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Sábado, 19 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    29-08-2008 | 12:08

    Os investimentos da cadeia de construção civil somaram R$ 205,3 bilhões no ano passado, com expansão de 13,8% em relação a 2006, segundo estudo realizado pela FGV Projetos, a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). "Esperamos continuidade do crescimento dos investimentos em 2008", disse a consultora Ana Maria Castelo.

     

     

            Em 2006, o setor havia investido 7,6% a mais que no ano anterior Os investimentos da cadeia de construção respondem por uma parcela da formação bruta de capital, que é composta também por máquinas e equipamentos.

     

     

            Já a carga tributária da cadeia da construção foi de R$ 44,2 bilhões no ano passado, sendo R$ 17 bilhões referentes a impostos sobre produção e importação e R$ 27,1 bilhões a impostos sobre renda e propriedade. A carga tributária foi correspondente a 23,6% do Produto Interno Bruto (PIB) da cadeia da construção. No ano passado, a arrecadação cresceu 7,9% em 2007 em termos reais.

     

     

     Carga tributária

     

            O presidente da Abramat, Melvyn Fox, destacou que a carga tributária teve expansão mesmo com as reduções do imposto sobre produtos industrializados (IPI), concentradas em 2006, mas que ocorreram também em 2007. "A desoneração do IPI movimentou a economia. Temos insistido com o governo para que materiais de construção sejam incluídos na reforma tributária", disse Fox.

     

     

            Segundo o estudo da FGV Projetos, o total de pessoal ocupado na cadeia da construção civil foi de 9,2 milhões no ano passado, com crescimento de 4,8% em relação a 2006. A atividade da construção respondeu por 68,4% do total. A indústria de materiais participou com o equivalente a 6,3%. Os serviços corresponderam a 5,3% do total, comércio de materiais de construção, por 9%, outros fornecedores, por 10,5%, e máquinas e equipamentos para a construção, por 0,5%.

     

     

             Das 6,3 milhões de pessoas ocupadas na atividade de construção civil, entre 35% a 40% possuem carteira de trabalho ou são autônomos que fazem contribuições previ-denciárias, segundo a consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo. Ela destacou que a participação do emprego formal tem crescido.

     

     

    Fonte: CBIC
    29-08-2008 | 11:08
    Tomaram posse nesta quinta-feira (28.08) os 12 secretários membros do Comitê Estadual do Trabalho Decente, que deve concluir sua Agenda de Trabalhos até o início de 2009. Durante a cerimônia de posse no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, o governador Blairo Maggi sugeriu que fossem desenvolvidas agendas de trabalho municipais nas cidades que apresentarem problemas, como forma de criar “atalhos” até o objetivo do Estado, que todos tenham trabalho decente em Mato Grosso. “Essa agenda tem que acontecer de forma efetiva, onde cada membro terá que trabalhar e trazer resultados”.

    O governador destacou que o intuito é mostrar que Mato Grosso, além de um grande produtor de alimentos, é um Estado que gera empregos e respeita o trabalhador em sua plenitude. “O alimento aqui produzido é resultado do árduo trabalho feito por várias mãos, que envolve desde o agricultor até o empresário. Geramos emprego e queremos ver o Estado dentro da responsabilidade com o trabalho. É por isso que nos propomos a desenvolver a Agenda do Trabalho Decente de forma efetiva, para que traga resultados e ajude Mato Grosso a se consolidar como uma região responsável”.

    Aproximadamente metade dos trabalhadores no mundo vivem com menos de U$ 2 por dia, ou seja, em condições de pobreza, explica a diretora nacional da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Laís Abramo. Ela ainda apresentou que cerca de 20% destes trabalhadores estão na faixa de extrema pobreza, e neste sentido elogia a administração mato-grossense. “Nós, da OIT, estamos muito satisfeitos com a decisão do Governo de Mato Grosso, em criar um Comitê Estadual do Trabalho Decente. É importante deixar claro que só gerar empregos não é suficiente, afinal, esses empregos precisam ter condições mínimas de salário, segurança, proporcionando assim uma vida digna ao trabalhador”.

    Para a representante da Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Mato Grosso (Fetagri), Maria da Glória, é com a união de toda uma sociedade que será possível aplicar o conceito de Trabalho Decente no Estado. “Temos que mostrar que Mato Grosso é um Estado produtivo e está fora da situação de trabalho escravo. A Agenda, que estabelece metas e prioridades, vem justamente para atender às necessidades da região e servir de modelo para os demais estados brasileiros, assim como a Bahia é hoje”, destacou.

