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Sábado, 22 de Julho de 2017
NOTÍCIAS
    19-07-2008 | 11:07
    Com o segundo maior volume de recursos liberados nos primeiros cinco meses deste ano, o setor industrial (extrativa e de transformação) soma desembolsos no valor de R$ 215,5 milhões, representando 22,4% do montante total liberado este ano. Na comparação com o ano anterior, quando os empréstimos a este segmento totalizaram R$ 28,1 milhões, o crescimento é de 666,9%. O desempenho industrial também é um dos que vem registrando curvatura ascendente no Estado, responsável por boa parte dos postos de trabalho oferecidos no primeiro semestre deste ano.

     

    Somente as indústrias alimentícia e de bebidas são responsáveis por desembolsos no valor de R$ 192,6 milhões e R$ 10,6 milhões, respectivamente, sendo que juntam somam R$ 203,2 milhões nos primeiros cinco meses deste ano. O valor é equivalente a 94,9% do total do setor. No mesmo período de 2007, as duas juntas totalizaram apenas R$ 22,6 milhões em financiamentos, sendo que a de alimentação abocanhou 96,9% do bolo total ou R$ 21,9 milhões.

     

    Para o assessor Econômico da Federação das Indústrias de Mato Grosso, este desempenho é motivado pelos vários empreendimentos que foram inaugurados desde o ano passado e que aos poucos têm o volume de recursos liberados pelo agente financeiro. Ele cita, por exemplo, que indústrias como a da Sadia e da Perdigão são algumas das que vieram para o Estado, e que demandaram altos valores para sua instalação. Ele completa ainda que o BNDES financia até 80% do valor total do projeto, sendo que o restante é aporte próprio.

     

    Outro segmento que vem se destacando é o da construção civil, que segundo o balanço do banco, contabilizou R$ 6,6 milhões em empréstimos este ano, aumento de 32% sobre os R$ 5 milhões verificados no mesmo período do ano passado.(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-07-2008 | 11:07
    O setor de Comércio e Serviços de Mato Grosso já conta com participação de 20% no orçamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro Oeste (FCO) em 2008. Para este ano, os recursos somam R$ 846 milhões, divididos igualmente entre o Rural e o Empresarial, ou seja, ambos com R$ 423 milhões. Anteriormente, a participação do setor era de apenas 10% do volume total, e na última reunião do FCO, realizada no dia 8 deste mês em Brasília, o percentual foi dobrado, atendendo um anseio antigo dos empresários.

     

    Com o percentual antigo, a quantidade de recursos destinados ao segmento era de R$ 84,6 milhões e agora saltará para R$ 169,3 milhões. A majoração na participação já consta na Medida Provisória 432, a mesma que trata da renegociação das dívidas agrícolas, e já foi aprovada pelo governo federal. O Artigo 4º, da MP descreve: "Os Fundos Constitucionais de Financiamento poderão financiar empreendimentos comerciais e de serviços, até o limite de vinte por cento dos recursos previstos, em cada ano, para esses Fundos, admitido que esse limite seja diferenciado por Unidade Federativa e elevado para até trinta por cento, consoante decisão do respectivo conselho deliberativo no contexto da aprovação da programação anual de aplicação dos recursos."

     

    Para o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, a alocação dos recursos favorecendo o setor de Comércio e Serviços é uma conquista, resultado da articulação junto ao governo federal, o que impulsionará a busca pelo financiamento, que tem os menores juros do mercado. Além disso, o setor era o que tinha a maior demanda dentro do orçamento do FCO Empresarial.

     

    Balanço FCO - De acordo com balanço do Banco do Brasil (de janeiro a maio) foram contratados pelo setor de Comércio e Serviços R$ 45,981 milhões divididos entre 529 operações. A cifra é 118,6% maior que o volume liberado no ano passado, quando foram contratados R$ 21,029 milhões em 158 operações.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-07-2008 | 11:07
    O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,59% na segunda quadrissemana de julho, informou ontem a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A alta foi a mais baixa desde o fechamento do mês de abril, quando a inflação na capital paulista subiu 0,54%.

     

    O índice, que mede a inflação na cidade de São Paulo, desacelerou-se em relação ao resultado da primeira quadrissemana (0,77%) e ficou um pouco abaixo das previsões dos analistas, que variavam de 0,60% a 0,72%, segundo pesquisa da Agência Estado. As principais contribuições para o desempenho do índice foram dadas pelos preços dos grupos habitação (que passou de 0,12% para -0,11%) e alimentação (de 2,34% para 1,85%). Também subiram menos os preços dos grupos vestuário (de 0,34% para 0,09%) e educação (de 0,11% para 0,07%). A variação do grupo saúde foi idêntica à da primeira quadrissemana (0,74%). Os grupos que apresentaram elevação entre a primeira e a segunda prévia foram transportes (de 0,12% para 0,17%) e despesas pessoais (de 0,88% para 1,00%).

