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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    22-09-2008 | 10:09
    O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, doutor Eduardo Vaz disse ontem (19-09), na solenidade, onde a prefeita em exercício, Jacy Proença sancionou o projeto de Lei Complementar que amplia de quatro para seis meses a licença-maternidade, que esse tempo para as mães e filhos é extremamente importante para a formação do ser humano. "Essa lei vai formar cidadãos mais saudáveis", disse o pediatra. Cuiabá é a primeira cidade de Mato Grosso a aderir o projeto.

     

    Para o pediatra os primeiros seis meses contribuem para a formação do cérebro da criança, que depende de cuidados, carinho. "A diferença é que essa criança terá maior capacidade de aprender, o carinho e os cuidados dão um desenvolvimento melhor para o cérebro do bebê, que tem uma liga muito grande com a mãe", explicou.

     

    Ele salientou que, essa falta de tempo com a mãe logo nos primeiros dias de vida, acarreta uma série de problemas, principalmente, o desânimo para o aprendizado. "É por isso que hoje no Brasil a falta de mão-de-obra é muito grande, não tem qualificação, o analfabetismo cresce muito, o cérebro não desenvolveu o bastante para que esse cidadão buscasse oportunidades. Todos nós precisamos desse cuidado", concluiu.

     

    Já para o presidente da Sociedade Mato-grossense de Pediatria, José Rubens do Amaral, esse tempo para mãe e filho reflete também na saúde do país. "Quando a criança tem esse cuidado, a saúde é bem maior do que as crianças que não tem essa aproximação, a mãe também tem menos doença. Sem dúvida, é um importante passo para o cidadão brasileiro, que terá a chance de se desenvolver com cuidado", disse.

     

    O Projeto de Lei foi aprovado no dia 16 de setembro durante sessão na Câmara Municipal e teve aprovação dos 15 vereadores presentes. No país, outros 100 municípios e 12 Estados – incluindo Mato Grosso – também aderiram ao projeto.

     

    Fonte: O documento
    22-09-2008 | 10:09
    O número de transações crescerá 21% ante 2007. O mercado brasileiro de cartões deve registrar um faturamento de  R$ 32,3 bilhões em setembro, 24% superior ao registrado no mesmo mês de 2007, segundo projeção da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Créditos e Serviços.

     

    Nesse mês, o total de plásticos em circulação (crédito, débito, loja e rede) deverá alcançar a marca de 481 milhões, com aproximadamente 515 milhões de transações. Em comparação com os números fechados no mesmo mês do ano passado, o número de transações vai crescer 21%. E o total de cartões 14%.

     

     

    Fonte: Folha do Estado
    22-09-2008 | 10:09
     O Banco Central do Brasil se prepara para começar a exigir que todas as instituições financeiras mantenham estrutura de gerenciamento de crédito. O principal objetivo é que, a partir de junho de 2009, sejam criadas áreas de análise para prever problemas nos empréstimos.

    Entre os motivos citados para a adoção da medida, a autoridade monetária lembra da "recente turbulência externa" e afirma que foram observadas "práticas inadequadas" que geraram perdas "em algumas das maiores e mais complexas instituições financeiras do mundo".

    A exigência dessa nova área dentro dos bancos já estava prevista no conjunto de normas de supervisão conhecido como "Basiléia II", que está sendo implementado no País. Tanto que boa parte dos grandes bancos já mantêm essa área. Porém, um documento divulgado pelo BC mostra que os prejuízos bilionários nos Estados Unidos reforçaram a necessidade de mais rigor na concessão e acompanhamento das operações de crédito, inclusive para instituições de menor porte e especializadas em segmentos específicos.

    "Ressalte-se que a recente turbulência econômica externa demonstra que práticas inadequadas na gestão da carteira de crédito tiveram papel decisivo para o aprofundamento das perdas", destaca o BC. No texto, a autoridade monetária observa que a maior parte da regulamentação atual foca questões "quantitativas" quando são avaliadas questões como o limite de exposição do banco aos clientes, capital exigido para o funcionamento da instituição e regras para o provisionamento de eventuais perdas. "Busca-se uma maior ênfase ao aspecto qualitativo", completa.


    Isso quer dizer que o BC quer que bancos e financeiras mantenham sistemas que permitam avaliar mais detalhadamente as operações, com vistas ao risco por cliente ou empréstimo. Hoje, esse detalhamento não é conseguido de forma fácil, já que a avaliação dos riscos é feita genericamente, observando-se grandes grupos de clientes e transações.


    Além de mais precisa, a estrutura de análise deve, segundo o texto, ser "compatível com a natureza das suas operações, a complexidade dos serviços prestados e a dimensão da exposição ao risco de crédito". No documento, o BC destaca também que as instituições financeiras devem ficar atentas à eventuais "desvalorizações de contrato decorrentes da deterioração na classificação de risco do tomador". Isso acontece, por exemplo, quando um cliente, no primeiro momento, é classificado como de "baixo risco" porque tem emprego e renda compatível com o empréstimo. Assim, ele toma dinheiro emprestado com o banco. Mas se esse mesmo cliente perde o trabalho em um segundo momento, o risco de inadimplência aumenta.


    Por enquanto, a proposta de resolução do BC está em período de audiência pública até 18 de novembro. Até lá, o mercado financeiro e a sociedade poderão sugerir mudanças no texto proposto. A íntegra do documento está disponível na página do BC na internet (www.bcb.gov.br).

     

    Fonte: Olhar Direto
    22-09-2008 | 10:09
    Expectativa de bons negócios, produtos e muita disposição para o trabalho. Estes são os principais ingredientes da bagagem dos empresários que embarcam nesta quarta-feira (24), às 23 horas, para Santa Cruz de La Sierra, num vôo fretado, para participar da Feira de Santa Cruz de La Siera (Expocruz). Ao todo, o grupo terá 200 pessoas.

     

    Composto por empresários, profissionais de vários setores e as equipes do Governo do Estado e dos parceiros, o grupo também participa da Rodada de Negócio, considerada uma das maiores da América Latina que acontece na Câmara de Indústria, Comércio, Serviços e Turismo de Santa Cruz de La Sierra (Cainco).

     

    Participação - Mato Grosso já participou pelo menos 10 vezes da Expocruz, mas esta é a primeira vez que além da missão técnica, o Governo do Estado por meio da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), monta um estande na feira.

     

    De acordo com o secretário da Sicme, Pedro Nadaf, foi nos dois últimos anos que essa participação se intensificou. "Das 200 pessoas que vão para Bolívia, pelo menos 70 estarão na rodada de negócios comprando produtos bolivianos e vendendo o que produzem em Mato Grosso", destaca. De acordo com Nadaf, Mato Grosso importa vários produtos da Bolívia para a indústria regional como cobre, sal mineral e vários outros. "A nossa pauta de produtos está crescendo gradativamente e com essa ligação a tendência é aumentar", complementa.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-09-2008 | 12:09
    A demanda de aço no mercado brasileiro manteve-se em ritmo forte no mês de agosto, principalmente no segmento de aços longos, destinados à construção civil, conforme dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileirode Siderurgia ( IBS) .

