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Sábado, 29 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    11-07-2008 | 12:07
    O IPC (índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP) abriu o mês de julho em desaceleração significativa, apontando alta de 0,77%, contra 0,96% no fechamento de junho. Foi também o menor índice desde a abertura de maio deste ano, quando a alta foi de 0,68%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira.

    Os preços dos alimentos tiveram recuo, registrando alta de 2,34% (menor alta desde a segunda quadrissemana de maio, quando houve alta de 1,77%), contra 2,87% no encerramento de junho. A categoria Alimentação contribuiu com 68,68% na composição do índice, contra 67,53% em junho.

    A categoria Habitação teve alta de 0,12% (menor índice do grupo desde a segunda quadrissemana de fevereiro, quando a alta foi de 0,05%), recuando em relação ao registrado no final de junho, 0,30%.

    A categoria Transporte apresentou ligeira desaceleração, passando de alta de 0,15% no fim do mês passado para 0,12% na leitura apresentada hoje --menor leitura desde a abertura de novembro do mês passado, quando houve apenas uma ligeira variação positiva de 0,07%. Na categoria Vestuário, no entanto, os preços tiveram desaceleração, passando de 0,55% para 0,34%. Na categoria Despesas Pessoais os preços subiram, de alta de 0,80% para 0,88%.

    Na categoria Saúde houve recuo, de 0,82% para 0,74%, segundo os dados divulgados hoje. Na categoria Educação os preços subiram 0,11%, contra 0,08% no fim de junho. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.

    Fonte: Folha on-line
    11-07-2008 | 12:07
    As declarações do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, de que a autoridade monetária agirá para trazer "de forma tempestiva" a inflação para o centro da meta, pode ser interpretada como uma percepção de que o mercado estaria exagerando em suas expectativas de alta na inflação, sobretudo para 2009. Tal comportamento, típico dos mercados, chama a atenção do BC porque tem potencial para criar obstáculos à implementação da política monetária, na medida em que exige maior carga de juros para que o movimento seja revertido.

    Não é à toa que Meirelles deixou claro esse incômodo ao discursar ontem no encerramento da Conferência "O Impacto do Brasil na Economia Global", promovida pela Sociedade Americana (Americas Society) e o Conselho das Américas (Council of the Americas) em conjunto com o Movimento Brasil Competitivo.

    Na palestra, ele disse que a ação tempestiva do BC "visa também a evitar que se consolide um ambiente de pessimismo inflacionário no qual a política monetária perderia eficiência". Ou seja, a mensagem do BC indica que não se trata de uma atitude "relaxada" diante do cenário de elevação dos índices de inflação, mas também não há motivo para pânico. Afinal, o BC não abrirá mão dos instrumentos disponíveis, principalmente a taxa de juros, para trazer a inflação para a meta de 4,5%. Nesse contexto devem ser entendidas as reuniões patrocinadas por Meirelles e pelo diretor de Política Monetária, Mário Torós, com representantes de instituições financeiras no início desta semana.

    Parte do mercado entendeu o recado: após as reuniões, a curva de juros recuou, deixando de concentrar as apostas em elevação de 0,75 ponto porcentual na Selic. Ao BC interessa que o mercado antecipe os movimentos de alta na Selic porque potencializa os efeitos da política monetária. Por isso, durante alguns meses, entre o final de 2007 e início deste ano, o BC, por meio das atas do Copom, foi paulatinamente subindo o tom de sua preocupação com a inflação, movimento que foi sempre seguido de uma inclinação para cima na curva de juros, ainda que timidamente em alguns momentos.

    Terrorista - O ponto alto do alerta do Banco Central ao mercado aconteceu, em março passado, quando divulgou a chamada "ata terrorista".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-07-2008 | 12:07
    Antes de iniciar qualquer obra é preciso pensar que o responsável técnico deve estar de acordo com as determinações do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT). A legalidade na obra evita transtornos com a fiscalização do Conselho que este mês intensificou suas ações.

    As fiscalizações que iniciaram dia 07.07 prosseguem até 18 de julho, enfocam o setor da construção civil em Cuiabá e Várzea Grande e têm caráter punitivo. As multas podem variar de R$ 104,00 em casos de falta da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e placa indicando o responsável técnico pela obra, à R$ 3.818,00 mil, para empresas que não têm registro no Crea. "Caso os problemas não sejam resolvidos no tempo determinado pela fiscalização o auto de infração é encaminhado para o setor jurídico do Crea que inscreve a multa em dívida ativa e, persistindo a falta de regularização realiza execução. Também podemos acionar outros órgãos, como a Prefeitura Municipal, para que uma obra seja embargada", explica a gerente de fiscalização do Crea-MT, Vilma Aparecida Matta.

    A gerente, alerta ainda para a importância da ART nas obras de construção civil. O documento é uma garantia legal para os consumidores, em casos de busca de ressarcimentos, em eventuais problemas na construção dos imóveis.

    A fiscalização itinerante, além de inibir a construção irregular de imóveis, também combate o exercício ilegal da profissão no setor. "Temos que intensificar a fiscalização para que toda a sociedade tenha um profissional qualificado em sua obra, evitando assim o exercício ilegal de profissionais não registrados no Conselho", afirmou.

