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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018
NOTÍCIAS
    06-10-2008 | 12:10
    A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) não sentiu ainda qualquer dificuldade quanto à oferta de crédito no mercado doméstico para o financiamento de imóveis comerciais, afirmou o presidente da instituição, Paulo Safady Simão.

     

    Ele disse que "esse segmento de mercado ainda é incipiente, comparado ao de imóveis residenciais", que conta com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e das cadernetas de poupança. Ressaltou, porém, que "os créditos para imóveis comerciais estão fluindo bem e não têm rigorosamente nada a ver com a crise financeira externa".

     

    Safady até admite que o setor seja "afetado de alguma forma" no futuro, porque "uma crise nas dimensões dessa que está aí atrapalha e cria necessidade de rearrumação. Não há como fugir de impacto, possivelmente relacionado a aumento de custo, mas nada catastrófico".

     

    O dirigente da entidade afirmou que o setor imobiliário no Brasil "vai muito bem, obrigado". Destaca, contudo, que os financiamentos de imóveis comerciais representam menos de 3% do total de financiamentos imobiliários. O grosso das operações de crédito é direcionado para a compra da casa própria, de modo a reduzir o déficit habitacional do país, que beira 8 milhões de moradias, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

     

    Números do CBIC mostram que de janeiro a julho deste ano foram aplicados R$ 16,381 bilhões em crédito imobiliário. Do total, porém, só R$ 462,628 milhões (2,82%) referentes a financiamentos de imóveis comerciais. Proporção semelhante ao mesmo período do ano passado, quando foram liberados R$ 8,534 bilhões e apenas R$ 245,785 milhões (2,88%) para imóveis comerciais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-10-2008 | 12:10
    Não é o fim do capitalismo, nem mesmo dos abusos turbo-liberais da economia de mercado. Basta a ventania da violenta crise atual passar e novos pecados contra a estabilidade econômica serão cometidos pelos agentes financeiros que sobreviverem à borrasca atual.

     

    Eles não repetirão os mesmos procedimentos agora condenados, claro, porque a atenção dos reguladores - fiscais, imprensa e governo - estará em grau máximo. Mas a criatividade do setor é imensa e logo haverá geninhos de matemática e informática para criar sistemas ainda mais obscuros de ganhar dinheiro, até que próxima crise nos sacuda outra vez.

     

    A instabilidade é da natureza do sistema capitalista. Para desespero e frustração daqueles que, desde o velho Karl, o alemão barbudo, anunciam a derrocada final da economia de mercado, o capitalismo cai, sacode a poeira, dá a volta por cima e reaparece com um novo saco de maldades.

     

    Percam as esperanças os arautos do socialismo, não só porque está longe de dobrar a esquina para assumir o papel que seus defensores prometem há dois séculos, mas porque, como sistema de organização da economia, o socialismo já se revelou de uma ineficiência admirável.

     

    Serve como princípio filosófico de busca de igualdade numa sociedade, guia dos que se preocupam em proteger os desfavorecidos, porque é bom de distribuição igualitária e proteção dos mais desamparados. Mas é ruim de produção, tanto pior quanto mais centraliza o poder decisório.

     

    Sua encarnação suprema de incompetência é o falecido Gosplan soviético, que de Moscou tentava controlar até preço de banana na Sibéria. Exemplo ruim, aliás, porque não se encontrava banana na Sibéria - e quase nenhuma em Moscou - outro traço da ineficiência do sistema.

     

    Via-se na prática o resultado de se deixar a economia em mãos de burocratas que pretendem, das salas cinzentas de um ministério, conhecer melhor as necessidades dos compradores espalhados por um país. Nesta tarefa, a economia de mercado é imbatível. O problema é que também ganha na capacidade de assustar o mundo periodicamente com suas crises.

     

    Nunca é diferente -Antes do susto e da queda, quando a euforia toma conta do mercado financeiro, as bolhas surgem e o ganho fácil se espalha, os alertas sobre perigos da especulação costumam ser recebidos com a frase mais gasta do entusiasmo capitalista: "desta vez, é diferente".

     

    E como sempre se descobre quando a crise estoura, não é diferente desta vez, pois não se descobriu uma fórmula nova de ganhos sem parar, nem a economia entrou em "novos paradigmas", para usar outro lugar-comum dos que, em plena euforia, acreditavam em ganhos incessantes.

     

    Da mesma forma, conclusões catastróficas sobre o fim do capitalismo, do neoliberalismo, do laissez-faire, costumam se revelar apressadas. Mudam-se as regras, aperta-se o controle, tapam-se os buracos da regulamentação imprudente e da fiscalização precária. Corrigem-se, então, os erros que levaram à crise da vez. Só que neste momento mesmo começa o processo de inventar outros métodos para extrair lucros do sistema novo, enquanto os fiscais se dedicam a aplicar regras criadas para o sistema velho.

     

    Os culpados da próxima vez não serão mais títulos baseados em hipotecas impagáveis, transformados em instrumentos para obter créditos 30 vezes maiores (quando estourou a base, caíram todos os derivados). Surgirão novos instrumentos, ainda desconhecidos do mercado e dos fiscais que tentarão regular, pois a prática demonstra que o mercado está sempre à frente dos que tentam controlá-lo. Até que novas bolhas surjam e estourem.

     

    Essas constatações não devem levar à indiferença diante da regulamentação do sistema e do mercado. Até porque, sem elas, quem sofre mais são os consumidores e investidores menos protegidos ou informados, que dependem do olho vivo das autoridades para escapar dos abusos de especuladores e criadores de novos e obscuros instrumentos financeiros.

     

    Esse controle tem sido mal feito nos últimos anos, por inspiração de uma doutrina que se espalhou pelo mundo desde a ascensão ao poder dos ideólogos ligados aos programas dos governos de Ronald Reagan nos Estados Unidos e Margaret Thatcher no Reino Unido.

     

    Com base nas teorias econômicas do americano Milton Friedman e filosóficas do austríaco-britânico Frederick Hayek, esses ideólogos da direita promoveram a idéia de que o governo ou o estado era sempre uma influência nefasta na economia e na sociedade, devendo ser afastados dos indivíduos. Como Reagan gostava de repetir: "o governo não é a solução, é o problema". O governo ou o estado até podem se tornar um problema, se invadirem demais a área econômica como produtores, seja tomando conta de fábricas que podem ficar em mãos privadas. Mas como prestador de serviço social, fiscal e regulador das atividades econômicas e financeiras, seu papel é indispensável, ao contrário do mantra de Reagan e Thatcher, que preferiam deixar o mercado decidir seus caminhos sozinhos, punindo os incompetentes e premiando os mais capazes.

