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Sábado, 21 de Outubro de 2017
NOTÍCIAS
    10-09-2008 | 11:09

    Com a aceleração da produção industrial, o nível de emprego cresceu 0,7% em julho em relação a junho, o maior aumento na evolução mensal desde maio de 2004, quando a criação de emprego havia crescido 1%. Na comparação com julho do ano passado, o nível de ocupação cresceu 2,8%, perfazendo uma seqüência de 25 resultados positivos na comparação anual. Até julho, o emprego industrial acumula alta de 2,8% no ano, e de 2,9% nos últimos 12 meses.

     

    "A indústria mostrava estabilidade em patamar elevado no mercado de trabalho e, agora, registra aceleração no emprego, que responde a um ritmo mais forte do setor", afirmou a economista Isabella Nunes, da coordenação de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de vagas cresceu em 11 das 14 áreas pesquisadas em julho em relação ao mesmo mês do ano passado, com destaque para São Paulo (4,3%), Minas Gerais (6,6%) e regiões Norte e Centro-Oeste (2,8%). Por outro lado, foram observadas reduções em Pernambuco (-4,4%), Santa Catarina (-1,1%) e região Nordeste (-0,3%).

     

    Na mesma base de comparação, o pessoal empregado aumentou em 13 dos 18 setores da economia, especialmente em indústrias de máquinas e equipamentos (12,3%), meios de transporte (9,6%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11,6%) e produtos químicos (11,1%). Na direção contrária, as contribuições negativas mais significativas vieram das fábricas de calçados e artigos de couro (-9,8%), vestuário (-4,7%), têxtil (-6,2%) e madeira (-8,2%).

     

    Isabella observou que, além dos setores que vêm puxando a ocupação industrial, mas não estão entre os mais empregadores - como máquinas e equipamentos e veículos automotores - em julho houve destaque também para a atividade de minerais não metálicos (vinculada à construção civil), intensiva em mão-de-obra e que ajudou a acelerar os resultados do mercado de trabalho da indústria.

     

    O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria aumentou 1,3% em julho em comparação a junho, no terceiro mês consecutivo de alta.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-09-2008 | 12:09
    Candidatos debatem Apac e propõem alterações na legislação imobiliária

     

     A coluna do Informe JB publicou domingo que candidatos recebem doações de campanha milionárias para que, se eleitos, derrubem decreto municipal das Áreas de Preservação do Ambiente Cultural (Apacs) - conservação de conjuntos urbanos - e permitam a especulação imobiliária na Zona Sul do Rio.

     

     

    Ouvidos pelo Jornal do Brasil, nem todos candidatos à prefeitura do Rio vão manter a legislação. Podem sugerir alterações no atual decreto ou até derrubar as Apacs.

     

     

     

            Cesar Maia confirma que o novo alcaide pode revogar o decreto a qualquer instante, e aconselha que "todos os candidatos deveriam assinar documento comprometerendo-se a não tocar nas Apacs".

     

     

            Paulo Giffoni, presidente da Associação de Moradores do Humaitá, critica o esquema de benefícios para empreiteiras.

     

     

     

            - A Apac é uma grande negociata da prefeitura.

     

     

    O futuro prefeito tem de estar mais junto da população e acabar com os privilégios - sustentou.

     

     

     

            Já o presidente da Associação dos Proprietários de Pequenos Prédios do Leblon e Ipanema (APPP), Augusto Boisson, disse que o assunto é fato consumado por causa da decisão do STF de liberar 436 imóveis de fora dessas áreas, e finalizou:        - Isto deve ter sido coisa da pela candidatura da Solange Amaral (DEM).

     

     

     

            O diretor-executivo do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), Antonio Carlos Mendes Gomes, apóia a preservação da memória cultural da cidade, mas entende que a matéria tem de ser debatida amplamente com a sociedade na Câmara dos Vereadores.

     

     

     

            Eduardo Paes (PMDB) é favorável à manutenção das Apacs, e diz que será rigoroso quanto à especulação imobiliária.

     

     

     Também é a favor das doações, quando legais.

     

     

            Já Solange, do DEM, vai fortalecer as Apacs, e estender para a Zona Norte.

     

     

     Segundo Solange, se não tivéssemos a lei, "mais 15 mil carros no eixo Jardim Botânico-Leblon-Ipanema estariam nas ruas".

     

     

            O pedetista Paulo Ramos espeta Maia dizendo que "o atual prefeito entende bem de empreiteiras", e que, se eleito, vai rever o decreto.

     

     

            - As empreiteiras sabem quem são os candidatos que vão ajudar, e este governará com base nos interesses desses grupos - assinalou.

     

     

     

            Para Chico Alencar (PSOL), as Apacs são um belo instrumento, porém mal aplicado porque falta a ponderação dos moradores. O candidato diz não aceitar dinheiro de empreiteiras.

     

     

     

            Já Fernando Gabeira (PV) pondera que algumas Apacs poderão ser reavaliadas. As doações da campanha de Gabeira podem ser conferidas no site do candidato.

     

     

     

            Para Alessandro Molon (PT), a Apac acabou se transformando em uma legislação urbanística, e sugere alterações no atual decreto durante a elaboração do Plano Diretor.

     

     

    - Com esse mecanismo será possível proporcionar compensação para o proprietário de imóvel preservado - explicou, ao reafirmar que só recebe doações das empresas de construção civil, desde que permitidas por lei.

     

     

            Os candidatos Marcelo Crivella (PRB) e Jandira Feghali (PCdoB) não responderam as solicitações.

     

    Fonte: CBIC
    09-09-2008 | 11:09
    Enquanto bolsas do mundo inteiro vivem dia de euforia após decisão do Tesouro americano de assumir o controle de companhias imobiliárias, Bovespa contraria expectativas e inicia a semana com perda

     

    A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) contrariou todas as previsões e tomou ontem um tombo de 2,35%, apesar de os principais mercados acionários do mundo terem computado fortes altas, refletindo o otimismo com o socorro de até US$ 200 bilhões que o governo dos Estados Unidos dará à Fannie Mae e à Freddie Mac, as duas maiores empresas de crédito imobiliário daquele país.