    Esta é a segunda operação do ano que reúne fiscais das inspetorias e fiscaliza obras e serviços verificando a existência do responsável técnico legalmente habilitado. O número de empresas vistoriadas no primeiro semestre de 2008 chegou a 258, sendo identificadas 191 obras irregulares e apenas 67 regularizadas. O ramo das empresas fiscalizadas foram: construção civil, provedoras de internet, manutenção e instalação de ar condicionado e armazenagem de grãos, entre outras.

    Atualmente, os agentes do Conselho realizam cerca de dez verificações por dia em todo estado, além dos relatórios das visitas.

    Fonte: O Documento
    11-07-2008 | 12:07
    O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se desacelerou em junho em relação a maio, caindo de 0,79% para 0,74%, com a alta menos intensa de produtos não-alimentícios. Esta pequena desaceleração, no entanto, não é motivo de alívio, uma vez que o preço dos alimentos continua em alta e, segundo a coordenadora de índices de preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eulina Nunes dos Santos, há a possibilidade de que a inflação acumulada em 12 meses até o fim de julho ultrapasse o teto da meta (6,5%) estimada para o ano.

    A probabilidade dessa previsão virar realidade realmente não é desprezível ao se analisar os resultados acumulados de janeiro a junho e em 12 meses terminados no mês passado, que têm alta de 3,64% e 6,06%, respectivamente.

    No semestre, a aceleração do índice foi a maior desde o primeiro semestre de 2003, quando o IPCA apresentou alta de 6,64%. Eulina disse que "há evidências que julho deste ano apresente um IPCA maior do que o do ano passado", quando o indicador subiu 0,24%. "Com a continuidade da pressão dos alimentos e a alta dos preços administrados, não é improvável que a taxa em 12 meses atinja 6,5% (em julho)."

     Segundo ela, "a alta dos alimentos é generalizada e não há sinal de inversão, já que os preços no mercado internacional e o consumo continuam subindo". "Não há evidência de mudança na trajetória de alta dos alimentos," afirmou. Em junho, os produtos alimentícios representaram 63% do índice, apresentando alta de 2,11%, a maior variação mensal registrada nesse grupo de produtos no IPCA desde janeiro de 2003, e o maior aumento para um mês de junho desde o início do Plano Real, em julho de 1994.

    Segundo Eulina, no acumulado do primeiro semestre de 2008 os alimentos contribuíram com 1,88 ponto porcentual, ou 52% do IPCA de 3,64% do período. "Ou seja, os alimentos explicam a inflação este ano".

    Para ela, "a evidência é que a alta dos alimentos em 2008 vai ficar acima da do ano passado, que já foi uma taxa expressiva". No ano de 2007, os alimentos subiram 10,79% e, somente no primeiro semestre deste ano, já acumulam variação de 8,64%. Além disso, em julho, segundo Eulina, haverá pressão de vários itens administrados, como aumentos nas tarifas de água e esgoto em Porto Alegre, Belém e Fortaleza; alta no preço da passagem dos ônibus interestaduais; na energia elétrica em São Paulo e em Curitiba, além do álcool, do gás veicular e do óleo diesel.

    Fonte: Gazeta Digital
    10-07-2008 | 12:07
    Para dirigente do MPE, população está cansada de desvios, além de construtores idôneas que ficam de fora de licitações. O Ministério Público Estadual (MPE) emitiu sonoro recado a gestores públicos durante o lançamento do GeoObras, novo sistema de monitoramento de obras públicas. O procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, alertou que a população está cansada de desvios, assim como ala de construtoras idôneas está farta da prática do lobby para supostamente vencer licitações.

    “Há políticos que estão por aí zombando da sociedade com seus carrões comprados com um dinheiro que não é limpo. Os bons empresários também estão cansados de serem usurpados em festinhas e festões, senão não ganham licitações”, acusou o procurador. Segundo Prado, o novo mecanismo de fiscalização, implantado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), vai “fechar esse ralo” de escoamento do dinheiro público.

    O discurso contra a corrupção chamou a atenção durante a solenidade de implantação do GeoObras. O evento reuniu uma série de autoridades estaduais, incluindo o governador Blairo Maggi (PR), na sede da Escola de Contas, na manhã de ontem. O sistema fará a fiscalização da execução de obras estaduais com o monitoramento por fotografias georreferenciadas e imagens via satélite.

    Aparentemente acuado pelas declarações, o governador acabou admitindo que há casos em que obras como o asfaltamento de estradas vicinais são registradas como plenamente executadas, contudo, denúncias da população revelam situações pendentes ou irregularidade. Ele, contudo, não citou exemplos de obras e os períodos em que supostamente foram realizadas.

    “Tenho consciência como cidadão que os recursos para essas obras não são do governo. Eles são da sociedade. Daí a responsabilidade em fazer as coisas acontecerem. Esperemos que dentro de pouco tempo os programas tenham mais eficiência”. O GeoObras tem como foco inicial a fiscalização contínua do andamento das obras em 24 municípios do Estado e empreendimentos comandados pelas Secretarias de Infra-estrutura e Educação, Pastas que concentram 90% das obras do governo.

    O grupo de municípios e as duas secretarias concentram R$ 530 milhões dos R$ 740 milhões em investimentos em obras no Estado em 2008, o que representa pouco mais de 70% do total. Os trabalhos se centrarão sobre os seguintes municípios: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sorriso, Sinop, Diamantino, Nova Mutum, Nobres, Rosário Oeste, Juína, Campo Novo do Parecis, Tangará da Serra, Barra do Garças, Água Boa, Nova Xavantina, Canarana, Sapezal, Cáceres, São José dos Quatro Marcos, Jaciara, Primavera do Leste, Poxoréu, Alta Floresta e Guarantã do Norte, num total de 300 obras públicas este ano.

