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Sábado, 29 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    17-06-2008 | 10:06

    A Votorantim Cimentos vai trazer para Mato Grosso cimento de Sergipe. Essa foi a solução encontrada para resolver o problema de desabastecimento do mercado. A empresa tem uma fábrica naquele Estado nordestino que ainda não está operando em sua capacidade total e vai poder atender temporariamente o mercado mato-grossense. Mesmo com o custo do frete, a previsão é que o cimento no varejo tenha o preço reduzido em R$ 3 ou R$ 4. Isso porque os gastos da fábrica serão diluídos por todo o volume fabricado pela unidade de Nobres. O diretor comercial da Votorantim, Marcelo Chamma, estima que o saco do cimento saia da fábrica por R$ 1 a mais.

    Significa que o cimento deve sair dos atuais R$ 23 o saco para R$ 19 ou R$ 20. Antes da alta, o produto era vendido por R$ 18,50. Segundo Chamma a Votorantim deve trazer cimento Poti, de Sergipe, até que janeiro de 2009, data em que deve entrar em operação o novo forno da unidade de Nobres, que vai produzir 320 mil toneladas a mais por ano. Hoje, a produção é de 900 mil toneladas de cimento por ano. A operação de transporte do cimento de Sergipe deve começar de imediato. O primeiro carregamento do Poti deve estar nas lojas de materiais de construção na próxima segunda-feira. A projeção é trazer de 300 a 500 toneladas por dia, ou de 6 mil a 10 mil sacos.

    "A nossa expectativa é abastecer o mercado tão bem quanto antes", diz o diretor comercial da Votorantim. Chamma frisa que a produção do cimento Itaú na fábrica de Nobres está normal e tudo que é produzido está sendo comercializado. Ele frisa que o preço do produto na fábrica não sofreu alteração e que o abastecimento só não está regular porque a demanda aumentou muito. Nos primeiros cinco meses deste ano, Chama destaca que as vendas da unidade de Mato Grosso aumentaram 30%, enquanto o mercado brasileiro teve incremento de 15%. Ele acredita que o setor da construção civil em Mato Grosso ainda deva crescer pelos próximos cinco anos acima da média nacional.

    O diretor comercial da Votorantim diz também que o problema de desabastecimento não foi causado pelas interrupções na produção para manutenção do forno da unidade de Nobres. Conforme ele, é totalmente normal a manutenção de fornos de duas a três vezes no ano. Este ano já houve duas paradas para manutenção. A cada vez são aproximadamente 10 dias sem produção.

    Fonte: Gazeta Digital
    17-06-2008 | 10:06

    Para o presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção de Mato Grosso (Acomac), Wenceslau Júnior, a medida adotada pela Votorantim deve normalizar o abastecimento do mercado em poucos dias, além de reduzir o preço do cimento no varejo. Segundo ele, o preço havia subido porque os comerciantes estavam gastando com frete para trazer o produto de São Paulo e Brasília.

    O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Luiz Carlos Richter, destaca que trazer o cimento de Sergipe vai beneficiar todo mundo. Ele explica que até agora o mais penalizado com o desabastecimento era o pequeno consumidor. "Os grandes tinham contratos fechados com as fábricas e garantiram, além do abastecimento, o preço, que não foi alterado". Já os pequenos além de não terem o produto na quantidade necessitada ainda tiveram que pagar a mais no varejo.

    Richter observa que o setor da construção civil deve continuar aquecido no Estado. Ele lembra que há um crescimento grande de novos investimentos em Mato Grosso. E o problema que antes era a falta de infra-estrutura (asfalto e energia, por exemplo), passou a ser a falta de cimento para as obras.

    O presidente do Sinduscon cita ainda que a liberação da importação de cimento pelo Porto Seco, é apenas um dos elos da cadeia e não resolve todo o problema, por isso há necessidade de várias ações.Ele frisa também que o governo deve assumir sua parte do ônus reduzindo a pauta do cimento (base de cálculo para cobrança de ICMS). (VC)

    Fonte: Gazeta Digital

    17-06-2008 | 10:06

    Grupo Votorantim anunciou ontem a injeção de R$ 300 mi para construção de nova mais uma unidade em Nobres. Diretores do Grupo anunciaram a construção de uma nova planta e a importação emergencial de cimento de Sergipe
    O diretor de Planejamento da Votorantim Cimentos, Luiz Alberto Castro Santos, anunciou ontem em Cuiabá a construção da segunda fábrica de cimento do grupo no município de Nobres (146 quilômetros ao médio norte de Cuiabá). Com investimentos de R$ 300 milhões e prazo de dois anos para entrar em operação, a nova planta duplicará a capacidade de produção da Votorantim (Cimento Itaú) em Mato Grosso, que passará de 1 milhão de toneladas/ano para 2 milhões de toneladas.

    Antes da conclusão da nova fábrica, entretanto, a empresa colocará em funcionamento um novo forno junto à atual planta, com capacidade para produzir 320 mil toneladas de cimento e outros insumos. O forno deve entrar em operação em janeiro de 2009 e significará um acréscimo de 32% sobre a oferta global da fábrica, elevando a produção para 1,32 milhão de toneladas.

    A Votorantim é líder no mercado brasileiro de cimento com mais de 40% de participação, e uma das 10 maiores empresas globais do setor de materiais básicos de construção, com operações no Brasil, Estados Unidos, Canadá e Bolívia. No ano passado, o faturamento líquido da empresa atingiu R$ 5,6 bilhões.

