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Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    02-07-2008 | 11:07

    O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse nesta terça-feira que o país não precisará sacrificar o crescimento para conter a inflação. Para Coutinho, vários países terão que abrir mão de crescer mais para conter a alta dos preços. Ele explicou que a vantagem principal do Brasil é ter oferta agrícola para responder à elevação dos preços dos alimentos.

     "O controle sobre a inflação será mantido. O Brasil está em uma posição relativamente boa para fazer isso, quando comparado a outros países. Não precisaremos sacrificar o crescimento como vários países terão que sacrificar. Podemos responder de maneira muito afirmativa em termos de oferta agrícola", afirmou, após participar do 2º Encontro Nacional do Comércio Exterior, na sede da CNC (Confederação Nacional do Comércio), no Rio.

    Sobre a expansão da oferta agrícola, Coutinho destacou que o BNDES vai facilitar, em termos de custos, o financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas. Ele não detalhou as condições, que serão anunciadas amanhã, juntamente com o plano do governo para aumentar a oferta agrícola.

    Luciano Coutinho defendeu ainda que não haja mudanças na TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), que foi mantida em 6,25% ao ano pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), na última segunda-feira. Diante da perspectiva de inflação, Coutinho disse que a taxa "está no lugar certo". O presidente do BNDES acrescentou que, no médio prazo, espera que a inflação fique até mesmo abaixo da meta.

    A queda de 4,9% da produção de bens de capital, constatada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na passagem de maio para junho, não preocupa o executivo. Para Coutinho, o resultado não indica nenhuma tendência.

    "Os indicadores anteriores do Finame [programa de máquinas e equipamentos do BNDES] mostram que a demanda e o consumo aparente de bens de capital se mantém muito firme", observou.

    Fonte: Folha online
    02-07-2008 | 11:07
    A Votorantim Cimentos (VC) anunciou ontem uma segunda onda de investimentos no País, apenas 11 meses depois de tirar do papel um plano de expansão de R$ 1,7 bilhão.

    Desta vez, a companhia vai investir R$ 1,5 bilhão em mais quatro novas fábricas em Mato Grosso, São Paulo, Paraná e Distrito Federal.

    "O mercado vem crescendo a taxas maiores do que a que imaginávamos", afirma o presidente da VC, Walter Schalka. "Essa é uma resposta direta às necessidades dos nossos clientes e uma clara resposta à sociedade de que o cimento não será limitador do crescimento do País."

    Com as novas unidades, a capacidade de produção da Votorantim vai sair dos atuais 25 milhões de toneladas para 39 milhões de toneladas em 2011, quando todas as novas fábricas (incluindo as da primeira fase) já estarão em operação. É o maior investimento - R$ 3,2 bilhões - já feito pelo grupo em cimentos, se somadas as duas fases. Graças à expansão do mercado imobiliário e às obras de infra-estrutura, o Brasil deve consumir este ano 50 milhões de toneladas de cimento, 11% a mais que no anterior.

    O volume surpreendeu os fabricantes de cimento. A própria Votorantim havia estimado um crescimento de 9%. Em 2008, o consumo por habitante deve ser o maior da história do País, superando o recorde de 1998. Para os próximos anos, a companhia espera crescimento entre 7% e 8%.

    Fonte: Mídia News
    02-07-2008 | 11:07

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu hoje (1) que o governo está disposto a enfrentar a inflação mesmo que tenha que adotar o sistema de acompanhamento de preços.

    Em entrevista coletiva antes de retornar ao Brasil depois da reunião de Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em San Miguel de Tucumán, na Argentina, o presidente Lula assegurou que o governo não tem qualquer interesse em especulação inflacionária e não permitirá que o índice volte a taxas de 40%, 50% como no passado.

    "Temos total condição de controlar a inflação. Temos a obrigação de fazer o acompanhamento dos preços industriais que porventura estiverem exorbitando na remarcação", afirmou.

    "Não brincaremos com a inflação"", garantiu o presidente.

    Fonte: Olhar Direto
    02-07-2008 | 11:07
    As indústrias mato-grossenses do setor da construção civil que buscam trabalhadores qualificados terão à disposição mais de mil profissionais a partir de hoje. Nesta data, os trabalhadores receberão a certificação de cursos em 20 áreas distintas que atendem os setores da construção civil, pesada e elétrica. Oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT), os treinamentos gratuitos, foram promovidos na ‘Escola Senai da Construção’, localizada no distrito industrial de Cuiabá e inaugurada em dezembro de 2007.

    “Será a maior entrega coletiva de certificados já feita pela entidade no Estado. Nossa meta inicial era de que a Escola Senai da Construção qualificasse três mil pessoas até o final do ano, mas acreditamos que ultrapassaremos cinco mil. Ficamos extremamente satisfeitos, porque o setor da construção necessita de trabalhadores qualificados para atender a crescente demanda”, ressalta o diretor regional do Senai-MT, Gilberto Figueiredo.

    O evento, que ocorrerá na Escola Senai da Construção, terá início às 18h30.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    02-07-2008 | 11:07
    Índice utilizado nos contratos de locação terá neste mês a maior variação de 2008. Inquilinos devem ficar atentos

    O índice de reajuste dos aluguéis no mês de julho será o maior do ano e as imobiliárias já prevêem dificuldades para negociar o novo aumento, que é anual e acompanha o Índice Geral de Preços por Atacado (IGP-M). Este mês, o reajuste previsto é de 13,09%, índice do IGP-M no acumulado dos últimos meses (período de julho de 2007 a junho deste ano).

