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Terça-feira, 22 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    31-07-2008 | 11:07

    A escalada da inflação nos países emergentes é mais preocupante do que nos países desenvolvidos porque o aumento nos preços é apurado no núcleo do índice - que exclui alimentos e energia - e o repasse dos custos dos alimentos e do petróleo contamina os outros itens, afirmou o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio-diretor da MB Associados, na palestra "Para onde vai a economia no segundo semestre? Uma visão setorial", do seminário "Desafios do crédito e da economia para o segundo semestre", que aconteceu ontem na sede da Associação Comercial de São Paulo.

     

    "Nos países desenvolvidos, o núcleo da inflação é estável. Se o preço das commodities caírem, a inflação cheia converge para a inflação no núcleo. Já nos países emergentes a demanda forte por alimentos e energia contamina os outros preços", disse Neste cenário, o economista prevê uma elevação na taxa básica de juros maior nos países emergentes do que nos países desenvolvidos. "O Bernanke reza todo dia para os países emergentes elevarem o juro básico para o preço do petróleo cair assim ele não precisaria elevar os juros", disse.

    "Para os Estados Unidos e a Europa, uma queda no preço do petróleo resolveria o problema da inflação, aqui não", disse.

    O economista acredita que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) mantenha a taxa básica de juros em 2% ao ano até 2009. "Nem se ele quisesse ele teria condições de subir os juros agora", afirmou. Sobre o crescimento econômico brasileiro, o economista acredita que continuará forte, mas pode apresentar sinais de desaceleração um pouco mais intensos no segundo semestre. "Com a redução do saldo comercial e a deterioração das transações correntes o piso para o câmbio começa a desaparecer", alertou.

    "O crescimento do PIB ainda está forte este ano e deve fechar em 4,8%, mas as perspectivas para o segundo semestre são menores. Em 2009, o PIB deve encerrar o ano em 3,5%", projetou.

    "O Brasil tem condições de crescer 4% ao ano, mais do que isso não dá porque não temos infra-estrutura e os impostos continuam altos", disse.

    Em relação ao câmbio, o sócio-diretor da MB Associados estima que a valorização do real é temporária, mesmo com a elevação na taxa de juros. "Esperamos uma desvalorização do real no próximo ano, mas a queda não será grande porque temos reservas", afirmou.

    Mendonça de Barros projeta o dólar um pouco mais caro no final do ano e acredita que a divisa encerre 2009 cotada em R$ 1,85.

    Sobre a inflação acumulada, a MB Associados estima que o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) encerre o ano em 12% e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 7%.

    Empresários desconfiados

    Uma pesquisa encomendada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) ao Instituto Insearch com 350 pequenos e médios empresários da capital paulista sobre o cenário econômico no segundo semestre revelou que a maioria dos entrevistados temem o cenário político-econômico atual.

    Do total de pesquisados, 69% afirmou que o cenário político-econômico não gera confiança, 25% afirmou ter alguma confiança e 6% se mostrou muito confiante.

    Em relação aos efeitos do aumento na taxa básica de juros, 45% dos entrevistados acreditam que haverá diminuição dos negócios em relação ao primeiro semestre do ano, 45% apostam na manutenção dos negócios nos mesmos níveis e 10% acreditam no aumento dos negócios.

    A pesquisa foi realizada antes da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que decidiu por uma elevação em 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), que passou para 13% ao ano.

    "A pesquisa mostra que os efeitos da inflação são mais perceptíveis para o varejo. Outra constatação foi que a inflação é considerada um problema maior para os pequenos e médio empresários do que os juros altos", afirmou o economista-chefe da ACSP, Marcel Solimeo.

    Para o economista, o consumidor só vai sentir mais o efeito da alta do juro quando os prazos de financiamento forem reduzidos. "O repasse da alta de juros é mais lento do que antes", disse.

    Em relação à taxa básica de juros, 73% afirmou que a taxa influencia principalmente o segmento de comércio atacadista e 47% disseram que a taxa tem impacto no comércio varejista.

    A maioria dos entrevistados, 57%, acredita que o nível de inflação implicará na diminuição do volume de negócios de suas empresas, 33% crê que não haverá impacto significativo e 10% aposta no aumento dos negócios.

    Em relação às expectativas relacionadas ao segmento de atuação das empresas, 37% acredita que o mercado não terá nenhuma alteração para a realização de negócios, 36% diz que o mercado está favorável e 27% disse que a realização de negócios está desfavorável para as empresas do seu segmento.

     

    Fonte: NTC e Logística
    30-07-2008 | 11:07
    Será exigida pelos SINDICATOS LABORAIS a todas as empresas que necessitem de fazer homologações, a CERTIDÃO DE REGULARIDADE QUANTO AO PAGAMENTO DA CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL PATRONAL prevista na Convenção Coletiva, Cláusula 33ª Homologação das Rescisões Contratuais, Parágrafo Segundo.

     

    Outras informações: 65-3627-3020
    30-07-2008 | 11:07
    CLÁUSULA 38ª - CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL DOS TRABALHADORESAs empresas descontarão dos empregados associados às entidades laborais convenentes a título de Contribuição Assistencial, a importância equivalente a 5% (cinco por cento) do salário respectivo, ou a importância aprovada em Assembléia Geral, no caso dos Sindicatos, ou Conselhos de Representantes da FETIEMT (representando os trabalhadores inorganizados em Sindicato), das respectivas ENTIDADES LABORAIS, cujos valores deverão ser repassados às mesmas, acompanhado da relação nominal e discriminada dos contribuintes e os respectivos valores.