    “Vamos realizar campanhas sobre os direitos do trabalhador, e ainda realizar resgates de profissionais em ambientes degradantes. Temos que lembrar do trabalho domiciliar, onde crianças são trazidas do interior do Estado para trabalhar em péssimas condições dentro das residências. Neste caso ainda temos a complicação da invulnerabilidade do imóvel, mas vamos atuar muito neste sentido”, adiantou o procurador chefe do Ministério Público do Trabalho, José Pedro dos Reis. Ele reforçou que além de uma forte repressão é necessário que a sociedade saiba como o trabalho escravo e infantil reflete negativamente a todos.

    CONCEITO - Formalizado pela OIT em 1999, durante a 87° Conferência Internacional do Trabalho (CIT), o Trabalho Decente nada mais é do que um trabalho produtivo e adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, eqüidade, e segurança, sem quaisquer formas de discriminação, e capaz de garantir uma vida digna a todas as pessoas que vivem de seu trabalho.

    O Comitê Estadual do Trabalho Decente, criado através do Decreto nº. 1494 de 31 de julho de 2008, integra representantes das Secretarias de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Desenvolvimento e Turismo (Sedtur), Meio Ambiente (Sema), de Fazenda (Sefaz), Planejamento e Coordenação Geral (Seplan), Desenvolvimento Rural (Seder), Comunicação Social (Secom), de Educação (Seduc), Saúde (SES), Ciências e Tecnologia (Secitec) e de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

     

    Fonte: Secom-MT
    29-08-2008 | 11:08

    Por oito votos a sete, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ/MT) concedeu ontem uma liminar que permite o julgamento de ações de improbidade administrativa pela Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular. A decisão foi bastante comemorada pelo Ministério Público Estadual (MPE) e pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), pois dará celeridade aos processos envolvendo agentes públicos.

     

    A liminar foi concedida em julgamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) proposta pelo procurador-geral de Justiça (PGJ), Paulo Prado, contra a lei complementar 313/2008, apresentada pela Assembléia Legislativa e sancionada pelo governador Blairo Maggi (PR).

     

    "Essa decisão é o resgate da independência do Judiciário", afirmou Paulo Prado. A lei nº 313/2008 foi proposta pela Assembléia depois de serem criadas as varas especializadas. Com a decisão dos parlamentares, ações de improbidade administrativa voltaram a ser julgadas nas varas de Fazenda Pública, conforme explicam os promotores Célio Fúrio e Roberto Fúrio.

     

    Segundo eles, a criação das varas especializadas já resultou no julgamento de cinco processos envolvendo políticos em menos de um ano. O número é maior que a apreciação registrada em quase 10 anos nas varas de Fazenda Pública, que têm em média cerca de 20 mil processos cada uma e envolvem ações de diversas naturezas.

     

    "Como disse o procurador-geral, essa decisão é um divisor de águas", completa Antônio Cavalcante, o Ceará, coordenador do MCCE. A procuradoria jurídica da Assembléia estuda recorrer da decisão. A liminar terá efeito até o julgamento do mérito da Adin. Os desembargadores entendem que a mudança não poderia ter partido do Legislativo e que as ações de improbidade têm que ser tratadas com isonomia em relação as demais ações civis.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-08-2008 | 11:08
    A previdência privada no Brasil acumulou no primeiro semestre do ano uma entrada de recursos que supera os resgates em R$ 15,3 bilhões, um crescimento de 23,3% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado. "A previdência passou a ser vista como algo para o longo prazo e as pessoas não se importam muito com as crises do curto prazo", afirmou Renato Russo, vice-presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

     

    A maior parte da captação está nos planos VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livre), indicados para as pessoas que não declaram imposto de renda ou que utilizam o desconto padrão, com uma arrecadação de R$ 11,4 bilhões, valor 33% maior que o registrado entre janeiro e junho de 2007. No PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), a entrada de recursos somou R$ 2,238 bilhões, com crescimento de 8,2%. As provisões totais dessa indústria somam R$ 132,5 bilhões, sendo que pouco mais de R$ 102 bilhões estão aplicados em fundos de investimento na categoria previdência.