    O novo IGP-M divulgado na semana passada é o maior do ano, representando um acréscimo de 13,53% em relação ao índice anual com data base no mês de maio, que foi de 11,53% e valeu para a correção dos aluguéis de junho. Em abril, o índice foi de 9,80% para os aluguéis de maio e, em março, 9,09% (índice aplicado para os aluguéis de abril). No mês de fevereiro, o IGP-M foi de 8,66 e, em janeiro, 8,28%.

    De acordo com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), o IGP-M é o índice oficial de reajuste aplicado nas locações pelas imobiliárias.

    “Pelo contrato entre a imobiliária e o inquilino, estes reajustes deveriam ser automaticamente aplicados. Mas nem sempre é assim, pois muitas vezes o inquilino questiona o índice do aumento e pede para negociar com a administradora”, diz o presidente do Creci, Carlos Alberto Lúcio da Silva.

    Segundo ele, a comunicação do reajuste é feita pela imobiliária toda vez que é divulgado o novo índice de IGP-M. “Quando o inquilino considera elevado o valor de reajuste, ele procura a imobiliária para propor um valor alternativo. Isto é muito comum, pois para a imobiliária é melhor fazer uma boa negociação do que perder um bom inquilino e ficar com o imóvel parado por alguns dias”, afirma Carlos Alberto.

    Ele admite que em algumas ocasiões o valor do reajuste coloca o preço da locação acima do preço médio de mercado. “Vale lembrar que esta regra não é para todos, pois depende muito do perfil do inquilino, da situação do imóvel e da sua localização”.

    Ele informou que o valor da locação em Cuiabá varia de acordo com o tipo de construção (imóvel) e, principalmente, da sua localização. Os localizados em áreas nobres da cidade, como Jardim Itália, Santa Rosa e Jardim das Américas, por exemplo, são os mais valorizados. No Jardim Itália, o preço médio do aluguel é de R$ 2 mil. A região central também é bastante valorizada, com o preço médio do aluguel residencial custando R$ 1,5 mil. No bairro Santa Rosa, o valor médio é de R$ 1,3 mil. Em bairros mais afastados, como o Parque Cuiabá e a Morada da Serra, os preços médios da locação são de R$ 350 e R$ 500, respectivamente.

    MERCADO - Em Cuiabá, o Creci estima que são mais de 30 mil imóveis em locação, sendo que em torno 25 mil são administrados pelas imobiliárias.

    Segundo ele, o mercado imobiliário – tanto para construção quanto para locação – está aquecido. “Acreditamos que a ocupação esteja acima de 95%”, estima Carlos Alberto, lembrando que muitas imobiliárias estão sem estoque de imóveis para locação.

    O diretor de Habitação e Loteamento do Sindicato da Habitação do Estado de Mato Grosso (Secovi/MT), Rui Pinheiro, diz que a demanda é muito maior do que a oferta e que o déficit de moradia para locação em Cuiabá e Várzea Grande está em torno de três mil imóveis.

    Para cada imóvel disponível, temos pelo menos 10 interessados em alugar. A maior procura, segundo ele, é do “segmento médio popular”, para apartamentos com aluguel custando R$ 500.

    Segundo levantamento do Creci, o índice médio de inadimplência no setor de locação na Grande Cuiabá é de 10%.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    02-07-2008 | 11:07

    A popularização dos cartões de crédito chegou às lojas de materiais para construção, fazendo com que aumentassem as possibilidades de pequenas e médias empresas oferecerem a seus clientes maior prazo de pagamento. Parecia não ter jeito mesmo, as reformas de casas ou comércios quase nunca eram encaradas como prioridade no orçamento da maioria dos brasileiros, porque era privilégio de poucos quitar a vista todo o investimento que as obras exigiam. Isso fazia com que muitos adiassem os planos de reformas e construções e muitas vezes nem realizassem porque sempre acabava aparecendo outras prioridades.

    A realidade mudou nos últimos quatro anos, quando de acordo com a Associação Nacional dos Comerciantes de Material para Construção (Anamaco), houve um aquecimento nas vendas de materiais para construção. Este aumento foi provocado em função do aumento de crédito oferecido as classes C, D e E. Os cartões de crédito oferecido pelas lojas de construção são responsáveis por uma grande parte desse aquecimento.

    O gerente da loja Bigolin do Pantanal Shopping, Valdir Barbosa da Silva. diz que o maior ganho para os clientes é que eles podem comprar parcelado. "Podem fazer as compras e priorizar a obra sem burocracia do cheque e a preocupação com os juros de outros cartões. É possível parcelar em até 10 vezes sem juros. Mais em geral, as pessoas optam por dividir a conta em três ou quatro prestações. Este período varia no orçamento de cada um. Acreditamos ser uma opção bastante interessante", explica.

    As exigências geralmente incluem apresentação de holerites ou carteira de trabalho, além de comprovante de residência, a loja faz este cadastro prévio e encaminha a empresa que confecciona e organiza os dados dos cartões de crédito dessas lojas

    Fonte: Gazeta Digital
    02-07-2008 | 11:07

    A apresentação do parecer do deputado Sandro Mabel (PR-GO) à proposta de reforma tributária, na Comissão Especial da Câmara, foi adiada e ainda não há data marcada para que isso ocorra.

    "Como não tem espaço na agenda da Câmara para votar a reforma tributária, em dois turnos no Plenário, achamos melhor adiar a votação como um todo (comissão e plenário)", disse o parlamentar, que é o relator da proposta.

    Segundo Mabel, de nada adiantaria ele apresentar o seu parecer e votá-lo na Comissão Especial ainda no primeiro semestre e não ter uma data para votação no Plenário da Câmara, em dois turnos. "O relatório não pode ser votado na comissão e ficar aí dois ou três meses na chuva, sem ser votado no plenário. Temos que votar a reforma de uma só vez", comentou.

