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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    08-09-2008 | 11:09
    As intenções de compra do consumidor e as expectativas da indústria para 2009 parecem estar em trajetórias distintas. Enquanto o consumidor parece mais pessimista para o ano que vem, com previsão de um cenário menos favorável para a economia, a indústria continua operando em patamares elevados de capacidade, e se preparando para uma demanda crescente no próximo ano.

     

    Analistas da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e Fundação Getúlio Vargas (FGV) alertam para uma possível desarmonia entre as expectativas do consumidor e as da indústria. Entretanto, economistas da Fecomercio-RJ e da Confederação Nacional da Indústria apostam em continuidade da demanda no mercado interno em 2009.

     

    O ex- diretor do Banco Central e economista-chefe da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, destaca que, em meados deste ano, todas as principais instituições apontaram um elevado uso de capacidade na indústria. Em sua Sondagem da Indústria da Transformação, a FGV informou que, em agosto, a indústria operou com 86,5% de sua capacidade - o maior nível do ano, e o mais elevado patamar para um mês de agosto, nos últimos dois anos. "Pode ser que esteja ocorrendo um descompasso entre as expectativas do consumidor e as da indústria", alerta.

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    06-09-2008 | 11:09
     A construção civil já emprega mais de 2 milhões de trabalhadores no Brasil. Somente no primeiro semestre deste ano, 229 mil pessoas foram contratadas com carteira assinada em todo o país, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) de São Paulo e da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

     

     

    Com tantos recordes quebrados - maior índice de geração de empregos no setor desde 1995 - , a expectativa é de mais um ano aquecido e de oferta de empregos no setor imobiliário brasileiro.

     

     

            "O emprego com carteira assinada no último semestre aumentou 16,7% no país, e 16,6% no DF, percentual bem acima ao do que vinha ocorrendo", destaca a economista e consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo.

     

     

    Os índices, segundo ela, são resultados da formalização da mão-de-obra.

     

     

    "A construção civil sempre teve a marca de empregar informalmente, e o reflexo da mudança desse período é o emprego com carteira, que cresceu no ano passado cerca de 8% no país, com a maior parte de pessoas empregadas como serventes e pedreiros", esclarece.

     

     

     

            Mas esse aumento de produção do setor causou um descompasso entre a demanda e a oferta de mão-de-obra, como explica Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

    "Um dos grandes gargalos hoje é a capacitação dos trabalhadores.

     

     

     

     Tivemos uma evolução do setor em termos tecnológicos, mas os profissionais da área não acompanharam essa evolução", comenta.

     

     

     

            Nesse ponto, a parceria do setor privado com o governo na qualificação de profissionais para a construção civil é fundamental.

     

     

     

    "É uma preocupação de todo o setor.

     

     

    A Escola Politécnica de São Paulo nos ajudou a levantar tudo o que se faz hoje em termos de capacitação e certificação para a criarmos um sistema nacional de certificação de mão-de-obra", afirma.

     

     

     

    "Queremos uma mão-de-obra de carreira, e não simplesmente um quebra-galho ou algo temporário como é visto ainda hoje, onde os salário são muito baixos", acrescenta.

     

     

     

            O Sinduscon do DF também fez um levantamento com as empresas do setor questionando em quais áreas havia maior necessidade de mão-de-obra qualificada.

     

     

     

    E segundo o vice-presidente Júlio César Peres, a demanda por parte das empresas influenciou o Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) a oferecer cursos de especialização para pedreiro, carpinteiro, pintor e eletricista predial.

     

     

     

    "O mercado não está tendo mais profissionais qualificados para atender o ritmo de construções de Brasília. Quem tem a mão-de-obra profissionalizante está segurando", ressalta.

     

     

     

     Boa fase

            Segundo Peres, esse momento é positivo para construtoras, consumidores e, principalmente, para quem trabalha nas obras, porque a construção civil é o setor que dá resposta imediata na geração de empregos.

     

     

     

    "Assim que começa um canteiro de obras, precisamos do servente para a limpeza do local, para as escavações.

     

     

    Ele é o primeiro que entra e o último que sai.

     

     

     

    E essa mão-de-obra não especializada é que está entrando no mercado de trabalho", explica.

     

     

     

            Opinião que compartilha com o diretor de uma importante empresa de investimentos imobiliários de Brasília e vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), Marcelo Carvalho.

     

     

     "É importante lembrar que a construção civil é a grande porta de entrada do trabalhador de pouca qualificação profissional no mercado de trabalho.

     

     

     

     E tem essa capacidade de atrair mão-de-obra e de gerar cinco empregos indiretos, para cada pessoa empregada", destaca.

     

     

     

            No Distrito Federal, o Senai qualifica 600 pessoas por ano em nível básico e técnico com cursos que tentam sanar o déficit profissional.

     

     

     A maior demanda é de trabalhadores com cursos técnicos de edificações e segurança do trabalho, desenhista de arquitetura, eletricista predial e pedreiro em geral, segundo a coordenadora de educação profissional do Senai e Sesi-DF, Learice Barreto.

     

     

     

    Ela diz que o aquecimento do mercado imobiliário refletiu imediatamente na demanda, principalmente do curso de técnico em edificações. Para as demais funções, as próprias empresas têm capacitado seus funcionários.

     

     

     

            Quem se especializou e está com o emprego garantido é o experiente pedreiro Antônio Raimundo Castro, 40 anos, sendo 18 de profissão.

     

     

     

    "Sempre tem emprego na minha profissão, mas de um ano e meio para cá está mais fácil conseguir trabalho.

     

     

    O salário também deu uma melhorada, de R$ 40 para R$ 60 a diária", conta.

     

     

     

            Ele faz parte de um grupo de trabalhadores qualificados que têm curso profissionalizante.

     

     

    Há três anos, Antônio decidiu fazer o curso de pedreiro para deixar de ser servente e conseguir um trabalho melhor.

     

     

    "Depois da formação foi mais fácil conseguir um bom emprego porque as firmas exigiam qualificação e experiência em carteira", revela.

     

     

     

     Mesmo com trabalho garantido e melhora no salário, o pedreiro não parou de estudar.

     

     

     

     "Quem sabe não consigo ser engenheiro! A gente tem que  sonhar!"

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09
    O consumo acelerado de cimento chegou a causar problema de desabastecimento nas lojas do Centro-Oeste do meio do ano passado ao início de 2008, principalmente em Goiás e no Mato Grosso.

     

     

    Como conseqüência, houve elevação no preço do produto. "Os problemas foram pontuais.

