Olá, seja bem-vindo (a)!
Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    02-08-2008 | 11:08
    CBIC apóia realização da pesquisa junto às empresas do setor

     

    O Sinduscon-SP, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), deu início à 36ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção, que visa avaliar o desempenho recente das empresas construtoras e incorporadoras de cada estado e as perspectivas empresariais para os próximos meses.

     

    A pesquisa conta com o apoio da CBIC. Em razão disso, a entidade solicita o empenho dos associados junto aos seus afiliados para que respondam o mais breve possível o questionário.

     

    A pesquisa é dividida em dois blocos de questões, de fácil preenchimento.

     

    O primeiro diz respeito às características da empresa: os segmentos em que atua, o número de trabalhadores ocupados e etc.

     

    O segundo é composto por afirmações sobre o desempenho da empresa e as perspectivas para os próximos meses. Participe!

     

    Fonte: CBIC
    02-08-2008 | 11:08
    Construção Civil como fator de desenvolvimento do país

     

    O Senai lançou no último dia 24, no Centro de Exposições do Sistema Fiergs, em Porto Alegre, o livro "O Senai e a Indústria da Construção - Uma trajetória de sucesso". No livro, o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, destaca a construção como fator de desenvolvimento do país. Para a solução do problema de escassez de mão-de-obra, ressalta os caminhos seguidos pelo setor: um amplo e moderno projeto de inovação tecnológica e o treinamento e capacitação de mão-de-obra em alta escala, e em todo território nacional.

     

    O livro traz a história da construção em fatos, com destaque para a evolução do setor ao longo dos anos e a formação e qualificação profissional, bem como cd com a lista de todas as unidades dos Senais que fazem treinamento na área da Construção Civil. O objetivo é facilitar o acesso dos int eressados aos cursos efetuados na área pelo Senai.

     

    Fonte: CBIC
    02-08-2008 | 11:08

    Dia Nacional da Construção Social será comemorado no sábado. O setor comemora no próximo sábado, 2 de agosto, em 18 estados e no Distrito Federal, o Dia Nacional da Construção Social. Instituído pela CBIC, em 2007, o evento é organizado pelo Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc) da entidade, com apoio dos Seconcis, e coordenado pelas entidades afiliadas.

     

    Segundo o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, a participação dos Seconcis, do Sistema CNI (por meio do Senai e Sesi) e a parceria com os Sindicatos dos Trabalhadores são determinantes para o bom resultado da ação.

     

    A expectativa para este ano é de que sejam atendidos 170 mil trabalhadores da construção, nas áreas de saúde, lazer e cidadania.

    A exemplo de 2007 , o Dia Nacional da Construção Social terá, como um de seus objetivos mais nobres, o estímulo às parcerias em sua mais ampla dimensão. "É nossa meta incentivar o voluntariado nas empresas e nas entidades patronais, como parte da tarefa de valorizar a cidadania e divulgar os conceitos de crescimento sustentável", diz Simão.

     

    Fonte: CBIC
    02-08-2008 | 11:08
    As contas do setor público referentes ao primeiro semestre de 2008 revelaram um superávit primário recorde de R$ 86,1 bilhões, o equivalente a 6,1% do PIB. Desde 1991, segundo os números do Banco Central, este é o melhor resultado na série histórica do banco. Este valor representa diferença entre receita e despesas, sem incluir o pagamento dos juros da dívida pública. Vale notar que, entre janeiro e junho deste ano, os juros também foram um recorde, superando em R$ 1,9 bilhão o superávit primário, alcançando R$ 88,02 bilhões. Em outras palavras: o que foi poupado nas receitas dos governos federal, estaduais e municipais, além das estatais, não foi suficiente para quitar a conta dos juros.
     
    Antes da comemoração muito acentuada desses números, é preciso observar que as chamadas metas fiscais definidas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias recuaram nos últimos três meses. Em junho as contas do setor público alcançaram saldo positivo (a meta fiscal) de R$ 11,1 bilhões em junho, ante R$ 13,2 bilhões e R$ 18,3 bilhões, respectivamente, em maio e abril. O governo assegura que essas conquistas, apesar do declínio exibido, são produto de um enorme esforço fiscal do setor público, nas três instâncias federativas mais as estatais. Há, no entanto, uma manobra numérica nessa conclusão oficial. Como mostram os números do Tesouro Nacional, em termos nominais, as despesas avançaram 9,79% no primeiro semestre, enquanto a receita líquida (que é obtida após as transferências aos estados e municípios) expandiu 15,7%. Observando-se esses dados, encontra-se a evidência estatística de que o superávit subiu 44% em relação ao que foi alcançado no primeiro semestre de 2007.
     