    O relator disse que o presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), está falando em votar a reforma tributária no mês de agosto, após o recesso parlamentar. Diante dessa possibilidade, Mabel só apresentará o relatório quando estiver definida a data de votação no plenário. Segundo ele, é preciso avaliar se haverá ou não condições de votar a reforma em agosto, setembro ou outubro.

    De acordo com Mabel, a aprovação da reforma tributária é importante neste momento para ajudar o país no desenvolvimento, "sobretudo nesta hora em que se fala em um índice de crescimento menor do que o que vinha ocorrendo. A reforma tributária vai dar um novo impulso ao país".

    Fonte: Gazeta Digital
    02-07-2008 | 11:07
    As indústrias mato-grossenses do setor da construção que buscam trabalhadores qualificados terão à disposição mais de mil profissionais a partir de hoje. Os trabalhadores receberão a certificação de cursos em 20 áreas distintas que atendem os setores da construção civil, pesada e elétrica. Oferecidos pelo Senai-MT, os treinamentos, que foram gratuitos, foram promovidos na "Escola Senai da Construção".


    Emprego

    A partir de hoje os trabalhadores de Colíder (650 km ao Norte) poderão contar com os serviços do Sistema Nacional de Emprego de Mato Grosso (Sine/MT), que implanta sua 19ª unidade no Estado. A inauguração está prevista para o período da tarde, e contará com a presença do governador Blairo Maggi. O posto do Sine do município funcionará na sede da Secretaria de Ação Social, localizada na Avenida Mato Grosso, s/nº, centro. Quatro profissionais, entre atendentes e coordenador, irão trabalhar no local.


    Energia

    O consórcio brasileiro TBE Centro-Oeste, composto pela empresa Amazonense de Transmissão de Energia S/A e Cemig Geração e Transmissão S/A, foi vencedor de um lote de linhas de energia ofertado no leilão realizado no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O lote arrematado reúne cinco linhas de energia, que farão parte da rede básica, e duas subestações, responsáveis em reduzir o nível da tensão elétrica. Os empreendimentos, previstos para entrar em operação daqui a 20 meses, abrangerão 775 Km.Fonte: Gazeta Digital
    02-07-2008 | 11:07
    O fraco resultado da produção industrial em maio "não aponta nenhuma tendência", na avaliação do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho. "Nossos indicadores antecedentes mostram que a demanda no banco (por recursos para investimento da indústria) se mantém muito firme. Uma flutuação de um mês para outro não indica tendência", minimizou.

    Coutinho manteve o tom otimista na avaliação da economia, que qualificou de "robusta" e argumentou que a expansão do crédito e da demanda são fatores que continuam favorecendo o desempenho. Citou, ainda as recentes decisões de duas agências de rating, que melhoraram a classificação do Brasil, para reforçar sua tese. O país é hoje considerado grau de investimento (país com baixo risco de investimento).

    O vice-presidente do banco, Armando Mariante, manteve o mesmo tom ao analisar a trajetória industrial, em especial a demanda na produção de bens de capital - responsável por uma das maiores quedas registradas pelo IBGE na indústria em maio. O executivo afirmou que os desembolsos do BNDES este ano serão ainda maiores do que o previsto. "Provavelmente chegarão a R$ 83 bilhões ou R$ 84 bilhões", afirmou.

    A previsão anterior era de um recorde de R$ 80 bilhões, mas ele observou que a demanda por recursos já é bem maior. "Está beirando os R$ 100 bilhões", comentou. "É um bom problema. Significa que a indústria está investindo e o setor que mais cresce é o de bens de capital". Mariante informou que espera inaugurar o escritório de representação do banco em Montevidéu, no Uruguai, em setembro e que, provavelmente, a subsidiária que a instituição está estudando abrir no exterior será em Londres.

    Fonte: Gazeta Digital
    01-07-2008 | 11:07
    O governo do Estado assinou convênio para recuperar 27 quilômetros da BR 364 na Serra de São Vicente com pavimentação de concreto, conhecida como "withetopping". O sistema, já bastante utilizado no Sul do país, foi recomendado como ideal para o local por assessorias contratadas pelo governo e o projeto foi orientado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP). O pavimento de concreto tem maior durabilidade, resistência e é indicada para rodovias de tráfego intenso.

    O gerente regional do Centro-Oeste da ABCP, Fernando Crosara, explica que apesar do custo da obra ser entre 10% a 15% maior em relação ao asfalto comum, o custo benefício é melhor na pavimentação de concreto porque a manutenção é feita em espaço de tempo maior e a durabilidade chega a ser o dobro. Enquanto o asfalto comum é feito para durar 10 anos, o de concreto, pelas normas brasileiras, deve durar 20 anos. "Mas dura de 40 a 50 anos. A avenida Getúlio Vargas, na altura da praça Santos Dumont, é um exemplo disso. A pavimentação lá é de concreto, deve ter uns 50 anos e está inteira, praticamente sem manutenção".

    Crosara destaca que esse tipo de pavimentação é adequado para tráfego pesado, como o da Serra, porque não esquenta tanto quanto o asfalto, mantendo uma temperatura ambiente de aproximadamente 5 graus a menos. Não esquentando tanto, não cria aquelas trilhas feitas pelos pneus. A pavimentação também não tem ranhuras, o que resulta em um tempo de frenagem menor. "Além disso, não há aquaplanagem, aumentando a segurança para os motoristas e reduzindo o índice de acidentes".

    O gerente regional da ABCP explica que nesse tipo de pavimentação se coloca uma capa de concreto sobre o asfalto já existente. Após isso, somente em período de 10 anos, aproximadamente, deve ser feita uma manutenção. No asfalto comum, a necessidade de manutenção vem em torno de cinco anos.