     

     

    Tivemos escassez de cimento no Centro-Oeste, mais por logística do que por incapacidade de produção", afirma Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

     

            Ele explica que havia capacidade de produção no país, mas não na região.

     

     

     Dessta forma, foi necessário importar cimento de outros lugares, o que demandava mais tempo e custo maior de transporte.

     

     

     "Isso já foi sanado.

     

     

    Várias fábricas de cimento foram reativadas, outras estão sendo construídas.

     

     

     

     Não estamos tendo nenhuma escassez de produto neste ano, e não vejo perspectiva de falta de produtos em 2008", ressalta.

     

     

     

            As empresas têm se mobilizado para atender a tantos pedidos.

     

     

     A reportagem do Correio foi conferir todo o processo de produção de uma cimenteira, a Votorantim, em Sobradinho, e constatou que o ritmo ali é intenso.

     

     

    São 24 horas funcionando, sete dias por semana. Com relação à falta de cimento, a empresa esclarece que o que aconteceu foi uma manutenção preventiva no moinho da unidade de Nobres/MT, que estava planejada, em maio de 2007, e que a parada não comprometeu a oferta de cimento para o mercado.

     

     

     

            Na época, a Votorantim Cimentos esclareceu que a fábrica opera normalmente, produzindo em sua capacidade máxima, e expedindo o equivalente a 56 mil sacos de cimento por dia.

     

     

     

     Ainda segundo, a cimenteira, a empresa tem condições de abastecer o mercado da construção civil no Brasil, e ainda fará investimentos para aumentar a capacidade de produção e melhorar os canais de distribuição de seus produtos. (ACB)

     

     

     

    Escassez de materiais é coisa do passado

     

     

            O consumo acelerado de cimento chegou a causar problema de desabastecimento nas lojas do Centro-Oeste do meio do ano passado ao início de 2008, principalmente em Goiás e no Mato Grosso.

     

     

     Como conseqüência, houve elevação no preço do produto.

     

     

    "Os problemas foram pontuais.

     

     

    Tivemos escassez de cimento no Centro-Oeste, mais por logística do que por incapacidade de produção", afirma Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

     

            Ele explica que havia capacidade de produção no país, mas não na região.

     

     

    Dessta forma, foi necessário importar cimento de outros lugares, o que demandava mais tempo e custo maior de transporte.

     

     

    "Isso já foi sanado.Várias fábricas de cimento foram reativadas, outras estão sendo construídas.

     

     

     Não estamos tendo nenhuma escassez de produto neste ano, e não vejo perspectiva de falta de produtos em 2008", ressalta.

     

     

     

    As empresas têm se mobilizado para atender a tantos pedidos.

     

     

    A reportagem do Correio foi conferir todo o processo de produção de uma cimenteira, a Votorantim, em Sobradinho, e constatou que o ritmo ali é intenso.

     

     

    São 24 horas funcionando, sete dias por semana. Com relação à falta de cimento, a empresa esclarece que o que aconteceu foi uma manutenção preventiva no moinho da unidade de Nobres/MT, que estava planejada, em maio de 2007, e que a parada não comprometeu a oferta de cimento para o mercado.

     

     

     

            Na época, a Votorantim Cimentos esclareceu que a fábrica opera normalmente, produzindo em sua capacidade máxima, e expedindo o equivalente a 56 mil sacos de cimento por dia.

     

     

     

     Ainda segundo, a cimenteira, a empresa tem condições de abastecer o mercado da construção civil no Brasil, e ainda fará investimentos para aumentar a capacidade de produção e melhorar os canais de distribuição de seus produtos. (ACB)

     

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09

    Especial Ponto a Ponto - Paulo Safady Simão no Correio Braziliense-05/09/2008

     

     

     Ana Clara Brant

     Da equipe do Correio

     

     

             "O momento atual está dentro de um cenário de equilíbrio econômico, de estabilidade, de não endividamento público, de credibilidade externa, de ingresso de recursos de investimentos externos. É um momento completo"

     

     

             Desde 2003 na presidência da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o empresário mineiro Paulo Safady Simão diz que nunca, em toda a sua trajetória profissional, vivenciou um momento tão favorável à construção civil.

     

     

    E a expectativa é de que o setor continue a crescer.

     

     

     "Para este ano teremos um crescimento em torno de 7% .

     

     

    O setor da construção é um dos pilares do desenvolvimento", comemora. Nesta entrevista exclusiva ao Correio, Safady diz que as obras de infra-estrutura do PAC e as que serão feitas para sediar a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, são outras boas-novas que vêm por aí, num novo impulso à ascendência da indústria nacional da construção.

     

     

    Confira os principais trechos.

     

     

     

    Revolução         Vivemos uma revolução no mercado imobiliário brasileiro, fruto de um trabalho feito a várias mãos -governo, setor de construção e incorporação - e que modificou todo o marco regulatório do mercado imobiliário nacional, até então cheio de problemas.

     

     

     

    Essa mudança resultou em segurança, transparência, agilidade.

     

     

     A tal ponto que alterou completamente a performance e a atuação dos agentes financeiros, que de desprezo total pelas carteiras imobiliárias passou a tê-las no centro de suas atividades.

     

     

     

     A partir do momento em que se tem o agente financeiro com recursos, interessado e buscando a atividade, começa-se a movimentar o setor como um todo.

     

     

     

    Impulso         O mercado imobiliário é o setor que impulsiona a construção civil no momento.

     

     

     

    Certamente vamos ter essa contribuição aumentada daqui para a frente com as obras de infra-estrutura fomentadas pelo PAC, e mais ainda com as obras da Copa do Mundo.

     

     

    Mas, até o momento, a área imobiliária é que trouxe o setor ao patamar de crescimento em que ele está. Este ano, teremos crescimento em torno de 7%.

     

     

     O setor da construção é um dos pilares do desenvolvimento do país.

     

     

     

     E, pelas nossas projeções, vai continuar a ser nos próximos anos.

     

     

     

    Momento histórico         Tivemos inúmeros cenários favoráveis. Na época do boom do JK, na época da ditadura militar, do milagre brasileiro, também foi este setor que alavancou. Mas havia outros fatores.

     

     

    O momento atual é diferente.

     

     

     Está dentro de um cenário de equilíbrio econômico, de estabilidade, de não endividamento público, de credibilidade externa, de ingresso de recursos de investimentos externos.

     

     

     Enfim, é um momento completo, que, posso até estar errado, mas nunca vi na minha história de empresário.

