Olá, seja bem-vindo (a)!
Domingo, 25 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    27-06-2008 | 10:06

    Ministra apresentará balanço do PAC aos empresários do setor

    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, apresenta no próximo dia 27, durante a reunião do Conselho de Administração da CBIC, na sede do Sinduscon-Rio, no Rio de Janeiro, a atual situação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No dia anterior, às 20h, no Pestana Rio Atlântica Hotel, no Rio de Janeiro, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerday Johannpeter, participará de jantar com os empresários do setor, ocasião em que debaterá as perspectivas para o país, com foco no setor da Construção.

     

    Fonte: CBIC
    27-06-2008 | 10:06

    Índice, porém, fica dentro das estimativas dos analistas; até junho, indicador acumula elevações de 6,82% no ano

    RIO - A inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) em junho subiu 1,98%, em comparação com a alta de 1,61% apurada pelo índice em maio. Trata-se da maior taxa para esse índice desde fevereiro de 2003, quando o IGP-M subiu 2,28%. A taxa, porém, ficou dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo Agência Estado, que esperavam um resultado entre 1,75% e 2,10%, e foi superior à mediana das projeções (1,89%). A informação foi anunciada nesta sexta-feira, 27, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    A FGV anunciou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M de junho. O Índice de Preços por Atacado (IPA) subiu 2,27% em junho, ante avanço de 2,01% em maio. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou aumento de 0,89% em junho, em comparação com a elevação de 0,68% em maio. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou taxa positiva de 2,67% em junho, ante alta de 1,10% em maio.

     

    No varejo, os destaques ficaram por conta da movimentação de preços nos grupos Alimentação (de 1,77% para 2,20%) e Habitação (de 0,02% para 0,41%). Na primeira classe de despesa, houve aumentos mais intensos nos preços de arroz e feijão (0,56% para 11,16%) e de carnes bovinas (2,79% para 6,72%). Já na segunda, a maior influência para a taxa maior partiu da deflação mais fraca do item tarifa de eletricidade residencial (-2,02% para -0,39%).

     

    Ao analisar a movimentação de preços no âmbito dos produtos, a FGV informou que as altas de preço mais expressivas no varejo foram registradas em arroz branco (17,61%); batata-inglesa (12,98%); e carne moída (8,12%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em mamão da amazônia - papaya (-31,33%); laranja pêra (-9,46%); e cebola (-6,24%).

     

    Já a aceleração de preços na construção civil, de maio para junho (de 1,10% para 2,67%), foi influenciada por elevações de preços mais intensas em materiais e serviços (de 1,23% para 1,73%); e mão-de-obra (de 0,96% para 3,75%).

     

    Até junho, o IGP-M, usado para reajustar preços de aluguel, acumula elevações de 6,82% no ano e de 13,44% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M de junho foi do dia 21 de maio a 20 de junho. 

    Atacado

    Os preços dos produtos agrícolas subiram 3,35% em junho, em comparação com a alta de 2,29% em maio, no âmbito do IGP-M. Eles têm aumentos acumulados de 8,35% no ano e de 37,63% em 12 meses. De acordo com a fundação, os preços dos produtos industriais registraram alta de 1,86% em junho, ante avanço de 1,91% em maio. Esses itens acumulam elevações de 7,88% no ano e de 10,62% em 12 meses

     

    Já os preços das matérias-primas brutas apresentaram taxa positiva de 3,11% em junho, ante elevação de 3,38% em maio. Elas acumulam elevações de 11,08% no ano e de 38,40% em 12 meses, até junho.

     

    Na análise por produtos, as altas de preços mais expressivas no atacado em junho foram registradas em bovinos (9,54%); soja em grão (6,28%); e adubos e fertilizantes compostos (7,63%). Já as mais expressivas quedas de preço, no atacado em junho, foram apuradas em milho em grão (-5,52%); laranja (-12%); e algodão em caroço (-5,53%).

     

    Fonte: Estadão
    27-06-2008 | 10:06

    O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) anunciou hoje (26) que só divulgará estimativas de inflação “quando for conveniente” e ainda no início de todo o ano. As informações são do coordenador do grupo de Análise e Previsões do Ipea, Miguel Bruno.Segundo ele, a orientação para que o Ipea não divulge mais a projeção do índice de inflação a cada três meses, como era feito, veio da Presidência da República e do Núcleo de Assuntos Estratégicos, coordenado pelo ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger.

    Antes, a taxa era divulgada na Carta de Conjuntura. No documento divulgado hoje, o Ipea mantém a variável de inflação projetada, em março, para 2008, entre 4,3% e 5%. “As previsões na visão atual são muito mais insumos de longo prazo”, disse Bruno. 