    O que o Tesouro não destaca é que a arrecadação explodiu, porque a economia cresceu e pagou mais impostos, e o governo apenas aproveitou esse fato para gastar antecipadamente, como mostra o salto de quase 10% nas despesas correntes apenas entre janeiro e junho deste ano. Esse fato não revela maior austeridade nos gastos públicos, mas, apenas, que neste ano foi muito mais fácil alcançar superávit primário. Há, também, a proibição de acelerar certos gastos pela legislação eleitoral. É preciso lembrar que as empresas estatais federais - responsáveis pela contribuição de 6% no superávit primário - foram obrigadas pelo governo central a aumentar os dividendos pagos por essas empresas para o sócio majoritário, ou seja, a União. No ano passado foi o inverso: o governo federal recebeu menos dividendos e as estatais investiram mais. Neste ano, a União aumentou o superávit, via maior dividendo, e cortou a capacidade de investimentos das empresas.
     
    A rigor, é preciso lembrar também que o governo não cessa de inchar a máquina. No mesmo dia em que anunciou com grande alarde os números referentes ao superávit primário, a medida provisória que transformou a Secretaria Especial da Pesca em ministério criou também 268 cargos comissionados em cinco ministérios. O gasto novo representa um custo mensal de R$ 1,070 milhão, sem todos os demais benefícios. E se a máquina incha, por outro lado, os investimentos, em especial os destinados à infra-estrutura, patinam. Basta observar que dos 23 projetos destinados à primeira carteira de obras das Parcerias Público-Privadas (PPP), previstos pelo governo para o período entre 2004 e 2007, nenhum deles saiu do papel. Aliás, dois deles, a Ferrovia Norte-Sul e a BR 116 saíram da relação inicial e passaram para concessão simples, o que quer dizer foram desenvolvidos exclusivamente pela iniciativa privada. O governo não nega esse fato: a diretoria da Unidade de PPP do Ministério do Planejamento reconhece que nenhum investimento foi feito nessas obras, e apenas empurra a culpa para outros órgãos do próprio governo que não atenderam às regulamentações mais recentes, que são mais exigentes em relação às licitações.
     
    Os dados do superávit demonstram que o governo deixou a tarefa do ajuste antiinflacionário só para a política de juros, sem maiores ajudas por parte dos gastos do setor público. O remédio dos juros tem custo alto em termos de investimentos produtivos, como os empresários insistentemente alertam. É fato, como o presidente Lula afirmou na entrevista concedida à Gazeta Mercantil e ao Jornal do Brasil, que a máquina pública precisa saber tratar bem os seus melhores valores. Essa é uma correta interpretação da realidade do setor público, o que é bem diferente de manter uma superpopulação nessa mesma máquina, ainda que paga com salários pouco atraentes. Com esse perfil o serviço público não atrai mesmo os melhores talentos e pouco ajuda o governo a atingir a pretendida e tão esperada meta do déficit nominal zero.

     

    Fonte: CBIC
    01-08-2008 | 11:08
    Funcionários da empresa Zortea Construções LTDA. participaram na manhã desta quinta-feira (31), de uma palestra promovida pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon-MT), sobre “OS Problemas do Alcoolismo no Seio da Família. Cerca de 100 pessoas compareceram ao encontro.

     

    Segundo a assistente social do sindicato, Osmarina Félix o encontro serviu para alertar sobre o consumo excessivo da bebida, que pode causar conseqüências como à dependência e desentendimentos no lar.

     

    Além disso, Osmarina alerta que a dependência pode comprometer a renda familiar e o relacionamento conjugal. “As famílias que possuem casos de ‘doentes alcoólicos’ os filhos tendem a adquirir, atraso no desenvolvimento, dificuldade na aprendizagem, perturbações no comportamento, insucesso  e abandono escolar”, destacou.

     

    Segundo a profissional, esse vício pode acarretar no descrédito da família ao “doente alcoólico”, estresse, medo, isolamento, vergonha e culpa. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o álcool é a droga preferida dos brasileiros (68,7% do total), seguido pelo tabaco, maconha, cola, estimulantes, ansiolíticos, cocaína, xaropes e estimulantes, nesta ordem. No País, 90% das internações em hospitais psiquiátricos por dependência de drogas, acontecem devido ao álcool. O alcoolismo é a terceira doença que mais mata no mundo. Além disso, causa 350 doenças (físicas e psiquiátricas) e torna dependentes da droga um de cada dez usuários de álcool.

