de que o encontro do G-7, realizado ontem, em Washington, vá resultar em medidas que reduzam as taxas interbancárias.

     

    No melhor momento, o Dow Jones chegou a subir mais de 3%. Mas a euforia foi fugaz. No fechamento, o índice registrou queda de 1,49%, aos 8.451,18 pontos. Ainda assim, em relação ao movimento verificado na primeira etapa do dia, o mercado de ações norte-americano reduziu drasticamente as perdas. O Dow Jones chegou a cair mais de 8%, para abaixo dos 8 mil pontos.

     

    Os recuos em Nova York e no Brasil estiveram alinhadas ao expressivo declínio dos índices acionários ao redor do mundo. A Bolsa de Tóquio registrou nova queda histórica do Nikkei, de 9,62%, assustando investidores.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-10-2008 | 10:10
    O governo brasileiro não tem planos de auxiliar companhias que já tenham admitido problemas financeiros em seus balanços por causa da inversão da trajetória do dólar. A negativa foi feita pela ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, durante resposta a um questionamento da imprensa sobre se o governo pretendia ajudar empresas como Sadia, Aracruz e Votorantim.


     

    Curso

     

    O Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso (CRCMT) promoverá o curso "Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado (DVA)", na próxima segunda-feira (13), das 8h às 12h e das 14 às 18h, no auditório do Conselho. Os temas serão ministrados pela contabilista Lúcia Helena Briski Young. Informações pelo (65) 3648 2800.


     

    Empréstimo

     

    O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou a aprovação de empréstimo de US$ 1 bilhão para que o banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financie crédito produtivo de longo prazo para micro, pequenas e médias empresas brasileiras. Aproximadamente 30 mil empresas devem ser beneficiadas pelos recursos.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-10-2008 | 10:10
    Ainda longe da crise que está abalando o mundo desde setembro, o mercado de trabalho industrial seguiu em trajetória positiva em agosto, na opinião do economista da coordenação de indústria do IBGE, André Macedo. O emprego industrial cresceu 2,5% no mês passado na comparação com agosto de 2007, completando uma seqüência de 26 taxas positivas, nessa base de comparação. Porém, na comparação de agosto em relação a julho, o emprego no setor 0,1%.

     

    O resultado inverte dois meses de crescimento da ocupação na indústria em base mensal. Até agosto, o emprego industrial acumula alta de 2,8% no ano e de 3% nos últimos 12 meses. Macedo acredita que a piora do cenário industrial só deverá rebater no setor, no Brasil, no final deste ano. Segundo ele, os índices de média móvel trimestral do emprego e da folha de pagamento mostram que a tendência prossegue de crescimento, ainda refletindo o "dinamismo" da produção industrial.

     

    O valor da folha de pagamento real, descontado a inflação, dos trabalhadores da indústria aumentou 6,4% na comparação com agosto do ano passado, mas caiu 0,5% em agosto ante julho, invertendo três meses consecutivos de taxas positivas nessa base de comparação. Com o resultado, até agosto, a folha de pagamento da indústria acumula alta de 6,6% no ano e também de 6,6% nos últimos 12 meses. Em relação a agosto do ano passado, o valor da folha de pagamento real subiu em 13 dos 14 locais pesquisados.

     

    Macedo observou também que os segmentos que estão impulsionando o emprego e a renda na indústria são aqueles que também alavancam a produção, como máquinas e equipamentos, produtos químicos e meios de transporte. Na comparação com agosto do ano passado, o número de trabalhadores cresceu em 12 dos 18 segmentos e em 12 dos 14 locais pesquisados.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-10-2008 | 12:10
    O terceiro dia de greve dos bancários, que é por tempo indeterminado, deverá paralisar mais de 100 agências em todo Estado. A expectativa é de que até a semana que vem todas as 200 estejam fechadas. Só funcionarão em caráter de urgência os caixas eletrônicos e alguns postos de atendimento. No país, o movimento ganhou força e até ontem já havia 3 mil instituições sem atendimento, em todos os Estados da federação, entre eles São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Bahia, Rio de Janeiro, Pará, Amapá, Rondônia, Espirito Santos, Acre, Ceará, Pernambuco e o Distrito Federal.

     

    Em Cuiabá e Várzea Grande, com exceção das unidades do Bradesco, todas as agências estão fechadas. Algumas estão tendo apenas o expediente interno. Há tendência de crescimento da adesão em Cáceres, Sinop, Chapada dos Guimarães e Barra do Garças, onde os bancos públicos já estão de portas fechadas. Para evitar qualquer tipo de incidente, o presidente do Sindicato dos Bancários e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Seeb) em de Mato Grosso, Arilson Silva, explica que pediu reforço à Polícia Militar, que está fazendo monitoramento nas principais instituições no centro da Capital. "Sabemos que alguns gestores estão ligando para os funcionários e fazendo ameaças, mas não vamos ceder".

     

    Existem em torno de 4 mil trabalhadores em Mato Grosso, em 94 cidades. A tendência é que todos cruzem os braços para pressionar a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) a conceder um reajuste de 13,28%, sendo 5% de aumento real ao salário, o restante é de perdas inflacionárias do período. Ao todo, são 5 principais reivindicações, que incluem aumento piso salarial, reforço da segurança interna e externa, diminuição da pressão por venda de pacotes de produtos e assédio moral, além de mais contratações.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-10-2008 | 12:10
    Obras - A Secretaria Estadual de Infra-estrutura (Sinfra), através da Superintendência de Vias Urbanas e Saneamento, publicou ontem no Diário Oficial, ordem de início às obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais no bairro Camping Club, em Sinop, terraplanagem e pavimentação de vias urbanas no Residencial Pinheiros, 1ª etapa, em Sorriso, e regularização e urbanização no assentamento residencial Cidade de Deus, em Rondonópolis. Não foi informado metragem, valores e prazos.