     

    Parágrafo Primeiro:As empresas deverão encaminhar à entidade laboral, no prazo de 30 (trinta) dias contados do registro da presente Convenção na DRT, a relação de todos os empregados, contendo o Nome, RG, CTPS e CPF, ficando a referida entidade obrigada a devolver a relação com o nome dos empregados sindicalizados de modo a viabilizar o desconto em folha da Contribuição Assistencial, cujo desconto deverá ser feito de acordo com as relações entregues pelo Sindicato Laboral até o dia 22 (vinte e dois), com o repasse do valor descontado até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente.

     

    Parágrafo Segundo: O descumprimento do prazo de repasse implicará na multa de 10% (dez por cento) sobre o valor descontado dos EMPREGADOS, a cargo da EMPRESA, sem prejuízo da correção monetária e demais cominações legais.

     

    Parágrafo Terceiro:Quando solicitadas pelos Sindicatos Laborais, as Empresas deverão fornecer a relação mensal dos Empregados Demitidos.

     

    Parágrafo Quarto: Serão excluídos do desconto da Contribuição Assistencial apenas os empregados que não forem Associados.

     

    - Ao ler a Convenção Coletiva, evitará sérios problemas, administrativos e financeiros.

    - Convenção Coletiva Homologada em 14/07/08.

     

    30-07-2008 | 11:07
    Com uma maior oferta no mercado cuiabano, os preços do produto que estavam bastante elevados também sofreram uma redução

     

    O abastecimento de cimento está normalizado no mercado de Cuiabá. O preço do produto também se regularizou, caindo dos R$ 24 a R$ 26 que era comercializado há aproximadamente 60 dias para entre R$ 18 e R$ 20 a saca, uma redução de 23,07%. Essa regulação se deu por conta da entrada no mercado do cimento Poti, produzido na fábrica da Votorantim no Sergipe. O presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção de Mato Grosso (Acomac/MT), Wenceslau Júnior, destaca ainda que também não há mais controle da quantidade vendida para cada cliente. "Antes, a cada 60 lojas percorridas, encontrava-se o produto em 10 e mesmo assim não era possível comprar qualquer quantidade, agora isso não acontece mais. Em qualquer loja há o produto disponível", assegurou o dirigente classista.

     

    A normalização do mercado já era prevista desde que a Votorantim, dona da fábrica de cimentos Itaú, instalada em Nobres, anunciou que traria o cimento Poti do Sergipe. A operação foi necessária para suprir a crescente demanda do setor de construção civil em Mato Grosso. A fábrica de Nobres é responsável pelo abastecimento de aproximadamente 70% do mercado mato-grossense, mas já não está sendo suficiente.

     

    O crescimento da demanda, aliada à pouca oferta de cimento, fez com que o preço do produto subisse há aproximadamente dois meses.

     

    A situação chegou a tal ponto que a diretoria da Votorantin esteve em Cuiabá para anunciar a operação de buscar o cimento Poti em Sergipe enquanto a fábrica de Nobres é ampliada. O processo deve durar até janeiro do ano que vem, data prevista para entrar em operação um novo forno na unidade de Mato Grosso. Com o novo forno, a fábrica vai produzir 320 mil toneladas a mais de cimento por ano. Hoje, a produção é de 900 mil toneladas ano.

     

    Segundo a diretoria da Votorantim, as vendas da fábrica de Nobres aumentaram 30% nos primeiros cinco meses deste ano, ao passo que o mercado brasileiro cresceu 15% na área. A previsão da empresa é que o setor da construção civil continue aquecido no Estado pelos próximos cinco anos, crescendo acima da média nacional. isso quer dizer que a oferta de cimento também terá que passar por constante aquecimento.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-07-2008 | 11:07
    Com um aporte financeiro de cerca de R$ 3 mil (para uma residência com cinco pessoas), o investimento em energia solar se mostra viável em Mato Grosso e pode gerar uma economia de até 30% na conta de energia mensalmente. A constatação é do engenheiro eletricista, Alan Kardec Assis Carvalho. Ele explica que o retorno financeiro é obtido em até três anos após a instalação do sistema de capitação de energia solar, que tem vida útil entre 20 e 30 anos.

     

    Carvalho diz que por contar com a luz solar praticamente o ano todo, Mato Grosso deve despertar para este novo nicho de mercado, a exemplo do que acontece em São Paulo e Minas Gerais, onde empreendimentos como prédios, hotéis, hospitais e até mesmo residências investem na geração de energia por meio do sol e que no final das contas, quem ganha são os usuários. O equipamento se resume a placas de metal que são colocadas no telhado da residência, que proporciona o aquecimento da água armazenada no reservatório, e que posteriormente será consumida pelos moradores. Já a quantidade de placas instaladas vai depender do número de pessoas que vai utilizar a energia gerada pelo sistema, que na maioria das vezes é usada para aquecimento de água.

     

    "A energia solar é muito competitiva. Primeiro porque é uma energia primária e que tem custo zero. Em segundo lugar, o investimento na geração de energia solar é mais barata se comparado a energia elétrica de outras fontes", diz o especialista que há 20 anos trabalha com energia solar.

     

    O especialista acrescenta que a instalação de uma indústria para fomentar a utilização deste tipo de energia no Estado é interessante, e que o preço tende a cair, em função da lei da oferta e da procura, pois conforme ele, a partir do momento que o uso da energia solar estiver mais difundido, com uma procura, o valor do investimento será reduzido. "Em Mato Grosso ainda não está estabelecido o hábito do consumo. Quando a procura aumentar teremos a chamada economia de escala, que é quando a demanda aumenta, reduzindo os custos". Em Cuiabá, vários empreendimentos como hospitais, hotéis e até condomínios verticais já utilizam a energia solar para aquecimento de água.