    As empresas – sindicalizadas – que desejarem esta ou outras palestras, cujo tema seja sobre Drogas, DST/AIDS, Tabagismo, LER, DOR, Primeiros Socorros, é só entrar em contato com o Sinduscon-MT pelo telefone (65) 3627-3020 ou enviar um e-mail para: sindusconmt.social@terra.com.br
    01-08-2008 | 11:08

    Construção – Oferta do produto no mercado interno reduziu devido a exportação para a China; valor foi reajustado em 58%

     

    Brasil possui hoje apenas duas empresas fornecedoras

     

    Depois do cimento agora é a vez do aço, destinado a construção civil, faltar no mercado mato-grossense. A dificuldade para o fornecimento do produto é nacional e o motivo, segundo a Associação dos Comerciantes de Material de Construção do Estado (Acomac-MT), é o excesso de exportação do aço para outros países, especialmente a China. O preço do produto já subiu 58% nos últimos sete meses do ano em relação ao mesmo período de 2007.

     

    Até o final do ano o aço usado na construção civil deve registrar novos aumentos de preço.

     

     

    Fonte: Folha do Estado

    01-08-2008 | 10:08
    Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luiz Carlos Richter Fernandes, a dificuldade de fornecimento de aço ainda não paralisou o trabalho das obras,. A preocupação maior é com as pequenas construções que precisam recorrer às lojas distribuidoras do produto. Estas, por sua vez, têm alguns estoques reduzidos.

    Fernandes destacou que o aumento de quase 60% do aço acumulado deste ano deve impactar em uma elevação de aproximadamente 3% no preço final do imóvel construído, dependendo do tipo da obra. De acordo com ele essa situação é preocupante porque, além de refletir na construção, prejudica todo o desenvolvimento econômico do país. “Cabe ao governo intervir para diminuir a exportação e priorizar o mercado interno”, opinou.

    Fernandes destacou também que não acredita existir prioridade no fornecimento do aço para as construtoras. A diferença é que elas fazem pedidos com base em planejamento antecipado, enquanto os lojistas dependem da avaliação do estoque mensal de suas empresas.

     

    Cimento – Após um período de desabastecimento de cimento no mercado local, a oferta do material voltou a se estabilizar no mês passado e o preço do produto já caiu até 20% em algumas lojas de materiais de construção. A redução foi impulsionada, principalmente, pelo aumento da oferta do produto trazida de Sergipe pela indústria da Votorntim.(CT)

     

    Fonte: Folha do Estado
    01-08-2008 | 10:08
    Até junho, o montante liberado pela CEF foi de R$ 81,35 mi, contra os R$ 45,45 milhões no primeiro semestre de 2007
    . Confirmando o boom imobiliário no setor da construção civil, a procura por crédito habitacional em Mato Grosso, através da Caixa Econômica Federal (CEF), registrou crescimento de 78,98% no primeiro semestre do ano, em comparação com igual período de 2007. Este ano, até junho, o montante liberado alcançou a cifra de R$ 81,35 milhões, contra R$ 45,45 milhões no primeiro semestre do ano anterior. No total, foram financiados este ano 2,07 mil imóveis. Em 2007, este número foi de 1,57 mil unidades.

    De acordo com a gerente regional de Negócios da Caixa, Fátima Regina Casteli e Pinheiro, a procura pelo crédito imobiliário em Mato Grosso tem sido cada vez maior. “As opções são várias e cada um pode optar pela modalidade que melhor se adequar ao seu orçamento”, explica ela.

    Na Caixa Econômica, a modalidade preferida é o Programa de Arrendamento Residencial (PAR), que utiliza recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Visa atender famílias com renda de até R$ 1,8 mil e destina-se à aquisição de casa própria, com prazo de 15 anos para pagamento.

    Outras modalidades, como a Carta de Crédito FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), Carta de Crédito SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e Imóvel na Planta, também são bastante procuradas na Caixa.

    No caso da Carta de Crédito FGTS, o proponente não pode ter outro imóvel financiado. A faixa de renda atendida nesta modalidade vai de R$ 350 a R$ 4,9 mil, com prazo de até 20 anos para pagar. O limite do financiamento, com recursos do FGTS, varia de acordo com a renda do trabalhador e os juros variam de 6% a 8,66% ao ano.

    A Carta de Crédito SBPE destina-se à construção e aquisição de imóveis com recursos da poupança, podendo ser pago em até 240 meses, com taxas de juros que variam de 9,56% a 12,90% ao ano.

    Com recursos da própria CEF, o Construcard é utilizado para financiar a aquisição de material de construção, com prazo máximo de 36 meses e limite de crédito de até R$ 180 mil.

    A Caixa oferece também uma terceira faixa de valor dos imóveis financiados pelas regras do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), permitindo que os financiamentos com recursos da poupança para a aquisição de imóveis entre R$ 130 mil e R$ 200 mil tenham taxas de juros menores.