    A obra será feita com cimento de Mato Grosso. Crosara descarta qualquer problema por conta da falta do produto que o mercado local vem enfrentando. Segundo ele, só daqui a uns três meses deve começar a ser utilizado cimento na obra, tempo que ele acredita ser necessário para que o mercado já esteja regulado com o produto que a Votorantim está trazendo de Recife. (VC)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-07-2008 | 11:07

    O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, desembargador Roberto Bellocchi, comentou questões cruciais do mercado, como o protesto condominial e a desburocratização dos processos de registro de imóveis

    “Quando o Estado fracassa, a iniciativa privada não nos deixa cair”. A frase é do presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Roberto Antonio Vallim Bellocchi, na sede do Secovi-SP, na tarde de 30/6, em mais um encontro da política “Olho no Olho” do Sindicato, prestigiado por inúmeras personalidades das áreas pública e privada.

    “Tivemos a grande oportunidade de estar com o senhor pouco tempo após a sua posse, e nossa conversa foi profícua. Não queremos nada além de defender o lado legal de nossa atividade, e, agora mais do que nunca, buscar a solução digna para o déficit habitacional que atinge 8 milhões de famílias no Estado”, afirmou em sua saudação o presidente do Secovi-SP, João Crestana. O dirigente do Sindicato ainda comentou sobre as grandes mudanças pelo qual o setor passou nas últimas décadas, até em função do crescimento social e econômico do País. “Hoje, essa evolução vem de baixo para cima, a partir dos parâmetros da cultura local”, elucidou. Crestana ainda comentou sobre a recente criação de legislações, que ora garantem o acesso aos fundos de investimentos aos empresários do setor. “Estamos sempre próximos do Poder Judiciário, e prontos para colaborar no que for preciso”, disse o dirigente do Sindicato.

    O maior do Brasil. E do mundo, em categoria hierarquizada - Se pensarmos que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo é responsável por encaminhar algo em torno de 60% dos trâmites processuais em âmbito nacional, abrigando cerca de 500 mil recursos a serem julgados em 2ª instância, já teremos uma clara noção de grandeza da instituição. “Estamos conseguindo implementar vários programas para desafogar o Judiciário, mas sabemos que a solução ideal passa obrigatoriamente pela vontade política”, revelou Bellocchi. “Embora conservador, o Tribunal é transparente. É preciso paciência para que vislumbremos resultados mais eficientes”, completou. Além de sua sede central, atualmente o TJ ocupa cerca de 600 imóveis alugados, “um dinheiro que vai e não volta”, segundo seu presidente.

    Parceria, palavra de ordem - Praticamente, todo o discurso do presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo girou em torno da criação de parcerias que promovam uma abertura tal, que garanta algumas soluções para inibir o “estrangulamento” dos processos no âmbito do Tribunal, de forma que ele próprio tenha condições de atuar mais incisivamente em prol do setor produtivo do Estado, a exemplo do mercado imobiliário. “Devemos pensar rapidamente em gerar um ponto de conciliação entre TJ e Secovi-SP. Temos todas as condições para que isso ocorra”, afirmou Bellocchi. Nesse sentido, Ricardo Yazbek reportou-se à crescente aproximação do setor com as esferas legislativa e judiciária do País, e que, afinal de contas, é a iniciativa privada que vem ditando os novos rumos do cenário econômico nacional. “Tal é a confiança e credibilidade do brasileiro na indústria imobiliária, que vendemos algo que ainda não existe. Até por esse motivo, não podemos admitir que um setor formal, que trabalha no rigor da lei e abrange inúmeras atividades profissionais, seja oprimido e penalizado muitas vezes à revelia e até injustamente”, analisou.

    Temas do mercado - Perguntado sobre a necessidade de simplificação dos registros de imóveis, o desembargador Berllocchi foi objetivo, prometendo “abrir os portões” do Tribunal a todos os interlocutores envolvidos nessa discussão.

    Ainda, compuseram a mesa Ricardo Nacim Saad, coordenador do Conselho Jurídico do Secovi-SP, José Alves Amorim, presidente do Seecovi – Sindicato dos Empregados em Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo, Guarulhos, Barueri, Diadema e São Caetano do Sul; e Paulo Roberto Ferrari, presidente do Sindifícios – Sindicato dos Empregados de Edifícios de São Paulo. Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Sindicato, e presidente do Conselho de Mediação e Arbitragem do PQE – Programa Qualificação Essencial e membro do Conselho Jurídico do Secovi-SP, coordenou os trabalhos.

     

    Fonte Secovi
    01-07-2008 | 11:07
    As matérias-primas, apontadas como vilãs da inflação, estão sustentando o crescimento da economia mundial, segundo o coordenador do Núcleo de Pesquisas e Análises Econômicas da FGV (Fundação Getulio Vargas), Aloisio Campelo Jr. No Brasil, setores ligados a agricultura, celulose e metalurgia têm se beneficiado do movimento no cenário internacional.

    "A demanda externa não está cedendo tanto quanto esperávamos. Apesar do câmbio, muito desfavorável, há segmentos que estão segurando, como celulose, papéis, metalurgia, todos da área de commodities. As commodities estão sustentando o crescimento da economia mundial, para uma desaceleração mais tênue que a dos Estados Unidos", disse Campelo.

