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Sábado, 29 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    03-07-2008 | 11:07

    Quando se fala em alta dos custos da construção civil logo se pensa no preço do cimento, no caso de Mato Grosso. Contudo, pior que ele, é a situação do aço, que subiu 9,5% no mês passado, fechando 54% de aumento no ano. Esse tem sido o grande vilão da construção de forma geral. Segundo o presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção, Wenceslau de Souza Júnior, a questão do aço é mais grave porque junto com ele sobe toda uma cadeia, como linha de ferramentas, fechadura, parafuso, dobradiça, ou seja, todos insumos da construção civil. Ele frisa ainda que os reflexos não se limitam à construção civil. "O preço do aço também vai fazer diferença no talher que você usa em casa e no carro que você for comprar".

    O presidente do Sindicato da Indústria da Construção em Mato Grosso (Sinduscon), Luiz Carlos Richter, também aponta o aço como um dos principais responsáveis pela alta no custo da construção civil. Ele frisa, no entanto, que o peso dessa alta no setor reflete mais nacionalmente. Isso porque em cada Estado há diferentes tipos de problemas. Richter destaca, por exemplo, que Rondônia e Acre também sofrem com falta de cimento, como acontece em Mato Grosso. Lá, segundo ele, é questão é um pouco pior. Mas os dois estados já estariam sendo beneficiados com a importação de cimento da Votorantim em Sergipe.

    A mão-de-obra também contribui para aumentar o custo da construção civil. Como o mercado está aquecido e não há pessoas qualificadas sobrando, consequentemente os valores pagos aos profissionais vão se valorizando. Em Mato Grosso, na convenção coletiva deste ano, o reajuste ficou estabelecido em 7% a 10%, dependendo da categoria. "Mas isso é no papel. Não se consegue regular o mercado por aí. Na prática, o valor pago acaba sendo maior, por conta da grande demanda". O presidente do Sinduscon ficou sabendo de um caso ocorrido recentemente em São Paulo, onde o dono de uma obra perdeu todos os funcionários para uma obra vizinha, que ofereceu salários maiores. Conforme ele, os investimentos continuam crescendo em Mato Grosso e a demanda por mão-de-obra deve continuar aquecida.

    Fonte: gazeta Digital
    03-07-2008 | 11:07
    A alta do custo da construção civil não é suficiente para retrair a atividade, mas acaba fazendo com que ela mude um pouco. Em alguns casos, por exemplo, as construções destinadas à venda podem ser feitas em terrenos menos valorizados, como dimensões menores e mais simples. É o que diz o mestre de obras Adair Pintor. Ele frisa que quando o custo começa a subir muito é preciso tomar medidas para o valor final do imóvel não seja tão alto para não encarecer os financiamentos (principal forma utilizada para compra).

    Pintor é responsável pela construção de quatro casas no bairro Costa Verde, em Várzea Grande. Ele diz que este ano já foram construídas seis casas, com valor médio para venda de R$ 120 mil. Dessas três já foram vendidas. Algumas são negociadas mesmo antes do término da obra, o que mostra o aquecimento no setor. As casas são de laje e têm um tipo de telha que é um pouco mais caro, mas rende mais e tem maior durabilidade.

    Segundo o mestre de obra, com a alta no custo da construção está ficando difícil fazer as casas de mais qualidade. De acordo com ele, a solução, em alguns casos é fazer casas com custo final menor, substituindo a laje por forro e usando telhas comuns. As residências também começam a diminuir de tamanho. Conforme ele, tudo subiu no setor, como cimento, aço e mão-de-obra. Para ele, isso é questão de economia mesmo, com a alta do petróleo que puxou junto uma série de setores.

    Além disso, Pintor destaca ainda que os terrenos aumentaram de preço. No caso do Costa Verde, onde estão sendo construídas as casas, ele diz que há um ano comprava-se bons lotes por R$ 10 mil. Hoje, esses mesmos lotes saem por R$ 20 mil. O Costa Verde é um dos melhores bairros de VG. Outra saída, para reduzir custos, é procurar bairros menos valorizados. (VC)

    Fonte: Gazeta Digital
    03-07-2008 | 11:07
    O Ministério do Ambiente aprovou novos modelos de guias de acompanhamento do transporte de resíduos de construção e demolição (RCD).