     

     

    "Foi inacreditável o que ocorreu na Bovespa", disse Clodoir Viera, economista da Corretora Souza Barros.

     

     

     Logo pela manhã, o pregão paulista chegou a computar alta de 3,4%, mas não se sustentou diante da falta de disposição dos investidores estrangeiros de retornarem ao Brasil.

     

     

    Falaram mais alto entre eles os riscos enfrentados pelas empresas brasileiras produtoras de commodities, cujos preços vêm desabando, ante as previsões de recessão nas maiores economias do planeta.

     

     

     

            Com a queda de ontem, o Ibovespa, principal índice de lucratividade do mercado, já acumula baixa de 8,91% no mês e perdas de 20,86% no ano.

     

     

    "O problema é que não dá para dizer que a Bovespa, ao cravar os 50.717 pontos, chegou ao fundo do poço.

     

     

     As incertezas continuam enormes, mesmo com o socorro às empresas imobiliárias americanas, que minimizam os riscos de um crise sistêmica nos mercados financeiros.

     

     

     Então, a queda pode se aprofundar", afirmou André Simões, analista de renda variável da Modal Asset Management.

     

     

     

     Ele lembrou que entre as principais bolsas do mundo, além do Brasil, mais quatro recuaram: as do Canadá, Argentina, Venezuela e China.

     

     

    Coincidentemente, os três primeiros países são produtores de commodities.

     

     

     

            Nos Estados Unidos, o socorro à Fannie Mae e à Freddie Mac deixou os investidores, secos por boas notícias, à beira da euforia.

     

     

     O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, subiu 2,58%.

     

     

    Na Nasdaq, a bolsa eletrônica, o avanço foi de 0,62%.

     

     

    O clima positivo também dominou a Europa.

     

     

     

    Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 teve alta de 3,42%. Em Frankfurt, a valorização ficou em 2,22%.

     

     

    Na Ásia, a primeira região a absorver as notícias sobre a intervenção do governo dos EUA nas duas maiores empresas imobiliárias daquele país, a Bolsa do Japão deu um salto de 3,38% e, na Coréia do Sul, o aumento foi de quase 5%.

     

     

     

    "Não havia outra saída para o governo americano que não fosse o socorro à Fannie Mae e à Freddie Mac", disse a ex-ministra da Fazenda Zélia Cardoso de Mello, que participou do seminário sobre os 200 anos da pasta.

     

     

     "Mas essa crise está longe de acabar", avisou.

     

     Dívida pública

     

            Na opinião da ex-ministra, que mora nos Estados Unidos há 11 anos, o Brasil já está pagando o preço do estouro da bolha imobiliária americana.

     

     

     "Esse preço é a forte queda da Bovespa.

     

     

    Os grandes fundos de investimentos que tinham dinheiro aplicado no país, especialmente em ações da Vale e da Petrobras, tiraram os recursos daqui.

     

     

     E esse capital não voltará não cedo", assinalou.

     

     

     A mesma avaliação foi feita pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

     

     

    "O primeiro impacto da crise foi a perda patrimonial, que estamos vendo da Bovespa. Mas ainda não há efeitos sobre a economia real, no nível da atividade do país", acrescentou.

     

     

            Para o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, a intervenção feita pelo governo americano contribuirá para a redução da volatilidade dos mercados, favorecendo a administração da dívida pública brasileira.

     

     

    "Avaliamos positivamente as ações dos EUA e achamos que elas tendem a contribuir para uma menor volatilidade internacional.

     

     

     Quanto maior o nervosismo nos mercados, mais juros os investidores pedem para comprar títulos públicos.

     

     Risco de contágio

     

            As exportações serão determinantes para o Brasil em meio à recessão que se desenha nas principais economias.

     

     

     Caso elas se retraiam muito, o país sentirá, de forma acentuada, o baque da crise que o governo dos EUA tenta conter ao socorrer com até US$ 200 bilhões a Fannie Mae e a Freddie Mac, vítimas do estouro da bolha imobiliária em agosto do ano passado.

     

     

    "As exportações são o principal canal de contágio", disse o ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser Pereira.

     

     

    A seu ver, o governo deveria dar estímulos às empresas exportadoras para conter possíveis estragos que estão por vir.

     

     

            Na avaliação do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o baque nas exportações será maior caso o ritmo de crescimento da China diminua.

     

     

     Os chineses são os principais consumidores das commodities vendidas pelo Brasil.

     

     

    São essas dúvidas, por sinal, que estão ajudando a impulsionar o dólar.

     

     

     A moeda encerrou as negociações de ontem cotada a R$ 1,736 para venda, com valorização de 1,11%.

     

     

    Para Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda, a alta do dólar não deverá ir muito além. (VN e ES)

     

    Fonte: CBIC
    09-09-2008 | 11:09

    O projeto de lei complementar de autoria do Executivo Municipal que amplia de 4 para 6 meses a licença-maternidade das servidoras públicas de Cuiabá deverá ser votado hoje. O documento deveria ter entrado na pauta da sessão da Câmara Municipal no dia. O secretário-adjunto da Secretaria de Assistência Social, o pediatra Euze Carvalho, está confiante que dessa vez possa ocorrer a votação.

     

    A proposta acrescenta o parágrafo 5º e altera o artigo 105, da Lei Complementar nº 93/2003. Já foi colocada em discussão pelo vereador Edivá Alves no dia 21 de agosto, mas na ocasião não entrou em pauta porque a sessão foi encerrada antes do previsto por falta de quorum.

     

    A licença-maternidade será garantida à funcionária mediante requerimento efetivado até o final do primeiro mês após o parto. Durante esse período, terá direito à remuneração integral, mas não poderá ter nenhum outro vínculo empregatício. Se aprovada, Cuiabá será a 100ª cidade adotar a medida, em parceria com a Sociedade Mato-grossense de Pediatria (Somape).