     

     

     

    Governo

             Estamos em constante audiência com o governo. Levamos nossa preocupação como os gargalos que ainda existem no PAC, que são preocupações constantes do setor. A intenção é que as coisas fluam com mais rapidez, agilidade, transparência, efetividade. E, para isso, a gente tem que estar atento. Hoje em dia, pelo boom do setor, temos problemas de materiais, de mão-de-obra. Então, temos trabalhado em programas de treinamento e capacitação. As indústrias trabalham com projetos de expansão. Mas para tudo isso é necessário esforço conjunto de todo o setor. E o governo tem que ficar atento e nos ajudar, criando novas linhas de financiamento, novos incentivos. São essas as provocações que temos que fazer ao governo para que a roda não pare de girar.

     

     

    Brasília

             O mercado de Brasília sempre foi muito aquecido e um dos mais caros do país porque aqui tem a renda per capita mais alta do Brasil. E é um mercado que tem uma dificuldade muito grande por causa dos terrenos, de projeção. Aqui a terra é pública, e isso cria algumas dificuldades. Porém, as novas construtoras não deixam de vir porque aqui é um mercado extremamente positivo, rico.

     

     

     

    2009

             Sou sempre otimista e esse país tem muita coisa para fazer, ainda mais a partir do momento que o presidente Lula acreditou no setor e deu espaço para crescer.

     

     Mas há uma série de fatores que poderia melhorar para que esse setor possa fluir melhor.

     

    E é para isso que estamos lutando.

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09
    A presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU), deputada Angela Amin (PP/SC), fez um pronunciamento nesta terça-feira, 2, no Plenário da Câmara dos Deputados, sobre os trabalhos realizados pela comissão, com destaque para os debates sobre a construção de moradia popular e soluções para o trânsito nas cidades. Ao fazer o balanço, ela informou que priorizou debates de temas como mobilidade urbana, habitação e desenvolvimento. No total, foram discutidos e votados 17 projetos de lei e 14 requerimentos. Além disso, foi apresentada e discutida a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 285/08), que prevê um limite mínimo obrigatório de gastos públicos com habitação popular.

     

    “De abril para cá, realizamos um seminário e quatro audiências públicas”, frisou a deputada, destacando a reunião que discutiu o Plano Nacional de Habitação e a que debateu propostas para o financiamento e construção de moradias de interesse social. “Em todas essas ocasiões, procuramos valorizar as informações técnicas, incentivar e estimular o debate construtivo no sentido de acertar as ações objetivas voltadas à resolução dos problemas”, afirmou.

     

    Déficit habitacional- O Colóquio sobre Habitação de Interesse Social, realizado pela comissão, também foi lembrado pela parlamentar. Segundo ela, o encontro discutiu propostas de aumentar os recursos para o setor e permitir a construção de moradias de interesse social, reduzindo o déficit habitacional no País.

     

    Angela argumentou que, apesar de já existir um conjunto de normas específicas para o setor habitacional, a falta de moradia destinada à população de baixa renda é preocupante.

     

    Durante o pronunciamento, a deputada citou estimativas fornecidas pelo IBGE mostrando que o déficit habitacional brasileiro é hoje de 5,1 milhões de moradias. “Como os dados oficiais não incluem os moradores de palafitas, barracos e outras habitações desprovidas de infra-estrutura básica, pode-se supor, agregando-os aos números oficiais, que o déficit nacional de habitação pode atingir 15 milhões de unidades, ou seja, algo em torno de 55 milhões de brasileiros”, destacou. Angela Amim defende que a moradia seja tratada pela legislação como um efetivo direito social, a exemplo do que já ocorre com a saúde e a educação.

     

    Trânsito- Entre outros temas discutidos na comissão, a deputada citou o debate sobre o trânsito no País. Ela lembrou o esforço dos parlamentares para a realização da audiência pública que reuniu especialistas do setor e contou com a presença do ministro das Cidades, Márcio Fortes.

     

    O debate, segundo a parlamentar, traçou um panorama do trânsito nas grandes cidades e apontou melhorias para o transporte coletivo. Além disso, acrescentou, surgiram alternativas limpas de locomoção, como medidas positivas para ajudar a solucionar o problema do trânsito e melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

     

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09
         CAE vai examinar projeto que coloca MT e MS no mesmo fuso horário de BrasíliaA Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) reúne-se na terça-feira (9), às 10h, para discutir e votar uma pauta com 14 projetos, entre eles o que altera o fuso horário dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, para que eles fiquem com a mesma hora oficial de Brasília. Hoje, os relógios nesses estados estão atrasados em uma hora em relação à maior parte do Brasil.
         
         Trata-se de um projeto (PLS 177/08) do senador Delcídio Amaral (PT-MS), para quem a mudança apresentará, no geral, benefícios que superam os eventuais transtornos para a população, como levantar-se, às vezes, antes do nascer do sol para ir à escola ou ao trabalho. O relator da matéria é o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que ainda não apresentou seu voto.
         
         Há pouco tempo, o Congresso aprovou projeto do senador Tião Viana (PT-AC), já transformado em lei (11.662/08), que acabou com o quarto fuso horário brasileiro, até então aplicado ao estado do Acre, eliminando uma das duas horas de diferença em relação ao horário de Brasília. Hoje, só seis estados não acompanham a hora oficial de Brasília - Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Roraima e Rondônia. A ilha de Fernando de Noronha, pertencente ao estado de Pernambuco, também tem fuso horário diferente do resto do país, mas, nesse caso, os relógios ficam adiantados uma hora em relação a Brasília.
         
         O projeto de Delcídio Amaral chegou a ser relatado pelo então senador Geovani Borges (PMDB-AP), que propôs eliminar todos os fusos horários diferentes de Brasília, exceto o de Fernando de Noronha. O voto de Geovani, no entanto, não chegou a ser analisado, pois ele deixou o mandato - Geovani é suplente do senador Gilvam Borges (PMDB-AP), que retornou ao Senado depois de uma licença médica.
         
         Constam da pauta da Comissão de Assuntos Econômicos ainda duas mensagens do presidente da República propondo autorização para que as prefeituras de Corumbá (MS) e Uruguaiana (RS) tomem empréstimos externos, com aval da União. Corumbá deve receber US$ 3,2 milhões do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), enquanto Uruguaiana tomará US$ 6,8 milhões do Banco Mundial. Nos dois casos, o dinheiro será usado em obras de infra-estrutura, moradia popular e educação.
          Fonte: 24 Horas News
    06-09-2008 | 11:09
    O Banco do Brasil espera fechar o ano com cerca de R$ 1 bilhão destinados ao financiamento imobiliário, só com recursos da poupança, segundo informou à Agência Brasil o diretor de Novos Negócios do banco, Paulo Rogério Caffarelli.

