Olá, seja bem-vindo (a)!
Domingo, 24 de Setembro de 2017
NOTÍCIAS
    11-09-2008 | 12:09
    Ao mesmo tempo em que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país, confirma o momento de dinamismo da economia, também sinaliza uma “certa apreensão”.

    A avaliação é do economista da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape), da Fundação Getulio Vargas (FGV), José César Castanhar.

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (10) que o PIB cresceu 6% no primeiro semestre deste ano e 6,1% no segundo trimestre, na comparação com o segundo trimestre do ano passado.

    Segundo o economista, o resultado do PIB “tem um lado positivo, que reflete esse dinamismo que a gente tem observado na economia brasileira, com o crescimento dos vários setores da economia e dos investimentos”.


    Sua apreensão reside no aumento dos juros, cuja tendência vem se registrando desde março, quando a taxa básica de juros estava em 11,25% ao ano. “Você, provavelmente, deve esperar uma redução desse ritmo de crescimento [do PIB]”, avaliou.

    Castanhar acredita que o segundo semestre não terá um crescimento tão acentuado, com reflexos já em 2009. Ele acredita que a taxa de 2008 seja de 5,4%, a mesma de 2007. “Ou, talvez um pouco mais, aproveitando esse impulso que a economia recebeu ao longo do ano passado”.

    No entanto, a perspectiva de um agravamento da crise imobiliária norte-americana pode afetar a economia brasileira e levar a um PIB menor, de 4%. Apesar das preocupações, a visão de Castanhar para a economia nacional é que "mesmo no cenário negativo, o Brasil fica numa situação favorável em comparação à economia mundial. Mas, frustrante em comparação ao que poderia estar fazendo”, concluiu.

     

     

    Fonte: Olhar Direto
    11-09-2008 | 12:09
         A arrecadação de impostos sobre produtos cresceu de forma mais significativa do que vinha sendo notado em períodos recentes, segundo dados do PIB (Produto Interno Bruto), divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 
          
         De janeiro a junho, foram arrecadados, em valores correntes, R$ 213,2 bilhões. Isso representa incremento de 8,3% sobre o que fora verificado em igual período no ano passado. 
          
         No segundo trimestre, tal arrecadação foi de R$ 108,3 bilhões, 8,5% acima do constatado de abril a junho de 2007. 
          
         A gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, destacou que o montante gerado com impostos sobre produtos teve elevação acima do Valor Adicionado a Preços Básicos (soma dos valores correntes dos setores produtivos da economia), que subiu 5,6% no semestre, e 5,7% de abril a junho. 
          
         O aumento na arrecadação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) contribuiu de forma decisiva para o resultado. 
          
         "Há também o imposto sobre importação, cuja arrecadação cresceu 25% no trimestre e influiu no total dos impostos sobre produtos", afirmou Palis. 
          
         O PIB teve expansão de 6,1% no segundo trimestre de 2008, na comparação com igual período no ano passado. No acumulado do semestre, o incremento foi de 6% em relação ao período de janeiro a junho de 2007. Ao todo, a economia movimentou R$ 716,9 bilhões de abril a junho e R$ 1,3 trilhão no primeiro semestre. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    11-09-2008 | 12:09
    O recente quadro de arrefecimento das commodities no mercado internacional, que fez com que a inflação caísse, dá margem para que o BC (Banco Central) seja menos cauteloso e afrouxe um pouco a política monetária daqui para frente. Com isso, o país teria condições de manter o nível de consumo em alta e o crescimento da economia em ritmo elevado, mesmo em meio a turbulências no cenário internacional.

     

    Para o professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Ricardo Araújo, a inflação já está acomodada e não se espera uma desaceleração tão forte da economia na segunda metade do ano. Ele evita fazer projeções, mas estima que um crescimento entre 5% e 5,5% ao longo de 2008 é perfeitamente possível.

     

    Araújo acrescenta que acha exagerado mais um aumento de 0,75 p.p. (ponto percentual) por parte do BC, que se reúne hoje para decidir se mexe na taxa Selic de juros. Para o economista, essa medida poderia inviabilizar a continuidade do crescimento, principalmente no ano que vem.

     

    "O BC pode ser menos cauteloso. Uma nova subida mais forte poderia prejudicar o crescimento em 2009", afirmou.

     

    O Iedi (Instituto de Estudos para Desenvolvimento Industrial) destaca, em boletim, que a economia mantém ritmo de crescimento expressivo, com "monótona repetição de taxas de evolução". Diante disso, desconsidera a tese de que a expansão econômica estaria criando pressões inflacionárias.

     

    Economista-chefe da corretora Concórdia, Elson Teles avalia que o aperto dos juros e o cenário externo resultarão em uma leve desaceleração para o segundo semestre, com crescimento entre 4% e 5%. Ele considera a preocupação do BC procedente, já que mesmo com os alimentos em queda, há alguns preços livres em aceleração, e que podem impactar a inflação daqui para frente.

     

    "O trabalho do BC é mitigar essa questão. Acredito que vai continuar sinalizando austeridade. As coisas não estão muito claras, e o BC pode continuar controlando essa demanda", explicou Teles.

     

    Mesmo com a inflação em alta no primeiro semestre --3,64% de janeiro a junho, ante 2,08% no primeiro semestre de 2007-- o consumo das famílias continuou em expansão significativa no período. Houve acréscimo de 6,7% no segundo trimestre, ficando em R$ 429,627 bilhões, e acumulou alta de 6,7% de janeiro a junho (R$ 841,985 bilhões), sempre na comparação com iguais períodos em 2007.

     

    "Ao mesmo tempo, renda, emprego e crédito continuaram crescendo e explicam a contínua aceleração do consumo", observa Teles.

     

    O consumo das famílias, que responde por mais de 60% da ótica da demanda do PIB (Produto Interno Bruto), vem crescendo em ritmo superior ao da economia. Além de segurar o ritmo do consumo, a continuidade da subida da taxa de juros poderá desacelerar a taxa de investimento, que foi recorde nos seis primeiros meses de 2008.

     

    "No segundo semestre, espera-se uma redução do ritmo de crescimento do investimento, mas há condições de que a taxa volte ao ritmo atual no ano que vem", observou Araújo, que considera que o Brasil está descolado "quase que por completo" da crise internacional.

