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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
NOTÍCIAS
    06-06-2008 | 10:06

    Brasília - O Banco Central publicou hoje (6) no Diário Oficial da União o comunicado da elevação da taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual.

    Pela segunda vez neste ano o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) corrigiu a taxa básica de juros para cima, elevando-a de 11,75% para 12,25% ao ano.

    A elevação, segundo o colegiado de diretores do BC, é uma alternativa para conter o aumento do consumo interno e segurar a inflação o mais próximo possível do centro da meta de 4,5% ao ano.

    De acordo com o texto, o Copom volta a se reunir no dia 22 de julho para definir os rumos da política monetária nacional.Brasília - O Banco Central publicou hoje (6) no Diário Oficial da União o comunicado da elevação da taxa básica de juros, a Selic, em julho definir os rumos da política monetária nacional.

    Fonte: Agência Brasil

     

    06-06-2008 | 10:06

    Brasília - Do total de 214 ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) monitoradas na área de infra-estrutura social e urbana, 66% estão com ritmo de execução adequado, outros 29% merecem atenção e 4% estão em situação preocupante, de acordo com a avaliação do Comitê Gestor do PAC.

    Desse total, 43% das obras que compreendem os setores de energia elétrica, habitação e saneamento estão em fase de licitação, 34% já foram iniciadas e 23%, em processo de licenciamento.

    No programa Luz para Todos foram feitas 110,7 mil ligações de energia elétrica entre janeiro e abril. A meta deste ano, é realizar 564 mil ligações, ao todo. A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, destacou que nove estados alcançaram a meta do programa antes de 2008 e por isso devem atender a demandas adicionais. A expectativa é que outros cinco estados atinjam a meta até o fim do ano.

     No setor habitacional foram selecionados investimentos no valor total de R$ 13,5 bilhões, dos quais R$ 11,4 bilhões estão contratados. Na área de saneamento, os projetos selecionados somam R$ 26,1 bilhões e R$ 20,1 bilhões serão efetivamente investidos.

    O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, mencionou a importância do Marco Regulatório do Saneamento para estimular investimentos no setor.

    “Isso já aumentou, em 2007, para R$ 767 milhões os investimentos privados em saneamento, contra R$ 68 milhões em 2006”.

    Fonte: Agência Brasil

    Data: 06/06/2008

     

     

    05-06-2008 | 18:06

    Entre os dias 19 e 22 de junho será realizado no centro de Eventos do Pantanal, o 1º Salão de Negócios da Habitação e Mostra da Construção Civil. Dentro do evento, que englobará o 4º Feirão da Caixa da Casa Própria, será o maior evento de habitação de Mato Grosso.No mesmo espaço, os clientes poderão conhecer As propostas e as novidades de imóveis no estado, os projetos que estão em andamentos e até mesmo fechar negócios.

    O evento está sendo realizado por meio de uma parceria do Sebrae, Caixa e Governo Federal. O Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT), além de apoiar o evento, terá um stand no local.     

    05-06-2008 | 18:06
    O alcoolismo é o conjunto de problemas relacionados ao consumo excessivo e prolongado do álcool; é entendido como o vício de ingestão excessiva e regular de bebidas alcoólicas. Dentro do alcoolismo existe a dependência, a abstinência, o abuso (uso excessivo, porém não continuado), intoxicação por álcool (embriaguez). Síndromes como: amnéstica (perdas restritas de memória), demencial, alucinatória, delirante e de humor. Distúrbios de ansiedade, sexuais e do sono. Assim, o alcoolismo é um termo genérico que indica algum problema.

    Pensando nisso o Sinduscon – MT realizou, na manhã desta quinta-feira (dia 05), uma palestra no canteiro de obras da Plaenge, que enfocou as conseqüências do alcoolismo no âmbito familiar.

    05-06-2008 | 10:06
    A atividade industrial continuou mostrando expansão no mês de abril, segundo dados divulgados ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). As vendas reais, que medem o faturamento das empresas, subiram 1,6% em abril, na comparação com março, já descontados os efeitos sazonais. Em relação a abril de 2007, a expansão foi de 11,7%. No acumulado do primeiro quadrimestre deste ano, o faturamento da indústria subiu 8,7%, em relação ao mesmo período de 2007.

