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Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    25-07-2008 | 11:07
    Existem muitas pessoas que continuam teimando em não acreditar em Cuiabá e em seu potencial de desenvolvimento, de prosperidade e de futuro com melhor qualidade de vida para sua gente.

     

    Quando falo de Cuiabá quero me referir não apenas à capital, mas toda a região situada em seu entorno, popularmente denominada de baixada cuiabana ou como querem alguns, ultimamente, Vale do Rio Cuiabá. Afinal, toda esta região, no passado, fez parte de Cuiabá e com ela tem laços de afinidade cultural, econômica, social e política.

     

    Na semana passada uma grande revista de circulação nacional trouxe duas matérias interessantes: uma em que se referia à expansão de alguns grupos empresariais nacionais de sete áreas que já dominam o mercado para além de nossas fronteiras. Tais empresas são das áreas de petróleo, cimento, produtos têxteis, bancos, mineração, carne bovina e aço.

     

    A outra reportagem destacava a exuberância do crescimento de pequenas e médias cidades do interior brasileiro, onde a riqueza e a qualidade de vida estão melhorando de forma rápida. Esses municípios têm sua econômica baseada em oito produtos, voltados não apenas para o mercado interno, mas principalmente para a exportação: soja, cana, carnes, ferro e aço, petróleo, automóveis, portos e indústria têxtil.

     

    Dentre esses municípios que representam o "eldorado" do século 21, está Sorriso, situado no Nortão mato-grossense, da mesma forma que antes já estiveram outros municípios baseados na expansão do agronegócio em nosso Estado.

     

    Aí surge a indagação: e Cuiabá, onde fica nesta equação? Nossa capital não tem solo fértil para cultivar soja e nem outros produtos destinados à exportação, não possui um parque industrial grande de representação no contexto nacional e por vezes tem sido esquecida pelos governos, principalmente o federal e estadual, que ficam com a parte do leão dos tributos que o povo paga com sacrifício, suor e lágrimas.

     

    Como acredito em Cuiabá, razão pela qual há 41 anos a escolhi para morar, constituir minha família e fincar minhas raízes, resolvi refletir, baseado em números, qual a posição de nossa capital no contexto do desenvolvimento do Estado e qual a sua participação na arrecadação federal e estadual e imaginar qual o futuro que terá nas próximas décadas. Ou seja, tentar responder à pergunta: Quais as vocações de Cuiabá?

     

    Apesar de não ser nenhum eldorado, Cuiabá tem o maior IDH de Mato Grosso, graças aos elevados índices de educação, de longevidade e também de renda no contexto estadual.A participação da capital na arrecadação de vários tributos federais é mais do que expressiva. Dados de 2005 indicam esses percentuais: IPI, 85,8%; Imposto de Renda (pessoa física), 75,1%; imposto de renda total, 60,6%; IOF, 73,0%; Cofins, 58,8%.

     

    Cuiabá participa com 33,8% do PIB industrial de Mato Grosso e juntamente com Várzea Grande atingem 39,6%. Em relação ao PIB total Cuiabá participa com 21,1% e Várzea Grande com 4,9% totalizando no Aglomerado Urbano 25,9% de tudo o que é produzido em nosso Estado. Em 2005 Cuiabá apresentou um PIB de R$ 6,7 bilhões de reais.

     

    Entre 2003 e 2005 o PIB de Cuiabá cresceu 41,0% e o de Várzea Grande 35,7%, demonstrando o dinamismo econômico desses dois municípios, apesar de que muita gente imagina que os mesmas tenham parado no tempo!

     

    Apenas mais um dado importante, Cuiabá participa com 41,7% da arrecadação de ICMS do Estado e Várzea Grande com 5,82%, totalizando 47,53% na arrecadação de uma das maiores fontes de receita do Estado. Na arrecadação do IPVA a participação tanto de Cuiabá quanto de Várzea Grande representam aproximadamente 75%. Um dando interessante, em 2005 Cuiabá arrecadou para os cofres estaduais a importância de R$ 1.286,9 bilhão de reais, Várzea Grande R$ 179,4 milhões de reais, Sorriso R$ 37,6 milhões de reais, Lucas do Rio Verde R$ 27,6 milhões de reais, Rondonópolis R$ 125,9 milhões de reais.

     

    Esses e outros dados que apresentaremos em uma próxima oportunidade demonstram não apenas a importância de Cuiabá e de Várzea Grande no contexto do desenvolvimento estadual, mas também o potencial de crescimento, de prosperidade do Aglomerado Urbano e a busca de melhor qualidade de vida para a população.

     

    Juacy da Silva é professor universitário, mestre em sociologia, escreve em A Gazeta às sextas-feiras. E-mail: professorjuacy@yahoo.com.br; www.justicaesolidariedade.com.br

     

    Fonte: Gazeta digital
    25-07-2008 | 11:07
    Governo vai facilitar a quitação de dívidas, mas quem não pagar terá nome na lista negra de inadimplentes

     

            O Programa de Incentivo ao Pagamento de Débitos Tributários de Pequeno Valor, que o governo vai adotar em conjunto com um novo modelo de cobrança de dívidas tributárias, favorecerá a extinção, quitação ou parcelamento de dívidas até R$ 10 mil, dependendo do prazo de vencimento. As medidas serão lançadas simultaneamente à inclusão do nome dos devedores na Serasa, uma espécie de lista negra de inadimplentes.       