    Pesquisa Sondagem Industrial da Indústria de Transformação, divulgada nesta segunda-feira pela instituição, aponta alta de 4,8% no nível de demanda externa em junho deste ano, ante igual período do ano passado, e de 2,8% em relação a maio. Segundo Campelo, a demanda externa passa por um movimento de sustentação --após queda de março a maio, voltou a subir entre maio e junho. Também cresceu o índice de empresas consultadas que considera a demanda externa forte, para 19% (ante 17% em maio e 15% em junho do ano passado). O percentual que avalia a demanda externa fraca caiu para 10%, em comparação a 11% em maio e em junho de 2007.

     

    Na economia brasileira, os setores ligados à agricultura, como fertilizantes (em meio a temores sobre desabastecimento) e máquinas agrícolas, também têm aproveitado a alta de preços no mercado internacional, disse Campelo. "Há setores que estão aproveitando o dinamismo dos preços internacionais e se preparando para exportar mais. Parece haver sinalização favorável em tratores e fertilizantes", disse o economista.

     

    No sentido contrário, ele apontou o vestuário como um dos que não consegue superar a situação de valorização do real.

     

    Demanda interna Apesar da reação da demanda externa em junho, é no mercado interno que o quesito mantém performance exemplar. A parcela de empresas que consideram o nível atual de demanda interna como forte aumentou de 31% em junho de 2007 para 34% neste mês (mesmo índice de maio). A proporção das que avaliam a atual demanda como fraca caiu para 5%, ante 8% em maio e 7% em junho do ano passado. Segundo Campelo, ainda que o desempenho da demanda interna tenha sido positivo em junho, a perspectiva não é favorável do ponto de vista do consumidor.

    "O consumidor está menos animado. A inflação é um componente que reduz a disponibilidade de recursos do consumidor. A sondagem da confiança do consumidor aponta cautela em relação a compra de bens duráveis e quanto ao emprego", ponderou Campelo.

    Ajustes

    Ele disse não considerar, no entanto, um cenário de restrição do consumo, a ponto de afetar a produção. "A indústria vai ajustando aos poucos. O desaquecimento tem sido moderado e compensado por fatores como expansão do crédito, recomposição da massa salarial e do Bolsa Família. O dinamismo do mercado interno e de setores como construção civil e material de transporte puxam o desempenho na indústria", explicou. Campelo tampouco manifesta preocupação com o Nuci (Nível de Utilização da Capacidade Instalada), caso a demanda mantenha os atuais patamares.

     "O Nuci não indica preocupação. Mesmo com investimento, ele cresceu em junho, mas com estoque equilibrado e realização de investimentos forte, olhando mais adiante, não parece ter comportamento explosivo, embora ainda alto", disse Campelo.

     

    Transportes O setor de material de transportes (automóveis, caminhões, ônibus, auto-peças e tratores), um dos mais pressionados no nível de utilização da capacidade instalada e em estoque, é um exemplo de que a indústria começa a operar em relativo equilíbrio. "Em junho, material de transportes deu o primeiro sinal de que está menos pressionado. A tendência é desovar o que produzir. Já ajustaram os estoques", disse Campelo.

    Dos entrevistados, 2% consideraram os estoques excessivos, 98%, normal, e nenhum considerou insuficiente. Já o Nuci do setor de material de transportes continua elevado, em 93% (ante 92,5% em maio, 93,2% em abril e 92,3% em março) puxado, sobretudo, por caminhões e ônibus. Em junho de 2007, o índice era de 85,8% e a média dos últimos dez anos, de 82%.

    Fonte: Folha online
    01-07-2008 | 11:07

    O ICI (Índice de Confiança da Indústria) da FGV (Fundação Getulio Vargas) registrou alta de 1,6% neste mês em relação a maio, ao passar de 119,9 para 121,8 pontos. No mesmo período do ano passado, o índice havia ficado estável. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira.

    Na comparação com junho de 2007, o índice avançou 3% --contra 1,4% em maio, na mesma base de comparação. O resultado mostra que o setor industrial continuou sustentando, em junho, o ritmo de atividade médio dos últimos meses.

    O ISA (Índice da Situação Atual) subiu de 125,1 no mês passado para 126,6 pontos neste mês. Foi o maior avanço registrado nos últimos três anos para essa época do ano. No mesmo período, o IE (Índice de Expectativas) subiu de 114,6 para 117,1 pontos. Em 12 meses, os dois índices subiram 3%.

    A avaliação favorável em relação à demanda foi um dos fatores que contribuíram para a avaliação da situação atual. A parcela de empresas que consideram o nível atual de demanda como forte aumentou de 27% em junho de 2007 para 31% neste mês; a proporção das que avaliam o atual momento como fraco desacelerou de 8% para 6%.

    Entre as expectativas, há um otimismo maior em junho deste ano tanto para a produção quanto para a contratação de pessoal. Das 1.031 empresas consultadas, 49% programam uma expansão a produção industrial nos próximos três meses (contra 42% em junho de 2007) e 9% uma redução (contra 8%). Já para o contingente de mão-de-obra, 33% prevêem ampliação (contra 26% em junho de 2007) e 9%, diminuição (contra 8%).

    Fonte: Folha online
    01-07-2008 | 11:07

    A produção industrial do país recuou 0,5% em maio, na comparação com o mês anterior, quando havia tido expansão de 0,2%, informou nesta terça-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Essa foi a segunda queda da atividade em 2008 --em fevereiro também caiu 0,5%.

    No ano, a produção industrial tem crescimento de 6,2%, na comparação com os primeiros cinco meses de 2007. Neste período, segundo o IBGE, houve crescimento em 20 dos 27 segmentos pesquisados.

    Na comparação com maio do ano passado, foi verificada alta de 2,4%. No acumulado dos últimos 12 meses, a produção industrial tem crescimento de 6,7%. A Pesquisa Industrial Mensal demonstra que houve queda na produção em 16 dos 27 ramos pesquisados em maio, na comparação com abril, com destaque para o setor automotivo (- 5,5%%) e de máquinas e equipamentos (- 4,7%).