     

    Avanço O projeto de lei 281/2005 de ampliação de 4 para 6 meses da licença-maternidade da senadora Patrícia Saboya foi aprovada no último dia 13, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Passa a ter validade para as empresas privadas a partir da sanção do presidente, que deve ocorrer até o final desse ano. No setor público, a partir de 2010. A mudança não é obrigatória, sim facultativa. Um Programa Empresa Cidadã oferecerá incentivos fiscais para empresas que prorrogarem o tempo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-09-2008 | 11:09

     

    A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT), por meio da Gerência de Conta Corrente Fiscal (GCCF), encaminhou, no mês de agosto, a sétima remessa de avisos de cobrança deste ano, no valor de R$ 34.743.961,68, a 1.223 contribuintes do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) do Estado.

     

    Os débitos são referentes a pendências no Sistema de Conta Corrente Fiscal do ICMS da Fazenda Pública Estadual. Dos R$ 34 milhões, R$ 10 milhões são referentes a débitos dos anos de 2007 e 2008 e R$ 24 milhões a débitos anteriores a 2007.

     

    Os contribuintes intimados terão 30 dias a contar da data de recebimento do aviso para efetuar o pagamento ou parcelamento dos débitos em até 36 parcelas, de acordo com o disposto no parágrafo único do artigo 41, da Lei nº 7.098/98, com a redação dada pela Lei nº 7.867/2002, respeitadas as demais condições previstas na Portaria nº 131/2008.

     

    Excepcionalmente, em relação aos débitos vencidos até 30 de junho de 2004, os contribuintes poderão fazer opção pelo benefício do Programa de Recuperação de Crédito da Fazenda Pública

     

    Estadual (Refaz) para pagamento à vista ou parcelamento em até 96 vezes ou efetuar a compensação de dívidas líquidas e certas cujos fatos geradores da obrigação tributária tiverem ocorrido até 31 de dezembro de 2006. Caso os contribuintes não cumpram o prazo, terão os débitos inscritos em dívida ativa (execução judicial), substituindo a multa de mora pela multa prevista no artigo 45, inciso I da Lei nº 7098/1998.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-09-2008 | 11:09
    Pela sexta semana consecutiva, o mercado reduziu a projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 e manteve a estimativa do indicador abaixo do teto da meta de inflação para este ano, de 6,5%. Segundo a Pesquisa Focus, compilado das principais projeções macroeconômicas de instituições financeiras divulgada hoje pelo Banco Central, o IPCA deve encerrar 2008 em 6,27%, ante previsão de 6,32% na semana passada. Já para 2009, a previsão permaneceu em 5% pela oitava vez seguida.

     

    Porém, em ambos casos, as previsões para o IPCA permanecem acima do centro da meta de inflação, de 4,5%, conforme determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN). A margem de tolerância é de dois pontos percentuais para baixo ou para cima, ou seja, entre 2,5% e 6,5%. Para os Índices Gerais de Preços (IGPs), calculados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e que trazem o comportamento dos preços no atacado e o impacto em tarifas públicas e de serviços, as previsões também caíram. O mercado espera agora que o Índice Geral de Preços -

     

    Disponibilidade Interna (IGP-DI) encerre 2008 em 10,27%, ante 10,31% na previsão anterior.

    Já o Índice Geral de Preços -Mercado (IGP-M) deve ficar em 10,35% este ano, ante expectativa de 10,37% na semana passada. Para 2009, a projeção para o IGP-DI caiu de 5,29% para 5,2%; a do IGP-M subiu de 5,48% para 5,5%.

     

    Juros - Na semana em que o Comitê de Política Monetária (Copom) realiza o sexto encontro do ano para definir sobre a atualização da taxa básica de juros, a Selic, o mercado financeiro manteve as projeções para o juro básico brasileiro em 2008 em 14,75% ao ano, pela quarta semana seguida. Porém, a projeção para 2009 caiu de 14% ao ano para 13,75% ao ano. Atualmente, a Selic está em 13% ao ano.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-09-2008 | 11:09

     

    Durante o descerramento da placa comemorativa aos 200 anos do Ministério da Fazenda, o ministro Guido Mantega ressaltou ontem a "robustez e a solidez" da economia brasileira. Em discurso, o ministro disse que o Brasil conseguiu as condições necessárias para continuar crescendo, de forma sustentada, ao longo de muitos anos. Ele aproveitou para mandar um recado ao Banco Central (BC), na semana em que o Comitê de Política Monetária (Copom) volta a se reunir para definir um novo nível dos juros básicos.

     

    Segundo o ministro, a oferta tem acompanhado o crescimento da demanda, o que faz com que não haja uma pressão inflacionária. A reunião do Copom começa amanhã e termina na quarta-feira, e a aposta dos economistas do mercado financeiro é de alta da Selic de 0,50 a 0,75 ponto percentual. De março a julho, os juros básicos subiram de 11,25% para 13% ao ano.

     

    Mantega disse que o Brasil é uma potência emergente graças às políticas do atual governo e de governos anteriores, que fortaleceram os fundamentos econômicos. Segundo ele, isto faz com que a economia esteja hoje sob controle, mesmo com um quadro econômico internacional adverso. Mantega destacou a baixa vulnerabilidade externa do Brasil. "Com o esforço de todos, conseguimos colocar o Brasil na rota de crescimento. Um crescimento robusto, acima de 4%, de 4,5% e até de 5% como estamos tendo hoje", afirmou. "É um crescimento robusto e sólido, porque gera emprego e renda".

     

    O ministro também classificou de robusto o mercado interno. Mantega disse que o Brasil é reconhecidamente um dos países mais promissores, porque oferece condições de investimento e de crescimento. "O Brasil deixou de ser um país do passado e do presente para ser um país do futuro, que tem um horizonte de longo prazo", afirmou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-09-2008 | 11:09

     

    A chegada da Família Real Portuguesa, em 1808, foi um marco na história do país cujos reflexos estão sendo sentidos até hoje. Influenciou a vida inclusive das localidades mais distantes, como Mato Grosso. Desde o início do ano, quando começaram a ser realizados eventos referentes ao fato, falou-se bastante sobre o que ele representou para os fluminenses. Mas poucos explicaram como a notícia chegou aos rincões mais distantes e que mudanças operou nessa localidades. O Arquivo Público de Mato Grosso, então, resolveu contar como se deu essa história no Estado por meio de uma série de atividades.