    A Portaria nº 417/2008, publicada no passado dia 11 de Junho, define dois modelos, devendo o modelo constante do anexo I acompanhar o transporte de RCD provenientes de um único produtor ou detentor, podendo constar de uma mesma guia o registo do transporte de mais do que um movimento de resíduos, e o modelo constante do anexo II acompanhar o transporte de RCD provenientes de mais do que um produtor ou detentor.
    Chama-se a atenção para o facto de o produtor ou detentor dever preencher os campos II, III, e IV do modelo constante do anexo I ou os campos II e III do modelo constante do anexo II.
    Esta Portaria, refira-se, foi publicada para dar cumprimento ao estabelecido no Decreto-Lei nº 46/2008, de 12 de Março, que aprovou o regime das operações de gestão de resíduos resultantes de obras ou demolições de edifícios ou de derrocadas, compreendendo a prevenção e reutilização e as operações de recolha, transporte, armazenagem, triagem, tratamento, valorização e eliminação deste tipo de resíduos.
    No contexto deste último diploma, que entrou em vigor no passado dia 10 de Julho, saliente-se que é da incumbência do empreiteiro ou do concessionário a execução do plano de prevenção e gestão de RCD, assegurando: a promoção da reutilização de materiais e a incorporação de reciclados de RCD na obra; a existência na obra de um sistema de acondicionamento adequado que permita a gestão selectiva dos RCD; a existência na obra de metodologias de triagem de RCD ou, nos casos em que tal não seja possível, o seu encaminhamento para operador de gestão licenciado; a manutenção em obra dos RCD pelo mínimo tempo possível que, no caso de resíduos perigosos, não pode ser superior a três meses.
    Os modelos das novas guias de acompanhamento de resíduos são disponibilizados no sítio da Agência Portuguesa do Ambiente na internet, em www.apambiente.pt.

     

    Fonte: AECOPS
    03-07-2008 | 11:07
    As sociedades comerciais que pretendam revalidar os seus alvarás para 2009 devem apresentar no InCI-Instituto da Construção e do Imobiliário as seis primeiras páginas da IES-Informação Empresarial Simplificada/Declaração Anual do IRC, correspondentes à folha de rosto da Declaração Anual e ao Anexo A, que inclui a demonstração de resultados e balanço, contrariamente ao estabelecido até à data, em que não se exigia a entrega das duas primeiras páginas relativas à folha de rosto.

    Esta determinação, note-se, configura uma importante alteração das exigências efectuadas pelo Instituto relativamente aos documentos, com dados relativos a 2007, que as empresas que pretendam continuar a exercer a actividade da construção no próximo ano devem satisfazer, e consta do sítio da internet do organismo regulador, em www.inci.pt.
    Relativamente aos empresários em nome individual com contabilidade organizada, também se alteraram as exigências para efeitos de revalidação dos seus títulos habilitantes, devendo estes entregar no InCI as quatro primeiras páginas da IES/Declaração Anual do IRS, compreendendo a folha de rosto da Declaração Anual e do Anexo I, demonstração de resultados e balanço.
    Quanto aos empresários em nome individual no regime simplificado, só aplicável para alvarás de classe 1, mantém-se a exigência de entrega, apenas, do Anexo B do Modelo 3 de IRS e Modelo 10 de IRS-IRC.

    Dispensas

    Ainda de acordo com informação constante do site do Instituto, "as empresas que tenham obtido alvará, pela primeira vez, a partir de Outubro de 2007 - alvará com número igual ou maior que 57.548 - ficam dispensadas da actualização anual da documentação, devendo no entanto serem detentoras de quadro técnico exigido e proceder ao pagamento da guia referente à taxa de revalidação que lhes será enviada."
    Recorde-se que a entrega dos documentos para revalidação do alvará deve ter lugar até ao próximo dia 31 de Julho, podendo ainda decorrer após tal data, até 31 de Dezembro, mas sujeita ao pagamento de uma taxa agravada, e que a falta de entrega da documentação dá lugar ao cancelamento do alvará.

     

    Fonte: AECOPS
    03-07-2008 | 11:07
    O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, acredita que a desaceleração da economia mundial poderá influenciar o comportamento da economia brasileira, que, em 2009, poderá ter o seu crescimento encolhido para algo em torno de 4%.
         
         Na avaliação do presidente do BNDES, ainda não é possível precisar a intensidade do desaquecimento da economia global, até porque as perspectivas mudam muito.
         
         Para ele, no entanto, é difícil prever, com exatidão, a dimensão do impacto da recessão norte-americana em economias de países como a Ásia, por exemplo.
         
         Coutinho advertiu que é preciso esperar um pouco mais para fazer projeções mais confiáveis. “Se tivermos um cenário menos desfavorável, externamente, nós poderemos manter um crescimento em torno de 4,5% a 5%. Mas acho que a tendência é de um pouco de desaceleração. Agora, é muito difícil projetar isto neste momento. É preciso aguardar um pouco mais o andamento da atividade econômica mundial para fazermos projeções”, avaliou.
         
         Sobre o comportamento do consumo aparente de bens de capital – que é calculado com base na produção mais importação, descontada a exportação - o presidente do BNDES disse acreditar que feche os 12 meses encerrados em junho em 19,8%.
         
         Para ele, no entanto, um crescimento dos investimentos em torno dos 12% ao ano é compatível com a meta do governo de elevar a taxa de investimento da economia do país para 21% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2010.
         
         O superintendente da área de Pesquisa Econômica do BNDES, Ernani Teixeira Torres, disse que o banco não tem qualquer indicativo de que o país possa vir a fechar o ano com crescimento inferior aos 5% previstos pelo governo.
         