     

    Só que o mundo real não opera assim. Os maiores derrubam os menores, os de peso-pesado exercem domínio sobre o mercado, se juntam para defender interesses comuns e afastam os árbitros incômodos que propõem regras mais rígidas para benefício de todos. Supervisão é vista como intrusão indevida nos negócios internos, ameaça à liberdade. Imposto mais altos para os ricos, a fim de beneficiar a sociedade, é considerado abuso de autoridade e avanço sobre um suposto direito divino de lucrar.

     

    Quando a bomba estoura, como agora, o papel do governo se torna óbvio como supervisor-mestre da sociedade e da economia. É o bombeiro chamado para apagar as chamas, apesar de ter sido repelido na função preventiva de assegurar o bom funcionamento de extintores e alarmes.

     

    Dói no bolso e na consciência ver o governo intervir para salvar bancos. É o que se chama de moral hazzard ou perigo moral, pois socorre as instituições que cometeram erros graves. O ideal seria deixá-los quebrar, para que aprendessem. O problema é que, quando todo sistema financeiro corre perigo, o governo não tem escolha: tem de intervir para preservar a segurança de todos. Deixar os bancos quebrarem não castiga só os bancos e seus ricos dirigentes, pune também os correntistas, que precisam receber seus salários em conta, que precisam de crédito não para comprar mansões, mas para pagar a geladeira. A saída menos dolorosa é buscar mecanismos que preservem a turma miúda e castiguem os dirigentes. O momento é de perda. O máximo que se pode fazer é evitar que os pequenos percam muito e que os grandes consigam escapar, perdendo quase nada.

     

    Silio Boccanera é jornalista em Londres (Inglaterra) e escreve para A Gazeta às segundas-feiras

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-10-2008 | 11:10
         O mercado financeiro reduziu a estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2009 pela segunda vez seguida, mas também espera inflação mais moderada no próximo ano.
         
         De acordo com levantamento do Banco Central divulgado nesta segunda-feira, o país deve crescer 3,50 por cento em 2009, levemente abaixo dos 3,55 por cento estimados na semana anterior.
         
         Para 2008, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) subiu a 5,20 por cento, ante 5,18 por cento na pesquisa anterior.
         
         No cenário de inflação, os cálculos dos analistas indicam alta de 6,14 por cento para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 —mesma taxa da pesquisa passada— e de 4,85 por cento em 2009, levemente abaixo dos 4,90 por cento estimados anteriormente.
         
         A meta de inflação definida pelo governo para os dois anos é de 4,5 por cento, com margem de variação de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
         
         Analistas também mantiveram a aposta na continuidade do ciclo de aperto monetário, iniciado pelo Banco Central em abril.
         
         Pela pesquisa, a Selic deve chegar a 14,75 por cento em dezembro, um ponto percentual acima do patamar atual.
         
         Em 2009, entretanto, os economistas consultados pelo BC esperam redução da taxa básica de juros. Para dezembro do próximo ano, as projeções indicam que a Selic estará em 13,50 por cento, abaixo dos 13,75 por cento estimados na pesquisa anterior.
         
         A previsão para o dólar no encerramento deste ano subiu de 1,70 para 1,80 real. 
         
    Fonte: 24 Horas News     
    06-10-2008 | 11:10
    Os economistas ouvidos pelo Banco Central reduziram a expectativa para o crescimento da economia em 2009. De acordo com a pesquisa semanal Focus, realizada pelo próprio BC, a expectativa para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas) em 2008 subiu de 5,18% para 5,20%. Para 2009, caiu de 3,55% para 3,50%.

     

    Em relação à inflação, a expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC, ficou estável em 6,14%, depois de cair por nove semanas seguidas. A meta de inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% no intervalo de tolerância (teto da meta).

     

    Para o próximo ano, a taxa prevista recuou pela quarta semana, de 4,90% para 4,85%. A queda da inflação em 2009 para o centro da meta de 4,5% é um dos principais motivos que tem levado o BC a aumentar os juros neste ano.

     

    A estimativa para a inflação para os próximos 12 meses passou de 5,14% para 5,15%.

     

    Juros

     

    Em relação à taxa básica de juros, os economistas ainda prevêem uma alta da Selic dos atuais 13,75% para 14,25% na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do BC) no fim de outubro e para 14,75% em dezembro (o Copom se reúne a cada 45 dias aproximadamente).

     

    Houve mudanças em relação a 2009. Segundo a pesquisa, a previsão para a taxa básica no final do próximo ano caiu de 13,75% para 13,50% ao ano.

     

    Ainda segundo a pesquisa Focus, as previsões para o dólar subiram de R$ 1,70 para R$ 1,80 no final deste ano; e de R$ 1,77 para R$ 1,82 em dezembro de 2009.

     

    Fonte: O documento

     

    06-10-2008 | 11:10

    Ampliar mercados e abrir novas rotas de negociação significa mais emprego e renda para um Estado. No entanto, a concretização destas negociações não acontece da noite para o dia e, além disso, necessitam de muito profissionalismo para gerar vantagens para os dois lados. É com este pensamento que empresários mato-grossenses estão apostando em missões técnicas para diversas partes do mundo com o objetivo de buscar novas oportunidades de negócios. Recentemente mais de 50 empresários foram para o Peru e na semana passada 180 participaram da maior rodada de negócios da América Latina, evento paralelo à Feira Internacional de Santa Cruz de La Sierra (Expocruz), na Bolívia. Em outubro outros dois grupos vão à China conhecer novos mercados.

     

    Uma das missões está sendo organizada pela Federação das Indústrias (Fiemt) e o grupo embarca na próxima quarta-feira (08). Já a outra é composta por 34 empresários e está sendo organizada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Este grupo, chefiado pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf embarca no dia 11 deste mês para a China.

     

    No Peru, além de participar da Feira Internacional de Arequipa (FIA), o grupo de mato-grossenses ainda visitou vários empreendimentos onde foram feitos novos contatos. Thales Junqueira, empresário do setor de agropecuária é um dos que participou da missão do Peru e também da Bolívia, mas preferiu não ir a China. "Não é um mercado interessante para mim", revela. Na opinião dele o Mercosul é um mercado bastante promissor. "Estou observando as oportunidades. Quero vender ração para cavalos e bois e comprar matéria prima para o meu produto", ressalta. Para Thales, a única dificuldade é o transporte. "Ainda preciso estudar uma forma de viabilizar isso", enfatiza.