     

    Contrato - Ontem foi contratada empresa para construção da duplicação da avenida Lions Internacional (passagem urbana da MT-358) em Tangará da Serra, trecho de 5,8 quilômetros e, em Sorriso, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) contratou empresa para obras de adequação viária das avenidas Brasil e Ademar Raiter.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-10-2008 | 12:10

     A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 8, o parecer favorável do deputado Tadeu Filippelli (PMDB/DF), ao PL 3674/2008, que cria o Fundo Soberano Brasileiro (FSB). O projeto, que consta na Ordem do Dia do Plenário, em regime de urgência, está agora com parecer pendente apenas na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), onde tem como relator o deputado Pedro Eugênio (PT/PE).

     

    O projeto cria o Fundo Soberano do Brasil (FSB), de natureza contábil-financeira, vinculado ao Ministério da Fazenda, com a finalidade de: formar poupança pública; mitigar os efeitos dos ciclos econômicos; promover investimentos em ativos no Brasil e no exterior; e fomentar projetos de interesse estratégico do País localizados no exterior.

     

    O FSB, no exercício de sua finalidade, poderá aplicar suas disponibilidades financeiras em depósitos especiais remunerados, em instituição financeira federal. Para tanto, se prevê a constituição de Conselho Deliberativo que terá como função aprovar a reforma, o prazo e a natureza dos investimentos.

     

    Poderá também, participar, como cotista único, de Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização (FFIE), a ser constituído por instituição financeira federal. Tal fundo deverá ter natureza privada e patrimônio próprio separado do patrimônio do cotista.

     

    O projeto prevê o estabelecimento de diretrizes voltadas à solidez dos fundos, a serem regulamentadas por estatuto próprio. Entre tais diretrizes destacam-se aquelas vinculadas à política de aplicação dos recursos, as quais garantem rentabilidade mínima, ponderada pelo risco, equivalente a taxa Libor de seis meses.

     

    De acordo com o regulamento do FSB, o ministério da Fazenda encaminhará semestralmente ao Congresso Nacional um relatório de desempenho. Já o FFIE deverá elaborar os demonstrativos contábeis de acordo com a legislação em vigor e conforme estabelecido em estatuto.

     

                                                                                                                  

     

    Comissão de Trabalho aprova incentivo à contratação de trabalhadores

     

     

    A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) aprovou nesta quarta-feira, 8, o substitutivo apresentado pelo deputado Roberto Santiago (PV/SP) ao PL 6930/2006, de autoria do Senador Paulo Paim (PT/RS). O substitutivo aprovado institui uma série de medidas para incentivar a contratação de trabalhadores adicionais com menos de 24 e com mais de 45 anos de idade. De acordo com o texto aprovado, consideram-se trabalhadores adicionais os trabalhadores contratados além da média do período dos 12 meses anteriores à vigência da lei, conforme informado ao CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Os contratos celebrados terão validade por dois anos, prorrogáveis por igual período. Os deputados Nelson Marquezelli (PTB/SP) e Laércio Oliveira (PSDB/SE) votaram contra o substitutivo.

     

    Os trabalhadores beneficiários da lei, para serem contratados, deverão preencher os requisitos estabelecidos na lei.

     

    Confere às empresas que contratarem trabalhadores adicionais, os seguintes benefícios:

     

    - redução de 50% do valor das alíquotas das contribuições sociais destinadas ao Sistema “S”, ao INCRA, do salário-educação e do financiamento do seguro de acidente do trabalho, incidentes sobre os trabalhadores adicionais contratados;

     

    - deduzir do IR da CSSL, desde que optante pela tributação pelo Lucro Real, 50% das despesas realizadas a título de pagamento de salários de trabalhadores adicionais. O benefício está limitado a uma redução de 6% do IR, após efetuadas todas as deduções permitidas pela legislação em vigor.

     

    O projeto estabelece ainda que o trabalhador adicional contratado não poderá ser ex-empregado da empresa, de sua subsidiária, coligada, controlada ou controladora, bem como de qualquer outra pessoa jurídica que possua vínculo financeiro, administrativo ou empregatício com qualquer dessas empresas citadas, nem ter salário contratual superior a três salários mínimos.

     

    As empresas deverão também comprovar a regularidade de sua situação fiscal junto à Receita Federal, ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A proposição será encaminhada à apreciação da Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e, posteriormente, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

     

     

     

    CTASP aprova realização de Seminário Internacional sobre Terceirização

     

     

    A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) aprovou nesta quarta-feira, 8,requerimento deputado Laércio Oliveira (PSDB/SE), para realização de um seminário internacional sobre o tema "Terceirização de Serviços”.

     

    Os convidados a participarem do encontro são representantes do governo, das centrais sindicais, de entidades patronais e das empresas prestadores desse tipo de serviço, além de especialistas como Celita Oliveira, Ermínio Alves de Lima; Lívio Giosa; e Almir Pazzianoto.

     

     

    Fonte: CNI
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