     

    Um seminário, aberto nesta segunda-feira e que prossegue até sexta-feira (12), traz o tema "200 anos da vinda da família Real para o Brasil - Mato Grosso na formação da Nação Brasileira" e pretende discutir algumas questões interessantes sobre o assunto. Mesmo distante da sede do governo o estado não ficou alheio a este acontecimento. Foi especialmente influenciado pelas mudanças, sendo uma das primeiras capitanias a aderirem à nova realidade brasileira. Uma realidade que assustou um pouco, principalmente os moradores da então pequena Rio de Janeiro, mas que trouxe avanços significativos em vários sentidos.

     

    O evento contará com exposições de documentos antigos, inclusive da época da chegada da Família Real, e com mesas-redondas e palestras com temas relacionados ao assunto. As atividades serão realizadas no período vespertino, com início sempre às 14h. As palestras serão ministradas por professores doutores das Universidades Federal de Mato Grosso (UFMT) e Estadual de Mato Grosso (Unemat). Os participantes poderão discutir e aprender um pouco mais sobre como o Brasil era e como foi se transformando com a chegada da Família Real.

     

    Alguns estudiosos afirmam que a transferência do governo para a colônia teve uma influência muito grande na Independência do Brasil, que aconteceria 14 anos depois. Graças à chegada da família real e a transferência da estrutura de comando, uma série de medidas foram tomadas para que se pudesse fazer esse trabalho de direção no novo lugar. Isso quer dizer a abertura de escolas técnicas e de cursos para formação de profissionais, militares e burocratas. Mas o que muito consideram o maior determinante para essa mudança de visão em relação ao Brasil foi a abertura dos portos, no mesmo momento em que Dom João pisou em terras tupiniquins.

     

    O secretário de Estado de Administração Geraldo de Vitto Jr. vê o evento como uma mostra da visão atual do órgão. "O Arquivo Público há muito tempo deixou de ser apenas um depósito de papéis para se tornar um propagador da história e do conhecimento para a população mato-grossense. Eventos como esse mostram o que o Arquivo tem a oferecer. Também abrimos mais um espaço de discussão tanto para universitários, quanto para alunos secundaristas e, por que não, historiadores?", salientou.

     

    Ele inclusive incentiva as escolas a participarem, independente do que esteja sendo realizado no Arquivo Público. "O Arquivo está sempre de portas abertas para as escolas trazerem seus alunos para visitação, não só quando há eventos. Basta ligar para agendar a visita. O que nós queremos é criar a cultura na população mato-grossense, e daí temos que começar dos mais jovens, de que há muito para se conhecer aqui. Queremos fazer com que o Arquivo se torne referência para pesquisa em Mato Grosso", explicou.

     

    Os interessados em participar do seminário "200 anos da vinda da família Real para o Brasil - Mato Grosso na formação da Nação Brasileira" poderão fazer suas inscrições pessoalmente no Arquivo Público, ou através do e-mail arquivopublico@ sad.mt.gov.br.

     

    Serviço- A superintendência de Arquivo Público fica na avenida Getúlio Vargas, 455, no Centro de Cuiabá. Telefone para mais informações: (65) 3613-1409.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    09-09-2008 | 11:09
     Recentemente o Governo do Estado assinou mais seis convênios para a construção de novos residenciais do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), sendo três em Cuiabá e outros três em Várzea Grande, totalizando 2.533 unidades habitacionais. As obras já iniciaram, mas as casas devem ser entregues somente no final de 2009, assim como as inscrições para esses residenciais, que serão realizadas no decorrer do próximo ano. Informações referentes ao processo, como período e local de inscrições, realização de sorteios, modalidades do programa e requisitos básicos do proponente ao arrendamento serão divulgadas antecipadamente pela Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs).

    Segundo a superintendente de Políticas Públicas de Habitação da Setecs, Lucia Andrade, este ano não haverá mais inscrições e sorteios de unidades habitacionais. “Mesmo porque a Caixa Econômica Federal está finalizando os processos dos sorteios referentes aos residenciais entregues em 2008, sendo Ilza Terezinha Pagot, Salvador Costa Marques e Wantuil de Freitas, em Cuiabá, Aurília Curvo e Noise Curvo, em Várzea Grande”, esclareceu.

    Os novos residenciais seguem o mesmo padrão dos demais, atendendo a Lei 8221/04, regulamentada pelo Decreto Estadual 8187/06, que destina 3% do total das unidades habitacionais aos idosos e 3% aos portadores de deficiência.

    Já a renda bruta familiar exigida será variável, sendo de R$ 700 a R$ 1,5 mil para alguns residenciais, e de R$ 800 a R$ 2 mil para outro.

    PAR – O Programa de Arrendamento Residencial, do Ministério das Cidades, é financiado pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), e executado pela Caixa Econômica Federal. Em Mato Grosso, o PAR é desenvolvido em parceria com o Governo do Estado, que subsidia de 10% a 30% dos recursos, oriundos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), para a construção dos residenciais.

     

    Fonte: Olhar Direto
    09-09-2008 | 11:09
    O deputado e ex-ministro da Fazenda, Delfim Netto (PPB-SP), previu que, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) - que será realizada amanhã (9) e quarta-feira (10) - a taxa básica de juros (Selic) será elevada em 0,75 ponto percentual. Com isso, a Selic atingiria os 13,75% ao ano.

    "Depois da queda de braços entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central", disse em relação à projeção de aumento, idêntica à dos analistas de mercado consultados semanalmente pelo Banco Central, no chamado Boletim Focus. O boletim foi divulgado hoje.

    Apesar disso, em vista do quadro da economia interna, Delfim vê um quadro de acomodação, levando em conta que a inflação é um "fenômeno planetário". O deputado não acredita na possibilidade de haver um excesso de demanda de produção interna.