     

    Serviço - O engenheiro Eletricista Alan Kardec Assis Carvalho ministra palestra gratuita sobre energia solar amanhã (31), no auditório do Grupo Gazeta de Comunicação, a partir das 19h.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-07-2008 | 11:07
     - Hoje é o último dia que o Centro Internacional de Negócios (CIN) do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT) promove o curso "Sistemática de Importação". O objetivo é capacitar o empresário mato-grossense para inserir e manter-se no mercado internacional. O curso está sendo realizado na sede da Fiemt.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-07-2008 | 11:07
    Mais uma vez, o país é forçado a recorrer a novo aperto monetário na tentativa de segurar a inflação, o que deve ajudar a conter a elevação de preços, mas implica o risco de frear a expansão da atividade econômica com tal intensidade e por tanto tempo, que pode levar a uma descontinuidade no crescimento. Na justificativa para o aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros, elevando-a para 13%, o Banco Central alega que agiu "tempestivamente", tentando, portanto, sustar no que define como tempo certo o ritmo das elevações que ameaçam colocar o índice acima das metas, neste e no próximo ano. A preocupação do Comitê de Política Monetária (Copom) é procedente e a equipe econômica tem o dever de afastar essa ameaça. O lamentável é que, mais uma vez, o país esteja diante de um dilema permanente: crescer ou conter a inflação.

    Ao contrário de episódios anteriores, desta vez as pressões inflacionárias vêm de fora e o país se preparou melhor para enfrentá-las. A questão é que, inicialmente concentrada nos alimentos, a elevação do custo de vida acabou se espalhando para outras áreas, ameaçando os ganhos acumulados no poder aquisitivo e o próprio ritmo de expansão da atividade econômica. Como o aumento é conseqüência da maior procura por commodities em países nos quais a população passou a se alimentar mais, como Índia, China e o próprio Brasil, além de sofrer a influência do impacto do preço do petróleo no custo do transporte, os responsáveis pela equipe econômica ficam com pouca margem de ação para enfrentar o problema. A médio e longo prazos, porém, o país pode, isso sim, é se aproveitar dessa perspectiva na condição de um dos maiores produtores de alimentos do mundo, com políticas adequadas de estímulo ao agronegócio. Mas isso, obviamente, não resolve um problema imediato, que é a necessidade de conter a inflação interna com o mínimo de impacto no setor produtivo.

    De crise em crise, entre as enfrentadas nos últimos anos, o Brasil acabou se convencendo da necessidade de reforçar as bases da estabilidade, com ênfase principalmente no rigor fiscal. Neste momento de incertezas, o governo age acertadamente ao rechaçar qualquer possibilidade de controle de preços, mas se equivoca ao se descuidar dos gastos públicos e ao se preocupar, desde já, com a possibilidade de uma eventual politização do aumento inflacionário na campanha eleitoral, pois essa é uma questão técnica.

    O aumento exagerado na taxa básica de juros pode até ser necessário, mas o país não tem como depender unicamente dessa alternativa para conter a inflação, pois as conseqüências são de alto risco. Por isso, períodos de maior ameaça como o atual deveriam reforçar a preocupação do país de apressar reformas estruturais ainda pendentes, a começar pela tributária.



    “Períodos de maior ameaça como o atual deveriam reforçar a preocupação do país de apressar reformas estruturais”

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-07-2008 | 11:07
    O Conselho Municipal de Desenvolvimento Estratégico (CMDE) aprovou, em reunião extraordinária, o parecer da Câmara Técnica de Habitação, Urbanismo e Ordenação do Território sobre o Estudo de Impacto de Vizinha (EIV) e o Relatório de Impacto de Vizinha (RIV), do projeto do empreendimento multi-familiar vertical proposto pela LM Organização Hoteleira para uma área na Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), ao lado da faculdade Unirondon, mas fez recomendações para o trânsito.

    Entre as recomendações feitas, que são condicionantes para a execução do projeto, está a modernização dos conjuntos semafóricos da Avenida Miguel Sutil (Perimetral), a construção de alça de retorno em frente ao empreendimento, construção de pista de aceleração e desaceleração, além da continuidade do estudo e execução para viabilizar uma melhor articulação viária por meio da expansão da Perimetral até a Beira Rio.Também estão sendo exigidas 68 vagas para visitantes, ao invés das 20 previstas no projeto apresentado pelo empreendedor. Esse número representaria 15% do total de unidades habitacionais que serão construídas nessa área.

    “Prioridades visando o planejamento urbanístico e uma melhor fluidez no trânsito na cidade são itens que sempre serão analisados de forma detalhada nos estudos de Impacto de Vizinhança e seus conseqüentes relatórios”, afirmou a secretária executiva do CMDE e presidente do Instituto de Planejamento Urbano(IPDU), arquiteta Adriana Bussiki Santos.

    PROJETO – Na Avenida Beira Rio, numa área vizinha a Unirondon, a LM Organização Hoteleira, empresa da rede de Hotéis Mato Grosso, vai construir um conjunto de quatro prédios residenciais, cada um com 20 andares, num total de 450 apartamentos.