    Segundo ele, a mudança indica uma nova estratégia do órgão que quer destacar, a partir de agora, análises estruturais do crescimento econômico. “A questão é como explicitar variáveis estruturais para inferir dinâmicas de longo prazo para o desenvolvimento e não para carteira de ativos”, disse Miguel Bruno, em referência ao mercado financeiro.

    “Não que isso não seja importante, mas não se desenvolve um país olhando a renda financeira e, sim, a agricultura, a indústria e o PIB [Produto Interno Bruto] dos setores produtivos, por exemplo”, acrescentou. Segundo o coordenador de Análise e Previsões do Ipea, a medida não indica falta de transparência.

    Bruno enfatizou que o fato de deixar de divulgar a projeção trimestralmente não significa que o Ipea não trabalhe com variáveis mais recentes. “Os números existem, mas não é mais conveniente divulgá-los. Não alimentaremos mais projeções de inflação a todo instante.”

    O Ipea, que antes era subordinado ao Ministério do Planejamento, responde agora à secretaria de Assuntos Estratégicos.

    Fonte: Mídia News
    27-06-2008 | 10:06
    O nível de atividade da indústria paulista em maio subiu 2,1% na comparação com abril. No ano, o indicador acumula 8,3%, com 84% de utilização da capacidade instalada (utilização dos parques industriais). Em abril, o aproveitamento da capacidade instalada foi de 83%.Os dados constam do Indicador do Nível de Atividade (INA), divulgado hoje (26) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

    Fonte: Mídia news
    27-06-2008 | 10:06

    O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) registrou desembolsos de R$ 78,6 bilhões nos últimos 12 meses encerrados em maio, 36% acima do verificado em igual período anterior. O volume é recorde para um período de 12 meses. As aprovações somaram R$ 110,9 bilhões no período, 24% a mais, na mesma base de comparação. Os enquadramentos ficaram em R$ 129,7 bilhões --21% sobre igual período anterior-- e as consultas chegaram a R$ 142,2 bilhões, o que representa incremento de 20%.

    De janeiro a maio, os desembolsos do banco somaram R$ 32,7 bilhões, 70% acima do verificado em igual período em 2007. As aprovações chegaram a R$ 42,4 bilhões, incremento de 40%; as consultas somaram R$ 66 bilhões, alta de 30%; e os enquadramentos totalizaram, R$ 57,8 bilhões, 28% acima do constatado entre janeiro e maio do ano passado.

    Os desembolsos para o setor de infra-estrutura tiveram crescimento de 85%, totalizando R$ 32,2 bilhões. Esse desempenho foi influenciado pelas liberações para projetos de energia elétrica e transportes terrestres. No ano, os desembolsos para o setor somaram R$ 12,7 bilhões.

    Entre as aprovações, o setor de infra-estrutura continuou liderando, com alta de 58%, totalizando R$ 47,9 bilhões nos últimos 12 meses encerrados em maio. No ano, chegaram a R$ 14,4 bilhões.

    A indústria teve volume de desembolsos um pouco abaixo, ficando em R$ 32 bilhões, expansão de 8%, com destaque para os segmentos de alimentos e bebida, e química e petroquímica. de janeiro a junho, os desembolsos para projetos industriais chegaram a R$ 14,2 bilhões.

    Para a indústria, as aprovações ficaram no mesmo patamar, ainda que o crescimento não tenha passado de 7% em relação ao período anterior. No ano, totalizam R$ 21,9 bilhões.

    Fonte: Folha online
    26-06-2008 | 11:06

    Embora mais preocupados do que antes com o aumento dos custos, os empresários da construção civil brasileira continuam bastante otimistas. A conclusão é da 35ª Sondagem da Construção, realizada pelo SindusCon-SP e pela FGV Projetos em maio e divulgada em 23 de junho.

    A pesquisa, realizada trimestralmente, contou com uma amostra de 301 empresários da construção em todo o País. Os principais destaques do estudo são as expectativas relacionadas ao desempenho da empresa, perspectivas de desempenho e crescimento econômico, que atingiram níveis recordes – desde que o SindusCon-SP e a FGV Projetos iniciaram a sondagem em 1999, nunca o índice de otimismo desses itens foram tão altos.

    No Brasil, em uma escala de 0 a 100 – valores abaixo de 50 são interpretados como não favorável e acima de 50 otimistas –, a confiança em relação ao desempenho da empresa para 2008 chega a 60,5 pontos, uma alta de 4,9% comparada à última sondagem, feita em fevereiro. A expectativa quanto ao crescimento econômico também bateu recorde e atingiu o patamar de 65 pontos, uma variação de 14,5% em relação a fevereiro.