    “Estamos investindo para aumentar a produção e atender a crescente demanda por cimento nos estados de Mato Grosso, Rondônia e Acre”, afirmou o diretor comercial Marcelo Chamma. Segundo ele, o consumo de Mato Grosso está “bem acima da média nacional”. Na verdade, a média de Mato Grosso chega a ser o dobro da média do país, estimada em 15%. No Estado, o consumo médio é de 30%.

    “A nossa previsão é de que Mato Grosso continuará crescendo acima da média devido ao ótimo desempenho da sua economia e à expansão do agronegócio”, afirma Chamma.

    Segundo ele, a indústria da construção civil vive um ciclo de “crescimento sustentável” no Brasil e o compromisso da empresa “é estar ao lado dos clientes e consumidores, acreditando no futuro do país”.

    O diretor de Planejamento da Votorantim, Luiz Castro Santos, explicou que os investimentos anunciados ontem fazem parte do plano de expansão da empresa “somando-se aos investimentos de R$ 1,7 bilhão até 2010 na construção de quatro novas fábricas integradas de cimento nos próximos três anos, além de cinco novas unidades de moagem, reformas, ampliação e modernização de algumas unidades de cimento e argamassa.

    “O nosso objetivo é aumentar a capacidade de produção da empresa em 30%, saltando de 25 milhões de toneladas por ano para 33 milhões de toneladas/ano, e atender a uma tendência de crescimento, regionalização e descentralização do consumo de cimento no Brasil. Queremos também posicionar a empresa geograficamente mais próxima dos mercados de consumo”, afirmou o executivo.

    VENDAS – Dados preliminares da indústria e estimativas de mercado apontam que as vendas de cimento para o mercado interno brasileiro acumuladas nos últimos doze meses – junho de 2007 a maio deste ano – atingiram 47,3 milhões de toneladas, apresentando crescimento de 13,7% sobre igual período anterior.

    No acumulado janeiro-maio de 2008 foram vendidas 20 milhões de toneladas de cimento, da quais 19,7 milhões no mercado interno, representando 15% de aumento sobre igual período de 2007. Em maio deste ano foram vendidas 4,2 milhões de toneladas no mercado interno. As vendas por dia útil apresentaram incremento de 4% sobre abril deste ano e de 20,3% em relação a maio de 2007.

    MATO GROSSO - A Votorantim anuncia que irá trazer cimento da sua fábrica de Laranjeiras (SE), a 2,3 mil quilômetros de Cuiabá. O objetivo é garantir o suprimento do mercado mato-grossense, que ainda continua desabastecido.

    De acordo com Chamma, a empresa irá trazer de 300 a 500 toneladas por dia de cimento (entre 6 mil e 10 mil sacas). “Com isso, o abastecimento será normalizado no máximo em 90 dias”, garante.

    Ele acredita que o custo por bolsa irá encarecer em R$ 1 por saca de 50 Kg, por conta do frete, mas os preços ao consumidor devem cair em torno de R$ 4 por saca em função da oferta, que será aquecida. “Estamos atualmente com preços elevados – R$ 23 a R$ 24 – por causa justamente da falta do produto. Quando estivermos recebendo o cimento de Sergipe, o mercado se ajustará naturalmente e os preços voltarão ao patamar de R$ 19 a R$ 20 a saca”, afirma Chama. Desde setembro do ano passado, o Estado vem tendo problemas para atender ao suprimento de cimentos, item básico da construção civil.  

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-06-2008 | 10:06
    “O setor da construção civil está aquecido e a tendência é o consumo aumentar ainda mais nos próximos meses”, afirma o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção (Sinduscon), Luiz Carlos Richter Fernandes. Segundo ele, a demanda reprimida está em torno de 20%.

    No mercado local o cimento continua em falta e os preços chegaram ao patamar de R$ 24. O reflexo direto disso é o atraso nas obras de construção civil. “Já notamos esse problema e a tendência é o cenário se manter por mais algumas semanas até que a situação seja normalizada”, diz o presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Estado (Acomac), Wenceslau Souza Júnior.

    Segundo ele, o desabastecimento e a conseqüente alta nos preços foram motivados pela paralisação temporária da fábrica de cimento de Nobres e o aquecimento das obras no setor da construção civil.

    Além da alta dos preços, as lojas estão fracionando a venda das bolsas aos consumidores. É o caso da Correia Materiais para Construção, que estava vendendo no máximo três bolsas por cliente. “O produto realmente está escasso, por isso estamos limitando as vendas para atender àqueles que nos procuram”, disse um vendedor da loja. Na Bigolin, o produto ontem estava em falta. “Desde sexta-feira não temos cimento em nossa loja”, disse uma vendedora.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-06-2008 | 10:06

    Evento negociou a compra e venda de 7.892 imóveis

    As expectativas da Caixa Econômica foram superadas: durante os quatro dias do 4oFeirão da Casa Própria do Rio, realizado semana passada, foram vendidos 7.892 imóveis, um total de empréstimos de R$ 645 milhões, contra uma estimativa inicial de R$ 600 milhões. Esses valores também estão acima dos R$ 529 milhões apurados nos cinco primeiros meses do ano. Nos próximos sábado e domingo, será a vez de Niterói sediar o feirão da CEF (no Shopping Bay Market). Do total vendido no evento carioca, 45% eram imóveis novos e na planta, o que mudou o perfil dos negócios feitos em anos anteriores, informa o superintendente regional da Caixa, José Domingos Vargas: - Nos feirões anteriores, a relação de vendas era de 70% de usados e 30% de novo
     
    Pelo SFH, preço médio das moradias foi de R$ 90 mil
     
    Vargas destacou que a idade média de compradores também foi mais baixa - entre 25 e 35 anos - o que reflete o que já vinha sendo percebido pelo mercado. E, nos financiamentos concedidos via Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o preço médio dos imóveis vendidos foi de R$ 90 mil. Para a baixa renda, com empréstimos via Carta de Crédito FGTS, o preço médio foi de R$ 45 mil. Vargas registrou ainda grande procura pela Zona Norte: - A demanda foi maior que a oferta. Os empreendedores devem ficar atentos à região. O evento recebeu 98.670 visitantes. Foram oferecidas 55.060 moradias.