    Por outro lado, os principais resultados positivos foram constatados nos setores de bebidas (9,1%), refino de petróleo e produção de álcool (3,3%) e outros produtos químicos (3,1%). Entre as categorias de uso, os bens de capital registraram queda de 4,9% na produção de maio, na comparação com o mês anterior. Os bens de consumo duráveis caíram 1,3% na mesma base de comparação.

    Os bens de consumo semi e não duráveis tiveram a principal variação positiva, com alta de 1,3% em relação a abril. A produção de bens intermediários subiu 0,3% na comparação com o mês anterior.

    Na comparação com maio do ano passado, houve incremento da produção em 15 das 27 atividades analisadas. A produção automobilística registrou expansão de 6,5% nessa base comparativa. Também avançaram as produções da indústria extrativa (7,2%) e outros equipamentos de transporte (24,2%).

    Apresentaram queda, na relação com maio do ano passado, as produções de fumo (-21,3%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (-9,7%) e calçados e artigos de couro (-12,9%).

    Fonte: Folha online
    01-07-2008 | 11:07
    Esta é a 14ª projeção de alta seguida observada pelo Banco Central no mercado.
    A expectativa para a inflação em 2008 está prestes a ultrapassar o teto da meta para o ano. Pesquisa divulgada ontem pelo Banco Central mostra que a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) das cinco instituições financeiras que mais acertam as projeções subiu de 6,16% para 6,44%, muito perto do limite superior da meta, que é 6,50%. A expectativa de repasse de preços do atacado para o consumidor reforça a aposta de que o teto deve ser rompido brevemente.

    Não são apenas as instituições do chamado "Top 5" que estão mais pessimistas com os preços. Levando em conta todas as cerca de 80 instituições consultadas pelo BC, a previsão para o IPCA em 2008 subiu de 6,08% para 6,30%, na 14ª elevação consecutiva.

    "A alta registrada no atacado vai ser repassada, ainda que parcialmente, para o consumidor", disse o economista da Rosenberg & Associados, Luís Fernando Azevedo, consultoria que está entre as cinco que mais acertam as previsões para a inflação. Para ele, o rompimento do teto da meta deve acontecer "nas próximas semanas".

    O economista diz que as previsões tendem a continuar subindo motivadas pelo repasse dos aumentos em produtos como a carne bovina, que continua com preços de entressafra em plena safra, e produtos petroquímicos, que seguem a alta dos preços internacionais do petróleo.

    Para 2009, a previsão para o IPCA subiu pela terceira semana consecutiva, de 4,78% para 4,80%. A continuidade do aumento de preços no próximo ano tem feito com que o mercado fique mais pessimista com a política monetária.

    Até a semana passada, o mercado apostava em redução da taxa Selic de 1,25 ponto porcentual no decorrer do ano que vem. Agora, analistas crêem em redução de apenas 0,75 ponto. Assim, o juro deve terminar 2009 em 13,50%, contra aposta de 13% da semana passada.

    Para 2008, analistas mantiveram a previsão de Selic em 14,25%, o que indica aposta de elevação de dois pontos porcentuais na taxa até o final do ano.

    Mas Luís Fernando Azevedo é mais pessimista. Para ele, o juro deve subir 0,75 nas próximas duas reuniões - julho e setembro - e 0,50 ponto nos dois últimos encontros do ano - outubro e dezembro, o que levaria a Selic para 14,75%. "Além dessas altas, a taxa poderia continuar subindo no início de 2009 até chegar em 15,50%", afirma.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-06-2008 | 13:06
    O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado de Mato Grosso (Sinduscon -MT) Luis Carlos Richter Fernandes participou na semana passada (dias 26 e 27) da reunião do Conselho de Administração Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que também contou com a presença da Ministra da Casa Civil da presidência da república, Dilma Rousseff, além do presidente do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter.

    No primeiro dia, o presidente do grupo Gerdau debateu com os representantes da Indústria da Construção a situação atual e as perspectivas para o país, com foco no setor da construção civil. Já no segundo dia do encontro, realizado na cidade do Rio de Janeiro, representantes do setor da construção apresentaram propostas para aumentar o crescimento econômico do país, para a Ministra da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Rousseff. O documento, elaborado pela Câmara CBIC, propôs uma série de ações que vão desde a realização de reformas estruturais, como a tributária e a trabalhista, além de um programa de investimentos na área de Habitação de Interesse Social (HIS). A Ministra também fez uma apresentação sobre o andamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

    O evento também foi marcado pela posse da nova diretoria da Câmara CBIC, que tem como presidente o Sr. Paulo Simão. Representantes dos Sindicatos da Construção de todo o  país participaram da reunião.

    30-06-2008 | 10:06
    A decisão do Governo de Mato Grosso de autorizar a importação de cimento via Porto Seco de Cuiabá já reflete positivamente no mercado interno. Isso porque, desde que a medida foi anunciada, no dia 11 de junho, a principal empresa fabricante do produto no Estado vem procurando alternativas para abastecer o mercado. Com isso, a oferta e a demanda começam a ser reguladas.

    Preocupado com a escassez de cimento em Mato Grosso, o Governo do Estado, por meio das Secretarias de Fazenda (Sefaz) e Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), autorizou as empresas credenciadas na Sicme até o dia 30 de junho, a importarem cimento pelo Porto Seco de Cuiabá pelo prazo de 90 dias, a partir do dia 12 de junho, quando foi publicada a Instrução Normativa nº 02/2008, que estabelece normas complementares sobre o assunto.