     

    O restante refere-se ao grupo de pessoas que já recebe os benefícios, e por isso a natureza da reserva é outra e a alocação é feita em portfólios variados. De acordo com Renato Russo, que também é vice-presidente da área de Vida e Previdência da Sul América, a legislação permite que até 80% do patrimônio do fundo de previdência de renda fixa seja aplicado em títulos privados, mas majoritariamente a aplicação é feita em papéis do governo. Essa categoria tem R$ 89,515 bilhões em investimentos.

     

    O sistema de previdência privada conta com 7,6 milhões de participantes. A Bradesco Vida e Previdência é líder do setor, com 35,06% do mercado, seguida pelo Itaú, como 19,3%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-08-2008 | 11:08
    Para comemorar os 200 anos de sua criação, o Ministério da Fazenda realizará um seminário que reunirá vários ex-ministros da Fazenda e economistas para discutir "Desenvolvimento Econômico: Crescimento com Distribuição de Renda". O encontro acontecerá em Brasília, entre os dias 8 e 10 de setembro. Segundo a programação do Ministério da Fazenda, apenas o ex-ministro e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ainda não confirmou presença.

     

    Na lista dos participantes estão nomes como de Delfim Neto, Ernane Galveas, Francisco Dornelles, Luiz Carlos Bresser Pereira, Mailson da Nóbrega, Zélia Cardoso de Mello, Paulo Haddad, Marcílio Marques Moreira, Rubens Ricupero, Ciro Gomes, Pedro Malan, Antonio Palocci e o atual ministro Guido Mantega. O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, também participará da discussão. Entre os economistas estão Luiz Gonzaga Belluzzo, Paulo Nogueira Batista, Maria da Conceição Tavares, Yoshiaki Nakano, Luciano Coutinho e Aloísio Mercadante.

     

    No dia 8 de setembro também haverá um solenidade para lançamento de selo e medalha comemorativos aos 200 anos do Ministério da Fazenda. Ainda será lançado um livro com a biografia de todos os ministros desde 1808.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-08-2008 | 11:08
    O presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse hoje que o Brasil vive um ciclo de investimentos amplo e robusto. Ele destacou que após um ano da crise internacional gerada pelos problemas com as hipotecas de segunda linha (subprime) nos Estados Unidos, as decisões de investimentos no Brasil "nem tremeram".

     

    Segundo ele, os dados do BNDES mostram que desde a eclosão da crise, em agosto de 2007, os projetos de investimento em análise na instituição cresceram 30%. Em sua apresentação na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Coutinho destacou que a taxa de investimento no Brasil tem crescido duas vezes acima da expansão do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo ele, esse ritmo indica que o nível de investimento do País chegará a 21% do PIB em 2010. Em 2008, ele calcula que esse indicador ficará em 18,5% do PIB.

     

    Investimentos - O presidente do BNDES apresentou um mapeamento que mostra que os investimentos no período de 2008 a 2011 devem chegar a R$ 1,5 trilhão, o que implica uma taxa de crescimento anual de 18%. Apesar do discurso otimista, Coutinho ponderou que não há motivo para "subir no salto alto" e é preciso trabalhar para elevar a poupança interna e colocar o País no grupo dos países que têm autonomia para crescer. "Não quer dizer que está tudo resolvido. Há uma travessia pela frente, mas assim como atravessamos este último ano, podemos continuar essa travessia. O padrão de crescimento é virtuoso. Temos um mercado interno que é um ativo do Brasil com um potencial tremendo", afirmou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    29-08-2008 | 11:08
    O consumo de energia elétrica do setor industrial de Mato Grosso cresceu 13,4% em julho deste ano na comparação com o mesmo intervalo de 2007. Na região Centro-Oeste, a alta na demanda energética foi de 10,4% também sobre o sétimo mês do ano passado. No país, o crescimento foi menor, 5,3%, ou seja, 8,1 pontos percentuais a menos em relação à expansão registrada pelas indústrias mato-grossenses. Os números fazem parte da Resenha Mensal de Energia Elétrica, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão do governo federal.

     

    De acordo com os dados divulgados pela empresa, o consumo energético atendido pelo sistema elétrico nacional totalizou 32,509 mil Gigawatt-hora (GWh) no sétimo mês deste ano, segundo maior índice do ano, com crescimento de 6,1% sobre o verificado no mesmo período do ano passado. A demanda equivale ao consumo dos setores residencial, comercial, industrial e outros.