    Fonte: CBIC

    17-06-2008 | 10:06

    Comat/CBIC e Coopercons viabilizam importação do produtoA Comissão de Materiais e Tecnologia (Comat) da CBIC, em conjunto com as Coopercons, está formando grupos de empresas interessadas em importar aço para a construção civil com preços inferiores aos praticados no mercado nacional.

     A operação ocorre via parceria com uma trading e uma empresa de consultoria em comércio exterior.

    Mais informações pelo telefone (62) 3095-5155.

     

    Fonte: CBIC
    17-06-2008 | 10:06

    Setor da construção teve alta de 8,8% no período

    O Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2008, divulgado nesta terça-feira (10) pelo IBGE, apresentou alta de 5,8% se comparado ao mesmo trimestre de 2007. O PIB somou, a preços de mercado nos primeiros três meses do ano, R$ 665,5 bilhões, sendo R$ 560,7 bilhões referentes ao valor adicionado e R$ 104,8 bilhões aos impostos sobre produtos.

    A indústria foi o setor produtivo que registrou maior destaque no período, com um crescimento de 6,9%, seguida pelos serviços (5,0%) e pela agropecuária (2,4%). Na atividade industrial, o setor da construção teve destaque com um crescimento de 8,8%, a maior taxa desde o segundo trimestre de 2004 (10,6%).

    Segundo o IBGE, o resultado se deve a elevação de 24,6% do crédito direcionado para o segmento de habitação. Ainda de acordo com o IBGE, no que se refere à demanda interna, houve crescimento de 15,2% da formação bruta de capital fixo, explicado, principalmente, pelo crescimento da construção civil e pela produção e importação de máquinas e equipamentos, e a menor taxa real de juros dos trimestres iniciados em 2006.

    Já no que se refere à demanda externa, as exportações registraram queda de 2,1% no primeiro trimestre de 2008 e as importações também continuaram crescendo (18,9%) pelo 18º trimestre consecutivo. No acumulado dos últimos 12 meses, a economia brasileira cresceu 5,8%.

    A indústria cresceu 5,7%, seguida pela agropecuária e pelos serviços, ambos com crescimento de 4,9%. Dos subsetores industriais, a construção civil foi o destaque com 6,5%, seguido pela indústria de transformação com 6,0%.  Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana cresceu 5,4%.

    A indústria extrativista mineral cresceu 2,8%. Já com relação ao trimestre anterior, o PIB registrou alta de 0,7%, indicando, no entanto, uma desaceleração que já se observava desde o 3º trimestre de 2007.

    Dentre os setores, a indústria também foi o destaque, com crescimento de 1,6%, seguida pelos serviços (1,0%) e pela agropecuária (-3,5%).

     

     

    Fonte: CBIC
    17-06-2008 | 10:06

    A projeção para a inflação de 2008 pelo IPCA teve forte alta e está agora 1,3 ponto percentual acima do centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). No relatório semanal Focus divulgado ontem pelo Banco Central, a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é o índice oficial de inflação no país, passou de 5,55% para 5,80%. O centro da meta de inflação é 4,50%.

    Para 2009, a projeção do IPCA subiu de 4,60% para 4,63%, superando também o centro da meta. A meta de inflação, tanto em 2008 quanto 2009, tem margem de tolerância de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo. As projeções de inflação pelo Índice Geral de Preços -Disponibilidade Interna (IGP-DI) e Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) para 2008, índices calculados pela Fundação Getúlio Vargas e que refletem bastante a inflação no atacado, também avançaram.

    O IGP-DI subiu de 9,01% para 9,96%, enquanto o IGP-M passou de 8,73% para 10%. Já a previsão para o IPC-Fipe deste ano, que mede a inflação na cidade de São Paulo, passou de 5,50% para 5,52%. A pesquisa Focus reúne projeções de cerca de 100 instituições financeiras. Câmbio e juros - A previsão para a taxa de câmbio, no final deste ano, permaneceu em R$ 1,70 por dólar. Para o final de 2009, a projeção de câmbio caiu de R$ 1,78 para R$ 1,77. Para a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, o mercado financeiro elevou a projeção para 14,25% ao ano, em dezembro de 2008, ante 14% esperados na pesquisa Focus anterior.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-06-2008 | 10:06

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a garantir que o controle da inflação continuará prioritário em seu governo. Em discurso realizado durante homenagem que recebeu na manhã de ontem na BM&F Bovespa pela conquista da classificação de grau de investimento pelo Brasil, Lula admitiu que o país enfrenta uma pressão da inflação sobre alimentos, que é um fenômeno global. Apesar disso, ele assegurou:

    "Nós temos de ter o compromisso de não permitir que a inflação atrapalhe o sonho que o país conquistou". Lula reafirmou que, embora haja um movimento mundial de alta de preços, não é possível permitir que os aumentos pequenos se expandam, colocando em risco as conquistas do país, nem as medidas de longo prazo. O presidente disse que a crise de alimentos no mundo deveria ser classificada de "desafio". Ele assegurou que o Brasil tem condições de dar um grande salto de qualidade na área agrícola, e está preparado para levar seus combustíveis, como biodiesel, para o mercado internacional.