    O prazo de até 30 anos oferecidos pela Caixa Econômica Federal vale para todas as operações com dinheiro da poupança. No caso dos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo por Serviço (FGTS), a ampliação atinge os empréstimos para famílias com renda acima de cinco salários mínimos, que tinha prazo de até 20 anos. Para essa faixa, o prazo subirá para 25 anos.

    ATRATIVOS - O aumento da procura pelo financiamento imobiliário é reflexo direto das baixas taxas de juro e prazos longos, principais atrativos para os mutuários que desejam reformar, ampliar ou construir um imóvel.

    Para o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), Carlos Alberto Lúcio da Silva, o boom de investimentos é uma conseqüência das facilidades do crédito imobiliário. Segundo ele, a ampliação do prazo dos financiamentos de 20 para 30 anos está facilitando a aquisição da casa própria e permitindo o acesso de um maior número de pessoas ao crédito imobiliário. Com isso, o mercado tende a ficar cada vez mais aquecido. “Quanto maior o prazo de financiamento, mais fácil fica para o cliente pagar suas prestações e isso acaba estimulando o mercado”, lembra.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    01-08-2008 | 10:08
    A atividade industrial brasileira continua crescendo, mas mostra sinais de que pode desacelerar em função da alta de juros. A avaliação é do economista da Flávio Castello Branco da Confederação Nacional da Indústria.

    Segundo ele, o sinal de alerta foi dado pelo volume de estoque das grandes empresas, que está acima do planejado, o que significa que as vendas foram menores.

    No segundo trimestre deste ano a atividade industrial registrou crescimento de 56,5 pontos, 0,3 ponto acima do desempenho de igual período do ano passado (56,2). Quando a comparação é com o primeiro trimestre, o crescimento foi de 4,3 pontos

    Castello Branco explicou que a diferença entre um trimestre e outro se deve a fatores sazonais. Ele lembrou que, tradicionalmente, no segundo trimestre do ano o ritmo de crescimento da atividade industrial se acelera.

    O indicador varia de zero a 100 e valores acima de 50 indicam crescimento.

     

    Fonte: Olhar direto
    01-08-2008 | 10:08
    A Sondagem Industrial referente ao segundo trimestre de 2008, divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que a produção do setor continua crescendo e que o ritmo de aumento do emprego e da utilização da capacidade instalada tem sido ainda mais intenso. Segundo o documento, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) passou de 75%, no primeiro trimestre deste ano, para 77% no segundo trimestre de 2008. A CNI destaca que a utilização do parque fabril tem tido crescimento maior entre as pequenas empresas.

     

    O chefe da Unidade de Pesquisa da entidade, Renato da Fonseca, considerou natural um maior dinamismo nas pequenas empresas, porque esse segmento entrou mais tarde no processo de recuperação da produção, para atender o aumento da demanda. Pelos dados da Sondagem Industrial, a utilização da capacidade instalada das pequenas empresas passou de 70%, registrados no primeiro trimestre, para 73% no segundo trimestre de 2008. O nível era de 69% no segundo trimestre de 2007.

     

    A Sondagem Industrial do segundo trimestre de 2008 mostra ainda que o indicador de produção subiu de 52,2 pontos, no primeiro trimestre, para 56,5 pontos, no segundo. Já o indicador do emprego subiu de 53,1 pontos para 53,6 pontos. A pesquisa varia de zero a 100 pontos, e valores acima de 50 pontos indicam crescimento.

    A sondagem da CNI mostra ainda que, dos 27 setores pesquisados, 20 apresentaram aumento na produção, com destaque para os segmentos de refino de petróleo e produção de veículos.

     

    Fonte: Gazeta digital
    01-08-2008 | 10:08
    O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje (31) resolução autorizando o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a emprestar neste ano R$ 3 bilhões com recursos do programa Revitaliza, destinado a setores da indústria que sofrem com a concorrência do dólar barato, como madeira, calçados, frutas, móveis e têxteis.

    Esses recursos já estavam previstos na Medida Provisória 429, de maio deste ano, que estabeleceu recursos extras de R$ 9 bilhões de financiamentos previstos no programa. A expectativa é que também sejam liberados R$ 3 bilhões em 2009 e o mesmo valor em 2010. Neste ano, os setores atendidos pelo programa já contaram com R$ 3 bilhões. Apesar de os recursos estarem previstos na MP, o BNDES só pode emprestar o dinheiro com aprovação do CMN.