     

    No grupo habitação, foi determinante a queda dos preços do item energia elétrica para a queda de preços deste grupo. Este movimento de baixa é um reflexo da decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que definiu porcentuais menores para julho do que os de junho para a incidência de PIS/Pasep e Cofins na conta dos consumidores atendidos pela Eletropaulo. Entre os itens que ajudaram na alta menor do grupo alimentação, merece destaque as variações menores de preço do arroz e do feijão.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-07-2008 | 11:07
    Semana passada coordenei um evento da Ello Empresarial, que reuniu empresários e gestores para assistirem ao debate "Competindo com Gigantes", tratando de estratégias para empresas regionais crescerem competindo com marcas mais fortes, muitas vezes mundiais. O debate foi entre três empresários atuantes no mercado de MT e cujas empresas vivem essa realidade. De todas as perguntas que responderam, da platéia ou do mediador, sobre uma delas eu gostaria de falar. A pergunta foi "Afinal, qual é o segredo do sucesso?". Quem não gostaria de saber a resposta desta pergunta? E quantos acreditam que já sabem, porém quando a respondem, não há muitos que concordem. Polêmica à parte, já que o sucesso é uma referência pessoal e, portanto, não há uma única resposta, interessante foi um aspecto apresentado no debate: "O segredo do sucesso está em saber perder".

     

    Esta afirmação nos leva à máxima de que nenhum "empresário é de sucesso se já não experimentou ao menos uma vez a falência". Particularmente discordo dessa afirmação, porém concordo que saber perder é, sem dúvidas, um aspecto importantíssimo do sucesso de qualquer empreendimento e, muito mais, para o sucesso de uma vida inteira. Saber perder significa aceitar que as coisas não vão acontecer exatamente da maneira que desejamos ou planejamos, simplesmente porque há fatores demais, variáveis que estão fora dos nossos controles, que vão acontecer. Não se trata de ser pessimista e nem Polyanna. O pessimista só vê o problema e o Polyanna só a solução. Ser otimista pressupõe ver o problema e a solução.

     

    Saber perder pressupõe olhar para uma situação, entender que você cometeu um erro e não se desesperar por isto. Chamamos esta competência, em coaching, de "coeficiente de adversidade". Líderes excepcionais possuem um "QA" altíssimo. Conseguem lidar com obstáculos, muitas vezes chegando ao fundo do poço e sair de lá rapidinho. Não se trata, portanto, de não errar ou nunca passar por uma situação difícil, porque isso é impossível. Mas, sim, experimentar o problema, reconhecer que ele existe, aceitar efetivamente, buscar alternativas para solucioná-lo e colocá-las em prática.

     

    Muitos líderes perdem tempo demais antes de reconhecer que ele existe, porque temem ser percebidos pela equipe, pelos clientes, pelo mercado, como incompetentes. E, muitas vezes, quando resolvem agir já é tarde demais. Saber perder é algo difícil porque requer muita auto-estima, o que sabemos é algo que poucos possuem em "dose certa". Isso porque muitas pessoas acreditam no mito de que alguém de sucesso é alguém "perfeito", que tem todas as respostas, que é "certeiro" nas decisões, que quase nunca erra.

     

    Eu realmente gostaria de conhecer esta pessoa! Mas não creio que o farei em vida. Pare por um minuto e pense. Pense em como você tem lidado com seus erros. Seu erros em cada um dos papéis que vive, seja como pai, como mãe, como filho, como amigo, como profissional, como empresário, enfim, em todos os aspectos da sua vida. Se você olhar com humildade para sua atuação, perceberá quantos erros estão sendo cometidos e quanta oportunidade de melhoria existe.

     

    O segredo está na velocidade em que você percorre a etapa numero 1, de reconhecer o erro, e a de número 4, de colocar as soluções em prática. Não deixe que o mundo te convença do seu erro. Para que alguém te "convença", muitos argumentos precisarão ser ditos e, dependendo da sua auto-exigência com relação à sua performance, o tempo para que haja esse convencimento geralmente é maior do que a situação exige. Se isso precisar acontecer para que você "mude de rumo", poderá ser tarde demais.

     

    Lorena Lacerda é "coach" de executivos em Cuiabá

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-07-2008 | 11:07
    As vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), mais uma instituição revisa para cima sua projeção para o rumo da Selic. Desta vez foi o Citibank Brasil, que substituiu sua estimativa de alta de 0,50 ponto porcentual pela de 0,75 pp na próxima semana.

    No relatório de julho, a equipe do UBS Pactual também explicitou a mudança de posição nesse sentido. Se a expectativa destas instituições estiver correta, a Selic volta a 13% ao ano, nível verificado pela última vez em janeiro do ano passado.

    O economista-chefe do Citibank, Marcelo Kfoury, não descarta a possibilidade de mais instituições mudarem suas projeções até quarta-feira, quando a decisão do Copom será anunciada. "Isso pode acontecer se a Focus voltar a mostrar piora", afirmou.

    Algumas impressões levaram à revisão da aposta do Citibank, de acordo com Kfoury. A primeira foi a deterioração das expectativas do mercado na pesquisa semanal Focus, do Banco Central, para a inflação de 2009. O documento mostrou que houve uma alta da mediana das projeções de 4,91% para 5% no período. Esta piora, de acordo com ele, manteve o juro real ante no nível de 8,70%, que vem sendo visto desde abril - antes estava em 7%. "Ou seja, mesmo a alta de 1 ponto base da Selic desde abril (duas altas de 0,50 pp foram decididas pelo Copom no período) não surtiu efeito sobre o juro real", considerou.

    Ainda neste ponto, Kfoury acredita que a própria projeção do Banco Central para a inflação do próximo ano deve passar por uma alteração de 4,7%, de acordo com o último Relatório Trimestral de Inflação, divulgado ao final de junho, para 5,1%. "O presidente (do BC, Henrique) Meirelles tem sido enfático ao dizer que a autoridade monetária será firme em trazer a inflação para o centro da meta em 2009", observou. "Se o BC não abandonou a meta e a projeção continua a subir, é compreensível que acelere a alta agora", continuou.