    Esse indicador contribuiu ainda para o aumento na confiança da condução da política econômica, que vem oscilando bastante, mas apresentou um aumento de 14,1% em relação a fevereiro e marcou 55,6 pontos.

    Em contrapartida, para algumas questões os entrevistados mostraram preocupações. A principal percepção negativa está ligada às expectativas de inflação reduzida, que caiu 14,6%, a 39,5 pontos.

    Esse número sugere que a alta da inflação é a razão para o pessimismo com a evolução futura dos custos, expectativa que caiu mais 10% e chegou a 38,4 pontos. Também houve piora quanto ao indicador de dificuldades financeiras, que desta vez ficou no patamar de 50,1 pontos – para este item, valores abaixo de 50 significam dificuldades menores.

    Para o presidente do SindusCon-SP, João Claudio Robusti, os resultados refletem o aquecimento do setor. “Esses resultados mostram que, apesar da uma relativa piora do quadro inflacionário, também captada pela sondagem, e da elevação progressiva dos juros, o ano de 2008 avança sem que os empresários do setor estejam revertendo suas expectativas de bom desempenho” 

     

    Brasil

     

    São Paulo

     

    Mês

    Variação (%)

     

    Mês

    Variação (%)

     

    Mai/08

    Trimestre

    Ano

     

    Mai/08

    Trimestre

    Ano

    Desempenho da empresa

    60,5

    4,9

    22,0

     

    60,3

    5,1

    23,4

    Dificuldades financeiras

    50,1

    6,2

    4,3

     

    51,6

    6,1

    3,8

    Perspectivas de desempenho

    63,7

    4,1

    7,4

     

    63,0

    4,1

    6,5

    Perspectivas de evolução de custos

    38,4

    -10,0

    -24,5

     

    39,0

    -10,7

    -20,9

    Condução da política econômica

    55,6

    14,1

    -3,2

     

    56,4

    17,1

    -1,6

    Inflação reduzida

    39,5

    -14,6

    -43,6

     

    39,9

    -11,8

    -42,8

    Crescimento econômico

    65,0

    14,5

    16,0

     

    65,4

    15,6

    15,4

    Fonte: SindusCon-SP/FGV Projetos. 1Os dados apresentados na tabela estão dispostos numa escala que vai de “0” a “100”, tendo o valor “50” como centro. Isso quer dizer que valores abaixo de “50” podem ser interpretados como um desempenho, ou perspectiva, não favorável. No caso de dificuldades financeiras, no entanto, valores abaixo de “50” significam dificuldades menores.

    Fonte: Sinduscon-SP

     

     

     

     

    26-06-2008 | 10:06

     O Banco Central (BC) vai aumentar a taxa básica de juros (Selic), enquanto for necessário, segundo afirmou hoje (25) o diretor de Política Monetária da instituição, Mário Mesquita, ao apresentar o Relatório de Inflação. "O compromisso do Banco Central continua sendo inequívoco: fazer o necessário, enquanto for necessário, para trazer a inflação de volta para o centro da meta", disse ele.

    Neste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou os juros básicos em meio ponto percentual em cada uma das reuniões realizadas. A Selic está em 12,25% ao ano, e a expectativa de mercado é que chegue ao final de 2008 a 14,25%.

    O Banco Central reforçou a preocupação com o descompasso entre demanda e oferta, comparando o crescimento da demanda com o do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Enquanto a demanda aumentou em 8,5% no primeiro trimestre de 2008, na comparação com o mesmo período do ano passado, a economia cresceu 5,8%. "O alinhamento perfeito estatisticamente a gente nunca observa, mas uma moderação desse descompasso contribui para aliviar as pressões inflacionárias", disse Mesquita.

    Questionado se o Banco Central demorou a atuar para conter a inflação, Mesquita afirmou que a instituição que sempre toma as decisões com base nas informações disponíveis no momento. "O Banco Central terá novo conjunto de informações a sua disposição para as próximas reuniões." Segundo Mesquita, a melhor contribuição que o Banco Central pode dar para a ampliação do investimento do setor produtivo é controlar a inflação.

    Quanto a negociações salariais com sindicatos em busca de aumentos reais, Mesquita ressaltou que, quando os reajustes de salários acompanham os ganhos de produtividade, não há pressões sobre os custos das empresas. Caso isso não aconteça e as empresas repassem o aumento dos custos para os preços, essa situação pode ocasionar uma deterioração da inflação. "As empresas não devem contar com o Banco Central chancelando essas decisões [de repassar ou não os custos para os preços]", afirmou.