     

     "Se estamos facilitando o pagamento, por outro lado, vamos implementar a Serasa", avisou ao Estado o procurador-geral da Fazenda Nacional, Luiz Inácio Adams. Por meio de consulta à Serasa, é possível ter acesso a informações sobre pessoas, empresas e setores da economia para avaliação de risco em operações de crédito ou qualquer tipo de transação comercial.       

     

    Polêmica, a medida foi anunciada no ano passado pela PGFN, mas até agora não foi adotada.       

     

    O programa deve agora ser lançado em agosto por meio de uma medida provisória, junto com outros quatro projetos de lei que pretendem modernizar a cobrança e tornar mais rápida a recuperação de débitos tributários inscritos e não inscritos na dívida ativa da União, que hoje somam R$ 1,3 trilhão. O objetivo do governo é recuperar entre 5% e 10% desses créditos por ano, uma meta ambiciosa se comparada com o resgate atual, que não chega a 1%.       

     

    Com o programa, o governo quer promover uma "limpeza" no estoque de créditos de pequeno valor de até R$ 10 mil. Os débitos nesse valor vencidos há mais de cincos anos, com data de corte em 31 de dezembro de 2007, serão extintos, medida que vai acabar de uma só vez com 2,1 milhões de processos. Os demais débitos de pequeno valor poderão ser pagos com redução de multas, juros de mora e encargos. As vantagens serão maiores quanto menor o prazo de pagamento.       

     

    "É uma dívida pulverizada que normalmente agrega muitos processos cujo volume global é relativamente pequeno em comparação ao passivo global", ressaltou.       

     

    O governo também quer modificar os critérios de parcelamento ordinário de tributos, que pode ser usado pelo contribuinte a qualquer momento e tem prazo de pagamento de até 60 meses. A proposta é permitir que as parcelas de pagamento sejam definidas de acordo com o fluxo de caixa do contribuinte.       

     

    A mudança beneficiará principalmente as empresas cujas receitas variam devido a fatores sazonais, como as do setor agrícola. Os débitos acima de R$ 100 mil, porém, só poderão ser parcelados se o contribuinte der garantias.       

     

    A proposta do governo também incorpora vários instrumentos de cobrança que usualmente não são usados, como o pagamento por meio de leilão administrativo e dação em pagamento, que permitirá ao devedor oferecer um bem para pagar a dívida tributária. Pela proposta do governo, o devedor poderá procurar a Caixa Econômica Federal e oferecer um imóvel para a quitação do débito.       

     

    Segundo Adams, o foco da reforma é evitar que a PGFN tenha que entrar na Justiça com um processo de execução do crédito devido à União. "A execução é muito custosa", disse. Hoje, o custo mínimo é de R$ 14 mil por ação e um processo pode levar, em média, até 16 anos.

     

    NÚMEROS       

     

    R$ 10 mil é o limite do valor da dívida que poderá ser extinta, quitada ou parcelada pelo programa a ser lançado pelo governo       

     

    2,1 milhões é o número de processos com valores baixos que o governo pretende extingüir       

     

    R$ 14 mil é o custo mínimo de cada processo de execução do       

    crédito devido à União

     

    Fonte: CBIC
    24-07-2008 | 11:07
    Resultado traz recordes para o setor nos primeiros seis meses de 2008

     

    Matéria publicada nesta terça-feira (22), no jornal Correio Braziliense, destaca os bons resultados da Indústria da Construção nos primeiros meses do ano, que resultaram em números recordes para o setor.

     

    A venda de materiais de construção e a contratação de trabalhadores para erguer as obras atingiram seus picos em 2008. De janeiro a maio, foram empregadas em todo o país 185,3 mil pessoas com carteira assinada.

     

    As obras em andamento
    andamento puxaram as contratações. No acumulado dos últimos 12 meses, elas aumentaram 17,57% em todo o país.

     

    O setor fechou o primeiro semestre de 2008 com 2,020 milhões trabalhadores formais. "Somando-se aos legalizados os informais, o volume de pessoas empregadas no segmento dobra", segundo estimativa do presidente da CBIC, Paulo Safady

     

    Fonte: CBIC
    24-07-2008 | 11:07
    O crescimento do mercado imobiliário brasileiro aumentou a complexidade das operações nesse setor. De 2006 para 2007, as vendas passaram de R$ 9 bilhões para R$ 20 bilhões, o número de empresas saltou para 24 companhias com ações negociadas na Bovespa, o que torna necessário que os investidores façam uma investigação detalhada tanto sobre a história do imóvel quanto sobre a situação financeira dos seus proprietários. Para garantir o sucesso dessa investigação, Alexandre Laizo Clápis, sócio da área imobiliária do escritório de advocacia Machado, Meyer, Sendacz e Opice, recomenda uma ferramenta conhecida como auditoria legal, ou due dilligence. A auditoria legal permite identificar eventuais contingências que envolvam o proprietário e que podem comprometer o processo jurídico de aquisição de deve ser utilizada também por compradores e vendedores de imóveis. "Com a auditoria legal, procura-se realizar um levantamento do histórico da propriedade, a regularidade dos atos de registro, dos aspectos ambientais, além de outros riscos."