    O GeoObras envolve investimentos de R$ 420 mil, voltados ao desenvolvimento do software do novo programa. O custo mensal de manutenção é orçado pelo TCE em R$ 8 mil. O programa é considerado inédito no país.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    10-07-2008 | 12:07
    Tenho acompanhado diariamente as boas notícias do setor da construção civil. Essa indústria que gera riqueza para o país vem se mantendo líder de uma nova realidade econômica com o passar dos anos. No entanto, são necessários esforços redobrados para que este bom momento perdure.

    Digo isso porque, embora tenhamos um cenário positivo economicamente - nunca se produziu tanto na construção civil como agora -, ainda temos marcas de equívocos cometidos em anos anteriores. Cicatrizes que estão sendo derrubadas com muito suor de uma classe que tem se unido por um ideal: o bem do setor.

    Até poucos anos atrás, éramos lideres em acidentes de trabalho e utilizávamos colaboradores sem qualquer condição de trabalhar nos canteiros de obras espalhados por esse país. Mas, após uma conscientização maior de sindicatos, engenheiros, construtoras e trabalhadores, já há uma luz no fim do túnel que aponta para uma sensível melhora neste quadro.

    Devo frisar que ainda estamos longe do ideal quando abordamos a questão da segurança. Pessoas ainda morrem em obras por imprudências que nos deixam abismados. No entanto, já é grande o número de empresas usando plataformas elevatórias no lugar dos antigos andaimes, máquinas e equipamentos com EPCs - equipamentos de proteções coletivas. Uma clara demonstração da busca da qualidade da saúde do trabalhador, que literalmente faz a construção acontecer.

    Já estava mais do que na hora de se profissionalizar essa indústria que representa mais de 5% do nosso PIB (Produto Interno Bruto) e que, somente neste início de ano, gerou mais de 150 mil postos de trabalho em todo o país.Diversos são os motivos para esse bom momento. O PAC, a facilidade pelo crédito consignado na compra da casa própria, lançamentos de empreendimentos imobiliários - muitas vezes vendido na planta - e também o bom momento da economia propiciaram essa vertente positiva. Nunca se consumiu tanto. Nunca se vendeu tanto e nunca se produziu como agora.

    Nosso trabalho para que esse setor continue dando orgulho ao país não pode parar. Temos o compromisso de fazer com que o Brasil tenha melhor qualidade em suas obras e ofereça uma política de segurança cada vez mais eficaz para as pessoas que constroem os sonhos de todos os brasileiros.

    Expedito Eloel Arena é engenheiro civil e presidente da Associação Brasileiras da Empresas Locadoras de Bens Móveis

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-07-2008 | 12:07
    A inflação medida pelo Índice Geral de Preços -Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 1,89% em junho, segundo informou ontem a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em maio, o índice subiu 1,88%. Foi a maior taxa registrada nesse tipo de indicador desde janeiro de 2003, quando apresentou elevação de 2,17%. Até junho, o IGP-DI acumula elevações de 7,14% no ano e de 13,96% em 12 meses.

    O período de coleta de preços para o IGP-DI de junho foi do dia 1º a 30 do mês passado. A taxa acumulada do IGP-DI é usada como indexadora das dívidas dos estados com a União.

    O índice é calculado por meio de uma média ponderada de três outros indexadores: Índice de Preços no Atacado (IPA) - que mede a variação de preços no mercado atacadista -, Índice de Preços ao Consumidor (IPC) -que mede a variação de preços entre as famílias que percebem renda de 1 a 33 salários mínimos nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro -, e o INCC que é o Índice Nacional da Construção Civil, que mede a variação de preços na construção civil.

    A leve aceleração na taxa do IGP-DI foi causada principalmente pela inflação mais intensa nos preços do atacado, medidos pelo IPA-DI (de 2,22% para 2,29%), no mesmo período, na opinião do coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros. Na análise do economista, o aumento de 1,89% foi "um auge", em termos de elevação para os índices, e os próximos resultados devem sinalizar tendência gradual de aumentos mais fracos para os indicadores.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    10-07-2008 | 12:07
    O sistema GeoObras do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT), lançado nesta quarta-feira (09.07), em solenidade na Escola Superior de Contas, para fiscalização das obras e serviços de engenharia de Mato Grosso, vem ao encontro à proposta de Governo do Executivo estadual de oferecer melhores condições de vida a população mato-grossense. Segundo o governador de Blairo Maggi, para o controle da aplicação de 100% dos recursos em beneficio da mesma.

    A nova ferramenta, inédita no país, faz o acompanhamento por meio de um sistema tecnológico que captura imagens de satélite desde a licitação ao recebimento das obras, e dá acesso total à população. Em um link no site do TCE - www.tce.mt.gov.br -, além do conhecimento das informações em textos e fotos georreferenciadas e de satélites, o internauta poderá ainda denunciar via on-line irregularidades observadas no anonimato ou se identificando.

