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Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    18-07-2008 | 11:07
    A Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), em parceria com o Senai, está com inscrições abertas para 11 cursos de qualificação na área da informática e construção civil.

    Ao todo, são oferecidas 720 vagas, e todos os cursos são gratuitos.

    Para se inscrever, basta ter no mínimo 18 anos e comparecer na Escola da Construção do Senai, localizada no Distrito Industrial, em Cuiabá.

    É preciso levar cópia dos documentos pessoais (RG e CPF), comprovante de endereço e carteira de trabalho, o que significa que os candidatos também precisam ter cadastro no Sistema Nacional de Emprego (Sine). O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 22h.

    As capacitações oferecidas são: informática, almoxarifado, pintor de obras, eletricista instalador predial, apontador de obras, assentador de blocos vasados, aplicador de revestimento cerâmico, armador de ferros, pedreiro de alvenaria, instalador hidráulico, soldagem de eletrodo revestido e informática básica.

     

    As aulas serão realizadas na própria sede do Senai da Construção e os cursos têm horários diferenciados, oferecidos no período da manhã, tarde e noite. O primeiro a iniciar será o de informática, neste sábado (19.07), com aulas das 07h30 às 11h30, e uma segunda turma, com aulas das 12h30 às 16h30.

    Na próxima segunda-feira (21) inicia mais uma turma de informática, com aulas de segunda à sexta-feira, das 19h às 22h. Na mesma data iniciam ainda os cursos de almoxarifado, apontador de obras, assentador de blocos de vasados e aplicador de revestimento cerâmico.

    Já no dia 28 de julho está previsto o início de novas turmas do curso de almoxarifado, pintor de obras, aplicador de revestimento cerâmico e informática básica. As demais capacitações iniciam em agosto.

     

    Fonte: Mídia News
    18-07-2008 | 11:07
    Foi publicado esta semana o edital de licitação visando à contratação de empresa para concluir a obra da Vara do Trabalho de Sinop.

    A empresa vencedora deverá terminar a construção da sede própria da Vara, obra cuja primeira etapa está em fase de conclusão.

    A sessão pública para credenciamento e recebimento das propostas de preços e dos documentos de habilitação será realizada às 10h do dia 31 deste mês, no 4º andar do prédio administrativo do Tribunal Regional do Trabalho (avenida Historiador Rubens de Mendonça, Centro Político e Administrativo, em Cuiabá).

    A licitação é na modalidade tomada de preços, do tipo menor preço global pelo regime de empreitada por preço global.

    O edital completo encontra-se disponível no site do TRT, acessando a opção "Consultas", em seguida "Licitação" e por último "Tomada de Preços". Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (65)3648-4101 e 3648-4301.

    Fonte: Mídia News
    18-07-2008 | 11:07
    O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou em 0,1 ponto percentual para cima a previsão de crescimento da economia brasileira para este ano. Segundo relatório divulgado hoje (17), a expectativa é que o país cresça 4,9% em 2008, contra os 4,8% da previsão apresentada em abril. Para 2009, a previsão de crescimento do Brasil ficou em 4%.

     

    O número está acima do crescimento global projetado para o ano: 4,1%. No relatório anterior, o FMI previa aumento de 3,7%. O crescimento das economias emergentes e em desenvolvimento está projetado para diminuir dos 8% registrados em 2007 para 6,9% em 2008 e 6,7% em 2009.

     

    A previsão de inflação para essas economias aumentou para 9,1% em 2008 e 7,4% em 2009. Para os países desenvolvidos, a estimativa é de 3.4% neste ano e 2.3% em 2009. De acordo com o relatório, o crescimento global deve desacelerar significativamente na segunda metade de 2008 e irá se recuperar gradualmente em 2009. O FMI aponta também que o aumento dos preços das commodities e da energia impulsionaram a inflação, particularmente nas economias em desenvolvimento.

     

    O FMI diz que a inflação está crescendo tanto em economias avançadas quanto nas emergentes e que, em muitos países, isso pode ser explicado pela alta dos preços dos alimentos e dos combustíveis. Segundo o relatório, a alta dos alimentos se deve a condições climáticas e ao forte crescimento da demanda, inclusive por causa dos biocombustíveis.

     

    Fonte: Mídia News
    18-07-2008 | 11:07
    O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP) afirmou hoje (17) que quer aprovar a reforma tributária no próximo semestre, mesmo com a possibilidade de baixo quorum nas sessões plenárias em conseqüência das eleições municipais de outubro. Ele fez a declaração durante entrevista coletiva sobre as atividades dos parlamentares no primeiro semestre.

     

    De acordo com o Chinaglia, a matéria já está pronta para ser votada na comissão especial a assim que for votada, irá ao plenário.

     

    "É preciso que o governo entenda que se ele quer reforma tributária, tem de mitigar o apetite de editar medidas provisórias. Para mim é e acho que a sociedade ao pressionar a Câmara vai contribuir para a gente votar a matéria", afirmou.

     

    Além da reforma tributária, Chinaglia quer colocar em votação a proposta de emenda à constituição que muda o trâmite de medidas provisórias. A matéria já está na pauta de votações do plenário, mas por falta de acordo em torno da edição de medidas provisórias de crédito extraordinário, a PEC ainda não foi colocada em votação.

     

    Outra reforma que também pode vir a ser discutida no Congresso é a política. O presidente da Câmara já conversou com o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), para que seja feita uma comissão mista a fim de analisar as matérias.

     

    "Vamos fazer uma comissão mista para trazer para o nível do Congresso essa discussão. Já conversei com o ministro José Múcio [Relações Institucionais] que se houver contribuição do Executivo, que encaminhe para a gente", disse.

     

    Chinaglia afirmou ainda que não há data para o início das atividades da comissão mista, mas adiantou que o grupo vai sistematizar todos os projetos em tramitação na Câmara e no Senado, além e definir e quais deles poderiam ter consenso para ir a votação.