    Considerando o valor médio de financiamento de R$ 80 mil por mutuário, a perspectiva é firmar sete mil contratos este ano para pessoa física.

    A meta é chegar até 2012 entre os três grandes financiadores da área imobiliária. O mercado, atualmente, é liderado pela Caixa Econômica Federal, banco Itaú e Bradesco.

    Para 2009, ainda não foram fechadas as projeções na área imobiliária. O BB atua, desde dezembro do ano passado, no sistema de crédito imobiliário com recursos próprios, por meio do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). E a partir de junho passou a operar no mercado de crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança, pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

    Balanço parcial do banco mostra que o volume de contratos imobiliários pelo SFH ainda é pequeno, mas o crédito aprovado, ainda não contratado, já supera os R$ 500 milhões.

    “O Banco do Brasil passa a ser mais um banco grande de varejo a oferecer esse produto, como forma de ajudar na resolução do déficit habitacional”, observa Caffarelli. O país tem, hoje, segundo o Ministério das Cidades, um déficit de oito milhões de moradias.

    Outro produto para aquisição da casa própria é o consórcio de imóveis, por meio do qual o mutuário pode optar por pagar a metade das cotas mensais e quitar o restante quando já estiver morando no imóvel. É uma modalide de 200 meses de financiamento.

    O objetivo, segundo Caffarelli, é poupar o mutuário da despesa dupla, já que quem entra em consórcio para financiar a compra da casa própria, em geral, paga aluguel.

    “Geralmente, [o consórcio] é para aquelas pessoas que ainda não têm seu imóvel próprio. E também, não querem, ou não podem naquele momento, adquirir aquele imóvel. Então, começam a pagar o consórcio”, disse.

    As cartas de crédito para aquisição de imóveis pelo BB Consórcio de Imóveis têm valor mínimo de R$ 30 mil e máximo de R$ 300 mil.

    Na área de crédito imobiliário, segundo o diretor de Novos Negócios, o BB tem foco nas faixas de cinco a dez salários mínimos e acima de dez salários.

    Ele destacou que, embora seja a Caixa Econômica a instituição do sistema financeiro com perfil mais voltado para camadas de baixa renda, “nada impede que, no futuro, o Banco do Brasil passe também a ser mais um agente nessas faixas de renda mais baixa”.

    Caffarelli lembrou ainda que o banco busca prestar um atendimento de acordo com o perfil do cliente. Por isso, opera no mercado imobiliário com clientes pessoas físicas e jurídicas, sendo que este último segmento engloba as construtoras e incorporadoras. “A nossa idéia é, justamente, ter um produto adequado e aderente a essa realidade dos nossos clientes.”

    O BB financia até 80% do valor do imóvel. O financiamento para pessoa física vai de R$ 20 mil a R$ 1,5 milhão. E para pessoa jurídica de R$ 1 milhão até R$ 100 milhões.

    Fonte: Olhar Direto
    06-09-2008 | 11:09
    A Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social por meio do projeto social 'Depende de Nós', iniciou esta semana as inscrições para diversos cursos profissionalizantes gratuitos, em cinco bairros do município de Várzea Grande.

    Ao todo há disponíveis 13 cursos, entre eles, garçom e garçonete, telefonista e recepcionista, grafite, pintor de parede, assentador der tijolos, instalador hidráulico, cozinha regional, salgadeiro, chapeiro, pizzaiolo e manicure e pedicure. As inscrições serão realizadas até a próxima quarta-feira (10).

    De acordo com a coordenadora do projeto, Isabel Audávis, os cursos são direcionados a famílias em situação de vulnerabilidade social, beneficiados do Bolsa Família e do BPC (Benefício de Prestação Continuada), Projovem e pessoas desempregadas acima de 16 anos de idade.

    Os cursos serão realizados nas escolas municipais dos seguintes bairros: 13 de Setembro, Serra Dourada, Santa Terezinha, Cabo Michel e Jardim Alá. As aulas serão iniciadas no dia 13 de setembro, nos finais de semana, sábado e domingo, sendo ministradas por profissionais qualificados, no período de 8 horas aula, em dois turnos, matutino das 7h às 11h e vespertino das 13h às 17h.

    "É interessante frisar para a população que as vagas são limitadas, 25 alunos por turma. Então os interessados devem se apressar e fazer a inscrição para garantir sua vaga. Esta oportunidade é única, e proporciona as famílias a inclusão no mercado de trabalho sem custo algum", alerta Isabel.

    As inscrições estão sendo realizadas nos pólos de atendimentos do projeto, para maiores informações ligar para 3688-3162

     

    Fonte: Olhar Direto
    06-09-2008 | 11:09
    Música, dança e fotografia estão no cardápio do point mais movimentado da cultura mato-grossense nos últimos anos. Programação rica e interessante

    O palco é o SESC. Talvez o maior espaço da cidade voltado para as artes e, sem dúvida, o mais movimentado. Quem ainda não conhece, provavelmente, não tem o menor interesse nas artes, pois ali, encontramos atividades para todos os gostos e faixas etárias.

    Neste sábado, por exemplo, temos o encerramento da V Semana da Música(SEMUS). O show está previsto para as 21h30 e será uma grande confraternização com todos os participantes da SEMUS e os convidados. Esta edição trouxe: Ricardo Nakamura(guitarra) e Carlos Vinicius (piano), além do ouro da casa Ebinho Cardoso(baixo), Sandro Souza(bateria) e Sidney Duarte(harmonia e improvisação). Completam a equipe das oficinas: Tchuka Jr(Produção Musical) e Marilia Cortez(Educação Musical). A entrada para o show é franca e o espetáculo acontece no teatro do SESC.

    Também hoje, encerra-se o Flõ – Festival Livre Olhar. Foi uma semana de vídeos experimentais. Linguagem contemporânea e inovadora. A vanguarda do audiovisual brasileiro. As sessões foram gratuitas e hoje não é diferente. Às 19 horas será exibido o filme “República dos Assassinos”(90’-1979) do diretor Miguel Faria Jr., a música do filme é de Chico Buarque e no elenco estão: Anselmo Vasconcellos, que foi homenageado no Flõ 2005, Tarcisio Meira, Sandra Brida, Sylvia Bandeira, Tonico Pereira, Paulo Villaça e Ítalo Rossi.

