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Domingo, 19 de Novembro de 2017
NOTÍCIAS
    30-09-2008 | 11:09

    A Caixa Econômica Federal bateu novo recorde em contratações habitacionais. Até a segunda quinzena de setembro, foram R$ 15,3 bilhões investidos, número superior ao contratado em todo o ano de 2007. A previsão do banco é de que até o fim de 2008 o valor contratado ultrapasse 44%. A cifra representa 336.726 unidades financiadas, 1.459.991 empregos gerados e 1.367.107 pessoas beneficiadas.

     

    Embraer - A Embraer mantém sua projeção de obter um faturamento de US$ 6,5 bilhões em 2008 e de US$ 7,1 bilhões em 2009. A projeção de se baseia numa previsão da companhia de entregar neste ano 200 jatos para aviação comercial, aviação executiva e os segmentos de defesa e de governo, mais 10 a 15 jatos Phenom 100. Em 2009, a Embraer espera entregar novamente entre 195 e 200 jatos, mais 120 a 150 Phenom. Atualmente, a Embraer tem encomendas firmes num total de US$ 20,7 bilhões e opções para mais US$ 25,9 bilhões.

     

    China - Quarenta empresários de diversos segmentos de Mato Grosso já estão se preparando para a 5ª Missão Empresarial à China, promovida pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT), entre os dias 8 e 21 de outubro. Hoje, a partir das 18h, eles se reúnem com técnicos da China Trade Center - parceira na realização da missão - para alinhar informações, além de conhecer o Guanxi, a etiqueta de negócios com a China. O evento ocorrerá na sede da Federação das Indústrias, em Cuiabá.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-09-2008 | 11:09

    IPC - A deflação dos preços no atacado, especialmente no setor agrícola, está reduzindo o ritmo de queda. Mas o efeito do quanto os preços já caíram está se refletindo na mesa dos consumidores. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), um dos indicadores que compõem o Índice Geral de Preços -Mercado (IGP-M), passou de alta de 0,23% em agosto para deflação de 0,06% em setembro.

     

    Atacado - O Índice de Preços por Atacado (IPA), que representa 60% do IGP-M, saiu de uma deflação de 0,74% para alta de 0,04% e, no mesmo período, os preços dos produtos agrícolas passaram de uma queda de 4,81% para queda de 2,09%. Isso fez com que o IGP-M saísse da deflação de 0,32% em agosto para alta de 0,11% em setembro.

     

    Construção - O Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), outro componente do IGP-M, registrou taxa positiva de 0,95% em setembro, ante alta de 1,27% em agosto. Até setembro, o IGP-M acumula elevações de 8,47% no ano e de 12,31% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M desse mês foi do dia 21 de agosto a 20 de setembro. A taxa acumulada do índice ainda é muito usada para reajustes nos preços de contratos de aluguel.

     

    Avaliação - Mesmo perdendo ritmo, para o economista da Gradual Corretora André Guilherme Perfeito, a deflação dos preços ao consumidor é a notícia mais positiva do IGP-M de setembro e evidencia a transmissão dos preços do atacado para o varejo. "O que é interessante apontar é que essa inflação ao consumidor é um efeito defasado do IPA correndo para os IPCs", disse.

     

    Aperto - Para o economista, esses dados podem até "desarmar" a expectativa de o Banco Central (BC) continuar com o atual nível de aperto monetário. O mercado, pelo menos na semana passada, não moveu suas expectativas para os juros.

     

    Focus - No relatório Focus, divulgado ontem pelo Banco Central e que traz as expectativas colhidas em cerca de cem instituições financeiras, a projeção para a taxa básica de juros em 2008 foi mantida em 14,75% ao ano, pela sétima vez seguida. Mas a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que baliza a política monetária, caiu pela nona semana consecutiva, com a expectativa de fechar em alta de 6,14%, ante previsão de 6,23% na semana passada.

     

    Alimentos - Segundo a FGV, o retorno à queda de preços no varejo, mensurado pela taxa do IPC, de agosto para setembro foi influenciada por elevações de preços menos intensas ou deflações em quatro das sete classes de despesa pesquisadas, no período. O destaque ficou por conta da movimentação de preços do grupo alimentação.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-09-2008 | 11:09
    O consumo de energia elétrica atendido pelo Sistema Elétrico Nacional atingiu 33.327 GWh em agosto, o maior montante do ano, informou a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O volume representa um aumento de 6,4% sobre igual mês de 2007. As regiões Sudeste e Centro-Oeste revelaram os maiores crescimentos, cabendo destacar o aumento do consumo de eletricidade no Estado de São Paulo, de 6,4% -melhor resultado em 2008.

     

    De acordo com a Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, elaborada pela EPE, mais uma vez o consumo comercial impulsionou o resultado, apresentando a maior elevação dentre as principais classes de consumo. O segmento comercial aumentou em 10,5%, seguido do residencial, 7% e industrial, 5,3%. No acumulado de 2008, o crescimento do consumo de energia elétrica atingiu a 4,2% e nos últimos 12 meses, a 4,9%. No segmento industrial, o acumulado de 2008 encerrou agosto em 3,6% e nos 12 meses completos em agosto , 4,8%.

     

    A EPE destacou que no período entre janeiro e agosto, a região Sul apresenta o maior aumento relativamente a 2007 e acima da média nacional. A expansão de 5,2% no período vem sendo puxada pelo segmento industrial, que tem sustentado consistente recuperação.

     

    A EPE lembrou em nota à imprensa que, segundo o IBGE, a produção industrial nos Estados do Sul tem apresentado resultados positivos expressivos, com destaque para o Paraná e Rio Grande do Sul, que registram taxas acumuladas em 12 meses encerrados em julho de 9,3% e 5,4%, respectivamente. No Paraná, o consumo industrial consolida expansão da ordem de 9%.

     

    No Rio Grande do Sul, o crescimento do consumo da classe apresenta-se menor (cerca de 4%), com influência da parada para manutenção em grandes cargas do Pólo Petroquímico de Triunfo. Considerando todo o Brasil, a EPE aponta que além da região Sul, no Sudeste houve expansões, destacando-se os avanços registrados em Minas Gerais e São Paulo. "O desempenho da classe industrial poderia ter sido melhor não fosse a redução do consumo registrada em Goiás, devido a maior utilização de co-geração de energia por uma grande indústria", informou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-09-2008 | 11:09
    A crise financeira internacional mostrou uma "cara feia" pior do que a imaginada, na opinião do diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Ciesp, Paulo Francini. "O panorama é de densas dúvidas", afirmou, lembrando que se tem uma dimensão melhor hoje a respeito de sua extensão, profundidade e severidade do que no primeiro trimestre deste ano. "Hoje há mais razões para estar mais pessimista do que no passado, pois sabemos que a crise é muito grave", considerou.