     

     

    As vendas desses produtos, com destaque para vergalhões e perfil, tiveram alta de19, 9%, alcançando 859 mil toneladas. Nos oito meses do ano, os despachos somaram 6, 24 milhões de toneladas, o que representou alta de 25, 9% sobre o período anterior.

     

     

     

    No segmento de aço aços planos, cuja demanda é fortemente puxada pelo setor automotivo, de bens de consumo, máquinas e equipamentos, construção e implementos agrícolas, as vendas subiram 1,9%em agosto, somando 1, 09 milhões de toneladas.

     

     

    Desde janeiro, o volume atingiu 8, 81 milhões de toneladas, com acréscimo de 10, 8% sobre igual período no ano passado.

     

     

    No total, os produtos laminados ( planos e longos comuns e especiais) alcançaram vendas de 15, 06 milhões de toneladas, 16, 6% superior ao volume atingido um ano atrás.

     

     

    As exportações das usinas, por sua vez, mantiveram retração: de 68% em aços planos e 26, 5% em material longo, retratando a forte demanda interna.

     

     

     No ano,os embarques de aços laminados caíram 33%, para 2, 36 milhões de toneladas.Em parte isso é compensado pelo aumento de quase 26% de placas e tarugos ( semi-acabados) .

     

     

     

    As importações permaneceram em alta: 59, 5% de janeiro a julho, para 1, 25 milhão de toneladas. A produção de aço bruto em agosto cresceu 6,9% comparado com o mesmo mêsde2007, mas caiu em relação à julho.

     

     

    Foi de3, 14 milhões de toneladas.Desde janeiro, atingiu 23, 787 milhões, 7,5%maior que um ano atrás.

     

    Fonte: CBIC
    20-09-2008 | 12:09

    Neste domingo, 21 de setembro, comemoramos o Dia da Árvore. A data foi formalizada há 30 anos e, geralmente, só é lembrada nos espaços escolares e de ativista sem defesa do meio ambiente.

     

     

    Para empresários e poder público, muitas vezes, esta data significa apenas a abertura da primavera, a aproximação do final do ano e do crescimento das vendas.

     

     

     Afinal, o que temos a ver com esta data? A resposta é simplesmente tudo.

     

    O mercado imobiliário em crescente expansão não vende mais somente apartamentos, casas ou salas empresariais.

     

     

    O mercado vende qualidade de vida, bem-estar, convívio com a natureza, com o futuro.

     

    Como fazer isso sem as árvores, sem o cultivo de espécies ameaçadas de extinção e sem a redução do consumo de bens naturais?

     

     

     

    É impossível não refletir sobre este tema, que permeia todas as novas construções, desde as mais simples às mais luxuosas.

     

     

    O paisagismo valoriza o imóvel, assim como soluções para iluminação e ventilação que economizem energia.

     

     

    Ninguém quer se sentir responsável pela destruição do meio ambiente, e saídas simples atraem consumidores antenados com o futuro.

     

     

    Todos querem abrir a janela e ter a melhor visão, o parque mais florido, o verde mais preservado.

     

     

    Isto é qualidade, e para uma população que a cada dia tem maior perspectiva de vida é uma preocupação constante.

     

     

     Como viver daqui a dez anos sem árvores, sem sombra, sem água? Leonardo Rizzo é empresário do mercado imobiliário há dez anos. 

     

    Fonte: CBIC

    20-09-2008 | 11:09
    No acumulado dos últimos 12 meses,desempenho é de 10,5%. 

     

    Em Sergipe, crescimento foide9,1%em agosto deste ano em comparação com agosto de 2007, e 7, 6% no acumulado do ano .

     

     

    O setor de material de construção cresceu 9,5%de janeiro a agosto de 2008 na comparação com o mesmo período de 2007.

     

     

    Os dados são da Anamaco ( Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) e refletem o desempenho das lojas em volume de vendas.

     

     

    Os materiais que tiveram maior destaque no período foram os materiais básicos ( cimento, tijolo, areia, etc) , que cresceram 13, 5%, seguidos pelos materiais hidráulicos ( 9, 2%) , elétricos ( 8, 4%) e de acabamentos( 8%) .

     

     

     

    "A tendência é de crescimento no segundo semestre, quando temos um aumento de cerca de30% nas vendas na comparação com o primeiro semestre do ano", diz Cláudio Elias Conz, presidente da Anamaco.

     

     

     

     Segundo ele, esse aumento é explicado no comportamento do consumidor. "É verdade quando dizemos que o ano começa só depois do Carnaval.

     

     

    Férias escolares, período de chuvas,nada disso combina com reforma.

     

     

     Assim, o número de obras começa a crescer no segundo semestre, quando também temos os dissídios, e prossegue até próximo do Natal", declara.

     

     

    Perfil dos consumidores Conz também diz que a Anamaco está finalizando uma pesquisa em parceria com a Latin Panel ( maior empresa de painéis de consumidores da América Latina) para entender o perfil do consumidor do setor.

     

     

    "Estamos fechando os dados que vão mostrar a realidade das casas do brasileiro.Onde ele mora, onde faz suas compras para grandes obras ou reposição, como escolhe a loja, qual é o seu perfil por classe social, número de pessoas da família, como é a casa em que ele vive, se é de alvenaria, se tem piso etc. ", declara Conz.

     

     

     "Também vamos abordar a intenção de reformar ou ampliar e se ela se confirmou nos últimos seis meses, quando a primeira edição da pesquisa detectou que um em cada 3 lares brasileiros pretendia reformar ou construir", conclui.

     

     

    Reflexos do PIB

     

     

     

    No segundo trimestre deste ano, o PIB ( produto interno bruto) brasileiro, em valores correntes, chegou a R$ 416. 9 bilhões.

     

     

    Em comparação com o mesmo período de 2007, o índice teve crescimento de 6, 1%, e, na comparação entre o primeiro semestre de 2008 com o mesmo período de 2007, a alta foi de 6%.

     

     

     

    O setor que mais se desenvolveu neste período foi o de Agropecuária, com 3, 8% de crescimento, seguido por Serviços ( 1, 3%) e Indústria ( 0, 9%) .

     

     

     

     Neste último, a Construção Civil foi o maior destaque, beneficiada pelo aumento de5% da população ocupada no setor e pelo crescimento nominal de 26, 7% de operações de crédito para o setor da habitação.

      

     

     

    Os números comprovam o aquecimento da Construção, que também se beneficia da queda dos juros, aumento.