    As horas trabalhadas na produção aumentaram 1,1% em abril, na comparação com março, e 9,1%, ante abril de 2007. O crescimento das horas trabalhadas de janeiro a abril é de 6,7%. Segundo a CNI, a expansão na comparação com abril de 2007 é semelhante ao crescimento observado em agosto de 2004, que foi o maior da série histórica dos indicadores industriais da CNI.

    A intensificação da atividade industrial, no entanto, não veio acompanhada do aumento da utilização da capacidade instalada (Nuci). Em abril, as indústrias operaram com o nível de utilização da capacidade instalada em 83,2%, pelos dados dessazonalizados, muito próximo ao registrado em março, que foi de 83,1%. Em abril de 2007, o uso da capacidade instalada era de 82,4%. Segundo a CNI, há seis meses o indicador oscila entre 83% e 83,3%, enquanto as horas trabalhadas registram forte expansão.

    Emprego -O emprego na indústria cresceu 0,2% em abril, na comparação com março, e 4% na comparação com abril de 2007. No acumulado do ano de janeiro a abril, o número de postos de trabalho subiu 4,7% em relação a igual período de 2007. A massa salarial na indústria teve uma expansão de 5,3% na comparação com abril de 2007 e acumula alta de 6,2% no ano até abril. A CNI não divulga a comparação desse indicador em termos dessazonalizados com o mês anterior

    O economista-chefe da CNI, Flávio Castelo Branco, avalia que haverá uma redução no ritmo de crescimento dos indicadores industriais. Ele apontou três fatores que podem contribuir: a queda da demanda externa provocada pela crise internacional; a valorização do real, que tem provocado o aumento das importações; e o novo ciclo de aperto da política monetária, iniciado pelo Banco Central.

    Para Castelo Branco, o governo deve assumir compromissos de mais longo prazo com as metas fiscais e o controle dos gastos públicos para que a política fiscal possa ajudar na política monetário.                                                                                                     

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    05-06-2008 | 10:06

    O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) apresenta nesta quinta-feira ao Senado, durante audiência que discute tributação, um levantamento que aponta como a mudança no Imposto de Renda poderia suprir a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e resultar em aumento de renda para as camadas mais pobres da população.

    O levantamento, obtido com exclusividade pela Folha Online, mostra que seria possível com uma transferência dos tributos chamados indiretos, embutidos nos bens de consumo, para a cobrança direta, como o Imposto de Renda.

    A alternativa, segundo o estudo, seria ampliar de duas faixas tributadas (15% e 27,5%) para 12, com cobrança progressiva.

    Assim, ficariam isentos contribuintes com rendimentos de até R$ 1.257,12. A partir de dessa faixa, o primeiro grupo --com renda de até R$ 2.000--, pagaria 5%.

    Progressivamente, a alíquota de 27,5% seria aplicada a rendimentos mensais entre R$ 6.500 mil a R$ 8.000. A última faixa, de renda mensal acima de R$ 50 mil, pagaria 60%.

    "Isso não é novo no Brasil, durante um período do regime militar o Brasil tinha 12 faixas de tributação. Com isso, os mais pobres pagariam menos imposto e, progressivamente, os mais ricos seriam mais tributados", afirma o economista Márcio Pochmann, presidente do Ipea.

    Entre 1979 e 1982, o Brasil tinha 12 alíquotas, que chegavam a 55%. De 1983 a 1985, eram 13 faixas, que alcançavam 60%.

    Segundo Pochmann, o aumento da arrecadação com IR seria suficiente para cobrir uma perda com o fim da Cofins, hipótese levantada pelo instituto como forma de baratear o consumo e, consequentemente, reduzir a pobreza.

    Segundo estudo do Ipea, outros países já adotaram uma cobrança do Imposto de Renda com mais alíquotas dividas de acordo com os rendimentos. Na França, por exemplo, são 12 faixas, entre 5% e 57%. Na China são nove, entre 15% e 45%.

    Na Argentina, são sete faixas, entre 9% e 35%, No Chile são seis, entre 5% e 45% e, em na Itália, são cinco, entre 18% e 45%.

    O levantamento do Ipea também apresenta como alternativa a cobrança de 1% sobre grandes patrimônios por ano, como forma de tributar fortunas e heranças.