     

    Sobre as medidas provisórias que vão iniciar o próximo semestre legislativo trancando a pauta da Câmara, o presidente afirmou que vai convocar já no primeiro dia da volta do recesso parlamentar, no dia 4 de agosto, uma sessão extraordinária para votação das matérias.

     

    "Todos os líderes se dispuseram a trabalhar com a sua bancada. Quero que haja condições de votar, inclusive, propostas de emenda à constituição", disse.

     

    O parlamentar ressaltou também que não está preocupado com a jornada de trabalho durante os meses de agosto e setembro, quando serão realizadas as campanhas eleitorais, isso porque, durante as reuniões de líderes, deputados já disseram que "a hora que a presidência definir, estarão aqui".

     

    Fonte: Mídia News
    18-07-2008 | 11:07
    O jornal espanhol "El País" diz em uma reportagem na sua edição desta sexta-feira que "não resta dúvida" de que o Brasil "é a menina bonita da América Latina".
         
         "Seu crescimento econômico superou inclusive os objetivos estabelecidos pelo Plano de Aceleração do Crescimento [PAC]: 5,4% [crescimento registrado em 2007], quase dois pontos acima da média dos últimos anos", afirma o diário espanhol.
         
         "A gestão de Lula, contra todos os prognósticos, soube conjugar a solução para os problemas sociais com uma estabilidade macroeconômica que é exemplo que tem sido seguido por muitos outros países da região", disse ao jornal o economista José Manuel Martínez.
         
         A reportagem, intitulada A América Latina está vacinada contra a crise?, destaca que a região vem enfrentando o "tsunami econômico" em ótimas condições, graças ao crescimento dos últimos cinco anos.
         
         "Saber fazer os deveres de casa foi o primeiro obstáculo superado", diz o diário espanhol.
         
         "Ou seja, a América Latina aprendeu com os erros do passado: antes a dependência do capital estrangeiro era crucial para o sustento dos países, qualquer susto afastava os investidores. Hoje, com uma crise sujo epicentro é o mundo desenvolvido, a situação é outra."
         
         Liderança brasileira
         
         O jornal ainda cita que a postura firme dos bancos centrais da região também foi essencial para encarar esta época de incertezas.
         
         "Eles não esperaram para ver o que estava acontecendo nos mercados europeus. Brasil, Chile e México são claros exemplos de países em que, apesar dos altos e baixos, prevalece uma estabilidade macroeconômica".
         
         O texto ainda destaca que as eleições ocorridas em oito países da região em 2006 também influenciaram para o atual situação econômica privilegiada.
         
         "Se em termos políticos podemos falar em uma guinada para a esquerda na América Latina, o que na verdade deu frutos foi uma política econômica mais própria de uma esquerda pragmática, que tem sua principal liderança no governo brasileiro de Lula".
         
         O jornal alerta, no entanto, que a região "agüenta as investidas do tsunami econômico enquanto fica de olho inflação, perigo que já desponta no horizonte e representa o maior risco para os países".
         
         "Nem o Brasil deve conseguir fugir da raia", afirma o "El País".
         
         "A economia que melhor tem se comportado nos últimos anos, com a moeda mais forte, viu como a inflação de converteu em um problema central: em março bateu 4,7%, levando ao aumento dos juros e rompendo um ciclo e três anos de baixas contínuas."
         

     

    Fonte: 24 Horas news
    18-07-2008 | 11:07
    O Crea-MT está se expandindo no Estado. A Plenária da entidade aprovou dia 08 de julho, a instalação de três novos escritórios nos municípios de Comodoro, Colíder e no distrito do Coxipó em Cuiabá.

     

    Ano passado, quatro novas unidades foram aprovadas para funcionarem nos municípios de Nova Mutum, Campo Novo dos Parecis, Campo Verde e Alto Araguaia. Com a decisão, o Crea-MT atuará com 28 inspetorias e escritórios além da sede na capital.

     

    Além de expandir, o Crea-MT, criou a Assessoria de Apoio a Inspetorias que vem cumprindo seu papel de viabilizar as condições para que as regionais possam desenvolver suas atividades de forma integrada e organizada. Todas estão sendo equipadas com computadores, algumas com veículos ou motos e as de Rondonópolis e Sinop com sede própria.

     

    "Toda esta nova estruturação é para garantir a fiscalização do exercício ilegal da profissão em nosso estado que possui dimensão territorial extensa e de difícil acesso", garantiu o presidente do Crea-MT, Engenheiro Civil Tarciso Bassan.

     

    Com a modernização administrativa implantada o profissional da área tecnológica realiza qualquer atendimento em uma das inspetorias ou escritórios, sem precisar se locomover até Cuiabá.

     

    Fonte: O documento
    18-07-2008 | 11:07
    Em junho, foram criadas 309.442 novas vagas, melhor resultado mensal da história.
    Com criação de 1,3 milhão de vagas, Brasil tem 30,37 milhões de trabalhadores formais Agência Brasil

     

    O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, fala sobre os números de emprego e desemprego . O número de empregos formais no Brasil cresceu 4,7% no primeiro semestre do ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta quinta-feira (17). Junho também teve a maior criação mensal de vagas da história, com expansão de 70% em relação às vagas registradas há um ano.

    Saiba mais

    De acordo com o Caged, o estoque de vagas formais aumentou em 1.361.388 postos no semestre, o maior saldo já registrado no período. Com a expansão, o Brasil tem hoje 30,37 milhões de pessoas com a carteira assinada, segundo o Ministério.

     

    A criação de vagas formais em junho apresentou recorde mensal: 309.442 trabalhadores passaram a fazer parte do mercado formal, crescimento de 1,03% em relação a maio. Esse resultado representa 48,8% de crescimento em relação ao recorde anterior para junho registrado em 2004, quando foram abertos 207.895 empregos formais.