     

     

    Fonte: CBIC
    20-09-2008 | 11:09
    O otimismo da construção civil está menor em setembro. Segundo o presidente do Sindicato da

     

    Indústria de Construção Civil do Estado de São Paulo ( Sinduscon-SP) , Sergio Watanabe, o setor está no maior nível de atividade dos últimos anos, mas os empresários estão sentindo os efeitos das altas dos insumos, parte delas "meramente oportunistas devido ao aquecimento da demanda".

     

     

     

     

    Pelo menos foi isso que apontou a 36ª Sondagem Nacional da Construção Civil, realizada pelo Sinduscon-SP e pela FGV Projetos junto a 280 empresários do setor, em agosto.

     

    O levantamento, realizado trimestralmente, mostrou que no critério desempenho da empresa, o indicador recuou 0, 9% no trimestre, para 59, 9; as perspectivas de desempenho recuaram 3, 9%, para 61, 2; e o quesito de crescimento econômico teve queda de 14, 8%, para 55, 4.

     

     

     

     

    Vale lembrar que,nametodologia da sondagem, valores abaixo de50 apontam de sem penho ou perspectiva desfavorável e acima de 50, favorável.

     

     

     

     

    Em relação à condução da política econômica, o indicador caiu 14, 5%, para 47, 5.

     

     

     

     

    No indicador de dificuldades financeiras, houve aumento de 4, 4%, para 52, 3.

     

     

     

     

    Nesse critério, pontuações acima de 50 indicam desempenho ou perspectiva desfavorável.

     

     

     

     

     Segundo o Sinduscon-SP, o setor manteve suas preocupações quanto às perspectivas de evolução de custos e à inflação reduzida.

     

     

     

    Parceria

     

     

    A Metágora Capital, empresa de planejamento estratégico e análise de investimentos imobiliários, anunciou ontem que firmou parceria com uma das maiores empresas mundiais de investimentos no setor imobiliário, aColony Capital LLC, de Los Angeles, gerida pelo bilionário norte-americano Thomas J. Barrack Jr. A Colony administra, atualmente, quase US$ 40 bilhões de ativos.

     

    O principal objetivo da Metágora é atrair novos investidores para o mercado imobiliário brasileiro que se apresenta,

     

    hoje, como uma excelente oportunidade, principalmente diante do desaquecimento norte-americano no segmento.

     

     

    Fonte: CBIC
    20-09-2008 | 11:09
    A secretária de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, Terezinha Maggi, recebeu nesta sexta-feira (19.09) a visita da pesquisadora contratada pelo Instituto de Pesquisas da Universidade de Brasília (UNB), Maria Verônica Moraes.

     

    Dados da atual conjuntura da política nacional de emprego e renda no país são coletados para serem debatidos no seminário que será organizado para 2009 entre secretários de Estado e superintendentes do Sistema Nacional de Emprego de todo Brasil (SINE). Os principais pontos da pesquisa são a aplicação do Plano Nacional de Qualificação (PNQ), a integração das ações do seguro-desemprego e forma de interagir dos trabalhadores com as ações de capacitação.

    Estudos de caso e entrevistas com secretários estaduais, superintendentes do Sine e membros dos Conselhos Estaduais do Trabalho são realizados durante a pesquisa. Todos os Estados da federação serão visitados para a coleta de dados.

    A apuração das informações deve durar seis meses, explica a pesquisadora. Os dados obtidos serão, então, sistematizados para a realização do seminário, que irá contar com a participação de gestores estaduais de trabalho. "Na seqüência, tanto a pesquisa, quanto os resultados do debate serão entregues para o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que deve utilizar essas informações na elaboração de diretrizes da política nacional da geração de emprego", explicou a pesquisadora.

    Segundo a secretária Terezinha Maggi, é bom saber que uma pesquisa, em âmbito nacional, é realizada para mapear a situação dos investimentos na qualificação de trabalhadores e na geração de renda do país. “Mato Grosso realiza inúmeras ações de capacitação para a inserção de pessoas preparadas no mercado de trabalho. Para se ter uma idéia, quase 13 mil pessoas devem ser beneficiadas no Estado ainda este ano com os cursos e treinamentos realizados, ora em parceria com o Governo Federal, ora com recursos Estaduais", destacou.

     

    Fonte: Secom-MT

    20-09-2008 | 11:09
    Seguindo a tendência dos governos federal e estadual, a prefeitura de Cuiabá sancionou ontem a Lei que amplia de quatro para seis meses a licença-maternidade para as servidoras municipais. Com o ato, a Capital se tornou a 101ª cidade a estender o período reservado para a mãe se dedicar aos cuidados e à amamentação do filho.

    De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Eduardo da Silva Vaz, presente ontem na solenidade da sanção, a Lei foi uma luta iniciada pela entidade e hoje, disse, a adesão de inúmeros municípios representa um avanço ímpar para a população em geral, mas especialmente para a criança. Conforme o médico, a licença é uma forma de garantir o crescimento e o desenvolvimento do bebê. “O cuidar da criança é um fator tão importante quanto o da amamentação. Esses 60 dias a mais, ela terá para se dedicar a esse cuidado”.

    De acordo com Vaz, quanto mais carinho for recebido pela mãe, menor serão as chances do indivíduo desenvolver algum tipo de distúrbio ou desvio de conduta. E isso, conforme ele, significa menos gastos em áreas como saúde e assistência social. “O carinho faz com que o sistema imunológico funcione melhor, conseqüentemente, a potencialidade desse sujeito desenvolver alguma doença é menor”.

    Para a prefeita em exercício, Jacy Proença, a adesão de Cuiabá ao projeto de expansão da licença significa uma medida extremamente importante. “Sou mãe e sei o quanto isso pode representar para as famílias”, disse. A prefeita ainda sugeriu que a iniciativa privada também deva aderir a mudança.

    Entretanto, conforme o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Cuiabá, José Alberto Vieira de Aguiar, a Lei trará benefícios apenas para uma parcela da população. “Toda melhoria é bem-vinda, desde que não acarrete prejuízo ao outro. Com a expansão do período de licença, nós teremos que arcar com o ônus de garantir as férias, o 13º salário e outras licenças, que eventualmente essa mãe possa solicitar por algum motivo especial”, considerou.

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    20-09-2008 | 11:09

    A fórmula de sucesso de um espetáculo pode ser um tanto complicada em alguns casos em que inúmeros elementos competem para garantir esse resultado. No caso de D. Graça, Mas Tem que Pagar, que chega hoje a Cuiabá dentro da Temporada Gazeta de Teatro, a conta é bem simples. Basta somar um talento nato para o humor e uma sintonia muito grande. Daquelas em que uma pessoa parece saber exatamente o que a outra está pensando ou que passo vai dar a seguir. É o que acontece com as versáteis Katiuscia Canoro e Fabiula Nascimento, as atrizes que estão conquistando o país com êxitos no teatro, na televisão e no cinema.