     

    Outro aspecto importante que deve ser analisado refere-se aos contratos que são formalizados para transferência da propriedade. Segundo Clápis, ao contrário do que acontece na Alemanha ou na Espanha, o direito brasileiro estabelece uma importante conexão entre o contrato aquisitivo (título causal) e o respectivo registro no Cartório de Imóveis. "Possíveis vícios dos contratos podem contaminar o registro. Por essa razão é que também os contratos dos proprietários anteriores devem ser cuidadosamente analisados antes da aquisição de um imóvel", afirma.
     
    No caso de compradores, numa operação de auditoria legal normalmente costumam preocupar-se mais com os aspectos envolvendo o registro do imóvel e das cláusulas do contrato de compra e venda. De acordo com o advogado, isso é fundamental, mas também é necessária uma análise mais ampla, envolvendo também questões ambientais, urbanísticas, cíveis, trabalhistas e tributárias.

     

    Fonte: CBIC
    24-07-2008 | 11:07
    A taxa de desemprego no país ficou em 7,8% em junho, ante 7,9% em maio. Foi a menor taxa para um mês de junho desde o início da série histórica iniciada em março de 2002. Na comparação com junho de 2007, o desemprego teve redução de 1,9 ponto percentual. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o instituto, em relação a maio a taxa de desemprego manteve-se "estatisticamente estável". A população ocupada no país cresceu 1,1% em junho na comparação com maio. Em relação a junho de 2007, o crescimento foi de 4,5%. A população ocupada atingiu o número de 21,7 milhões de pessoas; já o contingente de pessoas desocupadas somou 1,8 milhão, ficando estável em relação a maio, com queda de 17% em relação a junho de 2007. O rendimento real dos trabalhadores ficou em R$ 1.216,50 em junho, com uma variação negativa de 0,3% em relação a maio e alta de 1,7% em relação a junho de 2007.

     

    Semestre- O nível de desemprego no primeiro semestre também foi o menor da série histórica iniciada em 2002. Na média de janeiro a junho, o desemprego ficou em 8,3%, abaixo dos 9,9% verificados nos seis meses iniciais de 2007, de acordo com o IBGE. Segundo o responsável pela Pesquisa Mensal de Emprego, Cimar Azeredo, esse resultado ratifica cada vez mais a expectativa de que o desemprego em 2008 ficará abaixo dos 9,3% constatados no ano passado. "A situação terá que piorar muito para que o índice de 2008 não fique abaixo do ano passado. A tendência para o segundo semestre é de queda, se olharmos a série histórica da pesquisa", afirmou.

     

    Inflação e juros -  Azeredo disse ainda que a pressão da inflação e alta dos juros não estão prejudicando o mercado de trabalho. Ele destacou que o crescimento da população ocupada está se sustentando em patamar elevado, ainda que haja um contingente considerável de pessoas à procura de emprego. "Há geração de postos de trabalho como não se via há cinco anos", observou. O nível de ocupação --que mede a população acima de dez anos em relação à massa economicamente ativa-- no primeiro semestre também foi recorde, chegando a 52%. No mesmo período em 2007, ficou em 51%. Em junho, esse nível foi recorde para um mês, atingindo 52,6%. "Isso mostra uma evolução estrutural do mercado de trabalho", ressaltou.

     

    Fonte: Folha on-line
    24-07-2008 | 11:07
    Vem aí um dos dias mais esperados do ano pelos trabalhadores da construção. É o Dia Nacional da Construção Social, marcado para o próximo sábado, 2 de agosto, das 9h às 17h.

     

    A proposta é oferecer saúde e lazer para os servidores do setor e suas famílias. Assim, serão disponibilizados atendimentos nas áreas de saúde médica e odontológica, além de lazer e cidadania para o trabalhador da construção civil e seus familiares.

     

    Realizado nos principais estados brasileiros e no Distrito Federal, o evento mais importante do calendário social da construção civil ocorrerá na unidade do Sesi de Ceilândia, localizado na QNM 27, módulo B, área  especial.

     

    O evento é promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em parceria com a da Fibra, do Sinduscon-DF, do STICMB (Sindicato dos Trabalhadores), do Sesi, do Seconci e do Senai, entre outros.   

     

    Fonte: Sinduscon-DF
    24-07-2008 | 11:07
    São Paulo - A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) reprovou a elevação da taxa básicas de juros (Selic), decidida hoje (23) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Em nota, a entidade criticou o “desentendimento entre as políticas monetária e fiscal” do governo e enfatizou que a alta dos juros prejudica os menos favorecidos.

    “De um lado, temos uma política fiscal expansionista caracterizada pelo crescimento continuado do gasto público que, neste ano, deve aumentar 15%, incentivando a demanda interna. De outro, uma política monetária restritiva que adota alta seqüencial na taxa de juros — que já é uma das mais elevadas do planeta —, como a única saída capaz de frear a expansão do consumo e do investimento”, diz o texto do documento.