    Para ele, depois de várias medidas estatizantes do governo para regular a economia, possa ocorrer uma estabilização nos níveis inflacionários. Em relação ao câmbio, Delfim Netto disse que o real deveria até se valorizar em relação ao dólar porque, do ponto de vista da economia interna, o país tem boas reservas - hoje estimadas em US$ 200 bilhões - e isso garante equilíbrio na balança de pagamentos.

    O deputado participa do seminário Desenvolvimento Econômico: Crescimento com Distribuição de Renda, realizado pelo Ministério da Fazenda em comemoração aos 200 anos da pasta. Vários ex-ministros participam do evento, que vai até amanhã (9). Eles foram convidados para fazer uma retrospectiva de sua gestão.

     

     

    Fonte: Olhar Direto
    09-09-2008 | 11:09
     A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou variação de 0,20%, na primeira semana do mês, ante a coleta encerrada na última semana de agosto. De acordo com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), o índice na pesquisa anterior ficou em 0,14%.

    Das sete classes de despesa que compõem o índice, quatro registraram aumento nas taxas de variação. O grupo alimentação foi o que mais contribuiu para o resultado, cujos preços caíram 0,38% na primeira prévia do mês e, em agosto, tinham desacelerado ainda mais com variação negativa de 0,71%.

    Na seqüência, os grupos que mais contribuíram para a alta foram o de despesas diversas (de 1,04% para 1,22%); educação, leitura e recreação (de 0,26% para 0,40%); e transportes (de 0,21% para 0,25%).

    Entre os itens, de cada um dos grupos, que mais colaboraram para a alta do IPC-S estão hortaliças e legumes (que desaceleraram -6,42% na prévia de setembro e, em agosto, tiveram desaceleração maior de -8,54%), cigarros (com variação de 1,06% em agosto e 1,59% em setembro), salas de espetáculo (de 1,89% para 3,49%) e seguro facultativo para veículo (de 0,51% para 1,97%).

    Também tiveram variação negativa, mas com certa recuperação, os grupos vestuário (de -0,23% para -0,49%), habitação (de 0,72% para 0,56%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,43% para 0,38%). Em cada um desses grupos, os itens que contribuíram foram roupas (de -0,73% para -1,%), tarifa de eletricidade residencial (de 0,73% para 0,15%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,23% para 0,11%).

     

    Fonte: Olhar Direto
    09-09-2008 | 11:09
    O senador Heráclito Fortes (DEM-PI), relator na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado do projeto que muda o fuso horário de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, é favorável à aprovação do projeto, de autoria do senador Delcídio do Amaral (PT). A informação é do chefe de gabinete de Fortes, Geraldo Ferreira.

    O projeto (n° 177/2008) está pautado para a reunião da CAE desta terça-feira (9). Depois de discutido e votado, a proposta segue para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, com decisão terminativa.

    O projeto iguala o horário de Mato Grosso do Sul (e de Mato Grosso) ao horário oficial de Brasília (DF). Atualmente, a diferença entre os fusos é de uma hora de atraso em relação a Brasília. Se aprovado, a Lei entra em vigor 60 dias após a publicação.

     

    Na justificativa do projeto, o senador Delcídio lembra que a existência de três fusos no Brasil é um obstáculo à maior integração do espaço econômico nacional. Para Delcídio, a mudança apresentará, no geral, benefícios que superam os eventuais transtornos para a população, com levantar-se, às vezes, antes do nascer do sol para ir à escola ou ao trabalho.

    Hoje, além de MS a MT, não acompanham a hora oficial de Brasília Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia. A ilha de Fernando de Noronha, pertencente ao estado de Pernambuco, também tem fuso horário diferente do resto do país, mas, nesse caso, os relógios ficam adiantados uma hora em relação a Brasília.

     

    Fonte: Mídia News
    09-09-2008 | 11:09
    A Secretaria Nacional de Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional, enviou alerta de baixa umidade do ar às defesas civis dos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Bahia, Maranhão, Piauí, Tocantins, Pará e Distrito Federal.

    Entre hoje (8) e quarta-feira (10), uma massa de ar seco cobre grande parte do Brasil e mantém as condições de baixos índices de umidade relativa do ar no oeste e centro da Bahia, no centro-sul do Maranhão, no centro-sul do Piauí, no Tocantins, no sudeste do Pará, no centro-leste e nordeste do Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, no centro-norte, noroeste e leste de Minas Gerais, Goiás e no Distrito Federal.

    Persiste o alerta de que a umidade relativa mínima fica em torno dos 20%. Hoje (8), o alerta é válido para centro-oeste e norte do Mato Grosso do Sul, centro-oeste, norte e leste goiano. Amanhã (9) e quarta-feira (10), o alerta estende-se para o sul do Mato Grosso, Triângulo Mineiro, todo o estado do Mato Grosso do Sul e de Goiás.A Secretaria Nacional de Defesa Civil desaconselha atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10 e 17h, especialmente entre as 14 e 16h, período do dia em que a umidade do ar fica mais baixa. Orienta-se também para a ingestão de bastante líquido para não ter problemas de desidratação.Alerta-se também que o tempo seco aumenta o risco de incêndios florestais. Com isso, recomenda-se à população não fazer fogueiras nas proximidades de matas e florestas.

    Além disso, os motoristas que trafegarem por regiões sujeitas a incêndios deverão ter atenção redobrada devido à visibilidade reduzida pela fumaça, e também evitarem jogar pontas de cigarros para fora dos veículos.

     

    Fonte: Mídia News
    09-09-2008 | 11:09
               Na semana em que serão conhecidos dois importantes indicadores da economia, o PIB (Produto Interno Bruto) e a nova taxa básica de juros, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o crescimento da economia é "robusto", mas não gera pressões inflacionárias. 
          

         Mantega afirmou que o país cresce a taxas acima de 4% e de até 5% ao ano, "como está ocorrendo nos dias de hoje". Disse também que a taxa de investimento, importante fator para que não haja aumento da demanda acima da oferta, cresce a mais de 15% ao ano. 
          

         "É um país dinâmico, que tem a oferta crescendo acompanhando a demanda, portanto, não gera pressões inflacionárias. Esta robustez do Brasil nos deu o reconhecimento internacional", afirmou. 
          