    O presidente do TCE e idealizador do projeto, conselheiro Antônio Joaquim, disse que o sistema GeoObras é um grande instrumento de cidadania, onde a população participa efetivamente da fiscalização da aplicação de recursos públicos. “Os cidadãos ajudam no controle social e sem custo algum para o TCE”, analisou. Antônio Joaquim espera a adesão dos demais órgãos de controle externo, e até do Tribunal de Contas da União

    Antes mesmo de sair do papel, o projeto já contava com apoio do Governo do Estado, conforme lembrou o presidente do TCE. O governador Blairo Maggi cumprimentou o Tribunal de Contas pelo novo instrumento de controle social, que disponibiliza ao público, e também ao Executivo uma ferramenta pelo qual o Governo fará a fiscalização das suas obras, verificando com a participação da sociedade se aquilo que foi contratado está sendo feito.

    Maggi contou que desde que assumiu o Governo de Mato Grosso tem a preocupação em fazer com que os recursos públicos cheguem à sociedade, compromisso que deixa claro sempre que inaugura uma obra no Estado. “O governo tem a obrigação de devolver o dinheiro dos contribuintes, pago em impostos, através de obras públicas”, frisou o governador, reforçando a importância da participação do público nessa fiscalização.

    O TCE explicou o que é o sistema GeoObras e fez uma apresentação técnica para conhecimento profundo de como irá funcionar o projeto, que é analisado como um completo sistema de auditoria de obras públicas. O Tribunal de Contas também assinou Termo de Cooperação com o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT) e Ministério Público estadual.

    A parceria com o Crea garantirá ao Conselho fiscalizar o exercício profissional nas obras públicas. Para o MPE, é consideravelmente importante ter cesso e controle a essas informações. O procurador geral do Estado, Paulo Prado, também cumprimentou ao TCE pelo avanço e visão de futuro que representam o sistema. Ele elogiou ainda o Governo do Estado pelo apoio ao projeto. “Demonstra que o governo está preocupado com uma administração séria, com o bom uso do dinheiro público”, avaliou.

    SISTEMA

    O GeoObras-TCE/MT é desenvolvido pela empresa Premier - detentora dos direitos. O sistema é uma aposta ao extermínio de obras fantasmas. Por ele, é possível fazer intervenção ou determinação de correções nas obras e serviços durante a execução da despesa, contando também com imagens terrestres inseridas pelos próprios órgãos fiscalizados.

    Serão esses órgãos os responsáveis por registrar no TCE o endereço georreferenciado de todas as obras e, ainda, a obrigatoriedade de alimentar/atualizar constantemente os dados no programa. O sistema possibilita ao próprio cidadão a postagem de foto ou vídeo-denúncia de obra paralisada ou de má qualidade.

    Além de imagens, o GeoObras terá informações declaratórias fornecidas pelos próprios órgãos de licitações, contratos, medições e pagamentos efetuados para as respectivas obras, o que garantirá o controle social de despesas públicas em serviços de engenharia.

    O Tribunal ainda se preocupou em integrar o GeoObras com o Sistema Aplic (Auditoria Pública Informatizada de Contas) desenvolvido pelo próprio TCE para fazer a auditoria concomitante dos recursos públicos. Essa interface permitirá o cruzamento de dados, como fotografias e imagens de satélite, com aquelas incluídas nos balancetes mensais pelos gestores.

    Neste primeiro momento, auditores da Coordenadoria de Controle de Obras e Serviços de Engenharia do TCE alimentaram o sistema GeoObras-TCE/MT com dados e fotografias de obras e serviços de engenharia de 24 municípios e das Secretarias de Estado de Educação (Seduc) e de Infra-Estrutura (Sinfra), que em 2008 serão responsáveis por investimentos na ordem de R$ 530 milhões. No total, os órgãos públicos devem investir no ano cerca de R$ 740 milhões.

     

    Fonte: Secom
    10-07-2008 | 12:07
    A manutenção da pressão dos preços dos alimentos aliada à expectativa de alta de taxas administradas, como luz e água, indicam que a inflação continuará em ascensão no acumulado dos últimos 12 meses, podendo até mesmo ultrapassar o teto de 2 pontos percentuais acima da meta de 4,50% estipulada pelo Banco Central.

    Para que a taxa em 12 meses ultrapasse os 6,50%, basta que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registre alta de 0,66% em julho.

    "Além da alta dos alimentos, haverá impacto de itens fortes e expressivos. A combinação dos alimentos com os itens administrados esperada para julho indica que a taxa em 12 meses continuará crescendo", afirmou a coordenadora de preços do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Eulina dos Santos.

    Ela lembrou ainda que a taxa de 0,24% constatada em julho de 2007 dificilmente será mantida este ano. Além disso, as taxas observadas em de agosto a novembro de 2007 são relativamente baixas, não passando de 0,47%.

    Foram justamente os itens não-alimentícios, que tem alta esperada para julho, que foram responsáveis pela desaeleração do IPCA, dos 0,79% de maio para 0,74% em junho. Os alimentos foram responsáveis por 63% da taxa do mês, e explicam 52% do índice este ano, que acumula alta de 3,64%. Nos últimos 12 meses, os alimentos registram elevação de 15,79%. A alta de 2,11% dos alimentos em junho é a maior desde janeiro de 2003, e é a maior desde o início do Real para um mês de junho.

    "Não há evidência de reversão da alta dos alimentos. Não há notícias de mudanças no cenário. O perfil do IPCA está sendo guiado pelos alimentos desde o final do ano passado, motivado pelo aumento da renda, tanto no Brasil quanto em outros países, e pela consequente pressão dos países emergentes", explicou.