     

    O empresário Fernando Gomes que trabalha no ramo de autopeças também participou das missões do Peru e da Bolívia. Na opinião dele, os grupos menores funcionam melhor. "Temos mais assessoria e, assim fica mais fácil negociar", explica. Logo na primeira viagem de Fernando para a Bolívia, ele conseguiu estabelecer seis novos contatos. "Vim com endereços certos e os encontros foram bastante produtivos".

     

    Apoio - Para incentivar e orientar estes "marinheiros de primeira viagem" a Sicme disponibilizou profissional especializado em comércio exterior. Os empresários que foram para a Bolívia também contaram com o apoio da especialista em comércio exterior, Elizete Barros contratada pelo Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MT) para orientar os empresários.

     

    "A Bolívia tem muitas opção de negócio, principalmente para o micro e pequeno empresário e, por isso, estamos investindo na orientação dos mato-grossenses. Estamos a disposição para sanar todas as dúvidas e, para isso, investimos em profissionais especializados no assunto", garante o superintendente do Sebrae, José Guilherme.

     

    Rodada - Mato Grosso foi uma das maiores delegações que participou da rodada de negócios promovida pela Câmara de Indústria, Comércio, Serviços e Turismo (Cainco) este ano durante a Expocruz, em Santa Cruz de La Sierra. Ao todo a rodada teve 970 empresários inscritos. É difícil é estimar o número exato de mato-grossenses em Santa Cruz de la Sierra, já que além da missão técnica, muitos viajaram sozinhos.

     

    O presidente da Cainco, Eduardo Paz disse que o objetivo da rodada é mostrar aos empresários, especialmente ao do Mato Grosso, que é considerado um mercado muito promissor, que há muitos outros produtos para vender na Bolívia além do gás. O presidente destacou que apesar da crise política e social que o país vive, o número de participantes da rodada de negócios aumentou de 750 em 2007 para 770 este ano. "Em 2007 movimentamos cerca de US$ 110 milhões e acreditamos que em 2008 o volume de negócios será o mesmo. Estamos otimistas", garante.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-10-2008 | 11:10
    A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse ontem que a crise internacional provocará turbulências, mas o Brasil não deverá sofrer impactos consideráveis. Segundo ela, os recursos para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) estão assegurados.

     

    "Hoje nós temos condições de assegurar o crédito interno. Vai, sem dúvida, ter turbulências, porque é uma crise muito forte, talvez a maior crise do sistema desde 1929. Mas o Brasil está em boas condições."

     

    A ministra se pronunciou ontem pela manhã em Porto Alegre, no comitê de campanha da candidata petista à prefeitura, Maria do Rosário.

     

    "Nós vamos ter alguns problemas momentâneos, mas temos robustez suficiente para superar essa imensa fase de contágio com uma pequenininha gripe", afirmou Dilma.

     

    "Não há dúvida quanto aos recursos do PAC. Estou me referindo à maior liquidez do setor privado, tanto de crédito de curto como de médio prazo."

     

    Fonte: Folha on-line
    06-10-2008 | 11:10
    Os economistas ouvidos pelo Banco Central reduziram a expectativa para o crescimento da economia em 2009. De acordo com a pesquisa semanal Focus, realizada pelo próprio BC, a expectativa para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas) em 2008 subiu de 5,18% para 5,20%. Para 2009, caiu de 3,55% para 3,50%.

     

    Em relação à inflação, a expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC, ficou estável em 6,14%, depois de cair por nove semanas seguidas. A meta de inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% no intervalo de tolerância (teto da meta).

     

    Para o próximo ano, a taxa prevista recuou pela quarta semana, de 4,90% para 4,85%. A queda da inflação em 2009 para o centro da meta de 4,5% é um dos principais motivos que tem levado o BC a aumentar os juros neste ano.

     

    A estimativa para a inflação para os próximos 12 meses passou de 5,14% para 5,15%.

     

    Juros

     

    Em relação à taxa básica de juros, os economistas ainda prevêem uma alta da Selic dos atuais 13,75% para 14,25% na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do BC) no fim de outubro e para 14,75% em dezembro (o Copom se reúne a cada 45 dias aproximadamente).

     

    Houve mudanças em relação a 2009. Segundo a pesquisa, a previsão para a taxa básica no final do próximo ano caiu de 13,75% para 13,50% ao ano.

     

    Ainda segundo a pesquisa Focus, as previsões para o dólar subiram de R$ 1,70 para R$ 1,80 no final deste ano; e de R$ 1,77 para R$ 1,82 em dezembro de 2009.

     

    IGPs

     

    A expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) subiu de 9,74% para 9,77%; o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) teve a previsão reduzida de 10,21% para 10,10%. Para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica), passou de 6,42% para 6,38%.

     

    Para 2009, a previsão para o IGP-DI subiu de 5,21% para 5,33%. A do IGP-M subiu de 5,39% para 5,40%. Para o IPC-Fipe, passou de 4,70% para 4,59%.

     

    Outros indicadores

     

    A estimativa para o saldo da balança comercial em 2008 foi mantida em US$ 23,70 bilhões. Para 2009, subiu de US$ 12,45 bilhões para US$ 12,70 bilhões.

     

    A expectativa para o déficit em conta corrente neste ano subiu de US$ 28,05 bilhões para US$ 29 bilhões. Para 2009, caiu de US$ 36 bilhões para US$ 34 bilhões.

     

    Foi mantida a expectativa de investimentos estrangeiros diretos de US$ 35 bilhões em 2008 e US$ 30 bilhões em 2009.

     

    A previsão para a relação dívida/PIB neste ano ficou em 40,50%. Para 2009, caiu de 39,20% para 39%.

     

    Fonte: Folha on-line
    06-10-2008 | 11:10
    A recente visita a Mato Grosso, do vice-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Carlos Borges,  e o encontro com o secretário de Infra-Estrutura, Vilceu Marcheti, rendeu frutos até mesmo antes do esperado para o Estado. Foi anunciada nesta sexta-feira (03.10), a liberação por parte do Governo Federal de recursos na ordem de R$ 22 milhões, para a construção de mais 2,7 mil casas em 30 municípios mato-grossenses.