     

    Fonte: O documento
    11-09-2008 | 12:09
    A redução da inflação brasileira nas últimos semanas não ocorreu devido ao aumento da taxa Selic promovido pelo Banco Central nas últimas três reuniões. Essa análise é de vários empresários do país que participaram hoje de um encontro na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Para eles, os preços das commodities internacionais foram os responsáveis pela variação na inflação.

     

    Ao mesmo tempo em que não creditam ao BC o mérito pela redução da inflação, os empresários afirmam que não existe a necessidade de aumentar novamente a taxa de juros. No início da noite de hoje, o Copom (Comitê de Política Monetária) irá divulgar a nova taxa Selic e a maioria dos analistas do mercado aguarda uma elevação de 0,75 ponto percentual, chegando a 13,75% ao ano.

     

    "Está claro que o aumento de juros da última vez foi um erro. Não há razão nenhuma para aumento de juros hoje. Se eles aumentarem é por pura vaidade, querer mostrar que não erraram na vez anterior", afirmou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

     

    Segundo Skaf, a inflação subiu devido ao aumento dos preços agrícolas no mundo, e também diminuiu pela redução dos mesmos produtos. "Não foi por causa do aumento de juros no Brasil que baixou os preços dos alimentos no mundo", afirmou.

     

    Para o presidente do grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, existem dois tipos de inflação: a local e a mundial. "A inflação caiu [no Brasil], mas não foi por influência do BC. Nós sofremos com a pressão da inflação mundial", disse o industrial, que não acredita que o aumento nos juros vá diminuir os preços das commodities internacionais.

     

    "O Banco Central vai ter que encontrar modos de ajustar as influências da inflação internacional. Porque querer corrigir com juros internamente [a inflação mundial] vai dificultar a estrutura do crescimento", disse Gerdau.

     

    O presidente da Fiat do Brasil, Cledorvino Belini, considera que o mais importante é controlar a inflação, mesmo que reduza o ritmo de crescimento do país. Para ele, o BC tem acertado nas medidas para controlar o aumento de preços.

     

    "Acho que é importante também o governo não precisar só desse recurso [aumento de juros], mas também é preciso controlar os gastos públicos", observou Belini.

    Fonte: O documento

     

    11-09-2008 | 12:09
    O Sinduscon-MT informa a todos os associados que o Diretor Suplente de Materiais, Senhor Júlio Hirohi Yamamoto, sofreu uma intervenção cirúrgica, na cidade de São Paulo, onde se encontra para tratamento médico.

     

    O Sindicato deseja-lhe o mais rápido restabelecimento, para que assim retorne o mais breve possível ao nosso convívio. 

     

    Atenciosamente

     

    A Diretoria

     

    Sinduscon-MT

     

    10-09-2008 | 12:09
    Mas ônus pode ser reduzido com regulação do sistema, conclui Fórum Econômico Mundial

     

     As crises financeiras têm custo elevado para os países, geralmente bem acima de 10% do Produto Interno Bruto (PIB).

     

     

     

     Em muitos casos, as turbulências acabam resultando em recessão.

     

     

    No entanto, esse ônus pode ser reduzido com a devida regulação e supervisão do sistema.

     

     

    As conclusões são do Fórum Econômico Mundial. "Crises financeiras são caras, pois estão associadas com falências significativas das famílias, corporações e instituições", afirma Nouriel Roubini, da New York University e da RGE Monitor, em estudo.

     

     

     

             Para ele, a instabilidade financeira é um sinal de deficiência para alocar apropriadamente a poupança em investimentos.

     

     

    O especialista acredita que a estabilidade é crucial para o desenvolvimento financeiro.

     

     

             Roubini nota que as crises financeiras têm se tornado mais freqüentes e mais virulentas, apesar do sustentado período de crescimento econômico e baixa inflação até então verificado.

     

     

    Na verdade, ele acredita que essa fase alavancou a possibilidade de bolhas.

     

     

     

             Segundo o especialista, a explosão dos preços dos ativos pode ter conseqüências sérias.

     

     

    "Uma década de experiência com crises financeiras nos mercados emergentes mostra que muitas são precedidas por bolhas de ativos, boom de crédito e de investimentos e desequilíbrio externo elevado e crescente, que se torna eventualmente insustentável."

     

     

             Em muitos casos, esses problemas têm impacto no crescimento econômico e freqüentemente estão associados com recessão.

     

     

    Também há aumento do custo fiscal, já que as situações acabam implicando em planos de socorro às instituições, o que eleva a dívida pública.

     

     

             O estudo mostra que a Espanha, por exemplo, arcou com 175% do PIB na crise entre 1977 e 1985.

     

     

     Argentina e Chile tiveram de dispor de 55% da economia na década de 1980.

     

     

    Para a Turquia, o custo da turbulência enfrentada entre 2000 e 2003 foi de 30% do PIB.

     

     

     OMISSÃO         Roubini acredita que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) cometeu um erro ao manter a taxa de juros tão baixa por tanto tempo, alimentando a bolha imobiliária.

     

     

    "Outra omissão foi a abordagem ?laissez-faire? do Fed e de outros reguladores, que permitiram a ocorrência de hipotecas tóxicas sem restrição."

     

     

             Para o especialista, a resposta apropriada deveria ter sido não só a elevação dos juros, mas também a melhor supervisão e regulamentação do setor imobiliário.

     

     

     Ele defende a "apropriada combinação entre política monetária tradicional e política de crédito para controlar o boom excessivo da alavancagem e dos preços dos ativos".

     

     

             Por mais que os ciclos de crise retornem, seus efeitos conhecidos podem reduzidos "se a apropriada supervisão e regulação foram adotadas".

     

     

    Fonte: CBIC
    10-09-2008 | 12:09

    Líder na última pesquisa de intenção de voto feita pelo Ibope em Florianópolis, com 27%, o candidato Dário Berger (PMDB) demonstrou ontem confiança na sua reeleição.