    Apesar de afirmar que manterá a inflação sob controle em seu governo, Lula disse que os mecanismos utilizados para esse controle não devem prejudicar o crescimento sustentável do país. "O Brasil pode atravessar esta onda de crise mundial e continuar em um ritmo de crescimento sustentável", destacou. Ele lembrou que a taxa de investimentos, hoje em torno de 18% do Produto Interno Bruto (PIB), deve chegar a 21% em 2010.

    Ao falar das medidas que seu governo vem tomando para controlar a inflação, Lula elogiou a postura do Banco Central, destacando que a política monetária em vigor vem garantindo o controle da inflação sem prejudicar o ritmo de crescimento da economia. "A inflação não é só responsabilidade do Banco Central e do (ministério da) Fazenda, mas de todos", afirmou. Na avaliação do presidente, o Brasil atingiu um círculo virtuoso, destacando que a aceleração do crescimento foi feita com a inclusão social. "Uma das maiores vantagens da economia brasileira é a potencialidade do seu mercado interno", destacou ele, citando alguns programas de sua gestão.

    Fonte: Gazeta Digital
    16-06-2008 | 19:06
    O Sinduscon Mato Grosso participou nesta segunda-feira (dia 16) de mais uma reunião com a empresa Votorantim para tentar controlar a falta de cimento no Estado. Em curto prazo ficou definido que o Estado vai trazer de Sergipe entre 200 a 500 toneladas/dia de cimento. Já a médio prazo a Votorantim se comprometeu em iniciar no mês de janeiro a construção de mais um forno na fábrica da cidade de Nobres. E a longo prazo a empresa garantiu o investimento de R$ 300 milhões para a construção de mais uma fábrica, também na cidade de Nobres, em dois anos.   

     

    Com essas medidas o Sinduscon acredita que será possível dar um fôlego aos empresários que vivem a expectativa de aumento da procura pelo produto. Participaram da reunião o presidente do Sinduscon-MT, Luis Carlos Richter Fernandes e o representante da empresa Votorantim, Marcelo Chamma.
    16-06-2008 | 18:06
    A comissão do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT) se reuniu nesta sexta-feira (dia 12) para a última rodada de negociação da convenção coletiva. Com o acordo, o próximo passo é levar a decisão á Delegacia Regional do Trabalho de Mato Grosso (DRT-MT) para homologação. Participaram da reunião o vice- presidente de relações trabalhista do Sinduscon, Cláudio Cleber Ottaiano, e o presidente do sindicato dos trabalhadores do setor, Círio Nunes da Silva.
    16-06-2008 | 12:06
    O V Encontro Nacional dos Programas da Qualidade da Construção, será realizado em 23 e 24 de junho de 2008 na cidade de Belém.

     

    O Encontro será promovido pelo Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Habitação e da Coordenação Geral do PBQP-H, e será realizado pelo Pará Obras e Secretaria de Estado de Governo.

     

    O V Encontro, assim como em suas edições anteriores, contará com a participação de representantes de Governos Estaduais e de entidades públicas e privadas ligadas à Construção Civil.

     

    O objetivo do evento, que acontecerá no Complexo Turístico Estação das Docas, é agregar as experiências de consolidação do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat nos Estados, divulgar e debater os resultados obtidos na implementação dos programas da qualidade nos segmentos da Construção Civil brasileira, e avançar no processo de harmonização do PBQP-H nos Estados. 

    Fonte: ABPC

    16-06-2008 | 12:06
    A indústria da construção civil contratou 152,4 mil novos trabalhadores em todo o país no primeiro quadrimestre de 2008, segundo levantamento do SindusCon-SP e da FGV Projetos. No ano, o aumento é de 8,3%. 

     

    Em abril, foram empregados 38,6 mil novos funcionários, uma variação positiva de 2% ante o mês anterior, o que elevou o estoque de mão-de-obra da construção civil para 1,987 milhão, o maior desde 1995, quando o estudo teve a metodologia atualizada. Já nos últimos 12 meses encerrados em abril, a alta é de 16,6%.

      

    No Estado de São Paulo, foram criadas 48,9 mil vagas no quadrimestre, um aumento de 9,4% no total de trabalhadores da construção civil paulista. Com isso, o estoque de mão-de-obra do setor no Estado atingiu o patamar de 565 mil empregados com carteira registrada. Nos últimos 12 meses encerrados em abril, mês em que foram geradas 11,6 mil vagas, a alta do índice é de 21,3%.

      

    Na Capital paulista, o avanço do índice nos quatro primeiros meses do ano foi de 9,7%, com a criação de 24,1 mil postos de trabalho. Em abril, foram contratados 6,6 mil funcionários, uma alta de 2,5% sobre março. Já nos últimos 12 meses, o crescimento chega a 25%. Com isso, o estoque de mão-de-obra da construção civil no município de São Paulo atingiu o patamar de 271,4 mil empregados com carteira registrada.