     

    Fonte: Olhar Direto

     

    30-07-2008 | 11:07
    A fim de potencializar o desenvolvimento econômico e social de Mato Grosso, com reflexos na geração de emprego e renda e nos preços dos produtos e serviços ao consumidor final, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz), desde o início da gestão Blairo Maggi, vem implementando uma série de medidas para reduzir a carga tributária incidente sobre as atividades de diversos segmentos da economia.
         
         De 2003 a 2008, foi implementada a redução da carga tributária de ao menos 30 itens, o que demonstra a efetivação de uma política fiscal ousada e transparente. Com isso, a carga tributária do ICMS em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 13,4%, em 2004, para 10,4%, em 2007, em Mato Grosso, segundo estimativas da Comissão Técnica Permanente (Cotepe), do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
         
         O secretário de Estado de Fazenda, Eder Moraes, lembra que desde o início da administração Blairo Maggi as desonerações tributárias passaram a ser avaliadas e concedidas de acordo com as demandas e cenários da economia de Mato Grosso. “Essas desonerações devem refletir em melhoria na qualidade de vida da população, quer seja pela redução dos preços ou pelo aumento dos investimentos das empresas que gerarão mais empregos, mais salários e mais consumo, criando um círculo econômico virtuoso”, afirma.
         
         Ele observa que Mato Grosso tem aprimorado a sistemática de controle do cumprimento das obrigações tributárias, intensificado o investimento em tecnologia e ampliado a percepção do risco fiscal junto aos contribuintes para incrementar a receita. “Estamos implementando um esforço fiscal nunca antes visto em Mato Grosso, com medidas para aumentar a arrecadação, sem majorar os impostos, como investimento em automação dos procedimentos, sobretudo nos postos fiscais, e na qualificação dos servidores e ações pontuais de fiscalização, junto a segmentos específicos”, comenta Eder Moraes.
         
         REDUÇÕES
         
         No primeiro semestre deste ano, o governador Blairo Maggi, os secretários de Fazenda, Eder Moraes, e de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, assinaram carta pública em que o Estado se comprometeu a excluir o segmento moveleiro, denominado arranjo produtivo local, dos regimes de cobrança antecipada, do ICMS Garantido e ICMS Garantido Integral, desde que as empresas do ramo fossem optantes do Simples Nacional (Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte). Tal medida teve a finalidade de reduzir a carga tributária para o referido setor econômico.
         
         No documento, o Governo de Mato Grosso também concedeu diferimento do ICMS às operações de importação com farinha de trigo e material de informática processadas nos recintos de Porto Seco do Estado. Com isso, a carga tributária efetiva nas operações de importação passou de 17% para 0%. Já nas saídas subseqüentes, a carga interna foi reduzida de 10% para 7%.
         
         Além disso, o Governo do Estado excluiu do programa ICMS Garantido Integral as micro e pequenas indústrias dos segmentos têxtil e de vestuário, a pedido das empresas do ramo. A carga tributária do setor foi reduzida de 17% para em torno de até 3%, dependendo do faturamento da empresa.
         
         Em 2003, foi concedida isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) para os produtos da cesta básica (arroz, feijão, carne, frutas e peixe); redução de 30% para 25% da carga tributária sobre cartões telefônicos; e de 17% para 7% sobre bens de informática.
         
         No segmento do varejo, diminuição de 17% para 7% da carga tributária para bares e restaurantes e diferimento do ICMS de 17% para 0% sobre o frete em operação interna. No segmento da pecuária, foi reduzida a contribuição do setor ao Fundo de Transporte e Habitação (Fethab). Atualmente, o Fethab incide apenas nas saídas interestaduais e internas para abate.
         
         A agroindústria também foi beneficiada. Entre as medidas, diferimento de 17% para 0% do ICMS sobre operações com milho, café, sorgo e alpiste e de 12% para 0% sobre as vendas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) à indústria de arroz; e redução de 12% para 3% da carga tributária sobre o feijão nas saídas interestaduais e de 12% para 7% sobre as operações interestaduais com carne.
         
         No ramo de energia elétrica, redução de 30% para 0% da demanda de potência de energia não utilizada e de 30% para 0% sobre a energia consumida pelo comércio e indústria pela média do ano anterior, com isenção total do excedente.
         
         Redução de 17% para 12% da carga tributária ao biodiesel, de 17% para 12% ao gás natural veicular e industrial. No segmento de transportes, isenção ao transporte de cargas destinadas à exportação (12% para 0%) e redução de 12% para 4% ao transporte de passageiros.
         
         As reduções tributárias, explicou o secretário Eder Moraes, não trouxeram redução na arrecadação. “Ao contrário. Fizeram aumentar a receita tributária, pois a empresas, com menor carga fiscal ficaram mais competitivas, tiveram mais lucros e investiram mais em seus próprios negócios, gerando mais empregos, renda e consumo”, destaca o chefe da Fazenda estadual.
         
         Outro benefício é diferimento de 17% para 0% do ICMS incidente nas operações de importação de colheitadeiras e demais equipamentos que não possuam similares nacionais, utilizados na colheita e processamento de algodão, cujo desembaraço aduaneiro seja realizado em recinto de Porto Seco, localizado em Mato Grosso.
         
         Em relação ao Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), redução de 1,5% para 1% a caminhões e ônibus; e de 17% para 12% a máquinas e equipamentos rodoviários. Além disso, foi concedida isenção do IPVA no primeiro emplacamento do veículo.
         
         “Os resultados são visíveis e mensuráveis na manutenção do equilíbrio fiscal do Estado, mesmo em anos de crise e o constante aumento da arrecadação, especialmente nos setores que foram beneficiados pelas desonerações”, completa o secretário Eder Moraes.
         