    Ainda que a política monetária exerça um efeito mínimo sobre o IPCA deste ano, Kfoury ressalta que a atuação do BC ficará por conta do canal das expectativas. "O BC ainda está lutando para não romper a meta de 2008, pois isso teria como reflexos a necessidade de uma desinflação maior em 2009 e a perda da credibilidade do BC, o que deixaria Meirelles numa situação não muito confortável", avaliou.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    19-07-2008 | 11:07
    Mato Grosso abriu 34 mil novos postos de trabalho no primeiro semestre. O Cadastro de Empregados e Desempregados aponta que o Estado cresceu muito mais que a média nacional.

     

    Fonte: TVCA
    19-07-2008 | 11:07
    Brasília - O Brasil lidera a exportação para a Argentina em quase todos os segmentos ligados a casa e construção civil. O superávit brasileiro com o país vizinho no setor é de US$ 348 milhões. Os dados são resultados de um estudo realizado pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) sobre as oportunidades dos empresários brasileiros deste setor na Argentina.

    O estudo aponta que o setor de casa e construção da Argentina foi beneficiado pelo aumento do consumo e dos investimentos registrado nos últimos anos. Com isso, houve um aumento na venda de propriedades novas e nas reformas, e as classes média e alta buscam cada vez mais produtos de maior qualidade e de valor agregado.

    A coordenadora da unidade de inteligência comercial da Apex, Ana Paula Repezza, diz que o Brasil deve aproveitar este cenário positivo, tirando proveito de vantagens como a proximidade geográfica e as facilidades tarifárias proporcionadas pelo Mercosul.

    Apesar disso, quem quiser negociar com a Argentina deve prestar atenção a fatores como a inflação, a intervenção do Estado na economia e o risco energético, que pode comprometer os setores de máquinas, equipamentos e eletroeletrônicos.

    Os empresários brasileiros também devem ficar atentos à concorrência, especialmente dos países asiáticos. A China aparece em segundo lugar em quase todos os segmentos e a Tailândia assinou recentemente com a Argentina um acordo de preferências comerciais.

    O caminho para driblar essa concorrência, segundo Repezza, é apostar na qualidade como diferencial dos produtos brasileiros. “Esses países costumam entrar nos mercados através de grandes volumes de vendas, com preços mais baixos e qualidade inferior. Por isso, o produto brasileiro deve se posicionar como um produto de alta qualidade e com um nicho diferenciado”, diz.

    Dentre os segmentos que mais se destacam nas negociações com a Argentina no setor de construção civil, Repezza destaca o setor de vidros, principalmente os utensílios domésticos e objetos decorativos, que tiveram um crescimento de mais de 800% nos últimos anos nas exportações para a Argentina.

    No setor de móveis, as exportações para o país vizinho no ano passado somaram US$ 134 milhões, segundo a coordenadora. Ela cita também o setor de refrigeração e ambientação térmica, metais sanitários, componentes para móveis, além de mármores, granitos e cerâmicas de alta qualidade.

    Os dados levantados pela Apex vão subsidiar o evento Brasil Casa Design, que acontece entre os dias 2 e 4 de setembro, em Buenos Aires. O objetivo é trabalhar a imagem do Brasil como um fornecedor de produtos de alta qualidade, design diferenciado e valor agregado. Para isso, será montada uma casa para exposição, composta apenas por produtos brasileiros.

    Fonte: Agência Brasil
    18-07-2008 | 11:07
    Outro setor que se destacou na geração de empregos com carteira assinada no primeiro semestre de 2008 foi o de serviços. O saldo deste segmento foi de 6,354 mil vagas, diferença entre as 31,882 mil contratações e as 25,528 mil demissões. O de comércio empregou 40,971 mil trabalhadores e demitiu 35,876 mil pessoas, responsável por um saldo de 5,095 mil vagas.

     

    A ampliação na oferta de emprego este ano é verificada também na construção civil. No primeiro semestre deste ano, o saldo foi de 5,524 mil. Ao todo foram admitidos 18,650 mil pessoas e as demissões totalizaram 13,126 mil. Na comparação com igual período do ano anterior, o saldo teve um incremento de 65,5%, ante as 3,337 mil vagas verificadas em 2007. As demissões deste segmento no ano passado somaram 9,334 mil e as contratações registraram 12,671 mil.

     

    O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luiz Carlos Richter, afirma que o desempenho positivo já era esperado. Ele afirma que depois do período da chuva (a partir de abril), os números seriam ainda mais positivos porque as obras seriam retomadas ou mesmo iniciadas com mais intensidade. "O número está dentro de nossas expectativas e projetamos que o saldo no final do ano será ainda maior se comparado a 2007", diz ao explicar que a parceria com a Escola Senai da Construção vai resultar em milhares de profissionais mais qualificados para o mercado de trabalho. Outro fator que está colaborando é a estabilidade no preço do cimento, vendido por uma média de R$ 19,90 ante aos R$ 25 há alguns dias.(FR)

     

    Fonte; Gazeta Digital
    18-07-2008 | 11:07
    A Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), em parceria com o Senai, está com inscrições abertas para 11 cursos de qualificação na área da informática e construção civil.

    Ao todo, são oferecidas 720 vagas, e todos os cursos são gratuitos.