    "Esse resultado só reforça a minha expectativa de que 2008 vai terminar com mais de 1,8 milhão de novos postos de trabalho. O desempenho de junho me faz acreditar além. Vamos gerar o recorde histórico de 2 milhões de empregos formais", disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, durante entrevista coletiva de anúncio dos números do Caged.
    Nos últimos 12 meses, a variação acumulada atingiu 6,62% ou 1.883.277 novos postos, resultado que se revelou mais favorável que o ocorrido no mesmo período do ano anterior, quando a alta foi de 5,12%.

     Por setor

    Os setores econômicos que mais abriram vagas nestes seis meses foram a indústria, com 317.901 vagas, contra 299.509 abertas no mesmo período do ano passado; serviços, que abriu 438.803 vagas, ante 327.563 no primeiro semestre de 2007; a construção civil, abriu 197.153 vagas, contra 97.571 empregos em igual período do ano passado.

     

    A Agropecuária foi o único setor que apresenta ligeira queda nos primeiros seis meses de 2008 ante mesmo intervalo de 2007: foram 227.030 novas vagas de janeiro a junho deste ano, ante 238.437 no primeiro semestre de 2007.

     Regiões

    De acordo com os números divulgados nesta quinta, a geração de empregos também foi recorde em todas as regiões do país: Sudeste (1,16%), Nordeste (0,95%), Sul (0,55%), Centro-Oeste (1,35%) e Norte (1,26%).

     

    Fonte: G1
    18-07-2008 | 11:07
    Pela quinta vez seguida, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) desacelerou, passando de 0,77% para 0,59% na segunda prévia de julho.

     

    A queda é resultado de uma diminuição, principalmente, na velocidade dos reajustes dos itens alimentícios. O grupo dos alimentos subiu 1,85%, taxa inferior à elevação passada (2,34%).

    Dos sete grupos pesquisados, o único que apresentou deflação foi habitação (-0,11%). Além dos alimentos, houve redução no ritmo de remarcações em vestuário, que passou de 0,34% para 0,09%, e educação, com alta de 0,07%, abaixo dos 0,11% da primeira prévia. No período, houve ligeira aceleração em despesas pessoais, com alta de 1% ante 0,88%, e em transportes, com 0,17% ante 0,12%. Em saúde, foi constatado o mesmo percentual de aumento (0,74%).

     

    Uma análise mais detalhada sobre a variação do IPC será apresentada às 10h pelo coordenador da pesquisa, Márcio Nakane.

     

    Fonte: Terra
    17-07-2008 | 11:07
    Embalados pelo bom momento do agronegócio brasileiro e pela construção civil, a indústria de implementos rodoviários deverá crescer 20% este ano, chegando a 120 mil unidades de reboques, semireboques e equipamentos sobrechassi. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), Rafael Wolf Campos, disse que essa previsão é conservadora, já que o segundo semestre é historicamente o período mais forte do ano para vendas de implementos.

     

    "Revisamos a projeção de crescimento. Esperávamos crescer 10% este ano, mas o mercado demandou tanto no primeiro semestre que tivemos que rever as estimativas", disse Campos. Somente no primeiro semestre deste ano, o mercado interno absorveu 27.398 reboques e semi-reboques, volume 39,94% superior ao apurado no mesmo período do ano passado, quando foram vendidos 19.579 unidades. Já a comercialização de carrocerias sobrechassi chegou a 31.939 unidades, aumento de 36,41% em comparação aos seis primeiros meses de 2007.

     

    Segundo Campos, a indústria de implementos está com a capacidade quase tomada. "Os investimentos que as empresas fizeram no ano passado, garantem a produção de 120 mil para este ano. A capacidade acredito que esteja em 130 mil unidades", disse o dirigente. Para o próximo ano, Campos acredita que as empresas vão intensificar os investimentos, já que as vendas no segundo semestre são mais fortes para o setor.

     

    As exportações também cresceram na casa dos 20%, mesmo com a valorização cambial, que afeta a rentabilidade das empresas. No primeiro semestre foram exportados 2.813 reboques e semi-reboques ante 2.224 equipamentos embarcados de janeiro a junho de 2007, crescimento de 26,48%. "Para as exportações a expectativa é crescer entre 3% a 4%. O nosso maior mercado ainda é a América do Sul com 50% dos negócios, mas os embarques para a África estão crescendo muito. Hoje, já representam 30% do total exportado. É um mercado em ascensão", disse Campos. Segundo o dirigente, o Oriente Médio é o terceiro maior mercado da indústria com 20% das exportações.

     

    Baú frigorífico cai: Campos ressaltou que as vendas de equipamentos tipo baú frigorífico, que caíram 15,8% no primeiro semestre, devem recuperar o desempenho até o final do ano. "Perdemos muito com o embargo da carne brasileira na Europa no início do ano e ainda não conseguimos recuperar essa queda, mesmo que a situação já tenha se normalizado", disse Campos. De janeiro a junho deste ano foram comercializadas 746 baús frigoríficos ante 886 unidades vendidas no primeiro semestre do ano passado.

     

    Já as vendas de equipamentos chamados carrega-tudo cresceram 115% passando de 266 para 572 unidades. Outro modelo que se destacou no primeiro semestre foi o tipo silo, que cresceu 142,77% e chegou a 403 unidades vendidas no primeiro semestre deste ano. "O modelo basculante ainda é um dos equipamentos mais produzidos". No primeiro semestre, foram vendidas 2.748 unidades ante 1.570 comercializadas no mesmo período de 2006, crescimento de 75%.