    KAREN CAMACHO
    Editora-assistente de Dinheiro da Folha Online

     

    Fonte: Folha online
    05-06-2008 | 10:06
    O secretário de Fazenda, Éder de Moraes Dias, anunciou ontem que o Estado registrou um aumento nominal de 17,52% na arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) no primeiro quadrimestre de 2008 em relação a igual período do ano passado. Segundo ele, o resultado foi em consequência principalmente da forte atuação da Sefaz na defesa da ordem tributária e a recuperação da economia.

    A arrecadação do ICMS, a principal fonte de receita do Estado, cresceu de R$ 1,058 bilhão para R$ 1,244 bilhão de janeiro a abril de 2008 na comparação com 2007. O desempenho, segundo Eder de Moraes, é atípico, porque a arrecadação costuma ter melhor performance a partir do mês de maio, quando se intensifica mais a comercialização da safra de grãos.

    Éder de Moraes destacou que o aprimoramento da sistemática de controle do cumprimento das obrigações tributárias, a intensificação do investimento em tecnologia e a ampliação da percepção do risco fiscal junto aos contribuintes contribuíram substancialmente para o incremento da arrecadação no primeiro quadrimestre de 2008.

    "Estamos implementando um esforço fiscal nunca antes visto em Mato Grosso. Preparamos um pacote com 36 medidas para aumentar a arrecadação, sem majorar os impostos, como investimento em automação dos procedimentos, sobretudo nos postos fiscais, e na qualificação dos servidores e ações pontuais de fiscalização, junto a segmentos específicos", enfatizou.

    Ele atribui também o desempenho bem-sucedido da arrecadação ao empenho dos servidores da Receita Pública, do Tesouro Estadual e da Secretaria Executiva do Núcleo Jurídico e Fazendário, em especial dos fiscais e agentes de Tributos Estaduais, na busca constante por resultados, principalmente nas forças-tarefas implementadas junto a vários segmentos econômicos, para identificar se as obrigações tributárias estão sendo cumpridas corretamente.

    Fonte: Gazeta Digital

     

     

    05-06-2008 | 10:06

    Nova taxa de juros é recebida com críticas

    12,25% AO Depois de dois dias de reunião, os integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom) decidiram elevar os juros básicos da economia em 0,5 ponto porcentual, elevando a Selic para 12,25% ao ano, sem viés. "Dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa de juros básica, iniciado na reunião de abril, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 12,25% ao ano, sem viés", informa o texto do comunicado, que foi mais curto em relação ao da reunião de abril. Esse é o segundo aumento seguido anunciado pelo Banco Central. A ata da reunião será divulgada em 12 de junho.

    Críticas- Muito antes de terminar a reunião do Copom, numa reação inédita, uma série de entidades já havia divulgado notas criticando a nova elevação dos juros, que já vinha sendo antecipada pelo mercado. A Central Única dos Trabalhadores (CUT), por exemplo, emitiu nota prometendo mobilizações de rua contra a política econômica. Na nota, o presidente da central, Artur Henrique, disse que diversas vezes a CUT protestou contra a política de altíssimas taxas básicas de juros e elevado superávit primário, por considerá-la "um ataque vil aos esforços por desenvolvimento sustentável com distribuição de renda e valorização dos trabalhadores e trabalhadoras".

    O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (SindusCon-SP), João Claudio Robusti, comparou a alta dos juros à apreensão de bois na Amazônia. Robusti criticou o fato de o governo usar somente o aumento dos juros como arma contra a inflação, sem ao mesmo tempo diminuir despesas correntes para poder investir mais e estimular o aumento da produção. "Na Amazônia, quando se ameaça apreender bois em terras desmatadas ilegalmente, tenta-se arrefecer as expectativas futuras de que a derrubada da floresta continuará impune", disse. "Com a alta dos juros é semelhante: espera-se estimular a poupança, refrear o consumo, esfriar a demanda e desacelerar a inflação". Entretanto, observou, se medidas destinadas a incentivar a produção e baratear a oferta de bens e serviços não forem seriamente adotadas e obsessivamente perseguidas, a demanda voltará a aquecer, exigindo novos aumentos de juros e sufocando a atividade produtiva.

    Fonte: Gazeta Digital

     

    05-06-2008 | 10:06
    Câmara adiou para a próxima terça-feira a votação do projeto de lei complementar que irá regulamentar a Emenda 29, criando a Contribuição Social para a Saúde(CSS).