    Mesquita também enfatizou que a atuação preventiva do Banco Central é acertada. Segundo estudo do Banco Central publicado no relatório sobre outros países, "apertos preventivos" duram 17,3 meses, enquanto as mudanças "reativas" na política monetária levam 21,5 meses.

    De acordo com o relatório, a projeção do Banco Central para a inflação é de 6% para este ano, próxima do limite da meta, que é de 6,5%. O centro da meta da inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para este ano é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na variação acumulada do ano do IPCA, até maio, o índice está em 7,1%, ou seja, acima da margem. Segundo o relatório, o estouro do limite da meta em 2008 é de 25%, enquanto no documento de março a probabilidade era de 4%.

    Conforme o relatório, no cenário de referência, que leva em consideração juros básicos constantes em 12,25% e dólar a R$ 1,65, a inflação se reduz para 4,7% ao final de 2009 e sobe para 4,8%, no segundo semestre de 2009. No cenário de mercado, toma como base a trajetória de estimativas para a taxa Selic e de câmbio constante nas pesquisas realizadas com analistas do setor privado, a previsão também é de inflação de 6% neste ano e de 4,7% em 2009.

    Fonte: Olhar Direto
    26-06-2008 | 10:06
    Gestão e treinamento são dois pontos fundamentais para o sucesso de qualquer atividade empresarial. Nas áreas trabalhista e sindical não é diferente. A importância e a própria eficácia do treinamento consistem na apresentação aos participantes, por intermédio de uma abordagem dinâmica e interativa, de uma visão diferenciada quanto à gestão das relações trabalhistas e sindicais, de acordo com aquilo que denominamos processo de negociação coletiva de trabalho, ou seja: uma metodologia moderna de direcionamento estratégico nessa área de atuação.

    O conteúdo do treinamento é construído justamente com base em casos concretos, sendo que os conceitos nele difundidos representam uma visão sistêmica da área sindical (e do processo de negociação) e são semelhantes àqueles de um estratagema de negócios, com planejamento e ações de curto, médio e longo prazo, avaliando-se, consequentemente, resultados dentro desses períodos de tempo.

    Um exemplo concreto é a aplicação de abordagem relativa às competências cruzadas, que combina ao mesmo tempo formas de comunicação entre a liderança, empregados e dirigentes sindicais com um misto de gestão de pessoas e métodos jurídicos que fornece formas de gestão e mecanismos de prevenção do assédio moral.

    Há atualmente à disposição das empresas um arsenal de ferramentas para gestão do ambiente do trabalho, tais como: pesquisas de clima, entrevistas de desligamento, índices de aceitação do "layout" dos ambientes fabris, mapa de vulnerabilidades, mapeamento das demandas trabalhistas, entre outros. Essas ferramentas dão um bom direcionamento do que deve permanecer ou ser modificado para uma boa gestão do ambiente de trabalho.

    A boa gestão do ambiente e essas respostas dos empregados são essenciais para direcionar o projeto. Esse se diferencia por ser efetivado, dentre outros aspectos, por treinamentos, mediante abordagem expositiva, com uma visão crítica que fornece uma análise completa do tema, com uma ampla abertura para o campo da interação e discussão, sendo indicado a todos que participam direta ou indiretamente da gestão das relações sindicais da empresa.

    Na atual conjuntura, a discussão sindical envolve muitos fatores como, por exemplo, debates sobre as cláusulas econômicas. Antigamente, se discutia uma recomposição da inflação na casa de dois dígitos. Isso não acontece mais e a conseqüência é um impulso para uma negociação mais pesada sobre vários enfoques junto a relação de emprego, dentre eles, os mecanismos de remuneração, benefícios e cláusulas sociais. Com isso, a interligação da negociação com os processos de recursos humanos e o gerenciamento das relações trabalhistas tomou uma dimensão maior ainda.

    Atualmente, são muitas as propostas em discussão sobre a reforma sindical. Muito tem se discutido quanto à organização das entidades sindicais, sua forma de custeio, dentre outros temas. Mas, o que de concreto aconteceu foi à aprovação da Emenda 45, que trouxe o "comum acordo" que, em tese, diminui o poder normativo, uma vez que a parte que decidir ingressar com um dissídio deve ter o consenso da outra. Na prática, porém, a discussão ainda não tem um posicionamento solidificado.