     

    Fonte: NTC e Logística
    17-07-2008 | 11:07
    Proibição do amianto: fim do uso de insumo básico para a construção civil pode afetar programas de habitação social, prejudicar o andamento do PAC e colocar empregos em risco

    “Não contestamos a Lei, mas o setor da construção civil e a sociedade precisam de tempo para uma adaptação às novas regras”, afirma José Carlos de Oliveira Lima, diretor-titular do Departamento da Indústria da Construção da Fiesp.

    A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por meio de seu Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), solicitou à Fundação Getúlio Vargas (FGV) um estudo que avalie os possíveis impactos da Lei no 12.684/07, que proíbe a extração, o uso e a comercialização do amianto crisotila no Estado de São Paulo.

    O diretor do Deconcic/Fiesp, José Carlos de Oliveira Lima, observa que a interrupção abrupta no uso do amianto pode acarretar problemas sociais, principalmente se o exemplo de São Paulo for seguido e o banimento imediato do amianto ocorrer em escala nacional: “É preciso que as empresas tenham tempo para adaptar seus processos produtivos. Afinal, estamos falando de um setor que fatura R$ 2,5 bilhões ao ano, que mantém 17 fábricas pelo País e gera 170 mil empregos”, alerta Oliveira Lima. Sua expectativa é que o estudo da FGV forneça subsídios técnicos para negociar um período de transição: em outros países que erradicaram o amianto, o prazo para adaptação foi de cinco anos, em média.

    Outro aspecto lembrado por Oliveira Lima é o papel do amianto nas obras de moradia popular: “As coberturas de fibrocimento estão presentes em 70% das moradias feitas em autoconstrução ou por meio dos programas de habitação social do governo federal, dos estados e municípios”, observa. Em razão de seu baixo custo, o amianto crisotila é largamente utilizado na fabricação de caixas d’água, telhas onduladas, tubulações, discos de embreagem, mangueiras, papéis e papelões.

    As preocupações do setor de construção civil, cuja expectativa de crescimento gira em torno dos 15% no ano de 2008, também se estendem às obras do PAC, que poderão ser prejudicadas caso ocorra uma crise de desabastecimento. “Há apenas uma empresa no Brasil que trabalha com os fios sintéticos que substituem o amianto”, ressalta o diretor do Deconcic. “E sua produção poderia atender apenas 10% do total da demanda do País, que atualmente é de 60 mil toneladas/ano”, explica. O resultado seria uma “corrida” a outros produtos alternativos. No entanto, as empresas não estão preparadas para atender às necessidades do mercado, e a conseqüência direta de um aumento de demanda muito superior à capacidade de produção seria a elevação de preços.

    “Queremos deixar claro que não estamos questionando a decisão do Supremo Tribunal Federal, que derrubou a liminar que suspendia a efetividade da Lei no 12.684/07. Apenas achamos prudente que o governo conceda um prazo para a adequação”, pondera Oliveira Lima.

    “O risco da exposição ocupacional está praticamente descartado, visto que, neste assunto, a nossa legislação trabalhista sobressai como uma das mais modernas e desenvolvidas do mundo”, acrescenta o diretor do Deconcic. Um Parecer Técnico do DMA — Departamento de Meio Ambiente da Fiesp — é bastante esclarecedor sobre esse tema.

    Quanto à saúde do trabalhador, principal argumento pró-proibição, o diretor do Deconcic observa que, segundo o Instituto Brasileiro do Crisotila, não há registro de aparecimento de doença funcional em operários que ingressaram em atividades ligadas ao amianto a partir da década de 80.

    O amianto branco, conhecido como crisotila, é uma fibra mineral de características físico-químicas distintas do amianto anfibólio, que foi proibido em todo o mundo devido à sua nocividade. Segundo seus fabricantes, o amianto crisotila não oferece os mesmos riscos à saúde, já que a sua composição é diferente e seu uso é controlado, obedecendo a rigorosas normas de segurança.

     

    Fonte: Portal Fiesp
    17-07-2008 | 11:07
    “Não houve diminuição do emprego, mas geração de vagas na indústria não apresenta mais o dinamismo que vinha apresentando em 2007”, diz diretor do Depecon

    A indústria paulista de transformação fechou o mês de junho com geração de cinco mil postos de trabalho, ou variação de 0,21% ante maio, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (15) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp). Em termos ajustados, houve aumento de 0,19% em maio.

    “Não é um sinal ruim, pois não houve diminuição no número de empregos, mas a geração de vagas na indústria não apresenta mais o dinamismo que vinha apresentando em 2007, com taxas expressivas a cada mês”, comparou Paulo Francini, diretor titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) das entidades.

    Acomodação do emprego

    Segundo o diretor, a força na geração de empregos se aquietou em relação ao que vinha ocorrendo, e a acomodação está disseminada pelos vários setores da indústria – associada a alguns fatores como diminuição do ritmo de crescimento da renda, afetada pela taxa de inflação, e concessão de crédito.

    “A acomodação na taxa de emprego é um reflexo da própria atividade industrial, que não apresenta o mesmo grau de aceleração. A demanda, que é o combustível básico da atividade, já mostra sinais de cansaço”, ressaltou Francini.

    Setor sucroalcooleiro

    De acordo com informações do Depecon, apesar de recuar nas contratações no último mês (-0,01%), por uma tendência normal de estabilidade nessa época do ano, o setor sucroalcooleiro foi responsável pela geração de 104 mil vagas de janeiro a junho, o que corresponde a 74% do total de 141 mil postos de trabalho abertos pela indústria em 2008.

    O crescimento do emprego industrial em termos percentuais é de 6,48% no acumulado do ano, e de 4,72% nos últimos 12 meses.

    Indicadores setoriais

    Das 21 atividades industriais que compõem a amostra da pesquisa, 14 tiveram desempenho positivo, quatro apresentaram queda e três registraram estabilidade nas contratações em junho.