     

     

    "Tenho quase certeza que vou ser prefeito de novo", disse ele a uma platéia de 37 pessoas, em sua grande maioria empresários, que participavam do encontro promovido pelo Conselho Metropolitano Pró-desenvolvimento (Comdes), entidade ligada ao Sindicato da Construção (Sinduscon-SC), para discussão de sugestões para a gestão da cidade de 2009 a 2012.

     

     

             Apenas cinco pontos percentuais à frente do segundo colocado, Esperidião Amin (PP), que apareceu com 22% na última pesquisa, Berger aproveitou o evento para fazer uma avaliação de Florianópolis, para criticar a forma como a própria prefeitura está estruturada e apresentar propostas em linha com as sugestões do setor.

     

     

     

             "Se depender das reivindicações de vocês, estão liberados para me apoiar integralmente, porque praticamente tudo que está aqui ou já foi feito ou está em andamento", disse ele, referindo-se a uma lista entregue pelo Comdes, que incluía incentivos fiscais municipais, esforço em liberação de marinas, revitalização do centro histórico e política habitacional para desfavelização.

     

     

     

             Sobre incentivos fiscais municipais, Berger arrancou aplausos da platéia ao dizer que "é possível discutir caso a caso, à medida que for do interesse da municipalidade, desde que se preservem os empresários ´prata da casa´ para que a gente não dê incentivo para quem vem de fora concorrer com nossos empresários que estão aí há anos".

     

     

             Berger afirmou que pretende ser eleito para estabelecer um novo plano de crescimento da cidade e aproveitou para reclamar das dificuldades hoje em implementar alterações relativas à ocupação do solo.

     

     

    "Florianópolis está passando por um período de transição.

     

     

    Por ter beleza natural incomparável, a paixão muitas vezes excede a razão, e quando se coloca a paixão em primeiro lugar, as pessoas ficam fora de foco.

     

     

    Temos uma paixão proibida pela cidade.

     

     

    A sociedade em Florianópolis, antes de ver qualquer projeto, é contra.

     

     

    Não viu, mas é contra", criticou.

     

     

             O evento - que ao longo desta semana ouvirá outros candidatos - também foi usado para alfinetar adversários, como Amin e Angela Albino (PCdoB), jogando parte dos problemas de hoje às atuações que eles tiveram, Amin como prefeito e Angela como vereadora.

     

     

     

             "Um dos meus adversários (Amin) diz que vai construir um hospital no norte da ilha com o dinheiro que eu iria construir a sede da prefeitura.

     

     

     

     

     Ele devia ter feito isso há muito tempo e devia ter construído a sede porque hoje a prefeitura está em 22 pontos diferentes da cidade e é por isso que vocês são mal atendidos".

     

     

     

             Berger disse que Florianópolis é a única capital do Brasil que não tem um centro administrativo.

     

     

     

    "É uma vergonha.

     

     

     

     É preciso um centro administrativo para concentrar as atividades essenciais.

     

     

     

    Até porque hoje você não consegue resolver mais nada por telefone.

     

     

     

     Mesmo que seja lícito, você não pode resolver por telefone.

     

     

     

     Está todo mundo neurótico com essa problemática toda (grampos).

     

     

     

     

     Vocês têm dúvida de que meu telefone esteja grampeado? Nenhuma", ele mesmo respondeu.

     

     

     

             Berger chegou a aparecer em escutas telefônicas da Polícia Federal na operação Moeda Verde, que prendeu diversos empresários em 2007 em Florianópolis, acusados de negociar compra de licenças ambientais com órgãos públicos para empreendimentos.

     

     

     

     

             O candidato justificou a não construção de um centro administrativo porque teve "alguns problemas de organização".

     

     

     

     "Vocês acreditam que não consegui um terreno no centro da cidade para fazer a prefeitura?".

     

     

     

             Fez também certa mea-culpa em relação a uma obra de infra-estrutura, a beira-mar continental, que não foi concluída, segundo ele, porque houve vereadores que votaram contra desapropriação de área por perseguição política já de olho na eleição, como foi o caso da candidata Angela.

     

     

     

    "Isso foi para trazer prejuízo político para mim. Imagina se eu tivesse inaugurado a beira-mar continental? (...) Eleição na terra é tempo de guerra", disse.

     

    Fonte: CBIC
    10-09-2008 | 12:09
         A primeira edição do Índice de Desenvolvimento Financeiro, divulgada ontem pelo Fórum Econômico Mundial, coloca o Brasil na 40ª posição. A debilidade dos marcos reguladores e a baixa eficiência do sistema bancário explicam a baixa performance. O novo indicador mede o desenvolvimento dos sistemas financeiros e dos mercados de capitais de 52 países.
         
         O índice é feito a partir da medição de 7 tópicos como o "ambiente institucional" e o "ambiente de negócios".
         
         Os dados são todos medidos numa escala de 1 a 7 que avalia uma infinidade de detalhes, como a "governança corporativa" e a "liberalização do setor financeiro doméstico".Os dados foram apurados no Brasil pelo Movimento Brasil Competitivo e Fundação Dom Cabral.
         
         Brasil
         
         O relatório diz que o país tem um "ambiente político ineficiente", com baixo grau de "regularização". "A pontuação relativamente forte dos mercados financeiros e dos não-bancos (corretoras e seguradoras) contrasta com a posição fraca dos bancos, que receberam a mais baixa pontuação possível, devido ao tamanho e às baixas medidas de eficiência", diz o relatório.
         
         No índice geral o Brasil alcançou 3,28 pontos. Os EUA lideram com 5,85 e a Venezuela é a última, com 2,71 pontos.
         
         O desempenho dos "bancos" (52º lugar) contrasta com a percepção de solidez do sistema bancário nacional. O "tamanho" e a "eficiência" das instituições são as razões apontadas. A metodologia explica que "quanto maior o tamanho do sistema bancário, maior o montante de recursos que pode ser canalizado dos poupadores para os investidores".
         
         Já no tópico "ambiente institucional", o Brasil também fica em 40ª posição (3,69), atrás da Tailândia (4,46), que sofreu um golpe militar em 2006.
         
         "Nós analisamos [o ambiente institucional] a partir de questões de ordem regulatória para o sistema financeiro, como o direito de propriedade, por exemplo, não num contexto mais amplo", defende-se Bilodeau.