    Eulina frisou que há vários reajustes de itens administrados em julho, como as taxas de água e esgoto em Porto Alegre (8,5%), Belém (11,7%) e Fortaleza (6%), de energia elétrica em São Paulo (8,6%) e Curitiba (2%), além da tarifa de ônibus interestaduais (6%) e do álcool e do diesel (este, em função do biodiesel).

    Fonte: Folha on-line
    10-07-2008 | 12:07
    O ritmo de crescimento da inflação surpreendeu no segundo trimestre e fez a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revisar para baixo a projeção de expansão econômica neste ano, de 5% para 4,7%. O novo dado consta do Informe Conjuntural, divulgado ontem. O arrefecimento nas previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) decorre também da trajetória de alta da taxa Selic. Porém, o economista-chefe da confederação, Flavio Castelo Branco, disse que os sinais de desaceleração da economia, no momento, estão mais atrelados aos picos inflacionários - que foram mais intensos no segundo trimestre - que corroem a renda do consumidor. E desperta o sinal amarelo na decisão dos investimentos na produção.

    "A intensidade do aumento da inflação neste segundo trimestre surpreendeu um pouco", disse o economista, em entrevista à Gazeta Mercantil.

    Os setores que devem puxar a economia para baixo são aqueles que já estão sendo prejudicados pela depreciação do dólar ante o real. Os têxteis, calçados e bens de consumo mais leve que têm dificuldade de concorrer com os importados, avaliou o economista. A inflação mantém-se em alta, mesmo diante do processo de aperto monetário, e já se encosta no limite máximo da meta de 6,5% estipulada este ano pelo governo.

    A CNI revisou a projeção do IPCA _ usado pelo governo para estabelecer as metas anuais de inflação _ para 6,4%, um forte avanço em relação à previsão de março, quando indicava 4,7%, ainda um pouco acima do centro a meta de 4,5%.

    Assim como outros economistas do mercado e instituições, a CNI reitera no relatório que as principais fontes primárias da inflação são provenientes do mercado internacional, sobretudo dos preços das commodities. Porém, diz a CNI, tal cenário coincide com o aquecimento do consumo interno beneficiado pelo aumento do crédito e da massa salarial alicerçado pela criação do emprego. Isso eleva o consumo na praça. A CNI acredita que a taxa de desemprego chegará em dezembro em 6,7%, perfazendo uma média anual ao redor de 8%. A demanda elevada desperta a atenção do Banco Central que deve manter o processo de aperto monetário para "dificultar" que os atuais preços externos contaminem os do Brasil. A CNI já aposta na desaceleração da demanda neste semestre.

    "A principal pressão da inflação vem do mercado internacional, mas a demanda interna forte favorece o espraiamento do aumento dos preços no País", argumentou Castelo Branco, demonstrado certamente um apoio à atual política do Banco Central. "A política monetária é para dificultar que os preços internos sejam contaminados pelos externos. E evitar que a inflação seja elevada para outro patamar (acima do teto da meta)", avaliou.

    No Informe Conjuntural de julho, a CNI diz que o compromisso do Governo Federal de elevar a meta do superávit primário para 4,3% do PIB em 2008, ante 3,8%, representa uma ajuda importante para a redução dos gastos públicos e conter um pouco a demanda. Neste caso, argumenta, o governo está dividindo com o Banco Central o "ônus de combater à inflação", via aumento do juro.

    A CNI lembra que a política monetária leva um certo tempo para surtir efeito na economia. Por essa causa, a instituição acredita que os efeitos da inflação poderão ser mais sentidos no próximo ano. "Dificilmente a economia terá uma performance elevada em 2009.

    O crescimento poderá ser menor do que em 2008 (4,7%)", avalia o economista. Entretanto, ele garante que o ciclo de crescimento econômico do Brasil é vigoroso, não será abortado pela política monetária e descartou o chamado "vôo de galinha".

     

    Fonte: NTC e Logística
    10-07-2008 | 12:07
    A produção industrial no Estado de São Paulo teve ligeira expansão de 1,1% em junho (dado com ajuste sazonal) em relação ao registrado em maio, segundo o SPI (Sinalizador da Produção Industrial), elaborado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e pela AES Eletropaulo e divulgado nesta quinta-feira.

    Segundo o documento, com essa expansão, a indústria paulista voltaria a apresentar um resultado favorável após o fraco desempenho de maio, quando a produção teve queda de 0,3%. No acumulado em 12 meses, o resultado implica na diminuição da taxa de crescimento de 8,6%, em maio, para 8,4%, em junho.

    Fonte: Folha on-line

    10-07-2008 | 12:07
    A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou alta de 0,74% em junho, o que representa desaceleração frente aos 0,79% verificados em maio, informou nesta quinta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se do maio índice para o mês de junho desde 1996, quando o IPCA havia subido 1,19%.

    Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula alta de 6,06%, acima dos 5,58% identificados nos 12 meses imediatamente anteriores, aproximando-se ainda mais do teto superior à meta, de 6,50% estipulado pelo Banco Central. Em junho de 2007, a inflação pelo IPCA subira 0,28%.

    No ano, o IPCA acumula alta de 3,64%. No mesmo período em 2007, a inflação não havia passado de 2,08%. A taxa em 12 meses é a maior desde novembro de 2005 (6,22%) e, para um primeiro semestre, é a maior alta desde 2003.