     

    Para o presidente em exercício da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Jandir José

    Milan, a expansão verificada este ano, não no mês de julho isoladamente, mas no decorrer do ano é devido ao aumento das indústrias em operação no Estado. Segundo ele, a tendência é que o consumo de energia do Estado aumente cada vez mais, pois com novas plantas industriais atuando na região, é normal que a demanda pelo insumo aumente. "Muitas indústrias estão se instalando em Mato Grosso e quando estiverem operando em plena capacidade, a produção aumentará e consequentemente o consumo de energia".

     

    Esta semana, por exemplo, o Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) aprovou intensões de investimentos de cerca de R$ 62,3 milhões para Mato Grosso. Ao todo devem ser gerados mais de 2,5 mil empregos, entre diretos e indiretos. Os investimentos serão aplicados em 30 municípios mato-grossenses.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
         O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou ontem o aumento de R$ 2,05 bilhões no seu orçamento destinado para financiamentos habitacionais. Desse valor, R$ 500 milhões devem ir para um programa específico para famílias de baixa renda, e o restante, para as linhas de crédito que já contam com dinheiro do fundo. 
          
         Com a decisão, sobe para R$ 10,45 bilhões o orçamento do FGTS para a habitação em 2008. Os financiamentos à casa própria propriamente ditos ficarão com R$ 8,45 bilhões. 
          
         Outros R$ 2 bilhões irão para o Pró-Moradia, nome dado a empréstimos concedidos pela Caixa Econômica Federal a Estados e a municípios que tenham projetos na área habitacional destinado à população de baixa renda. 
          
         Um dos motivos para essa elevação no volume de recursos destinado ao setor imobiliário foi o aumento, acima do esperado, na arrecadação do FGTS. 
          
         Ontem, o Conselho Curador -formado por representantes do governo, de empresas e de sindicatos de trabalhadores- elevou de R$ 2,7 bilhões para R$ 6,7 bilhões sua projeção para a arrecadação líquida -já descontados os saques- do fundo neste ano. 
          
         Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, essa elevação reflete o aumento na geração de empregos com carteira assinada no país, o que significa crescimento também no número de pessoas contribuindo para o fundo. 
          
         "Nada mostra com tanta força a criação de empregos do que isso [o aumento na arrecadação do FGTS]", afirmou Lupi. 
          
         BNDES 
          
         Além disso, foi aprovada ontem a liberação de R$ 6 bilhões para reforçar o caixa do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Essa injeção de recursos será feita por meio de uma operação envolvendo títulos públicos que o FGTS tem em sua carteira e que serão repassados ao banco estatal. 
          
         Os papéis, conhecidos como CVS, foram emitidos pelo Tesouro Nacional para cobrir o rombo deixado por financiamentos concedidos por meio do antigo SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Esses títulos têm prazo de 30 anos e pagam juros de até 6,17% ao ano. 
          
         Após a aprovação dada pelo Conselho Curador, os CVS serão transferidos ao BNDES, que irá procurar o Tesouro Nacional para acertar o resgate antecipado desses papéis. 
          
         Diante do ritmo de crescimento da economia, a procura por empréstimos do banco estatal deve ultrapassar os R$ 80 bilhões fixados como teto para este ano, o que o tem levado a buscar fontes alternativas de recursos. 
          
         O valor anunciado ontem ficou um pouco abaixo do que vinha sendo negociado. A estimativa inicial do governo era repassar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões para o BNDES. Para evitar perdas para os trabalhadores, o banco pagará ao FGTS a mesma remuneração recebida atualmente do Tesouro.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    28-08-2008 | 11:08
    A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentou hoje (27) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva proposta para acabar com o déficit de 8 milhões de moradias para quem ganha menos de cinco salários mínimos, em 15 anos.

    Segundo o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, as construtoras esperam conseguir dinheiro do governo para tocar o projeto. Uma das idéias é que a União subsidie parte do custo para a construção das casas. Safady não informou o porcentual, mas estima que para construir uma unidade para quem ganha um salário mínimo seria necessário subsidiar a metade.

    Ainda conforme Safady, os custos podem chegar a R$ 300 bilhões. De acordo com ele, o presidente Lula recebeu bem a proposta. “O presidente está disposto a acabar com esse problema”, disse após a reunião com Lula.