      

    Regiões do Brasil – Com resultados positivos em todas as regiões do país, a maior variação mensal percentual do nível de emprego na construção civil foi no Centro-Oeste, que registrou alta de 3,2% em abril (+4,8 mil trabalhadores), comparado a março. Já na Região Sudeste, o crescimento foi de 2,3%, ou 25.445 vagas a mais.

      

    No Sul, as 5,1 mil vagas geradas em abril representaram avanço de 1,9% e, no Nordeste, foram contratados 1,9 mil trabalhadores, o equivalente ao aumento de 0,5% - ambos na base de comparação mensal referente a março.

    Mas o principal destaque positivo de abril ficou por conta do Norte, que após três meses de perdas voltou a apresentar crescimento e teve 1,3% de alta no índice, o que representou para a região 1,2 novas vagas na construção civil.

    Fonte: Sinduscon SP

    16-06-2008 | 12:06

    O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) subiu 1,07% no período até o dia 15 deste mês, taxa 0,05 ponto percentual (p.p.) abaixo do registrado na semana até o dia 7 (1,12%). Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). Os preços dos alimentos desta vez foram os que mais contribuíram para a redução.

    O grupo Alimentação recuou de 2,98% na primeira semana deste mês para 2,78%, com destaque para hortaliças e legumes (12,48% para 9,37%), panificados e biscoitos (4,77% para 3,71%), óleos e gorduras (0,82% para 0,11%) e laticínios (1,20% para 0,92%).

    Os grupos Transportes (0,17% para 0,09%), Vestuário (0,46% para 0,39%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,73% para 0,67%) também recuaram, com destaques para seguro facultativo para veículo (1,70% para -0,07%), calçados (-0,42% para -0,67%) e medicamentos em geral (0,89% para 0,59%), nesta ordem.

    Já os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,44% para 0,56%), Despesas Diversas (-0,02% para 0,07%) e Habitação (0,36% para 0,39%) registraram alta, com destaque para passagem aérea (8,68% para 10,08%), mensalidade para TV por assinatura (-1,24% para -0,50%) e taxa de água e esgoto residencial (0,34% para 0,73%).

     

    Fonte: Folha online

    16-06-2008 | 12:06
    O crescimento e a consolidação do mercado de capitais brasileiro nos últimos anos fizeram o valor das empresas listadas na Bovespa se equiparar pela primeira vez ao tamanho do PIB brasileiro --algo impensável no começo da década.

    As cerca de 450 companhias listadas na Bolsa de Valores de São Paulo representam um valor de aproximadamente R$ 2,5 trilhões. O PIB (Produto Interno Bruto) do país fechou 2007 em R$ 2,55 trilhões.

    Em maio, quando a Bovespa atingiu seu recorde histórico de pontuação, o valor das empresas superou os R$ 2,6 trilhões.

    O que se via até 2005 era uma diferença muito grande no tamanho da Bolsa em comparação à economia brasileira. Em 1996, o valor de mercado das empresas cotadas na Bolsa representava aproximadamente 27% do PIB. Em 2000, essa proporção havia subido, mas se mantinha em níveis baixos, em torno de 37%.

    A expansão mais acelerada no valor da Bolsa começou a ser sentida depois de 2005, período em que o mercado acionário iniciou sua retomada, com o número de IPOs (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) crescendo a cada ano.

    Agora, o mercado brasileiro começa a poder ser comparado, em termos proporcionais de tamanho, ao dos países desenvolvidos, em que a correlação entre a Bolsa de Valores e o PIB costuma rondar os 100%.

    "O mercado de capitais embalou nos últimos tempos. Entramos em um outro patamar no que se refere à captação de recursos via mercado de capitais. E a Bolsa está em um novo nível, o que é relevante para atrair capital externo e manter seu ritmo", afirma Carlos Daniel Coradi, diretor-presidente da EFC (Engenheiros Financeiros & Consultores).

    Como os números de capitalização na Bolsa oscilam todos os dias, com o sobe-e-desce das ações, sua correlação com o PIB pode variar bastante em determinado período.

    Mesmo assim, a comparação entre os dois indicadores costuma ser acompanhada pelos analistas, pois serve de parâmetro para medir o desenvolvimento do mercado e a força das empresas de capital aberto.

    No dia 20 de maio, a Bovespa registrou a maior pontuação de sua história: 73.516 pontos. A pontuação acompanha o valor das ações. Assim, um nível recorde de pontos mostra que nunca as ações valeram tanto.

    Esse pico alcançado pela Bolsa é relevante para a economia, pois um mercado de capitais evoluído representa uma importante fonte de diversificação de captação de recursos pelo setor privado.

    As empresas lançam ações para levantar recursos, que posteriormente são utilizados para a realização de novos investimentos ou quitação de dívidas. Dessa forma, um país que tem um mercado de capitais fraco deixa de aproveitar uma relevante fonte de captação de recursos, forçando empresas a dependerem ainda mais de empréstimos bancários.

    "O mercado de capitais tem tido uma expansão muito vigorosa. Isso reflete também uma economia que tem crescido de forma mais sustentável. A diversificação dos instrumentos de financiamento é importante para a economia seguir se expandindo", afirma Roberto Padovani, estrategista de investimentos sênior para a América Latina do WestLB.

    O ano de 2007 foi especialmente significativo na consolidação do mercado de ações: a Bovespa registrou a entrada de 63 novas companhias em seu pregão -o melhor resultado em muitos anos.