         MAIS REDUÇÕES
         
         Vale destacar que a implantação do regime ICMS Garantido Integral, a partir de 2003, resultou na redução de carga tributária de 17% para 8%, em média, para os segmentos econômicos integrantes dessa sistemática, como calçados e confecções, autopeças, materiais para construção, entre outros. O ICMS Garantido Integral consiste na arrecadação do imposto em um só momento, por ocasião da entrada de mercadoria no Estado, com desoneração integral de todas as operações posteriormente realizadas.
         
         Em março deste ano, o Governo de Mato Grosso firmou com o Governo de São Paulo sete protocolos para a implantação do regime de substituição tributária em relação às operações realizadas por contribuintes do ICMS. A sistemática, que entrou em vigor no dia 1º de junho, redundou na diminuição da carga tributária de 17% para 8%, equiparando-se à carga média do regime ICMS Garantido Integral.
         
         Os protocolos viabilizaram a migração do regime ICMS Garantido Integral para o de substituição tributária das operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano e veterinário; rações para animais domésticos; com produtos eletrodomésticos, eletroeletrônicos e equipamentos de informática; com bebidas quentes; materiais de limpeza e de construção; cosméticos, perfumes, artigos de higiene pessoal e toucador e sorvetes e comuns preparados para fabricação de sorvetes em máquina.
         
         Outra medida adotada pelo Governo de Mato Grosso que resultou em redução de carga tributária foi o congelamento do Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) do óleo diesel, em R$ 2,04, de setembro de 2005 a março de 2008, ou seja, uma diminuição de 11,77%, para beneficiar os setores de transportes e produtivo. Assim, a carga tributária do óleo diesel foi alterada de 17% para 15%. Desde março, o PMPF está congelado em R$ 2,12.
         
         É pertinente observar que, embora o Simples Nacional, regime especial unificado de arrecadação de tributos e contribuições devidos pelas microempresas e empresas de pequeno porte, seja uma iniciativa do Governo Federal, a medida resultou em significativa diminuição de carga tributária em Mato Grosso, especialmente para o segmento industrial, de 12% para 3,51%.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    30-07-2008 | 11:07
         O Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) aprovou mais de R$ 45,5 milhões de intenções de investimentos para Mato Grosso, nesta terça-feira (29.07). A aprovação ocorreu durante a 22º reunião ordinária do Conselho, realizada na Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso (FCDL), em Cuiabá.
         
         Os investimentos irão gerar mais de 1.900 empregos, entre diretos e indiretos. Ao todo serão beneficiados 30 municípios mato-grossenses, por 56 projetos que pleitearam recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Estado de Mato Grosso (Prodeic) e do Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Fundeic).
         
         Dos 56 projetos aprovados pelo Cedem, 38 solicitaram recursos do FCO Empresarial, na ordem de R$ 29,2 milhões. Catorze tiveram consulta prévia aprovada para receber recursos do Fundeic, programa de financiamento de micro e pequenas empresas. Quatro serão enquadrados no Prodeic, com investimentos de R$ 14,8 milhões e duas empresas tiveram laudos de vistoria aprovados para começarem a usufruir de benefícios via Prodeic.
         
         Durante a reunião, aberta pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, e presidida pelo secretário-adjunto de Desenvolvimento da Sicme, Manoel Antonio Rodrigues Palma, os conselheiros também aprovaram nove enquadramentos para o Porto Seco e a reserva de três áreas no Distrito Industrial de Cuiabá.
         
         O Cedem, vinculado à Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), tem a responsabilidade de estudar, propor e opinar sobre as diretrizes e estratégias de desenvolvimento dos setores da indústria, do comércio, da mineração e energia do Estado. O Conselho também é o órgão que aprecia e julga os pedidos de incentivos fiscais e financeiros, de acordo com a legislação específica.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    29-07-2008 | 12:07
    CLÁUSULA 38ª - CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL DOS  TRABALHADORESAs empresas descontarão dos empregados associados às entidades laborais convenentes a título de Contribuição Assistencial, a importância equivalente a 5% (cinco por cento) do salário respectivo, ou a importância aprovada em Assembléia Geral, no caso dos Sindicatos, ou Conselhos de Representantes da FETIEMT (representando os trabalhadores inorganizados em Sindicato), das respectivas ENTIDADES LABORAIS, cujos valores deverão ser repassados às mesmas, acompanhado da relação nominal e discriminada dos contribuintes e os respectivos valores.

     

    Parágrafo Primeiro:  As empresas deverão encaminhar à entidade laboral, no prazo de 30 (trinta) dias contados do registro da presente Convenção na DRT, a relação de todos os empregados, contendo o Nome, RG, CTPS e CPF, ficando a referida entidade obrigada a devolver a  relação com o nome dos empregados sindicalizados de modo a viabilizar o desconto em folha  da Contribuição Assistencial, cujo desconto deverá ser feito de acordo  com as relações entregues pelo Sindicato Laboral até o dia 22 (vinte e dois), com o repasse do valor descontado até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente.

     

    Parágrafo Segundo: O descumprimento do prazo de repasse implicará na multa de 10% (dez por cento) sobre o valor descontado dos EMPREGADOS, a cargo da EMPRESA, sem prejuízo da correção monetária e demais cominações legais.

     

    Parágrafo Terceiro:Quando solicitadas pelos Sindicatos Laborais, as Empresas deverão fornecer a relação mensal dos Empregados Demitidos.