    O relator pela Comissão de Seguridade Social, deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), pediu prazo regimental de 24 horas para dar parecer às emendas que foram apresentadas.

    Além disso, a base aliada apresentou um desempenho ruim na última votação, que era de um requerimento para retirar o projeto de pauta. Nessa votação, o governo derrubou a manobra da oposição por 259 votos.

    Para a votação principal da proposta, o governo vai precisar de 257 votos para aprovar a criação da CSS, uma vez que se trata de um projeto de lei complementar. Ou seja, a votação sinalizou um esvaziamento do plenário pelos parlamentares da base.

    A oposição comemorou porque já reconhecia que o governo tem maioria mas está disposta a usar de todos os mecanismos regimentais para ir adiando a decisão.

    CONTRA

    A ofensiva do governo para aprovar a nova CPMF, batizada de Contribuição Social para a Saúde (CSS), se aprovada na Câmara em votação programada para a próxima semana, vai esbarrar no presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN). De nada valeram os apelos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, alegando que sem a CSS o governo não terá dinheiro para bancar o aumento dos gastos previsto na chamada Emenda 29. Garibaldi declarou-se ontem contrário à CSS.

    "O governo tem outras alternativas. Minha posição é clara e ninguém venha me colocar num canto da parede por causa disso", disse Garibaldi no início da tarde, em discurso no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, durante o lançamento da Frente Parlamentar do Comércio Varejista. O presidente do Senado insistiu que não vê "nenhum dilema" entre ficar a favor da saúde e contra a CSS.

    "É óbvio que o governo tem alternativas para o financiamento da saúde", emendou o senador, sob aplausos entusiasmados dos lojistas. O presidente da Frente, deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), que tivera a iniciativa de convidar o senador para a cerimônia, não teve dúvidas. Mais que depressa, aclamou Garibaldi presidente de honra da Frente Parlamentar.

    Uma das críticas mais contundentes feitas no Senado contra a CSS partiu do senador Flávio Arns (PT-PR), que é da base governista. O senador avisou que, numa eventual votação, seria contrário à criação da CSS. Por ser contrário a novos impostos, justificou, e também por acreditar que, se o governo tem a saúde como prioridade, cabe a ele colocar mais recursos nesta área.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

    Data: 05/06/2008

     

     

    05-06-2008 | 10:06

     A decisão, unânime e sem viés, já havia sido amplamente antecipada pelo mercado financeiro por causa da piora no cenário de inflação para 2008 e 2009
    O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou em 0,5 ponto porcentual a taxa básica de juros (Selic), para 12,25% ao ano, pela segunda vez consecutiva. A decisão, unânime e sem viés, já havia sido amplamente antecipada pelo mercado financeiro por causa da piora no cenário de inflação para 2008 e 2009. Por isso, a certeza de uma alta era geral. Só havia uma pequena dúvida em relação à intensidade do aperto monetário. A aposta majoritária era de 0,5 ponto, mas alguns arriscaram 0,75.

    No comunicado para anunciar o resultado e o placar da reunião, o Banco Central (BC) foi sucinto. Declarou apenas que deu "prosseguimento ao processo de ajuste da taxa de juros básica, iniciado na reunião de abril" e, com isso, evitou dar dicas do que pode vir pela frente. "O que consigo ver neste momento é que a Selic sobe até onde a vista alcançar", destaca o economista da Paraty Investimentos, Marco Franklin.

    Para ele, a alta da taxa só não foi maior por causa do grau de investimento concedido ao País pelas agências Standard&Poor’s e Fitch, além da elevação do superávit primário para 4,3%. Para as próximas reuniões, diz Franklin, a intensidade do ciclo de aperto monetário dependerá das expectativas de inflação e dos indicadores de demanda agregada. "A taxa de desemprego está nas mínimas históricas, o nível da capacidade instalada, de 83,2%, é um risco grande para a inflação e o crédito não pára de crescer".

    Para o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados, a alta dos juros era inevitável, tendo em vista a pressão mais forte da inflação. "Não vai ser o último aumento na taxa Selic e a MB espera que no final do ano ela chegue a 14% ao ano." Para ele, há praticamente um consenso entre os analistas de que a inflação feche 2008 entre 5,5% e até acima de 6%, graças à combinação do choque de oferta, com altas de petróleo e de alimentos, e demanda forte.