     

    Fonte: 24 Horas News
    10-09-2008 | 12:09
    Ex-ministro da Fazenda do governo de Itamar Franco, o economista Rubens Ricupero defende que o Banco Central não deve aumentar a taxa de juros. “O mais plausível seria o Banco Central manter o atual nível, esperar mais um pouco. Se há dúvida em relação à pressão que está ocorrendo nos preços da prestação de serviços, é melhor dar uma pausa e não agravar anda mais, com um novo aumento da taxa”, disse o ex-ministro, que participou hoje (9) do seminário Crescimento com Distribuição de Renda, em comemoração aos 200 anos do Ministério da Fazenda.

    Ricupero disse ainda que o governo deve evitar uma situação de “vulnerabilidade”, com o aumento dos gastos em níveis acima do crescimento da economia. “Acho que no momento é preciso procurar evitar uma situação de vulnerabilidade. Por exemplo, acho que o governo deveria ter muita atenção e não continuar o aumento dos gastos no ano que vem a um ritmo superior ao crescimento do economia. Isso poderia dar nos trazer surpresas”, alertou Ricupero.

    A tarefa de barrar a inflação, na opinião do ex-ministro, não pode ficar a cargo somente do Banco Central. Ele chegou a citar a possibilidade de se rever o prazo de financiamentos. “É importante que não se deixe apenas a política dos juros do Banco Centra com a tarefa de tentar moderar esse consumo. Deveria haver medidas, que eu vi que o ministro [Guido] Mantega já cogitou, de rever prazos dos créditos para reduzir um pouco a demanda”, destacou o ex-ministro. “A meu ver, o ministro Mantega está consciente disso e, no momento oportuno, fará as mudanças”, completou.

    Ao sair da palestra, Ricupero salientou que houve um alívio nos preços dos alimentos e alertou que existe uma fuga de capitais do país, que já se expressa nas negociações da Bolsa de Valores, o que deveria servir como sinal de alerta.

    “Já ontem a bolsa já estava descolada do que estava acontecendo nacionalmente. Acho que a explicação básica disso é que muitos fundos que tinham investido no Brasil estão agora vendendo suas posições, porque estão precisando de recursos fora do Brasil. Esse é o fenômeno que os economistas chamam de ‘desalavancagem’. Como a situação internacional é complicada e ainda se teme que haja outros esqueletos, além do que foi revelado domingo pelo governo americano, eles estão se retirando investimentos da bolsa brasileira e, com isso, sai um volume muito considerável de recursos”, analisou o ex-ministro.

    A segunda razão para que o Banco Central não aumente os juros, destacada por Ricupero, é que o crescimento da economia tem sido puxado pelo consumo interno. “Como nossa economia está crescendo, sobretudo puxada hoje em dia por fatores internos e não pelo comércio exterior, ela cresce basicamente por causa do consumo, tanto das famílias , como do governo”, disse o ex-ministro.

    Ao participar do seminário que reuniu muitos dos que passaram pela pasta da Fazenda, Ricupero destacou o controle da inflação como grande feito da economia brasileira. “O desafio da inflação ficou pra trás”, disse Ricupero, que conduziu a pasta da Fazenda de março a setembro de 2004.

    “Esse desafio ficou pra trás. Acho que temos aqui economistas que participaram de duas vertentes de uma curva pela qual passou a economia do Brasil. Uma descendente, na qual o Brasil sempre caminhava para trás, sempre caía. A outra, ascendente, que é a que nós estamos vivendo agora”, destacou.

    Ricupero teve que deixar o ministério devido ao desgaste de ter dito que “o que é bom a gente mostram o que é ruim a gente esconde”. A frase foi proferida em um momento em que o ministro se preparava para uma entrevista e acreditava que as câmeras estavam ainda desligadas.

    O economista se situou na fase descendente da economia e, segundo ele, em sua fase mais crítica. Ele confessou ter sentido medo de aceitar a pasta da Fazenda. Na época, Ricupero era ministro do Meio Ambiente. “Itamar queria que eu fosse para Fazenda. Eu não queria, não por humildade, mas por medo”, destacou.

    Na opinião do ex-ministro, o clímax dessa curva e o fator que determinou sua reversão foi o lançamento do real. O grande sucesso da nova moeda, de acordo com Ricupero se deu mais em função da aceitação da sociedade.

    “O Plano Real teve a vantagem de valorizar a mediação com a sociedade e usou uma linguagem singela, objetiva, clara, proporcionando informação, evitando o uso do ‘economês’. Demos informações e isso sem agências de publicidade. O que foi importante naquela época foi que a nação se converteu a idéia de que a estabilidade monetária era importante”, lembrou.


    “Seria paternalismo dizer que nós ensinamos. Não foi assim. As pessoas já sabiam de forma confusa. Nós só tornamos essas idéias claras, explícitas”, disse o ex-ministro. A calmaria das agências bancárias no dia do lançamento do plano veio como um alívio para a apreensão do ministro.

    “Naquele primeiro de julho de 1994 percorri várias agencias de Brasília e das cidades satélites e vi que estava tudo calmo. Foi uma sexta-feira. Nós tínhamos até planejado abrir os bancos no fim de semana para evitar tumultos e vimos que não havia mesmo necessidade, pois no Brasil todo o que ocorreu foi um clima de tranqüilidade. A sociedade entendeu porque teve informação clara. Não teve medo de confisco, de medidas arbitrárias e mirabolantes”, disse o ex-ministro.

    Ricupero ainda destacou que para a formação do Plano Real muitos conhecimentos e erros dos planos lançados até então foram aproveitados. “As pessoas que passaram pela experiência do cruzado aprenderam alguma coisa”, destacou.

     

    Fonte: Olhar Direto
    10-09-2008 | 12:09
    O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec), abriu 155 novas vagas para cursos gratuitos de formação inicial e continuada de trabalhadores, no município de Rondonópolis. As inscrições poderão ser realizadas nos dias 12, 15 e 16 de setembro.

    Os cursos oferecidos são: Administração de Micro e Pequenas Empresas, Montagem e Manutenção de Computadores, Comercialização de Produtos Agropecuários e Edificações: Mestre de Obras.