     

    Francini lembrou que há poucos dias as incertezas em relação aos seus desdobramentos paralisaram operações do mercado financeiro - há pouco, a bolsa brasileira ficou parada por trinta minutos em razão do circuit breaker - e de negociação de crédito. "Ninguém vendia, ninguém comprava. A crise mostrou sua capacidade fantástica de devastação", avaliou. Para ele, é difícil alguém apontar agora a exata dimensão do impacto do pacote de socorro às instituições financeiras nos Estados Unidos. "O consenso que se tem é o de que o pacote trará efeitos positivos, mas dificilmente se voltará àquilo que era antes", disse.

     

    A principal dúvida diz respeito a como a turbulência chegará ao Brasil. "A notícia boa é que, por onde a crise entra, que é por meio do sistema financeiro, no caso brasileiro ele está sólido". Ele ressaltou também que a regulação dos bancos no Brasil é mais rígida do que a média dos demais países. "Não estamos com o flanco tão aberto para a introdução da crise", resumiu.

     

    Apesar desta avaliação positiva, Francini não descarta a possibilidade de a economia brasileira ser contaminada pelo estresse externo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-09-2008 | 17:09
    Palestra do TCU vai tratar sobre contratos e licitações de obras públicas

     

    O Tribunal de Contas da União (TCU) confirmou a participação no Painel de Debates da Comissão de Obras Públicas, durante o 80º ENIC em São Luís (MA). O analista de Controle Externo da Secretaria de Fiscalização de Obras e Patrimônio da União, André Kresch, irá proferir a palestra “Funções do Controle Externo e dos procedimentos utilizados pelo TCU nas auditorias de obras públicas”, no dia 23 de outubro (quinta-feira), das 14h às 16h.

     

     

    O objetivo da palestra é esclarecer as atribuições legais do TCU ao setor da construção de obras públicas e buscar um entendimento sobre os critérios de análise utilizados pelo TCU em contratos e licitações, através da troca de informações com o setor representado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

     

     

    O bom exemplo do Paraná

     

     

    Durante o painel, o presidente do CREA-PR, Álvaro José Cabrini Júnior, vai apresentar o case de sucesso do Paraná: uma integração institucional que visou o aprimoramento das licitações públicas.

     

     

    O CREA-PR, o TCE-PR e o Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas (IBRAOP) se uniram para consolidar dois aspectos fundamentais para as obras públicas: a definição do que é efetivamente o “projeto básico de Engenharia” e a exigência da ART de orçamentos em todas as licitações realizadas no Paraná, tanto na esfera estadual como municipal. Essa interação resultou em Resolução do TCE-PR, implementada e divulgada com o apoio do SINDUSCON-PR e do SICEPOT-PR.

     

     

    Fonte: ASCOM/SINDUSCON-MA
    29-09-2008 | 16:09
    Ser Secretária ou recepcionista é um trabalho de grande responsabilidade e que exige muita disciplina e organização. Elas merecem nosso reconhecimento e admiração pela profissão. 

     

     

    É sabido que dia 30 de setembro é comemorado o Dia da Secretária, e o Sinduscon sempre lembra dessas profissionais que desenvolvem brilhantemente seu papel, proporcionando a elas um dia especial. Nesse ano não poderia ser diferente. 

     

    Então o Sinduscon-MT realiza no dia 30 de setembro com duração de 2 horas, das 17:30 às 19:30, no auditório do sindicato uma palestra voltada a essas profissionais. Com a Coordenadora do Curso Superior de Tecnologia em Gerenciamento em Serviços Executivos do UNIRONDON, Professora Marilise Doege Esteves.

     

     

    Temas a serem abordados:

     

     

    Tendências frente ao mercado de trabalho.
    A importância e a aceitação do papel estratégico das secretárias no ambiente Organizacional.

    Criar e inovar face aos desafios do mercado.

     

     

    Participe!

     

     

    Atenciosamente,

     

    Osmarina Felix Ortiz
    Assistente Social – Sinduscon-MT
    29-09-2008 | 14:09

    Em todo o Brasil comemora-se nesta terça-feira (30/09) o Dia Nacional da Secretária. Uma boa data para que executivos, chefes, gerentes, diretores etc, tenham um pouco mais de paciência com as mulheres que marcam os compromissos, atendem telefonemas, agendam reuniões. Enfim, são responsáveis por uma série de tarefas relacionadas à programação de um cotidiano que, normalmente, tende a ser estressante.

    A escolha desta data para tal finalidade surgiu durante a segunda fase da Revolução Industrial, iniciada em 1860. Foi nesse ano que Christopher Sholes inventou um tipo de máquina de escrever. Sholes tinha uma filha,- Lilian Sholes, que testou o invento, tornando-se a primeira mulher a escrever numa máquina, em público. E Lilian nasceu em 30 de setembro de 1850. Por ocasião do centenário de seu nascimento, as empresas fabricantes de máquinas de escrever fizeram diversas comemorações. Entre elas, concursos para escolher a melhor datilógrafa.

    Os concursos fizeram sucesso e passaram a se repetir anualmente, sempre na data de 30 de setembro. Como muitas secretárias participavam, o dia passou a ser conhecido como o "Dia da Secretária". O Sinduscon/MT – Sindicato da Indústria da Construção de Mato Grosso, através da sua diretoria e de todos os seus associados, aproveita a data e parabeniza todas as secretárias pela dedicação e atenção com as quais desempenham suas respectivas funções. E este é um dia propício, também, para ouvir o que elas têm a dizer.

    “Muita atenção e boa memória. Não adianta a gente ficar só nas anotações”. É a receita de Camila Machado para ser uma boa secretária. Camila é cuiabana e trabalha em período integral como secretária na Conenge, há um ano e três meses. Á noite faz cursinho pré-vestibular, já que pretende estudar Serviço Social. Ela também garante que uma boa secretária deve ter jogo de cintura pata atender várias pessoas ao mesmo tempo.