    O filme se passa em plena década de 70, durante os anos do regime de exceção. Os crimes praticados pelo esquadrão da morte causavam espanto e impacto na população pelo requinte da violência praticada pelos assassinos. Outro fato que causava indignação era a publicação das fotos das vítimas, que apareciam adornadas por uma caveira, símbolo do grupo. “República dos Assassinos” conta essa história a partir do personagem Mateus Romeiro, o mais famoso policial que integrou o esquadrão, e fazia pare da facção Homens de Aço, responsável por um racha na organização.



    Aldeia Guaná

    A Aldeia Guaná, como o DC Ilustrado já divulgou, também é uma realização do SESC Arsenal e promove um encontro e trocas sobre os diferentes aspectos da produção artística e cultural. Teatro, dança, poesia, fotografia, literatura e música. Seminários, debates, leituras, exibições e audições. Quando parece que nada temos a fazer na cidade de Cuiabá é só correr pro SESC, especialmente durante este mês de programação intensa da Guaná.

    Hoje tem a Cia de Dança Lia Rodrigues (RJ). Durante a semana a professora Lia Rodrigues, PHD em dança e autora do livro "Dança e Pós-modernidade", resultado de sua pesquisa de doutorado, ofereceu um workshop aos interessados pela dança contemporânea. Ela fez pós-doutorado na Universidade Paris 8, na França, e possui Licenciatura e Bacharelado em Dança pela Universidade Federal da Bahia. Ontem a sua apresentação abalou as estruturas, fez tremer a platéia atenta aos movimentos de corpos sob sombras e luzes encantadoras no espetáculo “Encarnado”. Hoje mais uma dose com o espetáculo: “Aquilo De Que Somos Feitos” que integra o projeto Palco Giratório que circula pelo Brasil peças de destaque no âmbito nacional.

    A sinopse do espetáculo é inebriante: “Levantar ou tirar aquilo que cobria; pôr a vista; encontrar; descobrir; achar; encontrar pela primeira vez; manifestar; revelar; descobrir segredos; inventar; notar; dar a conhecer; tornar-se claro; revelar sua identidade; mostrar-se; aparecer Esta definição da palavra “descobrir”, retirada de um dicionário, poderia ser a sinopse do espetáculo AQUILO DE QUE SOMOS FEITOS, criação da Lia Rodrigues Companhia de Danças.” Durante o espetáculo os corpos se mostram não apenas como se fossem esculturas humanas, mas também como idéias, convicções e críticas que estão no imaginário coletivo. A apresentação será no Salão social às 20h e a entrada é 1 litro de leite longa vida. O espetáculo é desaconselhável para menores de 16 anos.

    Além da dança quem for ao SESC poderá apreciar a exposição de fotografia “Fragmentos” do Maurício Oliveira (MT). As imagens que serão expostas constituem um grupo diversificado de fotos urbanas e de fotos de natureza selvagem. A grande característica que todas têm em comum é a sensação muito clara de serem “fragmentos de algo muito maior”. Esta começa hoje e vai até 05/10 na galeria de artes.

    Outra atração fotográfica que também faz parte do equipamento do SESC, mas do outro lado da rua e mais a frente, está na Casa do Artesão que recebe o Projeto Amazônia das Artes chamado “Água Branca” do fotógrafo Wank Carmo (RR). Esta vai até 25/09 e também é gratuita.

    Como a programação da Guaná e ampla e permanece durante todo o mês, o DC Ilustrado estará constantemente lembrando-o e falando um pouco mais dos espetáculos para você ficar por dentro do que acontece na cidade.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    06-09-2008 | 11:09
    A Secretaria de Planejamento (Seplan) realizou, em Sinop, a última Audiência Pública sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2009 nas cidades-pólo do Estado. O debate foi promovido também em Rondonópolis, Barra do Garças e Cáceres. O encerramento do ciclo de debates acontecerá na próxima quinta-feira (11), em Cuiabá.

     

    A lei orçamentária anual (LOA) estima as receitas que o governo espera arrecadar durante o ano e fixa os gastos a serem realizados com tais recursos. Ela detalha a aplicação dos recursos do município em obras e ações para o exercício seguinte. È elaborada com base nas diretrizes anteriormente apontadas pelo Plano Plurianual (PPA) e pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), ambos definidos pelo executivo, a partir de discussões com a comunidade.

     

    De acordo com a equipe técnica da Seplan, no ano em que o estudo foi realizado, em 2005, Sinop contribuía com 5,7% no bolo total do PIB no Estado. Este ano, o município teve um crescimento na participação e agora representa 6,3% do índice.

     

    A projeção é que essa participação continue em ascensão até o final do projeto MT+20, em 2026. Isso significa que a economia do município está em franco crescimento, apesar das desacelerações causadas pelas várias operações policiais contra o setor madeireiro.

     

    Já em 2008, o governo do Estado destinou um empenho de R$ 22 milhões para a cidade e até mês passado foram aplicados R$ 10 milhões. A principal área de investimento do Executivo Estadual no município foi em infra-estrutura, principalmente, em pavimentação asfáltica com R$ 4,9 milhões.

     

    O secretário de Planejamento, Yênes Magalhães, disse que a descentralização da discussão da LOA é positiva e necessária para o processo democrático. "É isso que nós, governo do Estado, estamos buscando, ou seja, informar a sociedade de forma mais ampla. Nossa prioridade é dar transparência na gestão pública e aumentar o controle da social. Queremos que a sociedade exerça seu papel de fiscalizar e acompanhar os resultados das ações do governo", destacou. Segundo ele, o objetivo é ouvir a população sobre seus anseios.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-09-2008 | 11:09
    O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou ontem que 50 milhões de brasileiros já foram vacinados contra rubéola na campanha do governo. O número representa quase 68% da meta do governo - que é vacinar 70 milhões até o fim da campanha, em 12 de setembro.

     

    Temporão participou de ação de mobilização para a campanha contra a rubéola em São Paulo e vacinou o nadador César Cielo, campeão olímpico nos Jogos de Pequim.

     

    "Nós já estamos na reta final. Falta pouco, mas esse pouco é muito importante", disse o ministro, pedindo para a população com idade entre 20 e 39 anos tomar a vacina. "Nossa proposta é erradicar a rubéola do Brasil". Para Temporão, o balanço da campanha é positivo. "Nós já estamos com 67% para 68% da meta alcançada", informou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-09-2008 | 11:09
    A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou para 0,28% em agosto, depois de ter registrado taxa de 0,53% no mês anterior. Foi a menor taxa desde setembro de 2007 (0,18%) e também ficou abaixo do registrado em agosto de 2007 ( 0,47%). No ano, o IPCA acumula alta de 4,48%, maior do que o verificado no mesmo período de 2007 (2,80%); já nos 12 meses fechados em agosto a elevação acumulada é de 6,17%, menor do que a os 6,37% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.