     

    O público vai lembrar bem de Katiuscia Canoro como a hilária emergente Lady Kate do humorístico Zorra Total. E Fabiula Nascimento vem ganhando destaque na mídia por conta de sua elogiada performance no premiado Estômago - O Filme, dirigido por Marcos Jorge. São apenas alguns exemplos de exitosas incursões delas pelas artes cênicas, que neste final de semana os mato-grossenses terão oportunidade de ver de perto. É a primeira vez que Kati (como é chamada pela amiga e colega de palco) e Fabiula vêm à Cuiabá. De fato, o país está tendo a chance de conferir o trabalho há pouco tempo. O espetáculo tem dois anos, mas só recentemente as apresentações começaram a circular pelo Brasil.

     

    D. Graça, Mas Tem Que Pagar é, na verdade, o resultado de um trabalho que vem sendo realizado pelas duas há um bom tempo. Somente de projetos em conjunto são uns cinco anos, mas lá atrás tem pelo menos o dobro disso que se dedicam ao teatro. Katiuscia conta que o espetáculo surgiu a partir de um convite do diretor Moacir Chaves. Ele viu a peça Cinta Liga, onde as duas faziam o mesmo esquema de quadros cômicos, e adorou. "Ele falou que se tivesse um espetáculo só das duas arrumava pauta no Rio", lembra. E foi o que aconteceu. Elas criaram o D. Graça, Mas Tem Que Pagar e ele as colocou no Planetário da Gávea. Acertou em cheio.

     

    No Cinta Liga, Kati e Fabiula dividiam o palco com outras duas atrizes e faziam esquetes de humor. O que fizeram foi juntar as que já possuíam e criar outras. "Tudo muito simples, despretensioso. Sem grandes efeitos especiais, cenários, superluz", descreve a intérprete de Lady Kate. Segundo ela, a proposta é essa, priorizar o talento do ator. "É muito voltado para o nosso trabalho de atriz", frisa, lembrando que, de início, até pensaram em não encarar, pois não tinham condições de realizar o projeto, mas depois não conseguiram mais ficar sem ele.

     

    A inspiração, diz Kati, vem de pessoas reais, "apesar de que muita gente fala que nós exageramos". A atriz explica que faz parte: "tudo é feito no tom da comédia, que por si só já é histriônica". O interessante é que as pessoas foram se identificando com os tipos. "O sucesso está na identificação, na simplicidade, na entrega que a gente tem. Temos uma conexão muito legal, uma completa muito a outra. É muito verdadeiro e a gente tem uma uma empatia com a platéia e ela com a gente", analisa.

     

    Em relação ao grande sucesso na televisão, Kati não usa de falsa modéstia. "Para ser sincera, pensei que ia fazer sucesso sim. Primeiro porque fazia sucesso no teatro. Claro, a proporção que tomou a gente nunca espera, mas trabalho há anos fazendo isso. É uma coisa que eu amo, e o que sei fazer de melhor", salienta. Para viver Lady Kate, a atriz passa por uma grande transformação, pois são totalmente diferentes no jeito de vestir, nos gestos, no modo de falar.

     

    Porém, no fundo há semelhanças. "O que eu tenho em comum com ela é a coisa de ser

    verdadeira. Eu falo o que penso também, não temo o julgamento dos outros", revela.

     

    Quanto à desinibição para fazer personagens tão escrachados, isso vem da natureza de Kati. "Sempre fui muito dada, aberta. Quando era criança sempre gostei de aparecer. Não acho que seja muito tímida, sou meio exibidinha", conta.

     

    A companheira de palco e dos últimos cinco anos de estrada, Fabiula Nascimento, considera que, depois de 15 anos de dedicação ao teatro, e de um longo período trabalhando para os outros, agora estão colhendo o que plantaram. E boa parte desse êxito ela atribui à química que têm. "A minha parceira é incrível. Estamos juntas há cinco anos, mais fã do que eu ela não tem. É maravilhoso estar dividindo com ela esse sucesso", diz.

     

    Kati ficou mais conhecida que Fabiula por conta do poder de divulgação que a TV tem no país. No entanto, em cima do palco essa desproporção se dissipa graças ao talento que têm para envolver o público. "A gente faz uma brincadeira e eles (os espectadores) compram a idéia maravilhosamente bem. Não fica aquela coisa de esperar a Lady Kate", explica. Fabiula ressalta que as pessoas se identificam bastante com os tipos e com um quê de humor negro, de um pouquinho de crueldade que imprimem no espetáculo. "Não é o riso pelo riso", garante.

     

    E elas nem precisam de muitos elementos para conseguir dominar a atenção do público. "A gente tem um fundo, mas não tem cenários. Somos nós mesmas com os nossos figurinos", adianta, contando ainda que são feitos rodízios no palco. "Sai uma, entra a outra, é bem dinâmico, divertido. A gente recepciona o público, conversa com eles".

     

    Sobre o destaque em Estômago, filme que chamou as atenções da crítica nacional e internacional para a atriz, Fabiula considera o resultado desses anos todos de artes cênicas. "O cinema é uma coisa supernova, estou amando usar tudo isso de outra forma. A personagem tem um quê de humor bem pesado", descreve Fabiula, que já filmou o terceiro trabalho, está no Casos e Acasos (da Globo) e é apontada como uma das gratas revelações do cinema brasileiro.

     

    No mais, a dica é não perder as apresentações de D. Graça, Mas Tem que Pagar. As atrizes garantem que vale a pena. "Quero dizer que estou muito feliz em ir para Cuiabá, onde me disseram que o público é maravilhoso. O que a gente quer é que as pessoas sentem, relaxem e se divirtam ao máximo", frisa Katiuscia.

     

    Serviço- O espetáculo será apresentado hoje e amanhã (21h e 19h, respectivamente), no Teatro Universitário. Ponto de venda na City Lar do shopping 3 Américas (1º piso). Informações pelos telefones: 3627-4497 e 3905-4000. Classificação etária: 12 anos.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-09-2008 | 11:09

    Mato Grosso tem se destacado principalmente por registrar crescimento superior à média nacional, atingindo a 10%. A política de incentivos adotada pelo governo, somada às ações de combate à evasão fiscal no Estado, além de atrair grandes indústrias como a Sadia e elevar o crescimento real da receita pública para 17% (descontando o efeito da inflação), mostram um Estado economicamente ativo e em franca ascensão. Porém, esse crescimento requer atenção redobrada do governo na busca pelo desenvolvimento ambientalmente sustentável. Essas são as ferramentas capazes de promover esse crescimento ordenado, de acordo com o secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Roberto Novacki. Ele fala ainda dos principais desafios do governo Blairo Maggi até a conclusão do seu segundo mandato, em 2010. A seguir os principais trechos da entrevista.