    Segundo o economista, com as altas nos juros, deve se repetir o cenário de freada no crescimento do consumo, do PIB e da própria inflação, mas só a partir de 2009. "Não é nada dramático parar de crescer, mas há uma desaceleração clara antes que a inflação tome força."

    RICUPERO

    O diplomata e ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero considerou inevitável o aumento de 0,5 ponto na taxa Selic, anunciado ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom), por causa da pressão inflacionária, mas criticou a falta de ação do órgão ligado ao Banco Central, por não ter feio cortes mais profundos quando a inflação estava controlada no Brasil e no mundo.

    "O erro do Copom não foi agora, foi há um ano e meio quando ele poderia ter baixado muito os juros e não baixou. Era uma época sem inflação mundial e nem brasileira e, por excesso de cautela, manteve os juros em um nível muito alto", disse Ricupero, que está hoje em Ribeirão Preto (SP) para uma série de

    Fonte: Diário de Cuiabá

     

     

    05-06-2008 | 10:06
    A inflação na cidade de São Paulo mais do que dobrou em maio, na maior alta mensal desde fevereiro de 2003 (1,61%), por causa do aumento nos preços dos alimentos. O índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), encerrou o mês com elevação de 1,23%, contra variação de 0,54% em abril. A escalada dos preços também foi a maior verificada no mês desde maio de 1996, quando o IPC subiu 1,34%. O índice também ficou acima das expectativas dos analistas consultados pela Agência Estado, que variavam de 1% a 1,22%. Em decorrência desse aumento e, também, de uma estimativa errada para os preços relacionados à habitação, a Fipe elevou a previsão de inflação do ano de 4,5% para 5,93%, maior que a alta de 4,38% verificada no ano passado.

    Os preços do grupo que reúne produtos relacionados à alimentação subiram 3,17% em maio, enquanto em abril o aumento havia sido de 0,84%. Esse resultado representou 0,71 ponto porcentual de toda a inflação de maio. Entre as altas mais significativas no preço dos alimentos, mereceram destaque o arroz (22,16%), segmento carnes bovinas (4,61%), leite tipo longa Vida (5,08%) e do pão francês (4,15%).

    Também se aceleraram os preços do grupo vestuário, com alta de 1,55%, contra 0,64% em abril; habitação, que avançou 0,74%, ante alta de 0,47% em abril. O preço dos serviços ligados ao transporte registrou taxa de 0,31% em maio, após variação de 0,25% no mês retrasado. Despesas Pessoais passou de alta 0,38% em abril para 0,79% em maio.

    Já os preços dos produtos relacionados à saúde se desaceleraram, de alta de 1% em abril para alta de 0,59% em maio. O grupo educação manteve o ritmo de alta, repetindo em maio a mesma taxa de abril: 0,04%.

    Perspectivas - Com a escalada dos preços, o coordenador do IPC, Márcio Nakane, elevou de 4,50% para 5,93% a projeção da inflação na cidade de São Paulo para o final de 2008. De acordo com ele, a forte modificação foi provocada, principalmente, pela aceleração observada nos preços nos mais recentes levantamentos da Fipe e pela tendência de que a inflação permaneça pressionada, especialmente por causa dos alimentos, no curto prazo.

    Se confirmada essa estimativa, o IPC superaria o resultado de 2007, quando mostrou alta de 4,38% nos preços. Entre janeiro e maio de 2008, a inflação foi de 2,82% e superou a taxa observada no mesmo período do ano passado, de 1,81%. Nos últimos 12 meses até maio de 2008, a inflação foi de 5,41%, a mais elevada neste tipo de comparação desde a segunda quadrissemana (período de 30 dias encerrado na segunda semana do mês) de agosto de 2005, quando ficou em 5,57%.

    Mea-culpa - O coordenador disse que a revisão na previsão do ano também tem uma forte ligação com um erro dele na antiga estimativa para o grupo Habitação em 2008. "Estava trabalhando com um número errado de 1,50%." Só entre janeiro e maio, a inflação do grupo já foi de 2%. "Agora, estamos aguardando uma variação de 4,50% para este grupo no final do ano", explicou.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    04-06-2008 | 11:06

    A fabricação de bens de capital, como máquinas e equipamentos, e a produção de bens de consumo duráveis, com destaque para aviões, motocicletas, veículos e celulares, influenciaram a alta da produção industrial brasileira em abril, que cresceu 10% em relação ao mesmo mês do ano passado e 0,2% na comparação com março. A produção de máquinas se expandiu 1,6% em abril na comparação com março, e 30,1% na análise com abril do ano passado, a maior taxa de crescimento no período desde agosto de 2004.