     

    Parágrafo Quarto: Serão excluídos do desconto da Contribuição Assistencial apenas os empregados que não forem Associados.

     

    - Ao ler a Convenção Coletiva, ivitará sérios problemas, administrativos e financeiros.- Convenção Coletiva Homologada em 14/07/08.

     

     

    29-07-2008 | 12:07
    A Confederação Nacional da Indústria reconhece, por meio do Prêmio CNI, as empresas que investem na preservação dos recursos naturais, adotam práticas de produção limpa, reciclam produtos e desenvolvem programas de educação ambiental.

     

    Acreditando que é possível crescer sem causar danos ao ambiente, a indústria baiana Roupas do Pólo desenvolveu um projeto de aproveitamento da água da chuva.  Vencedor do último Prêmio CNI na categoria Desenvolvimento Sustentável, modalidade Micro e Pequena Empresa, o projeto aumenta a eficiência no uso de matérias-primas, melhora o aproveitamento dos recursos naturais e reduz a geração de resíduos. Dos 10 milhões de litros de água que a lavanderia utiliza por ano, 40% vêm da captação de água da chuva por meio de calhas no telhado. Além disso, a empresa desenvolveu uma espécie de aspirador de pó capaz de sugar a poeira das fibras das roupas durante o processo de lavagem.

     

    De acordo com o gerente comercial da empresa, Fernando Andrade, o Prêmio CNI foi a confirmação do resultado positivo alcançado pelo comprometimento e esforço de todos, com o reconhecimento da empresa como uma lavanderia modelo e ambientalmente correta. “O grande retorno é o reconhecimento da sociedade e de nossos clientes. Mudança de hábitos e conscientização fazem parte dessa conquista”, ressalta Andrade. 

     

    Palavra de ordem no meio empresarial, segundo o vice-presidente da CNI, Rodrigo da Rocha Loures, negócios sustentáveis são aqueles em que estão presentes competências capazes de criar valor econômico sem causar danos ao ambiente ou a terceiros. ”O desafio da sustentabilidade empresarial é definir apropriadamente a causa a que serve as empresas”, ressalta Loures.

     

    A busca pela qualidade ambiental levou também a empresa Fuga Couros Jales Ltda, de Mato Grosso ao primeiro lugar na mesma edição do Prêmio CNI na modalidade Grande e Média Empresa. A indústria substituiu o uso do óleo derivado de petróleo por um combustível de fonte renovável proveniente de subprodutos animais. Nas caldeiras trocou a lenha que emite gás carbônico por um resíduo do próprio couro. De acordo com o presidente da empresa, Fabrício Fuga, a empresa também fez diversas modificações no trabalho diário para reduzir os impactos ambientais e tornar a atividade sustentável.

     

    As inscrições para o Prêmio CNI 2008 estão abertas em todo o país e vão até 29 de agosto. Podem participar micros, pequenas, médias e grandes indústrias nas categorias Inovação e Produtividade, Design e Sustentabilidade. A premiação será no dia 28 de outubro, em Brasília. Mais informações e o formulário de inscrição estão disponíveis no endereço eletrônico www.cni.org.br/premiocni

     

    Fonte: FIEMT
    29-07-2008 | 12:07
    Inovação Tecnológica e Sustentabilidade - O Sinduscon-RS realizará no dia 8 de agosto, das 14h às 18h, na sede da Fiergs, em Porto Alegre, o Seminário da Construção Civil - Inovação Tecnológica e Sustentabilidade. O evento visa discutir as novidades tecnológicas e as diversas concepções de projetos voltados para a construção integrada ao meio ambiente. Na pauta, destaque para os temas: "O índice de sustentabilidade da construção civil"; "Uso racional da água", e "A norma de desempenho e seus impactos nas edificações".

     

    Fonte: CBIC
    29-07-2008 | 12:07
    O ICI (Índice de Confiança da Indústria) da FGV (Fundação Getulio Vargas) teve queda de 0,7% em julho ficando em 120,8 pontos (sem ajuste sazonal), contra 121,6 no mês anterior. Os dados foram divulgados nesta terça-feira.

    Segundo a FGV, o dado geral mostra que "a indústria mantém-se aquecida, mas com um ritmo de atividade um pouco menos intenso que o registrado no segundo semestre de 2007".

    Na comparação sem ajuste sazonal, o ISA (Índice da Situação Atual) passou de 125,8 pontos em junho para 123,7 neste mês, enquanto o IE (Índice de Expectativas) teve ligeira elevação, indo de 117,4 em junho para 117,9 neste mês. Com ajuste sazonal, feita entre dados referentes a abril e a este mês, o índice geral subiu de 116,4 para 120,1 pontos. No mesmo período, o ISA passou de 123,8 para 126,7 pontos (em julho do ano passado, o índice foi de 126,4 pontos) e o IE subiu de 108,9 para 113,4 pontos (abaixo dos 115,6 pontos do mesmo período de 2007).

    Entre abril e julho deste ano, a parcela de empresas que avaliam a situação geral atual dos negócios como boa subiu de 31,1% para 40,2%; já a proporção das empresas que a consideram fraca também aumentou, de 6,3% para 7,6%.

    Em relação aos próximos seis meses, os empresários se mostram mais cautelosos ao avaliar a situação dos negócios. Das 1.042 empresas consultadas, 56,9% esperam melhora e 7,2%, piora. Em abril passado, os números foram semelhantes, mas em julho de 2007 o resultado havia sido bem mais favorável, com proporções de 62,9% e 4,2%, respectivamente.