    Para se inscrever, basta ter no mínimo 18 anos e comparecer na Escola da Construção do Senai, localizada no Distrito Industrial, em Cuiabá.

    É preciso levar cópia dos documentos pessoais (RG e CPF), comprovante de endereço e carteira de trabalho, o que significa que os candidatos também precisam ter cadastro no Sistema Nacional de Emprego (Sine). O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 22h.

    As capacitações oferecidas são: informática, almoxarifado, pintor de obras, eletricista instalador predial, apontador de obras, assentador de blocos vasados, aplicador de revestimento cerâmico, armador de ferros, pedreiro de alvenaria, instalador hidráulico, soldagem de eletrodo revestido e informática básica.

     

    As aulas serão realizadas na própria sede do Senai da Construção e os cursos têm horários diferenciados, oferecidos no período da manhã, tarde e noite. O primeiro a iniciar será o de informática, neste sábado (19.07), com aulas das 07h30 às 11h30, e uma segunda turma, com aulas das 12h30 às 16h30.

    Na próxima segunda-feira (21) inicia mais uma turma de informática, com aulas de segunda à sexta-feira, das 19h às 22h. Na mesma data iniciam ainda os cursos de almoxarifado, apontador de obras, assentador de blocos de vasados e aplicador de revestimento cerâmico.

    Já no dia 28 de julho está previsto o início de novas turmas do curso de almoxarifado, pintor de obras, aplicador de revestimento cerâmico e informática básica. As demais capacitações iniciam em agosto.

     

    Fonte: Mídia News
    18-07-2008 | 11:07
    Foi publicado esta semana o edital de licitação visando à contratação de empresa para concluir a obra da Vara do Trabalho de Sinop.

    A empresa vencedora deverá terminar a construção da sede própria da Vara, obra cuja primeira etapa está em fase de conclusão.

    A sessão pública para credenciamento e recebimento das propostas de preços e dos documentos de habilitação será realizada às 10h do dia 31 deste mês, no 4º andar do prédio administrativo do Tribunal Regional do Trabalho (avenida Historiador Rubens de Mendonça, Centro Político e Administrativo, em Cuiabá).

    A licitação é na modalidade tomada de preços, do tipo menor preço global pelo regime de empreitada por preço global.

    O edital completo encontra-se disponível no site do TRT, acessando a opção "Consultas", em seguida "Licitação" e por último "Tomada de Preços". Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (65)3648-4101 e 3648-4301.

    Fonte: Mídia News
    18-07-2008 | 11:07
    O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou em 0,1 ponto percentual para cima a previsão de crescimento da economia brasileira para este ano. Segundo relatório divulgado hoje (17), a expectativa é que o país cresça 4,9% em 2008, contra os 4,8% da previsão apresentada em abril. Para 2009, a previsão de crescimento do Brasil ficou em 4%.

     

    O número está acima do crescimento global projetado para o ano: 4,1%. No relatório anterior, o FMI previa aumento de 3,7%. O crescimento das economias emergentes e em desenvolvimento está projetado para diminuir dos 8% registrados em 2007 para 6,9% em 2008 e 6,7% em 2009.

     

    A previsão de inflação para essas economias aumentou para 9,1% em 2008 e 7,4% em 2009. Para os países desenvolvidos, a estimativa é de 3.4% neste ano e 2.3% em 2009. De acordo com o relatório, o crescimento global deve desacelerar significativamente na segunda metade de 2008 e irá se recuperar gradualmente em 2009. O FMI aponta também que o aumento dos preços das commodities e da energia impulsionaram a inflação, particularmente nas economias em desenvolvimento.

     

    O FMI diz que a inflação está crescendo tanto em economias avançadas quanto nas emergentes e que, em muitos países, isso pode ser explicado pela alta dos preços dos alimentos e dos combustíveis. Segundo o relatório, a alta dos alimentos se deve a condições climáticas e ao forte crescimento da demanda, inclusive por causa dos biocombustíveis.

     

    Fonte: Mídia News
    18-07-2008 | 11:07
    O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP) afirmou hoje (17) que quer aprovar a reforma tributária no próximo semestre, mesmo com a possibilidade de baixo quorum nas sessões plenárias em conseqüência das eleições municipais de outubro. Ele fez a declaração durante entrevista coletiva sobre as atividades dos parlamentares no primeiro semestre.

     

    De acordo com o Chinaglia, a matéria já está pronta para ser votada na comissão especial a assim que for votada, irá ao plenário.

     

    "É preciso que o governo entenda que se ele quer reforma tributária, tem de mitigar o apetite de editar medidas provisórias. Para mim é e acho que a sociedade ao pressionar a Câmara vai contribuir para a gente votar a matéria", afirmou.

     

    Além da reforma tributária, Chinaglia quer colocar em votação a proposta de emenda à constituição que muda o trâmite de medidas provisórias. A matéria já está na pauta de votações do plenário, mas por falta de acordo em torno da edição de medidas provisórias de crédito extraordinário, a PEC ainda não foi colocada em votação.

     

    Outra reforma que também pode vir a ser discutida no Congresso é a política. O presidente da Câmara já conversou com o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), para que seja feita uma comissão mista a fim de analisar as matérias.

     

    "Vamos fazer uma comissão mista para trazer para o nível do Congresso essa discussão. Já conversei com o ministro José Múcio [Relações Institucionais] que se houver contribuição do Executivo, que encaminhe para a gente", disse.