    Outra proposta apresentada por Safady é uma parceria público-privada para recuperação da Esplanada dos Ministérios e construção dos sete anexos que faltam. Uma das hipóteses de parceria seria as construtoras arcarem com os custos e, em troca, o governo cederia terrenos e projeções aos empresários. Safady garante que a reforma significará redução das contas de água, luz e outros gastos. O orçamento estimado é de R$ 300 milhões.

     

    Fonte: Olhar Direto
    28-08-2008 | 11:08
    Na próxima semana, a Companhia de Saneamento da Capital (Sanecap) disponibilizará na internet informações sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), assim como telefones de contato para denúncias e pedido de informações. Hoje (27-08) de manhã, a presidente da Sanecap, Eliana Rondon, apresentou ao prefeito Wilson Santos e à equipe de secretariado dados sobre a operacionalização dos trabalhos cuja meta é universalizar o tratamento da água em Cuiabá. A reunião ocorreu na sede da 16ª Prefeitura em Movimento, que ocorre até sábado (30) no Jardim Florianópolis.

    Pelo site da Sanecap (www.sanecap.com.br), o cidadão poderá averiguar quais bairros contemplados, bem como o nome das empresas que irão executar as obras e informações sobre os contratos. Lá, haverá também o cronograma dos trabalhos e os valores de cada projeto, assim como a quantia destinada pela União, Estado e Município. Esses dados já estão disponíveis no site da Sanecap. Porém, agora passam a ser atualizados e disponibilizados por meio da Unidade Executora Local, equipe fiscalizadora do PAC que conta com apoio de representantes de órgãos federais, estaduais e do município, além de voluntários da sociedade civil.

    Ao todo, o PAC terá investimentos de aproximadamente R$ 238 milhões. Serão beneficiados 78 bairros com abastecimento de água e 48 comunidades com rede de esgoto. O PAC já está em execução na Capital com obras da Estação de Tratamento de Esgoto do Dom Aquino e operacionalização no Jardim Vitória.

    Os telefones para denúncias ou informações são (65) 3051 9725 e 9218 2207. O contato também pode ser feito pela internet, por meio do e-mail pac@sanecap.com.br.

     

    Fonte: Olhar Direto
    28-08-2008 | 11:08
     O Brasil tem cerca de 24 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, mas as cidades brasileiras estão longe de receber esse público de maneira ideal. Da mesma forma, esse imenso grupo ainda é ignorado pelo mercado como consumidor e pelos políticos como eleitor.

    A opinião é de Niusarete Margarida de Lima, da Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde). Ela lembrou que o país vai sediar uma copa do mundo dentro de seis anos e que as cidades precisam se preparar para receber turistas portadores de deficiência, que representam um segmento como qualquer outro, com grande poder de consumo.

    “Nós estamos em um processo de eliminação de barreiras, mas não estamos preparados integralmente para que a pessoa com deficiência tenha o seu direito de ir e vir respeitado. Ela paga impostos e consome como qualquer outro cidadão”, assinalou Niusarete, durante a abertura, nessa quarta-feira (27), da Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro.

    Segundo ela, o governo federal determinou um investimento de R$ 2 bilhões, até 2010, com ações em municípios acima de 60 mil habitantes. Entre as prioridades, está a acessibilidade às escolas, com ruas e meios de transporte adaptados para receber estudantes portadores de deficiência.

    Para Niusarete, os políticos estão pecando em suas campanhas ao não vislumbrar o potencial eleitoral dos portadores de deficiência. “Se você considerar que cada um tem uma família com mais três pessoas, isso representa um grande contingente de eleitores no país. Ainda falta consciência de que existem brasileiros portadores de algum tipo de deficiência que são produtivos, consumidores, eleitores e que participam da sociedade”, disse.

     

    Fonte: Olhar Direto
    28-08-2008 | 11:08
    Há muitas características consideradas como fundamentais no desenvolvimento do perfil das pessoas empreendedoras, a liderança, a paixão pelo que fazem à boa comunicação, a atitude, a visão, a inovação e a motivação estão entre elas.

     

    A vida prepara os empreendedores e a educação ao empreendedorismo contribui com a sua formação, sendo que há inclusive escolas com este foco, até mesmo em nível superior, dando ferramentas para que tenham clareza, estilo e eficiência, seja na atividade profissional, como nos negócios.