    A entidade, no entanto, ressalvou que o país não deve permitir que a inflação internacional se torne presente no país. “O impulso inflacionário que a economia do Brasil vive neste momento é conseqüência de um vírus importado que adoece nações em todo o mundo. Não podemos, porém, ignorar o perigo de que se torne uma epidemia em nosso país.”

    A Fiesp ainda sugeriu no documento que o governo retire todos os impostos dos produtos da cesta básica. “Numa efetiva demonstração de interesse em mitigar a questão social, o governo poderia remover, integralmente, os impostos sobre os produtos da cesta básica, que pesam no preço final de seus produtos. Isto teria um efeito imediato e positivo sobre as famílias de baixa renda, como já mencionamos as mais prejudicadas pela inflação”.

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    24-07-2008 | 11:07
    Brasília - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifestou hoje (23) insatisfação com o aumento de 0,75% na taxa básica de juros (Selic), decidida pelo Comitê de Política Econômica (Copom). O presidente da entidade, Armando Monteiro Neto, avaliou que o Copom deveria ter mantido o ritmo de aumento da taxa em 0,5%.

    "Em um ambiente de incerteza inflacionária, a política monetária gradual é mais eficaz para coordenar as expectativas de elevação dos preços. A alteração dessa postura, com a intensificação do aperto monetário, resultará em maiores danos ao processo de crescimento econômico", afirmou ele, por meio de nota.

    Para a CNI, o Banco Central deveria manter o ritmo [de elevação de Selic] e esperar pelas naturais defasagens dos impactos da política monetária restritiva. “A idéia de acelerar o movimento de redução do consumo das famílias, via aumento mais intenso dos juros, não irá gerar os benefícios desejados, uma vez que muito da inflação é originada globalmente, dado o aumento dos preços internacionais dos alimentos", avaliou.

    A CNI, de acordo com a nota, defendeu a redução de gastos governamentais para fazer com que a inflação convirja para o centro da meta estipulada para este ano de 4,5%.

    “A maior consonância entre as políticas fiscal e monetária – com a elevação da meta do superávit primário – enseja a perspectiva de um ciclo monetário menos duradouro. A maior sintonia dessas políticas será fundamental para a redução da demanda interna, via redução das despesas do governo, uma vez que o consumo das famílias perderá intensidade naturalmente, devido ao encarecimento do crédito e aos menores ganhos na renda do trabalhador com a própria alta da inflação", disse Monteiro Neto.

     

     

     

    Fonte: Agência Brasil
    24-07-2008 | 11:07
    Rio de Janeiro - A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), ficou em 0,63%, em julho, desacelerando em relação a junho, quando registrou alta de 0,90%.

    Os dados foram divulgado hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostram que o índice acumula no ano 4,33%, total superior ao registrado no mesmo período de 2007 (2,42%).

    Os alimentos continuam puxando a alta da inflação, embora os preços tenham desacelerado. A variação de preços desse item em julho foi de 1,75% contra 2,30% em junho. O grupo contribui com 63% do resultado do IPCA-15.

    Entre os principais aumentos, está o preço do feijão preto que acelerou para 6,74% ante 5,45%, no mês anterior. O feijão carioca também subiu de preço, saiu de -0,59% para 17,07%.

    Por outro lado, registram um crescimento menor o arroz (de 17,09% em junho para 2,82% em julho), o pão francês, de 3,43% para 0,11% e a farinha de trigo, que saiu de 6,95% em junho para 1,06% em julho.


     

     

    Fonte: Agência Brasil
    24-07-2008 | 11:07
    O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu ontem, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,75 ponto porcentual para 13% ao ano sem viés. "Avaliando o cenário macroeconômico e com vistas a promover tempestivamente a convergência da inflação para a trajetória de metas, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 13% ao ano sem viés", diz o comunicado divulgado após o encontro.

    Esta é a terceira elevação da taxa seguida. Nas últimas duas reuniões, em abril e junho, o BC elevou a taxa básica em 0,50 ponto porcentual em cada encontro. A ata desta reunião será divulgada em 31 de julho, quinta-feira da próxima semana, às 8h30. A próxima reunião do Copom ocorre nos dias 9 e 10 de setembro. Depois, serão outras duas até o fim do ano, em outubro e em dezembro.

    O consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e ex-secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Julio Sérgio Gomes de Almeida, disse que o aumento de 0,75 ponto na taxa Selic, aponta uma desaceleração da economia e dos investimentos mais forte do que se esperava para 2009. Ele admite que a magnitude do aumento já era esperada, mas avalia que o cenário de inflação mostrou melhoria nos últimos dias.