     

    A Gazeta- Qual foi o principal motivo do grande salto econômico que Mato Grosso deu nos últimos anos, tanto em produção quanto em geração de emprego?

     

    Novacki- Mato Grosso é hoje o Estado que mais cresce no Brasil, supera a média nacional atingindo média em torno de 10% nos últimos cinco anos. Esse crescimento não ocorre de graça, deve-se à atuação firme do governo Blairo Maggi, que promoveu ações e desenvolveu programas de governo que resultaram nesse crescimento. O governo vem investindo em infra-estrutura e logística de mercado. Vamos fechar o ano com três mil quilômetros de rodovias pavimentadas e 15 mil de rodovias não pavimentadas que foram recuperadas, viabilizando consideravelmente o escoamento da produção do Mato Grosso. Isso tem atraído investimentos para o Mato Grosso que resultam em melhoria para toda a população. Esta semana, por exemplo, o IBGE divulgou dados de uma recente pesquisa apontando que os brasileiros que vivem na região Centro-Oeste ganham mais que os habitantes do Sudeste.

     

    A Gazeta- O governador desde o primeiro mandato teve como objetivo quebrar paradigmas. Mas, a área social ainda é muito questionada na administração Blairo Maggi. O senhor atribui isso a que causa? Assim como o meio ambiente a área social passou a ser o calcanhar de Aquiles dessa gestão?

     

    Novacki- Pelo contrário, as ações mais incisivas do governador Blairo Maggi foram nessas áreas. A menos que diminuir consideravelmente o déficit habitacional de Mato Grosso não seja considerado trabalho na área social. Serão aproximadamente 45 mil casas populares até o final de 2008, cuja distribuição não tem cunho político. Isso é mais do que foi investido em toda a história de Mato Grosso. Além disso, já foram gastos mais de R$ 17 milhões com a implantação de Centros de Inclusão Digital nos bairros carentes, na realização de mutirões de cidadania, nos cursos de qualificação profissional, casamentos comunitários, co-financiamento de programas de assistência social, custeio e manutenção de órgãos e instituições, entre elas o Lar da Criança. Não há como pensar que isso seja o calcanhar de Aquiles, é obrigação do Estado fazer e cada vez melhor. O governo entende que mudar para melhor a vida da população, proporcionando oportunidades, prestando serviços públicos de qualidade é uma forma de reconhecer às pessoas que ajudam construir este Estado.

     

    A Gazeta- E o Meio Ambiente...

     

    Novacki- Existem problemas mas não podemos negar que foram muitos avanços neste governo, como por exemplo a criação da Secretaria de Meio Ambiente com orçamento redobrado, aumento do número de unidade de conservação, o Programa de Legislação Ambiental Rural, o MT Legal, um projeto que foi idealizado depois de muitas discussões envolvendo todos os órgãos do governo, OAB, Ministério Público, ONGs, Universidades, com o objetivo de sanar o passivo ambiental que é um grande ganho sob os aspectos do Meio Ambiente e do produtor rural -que através do cadastramento poderá se regularizar sem se prejudicar para aquisição de linhas de financiamento. Já o Estado, terá condições de dizer onde está o produtor e de que forma está utilizando a terra. O MT Legal vai proporcionar que muitos proprietários rurais ganhem fôlego para continuar produzindo sem deixar passivo ambiental.

     

    A Gazeta - Além do MT Legal, há outras ações do governo na área ambiental?

     

    Novacki- Outra ação paralela a isso é o Zoneamento Sócio Econômico e Ecológico de Mato Grosso (ZSEE), uma ferramenta importante e considerada uma oportunidade ímpar para Mato Grosso que passará a contar com esse instrumento de desenvolvimento econômico, de conservação ambiental e respeito social. Todo seu estudo iniciado ainda em 1989 foi retomado agora, na gestão Blairo Maggi, e foi elaborado com base na realidade física, biológica e socioeconômica de cada região do Estado. O ZSEE, depois que se tornar lei, será um instrumento de planejamento e gestão territorial.

     

    A Gazeta - Secretário, o Estado estimula através de incentivos fiscais, empresas e grandes indústrias a se instalarem em determinadas regiões. Mas, essa política de incentivos quase foi alvo de CPI na Assembléia Legislativa, por quê?

     

    Novacki- O Poder Legislativo cumpre seu papel de agente fiscalizador e o que faltava à época eram alguns esclarecimentos que dois, dos 24 deputados, solicitaram ao Executivo. Essa explanação foi feita com toda a equipe técnica do governo e todos entenderam o objetivo da política de incentivos fiscais, que além de atrair, direciona os investimentos de acordo com a realidade regional. É isso que o governo faz através dos incentivos fiscais àqueles que se instalam nas localidades mais distantes dos grandes Centros e não contam com a infra-estrutura que as cidades pólos do estado possuem. Temos a preocupação de amenizar as desigualdades regionais e assim diminuir as desigualdades sociais, desenvolvendo o Estado de forma linear para que não tenhamos bolsões de riqueza convivendo com ilhas de pobreza. Graças a essa política do governador Blairo Maggi foi possível atrair investimentos para 74 municípios, entre eles Nova Mutum, Sorriso, Nova Marilândia, Diamantino, Juara, Água Boa. Investimentos estes que levam mais qualidade de vida à população dessas regiões e que tornam Mato Grosso o Estado que mais gera emprego no país, crescimento sustentável. O resgate da infra-estrutura e apoio logístico acabou atraindo investidores, grandes empresários, que acreditaram na seriedade deste governo e nas políticas desenvolvidas pelo Estado.

     

    A Gazeta- O que significa conceder incentivo e como isso funciona na prática?

     

    Novacki- Mato Grosso é o terceiro Estado em extensão territorial e por isso, as cidades que ficam distantes dos grandes centros urbanos precisam sobreviver economicamente. O Estado "oferece" vantagens concedendo incentivos fiscais para que grandes empresas possam se instalar nesses municípios, gerar emprego e renda e oportunidade de vida à população. Na prática funciona assim, as empresas têm vantagens fiscais estabelecidas no Prodeic (Programa de desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Mato), recebem redução na base de cálculos do ICMS tanto para instalação, como ampliação e reativação. As empresas de médio e pequeno porte contam ainda com o Fundeic (Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Estado de Mato Grosso), uma linha de financiamento de até R$ 120 mil reais, sendo que 25% desse valor são para capital de giro, com taxas de juros bem abaixo do mercado.

     

    A Gazeta- Mas desigualdades regionais ainda persistem?

     

    Novacki- O governador Blairo Maggi tem se preocupado com isso desenvolvendo ações em longo prazo, planos e metas de governo e não de mandato. Muito além do momento político, há uma preocupação com o legado que será deixado às futuras gerações.