         “Até este momento, não tem uma indicação de que, para 2008, a economia vá ficar abaixo dos 5,5% que nós previmos. A partir da virada do semestre, com a divulgação dos dados de julho, nós vamos poder avaliar melhor para saber se mantemos a previsão ou se a reavaliamos para baixo. De qualquer maneira, o movimento de deterioração da inflação, que é o que está em jogo, é muito recente. Ele foi muito rápido. Em janeiro ninguém estava percebendo uma inflação tão forte e é um fato que se dá em todo o mundo. Provavelmente algum impacto haverá, mas em 2009 provavelmente", previu Torres. Ele acredita que o crescimento deva ficar acima dos 5% este ano

     

    Fonte: Mídia News
    03-07-2008 | 11:07

    A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) lançou na tarde desta quarta-feira um manifesto pela rejeição da CSS (Contribuição Social da Saúde), tributo que está em votação no Congresso. A entidade pretende encaminhar um abaixo-assinado aos parlamentares para pressioná-los a votarem contra a criação da nova contribuição.

    Para conseguir as assinaturas, a federação criou um site e também vai fazer mobilização nas ruas, distribuir camisetas, adesivos e outros materiais de divulgação.

    A justificativa do governo para a criação da CSS é arrecadar recursos para a saúde, por meio da tributação de 0,1 % sobre movimentações financeiras. O projeto que cria a contribuição já foi aprovado na Câmara dos Deputados, mas ainda falta ser votado um destaque para que a proposta seja enviada ao Senado.

    Para barrar a criação do novo tributo, a estratégia da Fiesp é fazer uma mobilização semelhante à ocorrida no ano passado, quando a entidade conseguiu mais de 1,5 milhão de assinaturas contrárias à prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). A contribuição, cuja alíquota era de 0,38%, foi derrubada no Senado no final do ano passado.

    Além de entidades ligadas à Fiesp, o lançamento do manifesto, ocorrida em encontro no prédio da federação, recebeu o apoio de representantes de entidades como OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Associação Paulista de Medicina, Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e Fecomércio (Federação do Comércio de São Paulo) e da Associação Comercial de São Paulo.

    Argumentos

    As críticas contra a criação do novo imposto foram expressas em um documento distribuído aos participantes. Entre os principais argumentos está o de incostitucionalidade da cobrança, já apontado em um parecer jurídico elaborado pelo Conjur (Conselho Superior de Assuntos Jurídicos e Legislativos) da Fiesp.

    Segundo a federação, a criação do imposto fere a Constituição Federal porque acarreta cumulatividade na cobrança, o que é vetado pela carta magna. Outro ponto é que a proposta deveria ser encaminhada por meio de emenda constitucional, e não por lei complementar.

    "Se fosse por emenda constitucional, a proposta seria enterrada já na Câmara, porque precisaria ser aprovada por 308 deputados", afirmou Paulo Skaf, presidente da Fiesp.

    Além da incostitucionalidade, a entidade questiona a necessidade de criar novos tributos diante da já alta carga tributária brasileira e argumenta que a arrecadação do governo federal cresceu mesmo após o fim da CPMF.

    O presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alencar Burti, lembrou que o impostômetro, painel na qual a entidade divulga a arrecadação de impostos pagos no Brasil, registrou às 7h desta quarta-feira R$ 500 bilhões. A marca foi ultrapassada 20 dias antes em comparação com 2007. "Tivemos de mudar o impostômetro e acrescentar uma casa, porque este ano vai ultrapassar R$ 1 trilhão".

    Outra crítica da Fiesp é sobre o governo querer ressuscitar um imposto com nome diferente apenas seis meses após o Congresso votar contra sua manutenção. "O sistema representativo perdeu completamente sua legitimidade. Quando o povo brasileiro rechaçou a CPMF, como a Câmara tem a audácia de recriar. É um acinte", questionou o ex-governador de São Paulo Luiz Antonio Fleury Filho, que também compareceu ao encontro na Fiesp.

    O fato de os recursos para a saúde serem assegurados por meio de emenda --que estabelece o percentual de arrecadação que deve ser destinado à área-- é outro argumento usado pela federação contra o imposto.

    Reforma tributária

    Para o presidente da Fiesp, é inoportuno falar em criação de novo tributo no momento em que também se discute a reforma tributária no Congresso. "Aprovou-se um projeto para discutir a reforma tributária, que foi atropelada para discutir a aprovação da CSS. É um desrespeito ao Congresso", disse Skaf.

    Durante o anúncio do manifesto, a Fiesp também divulgou um estudo do Banco Mundial. De acordo com o documento, caso houvesse uma melhor gestão dos recursos públicos, poderia se conseguir uma economia de R$ 18 bilhões, quase o dobro do que o governo federal pretende arrecadar com a CSS.