    Outra cuiabana, Kelly Fabrícia Paim, trabalha há três meses como secretária da Plaenge. Ela é formada em Direito, mas sua experiência profissional é mais intensa na arte de receber e atender as pessoas ao telefone e pessoalmente, funções que já desempenha há mais de quatro anos. Diz estar curtindo bastante a profissão. “Em primeiro lugar a gente tem que ser muito disciplinada”, sustenta Kelly, que também destaca qualidades como a educação, a atenção e a paciência para dar conta do recado. “Me identifico bastante com a profissão porque sou muito paciente”, diz ela.

     

    Laura Cristina de Azevedo, da Concremax, tem bastante experiência como telefonista e recepcionista, e há um mês aproximadamente está diante de um novo desafio: foi galgada ao cargo de secretária Executiva. “Agora a responsabilidade é ainda maior. É preciso muita atenção e evitar qualquer tipo de erro”, garante. Laura, que gosta de desafios, se diz satisfeita com sua função e pretende fazer faculdade de administração.

     

     

    Lorenzo falcão

    Da Assessoria

     

    29-09-2008 | 14:09
    Inscrições prorrogadas: concorra a um pacote completo para os Lençóis Maranhenses

     

    Quem fizer a inscrição para o Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC) até o dia 05 de outubro vai concorrer a um pacote para conhecer as belezas exóticas dos Lençóis Maranhenses.

     

    Lagoas de águas azuis perdidas em um imenso deserto, com dunas de até 40 metros. O Parque Nacional dos Lençóis é um paraíso ecológico de 155 hectares. Lá é possível fazer passeio pelo Rio Preguiças e pelas dunas, até as lagoas; conhecer a praia de Caburé, um povoado ladeado pelo rio e pelo mar, o farol de Mandacaru, com sua maravilhosa vista 360º da região, e outras exuberâncias que a natureza reservou somente para os Lençóis Maranhenses.

     

    Michéle Cerveira
    29-09-2008 | 12:09
            Os materiais de construção estão mais caros este ano e a elevação dos preços já se reflete nos valores dos imóveis voltados para a baixa renda, público cuja renda média é de cinco a dez salários mínimos.

     

     

     Muito sensíveis ao aumento dos custos e sem espaço para comprometer as margens, todas as empresas com atuação nesse segmento reajustaram seus preços.

     

     

     

            No acumulado do ano, o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), medido pela Fundação Getúlio Vargas, está em 9%.

     

     

     Nos últimos doze meses, a elevação é de 11%.

     

     

     

     Em agosto, os preços subiram 1,27%, mas a maior alta do ano aconteceu em junho, quando os preços subiram 2,67%.

     

     

     

            O cimento, por exemplo, foi o item com maior reajuste de preços dos últimos 12 meses encerrados em agosto.

     

     

    O produto, que está em falta em algumas regiões, já teve um aumento 28,7% no período, segundo levantamento do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

     

     

     

            Na Goldfarb, os preços de vendas dos apartamentos tiveram um reajuste entre 18% e 20%.

     

     

    "Não tem como manter o preço com um custo de produção tão elevado", afirma Milton Goldfarb.

     

     

    A empresa vende apartamentos a partir de R$ 65 mil.

     

     

     

            Na MRV, o preço final dos apartamentos subiu na mesma proporção do INCC.

     

     

    Segundo Leonardo Corrêa, estão cerca de 10% mais caros este ano.

     

     

     Na Rodobens, os preços das casas estão entre 5% e 10% mais caros.

     

     

     

             E os compradores estão assimilando essa alta? A conta que o consumidor faz é se a prestação cabe no bolso e como as condições de crédito estão melhores, o aumento do preço ainda não afeta as vendas.

    Fonte: CBIC
    29-09-2008 | 12:09
    Em 12 meses até agosto, consumo do produto subiu 12% e o preço, 28,7%; fabricantes negam escassez

     

     Falta cimento no mercado.

     

     É o que dizem os construtores, os varejistas e os consumidores, embora os fabricantes do produto neguem.

     

    Todos estão de acordo, no entanto, que desde 2006 a demanda pelo material tem crescido gradativamente, puxada pelo aquecimento do mercado imobiliário e pelo aumento da renda da população - que tem se animado a construir ou encarar reformas para ampliar a casa.  

             

             

            Com o produto escasso e a procura alta, vale a lei de que os preços sobem.

     

     

    No acumulado de 12 meses até agosto, segundo dados da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco), o consumo do produto cresceu 12% no volume físico, em relação a 2007.

     

     

     

            O preço, por sua vez, aumentou 28,7% no mesmo período, de acordo com levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP).

     

     

            "Num país que diz que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é de 6%, estamos com produtos básicos subindo acima de 25%.

     

     

    É uma brutalidade esse aumento de preços na construção, num momento de aquecimento do setor.  E é claro que aumentos desse nível vão trazer inúmeros problemas", disse Sérgio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP.

     

      

            Há cerca de três semanas, duas fábricas da Votorantim Cimentos - uma em Itaú de Minas (MG) e outra em Santa Helena (SP) - tiveram a produção parcialmente paralisada para manutenção de equipamentos. Na segunda-feira passada, as fábricas voltaram a funcionar normalmente, segundo a empresa.

      

     Mas a redução no ritmo de fabricação do produto ao longo de quase duas semanas preocupou o mercado e pressionou ainda mais os preços.

     

     

            "Estamos com falta de produtos numa conjuntura de demanda alta, o que provoca movimentação especulativa, já que não existe produto alternativo ao cimento. No varejo vai valer de tudo", disse Watanabe.

     

     

            A falta do produto foi sentida principalmente no interior paulista.No eixo de Jundiaí a Ribeirão Preto, a distribuição foi reduzida em 30%, segundo a Anamaco.

     

      Numa pesquisa feita pela instituição em lojas de materiais de construção, na quarta-feira passada, o preço do saco do cimento variava de R$ 14 a R$ 40.

     

      

            Se no varejo a alta do cimento aperta as contas de quem reforma a casa, na indústria isso pode provocar atrasos no cumprimento de contratos.

     

     

    "As obras em andamento hoje não serão paralisadas, mas podem ter o cronograma reprogramado", diz Watanabe.

     

    Já as construções ainda em projeto correm risco de serem adiadas.

     

     

            O presidente da Anamaco, Cláudio Conz, concorda que a escassez do cimento inflaciona o preço no varejo, mas frisa que a elevação do preço dos combustíveis também é fator de pressão significativo.

     

     

     "O sentimento de falta é efetivo.