    O BNDES opera o programa com duas modalidades: investimento em capital fixo e exportações. A taxa de juros dos empréstimos é de 7% ao ano, com bônus de adimplência de 20% para quem paga as parcelas em dia. Esses empréstimos são subsidiados pelo Tesouro Nacional, uma vez que, se o BNDES emprestasse o recurso sem esse apoio, a taxa de juros seria mais elevada.

     

    Também hoje, o CMN autorizou o BNDES a emprestar recursos para a próxima safra, com início de plantio em setembro, nas mesmas regras de 2007/2008. Sem a medida, os produtores teriam de esperar de dois a três meses para ter acesso aos recursos, período necessário para ajustes operacionais, apesar de as condições de financiamento serem as mesmas.

    Outra decisão do CNM foi estabelecer a ampliação do limite de R$ 750 mil em empréstimos, por cooperativas, por meio do Programa de Desenvolvimento do Agronegócio (Prodeagro). Anteriormente, só estava definido o limite de R$ 250 mil, por produtor.

    O CMN definiu, ainda, o prazo máximo de quatro anos para financiamento de equipamentos usados, como tratores e colheitadeiras, pelo Programa de Financiamento para Aquisição de Máquinas e Implementos Agrícolas (Moderfrota).

    Outra resolução permite que o pequeno produtor pague a menor taxa de juros, quando os recursos do financiamento vierem do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) de forma cruzada com outras fontes, como os de fundos constitucionais, por exemplo. Ou seja, vale a menor taxa das duas opções de fonte de recursos.

     

     

    Fonte: Mídia News
    01-08-2008 | 10:08
    Pelo segundo mês consecutivo, a inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) bateu a rentabilidade dos principais investimentos financeiros no País. O indicador subiu 1,76% em julho ante a média líquida de 1,01% dos fundos de renda fixa, 0,84% dos DIs e 0,69% da poupança. Isso significa que o investidor teve o poder aquisitivo reduzido no período, já que o ganho de suas aplicações foi menor que o aumento dos preços.

     

    A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ficou na lanterninha do ranking de investimentos e amargou prejuízo de 8,48% no período. No mês passado, a bolsa paulista já havia fechado em queda de 10,43%, o pior desempenho mensal desde abril de 2004.

     

    No acumulado do ano, entretanto, as perdas são um pouco menores, de 6,86%.

     

    A origem de tanto mau humor continua sendo a economia americana, mas especificamente o mercado de hipotecas de alto risco, o chamado subprime. O administrador de investimentos, Fabio Colombo, lembra que os problemas com as empresas do setor hipotecário americano Fannie Mae e Freddie Mac sacudiram o mercado financeiro mundial e obrigaram o governo americano a anunciar um plano de socorro para evitar prejuízos maiores.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-08-2008 | 10:08
    A produção industrial do país subiu 2,7% em junho na comparação com o mês anterior, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado reverte queda de 0,6% observada no mês anterior, pelo número revisado do órgão. É o maior resultado desde outubro de 2007, quando a indústria crescera 3,5% ante mês anterior.

     

    Segundo o IBGE, o patamar de produção industrial atingiu nível recorde, ficando 1,6% acima do nível de outubro de 2007.

     

    "O resultado mostra um quadro favorável, com crescimento generalizado nos setores", afirmou o coordenador de indústria do IBGE, Silvio Sales.

    Já no primeiro semestre, a produção industrial teve crescimento de 6,3%, na comparação com os primeiros seis meses de 2007.

     

    Na comparação com junho do ano passado, foi verificada alta de 6,6%. No acumulado dos últimos 12 meses, a produção industrial tem crescimento de 6,7%, resultado idêntico aos período imediatamente anterior.

     

    A Pesquisa Industrial Mensal demonstra que houve aumento de produção em 23 dos 27 ramos pesquisados em junho, na comparação com maio. O principal destaque ficou por conta da indústria automobilística, que com a alta de 9,8%, exerceu a principal contribuição positiva. Também registraram crescimento, ante outros, máquinas para escritório e equipamentos de informática (14,2%), minerais não-metálicos (5,8%) e outros produtos químicos (2,6%).

     

    Por outro lado, os principais resultados negativos foram constatados nas indústrias de edição e impressão (- 4,5%) e alimentos (- 0,6%).

     

    Entre as categorias de uso, os bens de capital registraram expansão de junho para maio, com alta de 7,7%, maior incremento desde outubro de 2003. Os bens de consumo duráveis tiveram expansão de 7%, e os bens de consumo semi e não duráveis cresceram de 1,2%. A produção de bens intermediários anotou alta de 2,8%, subiu 0,9%.