         Na próxima quarta-feira, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) se reúne para avaliar um novo aumento dos juros, que devem subir de 13% para 13,75% ao ano, segundo previsões do mercado financeiro. Uma das principais preocupações do BC é o aumento forte da demanda em relação à oferta, o que pode pressionar a inflação. 
          
         PIB 
          
         No mesmo dia, mais cedo, o IBGE divulga os números do PIB, que devem mostrar forte crescimento do país, apoiado no aumento da demanda. 
          
         Em relação ao PIB, o ministro afirmou várias vezes que os resultados são "robustos" e que o país deixou para trás "aquele crescimento modesto das décadas anteriores". 
          
         "O Brasil deixou de ser um país do presente e do passado para ser um país do futuro. O Brasil hoje tem um horizonte de longo prazo e, com essas condições que foram criadas, nós poderemos ter esse crescimento sustentável se repetindo ao longo de muitos e muitos anos", disse. 
          
         As afirmações do ministro foram feitas durante a cerimônia de descerramento da placa comemorativa dos 200 anos do Ministério da Fazenda, realizada na sede do ministério, em Brasília. 
          
         Crise internacional 
          
         Em relação à crise internacional, Mantega afirmou que o Brasil hoje é um país que tem uma baixa volatilidade externa e creditou o resultado ao trabalho "eficiente e perspicaz" do Ministério da Fazenda de todos os governos. 
          
         "Conseguimos fortalecer os fundamentos econômicos. O Brasil hoje consegue uma economia sob controle, mesmo diante de um quadro internacional diverso", afirmou. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    09-09-2008 | 11:09
    O intercâmbio comercial entre Brasil e Japão será o assunto do encontro entre empresários do grupo internacional Sojitz e empreendedores mato-grossenses, nesta sexta-feira (12), às 14h, na sede do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt). Participam da reunião o vice-presidente da Sojitz do Brasil S.A., Tomoyoshi Egami, e o diretor da Sojitz do Brasil/São Paulo, Ikuya Sekine, que vão repassar o interesse do grupo em investir no Estado.

     

    De acordo com a diretoria da Sojitz, os setores de infra-estrutura, logística, comércio e esmagamento de soja, mineração e estrutura portuária serão os próximos investimentos do grupo, fato que oportunizará negócios com empresários mato-grossenses. A iniciativa de receber os investidores japoneses partiu da Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) que, durante participação no Fórum de Legisladores Tóquio G8+5, ocorrido em junho, verificou o interesse do grupo pelo Estado, tanto na comercialização de produtos quanto no turismo. “São setores que os japoneses enxergam como grandes potenciais, fato que os instiga a conhecer mais sobre o Brasil, em especial Mato Grosso”.

     

    Para o presidente em exercício do Sistema Fiemt, Jandir Milan, o encontro reforça o cenário atual de aquecimento da economia mato-grossense. “O Estado cresce com índices comparados aos dos ‘tigres asiáticos’ e essa realidade abre muitos mercados para os empresários locais, que devem aproveitar a oportunidade para engrandecer seus negócios”, avalia. As inscrições para o encontro são gratuitas e podem ser feitas no site da Fiemt (www.fiemt.com.br). As vagas são limitadas. Mais informações pelos telefones (65) 3611-1594 e 3611-1678.

     

    SOJITZ - A SDB (Sojitz do Brasil) surgiu em 2004 pela fusão de duas tradings japonesas (Nissho Iwai e Nichimen), atuantes há quase meio século no mercado brasileiro. Oferece aos clientes e parceiros soluções integradas para investimento e administração de projetos, acordos financeiros, informações de mercado, marketing para exportação de produtos brasileiros, introdução de tecnologia de ponta, importação de produtos de alta tecnologia e valor agregado para o mercado brasileiro, soluções de logística, consultoria, entre outras. Sediado em Tóquio, Japão, o Grupo Sojitz coordena uma rede de 72 escritórios e 621 empresas subsidiárias e coligadas pelo mundo todo.

     

    Fonte 24 Horas News
    08-09-2008 | 12:09

    O IGP-Di (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) teve deflação de 0,38% em agosto, contra 1,12% de alta em julho. Foi o menor índice desde março de 2006, quando houve deflação de 0,45%. No ano, o índice acumula alta de 7,93% e, nos 12 meses até agosto, a alta acumulada é de 12,80%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

     

    A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-M e do IGP-10 --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de agosto foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.

     

    O IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou deflação de 0,80%, contra 1,28% em julho. O índice relativo a Bens Finais teve ligeira variação positiva de 0,07%, abaixo dos 0,44% um mês antes, com destaque para o subgrupo alimentos processados (de alta de 1,25% para deflação 0,31%). Excluídos os alimentos in natura e combustíveis, o índice de bens finais subiu 0,07%, abaixo do 0,65% de agosto.

     

    O índice do grupo Bens Intermediários subiu 1,35%, contra 1,86% em julho, com destaque para o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 1,77% para 0,57%). Excluídos combustíveis e lubrificantes para a produção, o índice subiu 1,50%, contra 1,73% um mês antes.

     

    No estágio das Matérias-Primas Brutas, houve queda de 1,39% em julho para -4,84% em agosto. Os destaques foram soja em grão (2,01% para -12,39%), tomate (0,44% para -50,19%) e milho em grão (5,71% para -12,52%). Em alta ficaram cana-de-açúcar (0,12% para 1,82%), fumo em folha (-0,30% para 2,89%) e aves (3,28% para 3,90%).

     

    O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,14%, contra 0,53% em julho, com destaque para os grupos Alimentação (0,83% para -0,71%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,69% para 0,43%). Os itens que se sobressaíram foram hortaliças e legumes (-1,66% para -8,54%), Arroz e Feijão (2,29% para -3,49%), carnes bovinas (3,39% para -0,51%), artigos de higiene e cuidado pessoal (1,37% para 0,23%) e medicamentos em geral (0,22% para 0,15%).