     

    O grande desafio é não errar, o gestor não pode errar. Uma decisão errada pode trazer transtornos ao cidadão pelo resto de suas vidas. O futuro pode ser comprometido por uma falha na tomada de decisões. Por isso, durante esses anos de governo tudo foi e ainda é feito com muita seriedade, responsabilidade, envolvendo a sociedade do debate democrático, ampliando as discussões, visando sempre o bem estar comum e atender a demanda de todos os segmentos sociais.

     

    Fonte: Gazeta digital
    20-09-2008 | 11:09
    Como se constrói a inteligência? É possível aumentá-la de alguma maneira? Essas e outras perguntas sobre o intelecto humano sempre inquietaram os cientistas. Agora, uma série de novas pesquisas sobre o tema está ajudando a decifrar quais são, afinal, os pilares da inteligência. Além disso, as descobertas estão reforçando a idéia de que o potencial cognitivo de cada um apresenta uma imensa capacidade de crescer ao longo da vida. Basta usar os estímulos corretos e evitar as ameaças que começam a ser mais bem conhecidas.

     

    Um dos estudos mais contundentes neste sentido foi divulgado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, há dois meses. Os pesquisadores Susanne Jaeggi e Martin Buschkuehl queriam saber se era possível elevar a chamada inteligência fluida. Ela é caracterizada pela habilidade de compreender a relação entre vários conceitos - independentemente de conhecimento prévio sobre eles - para resolver problemas. O outro gênero conhecido é a inteligência cristalizada, também usada na solução de desafios, mas baseada em experiências anteriores registradas na memória de longo prazo, associada a lembranças guardadas pela vida toda. No trabalho, os cientistas concluíram que a inteligência fluida pode ser bastante aprimorada. O segredo está no treinamento da memória de curto prazo, associada à memorização de informações por pequeno espaço de tempo - guardar o número de um telefone para o qual acabou de discar, por exemplo. A constatação de que isso é possível foi obtida após avaliação de voluntários submetidos a um treinamento para afinar a memória de curto prazo. Em comparação aos que não participaram do treino, eles se saíram muito melhor nos testes para medir a inteligência fluida. "O resultado mostra claramente que o cérebro é muito mais maleável do que se imagina e que pode ser trabalhado com o objetivo de aumentar o potencial intelectual das pessoas. Só é preciso saber treiná-lo", afirmou a pesquisadora Susanne.

     

    Outra pesquisa confirma essa percepção. Após realizarem uma revisão de 37 estudos sobre o cérebro feitos a partir de exames de imagens, pesquisadores das universidades da Califórnia e do Novo México traçaram uma espécie de mapa da inteligência. Eles definiram algumas áreas-chaves para o processamento do raciocínio. Um feito importante, sem dúvida, mas que revelou outra constatação surpreendente: de fato, o processo pelo qual uma pessoa formula soluções, interpreta situações e projeta perspectivas é muito mais dinâmico do que se supunha e envolve diversos circuitos cerebrais. "Os trabalhos têm mostrado que a inteligência está relacionada a quanto as informações viajam bem pelo cérebro. Isso mostra que ela não é um conceito estático", afirmou Richard Haier, um dos coordenadores do estudo. Baseados nesse entendimento, os pesquisadores procuram descobrir quais os estímulos para expandir a capacidade cognitiva. Como se viu pelos trabalhos anteriores, treinar a memória - tanto a de curto quanto a de longo prazo - é uma das estratégias. Dessa forma, é como se fornecêssemos ao cérebro um banco de informações do qual ele possa fazer uso para tirar as conclusões necessárias com a maior eficiência possível.

     

    Na lista dos elementos benéficos entram ainda três componentes interessantes. O primeiro é a socialização, segundo revela uma pesquisa da Universidade de Michigan (EUA). Comparando pessoas com maior e menor grau de relações sociais - amigos, familiares, contatos profissionais -, os cientistas descobriram que aqueles com níveis mais altos de interação eram os mais inteligentes. O segundo diz respeito à crença de que é possível moldar e incrementar a inteligência. Numa pesquisa realizada com estudantes de idade média de 12 anos, cientistas da Columbia University (EUA) verificaram que quem acredita que pode melhorar de fato evolui. E o terceiro é estar aberto ao novo. "Isso aumenta a rede de contato entre os neurônios", explica Denise de Castro Menezes, professora de bases neurológicas do psicodiagnóstico da PUC/SP.

     

    Estão estamos combinados, podemos com certeza aumentar nossa rede de conexões neurais e aumentar nossas habilidades, cabe ainda uma ressalva de que isso vale para trabalharmos com portadores de alguma dificuldade neuropsicológica, como reabilitação por AVC, TDAH, Dislexia e tantos outros.

     

    Graciele Girardello é neuropsicóloga e escreve em A Gazeta aos sábados. E-mail: g.girardello@terra.com.br

     

    Fonte: Gazeta Digital
    20-09-2008 | 11:09
    A entrada em vigor do drawback verde-amarelo, que prevê isenção de tributos federais para compra de insumos e produtos intermediários nacionais usados na fabricação de produtos para exportação, previsto para o início de outubro, deverá contribuir para que a Embraer eleve o número de fornecedores locais nos próximos anos. Atualmente, fabricante locais respondem por menos de 5% das compras da empresa.

     

    Os benefícios do drawback foram um dos temas discutidos pelo diretor de Relações Institucionais da Embraer, Francisco Horácio B. Mello, e o vice-presidente executivo de Administração e Comunicação, Horacio Aragonês Forjaz, em encontro ontem com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em São Paulo.

     

    Segundo Mello, a Embraer ainda não fez as contas da economia que o novo procedimento proporcionará, mas afirma que as vantagens são imensas e trará redução de custos para a companhia. "Vamos aguardar um pouco para poder falar em números com exatidão", explica. O executivo lembra que a aplicação drawback verde-amarelo é um pleito antigo da indústria exportadora, mas confessa que não esperava que a entrada em vigor do mesmo acontecesse já.

     

    O executivo avalia ainda que a suspensão tributária é um grande incentivo para o desenvolvimento de uma cadeia de fornecedores para a indústria aeronáutica no Brasil. "O Brasil tem capacidade sim para atender a esse mercado", avalia.

     

    Os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior regulamentaram ontem o chamado drawback verde-amarelo, que dá direito aos exportadores à suspensão de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS e Cofins. O sistema de drawback que existe atualmente concede suspensão de tributos apenas sobre os insumos importados utilizados na fabricação de produtos exportáveis.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-09-2008 | 15:09

    A intenção é saber dos candidatos, os projetos e propostas para o setor da construção civil na capital mato-grossense.

     

     

    O Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT) em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de Mato Grosso (Sincop-MT) e o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (CREA-MT) realiza a partir do dia 22 de setembro (segunda-feira), uma série de encontros com os candidatos à prefeitura de Cuiabá. O objetivo do evento é esclarecer, e ao mesmo tempo, ouvir dos candidatos, os projetos voltados para o setor da construção civil no Estado.