    Skaf disse que não acredita na aprovação da CSS no Senado, onde serão necessários 41 votos dos 81 senadores."'Tem senador que votou a favor da CPMF que já declarou que vai votar contra a CSS", afirmou. Mesmo assim, caso seja aprovado o tributo, a Fiesp promete ir à Justiça para barrar sua cobrança.

    Fonte: Folha on-line
    03-07-2008 | 11:07
    Acordo entre governo e oposição derrubou ontem uma proposta que permitiria ao Executivo, no próximo ano, tocar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sem necessidade de aprovação do Orçamento pelo Congresso.

    A regra havia sido incluída no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2009 pela relatora do texto, senadora Serys Slhessarenko (PT). Previa-se que, caso o ano fosse iniciado sem lei orçamentária aprovada e sancionada, as verbas destinadas ao PAC poderiam ser liberadas à proporção de um doze avos por mês -um ritmo muito superior ao efetivamente empregado pelo governo, que não consegue investir todo o dinheiro reservado ao programa.

    Os oposicionistas não aceitaram a proposta, que, na prática, reduzia a importância das negociações com deputados e senadores para a aprovação do Orçamento.

    A alteração do texto viabilizou a aprovação do texto-base da LDO pela Comissão de Orçamento do Congresso. A votação em separado das propostas de modificação ficou para hoje.

    Na versão original do projeto, elaborada pela área econômica do governo Lula, pretendia-se autorizar, em caso de atraso da lei orçamentária, a execução de 25% do valor destinado a cada ação. Mas o texto aprovado acabou praticamente igual ao de anos anteriores, com a liberação apenas dos gastos de caráter obrigatório e permanente -como pessoal e programas sociais- e outros considerados urgentes. Uma novidade deste ano foram os investimentos das empresas estatais.

    Depois de aprovada pela comissão, a LDO ainda precisa passar por votação conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado, obrigatoriamente antes do recesso parlamentar. Ela estabelece os princípios para a elaboração do Orçamento de 2009, cujo projeto será enviado ao Congresso em agosto.

    Fonte: Mídia News
    03-07-2008 | 11:07

    Uma reportagem publicada nesta quarta-feira pelo jornal americano "The New York Times" ("NYT") afirma que a falta de mão-de-obra qualificada "ameaça" as metas de crescimento econômico do Brasil.

    Sob o título "Procuram-se trabalhadores qualificados para uma economia em crescimento no Brasil", o texto diz ainda que isto poderia afetar "a ascensão política e econômica" do país no cenário internacional.

     "Após anos de expansão e contração, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está projetando um período de crescimento sustentado, com o PIB (Produto Interno Bruto) crescendo 5% ao ano de agora até 2010, e cerca de 3% a 4% ao ano na década seguinte", lembra o jornal.

    "Mas muitas empresas e economistas, incluindo alguns do governo, dizem que a escassez de mão-de-obra altamente qualificada, particularmente engenheiros e técnicos profissionais, ameaçará estas metas, assim como a ascensão política e econômica do Brasil."

    A reportagem afirma que a falta de mão-de-obra se espalha "por diversos setores da indústria". "A falta de engenheiros civis e de construção ameaça projetos de infra-estrutura; áreas como bancos, fabricação de aviões, petroquímica e metalurgia estão todas competindo pelos melhores graduados; na indústria de petróleo e gás, que experimenta um boom, as empresas estão recorrendo a mão-de-obra estrangeira porque não há brasileiros qualificados suficientes para o trabalho.

    " O artigo cita um estudo da CNI (Confederação Nacional da Indústria), segundo o qual mais da metade de 1.715 empresas pesquisadas em setembro não conseguia contratar os trabalhadores qualificados de que necessitava.

    As soluções de curto prazo têm sido dadas pelas próprias empresas --gigantes como Vale, Petrobras, Ultrapar e Embraer mantêm programas internos de treinamento, diz o "NYT". Mas no longo prazo "o prognóstico é mais problemático".

    "O sistema educacional do Brasil está em desarranjo. Nos testes de desempenho acadêmico realizados a cada três anos pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) com jovens de 15 anos de 57 países, os estudantes brasileiros ficaram na quarta pior colocação em ciências e na terceira pior em matemática", afirma a reportagem. Enquanto as grandes corporações têm recursos para contratar ou treinar os melhores profissionais, empresas médias "não têm a mesma sorte".

    Fonte: Folha on-line
    03-07-2008 | 11:07

    O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse nesta quarta-feira que a desaceleração da economia global poderá ter efeitos no mercado doméstico em 2009. Ele frisou que ainda não é possível definir o comportamento da economia mundial no ano que vem, mas estimou que uma forte desaceleração terá impacto direto no resultado do PIB (Produto Interno Bruto).

    "Não sabemos a intensidade da desaceleração da economia global. Uma forte queda implicaria em um crescimento do PIB brasileiro em torno dos 4% em 2009. Com o cenário um pouco melhor, acredito que a economia crescerá entre 4,5% e 5%", afirmou.