     

    Os empreendedores, é bom enfatizar, não são somente os que têm empresas, mas também os que se dedicam a uma profissão, ou representam organizações e que fazem a diferença, exercendo suas respectivas lideranças e observando atentamente as tendências de mercado. Sabem separar a quantidade de tempo, pela qualidade de tempo e estabelecem objetivos grandiosos, sem que se desviem do caminho do alto desempenho, da eficácia e das grandes idéias, e buscam uma abordagem positiva da própria vida, da sua auto-realização e também da realização coletiva. São partícipes na construção de redes saudáveis e proficientes no estabelecimento de parcerias ganha-ganha.

     

    Com relação ao profissional empreendedor, estes são vistos pelos empresários não como empregados, mas como parceiros, que participam do dia a dia da empresa, seja no campo das decisões, ou das novas idéias, consideradas como importantes, para o surgimento de produtos, serviços e projetos inovadores. Não é raro, portanto, que profissionais empreendedores com temperamento modesto trazem a melhoria no desempenho, e também o maior comprometimento de equipe.

     

    O profissional empreendedor é um parceiro que não pensa em divisão de lucros, mas sim em deixar a marca de seu talento de forma muito personalizada na empresa. Com isso passam a se diferenciar e tornarem-se pessoas chaves para o sucesso, legitimando a cada dia seu alto grau de competência, o qual raramente empresas ou instituições abrem mão, deixam de reconhecer seus méritos ou permitem a saída dos respectivos quadros, perdendo-os para a concorrência.

     

    No que tange a liderança de uma pessoa empreendedora, encerro o artigo, reportando-me ao mediador da Sales Training International, Claudiney Fullmann, diretor-presidente da Educator, que dissemina conhecimentos com foco estratégico para a formação de cidadãos íntegros e produtivos. Ele diz que um líder é formado por um alicerce, estruturado pelos seus valores, pelas suas crenças, pelos padrões comportamentais e a busca do conhecimento, e a isso ele acresce ainda há três Cs cabeça, coração e coragem.

     

    Os empreendedores não só tiram lições de seus erros e acertos, como também deixam verdadeiras lições. Nosso Brasil é um celeiro fértil de empreendedores e isso é ótimo para o nosso aprendizado diário e para a construção de um mundo alicerçado em bons exemplos.

     

    Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/ Senac-MT

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) aprovou ontem projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS) que estabelece cotas para afro-descendentes nas empresas públicas e privadas. O texto reserva para esse segmento da população 20% dos cargos em comissão do grupo de Direção e Assessoramento Superiores (DAS) da administração pública, "que será ampliada gradativamente até que a ocupação desses cargos por afro-brasileiros seja equivalente à proporção dessas pessoas na população brasileira".

     

    Quanto às empresas privadas, as que tiverem mais de 200 empregados, deverão reservar 46% delas para afro-descendentes. O projeto estabelece ainda que os empregadores não poderão pedir fotografia ou declaração de raça ou cor dos candidatos a emprego A tramitação do projeto está apenas começando.

     

    Terá, ainda de ser examinado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, antes de ser encaminhada novamente para apreciação da Câmara dos Deputados.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    O Sistema Nacional de Emprego de Mato Grosso (Sine/MT) estará hoje, a partir das 08h30, no município de Poconé. O objetivo é selecionar candidatos para preencher mais de 500 vagas de emprego na área da construção civil. Juntamente com um representante do setor de Recursos Humanos da contratante, o Sine estará até 17h selecionando os interessados no Sindicato Rural, que fica na Avenida Dom Aquino, s/nº, Centro.

     

    Incentivo - O governo de São Paulo isentou de ICMS a venda de sanduíches Big Mac nos restaurantes do McDonald"s do Estado que participarem do McDia Feliz, marcado para o próximo domingo (30). O McDia Feliz completa 20 anos em 2008 e consiste em reverter toda a renda obtida com a venda de sanduíches Big Mac -exceto alguns impostos - para projetos de instituições que atendem crianças e adolescentes em tratamento de câncer. O Conselho Nacional de Política Fazendária autorizou os Estados a isentar do ICMS a comercialização dos sanduíches durante a promoção.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    Uma sondagem especial, divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que a valorização do real frente ao dólar provocou uma perda de mercado pelas indústrias brasileiras. Segundo o levantamento, duas em cada três empresas que concorrem com produtos importados perderam participação no mercado doméstico e metade das empresas exportadoras deixou de exportar ou perdeu participação no mercado internacional nos últimos 12 meses.