     

    Na comparação com junho do ano passado, houve incremento da produção em 21 das 27 atividades analisadas. A produção automobilística registrou expansão de 19,4% nessa base comparativa. Também avançaram as produções de outros equipamentos de transporte (39,5%) e de metalurgia básica (8,3%).

     

    No semestre, 21 das 27 atividades tiveram incremento de produção, com destaque, novamente, para o setor automobilístico, com alta de 18,4%. Também apresentaram crescimento as indústrias de outros equipamentos de transporte (33,1%) e máquinas e equipamentos (9,4%), em relação ao período de janeiro a junho de 2007.

     

    Fonte: Folha on-line
    31-07-2008 | 11:07
    Crescimento da demanda interna e o volume das exportações provocam redução na oferta de aço no mercado. Em muitas empresas do ramo, o estoque está quase no fim. O setor da construção civil teme atrasos nas obras por causa da falta do material.

     

    Fonte: TVCA
    31-07-2008 | 11:07
    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga hoje (31), às 11h, em Brasília, a Sondagem Industrial do segundo trimestre deste ano.

    A pesquisa traz as expectativas do setor industrial para os próximos seis meses, a avaliação do trimestre anterior e os principais problemas apontados pelos empresários do setor, além dos dados de estoques.

    Esta edição da Sondagem  foi elaborada com base em levantamento feito entre os dias 26 de junho e 30 de julho, com 833 de pequeno porte, 442 de médio porte e 213 grandes empresas.

     

    Fonte: TVCA
    31-07-2008 | 11:07
    Material versátil, o PVC (policloreto de vinila), utilizado na construção civil, arquitetura, saneamento básico, brinquedos, revestimento de carros, entre outras aplicações ganha cada vez mais espaço no mundo da reciclagem. O exemplo vem de Juazeiro do Norte (CE), onde empresas trabalham na reciclagem de PVC para produção de sandálias.

    A PVC Indústria e Comércio de Plásticos que fabrica sandálias a base de PVC reciclado recebe cerca de 120 toneladas de matéria-prima por mês, provenientes de depósitos de coletas seletivas do Norte e Nordeste do país. “A importância de se reciclar o PVC está na questão sócio-ambiental, pois evita que o material se acumule em lixões e aterros sanitários” salienta Wanderson Sampaio Gonçalves, diretor comercial da companhia. Segundo ele, uma das vantagens de se trabalhar com material reciclado é o baixo custo da matéria-prima. “Com isso, podemos oferecer produtos com preço mais acessível à população”, comenta.

    No mercado desde 1998, a empresa produz cerca de 330 mil pares de sandálias por mês. “Nossas sandálias sempre tiveram uma excelente aceitação, principalmente do público de baixa renda, em função do custo reduzido da sandália para o consumidor final. Testes realizados pela empresa mostram que as sandálias chegam a durar até 60 dias quando usadas diariamente”, acrescenta Gonçalves.

    Há mais de 13 anos no mercado a empresa Inbop Ltda, que fornece para todo o Brasil, produz cerca de 10 mil pares por dia. “Nosso modelo de PVC reciclado chega a durar entre 4 e 5 meses”, comenta Cícero Roberto de Sa Barreto, supervisor de reciclado injetado da Inbop.

    Segundo o executivo, a empresa exporta para o Paraguai cerca de 60 mil pares de sandálias de PVC reciclado a cada 15 dias. “Reciclamos cerca de 1,2 mil toneladas de PVC por ano oriundos de Recife, Paraíba, Fortaleza e Bahia. Além disso, reciclamos nossas aparas que vêm da nossa produção de sandálias com PVC virgem”, acrescenta.

    “A reciclagem de resíduos de PVC para a produção de sandálias no Brasil além de contribuir diretamente para que esse material não sobrecarregue aterros sanitários do país, possibilita que a população de baixa renda tenha acesso a um produto de qualidade com custo acessível”, afirmou Miguel Bahiense Neto, diretor executivo do Instituto do PVC. “Além disso a atividade contribui para a geração de empregos para catadores, trabalhadores de depósitos de reciclagem, vendedores, entre outras funções”, completou.

     

     

    Fonte: Olhar direto
    31-07-2008 | 11:07
    O nível de ocupação cresceu 4,7%, em junho, comparado ao mesmo mês de 2007, com a geração de 770 mil postos de trabalho e uma redução de 171 mil pessoas no universo de desempregados.