    "O Banco Central agiu sobre as expectativas”. Para ele, diante do arrefecimento da alta nos preços das commodities e do fato de que a elevação dos juros só terá efeito na economia em 2009, o ideal seria que o Copom tivesse esperado um pouco mais antes de aumentar a dose de alta da Selic.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    24-07-2008 | 11:07
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a afirmar, em entrevista que deu ontem ao sair do Palácio do Itamaraty, que seu governo tomará todas as medidas necessárias para combater a inflação e declarou que ela não voltará a perturbar a economia nacional. "Eu tenho dito todo santo dia que combater a inflação é quase uma questão de honra para o governo. Porque eu estive do outro lado toda a minha vida, vivendo como trabalhador, e eu sei que a inflação prejudica exatamente as pessoas que vivem com menos, (que vivem) de salário. São as que têm maior prejuízo. Se alguém imagina que a inflação vai voltar, como já aconteceu no Brasil, pode tirar o cavalo da chuva, porque ela não vai voltar. Nós tomaremos todas as medidas que forem necessárias tomar para que a gente mantenha a inflação controlada", declarou.

     

    O presidente Lula reiterou também sua convicção de que é "excepcional" o momento que o Brasil vive. "A economia está crescendo, os investimentos são muitos, e a perspectiva de novos investimentos é maior ainda. Só hoje, eu recebi informação de mais duas fábricas de papel e celulose que serão instaladas - uma no Piauí e outra no Maranhão, mais uma (que será) aumentada, na Bahia. Estamos pensando em várias siderúrgicas no Brasil, num trem de alta velocidade, em duas grandes refinarias - as duas, juntas, de 900 mil barris/dia. Portanto, são investimentos extraordinários que mostram que o crescimento será sustentável, realmente, e é definitivo", afirmou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-07-2008 | 11:07
    Um dos setores da economia que mais crescem no Estado fecha o semestre com saldo considerado recorde no MT

    Embalada pelo forte ritmo das obras em todas as áreas da engenharia, a construção civil de Mato Grosso comemora crescimento de 27,20% no volume de contratações no primeiro semestre de 2008, o maior dos últimos 20 anos. Dados divulgados ontem pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado (Sinduscon) apontam que entre os meses de janeiro a junho deste ano o setor empregou 18 mil trabalhadores e demitiu 13 mil em Mato Grosso. “Tivemos um saldo positivo de cinco mil postos de trabalho nestes seis meses, o que significa um novo recorde”, diz o presidente da entidade, Luís Carlos Richter Fernandes.

    Segundo ele, o crescimento é motivado pelo grande volume de obras que em andamento atualmente no Estado, como os edifícios residenciais, fábricas, PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) e conjuntos habitacionais.

    “O setor vem crescendo e o nível de empregos vem aumentando mês a mês. Temos observado também que o consumo de cimento vem aumentando e vários lançamentos estão sendo feitos. A nossa expectativa é de que R$ 250 milhões sejam injetados pelo PAC só na região da Grande Cuiabá”, afirma Luís Carlos.

    Segundo ele, o número de financiamentos habitacionais aumentaram e, com as facilidades de crédito, juros baixos e prazos longos, a tendência é de que o setor continue aquecido nos próximos anos. “Apostamos nesse crescimento porque todos os indicadores econômicos do setor são positivos”.

    Luís Carlos informou que o setor habitacional é que gera o maior volume de empregos na construção civil, seguido das obras públicas, indústrias e energia (PCHs).

    MÃO-DE-OBRA - A expectativa do Sinduscon é de que o setor mantenha o ritmo de crescimento no segundo semestre do ano em função do grande volume de obras e projetos a serem lançados.

    Por conta deste super aquecimento, Luís Carlos diz que o setor começa a ter problemas com a falta de mão-de-obra especializada e básica, como pedreiros, carpinteiros, eletricistas e encanadores.

    Na avaliação do Sinduscon, uma das explicações para a expansão do setor imobiliário é o crescimento do agronegócio no Estado nos últimos anos, o que vem acarretando a carência também de profissionais qualificados para atuar em diversas áreas, como de acabamento, instalação de pisos e revestimentos.

    O problema levou o Sindicato das Indústrias da Construção do Estado (Sinduscon) a firmar parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Mato Grosso, para a realização de cursos de formação, qualificação e aperfeiçoamento de profissionais na área da construção civil.

    Os empresários apontam que a falta de mão-de-obra na construção civil fez crescer a oferta de salário como forma de atrair os profissionais e, ainda assim, faltam trabalhadores nos canteiros de obra das construtoras.

    Segundo o presidente do Sinduscon, na média os salários hoje variam entre R$ 600 a 700. Um pedreiro de acabamento pode ganhar até R$ 1,5 mil. "São salários acima da média para pedreiro de acabamento", observa Luís Carlos.

    De acordo com a pesquisa, o estoque de mão-de-obra da construção civil em todo o Brasil já é de 2,020 milhões. Somente nos primeiros cinco meses de 2008, foram criadas 185,3 mil vagas formais, número que está bem próximo aos 206,6 postos de trabalho gerados em todo o ano de 2007.

    BRASIL - No acumulado do ano até maio, o crescimento registrado é de 10,1%. Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o aumento do total de trabalhadores do setor é ainda maior, de 17,5%. Na variação mensal de maio ante abril é de 1,6%.