     

    Chinaglia afirmou ainda que não há data para o início das atividades da comissão mista, mas adiantou que o grupo vai sistematizar todos os projetos em tramitação na Câmara e no Senado, além e definir e quais deles poderiam ter consenso para ir a votação.

     

    Sobre as medidas provisórias que vão iniciar o próximo semestre legislativo trancando a pauta da Câmara, o presidente afirmou que vai convocar já no primeiro dia da volta do recesso parlamentar, no dia 4 de agosto, uma sessão extraordinária para votação das matérias.

     

    "Todos os líderes se dispuseram a trabalhar com a sua bancada. Quero que haja condições de votar, inclusive, propostas de emenda à constituição", disse.

     

    O parlamentar ressaltou também que não está preocupado com a jornada de trabalho durante os meses de agosto e setembro, quando serão realizadas as campanhas eleitorais, isso porque, durante as reuniões de líderes, deputados já disseram que "a hora que a presidência definir, estarão aqui".

     

    Fonte: Mídia News
    18-07-2008 | 11:07
    O jornal espanhol "El País" diz em uma reportagem na sua edição desta sexta-feira que "não resta dúvida" de que o Brasil "é a menina bonita da América Latina".
         
         "Seu crescimento econômico superou inclusive os objetivos estabelecidos pelo Plano de Aceleração do Crescimento [PAC]: 5,4% [crescimento registrado em 2007], quase dois pontos acima da média dos últimos anos", afirma o diário espanhol.
         
         "A gestão de Lula, contra todos os prognósticos, soube conjugar a solução para os problemas sociais com uma estabilidade macroeconômica que é exemplo que tem sido seguido por muitos outros países da região", disse ao jornal o economista José Manuel Martínez.
         
         A reportagem, intitulada A América Latina está vacinada contra a crise?, destaca que a região vem enfrentando o "tsunami econômico" em ótimas condições, graças ao crescimento dos últimos cinco anos.
         
         "Saber fazer os deveres de casa foi o primeiro obstáculo superado", diz o diário espanhol.
         
         "Ou seja, a América Latina aprendeu com os erros do passado: antes a dependência do capital estrangeiro era crucial para o sustento dos países, qualquer susto afastava os investidores. Hoje, com uma crise sujo epicentro é o mundo desenvolvido, a situação é outra."
         
         Liderança brasileira
         
         O jornal ainda cita que a postura firme dos bancos centrais da região também foi essencial para encarar esta época de incertezas.
         
         "Eles não esperaram para ver o que estava acontecendo nos mercados europeus. Brasil, Chile e México são claros exemplos de países em que, apesar dos altos e baixos, prevalece uma estabilidade macroeconômica".
         
         O texto ainda destaca que as eleições ocorridas em oito países da região em 2006 também influenciaram para o atual situação econômica privilegiada.
         
         "Se em termos políticos podemos falar em uma guinada para a esquerda na América Latina, o que na verdade deu frutos foi uma política econômica mais própria de uma esquerda pragmática, que tem sua principal liderança no governo brasileiro de Lula".
         
         O jornal alerta, no entanto, que a região "agüenta as investidas do tsunami econômico enquanto fica de olho inflação, perigo que já desponta no horizonte e representa o maior risco para os países".
         
         "Nem o Brasil deve conseguir fugir da raia", afirma o "El País".
         
         "A economia que melhor tem se comportado nos últimos anos, com a moeda mais forte, viu como a inflação de converteu em um problema central: em março bateu 4,7%, levando ao aumento dos juros e rompendo um ciclo e três anos de baixas contínuas."
         

     

    Fonte: 24 Horas news
    18-07-2008 | 11:07
    O Crea-MT está se expandindo no Estado. A Plenária da entidade aprovou dia 08 de julho, a instalação de três novos escritórios nos municípios de Comodoro, Colíder e no distrito do Coxipó em Cuiabá.

     

    Ano passado, quatro novas unidades foram aprovadas para funcionarem nos municípios de Nova Mutum, Campo Novo dos Parecis, Campo Verde e Alto Araguaia. Com a decisão, o Crea-MT atuará com 28 inspetorias e escritórios além da sede na capital.

     

    Além de expandir, o Crea-MT, criou a Assessoria de Apoio a Inspetorias que vem cumprindo seu papel de viabilizar as condições para que as regionais possam desenvolver suas atividades de forma integrada e organizada. Todas estão sendo equipadas com computadores, algumas com veículos ou motos e as de Rondonópolis e Sinop com sede própria.

     

    "Toda esta nova estruturação é para garantir a fiscalização do exercício ilegal da profissão em nosso estado que possui dimensão territorial extensa e de difícil acesso", garantiu o presidente do Crea-MT, Engenheiro Civil Tarciso Bassan.

     

    Com a modernização administrativa implantada o profissional da área tecnológica realiza qualquer atendimento em uma das inspetorias ou escritórios, sem precisar se locomover até Cuiabá.

     

    Fonte: O documento
    18-07-2008 | 11:07
    Em junho, foram criadas 309.442 novas vagas, melhor resultado mensal da história.
    Com criação de 1,3 milhão de vagas, Brasil tem 30,37 milhões de trabalhadores formais Agência Brasil

     

    O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, fala sobre os números de emprego e desemprego . O número de empregos formais no Brasil cresceu 4,7% no primeiro semestre do ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta quinta-feira (17). Junho também teve a maior criação mensal de vagas da história, com expansão de 70% em relação às vagas registradas há um ano.