     

    Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e revelam que a desaceleração da inflação em agosto foi puxada principalmente pelo comportamento dos preços dos alimentos.

     

    Depois da alta de 1,05% em junho, o grupo passou para queda de 0,18%. A maioria dos produtos apresentou redução nos preços entre os dois meses, sendo os principais destaques o tomate (de 10,59% para -36,91%), a batata inglesa (de -6,40% para -6,55%) e o feijão mulatinho (de -2,12% para -6,46%).

     

    O IBGE destaca que, apesar do resultado de agosto, os alimentos acumulam alta de 9,58% no ano, bem acima da taxa de igual período do ano passado (6,73%). O levantamento ressalta que a queda nos preços desses produtos foi percebida na maioria das regiões pesquisadas.

     

    Os produtos não alimentícios subiram um pouco mais de um mês para o outro: de 0,38% para 0,42%. O movimento foi influenciado pelos reajustes em itens importantes para a formação da taxa global, com preços administrados ou controlados.

     

    A conta de telefone fixo, que sofreu reajuste autorizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no final de julho, foi a que mais pressionou a taxa do mês, com alta de 2,27%, ante 0,62% em junho. Também contribuíram as tarifas de energia elétrica, que passaram de 0,93% para 1,03%; e de água e esgoto (de 0,79% para 1,57%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    06-09-2008 | 11:09
    O governo federal quer retirar a tributação indireta que incide sobre o spread bancário (diferença entre a taxa de juros cobrada pelo banco em um empréstimo e o seu custo de captação dos recursos). Em estudo no Ministério da Fazenda, a medida, que poderá reduzir os juros cobrados pelos bancos nos financiamentos aos seus clientes, será adotada na regulamentação da reforma tributária, ainda em tramitação na Câmara dos Deputados.

     

    À frente das negociações da reforma, o secretário-extraordinário de Reformas Econômicas e Fiscais do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, informou à Agência Estado que os estudos para sua regulamentação estão em fase adiantada dentro do governo. Segundo ele, a idéia é de que a proposta em elaboração retire a incidência do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) federal sobre o spread bancário.

     

    "A melhor hora para se fazer isso é com o IVA federal. É mais fácil", disse Appy. O IVA federal será criado com a reforma tributária e unificará, entre outros tributos, a Cofins e o PIS. Hoje, os dois tributos incidem sobre o spread bancário à alíquota de 4,65% e encarecem os juros cobrados pelos bancos. Em outros países, como alguns da UE, não há essa incidência.

     

    Segundo Appy, essa tributação indireta sobre o setor financeiro provoca distorções e, no futuro, poderá trazer riscos de exportação de serviços bancários para outros países. "Hoje, não temos esse problema no Brasil. Mas quando se tem um desenho mal feito, que leva a cumulatividade e tributação do spread, isso pode gerar exportação de serviços financeiros", ressaltou Appy. Mas ele ponderou que não necessariamente se trata de uma desoneração do setor bancário, mas de mudança na forma de tributação.

     

    Segundo Appy, as negociações da proposta de reforma tributária com o relator, deputado Sandro Mabel (PR-GO), estão bem avançadas. A estratégia é diminuir as divergências ao máximo antes da votação da proposta na Comissão Especial de Reforma Tributária. "Já tivemos avanços importantes nas negociações. O tema não está parado", disse.

     

    O secretário informou que o governo cedeu e já aceitou ampliar o detalhamento do desenho do IVA no texto da reforma constitucional. A proposta inicial do governo, que não agradou às empresas e os parlamentares tinha um texto mais genérico em relação à base de incidência do tributo, deixando para a regulamentação os detalhes. Ele admitiu, no entanto, que ainda há "divergências relevantes" em torno da proposta.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    05-09-2008 | 11:09
     “Papa” da construção sustentável do país, Vanderley Jonh, da USP, participará do MinasCon2008. O 2º Encontro Nacional de Gestão de Resíduos e Sustentabilidade na Construção será realizado nos próximos dias 18 e 19 de setembro, das 8h às 18h30, no Expominas, em Belo Horizonte, durante o MinasCon 2008.

     

    Promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), o evento apresentará informações e cases sobre  gerenciamento dos resíduos do setor e abordará as vantagens e desafios da implantação das edificações sustentáveis, com o objetivo de estimular a adoção dessa prática e promover a construção de um futuro melhor para o planeta.

     

    Para falar da sustentabilidade, um assunto que, cada vez mais, vem sendo pautado pelo setor da construção civil, o encontro contará com a presença de renomados palestrantes, entre eles, o professor do departamento de Engenharia de Construção Civil da Universidade de São Paulo (USP), Vanderley Moacyr John, referência em Construção Sustentável no país. A abertura do evento será feita pelo presidente da CBIC, Paulo Safady Simão.

     

    O Encontro reunirá empresas do setor da construção, transportadores de resíduos, poder público, terceiro setor, universidades, centro de pesquisa e áreas afins ao meio ambiente, entidades de classe e todos os profissionais interessados em soluções econômicas, ambientais e sociais em empreendimentos, obtidas por meio de ações que visam, dentre outras, a redução e reutilização dos seus resíduos, com foco na sustentabilidade do setor.

     

    O evento está dividido em quatro painéis: I – Construção sustentável e Inovação tecnológica: II – Gestão integrada de resíduos sólidos; III – Edificações sustentáveis; e IV – Sustentabilidade e Certificações. A programação completa e a ficha de inscrição podem ser acessadas no site www.sinduscon-mg.org.br.

     

    Compensação ambiental

     

    Para compensar os impactos ambientais gerados pela realização do Encontro, como a emissão de gases decorrentes da produção das peças gráficas usadas, transporte dos palestrantes e participantes etc., o Sinduscon-MG financiará o plantio de cerca de 100 árvores na reserva ecológica Canela de Ema, em Caeté.

     

    Com a iniciativa, o evento será o primeiro de todas as edições do Minascon com emissões de gases de efeito estufa (GEE) neutralizados pelo programa Carbo-Neutro da Organização da Sociedade de Interesse Público (Oscip), Instituto Oksigeno - pioneiro em Minas Gerais na criação de programas de responsabilidade ambiental, que visam combater o aquecimento global por meio da redução ou compensação das emissões GEE, por meio do plantio de mudas de árvores nativas e/ou conservação de florestas.

     

    Ainda em sintonia com as questões que visam amenizar os impactos ambientais, o Encontro utilizará apenas materiais de baixo impacto ambiental, como por exemplo, papel reciclato, canetas e bolsa biodegradável, bem como a contratação de empresas formais e ambientalmente corretas.