    A região Centro-Oeste foi que apresentou o maior crescimento proporcional no acumulado do ano – de janeiro a maio a alta é de 15,2%. Em seguida está o Sudeste, que no mesmo período teve elevação de 10,7% no índice. Já na variação mensal, em maio, o destaque é a região Norte, que cresceu 3,1% em relação a abril. O Centro-Oeste aparece novamente com destaque e teve elevação de 2,6% mês a mês.

    Segundo o presidente do SindusCon-SP, João Claudio Robusti, “o crescimento deve perdurar por muitos anos com os investimentos em infra-estrutura, a expansão do credito imobiliário e uma taxa de juros mais equilibrada no longo prazo”, completa.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    23-07-2008 | 11:07
    Setor vive melhor ciclo de crescimento dos últimos 25 anos, segundo o setor. O atual ciclo de expansão da indústria brasileira de material de construção já é o maior dos últimos 25 anos. O setor vive há dois anos com altas ininterruptas de vendas. Segundo o presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), Melvyn David Fox, o encerramento do primeiro semestre de 2008 levou o setor a rever as projeções de crescimento do faturamento neste ano de 15% para 18% sobre o resultado de 2007.
     
    Isso deve elevar as receitas do conjunto da indústria a R$ 92,4 bilhões, cifra R$ 13 bilhões superior à obtida em 2007.
     
    No primeiro semestre, a indústria faturou 28,2% mais que em igual período do ano passado, atingindo R$ 45 bilhões. Os dados do chamado Índice Abramat -que acompanha mensalmente a evolução de faturamento da indústria fabricante de material de construção- foram anunciados ontem.
     
    "Em junho, completamos 25 meses de expansão seguida das vendas. É um ciclo de crescimento consistente que não víamos há pelo menos 25 anos", afirma o presidente da Abramat. Só no mês de junho, a indústria vendeu 34,22% a mais sobre o mesmo período do ano anterior.
     
    Considerando os últimos 12 meses, em apenas dois meses as vendas da indústria de material de construção cresceu menos de 15% sobre o mês equivalente no ano anterior.
     
    Dois fatores estão impulsionando as vendas. O setor habitacional tem sido o principal motor de impulso para as compras, mas desde o início do ano um segundo setor começa a ganhar relevância: os investimentos em infra-estrutura.
     
    "Desde o fim do ano passado, os projetos de infra-estrutura do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] começaram a demandar material de construção e isso tem ajudado na expansão das vendas." A indústria diz que o setor suporta as encomendas e que não há risco de inflação por demanda.

     

    Fonte: CBIC
    23-07-2008 | 11:07
    Os bons resultados da construção civil nos primeiros meses do ano resultaram em números recordes para o setor. A venda de materiais de construção e a contratação de trabalhadores para erguer as obras atingiram seus picos em 2008. De janeiro a maio, foram empregadas em todo o país 185,3 mil pessoas com carteira assinada. Pela primeira vez na história, foi atingida a marca de 2 milhões de brasileiros formalizados no setor, segundo levantamento divulgado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), elaborado em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Os fabricantes de materiais de construção também comemoraram volumes históricos. No primeiro semestre, o faturamento chegou a R$ 45 bilhões, 28,21% a mais  que no mesmo período de 2007.
     
    O desempenho positivo levou o segmento de material de construção a rever a projeção para incremento de vendas no ano. Passou de 12%, estimativa feita no primeiro trimestre, para 18%. "Estamos em um nível de aceleração muito forte, tanto que revemos nossa expectativa para 2008 e devemos faturar 18% a mais, mesmo com a base de comparação elevada de 2007", afirma o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn Fox.
     
    As obras em andamento puxaram as contratações. No acumulado dos últimos 12 meses, elas aumentaram 17,57% em todo o país. O setor fechou o primeiro semestre de 2008 com 2,020 milhões trabalhadores formais, o maior volume desde que o levantamento começou a ser feito, em 1995. Somando-se aos legalizados os informais, o volume de pessoas empregadas no segmento dobra, segundo estimativa do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), Paulo Safady.
     
    Com o aumento da demanda, faltam profissionais em todo o país. No Distrito Federal, as contratações cresceram acima da média nacional. Nos últimos 12 meses, o número de funcionários em empresas do setor aumentou 19,60%, chegando a 54,6 mil formais. E o quadro de pessoal só não aumenta mais porque faltam profissionais. Com a pouca oferta de mão-de-obra, a categoria conseguiu em maio o melhor reajuste de salários dos últimos três anos, 6,5%. "Empresas de outros estados ligam procurando trabalhadores para se mudar de Brasília, mas não achamos profissionais. A rotatividade historicamente sempre foi muito grande, mas agora as empresas passaram a segurar os bons profissionais", afirma o diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Brasília Milton Alves de Oliveira.

     

    Crédito Rigoroso - A expansão das vendas do setor imobiliário pode sofrer uma desaceleração neste semestre por causa da elevação das taxas de juros dos financiamentos habitacionais e do maior rigor dos bancos nas concessões de crédito. O vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, avalia que os bancos, que estavam muito agressivos na concessão de crédito imobiliário, começam a tirar o pé do acelerador, por conta das incertezas com a crise dos EUA e os riscos de inflação. Expectativa igual tem o analista da Lopes Filho & Associados, João Augusto Frota Salles.