    As inscrições podem ser feitas na Unidade de Ensino da Secitec em Rondonópolis das 7h30 às 11h, das 13h às 17h e das 19h às 22h. No ato da inscrição, o candidato deve apresentar documentos pessoais (RG, CPF e Carteira de Trabalho).

    Todos os candidatos passarão por processo seletivo. A prova será aplicada no dia 17 de setembro e será composta de 20 questões sobre Língua Portuguesa, Matemática, Informática e conhecimentos gerais. O resultado será divulgado no dia 18/09.

    Para pleitear uma vaga no curso de Administração de Micro e Pequenas Empresas, os requisitos de acesso são idade mínima de 18 anos; ter concluído ou estar cursando a 3ª série do Ensino Médio. O curso será oferecido no período noturno e é destinado a proprietários de micro e pequenas empresas, que já atuam no mercado de trabalho, ou pretendem constituir o seu próprio negócio.

    Os requisitos de acesso para o curso de Montagem e Manutenção de Computadores são idade mínima de 16 anos e Ensino Fundamental completo. O curso será oferecido no período matutino.

    Para os cursos de Comercialização de Produtos Agropecuários e de Edificações: Mestre de Obras, a idade mínima exigida é 18 anos, ter concluído ou estar cursando o Ensino Médio. Os cursos acontecerão, respectivamente, nos períodos vespertino e noturno.

     

    Fonte: Olhar Direto
    10-09-2008 | 12:09
    A Presidência da República publicou no Diário Oficial da União de ontem o Decreto nº 6.558 de 8 de setembro de 2008, que institui o horário de verão a partir de zero hora do terceiro domingo do mês de outubro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subseqüente, em parte do território nacional. Segundo o decreto, no ano em que houver coincidência entre o horário de verão e o domingo de carnaval, o encerramento do horário será no domingo seguinte. Neste ano a 38ª edição do Horário de Verão terá início à zero hora do dia 19 de outubro de 2008 e terminará à zero hora do dia 15 de fevereiro de 2009. Os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

    De acordo com o Operador Nacional do Sistema, a previsão é que haja nesta edição uma redução entre 4% e 5% na demanda no horário de pico, o que representa cerca de 2 mil MW.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    10-09-2008 | 12:09
    Às vésperas de mais uma reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) que deve determinar nova alta da taxa básica de juros, atualmente em 13% ao ano, a economia recebe uma injeção extra de recursos, superior a R$ 8 bilhões. Apesar de não ser considera pelos economistas como uma cifra de peso, esse dinheiro coloca mais lenha no consumo no curto prazo, exatamente no momento em que BC e Ministério da Fazenda estão divididos quanto às causas da inflação.

    Desde o final de agosto, a Previdência desembolsou cerca de R$ 7 bilhões a título de antecipação da 1ª parcela do 13º salário a 22,1 milhões pensionistas e aposentados. Também desde julho os bancos passaram a oferecer empréstimos tendo como moeda de troca o 13º salário. Nesta semana foi liberado o 4º lote da restituição do Imposto de Renda, que soma R$ 1,2 bilhão.

    Além de conseguir reajuste salarial de 11%, os 32 mil metalúrgicos do ABC Paulista receberão um abono de R$ 46,4 milhões que será pago no dia 22.

    O maior volume de dinheiro em circulação dificulta o trabalho do BC de esfriar a economia para segurar a inflação, afirma o coordenador da Tendências Consultoria Integrada, Márcio Nakane. "Não chega a ser um trabalho para o BC de enxugar gelo, mas de empurrar pedra morro acima". "Essa é mais uma razão para que o Copom aumente os juros básicos em 0,75 ponto porcentual", afirma o economista chefe da MB Associados, Sergio Vale. Ele observa que o principal fator a ser levado em conta pelo BC será o ritmo de atividade.

    PIB - O Produto Interno Bruto do 2º trimestre que será divulgado hoje, deve apresentar crescimento de 5,7% ante igual período de 2007 e acréscimo de 1,5% na comparação com o 1º trimestre, calcula Vale. Se a projeção se confirmar, a demanda doméstica em 12 meses até junho terá crescido 8,4%, o dobro da taxa de expansão atingida em 2004, ano em que consumo interno foi recorde.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    10-09-2008 | 12:09
         Setembro está repleto de variedades na programação no Sesc Arsenal com a Mostra Guaná de Aldeia Sesc de Arte e Cultura que está repleta de atrações e entre ela está o melhor do cinema asiático que se destaca com os melhores filmes que foram exibidos pelo mundo. É um apanhado do melhor do cinema asiático. As sessões acontecem de entre os dias 11 a 27 de setembro, sempre às 19 horas, no CineSesc Arsenal.
         
         Para começar “A cor do paraíso” com direção de Majid Majidi – Irã e tem a duração de 86 minutos. A narrativa sobre Mohammad, um menino cego que mora em uma escola para deficientes visuais e que, nas férias, volta para seu vilarejo nas montanhas, onde convive com as irmãs e avós. O pai, viúvo, é grande complicador da história, até se render ao jeito simples do filho ver a vida.
         
         A sessão continua com “Primavera, verão, outono, inverno e primavera” conta a história de um jovem vivendo em um tempo flutuante, sob os ensinamentos de um velho monge. Durante o aprendizado, cada estação do ano acaba representando um estágio da vida do jovem. Porém, a chegada de uma garota e a paixão entre ambos, acaba desviando o pupilo dos conselhos de seu mestre. Este filme possui uma das mais belas fotografias do cinema asiático e linguagem budista-poética. A vida apresentada como um ciclo de eterno recomeço. Arrisca ser uma obra deselegante, mas acaba encantando pelo silêncio e o decorrer de suas imagens.
         
         “Balzac e costureirinha chinesa” narra o efeito libertário da literatura, da leitura literária, como crítica e advertência. No auge da revolução chinesa, Luo e Ma, dois jovens universitários de Pequim são enviados para as montanhas para a reeducação cultural. Num verdadeiro paraíso de paisagens deslumbrantes, eles trabalham a terra, descobrem a amizade, tentam se livrar do perigoso chefe local e conhecem a doce costureirinha do povoado, com quem iniciam uma amizade e por quem se apaixonam. Num país onde a leitura era proibida, Luo, Ma e a costureirinha vão desafiar as duras regras escondendo livros ocidentais de grandes autores como Balzac. Singelo e doce, alegre e comovente, Balzac e a Costureirinha Chinesa é uma obra prima do cinema.
         