     

    O levantamento da CNI informa que em quatro setores - têxteis, calçados, vestuário e equipamentos hospitalares e de precisão - a competição com produtos importados é mais intensa e levou 75% das empresas a perderem participação no mercado doméstico. O documento avalia ainda que, embora mais expostas à concorrência com produtos importados, as grandes empresas estão mais preparadas para enfrentar essa concorrência.

     

    A sondagem mostra que nove em cada 10 empresas adotaram alguma estratégia para aumentar a competitividade de seus produtos diante da concorrência dos produtos importados. Cinqüenta por cento delas reduziram os custos e 35% aumentaram o investimento em qualidade e design do produto. Em relação ao mercado externo, o levantamento mostra que as empresas de médio porte são as que apresentam maiores registros de interrupção das exportações em 2008 e queda na participação no mercado internacional.

     

    Em oito setores - móveis, têxteis, madeira, borracha, veículos automotores, minerais não metálicos, máquinas e equipamentos e equipamentos hospitalares e de precisão - mais da metade das empresas tiveram perda de participação no mercado externo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    O desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pela Fundação Seade em parceria com o Dieese ficou em 14,6% em julho, menor nível para o período desde 1998. A pesquisa foi realizada nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal.

     

    O contingente de desempregados foi estimado em 2,933 milhões de pessoas. O nível de ocupação caiu 0,7% no mês em julho ante junho e subiu 5,2% em relação a julho de 2007. O rendimento médio real dos ocupados, por sua vez, diminuiu 0,7% em junho ante maio, e passou a corresponder a R$ 1.154,00.

     

    Em relação junho de 2007, houve crescimento de 3,8%. A massa de rendimento dos ocupados, uma combinação entre o nível de ocupação e o rendimento, permaneceu relativamente estável (-0,3%) em junho ante maio. Mas, na comparação com junho do ano passado, aumentou 8,4%. São Paulo - O desemprego na região metropolitana de São Paulo ficou em 14,1% em julho, segundo a pesquisa. Embora tenha tido uma pequena elevação em relação a junho (13,9%), o resultado é o menor para meses de julho desde 1996. O contingente de desempregados foi estimado em 1,487 milhão de pessoas. O rendimento médio real dos ocupados caiu 2,3% em junho ante maio e passou a corresponder a R$ 1.205,00.

     

    Em comparação com junho de 2007, o rendimento médio real teve alta de 2,5%. A massa de rendimento dos ocupados também teve redução, de 2,2% em junho ante maio, devido ao decréscimo dos rendimentos reais. Na comparação com junho de 2007, houve alta de 6,8%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
     A inflação de agosto medida pelo Índice Geral de Preços -Mercado (IGP-M) registrou deflação de 0,32%, a menor taxa desde abril de 2006, influenciada principalmente pela queda no preço das commodities. Em julho, o índice havia apresentado alta de 1,76%. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), com o resultado, até agosto, o IGP-M acumula alta de 8,35% no ano e de 13,63% em 12 meses.

     

    A FGV informou também os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M de agosto. O Índice de Preços por Atacado - Mercado (IPA-M) caiu 0,74% em agosto, ante taxa positiva de 2,2% em julho, e registrou a menor alta desde abril de 2006. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor - Mercado (IPC-M) avançou 0,23% em agosto, em comparação com a elevação de 0,65% em julho.

     

    A taxa acumulada do IGP-M é usada para o cálculo do reajuste para preços de contratos de aluguel e de algumas tarifas de energia elétrica. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M desse mês foi do dia 21 de julho a 20 de agosto.

     

    Para o coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros, a deflação de 0,32% registrada pelo IGP-M de agosto, representou uma "mudança" no quadro inflacionário de altas que o indicador da FGV vinha mostrando durante o primeiro semestre de 2008. Ele avaliou que a queda observada teve ligação direta com o momento de recuo nos preços das commodities visto no mercado internacional.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    Agentes de Tributos da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) apreenderam nesta semana seis tratores novos no Posto Fiscal Correntes, localizado no município de Itiquira, na divisa com Mato Grosso do Sul. A empresa proprietária dos veículos está com a inscrição baixada no cadastro de contribuintes do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) do Estado há mais de 10 anos.