     

    Já os grupos Despesas Diversas (0,43% para 1,04%), Vestuário (-0,54% para -0,23%), Habitação (0,59% para 0,72%), Educação, Leitura e Recreação (0,22% para 0,26%) e Transportes (0,19% para 0,21%) subiram, com destaque para cigarros (de estabilidade para alta de 1,06%), calçados (-0,06% para 0,55%), tarifa de telefone fixo residencial (0,69% para 2,11%), salas de espetáculo (-0,55% para 1,89%) e serviços de oficina (-0,15% para 1,15%). O núcleo do IPC subiu 0,30% em agosto, mesma de julho.

     

    O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 1,18%, contra 1,46% um mês. O grupo Serviços desacelerou de 1,05% para 0,66%. O grupo Mão-de-Obra também apresentou desaceleração, de 1,14% em julho para 0,11% em agosto. Já o grupo Materiais avançou de 1,88% para 2,40%.

     

    Fonte: Folha on-line

     

    08-09-2008 | 12:09
    Jornalista, membro do Conpresb (Conselho de Gestão da Área de Preservação de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade)

     

            Sob o título acima, publiquei em 1992, no Correio Braziliense, artigo em que denunciava o processo de poluição visual da nossa jovem capital, fazendo apelo ao então governador Joaquim Roriz para que tomasse providências quanto à disciplina na instalação de outdoors, placas, banners, letreiros e outros engenhos publicitários.

     

     

            Somente agora, 16 anos depois, o governo Arruda conseguiu a proeza da limpeza visual da cidade, pelo menos no que se refere aos outdoors do Plano Piloto.

     

     

     Ação que se soma à retirada dos camelôs das ruas, com a instalação dos shoppings populares, e à demolição dos prédios irregulares abandonados na área tombada de Brasília, ações que podem servir de referência como atos politicamente corretos que os governadores e prefeitos devem realizar.

     

     

            Recordo que, no artigo, afirmei que estava ficando difícil fotografar Brasília, pois as placas, letreiros e painéis tomavam conta de uma paisagem planejada por nossos idealizadores para ser uma cidade limpa despojada da febre de néon que inunda e torna poluídas visualmente outras cidades.

     

     

    A única exceção prevista por Lucio Costa para a instalação de placas de néon nas fachadas, na descrição do Plano Piloto, foi o Setor de Diversões, pelas características evidentes do local, que requer um toque de diversão, de vida noturna, de movimento.

     

     

     Fora disso, a cidade foi planejada para ser limpa, clean, com prédios de concreto aparente ou vidro, amplos espaços e o horizonte vazado, criando a já famosa sensação do céu como o mar de Brasília, que tanto tem inspirado os nossos artistas com ligação com a cidade, como Ney Matogrosso, Cássia Eller, Oswaldo Montenegro, Renato Russo e outros luminares da nossa rica constelação musical.

     

     

     

            Havia a prática condenável das construtoras de deixar no topo dos prédios, mesmo após o habite-se, placa com o nome da empresa.

     

     

    Prática infelizmente ainda hoje vista em Águas Claras e outras cidades, sem nenhuma fiscalização por parte das administrações regionais.

     

     

            Lembrei que esse tipo de propaganda pode gerar efeito contrário, uma antipatia à marca da empresa, como ocorreu no Rio de Janeiro, na época dos famosos espigões, obrigando uma das maiores construtoras do país de então, a Gomes de Almeida Fernandes, a mudar a sua marca para Gafisa, para se livrar da pecha de símbolo do capitalismo selvagem e do desrespeito ao espaço urbano.

     

     

            Na ocasião, fiz apelo ao então jovem empresário Paulo Octávio para que retirasse a placa com seu nome do topo dos prédios do Kubitschek Plaza e Manhattan Flat, no que ele prontamente atendeu, colaborando para o início de campanha que empreendemos no Conpresb (Conselho de Gestão da Área de Preservação de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade) para uma disciplina legal dos outdoors, enfrentando o lobby das empresas.

     

     

            O apelo que faço agora é ao presidente da Ademi (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Adalberto Valadão, para que oriente os associados a usarem placas só enquanto permanece a obra, evitando desgaste à imagem das empresas.

     

     

            E, também, ao Governo do Distrito Federal, no caso para que continue com a limpeza visual do DF, permitindo outdoors fora da área tombada, mas com rigor e disciplina.

     

     

     Por exemplo, estabelecendo a distância mínima de 250 metros entre um engenho e outro, conforme decreto recentemente publicado regulamentando a Lei 3.036, e proibindo os outdoors de colunas de madeira ou PVC a pouco mais de um metro do solo, o que contribuirá para que o morador ou motorista possa ver as árvores, o gramado e os jardins.

     

     

     Afinal de contas, os cidadãos das cidades-satélites não são cidadãos de segunda categoria.

     

     

            Resta muito o que fazer, inclusive no que se refere à disciplina da sinalização visual urbana das placas e letreiros no comércio local, já objeto da repulsa de Oscar Niemeyer, que ficou horrorizado em sua última visita a Brasília com a proliferação dessas placas de forma caótica.

     

     

     Essas e outras questões precisam urgentemente de definições do GDF, com a reativação do Conpresb, pois Brasília deve ser um modelo, uma referência para o Brasil também nessa área. Todos sairemos ganhando.

     

    Fonte: CBIC
    08-09-2008 | 12:09
    Governo americano intervém na Freddie e Fannie e determina a troca de diretores.

     

     

    Companhias possuem US$ 6 tri em empréstimos

     

     

            O Tesouro americano colocou sob tutela as companhias de refinanciamento hipotecário Freddie Mac e Fannie Mae, até que se recuperem da crise financeira provocada pelo estouro da bolha de crédito imobiliário.

     

     

    "Esse plano é o melhor meio de proteger nossos mercados e os contribuintes do risco sistêmico imposto pela situação financeira atual", declarou o secretário americano do Tesouro, Henry Paulson, em anúncio feito ontem.

     

     

     

            De acordo com o Tesouro americano, as duas companhias possuem quase a metade dos US$ 12 trilhões em empréstimos para a habitação nos EUA e emitiram US$ 5 trilhões em títulos apoiados por dívida e hipoteca.