    Os alimentos voltaram a pressionar o índice e tiveram alta de 2,11%, acima dos 1,95% constatados no mês anterior. A contribuição deste grupo representou 0,47 ponto percentual do IPCA, representando 63% do resultado total.

    Apenas no primeiro semestre, os alimentos acumulam alta de 8,64%, próximo dos 10,79% registrados ao longo de todo o ano de 2007.

    Segundo o IBGE, o aumento dos alimentos foi generalizado, e apenas o óleo de soja (-2,76%) e as frutas (-1,96%) tiveram queda significativa. O item carnes foi responsável pela maior contribuição individual (0,14 p.p.), com alta de 6,91%. O arroz subiu 9,90% e acumula alta de 38,21% em 2008. Já o feijão carioca registrou elevação de 15,55%.

    Os produtos não-alimentícios registraram aumento de 0,34% em junho, abaixo dos 0,46% de maio. No ano, o grupo acumula alta de 2,26%, ante 1,60% no primeiro semestre de 2007.

    O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado entre as famílias com renda mensal até seis salários mínimos, ficou em 0,91% em junho, ante 0,96% de maio. Nos 12 meses encerrados em junho, o indicador acumula elevação de 7,28%, acima dos 6,64% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores.

    Fonte: Folha on-line
    10-07-2008 | 11:07
    O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) reafirmou nesta quinta-feira que é prioridade do governo controlar a inflação sem comprometer o crescimento do país.

    "O IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] apontou hoje inflação um tiquinho menor do que em maio. Mas ainda é preocupante. Mas estamos em um patamar mais baixo e controlado. Há consciência no país de que temos que bater duro na inflação", disse o ministro durante o evento "O Impacto do Brasil na Economia Global", realizado em São Paulo.

    A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou alta de 0,74% em junho, o que representa desaceleração frente aos 0,79% verificados em maio, informou o IBGE.

    O ministro disse ainda que o Brasil saiu ileso da crise creditícia no mercado imobiliário americano e que hoje tem condições de manter suas "políticas intactas".

    "Estamos muito otimistas. Quando pensaríamos que o Brasil sairia ileso da crise do mercado imobiliário dos Estados Unidos? (...) Mesmo com o recrudescimento da inflação no cenário mundial, o Brasil é um dos poucos que conseguem manter a inflação dentro da meta estipulada pelo governo", disse.

    Bernardo fez referência ao IPCA em 12 meses, que ficou em 6,06%, dizendo que é uma mostra que "o sistema está resistindo". A meta de inflação do governo em 2008 é de 4,5% para o IPCA, com margem de tolerância de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. O ministro destacou, no entanto, que o Brasil precisa avançar em questões como as reformas tributária e política.

    "O Brasil precisa de uma reforma política que resgate as condições de operação das instituições e a credibilidade na política. Temos uma infinidade de partidos que não são respeitados. É difícil, mas precisamos que se tenha consenso", disse Bernardo.

    Ele revelou, inclusive, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a procurar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para realizar uma campanha que promova essa reforma. A partir da reforma política, disse Bernardo, as outras reformas podem ser aceleradas porque "as dificuldades políticas acabam sendo um entrave para as demais."

    Fonte: Folha on-line
    10-07-2008 | 11:07
    O MEC (Ministério da Educação) anunciou na terça-feira (8) a abertura de 143 cursos técnicos a distância. Intitulado e-Tec (Sistema Escola Técnica Aberta do Brasil), o programa, segundo o ministério, oferecerá 50 mil vagas gratuitas para jovens de todo o país.

    Os cursos serão divididos em 14 áreas: informática, enfermagem, metalurgia, meio ambiente, agropecuária, turismo, construção civil, gestão, indústria, recursos pesqueiros, saúde, comércio, artes, química e telecomunicações.

    De acordo com o secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, o programa permitirá ao futuro profissional "uma boa preparação para o mercado de trabalho".

    Os cursos terão duração média de um a dois anos e contarão com tutoria presencial e a distância oferecida em pólos de apoio.

    Os processos seletivos começarão em agosto. Segundo o MEC, a lista de pólos de apoio presencial aprovados foi publicada no "Diário Oficial" da União do dia 4.

    Fonte: Olhar direto

    10-07-2008 | 11:07
    Embora o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de junho tenha atingido o pico máximo de inflação no acumulado dos últimos 12 meses, a taxa sinaliza desaceleração, um crescimento menor . A avaliação foi feita hoje (9) pelo economista da Fundação Getulio Vargas (FGV), Salomão Quadros.

    "Esse é um começo, por isso ainda está muito parecido com o [resultado] do mês anterior”, disse ele, em referência ao IGP-DI de junho (1,89%) em relação a variação de preços registrada em maio (1,88%).

    “Mas se observamos por dentro, as pressões que aconteceram antes não devem se repetir, porque vieram de produtos que sobem mais espaçadamente, como minério de ferro e o óleo diesel, já em fase de diminuição dos efeitos sobre o IGP-DI”, explicou o economista.

    Segundo Quadros, a desaceleração do IGP-DI será um movimento lento, podendo variar de acordo com as mudanças no cenário econômico mundial, principalmente em relação às commodities agrícolas. “Os produtos agrícolas estão em um cenário de instabilidade”, disse.

    “No balanço geral, deve continuar com uma desaceleração gradativa, exatamente, porque tem a reposição de pressões. Sai um produto que teve um impacto muito grande e entra outro, que pode pelo menos em parte compensar essa desaceleração”, avaliou Quadros.