    A coleta de dados para a pesquisa de julho foi realizada entre os dias 1º e 25 deste mês. Fonte: Folha on-line
    29-07-2008 | 12:07
    O governo informou que foi publicada nesta segunda-feira (28), no Diário Oficial da União (DOU), a inclusão de 141 novos produtos na lista ex-tarifários, que conta com tarifa de importação reduzida pelo fato de não haver produção similar na região do Mercosul. A inclusão dos produtos foi aprovada na última quinta-feira (25) pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). Com a medida, as tarifas de importação para esses produtos ficam reduzidas de 14% para 2% até o dia 31 de dezembro de 2008.

    Segundo o Ministério do Desenvolvimento, os investimentos globais e os relativos às importações de equipamentos vinculados aos 141 ex-tarifários somam US$ 2,385 bilhões. Os principais setores beneficiados com a medida foram: papel e celulose (20,19%), têxtil (15,82%), siderúrgico (11,02%) e autopeças (10,62%).

    O Ministério do Desenvolvimento estima que a medida vá gerar importações de US$ 311 milhões, o que contribuiria para aumentar, ainda que de forma pequena, o desequilíbrio das contas externas brasileiras em um primeiro momento. Nos próximos anos, como as máquinas e equipamento serão utilizadas na produção, podem contribuir para aumentar as vendas ao exterior e a oferta de produtos e serviços dentro do país.

    A relação de 141 novos produtos na lista de ex-tarifários, segundo informou o Ministério do Desenvolvimento, corresponde a 134 bens simples (de apenas um maquinário ou equipamento) e 7 de sistemas integrados (um conjunto de máquinas ou equipamentos).

    Ex-tarifário

    O regime Ex-tarifário é um mecanismo disponibilizado pelo Governo Federal para reduzir temporariamente o Imposto de Importação sobre as categorias de produtos, quando não houver produção nacional ou similar do bem importado na produção da indústria nacional.

    Desde julho de 2001, quando o regime entrou em vigor, a julho deste ano, foram concedidos 6.472 ex-tarifários, que somam mais de US$ 77 bilhões em investimentos globais em todo território brasileiro. Atualmente, encontram-se em vigor 2.691 ex-tarifários, dos quais 2.539 são simples e 152 integram o de sistemas integrados.

     

    Fonte: FIEMT
    29-07-2008 | 11:07
    O Governo do Estado, através da Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs) realiza nesta terça e quarta-feira (29 e 30.07), no município de Lucas do Rio Verde, a Capacitação para Coordenadores e Operadores dos Centros de Referencia Especializados de Assistência Social – CREAS do Estado de Mato Grosso. O evento acontece no Hotel Terras Park, a partir das 08h30.

    Vários temas serão discutidos, como as políticas públicas para enfrentamento à violência sexual, o papel do Ministério Público de Mato Grosso frente às questões da criança e do adolescente, pontos vulneráveis ao tráfico e exploração sexual e infanto-juvenil na BR 163, além da atuação técnica dos operadores do CREAS referente à dinâmica de atendimentos frente às demandas, na realização das ações junto às famílias atendidas, na realização das ações junto às famílias atendidas e nos acompanhamentos referente às medidas sócio-educativas em meio aberto.

    A capacitação abrangerá 30 municípios de Mato Grosso que possuem unidades do CREAS. “O intuito é orientar essas localidades a seguirem o que direciona a Política Nacional de Assistência Social, por isso, cabe ao Governo do Estado apoiar tecnicamente, capacitar e coofinanciar ações neste sentido”, reforçou o superintendente de Assistência Social da Setecs, Ricardo Augusto Moreira da Silva.

    Após a capacitação do CREAS já está programada a Capacitação Estadual para Técnicos e Coordenadores do Programa de Atenção Integral à Família – PAIF, que será realizada nos dias 12 e 13 de agosto, no município de Pontes e Lacerda.

     

    Fonte: Secom-MT
    29-07-2008 | 11:07
    Os juros cobrados pelos bancos subiram nas principais modalidades de crédito para pessoa física no mês de junho. Segundo a pesquisa mensal de juros do Banco Central divulgada nesta terça-feira, houve alta nas taxas do cheque especial, empréstimo pessoal e aquisições de veículos.

    Na média, os juros passaram de 47,4% para 49,1% ao ano, a maior taxa desde abril de 2007. No final do ano passado, a taxa ao consumidor chegou a cair para 33,8% ao ano, mas voltou a subir em 2008, atingindo o pico no mês de junho.

    No cheque especial, a taxa passou de 157,1% para 159,1% ao ano entre maio e junho. A maior taxa registrada até hoje no cheque especial foi verificada em julho de 1994 (294% ao ano). No empréstimo pessoal, a taxa subiu de 48,4% para 51,4% ao ano. Na aquisição de veículos, passou de 30,6% para 31,1% ao ano.

    Parte desse movimento se deve ao aumento da taxa básica de juros, que começou o ano em 11,25% e chegou a 13% ao ano na semana passada. Outra parte se deve ao spread bancário (a diferença entre o custo de captação dos bancos e a taxa efetiva cobrada dos clientes).

    Do aumento de 1,7 ponto percentual nos juros para pessoa física no mês, 1,2 ponto percentual se refere ao spread e 0,5 ponto ao aumento dos juros.

    A alta dos juros também foi influenciada pelas novas regras do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) instituídas neste ano para compensar o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).

    Em relação à inadimplência (superior a 90 dias) para pessoa física, a taxa caiu 0,4 ponto percentual, para 7%.