    O principal destaque positivo foi o segmento de Equipamentos de Informática (10,75%), indicando bom nível de atividade como reflexo da desoneração do setor e da mudança do regime tributário, que estimulou a compra de produtos nacionais. Na seqüência, Móveis e Indústrias Diversas (2,65%) e Metalurgia Básica (1,82%) também foram destaques.

    As variações negativas mais expressivas vieram dos setores de Couro, Artigos de Viagem e Calçados (-4,88%), Coque, Refino de Petróleo e Álcool (-2,84%) e Madeira (-0,74%).

    Regiões

    Das 36 Diretorias Regionais do Ciesp pesquisadas, 18 registraram bom desempenho no mês, 16 tiveram queda e duas ficaram estáveis.

    Matão liderou as contratações pelo segundo mês consecutivo, com crescimento de 3,04% - influenciado por Produtos Alimentares (7,28%), com destaque para a produção de suco de laranja, e Metalúrgica (2,45%), em decorrência dos implementos agrícolas.

    Sertãozinho foi a segunda região em que o emprego mais cresceu em junho, com alta de 1,31%, puxada pelos setores de Produtos Alimentares (1,53%) e Máquinas e Equipamentos (1,32%), ligados à produção de açúcar e álcool.

    Em terceiro lugar, Sorocaba registrou expansão de 1,19% na geração de empregos na indústria, com destaque para Material Elétrico, Eletrônico e de Comunicação (9,30%), principalmente pelo setor de informática, e Produtos Alimentares (3,65%).

    O nível de emprego industrial teve queda mais expressiva nas regiões de Jaú (-2,14%), puxada por um recuo sazonal em Calçados (-4,48%), em função do período de mudança de coleção, e Produtos Alimentares (-2,65%); Santos, com queda de 2% influenciada pelos setores de Máquinas e Equipamentos (-7,39%) e Edição, Impressão e Reprodução de Gravações (-7,25%); e Franca, devido à queda em Couro e Artigos de Viagem (-1,97%) e Calçados (-1,58%), também sazonal.

     

    Fonte: Fiesp
    17-07-2008 | 11:07
    Setor que movimenta cerca de R$2,5 bilhões ao ano e é responsável por 170 mil empregos prevê novas adequações após suspensão do uso do produto, considerado nocivo à saúde humana

    Representantes da cadeia da construção civil reuniram-se nesta segunda-feira (14), na sede da Fiesp, para debater as conseqüências e ações previstas com a substituição do uso da fibra do amianto. A maior preocupação dos empresários é o risco de desabastecimento no mercado de produtos – como caixas d’água, telhas de fibrocimento onduladas e planas - que dependem da matéria-prima em sua fabricação.

    Sob alegação que produtos à base de amianto seriam prejudiciais à saúde, o Superior Tribunal Federal (STF) derrubou a liminar que suspendia a efetividade da Lei nº 12.684/07. “Com essa decisão, teremos que estudar um mecanismo para manter o trabalho dessas empresas. Precisamos achar uma forma de viabilizar aspectos técnicos, fornecimento de matéria-prima e o custo que todo esse processo acarretará no preço final para o consumidor”, ressaltou Marcos Evangelista da Roz, representante da Infibra.

    Outro ponto discutido durante o encontro foi a possível substituição dos produtos e materiais – que já estariam no mercado - que têm amianto em sua composição. Para o vice-presidente da Fiesp e diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação, José Carlos de Oliveira Lima, é necessário desenvolver um projeto voltado ao abastecimento do mercado. “Estamos criando um grupo de trabalho para buscar respostas às dúvidas quanto à interrupção do uso que essa matéria-prima está trazendo para a cadeia da construção”.

    Participaram da reunião, o presidente da Eternit, Élio Martins; Luiz Fernando Marchi Jr., da Infibra; Rui Inocêncio, da Imbralit; Alberto Martins Neto, da Confibra; Roberto Luiz Corrêa Netto, da Saint Gobain Brasilit, e Carlos Roberto Petrini do Simprocin.

     

    Fonte: Fiesp
    17-07-2008 | 11:07
    Logo após anunciar uma nova unidade de produção em Mato Grosso, a Votorantim Cimentos se prepara para mais um investimento no estado, mais precisamente em Cuiabá. A empresa irá montar uma nova Unidade de Agregados (areia e brita), materiais essenciais para o setor de construção. Dentro de 15 dias, a empresa espera já ter montado escritório avançado em Cuiabá.

     

    Inflação - A forte alta dos preços no primeiro quadrimestre de 2008 já provoca reflexos no comportamento de compra dos brasileiros. Um estudo que foi desenvolvido por técnicos da LatinPanel, maior empresa de pesquisa de consumo domiciliar da América Latina, mostra que os produtos considerados básicos (margarina, óleo, extrato de tomate, açúcar, leites, pães, farinha, papel higiênico, desodorante, entre outros itens de uso do dia-a-dia) já registram uma perda bastante considerável de domicílios compradores.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-07-2008 | 11:07
    A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, por meio da Gerência Executiva de Fiscalização Segmentada, da Superintendência de Fiscalização, já constituiu R$ 582 milhões em créditos tributários junto a empresas de 16 segmentos de atividade econômica do Estado, nos primeiros seis meses deste ano. O montante supera em 105% a meta definida pela Assessoria de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Apea) da Sefaz, de R$ 552 milhões, para todo o ano de 2008.

    O total de créditos constituídos inclui débitos de contribuintes relativos ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), com correção monetária, juros e multas, referentes a fatos geradores do período de 2003 a 2008. O montante de R$ 582 milhões foi constituído por meio de Notificações Auto de Infração (NAIs) lavradas e Termos de Intimação (TIs).