    Essa retomada do mercado acionário -que viu o número de empresas listadas cair de mais de 500 companhias no fim da década de 90 para cerca de 390 em 2004- mostra que os empresários estão redescobrindo essa alternativa para levantar recursos. Atualmente, há aproximadamente 450 empresas com ações na Bolsa.

    O que analistas de mercado afirmam é que, mais do que o simples aumento do número de companhias listadas, houve uma melhora no perfil delas.

    Muitas empresas que não mais acreditavam na Bolsa e que passavam longos períodos sem terem seus papéis negociados no pregão cancelaram seus registros de companhia de capital aberto na última década, dando lugar a novatas mais interessadas e confiantes no mercado acionário doméstico.

    Fonte: Folha online
    16-06-2008 | 12:06

    Na semana passada, o governo anunciou que a economia do país está avançando no ritmo mais forte desde 1996: o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 5,8% no período de 12 meses encerrado em março.

    Empresários e consumidores querem acreditar que, desta vez, é pra valer. Entretanto, analistas estrangeiros ouvidos pela Folha afirmam que há um considerável risco de os progressos obtidos nos últimos anos não se sustentarem se algumas reformas estruturais não forem feitas --e logo.

    "Pela ótica da comunidade internacional de investidores, o Brasil está muito mais atraente agora do que nos últimos anos, tanto política quanto economicamente", diz Mahrukh Doctor, professora da Universidade de Hull, no Reino Unido, e pesquisadora do Centro para Estudos Brasileiros da Universidade de Oxford.

    A política monetária levada a cabo pelo Banco Central é sempre citada como um dos pilares da evolução recente do país.

    "Justamente por causa do seu histórico, o Brasil não se mostra complacente com a inflação e seus efeitos. A sociedade, por sua vez, parece estar mais disposta a fazer sacrifícios a fim de evitar que esse mal volte, pois entende que a estabilidade de preços é crucial", comenta Doctor, fazendo uma ressalva em seguida: "Essencial, importantíssima, mas não suficiente, devo dizer".

    A lista das melhorias prioritárias inclui infra-estrutura, sistema tributário, Previdência Social e leis trabalhistas. "O atual governo não está fazendo a sua parte", lamenta Doctor.

    A preocupação mais urgente, na avaliação dos analistas, é com a elevação dos gastos públicos. "Essas despesas estão demasiadamente altas e precisam ser controladas. Aumentar o superávit primário para 4,3% do PIB, como anunciado pelo Ministério da Fazenda há alguns dias, não representa economia nenhuma, na realidade, porque o aperto está sendo obtido a partir de um aumento temporário de arrecadação. Se houver uma crise mundial forte, os ventos favoráveis cessam. As dúvidas quanto a isso devem provocar cautela. É hora de ficar alerta e montar as defesas adequadas para continuar crescendo rápido no médio e longo prazo", destaca Thomas Trebat, diretor-executivo do Instituto para Estudos Brasileiros da Universidade Columbia, nos EUA.

    A consultoria americana Global Insight, uma das mais conceituadas no mundo, prevê que o país termine o ano com um crescimento de 5,1%, que ainda é elevado. Esse número considera um panorama de "aterrissagem suave" para a China --o país se desaceleraria devagar, ainda demandando um grande volume de commodities agrícolas e metálicas do Brasil, porém diminuindo um pouco, também, as pressões sobre os preços das matérias-primas.

    "Apesar das incertezas no cenário global, estamos otimistas porque os investimentos nas empresas têm sido altos e devem continuar assim, de forma a atenderem melhor a demanda interna", diz Rafael Amiel, diretor para a América Latina da Global Insight.

    "O país tem tudo para dar certo. É um forte exportador de alimentos e de tecnologia para biocombustíveis, produtos que serão muito demandados pelo mercado. O governo só não pode deixar de encarar seriamente os desafios que se impõem neste momento. Tem que trabalhar duro para conseguir fazer as mudanças enquanto é possível", reforça Doctor.

    Fonte: Folha online
    14-06-2008 | 11:06
    Oferta de moradias menores e mais baratas cresceu 8% entre janeiro e março.
    Mercado quer conquistar famílias com renda de até dez salários-mínimos.O mercado imobiliário parece ter descoberto um filão que há muito tempo esperava por lançamentos: o de baixa renda. São imóveis de 50 metros quadrados com prestações em torno de R$ 300. A área de lazer é completa, com piscina, quadra e churrasqueira. Mas os prédios têm muitos apartamentos para baratear os custos.

    A oferta de moradias menores e mais baratas cresceu 8% nos três primeiros meses do ano, como mostra pesquisa da Federação do Comércio. É alta para um segmento que estava parado, mas em comparação a outros tipos de imóveis, ainda é tímida. Esse mercado quer conquistar 2,6 milhões de famílias, quase a metade das que moram na Grande São Paulo, que têm renda de até dez salários-mínimos.

    “O que se chama de ‘boom imobiliário’ nos últimos anos ocorre nas faixas de renda que hoje têm acesso a crédito e acesso a imóveis que já são preparados para esses segmentos. São imóveis que são feitos e pensados para esses segmentos, o que não ocorria antigamente”, explica Fábio Pina, assessor econômico da Fecomércio.

     

      Características do imóvelO professor Alexandre Arcanjo procura um apartamento que não o deixe com muitas dívidas, mas também faz questão de ser mimado. “O consumidor não está apenas procurando quatro paredes. Ele está procurando algo mais. Ele procurando ser valorizado. E esse valor não se coloca no papel”, comenta Arcanjo.