     

    Os tratores, que vinham de São Paulo, seriam vendidos em Mato Grosso. Em razão da irregularidade cadastral, foram lavrados Termos de Apreensão e Depósito (TAD"s) no valor de R$ 30 mil, mais multa acessória. Os veículos ainda estão retidos no posto fiscal e serão liberados somente depois que os TAD"s forem quitados.

     

    Além disso, a Sefaz tem a informação de que outros 31 tratores, da mesma empresa, devem entrar no Estado nos próximos dias. Caso isso ocorra, serão lavrados outros TAD"s no valor de R$ 155 mil, mais multa acessória.

     

    O secretário de Fazenda, Eder Moraes, enfatiza que é zero a tolerância do Estado aos contribuintes que não cumprem com suas obrigações tributárias. "Estamos atuando pontualmente em defesa da ordem tributária, evitando a concorrência desleal".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    Termina amanhã o prazo para os interessados encaminharem propostas de compra do terreno que servia de garagem à Tut Transportes, em Cuiabá. O imóvel de pouco mais de 15 mil metros quadrados localizado na avenida Fernando Corrêa da Costa, uma das regiões mais valorizadas da capital, foi avaliado em R$ 15 milhões. O dinheiro obtido será usado para o pagamento de cerca de 800 ex-empregados da empresa, além de diversos processos em trâmite na Justiça Estadual.

     

    A venda foi autorizada pelo juiz Luis Aparecido Torres, responsável pelo Núcleo de Conciliação do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso, e será feita por iniciativa particular do imóvel. Essa é uma nova modalidade de expropriação de bens instituída pela Lei 11.382, de dezembro de 2006, e que permite ao credor tomar a iniciativa e providenciar a venda do bem penhorado.

     

    A alienação tem a aprovação tanto do juiz-conciliador do Núcleo de Conciliação quanto do juiz Marcos Aurélio dos Reis Ferreira, da Vara Especializada de Falência e Recuperação Judicial da Comarca de Cuiabá, uma vez que nesta última tramita o processo de recuperação judicial da Tut Transportes. Será considerada vencedora a proposta que tiver o maior lance.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    'A proposta de Orçamento Geral da União enviada hoje (27) ao Congresso prevê que o salário mínimo passará dos atuais R$ 415 para R$ 464,72 em 2009. O valor é maior que os R$ 453,67 divulgados pela manhã pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ao entregar o projeto no Congresso.

    O ministro disse que, mais cedo, havia passado a informação errada porque se baseou no valor fixado pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Segundo ele, o mínimo ficará maior que o originalmente previsto porque o governo adotará, para o próximo ano, o cálculo acertado com as centrais sindicais pelo qual o mínimo será reajustado pela inflação e pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás.

    No final de 2006, o governo fechou um acordo com as centrais para definir um cronograma de aumento para o salário mínimo até 2010. Na época, foi encaminhado um projeto de lei para o Congresso, que ainda não foi aprovado. Apesar disso, a fórmula já será aplicada no próximo ano.

    “O projeto ainda não foi aprovado, mas o critério foi incluído na LDO, então tivemos de aplicar a nova fórmula, o que elevou até o valor [R$ 453,67] aprovado na própria lei”, explicou o ministro.

    Paulo Bernardo também justificou o fato de a proposta de orçamento estimar crescimento menor do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem. Segundo ele, as medidas tomadas para conter a oferta de dinheiro e combater a inflação terão reflexo sobre a atividade econômica somente em 2009.

    “Neste ano, o aumento dos juros e das medidas de restrição ao crédito ainda tiveram efeito zero, mas em 2009 certamente o crescimento será um pouco menor”, afirmou o ministro.

    Pela proposta, a inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrará o próximo ano no centro da meta de 4,5%. Esse número está bem abaixo da estimativa das instituições financeiras ouvidas semanalmente pelo banco Central, que apostam no IPCA a 5% no fim de 2009.

    Mesmo com a projeção fora de linha em relação às previsões do mercado, o ministro afirmou que o orçamento deve perseguir o centro da meta de inflação. “O papel do Banco Central é fazer a inflação convergir para os 4,5%, então temos de seguir essa determinação ao elaborar o orçamento”, concluiu.

     

    Fonte: Olhar Direto
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