    De acordo com o economista, do ponto de vista do atacado, os fertilizantes e os alimentos processados, como o arroz ¾, que marcou inflação de 19,67% em maio contra -6,15% em junho, devem puxar para baixo o IGP-DI de julho. O IGP-DI, assim como o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), é utilizado para reajuste de aluguel.

    Fonte: Olhar direto

    10-07-2008 | 11:07
    Insatisfeitos com a decisão do governo em aumentar o valor do marck-up, empresários anunciam disposição para recorrer da medida
    Contrariados com a decisão do governo em aumentar em 100% o valor do “marck-up” - que serve de base para o cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre as notas fiscais interestaduais provenientes de Estados com os quais Mato Grosso não tem convênio – os empresários anunciam que irão recorrer da medida, prevista no decreto estadual 4.540.

    De acordo com o advogado da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), Otacílio Peron, a restituição dos valores cobrados sob efeito desse decreto, relativos ao período de 1 a 22 de junho, será feita por meio de compensação aplicada na carga tributária do mês de agosto e deve ser requerida amanhã pelas empresas junto à Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz).

    “As empresas devem efetuar o pagamento do ICMS do mês anterior e, no dia seguinte, já poderão entrar com a solicitação de restituição do valor cobrado indevidamente”, informou Peron. Ele recomenda ainda que os empresários que tiverem dúvidas sobre como proceder para receber a restituição devem procurar a Sefaz ou a entidade à qual são associados.

    Segundo Peron, a compensação faz parte de um acordo entre o secretário de Fazenda, Éder de Moraes Dias, e representantes de entidades empresariais, como a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado (FCDL), Fórum de Empresários de Mato Grosso (Foremat) e CDL, anunciado na segunda-feira na presença o governador Blairo Maggi.

    MARCK-UP – Otacílio Perón esclareceu que o Decreto 4.540 prevê um aumento de 100% do “mark-up” sobre as notas fiscais interestaduais provenientes de Estados com os quais Mato Grosso não tem convênio. “Isto significa que o empresário teria que pagar o valor do ICMS em dobro”, aponta Peron, acrescentando que entre as conseqüências deste fato, aconteceram apreensões de carregamentos sob o argumento de notas irregulares, “exigindo-se pagamento no ato dos valores dobrados para liberação destas mercadorias”.

    Paulo Silva, presidente da FCDL, diz que o empresário brasileiro já é muito penalizado pela alta carga tributária. “Aumentar ainda mais os tributos sobre as empresas mato-grossenses seria uma forma de impedir o desenvolvimento e inibir a pujança a que este Estado naturalmente está destinado”, enfatizou.

    O presidente da CDL, José Alberto Vieira de Aguiar, pontuou “que espera ver para crer” nesta promessa de Blairo. “No ano passado, alguns acordos feitos pela Sefaz às entidades de representação classista e empresarial não foram sequer registrados no papel, muito menos efetivados, causando transtornos ao empresariado mato-grossense e chegando ao ponto de termos que nos reunir outras vezes para resolver a questão”.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    09-07-2008 | 17:07
    O Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon) recebeu na manhã desta quarta-feira (09), a gerente comercial Lidiane de Oliveira Blank e o vendedor técnico, Flávio Ramos Pedrosa, ambos do grupo Votarantim. Durante a reunião, o presidente do Sindicato, Luiz Carlos Richter Fernandes solicitou informações sobre a revisão dos limites de créditos das construtoras, bem como, o aumento da cota para compra de cimentos para o município de Nobres, em Mato Grosso.

     

    O Sindicato solicitou também, o perfil do consumidor do Acre, Rondônia e Mato Grosso, sendo estes por região e seguimentos, como, Lojas, Construtoras, Concreteiras, Indústrias de Pré-Moldados e Grande Obras.

     

    Outro assunto discutido na ocasião, foi à variação da pauta do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) do cimento, dos últimos dois meses e também o valor do ICMS do mesmo produto, recolhido nos últimos 12 meses.

     

    Otimista, Ritcher comemora o fornecimento ágil do cimento em Mato Grosso, a carga que era de 500 toneladas, abastecida diariamente, passou para 800 toneladas/dia. “Hoje temos disponibilidade do material. O prazo máximo de uma entrega é de cinco dias úteis”, enfatizou.

     

    De acordo com Richter, vários pontos que envolvem a construção civil foram definidas com sucesso, durante a reunião de hoje. “Conseguimos esclarecer alguns fatores da construção civil, um exemplo evidente é o cimento. Estamos recebendo atualmente uma carga maior no Estado, e isso reflete na relação entre fornecedor e consumidor final”, destacou.

     

    Participaram também da reunião, Cláudio Cleber Ottaiano da Construtora Embracon, Esper Haddad Neto da Construtora Panamericana, Milton de Brito  da Construtura Tocantins, Moacir Francisco Figueiredo e Gilmar Costa da Construtora Trimec.
    09-07-2008 | 11:07

    A CNI (Confederação Nacional da Indústria) prevê que a alta da inflação vai comprometer o ritmo de crescimento da economia brasileira em 2008. A entidade divulgou nesta quarta-feira sua nova previsão trimestral para os principais indicadores econômicos nesse ano. A expectativa para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas pelo país) foi revista de 5% para 4,7%.