     

    Fonte: CBIC
    23-07-2008 | 11:07
    A lentidão no processo de desaceleração da economia está surpreendendo analistas e será o ponto de avaliação mais complicado para os integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para a tomada de decisão sobre a taxa Selic na reunião que começou ontem e será encerrada hoje. Os juros básicos estão em 12,25% ao ano desde a última reunião, em 5 de junho. No mercado de juros ontem, cresceu para 60% a probabilidade de que o Copom opte por elevação da Selic em 0,75 ponto percentual (pp), embora economistas apostem em alta de 0,50 pp.

     

    O economista Francisco Pessoa, da LCA, avalia que os sinais de perda de ritmo na expansão do comércio e da indústria não são claros e "há uma resistência na economia mais forte do que se esperava".

     

    A avaliação de uma economia resistente à perda de vigor é feita também pelo chefe do departamento de economia da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e ex-diretor de política monetária do BC Carlos Thadeu de Freitas e pela analista da Tendências Consultoria Marcela Prada.

     

    Segundo Pessoa, a desaceleração pode estar sendo protelada por causa da confiança vigente, o alto nível de geração de emprego e o fato de que, apesar da alta da Selic, alguns segmentos, como construção, ainda estão com juros "extremamente baixos".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-07-2008 | 11:07
    A confiança do empresário industrial brasileiro caiu após quatro trimestres de crescimento, segundo o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) de julho, divulgado ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador ficou três pontos abaixo da pesquisa divulgada em abril e 1,3 ponto abaixo do documento de julho de 2007.

     

    Apesar do recuo, o indicador ainda é positivo. O Icei ficou em 59 pontos - numa escala de zero a 100 pontos, sendo que acima de 50 a confiança é positiva. O resultado, no entanto, é preliminar. A CNI alerta que, em razão da greve dos Correios, recebeu as respostas dos questionários de 936 empresas. O universo total é de 1.500 empresas. Por isso, a entidade divulgará a pesquisa completa dentro de dez dias, informando os dados setoriais.

     

    A pesquisa preliminar mostra que houve redução na confiança dos empresários de todos os portes de empresa. Na comparação com abril, o índice relativo às grandes empresas registrou o maior recuo, de 4,1 pontos, enquanto o menor recuo foi registrado entre as empresas de menor porte: 1,8 ponto. A CNI destaca também que a análise dos dados preliminares indica que a redução na confiança dos empresários, decorre, sobretudo, da pior avaliação das condições atuais da economia brasileira.

     

    Na percepção dos empresários há uma deterioração nas condições da economia brasileira. Os dados preliminares indicam ainda redução também no índice de expectativas para os próximos meses. Os dados apontam para redução do otimismo com a evolução futura da empresa e da economia brasileira.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-07-2008 | 11:07
    O Banco do Brasil acaba de lançar o BB Ações Construção Civil, fundo de investimento composto por papéis dos diferentes segmentos desse setor, como construtoras, empresas de intermediação imobiliária e shoppings centers.

    O valor mínimo de aplicação é de R$ 200, com liquidez e rentabilidade diárias, e a taxa de administração é de 2% ao ano.

    O fundo está disponível para clientes pessoas físicas e jurídicas na Internet, nos terminais de auto-atendimento ou nas agências do BB.

     

    Fonte: Mídia News
    23-07-2008 | 11:07
    Em dezembro do ano passado, no processo de votação e rejeição, no Senado, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prorrogava a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011, não houve perdedores. Todos ganharam, em especial a população brasileira, as empresas e os trabalhadores, que deixaram de pagar um tributo desnecessário e equivocado. A União também nada perdeu com o fim da "provisória" contribuição, criada há 11 anos. Afinal, sua extinção foi ainda mais lógica se considerarmos que ela era absolutamente dispensável, injusta e desvirtuada de seu foco original de aplicar mais recursos para melhorar a saúde dos brasileiros.

     

    Este ano, se as despesas com pessoal, Previdência Social e custeio crescerem a taxas inferiores a 10%, o governo, mesmo sem a cobrança da CPMF, terá superávit primário de R$ 30 bilhões, equivalentes a 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Considerando-se a mesma rubrica de R$ 46,3 bilhões de estados, municípios e estatais, o total consolidado chegará a R$ 76 bilhões (2,8% do PIB). Tais números são importantes para suscitar reflexão por parte dos próprios gestores públicos, no contexto da nova realidade sem a contribuição: no Brasil, infelizmente, o aumento da carga tributária é precedente e indutor de maiores gastos. De 2000 a 2007, enquanto o PIB evoluiu 20%, as despesas públicas tiveram expansão de 62,8%. A dívida interna consolidada do setor público do Brasil já alcançou R$ 1,17 trilhão ao fim de maio, correspondendo a 40,8% do PIB, calculado em R$ 2,86 trilhões. Tal cifra é a expressão aritmética de um equivocado cálculo, alimentado pela cultura estatal de se gastar mais do que se arrecada e de inventar arremedos para continuar empurrando a economia com a imensa barriga da improvisação. Enquanto o setor público não for eficiente - o que significa controle das despesas, critério na aplicação da receita fiscal, fixação de prioridades para os gastos e combate intransigente da corrupção -, a sociedade continuará pagando a conta.