     

                “Queremos na verdade fazer um bate-papo entre os associados do setor e os candidatos, cada a sua vez, para a explanação de proposta e temas voltados aos problemas de nossa capital”, explica o presidente do Sinduscon/MT, Luiz Carlos Richter Fernandes.

     

                Até agora, a diretoria do Sindicato já obteve a confirmação da presença do candidato à reeleição pela Prefeitura de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), para o dia 22 de setembro (segunda-feira) e do candidato Mauro Mendes (PR), para o dia 24 (quarta-feira).

     

                Até agora, os outros três candidatos à Prefeitura Municipal – Valtenir Pereira (PSB), Walter Rabello (PP) e Procurador Mauro César (Psol) – não deram resposta ao convite.  

     

                A reunião com o candidato à reeleição e prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, será realizada no auditório do Mato Grosso Pálace Hotel, localizado na Rua Joaquim Murtinho, no centro da capital, a partir das 18h.

     

                Já o encontro com o candidato Mauro Mendes (PR), acontecerá no dia 24 de setembro, às 20h, no auditório do Centro Carmindo da Construção, localizado na Avenida Carmindo de Campos, nº 146, no bairro Jardim Petrópolis (próximo ao Supermercado Modelo).

     

                Dentre as pautas que deverão ser discutidas entre os empresários do setor e os candidatos estão:

     

     

    * Missão da Prefeitura de Cuiabá;

     

    * O papel do prefeito, conforme sua missão;

     

    * Os projetos em relação:

     

    1) Infra-Estrutura, pavimentação, saneamento, viadutos, outras;

     

    2) Transporte, trânsito, saúde, educação e segurança;

     

    3) Recursos humanos da prefeitura;

     

    4) Crescimento demográfico em função da migração campo cidade; controle do aumento da natalidade e adaptação da cidade a esta situação;

     

    5) Qual seria a vocação de Cuiabá em relação à indústria, educação administração pública comércio e serviços ou outras? 

     

     

    O quê: Encontros com os candidatos à prefeitura de Cuiabá

     

    Quando: 22 de setembro – candidato Wilson Santos (PSDB)

                    

    24 de setembro – candidato Mauro Mendes (PR)

     

    Onde: Wilson Santos (PSDB) – Dia 22/09 – Mato Grosso Pálace Hotel –18h

               

    Mauro Mendes (PR) – Dia 24/09 – Auditório do Centro Carmindo da Construção, Avenida Carmindo de Campos, nº 146 – 20h

     

     

    Mais informações no Sinduscon-MT, pelo telefone (65) 3627-3020 - SINDUSCON-MT

     

     

    Neila Gonçalves – Ascom/Sinduscon-MT
    19-09-2008 | 15:09
    São Paulo, Há dez anos no Brasil, principalmente nos mercados de tintas industriais e automotivas, a PPG comprou em 2007 a Tintas Renner, com fábrica em Gravataí (RS); lançou novas marcas - Magestic e Ideal - ; e vai investir US$ 18 milhões para ampliar em até 60% a capacidade de produção de tintas para o mercado imobiliário e de decoração.

     

     

     

            O objetivo é atender tanto ao crescimento da demanda da construção civil no Brasil como ganhar mercado em outros países da América Latina.

     

     

    "Hoje somos o quarto maior fabricante de tintas arquitetônicas no País.

     

     

     Com os novos investimentos, esperamos chegar a terceiro em cinco anos", disse o diretor de marketing da empresa, Amauri Siani.

     

     

     

            Com as vendas no País crescendo na faixa dos 9% ao ano, a subsidiária brasileira da Sher-win-Williams, que sempre teve participação limitada no grupo norte-americano, se destacou como um dos países de maior crescimento.

     

     

    Além do Brasil e América Latina, a Sherwin-Williams possui negócios também na Europa e apenas agora está se colocando na China e Ásia em geral.

     

     

     

            "Pela primeira vez em muitos anos as vendas de tintas estão mantendo um ritmo sustentado de crescimento, acima do PIB.

     

     

     

     Os fatores que levam a esse bom desempenho são estruturais e não conjunturais, o que nos anima a prever que a demanda continuará firme e teremos bons resultados por vários anos seguidos", afirmou o presidente da Associação Brasileira das Fabricantes de Tinta (Abrafati), Dilson Ferreira.

     

     

    A entidade prevê alta de 7% nas vendas para este ano.

     

     No ano passado o faturamento das fabricantes de tintas em geral alcançou US$ 2,4 bilhões.

     

     

    Dados da Abrafati mostraram um crescimento de 9,4% no volume de vendas no primeiro semestre, para 350 milhões de litros.

     

     

     

            Segundo David Ivy Jr., diretor de marketing da Sherwin-Williams, dona das marcas Metalatex e Nova Cor, "o mercado está sentido agora o 'boom' de que se fala, sendo que o movimento de lançamentos imobiliários vem desde o final de 2005.

     

     

     

     Eucatex prevê alta de 30%  Na Eucatex, empresa conhecida pela sua produção de painéis de madeira para a indústria moveleira, as vendas da unidade de tintas imobiliárias indicam crescimento de 30% até o final deste ano.

     

     

    "A maioria das vendas ainda é voltada para a autogestão, que está descobrindo a tinta agora também como item de decoração. Além disso, as construtoras estão se capitalizando, se consolidando e promovendo um crescimento ainda mais rápido", disse o diretor de construção civil da Eucatex, Cláudio Oliveira.

     

     

     

            Atenta ao crescimento do mercado, a paulista Lukscolor fez no ano passado um investimento de US$ 3 milhões para ampliar em 33% a capacidade de sua fábrica em São Bernardo, para 11 milhões de litro ao mês, e conseguiu um aumento de 18% nas vendas de 2007 e deve manter o patamar este ano.

     

     

     "Não há dúvidas de que o mercado está aquecido.

     

     

     Mesmo com toda a crise estourando nos Estados Unidos, movida inclusive pela quebra nos financiamentos, o Brasil está conseguindo crescer", disse Sérgio Dennis Campeas, gerente de marketing da Lukscolor.

     

     

     

            Além da expansão no mercado imobiliário, puxado em boa parte por pequenas reformas, o mercado automotivo, outro grande consumidor de tinta, também impulsiona o setor.

     

     

    A área cresceu 14% no ano passado e deve ter alta de mais 10% neste ano.

     

     

     PAC

            Entre os fatores que estão impulsionando o crescimento de vendas do produto estão o alongamento dos prazos de pagamento e o aumento da renda, que contribuem para estimular a construção habitacional e as reformas.