    Saiba mais

    De acordo com o Caged, o estoque de vagas formais aumentou em 1.361.388 postos no semestre, o maior saldo já registrado no período. Com a expansão, o Brasil tem hoje 30,37 milhões de pessoas com a carteira assinada, segundo o Ministério.

     

    A criação de vagas formais em junho apresentou recorde mensal: 309.442 trabalhadores passaram a fazer parte do mercado formal, crescimento de 1,03% em relação a maio. Esse resultado representa 48,8% de crescimento em relação ao recorde anterior para junho registrado em 2004, quando foram abertos 207.895 empregos formais.

    "Esse resultado só reforça a minha expectativa de que 2008 vai terminar com mais de 1,8 milhão de novos postos de trabalho. O desempenho de junho me faz acreditar além. Vamos gerar o recorde histórico de 2 milhões de empregos formais", disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, durante entrevista coletiva de anúncio dos números do Caged.
    Nos últimos 12 meses, a variação acumulada atingiu 6,62% ou 1.883.277 novos postos, resultado que se revelou mais favorável que o ocorrido no mesmo período do ano anterior, quando a alta foi de 5,12%.

     Por setor

    Os setores econômicos que mais abriram vagas nestes seis meses foram a indústria, com 317.901 vagas, contra 299.509 abertas no mesmo período do ano passado; serviços, que abriu 438.803 vagas, ante 327.563 no primeiro semestre de 2007; a construção civil, abriu 197.153 vagas, contra 97.571 empregos em igual período do ano passado.

     

    A Agropecuária foi o único setor que apresenta ligeira queda nos primeiros seis meses de 2008 ante mesmo intervalo de 2007: foram 227.030 novas vagas de janeiro a junho deste ano, ante 238.437 no primeiro semestre de 2007.

     Regiões

    De acordo com os números divulgados nesta quinta, a geração de empregos também foi recorde em todas as regiões do país: Sudeste (1,16%), Nordeste (0,95%), Sul (0,55%), Centro-Oeste (1,35%) e Norte (1,26%).

     

    Fonte: G1
    18-07-2008 | 11:07
    Pela quinta vez seguida, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) desacelerou, passando de 0,77% para 0,59% na segunda prévia de julho.

     

    A queda é resultado de uma diminuição, principalmente, na velocidade dos reajustes dos itens alimentícios. O grupo dos alimentos subiu 1,85%, taxa inferior à elevação passada (2,34%).

    Dos sete grupos pesquisados, o único que apresentou deflação foi habitação (-0,11%). Além dos alimentos, houve redução no ritmo de remarcações em vestuário, que passou de 0,34% para 0,09%, e educação, com alta de 0,07%, abaixo dos 0,11% da primeira prévia. No período, houve ligeira aceleração em despesas pessoais, com alta de 1% ante 0,88%, e em transportes, com 0,17% ante 0,12%. Em saúde, foi constatado o mesmo percentual de aumento (0,74%).

     

    Uma análise mais detalhada sobre a variação do IPC será apresentada às 10h pelo coordenador da pesquisa, Márcio Nakane.

     

    Fonte: Terra
    17-07-2008 | 11:07
    Embalados pelo bom momento do agronegócio brasileiro e pela construção civil, a indústria de implementos rodoviários deverá crescer 20% este ano, chegando a 120 mil unidades de reboques, semireboques e equipamentos sobrechassi. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), Rafael Wolf Campos, disse que essa previsão é conservadora, já que o segundo semestre é historicamente o período mais forte do ano para vendas de implementos.

     

    "Revisamos a projeção de crescimento. Esperávamos crescer 10% este ano, mas o mercado demandou tanto no primeiro semestre que tivemos que rever as estimativas", disse Campos. Somente no primeiro semestre deste ano, o mercado interno absorveu 27.398 reboques e semi-reboques, volume 39,94% superior ao apurado no mesmo período do ano passado, quando foram vendidos 19.579 unidades. Já a comercialização de carrocerias sobrechassi chegou a 31.939 unidades, aumento de 36,41% em comparação aos seis primeiros meses de 2007.

     

    Segundo Campos, a indústria de implementos está com a capacidade quase tomada. "Os investimentos que as empresas fizeram no ano passado, garantem a produção de 120 mil para este ano. A capacidade acredito que esteja em 130 mil unidades", disse o dirigente. Para o próximo ano, Campos acredita que as empresas vão intensificar os investimentos, já que as vendas no segundo semestre são mais fortes para o setor.

     

    As exportações também cresceram na casa dos 20%, mesmo com a valorização cambial, que afeta a rentabilidade das empresas. No primeiro semestre foram exportados 2.813 reboques e semi-reboques ante 2.224 equipamentos embarcados de janeiro a junho de 2007, crescimento de 26,48%. "Para as exportações a expectativa é crescer entre 3% a 4%. O nosso maior mercado ainda é a América do Sul com 50% dos negócios, mas os embarques para a África estão crescendo muito. Hoje, já representam 30% do total exportado. É um mercado em ascensão", disse Campos. Segundo o dirigente, o Oriente Médio é o terceiro maior mercado da indústria com 20% das exportações.