         “As coisas simples da vida” também estará em exibição. Casos e acasos felizes, acontecimentos trágicos, festas e nascimentos. De forma simples e linear o diretor taiwanês propõe um passeio pela vida de uma pessoa comum, sobrevivendo ao seu cotidiano. NJ Jian mora com a esposa, os dois filhos e a sogra já idosa. Sua vida de classe média parece estável, mas alguns problemas comuns irão iniciar uma crise. Sua sogra sofre um derrame e entra num coma, abalando sua esposa emocionalmente. A firma na qual é sócio corre risco de ir à falência, e ele é obrigado a ir ao Japão negociar com uma grande empresa. Ele reencontra Sherry, seu primeiro amor de infância. Seus filhos têm dificuldades na escola, sendo que um deles enfrenta os problemas comuns da adolescência. “As coisas simples da vida” recebeu o prêmio de melhor direção no festival de Cannes de 2000.

     

    Fonte: 24 Horas News
    10-09-2008 | 11:09
    O governador Blairo Maggi sanciona hoje a lei que concede licença maternidade para as servidoras públicas estaduais por seis meses. Desta forma, o país conta com 11 Estados onde a proposta virou lei. A solenidade de assinatura do ato acontece às 15h30, no salão nobre do Palácio Paiaguás. Conforme o texto, a partir da publicação, a servidora pública estadual gestante terá direito a 180 dias consecutivos de licença sem prejuízos na remuneração.

     

    Em Brasília, a Câmara já aprovou a licença maternidade opcional de seis meses, deixando às empresas decidir se concedem ou não os 180 dias de benefício às suas funcionárias. O projeto deve ser sancionado nos próximos dias pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

     

    "O governador Blairo Maggi está em simetria com o Governo Federal. Trata-se de um benefício para a criança que poderá desfrutar de um período maior de dedicação e aconchego materno. Além disso, está respeitando o princípio da dignidade humana", declarou Francisco de Assis da Silva Lopes, secretário adjunto chefe da Casa Civil.

     

    Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos, é fundamental que a criança fique em constante presença da mãe nos primeiros seis meses de vida. "O vínculo é essencial para que a criança descubra sua identidade e ajuda na formação", revelou.

     

    Os estados onde a Lei já foi implantada são: São Paulo, Ceará, Pernambuco, Amapá, Rondônia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Espírito Santo, Alagoas e agora, Mato Grosso. (Com Assessoria)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-09-2008 | 11:09

    Com a aceleração da produção industrial, o nível de emprego cresceu 0,7% em julho em relação a junho, o maior aumento na evolução mensal desde maio de 2004, quando a criação de emprego havia crescido 1%. Na comparação com julho do ano passado, o nível de ocupação cresceu 2,8%, perfazendo uma seqüência de 25 resultados positivos na comparação anual. Até julho, o emprego industrial acumula alta de 2,8% no ano, e de 2,9% nos últimos 12 meses.

     

    "A indústria mostrava estabilidade em patamar elevado no mercado de trabalho e, agora, registra aceleração no emprego, que responde a um ritmo mais forte do setor", afirmou a economista Isabella Nunes, da coordenação de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de vagas cresceu em 11 das 14 áreas pesquisadas em julho em relação ao mesmo mês do ano passado, com destaque para São Paulo (4,3%), Minas Gerais (6,6%) e regiões Norte e Centro-Oeste (2,8%). Por outro lado, foram observadas reduções em Pernambuco (-4,4%), Santa Catarina (-1,1%) e região Nordeste (-0,3%).

     

    Na mesma base de comparação, o pessoal empregado aumentou em 13 dos 18 setores da economia, especialmente em indústrias de máquinas e equipamentos (12,3%), meios de transporte (9,6%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11,6%) e produtos químicos (11,1%). Na direção contrária, as contribuições negativas mais significativas vieram das fábricas de calçados e artigos de couro (-9,8%), vestuário (-4,7%), têxtil (-6,2%) e madeira (-8,2%).

     

    Isabella observou que, além dos setores que vêm puxando a ocupação industrial, mas não estão entre os mais empregadores - como máquinas e equipamentos e veículos automotores - em julho houve destaque também para a atividade de minerais não metálicos (vinculada à construção civil), intensiva em mão-de-obra e que ajudou a acelerar os resultados do mercado de trabalho da indústria.

     

    O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria aumentou 1,3% em julho em comparação a junho, no terceiro mês consecutivo de alta.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-09-2008 | 12:09
    Candidatos debatem Apac e propõem alterações na legislação imobiliária

     

     A coluna do Informe JB publicou domingo que candidatos recebem doações de campanha milionárias para que, se eleitos, derrubem decreto municipal das Áreas de Preservação do Ambiente Cultural (Apacs) - conservação de conjuntos urbanos - e permitam a especulação imobiliária na Zona Sul do Rio.

     

     

    Ouvidos pelo Jornal do Brasil, nem todos candidatos à prefeitura do Rio vão manter a legislação. Podem sugerir alterações no atual decreto ou até derrubar as Apacs.

     

     

     

            Cesar Maia confirma que o novo alcaide pode revogar o decreto a qualquer instante, e aconselha que "todos os candidatos deveriam assinar documento comprometerendo-se a não tocar nas Apacs".

     

     

            Paulo Giffoni, presidente da Associação de Moradores do Humaitá, critica o esquema de benefícios para empreiteiras.

     

     

     

            - A Apac é uma grande negociata da prefeitura.

     

     

    O futuro prefeito tem de estar mais junto da população e acabar com os privilégios - sustentou.

     

     

     

            Já o presidente da Associação dos Proprietários de Pequenos Prédios do Leblon e Ipanema (APPP), Augusto Boisson, disse que o assunto é fato consumado por causa da decisão do STF de liberar 436 imóveis de fora dessas áreas, e finalizou:        - Isto deve ter sido coisa da pela candidatura da Solange Amaral (DEM).