    Dentro do apartamento, a suíte tem que estar na lista de qualquer construtora que queira investir em imóveis mais populares. As famílias também escolhem plantas que distribuem melhor os espaços. Em um apartamento, a cozinha americana fez sucesso.

    Endereço o vendedor Rodriano Couto já tem: acaba de comprar em um prédio. Vai ser vizinho de quase 1,7 mil famílias. Quase todas as unidades foram vendidas em seis meses, mas só serão entregues daqui a três anos.

    “Estava planejando para o ano que vem, mas pode ser que agora atrase um pouco, porque vai ser entregue em 2011. Não sei se vou conseguir enrolar minha noiva até lá”, brincou o vendedor Rodriano Couto.

    As construtoras e imobiliárias descobriram mais uma maneira de garantir as vendas: em muitos casos já não exigem mais comprovação de renda, porque o próprio imóvel fica sendo a garantia do financiamento. 

    Fonte: Portal G1

    14-06-2008 | 11:06

    Saída de indústrias valoriza terrenos e muda bairros paulistanos.
    Metro quadrado na cidade valorizou cerca de 50% em cinco anos.
    Vivendo um de seus melhores momentos na história, o setor imobiliário brasileiro encontra um entrave na cidade de São Paulo: a falta de espaço. Bloqueada de quase todos os lados por outras cidades, a capital paulista não tem para onde se expandir. A resposta de construtoras e incorporadoras à questão tem sido fazer a cidade 'crescer para dentro' - ocupando áreas deixadas pelas indústrias. 

    "É uma solução de desenvolvimento para uma cidade que está densamente ocupada e que não tem mais para onde ir. Os terrenos das indústrias são dos poucos espaços de maior expressão que a cidade tem para crescer", diz Luiz Paulo Pompéia, presidente da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), empresa privada especializada em consultoria na área imobiliária.

    A readequação de espaços está redefinindo bairros inteiros da cidade, como a Mooca, a Barra Funda e a Chácara Santo Antonio. Nessas regiões, indústrias e galpões dão lugar a grandes empreendimentos residenciais e comerciais, promovendo um adensamento e uma reurbanização.

    "Hoje São Paulo está crescendo nos lugares não tão óbvios, como no passado eram os bairros residenciais", diz Fabio Romano, diretor de incorporação São Paulo da Gafisa, uma das principais construtoras e incorporadoras do país.

     

     Custo alto e centralidade

    Os custo crescentes da mão-de-obra, IPTU, seguro, e as dificuldades de transporte, que pioram a cada dia, 'expulsam' as indústrias da capital para o interior ou para outros estados. "Além disso, muitas sofreram pressões da população ao redor para sair, por conta da poluição", diz o advogado tributarista Ivan Tauil.

    Na saída, as empresas aproveitam para se capitalizar com a venda desses terrenos – só nos últimos cinco anos, o preço médio do metro quadrado na cidade subiu cerca de 50%.

    "Não tem sentido a indústria, cujo objetivo é produzir, ficar em cima de um terreno valioso", diz Pompéia. "Ainda mais quando ela recebe incentivos para ir para outros municípios, benesses fiscais, tributação baixa".

    O presidente da Embraesp aponta, ainda, que muitas das construções industriais paulistanas estão ultrapassadas diante das novas exigências de mercado. "Há uma série de tecnologias que essas construções antigas não atendem. Hoje, é preciso um piso mais reforçado, um pé-direito mais alto que antigamente", diz.

    "É uma estratégia de capitalização das empresas. Vendem os terrenos que têm em regiões valorizadas e têm capacidade de buscar áreas menos valorizadas, e às vezes com melhor infra-estrutura para a atividade que desenvolvem", diz o advogado Tauil.

    A lógica que tira indústrias da cidade é a mesma que traz novos empreendimentos. "Essa debandada das fábricas está gerando negócios para nós. Estamos precisando desses espaços", reconhece o diretor da Gafisa. Foi o que aconteceu com o local ocupado pela fábrica de chocolates da Kopenhagen, no Itaim Bibi. Em 1996, a indústria transferiu a operação para Barueri, na Grande São Paulo, dando lugar ao Brascan Century Plaza, um complexo residencial e de serviços. No Paraíso, no lugar da antiga fábrica da Brahma, hoje há um grande empreendimento residencial recém-completado. Outra cervejaria, a Antarctica, abriu espaço para um condomínio no Butantã.

    "As grandes indústrias saem porque o terreno é muito caro. O ativo fica muito valorizado no terreno, e elas podem buscar outros lugares", diz Marcos Levy, presidente da Brascan Residential Properties.

    Além do terreno no Itaim Bibi, a Brascan também adquiriu, ainda na década de 1980, dois grandes espaços em Moema: o da metalúrgica Barbará e o da fábrica de brindes Pombo (hoje em Cotia). Só o terreno da metalúrgica abriu espaço para cerca de 15 edifícios, segundo Levy.

     

    "Esses espaços já têm toda a infra-estrutura: ruas já prontas, água, luz, metrô e trens próximos", diz João Crestana, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). "São locais excepcionais para o trabalhador morar, perto de uma zona de escritórios, ou de locais onde há serviços, hospitais, universidades", aponta.

     

     Empreendimentos multiuso

    A maior atratividade para as construtoras, no entanto, está no tamanho. "Os terrenos ficaram caros, então você tem que diluir certos custos fixos na escala. Isso é essencial hoje na cidade de São Paulo", diz Crestana. Com um terreno maior, o incorporador consegue reduzir o preço do produto final, construindo um número maior de unidades.