     

     

     Porém, houve reajuste nos fretes, o que obviamente influenciou o preço final." Segundo a entidade, 77% da produção do cimento é consumida por pessoas físicas.A Votorantim Cimentos, detentora de 40% do mercado no País, nega que o produto esteja em falta.

     

       

    "Na verdade, o que existe é que o estoques estão muito pequenos e qualquer paralisação necessária na produção gera dois ou quatro dias de pequeno desabastecimento, o que é contornável", afirmou Marcelo Chamma, diretor-comercial da empresa.

     

     

     A Votorantim trabalha a plena carga.  O executivo nega também que o aumento de preço sentido no varejo tenha origem na fábrica. Segundo ele, desde abril, a tabela está congelada.

     

     

    "O mercado está muito ansioso. A situação é muito menos crítica do que se levanta. É interessante entrar em especulação em alguns setores, principalmente para as lojas", diz.

     

    Procurada, a Cauê Cimentos, braço do grupo Camargo Corrêa, não comentou a falta do produto nem o aumento de preços. Apenas informou, por meio de nota que, entre janeiro e agosto, vendeu 2,9 milhões de toneladas de cimento cinza no País, o que representa um crescimento de 26% em relação a igual período de 2007.

     

    Fonte: CBIC
    29-09-2008 | 12:09
            Não bastasse a atual volatilidade das ações das empresas de construção na bolsa paulista, agora elas têm de enfrentar mais um desafio: implementar o International Financial Reporting Standards (IFRS).

     

     

     "É uma mudança contábil.  O lucro não será menor, mas apresentará volatilidade", explica Paul Sutcliffe, sócio líder de IFRS da Ernst & Young.  Isso cairá como uma bomba num momento como este.

     

     

     Entre as 24 companhias do ramo imobiliário que fizeram Oferta Inicial de Ações (IPO, sigla em inglês) de 2004 até hoje, doze tiveram desvalorização neste ano. Em alguns casos a desvalorização bateu em 50%, gerando um forte movimento de consolidação.

     

     

    Entre os negócios mais recentes há o da Brascan que comprou a Company e a Gafisa incorporando a Tenda.

     

     

     

     A expectativa para novos anúncios é tão grande, que as empresas procuradas preferiram não dar entrevista.

     

     

     

            Os contratos de construção do setor imobiliário têm uma interpretação à parte dentro do pacote IFRS feita pelo International Financial Reporting Interpretations Committee (IFRIC), conhecida como IFRIC 15, em razão das especificidades da indústria.

     

     

     Mas as incorporadoras serão mais afetadas em razão da mudança no método de contabilizar a receita e os custos do empreendimento nas demonstrações financeiras.

     

     

     

     No Brasil é uma prática comum das construtoras brasileiras iniciarem as vendas dos seus empreendimentos bem antes do início da construção, mantendo esse método durante o período das obras.

     

     

     São assinados os chamados "Pre Completion Contracts" para aquisição de uma unidade imobiliária na planta.

     

     

     

            "A principal mudança com a adoção do IFRIC 15 será o reconhecimento da receita nas demonstrações financeiras apenas quando a obra estiver concluída, o chamado período de entrega das chaves, e não mais o reconhecimento no decorrer da construção", diz Sutcliffe.

     

     

     Hoje, a norma adotada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) diz que o valor dos imóveis vendidos na planta pode ser reconhecido à medida que a obra avança.

     

     

     

            "A implementação do IFRIC 15, que será regulamentado pelo CFC, vai requerer das construtoras um planejamento mais preciso em relação ao prazo das obras e entrega das chaves, pois estes itens serão cruciais para o reconhecimento da receita", diz Sutcliffe.

     

     

     Segundo ele, há uma polêmica mundial sobre o assunto.

     

     

     

     Na Europa, poucas empresas vendem imóveis na planta como no Brasil, o que torna o assunto menos prioritário.

     

     

     

     Mas em Dubai, nos Emirados Árabes, que tem vivido um boom na construção civil como o Brasil, a mudança contábil sucinta discussões calorosas.

     

     

    Os países com dificuldades de cumprir as determinações do IFRS levam seus questionamentos ao comitê do IFRS.

     

     

    "Mas dificilmente conseguirão mudar pontos relevantes", acredita o sócio da Ernst.

     

     

     

            Para ilustrar o impacto, o consultor cita como exemplo um condomínio residencial de 200 apartamentos, vendidos na planta, em outubro de 2006, com a entrega das chaves em 30 de junho de 2008.

     

     

    Pelas normas atuais, o lucro bruto no primeiro ano seria de R$ 750 mil, passando para R$ 3 milhões no ano seguinte e para R$ 1,25 milhão no final do empreendimento, totalizando no período R$ 5 milhões.

     

     

     

            Considerando que os riscos e benefícios estavam a cargo da entidade até a entrega das chaves e que não era possível fazer alterações significativas nos apartamentos, mesmo quando comprados na planta, o lucro bruto ficará zerado nos dois primeiros anos com a adoção do IFRIC 15, para em 2008 apresentar os mesmos R$ 5 milhões da contabilização feita com a atual resolução CFC 963/03.

     

     

     

            Sutcliffe estima que os construtores menores sofrerão impacto maior do que os grandes grupos, com um fluxo mais intenso de entrega de chaves.

     

     

     

    "Os grandes têm um fluxo mais intenso de entrega de chaves pelo volume de empreendimentos em carteira.

     

     

    Já uma incorporadora de pequeno porte, que não tenha um calendário mensal de entrega de empreendimentos, passará um período sem apropriar lucro", explica.

     

     

     

            Para o consultor, o grande desafio será educar analistas e acionistas.

     

     

     Se o analista entender bem, o setor pode correr um risco menor diante da mudança.

     

     

     "Será preciso um forte trabalho para educar os analistas e acionistas.

     

     

     É só uma lei contábil e não tem qualquer impacto.

     

     

    O importante é que o IFRS faz com que as empresas apresentem seus balanços em uma linguagem mais fácil de comparabilidade".

     

    Fonte: CBIC
    29-09-2008 | 12:09
    O estoque de crédito concedido pelas instituições financeiras no Brasil manteve, nos primeiros oito meses de 2008, um ritmo de crescimento superior ao da economia do país, saindo de 34,7% para 38% do Produto Interno Bruto, do fim de 2007 até fim de agosto desse ano.

     

     

     Nominalmente, a expansão também foi expressiva, 18,6%, fazendo com que a carteira fechasse o mês em mais de R$ 1,11 trilhão.