    Já a produção de bens de consumo duráveis, embora tenha caído 1,9% na evolução de março para abril, subiu 22,4% em abril de 2008 na avaliação com o desempenho do mesmo mês de 2007, a maior alta desde junho de 2005. A produção de bens de capital cresce há 22 meses seguidos levando-se em conta a base de comparação com igual mês do ano anterior. No acumulado deste ano, a alta é de 20,5% e 21% no acumulado de 12 meses até abril.

    "O consumo interno ainda está muito aquecido", afirmou a gerente de Análises e Estatísticas Derivadas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Isabella Nunes. "Mas do lado da produção, vemos elevadas taxas de aumento de investimento, que podem garantir crescimento sem maiores pressões", explicou. Em abril, na comparação com igual período do ano passado, a produção de bens de capital se acelerou, principalmente, nos produtos destinados aos setores de transporte (+42,3%); e uso misto, como informática e telefonia celular (+26,7%).

    O crescimento da produção de máquinas e equipamentos utilizados na produção agrícola foi de 37,3%; na indústria, 17,7%; na construção, 9,3%; e na área de energia, 11,1%.

    O crescimento na produção de bens de consumo duráveis em abril, em comparação com igual mês do ano anterior, teve como destaques a fabricação de aviões e motocicletas, cujo ritmo de produção cresceu 54,8% em relação a abril do ano passado; automóveis, caminhões, autopeças, veículos de transporte de mercadorias mostraram crescimento de 28% e celulares e aparelhos de comutação tiveram expansão de 17,6%.

    Isabella comentou que a produção de bens duráveis em abril ficou muito concentrada em alguns produtos, como os automóveis e celulares.

    A indústria voltou a acelerar o ritmo de crescimento de sua produção industrial em relação ao ano passado, passando de um ritmo de 6,4% no acumulado de 2008 até março, para 7,3% no acumulado do ano até abril. Já no acumulado em 12 meses, o crescimento da produção industrial passou de 6,6% no período terminado em março para 7% no período encerrado em abril.

    Adriana Chiarini
    Rio de Janeiro/AE

     

    Fonte: gazeta Digital

    Data: 04/06/2008

     

    04-06-2008 | 11:06

    A Receita Federal já tirou do ar a consulta ao primeiro lote de restituições do IR 2008 (Imposto de Renda da Pessoa Física). Ontem, o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, informou que a liberação ocorreria na próxima semana, mas por "algum engano ainda pesquisado", segundo o órgão, alguns dados foram liberados antecipadamente hoje.

    Segundo a assessoria de imprensa da Receita, a consulta será liberada às 8h de segunda-feira, no site da Receita. A quantidade de contribuintes incluídos no lote, bem como os valores liberados, devem ser anunciados ainda hoje.

    Os recursos vão estar disponíveis no banco a partir do dia 16 deste mês, uma segunda-feira.

    Como em anos anteriores, a expectativa é de que a maioria das restituições nesse lote seja para contribuintes com mais de 60 anos, em cumprimento ao Estatuto do Idoso, mas outros contribuintes também podem estar incluídos.

    Neste ano, serão sete lotes, pagos entre junho e dezembro. O prazo de declaração do IR 2008 se encerrou no início de maio. A Receita Federal recebeu 24,2 milhões de declarações. Foram 23,907 milhões pela internet e cerca de 300 mil em formulário. Quem não declarou dentro do prazo pagará multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido. A entrega para os atrasados ocorre também no site da Receita --o valor da multa sobe 1% a cada mês. No ano passado, foram recebidas 740 mil declarações atrasadas.

    Confira as datas do pagamento de cada lote:

    1º Lote: 16 de junho
    2º Lote: 15 de julho
    3º Lote: 15 de agosto
    4º Lote: 15 de setembro
    5º Lote: 15 de outubro
    6º Lote: 17 de novembro
    7º Lote: 15 de dezembro

     

     

    Fonte: Folha online

    Data: 04/06/2008

    04-06-2008 | 11:06

    A economia do Brasil crescerá 4,8% este ano e 4,5% em 2009 após registrar uma progressão de 5,4% em 2007, seu maior ritmo de expansão desde 2004, indicam previsões divulgadas hoje pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

    Na edição anterior de suas "Perspectivas Econômicas", de dezembro do ano passado, a OCDE (da qual o Brasil não faz parte) previa que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceria 4,8% em 2007 e 4,5% em 2008 e em 2009.