    Levy, da Brascan, aponta outra vantagem: "Esse tipo de terreno tem um dono só. Para 'fazer' um terreno desses em outro lugar da zona urbana, é preciso comprar de pelo menos 30 proprietários", diz.

    O modelo de empreendimento atual também exige áreas maiores. "As incorporadoras precisam desses espaços para fazer um condomínio clube, complexos mix com serviços", diz Romano, da Gafisa.

     

    "Isso é o que você está vendo no mundo inteiro, os terrenos 'multiuso'. Acredito que daqui para frente a grande maioria dos empreendimentos vá seguir por esse caminho", concorda o presidente da Embraesp.

     

     Reurbanização Para o paulistano que busca a casa própria, investir em imóveis em áreas readaptadas traz algumas vantagens, segundo os especialistas. A primeira delas é o preço – num bairro nobre, um imóvel custa consideravelmente mais caro.

    Com a reurbanização da região, vem a segunda vantagem: a valorização. Construído em um terreno industrial na Chácara Santo Antônio, o Olimpic, da Gafisa, por exemplo, registrou valorização de 25% em um ano e meio ainda antes de sua conclusão, segundo o diretor da incorporadora.

    "As pessoas estão aceitando hoje morar nesses bairros, o que não aceitavam antes. E o grande interesse desse público está exatamente na valorização desses bairros, o que acontece quando se tornam residenciais", diz Romano.

     

     Disputa

    No radar das incorporadoras estão bairros em todas as regiões da cidade: Vila Leopoldina, Tatuapé, Vila Guilherme, Santo Amaro, Casa Verde.

    Segundo Marcos Levy, da Brascan, hoje já existem até poucas indústrias com terrenos realmente grandes que estão à venda. Um dos mais disputados, o da Giroflex (que se mudou para Taboão da Serra no ano passado), foi negociado no início do ano, segundo informações do mercado.

    A 'jóia da coroa' atualmente é o terreno onde funcionava a fábrica da Monark, na Marginal Pinheiros, com cerca de 140 mil metros quadrados. "As incorporadoras estão quase em licitação", diz o executivo da Gafisa. Estima-se que a área esteja sendo negociada por R$ 300 milhões.

    Fonte: Portal G1

     

     

     

    14-06-2008 | 11:06
     O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, previu hoje um "longo período de baixo crescimento" para a economia mundial, apesar dos bons dados macroeconômicos do primeiro trimestre.
         
         Em entrevista coletiva concedida ao término da cúpula de ministros de Finanças do Grupo dos Sete Países Mais Desenvolvidos e a Rússia (G8), em Osaka (Japão), Strauss-Kahn indicou que haverá um arrefecimento, embora "não muito profundo".
         
         O diretor-gerente do FMI admitiu, no entanto, que os dados do PIB do primeiro trimestre na Europa, nos Estados Unidos e no Japão foram "melhores que o esperado", mas disse que "o perfil dos próximos meses não variará substancialmente".
         
         Além disso, o diretor da instituição multilateral se referiu na entrevista coletiva ao aumento dos preços dos alimentos e do petróleo, aspectos que praticamente centraram a reunião dos ministros do G8 em Osaka.
         
         Na sua opinião, há razões "de economia real" por trás dessas fortes altas, sobretudo o desequilíbrio entre a oferta e a demanda de matérias-primas.
         
         Ele reconheceu, no entanto, que isso "não é suficiente para explicar" a alta nos preços que, no caso do petróleo, chegaram a duplicar em apenas um ano.
         
         Strauss-Kahn disse que, durante o encontro, alguns ministros de Finanças falaram sobre a possibilidade de os movimentos especulativos serem uma das razões, apesar de só o italiano Giulio Tremonti o ter dito abertamente neste encontro.
         
         A cúpula econômica de Osaka acabou neste sábado com uma declaração dos membros do G8 (Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Itália, Japão e Rússia) na qual expressam sua preocupação com as pressões inflacionárias derivadas dos altos preços do petróleo e dos alimentos, e com os "ventos contrários" que ameaçam a economia mundial. 
    Fonte: 24 horas news
    14-06-2008 | 11:06

    Pesquisa realizada pelo Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon) de São Paulo constatou junto a dez instituições bancárias que a taxa média mensal de juros para empréstimo pessoal aumentou de 5,59% no mês passado para 5,61% este mês. O maior aumento foi de um banco oficial, o Banco do Brasil, que alterou sua taxa de 5,60% para 5,90%.

    Dos demais bancos pesquisados, apenas o HSBC aumentou sua taxa de empréstimo pessoal de 4,74% para 4,78%, na comparação de maio para junho, enquanto o Unibanco baixou de 6,59% para 6,45% ao mês. Os outros bancos pesquisados (Caixa Econômica Federal, Itaú, Bradesco, Nossa Caixa, Real, Safra e Santander) mantiveram as taxas de crédito pessoal.

    A mesma pesquisa verificou que o aumento foi maior nos juros do cheque especial, cuja taxa média de 8,61% ao mês, em maio, evoluiu para 8,73%. Nesse caso, a maior variação (de 10,74%) foi do Santander, que alterou a taxa de 8,38% no mês passado para 9,28%. O BB também aumentou sua taxa de 8,15% para 8,30%, enquanto o HSBC passou de 8,43% para 8,60%. Nos demais bancos não houve alteração na taxa do cheque especial.
    Fonte: Mídia News

     

     

     

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