    O secretário de Fazenda, Éder Moraes, destaca que a superação da meta se deve aos vários instrumentos utilizados pela Sefaz para otimizar a constituição de créditos, entre eles o Plano Anual de Fiscalização de Estabelecimentos e Transportadoras (Pafet), formalizado pela Portaria nº 75/2007.

    “Há um planejamento prévio das ações fiscais, inclusive daquelas motivadas por denúncias ou requisitadas por outros órgãos do Estado. Dessa forma, procuramos dar maior efetividade às nossas ações no sentido de que a força desprendida pelos fiscais de Tributos da Sufis traga o melhor retorno aos cofres públicos”, salienta Éder de Moraes.

    O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz, Marcel Souza de Cursi, observa que esse desempenho é resultado também do processo de reformulação da Sufis. “Reconhecemos importantes mudanças na Superintendência de Fiscalização, unidade da receita pública que, na gestão do atual superintendente, gerentes e equipe, tem se empenhado para se reestruturar e se profissionalizar mais e mais. Não só a fiscalização de estabelecimento, mas a aduana também está se modernizando, a cada dia”, frisa o secretário-adjunto.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-07-2008 | 11:07
    Projeção divulgada pela Fecomércio, ontem, aponta que índice será o maior da década. Semestre fecha 12% maior em relação a 2007
    O comércio mato-grossense deverá encerrar o ano com incremento de 15% em relação a 2007, o que será o maior crescimento da década. O índice, caso confirmado, irá superar a projeção feita no início do ano pela Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso, que previa aumento de 12% nas vendas. “Realmente será uma surpresa agradável, pois não esperávamos que o comércio fosse tão bem este ano, apesar da aceleração econômica impulsionada pela estabilidade, aumento do consumo e dos investimentos, e o bom momento vivido pelo agronegócio”, avaliou o presidente da entidade, Pedro Nadaf. No primeiro semestre do ano, as vendas apresentam crescimento de 12% sobre os números de 2007.

    Essas projeções foram divulgadas ontem pela manhã, durante apresentação da pesquisa conjuntural realizada com empresários mato-grossenses no período de 10 a 22 de junho, em 13 cidades, incluindo Cuiabá. No total foram ouvidas 400 empresas, sendo 250 do comércio e 150 da área de prestação de serviços.

    A pesquisa mostra o otimismo da classe empresarial em relação aos principais quesitos da análise conjuntural, como estabilidade econômica, inflação, crescimento, posição de mercado e emprego.

    No primeiro item, estabilidade econômica, 85% dos empresários responderam que estão otimistas e, outros 15%, não acreditam na estabilidade da economia no segundo semestre do ano.

    Apesar da alta dos preços nos últimos meses, 43% dos empresários acreditam que a inflação no semestre ficará entre zero e 3%, enquanto 37% dos entrevistados apostam em taxas entre 3,1% e 6%. “Isso mostra que a economia já começa a dar sinais de inflação, motivada pelos preços praticados pelos fornecedores junto ao comércio varejista”, explica Nadaf.

    Dos empresários entrevistados, 81% apostam em crescimento econômico no país e 86% afirmam que a economia de Mato Grosso continuará crescendo no segundo semestre deste ano.

    Em relação à posição de mercado, 79% dos empresários afirmam estar otimistas, 5% estão pessimistas e, 16%, mostraram-se indiferentes.

    Os empresários revelam otimismo também quanto à taxa de emprego, sendo que 47% deles acreditam na estabilidade e, 36%, apostam no aumento da oferta de postos de trabalho no segundo período do ano. Apenas 17% afirmam que o nível de emprego cairá.

    Quanto à forma de pagamento no comércio, a modalidade mais usada pelos consumidores no primeiro semestre do ano foi “à vista”, com 27% da opinião dos entrevistados; crediário e duplicatas, 25%; cheques, 23%; e, cartão de crédito, 25%.

    Os juros concentram-se principalmente em taxas de até 2% para 53% dos entrevistados: 2,1% a 4% para 25% dos empresários; 4,1% a 6% para 16% dos entrevistados e, 6,1% a 8%, para 6% dos empresários.

    GOVERNO - A pesquisa avaliou também a expectativa dos empresários sobre os governos estadual e federal neste segundo semestre do ano. Em relação ao governo do Estado, 42% dos entrevistados acreditam que o desempenho da administração será bom, 13% ótimo, 37% regular e 8% ruim. Os índices ficaram próximos aos do primeiro semestre do ano, que apontavam 41% (bom), 9% (ótimo), 36% (regular) e 14% ruim.

    No que tange à avaliação do governo federal, 24% apostam que o desempenho será bom, 4% acham que será ótimo, 53% regular e, 19%, ruim. Nadaf deixa claro que estes percentuais não devem ser interpretados como tendência de voto, mas sim, como análise da postura dos administradores frente à política econômica adotada pelos governos e aos investimentos em infra-estrutura.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-07-2008 | 11:07
    O coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros, previu ontem que o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) pode fechar o ano com resultado entre 11% e 12%, faixa já citada relatório semanal Focus do Banco Central (BC), que informa as expectativas de instituições financeiras no País sobre indicadores econômicos. Ele fez o comentário ao informar que a taxa em 12 meses até julho do IGP-10 acumula alta de 14,72% - a mais elevada desde outubro de 2003, quando subiu 18,94%. "Acho que nenhum analista tem feito projeções de IGPs abaixo de 10% para 2008", comentou.

     

    Quadros observou que, em um cenário com uma taxa em 2008 já bastante pressionada em seu acumulado em 12 meses, isso pode conduzir à pontos de inércia inflacionária para o primeiro semestre de 2009. "A taxa em 12 meses sempre demora um pouco para recuar, porque ela carrega taxas de elevações de preços que não estão mais ocorrendo", comentou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-07-2008 | 11:07
    A alta dos índices de inflação, causada principalmente pela elevação dos preços internacionais dos alimentos e petróleo, reduz o ritmo de crescimento da indústria em 2008. Apesar disso, segundo Paulo Francini, diretor do departamento de economia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a atividade industrial ainda não está ruim.