     

     

     

            A julgar pelas estatísticas divulgadas na sexta-feira pelo Banco Central, não há, porém, nenhum sinal consistente de que essa ampliação da oferta de crédito no Brasil tenha ocorrido sem a devida prudência por parte do conjunto do sistema financeiro - tema de questionamento de muita gente depois que o mercado financeiro americano entrou em colapso por causa de operações demasiadamente arriscadas no segmento imobiliário.

     

     

     

            Segundo dados do BC brasileiro, as operações com tomadores classificados como inadimplentes (com parcelas em atraso há mais de 90 dias) fecharam agosto em 3% do total da carteira.

     

     

    Relativamente a julho, quando o percentual caiu para 2,9%, houve ligeira elevação.

     

     

     Ainda assim, trata-se de um nível de inadimplência inferior ao existente no fim de 2007 (3,2%) e mesmo em maio de 2008 (3,1%).

     

     

     Em relação a janeiro de 2007, quando o percentual era de 3,8%, a queda é ainda mais significativa.

     

     

     

            Nos bancos públicos especificamente, a fatia das operações com parcelas em atraso há mais de 90 dias saiu de 2% para 2,3% do total da respectiva carteira de julho para agosto.

     

     

     

     Mas, além de estar abaixo do que era em dezembro (2,5%), esse nível ainda é inferior à média do sistema financeiro.

     

     

     Nos bancos privados de controle nacional, onde é de 3,5%, a inadimplência não se alterou no mês, mas também está inferior ao que era em dezembro (3,7%).

     

     

    Nos bancos privados de controle estrangeiro, a inadimplência fechou agosto em 3,2%, abaixo do nível de julho (3,3%) e acima do de dezembro (3,1%).

     

     

     

            A qualidade da expansão do crédito no Brasil pode ser aferida também pela participação, no total de operações, daquelas com melhor classificação de risco (AA, A, B ou C).

     

     

    Definidos como de "risco normal" pelo BC, esses créditos representavam, no fim de agosto, 92,2% do total da carteira, patamar muito semelhante ao de dezembro de 2007 (92,0%).

     

     

     

            Ainda conforme o BC, o nível de provisões do sistema para créditos de difícil recuperação subiu de 5,2% para 5,3% de julho para agosto.

     

     

     Em dezembro, essa fatia era de 5,5% da carteira.

     

     

    A queda, no ano, deve-se ao ligeiro recuo da inadimplência ao longo do mesmo período, de 3,2% para 3% como já citado.

     

     

            Não há, nas tabelas do BC, um número que permita verificar a inadimplência específica de pessoas físicas e jurídicas em relação ao total da carteira.

     

     

     Essa separação só é feita em relação a operações usadas como referência para apuração de taxas de juros e cujo saldo fechou agosto em R$ 618 bilhões, cerca de 55% do total apenas.

     

     

     

    Em relação a esses créditos, a inadimplência das pessoas físicas saiu de 7,3% para 7,5% em agosto, o mais alto nível desde janeiro de 2007.

     

     

    Em maio, no entanto, o percentual já tinha alcançado 7,4% e depois caiu.

     

     

    Em relação à mesma amostra da carteira, a inadimplência das empresas manteve-se em 1,7% em agosto, nível igual ao dos dois meses anteriores e inferior ao de dezembro de 2007 (2%).

     

     

     

            Consideradas operações oriundas de recursos livremente aplicados pelos bancos, o volume de crédito subiu nominalmente 2,5% no mês e 20,7% desde início do ano, atingindo R$ 797,82 bilhões em agosto, incluídos as operações referenciais para taxas de juros (a diferença para R$ 1,11 trilhão refere-se a crédito direcionado).

     

     

    Dentro do estoque do crédito livre, as operações com pessoas físicas cresceram menos do que as com pessoas jurídicas, indicando que a expansão foi mais voltada à produção e não ao consumo.

     

     

     Até agosto, a evolução foi, respectivamente, de 18,1% e de 23,1% no ano e de 1,5% e 3,4% no mês.

     

     

    Dentro do volume de crédito livre a pessoas jurídicas , cresceram menos as operações com recursos captados pelos bancos no exterior.

     

     

    A expansão foi, nesse caso, de 2,2% no mês de de 8,9% no ano.

     

     

    No trimestre terminado em agosto, no entanto, houve retração de 2,1%.

     

     

    Fonte: CBIC
    29-09-2008 | 12:09
    A crise financeira internacional não abalou, pelo menos até o momento, a confiança da Volvo Construction Equipment (Volvo CE) no desempenho dos negócios na América Latina. A empresa, que fabrica escavadeiras, pás carregadeiras, mini-carregadeiras, motoniveladoras e caminhões articulados em Pederneiras (SP), prevê uma receita superior a US$ 500 milhões nos países da região em 2008. No ano passado, a empresa de origem sueca alcançou US$ 388,5 milhões. Esse valor não inclui US$ 250 milhões em exportações para os Estados Unidos, Europa e África, com alta de 25% sobre 2007.

    Pelo lado das vendas físicas, a expectativa é de crescimento de 62% no Brasil, para 1,7 mil máquinas e equipamentos, e 34% na América Latina, para 3,5 mil, informa o presidente da Volvo CE Latin America, Yoshio Kawakami.

     

    Para o próximo ano, a estimativa preliminar da Volvo é de alta de 10% a 15% no país e de até 25% na região, devido à conquista de novos espaços no mercado mexicano e da América Central. A redução da taxa de crescimento deve ocorrer devido à base de comparação elevada de 2008 e não em função da crise financeira global, entende o executivo.

     

    Segundo Kawakami, a turbulência dos mercados não provocou interrupção no fechamento de novos contratos porque os equipamentos da empresa são demandados por setores que fazem investimentos industriais e de infra-estrutura de longo prazo que não podem ser interrompidos. "Vai haver alguma influência (da crise) no Brasil e na América Latina, mas estamos otimistas porque a necessidade de investimentos em infra-estrutura e na produção de commodities segue alta", disse o executivo.

     

    Na opinião do executivo, mesmo afetado pela crise, o Brasil, que representa 53% do faturamento da fabricante na América Latina, terá condições de se recuperar mais rapidamente do que outros países devido à situação macroeconômica mais favorável. Segundo ele, o país também tem grande potencial de crescimento ancorado no desenvolvimento de energias alternativas, na exploração do petróleo na camada pré-sal (Bacia de Santos), em outros tipos de obras e na produção de commodities agrícolas.