    Com uma contrapartida do Estado de Mato Grosso de R$ 5 milhões, essas novas unidades habitacionais fazem parte do Programa Habitacional Meu

     

    Lar, desenvolvido pelo Governo de Mato Grosso, e serão construídas na modalidade “Tô Feliz” (sancionada pela resolução 518 do Governo Federal), um dos programas de habitação popular desenvolvidos pelo Estado.

    Saiba como funciona o “Tô Feliz”

    Cada unidade habitacional construída pelo projeto “Tô Feliz” é financiada pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e pelo Governo do Estado.

     

    As casas construídas na modalidade possuem 24 metros quadrados e acabamento mínimo. A edificação é dividida em quarto, copa, cozinha e banheiro.

     

    Essas residências serão doadas às famílias que possuem renda inferior a dois salários mínimos e a seleção dos futuros moradores é responsabilidade da Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), que une esforços com as Prefeituras e sociedades civis organizadas para realizar a escolha.

     

    O recurso estadual tem origem no Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), que destina até 30% de sua arrecadação para construção de casas populares e 70% para a melhoria da malha viária estadual. O imposto é cobrado sobre a venda de óleo diesel e transporte de produtos agropecuários como a soja, algodão, madeira e gado em pé.

     

    Fonte: Sinfra-MT
    06-10-2008 | 11:10
    O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, afirma que o governo vai anunciar, em breve, novas medidas para facilitar mais o financiamento imobiliário.

     

     Isso porque, segundo ele, "ainda tem muita gente que não pode financiar um imóvel".

     

     O Brasil, destacou o ministro, tem um sistema imobiliário "completamente diferente" do norte-americano, onde começou a crise financeira que se espalha pelo mundo.

     

    Ele disse que os bancos brasileiros "têm muita capacidade de investir e de financiar", além de existir demanda.

     

     O que precisamos, disse ele, é compatibilizar os juros, as prestações e condições de financiamento com a renda das pessoas.

     

     "Em especial das famílias de menor poder aquisitivo".

     

    Paulo Bernardo afirmou que o governo quer ampliar o acesso e não vê nenhum problema com o crescimento de crédito imobiliário no país.

     

     Muito pelo contrário, acrescentou o ministro.

     

    De acordo com ele, o financiamento imobiliário no Brasil tem crescido "de forma sustentável, saudável", e está alimentando a indústria de material de construção.

     

     "É uma coisa positiva, que tem que ser mantida", enfatizou.

     

     O mercado imobiliário brasileiro "não tem nenhum tipo de problema", segundo Paulo Bernardo.

     

     "O que aconteceu no mercado americano foi que primeiro os imóveis se valorizaram excessivamente.

     

     Depois houve um movimento muito grande para financiar e refinanciar.

     

    Então, quando veio o problema, verificou-se que o sistema estava todo bichado".

     

     No Brasil, o setor funciona de forma diferente, com foco maior nos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que têm regras próprias para a concessão de créditos para a aquisição de imóveis.

     

     Por causa disso e em razão da grande demanda por casa própria, o aumento dos níveis de empregos e da renda familiar estimulou a recuperação do mercado de imóveis, com crescimento constante nos últimos quatro anos, de acordo com relatório da Companhia Brasileira da Indústria de Construção (CBIC).

     

     A expansão tem-se verificado de forma mais forte ainda neste ano, com ritmo de contratações acima das expectativas dos agentes financeiros.

     

     Números da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que o setor cresceu 92,5%, de janeiro a agosto, em relação a igual período do ano passado.

     

     Nesses oito meses, as operações com dinheiro das cadernetas de poupança para financiar 197.820 moradias somaram R$ 19,876 bilhões.

     

     A expectativa da Abecip é de que o volume de recursos chegue a R$ 30 bilhões no final do ano, e o número de unidades financiadas alcance 300 mil, superando o recorde de 1981, quando foram financiados 267 mil imóveis.

     

     

    Fonte: CBIC
    06-10-2008 | 11:10
    O Comitê de Política Monetária (Copom) estará em uma encruzilhada na próxima reunião, agendada para os dias 28 e 29 deste mês.

    De um lado está crise financeira norte-americana e a desaceleração da economia global batendo à porta, do outro a demanda interna ainda aquecida e o compromisso de manter o aperto monetário para convergir a taxa de inflação para o centro da meta no próximo ano.

    Se a forte queda no preço das commodities no mercado internacional alivia as pressões inflacionárias, a recente disparada na cotação do dólar na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) pode contaminar os preços. O economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, acredita que o Banco Central (BC) manterá o ritmo de aperto monetário mesmo com o cenário de desaceleração da economia. "A situação é difícil, todas as perspectivas apontam para o impacto da crise americana na economia doméstica.

    Mas os últimos indicadores mostram um descompassado entre oferta e demanda.

    O dólar é outro ponto que agrava a situação.

    Com esta volatilidade, ninguém sabe qual será o patamar de equilíbrio do câmbio", afirma Campos Neto. O estrategista-chefe do Crédit Agricole, Vladimir Caramaschi, concorda que o câmbio é um fator decisivo para o Copom optar por manter o aperto monetário, apesar do desaceleramento econômico global. "Acredito que o Copom eleve o juro em 0,5 ponto percentual por causa do câmbio.

    Até a semana passada poderia afirmar que a taxa de câmbio não seria problema.

    No entanto, diante desta recente disparada do dólar existe a chance de contaminação dos preços", avalia Caramaschi. Para o diretor presidente do Ibmec, Claudio Haddad, a possibilidade de a recessão norte-americana contaminar a economia doméstica é remota.

    "O Brasil está numa situação completamente diferente dos Estados Unidos", afirma Haddad, que acredita que ainda existe espaço para o Banco Central (BC) dar prosseguimento ao aperto monetário.

    "Na próxima reunião acredito que o Copom promova um aumento entre 0,25 e 0,50 ponto", estima. Na contramão, o ex-economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Nicola Tingas, prevê que o Copom vai surpreender e interromper o ciclo de alta na taxa Selic, mantendo o juro básico em 13,75% ao ano. "Estamos vivendo uma crise de solvência.

    O temor aqui no Brasil é de que o enxugamento da liquidez tenha um efeito local.

    A oferta de crédito menor pode comprometer o crescimento da economia doméstica", disse. Crise financeira O ex-diretor do Banco Central (BC) e sócio da Ciano Investimentos, Ilan Goldfjan, afirma que a atual crise financeira é conseqüência de vários erros cometidos no passado. "É igual um acidente aéreo. É um conjunto de erros, não um só.