    Mato Grosso concede diferimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) nas operações de importação processadas nos recintos do Porto Seco, cujo índice é de 17%. Em outras palavras, é concedida a suspensão temporária do pagamento de tributos até o momento da nacionalização (total ou parcial) da mercadoria. Além disso, se o importador for o consumidor final do produto, ou seja, se não comercializar o produto importado, a carga tributária final é 0%.

    Caso o produto seja comercializado, é tributado em 10% para vendas dentro do Estado e em 2% para vendas fora de Mato Grosso. O secretário de Fazenda, Eder de Moraes Dias, observa que a medida demonstra o comprometimento do Governo do Estado com o contribuinte, no que tange ao desenvolvimento socioeconômico de Mato Grosso.

    Fonte : Assessoria/Sefaz-MT
    27-06-2008 | 11:06

    André Azevedo e Klever Kolberg do Rally Dakar vão ministrar palestra "Superando desafios no deserto e no mundo dos negócios"André Azevedo e Klever Kolberg, tetracampeões do Rally Dakar, serão os palestrantes do 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), que acontecerá em São Luís (MA), nos dias 22, 23 e 24 de outubro de 2008.

    Essa dupla de engenheiros está preparando sua equipe para, mais uma vez, representar o Brasil no Rally Dakar - o maior e mais difícil rally do mundo. Nas participações anteriores a equipe já chegou várias vezes ao pódio, sendo seis como vencedora de uma categoria.

    Na maior prova da América do Sul, o Rally dos Sertões, o time de Klever e André é tetracampeão na categoria Motos, bicampeão na categoria Carros e tricampeão na categoria Caminhões.

    Klever e André colocam toda sua história e expertise nesses desafios a serviço da sua empresa, através de palestras.

    No ENIC, André Azevedo e Klever Kolberg vão contar, de maneira interessante e atraente, suas histórias, derrotas e vitórias, no mundo competitivo e de constantes mudanças do Rally Dakar.

    Nas palestras que realizam, eles transferem sua experiência para a realidade das empresas de forma espontânea, estabelecendo um benchmarking bastante efetivo. Mostram, ainda, como é possível administrar crises, superar desafios e alcançar resultados, motivando os participantes a enfrentar, com criatividade, diferentes cenários, transformando problemas e dificuldades em soluções e oportunidades.

    O objetivo é proporcionar uma reflexão através de exemplos sobre desafios e resultados.Os dois adiantam para o site do ENIC algumas dicas que costumam repassar aos participantes de suas palestras.

    Mudanças

    • Transforme as dificuldades e crises em desafios e oportunidades. Seja criativo e persistente. Não desperdice energia com lamentações ou pessimismo. Aperfeiçoe os sucessos e inove constantemente;
    • Seja pró-ativo e empreendedor. Tenha iniciativa e considere soluções alternativas. Desenvolva a capacidade de sonhar e investir seu melhor esforço para torná-lo realidade;
    • Tempos difíceis devem ser enfrentados com serenidade e muito preparo;

    Planejamento

    • Transforme as dificuldades e crises em desafios e oportunidades. Seja criativo e persistente. Não desperdice energia com lamentações ou pessimismo. Aperfeiçoe os sucessos e inove constantemente;
    • Seja pró-ativo e empreendedor. Tenha iniciativa e considere soluções alternativas.

     

    Desenvolva a capacidade de sonhar e investir seu melhor esforço para torná-lo realidade;
    • Tempos difíceis devem ser enfrentados com serenidade e muito preparo;

     

    Trabalho em equipe (team building)

    • Celebre, equipes precisam de energia e comemoração;
    • Reconheça o trabalho e a importância dos outros;
    • Bom relacionamento e a comunicação fazem a diferença;
    • Sincronize, integre, comprometa-se com o objetivo comum;
    • Cooperação. Pratique o “ganha-ganha”, quem vence é o grupo;
    • Desenvolva a habilidade para harmonizar interesses distintos de vários parceiros;

     

    Comunicação & Liderança

    • Crie, atraia e retenha talentos;
    • Pratique elogios e compartilhe os sucessos;
    • Inspire o crescimento e as mudanças positivas;
    • Saiba lidar com os egos, gerenciando conflitos e articulando acordos;
    • Valorize as diferenças estabelecendo ética, transparência, criando união e confiança;
    • Motive, incentive, escute, facilite, envolva e compartilhe responsabilidades;
    • Mostre o caminho, dê o exemplo (walk, the talk);
    • Estabeleça um ambiente saudável e criativo, onde as pessoas sejam livres, com equilíbrio,

     

    Qualidade & Excelência

    • Crie indicadores para monitorar, verificar, melhorar e aperfeiçoar;
    • A melhoria contínua através do treinamento e preparação prévios, constantes e progressivos. Sempre é possível crescer, evoluir e superar;
    • A determinação exige combinar perseverança com transigência, corrigindo o rumo, superando obstáculos;
    • Seja rápido e ágil. Seja o primeiro, tenha velocidade de ação e sentido de urgência;
    • Seja eficaz. Não confunda esforço com resultado;
    • Riscos podem e muitas vezes precisam ser enfrentados. Gerencie os riscos maximizando os resultados positivos, minimizando adversidades e controlando suas conseqüências;
    • Administrando o tempo. O importante e urgente vem em primeiro lugar;
    • Aprenda com os erros. O fracasso pode ser uma ótima fonte de aprendizado. Não desperdice a experiência;
    • Entenda, atenda e encante o cliente.