     

     

     

            O diretor-executivo do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), Antonio Carlos Mendes Gomes, apóia a preservação da memória cultural da cidade, mas entende que a matéria tem de ser debatida amplamente com a sociedade na Câmara dos Vereadores.

     

     

     

            Eduardo Paes (PMDB) é favorável à manutenção das Apacs, e diz que será rigoroso quanto à especulação imobiliária.

     

     

     Também é a favor das doações, quando legais.

     

     

            Já Solange, do DEM, vai fortalecer as Apacs, e estender para a Zona Norte.

     

     

     Segundo Solange, se não tivéssemos a lei, "mais 15 mil carros no eixo Jardim Botânico-Leblon-Ipanema estariam nas ruas".

     

     

            O pedetista Paulo Ramos espeta Maia dizendo que "o atual prefeito entende bem de empreiteiras", e que, se eleito, vai rever o decreto.

     

     

            - As empreiteiras sabem quem são os candidatos que vão ajudar, e este governará com base nos interesses desses grupos - assinalou.

     

     

     

            Para Chico Alencar (PSOL), as Apacs são um belo instrumento, porém mal aplicado porque falta a ponderação dos moradores. O candidato diz não aceitar dinheiro de empreiteiras.

     

     

     

            Já Fernando Gabeira (PV) pondera que algumas Apacs poderão ser reavaliadas. As doações da campanha de Gabeira podem ser conferidas no site do candidato.

     

     

     

            Para Alessandro Molon (PT), a Apac acabou se transformando em uma legislação urbanística, e sugere alterações no atual decreto durante a elaboração do Plano Diretor.

     

     

    - Com esse mecanismo será possível proporcionar compensação para o proprietário de imóvel preservado - explicou, ao reafirmar que só recebe doações das empresas de construção civil, desde que permitidas por lei.

     

     

            Os candidatos Marcelo Crivella (PRB) e Jandira Feghali (PCdoB) não responderam as solicitações.

     

    Fonte: CBIC
    09-09-2008 | 11:09
    Enquanto bolsas do mundo inteiro vivem dia de euforia após decisão do Tesouro americano de assumir o controle de companhias imobiliárias, Bovespa contraria expectativas e inicia a semana com perda

     

    A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) contrariou todas as previsões e tomou ontem um tombo de 2,35%, apesar de os principais mercados acionários do mundo terem computado fortes altas, refletindo o otimismo com o socorro de até US$ 200 bilhões que o governo dos Estados Unidos dará à Fannie Mae e à Freddie Mac, as duas maiores empresas de crédito imobiliário daquele país.

     

     

    "Foi inacreditável o que ocorreu na Bovespa", disse Clodoir Viera, economista da Corretora Souza Barros.

     

     

     Logo pela manhã, o pregão paulista chegou a computar alta de 3,4%, mas não se sustentou diante da falta de disposição dos investidores estrangeiros de retornarem ao Brasil.

     

     

    Falaram mais alto entre eles os riscos enfrentados pelas empresas brasileiras produtoras de commodities, cujos preços vêm desabando, ante as previsões de recessão nas maiores economias do planeta.

     

     

     

            Com a queda de ontem, o Ibovespa, principal índice de lucratividade do mercado, já acumula baixa de 8,91% no mês e perdas de 20,86% no ano.

     

     

    "O problema é que não dá para dizer que a Bovespa, ao cravar os 50.717 pontos, chegou ao fundo do poço.

     

     

     As incertezas continuam enormes, mesmo com o socorro às empresas imobiliárias americanas, que minimizam os riscos de um crise sistêmica nos mercados financeiros.

     

     

     Então, a queda pode se aprofundar", afirmou André Simões, analista de renda variável da Modal Asset Management.

     

     

     

     Ele lembrou que entre as principais bolsas do mundo, além do Brasil, mais quatro recuaram: as do Canadá, Argentina, Venezuela e China.

     

     

    Coincidentemente, os três primeiros países são produtores de commodities.

     

     

     

            Nos Estados Unidos, o socorro à Fannie Mae e à Freddie Mac deixou os investidores, secos por boas notícias, à beira da euforia.

     

     

     O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, subiu 2,58%.

     

     

    Na Nasdaq, a bolsa eletrônica, o avanço foi de 0,62%.

     

     

    O clima positivo também dominou a Europa.

     

     

     

    Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 teve alta de 3,42%. Em Frankfurt, a valorização ficou em 2,22%.

     

     

    Na Ásia, a primeira região a absorver as notícias sobre a intervenção do governo dos EUA nas duas maiores empresas imobiliárias daquele país, a Bolsa do Japão deu um salto de 3,38% e, na Coréia do Sul, o aumento foi de quase 5%.

     

     

     

    "Não havia outra saída para o governo americano que não fosse o socorro à Fannie Mae e à Freddie Mac", disse a ex-ministra da Fazenda Zélia Cardoso de Mello, que participou do seminário sobre os 200 anos da pasta.

     

     

     "Mas essa crise está longe de acabar", avisou.

     

     Dívida pública

     

            Na opinião da ex-ministra, que mora nos Estados Unidos há 11 anos, o Brasil já está pagando o preço do estouro da bolha imobiliária americana.

     

     

     "Esse preço é a forte queda da Bovespa.

     

     

    Os grandes fundos de investimentos que tinham dinheiro aplicado no país, especialmente em ações da Vale e da Petrobras, tiraram os recursos daqui.

     

     

     E esse capital não voltará não cedo", assinalou.

     

     

     A mesma avaliação foi feita pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

     

     

    "O primeiro impacto da crise foi a perda patrimonial, que estamos vendo da Bovespa. Mas ainda não há efeitos sobre a economia real, no nível da atividade do país", acrescentou.

     

     

            Para o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, a intervenção feita pelo governo americano contribuirá para a redução da volatilidade dos mercados, favorecendo a administração da dívida pública brasileira.

     

     

    "Avaliamos positivamente as ações dos EUA e achamos que elas tendem a contribuir para uma menor volatilidade internacional.

     

     

     Quanto maior o nervosismo nos mercados, mais juros os investidores pedem para comprar títulos públicos.

     

     Risco de contágio

     

            As exportações serão determinantes para o Brasil em meio à recessão que se desenha nas principais economias.