     

     

     Mais de US$ 3 trilhões desses fundos estão nas mãos de instituições financeiras dos EUA, enquanto o restante pertence estrangeiras.

     

     

            Por meio de comunicado, o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, aprovou a intervenção.

     

     

     "Eu apoio firmemente a decisão do diretor da Agência Federal de Financiamento de Moradia, James Lockhart, de colocar a Fannie Mae e a Freddie Mac sob tutela, assim como as medidas adotadas pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, para garantir a solidez financeira desses dois organismos", declarou.

     

     

     "Essas etapas necessárias vão ajudar a reforçar o mercado americano imobiliário e a promover estabilidade nos mercados financeiros", acrescentou o presidente do Fed.

     

     

     

            O Tesouro americano indicou que a direção das duas companhias foi esvaziada e que vai comprar na Bolsa as ações das duas empresas.

     

     

     Henry Paulson disse que o governo do presidente George Bush está disposto a investir US$ 100 bilhões de dólares em cada uma das empresas.

     

     

    "Com base no que aprendemos sobre as instituições nas quatro últimas semanas, inclusive o que aprendemos sobre suas necessidades de capital, e tendo em vista as condições atuais do mercado, concluí que seria do melhor interesse do contribuinte fazer um simples investimento em capital nestas empresas", informou.

     

     

     

            Confiantes em sua capacidade de refinanciamento, Fannie Mae e Freddie Mac compram dos bancos empréstimos imobiliários que eles concedem a particulares e os vendem em seguida a investidores institucionais.

     

     

    Os bancos ganham com isso liquidez para realizar novos empréstimos, contribuindo assim para o dinamismo do mercado imobiliário.

     

     

     Fannie Mae e Freddie Mac respondem por mais de 40% dos empréstimos imobiliários concedidos nos EUA.

     

     

    Os dois grupos vêm garantindo há 40 anos a fluidez do mercado de crédito imobiliário do país ao facilitar o acesso da classe média americana à casa própria.

     

    Fonte: CBIC
    08-09-2008 | 12:09
    O mercado de imóveis do Brasil está vivendo um momento diferente e não deve passar por turbulência semelhante à americana, diz o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas.

     

     

     

            Ele afirma que o setor passa por um movimento de expansão na construção de imóveis, principalmente para a classe C.

     

     

     

     E frisa que o episódio nos EUA mostra que é preciso cuidado com a alavancagem: - Estamos pensando numa forma de avaliar o potencial de crédito dos agentes financeiros para que não emprestem mais do que podem, entusiasmados com a demanda reprimida.

     

            (Nadja Sampaio)

     

    Fonte: CBIC
    08-09-2008 | 11:09
    A transformação da matéria-prima em estágio bruto, a exemplo das commodities exportadas por Mato Grosso, em produtos agregados é o principal desafio da cadeia produtiva para se consolidar e estender as chances de fomento a competitividade no mercado internacional. Este é o principal desafio apontado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex), para o Estado, bem como o cenário nacional a ser alcançado.

    Para o gestor de projetos Avay Miranda Júnior, as unidades da federação precisam levar em conta não apenas a destinação de diferentes produtos ao mercado internacional. Ele defende maior industrialização, levando-se em conta as condições de mercado.

    "Precisamos trabalhar com a agregação aqui. Nos interessa vender o farelo de soja para a Holanda, ou o frango, a carne de porco, a carne bovina? Este envolvimento de agregação de valor interno é substancial para subirmos de país eexportador de commodities", declarou, em entrevista ao Só Notícias.

    Em Mato Grosso, grande parcela das exportações é liderada pelo complexo agrícola. No acumulado de janeiro a agosto, por exemplo, de grãos de soja, mesmo triturados, as vendas somaram US$2,6 bilhões, ou 56,64% do volume total. Bagaços e outros resíduos extraídos negociados US$696 milhões (14,73%). Avay Júnior explica que entre as formas de agregar valor a matéria-prima está sua inserção em outros cadeias produtivas.

    "Há uma gama que pode ser feita a partir do produto básico nacional. O desafio é entender o desejo do consumidor mundial para fazer aquilo que deseja comprar", salientou, lembrando que investimentos em aviários, abatedouros, criatórios de suinos, entre outros, "são algumas das formas de se agregar valor ao produto soja, tão abudante em Mato Grosso".

    O desafio para o país é, segundo o gestor, mostrar suas potencialidades quanto a transformação de matéria bruta. Tratando do setor madeireiro, o representante da agência lembra a necessidade de tornar mais visível a produção interna brasileira.

    "O essencial é promover a imagem para que o mundo possa ampliar suas compras e possamos ocupar uma fatia de mercado de produtos com alto valor agregado. Não nos interessa exportar tora, mas lâminas, pisos, entre outros. Este é o dever de casa, modernizar equipamentos, investir no atendimento ao consumidor e melhorar a imagem socioambiental", considerou.

    Segundo Avay, é preciso "falar ao consumidor mundial a qualidade do produto" porque, tratando especificamente da madeira, poucos têm conhecimento da excelência da produção local e nacional. "Ocorre que o mercado europeu, americano, asiático não conhece. A resistência, a beleza e a plasticidade, precisamos mostrar isto, investir em desenvolvimento de novas tecnologias, adequação as normas internacionais", salientou.

    Por outro lado, para a Apex, há a necessidade uma ação conjunta entre Governos, setor produtivo e sociedade para superação dos entraves existentes entre cada setor, incluindo-se neste universo questões tributárias, funcionamento, entre outras. "É juntar esforços para melhorar este processo", ressaltou.

    Quanto a novos investimentos - indústrias - para transformar a matéria-prima mato-grossense, o secretário de secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, diz que o Estado tem realizado um mapeamento das regiões produtivas para incentivar a vinda de empresas. "Estamos com uma política de mapear as deficiências de alguma regiões com logística, mão-de-obra, para levarmos novos empreendimentos", falou.

     

    Fonte: Só notícias
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