     

    "Mas aquele vigor que observamos no ano passado já não existe mais. A demanda em alguns setores mostra um sinal de cansaço", explicou Francini.

     

    Segundo a Fiesp, a taxa de crescimento do emprego industrial deve ficar entre 3,5% e 4% este ano. Em 2007, a entidade registrou expansão 5,01%, com a geração de 104 mil vagas.

     

    Nesta terça-feira, a Fiesp divulgou que o nível de empregoda indústria de transformação do Estado de São Paulo subiu 0,21% (5.000 vagas criadas) em junho na comparação com o mês anterior, segundo dados sem ajuste sazonal. Em maio, a alta sobre abril tinha sido de 0,35%, com abertura de 8 mil vagas.

     

    Considerando os dados com ajuste sazonal, que elimina características específicas de cada período, a alta no emprego no mês passado foi de 0,19%. No acumulado do primeiro semestre, o nível de emprego está 6,48% maior que no mesmo período do ano passado, com 141 mil novas vagas abertas. O setor que mais contratou foi o sucroalcooleiro, com 34.002 vagas.

     

    Juros: Para Francini, a inflação e as elevações dos juros básicos no país geram expectativas dos industriais quanto ao emprego no ano que vem.

     

    "O empresário não toma decisões lendo jornal mas conforme a demanda da sua empresa. "[A preocupação] sobre a taxa de crescimento se volta mais para 2009 que este ano", disse. Porém, ao contrário do que ocorre normalmente, a Fiesp não critica a atual política de elevação da taxa Selic do Banco Central para combater a inflação. "Nós achamos que a luta contra o crescimento da inflação tem de ser tomada. Acreditamos que vai crescer ainda mais a taxa de juros", argumentou Francini.

     

    Para a Fiesp, a alta da inflação é maior para a população de menor renda, pois essa faixa gasta a maior parte do salário com o consumo de alimentos, retraindo a demanda para outras coisas.

     

    Setores: No levantamento de junho, o setor de máquinas para escritórios e equipamentos de informática, principalmente, teve crescimento de 10,75% no emprego. Francini afirmou que a redução de tributos para a área de informática, com a redução da informalidade, reflete positivamente em todas as empresas do setor.

     

    "A demanda por produtos de informáticas cresce na proporção de dois dígitos", informou. Apesar de apresentar redução no emprego em junho, com variação negativa de 2,84% em relação a maio, o setor de Coque, Petróleo, Combustíveis nucleares e Álcool ainda lidera a geração de vagas no acumulado do ano, com 34,99%, seguido por alimentos e bebidas, com 28,50%.

     

    Nos dois setores, segundo a Fiesp, a plantação e colheita da cana-de-açúcar têm grande influência e é normal que a contratação de novos empregados fique estabilizada até o fim do ano.

     

    "O campo já está com os empregos que iria gerar [neste ano] e até o fim de 2008 o emprego na indústria deve estabilizar", informou Francini. Segundo o diretor da Fiesp, os meses de fevereiro, março, abril e maio serão utilizados para a contratação de mão-de-obra, e em novembro, dezembro e janeiro esses empregos temporários desaparecem.

     

    Fonte: Mídia News
    17-07-2008 | 11:07
         O desempenho econômico estadual, e do país como um todo, tem feito com que a maior parte da classe empresarial mato-grossense aposte em estabilidade e crescimento. O presidente do Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso – Fecomércio/MT, Pedro Nadaf, em coletiva para a imprensa na manhã de hoje, 16/07, divulgou e avaliou as expectativas dos empresários do setor, conforme dados levantados pelo Departamento de Pesquisas Econômicas da entidade, em relação ao segundo semestre de 2008. Dentre outros números relevantes, ele destacou que 86% apostam no crescimento estadual, o maior percentual registrado desde 2003, ficou 21% acima do mesmo período do ano passado. Nadaf fez na oportunidade uma comparativa com as expectativas anteriores e apresentou também os números de títulos protestados, recuperação judicial e falências.
         
         Nadaf acredita que o bom desempenho no mercado mato-grossense se deve as commodities do estado no campo do agronegócios, que exerce um peso significante na economia regional. O presidente disse que a projeção de crescimento para Mato Grosso neste ano é de 10% do PIB.
         
         Foram ouvidos no período de 10 a 22 de junho de 2008, 400 empresas, 250 do comércio e 150 de serviços, na capital e 12 cidades mato-grossenses: Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Campo Verde, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sapezal, Sinop, Sorriso, Várzea Grande e Tangará da Serra.
         
         Em nível nacional, no que se refere ao crescimento econômico, 81% dos pesquisados, responderam positivamente, o percentual é também o maior desde 2003. Para se ter uma idéia, em relação ao ano passado, no mesmo período aumentou o grau de otimismo em 18%. Num comparativo, vale destacar que em 2005, no segundo semestre estava quase a metade 44%. O otimismo em Mato Grosso, que é hoje é 86%, estava no segundo semestre de 2007, na ordem de 65%, e em 2005, também mais baixo 53%. A média, entretanto, é sempre maior que a brasileira em nível de boas expectativas.
         
         
         
         Estabilidade, inflação
         
         No primeiro item da pesquisa, referente manutenção da estabilidade econômica no semestre, o percentual é de 85% positivo, neste caso o mesmo que do primeiro semestre e apenas um ponto percentual acima do mesmo período de 2007.
         