     

    Por outro lado, é importante que todos tenham consciência de que o fim da CPMF não terá qualquer conseqüência negativa para a população, como buscaram, inutilmente, apregoar seus defensores. As verbas para a saúde (R$ 47 bilhões) estão garantidas pela emenda constitucional nº 29, de 2000. É importante notar que os programas sociais, como o Bolsa Família, também prescindem da "provisória" taxa, pois estão previstos no Orçamento da União para o presente exercício. Outro argumento improcedente referia-se à lenda de que a CPMF seria imprescindível como instrumento de fiscalização, uma vez que era cobrada sobre toda e qualquer operação realizada por pessoas físicas ou jurídicas. Deve-se lembrar que há uma lei específica para combater a sonegação: a Lei Complementar 105/2001, referente à quebra de sigilo bancário, quando necessário. Basta aplicá-la e acabar com a impunidade! Será muito mais barato e eficaz fazer cumprir tal dispositivo do que cobrar da sociedade quase R$ 40 bilhões/ano para identificar os sonegadores.

     

    O fim da contribuição pode constituir-se no marco de uma nova abordagem da questão fiscal, abrindo melhores perspectivas para uma rápida reforma - necessária e eficaz - do sistema tributário brasileiro, que deve ser indutor e não refreador do desenvolvimento. Por tudo isso, é absolutamente equivocada e até desrespeitosa para com a sociedade brasileira a intenção de se criar um novo imposto que "substitua" a CPMF, no caso a Contribuição Social para a Saúde (CSS). O momento é de incentivar os investimentos na produção, que geram empregos e permitem a todos a dignidade de - pelo próprio esforço e mérito - trabalhar e crescer socialmente.

     

    Paulo Skaf é presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-07-2008 | 11:07
    A lentidão no processo de desaceleração da economia está surpreendendo analistas e será o ponto de avaliação mais complicado para os integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para a tomada de decisão sobre a taxa Selic na reunião iniciada ontem e que termina hoje. Os juros básicos estão em 12,25% ao ano desde a última reunião, em 5 de junho. No mercado de juros ontem, cresceu para 60% a probabilidade de que o Copom opte por elevação da Selic em 0,75 ponto porcentual (pp), embora economistas apostem em alta de 0,50 pp.

    O economista Francisco Pessoa, da LCA, avalia que os sinais de perda de ritmo na expansão do comércio e da indústria não são claros e "há uma resistência na economia mais forte do que se esperava". Para ele, "isso dificulta a política monetária, a questão da atividade é fundamental para o Copom e com esses sinais pouco claros fica complicado".

    A avaliação de uma economia resistente à perda de vigor é feita também pelo chefe do departamento de economia da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e ex-diretor de política monetária do BC Carlos Thadeu de Freitas e pela analista da Tendências Consultoria Marcela Prada.

    Segundo Pessoa, a desaceleração pode estar sendo protelada por causa da confiança vigente, o alto nível de geração de emprego e o fato de que, apesar da alta da Selic, alguns segmentos, como construção, ainda estão com juros "extremamente baixos".

    Para Thadeu de Freitas, "a economia está robusta, há uma resistência muito forte à desaceleração". Ele avalia que isso se deve ao fato de que há confiança de que a perda de ritmo virá, mas será temporária. "Sendo assim, ninguém quer perder espaço ou clientes, sobretudo os bancos", disse.

    Além disso, ele e Pessoa apontam a ampla geração de empregos formais como um dos sustentáculos do atual vigor da economia.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    22-07-2008 | 12:07
    A FEPICOP - Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas enviou a todos os presidentes das Câmaras Municipais portuguesas uma tabela que contém os preços médios de referência por metro quadrado de construção para 2008, com o intuito de assim contribuir para facilitar a tarefa das autarquias no que respeita ao licenciamento de obras, que obedece
    ao disposto no n.º 3 do artigo 31º do Decreto-Lei n.º 12/2004, de 9 de Janeiro.
    Este artigo insere-se no capítulo das obrigações dos donos de obras, das entidades licenciadoras e outras, e refere-se à exigibilidade e verificação das habilitações, sublinhando o ponto 3 que "os donos de obras públicas, os donos de obras particulares nos casos de isenção ou dispensa de licença ou autorização administrativa e as entidades licenciadoras de obras particulares devem assegurar que as obras sejam executadas por detentores de alvará ou título de registo contendo as habilitações correspondentes à natureza e valor dos trabalhos a realizar, nos termos
    do disposto nas portarias referidas nos nº 4 e 5 do artigo 4 e no nº 5 do artigo 6".
    Para ajudar as autarquias a determinarem o valor dos trabalhos a realizar, a FEPICOP lembra, assim, que ele é, em 2008, de 345 a 370 euros por metro quadrado para a construção de habitação social, de 490 a 510 euros/m2 para construção de habitação corrente e de 180 a 220 euros/m2 para a construção industrial.

     

    Fonte: AECOPS
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