    Coutinho frisou que, a despeito da desaceleração de alguns setores da economia no final deste semestre, a projeção do banco é de crescimento de 5,5%, embora não descarte que esse incremento fique um pouco abaixo disso.

    O investimento está passando por um processo de desaceleração "suave", dentro de um patamar muito alto, destacou o executivo. Coutinho estimou que essa redução no nível de expansão industrial será mantido ao longo do segundo semestre. Ele ressaltou que a desaceleração suave ajuda a estabilizar a economia.

    "A velocidade do crescimento chegou a um nível bastante alto. Chegou a um estágio que encontra limitações no sistema para continuar. É normal haver essa retração", minimizou. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou que a produção industrial caiu 0,5% em maio, na comparação com o mês anterior. Somente a produção de bens de capital, que sinalizam o desempenho dos investimentos na indústria, caiu 4,9% no período.

    O indicador Finame [sistema de financiamento de máquinas e equipamentos], que antecede a demanda de bens de capital verificada pelo banco, indica que consumo aparente de bens de capital cresceu 19,8% no acumulado em 12 meses até junho. Em maio, a demanda por bens de capital nos últimos 12 meses havia crescido 22,3%, e em abril, chegara a 23,2%.

    "Os dados de junho apontam que a produção de bens de capital não terá queda brusca, a exemplo de períodos anteriores. O crescimento em 12 meses deve flutuar em torno dos 20%", declarou o superintendente da área econômica do BNDES, Ernani Teixeira.

    Fonte: Folha on-line
    02-07-2008 | 11:07

    Brasília - A edição de hoje (2) do Diário Oficial da União traz publicada a manutenção da meta de inflação em 4,5% para 2010. A Resolução n.º 3.584 prevê ainda intervalo de tolerância de dois ponto percentuais.

    De acordo com o texto, cabe ao “Banco Central a efetivação das necessárias modificações em regulamentos e normas, visando ao cumprimento da Resolução”.

    O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu manter para 2010 a mesma meta prevista para este ano e para 2009 durante a reunião da última segunda-feira (30).

    Embora a inflação esteja acima do centro da meta, os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Bernardo, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, manifestaram, no encontro, o desejo de que a inflação convirja para o centro da meta de 4,5% até 2010.

    Fonte: Agência Brasil
    02-07-2008 | 11:07

    O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse nesta terça-feira que o país não precisará sacrificar o crescimento para conter a inflação. Para Coutinho, vários países terão que abrir mão de crescer mais para conter a alta dos preços. Ele explicou que a vantagem principal do Brasil é ter oferta agrícola para responder à elevação dos preços dos alimentos.

     "O controle sobre a inflação será mantido. O Brasil está em uma posição relativamente boa para fazer isso, quando comparado a outros países. Não precisaremos sacrificar o crescimento como vários países terão que sacrificar. Podemos responder de maneira muito afirmativa em termos de oferta agrícola", afirmou, após participar do 2º Encontro Nacional do Comércio Exterior, na sede da CNC (Confederação Nacional do Comércio), no Rio.

    Sobre a expansão da oferta agrícola, Coutinho destacou que o BNDES vai facilitar, em termos de custos, o financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas. Ele não detalhou as condições, que serão anunciadas amanhã, juntamente com o plano do governo para aumentar a oferta agrícola.

    Luciano Coutinho defendeu ainda que não haja mudanças na TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), que foi mantida em 6,25% ao ano pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), na última segunda-feira. Diante da perspectiva de inflação, Coutinho disse que a taxa "está no lugar certo". O presidente do BNDES acrescentou que, no médio prazo, espera que a inflação fique até mesmo abaixo da meta.

    A queda de 4,9% da produção de bens de capital, constatada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na passagem de maio para junho, não preocupa o executivo. Para Coutinho, o resultado não indica nenhuma tendência.

    "Os indicadores anteriores do Finame [programa de máquinas e equipamentos do BNDES] mostram que a demanda e o consumo aparente de bens de capital se mantém muito firme", observou.

    Fonte: Folha online
    02-07-2008 | 11:07
    A Votorantim Cimentos (VC) anunciou ontem uma segunda onda de investimentos no País, apenas 11 meses depois de tirar do papel um plano de expansão de R$ 1,7 bilhão.

    Desta vez, a companhia vai investir R$ 1,5 bilhão em mais quatro novas fábricas em Mato Grosso, São Paulo, Paraná e Distrito Federal.

    "O mercado vem crescendo a taxas maiores do que a que imaginávamos", afirma o presidente da VC, Walter Schalka. "Essa é uma resposta direta às necessidades dos nossos clientes e uma clara resposta à sociedade de que o cimento não será limitador do crescimento do País."

    Com as novas unidades, a capacidade de produção da Votorantim vai sair dos atuais 25 milhões de toneladas para 39 milhões de toneladas em 2011, quando todas as novas fábricas (incluindo as da primeira fase) já estarão em operação. É o maior investimento - R$ 3,2 bilhões - já feito pelo grupo em cimentos, se somadas as duas fases. Graças à expansão do mercado imobiliário e às obras de infra-estrutura, o Brasil deve consumir este ano 50 milhões de toneladas de cimento, 11% a mais que no anterior.