         O segundo item da pesquisa mostra resultado de queda nas expectativas positivas em relação a inflação em índices mais baixos nos próximos meses. Dos entrevistados, 43% acreditam que ficará no patamar entre 0 a 3%, no mesmo período do ano passado 58% apostavam neste percentual, e no primeiro semestre de 2008, 57%, uma queda, portanto, muito acentuada. Os demais percentuais respectivamente foram: 37%, de 3,1 a 6%, 12%, de 6.1 a 10%. E o mais preocupante, 8% respondeu que ultrapassará 10,1%, sendo que desde o segundo semestre de 2005 este percentual não passava de 1%.
         
         
         
          Posição de mercado e empregos
         
          No que se refere à posição sobre o mercado, 79% dos entrevistados revelam-se otimistas, aumentou 8% em relação ao mesmo período do ano passado, mas teve uma queda de 2% no que se refere ao primeiro semestre, que obteve o melhor número desde 2003.
         
          No que tange ao quesito emprego, 47% acreditam na estabilidade, 17% que diminua e 36 % que aumente. O percentual de aumento de emprego é o maior desde 2003. No mesmo período de 2007, 15% acreditava que aumentaria as vagas, e 68% apostavam na estabilidade. Ou seja, os empresários estarão contratando mais e demitindo menos, o que é um bom sinal para o mercado regional.
         
          Vendas
         
         Outro número apresentado, que demonstra estabilidade foi em relação às vendas, a maior parte respondeu que será efetuada neste semestre à vista, pois 27% revelaram esta tendência, a tendência se aproxima a da registrada no semestre passado, 28% e diminuiu 3% no mesmo período de 2007. Através do crediário e duplicatas, o percentual é 25%, superior em 1% tomando-se por base a última pesquisa feita em janeiro deste ano; 223% cheque pré-datado, 2% inferior, ao mesmo período e 25% no cartão de crédito, o mesmo resultado do segundo semestre de 2007.
         
         No tocante a prática de juros, o índice de 0 a 2% obteve a resposta da maioria dos entrevistados, 53%. Na seqüência, a pratica de 2,1 a 4%, foi de 25%, 16% acreditam que de 4.1% a 6% e de 6.1 a 8%, teve a resposta de 6%, nenhum acredita em prática superior a 8,1%.
         
         Sobre os governos
         
         Os governos estadual e federal foram avaliados na pesquisa de expectativas, e estão melhorando o desempenho na avaliação, sendo que o de Mato Grosso recebeu 13% de ótimo, no mesmo período em 2008 era de 9%; 42% no quesito bom; 37% regular e 8% ruim. Ao passo que o do Brasil teve o seguinte resultado: 4% ótimo, aumentou 3%, tomando-se por base o segundo semestre de 2007, e na seqüência 24% bom, 53% regular e 19% ruim.
         
         Nadaf apontou que o governo estadual está subindo no conceito empresarial devido a política adotada no sentido de promover melhorias de infra-estrutura, que tem beneficiado muito o interior. Segundo ele, as dificuldades enfrentadas hoje pelo segmento empresarial refere-se mais a falta de capital de giro, do que por questão tributária, sendo que esta reflete negativamente em alguns segmentos e atividades específicas, mas não no todo, falando-se globalmente do mercado interno. No que se refere ao governo federal, o mesmo também teve pontos mais favoráveis, o que Nadaf credita a estabilidade econômica.
         
         Títulos protestados
         
         O mês de junho teve um fechamento positivo no que se refere ao número de títulos protestados que caiu 13,40%, em relação ao mesmo período de 2007, e 9,64% no percentual comparativo acumulado do mesmo mês do ano de 2007, em relação a 2008. Para se ter uma idéia, de janeiro a junho de 2007 tiveram 24.621 ocorrências de protesto, e de janeiro a junho de 2008, 18.934. No que se refere a recuperação judicial a mesma se mantém equilibrada, com uma ocorrência e no tocante a falências, não ocorreram nenhuma no mês de junho, tendo o acumulado do ano cinco ocorrências.  

     

     

    Fonte: 24 Horas news
    17-07-2008 | 11:07
    O setor da construção civil registrou crescimento de 0,2% em maio na zona do euro, na comparação com o mês anterior. Portugal teve a maior queda mensal da União Européia, de 9%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo gabinete de estatísticas europeu, o Eurostat.

     

    No conjunto de 27 países da União Européia (UE-27), a produção no setor da construção subiu 0,3% entre abril e maio. Na comparação com maio de 2007, os dados do Eurostat apontam queda de 1,1% na zona do euro. Na UE-27, o setor da construção cresceu 0,7% face a maio de 2007, ainda de acordo com o Eurostat.

     

    Nos 12 meses, a Espanha teve o maior recuo (10,8%), seguido por Portugal (queda de 6,8%) e República Tcheca (variação negativa de 2%). As maiores expansões do setor da construção foram registrados em Romênia (31,5%), Bulgária e Polônia (16,3%).

     

    Entre abril de 2007 e de 2008, o setor havia registrado queda de 1,7% na zona do euro e de 0,1% na UE-27.

     

    Fonte: Folha on-line
    16-07-2008 | 11:07

    O segmento de construção civil de Mato Grosso deve crescer aproximadamente 20%, nesse segundo semestre de 2008, em relação aos seis últimos meses de 2007. As expectativas são do Sindicato das Industrias da Construção Civil do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT). Para Luiz Carlos Fernandes, presidente do sindicato, um dos principais motivadores desse aumento de demanda do segmento seria o início das construções governamentais, como os desenvolvidos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além do grande número de prédios que devem ser iniciados e finalizados neste semestre pelas construtoras do Estado. “O mercado está aquecido, no primeiro semestre deste ano nós já sentimos um aumento na demanda de, aproximadamente, 12%. Já para o segundo semestre nossa expectativa é que o crescimento de novas construções, em relação a 2007, seja de 20%, já que nesse período o mercado sempre está mais agitado, por causa do clima seco e vinda de novos investimentos”, acrescenta Fernandes.   Fonte: Folha do Estado
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