    Em seu capítulo sobre o Brasil, a organização prevê agora que a demanda interna continuará sendo o principal motor da economia, apoiada por um "contínuo dinamismo" dos investimentos. Apesar da força do real, as exportações se mantiveram em um bom nível, mas o superávit comercial continuará diminuindo por causa do aumento das importações.

    Com relação à inflação, a OCDE prevê que o aumento do índice de preços ao consumidor passe de 4,5% em 2007 para 4,9% este ano antes de cair novamente para 4,5% em 2009. Com relação às taxas de juros se prevê um novo aumento durante o ano, após a registrada em abril passado, em consonância com a necessidade de uma "necessária" contenção monetária, antes que aconteça uma redução da taxa de juros em 2009.

     

    Por outro lado, a política fiscal continua seguindo a linha dos objetivos e o excedente orçamentário primário consolidado superou o 0,2 ponto percentual do objetivo do final do ano passado, ao alcançar 4% do PIB. A previsão é que seja de 3,8% do PIB em 2008 e em 2009, em harmonia com uma nova redução do endividamento público. A OCDE destaca que os mercados financeiros do Brasil agüentam muito bem as turbulências financeiras globais.

    Entretanto, uma deterioração do entorno financeiro global é justamente a maior fonte de risco para as boas perspectivas econômicas do Brasil, afirma o relatório.

    Apesar de a resistência do Brasil a choques externos ter ganhado força, uma desaceleração global mais grave que o previsto afetaria o crescimento de suas exportações, enquanto uma diminuição do "apetite" pelos ativos dos mercados emergentes prejudicaria as condições creditícias internas.

    As perspectivas de crescimento econômico do Brasil também se ressentiriam caso a política monetária fosse mais restritiva que o previsto e se deteriorassem mais a evolução e as antecipações inflacionárias.

    Fonte: Folha online

    Data: 04/06/2008

     

    04-06-2008 | 10:06
    A provável alta dos juros até o fim do ano deve encolher os prazos de financiamento e reduzir o ritmo de crescimento da oferta de crédito. A avaliação foi feita ontem pelo presidente do Bradesco, Márcio Cypriano, durante o evento que premiou as melhores empresas de capital aberto do País. Para ele, o impacto mais forte se dará sobre o crédito pessoal, já que tanto o financiamento imobiliário como o automotivo tendem a sofrer menos em razão da facilidade de retomada do bem em caso de falta de pagamento. "Os bancos devem olhar com mais cautela as operações de concessão de crédito”, disse o executivo. Fonte: Diário de Cuiabá

     

    03-06-2008 | 17:06

    O presidente do Sinduscon-MT, Luis Carlos Richter Fernandes, participou na sexta-feira (dia 30), na seda do Sistema da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), da reunião mensal da Federação. Na ocasião foi aprovado o novo estatuto da instituição.

    Durante a reunião o empresário Mauro Mendes, que está afastado da presidência da Fiemt, também confirmou a sua pré-candidatura à prefeitura de Cuiabá.      

    03-06-2008 | 17:06
    Foi realizada no final da tarde desta segunda-feira (dia 02) a reunião mensal do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT). Participaram da reunião membros da diretoria e associados, que na oportunidade discutiram assuntos pertinentes aos profissionais da construção civil do Estado.  
    03-06-2008 | 17:06
    Empresários e profissionais que atuam na área da construção podem participar gratuitamente de palestras destinadas ao tema na próxima quinta-feira (05.06). Com destaque para as tecnologias inovadoras para o setor, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) promove um ciclo de palestras na ‘Escola Senai da Construção’, no distrito industrial de Cuiabá. Durante o evento, diversos temas serão abordados, como a certificação de produtos na construção civil, segurança para máquinas pesadas e soluções de automação predial para edifícios inteligentes.