    O volume surpreendeu os fabricantes de cimento. A própria Votorantim havia estimado um crescimento de 9%. Em 2008, o consumo por habitante deve ser o maior da história do País, superando o recorde de 1998. Para os próximos anos, a companhia espera crescimento entre 7% e 8%.

    Fonte: Mídia News
    02-07-2008 | 11:07

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu hoje (1) que o governo está disposto a enfrentar a inflação mesmo que tenha que adotar o sistema de acompanhamento de preços.

    Em entrevista coletiva antes de retornar ao Brasil depois da reunião de Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em San Miguel de Tucumán, na Argentina, o presidente Lula assegurou que o governo não tem qualquer interesse em especulação inflacionária e não permitirá que o índice volte a taxas de 40%, 50% como no passado.

    "Temos total condição de controlar a inflação. Temos a obrigação de fazer o acompanhamento dos preços industriais que porventura estiverem exorbitando na remarcação", afirmou.

    "Não brincaremos com a inflação"", garantiu o presidente.

    Fonte: Olhar Direto
    02-07-2008 | 11:07
    As indústrias mato-grossenses do setor da construção civil que buscam trabalhadores qualificados terão à disposição mais de mil profissionais a partir de hoje. Nesta data, os trabalhadores receberão a certificação de cursos em 20 áreas distintas que atendem os setores da construção civil, pesada e elétrica. Oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT), os treinamentos gratuitos, foram promovidos na ‘Escola Senai da Construção’, localizada no distrito industrial de Cuiabá e inaugurada em dezembro de 2007.

    “Será a maior entrega coletiva de certificados já feita pela entidade no Estado. Nossa meta inicial era de que a Escola Senai da Construção qualificasse três mil pessoas até o final do ano, mas acreditamos que ultrapassaremos cinco mil. Ficamos extremamente satisfeitos, porque o setor da construção necessita de trabalhadores qualificados para atender a crescente demanda”, ressalta o diretor regional do Senai-MT, Gilberto Figueiredo.

    O evento, que ocorrerá na Escola Senai da Construção, terá início às 18h30.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    02-07-2008 | 11:07
    Índice utilizado nos contratos de locação terá neste mês a maior variação de 2008. Inquilinos devem ficar atentos

    O índice de reajuste dos aluguéis no mês de julho será o maior do ano e as imobiliárias já prevêem dificuldades para negociar o novo aumento, que é anual e acompanha o Índice Geral de Preços por Atacado (IGP-M). Este mês, o reajuste previsto é de 13,09%, índice do IGP-M no acumulado dos últimos meses (período de julho de 2007 a junho deste ano).

    O novo IGP-M divulgado na semana passada é o maior do ano, representando um acréscimo de 13,53% em relação ao índice anual com data base no mês de maio, que foi de 11,53% e valeu para a correção dos aluguéis de junho. Em abril, o índice foi de 9,80% para os aluguéis de maio e, em março, 9,09% (índice aplicado para os aluguéis de abril). No mês de fevereiro, o IGP-M foi de 8,66 e, em janeiro, 8,28%.

    De acordo com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), o IGP-M é o índice oficial de reajuste aplicado nas locações pelas imobiliárias.

    “Pelo contrato entre a imobiliária e o inquilino, estes reajustes deveriam ser automaticamente aplicados. Mas nem sempre é assim, pois muitas vezes o inquilino questiona o índice do aumento e pede para negociar com a administradora”, diz o presidente do Creci, Carlos Alberto Lúcio da Silva.

    Segundo ele, a comunicação do reajuste é feita pela imobiliária toda vez que é divulgado o novo índice de IGP-M. “Quando o inquilino considera elevado o valor de reajuste, ele procura a imobiliária para propor um valor alternativo. Isto é muito comum, pois para a imobiliária é melhor fazer uma boa negociação do que perder um bom inquilino e ficar com o imóvel parado por alguns dias”, afirma Carlos Alberto.

    Ele admite que em algumas ocasiões o valor do reajuste coloca o preço da locação acima do preço médio de mercado. “Vale lembrar que esta regra não é para todos, pois depende muito do perfil do inquilino, da situação do imóvel e da sua localização”.

    Ele informou que o valor da locação em Cuiabá varia de acordo com o tipo de construção (imóvel) e, principalmente, da sua localização. Os localizados em áreas nobres da cidade, como Jardim Itália, Santa Rosa e Jardim das Américas, por exemplo, são os mais valorizados. No Jardim Itália, o preço médio do aluguel é de R$ 2 mil. A região central também é bastante valorizada, com o preço médio do aluguel residencial custando R$ 1,5 mil. No bairro Santa Rosa, o valor médio é de R$ 1,3 mil. Em bairros mais afastados, como o Parque Cuiabá e a Morada da Serra, os preços médios da locação são de R$ 350 e R$ 500, respectivamente.