     

    Baú frigorífico cai: Campos ressaltou que as vendas de equipamentos tipo baú frigorífico, que caíram 15,8% no primeiro semestre, devem recuperar o desempenho até o final do ano. "Perdemos muito com o embargo da carne brasileira na Europa no início do ano e ainda não conseguimos recuperar essa queda, mesmo que a situação já tenha se normalizado", disse Campos. De janeiro a junho deste ano foram comercializadas 746 baús frigoríficos ante 886 unidades vendidas no primeiro semestre do ano passado.

     

    Já as vendas de equipamentos chamados carrega-tudo cresceram 115% passando de 266 para 572 unidades. Outro modelo que se destacou no primeiro semestre foi o tipo silo, que cresceu 142,77% e chegou a 403 unidades vendidas no primeiro semestre deste ano. "O modelo basculante ainda é um dos equipamentos mais produzidos". No primeiro semestre, foram vendidas 2.748 unidades ante 1.570 comercializadas no mesmo período de 2006, crescimento de 75%.

     

    Fonte: NTC e Logística
    17-07-2008 | 11:07
    Proibição do amianto: fim do uso de insumo básico para a construção civil pode afetar programas de habitação social, prejudicar o andamento do PAC e colocar empregos em risco

    “Não contestamos a Lei, mas o setor da construção civil e a sociedade precisam de tempo para uma adaptação às novas regras”, afirma José Carlos de Oliveira Lima, diretor-titular do Departamento da Indústria da Construção da Fiesp.

    A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por meio de seu Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), solicitou à Fundação Getúlio Vargas (FGV) um estudo que avalie os possíveis impactos da Lei no 12.684/07, que proíbe a extração, o uso e a comercialização do amianto crisotila no Estado de São Paulo.

    O diretor do Deconcic/Fiesp, José Carlos de Oliveira Lima, observa que a interrupção abrupta no uso do amianto pode acarretar problemas sociais, principalmente se o exemplo de São Paulo for seguido e o banimento imediato do amianto ocorrer em escala nacional: “É preciso que as empresas tenham tempo para adaptar seus processos produtivos. Afinal, estamos falando de um setor que fatura R$ 2,5 bilhões ao ano, que mantém 17 fábricas pelo País e gera 170 mil empregos”, alerta Oliveira Lima. Sua expectativa é que o estudo da FGV forneça subsídios técnicos para negociar um período de transição: em outros países que erradicaram o amianto, o prazo para adaptação foi de cinco anos, em média.

    Outro aspecto lembrado por Oliveira Lima é o papel do amianto nas obras de moradia popular: “As coberturas de fibrocimento estão presentes em 70% das moradias feitas em autoconstrução ou por meio dos programas de habitação social do governo federal, dos estados e municípios”, observa. Em razão de seu baixo custo, o amianto crisotila é largamente utilizado na fabricação de caixas d’água, telhas onduladas, tubulações, discos de embreagem, mangueiras, papéis e papelões.

    As preocupações do setor de construção civil, cuja expectativa de crescimento gira em torno dos 15% no ano de 2008, também se estendem às obras do PAC, que poderão ser prejudicadas caso ocorra uma crise de desabastecimento. “Há apenas uma empresa no Brasil que trabalha com os fios sintéticos que substituem o amianto”, ressalta o diretor do Deconcic. “E sua produção poderia atender apenas 10% do total da demanda do País, que atualmente é de 60 mil toneladas/ano”, explica. O resultado seria uma “corrida” a outros produtos alternativos. No entanto, as empresas não estão preparadas para atender às necessidades do mercado, e a conseqüência direta de um aumento de demanda muito superior à capacidade de produção seria a elevação de preços.

    “Queremos deixar claro que não estamos questionando a decisão do Supremo Tribunal Federal, que derrubou a liminar que suspendia a efetividade da Lei no 12.684/07. Apenas achamos prudente que o governo conceda um prazo para a adequação”, pondera Oliveira Lima.

    “O risco da exposição ocupacional está praticamente descartado, visto que, neste assunto, a nossa legislação trabalhista sobressai como uma das mais modernas e desenvolvidas do mundo”, acrescenta o diretor do Deconcic. Um Parecer Técnico do DMA — Departamento de Meio Ambiente da Fiesp — é bastante esclarecedor sobre esse tema.

    Quanto à saúde do trabalhador, principal argumento pró-proibição, o diretor do Deconcic observa que, segundo o Instituto Brasileiro do Crisotila, não há registro de aparecimento de doença funcional em operários que ingressaram em atividades ligadas ao amianto a partir da década de 80.

    O amianto branco, conhecido como crisotila, é uma fibra mineral de características físico-químicas distintas do amianto anfibólio, que foi proibido em todo o mundo devido à sua nocividade. Segundo seus fabricantes, o amianto crisotila não oferece os mesmos riscos à saúde, já que a sua composição é diferente e seu uso é controlado, obedecendo a rigorosas normas de segurança.

     

    Fonte: Portal Fiesp
    17-07-2008 | 11:07
    “Não houve diminuição do emprego, mas geração de vagas na indústria não apresenta mais o dinamismo que vinha apresentando em 2007”, diz diretor do Depecon

    A indústria paulista de transformação fechou o mês de junho com geração de cinco mil postos de trabalho, ou variação de 0,21% ante maio, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (15) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp). Em termos ajustados, houve aumento de 0,19% em maio.

    “Não é um sinal ruim, pois não houve diminuição no número de empregos, mas a geração de vagas na indústria não apresenta mais o dinamismo que vinha apresentando em 2007, com taxas expressivas a cada mês”, comparou Paulo Francini, diretor titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) das entidades.