     

    “A qualificação é fundamental porque o setor da construção é que mais cresce no país. Nossos empresários e profissionais precisam estar atualizados com as inovações que ocorrem nos segmentos”, avalia a coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Tecnológico (Uetec) do Senai-MT, Fátima Matias. O ciclo de palestras faz parte do projeto ‘Eventos Técnicos’, que compõe o programa ‘Indústria em Ação’, promovido pelo Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt) em parceria com o governo do Estado. Até o final do ano serão realizados mais oito eventos técnicos destinados às seguintes áreas: alimentos e bebidas, couro e calçados, metal mecânica, gestão e tecnologia da informação.

     

    A gerente de Tecnologia e Educação (Getec) do Senai-MT, Lélia Brun, destaca a parceria com o Departamento Nacional (DN) do Senai para a realização das palestras. “O DN tem nos apoiado muito e isso reflete na qualidade dos serviços que oferecemos em Mato Grosso”, ressalta. Para participar do ciclo de palestras, os interessados devem se inscrever pelo e-mail tecnologia3.unetec@senaimt.com.br ou pelo telefone (65) 3611-1639 até a próxima quarta-feira (04.06). As vagas são limitadas.

     

     

    Programação:

     

    16h30– Palestra: ‘A Certificação de Produtos na Construção Civil’

    Palestrante:: Engenheiro do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), Júlio Cesar Calassara.

    17h20– Palestra: ‘Segurança para Máquinas Pesadas’

    Palestrante: Supervisor de Treinamento CNH-CE para América Latina da New Holland, Ronaldo Angelo Faggioli.

    19h15 – Palestra: ‘Produtos Inovadores em Hidráulica para Construção Civil’

    Palestrante: Gerente de Vendas para a região Centro-Oeste do Grupo Amanco, Fabrício Silva Ferreira Neves.

    20h- ‘Soluções de Automação Predial para Edifícios Inteligentes’

    Palestrante: Chefe de Produto da Shneider Eletric Brasil, José Antonio Torelli Bolota.

     

    Fonte- Assessoria Sistema Fiemt

     

    03-06-2008 | 16:06

    Já estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos para o mês de junho na ‘Escola SENAI da Construção’, no distrito industrial de Cuiabá. São mais de 400 vagas de cursos na área da construção, oferecidas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT). Os cursos variam de 40h a 120h e são os seguintes: Apontador de Obras, Pintor de Obras, Instalador Hidráulico e Predial, Assentador de Revestimento Cerâmico, Almoxarifado, Assentador de Blocos Vazados, Armador de Ferros, Pedreiro de Alvenaria.

    Todos os cursos são destinados aos profissionais que estão fora do mercado de trabalho. “Nosso objetivo é atender a demanda do setor e qualificar os trabalhadores mato-grossenses que não possuem emprego”, destaca o diretor regional do Senai-MT, Gilberto Figueiredo. Segundo ele, 90% dos cursos oferecidos pela unidade, são gratuitos. “A maior parte dos cursos são destinados aos trabalhadores de baixo poder aquisitivo e que não possuem condições financeiras para investir em qualificação”.

    ESCOLA DA CONSTRUÇÃO – Inaugurada em dezembro de 2007, a ‘Escola SENAI da Construção’ foi criada para atender os setores da construção civil, elétrica e pesada. Com uma área total de cerca de 20 mil m2 - sendo 3.400 de área construída -, a unidade oferece mais de 60 cursos nas áreas de construção civil e pesada, eletroeletrônica, metal-mecânica, tecnologia da informação, segurança no trabalho, gestão e cerâmica.  

    A 'Escola Senai da Construção' está localizada na Avenida A, 956 - Distrito Industrial - Cuiabá. Outras informações sobre os cursos que a unidade oferece podem ser obtidas pelo telefone (65) 3611-9500.

    Fonte - Assessoria Sistema Fiemt

    03-06-2008 | 16:06

    Representantes do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) na pessoa do superintendente Ary Soares de Souza Junior, da coordenadora técnica, Lidianny Matos C. Camargo, da assessora de Qualidade, Karla Alexandra Setulbal Matos e do professor de cursos de Gestão de Qualidade, Adilson Batista, apresentaram, nesta segunda-feira (dia 2), aos membros da diretoria e associados do Sindicato, as proportas de cursos que o Instituto tem a oferecer para os profissionais da Construção Civil.

    A apresentação foi realizada logo após a reunião mensal do Sinduscon que também foi realizada nesta segunda-feira.

Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
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