    Fonte: ENIC

     

     

     

    27-06-2008 | 11:06

    Carregamento chegou esta semana ao comércio, mas mercado não está regularizado. O primeiro carregamento de cimentos Poti, da Votorantim, vindo de Sergipe, chegou em Cuiabá esta semana e foi distribuído para as lojas. Mas, como o mercado já vinha há um tempo desabastecido, ainda não foi suficiente para resolver o problema, como era previsto. Mas até ontem, o vice-presidente da Associação do Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac/MT), Antonio Vicente de Arruda, nem tinha visto ainda o cimento Poti no mercado. Ele disse ter informação que o produto estava no centro de distribuição da Votorantim, mas ainda não havia sido distribuído. A Votorantim garantiu, no entanto, que a primeira entrega às lojas foi feita na segunda-feira à tarde.

    A expectativa quanto à chegada do cimento de Sergipe é grande, porque somente com ele o mercado deve voltar a ser regulado. Arruda, que é dono da Moinho materiais de construção, está trazendo cimento de Corumbá, de uma fábrica da Camargo Corrêa, que também está abastecendo outras duas grandes empresas em Cuiabá. "Os comerciantes estão se virando como podem". Mesmo assim, ainda não há cimento "a vontade". As lojas estão limitando as vendas por cliente.

    Importação - Além do cimento que a Votorantim vai trazer de Sergipe, outra possível solução para o mercado é a importação do produto via Porto Seco, que foi autorizada em princípio por 90 dias pela Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme). Por enquanto, nada foi importado. No entanto, o gerente de logística do Porto Seco, Elton Erthal, frisa que já estão havendo tentativas de importação. Não há como prever quando deve chegar um primeiro carregamento porque as empresas ainda não conseguiram um mercado fornecedor.

    Estão sendo buscados os mercados mais próximos de Mato Grosso para facilitar a logística, caso contrário a operação se torna inviável pelo valor. Até agora, já foram contatados Paraguai, Bolívia e Chile. A Votorantim, fabricante do cimento Itaú, responde por aproximadamente 70% do mercado do produto em Mato Grosso, mas não está mais conseguindo suprir a demanda por conta do aquecimento do setor da construção.

    Fonte: Gazeta Digital
    27-06-2008 | 11:06

    A Abrea (Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto) pediu formalmente ontem, em Brasília, à OIT (Organização Internacional do Trabalho) um pronunciamento sobre o fato de indústrias brasileiras que extraem e usam amianto para produzir telhas e caixas-d'água patrocinarem entidades de trabalhadores para defender o uso controlado do mineral no país.

    O pedido foi feito por meio de queixa para que a OIT recomende ao governo brasileiro a adoção de medidas que possam proibir o que a Abrea entende como "prática anti-sindical". A Abrea se baseia no artigo 2º da Convenção 98 da OIT, que "veda às organizações de empresas manter com recursos organizações de trabalhadores com o objeto de sujeitá-las ao controle de empregadores".

    O repasse de recursos de empresas a entidades sindicais ocorre por meio do Instituto Brasileiro do Crisotila, criado em 2002 e patrocinado por 11 indústrias.

    "A queixa denuncia a grave violação da liberdade e da autonomia sindicais em função da ajuda financeira da indústria do amianto a entidades sindicais, como está explícito no Acordo Nacional para Uso Controlado do Amianto Crisotila [tipo que existe no país]".

    Esse acordo foi firmado entre a Comissão Nacional dos Trabalhadores do Amianto (CNTA), ligada à CNTI (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria), 7 sindicatos de trabalhadores, 11 indústrias e o Instituto Brasileiro do Crisotila.

    "O Estado tem de tomar medidas para censurar essa relação. Se a OIT emite um pronunciamento em relação a isso, o Brasil pode sofrer retaliações perante outros países, já que as relações comerciais entre os países são pautadas pela observância de cláusulas sociais", afirma Mauro de Azevedo Menezes, advogado da Abrea.

    Para Élio A. Martins, presidente da Eternit, uma das 11 empresas que assinam o acordo com a comissão de trabalhadores, o repasse é transparente.

    "Vivemos em uma democracia e isso [queixa à OIT] só engrandece a discussão. O acordo é transparente. A lei federal nº 9.055 [que disciplina o uso do amianto no Brasil] prevê repasse para treinamento dos trabalhadores. Eles precisam ser treinados, viajar, participar de seminários para ter mais informação e discutir o assunto."

    Martins afirma que "seria interessante ver de onde vêm os recursos que financiam essas associações [que representam ex-trabalhadores, como a Abrea] que defendem o fim do amianto no país".

    O presidente da Eternit esteve ontem na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) para discutir o uso controlado do amianto e o impacto que o banimento do mineral teria no país.

     "Existe uma pesquisa em curso, realizada pela USP e pela Unicamp, que vai dar uma resposta científica a esse debate." Ele diz que não é possível comparar o banimento no Brasil com o banimento na Europa. "Lá se usava o amianto anfibólio; aqui se usa o crisotila."

    "Se a pesquisa constatar que o produto está contaminando a população, e se não houver meios de evitar isso, engrossarei a fileira dos que pedem o banimento. Mas a única exigência que faço é que a OMS [Organização Mundial da Saúde] diga que as fibras alternativas são seguras e não causam riscos. O que se tem de informação hoje é que o risco dessas fibras [alternativas] é indeterminado."

    Martins também destaca que, desde a década de 80, não há novos casos registrados de doenças causadas pelo uso do amianto no Brasil. "A maioria das pessoas que está identificada com problema ou que fez acordo com a companhia está dentro da pesquisa da Sama, passando pelas juntas médicas da USP e da Unicamp.

    Parte dos processos contra a companhia chegou ao final porque, no momento da perícia, se confirmou que não tinha problema da doença ou que a doença não era causada pelo amianto."

    Fonte: Folha online
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