     

     

     Caso elas se retraiam muito, o país sentirá, de forma acentuada, o baque da crise que o governo dos EUA tenta conter ao socorrer com até US$ 200 bilhões a Fannie Mae e a Freddie Mac, vítimas do estouro da bolha imobiliária em agosto do ano passado.

     

     

    "As exportações são o principal canal de contágio", disse o ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser Pereira.

     

     

    A seu ver, o governo deveria dar estímulos às empresas exportadoras para conter possíveis estragos que estão por vir.

     

     

            Na avaliação do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o baque nas exportações será maior caso o ritmo de crescimento da China diminua.

     

     

     Os chineses são os principais consumidores das commodities vendidas pelo Brasil.

     

     

    São essas dúvidas, por sinal, que estão ajudando a impulsionar o dólar.

     

     

     A moeda encerrou as negociações de ontem cotada a R$ 1,736 para venda, com valorização de 1,11%.

     

     

    Para Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda, a alta do dólar não deverá ir muito além. (VN e ES)

     

    Fonte: CBIC
    09-09-2008 | 11:09

    O projeto de lei complementar de autoria do Executivo Municipal que amplia de 4 para 6 meses a licença-maternidade das servidoras públicas de Cuiabá deverá ser votado hoje. O documento deveria ter entrado na pauta da sessão da Câmara Municipal no dia. O secretário-adjunto da Secretaria de Assistência Social, o pediatra Euze Carvalho, está confiante que dessa vez possa ocorrer a votação.

     

    A proposta acrescenta o parágrafo 5º e altera o artigo 105, da Lei Complementar nº 93/2003. Já foi colocada em discussão pelo vereador Edivá Alves no dia 21 de agosto, mas na ocasião não entrou em pauta porque a sessão foi encerrada antes do previsto por falta de quorum.

     

    A licença-maternidade será garantida à funcionária mediante requerimento efetivado até o final do primeiro mês após o parto. Durante esse período, terá direito à remuneração integral, mas não poderá ter nenhum outro vínculo empregatício. Se aprovada, Cuiabá será a 100ª cidade adotar a medida, em parceria com a Sociedade Mato-grossense de Pediatria (Somape).

     

    Avanço O projeto de lei 281/2005 de ampliação de 4 para 6 meses da licença-maternidade da senadora Patrícia Saboya foi aprovada no último dia 13, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Passa a ter validade para as empresas privadas a partir da sanção do presidente, que deve ocorrer até o final desse ano. No setor público, a partir de 2010. A mudança não é obrigatória, sim facultativa. Um Programa Empresa Cidadã oferecerá incentivos fiscais para empresas que prorrogarem o tempo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-09-2008 | 11:09

     

    A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT), por meio da Gerência de Conta Corrente Fiscal (GCCF), encaminhou, no mês de agosto, a sétima remessa de avisos de cobrança deste ano, no valor de R$ 34.743.961,68, a 1.223 contribuintes do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) do Estado.

     

    Os débitos são referentes a pendências no Sistema de Conta Corrente Fiscal do ICMS da Fazenda Pública Estadual. Dos R$ 34 milhões, R$ 10 milhões são referentes a débitos dos anos de 2007 e 2008 e R$ 24 milhões a débitos anteriores a 2007.

     

    Os contribuintes intimados terão 30 dias a contar da data de recebimento do aviso para efetuar o pagamento ou parcelamento dos débitos em até 36 parcelas, de acordo com o disposto no parágrafo único do artigo 41, da Lei nº 7.098/98, com a redação dada pela Lei nº 7.867/2002, respeitadas as demais condições previstas na Portaria nº 131/2008.

     

    Excepcionalmente, em relação aos débitos vencidos até 30 de junho de 2004, os contribuintes poderão fazer opção pelo benefício do Programa de Recuperação de Crédito da Fazenda Pública

     

    Estadual (Refaz) para pagamento à vista ou parcelamento em até 96 vezes ou efetuar a compensação de dívidas líquidas e certas cujos fatos geradores da obrigação tributária tiverem ocorrido até 31 de dezembro de 2006. Caso os contribuintes não cumpram o prazo, terão os débitos inscritos em dívida ativa (execução judicial), substituindo a multa de mora pela multa prevista no artigo 45, inciso I da Lei nº 7098/1998.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-09-2008 | 11:09
    Pela sexta semana consecutiva, o mercado reduziu a projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 e manteve a estimativa do indicador abaixo do teto da meta de inflação para este ano, de 6,5%. Segundo a Pesquisa Focus, compilado das principais projeções macroeconômicas de instituições financeiras divulgada hoje pelo Banco Central, o IPCA deve encerrar 2008 em 6,27%, ante previsão de 6,32% na semana passada. Já para 2009, a previsão permaneceu em 5% pela oitava vez seguida.

     

    Porém, em ambos casos, as previsões para o IPCA permanecem acima do centro da meta de inflação, de 4,5%, conforme determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN). A margem de tolerância é de dois pontos percentuais para baixo ou para cima, ou seja, entre 2,5% e 6,5%. Para os Índices Gerais de Preços (IGPs), calculados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e que trazem o comportamento dos preços no atacado e o impacto em tarifas públicas e de serviços, as previsões também caíram. O mercado espera agora que o Índice Geral de Preços -

     

    Disponibilidade Interna (IGP-DI) encerre 2008 em 10,27%, ante 10,31% na previsão anterior.

    Já o Índice Geral de Preços -Mercado (IGP-M) deve ficar em 10,35% este ano, ante expectativa de 10,37% na semana passada. Para 2009, a projeção para o IGP-DI caiu de 5,29% para 5,2%; a do IGP-M subiu de 5,48% para 5,5%.

     

    Juros - Na semana em que o Comitê de Política Monetária (Copom) realiza o sexto encontro do ano para definir sobre a atualização da taxa básica de juros, a Selic, o mercado financeiro manteve as projeções para o juro básico brasileiro em 2008 em 14,75% ao ano, pela quarta semana seguida. Porém, a projeção para 2009 caiu de 14% ao ano para 13,75% ao ano. Atualmente, a Selic está em 13% ao ano.

     

    Fonte: Gazeta Digital
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
Anuncie - Política de Privacidade
2014 -Todos os Direitos Reservados
V3 Agência Web