    MERCADO - Em Cuiabá, o Creci estima que são mais de 30 mil imóveis em locação, sendo que em torno 25 mil são administrados pelas imobiliárias.

    Segundo ele, o mercado imobiliário – tanto para construção quanto para locação – está aquecido. “Acreditamos que a ocupação esteja acima de 95%”, estima Carlos Alberto, lembrando que muitas imobiliárias estão sem estoque de imóveis para locação.

    O diretor de Habitação e Loteamento do Sindicato da Habitação do Estado de Mato Grosso (Secovi/MT), Rui Pinheiro, diz que a demanda é muito maior do que a oferta e que o déficit de moradia para locação em Cuiabá e Várzea Grande está em torno de três mil imóveis.

    Para cada imóvel disponível, temos pelo menos 10 interessados em alugar. A maior procura, segundo ele, é do “segmento médio popular”, para apartamentos com aluguel custando R$ 500.

    Segundo levantamento do Creci, o índice médio de inadimplência no setor de locação na Grande Cuiabá é de 10%.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    02-07-2008 | 11:07

    A popularização dos cartões de crédito chegou às lojas de materiais para construção, fazendo com que aumentassem as possibilidades de pequenas e médias empresas oferecerem a seus clientes maior prazo de pagamento. Parecia não ter jeito mesmo, as reformas de casas ou comércios quase nunca eram encaradas como prioridade no orçamento da maioria dos brasileiros, porque era privilégio de poucos quitar a vista todo o investimento que as obras exigiam. Isso fazia com que muitos adiassem os planos de reformas e construções e muitas vezes nem realizassem porque sempre acabava aparecendo outras prioridades.

    A realidade mudou nos últimos quatro anos, quando de acordo com a Associação Nacional dos Comerciantes de Material para Construção (Anamaco), houve um aquecimento nas vendas de materiais para construção. Este aumento foi provocado em função do aumento de crédito oferecido as classes C, D e E. Os cartões de crédito oferecido pelas lojas de construção são responsáveis por uma grande parte desse aquecimento.

    O gerente da loja Bigolin do Pantanal Shopping, Valdir Barbosa da Silva. diz que o maior ganho para os clientes é que eles podem comprar parcelado. "Podem fazer as compras e priorizar a obra sem burocracia do cheque e a preocupação com os juros de outros cartões. É possível parcelar em até 10 vezes sem juros. Mais em geral, as pessoas optam por dividir a conta em três ou quatro prestações. Este período varia no orçamento de cada um. Acreditamos ser uma opção bastante interessante", explica.

    As exigências geralmente incluem apresentação de holerites ou carteira de trabalho, além de comprovante de residência, a loja faz este cadastro prévio e encaminha a empresa que confecciona e organiza os dados dos cartões de crédito dessas lojas

    Fonte: Gazeta Digital
    02-07-2008 | 11:07

    A apresentação do parecer do deputado Sandro Mabel (PR-GO) à proposta de reforma tributária, na Comissão Especial da Câmara, foi adiada e ainda não há data marcada para que isso ocorra.

    "Como não tem espaço na agenda da Câmara para votar a reforma tributária, em dois turnos no Plenário, achamos melhor adiar a votação como um todo (comissão e plenário)", disse o parlamentar, que é o relator da proposta.

    Segundo Mabel, de nada adiantaria ele apresentar o seu parecer e votá-lo na Comissão Especial ainda no primeiro semestre e não ter uma data para votação no Plenário da Câmara, em dois turnos. "O relatório não pode ser votado na comissão e ficar aí dois ou três meses na chuva, sem ser votado no plenário. Temos que votar a reforma de uma só vez", comentou.

    O relator disse que o presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), está falando em votar a reforma tributária no mês de agosto, após o recesso parlamentar. Diante dessa possibilidade, Mabel só apresentará o relatório quando estiver definida a data de votação no plenário. Segundo ele, é preciso avaliar se haverá ou não condições de votar a reforma em agosto, setembro ou outubro.

    De acordo com Mabel, a aprovação da reforma tributária é importante neste momento para ajudar o país no desenvolvimento, "sobretudo nesta hora em que se fala em um índice de crescimento menor do que o que vinha ocorrendo. A reforma tributária vai dar um novo impulso ao país".

    Fonte: Gazeta Digital
    02-07-2008 | 11:07
    As indústrias mato-grossenses do setor da construção que buscam trabalhadores qualificados terão à disposição mais de mil profissionais a partir de hoje. Os trabalhadores receberão a certificação de cursos em 20 áreas distintas que atendem os setores da construção civil, pesada e elétrica. Oferecidos pelo Senai-MT, os treinamentos, que foram gratuitos, foram promovidos na "Escola Senai da Construção".