    Marcel Tadeu Alves da Silva atua na área de direito coletivo e sindical do Peixoto e Cury Advogados (mts@peixotoecury.com.br)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-06-2008 | 10:06
    O Banco Central (BC) vai aumentar a taxa básica de juros (Selic), enquanto for necessário, segundo afirmou ontem o diretor de Política Monetária da instituição, Mário Mesquita, ao apresentar o Relatório de Inflação. "O compromisso do Banco Central continua sendo inequívoco: fazer o necessário, enquanto for necessário, para trazer a inflação de volta para o centro da meta".

    Neste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou os juros básicos em meio ponto percentual em cada uma das reuniões realizadas. A Selic está em 12,25% ao ano, e a expectativa de mercado é que chegue ao final de 2008 a 14,25%.

    O Banco Central reforçou a preocupação com o descompasso entre demanda e oferta, comparando o crescimento da demanda com o do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Enquanto a demanda aumentou em 8,5% no primeiro trimestre de 2008, na comparação com o mesmo período do ano passado, a economia cresceu 5,8%. "O alinhamento perfeito estatisticamente a gente nunca observa, mas uma moderação desse descompasso contribui para aliviar as pressões inflacionárias", disse Mesquita.

    Questionado se o Banco Central demorou a atuar para conter a inflação, Mesquita afirmou que a instituição que sempre toma as decisões com base nas informações disponíveis no momento. "O Banco Central terá novo conjunto de informações a sua disposição para as próximas reuniões." Segundo Mesquita, a melhor contribuição que o Banco Central pode dar para a ampliação do investimento do setor produtivo é controlar a inflação.

    Meta - De acordo com o relatório, a projeção do Banco Central para a inflação é de 6% para este ano, próxima do limite da meta, que é de 6,5%. O centro da meta da inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para este ano é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na variação acumulada do ano do IPCA, até maio, o índice está em 7,1%, ou seja, acima da margem. Segundo o relatório, o estouro do limite da meta em 2008 é de 25%, enquanto no documento de março a probabilidade era de 4%.

    Conforme o relatório, no cenário de referência, que leva em consideração juros básicos constantes em 12,25% e dólar a R$ 1,65, a inflação se reduz para 4,7% ao final de 2009 e sobe para 4,8%, no segundo semestre de 2009. No cenário de mercado, toma como base a trajetória de estimativas para a taxa Selic e de câmbio constante nas pesquisas realizadas com analistas do setor privado, a previsão também é de inflação de 6% neste ano e de 4,7% em 2009

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-06-2008 | 10:06
    O 4º Feirão Caixa da Casa Própria em Cuiabá, realizado entre os dias 19 e 22 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal, foi um sucesso na opinião dos parceiros e superou todas as expectativas de público. Cerca de 5.500 pessoas visitaram o evento durante os 4 dias de duração. Houve registro da participação de 50 empresas entre construtoras, imobiliárias e comércio de material de construção.

    Cacciola - O Ministério da Justiça informou que a Corte de Apelações de Mônaco rejeitou recurso do ex-banqueiro Salvatore Cacciola e aceitou o pedido de extradição dele, feito pelo governo brasileiro. "A corte considerou o processo legítimo", afirma nota do ministério. Sem margem para mais recursos à Corte de Apelações de Mônaco, a decisão, segundo o Ministério da Justiça, caberá agora ao Executivo do principado. Cacciola foi dono do Banco Marka.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-06-2008 | 10:06
    O Federal Reserve (Fed, o BC americano) manteve nesta quarta-feira sua taxa de juros em 2% ao ano, interrompendo uma seqüência de sete cortes consecutivos. Veja a seguir a nota divulgada após o anúncio da taxa.

    "O Comitê Federal de Mercado Aberto [equivalente ao Copom do Banco Central] decidiu hoje manter sua meta para a taxa dos fundos federais em 2%.

     Informações recentes indicam que a atividade econômica em geral continua a se expandir, em parte refletindo alguma estabilização nos gastos dos consumidores. No entanto, os mercados de trabalho tiveram novo enfraquecimento e os mercados financeiros permanecem sob considerável pressão. Condições restritas de crédito, a contínua contração do mercado imobiliário e a alta nos preços da energia devem pesar no crescimento econômico nos próximos trimestres.

    O comitê espera que a inflação tenha alguma moderação no fim deste ano e no próximo. No entanto, à luz das contínuas altas nos preços da energia e de algumas outras commodities, e da situação elevada de alguns indicadores de expectativas de inflação, a incerteza sobre o cenário de inflação continua alta.