     

     

    Fonte: CBIC
    05-09-2008 | 11:09

    A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) confirmou tendência de queda e desacelerou para 0,28% em agosto, informou nesta sexta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em julho, o índice já havia registrado retração, ficando em 0,53%, ante 0,74% no mês anterior.

     

    Trata-se da menor taxa desde setembro de 2007 (0,18%). A principal causa apontada pelo IBGE foi a queda dos preços dos alimentos, que tiveram variação negativa de 0,18%%, ante alta de 1,05% verificada em julho.

     

    O IPCA é o índice de preços utilizado pelo governo para o regime de metas de inflação, estipulado pelo Banco Central. A meta para este ano e o próximo é 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais.

     

    No ano, a inflação acumula alta de 4,48% --no mesmo período em 2007, havia crescido 2,80%. Nos últimos 12 meses terminados em agosto, o IPCA acumula alta de 6,17%, abaixo dos 6,37% identificados nos 12 meses imediatamente anteriores, distanciando-se ainda mais do teto superior à meta, de 6,5%. Em agosto de 2007, a inflação pelo IPCA tinha subido 0,47%.

     

    Os produtos não-alimentícios aceleraram para 0,42%, ante 0,38% em julho. Influenciaram o resultado a alta de 2,27% das tarifas de telefone fixo, que foram responsáveis por 0,08 p.p (ponto percentual) do índice. Houve aceleração também nas tarifas de energia elétrica (0,93% para 1,03%), influenciada pela alta verificada em Belém (16,80%) e São Paulo (2,71%).

     

    As tarifas de água e esgoto subiram 1,57% em agosto, depois de alta de 0,79% no mês anterior. Contribuiu decisivamente para esse resultado o reajuste de 11,93% nas tarifas cobradas no Rio de Janeiro.

     

    Entre os alimentos, tiveram quedas expressivas o tomate (alta de 10,59% em julho para queda de -36,91%), batata inglesa (de -6,40% para -6,55%) e feijão mulatinho (de -2,12% para -6,46%).

     

    Das 11 regiões pesquisadas, a que apresentou menor taxa em agosto foi Curitiba, com uma deflação de 0,22%. Na outra ponta, a maior foi anotada em Belém, com um aumento de preços de 0,79%.

     

    Mais pobres

     

    O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado entre as famílias com renda mensal até seis salários mínimos, ficou em 0,21% em agosto, ante 0,58% em junho. Nos 12 meses encerrados em agosto, o indicador acumula elevação de 7,15%%, abaixo dos 7,56% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores.

     

    Fonte: Folha on-line
    05-09-2008 | 11:09
    As perspectivas de crescimento econômico do Brasil "parecem indicar uma expansão das perspectivas", o que também ocorre em China e Rússia, segundo indicadores compostos avançados da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) de julho publicados nesta sexta-feira.

     

    Em julho, o indicador composto avançado do Brasil aumentou 1,4 ponto e, em um ano, 2,3 pontos.

     

    O comunicado da entidade indica que os dados mais recentes para grandes países não-membros da OCDE apontam para "uma inflexão na Índia".

     

    Já as perspectivas de crescimento econômico do G7 (grupo dos sete países mais ricos) continuam se deteriorando. O indicador composto avançado para a zona da OCDE desceu 0,7 ponto em julho e é inferior em 5,2 pontos ao nível registrado há um ano.

     

    Para os Estados Unidos, o indicador caiu 0,2 ponto em julho (5 pontos em um ano), enquanto para a zona do euro os números são piores: uma queda de 1,2 ponto em julho e de 6 pontos em 12 meses.

     

    Para o Japão, a redução é de 0,5 ponto em julho e de 3,4 pontos em um ano. Os indicadores mostram uma "desaceleração" em Estados Unidos, Japão e Canadá, e um "forte arrefecimento" na zona do euro.

     

    Em junho, o indicador composto avançado para a China diminuiu 1,3 ponto (1,4 ponto em um ano) e o da Índia 1,5 ponto esse mês e 5,5 pontos em 12 meses, enquanto para a Rússia o avanço foi de 1,8 ponto e de 5 pontos, respectivamente.

     

    Fonte: Folha on-line
    05-09-2008 | 10:09
    Começou nesta quinta-feira (04) e vai até domingo a exibição de filmes brasileiros do Festival do Livre Olhar (FLÔ), no Sesc Arsenal, em Cuiabá. O FLÔ é um festival de cinema do Brasil realizado desde 2003 em Porto Alegre e se diferencia dos demais festivais nacionais por seu caráter subversivo e livre, dando preferência para filmes experimentais e autorais.

     

    Idealizado pelo grupo Cinema 8ito, o FLÔ vem ajudando a definir o panorama do cinema alternativo brasileiro em exibições nacionais e internacionais. Cuiabá recebe pela terceira vez o Festival, que será exibido CineSesc Arsenal, sempre às 19h. A entrada é gratuita.

     

    O FLÔ é também um circuito itinerante conhecido como ‘Mochilagem’, possível a partir de uma rede anárquica de coletivos independentes do Brasil e do exterior. As exibições convencionais dividem espaço com mostra online.

     

    Confira a programação:

     

    Quinta-feira - 4 de setembro

     

    DINHEIRO, 24’, 2007, Rio de Janeiro
    SUCULÊNCIA, 6’20’’, São Bernardo – SP
    LULA A DORÉ, 18' min, Florianópolis - SC - Prêmio 'Inovação' no Flô 2007
    IMPEJ, 9’15’’, Goiânia - GO
    A CURVA, 5 min, Juazeiro do Norte/Fortaleza-CE
    HOMENS AO MAR, 15’, Rio de Janeiro-RJ
    O RETORNO DA LUA, 10’33", 2006, Porto Alegre
    IMPARCIAL [Porto Alegre, 2008, 15’]

     

    Sexta-feira - 5 de setembro

    VT Desconstrutor do FLÔ, 30’’, André Arieta, Porto Alegre-RS.
    ETNOGRAFIA DA AMIZADE, 86’ – 2007

     

    Sábado - 6 de setembro

     

    REPÚBLICA DOS ASSASSINOS, 90’, 1979 – Rio de JaneiroOutras informações pelo telefone (65) 3616-6900.

     

    Fonte: TVCA
    05-09-2008 | 10:09
    Trinta peças fazem parte da exposição Perspectivas 2008, da artista plástica Lara Matana, que está aberta à visitação em Cuiabá. As esculturas e quadros que estão expostos mostram as formas e cores de modo a dar uma idéia de movimento e profundidade, instigando o visitante a olhar as obras de diferentes maneiras.