    Acomodação do emprego

    Segundo o diretor, a força na geração de empregos se aquietou em relação ao que vinha ocorrendo, e a acomodação está disseminada pelos vários setores da indústria – associada a alguns fatores como diminuição do ritmo de crescimento da renda, afetada pela taxa de inflação, e concessão de crédito.

    “A acomodação na taxa de emprego é um reflexo da própria atividade industrial, que não apresenta o mesmo grau de aceleração. A demanda, que é o combustível básico da atividade, já mostra sinais de cansaço”, ressaltou Francini.

    Setor sucroalcooleiro

    De acordo com informações do Depecon, apesar de recuar nas contratações no último mês (-0,01%), por uma tendência normal de estabilidade nessa época do ano, o setor sucroalcooleiro foi responsável pela geração de 104 mil vagas de janeiro a junho, o que corresponde a 74% do total de 141 mil postos de trabalho abertos pela indústria em 2008.

    O crescimento do emprego industrial em termos percentuais é de 6,48% no acumulado do ano, e de 4,72% nos últimos 12 meses.

    Indicadores setoriais

    Das 21 atividades industriais que compõem a amostra da pesquisa, 14 tiveram desempenho positivo, quatro apresentaram queda e três registraram estabilidade nas contratações em junho.

    O principal destaque positivo foi o segmento de Equipamentos de Informática (10,75%), indicando bom nível de atividade como reflexo da desoneração do setor e da mudança do regime tributário, que estimulou a compra de produtos nacionais. Na seqüência, Móveis e Indústrias Diversas (2,65%) e Metalurgia Básica (1,82%) também foram destaques.

    As variações negativas mais expressivas vieram dos setores de Couro, Artigos de Viagem e Calçados (-4,88%), Coque, Refino de Petróleo e Álcool (-2,84%) e Madeira (-0,74%).

    Regiões

    Das 36 Diretorias Regionais do Ciesp pesquisadas, 18 registraram bom desempenho no mês, 16 tiveram queda e duas ficaram estáveis.

    Matão liderou as contratações pelo segundo mês consecutivo, com crescimento de 3,04% - influenciado por Produtos Alimentares (7,28%), com destaque para a produção de suco de laranja, e Metalúrgica (2,45%), em decorrência dos implementos agrícolas.

    Sertãozinho foi a segunda região em que o emprego mais cresceu em junho, com alta de 1,31%, puxada pelos setores de Produtos Alimentares (1,53%) e Máquinas e Equipamentos (1,32%), ligados à produção de açúcar e álcool.

    Em terceiro lugar, Sorocaba registrou expansão de 1,19% na geração de empregos na indústria, com destaque para Material Elétrico, Eletrônico e de Comunicação (9,30%), principalmente pelo setor de informática, e Produtos Alimentares (3,65%).

    O nível de emprego industrial teve queda mais expressiva nas regiões de Jaú (-2,14%), puxada por um recuo sazonal em Calçados (-4,48%), em função do período de mudança de coleção, e Produtos Alimentares (-2,65%); Santos, com queda de 2% influenciada pelos setores de Máquinas e Equipamentos (-7,39%) e Edição, Impressão e Reprodução de Gravações (-7,25%); e Franca, devido à queda em Couro e Artigos de Viagem (-1,97%) e Calçados (-1,58%), também sazonal.

     

    Fonte: Fiesp
    17-07-2008 | 11:07
    Setor que movimenta cerca de R$2,5 bilhões ao ano e é responsável por 170 mil empregos prevê novas adequações após suspensão do uso do produto, considerado nocivo à saúde humana

    Representantes da cadeia da construção civil reuniram-se nesta segunda-feira (14), na sede da Fiesp, para debater as conseqüências e ações previstas com a substituição do uso da fibra do amianto. A maior preocupação dos empresários é o risco de desabastecimento no mercado de produtos – como caixas d’água, telhas de fibrocimento onduladas e planas - que dependem da matéria-prima em sua fabricação.

    Sob alegação que produtos à base de amianto seriam prejudiciais à saúde, o Superior Tribunal Federal (STF) derrubou a liminar que suspendia a efetividade da Lei nº 12.684/07. “Com essa decisão, teremos que estudar um mecanismo para manter o trabalho dessas empresas. Precisamos achar uma forma de viabilizar aspectos técnicos, fornecimento de matéria-prima e o custo que todo esse processo acarretará no preço final para o consumidor”, ressaltou Marcos Evangelista da Roz, representante da Infibra.

    Outro ponto discutido durante o encontro foi a possível substituição dos produtos e materiais – que já estariam no mercado - que têm amianto em sua composição. Para o vice-presidente da Fiesp e diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação, José Carlos de Oliveira Lima, é necessário desenvolver um projeto voltado ao abastecimento do mercado. “Estamos criando um grupo de trabalho para buscar respostas às dúvidas quanto à interrupção do uso que essa matéria-prima está trazendo para a cadeia da construção”.

    Participaram da reunião, o presidente da Eternit, Élio Martins; Luiz Fernando Marchi Jr., da Infibra; Rui Inocêncio, da Imbralit; Alberto Martins Neto, da Confibra; Roberto Luiz Corrêa Netto, da Saint Gobain Brasilit, e Carlos Roberto Petrini do Simprocin.

     

    Fonte: Fiesp
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