    A maior elevação ocorreu em Porto Alegre (8,1%), seguido pelo Distrito Federal (5,9%), Recife (5,6%), São Paulo (4,5%); Belo Horizonte (4,2%) e Salvador (1,5%). A maioria das novas vagas é do setor de serviços (339 mil), uma expansão de 3,9%. A indústria ofereceu outros 174 mil postos (6,9%); o comércio, 152 mil (5,7%); e a construção civil , 79 mil (9,6%).
    Desde o início do ano, a capital mineira é a que mais tem impulsionado a oferta de vagas. A coordenadora da Pesquisa do Emprego e Desemprego (PED), realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Patrícia Lino Costa, atribuiu o resultado ao bom desempenho tanto da indústria, quanto dos serviços decorrentes deste setor e, ainda, da construção civil.

    “Em um ano, a taxa de desemprego em Belo Horizonte caiu 22%, um comportamento que se deve, principalmente, ao desempenho da indústria metal-mecânica, às siderúrgicas [alimentadas em especial pelo crescimento da indústria automobilística] e, especificamente, em junho, a construção civil foi a que mais se destacou”, explicou a economista.

    A coordenadora explicou que, em Recife, embora a taxa de desemprego tenha crescido em 0,5%, em junho, em relação ao mês anterior, “com a melhora da perspectiva de contratação, as pessoas estão retornando ao mercado de trabalho”. Na análise de Patrícia Lino, o aumento pela procura por vagas fez que com a taxa de desemprego na capital pernambucana subisse dos 20,5% registrados em maio para 20,6%, em junho.

     

     

    Fonte: Olhar direto
    31-07-2008 | 11:07
       O desemprego nas seis regiões metropolitanas que integram a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta quarta-feira, caiu para 14,6% em junho, ante 14,8% em maio, chegando ao menor valor para o mês desde 1998.
         
         No total, o contingente de desempregados no conjunto de Distrito Federal, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Salvador e São Paulo foi estimado em 2,899 milhões, 50 mil a menos que em maio.
         
         O nível de ocupação em junho apresentou variação positiva em 0,4%. O número de postos de trabalho criados (74 mil) foi superior ao de pessoas que entraram no mercado de trabalho (24 mil), o que resultou na diminuição do contingente de desempregados em 50 mil.

     

    Fonte: 24 Horas News
    31-07-2008 | 11:07
         O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central disse hoje que irá agir "vigorosamente" para trazer a inflação de volta para o centro da meta de 4,5% já em 2009.
         
         A afirmação faz parte da ata da última reunião do Copom, realizada na semana passada, quando o BC aumentou a taxa básica de juros de 12,25% para 13% ao ano. O BC interrompeu o ciclo de aumentos de 0,5 ponto percentual iniciado em abril deste ano e decidiu promover um aperto maior dos juros, que subiram 0,75 ponto. Foi o maior aumento percentual desde o início do governo Lula.
         
         "A estratégia adotada pelo Copom visa trazer a inflação de volta à meta central de 4,5%, estabelecida pelo CMN [Conselho Monetário Nacional], tempestivamente, isto é, já em 2009", diz o Copom.
         
         Segundo o BC, essa estratégia se deve às defasagens entre o aumento dos juros e seu impacto na economia real.
         
         Circunstâncias
         
         O BC também diz que o ritmo de aumento dos juros continuará sendo "adequado às circunstâncias", caso haja alteração nos riscos que possam afetar as previsões para a inflação.
         
         Para a instituição, uma inflação maior terá forte impacto sobre os juros negociados no setor privado, o que por sua vez pode afetar o crescimento da economia, "além de ter efeitos regressivos sobre a distribuição de renda".
         
         "Nessas circunstâncias, a política monetária deve atuar vigorosamente, enquanto o balanço dos riscos para a dinâmica inflacionária assim o requerer", afirmou o Copom.
         
         Crescimento robusto
         
         Na sua avaliação sobre a economia, a instituição diz que a demanda doméstica continua se expandindo a taxas "robustas" e o crescimento da renda e do crédito continuam sustentando esse movimento. Além disso, a contribuição das importações para segurar os preços se tornou menor.
         
         "A contribuição do setor externo para um cenário inflacionário favorável, diante do forte ritmo de expansão da demanda doméstica, e do crescimento das pressões inflacionárias globais, tornou-se menos efetiva, em um momento no qual os efeitos do investimento sobre a capacidade produtiva da economia ainda precisam se consolidar."
         
         O BC destaca também que a influência do cenário externo sobre a trajetória da inflação brasileira continua sujeita a "efeitos contraditórios e envolta em considerável incerteza".
         
         Por um lado, os preços das importações têm se elevado com intensidade. Por outro, o Copom avalia que surgiram "evidências preliminares" nas últimas semanas de uma possível acomodação dos preços de commodities (como petróleo e produtos agrícolas), o que poderia contribuir para evitar que as pressões inflacionárias se intensifiquem ainda mais.
         