    Emprego

    A partir de hoje os trabalhadores de Colíder (650 km ao Norte) poderão contar com os serviços do Sistema Nacional de Emprego de Mato Grosso (Sine/MT), que implanta sua 19ª unidade no Estado. A inauguração está prevista para o período da tarde, e contará com a presença do governador Blairo Maggi. O posto do Sine do município funcionará na sede da Secretaria de Ação Social, localizada na Avenida Mato Grosso, s/nº, centro. Quatro profissionais, entre atendentes e coordenador, irão trabalhar no local.


    Energia

    O consórcio brasileiro TBE Centro-Oeste, composto pela empresa Amazonense de Transmissão de Energia S/A e Cemig Geração e Transmissão S/A, foi vencedor de um lote de linhas de energia ofertado no leilão realizado no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O lote arrematado reúne cinco linhas de energia, que farão parte da rede básica, e duas subestações, responsáveis em reduzir o nível da tensão elétrica. Os empreendimentos, previstos para entrar em operação daqui a 20 meses, abrangerão 775 Km.Fonte: Gazeta Digital
    02-07-2008 | 11:07
    O fraco resultado da produção industrial em maio "não aponta nenhuma tendência", na avaliação do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho. "Nossos indicadores antecedentes mostram que a demanda no banco (por recursos para investimento da indústria) se mantém muito firme. Uma flutuação de um mês para outro não indica tendência", minimizou.

    Coutinho manteve o tom otimista na avaliação da economia, que qualificou de "robusta" e argumentou que a expansão do crédito e da demanda são fatores que continuam favorecendo o desempenho. Citou, ainda as recentes decisões de duas agências de rating, que melhoraram a classificação do Brasil, para reforçar sua tese. O país é hoje considerado grau de investimento (país com baixo risco de investimento).

    O vice-presidente do banco, Armando Mariante, manteve o mesmo tom ao analisar a trajetória industrial, em especial a demanda na produção de bens de capital - responsável por uma das maiores quedas registradas pelo IBGE na indústria em maio. O executivo afirmou que os desembolsos do BNDES este ano serão ainda maiores do que o previsto. "Provavelmente chegarão a R$ 83 bilhões ou R$ 84 bilhões", afirmou.

    A previsão anterior era de um recorde de R$ 80 bilhões, mas ele observou que a demanda por recursos já é bem maior. "Está beirando os R$ 100 bilhões", comentou. "É um bom problema. Significa que a indústria está investindo e o setor que mais cresce é o de bens de capital". Mariante informou que espera inaugurar o escritório de representação do banco em Montevidéu, no Uruguai, em setembro e que, provavelmente, a subsidiária que a instituição está estudando abrir no exterior será em Londres.

    Fonte: Gazeta Digital
    01-07-2008 | 11:07
    O governo do Estado assinou convênio para recuperar 27 quilômetros da BR 364 na Serra de São Vicente com pavimentação de concreto, conhecida como "withetopping". O sistema, já bastante utilizado no Sul do país, foi recomendado como ideal para o local por assessorias contratadas pelo governo e o projeto foi orientado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP). O pavimento de concreto tem maior durabilidade, resistência e é indicada para rodovias de tráfego intenso.

    O gerente regional do Centro-Oeste da ABCP, Fernando Crosara, explica que apesar do custo da obra ser entre 10% a 15% maior em relação ao asfalto comum, o custo benefício é melhor na pavimentação de concreto porque a manutenção é feita em espaço de tempo maior e a durabilidade chega a ser o dobro. Enquanto o asfalto comum é feito para durar 10 anos, o de concreto, pelas normas brasileiras, deve durar 20 anos. "Mas dura de 40 a 50 anos. A avenida Getúlio Vargas, na altura da praça Santos Dumont, é um exemplo disso. A pavimentação lá é de concreto, deve ter uns 50 anos e está inteira, praticamente sem manutenção".

    Crosara destaca que esse tipo de pavimentação é adequado para tráfego pesado, como o da Serra, porque não esquenta tanto quanto o asfalto, mantendo uma temperatura ambiente de aproximadamente 5 graus a menos. Não esquentando tanto, não cria aquelas trilhas feitas pelos pneus. A pavimentação também não tem ranhuras, o que resulta em um tempo de frenagem menor. "Além disso, não há aquaplanagem, aumentando a segurança para os motoristas e reduzindo o índice de acidentes".

    O gerente regional da ABCP explica que nesse tipo de pavimentação se coloca uma capa de concreto sobre o asfalto já existente. Após isso, somente em período de 10 anos, aproximadamente, deve ser feita uma manutenção. No asfalto comum, a necessidade de manutenção vem em torno de cinco anos.

    A obra será feita com cimento de Mato Grosso. Crosara descarta qualquer problema por conta da falta do produto que o mercado local vem enfrentando. Segundo ele, só daqui a uns três meses deve começar a ser utilizado cimento na obra, tempo que ele acredita ser necessário para que o mercado já esteja regulado com o produto que a Votorantim está trazendo de Recife. (VC)

     

    Fonte: Gazeta Digital
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