    Não dá para achar um só culpado nesta situação", afirmou. Para o ex-diretor do Banco Central, a situação atual da economia doméstica se assemelha a de um avião procurando uma pista longa para pousar. "Se quiserem que a economia brasileira mantenha o ritmo de crescimento de 6% ao ano não vai dar, me desculpe.

    No contexto atual, a economia doméstica vai acompanhar a tendência de desaceleração global", afirmou Ilan Goldfjan.

     

     

    Fonte: CBIC
    06-10-2008 | 11:10
    As estimativas de lançamentos das construtoras estão sendo reduzidas . Os negócios no setor da construção civil devem se restringir e o mercado vai ficar mais seletivo.

    Mas não haverá quebradeira nem desemprego porque a quantidade de projetos em andamento e lançados este ano garantem a estabilidade de emprego pelo menos para os próximos dois anos.

    Além disso, já é verificada a falta de profissionais especializados como engenheiro civil e mestre de obras.

    Esse quadro, segundo o presidente da Cooperativa da Construção Civil do Ceará (Coopercon-CE) e sócio da Construtora Colméia, Otacílio Valente, é reflexo da escassez de crédito provocada pela crise financeira internacional e que afeta mais fortemente as empresas construtoras que lançaram ações na Bolsa. Segundo o diretor de Novos Negócios da Construtora Terra Brasilis, Eduardo Pinheiro Ponte, as ações das 22 empresas que abriram capital nos últimos dois anos despencaram, em média 60%, o que vai desencadear um redesenho, uma consolidação, porque essas empresas captaram dinheiro para a produção não só através da emissão dos papéis mas também de empréstimos.

    Para ele, só cerca de 10 dessas empresas devem continuar atuando.

    Adianta que as aquisições, que já começaram, e fusões devem se intensificar nos próximos dias.

    Como exemplo, cita que a Tenda - com desvalorização de ações acumulada este ano em 86,8% - foi comprada pela FIT, subsidiária da Gafisa, no último dia 2 de setembro.

     

     As empresas do Ceará, mesmo as que se associaram às nacionais de capital aberto, não devem ter problemas.

    "Elas se associaram para fazer alguns empreendimentos", completa Valente.

    Em relação ao consumidor, diz que vai demorar para ele perceber que está pagando uma taxa de juros mais alta. Explica que para as empresas a taxa já passou de pouco mais de 10% para 12%.

    "Todos temos conhecimento que os bancos elevaram as taxas de juros e nós temos que compor isso no custo financeiro", diz, adiantando que o aumento será repassado ao consumidor diluído nas prestações.

     

     Sem calote

     

     Ponte descarta que haja calote por parte das empresas que não conseguirem crédito para continuar tocando seus empreendimentos.

    "Não vai haver porque as empresas maiores já estão adquirindo as que estão em dificuldade", reforça.

    Explica que as linhas de crédito além de caras são insuficientes para atender aos projetos em andamento.

    De acordo com o diretor da Terra Brasilis, no mercado cearense as cinco principais empresas têm aproximadamente 50 lançamentos para 2008/09 que somam cerca de R$ 2,5 bilhões. Ponte acredita que esses projetos programados não estão ameaçados.

    "O que deve acontecer é uma redução do ritmo", diz, ressaltando que o apetite pela compra de novos terrenos diminui e a forma de aquisição também.

    As empresas estavam comprando em dinheiro, segundo ele, e agora devem passar a comprar na modalidade de permuta.

    Ou seja, pagando em unidades no local do empreendimento ou com percentual de receita na medida que o dinheiro entra em caixa. Destaca que também haverá redução de lançamentos.

    "A CR2, por exemplo, reduziu pela metade a estimativa de R$ 1 bilhão para 2008 e de R$ 1,2 bilhão para 2009", conta, salientando que o motivo foi a falta de acesso a financiamento. 

     

    Fonte: CBIC
    04-10-2008 | 11:10
    "Todas as obras realizadas em Mato Grosso tem um caráter muito transparente, pois temos gestores de todas as superintendências aqui”. Assim começou a coletiva à imprensa no final da tarde de quarta-feira com o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Borges, na sede da Secretaria de Estado de Infra-Estrutura (Sinfra), na quarta-feira (01.10).

    “Além do mais, a superintendência de Mato Grosso é uma das mais importantes do país”, continuou Borges, “pois todos os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) por aqui foram zerados, isso aconteceu somente neste Estado no país todo”.

    O superintendente lembrou também do caráter de referência ocupado por Mato Grosso com relação ao Programa de Arrendamento Residencial (PAR). "Temos 7.760 casas sendo entregues aqui e investimos um total de R$ 336 milhões em unidades habitacionais no Brasil todo".

    “Isso só é possível de acontecer porque o Governo de Mato Grosso está se capacitando ano a ano para atender às necessidades da população no que tange à habitação, foram R$ 31 bilhões investidos e R$ 27 bilhões já gastos até aqui no Brasil todo, mas ninguém possui mais parcerias para construção habitacional do que Mato Grosso”, afirmou Borges.

    Ele seguiu contando à imprensa o salto dado pelo governo Lula em investimento em programas habitacionais. Segundo ele, de R$ 795 milhões em 2003 para R$ 2,2 bilhões em 2008.“Esses programas sociais também ajudam a combater a fome a miséria. O Brasil tem uma dívida social muito grande e precisamos gerar muito emprego”, disse.

    “Não queremos perder esse posto de campeão em parcerias com a CEF, viu, senhor Borges?”, avisou o secretário de Infra-Estrutura, Vilceu Marcheti, que encerrou sua fala convidando a imprensa a participar da vistoria nas obras do Residencial Wantuil de Freitas, em Cuibá.

     

    Fonte: Sinfra
    04-10-2008 | 11:10
         O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) realizará de 3 a 5 de dezembro, em Salvador, o seminário "Desafios e Perspectivas da Educação Ambiental no Setor Empresarial e Sindical". Os preparativos para o encontro serão discutidos durante reunião da Câmara Técnica de Educação Ambiental do Conama, na próxima quinta-feira (9), em Brasília.
         
         O objetivo do evento é promover um diálogo sobre as ações de Educação Ambiental realizadas pelo setor empresarial e sindical, contribuindo para o fortalecimento e qualificação destas ações, bem como para uma proposta normativa de regulamentação do artigo 3º da Lei 9.795/99, que dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental.
         