     

    Diferentes visões para uma mesma obra. É o que Matana pretende mostrar na sua exposição, que está no piso térreo do Goiabeiras Shopping. "Nesta exposição trabalho com o ângulo que a pessoa vê a peça. Quando olhamos uma obra de uma determinada posição, enxergamos uma coisa, mas ao mudarmos de posição, mesmo que a mudança seja pequena, enxergamos alguma coisa diferente. Por isso decidi dar este nome", explica Lara. A mostra é gratuita e fica em cartaz até o dia 28 de setembro, das 10h às 22h.

     

    O trabalho de Lara é todo produzido em madeira, com resíduos e sobras de madeireiras e árvores mortas. "Minha inspiração vem da natureza. Algumas peças eu encontro quase prontas e faço poucas interferências", revela. Ela conta que a decisão de trabalhar com a madeira aconteceu após visitar uma exposição em Belo Horizonte e ver um quadro que utilizava o material, com dimensões que ainda não tinha visto.

     

    Apesar de ser um trabalho belo e apreciado por todos, Lara diz que há pouco tempo as pessoas começaram a comprar suas obras. Uma parte desse reconhecimento veio de uma forma totalmente peculiar: uma de suas obras é peça integrante do filme "Cegueira", do diretor Fernando Meirelles, que será lançado em setembro. A prova da importância do trabalho de Lara para a cultura brasileira foi a indicação para ser membro da Academia Brasileira de Belas Artes, onde hoje ocupa a 42ª cadeira.

     

    Fonte: TVCA
    05-09-2008 | 10:09
    Nível de uso do parque fabril sobe para 83,5% e também bate recorde.

     

    O faturamento da indústria subiu 0,2% em julho e expressivos 9% nos sete primeiros meses deste ano, o que representa novo recorde para este período, segundo revelou nesta quarta-feira (3) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A série histórica da entidade tem início em 2003.

     

    O recorde anterior de faturamento da indústria, para os sete primeiros meses de um ano, havia sido registrado em 2004, quando o faturamento industrial avançou 5,5%. De janeiro a julho de 2007, subiu 5,3%.

     

    "Este ano está sendo bem melhor do que 2004 e 2007", notou o chefe da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. Já o economista da entidade, Paulo Mol, notou que a taxa se aproxima de inéditos 10%. "O ritmo está próximo à casa de dois dígitos e o crescimento é bastante disseminado na indústria", disse ele. 

     

    Paulo Mol avaliou que a elevação do faturamento industrial da indústria neste ano está ligada ao aumento da demanda do mercado interno por produtos e serviços. "O consumo das famílias está alto, assim como os gastos do governo. E também há os investimentos por parte das empresas, ao mesmo tempo em que o crédito continua a subir. A demanda interna é que tem dinamizado este crescimento da indústria", disse ele.

     

    Atividade industrial

     

    As horas trabalhadas na produção industrial, indicador mais relacionado com o nível de atividade, subiu 0,5% em julho deste ano, contra o mês anterior, e 6,1% nos sete primeiros meses de 2008 - também o maior valor de toda a série histórica. A CNI ressaltou ainda que as horas trabalhadas, além de crescerem "intensamente", acumulam o mais longo período de expansão (12 meses consecutivos) desde 2003.

     

    "A atividade industrial começa o segundo semestre com nível intenso. Ela vem crescendo desde o fim de 2007 e não tem dado muitos sinais de arrefecimento [desaceleração]. Mas esperamos um arrefecimento ao longo do segundo semestre por conta dos aumentos de juros e de um quadro internacional menos favorável, com redução da atividade", avaliou Castelo Branco.

     

    Emprego industrial

     

    O emprego industrial também continuou registrando crescimento em julho deste ano, quando avançou 0,6% sobre o mês anterior e 4,4% sobre julho de 2007. No acumulado de janeiro a julho de 2008, o emprego na indústria cresceu 4,4%. Com esse aumento, a entidade avaliou que foi mantido um "ritmo inédito" de expansão registrado desde maio.

     

    "Dentre as variáveis pesquisadas, o emprego é a que cresce de forma mais regular: são 32 meses seguidos do crescimento do emprego", informou a CNI. Segundo a entidade, a intensidade na elevação do emprego também é um fator de destaque.

     

    Uso do parque fabril

     

    O nível de utilização do parque fabril da indústria, porém, subiu para 83,5% em julho deste ano, o maior valor de toda a série histórica da CNI. Em junho, estava em 83,3% e, em dezembro de 2007, em 83%. O indicador de uso do parque fabril é acompanhado com atenção pelo Banco Central, pois, se o nível de utilização da capacidade instalada sobe, também aumentam os temores de que haja reajustes de preços.

     

    Os economistas da CNI avaliaram que os investimentos efetuados pela indústria, necessários para ampliar o parque fabril e reduzir o seu nível de utilização, estão "maturando" [amadurecendo]. Entretanto, admitiram que são necessários mais investimentos.

     

    Para Castelo Branco, é justificável a intenção do BC de adequar o ritmo entre a oferta e a demanda por produtos e serviços no Brasil, por meio dos aumentos de juros, de modo que o crescimento da economia se sustente ao longo do tempo. Entretanto, ponderou que os índices recentes de inflação, que mostraram desaceleração, indicam que a subida de juros talvez não precise ser tão intensa, e prolongada, quando o sinalizado há alguns meses. 

     

    Fonte: TVCA
    05-09-2008 | 10:09
    O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), comunica a todos os profissionais do Sistema que no dia 12 de setembro (sexta-feira), não haverá atendimento ao público na sede do Crea em Cuiabá.


     

    A superintendente Administrativa e Financeira do Conselho, Elinete Leite Magalhães, explica que como o Crea está modernizando todo o seu sistema e migrando informações, também precisa realizar a capacitação de seus funcionários. "O treinamento ocorrerá desde segunda-feira, dia 08, mas o Atendimento ao Público estará fechado somente na sexta-feira, dia 12, por que usaremos as máquinas do setor para treinar os funcionários das inspetorias e escritórios do interior", explicou.


     

    A partir da quinta-feira da próxima semana as 21 inspetorias e dois escritórios do Crea no interior também estarão fechados por causa do treinamento realizado para todos os inspetores, fiscais e atendentes na capital. Por tanto, as unidades estarão fechadas para atendimento ao público na quinta e sexta-feira, dias 11 e 12 de setembro.

    Fonte: Mídia News
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