     

     

     

     Ao mesmo tempo, há mais recursos para financiamento de imóveis habitacionais e o governo está incentivando a construção civil, que foi a área mais contemplada nos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     

     

    Fonte: CBIC
    19-09-2008 | 15:09

    A construção de novas moradias nos EUA caiu em agosto para o menor ritmo em 17 anos. A queda foi de 6,2%, bem acima do 1,6% esperado, num sinal de que a economia americana continuará em retração nos próximos meses.

     

                O número de novas construções no país diminuiu para o ritmo anualizado de 895 mil, o menor patamar desde 1991.

     

                Nesse ritmo, o ano fechará com menos de um milhão de novas residências construídas, o que seria o menor nível em mais de seis décadas nos EUA.

     

                "O setor de construção residencial ainda está numa recessão profunda e deve permanecer assim pelo resto do anos", afirmou Patrick Newport, economista da Global Insight. "Simplesmente há muitas casas no mercado."

     

                O dado ajudou ontem a derrubar os mercados financeiros dos EUA. A recessão nos setor de construção residencial foi o que iniciou a atual crise de crédito nos EUA. Segundo os economistas, essa crise só deve ser superada depois de terminada a correção nos preços dos imóveis, que porém continuam caindo.

     

                "O mercado imobiliário está desabando - vendas, preços e construções estão caindo. Essa é a razão básica pela qual a economia está tendo tantos problemas, disse Mark Zandi, economista-chefe do Economy.com, da Moody's.

     

                Corroborando a expectativa de que as construções continuarão caindo, as novas permissões de construção, consideradas um bom indicador da atividade futura, caíram 8,9% em agosto, para o ritmo anualizado de 854 mil unidades.

     

                Zandi, porém, acredita que o fundo do poço não esteja distante, pelo menos para construção e vendas. Já os preços continuariam a cair até a meados de 2009.

     

     

    Fonte: CBIC

    19-09-2008 | 15:09
    Instabilidade e juro alto assustam empresários da construção civil

           

     Com a crise de liquidez no mercado e a alta dos juros e da inflação, os empresários da construção civil começam a ter expectativas mais moderadas sobre a economia.

     

     

     

     É o que mostra a 36ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil, feita em agosto pelo SindusCon-SP e pela FGV Projetos.

     

     

     

            A pesquisa foi elaborada com 280 empresários em todo o país.

     

     

    As respostas variam em uma escala de 0 a 100: valores acima de 50 significam otimismo e abaixo de 50, pessimismo.

     

     

            De acordo com o levantamento, o nível de otimismo caiu em relação à sondagem anterior, feita em maio, mas os empresários continuam com perspectivas favoráveis.

     

     

    O nível de otimismo em relação ao desempenho das empresas passou de 60,5 na sondagem anterior para 59,9 em agosto.

     

     

     

            Sérgio Watanabe, presidente do SindusCon-SP, diz que o aumento dos preços e os juros assustaram os empresários.

     

     

     "A maior preocupação hoje é com o aumento de preços do setor."

     

     

            A crise no mercado financeiro também afetou o ânimo das companhias.

     

     

    "Algumas empresas tinham expectativa de que o mercado acionário fosse uma opção para captar recursos."

     

    Fonte: CBIC
    19-09-2008 | 15:09
    O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse que o banco dará crédito às empresas que estão, temporariamente, sem acesso a financiamento internacional por causa da crise. Em razão da demanda inesperada, ele prevê um aumento de R$ 5 bilhões, ou mais, nos desembolsos do BNDES deste ano, que estavam previstos em R$ 80 bilhões. Disse que a ""tormenta" global encontrou o banco em boa situação, capitalizado e com liquidez. Lembrou que a instituição obteve empréstimo de R$ 15 bilhões do Tesouro Nacional e negocia a obtenção de R$ 7 bilhões junto ao FGTS.

     

    Ele afirmou que o banco captou US$ 1 bilhão no mercado internacional, no primeiro semestre, e não cogita buscar recursos no exterior nesse momento. ""O problema é custo. Não queremos pegar dinheiro caro sem necessidade. Estamos no ápice de uma crise de aversão ao risco no sistema global."

     

    O BNDES foi orientado pelo presidente Lula a suprir as necessidades das empresas que contavam com a obtenção de recursos externos para investimento no Brasil. ""O mercado internacional encontra-se no auge do estresse. O crédito interbancário secou. O lançamento de debêntures ficará muito difícil. Com os canais de financiamento transitoriamente obstruídos, as diferenças poderão ser acomodadas e supridas pelo banco", disse.

     

    O banco informou ontem que fechou o mês de agosto com volume recorde de desembolso no acumulado de 12 meses: R$ 81 bilhões. Nos 12 meses anteriores, de setembro de 2006 a agosto de 2007, foram desembolsados R$ 61 bilhões. Também é recorde o volume de projetos aprovados (fase que antecede o desembolso): R$ 111 bilhões, contra R$ 99 bilhões registrados de setembro de 2006 a agosto de 2007.

     

    Para Coutinho, o Brasil pode até sair fortalecido da crise global, porque a economia vive um ciclo de investimento firme, assentado em quatro fatores de propulsão: investimentos em infra-estrutura de alto retorno e baixo risco de demanda; potencial de crescimento do mercado interno, sobretudo de bens de consumo durável e construção civil; exportação de commodities (agronegócio, mineração e siderurgia) e o pré-sal, que exigirá grandes investimentos na cadeia produtiva para atender à indústria de petróleo e gás.

     

    Pelos dados divulgados, os desembolsos do BNDES para projetos de infra-estrutura cresceram 70% nos últimos 12 meses, comparando-se com os 12 meses anteriores. Passou de R$ 19,83 bilhões para R$ 33,7 bilhões. Para investimentos em transporte terrestre (ferrovias e rodovias) foram liberados R$ 16 bilhões. Em contrapartida, os desembolsos para produção industrial ficaram praticamente estagnados.

     

     

    Fonte: CNT
    19-09-2008 | 15:09
    O presidente em exercício da Federação das Indústrias no Estado do Mato Grosso (FIEMT), Jandir José Milan, anunciou em coletiva o grande aumento das exportações do Estado.

    Segundo ele, a expectativa no início do ano, era de se alcançar R$ 7 bilhões em exportação até o fim do ano, feito já conseguido no mês de agosto. Agora a meta é que Mato Grosso alcance R$ 8 bilhões até o fim do ano.

    "Mato Grosso tem que ser mais valorizado pelo país. Ao invés de ficar só mostrando as coisas ruim do nosso Estado, a imprensa nacional tem que lembrar que 1/4 do superávit nacional, vem daqui", afirmou Jandir. 

    Ele ainda fez questão de ressaltar que Mato Grosso hoje é o 10º estado que mais exporta, mas espera que dentro de 1 ano, pule para o 7º no ranking nacional.

    Em relação à crise americana, ele acha que não vai atrapalhar a economia do Estado e ainda pode ser benéfico, devido ao aumento do dólar. 

     

    Fonte: Olhar Direto
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
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