         Esse artigo destaca que, como parte do processo educativo mais amplo, todos têm direito à educação ambiental, incumbindo "às empresas, entidades de classe, instituições públicas e privadas promover programas destinados à capacitação dos trabalhadores, visando à melhoria e ao controle efetivo sobre o ambiente de trabalho, bem como sobre as repercussões do processo produtivo no meio ambiente".
         
         A iniciativa quer promover, ainda, um diálogo entre os setores, realizar intercâmbio de experiências e colher subsídios para a construção de termo de referência para orientar diretrizes e indicadores para programas de Educação Ambiental, entre outros.
         
         A programação prevê mesas-redondas sobre os temas Responsabilidade Socioambiental, Comunicação e Consumo Sustentável; Educação Ambiental no Licenciamento, Responsabilidade Socioambiental, Comunicação e Consumo Sustentável e Indicadores, Avaliação e Monitoramento dos Programas de Educação Ambiental nas Empresas.
         
         Estão previstos quatro grupos de trabalho sobre Olhares e experiências das empresas no exercício da responsabilidade socioambiental; Olhares e ações para mecanismos de incentivo, financiamento, compensação ambiental e redes de fundos, Deliberações da III Conferência Nacional do Meio Ambiente e Educação Ambiental no licenciamento no âmbito do Sisnama. Também devem ser apresentados estudos de caso e relatos de experiências de empresas brasileiras.

     

    Fonte: 24 Horas News
    04-10-2008 | 11:10
    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) elevou para 5,3% a expectativa para crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2008, contra os 4,7% de junho. Para a entidade, a ampliação da demanda interna garantirá o desempenho da economia brasileira, que só deverá sentir os efeitos da crise financeira internacional a partir do próximo ano. A previsão do PIB para 2009 é de um crescimento mais modesto, da ordem de 3,5%, segundo o Informe Conjuntural da entidade.

     

     

    A indústria deverá crescer 5,5% este ano, um pouco acima da média da economia, alavancada pela estimativa de crescimento de 8,7% na produção da indústria para a construção civil. O crescimento da indústria de transformação (fábricas em geral), o maior segmento do setor, deverá ser de 5,1%.

    De acordo com estudo, o crescimento da indústria é sustentado pelo aumento expressivo da demanda interna, que subiu quase 8% em relação ao ano passado, e está sendo acompanhado por investimentos no setor. A previsão para aumento de capital na indústria, neste ano, subiu para 13,5% em relação ao ano passado, enquanto na projeção de junho estava prevista elevação de 10,5%.

     

     

    O boletim trimestral da CNI leva em conta que a menor disponibilidade de crédito internacional e a redução da demanda externa pelos produtos brasileiros no próximo ano justificam a previsão de menor crescimento da economia.

    O estudo aponta que a não renovação das linhas externas de financiamento, em especial o crédito para exportação, poderá gerar dificuldades para as empresas, especialmente se não houver substituição integral dessas linhas a nível interno.

    A CNI destaca que o Brasil hoje tem mais capacidade para enfrentar dificuldades que no passado, pois conta com reservas internacionais elevadas, substancial superávit primário, sistema de regulação bancária desenvolvido e menor dependência externa.

    A previsão para a balança comercial brasileira, de acordo com a CNI, é de que fechará 2008 com saldo comercial de US$ 25 bilhões, enquanto em junho a estimava era de US$ 20 bilhões.

    As exportações deverão ficar na casa de US$ 208 bilhões e as importações em US$ 183 bilhões.

     

    Fonte: Mídia News
    04-10-2008 | 11:10
    Foi anunciada ontem a liberação, pelo Governo Federal, de recursos na ordem de R$ 22 milhões, para a construção de mais 2,7 mil casas em 30 municípios mato-grossenses.

    Com uma contrapartida do Estado de Mato Grosso de R$ 5 milhões, essas novas unidades habitacionais fazem parte do Programa Habitacional Meu Lar, desenvolvido pelo Governo de Mato Grosso, e serão construídas na modalidade “Tô Feliz” (sancionada pela resolução 518 do Governo Federal), um dos programas de habitação popular desenvolvidos pelo Estado.

    Saiba como funciona o “Tô Feliz”

    Cada unidade habitacional construída pelo projeto “Tô Feliz” é financiada pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e pelo Governo do Estado. As casas construídas na modalidade possuem 24 metros quadrados e acabamento mínimo. A edificação é dividida em quarto, copa, cozinha e banheiro.

     

    Essas residências serão doadas às famílias que possuem renda inferior a dois salários mínimos e a seleção dos futuros moradores é responsabilidade da Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), que une esforços com as Prefeituras e sociedades civis organizadas para realizar a escolha.

     

    O recurso estadual tem origem no Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), que destina até 30% de sua arrecadação para construção de casas populares e 70% para a melhoria da malha viária estadual. O imposto é cobrado sobre a venda de óleo diesel e transporte de produtos agropecuários como a soja, algodão, madeira e gado em pé.

     

    Fonte: Mídia News
    04-10-2008 | 11:10
    O governador Blairo Maggi agendou para a próxima terça-feira, às 10h, no Palácio Paiaguás, reunião com os segmentos empresariais para socializar as mudanças procedimentais no âmbito da receita tributária, com a finalidade de dar celeridade no trânsito de mercadorias sem prejuízo à arrecadação estadual.

     

    "A Secretaria de Fazenda já repassou ao governador as alterações de procedimentos que visam a estabelecer regras claras e sem margem de interpretações equivocadas, para que sejam mais céleres nossos procedimentos nos postos fiscais, notadamente para os contribuintes regulares", afirmou o secretário de Fazenda, Eder Moraes.

     

    Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki, a Casa Civil atuou com pró-atividade nessa questão. "Por determinação do governador Blairo Maggi coordenamos os entendimentos e acredito que chegamos a bom termo. O secretário Eder Moraes agiu rápido e promoveu reuniões técnicas entre a Secretaria da Fazenda e da Secretaria de Indústria, Comércio, Mineração e Energia (Sicme), dando resolutividade a essas questões inerentes à sua pasta, haja vista tratar-se de assuntos de ordem tributária", enfatizou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-10-2008 | 11:10
    O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, alertou que a baixa cobertura vacinal na classe mais rica e escolarizada da população, conforme divulgou ontem o jornal "O Estado de S.Paulo", aumenta o risco de novos surtos de doenças já erradicadas no País, como a poliomielite. Ele demonstrou preocupação ao repercutir o estudo da Santa Casa de São Paulo, divulgado pelo jornal paulistano.