    O afrouxamento substancial da política monetária até hoje, combinado com as medidas em curso para impulsionar a liquidez no mercado, devem ajudar a promover um crescimento moderado ao longo do tempo. Embora os riscos de baixa para o crescimento permaneçam, eles parecem ter diminuído um pouco, e os riscos para a inflação e as expectativas de inflação cresceram. O comitê continuará a monitorar os desenvolvimentos econômicos e financeiros e irá agir conforme o necessário para promover o crescimento sustentável e a estabilidade de preços."

    Fonte: Folha online
    26-06-2008 | 10:06

    "Caminhamos a passos largos para a industrialização de Mato Grosso, mas o mais importante é que estamos gerando empregos, divisas e o crescimento do Estado e dos municípios como um todo", disse ontem o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf na reunião do Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem), que aprovou mais de R$ 134,1 milhões de intenções de investimentos. Esta foi a terceira reunião extraordinária. Para o secretário, a industrialização com mais mão-de-obra representa melhor qualidade de vida para a população de uma maneira em geral.

    Nadaf festejou a geração de mais de 1,2 mil empregos, direitos e indiretos, apontando que os recursos chegarão através de 30 projetos em 20 municípios mato-grossenses que pleitearam recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO), do Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Fundeic), além de incentivos fiscais por meio do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic).

    Dos 30 projetos aprovados pelo Cedem, 14 solicitaram recursos do FCO Empresarial, na ordem de R$ 5,6 milhões. Oito tiveram consulta prévia aprovada para receber recursos do Fundeic, programa de financiamento de micro e pequenas empresas. Oito serão enquadrados no Prodeic, com investimentos de R$ 127,9 milhões e duas empresas tiveram laudos de vistoria aprovados para começarem a usufruir de benefícios via Prodeic.

    Os conselheiros aprovaram 10 enquadramentos para o Porto Seco e a reserva de cinco áreas no Distrito Industrial de Cuiabá.

    O Cedem, vinculado à Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), tem a responsabilidade de estudar, propor e opinar sobre as diretrizes e estratégias de desenvolvimento dos setores da indústria, do comércio, da mineração e energia do Estado. O Conselho também é o órgão que aprecia e julga os pedidos de incentivos fiscais e financeiros, de acordo com a legislação específica.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-06-2008 | 10:06
    O Banco Central (BC) elevou ontem sua projeção de inflação para 6% este ano e não deixou dúvida de que, para manter os preços sob controle, continuará aumentando taxa básica de juro da economia (a Selic) nos próximos meses. "Faremos o que for necessário, enquanto for necessário, para manter a inflação alinhada à trajetória de metas", disse o diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita. O centro da meta de inflação para este ano é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de 2 pontos porcentuais para baixo e para cima.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    25-06-2008 | 13:06

    Já estão abertas as inscrições para o 80º Enic – Encontro Nacional da Indústria da Construção, que neste ano será realizado entre os dias 22 e 24 de outubro, em São Luiz - no Maranhão.    

    E uma das novidades desta edição é a participação do comediante Diogo Portugal que ficará responsável pela animação do encontro. As inscrições podem ser feitas pelo site www.enic.org.br. Mais informações pelo telefone (62) 3214-1005.
    25-06-2008 | 11:06
    MANAUS - Seguindo uma tendência nacional, a cidade Manaus continua apresentando crescimento na indústria da construção civil e mantendo os bons índices no setor. Para 2008, de acordo com dados do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Amazonas (Crea), a expectativa é que haja um crescimento de pelo menos 40% no ramo, em relação a 2007 quando foram lançados 1.649 empreendimentos imobiliários de pequeno, médio e grande porte.

    No primeiro trimestre de 2008, já há o registro de 633 lançamentos na área de imóveis. A capital amazonense ocupa atualmente o primeiro lugar no ranking dos investimentos da construção civil na Região Norte do país.

    De acordo com o presidente do Crea-AM, Afonso Lins Júnior, o crescimento ocorre tanto em empreendimentos habitacionais quanto em comerciais. Ele destaca a boa classificação do Produto Interno Bruto (PIB) de Manaus diante do cenário nacional e avalia esse aspecto como um dos atrativos para a movimentação positiva do setor na economia local. Lins Júnior ressalta que o volume de registros no Crea tem aumentado em média de 35% ao mês em comparação aos resultados mensais de anos anteriores.

    "O crescimento é geral. Em todas as áreas, seja no campo residencial, seja no comercial, o crescimento é visível. Hoje o PIB de Manaus é o quarto do país e isso chamou muitos investimentos para a cidade. Além disso, as facilidades de crédito também fizeram com que muitas pessoas abandonassem seus aluguéis e resolvessem partir em busca dos seus próprios imóveis."

    Pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon) comprova o bom momento do setor para Manaus e o aquecimento do mercado imobiliário. De acordo com a pesquisa, o Índice de Velocidade de Vendas (IVV) nos primeiros três meses do ano chegou a 42,42%. Nesse quesito, a preferência do consumidor local recaiu sobre imóveis amplos, com área construída entre 200 e 300 mil metros quadrados.

    Os imóveis com três dormitórios ocuparam o primeiro lugar em vendas. Dos 1.082 imóveis ofertados, 525 foram vendidos. Outro aspecto revelado pelo estudo é que, diferentemente de 2007, quando muitos consumidores optavam por imóveis prontos - por receio dos riscos em investimentos -, o primeiro trimestre de 2008 demonstrou que os consumidores procuraram aplicar seus recursos em casas e apartamentos que ainda estavam na planta de construção.

    Na análise do vice-presidente do Sinduscon-AM, Flauber Santos, o grande volume de investimentos no setor da construção civil em Manaus é resultado não só dos bons lucros, mas também do rápido retorno obtido pelos investidores.

    "Três fatores contribuem diretamente para o crescimento da indústria da construção civil em Manaus: a busca por melhores condições de moradia, a expansão do Pólo Industrial de Manaus, que faz com que as empresas também incrementem o volume de construções, e as facilidades de crédito para a compra dos imóveis. Vivemos um momento de estabilidade econômica, com segurança jurídica e qualificação de mão-de-obra."

    Para o presidente do Crea-AM, além dos fatores citados por Santos, deve-se ainda considerar os investimentos feitos pelo governo federal no Amazonas, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

    - Esse período positivo que vivemos hoje também é influenciado pelo PAC, que vem estimulando a construção de portos e rodovias no interior do Amazonas - complementa.

    Apesar dos bons resultados, a falta de materiais e de profissionais na área começa a preocupar os representantes do setor.

    - Observamos que diversas grandes empresas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais se transferiram para Manaus e se associaram a empresas locais para investimentos na construção civil. A verticalização da cidade hoje é muito clara. Só na prefeitura de Manaus tramitam atualmente mais de 100 projetos de verticalização, além de outros 100 que estão em execução. Por conta disso, precisamos cada vez mais de pessoas qualificadas e materiais para dar conta da demanda apresentada - ressalta Lins Júnior.

    Segundo a direção do Sinduscon-AM, para 2008 estão previstos, só pelo órgão patronal, a formação de quase 2 mil profissionais para atuar no ramo da construção civil. O sindicato informou ainda que a indústria da construção civil emprega cerca de 18 mil trabalhadores diretos em Manaus. Com relação aos empregos indiretos, o número é praticamente o mesmo.

     

     

    Fonte: Site Madeira Total
    25-06-2008 | 11:06
    Em Maringá, produção imobiliária será recorde em 2008. Grandes redes de varejo já se instalam no interior, e aproveitam o aumento da renda proveniente do campo

    Curitiba, Ponta Grossa e Maringá - O aumento da renda do campo está acelerando o ritmo do comércio e da construção civil no interior. Em Maringá, no Norte do Paraná, a produção imobiliária deve atingir a marca recorde de 660 mil metros quadrados em 2008, 10% a mais do que em 2007. A cidade recebe em agosto o primeiro edifício de lofts, com 100 unidades, e em 2009 fica pronto o shopping Catuaí, que absorverá R$ 180 milhões e terá 231 lojas. A gerente comercial do grupo, Ana Lucia Sahyon Abdalla, diz que a decisão de investir na cidade foi tomada com base no crescimento econômico e na agricultura regional.

    Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) no Noroeste do estado, Marcos Mauro Moreira Filho, construtoras de outros estados, como Abyara, Gafisa e MRV, estão investindo no potencial imobiliário do interior , principalmente em Maringá e Cascavel. “A economia gira por conta do agronegócio. O produtor compra um carro de uma concessionária cujo dono vai, na seqüência, adquirir um apartamento. O dono da construtora, por sua vez, investe em um terreno” afirma Moreira Filho.


    As grandes redes de varejo também miram o interior. O Wal-Mart vai investir R$ 90 milhões, até 2010, em duas novas lojas em Londrina. Em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, a previsão da Associação Comercial e Industrial (Acipg) é de um crescimento de vendas de 15% a 20% em 2008, de acordo com o vice-presidente da entidade, Marcio Adriano Paulik. Proprietário da rede de lojas MMMercadomóveis, ele programa a abertura de mais duas lojas novas. “No ano passado o produtor precisava vender cerca de 40 sacas para comprar uma geladeira. Hoje, precisa de apenas 20.”