    Para a CNI, o consumo das famílias brasileiras vai crescer menos (5,5% ante 7,5% da previsão anterior). Também haverá queda nos investimentos (de 14% para 10,5%). Já a previsão para o PIB da indústria foi mantida em 5%.

    As novas estimativas se devem ao aumento da inflação. A CNI revisou sua previsão para o IPCA (índice oficial de preços do IBGE, utilizado como meta de inflação) de 4,7% para 6,4%. A meta para este ano é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% na margem de tolerância.

    "As medidas de política econômica voltadas à contenção da pressão inflacionária em especial a retomada de uma política monetária restritiva irão conduzir à desaceleração da economia", diz a CNI em nota.

    Com a inflação em alta, a CNI espera que a taxa básica de juros termine 2008 em 14,25% ao ano. Hoje, a Selic está em 12,25% ao ano.

    Focus

    As previsões estão próximas aos números divulgados na pesquisa semanal do Banco Central com o mercado financeiro, o relatório Focus. Segundo a pesquisa semanal divulgada na segunda-feira, os economistas prevêem um IPCA de 6,40%, Selic de 14,25% ao ano e um crescimento do PIB de 4,8% em 2008.

    Fonte: Folha on-line
    09-07-2008 | 11:07
    O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) subiu 1,89%, em junho ligeira variação para cima em relação ao registrado em maio, 1,88%. No ano, o índice acumula alta de 7,14% e, nos 12 meses até junho, a alta acumulada foi de 13,96%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
         
         A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-M e do IGP-10 --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de junho foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 30 do mês de referência.
         
         Entenda a diferença entre os principais índices de inflação
         
         O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 2,29%, contra 2,22% um mês antes. O índice relativo a Bens Finais desacelerou para 0,99%, contra 1,45% em maio. A principal contribuição para a desaceleração veio do subgrupo alimentos processados (de 3,13% em maio para 1,68% em junho). Excluídos os preços dos alimentos in natura e dos combustíveis, o índice desacelerou para uma alta de 0,52%, contra 1,28% um mês antes, na mesma comparação.
         
         O índice do grupo Bens Intermediários subiu 2,59% em junho, ante 2,32% em maio, com destaque para o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 0,99% para 1,90%). Excluídos os preços de combustíveis e lubrificantes para a produção, a alta foi de 2,41%, contra 1,88% um mês antes, na mesma comparação.
         
         No estágio das Matérias-Primas Brutas, houve aceleração --de 2,96% em maio para 3,33% em junho, com destaques para soja em grão (0,62% para 10,17%), bovinos (3,98% para 11,29%) e laranja (-18,08% para -10,81%). Já os itens arroz em casca (15,98% para -2,80%), tomate (19,67% para -6,15%) e leite in natura (3,72% para 0,56%) desaceleraram.
         
         O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) desacelerou para 0,77%, contra 0,87% em maio. A maior contribuição para a desaceleração do índice partiu do grupo Alimentação (2,33% para 1,85%), com destaque para hortaliças e legumes (10,20% para 0,83%), panificados e biscoitos (5,12% para 1,61%) e laticínios (1,56% para 0,66%). Também desaceleraram os preços nos grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,81% para 0,58%) e Transportes (0,21% para 0,05%), com destaque para medicamentos em geral (1,39% para 0,23%) e óleo diesel (7,29% para 2,04%).
         
         Já os grupos Habitação (0,18% para 0,33%), Vestuário (0,37% para 0,56%), Educação, Leitura e Recreação (0,34% para 0,37%) e Despesas Diversas (-0,08% para 0,36%) tiveram alta, com destaque para taxa de água e esgoto residencial (0,00% para 1,50%), acessórios do vestuário (-0,78% para 1,48%), show musical (-1,74% para 2,89%) e mensalidade para TV por assinatura (-1,23% para 1,05%). O núcleo do IPC subiu 0,44% em junho, repetindo a taxa referente ao mês de maio.
         
         O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) desacelerou para uma alta de 1,92% no mês passado, contra 2,02% em maio. Apenas o grupo Serviços teve alta (de 0,77% em maio para 1,43% em junho). A taxa do grupo Materiais recuou de 1,77% para 1,68%. O grupo Mão-de-Obra também desacelerou (de 2,50% em maio para 2,25% em junho). Foram decrescentes os impactos dos reajustes salariais nas cidades de Fortaleza, Brasília e São Paulo e crescentes em Goiânia, Curitiba e Florianópolis. Fonte: 24 Horas News
    09-07-2008 | 11:07
    O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, advertiu nesta quarta-feira que a inflação em alguns países emergentes da América Latina e da África "está ficando descontrolada".
         
         "Em alguns países emergentes e de baixas rendas, a inflação está ficando descontrolada. Isso quer dizer que a política monetária provavelmente deva ser ajustada", declarou Strauss-Kahn a um grupo de jornalistas em Toyako, no norte do Japão, durante a reunião de cúpula do G8 (grupo dos sete países mais ricos e a Rússia).
         
         Strauss-Khan não indicou exatamente a quais países se referia, mas afirmou que se tratava de nações de América Latina e África.
         
         O diretor-gerente do FMI, que se reuniu em Toyako com os líderes do G8, disse que "o crescimento é uma questão importante", mas que "a inflação é provavelmente hoje a maior ameaça para a economia mundial".
         
         Também considerou que ampliar o G8 (formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Reino Unido, Itália, Japão e Rússia) para outros países é "certamente uma boa idéia". 

    Fonte: 24 Horas News

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