     

    A divisão de máquinas e equipamentos representa cerca de 25% das receitas do grupo Volvo no Brasil, atrás apenas do segmento de caminhões e ônibus, que oscila entre 50% e 60%, informou Kawakami. No mundo, a Volvo CE faturou US$ 8,3 bilhões em 2007, ante uma receita total do conglomerado sueco de US$ 42,2 bilhões, e neste ano deve ultrapassar a faixa dos US$ 10 bilhões.

     

    O crescimento das operações da empresa também está exigindo investimentos na rede de distribuidores autorizados. No Rio Grande do Sul, a Linck aplicou R$ 5 milhões na transferência da sua sede em Porto Alegre para o município de Eldorado do Sul, na região metropolitana da capital gaúcha, disse a diretora-superintendente Suzana Linck. Segundo o diretor comercial José Honorato de Moraes, além de ser dotada de melhor infra-estrutura, a nova sede está situada em uma região com acesso rodoviário mais fácil.

     

     

    Fonte: NTC e logística     
    29-09-2008 | 12:09
         Mato Grosso cresce mais que o Brasil. Esta é a conclusão sobre o resultado de um diagnóstico feito pela equipe técnica da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme). “O objetivo é ter dados reais sobre o desenvolvimento econômico de Mato Grosso. A partir de outubro vamos apresentar este raio x do Estado para investidores em potencial. Estes números mostram que Mato Grosso é um dos que apresentam a melhor performance econômica do Brasil. Tudo isso conta pontos a nosso favor e faz a diferença para quem pretende investir em nosso Estado”, enfatiza.
         
         O diagnóstico mostra que Mato Grosso é destaque quando se trata de Produto Interno Bruto (PIB). Entre os nove Estados da Amazônia Legal, Mato Grosso está em segundo lugar com um PIB de R$ 37.466.137 (bi) e uma renda per capita de R$ 13.125, perdendo apenas para o Pará que tem um PIB de R$ 39.150.461 (bi) e uma renda per capita de R$ 15.541. “A diferença é que o Pará tem uma população de cerca de sete milhões de habitantes e a de Mato Grosso é de apenas 2.854 milhões. Sendo assim, a renda per capita do nosso Estado é bem maior que a do Pará. Mais um ponto positivo para o Estado”, analisa Nadaf.
         
         De acordo com o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), em 1994 o Brasil tinha uma renda per capita de R$2.227,00 e o Mato Grosso ocupava o 11º lugar neste ranking com uma renda per capita de R$ 1.728,00. Em 2005, enquanto a renda per capita do Brasil foi de R$ 11.658,00, Mato Grosso subiu para o 6º lugar registrando uma renda per capita de R$ 13.365. “De acordo com as projeções que fizemos já estamos ocupando o 4º lugar neste ranking”, avisa o secretário.
         
         Já quando o assunto é Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Mato Grosso também apresenta um número maior que o Brasil. Enquanto o Estado tem um índice de 0.773, o Brasil apresenta apenas 0.767. “Estamos buscando o IDH por município. Este é um dado importante tanto para o investidor, quanto para o poder público que pode orientar melhor os empresários que pretendem desenvolver qualquer tipo de negócio Estado”, destaca.
         
         O diagnóstico da Sicme mostra também a abertura de 100 mil novas empresas nos últimos cinco anos. Destas, pelo menos 84.387 foram no setor do comércio, 15.670 no de indústria e 2.861 na área rural. Das 100 mil empresas 683 foram incentivadas pelo Governo do Estado, sendo 366 pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic), 297 pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Fundeic). Além destas, outras 214 buscaram recurso junto ao Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). Ao todo, estas 877 empresas investiram no Estado cerca de R$ 6 bilhões e geraram pelo menos 310 mil empregos diretos e indiretos.
         
         Outro índice que mostra que Mato Grosso cresce mais que o Brasil é o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto no Brasil houve um aumento de 43% de 2007 para 2008, Mato Grosso registrou um aumento de 70%. “São dados da Infraero que mostram que em 2007 houve muito mais turistas no nosso Estado. Isso gera emprego, renda e desenvolvimento”, avalia Nadaf.
         
         Outro dado que confirma que o desenvolvimento do Estado é maior que o do Brasil é o referente às exportações. No primeiro semestre de 2008, Mato Grosso cresceu 66% se comparado ao mesmo período de 2007. “A projeção que fizemos mostra que enquanto o Brasil cresceu 181.36% de 2007 para 2008, Mato Grosso deve crescer pelo menos 289.56% no mesmo período”, explica.
         
         Os setores de agropecuária, indústria e serviço também confirmam que Mato Grosso está em pleno desenvolvimento. Enquanto a agropecuária cresceu menos de 7% no Brasil e no Centro-Oeste, Mato Grosso registrou índices de crescimento de 14% entre 2003 e 2007. No setor industrial o Estado apresenta a mesma tendência neste período. Enquanto o Centro-Oeste e o Brasil apresentaram índices de crescimento menores que 4%, Mato Grosso registrou 7% de crescimento. No setor de bens e serviço não foi diferente. Enquanto o Brasil e o Centro-Oeste registraram menos de 3% de crescimento, o Mato Grosso alcançou os 5%. Sendo assim, no total Mato Grosso registrou um crescimento de 7% nos últimos cinco anos, pelo menos 3% a mais que o Centro-Oeste e o Brasil que registraram índices menores que 4%.
         
         O diagnóstico ainda revela dados sobre a produção e consumo de energia elétrica, usinas de biodiesel e vários outros dados relacionados ao setor de energia. O secretário também aproveitou para mostrar dados do setor mineral e da produção primária do Mato Grosso. “Somos destaque em pelo menos sete atividades relacionadas à agropecuária. Temos o maior rebanho comercial do Brasil com 26 milhões de cabeças e somos o maior produtor de soja”, destaca. “O Estado está vivendo um momento impar. Nosso crescimento pode ser comparado apenas ao dos Tigres Asiáticos que crescem em média 8% ao ano”, complementa. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    29-09-2008 | 12:09
          O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comentar neste domingo a crise financeira que prejudica os mercados desde o início de setembro. Para Lula, os problemas sistemáticos nos Estados Unidos colocam fim a um período, que ele chamou de "era dos economistas".
         
         "Acabou a era dos economistas, de os economistas mandarem na economia. E agora está entrando a era de a engenharia voltar a ter papel importante neste País", disse o presidente em São Bernardo do Campo.
         