    Paulik cita como exemplo os investimentos dos empreendimentos na cidade no ramo de comércio, como as novas unidades dos supermercados Condor, que está investindo cerca de R$ 25 milhões, e da rede Tozetto. O sócio-proprietário da empresa, César Moro Tozetto, afirma que a cidade está acompanhando o bom momento da economia do país, com aumento de salários e boas perspectivas de crescimento. Para ele, além da agricultura, a indústria diversificada de Ponta Grossa também favorece a efetivação de novos investimentos. O empresário pretende inaugurar no início de 2009 a quarta – e maior – loja da rede na cidade, com 20 mil metros quadrados construídos, que irá gerar cerca de 300 empregos diretos. “Será a loja mais moderna da empresa, inclusive na área de tecnologia. Vamos procurar atender toda a cidade”, prevê.

    Para as revendedoras de carros, a agricultura também ajuda a impulsionar as vendas. Segundo o gerente de vendas da concessionária Toyota em Ponta Grossa, Leonardo Soncini, a procura de caminhonetes cresceu muito e hoje há uma fila de espera de 90 dias para a entrega. “Temos o plano safra, que faz com que o vencimento da parcela coincida com as datas que eles irão colher o produto”, explica ele.

     

    Fonte: Site Madeira Total
    25-06-2008 | 11:06

    Ministra apresentará balanço do PAC aos empresários do setor. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, apresenta no próximo dia 27, durante a reunião do Conselho de Administração da CBIC, na sede do Sinduscon-Rio, no Rio de Janeiro, a atual situação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

     No dia anterior, às 20h, no Pestana Rio Atlântica Hotel, no Rio de Janeiro, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerday Johannpeter, participará de jantar com os empresários do setor, ocasião em que debaterá as perspectivas para o país, com foco no setor da Construção.

     

    Fonte: CBIC
    25-06-2008 | 11:06
    e a valorização dos profissionais do setor. A Editora Pini e a revista Construção e Mercado promovem no dia 1º de julho, na sede do Sinduscon-SP, em São Paulo, uma mesa-redonda sobre "O Futuro da Construção Civil no Brasil - Como Garantir o Desenvolvimento Sustentável e a Valorização dos Profissionais".

    O debate será realizado em comemoração aos 60 anos da Pini e servirá de base para reportagem especial em edição comemorativa da revista, em agosto de 2008.

    O evento será composto de três painéis, que tratarão dos temas: "Ciclo de Expansão da Indústria da Construção Civil"; "Futuro dos Profissionais da Indústria da Construção Civil", e "Desafios da Sustentabilidade na Indústria da Construção Civil".

    Mais informações pelo telefone (11) 2173-2306.

     Fonte: CBIC
    25-06-2008 | 11:06

    A CBIC, representada por José Carlos Martins (vice-presidente) e Marcos Galindo Pereira Lopes (representante no PBQP-H), participou ontem (23), em Belém, no Pará, da abertura do V Encontro Nacional dos Programas da Qualidade da Construção, em comemoração aos 10 do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat (PBQP-H).

    O evento, que termina nesta terça-feira (24), debaterá temas como a sustentabilidade, o desenvolvimento tecnológico, a gestão de projetos e a habitação de interesse social.

    Fonte: CBIC
    25-06-2008 | 10:06

    São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apontou inflação de 1,06% na terceira quadrissemana de junho na cidade de São Paulo, abaixo da variação registrada na quadrissemana anterior, que ficou em 1,26%, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O indicador ficou dentro das expectativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado, que oscilavam de 1,05% a 1,23%.

    Apresentaram elevação entre a segunda e a terceira prévia do mês os grupos Saúde (de 0,36% para 0,44%) e Educação (de 0,06% para 0,08%). Desaceleraram os segmentos Alimentação (de 3,66% para 3,20%), Habitação (de 0,69% para 0,54%), Despesas Pessoais (de 0,76% para 0,65%), Transportes (de 0,28% para 0,16%) e Vestuário (de 0,77% para 0,43%).

    Veja como ficaram os grupos que compõem o IPC:

    Habitação: 0,54%

    Alimentação: 3,20%

    Transportes: 0,16%

    Despesas Pessoais: 0,65% Saúde: 0,44%

    Vestuário: 0,43%

    Educação: 0,08%

    Índice Geral: 1,06% (Sérgio Camargo) 

    Fonte: Agencia Estado
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
Anuncie - Política de Privacidade
2014 -Todos os Direitos Reservados
V3 Agência Web