    Fonte: 24 Horas News
    31-07-2008 | 11:07

    A escalada da inflação nos países emergentes é mais preocupante do que nos países desenvolvidos porque o aumento nos preços é apurado no núcleo do índice - que exclui alimentos e energia - e o repasse dos custos dos alimentos e do petróleo contamina os outros itens, afirmou o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio-diretor da MB Associados, na palestra "Para onde vai a economia no segundo semestre? Uma visão setorial", do seminário "Desafios do crédito e da economia para o segundo semestre", que aconteceu ontem na sede da Associação Comercial de São Paulo.

     

    "Nos países desenvolvidos, o núcleo da inflação é estável. Se o preço das commodities caírem, a inflação cheia converge para a inflação no núcleo. Já nos países emergentes a demanda forte por alimentos e energia contamina os outros preços", disse Neste cenário, o economista prevê uma elevação na taxa básica de juros maior nos países emergentes do que nos países desenvolvidos. "O Bernanke reza todo dia para os países emergentes elevarem o juro básico para o preço do petróleo cair assim ele não precisaria elevar os juros", disse.

    "Para os Estados Unidos e a Europa, uma queda no preço do petróleo resolveria o problema da inflação, aqui não", disse.

    O economista acredita que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) mantenha a taxa básica de juros em 2% ao ano até 2009. "Nem se ele quisesse ele teria condições de subir os juros agora", afirmou. Sobre o crescimento econômico brasileiro, o economista acredita que continuará forte, mas pode apresentar sinais de desaceleração um pouco mais intensos no segundo semestre. "Com a redução do saldo comercial e a deterioração das transações correntes o piso para o câmbio começa a desaparecer", alertou.

    "O crescimento do PIB ainda está forte este ano e deve fechar em 4,8%, mas as perspectivas para o segundo semestre são menores. Em 2009, o PIB deve encerrar o ano em 3,5%", projetou.

    "O Brasil tem condições de crescer 4% ao ano, mais do que isso não dá porque não temos infra-estrutura e os impostos continuam altos", disse.

    Em relação ao câmbio, o sócio-diretor da MB Associados estima que a valorização do real é temporária, mesmo com a elevação na taxa de juros. "Esperamos uma desvalorização do real no próximo ano, mas a queda não será grande porque temos reservas", afirmou.

    Mendonça de Barros projeta o dólar um pouco mais caro no final do ano e acredita que a divisa encerre 2009 cotada em R$ 1,85.

    Sobre a inflação acumulada, a MB Associados estima que o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) encerre o ano em 12% e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 7%.

    Empresários desconfiados

    Uma pesquisa encomendada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) ao Instituto Insearch com 350 pequenos e médios empresários da capital paulista sobre o cenário econômico no segundo semestre revelou que a maioria dos entrevistados temem o cenário político-econômico atual.

    Do total de pesquisados, 69% afirmou que o cenário político-econômico não gera confiança, 25% afirmou ter alguma confiança e 6% se mostrou muito confiante.

    Em relação aos efeitos do aumento na taxa básica de juros, 45% dos entrevistados acreditam que haverá diminuição dos negócios em relação ao primeiro semestre do ano, 45% apostam na manutenção dos negócios nos mesmos níveis e 10% acreditam no aumento dos negócios.

    A pesquisa foi realizada antes da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que decidiu por uma elevação em 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), que passou para 13% ao ano.

    "A pesquisa mostra que os efeitos da inflação são mais perceptíveis para o varejo. Outra constatação foi que a inflação é considerada um problema maior para os pequenos e médio empresários do que os juros altos", afirmou o economista-chefe da ACSP, Marcel Solimeo.

    Para o economista, o consumidor só vai sentir mais o efeito da alta do juro quando os prazos de financiamento forem reduzidos. "O repasse da alta de juros é mais lento do que antes", disse.

    Em relação à taxa básica de juros, 73% afirmou que a taxa influencia principalmente o segmento de comércio atacadista e 47% disseram que a taxa tem impacto no comércio varejista.

    A maioria dos entrevistados, 57%, acredita que o nível de inflação implicará na diminuição do volume de negócios de suas empresas, 33% crê que não haverá impacto significativo e 10% aposta no aumento dos negócios.

    Em relação às expectativas relacionadas ao segmento de atuação das empresas, 37% acredita que o mercado não terá nenhuma alteração para a realização de negócios, 36% diz que o mercado está favorável e 27% disse que a realização de negócios está desfavorável para as empresas do seu segmento.

     

    Fonte: NTC e Logística
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
Anuncie - Política de Privacidade
2014 -Todos os Direitos Reservados
V3 Agência Web