     

    "Temos que ver o que é que há com essa faixa de renda; talvez uma sensação de que a doença estaria erradicada e que não seria importante manter o calendário de vacinação completo, mas exatamente o que garante a erradicação de muitas doenças no Brasil é uma cobertura vacinal alta", disse o ministro, ontem, depois de participar da cerimônia de assinatura de um novo modelo de gestão no Instituto Nacional do Câncer (Inca).

     

    "Quando se tem uma cobertura vacinal baixa, aumenta muito o risco dessas bactérias continuarem circulando e surgirem surtos da doença", alertou Temporão. Para o ministro, os pais têm uma grande responsabilidade para manter a caderneta de vacinação de seus filhos atualizada.

     

    Ele acrescentou que o estudo, que foi financiado pelo Ministério da Saúde e pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é importante "porque vai nos levar a repensar estratégias de comunicação, focadas para que todas as classes sociais e de renda entendam que é importante cumprir todo o calendário das crianças".

     

    De acordo com o estudo, que analisou 17.749 cadernetas, o porcentual de cobertura vacinal na "classe A" e na região Sudeste é de 68,9%. A média brasileira é de 81%, também bem abaixo do que é preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS): 95%.

     

    No Inca, o ministro elogiou o modelo de gestão da instituição, que conta com o apoio da Fundação Ary Frauzino. Ela foi criada há 16 anos para arrecadar fundos públicos e privados de apoio à pesquisa e contratar funcionários pelo regime da CLT. O projeto do governo, que institui as fundações estatais de direito privado, teria esse mesmo propósito, de agilizar a contratação de pessoal e fazer licitações menos burocráticas. "Não me parece razoável que um médico possa se sentir confortável tendo cinco ou seis empregos. O que não está sendo dito, mas eu digo aqui é que acabaria a estabilidade e eu defendo o fim da estabilidade dos funcionários públicos", afirmou Temporão.

     

    O projeto de lei está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e, se aprovado, irá a plenário no Congresso.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-10-2008 | 10:10

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) elevou de 4,7% para 5,3% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2008. Segundo o documento Informe de Conjuntura, a revisão se deve ao fato de o resultado do PIB no segundo trimestre - com alta de 6,1% ante igual período de 2007 - ter ficado acima dos 5,5% esperados pela entidade. Em seu Informe de Conjuntura, a CNI destaca também que os efeitos da crise externa sobre a economia real até agora são "tênues".

     

    A CNI elevou também a projeção de crescimento da indústria de 5% para 5,5% neste ano. A estimativa da CNI para o consumo das famílias, que deve explicar cerca de 70% da elevação do PIB neste ano, é de expansão de 6%, ante 5,5% na previsão anterior, divulgada em junho. Para a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), medida da taxa de investimento na economia, a entidade espera um aumento de 13,5%, ante 10,5% na estimativa anterior.

     

    A projeção para o desemprego caiu de 8,04% para 7,9% e para a relação dívida/PIB caiu de 40,6% para 40,4%. Segundo a CNI, o setor externo deve dar uma contribuição negativa de 2,6 pontos percentuais para o PIB, por conta da alta mais forte das importações em comparação com as exportações.

     

    A entidade prevê que as exportações fechem o ano subindo cerca de 30%, com um total de US$ 208 bilhões - US$ 190 bilhões na previsão anterior - e as importações com alta de 52% e um volume de US$ 183 bilhões -US$ 170 bilhões na previsão de junho. Com isso, o superávit na balança comercial esperado passou de US$ 20 bilhões para US$ 25 bilhões.

     

    Para a taxa de câmbio, a CNI espera um dólar cotado ao redor de R$ 1,80 no final do ano. Por conta da redução nos preços das commodities, a previsão para a inflação medida pelo IPCA neste ano caiu de 6,4% para 6,2%, segundo a CNI.

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    04-10-2008 | 10:10

    O MT-Hemocentro lança na segunda-feira nova campanha de sensibilização. Dessa vez é em comemoração ao Dia Nacional do doador voluntário de medula óssea. A campanha acontece em nível nacional e tem como tema "Primeiro você doa Esperança! Depois você doa Vida!". A unidade móvel estará estacionada de 8h as 17h30, na Praça da República, para fazer novos cadastros, além de distribuir materiais educativos sobre a doação de medula óssea. "Mais uma vez convocamos a população para a solidariedade, ajudar o próximo, além do mais importante salvar vidas. Essas campanhas servem para sensibilizar a população", disse a diretora geral do MT-Hemocentro, Eliana Rabanne.

     

    Além da praça, o atendimento aos novos doadores também estará sendo feito na sede do MT-Hemocentro, situado na rua 13 de junho, 1055.

     

    "Além de sensibilizar, essas campanhas servem para orientar as pessoas. Muitas vezes, por falta de conhecimento, a pessoa deixa de colaborar com quem precisa", destacou Eliana. A doação de medula óssea consiste inicialmente em cadastro do possível doador, com seus dados pessoais e um termo de consentimento, onde é colhida uma amostra de sangue (5ml) para a realização do exame de HLA.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    03-10-2008 | 12:10
    Economia, política tributária, administração pública, saúde, segurança pública, infra-estrutura e eleições municipais. Estes foram os principais temas abordados durante entrevista concedida pelo governador Blairo Maggi, à Rádio Cuiabana, na manhã desta quinta-feira (02.10). Foram duas horas e 23 minutos, sem intervalo, de perguntas feitas pelos apresentadores do programa, jornalistas convidados, representantes da sociedade civil e populares (participação ao vivo pelo telefone).

    A entrevista foi no programa Chamada Geral, apresentado por Lino Rossi, e se prolongou excepcionalmente por mais uma hora e contou com a participação do apresentador Sérgio Kiss, do Programa Fatos e Gente.

    Entre diversos assuntos, o governador foi questionado sobre as medidas fiscais adotadas pela Secretaria de Estado de Fazenda e a insatisfação dos empresários. Maggi foi categórico ao explicar que o Estado cobra o que é devido e que dá atenção e ouve os setores. Ele citou a decisão emitida recentemente pelo Ministério Público que reconhece que o ‘Estado está fazendo exatamente aquilo que deve ser feito’.

    O Governo do Estado montou uma comissão entre as Secretarias de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Fazenda (Sefaz) e Casa Civil, e trabalha na elaboração de um decreto que já está pronto para regulamentar uma série de procedimentos. “Após as eleições vamos sentar com todos os setores novamente e vamos fazer um novo acordo de procedimentos para dar celeridade”, disse.