         Recentemente, Lula já havia atacado os especuladores e chamou de "palpiteiros" os bancos como o Lehman Brothers - que entrou em concordata há cerca de duas semanas nos Estados Unidos, agravando a crise do crédito internacional.
         
         "Porque durante 20 anos nós ficamos discutindo a nossa dívida. A gente trabalhava de manhã para comer de tarde. O Brasil está altamente controlado, temos US$ 207 bilhões de reservas para evitar que a crise americana ou qualquer outra crise nos atinja", completou o presidente.
         
         Neste domingo, o Congresso americano trabalha para aprovar um pacote de US$ 700 bilhões para dar liquidez ao mercado e amenizar os efeitos da crise, que começam a aparecer no mundo inteiro. Democratas e republicanos já disseram que chegaram a um consenso sobre as linhas gerais do plano, mas ainda não aprovaram o documento.
         
         Na última sexta-feira, as empresas Sadia e Aracruz anunciaram perdas milionárias no Brasil por causa de investimentos em derivativos e câmbio. Na Europa, o governo britânico estuda a nacionalização de empréstimos do Bradford & Bingley, enquanto o banco belga-holandês Fortis tenta encontrar um comprador. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    29-09-2008 | 12:09
    O consumo de energia cresceu menos do que a economia no primeiro semestre de 2008. A constatação é do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que divulgou o relatório Boletim de Carga Semestral. Segundo o documento, o crescimento da carga de energia (consumo mais perdas do sistema) foi de 2,7% no primeiro semestre de 2008, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) teve alta de 6% no período. Tradicionalmente, os dois índices costumavam ter intensidades semelhantes.

     

    Segundo o ONS, a diferença reflete o aumento da autoprodução de energia e uma mudança de perfil do consumidor brasileiro de energia. Como exemplo, o boletim afirma que houve modernização do parque industrial, com investimentos em máquinas e equipamentos mais eficientes do ponto de vista energético. Além disso, o consumidor residencial, diz o texto, está mais consciente, optando por eletrodomésticos mais econômicos.

     

    O perfil da economia também vem mudando, diz o ONS, com o crescimento mais acelerado de atividades menos intensivas no consumo de energia. A agropecuária cresceu 7,1% no segundo trimestre de 2008, contra uma alta de 5.7% na indústria, em comparação com o mesmo período de 2007. O segmento de serviços cresceu 5,5%. No primeiro semestre, a carga de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) foi de 51.721 megawatts (MW) médios. O ONS afirma ainda que as temperaturas no primeiro trimestre foram mais baixas do que a média, puxando para baixo o consumo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-09-2008 | 12:09
    Todo mundo tem uma farmacinha em casa. Até aí, nada de mais. O problema começa quando esses medicamentos vencem ou, mesmo na validade, não tem mais o uso recomendado pelos médicos. Daí, a população descarta o produto despejando-o na pia ou no vaso sanitário ou apenas colocando no lixo comum. Mas ambas as atitudes estão ambientalmente incorretas. Descartar dessas formas traz sérios prejuízos ao meio ambiente e, consequentemente, a nós mesmos, que dependemos de recursos naturais como água de beber e solo para plantio.

     

    Alguns países já começam a acordar para o problema. É o caso dos Estados Unidos, que já detectou hormônios e antibióticos em sua água por causa do descarte feito ao longo dos anos sem nenhum cuidado. Na Alemanha, uma pesquisa demonstrou que 18 antibióticos foram identificados em efluentes de Estações de Tratamentos de Esgotos (ETEs) e águas superficiais.

     

    No solo o perigo é grande, uma vez que as bactérias podem fazer mutações no seu material genético, adquirindo resistência aos fármacos. Assim, uma bactéria presente em um rio ou no solo que contenha traços de antibióticos pode adquirir resistência a essas substâncias.

    É o que alertam farmacêuticos. Mas, mesmo com o perigo anunciado, o consumidor brasileiro ainda não está orientado nesse sentido.

     

    Em sua maioria, tenta dar um bom descarte, mas sabe que não é o adequado. As saídas são simples: mudanças nos sistemas de monitoramento dos produtos no meio ambiente, melhor depuração de substâncias nocivas nas estações de tratamento, conscientização da população e também o fracionamento de medicamentos.

     

    Em Mato Grosso, assim como em todo o Brasil o poder público ainda não disponibilizou pontos de recolhimento específicos para este resíduo. Levar os remédios vencidos aos postos de saúde não pode ocorrer porque as unidades não aceitam esse produtos.

     

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sabe que o problema existe, mas não fez nada ainda para solucioná-lo. O médico da Anvisa, Luiz Carlos da Fonseca, informou que os estados e municípios têm autonomia para criar as próprias leis que estabeleçam a forma correta de se descartar os remédios. Portanto, isso não é da alçada do órgão. Enquanto isso o consumidor não vê remédio para este mal.

    E apenas descarta.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-09-2008 | 11:09

    A Votorantim Cimentos aumentará em 20% a oferta do produto trazido de Sergipe para atender o comércio varejista de Mato Grosso. Atualmente estão sendo importados daquele Estado 800 toneladas do produto. Com a ampliação, a quantidade ofertada chegará a 960 toneladas. A empresa é responsável pela fabricação do cimento Itaú, que tem uma unidade em Nobres, cuja produção soma 3 mil toneladas por dia. Deste total, 80% são destinados ao abastecimento estadual que abocanha 2,4 mil toneladas/dia. O restante é enviado para Rondônia e Acre.

     

    A decisão sobre o incremento na quantidade fornecida a Mato Grosso foi tomada ontem durante reunião da diretoria da Votorantim, da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção de Mato Grosso (Acomac-MT) e do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT). O diretor comercial da empresa, Marcelo Chamma, afirma que a medida visa atender a necessidade dos estabelecimentos comerciais. O cimento trazido de Sergipe é o Poty. Incluindo os produtores de outras marcas, o valor encontrado nas lojas varia entre R$ 22,90 e R$ 24.

     

    Para o presidente da Acomac-MT, Wenceslau Souza Júnior, a medida vai ajudar na regularização da oferta do produto, que conforme ele não está em falta, como ocorreu no ano passado, mas está passando por um fracionamento na oferta aos consumidores. "Se um cliente quer comprar 100 bolsas de cimento não vendemos. Podemos oferecer apenas 10 sacos", exemplifica.