     

    Empresas

    Os juros das empresas apresentaram queda no mês de junho, de 26,9% ao ano para 26,6%. A taxa geral (pessoa física + jurídica) passou de 37,6% para 38% ao ano.

    Houve redução também do spread bancário para pessoa jurídica, de 0,6 ponto percentual, para 13,9 pontos. O spread geral (considerando também o crédito pessoa física) ficou estável em 24,5 pontos percentuais.

    A inadimplência ficou praticamente estável, a 1,7%.

     

    Fonte: Folha on-line
    29-07-2008 | 11:07
    As remessas de lucros e dividendos tiveram em junho mais um mês de desempenho acima das expectativas e encerraram o primeiro semestre de 2008 com um montante superior aos ingressos de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED), aqueles voltados para o setor produtivo. No primeiro semestre, as remessas das filiais brasileiras às suas matrizes no exterior atingiram o recorde de US$ 18,99 bilhões, quase o dobro do que em igual período do ano passado. Enquanto isso, os investimentos estrangeiros somaram US$ 16,70 bilhões.

    Nos primeiros seis meses de 2007, a situação era diferente: o investimento superava as remessas com folga. De janeiro a junho do ano passado, o IED de US$ 20,85 bilhões foi mais que duas vezes superior ao volume de remessas. Mesmo se forem descontados os cerca de US$ 7 bilhões atípicos em junho do ano passado, relativos à fusão das siderúrgicas Arcelor e Mittal e da venda da Serasa, o IED dos seis primeiros meses de 2007 ainda superaria os US$ 9,81 bilhões de remessas de lucros e dividendos daquele período.

    O chefe do Departamento Econômico (Depec) do Banco Central, Altamir Lopes, explicou que as remessas sobem por conta da combinação de maior lucratividade das empresas, câmbio valorizado e problemas das empresas em suas matrizes, que estimulam remessas maiores das filiais mais lucrativas. Ele disse esperar alguma "acomodação" desse envio de recursos nos próximos meses, pois as multinacionais tradicionalmente remetem mais lucros no primeiro semestre.

    Lopes destacou que a maior participação das remessas e lucros no resultado das contas externas mostra "uma mudança estrutural" no balanço de pagamentos brasileiro - que registra todas as operações do País com o exterior. Para ele, a mudança é positiva, pois com o novo perfil é mais fácil fazer um ajuste nas contas, já "que lucro só se remete quando tem lucro".

    Ele lembrou que o perfil anterior do balanço de pagamentos tinha maior peso dos juros. Com ou sem expansão da economia, essa despesa existiria, ou seja, era um gasto rígido. "Essa (nova) estrutura do balanço de pagamentos é positiva e financiável", disse.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    29-07-2008 | 11:07
    O real já acumula 124,2% de valorização frente ao dólar desde o início do governo Lula. Segundo levantamento feito pela empresa de informações financeiras Economática, a moeda brasileira teve o maior avanço entre países da América Latina e União Européia, no período que vai de 31 de dezembro de 2002 a 25 de julho de 2008. A segunda maior valorização da amostra ficou com a Colômbia, de 61,6%, metade da verificada no Brasil.

    Nem o euro conseguiu bater o real no período. A moeda da União Européia aumentou o seu valor em 50% em relação ao dólar norte-americano. Conforme o levantamento, a única moeda que apresentou desvalorização foi o bolívar venezuelano, cuja queda foi de 34,7%. Em 2008, porém, o campeão de valorização foi o peso colombiano, que até este mês acumula alta de 13,6% ante 12,5% do real. O euro aumentou 6,9% seu valor.

    Na avaliação de especialistas, pelo menos no curto prazo não há expectativa desse cenário ser revertido. Com a economia americana enfraquecida e juros baixos, os investidores têm procurado outras opções mais rentáveis de aplicações, especialmente em moedas de países emergentes. O economista da Austin Rating, Alex Agostine, diz que, apesar do mercado mais turbulento, a liquidez do mercado internacional ainda é grande.

    Ele destaca que o governo federal já tentou no primeiro trimestre do ano conter a valorização do real frente ao dólar. As medidas, no entanto, não surtiram o efeito desejado. Na época, o dólar estava cotado na casa de R$ 1,71. Hoje (28) estava em R$ 1,57.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    29-07-2008 | 11:07
    O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou que o governo não abre mão do controle da inflação e que, se for necessário, outras medidas podem ser implementadas além do aperto monetário adotado pelo Banco Central. "Até sei quais medidas poderiam ser adotadas, mas não vou falar. Prefiro esperar para ver qual é o impacto do aumento dos juros sobre a inflação. Já há sinais de que existe uma redução dos índices de preços. É preciso aguardar o efeito do primeiro remédio, pois, se funcionar, não será preciso adotar outro", declarou, após participar de evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF-SP).

     

    Na avaliação de Jorge, o movimento de alta de juros implementado pelo BC em abril, que acelerou o ritmo de elevação da Selic de 0,50 ponto porcentual para 0,75 ponto percentual na semana passada, não deve provocar uma desaceleração dos investimentos no país.O ministro citou que o Brasil está registrando um ciclo de ampliação da Formação Bruta de Capital Fixo que não é registrado há 20 anos e que conta com investimentos volumosos como, por exemplo, US$ 112 bi da Petrobras até 2012, US$ 20 bi pelas indústrias automobilísticas e fabricantes de autopeças nos próximos 3 anos, e US$ 6,6 bi pela Suzano até 2015.

     

    Fonte: Gazeta digital
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