    “Vamos chamar as associações, se sentir que o Estado está sendo lesado ou cobrando de forma exorbitante, vamos estudar mudanças e podemos até voltar ao que era antes”, frisou. Um documento de um empresário/ouvinte foi entregue ao secretário de Estado de Fazenda, com alguns questionamentos sobre o tema. O governador fez, inclusive, o convite para que ele participe das discussões nas comissõ es montadas pelo Governo do Estado.

    “O Estado tem que ser justo. Para ser justo tem que cobrar de quem tem que pagar para passar para quem não tem o que pagar. Como governador, vou continuar atuando assim. A reclamação é grande e o Estado está se organizando”.

    Maggi lembrou que quem paga o imposto é o cidadão, o empresário só repassa. “Reclamar é um direito, democracia é isso, agora a palavra já diz ‘imposto’ é imposto e se fosse voluntário ninguém pagaria. Se todo mundo pagar direito é possível reduzir a carga tributária, mas a sonegação ainda é muito grande". Segundo Maggi, a eficiência fiscal de Mato Grosso chega a 70%, uma das maiores do país.

    O governador defendeu mais uma vez a boa aplicação dos recursos públicos. “Não tem sentido nenhum o governo cobrar, arrecadar se não for para distribuir e fazer o equilíbrio para fazer com que as oportunidades apareçam, na infra-estrutura, na saúde, educação”.

     

    Segundo Maggi, na gestão é priorizada a justiça social e não a justiça fiscal. “Os que podem pagam mais e os que não podem não pagam nada. Mas o assunto ainda está na pauta, há a intenção e estudos para redução do ICMS na energia elétrica, assim como do imposto sobre o óleo diesel”.

    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - Maggi fez praticamente um balanço da gestão neste período dos dois mandatos. Começou respondendo sobre a diferença de ser um empresário e um gestor público. O chefe do Executivo estadual lembrou que na empresa privada o administrador toma a decisão sozinho e pode fazer o que quiser, da forma que quiser e na administração pública os interesses são múltiplos e as regras mais rígidas a serem seguidas. “É bastante diferente a vida que a gente leva como empresário, na empresa o dono assume riscos que dizem respeito a ele, se tiver lucro ele divide, no governo tem que estar o tempo int eiro ouvindo a sociedade, o que se busca o que se quer, quais as urgências, ”disse o governador.

    Para o chefe do Executivo a diferença básica é que quando chega no final do ano para a iniciativa privada é precisto ter o lucro financeiro, no governo o que importa são os lucros sociais. "Fazer com que a vida das pessoas do seu Estado seja melhor do que era antes". 

     

    Ele destacou que o sistema de governo é uma bem organizado. "Para tudo o que for fazer tem uma regra, um caminho a ser seguido e se planejar, se programar, você consegue fazer dentro do tempo necessário. A instituição governo é mais organizada do que o setor privado”, comentou, ressaltando que dentro das regras estabelecidas as margens são muito pequenas e que o governador não pode tudo, pode dentro das regras estabelecidas, inclusive para definir investimentos.

    Atualmente são 80 mil servidores entre ativos e inativos, mas o Executivo é responsável também pelo Legislativo, Judiciário e órgãos auxiliares (Defensoria Pública, Ministério Público e Tribunal de Contas). "É um Estado bastante grande", diz Maggi.

    Blairo Maggi entende que na sua administração um dos avanços está no entrosamento do setor público e privado. "A ausência da presença do governo era muito sentida no i nterior de Mato Grosso e não percebiam o retorno dos impostos recolhidos".

    “O setor privado cresceu muito, com a minha entrada nós tentamos fazer com que o dinheiro público fosse melhor administrado. Buscamos fazer com que as obras chegassem ao interior de Mato Grosso". Ele citou que só no seu governo chegou a 2.800 km de estradas asfaltadas. A reforma de escolas também foi um exemplo de investimento citado.

     

    INCENTIVOS FISCAIS  - Outro ponto bem discutido foi a atração de investimentos e a concessão de incentivos fiscais. Maggi informou que assim que assumiu o governo procurou mudar, para dar mais transparência e segurança para o Estado, a forma de incentivo. Antes o imposto era postergado para pagamento a longo prazo, e muitas empresas ‘quebravam’ e ficavam devendo para o Estado. “Trocamos para um sistema de crédito presumido, ao invés de postergar e pagar lá na frente, simplesmente você deixa de me pagar isso mas deixa de ter o benefício de crédito do ICMS da energia, entre outros. Então o dinheiro que tem que entrar para o caixa do Estado entra imediatamente”.

     

    Maggi respondeu a pergunta sobre privilégios para o município de Rondonópolis, dizendo que o mesmo tem sido beneficiado com a instalação de indústrias, o governador esclareceu como funciona o processo. Os gestores municipais são os responsáveis por captar empresas interessadas em investir no Estado.

    Não há intervenção do Executivo estadual na definição de onde uma empresa irá construir sua sede. Os incentivos que estão disponíveis para Rondonópolis são os mesmos para Cuiabá e Várzea Grande. Além disso, Maggi destacou que a definição dos incentivos não são uma atribuição do governador. “O incentivo é regido por lei, o governador não tem poder para definir. Existe o Condeprodemat (Conselho) e todos os incentivos passam por lá”, salientou. 

    Segundo Maggi, o município de Rondonópolis tem um secretário de Indústria e Comércio que viaja o Brasil inteiro para visitar investidores em potencial e tentar atrair novas indústrias. Outro exemplo citado foi do prefeito de Sorriso que também tem buscado levar novas empresas para a cidade. “O Estado não tem direcionado investimentos aqui ou ali, os municípios se organizam e tem gente competente para fazer isso. O setor privado tem que estar interessado”, comentou.

    A única intervenção do Estado é tentar fazer com que haja distribuição das grandes empresas, para garantir também a infra-estrutura, habitação, pessoal, entre outros. "É só olhar no site da Rede Cemat e ver o consumo de energia industrial. Todas as regiões cresceram”, disse.

     

    Copa 2014, expansão da Unemat, futuro político e eleições municipais também foram temas respondidos pelo governador durante a entrevista. Maggi foi acompanhado de quatro secretários de Estado. Comunicação Social, José Carlos Dias; Fazenda, Eder Moraes; Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf e Planejamento e Coordenação Geral, Yênes Magalhães, além do presidente da MT Gás, Helny de Paula.   

     

     

    Fonte: Secom-MT

     

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