    O diretor da Votorantim acrescenta ainda que até finam de 2009 a unidade de Nobres aumentará a produção de 1 milhão de toneladas ano para 1,5 milhão/t ano, cujo aporte financeiro será de aproximadamente R$ 80 milhões. Ele anuncia ainda que uma nova unidade fabril será implantada no Estado, na mesma cidade, e que somará investimentos de R$ 300 milhões para a produção de 1,5 milhão de toneladas anualmente.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-09-2008 | 11:09

    O chefe do Departamento Econômico (Depec) do Banco Central, Altamir Lopes, informou que o crédito no país continua em expansão, conforme dados preliminares do mês de setembro. Nos 11 primeiros dias úteis do mês, até a segunda-feira da semana passada (15), a carteira de crédito referencial apresentou expansão de 2,6%, ante igual período de agosto. O crescimento foi liderado pelas operações para pessoas jurídicas, que cresceram 3,9%. Para as famílias, a expansão foi de 0,9%. Segundo Altamir, o aumento dos empréstimos este mês tem ocorrido com recursos captados pelos bancos no mercado interno.

     

    A participação desses recursos internos no total de operações de crédito aumentou 2,8% em reais, em setembro ante agosto. No mesmo período, a participação dos recursos externos diminuiu 2,6%, em dólares.

     

    Juros - Segundo Altamir, a taxa de juros continua em trajetória ascendente este mês. Na média, a taxa passou de 40,1% em agosto para 40,4% no acumulado de setembro até o dia 15. No mesmo período, a taxa nos empréstimos para as empresas passou de 28,3% para 28,4%. Nas operações para as famílias, houve aumento de 52,1% para 52,8%. Já a média da diferença entre taxa de captação e aplicação (spread médio) subiu, no dado preliminar de setembro, de 26,2 pontos porcentuais para 26,4 pontos porcentuais. Na pessoa jurídica, foi registrada redução de 14,9 pontos percentuais para 14,8 pontos e, na pessoa física houve, aumento de 37,6 pontos percentuais para 38,3 pontos percentuais.

     

    A taxa de inadimplência nas operações de crédito se manteve estável em 4,2% em agosto, repetindo o nível observado em julho. Para as pessoas físicas, a inadimplência foi de 7,5%, um pouco acima do registrado em julho, quando estava em 7,3%. Para pessoas jurídicas, ficou estável em 1,7%. O BC considera como inadimplência o percentual do saldo em atraso com vencimentos superiores a 90 dias.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-09-2008 | 11:09
    Votorantim anuncia investimentos de R$ 380 milhões para MT e confirma medidas para reforçar oferta e estoques do produto
    A Votorantim Cimentos anunciou ontem investimentos de R$ 380 milhões em Mato Grosso até 2010. Os investimentos contemplam a construção de uma nova fábrica de cimentos no município de Nobres (146 quilômetros ao norte de Cuiabá), que entrará em operação no final de 2010, no valor de R$ 300 milhões, e a ampliação da atual fábrica até julho do próximo ano, no montante de R$ 80 milhões.

    O diretor comercial da empresa, Marcello Chamma, que esteve ontem em Cuiabá reafirmando o compromisso do Grupo em manter o mercado do Estado abastecido, explica que o objetivo dos investimentos é suprir o consumo mato-grossense e atender também regiões próximas, como Goiás, Tocantins e Rondônia. O executivo anunciou também as estratégias que a Votorantim adotou em todo o País para frear a crise no abastecimento do produto, que é o principal insumo da construção civil. Entre as medidas está a priorização do mercado interno brasileiro, com o cancelamento pontual das exportações.

    A nova fábrica que entrará em funcionamento em 2010 produzirá 1,5 milhão de toneladas por ano. Com a ampliação e a nova fábrica, a Votorantim aumentará a oferta de cimentos em 180% em Mato Grosso, saindo de 1 milhão de toneladas para 2,8 milhões de toneladas/ano, acréscimo de 1,8 milhão de toneladas por ano em um período de 27 meses.

    Chamma informou que a ampliação da fábrica em Nobres aumentará a capacidade de produção em 30%. Com isso, a planta passará do atual 1 milhão de toneladas por ano para 1,3 milhão de toneladas/ano a partir do segundo semestre de 2009.

    De acordo com Chamma, o abastecimento hoje em Mato Grosso é considerado estável. “Não está sobrando nem faltando”, diz, lembrando que a empresa está trazendo cimento de Sergipe para ofertar em Mato Grosso. “Hoje, 30% do volume total da Votorantim encontrado no Estado vem de Sergipe, o equivalente a 800 toneladas por dia (16 mil sacas)”. A empresa está trazendo cimento também do Mato Grosso do Sul (200 toneladas/dia).

    Marcello Chamma diz que a demanda por cimento este ano está muito forte. “Não estamos dando conta de atender o ritmo das obras, uma vez que qualquer ampliação demanda um tempo grande porque os equipamentos são importados e demoram a chegar”.

    O importante, segundo ele, é que os preços na indústria não sobem há mais de um ano. “Estamos repassando o custo de transporte de Sergipe para Mato Grosso, daí o motivo da alta na ponta”.

    Chamma acredita, entretanto, que no final do ano o abastecimento estará normalizado porque o ritmo das obras cai nessa época e a Votorantim está ampliando uma fábrica em Goiás para atender também Mato Grosso.

    ESTRATÉGIA - O diretor comercial da Votorantim garantiu que a empresa não medirá esforços para atender a demanda crescente por cimento em todo o país. Para tanto, a indústria adotou algumas medidas estratégicas: cancelou a exportação de cimento priorizando abastecimento nacional, reduziu significativamente os estoques reguladores, distribuindo para seus clientes toda a produção existente em suas fábricas de cimento (esses estoques reguladores visam manter o mercado abastecido em casos de manutenção nas fábricas) e readequou sua logística operacional, visando melhorar a eficiência da distribuição de produto e enviar cimento de uma fábrica para regiões de consumo distante da produção.

    MATO GROSSO – Há um ano, a redução na oferta das bolsas de cimento para o consumidor varejista alterou os cronogramas das obras, elevou preços da bolsa de 50 quilos e fez com que o comércio limitasse as vendas por clientes. A escassez do produto neste período de pouco mais de doze meses inflacionou o valor de mercado do cimento em até 42%. Em março deste ano, o produto podia ser encontrado por R$ 16,90. Já em junho, por exemplo, atingiu R$ 24.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
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